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Curso de Auditoria para RFB 2017 
Teoria e exercícios comentados 
Prof. Rodrigo Fontenelle – Aula Demo 
 
Prof. Rodrigo Fontenelle 
 WWW.3DCONCURSOS.COM.BR 
1 
 
 
AULA DEMONSTRATIVA: Apresentação do Professor 
e do Curso, Cronograma de Aulas, Requisitos do 
Auditor e Questões Comentadas. 
 
SUMÁRIO PÁGINA 
Apresentação 01 
O Curso 02 
Requisitos do Auditor 07 
Resumão 17 
Questões 17 
Gabarito 27 
Questões comentadas 27 
Referências bibliográficas 44 
 
Observação importante: este curso é protegido por direitos autorais (copyright), nos 
termos da Lei 9.610/98, que altera, atualiza e consolida a legislação sobre direitos 
autorais e dá outras providências. 
 
Galera!!! Grupos de rateio e pirataria são ilegais e prejudicam os professores que 
elaboram os cursos. Valorize nosso trabalho e adquira nossos cursos apenas pelo site 
do 3D CONCURSOS! 
 
Olá, Pessoal! 
 
Primeiramente, gostaria de agradecer o interesse nesta aula 
demonstrativa. Após me apresentar brevemente a vocês, falaremos 
sobre a dinâmica deste curso que fará com que você gabarite a prova 
de Auditoria para a RFB. 
 
Rodrigo Fontenelle 
 
 Auditor Federal de Finanças e Controle da Controladoria-Geral 
da União (CGU), lotado em Brasília/DF e atualmente cedido ao 
Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, 
exercendo o cargo de Assessor Especial de Controle Interno 
do Ministro daquela Pasta. 
 
 Professor de Auditoria Privada, Governamental e Técnicas de 
Controle em cursos presenciais preparatórios para concursos 
públicos em SP, MG, PE, RJ, BA, RS e DF. 
 
 Coordenador e Professor do 3D Concursos. 
 
Curso de Auditoria para RFB 2017 
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Prof. Rodrigo Fontenelle – Aula Demo 
 
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2 
 
 Economista, formado pela UFMG, com pós-graduação em 
Finanças pelo IBMEC, especialista em Auditoria Financeira 
pela UnB/TCU e mestre em Contabilidade, pela UnB. 
 
 Autor dos livros Auditoria - Mais de 200 questões comentadas 
(Ed. Elsevier) e Auditoria Privada e Governamental – Teoria 
objetiva e mais de 500 questões comentadas (Ed. Impetus, 3ª 
edição). 
 
 Além da CGU, aprovado em diversos outros concursos no país, 
entre eles Consultor Legislativo da Assembleia de Minas Gerais, 
EPPGG do Estado do Espírito Santo e 1º lugar no concurso da 
Controladoria-Geral do Estado de Minas Gerais. 
 
 Três certificações internacionais: Certified Government 
Auditing Professional – CGAP, Certification in Control Self-
Assessment – CCSA e Certification in Risk Management 
Assurance – CRMA, todas emitidas pelo The Institute of Internal 
Auditors (IIA). 
 
Por que comprar este curso? 
 
 Teoria de forma objetiva, focando naquilo que realmente precisa 
saber para acertar as questões. 
 PDF completo + Videoaulas completas. Você escolhe como quer 
estudar. 
 Curso totalmente atualizado com todas as alterações ocorridas 
nas normas de auditoria em 2016. 
 Mais de 600 questões comentadas. 
 Atualização até a prova! 
 Um tema por PDF, permitindo a você uma melhor programação. 
 Fórum de dúvidas com respostas em até 48 horas, pelo próprio 
professor. 
 Professor com três certificações internacionais na área de 
Auditoria. 
 
O Curso 
 
Quem me conhece sabe que eu acredito muito na fixação de 
conhecimento a partir de exercícios, por isso comentarei mais de 600 
questões acerca dos temas abordados 
 
Curso de Auditoria para RFB 2017 
Teoria e exercícios comentados 
Prof. Rodrigo Fontenelle – Aula Demo 
 
Prof. Rodrigo Fontenelle 
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3 
 
Para aqueles que já foram meus alunos em PDF em outros sites, tenho 
uma grande novidade! 
 
Ao invés de juntar vários temas em uma mesma aula, disponibilizarei 
a vocês apenas um tema por PDF. É claro que dessa forma terão mais 
PDFs para baixarem, mas eles serão menores e isso possibilitará 
aproveitarem cada tempo que tiverem para ler sobre determinado 
assunto, já que na página inicial de cada PDF constará o número de 
páginas de teoria e o número de questões disponíveis. 
 
Imagine que você em determinado momento tenha apenas 20 minutos 
para estudar auditoria. Você poderá selecionar um tema pequeno, sem 
ter que começar uma aula e parar. 
 
Modelo que constará no início de cada PDF: 
 
 
 
 
Questões 
 
Obviamente, a preferência será por questões da ESAF, mas como 
vocês sabem, em determinados assuntos não há muitas questões da 
banca. Dessa forma, em cada tema estudado, veremos primeiro as 
questões da ESAF e, em seguida, exercícios das principais bancas do 
país. 
 
Esta aula 
contem:
XX páginas
Páginas de 
teoria Páginas de questões 
comentadas
Questões FCC Questões ESAF
Questões 
CESPE
Questões FGV
Questões 
VUNESP
Questões 
DIVERSAS
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4 
 
Para um melhor aproveitamento do curso, sugiro que primeiro leiam a 
parte teórica atentamente. Depois disso, resolvam as questões, que 
estão ao final da aula, em forma de simulado. Caso tenham dúvidas, 
voltem nas questões comentadas no decorrer da aula. 
 
Considerando as mudanças ocorridas nas normas de auditoria, 
destacarei, em cada questão que tenha sido elaborada a partir da 
legislação revogada, as diferenças em relação às normas atuais, 
destacando os principais pontos que vocês deverão ficar atentos a 
partir da implementação da nova legislação. Cuidado com cursos 
antigos! Houve mudanças recentes nas normas (2014, 2015 e 
principalmente 2016). 
 
Como sempre falo antes das aulas, meu objetivo aqui não é ensinar 
auditoria, mas fazer com que vocês aprendam a resolver questões de 
auditoria. Para quem ainda não tem uma familiaridade muito grande 
com a disciplina, verão que as questões se repetem ao longo dos anos. 
Dessa forma, focando nos principais temas que sempre estão 
presentes nas provas, conseguirão, de forma objetiva, interpretar e 
resolver as questões. 
 
Assim, procurarei focar nos temas mais cobrados nas provas. Por isso, 
não se assustem se determinados tópicos tiverem poucas páginas 
teóricas e questões e outros apresentarem mais conteúdo e exercícios. 
Isso será proposital e baseado na análise acerca da probabilidade de 
cobrança de cada tema, a partir de provas anteriores. 
 
Cronograma 
 
O curso será dividido didaticamente em 09 aulas, da seguinte forma: 
 
AULA PDFs referentes aos seguintes temas 
DATA DA 
PUBLICAÇÃO 
DA AULA 
Aula 
Demo 
Apresentação do Professor e do Curso, 
Cronograma de Aulas, Requisitos do Auditor 
e Questões Comentadas. Conceitos da 
Auditoria e da Pessoa do Auditor. 
Responsabilidade Legal. Objetivos gerais do 
auditor independente. Independência. 
02/01/17 
Aula 
01 
Principais normas vigentes de Auditoria 
Interna. Auditoria Interna versus Auditoria 
Externa. Controle de qualidade da auditoria 
de Demonstrações Contábeis. 
12/01/17 
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Teoria e exercícios comentados 
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5 
 
Aula 
02 
Desenvolvimento do Plano de Auditoria. 
Materialidade e Relevância no 
planejamento e na execução dos trabalhos 
de auditoria. Concordância com os termos 
do trabalho de auditoria independente. 
22/01/17 
Aula 
03 
Fraudes e a Responsabilidade do Auditor. 
Risco de Auditoria. Controle Interno. 
02/02/17 
Aula 
04 
Avaliação das distorções Identificadas. 
Execução dos trabalhos de auditoria. Testes 
e procedimentos de auditoria. 
Evidenciação. 
12/02/17 
Aula 
05 Amostragem. Documentação de Auditoria. 
22/02/17 
Aula 
06 
Utilização de trabalhos da auditoria interna. 
Uso de trabalhos de especialistas. Eventos 
Subsequentes. Estimativas Contábeis. 
02/03/17 
Aula 
07 Relatórios de Auditoria Independente. 
12/03/17 
Aula 
08 
Auditoria no setor público federal; finalidades 
e objetivos da auditoria governamental; 
abrangência de atuação; formas e tipos; 
normas relativas à execução dos trabalhos. 
22/03/17 
 
Para finalizar, não se esqueçam do tripé Planejamento, Disciplina e 
Material. Em relação ao último, me comprometo a fornecer uma aula 
de excelente qualidade. Já os dois primeiros são com vocês! 
 
 
 
Qualquer dúvida em relação à matéria, dinâmica do curso ou 
comentário, estou à disposição no fórum do 3D CONCURSOS. 
 
Planejamento
Material
Disciplina
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Indico também que assistam meu vídeo resumo de 1 hora, que 
tenho no YouTube. Ele é indicado para uma revisão ao final do curso, 
mas também para quem nunca viu a matéria, para que se tenha uma 
ideia da “lógica” de uma auditoria: 
 
https://www.youtube.com/watch?v=xwEi2yOv0b4 
 
 
Por fim, tenho um grupo de estudos no facebook, onde posto dicas 
diárias, além de tirar dúvidas de alunos, divulgar atualizações, sorteios, 
etc. Espero vocês lá! 
 
https://www.facebook.com/groups/1683743225226609/?ref=bookma
rks 
 
Feitos os devidos esclarecimentos, vamos à matéria. Sejam bem-
vindos! 
 
 
 
 
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Sumário 
Item Página 
Requisitos do Auditor 02 
Resumão 11 
Questões 12 
Gabarito 21 
Questões Comentadas 22 
 
Esta aula contem:
38 páginas
Páginas de teoria
10
Páginas de questões 
comentadas
17
Questões FCC
17
Questões ESAF
04
Questões CESPE
01
Questões FGV
06
Questões VUNESP
01
Questões DIVERSAS
01
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1. Requisitos do Auditor 
 
Primeiramente, deve-se ressaltar que, para exercer a atividade de 
auditor independente o profissional deve ser bacharel em Ciências 
Contábeis, registrado no CRC. Caso a empresa auditada seja 
companhia aberta, deverá também ter registro na Comissão de Valores 
Mobiliários – CVM. Além disso, veremos a partir de agora outros 
requisitos profissionais. 
 
1.1 Ética Profissional 
 
De acordo com o dicionário online Michaelis, ética é o conjunto de 
princípios morais que se devem observar no exercício de uma profissão. 
 
Ou seja, não estamos falando em conceitos técnicos, nem do cumprimento 
de leis e normas, mas de princípios morais. Dessa forma, determinada atitude 
profissional pode até cumprir todos os requisitos legais, mas não ser 
aceitável, do ponto de vista ético (moral). 
 
Para entendermos um pouco mais esse conceito, vamos voltar um pouco no 
tempo. No início dos anos 2000, foram descobertas manipulações contábeis 
em uma das empresas mais importantes dos Estados Unidos, a 
operadora de commodities de gás natural ENRON. De acordo com 
Borgerth (2007), sob a investigação da SEC (Securities and Exchange 
Comission), a empresa admitiu ter inflado seus lucros em 
aproximadamente US$ 600 milhões em quatro anos (naquela época). 
 
Não vou me aprofundar no mecanismo utilizado para a manipulação, 
mas o que importa e que ficou evidenciado que o comportamento dos 
advogados, dos analistas de mercado e dos auditores 
independentes da empresa também se caracterizaram pela falta de 
ética. 
 
Para vocês terem uma ideia do estrago, na época, a indicação de 
“compra” de ações da empresa era quase unânime. Com o escândalo, 
Observação importante: este curso é protegido por direitos autorais 
(copyright), nos termos da Lei 9.610/98, que altera, atualiza e 
consolida a legislação sobre direitos autorais e dá outras providências. 
Galera!!! Grupos de rateio e pirataria são ilegais e prejudicam os 
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ocorreu o desequilíbrio do mercado, com os acionistas buscando 
vender as ações o mais rápido possível, os preços caindo, e o 
desespero se instalando. 
 
A empresa de auditoria independente – Arthur Andersen, uma das big 
five na época – não se recuperou mais. No Brasil, por exemplo, era a 
segunda em volume de negócios. Hoje em dia, consideramos apenas 
as chamadas big four (PWC, Deloitte, KPMG e Ernst & Young). 
 
E os escândalos não pararam na ENRON. Foram descobertas outras 
manipulações na Worldcom, Xerox, Parmalat (Itália), dentre outras. 
 
Grande parte das alterações promovidas para “mascarar” as 
demonstrações contábeis foram realizadas dentro dos princípios legais, 
por meio de brechas na legislação. Ações em conformidade com a lei, 
mas eticamente criticáveis. 
 
Viram como a falta de ética pode prejudicar um grande número de 
empresas e investidores? 
 
Nesse ponto, cabe destacar que tanto faz o objetivo da realização de uma 
ação contrária à ética: não importa se em proveito pessoal ou da empresa (a 
chamada “boa intenção”). A ética deve ser seguida de forma inflexível, e deve 
permear todas as relações internas e externas. É uma postura 
essencial. 
 
Como já disse, nem sempre a atitude do gestor é ilegal, mas pode ser 
pouco ética, o que vai prejudicar a imagem da Companhia frente ao 
Mercado. 
 
A Resolução CFC nº 803/96 aprovou o Código de Ética Profissional 
do Contador – CEPC – que tem por objetivo fixar a forma pela qual 
se devem conduzir os Profissionais da Contabilidade, quando no 
exercício profissional e nos assuntos relacionados à profissão e à 
classe. 
 
De acordo com o referido Código, são deveres do Profissional da 
Contabilidade, e consequentemente do auditor independente, 
dentre outros: 
 
 Exercer a profissão com zelo, diligência, honestidade e 
capacidade técnica, observada toda a legislação vigente, 
em especial aos Princípios de Contabilidade e as Normas 
Brasileiras de Contabilidade,e resguardados os interesses de 
seus clientes e/ou empregadores, sem prejuízo da dignidade 
e independência profissionais. 
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 Guardar sigilo sobre o que souber em razão do exercício 
profissional lícito, inclusive no âmbito do serviço público, 
ressalvados os casos previstos em lei ou quando solicitado por 
autoridades competentes, entre estas os Conselhos Regionais 
de Contabilidade. 
 Inteirar-se de todas as circunstâncias, antes de emitir opinião 
sobre qualquer caso. 
 Renunciar às funções que exerce, logo que se positive 
falta de confiança por parte do cliente ou empregador, a quem 
deverá notificar com trinta dias de antecedência, 
zelando, contudo, para que os interesse dos mesmos não 
sejam prejudicados, evitando declarações públicas sobre 
os motivos da renúncia. 
 Cumprir os Programas Obrigatórios de Educação 
Continuada estabelecidos pelo CFC. 
Segundo o Código de Ética, o Contador na função de perito, 
assistente técnico, auditor ou árbitro, deverá: 
 
 Recusar sua indicação quando reconheça não se achar 
capacitado em face da especialização requerida. 
 Abster-se de interpretações tendenciosas sobre a 
matéria que constitui objeto de perícia, mantendo absoluta 
independência moral e técnica na elaboração do respectivo 
laudo. 
 Abster-se de expender argumentos ou dar a conhecer sua 
convicção pessoal sobre os direitos de quaisquer das partes 
interessadas, ou da justiça da causa em que estiver servindo, 
mantendo seu laudo no âmbito técnico e limitado aos quesitos 
propostos. 
 Considerar com imparcialidade o pensamento exposto em 
laudo submetido à sua apreciação. 
 Mencionar obrigatoriamente fatos que conheça e repute em 
condições de exercer efeito sobre peças contábeis objeto de 
seu trabalho. 
 Abster-se de dar parecer ou emitir opinião sem estar 
suficientemente informado e munido de documentos. 
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11 
 
 Assinalar equívocos ou divergências que encontrar no que 
concerne à aplicação dos Princípios de Contabilidade e NBC 
editadas pelo CFC. 
 Considerar-se impedido para emitir parecer ou elaborar 
laudos sobre peças contábeis, observando as restrições das 
NBC editadas pelo CFC. 
 Atender à Fiscalização dos Conselhos Regionais de 
Contabilidade e Conselho Federal de Contabilidade no sentido 
de colocar à disposição desses, sempre que solicitado, papéis 
de trabalho, relatórios e outros documentos que deram 
origem e orientaram a execução do seu trabalho. 
Segundo a NBC TA 200 os princípios fundamentais de ética 
profissional relevantes para o auditor quando da condução de 
auditoria de demonstrações contábeis estão implícitos no Código de 
Ética Profissional do Contabilista e na NBC PA 01, que trata do controle 
de qualidade. Esses princípios estão em linha com os princípios do 
Código de Ética do IFAC, cujo cumprimento é exigido dos auditores. 
Esses princípios são: 
 
 
 
Integridade 
 
Para começo de conversa, as bancas gostam de atrelar esse princípio 
à honestidade. 
 
De acordo com Attie (2010), o auditor deve ser íntegro em todos os 
seus compromissos, que envolvam: 
 
 A empresa auditada quanto às suas exposições e opiniões, 
exercício de seu trabalho e os serviços e honorários 
profissionais. 
Integridade
Competência e 
Zelo 
Profissional
Objetividade
Confidencialidade
Comportamento 
(Conduta)
Profissional
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12 
 
 O público em geral e pessoas interessadas na opinião 
emitida pelo auditor independente, transmitindo validade e 
certificando a veracidade das informações contidas nas 
demonstrações contábeis ou de exposições quando não 
refletidas a realidade em tais demonstrações. 
 A entidade de classe à qual pertença, sendo leal quanto à 
concorrência dos serviços junto a terceiros, não concessão de 
benefícios financeiros ou aviltando honorários, colocando em 
risco os objetivos do trabalho. 
A integridade constitui o valor central da ética do auditor, obrigado 
a cumprir normas elevadas de conduta de honestidade e 
imparcialidade durante seu trabalho e em suas relações com o pessoal 
das entidades auditadas. A percepção da integridade dos auditores é 
que faz com que a confiança da sociedade seja preservada. 
 
Pode ser medida em função do que é correto e justo, e exige que 
os auditores se ajustem tanto à forma quanto ao espírito das normas 
de auditoria e de ética. 
 
Exige também que os auditores se ajustem aos princípios de 
objetividade (ou imparcialidade) e independência, mantenham 
normas acertadas de conduta profissional, tomem decisões de acordo 
com o Interesse Público, e apliquem um critério de honestidade 
absoluta na realização de seu trabalho. 
 
 
A integridade constitui o valor central da ética do auditor, e pode 
ser medida em função do que é correto e justo, exigindo que os 
auditores se ajustem tanto à forma quanto ao espírito das normas de 
auditoria e de ética. A percepção da integridade dos auditores é 
que faz com que a confiança da sociedade em seu trabalho seja 
preservada. 
 
Confidencialidade (Sigilo) 
 
Este item sofreu uma modificação em 25 de março de 2014, quando a 
NBC PG 100 revogou a NBC P1 – IT 02 e NBC P 1.6, normas que 
tratavam do sigilo da profissão de auditor. Essa nova norma é geral, 
aplicada não apenas a contadores que exercem a função de auditor, e 
seus principais pontos são abordados a seguir. 
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13 
 
 
O princípio do sigilo profissional impõe a todos os profissionais da 
contabilidade a obrigação de abster-se de: 
 
(a) divulgar fora da firma ou da organização empregadora 
informações sigilosas obtidas em decorrência de relacionamentos 
profissionais e comerciais, sem estar prévia e especificamente 
autorizado pelo cliente, por escrito, a menos que haja um 
direito ou dever legal ou profissional de divulgação; e 
(b) usar, para si ou para outrem, informações obtidas em 
decorrência de relacionamentos profissionais e comerciais para 
obtenção de vantagem pessoal. 
 
O profissional da contabilidade deve manter sigilo das informações 
divulgadas por cliente potencial ou empregador. Deve também manter 
sigilo das informações dentro da firma ou organização empregadora. 
 
O profissional da contabilidade deve tomar as providências adequadas 
para assegurar que o pessoal da sua equipe de trabalho, assim como 
as pessoas das quais são obtidas assessoria e assistência, também, 
respeitem o dever de sigilo do profissional da contabilidade. 
 
Segundo essa norma, a necessidade de cumprir o princípio do sigilo 
profissional permanece mesmo após o término das relações 
entre o profissional da contabilidade e seucliente ou 
empregador. Quando o profissional da contabilidade mudar de 
emprego ou obtiver novo cliente, ele pode usar sua experiência 
anterior. Contudo, ele não deve usar ou divulgar nenhuma informação 
confidencial obtida ou recebida em decorrência de relacionamento 
profissional ou comercial. 
 
A seguir, são apresentadas circunstâncias nas quais os profissionais da 
contabilidade são ou podem ser solicitados a divulgar informações 
confidenciais ou nas quais essa divulgação pode ser apropriada: 
(a) a divulgação é permitida por lei e autorizada pelo 
cliente ou empregador, por escrito; 
(b) a divulgação é exigida por lei; 
(c) há dever ou direito profissional de divulgação, 
quando não proibido por lei. 
 
O auditor independente, quando solicitado, por escrito e 
fundamentadamente, pelo Conselho Federal de Contabilidade e 
Conselhos Regionais de Contabilidade, deve exibir as informações 
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obtidas durante o seu trabalho, incluindo a fase de pré-contratação dos 
serviços, a documentação, os papéis de trabalho e os relatórios. 
 
Ao decidir sobre a divulgação de informações sigilosas, os fatores 
pertinentes a serem considerados incluem: 
(a) se os interesses de terceiros, incluindo partes cujos 
interesses podem ser afetados, podem ser prejudicados se o 
cliente ou empregador consentir com a divulgação das 
informações pelo profissional da contabilidade; 
(b) se todas as informações relevantes são conhecidas e 
comprovadas, na medida praticável. Quando a situação envolver 
fatos não comprovados, informações incompletas ou conclusões 
não comprovadas, deve ser usado o julgamento profissional para 
avaliar o tipo de divulgação que deve ser feita, caso seja feita; 
(c) o tipo de comunicação que é esperado e para quem deve 
ser dirigida; e 
(d) se as partes para quem a comunicação é dirigida são as 
pessoas apropriadas para recebê-la. 
 
Resumindo... 
 
 
Como regra, o auditor não pode divulgar as informações obtidas 
durante o seu trabalho na entidade auditada, a não ser que: 
 Tenha autorização expressa da entidade auditada. 
 Haja obrigações legais ou normativas que o obriguem a fazê-
lo. 
 
1.2 Ceticismo Profissional 
 
Ceticismo profissional é a postura que inclui uma mente 
questionadora e alerta para condições que possam indicar possível 
distorção devido a erro ou fraude e uma avaliação crítica das 
evidências de auditoria. 
 
O auditor deve planejar e executar a auditoria com ceticismo 
profissional, reconhecendo que podem existir circunstâncias que 
causam distorção relevante nas demonstrações contábeis. O ceticismo 
profissional inclui estar alerta, por exemplo, a: 
 
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 Evidências de auditoria que contradigam outras evidências 
obtidas. 
 Informações que coloquem em dúvida a confiabilidade dos 
documentos e respostas a indagações a serem usadas como 
evidências de auditoria. 
 Condições que possam indicar possível fraude. 
 Circunstâncias que sugiram a necessidade de procedimentos 
de auditoria além dos exigidos pelas NBC TA. 
 
A manutenção do ceticismo profissional ao longo de toda a auditoria é 
necessária, por exemplo, para que o auditor reduza os riscos de: 
 
 Ignorar circunstâncias não usuais. 
 Generalização excessiva ao tirar conclusões das observações 
de auditoria. 
 Uso inadequado de premissas ao determinar a natureza, a 
época e a extensão dos procedimentos de auditoria e ao 
avaliar os resultados destes. 
 
1.3 Julgamento Profissional 
 
Julgamento profissional é a aplicação do treinamento, 
conhecimento e experiência relevantes, dentro do contexto 
fornecido pelas normas de auditoria, contábeis e éticas, na tomada de 
decisões informadas a respeito dos cursos de ação apropriados nas 
circunstâncias do trabalho de auditoria. 
 
O auditor deve exercer julgamento profissional ao planejar e executar 
a auditoria de demonstrações contábeis. O julgamento profissional é 
necessário, em particular, nas decisões sobre: 
 
 Materialidade e risco de auditoria. 
 A natureza, a época e a extensão dos procedimentos de 
auditoria aplicados para o cumprimento das exigências das 
normas de auditoria e a coleta de evidências de auditoria. 
 Avaliar se foi obtida evidência de auditoria suficiente e 
apropriada e se algo mais precisa ser feito para que sejam 
cumpridos os objetivos das NBC TA e, com isso, os 
objetivos gerais do auditor. 
 Avaliação das opiniões da administração na aplicação da 
estrutura de relatório financeiro aplicável da entidade. 
 Extração de conclusões baseadas nas evidências de 
auditoria obtidas, por exemplo, pela avaliação da 
razoabilidade das estimativas feitas pela administração na 
elaboração das demonstrações contábeis. 
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1.4 Evidência de auditoria apropriada e suficiente e risco de 
auditoria 
 
Para obter segurança razoável, o auditor deve obter evidência de 
auditoria apropriada e suficiente para reduzir o risco de auditoria a 
um nível baixo aceitável e, com isso, possibilitar a ele obter 
conclusões razoáveis e nelas basear a sua opinião. 
 
1.5 Condução da auditoria em conformidade com as NBC TA 
 
 Normas guiam o auditor na condução dos trabalhos. 
 O auditor deve cumprir com exigências legais e regulatórias, 
além das NBC TA. 
 Conformidade com as NBC TA relevantes + procedimentos 
adicionais. 
 
Em circunstâncias excepcionais, o auditor pode julgar necessário não 
considerar uma exigência relevante em uma NBC TA. Em tais 
circunstâncias, o auditor deve executar procedimentos de 
auditoria alternativos para cumprir o objetivo dessa exigência. 
 
1.6 Limitações inerentes à auditoria 
 
 
O auditor não é obrigado e não pode reduzir o risco de auditoria 
a zero, e, portanto, não pode obter segurança absoluta de que as 
demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante devido 
a fraude ou erro. 
 
Isso porque uma auditoria tem limitações inerentes, e, como resultado, 
a maior parte das evidências de auditoria que propiciam ao auditor 
obter suas conclusões e nas quais baseia a sua opinião são persuasivas 
ao invés de conclusivas. 
 
Segundo a NBC TA 200, as limitações inerentes de uma auditoria 
originam-se da: 
 
• natureza das informações contábeis; 
• natureza dos procedimentos de auditoria; e 
• necessidade de que a auditoria seja conduzida dentro de um 
período de tempo razoável e a um custo razoável. 
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RESUMÃO 
 
 O auditor independente deve ser bacharel em Ciências Contábeis, 
registrado no CRC. Para auditoria em companhias abertas, além 
disso, deve ter o registro na CVM. São requisitos do auditor: ética; ceticismo; julgamento profissional; 
evidência de auditoria apropriada e suficiente; e condução de 
auditoria em conformidade com as NBC TA. 
 
 Princípios Fundamentais de Ética: integridade; objetividade; 
competência e zelo profissional; confidencialidade e comportamento 
profissional. 
 
 
 
 
 
 
QUESTÕES ESAF 
 
1 - (ESAF / RFB / 2012) - Pode-se afirmar que, para a aceitação 
do risco de um trabalho de auditoria externa, deve o auditor 
avaliar: 
I. se os sócios e equipe são, ou podem razoavelmente tornar-se, 
suficientemente competentes para assumir o trabalho. 
II. qual a atitude dos colaboradores e dos grupos de colaboradores em 
relação ao ambiente de controle interno e seus pontos de vista sobre 
interpretações agressivas ou inadequadas de normas contábeis. 
III. se terá acesso aos especialistas necessários para a realização do 
trabalho. 
a) Todas estão corretas. 
b) Apenas I e II estão corretas. 
c) Apenas II e III estão erradas. 
d) Somente a III está correta. 
e) Todas estão erradas 
 
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2 - (ESAF / CVM / 2010) - Assinale a opção que indica uma 
exceção aos princípios fundamentais de ética profissional 
relevantes para o auditor na condução de trabalhos de auditoria 
das demonstrações contábeis. 
a) Independência técnica. 
b) Confidencialidade. 
c) Competência e zelo profissional. 
d) Comportamento e conduta profissional. 
e) Objetividade. 
 
3 - (ESAF / RECEITA FEDERAL / 2009) - O auditor da empresa 
Negócios S.A. estabeleceu três procedimentos obrigatórios 
para emissão do parecer. O primeiro, que a empresa renovasse 
o contrato de auditoria para o próximo ano, o segundo, que a 
empresa emitisse a carta de responsabilidade da administração 
e o terceiro, que o parecer seria assinado por sócio do escritório 
de contabilidade, cuja única formação é administração de 
empresas. Pode-se afirmar, com relação aos procedimentos, 
respectivamente, que: 
a) é ético, não é procedimento de auditoria e atende as normas de 
auditoria e da pessoa do auditor. 
b) não é ético, não é procedimento de auditoria e não atende as normas 
de auditoria e da pessoa do auditor. 
c) é ético, não deve ser considerado para emissão do parecer e atende 
as normas de auditoria e da pessoa do auditor. 
d) é ético, considera-se apenas em alguns casos para emissão do 
parecer e não atende as normas de auditoria e pessoa do auditor. 
e) não é ético, é procedimento de auditoria e não atende as normas de 
auditoria e da pessoa do auditor. 
 
4 - (ESAF/Pref. Natal/AFTM/2008) - A firma de auditoria 
Verificações Ltda. foi convidada, pela empresa Múltiplos S.A., 
para elaborar proposta de auditoria para suas demonstrações 
contábeis relativas ao ano de 2007. O auditor, nesse período, já 
havia efetuado a revisão das declarações de imposto de renda 
da empresa e consultoria, elaborando a avaliação dos ativos de 
uma empresa coligada, para que a mesma fosse incorporada 
pela empresa Múltiplos S.A. Deve o auditor, nessa situação, 
A) recusar o convite de auditoria por conflito nos trabalhos já 
executados e os a serem desempenhados. 
B) participar do processo elaborando proposta que evidencie os 
trabalhos já executados e os honorários cobrados. 
C) omitir os serviços de consultoria prestados, deixando que o cliente 
analise sua independência ou não para realização do trabalho. 
D) exigir os trabalhos como complemento das atividades já 
desempenhadas na empresa. 
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E) aceitar o convite, com limitação de escopo, restringindo os trabalhos 
somente aos processos dos quais não tenha participado como 
consultor. 
 
 
QUESTÕES FCC 
 
1 - (FCC/CGM-São Luís/2015) - Durante os trabalhos de 
auditoria, o auditor deve reduzir os riscos de ignorar 
circunstâncias não usuais e extrair conclusões baseadas nas 
evidências de auditoria. Esses objetivos podem ser alcançados, 
respectivamente, por meio: 
A) do quadro de investigação atualizado e ferramenta de feedback. 
B) do planejamento de auditoria e agrupamento de achados de 
auditoria. 
C) da análise de relevância e análise lógica das evidências de auditoria. 
D) dos riscos de auditoria e riscos de detecção. 
E) do ceticismo profissional e julgamento profissional. 
 
2 - (FCC/TCE-GO/2014) - Com relação aos requisitos éticos 
relacionados à auditoria de demonstrações contábeis, no caso 
de trabalho de auditoria ser de interesse público e, portanto, 
exigido pelo Código de Ética Profissional do Contabilista e pelas 
normas profissionais do CFC, nos termos da NBC TA 200, 
requer-se que o: 
(A) auditor seja independente da entidade sujeita à auditoria. 
(B) trabalho de auditoria seja realizado por perito com experiência 
comprovada de no mínimo 5 anos e nomeado por autoridade judicial. 
(C) auditor seja profissional competente para executar o trabalho com 
experiência comprovada de no mínimo 2 anos. 
(D) trabalho de auditoria seja realizado pela auditoria interna com a 
supervisão de auditor independente com experiência comprovada de 
no mínimo 5 anos. 
(E) auditor seja independente e não tenha realizado trabalho de 
auditoria na entidade nos últimos 10 anos. 
 
3 - (FCC/TCE-RS/2014) - O objetivo de uma auditoria é 
aumentar o grau de confiança nas demonstrações contábeis por 
parte dos usuários. Isso é alcançado mediante a expressão de 
uma opinião pelo auditor sobre se as demonstrações contábeis 
foram elaboradas, em todos os aspectos relevantes, em 
conformidade com uma estrutura de relatório financeiro. Esta 
declaração identifica a auditoria: 
(A) operacional, em conformidade com as NAT TCE. 
(B) governamental, em conformidade com as NAT TCE. 
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(C) governamental, em conformidade com as NAG TCU. 
(D) independente, em conformidade com as NBC TA. 
(E) de regularidade, em conformidade com as NAG TCU. 
 
4 - (FCC/TCE-RS/2014) - O auditor está sujeito às exigências 
éticas e deve sempre estar alerta, por exemplo, à condição que 
possa indicar fraude, como informações que coloquem em 
dúvida a confiabilidade de documentos e respostas. Esse estado 
é denominado 
(A) alerta constante por parte do auditor. 
(B) perfil investigativo do auditor. 
(C) capacidade de percepção do auditor. 
(D) ceticismo profissional do auditor. 
(E) ética profissional do auditor. 
 
5 - (FCC/TCE-RS/2014) - Nenhuma auditoria pode garantir 
segurança absoluta de que as demonstrações contábeis estão 
livres de distorção. Uma das fontes de limitação inerentes a 
uma auditoria é a: 
(A) capacidade técnica do auditor. 
(B) idade média dos registros contábeis. 
(C) cumplicidade do auditado com a auditoria. 
(D) necessidade de que seja realizada num período de tempo razoável. 
(E) finalidade social da instituição auditada. 
 
6 - (FCC/TCE-RS/2014) - As NBC TAs − Normas Brasileiras de 
Contabilidade TAs são escritas no contexto da auditoria de 
demonstraçõescontábeis executada por um auditor. Se, 
durante os trabalhos de auditoria, o auditor concluir que 
determinado procedimento estabelecido por uma NBC TA será 
ineficaz no cumprimento do objetivo dessa exigência, deverá 
(A) alterar o escopo da auditoria. 
(B) executar procedimento alternativo. 
(C) comunicar o fato ao Conselho Federal de Contabilidade. 
(D) interromper imediatamente a auditoria. 
(E) executar o procedimento, uma vez que é obrigatório. 
 
7 - (FCC/ASLEPE/2014) - De acordo com as Normas Brasileiras 
de Auditoria, entre os princípios fundamentais de ética 
profissional relevantes para o auditor quando da condução de 
auditoria de demonstrações contábeis, figura a: 
(A) integridade. 
(B) publicidade. 
(C) fidedignidade. 
(D) legalidade. 
(E) oportunidade. 
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8 - (FCC/TCE-AM/2013) - Um auditor detectou indício de 
irregularidade fora do escopo da auditoria, fato que foi 
devidamente informado ao seu superior hierárquico para a 
adoção das providências cabíveis. Essa medida foi tomada pelo 
auditor em atendimento: 
(A) ao sigilo profissional. 
(B) ao zelo profissional. 
(C) à competência técnica. 
(D) à independência profissional. 
(E) à ética profissional. 
 
9 - (FCC / TRT 6ª Região / 2012) – De acordo com as normas 
de auditoria externa, quando o auditor desenvolve seus 
trabalhos com uma postura que inclui questionamento e 
avaliação crítica e detalhada, e desempenhe os trabalhos com 
alerta para condições que possam indicar possível distorção, 
devido a erro ou fraude nas demonstrações financeiras, o 
auditor está aplicando: 
(A) julgamento profissional. 
(B) ceticismo profissional. 
(C) equidade profissional. 
(D) diligência profissional. 
(E) neutralidade profissional. 
 
10 - (FCC / TRE-CE / 2012) – Um auditor externo ao proceder 
a auditoria da empresa Grãos e Cia, constata no ano de 2010, 
na fase pré-operacional da unidade construída em Palmas, o 
custo de R$ 18.000.000,00 relativos à terraplanagem do 
terreno da fábrica. Foram feitos os testes, que evidenciaram 
que o contrato de serviços de terraplanagem foi realizado com 
empresa devidamente constituída juridicamente e em atividade 
normal. O pagamento do serviço contratado foi efetuado à 
empresa de terraplanagem e comprovado por pagamento 
eletrônico constante do extrato bancário. O auditor em 
procedimento complementar e diante da expressividade dos 
valores foi até a unidade verificar os serviços. Ao indagar 
alguns funcionários foi informado que o serviço de 
terraplanagem havia sido feito pela prefeitura da cidade, a qual 
também doou o terreno a empresa Grãos e Cia. Os funcionários 
também informaram que nunca esteve na empresa Grãos e Cia 
qualquer funcionário da empresa de terraplanagem contratada. 
O procedimento do auditor mostra uma postura de: 
(A) falta de ética profissional por desconfiar da administração. 
(B) investigação, atitude não pertinente às atividades do auditor. 
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(C) julgamento profissional avaliando a licitude dos atos da equipe de 
auditores. 
(D) representante da Governança no processo de identificação de todas 
as fraudes. 
(E) ceticismo profissional adequada às normas de auditoria. 
 
11 - (FCC / MPE PE / 2012) – NÃO representa um requisito 
necessário para que o auditor possa conduzir adequadamente 
os trabalhos de asseguração das demonstrações contábeis: 
(A) ceticismo profissional. 
(B) acesso irrestrito a todas as informações necessárias para 
fundamentar seu parecer. 
(C) julgamento profissional. 
(D) corresponsabilidade pela elaboração das demonstrações contábeis 
da entidade auditada. 
(E) obtenção de evidência de auditoria apropriada e suficiente. 
 
12 - (FCC / TRT-20ª Região / 2011) - Dentre outros, são 
princípios fundamentais de ética profissional relevantes para o 
Auditor quando da condução de auditoria de demonstrações 
contábeis: 
(A) formalismo e confiabilidade. 
(B) integridade e pessoalidade. 
(C) confidencialidade e motivação. 
(D) formalismo e objetividade. 
(E) integridade e objetividade. 
 
13 - (FCC / INFRAERO / 2011) – De acordo com as Normas 
Técnicas de Auditoria Independente, é princípio fundamental 
de ética profissional a: 
(A) interação com o auditado. 
(B) objetividade. 
(C) parcialidade. 
(D) integralidade. 
(E) subjetividade. 
 
14 - (FCC / TRF – 1ª Região / 2011) – É prática ética do auditor: 
(A) guardar sigilo das informações que obteve para realização da 
auditoria das demonstrações contábeis, dando divulgações dessas 
informações somente nas situações em que a lei ou as normas de 
auditoria permitam. 
(B) auditar empresa na qual sua prima de segundo grau é diretora 
financeira e administrativa, desde que declare no relatório de auditoria 
a existência dessa parte relacionada. 
(C) realizar auditoria de demonstrações contábeis de companhia 
aberta, desde que tenha no mínimo o registro no CRC, como contador. 
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(D) conduzir os trabalhos de auditoria de forma a não repetir os 
procedimentos aplicados no ano anterior, para contas nas quais não 
foram encontradas irregularidades, reduzindo assim o número de 
contas a serem auditadas. 
(E) aviltar honorários com a justificativa de manutenção do cliente, do 
quadro de funcionários da firma e da sua estrutura administrativa. 
 
15 - (FCC / TRT-4ª Região / 2011) - Não corresponde a um 
princípio fundamental da conduta ética do auditor a: 
a) integridade dos trabalhos executados. 
b) competência técnica nas análises e avaliações. 
c) postura mental independente. 
d) subjetividade na aplicação dos procedimentos. 
e) confidencialidade das informações. 
 
16 - (FCC/SEFAZ – AFRE – ADM. TRIBUTARIA/2016) - As 
demonstrações contábeis do exercício de 2015 da Companhia 
de Fornecimento de Energia Solar do Estado serão auditadas 
pela firma Absolutos Auditores. Os princípios fundamentais da 
ética profissional a serem observados pelos auditores na 
realização da auditoria de demonstrações contábeis incluem: 
I. Moralidade e Independência Técnica. 
II. Probidade e Afinidade Profissional. 
III. Integridade e Comportamento Profissional. 
IV. Objetividade e Confidencialidade. 
V. Competência Profissional e Devido Zelo. 
 
Está correto o que se afirma APENAS em 
(A) I, III e IV. 
(B) III, IV e V. 
(C) I, II, III. 
(D) I, IV e V. 
(E) II, III e V. 
 
17 - (FCC/TRF-3/2016) - Nos termos da NBC TA 200, na 
condução de auditoria de demonstrações contábeis, são 
exigidos integridade, objetividade, competência e zelo 
profissional, confidencialidade e comportamento profissional. 
Esses aspectos são expressamente denominados 
(A) regras de conduta e comportamento do auditor. 
(B) regras de conduta profissional. 
(C) normas de auditoria relacionadas ao auditor. 
(D) princípios fundamentais de ética profissional. 
(E) princípios de conduta profissional do auditor. 
 
 
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QUESTÕES CESPE 
 
1 - (CESPE/TCE-PA/2016) - São princípios inerentes ao 
trabalho de asseguração do auditor a integridade, a 
objetividade, o sigilo e o comportamento profissional. 
 
 
QUESTÕES FGV 
 
1 - (FGV/TCM-SP/2015) - Ao elaborar um contrato com uma 
empresa de auditoria independente, a entidade que seria 
auditada pela primeira vez incluiu no contrato uma cláusula 
acerca do trabalho a ser feito. A cláusula mencionava que, após 
o trabalho, o parecer deveria assegurar de forma incontestável 
que as demonstrações contábeis estão livres de distorção 
relevante devido a fraude ou erro. Essa cláusula é considerada 
inadequada em decorrência do(a): 
(A) limitação do escopo da auditoria; 
(B) limitação inerente à auditoria; 
(C) risco de distorção relevante; 
(D) risco de controle; 
(E) risco inerente. 
 
2 - (FGV/ISS-Cuiabá/2014) - De acordo com o Código de Ética 
Profissional do Contabilista e da NBC PA 01, assinale a opção 
que indica princípios fundamentais de ética profissional quando 
da condução de auditoria de demonstrações contábeis. 
(A) Integridade, objetividade e comportamento profissional. 
(B) Competência, confidencialidade e ceticismo profissional. 
(C) Integridade, conduta profissional e julgamento profissional. 
(D) Conhecimento, zelo profissional e objetividade. 
(E) Ceticismo profissional, julgamento profissional e confidencialidade. 
 
3 - (FGV/ISS-Cuiabá/2014) - No caso de o trabalho de auditoria 
ser de interesse público e, portanto, exigido pelo Código de 
Ética Profissional do Contabilista e pelas normas profissionais 
do CFC, exige-se que o auditor seja independente da entidade 
sujeita à auditoria. Segundo a NBC TA 200, Objetivos Gerais do 
Auditor Independente e a Condução da Auditoria em 
Conformidade com Normas de Auditoria, a independência 
aprimora a capacidade do auditor de atuar com 
(A) confiabilidade. 
(B) confiança. 
(C) capacidade. 
(D) integridade. 
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(E) imparcialidade. 
 
4 - (FGV/ACI-Recife/2014) - De acordo com a NBC TA 200, o 
julgamento profissional é necessário para a tomada de decisões 
nos assuntos a seguir, à exceção de um. Assinale-o. 
(A) A subjetividade e as evidências de auditoria para cumprimento das 
metas de resultados operacionais e financeiros da empresa. 
(B) A natureza, a época e a extensão dos procedimentos de auditoria 
aplicados para o cumprimento das exigências das normas de auditoria 
e a coleta de evidências de auditoria. 
(C) As evidências de auditoria obtidas são suficientes e apropriadas ou 
se algo mais precisa ser feito para que sejam cumpridos os objetivos 
das NBC TAs. 
(D) A avaliação das opiniões da administração na aplicação da 
estrutura de relatório financeiro aplicável da entidade. 
(E) A extração de conclusões baseadas nas evidências de auditoria 
obtidas, por exemplo, pela avaliação da razoabilidade das estimativas 
feitas pela administração na elaboração das demonstrações contábeis. 
 
5 - (FGV/ISS-Recife/2014) - O reconhecimento pelo auditor de 
que existem circunstâncias que podem causar distorção 
relevante nas demonstrações contábeis revela o requisito ético 
relacionado à auditoria de demonstrações contábeis, 
denominado: 
(A) julgamento profissional. 
(B) evidência funcional. 
(C) ceticismo profissional. 
(D) condução apropriada. 
(E) conformidade legal. 
 
6 - (FGV/CGE-MA/2014) - As alternativas a seguir apresentam 
princípios fundamentais do Código de Ética Profissional do 
Contabilista, quando da condução de auditoria de 
demonstrações contábeis, à exceção de uma. Assinale-a. 
(A) Integridade. 
(B) Objetividade. 
(C) Competência e zelo profissional. 
(D) Confidencialidade. 
(E) Compromisso comportamental. 
 
 
QUESTÕES VUNESP 
 
1 - (VUNESP / SPTrans / 2012) - A pessoa do auditor deve ser 
ade alguém com profundo equilíbrio e probidade, uma vez que 
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sua opinião influenciará outras pessoas, principalmente em 
relação a interesses financeiros e comerciais que eventuais 
acionistas, proprietário se outros interessados possam ter. 
Nesse contexto, afigura do auditor seguirá alguns princípios 
básicos da profissão, entre eles: 
(A) integridade, objetividade, ceticismo, conformismo, tempestividade 
e comportamento profissional. 
(B) objetividade, ceticismo, profissionalismo, coerência e educação. 
(C) cumplicidade, coerência, confidencialidade, uniformidade de 
conclusões e conduta. 
(D) integridade, objetividade, competência e zelo profissional, 
confidencialidade e comportamento (ou conduta) profissional. 
(E) comportamento pessoal, regularidade, tempestividade, julgamento 
e uniformidade de conclusões. 
 
 
QUESTÕES DIVERSAS 
 
1 - (FUNDATEC/SEFAZ-RS/2014) – De acordo com a NBC TA 
200, o _______________ é a postura que inclui uma mente 
questionadora e alerta para condições que possam indicar 
possível distorção, devido a erro ou fraude, e uma avaliação 
crítica das evidências de auditoria. A alternativa que preenche 
corretamente a lacuna do trecho acima é: 
A) plano de trabalho 
B) ceticismo profissional 
C) relacionamento com o cliente 
D) auditor interno 
E) trabalho conjunto 
 
 
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Gabarito - ESAF 
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 
A A E A 
Gabarito - FCC 
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 
E A D D D B A B B E 
11 12 13 14 15 16 17 
D E B A D B D 
Gabarito - CESPE 
1 
C 
Gabarito - FGV 
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 
B A D A C E 
Gabarito - VUNESP 
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 
D 
Gabarito - DIVERSAS 
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 
B 
 
 
QUESTÕES COMENTADAS 
 
QUESTÕES ESAF 
 
1 - (ESAF / RFB / 2012) - Pode-se afirmar que, para a aceitação 
do risco de um trabalho de auditoria externa, deve o auditor 
avaliar: 
I. se os sócios e equipe são, ou podem razoavelmente tornar-se, 
suficientemente competentes para assumir o trabalho. 
II. qual a atitude dos colaboradores e dos grupos de colaboradores em 
relação ao ambiente de controle interno e seus pontos de vista sobre 
interpretações agressivas ou inadequadas de normas contábeis. 
III. se terá acesso aos especialistas necessários para a realização do 
trabalho. 
a) Todas estão corretas. 
b) Apenas I e II estão corretas. 
c) Apenas II e III estão erradas. 
d) Somente a III está correta. 
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e) Todas estão erradas 
 
Comentários: 
 Embora esta questão tenha sido controversa, o item I pode ser 
considerado correto a partir dos requisitos básicos para aceitação do 
trabalho do auditor. Ele deverá avaliar essa competência dos sócios e 
equipe para assumir o trabalho. 
 Da mesma forma, deverá avaliar o ambiente de controle da 
empresa (item II) e se poderá contar com o uso de especialistas, 
conforme orienta a NBC TA 620 (item III). Portanto, todos os itens 
estão corretos. 
Resposta: A 
 
2 - (ESAF / CVM / 2010) - Assinale a opção que indica uma 
exceção aos princípios fundamentais de ética profissional 
relevantes para o auditor na condução de trabalhos de auditoria 
das demonstrações contábeis. 
a) Independência técnica. 
b) Confidencialidade. 
c) Competência e zelo profissional. 
d) Comportamento e conduta profissional. 
e) Objetividade. 
 
Comentários: 
 O Código de Ética Profissional do Contador (Resolução nº 
803/1996), a NBC TA 200 e a NBC PA 01, que trata do controle 
de qualidade para firmas de auditoria, estabelecem como 
princípios fundamentais de ética profissional: integridade; 
objetividade; competência profissional e devido zelo; 
confidencialidade e comportamento profissional. Dessa forma, 
para responder esta questão, bastava ficar atento para a letra 
“a”, que não corresponde a um desses princípios fundamentais 
da ética profissional. A ESAF tentou confundir o candidato, 
trocando “integridade” por “independência técnica”. 
Resposta: A 
 
3 - (ESAF / RECEITA FEDERAL / 2009) - O auditor da empresa 
Negócios S.A. estabeleceu três procedimentos obrigatórios 
para emissão do parecer. O primeiro, que a empresa renovasse 
o contrato de auditoria para o próximo ano, o segundo, que a 
empresa emitisse a carta de responsabilidade da administração 
e o terceiro, que o parecer seria assinado por sócio do escritório 
de contabilidade, cuja única formação é administração de 
empresas. Pode-se afirmar, com relação aos procedimentos, 
respectivamente, que: 
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a) é ético, não é procedimento de auditoria e atende as normas de 
auditoria e da pessoa do auditor. 
b) não é ético, não é procedimento de auditoria e não atende as normas 
de auditoria e da pessoa do auditor. 
c) é ético, não deve ser considerado para emissão do parecer e atende 
as normas de auditoria e da pessoa do auditor. 
d) é ético, considera-se apenas em alguns casos para emissão do 
parecer e não atende as normas de auditoria e pessoa do auditor. 
e) não é ético, é procedimento de auditoria e não atende as normas de 
auditoria e da pessoa do auditor. 
 
Comentários: 
 O primeiro procedimento (... que a empresa renovasse o contrato 
de auditoria para o próximo ano) não é ético, uma vez que o Código 
de Ética proíbe que o auditor relacione a emissão de sua opinião ao 
tipo de cliente ou vantagem que venha a ser obtida deste. 
 O segundo procedimento (... que a empresa emitisse a carta de 
responsabilidade da administração) é uma obrigação do auditor, 
conforme determina a NBC TA 580, que estabelece que as 
representações formais são informações necessárias que o auditor 
exige relativamente à auditoria das demonstrações contábeis da 
entidade. Nesse ponto, deve-se ressaltar que a nova norma chama de 
“Representações Formais” o que a revogada NBC T 11 denominava de 
“Carta de Responsabilidade da Administração”. Ressalta-se que há 
outras representações formais além dessa Carta de Responsabilidade. 
 Por fim, o terceiro procedimento (... o parecer seria assinado por 
sócio do escritório de contabilidade, cuja única formação é 
administração de empresas) vai de encontro à legislação que 
estabelece que apenas Contadores podem assinar um Relatório acerca 
das demonstrações contábeis de uma empresa. 
Resposta: E 
 
4 - (ESAF/Pref. Natal/AFTM/2008) - A firma de auditoria 
Verificações Ltda. foi convidada, pela empresa Múltiplos S.A., 
para elaborar proposta de auditoria para suas demonstrações 
contábeis relativas ao ano de 2007. O auditor, nesse período, já 
havia efetuado a revisão das declarações de imposto de renda 
da empresa e consultoria, elaborando a avaliação dos ativos de 
uma empresa coligada, para que a mesma fosse incorporada 
pela empresa Múltiplos S.A. Deve o auditor, nessa situação, 
A) recusar o convite de auditoria por conflito nos trabalhos já 
executados e os a serem desempenhados. 
B) participar do processo elaborando proposta que evidencie os 
trabalhos já executados e os honorários cobrados. 
C) omitir os serviços de consultoria prestados, deixando que o cliente 
analise sua independência ou não para realização do trabalho. 
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D) exigir os trabalhos como complemento das atividades já 
desempenhadas na empresa. 
E) aceitar o convite, com limitação de escopo, restringindo os trabalhos 
somente aos processos dos quais não tenha participado como 
consultor. 
 
Comentários: 
 A prestação de outros serviços pode criar ameaças à independência da 
entidade de auditoria ou de membros da equipe de auditoria. 
 No caso em tela, o serviço prestado pela firma de auditoria é de 
avaliação de ativos, o que é considerado passível dessa perda. 
 Assim, o auditor deve recusar o convite de auditoria por conflito 
nos trabalhos de auditoria a serem realizados com o de avaliação de 
ativos, já concluído. 
Resposta: A 
 
QUESTÕES FCC 
 
1 - (FCC/CGM-São Luís/2015) - Durante os trabalhos de 
auditoria, o auditor deve reduzir os riscos de ignorar 
circunstâncias não usuais e extrair conclusões baseadas nas 
evidências de auditoria. Esses objetivos podem ser alcançados, 
respectivamente, por meio: 
A) do quadro de investigação atualizado e ferramenta de feedback. 
B) do planejamento de auditoria e agrupamento de achados de 
auditoria. 
C) da análise de relevância e análise lógica das evidências de auditoria. 
D) dos riscos de auditoria e riscos de detecção. 
E) do ceticismo profissional e julgamento profissional. 
 
Comentários: 
 Ao aplicar o ceticismo profissional o auditor reduz o risco de 
ignorar circunstâncias não usuais no objeto auditado e seu julgamento 
profissional o auxiliará a coletar as melhores evidências de auditoria 
para basear sua opinião. 
Resposta: E 
 
2 - (FCC/TCE-GO/2014) - Com relação aos requisitos éticos 
relacionados à auditoria de demonstrações contábeis, no caso 
de trabalho de auditoria ser de interesse público e, portanto, 
exigido pelo Código de Ética Profissional do Contabilista e pelas 
normas profissionais do CFC, nos termos da NBC TA 200, 
requer-se que o: 
(A) auditor seja independente da entidade sujeita à auditoria. 
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(B) trabalho de auditoria seja realizado por perito com experiência 
comprovada de no mínimo 5 anos e nomeado por autoridade judicial. 
(C) auditor seja profissional competente para executar o trabalho com 
experiência comprovada de no mínimo 2 anos. 
(D)trabalho de auditoria seja realizado pela auditoria interna com a 
supervisão de auditor independente com experiência comprovada de 
no mínimo 5 anos. 
(E) auditor seja independente e não tenha realizado trabalho de 
auditoria na entidade nos últimos 10 anos. 
 
Comentários: 
 Vamos aos erros: 
 B – não precisa ser perito, nem ter experiência de no mínimo 5 
anos, nem mesmo deverá o auditor ser nomeado por autoridade 
judicial. O auditor deve ser bacharel em ciências contábeis com registro 
no CRC e, no caso de auditar companhias abertas, também deverá ter 
registro na CVM. 
 C – a NBC TA 200 não apresenta exigência de experiência 
mínima. 
 D – a auditoria das demonstrações contábeis é realizada pelo 
auditor independente, que pode ou não utilizar do apoio do auditor 
interno da entidade auditada. 
 E – não há essa exigência de não ter realizado trabalho na 
entidade auditada anteriormente. 
Resposta: A 
 
3 - (FCC/TCE-RS/2014) - O objetivo de uma auditoria é 
aumentar o grau de confiança nas demonstrações contábeis por 
parte dos usuários. Isso é alcançado mediante a expressão de 
uma opinião pelo auditor sobre se as demonstrações contábeis 
foram elaboradas, em todos os aspectos relevantes, em 
conformidade com uma estrutura de relatório financeiro. Esta 
declaração identifica a auditoria: 
(A) operacional, em conformidade com as NAT TCE. 
(B) governamental, em conformidade com as NAT TCE. 
(C) governamental, em conformidade com as NAG TCU. 
(D) independente, em conformidade com as NBC TA. 
(E) de regularidade, em conformidade com as NAG TCU. 
 
Comentários: 
 Segundo a NBC TA 200, norma técnica de auditoria 
independente, o objetivo da auditoria é aumentar o grau de confiança 
nas demonstrações contábeis por parte dos usuários. Isso é alcançado 
mediante a expressão de uma opinião pelo auditor sobre se as 
demonstrações contábeis foram elaboradas, em todos os aspectos 
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relevantes, em conformidade com uma estrutura de relatório financeiro 
aplicável. 
Resposta: D 
 
4 - (FCC/TCE-RS/2014) - O auditor está sujeito às exigências 
éticas e deve sempre estar alerta, por exemplo, à condição que 
possa indicar fraude, como informações que coloquem em 
dúvida a confiabilidade de documentos e respostas. Esse estado 
é denominado 
(A) alerta constante por parte do auditor. 
(B) perfil investigativo do auditor. 
(C) capacidade de percepção do auditor. 
(D) ceticismo profissional do auditor. 
(E) ética profissional do auditor. 
 
Comentários: 
 Ceticismo profissional é a postura que inclui uma mente 
questionadora e alerta para condições que possam indicar possível 
distorção devido a erro ou fraude e uma avaliação crítica das evidências 
de auditoria. 
Resposta: D 
 
5 - (FCC/TCE-RS/2014) - Nenhuma auditoria pode garantir 
segurança absoluta de que as demonstrações contábeis estão 
livres de distorção. Uma das fontes de limitação inerentes a 
uma auditoria é a: 
(A) capacidade técnica do auditor. 
(B) idade média dos registros contábeis. 
(C) cumplicidade do auditado com a auditoria. 
(D) necessidade de que seja realizada num período de tempo razoável. 
(E) finalidade social da instituição auditada. 
 
Comentários: 
Segundo o item A45 da NBC TA 200, as limitações inerentes de 
uma auditoria originam-se da: 
• natureza das informações contábeis; 
• natureza dos procedimentos de auditoria; e 
• necessidade de que a auditoria seja conduzida dentro de um 
período de tempo razoável e a um custo razoável. 
Resposta: D 
 
6 - (FCC/TCE-RS/2014) - As NBC TAs − Normas Brasileiras de 
Contabilidade TAs são escritas no contexto da auditoria de 
demonstrações contábeis executada por um auditor. Se, 
durante os trabalhos de auditoria, o auditor concluir que 
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determinado procedimento estabelecido por uma NBC TA será 
ineficaz no cumprimento do objetivo dessa exigência, deverá 
(A) alterar o escopo da auditoria. 
(B) executar procedimento alternativo. 
(C) comunicar o fato ao Conselho Federal de Contabilidade. 
(D) interromper imediatamente a auditoria. 
(E) executar o procedimento, uma vez que é obrigatório. 
 
Comentários: 
 Segundo item 23 da NBC TA 200, em circunstâncias 
excepcionais, o auditor pode julgar necessário não considerar uma 
exigência relevante em uma NBC TA. Em tais circunstâncias, o auditor 
deve executar procedimentos de auditoria alternativos para 
cumprir o objetivo dessa exigência. 
Resposta: B 
 
7 - (FCC/ASLEPE/2014) - De acordo com as Normas Brasileiras 
de Auditoria, entre os princípios fundamentais de ética 
profissional relevantes para o auditor quando da condução de 
auditoria de demonstrações contábeis, figura a: 
(A) integridade. 
(B) publicidade. 
(C) fidedignidade. 
(D) legalidade. 
(E) oportunidade. 
 
Comentários: 
 Forma típica de cobrança desse assunto. Dos apresentados na 
questão, apenas Integridade se refere a um dos cinco princípios 
fundamentais de ética profissional relevantes. 
Resposta: A 
 
8 - (FCC/TCE-AM/2013) - Um auditor detectou indício de 
irregularidade fora do escopo da auditoria, fato que foi 
devidamente informado ao seu superior hierárquico para a 
adoção das providências cabíveis. Essa medida foi tomada pelo 
auditor em atendimento: 
(A) ao sigilo profissional. 
(B) ao zelo profissional. 
(C) à competência técnica. 
(D) à independência profissional. 
(E) à ética profissional. 
 
Comentários: 
 Em uma situação como essa o auditor demonstrou zelo 
profissional. Embora o fato não estivesse no escopo da auditoria que 
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ele estava realizando, não “deixou passar” o indício que por ventura 
detectou, informando ao seu chefe para que este tomasse as 
providências necessárias (por exemplo, planejasse outra auditoria para 
verificação do fato informado). O zelo profissional é um princípio 
fundamental ético que deve ser seguido pelo auditor. 
 As outras alternativas também são requisitos que devem ser 
cumpridos pelo auditor, mas não se referem ao fato enunciado na 
questão. 
 Geralmente há muita dúvida em relação à letra E. Em questões 
desse tipo, opte pela alternativa mais específica, já que zelo está 
dentro de ética, mas ética não abrange apenas zelo. 
Resposta: B 
 
9 - (FCC / TRT 6ª Região / 2012) – De acordo com as normas 
de auditoria externa, quando o auditor desenvolve seus 
trabalhos com uma postura que inclui questionamento e 
avaliação crítica e detalhada, e desempenhe os trabalhos com 
alerta para condições que possam indicar possível distorção, 
devido a erro ou fraude nas demonstrações financeiras, o 
auditor está aplicando: 
(A) julgamento profissional. 
(B) ceticismo profissional. 
(C) equidade profissional. 
(D) diligência profissional. 
(E) neutralidade profissional. 
 
Comentários: 
Embora as outras características sejam observadas na postura e 
no exercício da profissão do auditor independente,quando se trata de 
característica questionadora, detalhista e crítica, estamos nos referindo 
ao ceticismo profissional do auditor. 
Resposta: B 
 
10 - (FCC / TRE-CE / 2012) – Um auditor externo ao proceder 
a auditoria da empresa Grãos e Cia, constata no ano de 2010, 
na fase pré-operacional da unidade construída em Palmas, o 
custo de R$ 18.000.000,00 relativos à terraplanagem do 
terreno da fábrica. Foram feitos os testes, que evidenciaram 
que o contrato de serviços de terraplanagem foi realizado com 
empresa devidamente constituída juridicamente e em atividade 
normal. O pagamento do serviço contratado foi efetuado à 
empresa de terraplanagem e comprovado por pagamento 
eletrônico constante do extrato bancário. O auditor em 
procedimento complementar e diante da expressividade dos 
valores foi até a unidade verificar os serviços. Ao indagar 
alguns funcionários foi informado que o serviço de 
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terraplanagem havia sido feito pela prefeitura da cidade, a qual 
também doou o terreno a empresa Grãos e Cia. Os funcionários 
também informaram que nunca esteve na empresa Grãos e Cia 
qualquer funcionário da empresa de terraplanagem contratada. 
O procedimento do auditor mostra uma postura de: 
(A) falta de ética profissional por desconfiar da administração. 
(B) investigação, atitude não pertinente às atividades do auditor. 
(C) julgamento profissional avaliando a licitude dos atos da equipe de 
auditores. 
(D) representante da Governança no processo de identificação de todas 
as fraudes. 
(E) ceticismo profissional adequada às normas de auditoria. 
 
Comentários: 
De forma resumida, observa-se pelo caput da questão que o 
auditor havia aplicado diversos testes para verificação da idoneidade 
do pagamento à empresa que teria prestado serviços de 
terraplanagem, mas, mesmo assim, entendeu ser necessária a 
verificação in loco para comprovação daqueles serviços. Essa postura 
questionadora é uma característica do ceticismo profissional exigido 
pelas normas de auditoria. 
Não se trata de falta de ética (letra A). É uma investigação, mas 
essa atitude é pertinente às atividades do auditor (letra B). Com essa 
postura o auditor não está avaliando a equipe de auditores, mas sim o 
objeto auditado (letra C). O auditor independente não está preocupado 
com todas as fraudes, apenas aquelas que poderão causar uma 
distorção relevante (letra D). 
Resposta: E 
 
11 - (FCC / MPE PE / 2012) – NÃO representa um requisito 
necessário para que o auditor possa conduzir adequadamente 
os trabalhos de asseguração das demonstrações contábeis: 
(A) ceticismo profissional. 
(B) acesso irrestrito a todas as informações necessárias para 
fundamentar seu parecer. 
(C) julgamento profissional. 
(D) corresponsabilidade pela elaboração das demonstrações contábeis 
da entidade auditada. 
(E) obtenção de evidência de auditoria apropriada e suficiente. 
 
Comentários: 
 Não há corresponsabilidade do auditor em relação às 
demonstrações contábeis. Essas são de responsabilidade da 
administração da entidade auditada. O auditor, em seu trabalho de 
asseguração (auditoria ou revisão), é contratado para emitir uma 
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opinião acerca dessas demonstrações (ou parte delas, no caso de 
asseguração limitada). 
 As alternativas A e C já foram amplamente explicadas até o 
momento. Já a letra B está correta, pois é uma prerrogativa do auditor 
ter acesso a todas as informações necessárias para conseguir dar uma 
opinião acerca das demonstrações contábeis. Por fim, ele tem que se 
embasar em obtenção de evidência apropriada e suficiente para emitir 
essa opinião (letra E). 
Resposta: D 
 
12 - (FCC / TRT-20ª Região / 2011) - Dentre outros, são 
princípios fundamentais de ética profissional relevantes para o 
Auditor quando da condução de auditoria de demonstrações 
contábeis: 
(A) formalismo e confiabilidade. 
(B) integridade e pessoalidade. 
(C) confidencialidade e motivação. 
(D) formalismo e objetividade. 
(E) integridade e objetividade. 
 
Comentários: 
Questão bastante literal. Os cinco princípios fundamentais de 
ética profissional, constantes na NBC TA 200 são: integridade; 
objetividade; competência e zelo profissional; confidencialidade e 
comportamento (conduta) profissional. 
Resposta: E 
 
13 - (FCC / INFRAERO / 2011) – De acordo com as Normas 
Técnicas de Auditoria Independente, é princípio fundamental 
de ética profissional a: 
(A) interação com o auditado. 
(B) objetividade. 
(C) parcialidade. 
(D) integralidade. 
(E) subjetividade. 
 
Comentários: 
Em relação à Ética, as bancas exploram bastante este tipo de 
questão, e tendem a ser literais. As explicações estão na questão 
anterior. Apenas cuidado com armadilhas como a letra D. O princípio é 
integridade e não integralidade. 
Resposta: B 
 
14 - (FCC / TRF – 1ª Região / 2011) – É prática ética do auditor: 
(A) guardar sigilo das informações que obteve para realização da 
auditoria das demonstrações contábeis, dando divulgações dessas 
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informações somente nas situações em que a lei ou as normas de 
auditoria permitam. 
(B) auditar empresa na qual sua prima de segundo grau é diretora 
financeira e administrativa, desde que declare no relatório de auditoria 
a existência dessa parte relacionada. 
(C) realizar auditoria de demonstrações contábeis de companhia 
aberta, desde que tenha no mínimo o registro no CRC, como contador. 
(D) conduzir os trabalhos de auditoria de forma a não repetir os 
procedimentos aplicados no ano anterior, para contas nas quais não 
foram encontradas irregularidades, reduzindo assim o número de 
contas a serem auditadas. 
(E) aviltar honorários com a justificativa de manutenção do cliente, do 
quadro de funcionários da firma e da sua estrutura administrativa. 
 
Comentários: 
 Mais uma questão que ainda cobrou a questão de grau de 
parentesco, quando relacionado à independência do auditor. Conforme 
visto em exercício anterior, a letra B está incorreta. 
 Para realizar auditoria independente em companhia aberta, além 
de registro no CRC, o contador tem que ser registrado também na CVM. 
Portanto, a alternativa C está errada. 
 A letra D não faz sentido, uma vez que não é porque não se 
encontrou distorções relevantes em uma conta no exercício anterior 
que o auditor não poderá encontrar no atual. 
 Por fim, o auditor tem que estabelecer seus honorários de acordo 
com a complexidade da empresa auditada, número de horas que 
precisará para terminar o trabalho, etc. Não poderá diminuir seus 
honorários apenas porque deseja manter seu cliente. Dessa forma, a 
letra E está incorreta. 
Resposta: A 
 
15 - (FCC / TRT-4ª Região / 2011) - Não corresponde a um 
princípio fundamental da conduta ética do auditor a: 
a) integridade dos trabalhos executados. 
b) competência técnica nas análises e avaliações. 
c) postura mental independente. 
d) subjetividadena aplicação dos procedimentos. 
e) confidencialidade das informações. 
 
Comentários: 
 O auditor deve ter objetividade na aplicação dos procedimentos 
de auditoria e não subjetividade. Portanto, a letra D é o gabarito da 
questão. Confidencialidade (letra E), independência de pensamento 
(letra C), competência profissional (letra B) e integridade (letra A) são 
princípios exigidos do auditor. 
Resposta: D 
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16 - (FCC/SEFAZ – AFRE – ADM. TRIBUTARIA/2016) - As 
demonstrações contábeis do exercício de 2015 da Companhia 
de Fornecimento de Energia Solar do Estado serão auditadas 
pela firma Absolutos Auditores. Os princípios fundamentais da 
ética profissional a serem observados pelos auditores na 
realização da auditoria de demonstrações contábeis incluem: 
I. Moralidade e Independência Técnica. 
II. Probidade e Afinidade Profissional. 
III. Integridade e Comportamento Profissional. 
IV. Objetividade e Confidencialidade. 
V. Competência Profissional e Devido Zelo. 
 
Está correto o que se afirma APENAS em 
(A) I, III e IV. 
(B) III, IV e V. 
(C) I, II, III. 
(D) I, IV e V. 
(E) II, III e V. 
 
Comentários: 
 Essa não dá para errar. 
 Segundo a NBC TA 200, são princípios fundamentais de ética: 
integridade, objetividade, competência e zelo profissional, 
confidencialidade e conduta profissional. 
Resposta: B 
 
17 - (FCC/TRF-3/2016) - Nos termos da NBC TA 200, na 
condução de auditoria de demonstrações contábeis, são 
exigidos integridade, objetividade, competência e zelo 
profissional, confidencialidade e comportamento profissional. 
Esses aspectos são expressamente denominados 
(A) regras de conduta e comportamento do auditor. 
(B) regras de conduta profissional. 
(C) normas de auditoria relacionadas ao auditor. 
(D) princípios fundamentais de ética profissional. 
(E) princípios de conduta profissional do auditor. 
 
Comentários: 
 Segundo a NBC TA 200, os princípios fundamentais de ética 
profissional relevantes para o auditor quando da condução de 
auditoria de demonstrações contábeis estão implícitos no Código de 
Ética Profissional do Contabilista e na NBC PA 01, que trata do controle 
de qualidade. Esses princípios estão em linha com os princípios do 
Código de Ética do IFAC, cujo cumprimento é exigido dos auditores. 
Esses princípios são: 
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(a) Integridade; 
(b) Objetividade; 
(c) Competência e zelo profissional; 
(d) Confidencialidade; e 
(e) Comportamento (ou conduta) profissional. 
Resposta: D 
 
QUESTÕES CESPE 
 
1 - (CESPE/TCE-PA/2016) - São princípios inerentes ao 
trabalho de asseguração do auditor a integridade, a 
objetividade, o sigilo e o comportamento profissional. 
 
Comentários: 
 Todos esses, juntamente com competência e zelo profissional, 
são princípios fundamentais de ética que devem ser seguidos pelo 
profissional auditor. 
Resposta: Certo 
 
QUESTÕES FGV 
 
 
1 - (FGV/TCM-SP/2015) - Ao elaborar um contrato com uma 
empresa de auditoria independente, a entidade que seria 
auditada pela primeira vez incluiu no contrato uma cláusula 
acerca do trabalho a ser feito. A cláusula mencionava que, após 
o trabalho, o parecer deveria assegurar de forma incontestável 
que as demonstrações contábeis estão livres de distorção 
relevante devido a fraude ou erro. Essa cláusula é considerada 
inadequada em decorrência do(a): 
(A) limitação do escopo da auditoria; 
(B) limitação inerente à auditoria; 
(C) risco de distorção relevante; 
(D) risco de controle; 
(E) risco inerente. 
 
Comentários: 
 Embora de uma forma não usual, a questão cobra apenas o 
conhecimento do risco de auditoria que, como sabemos, sempre 
existirá. 
 Isso porque, em qualquer auditoria, há limitações inerentes a 
essa atividade, já que é desempenhada por pessoas, geralmente por 
amostragem, etc. 
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 Portanto, nunca haverá a possibilidade de o auditor assegurar 
“de forma incontestável” que as demonstrações estão livres de 
distorção relevante. Auditoria é asseguração RAZOÁVEL. 
Resposta: B 
 
2 - (FGV/ISS-Cuiabá/2014) - De acordo com o Código de Ética 
Profissional do Contabilista e da NBC PA 01, assinale a opção 
que indica princípios fundamentais de ética profissional quando 
da condução de auditoria de demonstrações contábeis. 
(A) Integridade, objetividade e comportamento profissional. 
(B) Competência, confidencialidade e ceticismo profissional. 
(C) Integridade, conduta profissional e julgamento profissional. 
(D) Conhecimento, zelo profissional e objetividade. 
(E) Ceticismo profissional, julgamento profissional e confidencialidade. 
 
Comentários: 
 Questão literal retirada da NBC PA 01. 
 Ainda faltaram, para completar os princípios fundamentais de 
ética, confidencialidade e competência e zelo profissional. 
Resposta: A 
 
3 - (FGV/ISS-Cuiabá/2014) - No caso de o trabalho de auditoria 
ser de interesse público e, portanto, exigido pelo Código de 
Ética Profissional do Contabilista e pelas normas profissionais 
do CFC, exige-se que o auditor seja independente da entidade 
sujeita à auditoria. Segundo a NBC TA 200, Objetivos Gerais do 
Auditor Independente e a Condução da Auditoria em 
Conformidade com Normas de Auditoria, a independência 
aprimora a capacidade do auditor de atuar com 
(A) confiabilidade. 
(B) confiança. 
(C) capacidade. 
(D) integridade. 
(E) imparcialidade. 
 
Comentários: 
 Segundo a NBC TA 200, o Código de Ética Profissional do 
Contabilista e as normas profissionais descrevem a independência 
como abrangendo postura mental independente e independência na 
aparência. A independência do auditor frente à entidade salvaguarda a 
capacidade do auditor de formar opinião de auditoria sem ser afetado 
por influências que poderiam comprometer essa opinião. A 
independência aprimora a capacidade do auditor de atuar com 
integridade, ser objetivo e manter postura de ceticismo profissional. 
Resposta: D 
 
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4 - (FGV/ACI-Recife/2014) - De acordo com a NBC TA 200, o 
julgamento profissional é necessário para a tomada de decisões 
nos assuntos a seguir, à exceção de um. Assinale-o. 
(A) A subjetividade e as evidências de auditoria para cumprimento das 
metas de resultados operacionais e financeiros da empresa. 
(B) A natureza, a época e a extensão dos procedimentos de auditoria 
aplicados para o cumprimento das exigências das normas de auditoria 
e a coleta de evidências de auditoria. 
(C) As evidências de auditoria obtidas são suficientes e apropriadas ou 
se algo mais precisa ser feito para que sejam cumpridos os objetivos 
dasNBC TAs. 
(D) A avaliação das opiniões da administração na aplicação da 
estrutura de relatório financeiro aplicável da entidade. 
(E) A extração de conclusões baseadas nas evidências de auditoria 
obtidas, por exemplo, pela avaliação da razoabilidade das estimativas 
feitas pela administração na elaboração das demonstrações contábeis. 
 
Comentários: 
 Segundo a NBC TA 200, o julgamento profissional é necessário, 
em particular, nas decisões sobre: 
• materialidade e risco de auditoria; 
• a natureza, a época e a extensão dos procedimentos de 
auditoria aplicados para o cumprimento das exigências das 
normas de auditoria e a coleta de evidências de auditoria; 
• avaliar se foi obtida evidência de auditoria suficiente e 
apropriada e se algo mais precisa ser feito para que sejam 
cumpridos os objetivos das NBC TA e, com isso, os objetivos 
gerais do auditor; 
• avaliação das opiniões da administração na aplicação da 
estrutura de relatório financeiro aplicável da entidade; 
• extração de conclusões baseadas nas evidências de auditoria 
obtidas, por exemplo, pela avaliação da razoabilidade das 
estimativas feitas pela administração na elaboração das 
demonstrações contábeis. 
Dessa forma, a letra A está errada, pois o auditor leva em conta 
a materialidade e não a subjetividade. 
Resposta: A 
 
5 - (FGV/ISS-Recife/2014) - O reconhecimento pelo auditor de 
que existem circunstâncias que podem causar distorção 
relevante nas demonstrações contábeis revela o requisito ético 
relacionado à auditoria de demonstrações contábeis, 
denominado: 
(A) julgamento profissional. 
(B) evidência funcional. 
(C) ceticismo profissional. 
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(D) condução apropriada. 
(E) conformidade legal. 
 
Comentários: 
 Segundo a NBC TA 200, Ceticismo profissional é a postura que 
inclui uma mente questionadora e alerta para condições que possam 
indicar possível distorção devido a erro ou fraude e uma avaliação 
crítica das evidências de auditoria. 
Resposta: C 
 
6 - (FGV/CGE-MA/2014) - As alternativas a seguir apresentam 
princípios fundamentais do Código de Ética Profissional do 
Contabilista, quando da condução de auditoria de 
demonstrações contábeis, à exceção de uma. Assinale-a. 
(A) Integridade. 
(B) Objetividade. 
(C) Competência e zelo profissional. 
(D) Confidencialidade. 
(E) Compromisso comportamental. 
 
Comentários: 
 Compromisso comportamental (letra E) não se refere a um 
princípio fundamental do Código de Ética. Cuidado para não confundir, 
pois o princípio que está faltando é Comportamento Profissional. 
Resposta: E 
 
 
QUESTÕES VUNESP 
 
1 - (VUNESP / SPTrans / 2012) - A pessoa do auditor deve ser 
ade alguém com profundo equilíbrio e probidade, uma vez que 
sua opinião influenciará outras pessoas, principalmente em 
relação a interesses financeiros e comerciais que eventuais 
acionistas, proprietário se outros interessados possam ter. 
Nesse contexto, afigura do auditor seguirá alguns princípios 
básicos da profissão, entre eles: 
(A) integridade, objetividade, ceticismo, conformismo, tempestividade 
e comportamento profissional. 
(B) objetividade, ceticismo, profissionalismo, coerência e educação. 
(C) cumplicidade, coerência, confidencialidade, uniformidade de 
conclusões e conduta. 
(D) integridade, objetividade, competência e zelo profissional, 
confidencialidade e comportamento (ou conduta) profissional. 
(E) comportamento pessoal, regularidade, tempestividade, julgamento 
e uniformidade de conclusões. 
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Comentários: 
 Integridade, objetividade, competência e zelo profissional, 
confidencialidade e comportamento (ou conduta) profissional são os 
princípios fundamentais explícitos na NBC TA 200 que devem ser 
seguidos pelo auditor. 
Resposta: D 
 
 
QUESTÕES DIVERSAS 
 
1 - (FUNDATEC/SEFAZ-RS/2014) – De acordo com a NBC TA 
200, o _______________ é a postura que inclui uma mente 
questionadora e alerta para condições que possam indicar 
possível distorção, devido a erro ou fraude, e uma avaliação 
crítica das evidências de auditoria. A alternativa que preenche 
corretamente a lacuna do trecho acima é: 
A) plano de trabalho 
B) ceticismo profissional 
C) relacionamento com o cliente 
D) auditor interno 
E) trabalho conjunto 
 
Comentários: 
 Questão praticamente literal. 
Segundo o item A20 da NBC TA 200, o ceticismo profissional é 
necessário para a avaliação crítica das evidências de auditoria. Isso 
inclui questionar evidências de auditoria contraditórias e a 
confiabilidade dos documentos e respostas a indagações e outras 
informações obtidas junto à administração e aos responsáveis pela 
governança. 
Resposta: B 
 
 
 
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Referências utilizadas na elaboração do curso 
 
ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti. Auditoria: um curso moderno e 
completo. 8. ed. São Paulo: Atlas, 2012. 
 
ATTIE, William. Auditoria: conceitos e aplicações. 5. ed. São Paulo: 
Atlas, 2010. 
 
________. Auditoria Interna. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2009. 
 
BRITO, Claudenir; FONTENELLE, Rodrigo. Auditoria privada e 
governamental: Teoria de forma objetiva e mais de 500 
questões comentadas. Niterói: Impetus. 3. ed. 2015. 
 
CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE. Normas Brasileiras de 
Contabilidade. 
 
CREPALDI, Sílvio Aparecido. Auditoria contábil: teoria e prática. 8. ed. 
São Paulo: Atlas, 2012. 
 
FONTENELLE, Rodrigo. Auditoria: mais de 219 questões de concursos 
com gabarito comentado. Rio de Janeiro: Elsevier. 1. ed. 2012. 
 
FRANCO, Hilário e MARRA, Ernesto. Auditoria contábil. 4. ed. São 
Paulo: Atlas, 2011. 
 
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1 
 
 
 
Sumário 
Item Página 
Introdução 02 
Conceitos da Auditoria 03 
Funções da Auditoria Independente 05 
Normas 09 
Resumão 13 
Questões 14 
Gabarito 21 
Questões Comentadas 22 
Esta aula contem:
33 páginas
Páginas de teoria
12
Páginas de 
questões 
comentadas
13
Questões FCC
11
Questões ESAF
02
Questões CESPE
02
Questões FGV
01
Questões VUNESP
-
Questões DIVERSAS
01
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2 
 
 
 
Introdução 
 
No final da década passada foi discutida a necessidade de alteração 
das normas de contabilidade, em virtude da necessidade de adaptação 
da contabilidade brasileira aos padrões internacionais definidos pela 
IFAC – International Federation of Accounting (Federação Internacional 
de Contadores). Mas a quem interessava essa adaptação?Para responder a essa pergunta, vamos imaginar o seguinte: você é 
um mega investidor estrangeiro, e, ao procurar uma empresa brasileira 
para investir seus valiosos recursos, ficava sabendo que as 
demonstrações contábeis dessa empresa brasileira haviam sido 
elaboradas “de acordo com as práticas contábeis adotadas no 
Brasil”. 
 
Bom, investidores (assim como concurseiros) não tem tempo a perder 
e, ao invés de ficar tentando descobrir que práticas contábeis eram 
essas, acabavam optando por investir seu dinheiro em outro país, do 
qual ele conhecia as tais das práticas contábeis adotadas. 
 
Ou seja, uma padronização internacional seria benéfica a todas as 
empresas brasileiras, em última análise. 
 
Além disso, tanto o Conselho Federal de Contabilidade - CFC como o 
Instituto dos Auditores Independentes do Brasil – IBRACON – são 
membros associados da IFAC e, dessa forma, entenderam como 
indispensável o processo de convergência das Normas Brasileiras de 
Contabilidade aos padrões internacionais. 
 
Dessa forma, em 27 de novembro de 2009, o CFC publicou a Resolução 
nº. 1.203/09, que aprovou a NBC TA 200 – Objetivos Gerais do Auditor 
Independente e a Condução da Auditoria em Conformidade com 
Normas de Auditoria –, revogando a NBC T-11 e outras suas 
Observação importante: este curso é protegido por direitos autorais 
(copyright), nos termos da Lei 9.610/98, que altera, atualiza e 
consolida a legislação sobre direitos autorais e dá outras providências. 
Galera!!! Grupos de rateio e pirataria são ilegais e prejudicam os 
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3 
 
subdivisões. Essa nova norma é considerada a “mãe” de todas as 
outras normas técnicas de auditoria. 
 
Entendo que não cabe mais às bancas a cobrança das normas 
antigas, embora em alguns editais ainda se faça referência à 
nomenclatura desatualizada. Dessa forma, veremos as novas normas, 
e citarei as antigas, sempre que necessário. Na resolução das questões, 
quando pertinente, explicarei como era na norma vigente à época da 
elaboração da questão e como é agora, com a nova legislação. 
 
 
Conceito de Auditoria 
 
Escolher um conceito universal para Auditoria não é uma tarefa 
simples. A maioria dos autores escreve sobre uma das diversas 
especializações da matéria, e, no momento da definição, acaba 
privilegiando a Auditoria Interna ou a Auditoria Externa (não se 
preocupe com essa diferença, falarei dela adiante). 
 
Crepaldi (2010) afirma que se pode definir Auditoria, de forma 
bastante simples, como o “levantamento, estudo e avaliação 
sistemática das transações, procedimentos, operações, rotinas e das 
demonstrações financeiras de uma entidade”. 
 
Aprofundando a definição, podemos dizer que se trata de testar a 
eficiência e a eficácia do controle patrimonial, sem nos limitarmos aos 
aspectos contábeis do conceito. Por ser uma atividade crítica, em sua 
essência, traduz-se na emissão de uma opinião sobre as atividades 
verificadas. 
 
 
Auditar é testar a eficiência e a eficácia do controle 
patrimonial, não se limitando aos aspectos contábeis. Por ser uma 
atividade crítica, traduz-se na emissão de uma opinião sobre as 
atividades verificadas. 
 
 
Franco e Marra (2011) definem auditoria da seguinte forma: 
 
A auditoria compreende o exame de documentos, livros e 
registros, inspeções e obtenção de informações e 
confirmações, internas e externas, relacionadas com o 
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4 
 
controle do patrimônio, objetivando mensurar a exatidão 
desses registros e das demonstrações contábeis deles 
decorrentes. (Grifei) 
 
Quanto ao termo auditor, a doutrina se divide em citar sua origem 
latina – audire, audição, ouvinte – e a expressão inglesa to audit – 
examinar, certificar. Em aulas presenciais, gosto de explicar que 
auditar é ouvir o administrador – aquele que detém a 
responsabilidade pela administração do patrimônio alheio – para saber 
como é que ele está agindo na condução de suas atividades, e se essa 
conduta está alinhada com o que o proprietário espera dele. 
 
Em linhas gerais, remeto mais uma vez à obra de Franco e Marra 
(2011) para definir o objeto da auditoria: 
 
Conjunto de todos os elementos de controle do patrimônio 
administrado, os quais compreendem registros contábeis, 
papéis, documentos, fichas, arquivos e anotações que 
comprovem a veracidade dos registros e a legitimidade dos 
atos da administração, bem como sua sinceridade na defesa 
dos interesses patrimoniais. (Grifei) 
 
Neste ponto, vamos dividir a Auditoria em dois grandes grupos, e a 
partir daqui, centrar nosso foco no que será cobrado no nosso 
concurso. De acordo com o ambiente em que será aplicada, a Auditoria 
poderá ser Governamental ou Privada. 
 
A Auditoria Governamental – ou Pública, do Setor Público – é, 
conforme disposto na Instrução Normativa 01/2001, da Secretaria 
Federal de Controle Interno (da Controladoria-Geral da União - CGU), 
o conjunto de técnicas que visa avaliar a gestão pública, pelos 
processos e resultados gerenciais, e a aplicação de recursos 
públicos por entidades de direito público e privado, mediante a 
confrontação entre uma situação encontrada com um determinado 
critério técnico, operacional ou legal. Tem por objetivo primordial 
garantir resultados operacionais na gerência da coisa pública. 
 
A Auditoria Governamental engloba todas as esferas de governo – 
federal, distrital, estadual e municipal – e níveis de poder - Executivo, 
Legislativo e Judiciário -, e, claro, alcança as pessoas jurídicas de 
direito privado, caso se utilizem de recursos públicos. 
 
A Auditoria Privada – ou Independente, Externa, Empresarial, das 
Demonstrações Contábeis, das Demonstrações Financeiras – é uma 
técnica contábil, constituída por um conjunto de procedimentos 
técnicos sistematizados, para obtenção e avaliação de evidências 
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5 
 
sobre as informações contidas nas demonstrações contábeis de uma 
empresa. 
 
Relembrando... Para atingir suas finalidades, a Contabilidade utiliza-se 
das seguintes técnicas contábeis: 
 
- Escrituração (registro dos fenômenos patrimoniais); 
- Demonstrações (balanços e outras demonstrações); 
- Auditoria; e 
- Análise de balanços. 
 
Assim, podemos concluir que a Auditoria tem a natureza de técnica 
contábil utilizada pela Contabilidade para atingir seus objetivos, sendo 
a Auditoria Contábil a técnica contábil cujo objetivo é emitir uma 
opinião sobre as demonstrações contábeis (também 
denominadas financeiras). 
 
Portanto, qual o objetivo de uma Auditoria Independente? 
 
 
Segundo a NBC TA 200, o objetivo da auditoria é aumentar o grau 
de confiança nas demonstrações contábeis por parte dos 
usuários. Isso é alcançado mediante a expressão de uma opinião 
pelo auditor sobre se as demonstrações contábeis foram elaboradas, 
em todos os aspectos relevantes, em conformidade com uma 
estrutura de relatório financeiro aplicável1. 
 
 
 
 
 
 
Funções da Auditoria Externa (Independente) 
 
Definições importantespara o tema: 
 
 
1 É a estrutura de relatório financeiro adotada pela administração e, quando apropriado, pelos responsáveis 
pela governança na elaboração das demonstrações contábeis, que é aceitável em vista da natureza da 
entidade e do objetivo das demonstrações contábeis ou que seja exigida por lei ou regulamento. 
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6 
 
Estrutura de relatório financeiro aplicável é a estrutura de relatório 
financeiro adotada pela administração e, quando apropriado, pelos 
responsáveis pela governança na elaboração das demonstrações contábeis, 
que é aceitável em vista da natureza da entidade e do objetivo das 
demonstrações contábeis ou que seja exigida por lei ou regulamento. 
 
Distorção é a diferença entre o valor divulgado, classificação, apresentação 
ou divulgação de um item nas demonstrações contábeis e o valor, 
classificação, apresentação ou divulgação que é requerido para que o item 
esteja de acordo com a estrutura de relatório financeiro aplicável. Distorção 
pode ser decorrente de erro ou fraude. Uma distorção é relevante quando 
pode vir a modificar a opinião do usuário. 
 
Podemos resumir a finalidade da Auditoria Externa (também chamada 
de independente ou privada) com a afirmação de que busca conferir 
credibilidade às demonstrações contábeis2, visto que, para os 
interessados nessas informações, não basta uma opinião interna, 
sendo indispensável a opinião independente da Auditoria Externa. 
 
Não é atribuição do auditor independente garantir a viabilidade 
futura da entidade ou fornecer qualquer tipo de atestado de eficácia 
da administração na gestão dos negócios. 
 
De acordo a NBC TA 200, ao conduzir a auditoria de demonstrações 
contábeis, os objetivos gerais do auditor são: 
 
(a) obter segurança razoável de que as demonstrações 
contábeis como um todo estão livres de distorção 
relevante, independentemente se causadas por fraude ou 
erro, possibilitando assim que o auditor expresse sua 
opinião sobre se as demonstrações contábeis foram 
elaboradas, em todos os aspectos relevantes, em 
conformidade com a estrutura de relatório financeiro 
aplicável; e 
 
(b) apresentar relatório sobre as demonstrações 
contábeis e comunicar-se como exigido pelas NBC TAs, em 
conformidade com as constatações do auditor. (Grifei) 
 
Ou seja: 
 
 Obter segurança razoável de que as demonstrações 
contábeis estão livres de distorções relevantes. 
 
2 Segundo o Instituto dos Auditores Independentes do Brasil - IBRACON, a expressão "demonstrações 
financeiras" tem exatamente o sentido da expressão "demonstrações contábeis", e vice-versa. 
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7 
 
 Expressar sua opinião sobre se as demonstrações foram 
elaboradas conforme a estrutura de relatório financeiro 
aplicável. 
 Apresentar relatório sobre as demonstrações contábeis. 
 
Em todos os casos em que não for possível obter segurança razoável e 
a opinião com ressalva no relatório do auditor for insuficiente nas 
circunstâncias para atender aos usuários previstos das demonstrações 
contábeis, as NBC TAs requerem que o auditor se abstenha de emitir 
sua opinião ou renuncie ao trabalho, quando a renúncia for possível de 
acordo com lei ou regulamentação aplicável. 
 
Apesar da importância dessas definições, as bancas geralmente 
preferem explorar os conceitos apresentados pelas normas de 
auditoria. Dessa forma, segundo a NBC TA 200, que trata dos 
objetivos gerais do auditor independente e a condução da auditoria em 
conformidade com normas de auditoria, o objetivo da Auditoria das 
Demonstrações Contábeis – Externa é: 
 
Aumentar o grau de confiança nas demonstrações contábeis 
por parte dos usuários. Isso é alcançado mediante a expressão 
de uma opinião pelo auditor sobre se as demonstrações 
contábeis foram elaboradas, em todos os aspectos relevantes, 
em conformidade com uma estrutura de relatório 
financeiro aplicável. (Grifei). 
 
Como podemos observar, a emissão de uma opinião independente é o 
principal objetivo da auditoria, passando pelo exame do objeto a ser 
auditado, particularmente as demonstrações contábeis. 
 
As demonstrações contábeis sujeitas à auditoria são as da 
entidade, elaboradas pela sua administração, com supervisão 
geral dos responsáveis pela governança. As NBC TAs não impõem 
responsabilidades à administração ou aos responsáveis pela 
governança e não se sobrepõe às leis e regulamentos que governam 
as suas responsabilidades. 
 
A finalidade da emissão da opinião é dar a maior credibilidade 
possível às demonstrações contábeis elaboradas pelo setor de 
contabilidade e divulgadas ao conhecimento dos interessados no 
conhecimento da “saúde financeira” da Companhia. 
 
Assim, uma auditoria independente envolve a aplicação de técnicas 
e procedimentos especializados, em busca de evidências que 
digam respeito aos valores divulgados nas demonstrações contábeis, 
incluindo a avaliação das práticas contábeis utilizadas e da 
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8 
 
razoabilidade das estimativas apresentadas pela administração 
(mensuração de itens que não podem ser definidos com precisão). 
 
 
O objetivo principal da auditoria independente á a emissão de uma 
opinião sobre a adequação das demonstrações contábeis à estrutura 
de Relatório Financeiro Aplicável. 
 
De acordo com Franco e Marra (2011), essa fiscalização dá maior 
consistência e veracidade aos registros e demonstrações contábeis, 
pelas seguintes razões, dentre outras: 
 
 O profissional que executa os registros contábeis o faz com 
maior atenção e rigor, pelo simples fato de saber que 
seu trabalho será examinado e seus erros apontados. 
 Empregados e administradores temem erros e fraudes, 
na certeza de que estes poderão ser apontados aos 
poderes superiores. 
 Os titulares do patrimônio, por sua vez, prestam contas, 
através da auditoria, a seus credores e ao fisco. 
 
Complementarmente, ainda segundo os autores, a auditoria 
independente apresenta as seguintes vantagens aos usuários das 
demonstrações contábeis: 
 
 Contribui para maior exatidão das demonstrações 
contábeis. 
 Possibilita melhores informações sobre a real situação 
econômica, patrimonial e financeira das empresas. 
 Assegura maior exatidão dos resultados apurados. 
 
Entretanto, a auditoria independente, como qualquer outra atividade, 
apresenta algumas limitações que devem ser conhecidas pelo auditor, 
a fim de que possa reduzi-las a um nível coerente com o cumprimento 
de seus objetivos. Essas limitações dizem respeito, principalmente, ao 
fato de que a auditoria não pode ser interpretada como 
substituta da administração no cumprimento de seus objetivos de 
gestão. 
 
A administração conta com uma Auditoria Interna para executar um 
trabalho de assessoramento, auxiliando no cumprimento dos objetivos 
operacionais da empresa. 
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A auditoria independente, por sua vez, não dispõe de meios suficientes 
(pessoal, tempo, recursos) para uma análise aprofundada de todos os 
aspectos das demonstrações financeiras, limitando-se aos mais 
relevantes (aqueles que têm possibilidade de influenciar a opinião do 
usuário quanto às demonstrações). Além disso, o auditor trabalha 
por amostragem e, dessa forma, irregularidades podem passar 
despercebidas por ele, o que não quer dizer que seu trabalho não tenha 
sido bem feito. 
 
O profissional responsável pelo trabalho de auditoria é denominado 
auditor independente, normalmente integrante de uma firma de 
auditoria contratada pela empresa a ser auditada para a emissão da 
opinião sobre as demonstrações contábeis. 
 
Se o objetivo principal do auditor independente é a emissão de sua 
opinião, qual seria um dos objetivos secundários mais importantes? 
 
Coloquem-se na condição de um profissional que deva emitir uma 
opinião, e que, para isso, é contratado anualmente. Imaginem ainda 
que há uma concorrência entre as firmas de auditoria, e que sua 
opinião servirá de base para centenas, até milhares de pessoas 
decidirem os rumos de seus investimentos para o próximo ano. Qual 
seria o atributo essencial a ser perseguido pelo auditor, no intuito de 
se manter no mercado? 
 
Acertou quem pensou em credibilidade. O auditor que não tem 
credibilidade é incapaz de emitir um relatório que cumpra o papel de 
atestar as condições da situação econômico-financeira de uma 
empresa, apresentada nas demonstrações contábeis. E provavelmente 
não seria novamente contratado para novos trabalhos. 
 
Para que a opinião emitida pelo auditor possua credibilidade, além da 
qualidade indispensável a qualquer trabalho profissional, ainda mais 
com a responsabilidade inerente à auditoria, faz-se necessária uma 
padronização das técnicas e procedimentos utilizados, assim como da 
elaboração de relatórios. Para tanto, são elaboradas as Normas de 
Auditoria. Atualmente, no Brasil, as mais importantes são as Normas 
Brasileiras de Contabilidade – Técnicas de Auditoria (NBC TA) e Normas 
Brasileiras de Contabilidade – Profissionais de Auditoria (NBC PA). 
 
O auditor também pode ter outras responsabilidades de comunicação 
e de relatório, perante os usuários, a administração, os responsáveis 
pela governança ou partes fora da entidade, a respeito dos assuntos 
decorrentes da auditoria, como, por exemplo, de comunicação com os 
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10 
 
responsáveis pela Governança, responsabilidades em relação a 
fraudes, dentre outras, desde que estabelecidas por lei, regulamento 
ou normas do CFC. 
 
 
Normas de Auditoria 
 
Normas de auditoria são as regras estabelecidas pelos órgãos 
reguladores da profissão contábil, em todos os países, com o objetivo 
de regulação e apresentação de diretrizes a serem seguidas por 
esses profissionais no exercício de suas funções. Elas estabelecem os 
conceitos básicos sobre as exigências em relação à pessoa do 
auditor, à execução de seu trabalho e ao parecer que deverá por 
ele ser emitido (Franco e Marra, 2011). 
 
Embora, na maioria das vezes, tenham um caráter de guia profissional, 
acabam fixando limites nítidos de responsabilidades, além de orientar 
o comportamento do auditor em relação a sua capacitação e controle 
de qualidade dos trabalhos realizados. 
 
No Brasil, desde 1972 temos normas de auditoria relacionadas a esses 
objetivos, sendo que, atualmente, estão em vigor normas elaboradas 
pelo Conselho Federal de Contabilidade – CFC – em conjunto com o 
Instituto de Auditores Independentes do Brasil – IBRACON –, além da 
Comissão de Valores Mobiliários – CVM –, do Banco Central do Brasil 
– BACEN – e da Superintendência de Seguros Privados – SUSEP. 
 
Vou apresentar algumas características das normas do CFC, por serem 
as mais exigidas nos concursos. 
 
Até o ano de 2009, não havia dúvida sobre quais normas estudar, em 
relação à auditoria independente, pois estava em vigor a NBC T-11 
(Resolução 820/97, Normas de Auditoria Independente das 
Demonstrações Contábeis) e suas derivadas. 
 
Entretanto, no final daquele ano houve a convergência dessas normas 
brasileiras aos padrões internacionais de auditoria definidos pela IFAC 
– International Federation of Accounting (Federação Internacional de 
Contadores). 
 
O IFAC é uma organização global da profissão contábil, que possui a 
missão, segundo consta em sua página na internet, de contribuir para 
o desenvolvimento, adoção e aplicação de normas internacionais de 
alta qualidade e orientação; além de contribuir para o desenvolvimento 
de organizações e profissionais de contabilidade e para a utilização de 
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11 
 
práticas de alta qualidade por contadores profissionais, dentre outras 
(www.ifac.org – tradução livre). 
 
As Normas Brasileiras de Contabilidade – NBC – editadas pelo CFC 
devem seguir os padrões internacionais e compreendem as normas 
propriamente ditas, as Interpretações Técnicas e os Comunicados 
Técnicos. Elas entraram em vigor nos exercícios iniciados em ou após 
1º de janeiro de 2010. 
 
As normas de auditoria independente são aprovadas pelo CFC por 
meio de Resoluções, e classificadas em normas profissionais (NBC 
PA) e normas técnicas (NBC TA). Enquanto as NBC PA estabelecem 
regras e procedimentos de conduta a serem observados como 
requisitos para o exercício profissional contábil, as NBC TA descrevem 
conceitos doutrinários, princípios e procedimentos a serem aplicados 
quando da realização dos trabalhos. 
 
A Resolução CFC nº 1.328/11, de 18/03/11, que dispõe sobre a 
Estrutura das Normas Brasileiras de Contabilidade, estabelece que 
as Normas Brasileiras de Contabilidade se estruturam conforme se 
segue (só trouxe para a aula as que se referem à nossa matéria): 
 
Normas Profissionais: 
 
[...] 
 
II – Do Auditor Independente – NBC PA – aplicadas, 
especificamente, aos contadores que atuam como auditores 
independentes. 
 
III – Do Auditor Interno – NBC PI – aplicadas especificamente aos 
contadores que atuam como auditores internos. 
 
IV – Do Perito – NBC PP – aplicadas especificamente aos contadores 
que atuam como peritos contábeis. 
 
Normas Técnicas: 
 
[...] 
 
III – De Auditoria Independente de Informação Contábil 
Histórica – NBC TA – são as Normas Brasileiras de Contabilidade 
aplicadas à Auditoria convergentes com as Normas Internacionais de 
Auditoria Independente emitidas pelo IFAC. 
 
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12 
 
[...] 
 
VII – De Auditoria Interna – NBC TI – são as Normas Brasileiras de 
Contabilidade aplicáveis aos trabalhos de Auditoria Interna. 
 
VIII – De Perícia – NBC TP – são as Normas Brasileiras de 
Contabilidade aplicáveis aos trabalhos de Perícia. 
 
[...] 
Para tentar ilustrar melhor, apresento a seguir um quadro-resumo das 
normas. Não se preocupem com outras que não sejam as que nomeei 
anteriormente. 
 
 
Fonte: IBRACON 
 
Mas surge a seguinte dúvida: a adoção dessas normas é 
obrigatória? Sim. De acordo com a própria Resolução CFC nº 
1.328/11, a inobservância às NBC constituiinfração disciplinar 
sujeita às penalidades previstas no Decreto-Lei n.º 9.295/46, alterado 
pela Lei n.º 12.249/10, e ao Código de Ética Profissional do Contador. 
 
De forma simplificada, podemos dizer que as Normas Brasileiras de 
Contabilidade são classificadas em Normas Técnicas e 
Profissionais, e compreendem: 
 
 
 
As Normas Brasileiras de Contabilidade compreendem: 
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13 
 
- Código de Ética Profissional do Contabilista; 
- Normas de Contabilidade, de Auditoria Independente e 
de Asseguração, de Auditoria Interna e de Perícia. 
 
No final de 2009, o CFC publicou a Resolução nº. 1.203/09, que 
aprovou a NBC TA 200 – Objetivos Gerais do Auditor Independente e 
a Condução da Auditoria em Conformidade com Normas de Auditoria. 
Essa NBC TA é chamada de “mãe” de todas as outras normas. Por isso, 
para aqueles que têm tempo e querem dar uma lida nessas 
normas, sugiro começar por ela. 
 
As principais normas podem ser obtidas na íntegra no site do CFC, no 
seguinte link: <http://www.cfc.org.br/sisweb/sre/Default.aspx> 
 
No decorrer das aulas, conforme nos aprofundamos nos assuntos 
constantes do edital, vou tratando das normas relacionadas. 
 
 
Práticas contábeis brasileiras compreendem a legislação 
societária brasileira, as Normas Brasileiras de Contabilidade, 
emitidas pelo CFC, os pronunciamentos, as interpretações e as 
orientações emitidos pelo CPC e homologados pelos órgãos 
reguladores, e práticas adotadas pelas entidades em assuntos não 
regulados, desde que atendam à NBC TG ESTRUTURA CONCEITUAL 
e, por conseguinte, em consonância com as normas contábeis 
internacionais, enquanto que a expressão “normas internacionais de 
relatório financeiro (IFRS)” refere-se às “normas internacionais de 
contabilidade” e significa as normas emitidas pelo Conselho de 
Normas Internacionais de Contabilidade (IASB). 
 
 
 
 
 
 
RESUMÃO 
 
 As novas normas de auditoria, seguindo a convergência 
internacional, entraram em vigor em 01/01/2010. 
 
 A adoção das normas é obrigatória e sua inobservância constitui 
infração disciplinar. 
 
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14 
 
 O objetivo da Auditoria Independente é aumentar o grau de 
confiança nas demonstrações contábeis por parte dos usuários. Isso 
é alcançado mediante a expressão de uma opinião pelo auditor sobre 
se as demonstrações contábeis foram elaboradas, em todos os 
aspectos relevantes, em conformidade com uma estrutura de 
relatório financeiro aplicável. 
 
 
 
 
QUESTÕES ESAF 
 
1 - (ESAF / CVM / 2010) - A respeito da elaboração e divulgação 
das demonstrações financeiras, com base em padrões 
contábeis internacionais, é correto afirmar: 
a) a adoção de padrões internacionais de contabilidade na elaboração 
e divulgação das demonstrações financeiras é obrigatória para as 
Companhias Abertas cujo capital social seja de propriedade de 
companhias com sede no exterior. 
b) a adoção de padrões contábeis internacionais por parte das 
Companhias Abertas é opcional para o exercício findo em 2010 e 
obrigatório a partir do exercício findo em 2011. 
c) somente as Companhias Abertas com ações em bolsa deverão, a 
partir do exercício findo em 2010, apresentar as demonstrações 
financeiras consolidadas de acordo com os padrões contábeis 
internacionais. 
d) é opcional às Companhias Abertas a adoção dos padrões 
internacionais de contabilidade, desde que cumpram com as normas 
da legislação societária. 
e) a partir do exercício findo em 2010, as Companhias Abertas deverão 
apresentar suas demonstrações financeiras consolidadas adotando o 
padrão contábil internacional. 
 
2 - (ESAF/SEFAZ-SP/2009) - Sobre a auditoria independente, é 
correto afirmar que tem por objetivo: 
A) auxiliar a administração da entidade no cumprimento de seus 
objetivos. 
B) apresentar subsídios para o aperfeiçoamento da gestão e dos 
controles internos. 
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15 
 
C) emitir parecer sobre a adequação das demonstrações contábeis. 
D) levar à instância decisória elementos de prova necessários a 
subsidiar a justa solução do litígio. 
E) recomendar soluções para as não-conformidades apontadas nos 
relatórios. 
 
 
QUESTÕES FCC 
 
1 - (FCC/CGM-São Luís/2015) - Ao conduzir a auditoria de 
demonstrações contábeis, o Auditor Interno deve obter 
segurança de que essas demonstrações, como um todo, estão 
livres de distorção relevante, possibilitando que expresse sua 
opinião, principalmente se as demonstrações foram elaboradas 
em conformidade com a estrutura de relatório financeiro 
aplicável. Para esse tipo de problema, a NBC TA 200 orienta que 
o auditor busque, inicialmente, uma segurança 
A) total. 
B) razoável. 
C) mínima. 
D) máxima. 
E) média. 
 
2 - (FCC/CGM-São Luís/2015) - Após a conferência dos cálculos 
referentes às demonstrações contábeis, o Auditor de Controle 
Interno verificou diferença tanto nos valores como nas 
classificações de uma demonstração contábil relatada se 
comparada com a exigida. Essa diferença é denominada: 
A) grau de erro. 
B) risco de auditoria. 
C) distorção. 
D) margem de erro. 
E) erro de relevância. 
 
3 - (FCC/CNMP/2015) - A empresa Plantio de Árvores do Norte 
S/A, contratou a firma de auditoria Aspectos & Consultoria, 
para examinar as demonstrações contábeis do exercício de 
2014. O objetivo da auditoria é aumentar o grau de confiança 
nas demonstrações contábeis por parte dos usuários. Isso é 
alcançado mediante a: 
(A) expressão de uma opinião pelo auditor sobre se as demonstrações 
contábeis foram elaboradas, em todos os aspectos relevantes, em 
conformidade com uma estrutura de relatório financeiro aplicável. 
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(B) natureza, a oportunidade e a extensão dos procedimentos de 
auditoria realizados pelo auditor, alinhados com o objetivo da auditoria. 
(C) obtenção, pelo auditor, de segurança razoável de que as 
demonstrações contábeis como um todo estão livres de distorção 
relevante, independentemente se causada por fraudes ou erros de 
conhecimento ou não dos responsáveis pela governança. 
(D) realização, pelo auditor, de exames nas áreas, atividades, produtos 
e processos, de forma a alcançar evidências adequadas e suficientes 
para elaboração do relatório de auditoria. 
(E) elaboração dos programas de trabalho de forma a servir como guia 
e meio de controle de execução do trabalho, devendo ser revisados e 
atualizados sempre que as circunstâncias o exigirem. 
 
4 - (FCC/SEFAZ-PE/2014) - Contratado para realizar auditoria 
nas demonstrações contábeis da empresa Queijos Coalho S/A, 
o auditor para obter segurança razoável e reduzir o risco de 
auditoria a um nível baixo aceitável e possibilitar alcançar 
conclusões razoáveis e nelas basear a sua opinião deve: 
(A) elaborar os papeis de trabalho de acordo com os procedimentos de 
auditoria. 
(B) obter evidência de auditoria apropriada e suficiente.(C) planejar os trabalhos de auditoria tomando por base o resultado de 
auditorias anteriores. 
(D) realizar a auditoria de acordo com os procedimentos definidos. 
(E) avaliar o controle interno. 
 
5 - (FCC/TCE-RS/2014) - Os manuais, de uma maneira geral, 
definem auditoria como um exame analítico e pericial das 
operações contábeis, desde o início até o balanço. Nos termos 
da NBC TA 200, o objetivo da auditoria é: 
(A) levantar informações suficientes e adequadas que permitam 
comparar as metas fixadas com os resultados alcançados. 
(B) controlar os procedimentos contábeis para evitar que informações 
de interesse da instituição auditada sejam divulgados. 
(C) aumentar o grau de confiança das demonstrações contábeis por 
parte dos usuários. 
(D) estabelecer metodologia para ação integrada de todos os setores 
da instituição auditada. 
(E) apurar e consolidar irregularidades contábeis em relatório para 
subsidiar eventual investigação de ilícitos administrativos e penais. 
 
6 - (FCC / TRF 2ª Região / 2012) – O auditor independente ou 
externo: 
A) tem como objetivo principal a prevenção e a detecção de falhas no 
sistema de controle interno da entidade. 
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B) deve produzir relatórios que visam atender, em linhas gerais, a alta 
administração da entidade ou diretorias e gerências. 
C) tem que fazer análise com alto nível de detalhes, 
independentemente da relação custo-benefício, para minimizar o risco 
de detecção. 
D) deve produzir um relatório ou parecer sobre as demonstrações 
contábeis da entidade auditada. 
E) tem menor grau de independência em relação à entidade auditada 
do que o auditor interno. 
 
7 - (FCC / TRT 6ª Região / 2012) – A empresa Jaú S.A. de capital 
aberto, por problemas administrativos e financeiros, não 
efetuou a auditoria externa de suas demonstrações financeiras 
nos anos de 2009, 2010 e 2011. Em 2012, por determinação da 
CVM foi solicitada a apresentar as auditorias de todo o período, 
senão teria seu registro cancelado. A empresa precisando 
manter essa forma de captação de recursos, contratou auditoria 
para emitir: 
(A) parecer de auditoria para o ano de 2009 e relatório de auditoria 
para os anos de 2010 e 2011, mediante aplicação das normas de 
auditoria vigentes a partir de 2010. 
(B) parecer de auditoria para os anos de 2009, 2010 e 2011, mediante 
a aplicação das normas de auditoria vigentes a partir de 2010. 
(C) parecer de auditoria para o ano de 2009, aplicando as normas de 
auditoria vigentes para o período até 2009, e relatório de auditoria para 
os anos de 2010 e 2011, mediante aplicação das normas de auditoria 
vigentes a partir de 2010. 
(D) relatório de auditoria para os anos de 2009, 2010 e 2011, mediante 
a aplicação das normas de auditoria vigentes até 2009. 
(E) relatório de auditoria para o ano de 2009, aplicando as normas de 
auditoria vigentes para o período até 2009 e parecer de auditoria, para 
os anos de 2010 e 2011, mediante a aplicação das normas de auditoria 
vigentes a partir de 2010. 
 
8 - (FCC/TRT-24/2011) - Ao conduzir uma auditoria de 
demonstrações contábeis, são objetivos gerais do auditor obter 
segurança: 
A) razoável de que as demonstrações contábeis como um todo estão 
livres de distorção relevante, devido à fraude ou erro, possibilitando 
que o auditor expresse opinião sobre se as demonstrações contábeis 
foram elaboradas, em todos os aspectos relevantes, em conformidade 
com a estrutura de relatório financeiro aplicável. 
B) razoável de que as demonstrações contábeis como um todo estão 
livres de distorção irrelevante, devido a erros, possibilitando que o 
auditor expresse opinião sobre se as demonstrações contábeis foram 
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elaboradas, em todos os aspectos relevantes, em conformidade com a 
estrutura de parecer financeiro. 
C) total de que as demonstrações contábeis em parte estão livres de 
distorção relevante, devido à fraude ou erro, possibilitando que o 
auditor expresse opinião sobre se as demonstrações contábeis foram 
elaboradas, em todos os aspectos relevantes, em conformidade com a 
estrutura de relatório financeiro aplicável. 
D) total de que as demonstrações contábeis em parte estão livres de 
distorção irrelevante, devido à fraude, possibilitando que o auditor 
expresse opinião sobre se as demonstrações contábeis foram 
elaboradas, em todos os aspectos relevantes, em conformidade com a 
estrutura de relatório financeiro aplicável. 
E) razoável de que as demonstrações contábeis em parte estão livres 
de distorção irrelevante, devido à fraude ou erro, possibilitando que o 
auditor expresse opinião sobre se as demonstrações contábeis foram 
elaboradas, em todos os aspectos considerados, em conformidade com 
a estrutura de parecer financeiro consolidado do auditor independente. 
 
9 - (FCC / SEFAZ/SP - APOFP / 2010) - As normas brasileiras 
que estabelecem os preceitos de conduta para o exercício 
profissional, especificamente para aqueles que atuam como 
auditores independentes, são estruturadas como: 
a) NBC TI. 
b) NBC PI. 
c) NBC TA. 
d) NBC PA. 
e) NBC TP. 
 
10 - (FCC/TRF-3/2016) - A NBC TA 200 dita que o auditor deve 
emitir opinião sobre se as demonstrações contábeis foram 
elaboradas, em todos os aspectos relevantes. Todavia, a forma 
que essa opinião será emitida depende 
(A) das evidências de auditoria encontradas. 
(B) da estrutura de relatório financeiro e de lei ou regulamento 
aplicáveis. 
(C) do organograma da entidade auditada. 
(D) da experiência do auditor. 
(E) do contrato de trabalho celebrado entre o auditor independente e 
a entidade auditada. 
 
11 - (FCC/TRT-MT/2016) - Nos termos da NBC TA 200, um dos 
objetivos gerais do auditor ao conduzir a auditoria de 
demonstrações contábeis é obter segurança razoável de que 
essas demonstrações 
(A) estão livres de distorções relevantes, como um todo. 
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(B) estão corrigidas monetariamente. 
(C) atendem a estrutura orgânica da entidade. 
(D) passaram por processo de revisão. 
(E) foram examinadas por órgãos de controle externo. 
 
 
QUESTÕES CESPE 
 
1 - (CESPE/DPF/2013) - No Brasil, a convergência das normas 
brasileiras de auditoria aos padrões internacionais ocorre por 
meio da tradução e adequação das normas emanadas pela 
Federação Internacional de Contadores (IFAC), do CFC e do 
Instituto dos Auditores Independentes do Brasil (IBRACON). 
Julgue Certo ou Errado. 
 
2 - (CESPE/TCE-PR /2016) - As normas brasileiras de auditoria 
definem e descrevem elementos, objetivos e outros aspectos 
dos trabalhos de asseguração. A respeito desse assunto, 
assinale a opção correta. 
(A) Ao conduzir os trabalhos de auditoria, o auditor deve procurar obter 
asseguração razoável de que as demonstrações contábeis estão livres 
de distorções relevantes e em conformidade com a estrutura do 
relatório financeiro, bem como deve apresentar o relatório de auditoria 
em conformidade com as suas constatações. 
(B) As normas brasileiras de auditoria estabelecem dois tipos de 
trabalhos de asseguração: razoável e limitado. O objetivo do primeiro 
tipo éreduzir o risco de trabalho de asseguração a um nível aceitável 
e o do segundo tipo é reduzir o risco do trabalho de asseguração a um 
nível aceitavelmente baixo. 
(C) No planejamento da auditoria, devem-se considerar aspectos 
como: procedimentos analíticos a serem aplicados, como, por 
exemplo, os de avaliação de risco; entendimento global da estrutura 
jurídica e do ambiente regulatório da entidade e como ela cumpre com 
os requerimentos dessa estrutura; a determinação da materialidade, 
independentemente da relevância, bem como o envolvimento de 
especialistas e a aplicação de outros procedimentos de avaliação de 
risco. 
(D) A estrutura conceitual estabelece normas próprias e exigências 
relativas a procedimentos para a execução de trabalhos de 
asseguração. 
(E) A documentação de auditoria deve fornecer evidências do 
cumprimento dos objetivos específicos para os quais a auditoria foi 
contratada. Entre esses objetivos inclui-se evitar fraudes nas 
informações contábeis decorrentes da gestão. 
 
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QUESTÕES FGV 
 
1 - (FGV/ISS-Recife/2014) - O auditor, ao expressar opinião de 
que as demonstrações contábeis foram elaboradas, em todos 
os aspectos relevantes, em conformidade com uma estrutura 
de relatório financeiro aplicável, produz o seguinte efeito: 
(A) revela as distorções do planejamento da auditoria das 
demonstrações contábeis. 
(B) reduz os riscos de auditoria das demonstrações contábeis o que 
gera segurança para os usuários. 
(C) proporciona o aumento de evidências de auditoria das 
demonstrações contábeis. 
(D) aumenta o grau de confiança nas demonstrações contábeis por 
parte dos usuários. 
(E) assegura que os objetivos operacionais desejados pela 
administração foram alcançados. 
 
(FGV/TJ-PI ANALISTA JUDICIÁRIO/2016) - A auditoria 
consiste no levantamento, exame e avaliação de 
procedimentos, operações, rotinas e demonstrações contábeis 
de uma entidade. A partir da compreensão conceitual, é correto 
dizer que o objeto do trabalho de auditoria se circunscreve: 
(A) a fatos não registrados documentalmente; 
(B) ao conjunto de elementos de controle do patrimônio administrado; 
(C) aos papéis de trabalho; 
(D) aos registros contábeis; 
(E) ao relatório com a opinião de auditor. 
 
 
QUESTÕES DIVERSAS 
 
1 - (CESGRANRIO/LIQUIGÁS-Auditor/2012) - São objetivos 
gerais do auditor, ao conduzir a auditoria das demonstrações 
contábeis, 
A) obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão 
livres de distorção relevante, causada por fraude ou erro, permitindo 
que o auditor expresse sua opinião sobre a elaboração dessas 
demonstrações consoante a estrutura de relatório financeiro aplicável. 
B) rastrear fraudes e identificar se a aplicação dos recursos financeiros 
da empresa está de acordo com as normas impostas pelos órgãos de 
fiscalização e regulamentação. 
C) apresentar relatório sobre a administração e comunicar-se conforme 
exigido pelas Normas Brasileiras de Contabilidade. 
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21 
 
D) identificar se a empresa apresenta informações nas demonstrações 
contábeis de acordo com as normas impostas pelo Ministério Público. 
E) comprovar se os ativos e passivos sofreram variações conforme 
estipulado no planejamento estratégico da empresa. 
 
 
 
Gabarito - ESAF 
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 
E C 
Gabarito - FCC 
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 
B C A B C D C A D B 
11 
A 
Gabarito - Cespe 
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 
C A 
Gabarito - FGV 
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 
D 
Gabarito - Diversas 
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 
A 
 
 
QUESTÕES COMENTADAS 
 
 
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QUESTÕES ESAF 
 
1 - (ESAF / CVM / 2010) - A respeito da elaboração e divulgação 
das demonstrações financeiras, com base em padrões 
contábeis internacionais, é correto afirmar: 
a) a adoção de padrões internacionais de contabilidade na elaboração 
e divulgação das demonstrações financeiras é obrigatória para as 
Companhias Abertas cujo capital social seja de propriedade de 
companhias com sede no exterior. 
b) a adoção de padrões contábeis internacionais por parte das 
Companhias Abertas é opcional para o exercício findo em 2010 e 
obrigatório a partir do exercício findo em 2011. 
c) somente as Companhias Abertas com ações em bolsa deverão, a 
partir do exercício findo em 2010, apresentar as demonstrações 
financeiras consolidadas de acordo com os padrões contábeis 
internacionais. 
d) é opcional às Companhias Abertas a adoção dos padrões 
internacionais de contabilidade, desde que cumpram com as normas 
da legislação societária. 
e) a partir do exercício findo em 2010, as Companhias Abertas deverão 
apresentar suas demonstrações financeiras consolidadas adotando o 
padrão contábil internacional. 
 
Comentários: 
 Primeiramente, ressalta-se que, por ser uma Prova da Comissão 
de Valores Mobiliários (CVM), foi cobrado do candidato o conhecimento 
das resoluções daquela Autarquia. Dessa forma, o art. 1º da Instrução 
CVM 457/2007 determina que “as companhias abertas deverão, a 
partir do exercício findo em 2010, apresentar as suas demonstrações 
financeiras consolidadas adotando o padrão contábil internacional, de 
acordo com os pronunciamentos emitidos pelo International 
Accounting Standards Board – IASB.” 
 Cabe observar que as Normas Brasileiras de Contabilidade 
aplicadas à Auditoria Independente (NBC PA e NBC TA) são aplicadas 
para os exercícios iniciados em ou após 1º de janeiro de 2010. 
Resposta: E 
 
2 - (ESAF/SEFAZ-SP/2009) - Sobre a auditoria independente, é 
correto afirmar que tem por objetivo: 
A) auxiliar a administração da entidade no cumprimento de seus 
objetivos. 
B) apresentar subsídios para o aperfeiçoamento da gestão e dos 
controles internos. 
C) emitir parecer sobre a adequação das demonstrações contábeis. 
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D) levar à instância decisória elementos de prova necessários a 
subsidiar a justa solução do litígio. 
E) recomendar soluções para as não-conformidades apontadas nos 
relatórios. 
 
Comentários: 
Questão bastante comum em provas de auditoria. Para 
respondê-la, basta saber o objetivo de uma auditoria independente, 
que é, segundo a NBC TA 200, “aumentar o grau de confiança nas 
demonstrações contábeis por parte dos usuários. Isso é alcançado 
mediante a expressão de uma opinião pelo auditor sobre se as 
demonstrações contábeis foram elaboradas, em todos os aspectos 
relevantes, em conformidade com uma estrutura de relatório financeiro 
aplicável”. (Grifei) 
Deve-se ressaltar que a questão ainda traz a opinião do auditor 
independente com a nomenclatura antiga (“Parecer”), pois foi 
elaborada antes da nova normatização. A partir da edição da NBC TA 
700, o produto do auditor independente, por meio do qual ele 
manifesta sua opinião, passou a chamar Relatório do Auditor 
Independente.As letras A, B, D, e E são características e/ou objetivos da 
Auditoria Interna. 
Resposta: C 
 
 
QUESTÕES FCC 
 
1 - (FCC/CGM-São Luís/2015) - Ao conduzir a auditoria de 
demonstrações contábeis, o Auditor Interno deve obter 
segurança de que essas demonstrações, como um todo, estão 
livres de distorção relevante, possibilitando que expresse sua 
opinião, principalmente se as demonstrações foram elaboradas 
em conformidade com a estrutura de relatório financeiro 
aplicável. Para esse tipo de problema, a NBC TA 200 orienta que 
o auditor busque, inicialmente, uma segurança 
A) total. 
B) razoável. 
C) mínima. 
D) máxima. 
E) média. 
 
Comentários: 
 Segundo a NBC TA 200, o auditor consegue ter apenas uma 
segurança RAZOÁVEL para opinar sobre as demonstrações contábeis. 
Nunca total. Questão literal. 
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Resposta: B 
 
2 - (FCC/CGM-São Luís/2015) - Após a conferência dos cálculos 
referentes às demonstrações contábeis, o Auditor de Controle 
Interno verificou diferença tanto nos valores como nas 
classificações de uma demonstração contábil relatada se 
comparada com a exigida. Essa diferença é denominada: 
A) grau de erro. 
B) risco de auditoria. 
C) distorção. 
D) margem de erro. 
E) erro de relevância. 
 
Comentários: 
 Segundo a NBC TA 200, a diferença entre o valor, a classificação, 
a apresentação ou a divulgação de uma demonstração contábil 
relatada e o valor, a classificação, a apresentação ou a divulgação que 
é exigida para que o item esteja de acordo com a estrutura de relatório 
financeiro aplicável é chamada de DISTORÇÃO. 
Resposta: C 
 
3 - (FCC/CNMP/2015) - A empresa Plantio de Árvores do Norte 
S/A, contratou a firma de auditoria Aspectos & Consultoria, 
para examinar as demonstrações contábeis do exercício de 
2014. O objetivo da auditoria é aumentar o grau de confiança 
nas demonstrações contábeis por parte dos usuários. Isso é 
alcançado mediante a: 
(A) expressão de uma opinião pelo auditor sobre se as demonstrações 
contábeis foram elaboradas, em todos os aspectos relevantes, em 
conformidade com uma estrutura de relatório financeiro aplicável. 
(B) natureza, a oportunidade e a extensão dos procedimentos de 
auditoria realizados pelo auditor, alinhados com o objetivo da auditoria. 
(C) obtenção, pelo auditor, de segurança razoável de que as 
demonstrações contábeis como um todo estão livres de distorção 
relevante, independentemente se causada por fraudes ou erros de 
conhecimento ou não dos responsáveis pela governança. 
(D) realização, pelo auditor, de exames nas áreas, atividades, produtos 
e processos, de forma a alcançar evidências adequadas e suficientes 
para elaboração do relatório de auditoria. 
(E) elaboração dos programas de trabalho de forma a servir como guia 
e meio de controle de execução do trabalho, devendo ser revisados e 
atualizados sempre que as circunstâncias o exigirem. 
 
Comentários: 
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 Segundo o item 3 da NBC TA 200, o objetivo da auditoria é 
aumentar o grau de confiança nas demonstrações contábeis por parte 
dos usuários. Isso é alcançado mediante a expressão de uma 
opinião pelo auditor sobre se as demonstrações contábeis 
foram elaboradas, em todos os aspectos relevantes, em 
conformidade com uma estrutura de relatório financeiro 
aplicável. 
Resposta: A 
 
4 - (FCC/SEFAZ-PE/2014) - Contratado para realizar auditoria 
nas demonstrações contábeis da empresa Queijos Coalho S/A, 
o auditor para obter segurança razoável e reduzir o risco de 
auditoria a um nível baixo aceitável e possibilitar alcançar 
conclusões razoáveis e nelas basear a sua opinião deve: 
(A) elaborar os papeis de trabalho de acordo com os procedimentos de 
auditoria. 
(B) obter evidência de auditoria apropriada e suficiente. 
(C) planejar os trabalhos de auditoria tomando por base o resultado de 
auditorias anteriores. 
(D) realizar a auditoria de acordo com os procedimentos definidos. 
(E) avaliar o controle interno. 
 
Comentários: 
 Segundo a NBC TA 200, para obter segurança razoável, o auditor 
deve obter evidência de auditoria apropriada e suficiente para 
reduzir o risco de auditoria a um nível baixo aceitável e, com isso, 
possibilitar a ele obter conclusões razoáveis e nelas basear a sua 
opinião. 
Resposta: B 
 
5 - (FCC/TCE-RS/2014) - Os manuais, de uma maneira geral, 
definem auditoria como um exame analítico e pericial das 
operações contábeis, desde o início até o balanço. Nos termos 
da NBC TA 200, o objetivo da auditoria é: 
(A) levantar informações suficientes e adequadas que permitam 
comparar as metas fixadas com os resultados alcançados. 
(B) controlar os procedimentos contábeis para evitar que informações 
de interesse da instituição auditada sejam divulgados. 
(C) aumentar o grau de confiança das demonstrações contábeis por 
parte dos usuários. 
(D) estabelecer metodologia para ação integrada de todos os setores 
da instituição auditada. 
(E) apurar e consolidar irregularidades contábeis em relatório para 
subsidiar eventual investigação de ilícitos administrativos e penais. 
 
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Comentários: 
Segundo o item 3 da NBC TA 200, o objetivo da auditoria é 
aumentar o grau de confiança nas demonstrações contábeis por parte 
dos usuários. Isso é alcançado mediante a expressão de uma opinião 
pelo auditor sobre se as demonstrações contábeis foram elaboradas, 
em todos os aspectos relevantes, em conformidade com uma estrutura 
de relatório financeiro aplicável. 
Resposta: C 
 
6 - (FCC / TRF 2ª Região / 2012) – O auditor independente ou 
externo: 
A) tem como objetivo principal a prevenção e a detecção de falhas no 
sistema de controle interno da entidade. 
B) deve produzir relatórios que visam atender, em linhas gerais, a alta 
administração da entidade ou diretorias e gerências. 
C) tem que fazer análise com alto nível de detalhes, 
independentemente da relação custo-benefício, para minimizar o risco 
de detecção. 
D) deve produzir um relatório ou parecer sobre as demonstrações 
contábeis da entidade auditada. 
E) tem menor grau de independência em relação à entidade auditada 
do que o auditor interno. 
 
Comentários: 
 A letra A está errada, pois o objetivo principal do auditor 
independente é emitir uma opinião sobre se as demonstrações 
contábeis foram elaboradas, em todos os aspectos relevantes, em 
conformidade com a estrutura de relatório financeiro aplicável. 
 Em relação à alternativa B, trata-se de auditoria interna e não 
externa. 
 A letra C também está incorreta, pois o custo-benefício deve ser 
levado em conta em qualquer tipo de auditoria. 
 Por fim, foi visto que quem tem menor grau de independência é 
a auditoria interna e não a externa. Portanto, a alternativa E está 
errada. 
Resposta: D 
 
7 - (FCC / TRT 6ª Região / 2012) – A empresa Jaú S.A. de capital 
aberto, por problemas administrativos e financeiros, não 
efetuou a auditoria externa de suas demonstrações financeiras 
nos anos de 2009, 2010 e 2011. Em 2012, por determinação da 
CVM foi solicitada a apresentar as auditorias de todoo período, 
senão teria seu registro cancelado. A empresa precisando 
manter essa forma de captação de recursos, contratou auditoria 
para emitir: 
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(A) parecer de auditoria para o ano de 2009 e relatório de auditoria 
para os anos de 2010 e 2011, mediante aplicação das normas de 
auditoria vigentes a partir de 2010. 
(B) parecer de auditoria para os anos de 2009, 2010 e 2011, mediante 
a aplicação das normas de auditoria vigentes a partir de 2010. 
(C) parecer de auditoria para o ano de 2009, aplicando as normas de 
auditoria vigentes para o período até 2009, e relatório de auditoria para 
os anos de 2010 e 2011, mediante aplicação das normas de auditoria 
vigentes a partir de 2010. 
(D) relatório de auditoria para os anos de 2009, 2010 e 2011, mediante 
a aplicação das normas de auditoria vigentes até 2009. 
(E) relatório de auditoria para o ano de 2009, aplicando as normas de 
auditoria vigentes para o período até 2009 e parecer de auditoria, para 
os anos de 2010 e 2011, mediante a aplicação das normas de auditoria 
vigentes a partir de 2010. 
 
Comentários: 
Questão que cobrou o entendimento de dois aspectos da 
aplicação das novas normas de auditoria: A partir de quando elas 
entraram em vigor e qual a nova denominação do produto entregue 
pelo auditor independente. Dessa forma, o candidato deveria saber que 
as normas atualmente vigentes devem ser aplicadas para exercícios 
iniciados em 01/01/2010, e que, por essas normas, o produto final do 
auditor independente chama-se Relatório. 
Dessa forma, o auditor contratado deveria aplicar a legislação 
vigente em 2009 ao auditar aquele período, e emitir um Parecer de 
Auditoria. A partir de 2010, deveria utilizar as novas normas e emitir 
um Relatório de Auditoria. Mas atenção! Mesmo em 2012 há questões 
utilizando a nomenclatura Parecer para se referir ao Relatório de 
Auditor Independente. 
Resposta: C 
 
8 - (FCC/TRT-24/2011) - Ao conduzir uma auditoria de 
demonstrações contábeis, são objetivos gerais do auditor obter 
segurança: 
A) razoável de que as demonstrações contábeis como um todo estão 
livres de distorção relevante, devido à fraude ou erro, possibilitando 
que o auditor expresse opinião sobre se as demonstrações contábeis 
foram elaboradas, em todos os aspectos relevantes, em conformidade 
com a estrutura de relatório financeiro aplicável. 
B) razoável de que as demonstrações contábeis como um todo estão 
livres de distorção irrelevante, devido a erros, possibilitando que o 
auditor expresse opinião sobre se as demonstrações contábeis foram 
elaboradas, em todos os aspectos relevantes, em conformidade com a 
estrutura de parecer financeiro. 
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C) total de que as demonstrações contábeis em parte estão livres de 
distorção relevante, devido à fraude ou erro, possibilitando que o 
auditor expresse opinião sobre se as demonstrações contábeis foram 
elaboradas, em todos os aspectos relevantes, em conformidade com a 
estrutura de relatório financeiro aplicável. 
D) total de que as demonstrações contábeis em parte estão livres de 
distorção irrelevante, devido à fraude, possibilitando que o auditor 
expresse opinião sobre se as demonstrações contábeis foram 
elaboradas, em todos os aspectos relevantes, em conformidade com a 
estrutura de relatório financeiro aplicável. 
E) razoável de que as demonstrações contábeis em parte estão livres 
de distorção irrelevante, devido à fraude ou erro, possibilitando que o 
auditor expresse opinião sobre se as demonstrações contábeis foram 
elaboradas, em todos os aspectos considerados, em conformidade com 
a estrutura de parecer financeiro consolidado do auditor independente. 
 
Comentários: 
De acordo a NBC TA 200, ao conduzir a auditoria de 
demonstrações contábeis, um dos objetivos gerais do auditor é: 
[...] obter segurança razoável de que as demonstrações 
contábeis como um todo estão livres de distorção 
relevante, independentemente se causadas por fraude 
ou erro, possibilitando assim que o auditor expresse sua 
opinião sobre se as demonstrações contábeis foram 
elaboradas, em todos os aspectos relevantes, em 
conformidade com a estrutura de relatório financeiro 
aplicável. 
Assim, a única alternativa que atende ao pedido é a de letra A. 
As alternativas C e D falam de segurança total, que não se aplica. As 
letras B e E falam de distorção irrelevante, quando o correto seria 
relevante. 
Resposta: A 
 
9 - (FCC / SEFAZ/SP - APOFP / 2010) - As normas brasileiras 
que estabelecem os preceitos de conduta para o exercício 
profissional, especificamente para aqueles que atuam como 
auditores independentes, são estruturadas como: 
a) NBC TI. 
b) NBC PI. 
c) NBC TA. 
d) NBC PA. 
e) NBC TP. 
 
Comentários: 
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 Temos certeza que não acharam que seria possível que o tema 
fosse cobrado dessa forma, acertamos? Infelizmente, como dizia um 
professor nosso: a vida de concurseiro não é fácil... 
 Segundo a Resolução CFC nº 1.328/2011, que dispõe sobre a 
Estrutura das Normas Brasileiras de Contabilidade, as NBC PA são as 
Normas Brasileiras de Contabilidade aplicadas, especificamente, aos 
contadores que atuam como auditores independentes. Essa mesma 
Resolução define, ainda: 
 NBC TI são as normas técnicas aplicáveis aos trabalhos de 
Auditoria Interna; 
 NBC PI são as normas profissionais aplicadas especificamente 
aos contadores que atuam como auditores internos; 
 NBC TA são as normas técnicas aplicadas à Auditoria 
convergentes com as Normas Internacionais de Auditoria 
Independente emitidas pela IFAC (Federação Internacional de 
Contadores); e 
 NBC TP são as normas técnicas aplicáveis aos trabalhos de 
Perícia. 
 As palavras-chave para identificar que a questão tratava da NBC 
PA eram: profissional e auditor independente. 
Resposta: D 
 
10 - (FCC/TRF-3/2016) - A NBC TA 200 dita que o auditor deve 
emitir opinião sobre se as demonstrações contábeis foram 
elaboradas, em todos os aspectos relevantes. Todavia, a forma 
que essa opinião será emitida depende 
(A) das evidências de auditoria encontradas. 
(B) da estrutura de relatório financeiro e de lei ou regulamento 
aplicáveis. 
(C) do organograma da entidade auditada. 
(D) da experiência do auditor. 
(E) do contrato de trabalho celebrado entre o auditor independente e 
a entidade auditada. 
 
Comentários: 
 Segundo o item A12 da NBC TA 200, a opinião expressa pelo 
auditor é se as demonstrações contábeis foram elaboradas, em todos 
os aspectos relevantes, em conformidade com a estrutura de relatório 
financeiro aplicável. A forma da opinião do auditor, porém, depende da 
estrutura de relatório financeiro aplicável e de lei ou regulamento, que 
sejam aplicáveis. 
Resposta: B 
 
11 - (FCC/TRT-MT/2016) - Nos termos da NBC TA 200, um dos 
objetivos gerais do auditor ao conduzir a auditoria de 
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30demonstrações contábeis é obter segurança razoável de que 
essas demonstrações 
(A) estão livres de distorções relevantes, como um todo. 
(B) estão corrigidas monetariamente. 
(C) atendem a estrutura orgânica da entidade. 
(D) passaram por processo de revisão. 
(E) foram examinadas por órgãos de controle externo. 
 
Comentários: 
 De acordo a NBC TA 200, ao conduzir a auditoria de 
demonstrações contábeis, um dos objetivos gerais do auditor é obter 
segurança razoável de que as demonstrações contábeis como um todo 
estão livres de distorção relevante, independentemente se causadas 
por fraude ou erro, possibilitando assim que o auditor expresse sua 
opinião sobre se as demonstrações contábeis foram elaboradas, em 
todos os aspectos relevantes, em conformidade com a estrutura de 
relatório financeiro aplicável. 
Resposta: A 
 
 
QUESTÕES CESPE 
 
1 - (CESPE/DPF/2013) - No Brasil, a convergência das normas 
brasileiras de auditoria aos padrões internacionais ocorre por 
meio da tradução e adequação das normas emanadas pela 
Federação Internacional de Contadores (IFAC), do CFC e do 
Instituto dos Auditores Independentes do Brasil (IBRACON). 
Julgue Certo ou Errado. 
 
Comentários: 
 Exatamente. As normas brasileiras são traduções das chamadas 
ISAs (International Standards on Auditing), normas internacionais de 
auditoria independente emitidas pelo IFAC. 
Resposta: C 
 
2 - (CESPE/TCE-PR /2016) - As normas brasileiras de auditoria 
definem e descrevem elementos, objetivos e outros aspectos 
dos trabalhos de asseguração. A respeito desse assunto, 
assinale a opção correta. 
(A) Ao conduzir os trabalhos de auditoria, o auditor deve procurar obter 
asseguração razoável de que as demonstrações contábeis estão livres 
de distorções relevantes e em conformidade com a estrutura do 
relatório financeiro, bem como deve apresentar o relatório de auditoria 
em conformidade com as suas constatações. 
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(B) As normas brasileiras de auditoria estabelecem dois tipos de 
trabalhos de asseguração: razoável e limitado. O objetivo do primeiro 
tipo é reduzir o risco de trabalho de asseguração a um nível aceitável 
e o do segundo tipo é reduzir o risco do trabalho de asseguração a um 
nível aceitavelmente baixo. 
(C) No planejamento da auditoria, devem-se considerar aspectos 
como: procedimentos analíticos a serem aplicados, como, por 
exemplo, os de avaliação de risco; entendimento global da estrutura 
jurídica e do ambiente regulatório da entidade e como ela cumpre com 
os requerimentos dessa estrutura; a determinação da materialidade, 
independentemente da relevância, bem como o envolvimento de 
especialistas e a aplicação de outros procedimentos de avaliação de 
risco. 
(D) A estrutura conceitual estabelece normas próprias e exigências 
relativas a procedimentos para a execução de trabalhos de 
asseguração. 
(E) A documentação de auditoria deve fornecer evidências do 
cumprimento dos objetivos específicos para os quais a auditoria foi 
contratada. Entre esses objetivos inclui-se evitar fraudes nas 
informações contábeis decorrentes da gestão. 
 
Comentários: 
 Questão praticamente literal. 
 Segundo a NBC TA 200, Ao conduzir a auditoria de 
demonstrações contábeis, os objetivos gerais do auditor são: 
(a) obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis 
como um todo estão livres de distorção relevante, 
independentemente se causadas por fraude ou erro, 
possibilitando assim que o auditor expresse sua opinião sobre se 
as demonstrações contábeis foram elaboradas, em todos os 
aspectos relevantes, em conformidade com a estrutura de 
relatório financeiro aplicável; e 
(b) apresentar relatório sobre as demonstrações contábeis e 
comunicar-se como exigido pelas NBC TAs, em conformidade 
com as constatações do auditor. 
Resposta: A 
 
 
QUESTÕES FGV 
 
1 - (FGV/ISS-Recife/2014) - O auditor, ao expressar opinião de 
que as demonstrações contábeis foram elaboradas, em todos 
os aspectos relevantes, em conformidade com uma estrutura 
de relatório financeiro aplicável, produz o seguinte efeito: 
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32 
 
(A) revela as distorções do planejamento da auditoria das 
demonstrações contábeis. 
(B) reduz os riscos de auditoria das demonstrações contábeis o que 
gera segurança para os usuários. 
(C) proporciona o aumento de evidências de auditoria das 
demonstrações contábeis. 
(D) aumenta o grau de confiança nas demonstrações contábeis por 
parte dos usuários. 
(E) assegura que os objetivos operacionais desejados pela 
administração foram alcançados. 
 
Comentários: 
 Segundo a NBC TA 200, o objetivo da auditoria é aumentar o 
grau de confiança nas demonstrações contábeis por parte dos usuários. 
Resposta: D 
 
(FGV/TJ-PI ANALISTA JUDICIÁRIO/2016) - A auditoria 
consiste no levantamento, exame e avaliação de 
procedimentos, operações, rotinas e demonstrações contábeis 
de uma entidade. A partir da compreensão conceitual, é correto 
dizer que o objeto do trabalho de auditoria se circunscreve: 
(A) a fatos não registrados documentalmente; 
(B) ao conjunto de elementos de controle do patrimônio administrado; 
(C) aos papéis de trabalho; 
(D) aos registros contábeis; 
(E) ao relatório com a opinião de auditor. 
 
Comentários: 
 Todo o trabalho de auditoria independente se circunscreve às 
demonstrações contábeis, ao contrário de outros tipos de auditoria. 
Dessa forma, a única alternativa que corretamente se relaciona ao 
objeto auditado pelo auditor independente é a letra B. 
Resposta: B 
 
 
QUESTÕES DIVERSAS 
 
1 - (CESGRANRIO/LIQUIGÁS-Auditor/2012) - São objetivos 
gerais do auditor, ao conduzir a auditoria das demonstrações 
contábeis, 
A) obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão 
livres de distorção relevante, causada por fraude ou erro, permitindo 
que o auditor expresse sua opinião sobre a elaboração dessas 
demonstrações consoante a estrutura de relatório financeiro aplicável. 
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B) rastrear fraudes e identificar se a aplicação dos recursos financeiros 
da empresa está de acordo com as normas impostas pelos órgãos de 
fiscalização e regulamentação. 
C) apresentar relatório sobre a administração e comunicar-se conforme 
exigido pelas Normas Brasileiras de Contabilidade. 
D) identificar se a empresa apresenta informações nas demonstrações 
contábeis de acordo com as normas impostas pelo Ministério Público. 
E) comprovar se os ativos e passivos sofreram variações conforme 
estipulado no planejamento estratégico da empresa. 
 
Comentários: 
 Questão praticamente literal, em que a opção correta é a letra A. 
 Não é um objetivo geral do auditor independente rastrear 
fraudes, nem apresentar relatório sobre a administração. Além disso, 
não é o Ministério Público que impõe normas acerca das demonstrações 
contábeis, mas sim leis, normas emitidas pelo CFC, CVM, etc. 
 Por fim, não é objetivo do auditor independente verificar 
variações no planejamento estratégico da empresa. 
Resposta: A 
 
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1 
 
 
 
Sumário 
Item Página 
Independência 02 
Resumão 08 
Questões 09 
Gabarito 13 
Questões Comentadas 13 
Esta aula contem:
20 páginas
Páginas de teoria
07
Páginas de questões 
comentadas
08
Questões FCC
02
Questões ESAF
05
Questões CESPE
-
Questões FGV
01
Questões VUNESP
-
Questões DIVERSAS
01
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2 
 
 
 
Independência 
 
A Resolução CFC nº 1.311/10 aprovou a NBC PA 290, que trata da 
Independência, estabelecendo condições e procedimentos para 
cumprimento dos requisitos de independência profissional nos 
trabalhos de auditoria. Em maio de 2014 o CFC alterou essa norma, 
sendo a atualmente vigente denominada NBC PA 290 (R1). 
 
Segundo a referida norma, os conceitos sobre a independência 
devem ser aplicados por auditores para: 
 
 
 
 
Quando o auditor avalia que salvaguardas apropriadas não estão 
disponíveis ou não podem ser aplicadas para eliminar as ameaças ou 
reduzi-las a um nível aceitável, o auditor deve eliminar a circunstância 
ou relacionamento que cria as ameaças, declinar ou descontinuar o 
trabalho de auditoria. O auditor deve usar julgamento profissional 
ao aplicar estes conceitos sobre a independência. 
Aplicar salvaguardas, quando necessário, para eliminar as ameaças 
ou reduzi-las a um nível aceitável
Avaliar a importância das ameaças identificadas
Identificar ameaças à independência
Observação importante: este curso é protegido por direitos autorais 
(copyright), nos termos da Lei 9.610/98, que altera, atualiza e 
consolida a legislação sobre direitos autorais e dá outras providências. 
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3 
 
 
Em suma, Independência é a capacidade que a entidade de 
auditoria tem de julgar e atuar com integridade e objetividade, 
permitindo a emissão de relatórios imparciais em relação à entidade 
auditada, aos acionistas, aos sócios, aos quotistas, aos cooperados e a 
todas as demais partes que possam estar relacionadas com o seu 
trabalho. 
 
Um aspecto interessante quanto à independência, que é tratado na 
norma, é que não basta ser independente, sendo necessário parecer 
ser independente, já que a independência compreende: 
 
a) independência de pensamento - Postura que permite a 
apresentação de conclusão que não sofra efeitos de influências 
que comprometam o julgamento profissional, permitindo que a 
pessoa atue com integridade, objetividade e ceticismo 
profissional. 
 
b) aparência de independência - evitar fatos e circunstâncias 
significativos a ponto de um terceiro bem informado, tendo 
conhecimento de todas as informações pertinentes, incluindo as 
salvaguardas aplicadas, concluir dentro do razoável que a 
integridade, a objetividade ou o ceticismo profissional da entidade 
de auditoria ou de membro da equipe de auditoria ficaram 
comprometidos. 
 
 
Se lembram da estória da mulher de César, que não bastava ser 
honesta, também deveria parecer honesta? 
Então, para o auditor não basta ser independente, é necessário 
parecer ser independente, já que a independência exige: 
a) independência de pensamento; e 
b) aparência de independência. 
 
Das diversas situações que podem caracterizar a perda de 
independência da entidade de auditoria em relação à entidade 
auditada, chamo atenção para duas, que são mais exploradas pelas 
bancas: 
 
 Vínculos empregatícios ou similares por administradores, 
executivos ou empregados da entidade auditada, mantidos 
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4 
 
anteriormente com a entidade de auditoria. Nesse ponto, a NBC PA 290 
(R1) estabelece que “a independência em relação ao cliente de 
auditoria é requerida durante o período de contratação e o período 
coberto pelas demonstrações contábeis. O período de contratação 
começa quando a equipe de auditoria começa a executar serviços de 
auditoria. O período de contratação termina quando o relatório de 
auditoria é emitido”. 
 
 Membros da entidade de auditoria que, anteriormente, eram 
administradores, executivos ou empregados da entidade auditada. 
Nesse ponto, a NBC PA 290 (R1) estabelece que: 
 
Durante o período coberto pelo relatório de auditoria, se um 
membro da equipe de auditoria desempenhou a função de 
conselheiro ou diretor do cliente de auditoria, ou foi 
empregado em cargo que exerce influência significativa sobre 
a elaboração dos registros contábeis do cliente ou das 
demonstrações contábeis sobre as quais a firma emitirá 
relatório de auditoria, a ameaça criada seria tão 
significativa que nenhuma salvaguarda poderia reduzir 
a ameaça a um nível aceitável. (grifei) 
 
A NBC PA 290 (R1) considera as seguintes categorias que podem gerar 
ameaça à independência: 
 
• É a ameaça de que interesse financeiro ou outro interesse
influenciará de forma não apropriada o julgamento ou o
comportamento do auditor.
Ameaça de 
interesse 
próprio
• É a ameaça de que o auditor não avaliará apropriadamente os
resultados de julgamento dado ou serviço prestado
anteriormente por ele nos quais o auditor confiará para formar
um julgamento como parte da prestação do serviço atual.
Ameaça de 
autorrevisão
• É a ameaça de que o auditor promoverá ou defenderá a posição
de seu cliente a ponto em que a sua objetividade fique
comprometida.
Ameaça de 
defesa de 
interesse do 
cliente
• É a ameaça de que, devido ao relacionamento longo ou
próximo com o cliente, o auditor tornar-se-á solidário aos
interesses dele ou aceitará seu trabalho sem muito
questionamento.
Ameaça de 
familiaridade
• É a ameaça de que o auditor será dissuadido de agir
objetivamente em decorrência de pressões reais ou aparentes,
incluindo tentativas de exercer influência indevida sobre o
auditor.
Ameaça de 
intimidação
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5 
 
 
São criadas ameaças à independência quando um familiar imediato 
de membro da equipe de auditoria é empregado em cargo que exerce 
influência significativa sobre a posição financeira, o desempenho e 
os fluxos de caixa do cliente. A importância das ameaças depende 
de fatores como: 
 Cargo do familiar imediato. 
 Cargo do profissional na equipe de auditoria. 
A importância da ameaça deve ser avaliada e salvaguardas aplicadas 
quando necessário para eliminar a ameaça ou reduzi-la a um nível 
aceitável. Exemplos dessas salvaguardas incluem: 
 Retirada da pessoa da equipe de auditoria. 
 Definição das responsabilidades da equipe de auditoria de 
modo que o profissional não trate de assuntos que sejam 
responsabilidade do familiar imediato. 
 
Quando sãoidentificadas ameaças, exceto aquelas, claramente, 
insignificantes, devem ser definidas e aplicadas salvaguardas 
adequadas para eliminar a ameaça ou reduzi-la a um nível 
aceitável. Essa decisão deve ser documentada. A natureza das 
salvaguardas a aplicar varia conforme as circunstâncias. 
 
Já o Código de Ética do Contabilista prescreve que, no desempenho 
de suas funções, é vedado ao Profissional da Contabilidade 
renunciar à liberdade profissional, devendo evitar quaisquer 
restrições ou imposições que possam prejudicar a eficácia e correção 
de seu trabalho. 
 
A NBC PA 01, que trata do Controle de Qualidade para Firmas (Pessoas 
Jurídicas e Físicas) de Auditores Independentes determina a 
necessidade de implementação e a manutenção de políticas e 
procedimentos de supervisão e controle interno de qualidade que 
forneçam segurança razoável do cumprimento das normas 
profissionais, regulatórias e legais, particularmente, nesse caso, 
quanto à necessária independência do auditor, exigindo uma 
declaração individual dos profissionais da entidade de auditoria da 
existência, ou não, das seguintes questões relacionadas a entidades 
auditadas: 
 
 Interesses financeiros; 
 Operações de créditos e garantias; 
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 Relacionamentos comerciais relevantes estreitos com a 
entidade auditada; 
 Relacionamentos familiares e pessoais; e 
 Membros da entidade de auditoria que já foram 
administradores, executivos ou empregados da entidade 
auditada. 
 
Assim, podemos concluir que a independência do auditor está 
intimamente ligada não apenas à ética profissional, mas também à 
qualidade das auditorias realizadas. 
 
Por fim, cabe ressaltar que a independência do auditor frente à 
entidade salvaguarda a capacidade do auditor de formar opinião de 
auditoria sem ser afetado por influências que poderiam comprometer 
essa opinião. A independência aprimora a capacidade do auditor 
de atuar com integridade, ser objetivo e manter postura de 
ceticismo profissional. 
 
Rotação dos Responsáveis Técnicos 
 
Segundo a NBC PA 290 (R1), de forma geral, objetivando impedir o 
risco de perda da objetividade (imparcialidade) e do ceticismo do 
auditor, é necessária a aplicação das seguintes ações, no caso de 
entidade de interesse do público1: 
 
(a) Rotação do sócio encarregado do trabalho e do 
revisor de controle de qualidade a intervalos menores 
ou iguais a cinco anos consecutivos; e 
(b) Intervalo mínimo de dois anos para o retorno desses 
responsáveis técnicos à equipe de auditoria. 
 
Durante esse período de dois anos, a pessoa não deve participar da 
auditoria da entidade, efetuar controle de qualidade para o trabalho, 
consultar a equipe de trabalho ou o cliente sobre assuntos técnicos ou 
específicos do setor, transações ou eventos ou de outra forma 
influenciar diretamente o resultado do trabalho. 
 
1 Para fins da NBC PA 290, entidades de interesse do público são: 
(a) todas as companhias de capital aberto. 
(b) qualquer entidade que (a) seja definida por regulamento ou legislação como entidade de interesse do 
público, ou (b) para a qual o regulamento ou a legislação requer auditoria e que seja conduzida de acordo 
com os mesmos requerimentos de independência que se aplicam à auditoria de companhias abertas, sendo 
no caso de Brasil as entidades de grande porte como definidas na Lei nº 11.638/07. 
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Rotação da Firma de Auditoria 
 
De acordo com o Art. 31 da Instrução CVM nº 308/99, que dispõe sobre 
o registro e o exercício da atividade de auditoria independente no 
âmbito do mercado de valores mobiliários, o Auditor Independente - 
Pessoa Física ou Jurídica -, não podem prestar serviços para um mesmo 
cliente por prazo superior a cinco anos consecutivos, contados a 
partir da data da Instrução, exigindo-se um intervalo mínimo de três 
anos para a sua recontratação. 
 
Mas ATENÇÃO! Segundo a Instrução CVM nº 509/2011, a nova 
redação desse artigo passou a ser: 
 
“O prazo estabelecido no art. 31 desta Instrução é de até 10 
(dez) anos consecutivos caso: 
I - a companhia auditada possua Comitê de Auditoria 
Estatutário - CAE em funcionamento permanente; e 
II - o auditor seja pessoa jurídica. 
§ 1º Para a utilização da prerrogativa prevista no caput, o CAE 
deverá estar instalado no exercício social anterior à contratação 
do auditor independente. 
§ 2º Adotada a prerrogativa prevista no caput, o auditor 
independente deve proceder à rotação do responsável 
técnico, diretor, gerente e de qualquer outro integrante da 
equipe de auditoria com função de gerência, em período não 
superior a 5 (cinco) anos consecutivos, com intervalo 
mínimo de 3 (três) anos para seu retorno." (Grifei) 
 
Portanto, não se deve confundir a rotação do responsável técnico com 
a rotação da empresa de auditoria. 
 
Resumindo, em regra (há exceções, conforme NBC PA 290 
(R1)), temos o seguinte: 
 
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RESUMÃO 
 
 Para o auditor não basta ter independência de pensamento. Também 
deve aparentar independência. 
 
 Independência é a capacidade que o auditor tem de julgar e atuar 
com integridade e objetividade. 
 
 Categorias que podem gerar ameaça à independência: interesse 
próprio; autorrevisão; defesa de interesse do cliente; familiaridade 
e intimidação. 
 
 Quando são identificadas ameaças significantes devem ser definidas 
e aplicadas salvaguardas adequadas para eliminar a ameaça ou 
reduzi-la a um nível aceitável. 
 
 Apesar de existirem exceções, a rotação do sócio encarregado do 
trabalho e do revisor do controle de qualidade não deve ser superior 
a 5 anos, podendo retornar à equipe de auditoria após 2 anos. 
 
 
 
 
 
 
 
Rotação do responsável técnico pela Auditoria
• Rotação em intervalos menores ou iguais a 5 anos consecutivos.
• Dois anos para retornar à empresa auditada.
Rotação da Firma de Auditoria
• Empresa auditada tem CAE e auditor é PJ, pode ficar até 10
anos consecutivos na mesma empresa auditada.
• De qualquer forma, na situação anterior, os responsáveis
técnicos não podem ficar mais que 5 anos, podendo retornar
depois de 3 anos.
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QUESTÕES ESAF 
 
1 - (ESAF / RFB / 2012) - A empresa Betume S.A. é uma 
empresa de interesse público que vem sendo auditada pela 
empresa Justos Auditores Independentes, pelo mesmo sócio-
principal há sete anos. Considerando a NBC PA 290, deve a 
firma de auditoria externa: 
a) ser substituída por outra, não podendo retornar a fazer a auditoria 
da empresa no prazo de dez anos. 
b) fazer a substituição desse sócio-principal, podendo o mesmo 
retornar a fazer trabalhos de auditoria nessa companhia somente após 
cinco anos. 
c) substituir toda a equipe de auditoria, podendo retornar aos trabalhos 
nessa companhia,decorridos no mínimo três anos. 
d) trocar o sócio-principal e demais sócios-chave do trabalho, podendo 
retornar a fazer auditoria após decorrido o prazo de dois anos. 
e) comunicar ao cliente a manutenção do sócio-principal, ficando a 
cargo do órgão regulador a determinação ou não da substituição. 
 
2 - (ESAF / CVM / 2010) - Assinale a opção que indica uma ação 
capaz de eliminar a perda de independência da entidade de 
auditoria por interesse financeiro direto. 
a) Fazer constar nos relatórios produzidos o tipo de interesse 
financeiro, a extensão desse interesse. 
b) Encerrar o trabalho de auditoria ou transferi-lo a outra entidade. 
c) Alienar o interesse financeiro direto antes de a pessoa física tornar-
se membro da equipe de auditoria. 
d) Alienar o interesse financeiro ou transferi-lo temporariamente até a 
conclusão dos trabalhos. 
e) Comunicar às entidades de supervisão e controle a existência desse 
interesse e aguardar pronunciamento. 
 
3 - (ESAF / CVM / 2010) - Visando manter a qualidade e a 
credibilidade do seu trabalho, ao identificar ameaças que 
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possam comprometer a sua independência, o auditor deve 
tomar a seguinte providência: 
a) comunicar a direção da entidade auditada, para que sejam tomadas 
as providências necessárias à sua eliminação. 
b) aplicar as salvaguardas adequadas, para eliminar as ameaças ou 
reduzi-las a um nível aceitável, documentando-as. 
c) propor aos responsáveis pela entidade de auditoria a supressão das 
ameaças mediante acordo entre as entidades. 
d) documentar as ameaças e comunicá-las aos órgãos de supervisão e 
controle do setor em que atua a entidade auditada. 
e) eliminar as ameaças mediante comunicação aos responsáveis pela 
governança da entidade auditada e fazer constar tais providências no 
seu parecer. 
 
4 - (ESAF / CGU-Correição / 2006) - Em uma Auditoria 
Independente, a perda de independência pode-se dar pela 
ocorrência dos seguintes fatos, exceto: 
a) operações de créditos e garantias com a entidade auditada. 
b) relacionamentos comerciais com a entidade auditada. 
c) relacionamentos familiares e pessoais com a entidade auditada. 
d) atuação como administrador ou diretor de entidade auditada. 
e) recebimento dos honorários devidos pelos serviços de auditoria 
prestados à entidade auditada. 
 
5 - (ESAF / SEFAZ-CE / 2006) - É fator determinante para a 
recusa de um trabalho de auditoria externa: 
a) o auditor ser importante acionista da empresa auditada. 
b) o auditor ter conhecimento suficiente sobre o negócio da empresa. 
c) a possibilidade de o profissional contratado poder realizar o trabalho 
com imparcialidade. 
d) a necessidade de uso de especialistas para avaliação de áreas 
específicas. 
e) a existência de fraude ou erro nas demonstrações auditadas. 
 
 
QUESTÕES FCC 
 
1 - (FCC / ISS-SP / 2012) – A independência do auditor externo 
da empresa Aquisição S.A. é comprometida pelas situações: 
I. A empresa Aquisição S.A. comprou a empresa Ágile S.A.. A firma de 
auditoria da adquirente é a mesma que realizou os trabalhos de due 
dilligence da empresa Aquisição S.A. e de consultoria tributária no ano 
da aquisição para a empresa Ágile. 
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II. O diretor financeiro da empresa Ágile S.A é primo em segundo grau 
do diretor presidente da empresa Aquisição S.A. 
III. A firma de auditoria indica escritórios de advocacia para a empresa 
Aquisição S.A. em suas contingências tributárias. 
Afeta a independência do auditor externo o que consta em: 
(A) III, apenas. 
(B) II, apenas. 
(C) I, II e III. 
(D) I, apenas. 
(E) II e III, apenas. 
 
2 - (FCC / TRF – 1ª Região / 2011) – Considere as assertivas a 
seguir: 
I. A auditoria é uma investigação oficial de suposto delito. Portanto, o 
auditor não recebe poderes legais específicos, tais como o poder de 
busca, que podem ser necessários para tal investigação. 
II. Desde que o auditor assine declaração de independência, não é mais 
necessário que decline de trabalhos nos quais existam, na 
administração da empresa auditada, parentes em nível de segundo 
grau. 
III. Em decorrência das limitações inerentes de uma auditoria, há um 
risco inevitável de que algumas distorções relevantes das 
demonstrações contábeis não sejam detectadas, embora a auditoria 
seja adequadamente planejada e executada em conformidade com as 
normas legais de auditoria. 
Está correto o que se afirma SOMENTE em: 
(A) II e III. 
(B) I e II. 
(C) I. 
(D) II. 
(E) III. 
 
 
QUESTÕES FGV 
 
1 - (FGV/TCM-SP/2015) - Uma determinada firma de auditoria 
iniciou os trabalhos em uma entidade, a partir de um contrato 
que prevê execução de auditoria por cinco anos. Um dos 
auditores, ao executar o trabalho de auditoria inicial nessa 
entidade, atestou argumentos apresentados pela empresa 
auditada de tal forma a indicar comprometimento da 
objetividade do seu trabalho. O posicionamento do auditor 
constitui ameaça à independência em decorrência de: 
(A) autorrevisão do trabalho; 
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(B) defesa de interesse do cliente; 
(C) familiaridade; 
(D) intimidação profissional; 
(E) interesse próprio. 
 
 
QUESTÕES DIVERSAS 
 
1 - (FUNDATEC / CAGE-RS / 2014) – De acordo com a NBC PA 
290 – Independência – Trabalhos de Auditoria e Revisão, as 
ameaças à independência do auditor se enquadram nas 
categorias a seguir, exceto: 
a) Interesse próprio – ocorre quando o interesse financeiro ou outro 
interesse influenciará de forma não apropriada o julgamento ou o 
comportamento do auditor. 
b) Autorrevisão – ameaça que o auditor não avaliará apropriadamente 
os resultados de julgamento dado ou serviço prestado 
anteriormente por ele ou por outra pessoa da firma dele, nos quais 
o auditor confiará para formar um julgamento como parte da 
prestação do serviço atual. 
c) Defesa de interesse do cliente é a ameaça de que o auditor 
promoverá ou defenderá a posição de seu cliente, a ponto em que 
a sua objetividade fique comprometida. 
d) Familiaridade é a ameaça de que, devido ao relacionamento longo 
ou próximo com o cliente, o auditor tornar-se-á solidário aos 
interesses dele ou aceitará seu trabalho sem muito questionamento. 
e) Integridade é a ameaça de que o auditor será dissuadido de agir 
com honestidade em decorrência de pressões reais ou aparentes, 
incluindo tentativas de exercer influência indevida sobre o auditor. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Gabarito - ESAF 
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 
D C B E A 
Gabarito - FCC 
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 
D E 
Gabarito - FGV 
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 
B 
Gabarito - DIVERSAS 
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 
E 
 
 
QUESTÕES COMENTADAS 
 
 
QUESTÕES ESAF 
 
1 - (ESAF / RFB / 2012) - A empresa Betume S.A. é uma 
empresa de interessepúblico que vem sendo auditada pela 
empresa Justos Auditores Independentes, pelo mesmo sócio-
principal há sete anos. Considerando a NBC PA 290, deve a 
firma de auditoria externa: 
a) ser substituída por outra, não podendo retornar a fazer a auditoria 
da empresa no prazo de dez anos. 
b) fazer a substituição desse sócio-principal, podendo o mesmo 
retornar a fazer trabalhos de auditoria nessa companhia somente após 
cinco anos. 
c) substituir toda a equipe de auditoria, podendo retornar aos trabalhos 
nessa companhia, decorridos no mínimo três anos. 
d) trocar o sócio-principal e demais sócios-chave do trabalho, podendo 
retornar a fazer auditoria após decorrido o prazo de dois anos. 
e) comunicar ao cliente a manutenção do sócio-principal, ficando a 
cargo do órgão regulador a determinação ou não da substituição. 
 
Comentários: 
Atenção! A questão deixa claro que a norma a ser utilizada é a 
NBC PA 290, ou seja, trata de rotação dos responsáveis técnicos e não 
da firma de auditoria. 
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Embora a NBC PA 290, que trata do tema, estabeleça em seu 
texto algumas situações em que o rodízio do sócio-principal pudesse 
ser exigido em prazo diferente, a regra é que essa alternância ocorra 
em cinco anos. Da mesma forma, em regra, o prazo para o retorno 
desse sócio e dos sócios-chave para o trabalho é de dois anos. 
Nesse contexto, como o caput da questão deixa claro que já se 
passaram até mais de cinco anos, a única alternativa é a expressa na 
opção D. 
Resposta: D 
 
2 - (ESAF / CVM / 2010) - Assinale a opção que indica uma ação 
capaz de eliminar a perda de independência da entidade de 
auditoria por interesse financeiro direto. 
a) Fazer constar nos relatórios produzidos o tipo de interesse 
financeiro, a extensão desse interesse. 
b) Encerrar o trabalho de auditoria ou transferi-lo a outra entidade. 
c) Alienar o interesse financeiro direto antes de a pessoa física tornar-
se membro da equipe de auditoria. 
d) Alienar o interesse financeiro ou transferi-lo temporariamente até a 
conclusão dos trabalhos. 
e) Comunicar às entidades de supervisão e controle a existência desse 
interesse e aguardar pronunciamento. 
 
Comentários: 
 Segundo a NBC PA 02, vigente à época e que tratava da 
independência do auditor, interesses financeiros são a propriedade de 
títulos ou qualquer outro tipo de investimento adquirido ou mantido 
pela entidade de auditoria, seus sócios, membros da equipe de 
auditoria ou membros imediatos da família destas pessoas, 
relativamente à entidade auditada, suas controladas ou integrantes de 
um mesmo grupo econômico. A mesma norma estabelece que as 
únicas ações disponíveis para eliminar a perda de independência são: 
 Alienar o interesse financeiro direto antes de a pessoa física 
tornar-se membro da equipe de auditoria; 
 Alienar o interesse financeiro indireto relevante em sua 
totalidade ou alienar uma quantidade suficiente dele para 
que o interesse remanescente deixe de ser relevante antes 
de a pessoa tornar-se membro da equipe de auditoria; ou 
 Afastar o membro da equipe de auditoria do trabalho da 
entidade auditada. 
 Dessa forma, a única alternativa que se enquadra nos itens 
previstos pela norma é a letra “c”. 
 A nova norma que trata do assunto – NBC PA 290 (R1) - 
estabelece que “a importância de qualquer ameaça deve ser avaliada 
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e salvaguardas devem ser aplicadas quando necessário para eliminar 
a ameaça ou reduzi-la a um nível aceitável. Exemplos dessas 
salvaguardas incluem a retirada do membro da equipe de auditoria que 
tem o interesse financeiro e a revisão, por outro auditor, do trabalho 
do membro da equipe de auditoria. ” 
Resposta: C 
 
3 - (ESAF / CVM / 2010) - Visando manter a qualidade e a 
credibilidade do seu trabalho, ao identificar ameaças que 
possam comprometer a sua independência, o auditor deve 
tomar a seguinte providência: 
a) comunicar a direção da entidade auditada, para que sejam tomadas 
as providências necessárias à sua eliminação. 
b) aplicar as salvaguardas adequadas, para eliminar as ameaças ou 
reduzi-las a um nível aceitável, documentando-as. 
c) propor aos responsáveis pela entidade de auditoria a supressão das 
ameaças mediante acordo entre as entidades. 
d) documentar as ameaças e comunicá-las aos órgãos de supervisão e 
controle do setor em que atua a entidade auditada. 
e) eliminar as ameaças mediante comunicação aos responsáveis pela 
governança da entidade auditada e fazer constar tais providências no 
seu parecer. 
 
Comentários: 
 Segundo a NBC PA 02, vigente à época, a independência do 
auditor pode ser afetada por ameaças de interesse próprio, 
autorrevisão, defesa de interesses da entidade auditada, familiaridade 
e intimidação. A mesma norma determina que “quando são 
identificadas ameaças, exceto aquelas, claramente, insignificantes, 
devem ser definidas e aplicadas salvaguardas adequadas para eliminar 
a ameaça ou reduzi-la a um nível aceitável. Essa decisão deve ser 
documentada”. Dessa forma, a letra “b” é a resposta correta. 
 As outras opções estão erradas porque o auditor não deve 
comunicar à entidade auditada nem a órgãos de supervisão e controle 
do setor em que esta atua acerca de uma ameaça de independência, 
já que quem deve aplicar as salvaguardas adequadas é o próprio 
auditor. Além disso, não há que se falar em acordo entre as entidades 
de auditoria e auditada para supressão das ameaças. 
 O mesmo entendimento vale para as novas normas de auditoria. 
Resposta: B 
 
4 - (ESAF / CGU-Correição / 2006) - Em uma Auditoria 
Independente, a perda de independência pode-se dar pela 
ocorrência dos seguintes fatos, exceto: 
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a) operações de créditos e garantias com a entidade auditada. 
b) relacionamentos comerciais com a entidade auditada. 
c) relacionamentos familiares e pessoais com a entidade auditada. 
d) atuação como administrador ou diretor de entidade auditada. 
e) recebimento dos honorários devidos pelos serviços de auditoria 
prestados à entidade auditada. 
 
Comentários: 
 Apesar de a questão ter sido elaborada antes da edição da NBC 
PA 290 (R1), que trata de independência, vamos resolvê-la a partir do 
que determina essa norma, para trazermos conhecimento atualizado 
sobre o assunto. 
 Segundo a norma vigente atualmente, as ameaças à 
independência se enquadram em uma ou mais categorias a seguir: 
a) ameaça de interesse próprio é a ameaça de que 
interesse financeiro ou outro interesse influenciará de forma 
não apropriada o julgamento ou o comportamento do auditor; 
b) ameaça de autorrevisão é a ameaça de que o auditor 
não avaliará apropriadamente os resultados de julgamento 
dado ou serviço prestado anteriormente por ele, ou por outra 
pessoa da firma dele, nos quais o auditor confiará para formar 
um julgamento como parte da prestação do serviço atual; 
c) ameaça de defesa de interesse do cliente é a ameaça 
de que o auditor promoverá ou defenderá a posição de seu 
cliente a ponto em que a sua objetividade fique 
comprometida; 
d) ameaça de familiaridade é a ameaça de que, devidoao 
relacionamento longo ou próximo com o cliente, o auditor 
tornar-se-á solidário aos interesses dele ou aceitará seu 
trabalho sem muito questionamento; 
e) ameaça de intimidação é a ameaça de que o auditor 
será dissuadido de agir objetivamente em decorrência de 
pressões reais ou aparentes, incluindo tentativas de exercer 
influência indevida sobre o auditor. 
Das situações verificadas na questão, podemos enquadrar as 
letras “a” e “b” como ameaças de interesse próprio, a alternativa “c” 
como ameaça de familiaridade e a letra “d” como ameaça de 
autorrevisão. 
Entretanto, mesmo que não soubéssemos nada do que foi falado 
até agora, a alternativa “e” nunca poderia ser considerada como uma 
situação em que há perda de independência, uma vez que, se a 
empresa de auditoria prestou os serviços pelos quais foi contratada, 
obviamente deverá receber os honorários acordados. 
Resposta: E 
 
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5 - (ESAF / SEFAZ-CE / 2006) - É fator determinante para a 
recusa de um trabalho de auditoria externa: 
a) o auditor ser importante acionista da empresa auditada. 
b) o auditor ter conhecimento suficiente sobre o negócio da empresa. 
c) a possibilidade de o profissional contratado poder realizar o trabalho 
com imparcialidade. 
d) a necessidade de uso de especialistas para avaliação de áreas 
específicas. 
e) a existência de fraude ou erro nas demonstrações auditadas. 
 
Comentários: 
Questão bastante simples, cuja leitura atenta nos indica 
claramente a alternativa correta – letra “a”. Conforme determina a NBC 
PA 290 (R1), que trata de independência do auditor, essa situação 
acarretaria em um interesse financeiro direto do auditor na entidade 
auditada, o que faz com que ele deva recusar o trabalho. 
As alternativas “b”, “c” e “d” descrevem situações favoráveis ao 
trabalho do auditor, e não importariam em recusa ao serviço. 
A existência de erros ou fraudes nas demonstrações contábeis, 
letra “e”, não seria motivo para a recusa pelo auditor, pois a detecção 
dessas distorções faz parte de seu trabalho. 
Resposta: A 
 
QUESTÕES FCC 
 
1 - (FCC / ISS-SP / 2012) – A independência do auditor externo 
da empresa Aquisição S.A. é comprometida pelas situações: 
I. A empresa Aquisição S.A. comprou a empresa Ágile S.A.. A firma de 
auditoria da adquirente é a mesma que realizou os trabalhos de due 
dilligence da empresa Aquisição S.A. e de consultoria tributária no ano 
da aquisição para a empresa Ágile. 
II. O diretor financeiro da empresa Ágile S.A é primo em segundo grau 
do diretor presidente da empresa Aquisição S.A. 
III. A firma de auditoria indica escritórios de advocacia para a empresa 
Aquisição S.A. em suas contingências tributárias. 
Afeta a independência do auditor externo o que consta em: 
(A) III, apenas. 
(B) II, apenas. 
(C) I, II e III. 
(D) I, apenas. 
(E) II e III, apenas. 
 
Comentários: 
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 Em relação ao item I, conforme determina a NBC PA 290 (R1), 
serviços complementares, fiscais (consultoria tributária) ou judiciais 
(due diligence), não necessariamente causariam perda de 
independência. Depende da forma como esses serviços afetariam as 
demonstrações contábeis e sua materialidade, dentre outros fatores. 
De qualquer forma, a questão não deu essas informações e considerou 
que, em regra, há perda de independência no cenário demonstrado. 
 No item II não há a figura do auditor. Repare que estamos 
falando das duas empresas (adquirente e adquirida). Portanto, não há 
que se falar em perda de independência do auditor. 
 Por fim, apenas uma indicação, conforme item III, nao afeta a 
Independência. 
Resposta: D 
 
2 - (FCC / TRF – 1ª Região / 2011) – Considere as assertivas a 
seguir: 
I. A auditoria é uma investigação oficial de suposto delito. Portanto, o 
auditor não recebe poderes legais específicos, tais como o poder de 
busca, que podem ser necessários para tal investigação. 
II. Desde que o auditor assine declaração de independência, não é mais 
necessário que decline de trabalhos nos quais existam, na 
administração da empresa auditada, parentes em nível de segundo 
grau. 
III. Em decorrência das limitações inerentes de uma auditoria, há um 
risco inevitável de que algumas distorções relevantes das 
demonstrações contábeis não sejam detectadas, embora a auditoria 
seja adequadamente planejada e executada em conformidade com as 
normas legais de auditoria. 
Está correto o que se afirma SOMENTE em: 
(A) II e III. 
(B) I e II. 
(C) I. 
(D) II. 
(E) III. 
 
Comentários: 
Para o item I ficar correto, basta inserir a palavra não após “A 
auditoria”. Sabemos que a Auditoria não é uma investigação de 
suposto delito, e por isso mesmo o auditor não tem poder de busca. 
Embora a nova legislação (NBC PA 290) não fale mais em grau 
de parentesco para questões de independência, as provas ainda 
continuam cobrando esse conhecimento. A NBC P 1 (revogada) 
determinava que estava impedido de aceitar o trabalho o auditor que 
tivesse vínculo conjugal ou de parentesco consanguíneo em linha reta, 
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sem limites de grau, em linha colateral até o 3º grau e por afinidade 
até o 2º grau, com administradores, acionistas, sócios ou com 
empregados que tenham ingerência na sua administração ou nos 
negócios ou sejam responsáveis por sua contabilidade. Portanto, o item 
II está incorreto. 
Atualmente, o auditor tem que verificar a posição do familiar 
imediato ou próximo na empresa auditada (se é conselheiro, diretor, 
etc.), assim como relacionamento próximo com essas pessoas, 
independentemente de parentesco e também o papel do próprio 
auditor naquela firma de auditoria (sócio encarregado do trabalho, 
etc.). 
O item III está correto, já que não há como reduzir o risco de 
auditoria à zero. 
Resposta: E 
 
 
QUESTÕES FGV 
 
1 - (FGV/TCM-SP/2015) - Uma determinada firma de auditoria 
iniciou os trabalhos em uma entidade, a partir de um contrato 
que prevê execução de auditoria por cinco anos. Um dos 
auditores, ao executar o trabalho de auditoria inicial nessa 
entidade, atestou argumentos apresentados pela empresa 
auditada de tal forma a indicar comprometimento da 
objetividade do seu trabalho. O posicionamento do auditor 
constitui ameaça à independência em decorrência de: 
(A) autorrevisão do trabalho; 
(B) defesa de interesse do cliente; 
(C) familiaridade; 
(D) intimidação profissional; 
(E) interesse próprio. 
 
Comentários: 
Segundo a NBC PA 290 (R1), ameaça de defesa de interesse do 
cliente é a ameaça de que o auditor promoverá ou defenderá a posição 
de seu cliente a ponto em que a sua objetividade fique 
comprometida. 
Resposta: B 
 
 
QUESTÕES DIVERSAS 
 
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1 - (FUNDATEC / CAGE-RS / 2014) – De acordo com a NBC PA 
290 – Independência – Trabalhos de Auditoria e Revisão, as 
ameaças à independênciado auditor se enquadram nas 
categorias a seguir, exceto: 
a) Interesse próprio – ocorre quando o interesse financeiro ou outro 
interesse influenciará de forma não apropriada o julgamento ou o 
comportamento do auditor. 
b) Autorrevisão – ameaça que o auditor não avaliará apropriadamente 
os resultados de julgamento dado ou serviço prestado 
anteriormente por ele ou por outra pessoa da firma dele, nos quais 
o auditor confiará para formar um julgamento como parte da 
prestação do serviço atual. 
c) Defesa de interesse do cliente é a ameaça de que o auditor 
promoverá ou defenderá a posição de seu cliente, a ponto em que 
a sua objetividade fique comprometida. 
d) Familiaridade é a ameaça de que, devido ao relacionamento longo 
ou próximo com o cliente, o auditor tornar-se-á solidário aos 
interesses dele ou aceitará seu trabalho sem muito questionamento. 
e) Integridade é a ameaça de que o auditor será dissuadido de agir 
com honestidade em decorrência de pressões reais ou aparentes, 
incluindo tentativas de exercer influência indevida sobre o auditor. 
 
Comentários: 
A letra E trocou ameaça de INTIMIDAÇÃO por INTEGRIDADE, 
tornando-a incorreta. O resto está literal da NBC PA 290 (R1), que trata 
de independência. 
Resposta: E 
 
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Sumário 
Item Página 
Responsabilidade do Auditor e da Administração 02 
Resumão 05 
Questões 06 
Gabarito 08 
Questões Comentadas 08 
 
Esta aula contem:
13 páginas
Páginas de teoria
03
Páginas de questões 
comentadas
06
Questões FCC
-
Questões ESAF
02
Questões CESPE
03
Questões FGV
01
Questões VUNESP
-
Questões DIVERSAS
03
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1. Responsabilidades do Auditor e da Administração 
 
 
 
A responsabilidade pelos controles internos, pela elaboração das 
demonstrações contábeis, bem como pela prevenção e detecção de 
fraudes e erros é da Administração. Não é do Auditor. 
 
A responsabilidade do trabalho do auditor para com a sociedade em 
geral (auditor externo) e com dirigentes da empresa (auditor interno e 
externo) é indiscutível, e, no desempenho de suas funções, pode ser 
responsabilizado por danos eventualmente causados a terceiros. 
 
Podemos dividir a responsabilidade do auditor da seguinte forma: 
 
1.1 Responsabilidade Profissional 
 
No Brasil não existe a profissão do Auditor com tal denominação e 
regulamentação, mas apenas a de Contador. Ao Contador, bacharel 
em Ciências Contábeis com registro no CRC, é que se atribui o 
direito de realizar as tarefas de auditoria. 
 
A profissão de auditor é considerada como técnica ou aplicação 
conhecimento contábil. Assim, não existe definição clara em nossa 
legislação de suas responsabilidades legais. Encontramos em nossa 
legislação civil, penal, comercial e profissional, apenas referências 
esparsas sobre o assunto. 
 
Perante a lei ele é responsável pelo seu parecer sobre as 
demonstrações, sendo aplicadas as sanções disciplinares pelo CFC, 
Observação importante: este curso é protegido por direitos autorais 
(copyright), nos termos da Lei 9.610/98, que altera, atualiza e 
consolida a legislação sobre direitos autorais e dá outras providências. 
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enquanto as sanções civis são próprias do Estado, podendo mesmo 
haver cumulação de sanções. 
 
Assim, podemos concluir que a melhor proteção para o auditor é a 
execução cuidadosa de seu trabalho, juntamente com a aplicação das 
normas profissionais geralmente aceitas, pois se o parecer foi 
elaborado de acordo com as normas contábeis, não poderá ser 
responsabilizado. 
 
A lei não atinge diretamente o profissional auditor, mas indiretamente. 
Portanto, na execução do trabalho do auditor, a responsabilidade, a 
ética e o elevado padrão técnico são atributos implícitos. A Infração a 
qualquer um desses princípios o sujeita a denúncia ao órgão 
fiscalizador da profissão, o CRC, para aplicação da penalidade cabível 
(de advertência até suspensão do exercício profissional). 
 
As outras responsabilidades (civil, comercial e penal) estão previstas 
nos códigos próprios da legislação brasileira e são de caráter geral. O 
exercício da função auditoria necessita de uma fiscalização profissional 
rigorosa, considerada a sua importância para o mercado de capitais. 
 
Para finalizar este ponto é importante ressaltar que, segundo as 
normas vigentes, as atividades de auditoria independente são 
privativas de contadores. Dessa forma, cuidado, pois não é 
permitido aos técnicos em contabilidade o exercício de auditoria. 
 
1.2 Responsabilidade Civil 
 
A responsabilidade civil do contador na função de auditor independente 
existe pelo fato de que esse profissional é um cidadão inserido no 
Estado de Direito com profissão regulamentada, sujeito a Direitos e 
Deveres. 
 
Deve-se atentar que, se referindo a responsabilidade civil, o auditor e 
qualquer profissional de contabilidade estão condicionados a obrigação 
de meios e não de resultados, ou seja, se o profissional trabalhar de 
acordo com as normas técnicas e éticas contábeis não responderá 
civilmente pelos atos que praticou, uma vez que inexiste prejuízo a 
apurar, dada a inexistência da responsabilidade pelos resultados, caso 
contrário por culpa estrita e literal em que se comprove imprudência e 
negligência por dolo ou não, fica o profissional responsável por sua 
obra. 
 
Salientamos que somente por erro inescusável, que é aquele 
ocorrido por ignorância patente e profunda, é que poderá levar-se o 
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contabilista e auditor às barras dos tribunais para responsabilizá-lo por 
eventuais danos aos clientes ou terceiros. 
 
1.3 Responsabilidade com clientes 
 
O trabalho de auditoria deve ser baseado em um entendimento entre 
o auditor e seu cliente. 
 
Na realização de seu trabalho, o auditor deve agir de acordo com os 
termos de seu contrato, uma vez que, caso deixe de aplicar o devido 
cuidado ou deixe de guardar sigilo das informações a que teve acesso, 
pode tomar-se legalmente responsável perante o cliente. 
 
A Responsabilidade Profissional está regulada no Decreto-lei nº. 
9.295/46, que trata da formação dos conselhos de contabilidade, e por 
extensão pode ser fiscalizada por eles. 
 
O auditor precisa, efetivamente, reunir maior dose de conhecimentos 
técnicos e gerais da mais variada natureza como: Contabilidade, 
Auditoria, Administração Geral, Finanças, Direito, Economia, 
Matemática, Psicologia, Engenharia, Estatística, Tecnologia da 
Informação, Relações Humanas, dente outros. 
 
Esta soma de capacidades é realmente exigida e transforma, portanto, 
a função do auditor em prática altamente especializada, requerendograndes esforços. Diante disso, a tarefa de auditoria pode ser prestada 
por: 
 
- Profissional Liberal, individualmente; 
- Sociedade de Profissionais Liberais; 
- Associações de Classes de Contadores; 
- Dois ou mais profissionais liberais consorciados. 
 
A modalidade mais difundida e frequente é a prestação de serviços de 
auditoria por sociedades de profissionais constituídas para tal fim. 
 
A prática de Auditoria Contábil, seja ela interna (exceto para 
áreas operacionais onde não estejam em análise as contas 
contábeis), seja externa, é de exercício exclusivo do Contador. 
 
 
 
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O sócio encarregado do trabalho (auditor) é o sócio ou outra 
pessoa na firma, responsável pelo trabalho e sua execução e pelo 
relatório de auditoria ou outros relatórios emitidos em nome da 
firma, e quem, quando necessário, tem a autoridade apropriada de 
um órgão profissional, legal ou regulador. Assume a responsabilidade 
exclusiva pela condução e resultado dos trabalhos. 
 
Entretanto, são a Administração e os Responsáveis pela 
Governança da empresa auditada os responsáveis pela: i) 
elaboração das demonstrações contábeis; ii) implementação dos 
controles internos na empresa; iii) prevenção e detecção primária de 
fraudes e erros. 
 
 
RESUMÃO 
 
 Independentemente da utilização de equipe de auditores, a 
responsabilidade sobre a opinião emitida no relatório de auditoria é 
do sócio encarregado do trabalho (auditor que assina o relatório). 
 
 A Administração e os Responsáveis pela Governança da empresa 
auditada são os responsáveis pela: i) elaboração das demonstrações 
contábeis; ii) implementação dos controles internos na empresa; iii) 
prevenção e detecção primária de fraudes e erros. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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QUESTÕES ESAF 
 
1 - (ESAF / RECEITA FEDERAL / 2009) - A responsabilidade 
primária na prevenção e detecção de fraudes e erros é: 
a) da administração. 
b) da auditoria interna. 
c) do conselho de administração. 
d) da auditoria externa. 
e) do comitê de auditoria. 
 
2 - (ESAF/Pref. Natal/AFTM/2008) - Na execução dos trabalhos 
de auditoria externa, normalmente são utilizadas equipes 
técnicas para o desempenho do trabalho. Pode-se afirmar que 
a responsabilidade técnica do trabalho é: 
A) de toda a equipe técnica, desde que supervisionada pelo auditor. 
B) dos gerentes do projeto e do sócio-auditor, por possuírem formação 
pertinente. 
C) da firma de auditoria, que assume os riscos mediante contrato. 
D) do auditor, que assumirá total responsabilidade pelos trabalhos 
executados. 
E) de todos os sócios da firma de auditoria, por responderem 
solidariamente e ilimitadamente. 
 
 
QUESTÕES CESPE 
 
1 - (CESPE/CGE-PI/2015) - Uma auditoria independente é feita 
com base na premissa de que a administração da entidade 
auditada é responsável pela elaboração das demonstrações 
contábeis segundo a estrutura de relatório financeiro aplicável. 
Julgue Certo ou Errado. 
 
2 - (CESPE/FUB-DF/2013) - A função precípua da auditoria é a 
detecção de fraudes com base nos registros contábeis e na 
documentação existente na entidade. A obtenção de 
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informações de terceiros e o caráter preventivo das ações 
realizadas pela auditoria são o efeito residual e aleatório de sua 
atuação. Julgue Certo ou Errado. 
 
3 - (CESPE/INMETRO/2009) - A responsabilidade primária na 
prevenção e identificação de fraudes e erros é do auditor 
contratado pela entidade, que deve comunicá-los 
imediatamente à administração. Julgue Certo ou Errado. 
 
 
QUESTÕES FGV 
 
1 - (FGV/TJ-PI ANALISTA JUDICIÁRIO/2016) - O objetivo da 
auditoria ao examinar as demonstrações financeiras é 
expressar uma opinião sobre suas propriedades e assegurar 
que elas representem adequadamente a posição patrimonial e 
financeira. 
Nesse contexto, a responsabilidade pela elaboração das 
demonstrações financeiras é da: 
(A) administração da entidade; 
(B) auditoria independente; 
(C) auditoria interna; 
(D) contabilidade; 
(E) gerência financeira. 
 
 
QUESTÕES DIVERSAS 
 
1 - (FEPESE/ISS-FLORIANÓPOLIS/2014) - Analise as 
afirmativas abaixo a respeito da responsabilidade da 
administração da entidade em relação às demonstrações 
contábeis que estão sendo auditadas. 
1. A administração reconhece que a elaboração das demonstrações 
contábeis de forma adequada é de sua responsabilidade. 
2. A administração entende que não se exime da sua responsabilidade 
quando as demonstrações contábeis são auditadas de acordo com as 
normas de auditoria aprovadas pelo Conselho Federal de Contabilidade 
(CFC). 
3. A administração da entidade deve dar amplo e irrestrito acesso aos 
auditores que estão auditando as demonstrações contábeis, exceto os 
relativos à auditoria corrente. 
4. A administração é responsável pelo sistema de controle interno, que 
é base para o processo de auditoria. 
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas. 
A) São corretas apenas as afirmativas 1 e 2. 
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B) São corretas apenas as afirmativas 2 e 4. 
C) São corretas apenas as afirmativas 1, 2 e 4. 
D) São corretas apenas as afirmativas 1, 3 e 4. 
E) São corretas apenas as afirmativas 2, 3 e 4. 
 
2 - (FUNDATEC/SEFAZ-RS/2014) – A elaboração e a adequada 
apresentação das demonstrações contábeis, de acordo com as 
práticas contábeis adotadas no Brasil, e com os controles 
internos que foram determinados como necessários para 
permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de 
distorção relevante, independentemente se causada por fraude 
ou erro, é responsabilidade: 
A) Dos auditores independentes. 
B) Dos órgãos reguladores. 
C) Do conselho fiscal. 
D) Da assembleia dos acionistas. 
E) Da administração da Companhia. 
 
3 - (CESGRANRIO/BNDES/2013) - Uma companhia, na 
elaboração das suas demonstrações contábeis financeiras 
relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 
2010, face às dúvidas existentes de classificação e apuração de 
algumas receitas, teve a participação da auditoria externa na 
apuração de tais valores, na classificação das contas e na 
elaboração de parte das demonstrações contábeis. 
Nesse contexto, a responsabilidade pela elaboração de tais 
demonstrações contábeis é do (a): 
(A) Auditor Externo 
(B) Auditor Externo e do Contador 
(C) Administrador e do Auditor Externo 
(D) Empresa e do Auditor Externo 
(E) Empresa 
 
 
Gabarito - ESAF 
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 
A D 
Gabarito - Cespe 
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 
C E E 
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Gabarito - FGV 
1 
A 
Gabarito- Diversas 
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 
C E E 
 
QUESTÕES COMENTADAS 
 
QUESTÕES ESAF 
 
1 - (ESAF / RECEITA FEDERAL / 2009) - A responsabilidade 
primária na prevenção e detecção de fraudes e erros é: 
a) da administração. 
b) da auditoria interna. 
c) do conselho de administração. 
d) da auditoria externa. 
e) do comitê de auditoria. 
 
Comentários: 
 Segundo a NBC T 11, norma vigente quando da aplicação dessa 
prova, a responsabilidade primária na prevenção e identificação de 
fraudes e erros é da administração da entidade, através da 
implementação e manutenção de adequado sistema contábil e de 
controle interno. Entretanto, o auditor deve planejar seu trabalho de 
forma a detectar fraudes e erros que impliquem efeitos relevantes nas 
demonstrações contábeis. 
 Embora essa norma tenha sido revogada, o item 4 da NBC TA 
240 (vigente) estabelece que “a principal responsabilidade pela 
prevenção e detecção da fraude é dos responsáveis pela governança 
da entidade e da sua administração”. 
 Por fim, conforme verificamos na NBC TI 01, a Auditoria Interna 
“deve assessorar a administração da entidade no trabalho de 
prevenção de fraudes e erros, obrigando-se a informá-la, sempre 
por escrito, de maneira reservada, sobre quaisquer indícios ou 
confirmações de irregularidades detectadas no decorrer de seu 
trabalho.” (Grifei) 
Resposta: A 
 
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2 - (ESAF/Pref. Natal/AFTM/2008) - Na execução dos trabalhos 
de auditoria externa, normalmente são utilizadas equipes 
técnicas para o desempenho do trabalho. Pode-se afirmar que 
a responsabilidade técnica do trabalho é: 
A) de toda a equipe técnica, desde que supervisionada pelo auditor. 
B) dos gerentes do projeto e do sócio-auditor, por possuírem formação 
pertinente. 
C) da firma de auditoria, que assume os riscos mediante contrato. 
D) do auditor, que assumirá total responsabilidade pelos trabalhos 
executados. 
E) de todos os sócios da firma de auditoria, por responderem 
solidariamente e ilimitadamente. 
 
Comentários: 
 De acordo com a NBC TA 220, sócio encarregado do trabalho 
(auditor) é o sócio ou outra pessoa na firma, responsável pelo 
trabalho, sua execução e pelo relatório de auditoria ou outros 
relatórios emitidos em nome da firma, e quem, quando necessário, tem 
a autoridade apropriada de um órgão profissional, legal ou regulador. 
 Assume a responsabilidade exclusiva pela condução e resultado 
dos trabalhos. 
Resposta: D 
 
QUESTÕES CESPE 
 
1 - (CESPE/CGE-PI/2015) - Uma auditoria independente é feita 
com base na premissa de que a administração da entidade 
auditada é responsável pela elaboração das demonstrações 
contábeis segundo a estrutura de relatório financeiro aplicável. 
Julgue Certo ou Errado. 
 
Comentários: 
 Não podemos errar esse tipo de questão. Realmente a 
responsabilidade pela elaboração das demonstrações é da própria 
empresa, e o auditor irá verificar se ela realizou isso de acordo com a 
estrutura de relatório financeiro aplicável. 
Resposta: C 
 
2 - (CESPE/FUB-DF/2013) - A função precípua da auditoria é a 
detecção de fraudes com base nos registros contábeis e na 
documentação existente na entidade. A obtenção de 
informações de terceiros e o caráter preventivo das ações 
realizadas pela auditoria são o efeito residual e aleatório de sua 
atuação. Julgue Certo ou Errado. 
 
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Comentários: 
 A responsabilidade primária pela detecção de fraudes não é do 
auditor, mas sim da administração e dos responsáveis pela 
governança. 
Resposta: E 
 
3 - (CESPE/INMETRO/2009) - A responsabilidade primária na 
prevenção e identificação de fraudes e erros é do auditor 
contratado pela entidade, que deve comunicá-los 
imediatamente à administração. Julgue Certo ou Errado. 
 
Comentários: 
O responsável primário pela identificação e prevenção de fraudes 
e erros é a própria administração. 
Cabe lembrar também que a Auditoria Interna deve assessorar a 
administração da entidade no trabalho de prevenção de fraudes e 
erros, obrigando-se a informá-la, sempre por escrito, de maneira 
reservada, sobre quaisquer indícios ou confirmações de irregularidades 
detectadas no decorrer de seu trabalho. 
Resposta: E 
 
 
QUESTÕES FGV 
 
1 - (FGV/TJ-PI ANALISTA JUDICIÁRIO/2016) - O objetivo da 
auditoria ao examinar as demonstrações financeiras é 
expressar uma opinião sobre suas propriedades e assegurar 
que elas representem adequadamente a posição patrimonial e 
financeira. 
Nesse contexto, a responsabilidade pela elaboração das 
demonstrações financeiras é da: 
(A) administração da entidade; 
(B) auditoria independente; 
(C) auditoria interna; 
(D) contabilidade; 
(E) gerência financeira. 
 
Comentários: 
 Essa não dá para errar. 
 Quem elabora as demonstrações contábeis é a própria empresa, 
ou seja, a administração da entidade. 
Resposta: A 
 
QUESTÕES DIVERSAS 
 
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1 - (FEPESE/ISS-FLORIANÓPOLIS/2014) - Analise as 
afirmativas abaixo a respeito da responsabilidade da 
administração da entidade em relação às demonstrações 
contábeis que estão sendo auditadas. 
1. A administração reconhece que a elaboração das demonstrações 
contábeis de forma adequada é de sua responsabilidade. 
2. A administração entende que não se exime da sua responsabilidade 
quando as demonstrações contábeis são auditadas de acordo com as 
normas de auditoria aprovadas pelo Conselho Federal de Contabilidade 
(CFC). 
3. A administração da entidade deve dar amplo e irrestrito acesso aos 
auditores que estão auditando as demonstrações contábeis, exceto os 
relativos à auditoria corrente. 
4. A administração é responsável pelo sistema de controle interno, que 
é base para o processo de auditoria. 
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas. 
A) São corretas apenas as afirmativas 1 e 2. 
B) São corretas apenas as afirmativas 2 e 4. 
C) São corretas apenas as afirmativas 1, 2 e 4. 
D) São corretas apenas as afirmativas 1, 3 e 4. 
E) São corretas apenas as afirmativas 2, 3 e 4. 
 
Comentários: 
A afirmativa III está errada, pois a administração da entidade 
deve dar amplo e irrestrito acesso aos auditores que estão auditando 
as demonstrações contábeis, inclusive os relativos à auditoria 
corrente. 
Resposta: C 
 
2 - (FUNDATEC/SEFAZ-RS/2014) – A elaboração e a adequada 
apresentação das demonstrações contábeis, de acordo com as 
práticas contábeis adotadas no Brasil, e com os controles 
internos que foram determinados como necessários para 
permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de 
distorção relevante, independentemente se causada por fraude 
ou erro, é responsabilidade: 
A) Dos auditores independentes. 
B) Dos órgãos reguladores. 
C) Do conselho fiscal. 
D) Da assembleia dos acionistas. 
E) Da administração da Companhia. 
 
Comentários: 
 Questão bastante batida, mas que sempre aparece nas provas. 
A NBC TA 200, dentre outras normas, estabelece que a 
responsabilidade pela elaboração e apresentação adequada das 
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demonstrações contábeis é da administração e, quando apropriado, 
dos responsáveis pela governança. 
Resposta: E 
 
3 - (CESGRANRIO/BNDES/2013) - Uma companhia, na 
elaboração das suas demonstrações contábeis financeiras 
relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 
2010, face às dúvidas existentes de classificação e apuração de 
algumas receitas, teve a participação da auditoria externa na 
apuração de tais valores, na classificação das contas e na 
elaboração de parte das demonstrações contábeis. 
Nesse contexto, a responsabilidade pela elaboração de tais 
demonstrações contábeis é do (a): 
(A) Auditor Externo 
(B) Auditor Externo e do Contador 
(C) Administrador e do Auditor Externo 
(D) Empresa e do Auditor Externo 
(E) Empresa 
 
Comentários: 
Questão que não dá para errar. A responsabilidade pela 
elaboração das demonstrações contábeis é só da Empresa. Questões 
trazem como sinônimo, também, Administração. NUNCA essa 
responsabilidade será dividida com o auditor externo. 
Resposta: E 
 
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1 
 
 
 
Sumário 
Item Página 
Auditoria Interna 02 
Resumão 13 
Questões 15 
Gabarito 44 
Questões Comentadas 45 
 
Esta aula contem:
99 páginas
Páginas de teoria
14
Páginas de questões 
comentadas
55
Questões FCC
38
Questões ESAF
05
Questões CESPE
25
Questões FGV
14
Questões VUNESP
06
Questões DIVERSAS
09
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2 
 
 
 
 
1. Auditoria Interna 
 
 
1.1 Conceitos 
 
Podemos definir Auditoria Interna como uma atividade de avaliação 
independente dentro da empresa, para verificar as operações e 
emitir uma opinião sobre elas, sendo considerada como um serviço 
prestado à administração. 
 
De acordo com Crepaldi (2012), é executada por profissional ligado à 
empresa, ou por uma seção própria para esse fim, sempre em linha de 
dependência da direção empresarial. 
 
Vamos ver um exemplo de organograma simplificado de uma empresa. 
Observem que a Auditoria Interna está ligada ao Conselho de 
Administração, não estando subordinada a nenhuma Diretoria 
específica e conforme determina as boas práticas nesse caso. 
 
Organograma Simplificado 
 
 
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termos da Lei 9.610/98, que altera, atualiza e consolida a legislação sobre direitos 
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3 
 
 
Em relação ao organograma, e antes de continuarmos a falar da 
Auditoria Interna, cabe lembrar que Assembleia Geral, Conselho Fiscal 
e Conselho de Administração são os principais Responsáveis pela 
Governança1 da empresa. 
 
Essa ligação com a Alta Administração da empresa é que dá a 
necessária autonomia aos trabalhos da Auditoria Interna, pois não é 
dependente de qualquer setor da entidade. 
 
Nesse ponto, o aluno poderia ter alguma dúvida quanto ao fato de 
afirmarmos ser uma opinião independente. Como uma opinião 
independente seria emitida por alguém que está em linha de 
dependência da direção? 
 
Bom, vamos entender o seguinte: se a Auditoria Interna presta um 
serviço à própria administração, com que objetivo o auditor iria 
“alterar” um resultado, modificar uma opinião para encobrir um fato? 
Nenhum, ou vocês imaginam que o administrador pediria para ser 
enganado pela Auditoria Interna? 
 
O fato é que a Auditoria Interna tem como objetivo auxiliar a 
administração da entidade no cumprimento de seus objetivos. 
A Auditoria Interna não tem por objetivo principal a identificação de 
fraudes e erros, tampouco a punição de gestores que cometam as 
impropriedades ou irregularidades. 
 
Ou seja, se a Auditoria Interna não puder emitir uma opinião 
independente, autônoma, não cumprirá seu papel na estrutura 
organizacional. E essa ideia é muito importante para a prova de vocês. 
 
 
Se a banca fizer uma comparação entre a independência da auditoria 
interna e da auditoria externa, é claro que nós vamos dizer que a 
auditoria externa é mais independente que a interna. 
 
Vamos tratar agora de uma norma muito importante quando o assunto 
é a Auditoria Interna: a NBC TI 01 – Da Auditoria Interna – 
 
1 Responsáveis pela governança são as pessoas ou organizações com responsabilidade pela supervisão geral 
da direção estratégica da entidade e das obrigações relacionadas à responsabilidade da entidade. Isso inclui 
a supervisão geral do processo de relatórios contábeis. (NBC TA 260) 
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aprovada pela Resolução nº 986/03, do Conselho Federal de 
Contabilidade, e alterada pela Resolução CFC n.º 1.329/11. 
 
Com relação ao conceito de Auditoria Interna, a norma estabelece: 
 
A Auditoria Interna compreende os exames, análises, 
avaliações, levantamentos e comprovações, 
metodologicamente estruturados para a avaliação da 
integridade, adequação, eficácia, eficiência e economicidade dos 
processos, dos sistemas de informações e de controles 
internos integrados ao ambiente, e de gerenciamento de 
riscos, com vistas a assistir à administração da entidade 
no cumprimento de seus objetivos. (Grifei). 
 
Como se vê, o CFC deixa claro que a Auditoria Interna deve avaliar 
processos, sistemas e controle, a fim de auxiliar a 
administração no cumprimento dos objetivos da entidade. E 
essa definição é muito importante! 
 
Quanto à Auditoria Externa, é realizada por auditores que não 
fazem parte da estrutura da empresa. É executada por profissional 
independente, sem ligação com os quadros da empresa, tendo sua 
atuação regulada por contrato de serviços. Seu objetivo é dar 
credibilidade às demonstrações contábeis, examinadas dentro 
dos parâmetros de normas de auditoria e princípios contábeis. 
Podemos concluir também que tem como clientes o público externo 
à empresa, usuário final dessa informação. 
 
Para ficar bastante claro, vamos nos colocar na situação do interessado 
nessa informação produzida pela Auditoria. Os investidores se 
contentariam em receber dados gerenciais da própria empresa, ainda 
que da Auditoria Interna, sabendo que seus integrantes fazem parte 
da folha de pagamentos da auditada? Lembrem-se do que disse... se 
for para comparar, sempre devemos dizer que a Auditoria Interna é 
menos independente que a Auditoria Externa. 
 
Assim, a Auditoria Externa cumpre esse objetivo de emitir 
opinião sobre as demonstrações contábeis, a fim de permitir a 
diversos interessados uma tomada de decisão mais racionalsobre os 
investimentos feitos na organização. 
 
Pelas normas antigas as demonstrações contábeis deveriam ser 
elaboradas conforme os Princípios Fundamentais de Contabilidade e as 
Normas Brasileiras de Contabilidade e, no que for pertinente, a 
legislação específica. Pelas novas normas (NBC TA 200), conforme uma 
estrutura de relatório financeiro aplicável. 
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Para esclarecer, de acordo com a NBC TA 200, estrutura de relatório 
financeiro aplicável é aquela que é aceitável em vista da natureza 
da entidade e do objetivo das demonstrações contábeis ou que seja 
exigida por lei ou regulamento. 
 
Explicando melhor... É a “regra do jogo” a ser aplicada para aquela 
empresa que está elaborando as demonstrações. 
 
1.2 Semelhanças e diferenças entre a Auditoria Interna e 
Externa 
 
A principal semelhança entre a Auditoria Interna e a Externa está 
relacionada aos métodos de trabalho, que, via de regra, são 
bastante parecidos, tanto quanto às características desejáveis à 
pessoa do auditor quanto aos aspectos de planejamento, execução 
e emissão de relatórios. 
 
Quanto às diferenças, vamos observar o quadro abaixo, retirado da 
obra de Crepaldi (2012), sendo que muitas já foram comentadas nesta 
aula. 
 
Diferenças entre Auditoria Interna e Externa 
 
Elementos Auditoria 
Interna 
Auditoria Externa 
Sujeito 
Funcionário da 
empresa 
Profissional independente 
Ação e objetivo 
Exame dos controles 
operacionais 
Exame das 
demonstrações 
financeiras 
Finalidade 
Promover melhorias 
nos controles 
operacionais 
Opinar sobre as 
demonstrações 
financeiras 
Relatório principal 
Contém 
Recomendações 
Relatório 
Grau de independência Menos amplo Mais amplo 
Interessados no 
trabalho 
Empresa 
Empresa e público em 
geral 
Responsabilidade Trabalhista 
Profissional, civil e 
criminal 
Continuidade do 
trabalho 
Contínuo Periódico (pontual) 
Fonte: Auditoria Contábil – teoria e prática – Crepaldi (2012) - Adaptado 
 
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Entendendo esse quadro vocês acertarão boa parte das questões 
relacionadas ao tema. 
 
Cabe explicar, em relação ao elemento Relatório Principal, que o 
auditor interno emite recomendações à empresa auditada (da qual, 
como vimos, faz parte). Já o auditor externo dá um parecer (no sentido 
de um juízo técnico). O documento por meio do qual o auditor interno 
emite suas recomendações, bem como o auditor independente exprime 
sua opinião é chamado, atualmente, de Relatório. 
 
Além disso, deve-se ressaltar que tanto o auditor interno quanto o 
externo avaliam os controles internos da empresa. Entretanto, o 
auditor externo apenas avalia aqueles controles relacionados com as 
demonstrações contábeis, e não para fins de emitir uma opinião sobre 
esses controles, mas para melhor auxiliá-lo na definição dos testes a 
serem aplicados por ele. 
 
1.3 Funções da Auditoria Interna 
 
Como vimos, o papel da Auditoria Interna é auxiliar a administração 
da entidade no cumprimento de seus objetivos. Para tanto, tem 
exercido a importante função de identificar oportunidades e estratégias 
para minimizar os riscos inerentes à atividade da organização a qual 
faz parte. 
 
É elemento chave na avaliação e na sugestão de melhorias nos 
processos, sendo eficiente suporte na gestão empresarial. 
 
Outro ponto de destaque na NBC TI 01 é que a norma afirma que “A 
Auditoria Interna é exercida nas pessoas jurídicas de direito 
público, interno ou externo, e de direito privado”. Dessa forma, 
deixa claro que não se limita a discutir conceitos exclusivos do setor 
privado, incluindo as pessoas jurídicas de direito público (Ex.: auditoria 
interna do Banco Central). 
 
Sobre a finalidade da Auditoria Interna, a NBC TI 01 a coloca da 
seguinte forma: “agregar valor ao resultado da organização, 
apresentando subsídios para o aperfeiçoamento dos processos, da 
gestão e dos controles internos, por meio da recomendação de 
soluções para as não conformidades apontadas nos relatórios”. 
 
Papel da Auditoria Interna: 
 
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Outro ponto que merece destaque quanto às funções da Auditoria 
Interna é o relacionado à prevenção de fraudes e erros. 
 
De acordo com a norma, é atribuição da Auditoria Interna 
assessorar a administração da entidade nesse sentido, informando-
a, sempre por escrito e de maneira reservada, quaisquer indícios de 
irregularidades detectadas no decorrer do trabalho. 
 
A diferença entre fraude e erro é bastante simples: enquanto a 
fraude resulta de um ato intencional, o erro é consequência de um 
ato não intencional (o famoso “foi sem querer”). 
 
O que mais nos interessa nesse assunto é saber que a prevenção de 
fraudes e erros não é atribuição principal, finalidade precípua, 
objetivo maior, e outras afirmações desse tipo, da Auditoria Interna. 
Se a questão “falar” que é, podemos considerar ERRADO sem medo, 
pois a responsabilidade primária por essa detecção é a própria 
administração da entidade. De qualquer forma, para assessorar a 
administração, a prevenção de fraudes ou erros acabará fazendo parte 
dos objetivos da auditoria interna, não sendo, entretanto, o 
principal, precípuo, maior, etc. 
 
Devemos ressaltar a cooperação que deve existir entre o auditor 
interno e o independente. O auditor interno, quando previamente 
estabelecido com a administração da entidade em que atua, e no 
âmbito de planejamento conjunto do trabalho a realizar, deve 
apresentar os seus papéis de trabalho ao auditor independente e 
entregar-lhe cópias, quando este entender necessário. 
 
1.4 Planejamento da Auditoria Interna 
 
O planejamento do trabalho da Auditoria Interna compreende os 
exames preliminares das áreas, atividades, produtos e processos, para 
definir a amplitude e a época do trabalho a ser realizado, de acordo 
com as diretrizes estabelecidas pela administração da 
entidade. 
AGREGAR VALOR APERFEIÇOAMENTO
PROCESSOS
GESTÃO
CONTROLES 
INTERNOS
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Já na definição temos a principal diferença entre o planejamento do 
auditor interno e do externo. O auditor interno, por ser um funcionário 
da empresa, deve seguir as diretrizes estabelecidas pela 
administração, sempre tentando resguardar sua autonomia 
profissional. 
 
A NBC TI 01, norma que trata de auditoria interna, não divide as 
etapas do planejamento do auditor interno como a NBC TA 300 divide 
para o auditor independente. Dessa forma, embora exista diversas 
semelhanças, o documento Estratégia Global se refere apenas à 
auditoria externa. 
 
O planejamento deve considerar os fatores relevantes na execução dos 
trabalhos, especialmente os seguintes: 
 
a) O conhecimento detalhado da política e dos instrumentos de 
gestão de riscos da entidade. 
 
b) O conhecimento detalhado das atividades operacionais edos 
sistemas contábil e de controles internos e seu grau de 
confiabilidade da entidade. 
 
c) A natureza, a oportunidade e a extensão dos procedimentos 
de auditoria interna a serem aplicados, alinhados com a 
política de gestão de riscos da entidade. 
 
d) A existência de entidades associadas, filiais e partes 
relacionadas que estejam no âmbito dos trabalhos da Auditoria 
Interna. 
 
e) O uso do trabalho de especialistas. 
 
f) Os riscos de auditoria, quer pelo volume ou pela 
complexidade das transações e operações. 
 
g) O conhecimento do resultado e das providências tomadas em 
relação a trabalhos anteriores, semelhantes ou relacionados. 
 
h) As orientações e as expectativas externadas pela 
administração aos auditores internos. 
 
i) O conhecimento da missão e objetivos estratégicos da 
entidade. 
 
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O planejamento deve ser documentado e os programas de trabalho 
formalmente preparados, detalhando-se o que for necessário à 
compreensão dos procedimentos que serão aplicados, em termos de 
natureza, oportunidade, extensão, equipe técnica e uso de 
especialistas. 
 
Segundo a NBC TI 01 os programas de trabalho devem ser 
estruturados de forma a servir como guia e meio de controle de 
execução do trabalho, devendo ser revisados e atualizados sempre que 
as circunstâncias o exigirem. A partir dessa definição podemos dizer 
que o termo Programa de Trabalho engloba, inclusive, os Programas 
de Auditoria que vimos em item anterior. 
Por fim, devemos ressaltar que a análise dos riscos da Auditoria Interna 
deve ser feita na fase de planejamento dos trabalhos. Esses riscos 
estão relacionados à possibilidade de não se atingir, de forma 
satisfatória, o objetivo dos trabalhos. Nesse sentido, devem ser 
considerados, principalmente, os seguintes aspectos: 
 
a) A verificação e a comunicação de eventuais limitações ao 
alcance dos procedimentos da Auditoria Interna, a serem 
aplicados, considerando o volume ou a complexidade das 
transações e das operações. 
 
b) A extensão da responsabilidade do auditor interno no uso 
dos trabalhos de especialistas. 
Pelas normas de auditoria interna temos a previsão de apenas um 
documento de planejamento, chamado de Programa de Trabalho, 
enquanto na auditoria externa temos a Estratégia Global e o Plano de 
Auditoria. 
1.5 Procedimentos (Testes) de Auditoria Interna 
 
Tendo em vista limitações diversas, o trabalho de auditoria é 
desenvolvido, em regra, por meio da realização de testes de 
auditoria, já que não é possível verificar a totalidade dos objetos 
possíveis. 
 
Por meio dos testes, o auditor é capaz de obter as evidências 
indispensáveis à formação de sua opinião. A aplicação dos 
procedimentos, como sabemos, precisa estar atrelada ao objetivo que 
se quer atingir. Devem, na medida do possível, ser detalhados em 
tarefas descritas de forma clara, de modo a não gerar dúvidas ao 
executor e esclarecendo os aspectos a serem abordados, bem como 
expressando as técnicas a serem utilizadas. 
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Os testes (procedimentos) da Auditoria Interna constituem exames e 
investigações, incluindo testes de observância e testes 
substantivos, que permitem ao auditor interno obter subsídios 
suficientes para fundamentar suas conclusões e recomendações à 
administração da entidade. 
 
Os testes de observância visam à obtenção de razoável segurança 
de que os controles internos estabelecidos pela administração estão 
em efetivo funcionamento, inclusive quanto ao seu cumprimento pelos 
funcionários e administradores da entidade. 
 
 
Sempre que a questão falar que o objetivo do auditor é avaliar o 
controle interno, necessariamente o teste que ele está aplicando é o 
de observância. 
 
Na sua aplicação, devem ser considerados os seguintes 
procedimentos: 
 
a) Inspeção – verificação de registros, documentos e ativos 
tangíveis. 
Exemplo: inspeção de registros em busca de evidência de 
autorização de uma transação. 
 
b) Observação – acompanhamento de processo ou 
procedimento quando de sua execução. 
Exemplo: observação pelo auditor da contagem do estoque 
pelos empregados da entidade ou da execução de atividades de 
controle. 
 
c) Investigação e confirmação – obtenção de informações 
perante pessoas físicas ou jurídicas conhecedoras das transações 
e das operações, dentro ou fora da entidade. 
Exemplo: solicitação, a um Banco no qual a empresa tem conta 
corrente, de confirmação acerca de saldo em determinada data. 
 
Os testes substantivos visam à obtenção de evidência quanto à 
suficiência, exatidão e validade dos dados produzidos pelos sistemas 
de informação da entidade. 
 
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Por fim, as informações que fundamentam os resultados da Auditoria 
Interna são denominadas de “evidências”, que devem ser suficientes, 
fidedignas, relevantes e úteis, de modo a fornecer base sólida para 
as conclusões e recomendações à administração da entidade. 
 
1.6 Evidências na norma de Auditoria Interna (NBC TI 01) 
 
Cabe mencionar, ainda, a parte da norma de Auditoria Interna que 
trata de evidências de auditoria, uma vez que a definição dos atributos 
difere um pouco do que vimos na NBC TA 500. 
 
Segundo a NBC TI 01 o processo de obtenção e avaliação das 
informações compreende a obtenção de informações sobre os assuntos 
relacionados aos objetivos e ao alcance da Auditoria Interna, devendo 
ser observado que: 
 
a) A informação suficiente é aquela que é factual e 
convincente, de tal forma que uma pessoa prudente e informada 
possa entendê-la da mesma forma que o auditor interno. 
 
b) A informação adequada é aquela que, sendo confiável, 
propicia a melhor evidência alcançável, por meio do uso 
apropriado das técnicas de Auditoria Interna. 
 
c) A informação relevante é a que dá suporte às conclusões 
e às recomendações da Auditoria Interna. 
 
d) A informação útil é a que auxilia a entidade a atingir suas 
metas. 
 
1.7 Papéis de trabalho na norma de auditoria interna 
 
Segundo a NBC TI 01, os papéis de trabalho constituem documentos e 
registros dos fatos, informações e provas, obtido no curso da auditoria, 
a fim de evidenciar os exames realizados e dar suporte à sua opinião, 
críticas, sugestões e recomendações. 
 
O auditor interno deve documentar seu trabalho por meio de papéis de 
trabalho, elaborados em meio físico ou eletrônico, que devem ser 
organizados e arquivados de forma sistemática e racional. Eles devem 
ter abrangência e grau de detalhe suficientes para propiciarem a 
compreensão do planejamento, da natureza, da oportunidade e da 
extensão dos procedimentos de Auditoria Interna aplicados, bem como 
do julgamento exercido e do suporte das conclusões alcançadas. 
 
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1.8 Relatório de Auditoria Interna 
 
Em relação à forma de opinião do auditor interno, orelatório da 
Auditoria Interna deve ser apresentado a quem tenha solicitado o 
trabalho ou a quem este autorizar, devendo ser preservada a 
confidencialidade do seu conteúdo. 
 
O relatório é o documento pelo qual a Auditoria Interna apresenta o 
resultado dos seus trabalhos, devendo ser redigido com objetividade 
e imparcialidade, de forma a expressar, claramente, suas 
conclusões, recomendações e providências a serem tomadas pela 
administração da entidade. Deve abordar, no mínimo, os seguintes 
aspectos: 
 
a) o objetivo e a extensão dos trabalhos; 
b) a metodologia adotada; 
c) os principais procedimentos de auditoria aplicados e sua 
extensão; 
d) eventuais limitações ao alcance dos procedimentos de 
auditoria; 
e) a descrição dos fatos constatados e as evidências 
encontradas; 
f) os riscos associados aos fatos constatados; e 
g) as conclusões e as recomendações resultantes dos fatos 
constatados. 
 
Além disso, a Auditoria Interna deve avaliar a necessidade de emissão 
de relatório parcial, na hipótese de constatar impropriedades / 
irregularidades / ilegalidades que necessitem providências imediatas 
da administração da entidade, e que não possam aguardar o final dos 
exames. Nesse aspecto cabe lembrar que o auditor independente não 
emite relatório parcial. 
 
Para finalizar, vamos tratar de um tema polêmico. 
 
Vimos que o auditor independente deve ser bacharel em ciências 
contábeis com registro no Conselho Regional de Contabilidade - CRC. 
Mas e o auditor interno? 
 
Segundo a Resolução CFC nº 560/83, ainda vigente, auditoria interna 
também é uma atribuição privativa de contadores. 
 
Entretanto, a norma que trata de auditoria interna (NBC TI 01) passou 
por uma alteração em sua redação, deixando claro que deve ser 
utilizada apenas para auditoria interna contábil. Isso porque, como já 
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devem imaginar, o auditor interno pode executar diversos outros 
tipos de auditoria, como: operacional, de TI, ambiental, etc. 
 
Dessa forma, vamos entender o seguinte: 
 
 
A princípio, apenas quando o 
auditor interno estiver realizando 
auditoria contábil será exigida 
a formação em ciências contábeis 
e consequente registro no CRC, 
ok? 
 
 
RESUMÃO 
 
 O objetivo da Auditoria Independente é aumentar o grau de 
confiança nas demonstrações contábeis por parte dos usuários. Isso 
é alcançado mediante a expressão de uma opinião pelo auditor sobre 
se as demonstrações contábeis foram elaboradas, em todos os 
aspectos relevantes, em conformidade com uma estrutura de 
relatório financeiro aplicável. 
 
 A auditoria interna deve estar ligada à alta administração (de 
preferência ao Conselho de Administração, quando existir) para que 
tenha a autonomia necessária na realização dos seus trabalhos. 
 
 A Auditoria Interna tem como objetivo auxiliar a administração da 
entidade no cumprimento de seus objetivos. 
 
 A Auditoria Interna não tem por objetivo principal a identificação de 
fraudes e erros, tampouco a punição de gestores que cometam as 
impropriedades ou irregularidades. 
 
 A principal semelhança entre a Auditoria Interna e a Externa está 
relacionada aos métodos de trabalho, que, via de regra, são bastante 
parecidos. 
 
 O documento principal do auditor interno é chamado de Relatório de 
Auditoria Interna. Deve ser imparcial e objetivo e contém 
recomendações à empresa auditada. 
 
 O relatório da Auditoria Interna deve ser apresentado a quem tenha 
solicitado o trabalho ou a quem este autorizar, devendo ser 
preservada a confidencialidade do seu conteúdo. 
 
 A auditoria interna pode emitir relatório parcial, caso constate 
impropriedade / irregularidade / ilegalidade que necessite de 
providência imediata. 
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14 
 
 
 A Auditoria Interna é exercida nas pessoas jurídicas de direito 
público, interno ou externo, e de direito privado. 
 
 A finalidade da Auditoria Interna é agregar valor ao resultado da 
organização, apresentando subsídios para o aperfeiçoamento dos 
processos, da gestão e dos controles internos, por meio da 
recomendação de soluções para as não conformidades apontadas 
nos relatórios. 
 
 É atribuição da Auditoria Interna assessorar a administração da 
entidade nesse sentido, informando-a, sempre por escrito e de 
maneira reservada, quaisquer indícios de irregularidades detectadas 
no decorrer do trabalho. 
 
 A prevenção de fraudes e erros não é atribuição principal, finalidade 
precípua, objetivo maior, e outras afirmações desse tipo, da 
Auditoria Interna. É da administração da empresa. 
 
 O planejamento de auditoria interna deve seguir as diretrizes 
estabelecidas pela administração da entidade. 
 
 O documento de planejamento do auditor interno é chamado de 
Programa de Trabalho e deve conter a natureza, oportunidade, 
extensão, equipe técnica e necessidade do uso de especialistas. 
 
 Os programas de trabalho devem ser estruturados de forma a servir 
como guia e meio de controle de execução do trabalho, devendo ser 
revisados e atualizados sempre que as circunstâncias o exigirem. 
 
 A análise de riscos da auditoria interna é feita na fase de 
planejamento, quando devem ser consideradas eventuais limitaçoes 
da auditoria a ser realizada e também a extensão da 
responsabilidade do auditor interno no uso de especialistas. 
 
 Os testes de observância visam à obtenção de razoável segurança 
de que os controles internos estabelecidos pela administração estão 
em efetivo funcionamento, inclusive quanto ao seu cumprimento 
pelos funcionários e administradores da entidade. 
 
 Os testes substantivos visam à obtenção de evidência quanto à 
suficiência, exatidão e validade dos dados produzidos pelos sistemas 
de informação da entidade. 
 
 Para a norma de auditoria interna, os papéis de trabalho constituem 
documentos e registros dos fatos, informações e provas, obtido no 
curso da auditoria, a fim de evidenciar os exames realizados e dar 
suporte à sua opinião, críticas, sugestões e recomendações. 
 
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 A princípio, apenas quando o auditor interno estiver realizando 
auditoria contábil será exigida a formação em ciências contábeis e 
consequente registro no CRC. 
 
 As normas de auditoria interna preveem, para os testes de 
observância, apenas as seguintes técnicas: 
 
Inspeção – verificação de registros, documentos e ativos tangíveis. 
 
Observação – acompanhamento de processo ou procedimento 
quando de sua execução. 
 
Investigação e confirmação – obtenção de informações perante 
pessoas físicas ou jurídicas conhecedoras das transações e das 
operações, dentro ou fora da entidade. 
 
 
 
QUESTÕES ESAF 
 
1 - (ESAF / ISS-RJ / 2010) - A respeito dos objetivos da 
auditoria interna e da auditoria independente, é correto afirmar 
que: 
A) o objetivo da auditoria interna é apoiar a administração da entidade 
no cumprimento dos seus objetivos, enquanto o da auditoria 
independente é a emissão de parecer sobre as demonstrações 
contábeis. 
B) a auditoriainterna se preocupa em avaliar os métodos e as técnicas 
utilizadas pela contabilidade, enquanto a auditoria externa cuida de 
revisar os lançamentos e demonstrações contábeis. 
C) a atuação de ambas não difere na essência uma vez que os objetivos 
da avaliação é sempre a contabilidade. 
D) a auditoria interna cuida em verificar os aspectos financeiros da 
entidade, enquanto a auditoria externa se preocupa com os pareceres 
a respeito das demonstrações contábeis. 
E) o objetivo da auditoria interna é produzir relatórios demonstrando 
as falhas e deficiências dos processos administrativos e os da auditoria 
externa é emitir parecer sobre a execução contábil e financeira da 
entidade. 
 
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2 - (ESAF / SUSEP / 2010) - O auditor interno, ao realizar seus 
testes, efetuou o acompanhamento dos inventários físicos, 
confrontou as notas fiscais do período com os registros e 
realizou a circularização dos advogados internos e externos. 
Esses procedimentos correspondem respectivamente a: 
A) investigação, inspeção e observação. 
B) inspeção, observação e investigação. 
C) confirmação, investigação e observação. 
D) circularização, observação e inspeção. 
E) observação, Inspeção e investigação. 
 
3 - (ESAF / PMRJ / 2010) - Para a obtenção de informações 
junto a pessoas ou entidades conhecedoras da transação, 
dentro ou fora da entidade, o procedimento de auditoria a ser 
aplicado é: 
A) inspeção. 
B) observação. 
C) revisão analítica. 
D) confirmação. 
E) solicitação de informações. 
 
4 - (ESAF / RECEITA FEDERAL / 2009) - Com relação aos 
relatórios de auditoria interna, pode-se afirmar que: 
A) podem considerar posições de interesse da administração e dos 
gestores, sendo conduzidos aos interesses desses. 
B) devem estar disponíveis a qualquer administrador da empresa, sem 
restrição. 
C) podem relatar parcialmente os riscos associados aos possíveis 
pontos a serem levantados pela auditoria externa. 
D) somente devem ser emitidos antes do final dos trabalhos, quando 
houver irregularidades que requeiram ações imediatas. 
E) não devem ser emitidos antes do final dos trabalhos, por não 
possuírem informações completas. 
 
5 - (ESAF / ANA / 2009) - Entre as Normas Brasileiras de 
Contabilidade, a NBC-T-12 trata da atividade e dos 
procedimentos da Auditoria Interna. Nesse contexto, é correto 
afirmar: 
A) o relatório do auditor interno deve ser redigido com objetividade e 
imparcialidade. 
B) o termo ‘erro’ aplica-se a atos voluntários de omissão e manipulação 
de transações e operações, adulteração de documentos, registros, 
relatórios e demonstrações contábeis. 
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C) para dar suporte aos resultados de seu trabalho, o auditor interno 
deve se valer, unicamente, da análise e interpretação das informações 
contábeis. 
D) o termo ‘fraude’ aplica-se a atos involuntários de omissão, 
desatenção, desconhecimento ou má interpretação de fatos na 
elaboração de registros e demonstrações contábeis. 
E) o uso de técnicas de amostragem estatística é vedado na auditoria 
interna. 
 
 
QUESTÕES FCC 
 
1 - (FCC/CGM-São Luís/2015) - Durante os trabalhos de 
auditoria, um Auditor de Controle Interno necessitou fazer 
testes de observância para garantir a razoável segurança de 
que os controles internos estabelecidos pela administração 
estão em efetivo funcionamento. Os testes foram realizados 
para os seguintes casos: 
I. Verificação de registros. 
II. Acompanhamento de procedimentos quando da sua execução. 
III. Verificação de ativos tangíveis. 
Os testes realizados para esses casos são denominados, 
respectivamente, 
A) inspeção, observação e investigação. 
B) inspeção, observação e inspeção. 
C) observação, observação e investigação. 
D) investigação, inspeção e investigação. 
E) observação, inspeção e inspeção. 
 
2 - (FCC/CGM-São Luís/2015) - Um Auditor de Controle Interno 
foi incumbido de realizar o exame das contratações realizadas 
num determinado período. Para tanto, recebeu a orientação de 
que registrasse as informações coletadas com abrangência e 
grau de detalhes suficientes para proporcionar a compreensão 
do planejamento, da natureza, da oportunidade e da extensão 
dos procedimentos aplicados de Auditoria Interna. Para o 
atendimento a essa orientação, as informações coletadas 
devem ser registradas em documentos denominados: 
A) planilhas de controle. 
B) demonstrativos de achados de auditoria. 
C) papéis de trabalho. 
D) bloco de anotações de auditoria. 
E) registros de evidências. 
 
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3 - (FCC/CGM-São Luís/2015) - Ainda no planejamento de uma 
Auditoria, um Auditor de Controle Interno se deparou com a 
possibilidade de não atingir, de forma satisfatória, os objetivos 
dos trabalhos, podendo emitir uma opinião inadequada, tendo 
por base a verificação de eventuais limitações ao alcance dos 
procedimentos de Auditoria Interna, a serem aplicados, 
considerando o volume ou a complexidade das transações e das 
operações. Esse aspecto, nos termos da NBC TI 01, é 
conceituado como: 
A) falha de auditoria. 
B) falha do auditor. 
C) eventos alheios à vontade do auditor. 
D) riscos de auditoria. 
E) falha de amostragem. 
 
4 - (FCC/CGM-São Luís/2015) - Considere os fatores abaixo. 
I. Conhecimento detalhado da política e dos instrumentos de 
gestão de riscos da entidade. 
II. Existência de entidades associadas, filiais e partes 
relacionadas que estejam no âmbito dos trabalhos de Auditoria 
Interna. 
III. O conhecimento do resultado e das providências tomadas 
em relação a trabalhos anteriores, semelhantes e relacionados. 
Esses fatores são relevantes na execução dos trabalhos de 
auditoria, especificamente para a fase de: 
A) planejamento. 
B) comunicação de resultados. 
C) testes de auditoria. 
D) especificação de resultados. 
E) detalhamento de achados de auditoria. 
 
5 - (FCC/CNMP/2015) - O Auditor Interno da empresa CDA 
Distribuidora de Uvas do Brasil S/A pretende realizar auditoria 
interna no departamento de compras e vendas da empresa. A 
possibilidade de NÃO se atingir, de forma satisfatória, o 
objetivo dos trabalhos, nos termos da NBC TI 01, estão 
relacionados: 
(A) aos papeis de trabalhos elaborados inadequadamente. 
(B) às avaliações inadequadas do sistema de controle interno e dos 
processos operacionais. 
(C) aos achados de auditoria não suficientes para conclusão dos 
trabalhos. 
(D) às evidências inadequadas e insuficientes para formar a opinião 
sobre a auditoria. 
(E) aos riscos de auditoria. 
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6 - (FCC/TCE-CE/2015) - Em determinada empresa pública 
estadual, está planejado para o mês de agosto de 2015 a 
realização de auditoria interna nas contas do ativo imobilizado 
da empresa. Assim, para alcançar os objetivos da auditoria 
serão aplicados testes de auditoria. Segundo a NBC TI 01, visam 
à obtenção deevidência quanto à suficiência, exatidão e 
validade dos dados produzidos pelos sistemas de informação da 
entidade os testes de auditoria denominados de: 
(A) controles. 
(B) verificações. 
(C) substantivos. 
(D) confirmações. 
(E) observância. 
 
7 - (FCC/TCE-GO/2014) - Nos termos da NBC TI 01, os riscos 
de auditoria interna estão relacionados à possibilidade de não 
se atingir, de forma satisfatória, o objetivo dos trabalhos. 
Assim, a análise dos riscos da Auditoria Interna deve ser feita 
na fase de planejamento dos trabalhos, considerando, entre 
outros, o seguinte aspecto: 
(A) a adequação e eficiência dos controles internos. 
(B) a determinação e extensão dos testes de auditoria. 
(C) a extensão da responsabilidade do auditor interno no uso dos 
trabalhos de especialista. 
(D) a avaliação dos processos e dos sistemas de informações. 
(E) o resultado de auditorias anteriores. 
 
8 - (FCC/SEFAZ-PE/2014) - Na realização dos trabalhos de 
auditoria na empresa Vende Bem do Brasil S/A, o auditor 
interno, com o objetivo de obter razoável segurança de que os 
controles internos estabelecidos pela administração estão em 
efetivo funcionamento, procedeu a verificação de registros, 
documentos e ativos tangíveis. Neste caso, o auditor aplicou o 
procedimento de auditoria denominado: 
(A) inspeção. 
(B) observação. 
(C) testes substantivos. 
(D) investigação. 
(E) confirmação. 
 
9 - (FCC/TRT-13ªRegião/2014) - O auditor interno pode 
realizar testes que permitam obter subsídios suficientes para 
fundamentar suas conclusões e recomendações à 
Administração. O procedimento que consiste no 
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acompanhamento de processo ou procedimento quando de sua 
execução é a: 
(A) Confirmação. 
(B) Investigação. 
(C) Observação. 
(D) Inspeção. 
(E) Evidenciação. 
 
10 - (FCC / ICMS-RJ / 2014) - A auditoria interna na empresa 
Mel Doce do Brasil S. A., para obter razoável segurança de que 
os controles internos estabelecidos pela administração estão 
em efetivo funcionamento, inclusive quanto ao seu 
cumprimento pelos funcionários e administradores da entidade, 
aplicará procedimentos de auditoria relativamente a: 
A) técnicas de amostragem. 
B) testes do fluxo de transações. 
C) testes de observância. 
D) técnicas de avaliação. 
E) testes substantivos. 
 
11 - (FCC/SEFAZ-PE/2014) - A empresa BDA do Brasil S/A 
admitiu, em seu quadro de pessoal, um auditor interno, para 
preparação e planejamento das auditorias a serem realizadas 
na empresa. Entre outros, são considerados fatores relevantes 
no planejamento dos trabalhos de auditoria interna: 
I. o conhecimento detalhado da política e dos instrumentos de gestão 
de riscos da entidade. 
II. o conhecimento do resultado e das providências tomadas em 
relação a trabalhos anteriores, semelhantes ou relacionados. 
III. o conhecimento detalhado das transações efetuadas pela empresa 
em exercícios anteriores. 
IV. o levantamento dos ativos e passivos da empresa relativo ao 
exercício anterior. 
V. o conhecimento detalhado das atividades operacionais e dos 
sistemas contábil e de controles internos e seu grau de confiabilidade 
da entidade. 
Está correto o que consta APENAS em: 
(A) II e IV. 
(B) I, II e V. 
(C) II, III e V. 
(D) I, IV e V. 
(E) I e IV. 
 
12 - (FCC/METRÔ-SP/2014) - A auditoria interna pode ser 
exercida nas pessoas jurídicas de direito público, interno ou 
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externo, e de direito privado, incluindo, dessa forma, o Metrô, 
e compreende, dentre outros, o gerenciamento de riscos. A 
avaliação dos riscos de auditoria, seja pelo volume ou 
complexidade das transações e operações, deve ser feita: 
A) na fase de planejamento dos trabalhos. 
B) na consolidação dos achados de auditoria. 
C) no relatório parcial de irregularidades. 
D) na fase de implantação da auditoria eletrônica de dados. 
E) na consolidação dos papéis de trabalho. 
 
13 - (FCC / TRT-19ª Região / 2014) - Os riscos de auditoria 
interna estão relacionados à possibilidade do auditor não 
atingir, de forma satisfatória, os objetivos dos trabalhos. A 
avaliação desses riscos deve ser feita na fase de planejamento 
e considerar a: 
A) atividade finalística da entidade a ser auditada. 
B) época em que os trabalhos vão ser realizados. 
C) estrutura hierárquica da entidade a ser auditada. 
D) formação e escolaridade dos responsáveis pela entidade auditada. 
E) extensão da responsabilidade do auditor interno no uso dos 
trabalhos de especialistas. 
 
14 - (FCC / TRF-3ª Região / 2014) - O planejamento da 
auditoria interna compreende os exames preliminares das 
áreas, atividades, produtos e processos para definir a 
amplitude e a época do trabalho a ser realizado de acordo com 
as diretrizes estabelecidas pela administração da entidade. O 
que deve ser estruturado de forma a servir como guia e meio 
de controle de execução de trabalho, devendo ser revisado e 
atualizado sempre que as circunstâncias exigirem, é o: 
A) programa de trabalho. 
B) relatório de auditoria. 
C) demonstrativo de riscos de auditoria. 
D) papel de trabalho. 
E) quadro de testes de auditoria. 
 
15 - (FCC/SEFAZ-PE/2014) - Na auditoria interna realizada na 
tesouraria de determinada empresa de produtos alimentícios, 
referente à movimentação financeira do mês de agosto de 
2014, o auditor constatou que a empresa pagou três duplicatas 
sem a devida comprovação de compra ou recebimento do 
material. A fim de evidenciar os exames realizados e dar 
suporte à sua opinião, críticas, sugestões e recomendações, as 
informações e provas obtidas no curso da auditoria serão 
registrados: 
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(A) no relatório de auditoria. 
(B) no programa de auditoria. 
(C) na ata de conclusão da auditoria. 
(D) nos papeis de trabalho. 
(E) no certificado de auditoria. 
 
16 - (FCC/TCE-RS/2014) - Nos termos da Resolução CFC 
986/2003, as informações que fundamentam os resultados da 
auditoria interna são denominadas: 
(A) evidências. 
(B) fontes de auditoria. 
(C) amostras positivadas. 
(D) dados relevantes. 
(E) achados de auditoria 
 
17 - (FCC/METRÔ-SP/2014) - Os trabalhos de auditoria interna 
devem ter por objetivo a obtenção de informação que: 
I. seja factual e convincente, de tal forma que uma pessoa prudente e 
informada possa entendê-la da mesma forma que o auditor interno. 
II. sendo confiável, propicie a melhor evidência alcançável, por meio 
do uso apropriado das técnicas de Auditoria Interna. 
III. de suporte às conclusões e às recomendações da Auditoria Interna. 
IV. auxilie a entidade a atingir suas metas. 
Essas informações são denominadas, respectivamente, 
A) suficiente, útil, adequada e relevante. 
B) útil, adequada, suficiente e relevante. 
C) relevante, suficiente, útil e adequada. 
D) suficiente, adequada, relevante e útil. 
E) relevante, suficiente, adequada e útil. 
 
18 - (FCC/TCE-GO/2014) - O relatório é o documento pelo qual 
a Auditoria Interna apresenta o resultado dos seus trabalhos. 
Nos termos da NBC TI 01, entre os itens que devem ser 
abordados no relatório,estão: 
I. os principais procedimentos de auditoria aplicados e sua extensão. 
II. os responsáveis por eventuais prejuízos causados à entidade. 
III. a capacidade financeira da entidade para honrar seus 
compromissos. 
IV. o objetivo e a extensão dos trabalhos. 
V. os riscos associados aos fatos constatados. 
Está correto o que consta APENAS em: 
(A) I, III e IV. 
(B) I, IV e V. 
(C) IV e V. 
(D) I, III e V. 
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(E) III e IV. 
 
19 - (FCC/SEFAZ-PE/2014) - Agregar valor ao resultado da 
organização, apresentando subsídios para o aperfeiçoamento 
dos processos, da gestão e dos controles internos, por meio da 
recomendação de soluções para as não conformidades 
apontadas nos relatórios, é finalidade, decorrente da atividade: 
(A) do conselho fiscal. 
(B) da auditoria externa. 
(C) do conselho de administração. 
(D) do controle interno. 
(E) da auditoria interna 
 
20 - (FCC/TCE-RS/2014) - A atividade que compreende os 
exames, análises, avaliações, levantamentos e comprovações, 
metodologicamente estruturados para a avaliação da 
integridade, adequação, eficácia, eficiência e economicidade 
dos processos, dos sistemas de informações e de controles 
internos integrados ao ambiente, e de gerenciamento de riscos, 
com vistas a assistir a administração da entidade no 
cumprimento de seus objetivos, forma o conceito de auditoria: 
(A) ambiental. 
(B) interna. 
(C) contábil. 
(D) de gestão. 
(E) de programa. 
 
21 - (FCC/TRT-13ªRegião/2014) - O relatório é o documento 
pelo qual a auditoria interna apresenta o resultado dos seus 
trabalhos. É norma atinente ao relatório que: 
(A) seja apresentado somente àquele que solicitou. 
(B) seja confidencial quanto à autoria, mas não em relação ao 
conteúdo. 
(C) seja minucioso e imparcial. 
(D) contenha eventuais limitações ao alcance dos procedimentos de 
auditoria. 
(E) contenha apenas a conclusão, devendo as recomendações serem 
feitas em separado. 
 
22 - (FCC/TCE-PI/2014) - A auditoria interna: 
A) é exercida por profissional independente. 
B) é realizada de forma periódica. 
C) emite Parecer. 
D) opina sobre as demonstrações Contábeis. 
E) emite recomendações a entidade auditada. 
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23 - (FCC / TRF-3ª Região / 2014) - Nos termos da Resolução 
CFC 986/03, a auditoria interna é exercida nas pessoas 
jurídicas de direito público, interno e externo, e de direito 
privado. É regra atinente à auditoria interna que: 
A) devem ser obtidas e avaliadas informações consideradas 
adequadas, que são aquelas convincentes e factuais, de tal forma que 
uma pessoa prudente e informada possa entendê-la da mesma forma 
que o auditor interno. 
B) o relatório é o documento pelo qual a auditoria interna apresenta o 
resultado dos seus trabalhos, não podendo ser parcial. 
C) deve assessorar a administração da entidade no trabalho da 
prevenção de fraudes e erros, obrigando-se a informá-la, ainda que 
verbalmente e de maneira reservada, sobre quaisquer indicações de 
irregularidades. 
D) a obtenção de informações perante pessoas físicas ou jurídicas 
conhecedoras das transações e das operações, dentro e fora da 
entidade, é denominada investigação e confirmação. 
E) a verificação de registros, documentos e atos tangíveis é 
procedimento denominado observação. 
 
24 - (FCC / TRF-3ª Região / 2014) - Os procedimentos de 
auditoria interna constituem exames e investigações que 
permitem ao auditor interno obter subsídios suficientes para 
fundamentar suas conclusões e recomendações à 
administração da entidade. Para tanto, pode aplicar testes que 
visam tanto a obtenção de razoável segurança de que os 
controles internos estabelecidos pela administração estão em 
efetivo funcionamento, como a obtenção de evidência quanto à 
suficiência, exatidão e validade dos dados produzidos pelo 
sistema de informação da entidade. Esses testes são 
denominados, respectivamente, 
A) substantivo e de observância. 
B) de observância e vistoria. 
C) vistoria e substantivo. 
D) substantivo e vistoria. 
E) de observância e substantivo. 
 
25 - (FCC/TRT 12ª/2013) - Nos termos da Resolução CFC no 
986/03, que trata das normas brasileiras de contabilidade 
relacionadas à auditoria interna, 
A) a análise dos riscos de auditoria interna deve ser feita após a 
emissão do relatório final e serve como retorno de informações para 
inspeções futuras. 
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B) as análises que visam à obtenção de evidências quanto à suficiência, 
exatidão e validade dos dados produzidos pelos sistemas de 
informações da entidade são chamadas de testes de observância. 
C) o relatório de auditoria interna deve abordar, dentre outros pontos, 
a metodologia adotada e as limitações ao alcance dos procedimentos 
de auditoria. 
D) em razão dos princípios do sigilo, ética e zelo profissional, não cabe 
a emissão de relatório parcial de auditoria. 
E) a auditoria de processamento eletrônico de dados é feita 
independentemente de existir na equipe de auditoria interna 
profissional com conhecimentos relativos à tecnologia da informação. 
 
26 - (FCC/METRÔ-SP/2014) - Dois analistas de 
desenvolvimento de gestão foram incumbidos de fazer exames 
de auditoria interna nos registros realizados pelo setor de 
contabilidade do Metrô, em 2013. Em razão do volume de 
informações, utilizaram técnica de auditoria para a seleção de 
itens que deverão ser testados, representando o todo a ser 
auditado. Essa técnica utilizada é denominada: 
A) dimensionamento do trabalho de auditoria. 
B) direcionamento do trabalho de auditoria. 
C) amostragem. 
D) testes de parcialidade. 
E) seleção de suficiência de informações. 
 
27 - (FCC/TCE-RS/2014) - A amostragem é uma técnica que 
tem por finalidade determinar a extensão de um teste de 
auditoria ou método de seleção de itens a serem testados. Nos 
termos da Resolução CFC 986/2003, a amostra selecionada 
deve proporcionar uma informação de auditoria: 
(A) suficiente e apropriada. 
(B) efetiva e padronizada. 
(C) realística e relevante. 
(D) material e útil. 
(E) formal e mensurável. 
 
28 - (FCC / TRT-19ª Região / 2014) - Um auditor, ao final dos 
seus trabalhos, reviu as informações consignadas nos papéis de 
trabalho e concluiu que as informações coletadas eram 
confiáveis e proporcionaram a melhor evidência alcançável por 
meio das técnicas que utilizou. Essas informações são 
classificadas como: 
A) concretas. 
B) suficientes. 
C) adequadas. 
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D) relevantes. 
E) úteis. 
 
29 – (FCC/DPE SP/2013) - A auditoria interna deve estar 
vinculada aos mais altos níveis hierárquicos de uma entidade 
com vistas a: 
A) atuar estritamente como órgão fiscalizador. 
B) emitir parecer sobre as demonstrações contábeis para os usuários 
externos. 
C) garantir autonomia e independência. 
D) punir os responsáveis por erros nas demonstraçõescontábeis. 
E) apurar fraudes e punir os subordinados com maior isenção. 
 
30 - (FCC / ISS-SP / 2012) - NÃO é uma atividade da função da 
auditoria interna: 
A) a avaliação do processo de governança. 
B) a gestão de risco. 
C) o monitoramento do controle interno. 
D) o exame das informações contábeis e operacionais. 
E) a aprovação do relatório de auditoria externa. 
 
31 - (FCC / TCE-SP / 2012) – Em relação às diferenças entre a 
auditoria interna e externa das demonstrações contábeis, é 
correto afirmar: 
A) A auditoria externa é de competência exclusiva de contador 
registrado no Conselho Federal de Contabilidade, enquanto a auditoria 
interna pode ser realizada por um funcionário qualificado que receba 
treinamento adequado para tal fim. 
B) O grau de autonomia do auditor interno é maior que o do auditor 
externo independente, em virtude de se reportar diretamente à 
controladoria da entidade. 
C) O auditor externo executa as auditorias operacional e contábil e o 
auditor interno, apenas a contábil. 
D) O auditor externo é responsável pelo exame e avaliação do controle 
interno da entidade, cabendo ao auditor interno apenas implementar 
as modificações julgadas necessárias pelo auditor externo para o seu 
correto funcionamento. 
E) Regra geral, os relatórios do auditor interno são de uso exclusivo da 
administração da entidade, enquanto os elaborados pelo auditor 
independente são destinados também aos usuários externos da 
informação contábil. 
 
32 - (FCC / TRE-CE / 2012) – É correto afirmar com relação aos 
objetivos da auditoria interna que: 
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A) os objetivos não variam e independente do tamanho da empresa ou 
do quadro funcional devem cobrir totalmente as atividades. 
B) é totalmente responsável pela gestão de riscos, garantindo à gestão 
e governança da empresa a mitigação ou eliminação dos mesmos. 
C) está subordinada aos órgãos de governança da empresa, sendo 
limitada sobre a possibilidade de avaliar as questões de ordem ética, 
valores e cumprimento de suas funções. 
D) ela pode ser responsável por revisar a economia, eficiência e eficácia 
das atividades operacionais, incluindo as atividades não financeiras de 
uma entidade. 
E) suas atribuições com relação ao cumprimento de leis e normas 
limitam-se a aquelas pertinentes à área contábil e financeira, ficando 
as demais normas e leis sob responsabilidade das áreas específicas. 
 
33 - (FCC/TRF-3/2016) - Acerca dos termos regulados pela 
Resolução CFC no 986/2003 (NBC TI 01), considere: 
I. A análise deve ser executada no curso da auditoria. 
II. Estão relacionados à possibilidade de não se atingir, de forma 
satisfatória, o objetivo dos trabalhos. 
III. Deve ser levado em conta a extensão da responsabilidade do 
auditor interno no uso dos trabalhos de especialistas. 
IV. Deve ser considerada a verificação e a comunicação de eventuais 
limitações ao alcance dos procedimentos de auditoria interna. 
 
É regra atinente aos riscos de auditoria o que consta em 
(A) I, II e IV, apenas. 
(B) I, II, III e IV. 
(C) I, III e IV, apenas. 
(D) II e III, apenas. 
(E) II, III e IV, apenas. 
 
34 - (FCC/TRF-3/2016) - A Resolução CFC no 986/2003 (NBC 
TI 01), no que se refere aos papéis de trabalho, estabelece que 
(A) a boa prática dos trabalhos não recomenda que sejam anexados a 
outros tipos de documentos. 
(B) são ferramentas destinadas apenas ao registro em meio físico, que 
devem ser organizadas e arquivadas de forma sistemática e racional. 
(C) são documentos e registros dos fatos, informações e provas obtidos 
no curso da auditoria para dar suporte à opinião do auditor. 
(D) devem ter abrangência superficial, uma vez que se trata de 
ferramenta de suporte. 
(E) não é ferramenta adequada para proporcionar a compreensão da 
extensão dos procedimentos de auditoria aplicados. 
 
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28 
 
35 - (FCC/TRF-3/2016) - Um auditor interno, em um primeiro 
momento, verificou a necessidade de fazer testes para 
verificação de registros, documentos e ativos tangíveis. Depois, 
também constatou a necessidade de acompanhar a execução de 
procedimentos específicos. Nos termos regulados pela 
Resolução CFC no 986/2003 (NBC TI 01), para a consecução 
desses dois objetivos deverá realizar, respectivamente, 
(A) testes de observância, na modalidade inspeção e testes de 
observância, na modalidade observação. 
(B) testes de observância, na modalidade inspeção e testes 
substantivos, na modalidade inspeção. 
(C) testes substantivos, na modalidade confirmação e testes de 
observância, na modalidade investigação. 
(D) testes substantivos, na modalidade confirmação e testes de 
observância, na modalidade inspeção. 
(E) testes de observância, na modalidade investigação e testes de 
observância, na modalidade inspeção. 
 
36 - (FCC/TRF-3/2016) - Um auditor interno precisou 
determinar a extensão de um teste de auditoria para 
proporcionar evidência suficiente e apropriada. 
Nos termos regulados pela Resolução CFC no 986/2003 (NBC TI 01), 
essa determinação pode ser alcançada por meio do uso da técnica de 
(A) projeção. 
(B) amostragem. 
(C) normatização. 
(D) dimensionamento. 
(E) ajustamento. 
 
37 - (FCC/TRT-MT/2016) - Nos termos da NBC TI 01, a auditoria 
interna contábil 
(A) em hipótese alguma se vale das informações do controle interno 
da entidade auditada. 
(B) é exercida apenas nas pessoas jurídicas de direito privado. 
(C) é exercida tanto nas pessoas jurídicas de direito público interno 
como externo. 
(D) difere da consultoria por não ter como objetivo assistir a entidade 
no cumprimento dos seus objetivos. 
(E) levanta as falhas, mas não recomenda soluções. 
 
38 - (FCC/TRT-MT/2016) - Considere: 
I. A amplitude do trabalho e responsabilidade estão limitadas à área 
de atuação. 
II. Prestar assessoria ao Conselho Fiscal da entidade ou órgão 
equivalente, se solicitado. 
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III. Dever de manter sigilo mesmo depois de terminado seu vínculo 
empregatício ou contratual. 
Nos termos da NBC PI 01, aplica-se ao auditor interno o que consta em 
(A) II e III, apenas. 
(B) I e III, apenas. 
(C) I e II, apenas. 
(D) I, II e III. 
(E) II, apenas. 
 
QUESTÕES CESPE 
 
1 - (CESPE/TCDF/2014) - O planejamento dos trabalhos da 
auditoria interna deve contemplar, entre outros fatores, o 
concurso de especialistas, para quem as responsabilidades são 
inteiramente transferidas. 
 
2 - (CESPE/FUB-DF/2013) - No planejamento dos trabalhos da 
auditoria interna, cabe ao próprio setor definir a extensão e 
profundidade dos exames, mas é a administração que 
determina a época da realização de cada trabalho. 
 
3 - (CESPE/FUB-DF/2013) - Na execução do trabalho da 
auditoria, o auditor interno deve analisar e documentar 
informação: necessária — o mínimo para dar certeza sobre a 
suspeita; apropriada — obtida sem o concurso dos responsáveis 
pelas operações; material — contendo a maior parte dos 
valores; e consistente — que é recorrente. 
 
Em relação à natureza, campo de atuação e noções básicas de 
auditoria interna e externa, julgue os itens subsequentes.4 - (CESPE / ANP / 2013) - O escopo dos trabalhos do auditor 
interno deve ser fixado pela gerência, contudo o trabalho do 
auditor externo é predefinido no contrato. 
 
Em relação à natureza, campo de atuação e noções básicas de 
auditoria interna e externa, julgue os itens subsequentes. 
 
5 - (CESPE / ANP / 2013) - Quanto à natureza dos 
procedimentos realizados durante a auditoria, o auditor é 
limitado em sua investigação pela possibilidade de distorção 
nas informações fornecidas pela administração da auditada. 
 
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De acordo com as Normas Brasileiras para o Exercício da 
Auditoria Interna e com a Resolução CFC n.º 986/2003, julgue 
os itens que se seguem. 
 
6 - (CESPE/FUB-DF/2013) - Os auditores internos, apesar de 
sua subordinação à administração da empresa e do âmbito de 
seu trabalho, devem adotar, entre seus procedimentos, a 
investigação e a confirmação, que envolvem pessoas físicas ou 
jurídicas de dentro ou de fora da entidade. 
 
7 - (CESPE/FUB-DF/2013) - No caso de a auditoria interna 
detectar indícios de irregularidades no decorrer de seus 
trabalhos e avaliar que a administração da entidade deve 
adotar providências imediatas, a auditoria deve fazer a 
comunicação por escrito, em caráter reservado. 
 
De acordo com as Normas Brasileiras para o Exercício da 
Auditoria Interna e com a Resolução CFC n.º 1.229/2009, 
julgue os itens seguintes. 
 
8 - (CESPE/FUB-DF/2013) - A auditoria interna, além de suas 
funções convencionais, pode ser incumbida de avaliar o 
processo de governança, no que diz respeito à realização de 
seus objetivos de ética e valores, assim como atuar na 
identificação e avaliação das vulnerabilidades relevantes a 
riscos. 
 
9 - (CESPE/AFT/2013) - Um dos requisitos para assegurar a 
necessária independência técnica aos auditores internos é a 
garantia de que, no planejamento de seu trabalho, eles não 
serão influenciados pelas orientações emanadas da 
administração da entidade e, eventualmente, por suas 
expectativas. Julgue Certo ou Errado. 
 
10 - (CESPE/TCU/2013) - As atribuições dos auditores internos 
e externos diferem, pois, no primeiro caso, estão fixadas no 
contrato de trabalho, como empregado da empresa, e, no 
segundo, no contrato de prestação de serviços com o 
profissional ou empresa. O auditor interno tem 
responsabilidade essencialmente trabalhista; o externo, 
responsabilidade profissional, civil e criminal. Julgue Certo ou 
Errado. 
 
11 - (CESPE/BACEN/2013) - Ao suspeitar da ocorrência de 
fraude na entidade sob seu controle, o auditor interno deve 
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levar o fato ao conhecimento da administração da entidade, 
realizando essa comunicação em conversa reservada. Julgue 
Certo ou Errado. 
 
12 - (CESPE/BACEN/2013) - Os auditores internos de 
determinada entidade desobrigam-se de prestar ajuda ou 
assessoramento a equipe de auditoria independente contratada 
para examinar as demonstrações contábeis da referida 
entidade. Julgue Certo ou Errado. 
 
13 - (CESPE/TCDF/2012) - Acerca de auditoria interna, julgue 
o item seguinte: os serviços de auditoria interna, estabelecidos 
dentro dos órgãos e instituições governamentais, são, na maior 
medida possível, no âmbito de sua respectiva estrutura, 
independentes nos aspectos funcionais e de organização. 
 
14 - (CESPE/FUB-DF/2013) - A política e os objetivos 
estratégicos da entidade não devem influenciar o planejamento 
dos trabalhos da auditoria interna, que deve manter sua 
independência e objetividade. 
 
15 - (CESPE / ANP / 2013) - Em relação à natureza, campo de 
atuação e noções básicas de auditoria interna e externa, julgue 
os itens subsequentes. 
O escopo dos trabalhos do auditor interno deve ser fixado pela 
gerência, contudo o trabalho do auditor externo é predefinido 
no contrato. 
 
16 - (CESPE / TCE/TO / 2009) - A auditoria interna é exercida 
nas pessoas jurídicas em geral, públicas ou privadas, nacionais 
ou estrangeiras. Vários aspectos são peculiares e relevantes no 
planejamento dos trabalhos, como: 
A) a impossibilidade de contar com outros especialistas. 
B) a necessidade de documentar o planejamento e explicar em 
detalhes os procedimentos a serem aplicados. 
C) a possibilidade de desconhecimento das políticas e estratégias da 
entidade. 
D) a necessidade de neutralizar as expectativas da administração. 
E) a conveniência de não modificar os programas de trabalho. 
 
17 - (CESPE / TRT / 2009) - O exercício de auditoria interna 
deve pautar-se pela independência, entendida como o estado 
em face do qual as obrigações ou interesses do auditor ou da 
entidade de auditoria estão suficientemente isentos dos 
interesses das entidades auditadas, para permitir que os 
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serviços sejam prestados com objetividade. Julgue Certo ou 
Errado. 
 
18 - (CESPE / TCE-AC / 2009) - Em relação aos procedimentos 
de auditoria interna, assinale a opção correta. 
A) Para que seja considerada evidência, é preciso que a informação 
seja relevante. 
B) Os testes substantivos visam à obtenção de razoável segurança de 
que os controles internos estabelecidos pela administração estão em 
efetivo funcionamento. 
C) Para se obterem evidências quanto à suficiência, exatidão e validade 
dos dados produzidos pelos sistemas de informações da entidade, 
devem ser feitos testes de observância. 
D) A exigência da carta de responsabilidade da administração faz parte 
do processo de obtenção e avaliação das informações. 
E) Os procedimentos de investigação não devem envolver pessoas 
físicas ou jurídicas alheias à entidade. 
 
19 - (CESPE / STF / 2009) - A amplitude do trabalho do auditor 
interno e sua responsabilidade não estão limitadas à sua área 
de atuação, pois compete à auditoria interna avaliar o grau de 
confiabilidade dos controles internos. Julgue Certo ou Errado. 
 
20 - (CESPE / INMETRO / 2009) - Na aplicação dos testes de 
observância em uma auditoria interna, o auditor deve verificar 
a existência, a efetividade e a continuidade dos controles 
externos. Julgue Certo ou Errado. 
 
21 - (CESPE / INMETRO / 2009) - Na auditoria interna, os testes 
substantivos visam a obtenção de razoável segurança de que 
os controles internos estabelecidos pela administração estão 
em efetivo funcionamento. Julgue Certo ou Errado. 
 
22 - (CESPE/INMETRO/2009) - A responsabilidade primária na 
prevenção e identificação de fraudes e erros é do auditor 
contratado pela entidade, que deve comunicá-los 
imediatamente à administração. Julgue Certo ou Errado. 
 
23 - (CESPE / TCE-TO / 2009) - De acordo com a relação do 
auditor com a entidade auditada, distinguem-se as auditorias 
interna e externa. Acerca desse assunto, assinale a opção 
correta. 
A) O vínculo de emprego do auditor interno lhe retira a independência 
profissional desejável para atuar nos termos das normas vigentes. 
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B) As empresas, de um modo geral, independentemente de seu porte 
e da relação custo-benefício, devem dispor de auditoria interna 
permanente. 
C) A auditoria interna não tem como objetivo precípuo a emissão de 
parecer sobre as demonstrações contábeis, sendo executada mais para 
fins administrativos internos do que para prestação de contas a 
terceiros. 
D) A auditoria externa deve prescindir do concurso da auditoria interna, 
sob pena de ser induzida em seus exames e perder a desejável 
independência. 
E) A auditoria externa deve atuar permanentemente e continuamente, 
exercendo um controle prévio, concomitante e consequente. 
 
24 - (CESPE/TCU/2007) - É responsabilidade da auditoria 
interna fazer periodicamente uma avaliação dos controles 
internos. Nesse sentido, é correto afirmar que a auditoria 
interna representa um controle interno. Julgue Certo ou Errado. 
 
25 - (CESPE/TCE-SC/2016) - Embora as técnicas de trabalho 
das auditorias interna e externa não apresentem diferenças 
fundamentais, a auditoria interna goza de maior credibilidade 
perante os usuários do campo externo da empresa, por 
conhecer melhor a situação desta e por dispor de informações 
mais detalhadas. Em compensação, a auditoria externa está 
mais habilitada a perceber as ineficiências de ordem 
administrativa e operacional. 
 
 
QUESTÕES FGV 
 
1 - (FGV/ISS-Cuiabá/2014) - Sobre a auditoria interna, de 
acordo com a NBC TI 01 – da Auditoria Interna, assinale a 
afirmativa incorreta. 
(A) Deve ser documentada por meio de papéis de trabalho elaborados 
em meio físico ou eletrônico, que devem ser organizados e arquivados 
de forma sistemática e racional. 
(B) Deve incluir testes de observância e testes substantivos, que 
permitam ao auditor interno obter subsídios suficientes para 
fundamentar suas conclusões e recomendações para a administração 
da entidade. 
(C) Deve empregar recursos tecnológicos de processamento de 
informações, o que requer profissionais com conhecimentos suficientes 
para implementar os procedimentos, ou orientar, supervisionar e 
revisar os trabalhos de especialistas. 
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(D) Deve avaliar a necessidade de emissão de relatório parcial, na 
hipótese de constatar impropriedades, irregularidades ou ilegalidades 
que exijam providências imediatas da administração da entidade e que 
não possam aguardar o final dos exames. 
(E) Deve assessorar a administração da entidade no trabalho de 
prevenção de fraudes e erros, obrigando-se a divulgar para os 
funcionários da empresa, por meio eletrônico, quaisquer indícios ou 
confirmações de irregularidades detectadas no decorrer de seu 
trabalho. 
 
2 - (FGV/DPE-RJ/2014) - Ao receber a denúncia de um 
funcionário de que um gerente de vendas estava cobrando uma 
comissão para antecipar envio de mercadorias para alguns 
clientes e, consequentemente, atrasando o de outros, a 
Auditoria Interna fez um exame de inspeção, verificando notas 
fiscais, pedidos de compra e recibo de pagamento. A Auditoria 
Interna não identificou nenhuma distorção. Considerando 
esses fatos, o teste mais adequado para a identificação da 
suposta fraude é: 
A) nenhum, o teste já realizado permite concluir que a empresa não 
sofreu prejuízos. 
B) nenhum, a auditoria interna deve utilizar a denúncia como evidência 
e solicitar o desligamento das pessoas envolvidas. 
C) testes substantivos. 
D) teste de materialidade, considerando só as transações com valores 
mais relevantes. 
E) testes de investigação e confirmação. 
 
3 - (FGV/SUDENE/2013) - Quanto à auditoria, analise as 
afirmativas a seguir. 
I. A auditoria interna apresenta, como um de seus objetivos, avaliar a 
necessidade de novas normas internas ou de modificação das já 
existentes. 
II. O controle interno não apresenta limitações ou restrições para a 
execução de suas atividades por fazer parte do corpo funcional do 
próprio órgão controlado. 
III. Mesmo que a entidade tenha um excelente controle interno, o 
auditor independente deve executar procedimentos mínimos de 
auditoria. 
Assinale: 
A) se somente a afirmativa I estiver correta. 
B) se somente as afirmativas I e II estiverem corretas. 
C) se somente as afirmativas I e III estiverem corretas. 
D) se somente as afirmativas II e III estiverem corretas. 
E) se todas as afirmativas estiverem corretas. 
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4 - (FGV / TCE-BA / 2013) - A finalidade de comunicar o risco e 
o controle para as áreas apropriadas da organização à alta 
administração, examinando, avaliando e monitorando a 
adequação e efetividade do controle interno de forma contínua 
e com maior volume de testes, é competência da: 
(A) Auditoria Independente. 
(B) Auditoria Interna. 
(C) Auditoria Operacional. 
(D) Auditoria Contábil. 
(E) Auditoria de Gestão. 
 
5 - (FGV / INEA-RJ / 2013) - Assinale a alternativa que indica 
uma característica da auditoria interna de uma organização. 
(A) Mostra maior grau de independência funcional sobre as atividades 
operacionais. 
(B) Emite um parecer ou opinião sobre as demonstrações contábeis 
auditadas. 
(C) Atende exclusivamente às normas de contabilidade em vigor. 
(D) Realiza maior volume de testes sobre os trabalhos de auditorias 
operacional e contábil. 
(E) Procura apenas erros substanciais nas demonstrações contábeis. 
 
6 - (FGV / MPE-MS / 2013) - O auditor, ao verificar se as normas 
internas estão sendo corretamente seguidas pelos 
colaboradores da empresa, está realizando um dos objetivos da 
auditoria: 
(A) interna. 
(B) externa. 
(C) operacional. 
(D) independente. 
(E) de gestão. 
 
7 - (FGV / SEAD-AP / 2011) - Segundo a Resolução CFC 986/03, 
a obtenção de razoável segurança de que os controles internos 
estabelecidos pela administração estão em efetivo 
funcionamento, inclusive quanto ao seu cumprimento pelos 
funcionários e administradores da entidade é finalidade do 
teste: 
(A) de observância. 
(B) substantivo. 
(C) de investigação. 
(D) analítico. 
(E) de verificação. 
 
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8 - (FGV / SEAD-AP / 2011) - Na aplicação dos testes de 
observância de auditoria, a verificação dos registros, 
documentos e ativos tangíveis compreende: 
(A) a investigação. 
(B) a inspeção. 
(C) a observação. 
(D) a confirmação. 
(E) a confrontação. 
 
9 - (FGV / SEAD-AP / 2011) - O auditor, ao obter informações 
de pessoas físicas ou jurídicas conhecedoras das transações e 
das operações dentro e fora da empresa, está: 
(A) executando uma inspeção para verificação dos registros e 
documentos e ativos tangíveis. 
(B) efetuando o procedimento denominado observação que visa ao 
acompanhamento de processo ou procedimento durante a sua 
execução. 
(C) aplicando teste de observância denominado investigação e 
confirmação. 
(D) obtendo evidência quanto à suficiência, exatidão e validade das 
informações produzidas pelos sistemas de informação da entidade. 
(E) realizando teste de observância do tipo revisão analítica com vistas 
à conferência da exatidão de cálculos e registros contábeis. 
 
10 - (FGV / SEAD-AP / 2011) - A norma brasileirade 
contabilidade relativa à auditoria interna (NBC T 12) estabelece 
que a atividade da Auditoria Interna deve estar estruturada em 
procedimentos técnicos, objetivos, sistemáticos e 
disciplinados, com a finalidade de: 
(A) avaliar a fidelidade funcional de todos quantos tenham sob sua 
responsabilidade a guarda e gerenciamento de bens, créditos e valores 
da empresa, seguindo as orientações dos órgãos governamentais 
responsáveis pela fiscalização de operações financeiras. 
(B) agregar valor ao resultado da organização, apresentando subsídios 
para o aperfeiçoamento dos processos, da gestão e dos controles 
internos, por meio da recomendação de soluções para as não-
conformidades apontadas nos relatórios. 
(C) verificar as conformidades das operações da empresa em relação 
aos manuais de procedimentos externos das agências públicas 
reguladoras das atividades empresariais. 
(D) avaliar a gestão administrativa sob os aspectos da qualidade das 
ações da empresa em relação ao mercado para confirmar a efetividade 
das práticas adotadas. 
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(E) resguardar a administração quanto às práticas lesivas adotadas 
pelas empresas concorrentes e denunciar os abusos verificados nos 
processos da gestão. 
 
11 - (FGV / SEFAZ/RJ – Fiscal de Rendas / 2010) – De acordo 
com a Resolução CFC n.º 1229/09, as atividades inerentes a 
auditoria interna estão relacionadas nas alternativas a seguir, 
à exceção de uma. Assinale-a. 
A) Revisão da conformidade com leis e regulamentos. 
B) Monitoramento da auditoria externa. 
C) Exame das informações contábeis e operacionais. 
D) Revisão das atividades operacionais. 
E) Gestão de risco. 
 
12 - (FGV / SEFAZ/RJ – Fiscal de Rendas / 2010) – Com relação 
à Resolução 986/03, que estabelece os procedimentos 
relacionados à Auditoria Interna, analise as afirmativas a 
seguir. 
I. Tem por finalidade agregar valor ao resultado da organização, 
apresentando subsídios para o aperfeiçoamento dos processos, da 
gestão e dos controles internos, por meio da recomendação de 
soluções para as não-conformidades apontadas nos relatórios. 
II. Deve ser documentada por meio de papéis de trabalho, elaborados 
em meio físico ou eletrônico, que devem ser organizados e arquivados 
de forma sistemática e racional. 
III. Deve assessorar a administração da entidade no trabalho de 
prevenção de fraudes e erros, obrigando-se a informá-la, sempre por 
escrito, de maneira reservada, sobre quaisquer indícios ou 
confirmações de irregularidades detectadas no decorrer de seu 
trabalho. 
Assinale: 
A) se somente a afirmativa II estiver correta. 
B) se somente as afirmativas I e II estiverem corretas. 
C) se somente as afirmativas I e III estiverem corretas. 
D) se somente as afirmativas II e III estiverem corretas. 
E) se todas as afirmativas estiverem corretas. 
 
13 - (FGV / SEFAZ/RJ – Fiscal de Rendas / 2009) - De acordo 
com a Resolução CFC n.º 986/03, com relação à auditoria 
interna, assinale a afirmativa incorreta. 
A) Compreende os exames, análises, avaliações, levantamentos e 
comprovações, metodologicamente estruturados para a avaliação da 
integridade, adequação, eficácia, eficiência e economicidade dos 
processos, dos sistemas de informações e de controles internos 
integrados ao ambiente e de gerenciamento de riscos. 
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B) Está estruturada em procedimentos, com enfoque técnico, objetivo, 
sistemático e disciplinado, e tem por finalidade agregar valor ao 
resultado da organização. 
C) Compreende, para fins de planejamento, os exames preliminares 
das áreas, atividades, produtos e processos que definem a amplitude 
e a época do trabalho a ser realizado. 
D) Realiza exames e investigações, incluindo testes de observância e 
testes substantivos, que permitem obter subsídios suficientes para 
fundamentar as conclusões e recomendações à administração da 
entidade. 
E) É fundamentada por informações denominadas de “referências”, que 
devem ser suficientes, fidedignas, relevantes e úteis, de modo a 
fornecer base sólida para as conclusões e recomendações à 
administração da entidade. 
 
14 - (FGV / ICMS-RJ / 2009) - Avalie as seguintes situações: 
I. O auditor deve obter informações junto a pessoas ou entidades 
conhecedoras da transação, dentro ou fora da entidade. 
II. O auditor verifica o comportamento de valores significativos, 
mediante índices, quocientes, quantidades absolutas ou outros meios, 
com vistas à identificação de situação ou tendências atípicas. 
Os procedimentos técnicos aplicáveis a essas situações são, 
respectivamente: 
(A) inspeção e investigação / inspeção dedutiva. 
(B) revisão e análise / confirmação analítica. 
(C) cálculo e observação / revisão confirmativa. 
(D) investigação e confirmação / revisão analítica. 
(E) revisão e observação / análise quantitativa. 
 
 
QUESTÕES VUNESP 
 
1 - (VUNESP / SPTrans / 2012) - A atividade da Auditoria 
Interna está estruturada em procedimentos, com enfoque 
___________, e tem por finalidade agregar valor ao resultado 
da organização, apresentando subsídios para o 
aperfeiçoamento dos processos, da gestão e dos controles 
internos, por meio da recomendação de soluções para as 
________________ apontadas nos relatórios. 
Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, 
as lacunas. 
A) substantivo e material … sugestões 
B) superficial, gerencial e estatístico … fraquezas 
C) técnico, objetivo, sistemático e disciplinado … não conformidades 
D) técnico, gerencial, de riscos e capturador … conformidades 
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39 
 
E) subjetivo, gerencial, estruturado e disciplinado … não conformidades 
 
2 - (VUNESP / SPTrans / 2012) - A Auditoria Interna deve ser 
documentada por meio de papéis de trabalho, elaborados em 
meio físico ou eletrônico, que devem ser organizados e 
arquivados de forma sistemática e racional. Os papéis de 
trabalho constituem documentos e registros dos fatos, 
informações e provas, obtidos no curso da auditoria, a fim de 
evidenciar os exames realizados e dar suporte à sua opinião, 
críticas, sugestões e recomendações. Os papéis de trabalho 
devem ter abrangência e grau de detalhes suficientes para: 
A) certificarem o entendimento da natureza, da oportunidade e do 
extensivo dos procedimentos de Auditoria Interna aplicados, bem como 
do julgamento exercido e do suporte das conclusões alcançadas, para 
o parecer. 
B) propiciarem a compreensão do planejamento, da natureza, da 
oportunidade e da extensão dos procedimentos de Auditoria Interna 
aplicados, bem como do julgamento exercido e do suporte das 
conclusões alcançadas. 
C) confirmarem a compreensão do planejamento, da profundidade, da 
oportunidade, do risco e da extensão dos procedimentos de Auditoria 
Interna aplicados, bem como do julgamento exercido e do suporte das 
conclusões alcançadas. 
D) confirmarem a compreensão do planejamento, a execução e 
finalização da aplicação dos procedimentos de Auditoria Interna, bem 
como do julgamento exercido e do suporte das conclusões alcançadas. 
E) propiciarem a compreensão do planejamento, a execução e 
finalização da aplicaçãodos procedimentos de Auditoria Interna, bem 
como do julgamento exercido e do suporte das conclusões alcançadas. 
 
3 - (VUNESP / SPTrans / 2012) - Sabe-se que para o 
atingimento os objetivos estabelecidos pelo auditor interno, 
são aplicados testes no processo de auditoria, denominados 
testes de observância e substantivos. Os testes de observância 
visam à obtenção de razoável segurança de que os controles 
internos estabelecidos pela administração estão em efetivo 
funcionamento, inclusive quanto ao seu cumprimento pelos 
funcionários e administradores da entidade. Na sua aplicação, 
devem ser considerados apenas os seguintes procedimentos: 
A) inspeção, acompanhamento e indagação. 
B) inspeção, observação e investigação. 
C) documentação, observação e investigação. 
D) inspeção, documentação e indagação. 
E) inspeção, acompanhamento e investigação. 
 
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40 
 
4 - (VUNESP / ISS-São José dos Campos / 2012) - O 
procedimento de auditoria é o conjunto de verificações e 
averiguações previstas em uma programação de auditoria. O 
fundamental é descrever o que se deve fazer, ou seja, como 
deve ser o exame. Esse exame abrange testes de observância e 
testes substantivos, portanto, visa: 
A) à obtenção de evidências quanto à suficiência, exatidão e validação 
dos dados produzidos pelos sistemas contábil e administrativo da 
entidade (Testes de observância). 
B) a testes de transações e saldos e procedimentos de revisão analítica 
(Testes de observância). 
C) à obtenção de razoável segurança de que os procedimentos de 
controle interno estabelecidos pela Administração estão em 
funcionamento e cumprimento (Testes substantivos). 
D) à obtenção de evidências quanto à suficiência, exatidão e validação 
dos dados produzidos pelos sistemas de informação da entidade 
(Testes substantivos). 
E) à obtenção de razoável segurança de que os procedimentos de 
controle interno estabelecidos pela Administração estão em 
funcionamento e cumprimento (Testes de observância). 
 
5 - (VUNESP / SPTrans / 2012) - A análise dos riscos da 
Auditoria Interna que estão relacionados à possibilidade de não 
se atingir, de forma satisfatória, o objetivo dos trabalhos deve 
ser feita na fase de: 
A) aplicação dos procedimentos da auditoria. 
B) finalização dos trabalhos. 
C) preparação do relatório. 
D) planejamento dos trabalhos. 
E) discussão com a alta administração do relatório da Auditoria Interna. 
 
6 - (VUNESP / SPTrans / 2012) - Dentre as atividades da 
Auditoria Interna, deve-se incluir a prevenção de fraudes e 
erros, que o auditor interno obriga-se a informar, sempre por 
escrito, sobre quaisquer indícios ou confirmações de 
irregularidades detectadas no decorrer de seu trabalho. Nesse 
sentido, ao identificar qualquer indício de fraude relevante, 
cabe ao auditor interno: 
A) informar às autoridades competentes, uma vez que o fraudador se 
apropriou de recursos que não foram oferecidos à tributação. 
B) apenas anotar nos papéis de trabalho para posteriormente verificar 
a veracidade e discutir com seu supervisor. 
C) informar ao órgão de classe do fraudador. 
D) informar ao superior direto do fraudador. 
E) informar à alta administração da empresa. 
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41 
 
 
 
QUESTÕES DIVERSAS 
 
1 - (FUNDATEC / CAGE-RS / 2014) – Com relação às funções de 
auditor interno e auditor externo, analise as alternativas abaixo 
e marque a opção correta: 
A) O auditor interno emite relatório para a alta administração e para 
terceiros interessados, enquanto o auditor externo emite relatório para 
a alta administração da empresa auditada. 
B) Tanto o auditor interno quanto o auditor externo são subordinados 
à alta administração da empresa auditada. 
C) Tanto o auditor interno quanto o auditor externo devem avaliar os 
controles internos e a possibilidade de ocorrência de fraudes e erros 
que afetem as demonstrações contábeis. 
D) A responsabilidade primária na detecção de fraudes e erros é do 
auditor externo, já que seu relatório pode ser direcionado não só para 
a alta administração, mas também para terceiros interessados. 
E) O auditor externo pode ser terceiro ou funcionário da empresa, 
enquanto o auditor interno necessariamente precisa ser empregado. 
 
2 - (FUNDATEC / CAGE-RS / 2014) – Segundo a Resolução CFC 
n 986 de 2003, que aprovou a NBC TI 01 – Auditoria Interna, os 
objetivos da auditoria interna compreendem: 
I - Apresentar subsídios para o aperfeiçoamento dos processos, da 
gestão e dos controles internos da entidade auditada. 
II - Apontar as não conformidades diagnosticadas e fornecer 
recomendações de soluções para essas não conformidades. 
III - Emitir opinião sobre a fidedignidade das demonstrações 
contábeis. 
Quais estão corretas? 
A) Apenas I. 
B) Apenas II. 
C) Apenas I e II. 
D) Apenas I e III. 
E) I, II e III. 
 
3 - (FUNDATEC / CAGE-RS / 2014) – De acordo com a NBC TG 
200 – Objetivos gerais do auditor independente e a Condução 
de uma auditoria em conformidade com as normas de auditoria, 
são responsabilidades do auditor independente: 
I - Elaborar as demonstrações contábeis de acordo com a estrutura 
de relatório financeiro aplicável, incluindo, quando relevante, sua 
adequada apresentação. 
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42 
 
II - Emitir uma opinião sobre se as demonstrações contábeis em 
análise foram ou não elaboradas, em todos os aspectos relevantes, 
de acordo com a estrutura de relatório financeiro aplicável. Para 
tanto, deve obter segurança razoável de que estas demonstrações 
contábeis estão livres de distorções relevantes, quer sejam por 
fraude ou por erro. 
III - Manter o sistema de controle interno necessário para permitir 
a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorções 
relevantes, independente se causadas por fraude ou erro. 
Quais estão corretas? 
A) Apenas I 
B) Apenas II 
C) Apenas I e II 
D) Apenas I e III 
E) I, II e III 
 
4 - (FUNDATEC / CAGE-RS / 2014) – Acerca do que disciplina a 
NBC TI 01 – Auditoria Interna, analise as afirmativas abaixo, 
assinalando V para verdadeiro e F para falso. 
( ) A Auditoria Interna é exercida nas pessoas jurídicas de direito 
público, interno e externo, e de direito privado. 
( ) A Auditoria Interna deve ser documentada por meio de papéis de 
trabalho, elaborados em meio físico ou eletrônico, que devem ser 
organizados e arquivados de forma sistemática e racional. 
( ) Visto que a auditoria interna é aplicada de forma permanente na 
entidade, não existe exigência para a documentação de um 
planejamento de auditoria. 
( ) Auditoria Interna deve assessorar a administração da entidade no 
trabalho de prevenção de fraudes e erros, obrigando-se a informa-la, 
sempre por escrito, sobre quaisquer indícios ou confirmações de 
irregularidades detectadas no decorrer de seu trabalho. 
( ) A análise das limitações ao alcance dos procedimentos de auditoria, 
bem como a extensão da responsabilidade do auditor no uso dos 
trabalhos de especialistas, é um aspecto a ser considerado na análise 
de riscos dos trabalhos do auditor externo, não sendo aplicáveis em 
um trabalho deauditoria interna. 
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, 
é: 
A) V – F – V – V – F 
B) V – V – F – F – V 
C) F – F – V – V – V 
D) V – V – F – V – F 
E) F – V – V – F – F 
 
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43 
 
5 - (FUNRIO / CNTEA - Auditor / 2012) - Quanto à auditoria 
interna, é correto afirmar que: 
A) é sua finalidade opinar sobre as demonstrações financeiras. 
B) possui amplo grau de independência com execução periódica dos 
trabalhos. 
C) busca promover melhorias nos controles operacionais da 
organização. 
D) é realizada por profissionais que não integram o quadro funcional 
da organização. 
E) produz um parecer como relatório principal, com poucas áreas de 
cobertura durante o exame. 
 
6 - (CESGRANRIO / TRANSPETRO / 2011) – Os procedimentos 
da Auditoria Interna constituem exames e investigações, 
incluindo testes de observância e testes substantivos, que 
permitem ao auditor interno obter subsídios suficientes para 
fundamentar suas conclusões e recomendações à 
administração da entidade. 
Na aplicação dos testes de observância, devem ser 
considerados os seguintes procedimentos: 
A) exame, vistoria, indagação e certificação 
B) exame, inspeção, vistoria e certificação 
C) investigação, arbitramento, mensuração e avaliação 
D) inspeção, observação, investigação e confirmação 
E) observação, vistoria, indagação e confirmação 
 
7 - (CESGRANRIO / PETROBRÁS / 2011) - Com a crescente 
expansão dos negócios, as administrações das empresas 
instituíram o órgão de auditoria interna, que, em muitos ramos, 
tornou-se um setor obrigatório por força de lei. A auditoria 
interna auxilia a organização a alcançar seus objetivos, 
adotando uma abordagem sistemática para a: 
A) avaliação e melhoria da eficácia dos processos de gerenciamento de 
riscos, de controle e governança corporativa. 
B) avaliação dos índices de liquidez e financeiros a fim de assegurar a 
boa saúde financeira da empresa. 
C) elaboração do mapeamento organizacional por meio de entrevistas 
com todos os funcionários. 
D) emissão do parecer sobre as demonstrações contábeis e publicação 
em jornal de grande circulação. 
E) revisão das contas contábeis para elaboração do balanço. 
 
8 - (CESGRANRIO / PETROBRÁS / 2011) - O gerenciamento de 
riscos dentro da empresa é uma atividade fundamental que 
servirá de apoio para diversas outras atividades, como 
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44 
 
planejamento estratégico, auditoria interna, etc. Nesse 
contexto, durante uma auditoria, o auditor interno deve: 
A) preparar toda a estrutura da gestão de riscos, realizando o 
mapeamento de todas as atividades chaves relacionadas ao processo 
auditado. 
B) justificar à alta administração da empresa os pontos levantados em 
consequência de falhas na gestão de riscos dos processos auditados. 
C) identificar o tipo de risco associado aos processos auditados, 
verificando se estão classificados adequadamente quanto à sua 
natureza, evitando a ocorrência de duplicidade nos testes de auditoria. 
D) avaliar a aplicação de ferramentas de alta tecnologia que são 
eficazes para a realização da gestão dos riscos associados aos 
processos auditados. 
E) avaliar e monitorar os riscos dos processos auditados, verificando 
as consequências quando os objetivos não são atingidos e se os 
controles associados mitigam os riscos existentes. 
 
9 - (CESGRANRIO / PETROBRÁS / 2010) - De acordo com a NBC 
TI 01, que trata da auditoria interna, aprovada pela Resolução 
do CFC no 986/2003 com nova numeração dada pela Resolução 
CFC no 1.329/2011, a aplicação do procedimento da inspeção 
consiste em: 
(A) acompanhar processos ou procedimentos quando de sua execução. 
(B) conseguir informações com pessoas físicas ou jurídicas 
conhecedoras das operações dentro e fora da entidade. 
(C) obter razoável segurança de que os controles externos estão em 
efetivo funcionamento. 
(D) verificar os registros, documentos e ativos tangíveis. 
(E) visar à obtenção de evidência quanto à suficiência, exatidão e 
validade dos dados produzidos pelo sistema de informação da 
entidade. 
 
 
 
Gabarito - ESAF 
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 
A E D D A 
Gabarito - FCC 
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 
B C D A E C C A C C 
11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 
B A E A D A D B E B 
21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 
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D E D E C C A C C E 
31 32 33 34 35 36 37 38 
E D E C A B C D 
Gabarito - CESPE 
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 
E E E E C C C C E C 
11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 
E C C E E B E A E E 
21 22 23 24 25 
E E C C E 
Gabarito - FGV 
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 
E E C B D A A B C B 
11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 
B E E D 
Gabarito - VUNESP 
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 
C B B E D E 
Gabarito - DIVERSAS 
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 
C C B D C D A E D 
 
 
QUESTÕES COMENTADAS 
 
QUESTÕES ESAF 
 
1 - (ESAF / ISS-RJ / 2010) - A respeito dos objetivos da 
auditoria interna e da auditoria independente, é correto afirmar 
que: 
A) o objetivo da auditoria interna é apoiar a administração da entidade 
no cumprimento dos seus objetivos, enquanto o da auditoria 
independente é a emissão de parecer sobre as demonstrações 
contábeis. 
B) a auditoria interna se preocupa em avaliar os métodos e as técnicas 
utilizadas pela contabilidade, enquanto a auditoria externa cuida de 
revisar os lançamentos e demonstrações contábeis. 
C) a atuação de ambas não difere na essência uma vez que os objetivos 
da avaliação é sempre a contabilidade. 
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46 
 
D) a auditoria interna cuida em verificar os aspectos financeiros da 
entidade, enquanto a auditoria externa se preocupa com os pareceres 
a respeito das demonstrações contábeis. 
E) o objetivo da auditoria interna é produzir relatórios demonstrando 
as falhas e deficiências dos processos administrativos e os da auditoria 
externa é emitir parecer sobre a execução contábil e financeira da 
entidade. 
 
Comentários: 
 Pessoal, essa é uma típica questão de prova, quando o assunto 
é a diferenciação entre auditoria interna e externa. Para respondê-la 
não era necessário um conhecimento mais profundo das principais 
diferenças entre esses dois tipos de auditoria, mas apenas o 
entendimento dos seus objetivos. 
 Segundo a NBC TA 200, o objetivo da auditoria é aumentar o 
grau de confiança nas demonstrações contábeis por parte dos usuários. 
Isso é alcançado mediante a expressão de uma opinião pelo auditor 
sobre se as demonstrações contábeis foram elaboradas, em todos 
os aspectos relevantes, em conformidade com uma estrutura de 
relatório financeiro aplicável. 
 Já a auditoria interna (NBC TI 01) compreende os exames, 
análises, avaliações, levantamentos e comprovações, 
metodologicamente estruturados para a avaliação da integridade, 
adequação, eficácia, eficiência e economicidade dos processos, dos 
sistemas de informações ede controles internos integrados ao 
ambiente, e de gerenciamento de riscos, com vistas a assistir à 
administração da entidade no cumprimento de seus objetivos. 
 Portanto, pessoal, a partir de agora não dá para errar! 
 
 
 
 Dessa forma, a única alternativa que demonstra da forma correta 
e completa os principais objetivos dessas duas auditorias é a letra “a”, 
ressalvando, apenas, que o produto final do auditor independente 
agora é chamado de Relatório e não mais de Parecer. 
 A alternativa “b” está errada, pois a auditoria externa não revisa 
os lançamentos das demonstrações contábeis, apenas emite uma 
opinião e a auditoria interna tem uma função muito mais ampla do que 
avaliar as técnicas utilizadas pela contabilidade. 
• Assessora a administraçãoAuditoria Interna
• Opina sobre as demonstrações 
contábeis
Auditoria Externa
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47 
 
 A letra “c” está incorreta, pois os objetivos desses dois tipos de 
auditoria são bem distintos. 
 A auditoria interna não cuida apenas dos aspectos financeiros da 
entidade, conforme verificamos a partir de sua definição. Portanto, a 
letra “d” também está errada. 
 Por fim, a letra “e” está incorreta, pois o responsável primário 
pela prevenção e detecção de erros, falhas e fraudes é a própria 
administração e não a auditoria interna. Dessa forma, seu objetivo não 
é emitir um relatório apontando as falhas e deficiências e sim emitir 
um relatório avaliando os processos administrativos e operacionais da 
empresa, que podem ou não apresentar erros. 
Resposta: A 
 
2 - (ESAF / SUSEP / 2010) - O auditor interno, ao realizar seus 
testes, efetuou o acompanhamento dos inventários físicos, 
confrontou as notas fiscais do período com os registros e 
realizou a circularização dos advogados internos e externos. 
Esses procedimentos correspondem respectivamente a: 
A) investigação, inspeção e observação. 
B) inspeção, observação e investigação. 
C) confirmação, investigação e observação. 
D) circularização, observação e inspeção. 
E) observação, Inspeção e investigação. 
 
Comentários: 
 Para responder à questão, vamos separar os procedimentos 
adotados pelo auditor. 
1. Acompanhamento de inventário físico: 
O acompanhamento de processo ou procedimento quando de 
sua execução é uma característica da técnica (procedimento) 
de Observação. Não se deve confundir o termo inventário 
físico, nesta questão, com o exame de ativos tangíveis, que 
seria o procedimento de Inspeção. Observe que a banca fala 
de acompanhamento. Quem realizou o inventário físico foi a 
própria administração e não o auditor. 
2. Confronte de notas fiscais do período com os registros: 
Ao realizar essa comparação, o auditor efetuou uma análise 
de registros e documentos. Nesse caso, o procedimento, 
conforme exaustivamente definido na aula, é o da Inspeção. 
3. Circularização dos advogados internos e externos: 
Conforme estabelece a NBC TA 505, Confirmação externa 
(também chamada de circularização e investigação) é a 
evidência de auditoria obtida como resposta por escrito direta 
para o auditor de um terceiro (na questão, os advogados), em 
papel, no formato eletrônico ou outro meio. 
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48 
 
 Dessa forma, a única resposta correta é a letra “e”. 
Resposta: E 
 
3 - (ESAF / PMRJ / 2010) - Para a obtenção de informações 
junto a pessoas ou entidades conhecedoras da transação, 
dentro ou fora da entidade, o procedimento de auditoria a ser 
aplicado é: 
A) inspeção. 
B) observação. 
C) revisão analítica. 
D) confirmação. 
E) solicitação de informações. 
 
Comentários: 
 Segundo a NBC TI 01, a técnica de investigação e 
confirmação, consiste na “obtenção de informações perante pessoas 
físicas ou jurídicas conhecedoras das transações e das operações, 
dentro ou fora da entidade”. 
 Nessa questão a ESAF trouxe apenas o nome Confirmação, o que 
não deixa a questão errada. 
Resposta: D 
 
4 - (ESAF / RECEITA FEDERAL / 2009) - Com relação aos 
relatórios de auditoria interna, pode-se afirmar que: 
A) podem considerar posições de interesse da administração e dos 
gestores, sendo conduzidos aos interesses desses. 
B) devem estar disponíveis a qualquer administrador da empresa, sem 
restrição. 
C) podem relatar parcialmente os riscos associados aos possíveis 
pontos a serem levantados pela auditoria externa. 
D) somente devem ser emitidos antes do final dos trabalhos, quando 
houver irregularidades que requeiram ações imediatas. 
E) não devem ser emitidos antes do final dos trabalhos, por não 
possuírem informações completas. 
 
Comentários: 
 Segundo o item 12.3 da NBC TI 01, o relatório é “o documento 
pelo qual a Auditoria Interna apresenta o resultado dos seus trabalhos, 
devendo ser redigido com objetividade e imparcialidade, de forma a 
expressar, claramente, suas conclusões, recomendações e 
providências a serem tomadas pela administração da entidade.” 
(Grifei). Dessa forma, a alternativa “a” está errada, pois o auditor 
interno deve ser imparcial em seu trabalho. 
 A mesma norma determina que “o relatório da Auditoria Interna 
deve ser apresentado a quem tenha solicitado o trabalho ou a quem 
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este autorizar, devendo ser preservada a confidencialidade do seu 
conteúdo”, devendo, portanto, a letra “b” ser considerada incorreta. 
 Por fim, a norma supracitada indica que “a Auditoria Interna deve 
avaliar a necessidade de emissão de relatório parcial, na hipótese de 
constatar impropriedades/irregularidades/ ilegalidades que necessitem 
providências imediatas da administração da entidade, e que não 
possam aguardar o final dos exames.” Deste modo, a alternativa “c” e 
“e” estão erradas e a letra “d” corresponde exatamente à oportunidade 
em que deve ser emitido o relatório parcial. 
Resposta: D 
 
5 - (ESAF / ANA / 2009) - Entre as Normas Brasileiras de 
Contabilidade, a NBC-T-12 trata da atividade e dos 
procedimentos da Auditoria Interna. Nesse contexto, é correto 
afirmar: 
A) o relatório do auditor interno deve ser redigido com objetividade e 
imparcialidade. 
B) o termo ‘erro’ aplica-se a atos voluntários de omissão e manipulação 
de transações e operações, adulteração de documentos, registros, 
relatórios e demonstrações contábeis. 
C) para dar suporte aos resultados de seu trabalho, o auditor interno 
deve se valer, unicamente, da análise e interpretação das informações 
contábeis. 
D) o termo ‘fraude’ aplica-se a atos involuntários de omissão, 
desatenção, desconhecimento ou má interpretação de fatos na 
elaboração de registros e demonstrações contábeis. 
E) o uso de técnicas de amostragem estatística é vedado na auditoria 
interna. 
 
Comentários: 
 O relatório é o documento pelo qual a Auditoria Interna apresenta 
o resultado dos seus trabalhos, devendo ser redigido com objetividade 
e imparcialidade, de forma a expressar, claramente, suas conclusões, 
recomendações e providências a serem tomadas pela administração da 
entidade. Portanto, o gabarito da questão é a letra “a”. 
 A letra “b” e “d” apresentaram as definições de erro e fraude de 
forma inversa. Assim, para torná-las corretas basta substituira palavra 
erro por fraude na letra “b” e fraude por erro na letra “d”. 
 A letra “c” está incorreta, pois o foco do auditor interno não é a 
análise das demonstrações contábeis, mas a avaliação do controle 
interno, processos, sistemas, etc. da entidade. Portanto, irá se valer 
de toda a documentação utilizada para analisar esses itens para dar 
suporte aos resultados do seu trabalho. 
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 Por fim, a letra “e” está completamente errada, pois, assim como 
o auditor externo, o auditor interno pode utilizar tanto a amostragem 
estatística quanto a não estatística. 
Resposta: A 
 
 
QUESTÕES FCC 
 
1 - (FCC/CGM-São Luís/2015) - Durante os trabalhos de 
auditoria, um Auditor de Controle Interno necessitou fazer 
testes de observância para garantir a razoável segurança de 
que os controles internos estabelecidos pela administração 
estão em efetivo funcionamento. Os testes foram realizados 
para os seguintes casos: 
I. Verificação de registros. 
II. Acompanhamento de procedimentos quando da sua execução. 
III. Verificação de ativos tangíveis. 
Os testes realizados para esses casos são denominados, 
respectivamente, 
A) inspeção, observação e investigação. 
B) inspeção, observação e inspeção. 
C) observação, observação e investigação. 
D) investigação, inspeção e investigação. 
E) observação, inspeção e inspeção. 
 
Comentários: 
 Segundo a NBC TI 01, o auditor aplica a técnica de inspeção 
quando verifica registros ou ativos tangíveis (I e III). 
 Já quando acompanha algum procedimento executado pelo 
próprio funcionário do setor auditado, está aplicando a técnica da 
observação (II). 
Resposta: B 
 
2 - (FCC/CGM-São Luís/2015) - Um Auditor de Controle Interno 
foi incumbido de realizar o exame das contratações realizadas 
num determinado período. Para tanto, recebeu a orientação de 
que registrasse as informações coletadas com abrangência e 
grau de detalhes suficientes para proporcionar a compreensão 
do planejamento, da natureza, da oportunidade e da extensão 
dos procedimentos aplicados de Auditoria Interna. Para o 
atendimento a essa orientação, as informações coletadas 
devem ser registradas em documentos denominados: 
A) planilhas de controle. 
B) demonstrativos de achados de auditoria. 
C) papéis de trabalho. 
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51 
 
D) bloco de anotações de auditoria. 
E) registros de evidências. 
 
Comentários: 
 Segundo a NBC TI 01, os papéis de trabalho devem ter 
abrangência e grau de detalhe suficientes para propiciarem a 
compreensão do planejamento, da natureza, da oportunidade e da 
extensão dos procedimentos de Auditoria Interna aplicados, bem como 
do julgamento exercido e do suporte das conclusões alcançadas. 
Resposta: C 
 
3 - (FCC/CGM-São Luís/2015) - Ainda no planejamento de uma 
Auditoria, um Auditor de Controle Interno se deparou com a 
possibilidade de não atingir, de forma satisfatória, os objetivos 
dos trabalhos, podendo emitir uma opinião inadequada, tendo 
por base a verificação de eventuais limitações ao alcance dos 
procedimentos de Auditoria Interna, a serem aplicados, 
considerando o volume ou a complexidade das transações e das 
operações. Esse aspecto, nos termos da NBC TI 01, é 
conceituado como: 
A) falha de auditoria. 
B) falha do auditor. 
C) eventos alheios à vontade do auditor. 
D) riscos de auditoria. 
E) falha de amostragem. 
 
Comentários: 
 Segundo a NBC TI 01, riscos de auditoria estão relacionados à 
possibilidade de o auditor não atingir, de forma satisfatória, o objetivo 
dos seus trabalhos. 
Resposta: D 
 
4 - (FCC/CGM-São Luís/2015) - Considere os fatores abaixo. 
I. Conhecimento detalhado da política e dos instrumentos de 
gestão de riscos da entidade. 
II. Existência de entidades associadas, filiais e partes 
relacionadas que estejam no âmbito dos trabalhos de Auditoria 
Interna. 
III. O conhecimento do resultado e das providências tomadas 
em relação a trabalhos anteriores, semelhantes e relacionados. 
Esses fatores são relevantes na execução dos trabalhos de 
auditoria, especificamente para a fase de: 
A) planejamento. 
B) comunicação de resultados. 
C) testes de auditoria. 
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52 
 
D) especificação de resultados. 
E) detalhamento de achados de auditoria. 
 
Comentários: 
 Mais uma questão literal da NBC TI 01. Todos esses fatores são 
verificados no planejamento da auditoria interna. 
Resposta: A 
 
5 - (FCC/CNMP/2015) - O Auditor Interno da empresa CDA 
Distribuidora de Uvas do Brasil S/A pretende realizar auditoria 
interna no departamento de compras e vendas da empresa. A 
possibilidade de NÃO se atingir, de forma satisfatória, o 
objetivo dos trabalhos, nos termos da NBC TI 01, estão 
relacionados: 
(A) aos papeis de trabalhos elaborados inadequadamente. 
(B) às avaliações inadequadas do sistema de controle interno e dos 
processos operacionais. 
(C) aos achados de auditoria não suficientes para conclusão dos 
trabalhos. 
(D) às evidências inadequadas e insuficientes para formar a opinião 
sobre a auditoria. 
(E) aos riscos de auditoria. 
 
Comentários: 
 Segundo a NBC TI 01, a análise dos riscos da Auditoria Interna 
deve ser feita na fase de planejamento dos trabalhos e está relacionada 
à possibilidade de não se atingir, de forma satisfatória, o objetivo dos 
trabalhos. 
 Dessa forma, questão literal da norma de auditoria interna. 
Resposta: E 
 
6 - (FCC/TCE-CE/2015) - Em determinada empresa pública 
estadual, está planejado para o mês de agosto de 2015 a 
realização de auditoria interna nas contas do ativo imobilizado 
da empresa. Assim, para alcançar os objetivos da auditoria 
serão aplicados testes de auditoria. Segundo a NBC TI 01, visam 
à obtenção de evidência quanto à suficiência, exatidão e 
validade dos dados produzidos pelos sistemas de informação da 
entidade os testes de auditoria denominados de: 
(A) controles. 
(B) verificações. 
(C) substantivos. 
(D) confirmações. 
(E) observância. 
 
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53 
 
Comentários: 
 Segundo a NBC TI 01, os testes substantivos visam à obtenção 
de evidência quanto à suficiência, exatidão e validade dos dados 
produzidos pelos sistemas de informação da entidade. 
Resposta: C 
 
7 - (FCC/TCE-GO/2014) - Nos termos da NBC TI 01, os riscos 
de auditoria interna estão relacionados à possibilidade de não 
se atingir, de forma satisfatória, o objetivo dos trabalhos. 
Assim, a análise dos riscos da Auditoria Interna deve ser feita 
na fase de planejamento dos trabalhos, considerando, entre 
outros, o seguinte aspecto: 
(A) a adequação e eficiência dos controles internos. 
(B) a determinação e extensão dos testes de auditoria. 
(C) a extensão da responsabilidade do auditor interno no uso dos 
trabalhos de especialista. 
(D) a avaliação dos processos e dos sistemas de informações. 
(E) o resultado de auditorias anteriores.Comentários: 
 Segundo a NBC TI 01 a análise dos riscos da Auditoria Interna 
deve ser feita na fase de planejamento dos trabalhos e devem ser 
considerados, principalmente, os seguintes aspectos: 
a) A verificação e a comunicação de eventuais limitações ao 
alcance dos procedimentos da Auditoria Interna, a serem 
aplicados, considerando o volume ou a complexidade das 
transações e das operações. 
b) A extensão da responsabilidade do auditor interno no 
uso dos trabalhos de especialistas. 
Resposta: C 
 
8 - (FCC/SEFAZ-PE/2014) - Na realização dos trabalhos de 
auditoria na empresa Vende Bem do Brasil S/A, o auditor 
interno, com o objetivo de obter razoável segurança de que os 
controles internos estabelecidos pela administração estão em 
efetivo funcionamento, procedeu a verificação de registros, 
documentos e ativos tangíveis. Neste caso, o auditor aplicou o 
procedimento de auditoria denominado: 
(A) inspeção. 
(B) observação. 
(C) testes substantivos. 
(D) investigação. 
(E) confirmação. 
 
Comentários: 
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 Segundo a NBC TI 01, a Inspeção envolve a verificação de 
registros, documentos e ativos tangíveis. Questão literal da norma de 
Auditoria Interna. 
Resposta: A 
 
9 - (FCC/TRT-13ªRegião/2014) - O auditor interno pode 
realizar testes que permitam obter subsídios suficientes para 
fundamentar suas conclusões e recomendações à 
Administração. O procedimento que consiste no 
acompanhamento de processo ou procedimento quando de sua 
execução é a: 
(A) Confirmação. 
(B) Investigação. 
(C) Observação. 
(D) Inspeção. 
(E) Evidenciação. 
 
Comentários: 
 Quando o teste dá a ideia de acompanhamento, ou seja, o 
auditor não executa nada, só observa, temos a técnica da Observação. 
Resposta: C 
 
10 - (FCC / ICMS-RJ / 2014) - A auditoria interna na empresa 
Mel Doce do Brasil S. A., para obter razoável segurança de que 
os controles internos estabelecidos pela administração estão 
em efetivo funcionamento, inclusive quanto ao seu 
cumprimento pelos funcionários e administradores da entidade, 
aplicará procedimentos de auditoria relativamente a: 
A) técnicas de amostragem. 
B) testes do fluxo de transações. 
C) testes de observância. 
D) técnicas de avaliação. 
E) testes substantivos. 
 
Comentários: 
Mais uma questão tranquila. Se o teste tem como objetivo avaliar 
os controles internos, estamos falando dos testes de observância, que 
para a norma de auditoria independente (que não é o caso) chama 
testes de controle. 
Resposta: C 
 
11 - (FCC/SEFAZ-PE/2014) - A empresa BDA do Brasil S/A 
admitiu, em seu quadro de pessoal, um auditor interno, para 
preparação e planejamento das auditorias a serem realizadas 
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55 
 
na empresa. Entre outros, são considerados fatores relevantes 
no planejamento dos trabalhos de auditoria interna: 
I. o conhecimento detalhado da política e dos instrumentos de gestão 
de riscos da entidade. 
II. o conhecimento do resultado e das providências tomadas em 
relação a trabalhos anteriores, semelhantes ou relacionados. 
III. o conhecimento detalhado das transações efetuadas pela empresa 
em exercícios anteriores. 
IV. o levantamento dos ativos e passivos da empresa relativo ao 
exercício anterior. 
V. o conhecimento detalhado das atividades operacionais e dos 
sistemas contábil e de controles internos e seu grau de confiabilidade 
da entidade. 
Está correto o que consta APENAS em: 
(A) II e IV. 
(B) I, II e V. 
(C) II, III e V. 
(D) I, IV e V. 
(E) I e IV. 
 
Comentários: 
 Vamos aos erros: 
III – O correto seria o conhecimento do resultado e das 
providências tomadas em relação a trabalhos anteriores, semelhantes 
ou relacionados, e não das transações efetuadas pela empresa no ano 
anterior. 
IV – Ativos e passivos do ano anterior não são relevantes para o 
planejamento dos trabalhos a serem realizados pela auditoria. 
Os itens I, II e V estão literais da NBC TI 01. 
Resposta: B 
 
12 - (FCC/METRÔ-SP/2014) - A auditoria interna pode ser 
exercida nas pessoas jurídicas de direito público, interno ou 
externo, e de direito privado, incluindo, dessa forma, o Metrô, 
e compreende, dentre outros, o gerenciamento de riscos. A 
avaliação dos riscos de auditoria, seja pelo volume ou 
complexidade das transações e operações, deve ser feita: 
A) na fase de planejamento dos trabalhos. 
B) na consolidação dos achados de auditoria. 
C) no relatório parcial de irregularidades. 
D) na fase de implantação da auditoria eletrônica de dados. 
E) na consolidação dos papéis de trabalho. 
 
Comentários: 
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56 
 
 Segundo a NBC TI 01, a análise dos riscos da Auditoria Interna 
deve ser feita na fase de planejamento dos trabalhos e está relacionada 
à possibilidade de não se atingir, de forma satisfatória, o objetivo dos 
trabalhos. 
Resposta: A 
 
13 - (FCC / TRT-19ª Região / 2014) - Os riscos de auditoria 
interna estão relacionados à possibilidade do auditor não 
atingir, de forma satisfatória, os objetivos dos trabalhos. A 
avaliação desses riscos deve ser feita na fase de planejamento 
e considerar a: 
A) atividade finalística da entidade a ser auditada. 
B) época em que os trabalhos vão ser realizados. 
C) estrutura hierárquica da entidade a ser auditada. 
D) formação e escolaridade dos responsáveis pela entidade auditada. 
E) extensão da responsabilidade do auditor interno no uso dos 
trabalhos de especialistas. 
 
Comentários: 
Segundo a NBC TI 01, norma que trata de Auditoria Interna, a 
análise dos riscos da Auditoria Interna deve ser feita na fase de 
planejamento dos trabalhos e estão relacionados à possibilidade de não 
se atingir, de forma satisfatória, o objetivo dos trabalhos. Nesse 
sentido, devem ser considerados, principalmente, os seguintes 
aspectos: 
 A verificação e a comunicação de eventuais limitações ao 
alcance dos procedimentos da Auditoria Interna, a serem 
aplicados, considerando o volume ou a complexidade das 
transações e das operações. 
 A extensão da responsabilidade do auditor interno no 
uso dos trabalhos de especialistas. 
Portanto, questão literal. 
Resposta: E 
 
14 - (FCC / TRF-3ª Região / 2014) - O planejamento da 
auditoria interna compreende os exames preliminares das 
áreas, atividades, produtos e processos para definir a 
amplitude e a época do trabalho a ser realizado de acordo com 
as diretrizes estabelecidas pela administração da entidade. O 
que deve ser estruturado de forma a servir como guia e meio 
de controle de execução de trabalho, devendo ser revisado e 
atualizado sempre que as circunstâncias exigirem, é o: 
A) programa de trabalho. 
B) relatório de auditoria. 
C) demonstrativo de riscos de auditoria. 
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D) papel de trabalho. 
E) quadro de testes de auditoria. 
 
Comentários: 
Segundo o item 12.2.1.4 da NBC TI 01, os programas detrabalho devem ser estruturados de forma a servir como guia e meio 
de controle de execução do trabalho, devendo ser revisados e 
atualizados sempre que as circunstâncias o exigirem. Portanto, o 
gabarito é a letra A. 
Resposta: A 
 
15 - (FCC/SEFAZ-PE/2014) - Na auditoria interna realizada na 
tesouraria de determinada empresa de produtos alimentícios, 
referente à movimentação financeira do mês de agosto de 
2014, o auditor constatou que a empresa pagou três duplicatas 
sem a devida comprovação de compra ou recebimento do 
material. A fim de evidenciar os exames realizados e dar 
suporte à sua opinião, críticas, sugestões e recomendações, as 
informações e provas obtidas no curso da auditoria serão 
registrados: 
(A) no relatório de auditoria. 
(B) no programa de auditoria. 
(C) na ata de conclusão da auditoria. 
(D) nos papeis de trabalho. 
(E) no certificado de auditoria. 
 
Comentários: 
 Questão literal da NBC TI 01. 
Segundo essa norma, os papéis de trabalho constituem 
documentos e registros dos fatos, informações e provas, obtido no 
curso da auditoria, a fim de evidenciar os exames realizados e dar 
suporte à sua opinião, críticas, sugestões e recomendações. 
Resposta: D 
 
16 - (FCC/TCE-RS/2014) - Nos termos da Resolução CFC 
986/2003, as informações que fundamentam os resultados da 
auditoria interna são denominadas: 
(A) evidências. 
(B) fontes de auditoria. 
(C) amostras positivadas. 
(D) dados relevantes. 
(E) achados de auditoria 
 
Comentários: 
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58 
 
 Segundo a NBC TI 01, em seu item 12.2.3.4, as informações que 
fundamentam os resultados da Auditoria Interna são denominadas de 
“evidências”, que devem ser suficientes, fidedignas, relevantes e úteis, 
de modo a fornecer base sólida para as conclusões e recomendações à 
administração da entidade. 
Resposta: A 
 
17 - (FCC/METRÔ-SP/2014) - Os trabalhos de auditoria interna 
devem ter por objetivo a obtenção de informação que: 
I. seja factual e convincente, de tal forma que uma pessoa prudente e 
informada possa entendê-la da mesma forma que o auditor interno. 
II. sendo confiável, propicie a melhor evidência alcançável, por meio 
do uso apropriado das técnicas de Auditoria Interna. 
III. de suporte às conclusões e às recomendações da Auditoria Interna. 
IV. auxilie a entidade a atingir suas metas. 
Essas informações são denominadas, respectivamente, 
A) suficiente, útil, adequada e relevante. 
B) útil, adequada, suficiente e relevante. 
C) relevante, suficiente, útil e adequada. 
D) suficiente, adequada, relevante e útil. 
E) relevante, suficiente, adequada e útil. 
 
Comentários: 
 Questão retirada de forma literal da NBC TI 01. Segundo essa 
norma, o processo de obtenção e avaliação das informações 
compreende a obtenção de informações sobre os assuntos relacionados 
aos objetivos e ao alcance da Auditoria Interna, devendo ser observado 
que: 
a) A informação suficiente é aquela que é factual e convincente, 
de tal forma que uma pessoa prudente e informada possa entendê-
la da mesma forma que o auditor interno. 
 
b) A informação adequada é aquela que, sendo confiável, 
propicia a melhor evidência alcançável, por meio do uso 
apropriado das técnicas de Auditoria Interna. 
 
c) A informação relevante é a que dá suporte às conclusões e 
às recomendações da Auditoria Interna. 
 
d) A informação útil é a que auxilia a entidade a atingir suas 
metas. 
Resposta: D 
 
18 - (FCC/TCE-GO/2014) - O relatório é o documento pelo qual 
a Auditoria Interna apresenta o resultado dos seus trabalhos. 
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Nos termos da NBC TI 01, entre os itens que devem ser 
abordados no relatório, estão: 
I. os principais procedimentos de auditoria aplicados e sua extensão. 
II. os responsáveis por eventuais prejuízos causados à entidade. 
III. a capacidade financeira da entidade para honrar seus 
compromissos. 
IV. o objetivo e a extensão dos trabalhos. 
V. os riscos associados aos fatos constatados. 
Está correto o que consta APENAS em: 
(A) I, III e IV. 
(B) I, IV e V. 
(C) IV e V. 
(D) I, III e V. 
(E) III e IV. 
 
Comentários: 
 Segundo a NBC TI 01, no relatório de auditoria interna deve 
constar, no mínimo, os seguintes aspectos (grifei): 
a) o objetivo e a extensão dos trabalhos; 
b) a metodologia adotada; 
c) os principais procedimentos de auditoria aplicados e 
sua extensão; 
d) eventuais limitações ao alcance dos procedimentos de 
auditoria; 
e) a descrição dos fatos constatados e as evidências 
encontradas; 
f) os riscos associados aos fatos constatados; e 
g) as conclusões e as recomendações resultantes dos fatos 
constatados. 
Portanto, questão literal. 
Resposta: B 
 
19 - (FCC/SEFAZ-PE/2014) - Agregar valor ao resultado da 
organização, apresentando subsídios para o aperfeiçoamento 
dos processos, da gestão e dos controles internos, por meio da 
recomendação de soluções para as não conformidades 
apontadas nos relatórios, é finalidade, decorrente da atividade: 
(A) do conselho fiscal. 
(B) da auditoria externa. 
(C) do conselho de administração. 
(D) do controle interno. 
(E) da auditoria interna 
 
Comentários: 
 A questão cobrou o conhecimento da definição de Auditoria 
Interna. 
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Segundo a NBC TI 01, a atividade da Auditoria Interna “está 
estruturada em procedimentos, com enfoque técnico, objetivo, 
sistemático e disciplinado, e tem por finalidade agregar valor ao 
resultado da organização, apresentando subsídios para o 
aperfeiçoamento dos processos, da gestão e dos controles internos, 
por meio da recomendação de soluções para as não-conformidades 
apontadas nos relatórios”. 
Resposta: E 
 
20 - (FCC/TCE-RS/2014) - A atividade que compreende os 
exames, análises, avaliações, levantamentos e comprovações, 
metodologicamente estruturados para a avaliação da 
integridade, adequação, eficácia, eficiência e economicidade 
dos processos, dos sistemas de informações e de controles 
internos integrados ao ambiente, e de gerenciamento de riscos, 
com vistas a assistir a administração da entidade no 
cumprimento de seus objetivos, forma o conceito de auditoria: 
(A) ambiental. 
(B) interna. 
(C) contábil. 
(D) de gestão. 
(E) de programa. 
 
Comentários: 
 Segundo o item 12.1.1.3 da NBC TI 01, a Auditoria Interna 
compreende os exames, análises, avaliações, levantamentos e 
comprovações, metodologicamente estruturados para a avaliação da 
integridade, adequação, eficácia, eficiência e economicidade dos 
processos, dos sistemas de informações e de controles internos 
integrados ao ambiente, e de gerenciamento de riscos, com vistas a 
assistir à administração da entidade no cumprimento de seus 
objetivos. 
Resposta: B 
 
21 - (FCC/TRT-13ªRegião/2014) - O relatório é o documento 
pelo qual a auditoria interna apresenta o resultado dos seus 
trabalhos. É norma atinente ao relatório que: 
(A) seja apresentado somente àquele que solicitou. 
(B) seja confidencial quanto à autoria, mas não em relação ao 
conteúdo. 
(C) seja minucioso e imparcial. 
(D) contenha eventuais limitaçõesao alcance dos procedimentos de 
auditoria. 
(E) contenha apenas a conclusão, devendo as recomendações serem 
feitas em separado. 
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Comentários: 
 O relatório é o documento pelo qual a Auditoria Interna apresenta 
o resultado dos seus trabalhos, devendo ser redigido com 
objetividade (erro da letra C) e imparcialidade, de forma a expressar, 
claramente, suas conclusões, recomendações e providências (erro 
da letra E) a serem tomadas pela administração da entidade. 
 Além disso, o relatório da Auditoria Interna deve ser apresentado 
a quem tenha solicitado o trabalho ou a quem este autorizar (erro 
da letra A), devendo ser preservada a confidencialidade do seu 
conteúdo (erro da letra B). 
Resposta: D 
 
22 - (FCC/TCE-PI/2014) - A auditoria interna: 
A) é exercida por profissional independente. 
B) é realizada de forma periódica. 
C) emite Parecer. 
D) opina sobre as demonstrações Contábeis. 
E) emite recomendações a entidade auditada. 
 
Comentários: 
 As letras A, B e D tratam de atributos da auditoria independente. 
 A letra C também está errada, já que o documento emitido pelo 
Auditor Interno chama Relatório (não é Parecer). 
De qualquer forma, o gabarito é mesmo a letra E, já que 
recomendações à entidade auditada no relatório de auditoria é uma 
característica do auditor interno. 
Resposta: E 
 
23 - (FCC / TRF-3ª Região / 2014) - Nos termos da Resolução 
CFC 986/03, a auditoria interna é exercida nas pessoas 
jurídicas de direito público, interno e externo, e de direito 
privado. É regra atinente à auditoria interna que: 
A) devem ser obtidas e avaliadas informações consideradas 
adequadas, que são aquelas convincentes e factuais, de tal forma que 
uma pessoa prudente e informada possa entendê-la da mesma forma 
que o auditor interno. 
B) o relatório é o documento pelo qual a auditoria interna apresenta o 
resultado dos seus trabalhos, não podendo ser parcial. 
C) deve assessorar a administração da entidade no trabalho da 
prevenção de fraudes e erros, obrigando-se a informá-la, ainda que 
verbalmente e de maneira reservada, sobre quaisquer indicações de 
irregularidades. 
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D) a obtenção de informações perante pessoas físicas ou jurídicas 
conhecedoras das transações e das operações, dentro e fora da 
entidade, é denominada investigação e confirmação. 
E) a verificação de registros, documentos e atos tangíveis é 
procedimento denominado observação. 
 
Comentários: 
Vamos aos erros. 
A - A informação adequada é aquela que, sendo confiável, 
propicia a melhor evidência alcançável, por meio do uso apropriado das 
técnicas de Auditoria Interna. A definição constante nessa letra é de 
informação suficiente. 
B - A Auditoria Interna deve avaliar a necessidade de emissão 
de relatório parcial, na hipótese de constatar 
impropriedades/irregularidades/ ilegalidades que necessitem 
providências imediatas da administração da entidade, e que não 
possam aguardar o final dos exames. 
C - A Auditoria Interna deve assessorar a administração da 
entidade no trabalho de prevenção de fraudes e erros, obrigando-se a 
informá-la, sempre por escrito, de maneira reservada, sobre 
quaisquer indícios ou confirmações de irregularidades detectadas no 
decorrer de seu trabalho. 
D – Gabarito da questão, retirado de forma literal do item 
12.2.3.2 da norma. 
E – Essa definição é de Inspeção. Observação é o 
acompanhamento de processo ou procedimento quando de sua 
execução. 
Resposta: D 
 
24 - (FCC / TRF-3ª Região / 2014) - Os procedimentos de 
auditoria interna constituem exames e investigações que 
permitem ao auditor interno obter subsídios suficientes para 
fundamentar suas conclusões e recomendações à 
administração da entidade. Para tanto, pode aplicar testes que 
visam tanto a obtenção de razoável segurança de que os 
controles internos estabelecidos pela administração estão em 
efetivo funcionamento, como a obtenção de evidência quanto à 
suficiência, exatidão e validade dos dados produzidos pelo 
sistema de informação da entidade. Esses testes são 
denominados, respectivamente, 
A) substantivo e de observância. 
B) de observância e vistoria. 
C) vistoria e substantivo. 
D) substantivo e vistoria. 
E) de observância e substantivo. 
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Comentários: 
Segundo a NBC TI 01, os testes de observância visam à 
obtenção de razoável segurança de que os controles internos 
estabelecidos pela administração estão em efetivo funcionamento, 
inclusive quanto ao seu cumprimento pelos funcionários e 
administradores da entidade. Já os testes substantivos visam à 
obtenção de evidência quanto à suficiência, exatidão e validade dos 
dados produzidos pelos sistemas de informação da entidade. 
Resposta: E 
 
25 - (FCC/TRT 12ª/2013) - Nos termos da Resolução CFC no 
986/03, que trata das normas brasileiras de contabilidade 
relacionadas à auditoria interna, 
A) a análise dos riscos de auditoria interna deve ser feita após a 
emissão do relatório final e serve como retorno de informações para 
inspeções futuras. 
B) as análises que visam à obtenção de evidências quanto à suficiência, 
exatidão e validade dos dados produzidos pelos sistemas de 
informações da entidade são chamadas de testes de observância. 
C) o relatório de auditoria interna deve abordar, dentre outros pontos, 
a metodologia adotada e as limitações ao alcance dos procedimentos 
de auditoria. 
D) em razão dos princípios do sigilo, ética e zelo profissional, não cabe 
a emissão de relatório parcial de auditoria. 
E) a auditoria de processamento eletrônico de dados é feita 
independentemente de existir na equipe de auditoria interna 
profissional com conhecimentos relativos à tecnologia da informação. 
 
Comentários: 
 A análise dos riscos da Auditoria Interna deve ser feita na fase 
de planejamento dos trabalhos e esses riscos estão relacionados à 
possibilidade de não se atingir, de forma satisfatória, o objetivo dos 
trabalhos. Dessa forma, a letra A está errada. 
 Já a letra B está incorreta, pois a definição apresentada se refere 
aos testes substantivos e não de observância. 
 A letra C é o gabarito da questão, já que esses são alguns pontos 
que devem ser abordados no relatório final de auditoria interna. 
 A letra D também está errada, pois uma das características da 
auditoria interna é a possibilidade de se emitir um relatório parcial 
quando constatar impropriedades/irregularidades/ ilegalidades que 
necessitem providências imediatas da administração da entidade, e 
que não possam aguardar o final dos exames 
 Por fim, a letra E está incorreta, pois se o auditor não tem 
conhecimentos em TI não tem como ele realizar uma auditoria desse 
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tipo, já que um dos princípios éticos é a necessidade de competência 
profissional. 
Resposta: C 
 
26 - (FCC/METRÔ-SP/2014) - Dois analistas de 
desenvolvimentode gestão foram incumbidos de fazer exames 
de auditoria interna nos registros realizados pelo setor de 
contabilidade do Metrô, em 2013. Em razão do volume de 
informações, utilizaram técnica de auditoria para a seleção de 
itens que deverão ser testados, representando o todo a ser 
auditado. Essa técnica utilizada é denominada: 
A) dimensionamento do trabalho de auditoria. 
B) direcionamento do trabalho de auditoria. 
C) amostragem. 
D) testes de parcialidade. 
E) seleção de suficiência de informações. 
 
Comentários: 
 Quando o auditor se utiliza de parte da população para 
representar o todo a ser auditado ele está aplicando a técnica de 
amostragem, que pode ser estatística ou não estatística. 
Resposta: C 
 
27 - (FCC/TCE-RS/2014) - A amostragem é uma técnica que 
tem por finalidade determinar a extensão de um teste de 
auditoria ou método de seleção de itens a serem testados. Nos 
termos da Resolução CFC 986/2003, a amostra selecionada 
deve proporcionar uma informação de auditoria: 
(A) suficiente e apropriada. 
(B) efetiva e padronizada. 
(C) realística e relevante. 
(D) material e útil. 
(E) formal e mensurável. 
 
Comentários: 
 Segundo o item 12.2.4.2 da NBC TI 01, ao usar método de 
amostragem, estatística ou não, deve ser projetada e selecionada uma 
amostra que possa proporcionar evidência de auditoria suficiente e 
apropriada. 
Resposta: A 
 
28 - (FCC / TRT-19ª Região / 2014) - Um auditor, ao final dos 
seus trabalhos, reviu as informações consignadas nos papéis de 
trabalho e concluiu que as informações coletadas eram 
confiáveis e proporcionaram a melhor evidência alcançável por 
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meio das técnicas que utilizou. Essas informações são 
classificadas como: 
A) concretas. 
B) suficientes. 
C) adequadas. 
D) relevantes. 
E) úteis. 
 
Comentários: 
 Segundo a NBC TI 01, “o processo de obtenção e avaliação das 
informações compreende: 
I – a obtenção de informações sobre os assuntos relacionados 
aos objetivos e ao alcance da Auditoria Interna, devendo ser 
observado que: 
a) A informação suficiente é aquela que é factual e 
convincente, de tal forma que uma pessoa prudente e 
informada possa entendê-la da mesma forma que o 
auditor interno. 
b) A informação adequada é aquela que, sendo confiável, 
propicia a melhor evidência alcançável, por meio 
do uso apropriado das técnicas de Auditoria 
Interna. 
c) A informação relevante é a que dá suporte às 
conclusões e às recomendações da Auditoria Interna. 
d) A informação útil é a que auxilia a entidade a atingir 
suas metas.” (Grifei) 
Dessa forma, questão praticamente literal. 
Resposta: C 
 
29 – (FCC/DPE SP/2013) - A auditoria interna deve estar 
vinculada aos mais altos níveis hierárquicos de uma entidade 
com vistas a: 
A) atuar estritamente como órgão fiscalizador. 
B) emitir parecer sobre as demonstrações contábeis para os usuários 
externos. 
C) garantir autonomia e independência. 
D) punir os responsáveis por erros nas demonstrações contábeis. 
E) apurar fraudes e punir os subordinados com maior isenção. 
 
Comentários: 
 O principal objetivo dessa vinculação (geralmente ao Conselho 
de Administração) é garantir a autonomia e independência necessárias 
para realização dos trabalhos de auditoria interna. 
 A auditoria interna não tem apenas função fiscalizadora, mas 
também de assessoramento (letra A). Além disso, não emite parecer 
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sobre as demonstrações contábeis (letra B). Por fim, não tem função 
punitiva (letras D e E). 
Resposta: C 
 
30 - (FCC / ISS-SP / 2012) - NÃO é uma atividade da função da 
auditoria interna: 
A) a avaliação do processo de governança. 
B) a gestão de risco. 
C) o monitoramento do controle interno. 
D) o exame das informações contábeis e operacionais. 
E) a aprovação do relatório de auditoria externa. 
 
Comentários: 
 A letra E, gabarito da questão, não faz sentido. Vejamos. Se a 
auditoria externa é contratada para emitir uma opinião independente 
acerca das demonstrações contábeis, não faria sentido em ter que 
passar por alguma aprovação da empresa auditada, seja da auditoria 
interna, seja de qualquer setor da administração. 
As outras quatro alternativas se encaixam perfeitamente no que 
foi visto como funções de auditoria interna, na parte teórica desta aula, 
e foram retiradas de forma literal da NBC TA 610. 
Resposta: E 
 
31 - (FCC / TCE-SP / 2012) – Em relação às diferenças entre a 
auditoria interna e externa das demonstrações contábeis, é 
correto afirmar: 
A) A auditoria externa é de competência exclusiva de contador 
registrado no Conselho Federal de Contabilidade, enquanto a auditoria 
interna pode ser realizada por um funcionário qualificado que receba 
treinamento adequado para tal fim. 
B) O grau de autonomia do auditor interno é maior que o do auditor 
externo independente, em virtude de se reportar diretamente à 
controladoria da entidade. 
C) O auditor externo executa as auditorias operacional e contábil e o 
auditor interno, apenas a contábil. 
D) O auditor externo é responsável pelo exame e avaliação do controle 
interno da entidade, cabendo ao auditor interno apenas implementar 
as modificações julgadas necessárias pelo auditor externo para o seu 
correto funcionamento. 
E) Regra geral, os relatórios do auditor interno são de uso exclusivo da 
administração da entidade, enquanto os elaborados pelo auditor 
independente são destinados também aos usuários externos da 
informação contábil. 
 
Comentários: 
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 A letra A está incorreta, pois o registro do contador é no Conselho 
REGIONAL de Contabilidade e não no FEDERAL. Cuidado com essas 
pegadinhas. Caso não tivesse esse erro, a segunda parte da questão 
dá margem para questionamentos, já que, a princípio, o auditor interno 
só precisa ser contador se estiver realizando auditoria contábil. 
 A alternativa B também está errada, pois o grau de autonomia 
do auditor interno é menor do que a do auditor externo. Além disso, a 
auditoria interna deve estar ligada à alta administração e não à 
controladoria. 
 Conforme visto no quadro comparativo, o auditor externo 
executa auditoria contábil e o auditor interno, contábil e operacional, 
dentre outras. 
 Embora o auditor externo faça avaliação do controle interno para 
definir o volume de seus procedimentos substantivos, é o auditor 
interno que tem essa responsabilidade. Além disso, quem implementa 
as recomendações feitas pelo auditor interno é a própria empresa. 
Resposta: E 
 
32 - (FCC / TRE-CE / 2012) – É correto afirmar com relação aos 
objetivos da auditoria interna que: 
A) os objetivos não variam e independente do tamanho da empresa ou 
do quadro funcional devem cobrir totalmente as atividades. 
B) é totalmente responsável pela gestão de riscos, garantindo à gestão 
e governança da empresa a mitigação ou eliminação dos mesmos. 
C) está subordinada aos órgãos de governança da empresa, sendo 
limitada sobre a possibilidade de avaliar as questões de ordem ética, 
valores e cumprimento de suas funções. 
D) elapode ser responsável por revisar a economia, eficiência e eficácia 
das atividades operacionais, incluindo as atividades não financeiras de 
uma entidade. 
E) suas atribuições com relação ao cumprimento de leis e normas 
limitam-se a aquelas pertinentes à área contábil e financeira, ficando 
as demais normas e leis sob responsabilidade das áreas específicas. 
 
Comentários: 
 A capacidade operacional de trabalho da auditoria interna irá 
depender do seu quadro funcional, portanto, a letra A está incorreta. 
 O responsável primário pela gestão de riscos é o próprio gestor. 
Cabe ao auditor interno avaliar essa gestão. Por isso a alternativa B 
está errada. 
 A letra C está incorreta, pois o auditor interno pode avaliar as 
questões de ordem ética, valores e cumprimento de suas funções, 
independentemente de estar ligado à alta administração. 
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 Por fim, a letra E também está errada, pois vimos que, além de 
auditoria contábil o auditor interno também realiza auditorias 
operacionais, dentre outras. 
Resposta: D 
 
33 - (FCC/TRF-3/2016) - Acerca dos termos regulados pela 
Resolução CFC no 986/2003 (NBC TI 01), considere: 
I. A análise deve ser executada no curso da auditoria. 
II. Estão relacionados à possibilidade de não se atingir, de forma 
satisfatória, o objetivo dos trabalhos. 
III. Deve ser levado em conta a extensão da responsabilidade do 
auditor interno no uso dos trabalhos de especialistas. 
IV. Deve ser considerada a verificação e a comunicação de eventuais 
limitações ao alcance dos procedimentos de auditoria interna. 
 
É regra atinente aos riscos de auditoria o que consta em 
(A) I, II e IV, apenas. 
(B) I, II, III e IV. 
(C) I, III e IV, apenas. 
(D) II e III, apenas. 
(E) II, III e IV, apenas. 
 
Comentários: 
 Segundo a NBC TI 01, a análise dos riscos da Auditoria Interna 
deve ser feita na fase de planejamento dos trabalhos; estão 
relacionados à possibilidade de não se atingir, de forma satisfatória, o 
objetivo dos trabalhos. Nesse sentido, devem ser considerados, 
principalmente, os seguintes aspectos: 
c) a verificação e a comunicação de eventuais limitações ao 
alcance dos procedimentos da Auditoria Interna, a serem 
aplicados, considerando o volume ou a complexidade das 
transações e das operações; 
d) a extensão da responsabilidade do auditor interno no uso dos 
trabalhos de especialistas. 
Dessa forma, não é no curso da auditoria, sendo o único item 
errado o item I. 
Resposta: E 
 
34 - (FCC/TRF-3/2016) - A Resolução CFC no 986/2003 (NBC 
TI 01), no que se refere aos papéis de trabalho, estabelece que 
(A) a boa prática dos trabalhos não recomenda que sejam anexados a 
outros tipos de documentos. 
(B) são ferramentas destinadas apenas ao registro em meio físico, que 
devem ser organizadas e arquivadas de forma sistemática e racional. 
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(C) são documentos e registros dos fatos, informações e provas obtidos 
no curso da auditoria para dar suporte à opinião do auditor. 
(D) devem ter abrangência superficial, uma vez que se trata de 
ferramenta de suporte. 
(E) não é ferramenta adequada para proporcionar a compreensão da 
extensão dos procedimentos de auditoria aplicados. 
 
Comentários: 
 Segundo a NBC TI 01, os papéis de trabalho constituem 
documentos e registros dos fatos, informações e provas, obtido no 
curso da auditoria, a fim de evidenciar os exames realizados e dar 
suporte à sua opinião, críticas, sugestões e recomendações. 
Resposta: C 
 
35 - (FCC/TRF-3/2016) - Um auditor interno, em um primeiro 
momento, verificou a necessidade de fazer testes para 
verificação de registros, documentos e ativos tangíveis. Depois, 
também constatou a necessidade de acompanhar a execução de 
procedimentos específicos. Nos termos regulados pela 
Resolução CFC no 986/2003 (NBC TI 01), para a consecução 
desses dois objetivos deverá realizar, respectivamente, 
(A) testes de observância, na modalidade inspeção e testes de 
observância, na modalidade observação. 
(B) testes de observância, na modalidade inspeção e testes 
substantivos, na modalidade inspeção. 
(C) testes substantivos, na modalidade confirmação e testes de 
observância, na modalidade investigação. 
(D) testes substantivos, na modalidade confirmação e testes de 
observância, na modalidade inspeção. 
(E) testes de observância, na modalidade investigação e testes de 
observância, na modalidade inspeção. 
 
Comentários: 
Segundo a NBC TI 01, os testes de observância visam à obtenção 
de razoável segurança de que os controles internos estabelecidos pela 
administração estão em efetivo funcionamento, inclusive quanto ao 
seu cumprimento pelos funcionários e administradores da entidade. Na 
sua aplicação, devem ser considerados os seguintes procedimentos: 
a) inspeção – verificação de registros, documentos e ativos tangíveis; 
b) observação – acompanhamento de processo ou procedimento 
quando de sua execução; e 
c) investigação e confirmação – obtenção de informações perante 
pessoas físicas ou jurídicas conhecedoras das transações e das 
operações, dentro ou fora da entidade. 
Resposta: A 
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36 - (FCC/TRF-3/2016) - Um auditor interno precisou 
determinar a extensão de um teste de auditoria para 
proporcionar evidência suficiente e apropriada. 
Nos termos regulados pela Resolução CFC no 986/2003 (NBC TI 01), 
essa determinação pode ser alcançada por meio do uso da técnica de 
(A) projeção. 
(B) amostragem. 
(C) normatização. 
(D) dimensionamento. 
(E) ajustamento. 
 
Comentários: 
Segundo a NBC TI 01, ao determinar a extensão de um teste 
de auditoria ou um método de seleção de itens a serem testados, 
podem ser empregadas técnicas de amostragem. 
Resposta: B 
 
37 - (FCC/TRT-MT/2016) - Nos termos da NBC TI 01, a auditoria 
interna contábil 
(A) em hipótese alguma se vale das informações do controle interno 
da entidade auditada. 
(B) é exercida apenas nas pessoas jurídicas de direito privado. 
(C) é exercida tanto nas pessoas jurídicas de direito público interno 
como externo. 
(D) difere da consultoria por não ter como objetivo assistir a entidade 
no cumprimento dos seus objetivos. 
(E) levanta as falhas, mas não recomenda soluções. 
 
Comentários: 
 Segundo a NBC TI 01, a Auditoria Interna é exercida nas pessoas 
jurídicas de direito público, interno ou externo, e de direito privado. 
Vamos aos erros das outras: 
 A – Se utiliza das informações do controle interno. 
 D – É sua função assistir a entidade no cumprimento dos seus 
objetivos. 
 E – Recomenda soluções. 
Resposta: C 
 
38 - (FCC/TRT-MT/2016) - Considere: 
I. A amplitude do trabalho e responsabilidade estão limitadas à área 
de atuação. 
II. Prestar assessoria ao Conselho Fiscal da entidade ou órgão 
equivalente, se solicitado. 
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III. Dever de manter sigilo mesmo depois de terminadoseu vínculo 
empregatício ou contratual. 
Nos termos da NBC PI 01, aplica-se ao auditor interno o que consta em 
(A) II e III, apenas. 
(B) I e III, apenas. 
(C) I e II, apenas. 
(D) I, II e III. 
(E) II, apenas. 
 
Comentários: 
 A NBC PI 01 tratava de perícia, não de auditoria interna. 
 Entretanto, se abstrairmos isso, todas as alternativas estão 
corretas no que se refere à auditoria interna. 
Resposta: D 
 
 
QUESTÕES CESPE 
 
1 - (CESPE/TCDF/2014) - O planejamento dos trabalhos da 
auditoria interna deve contemplar, entre outros fatores, o 
concurso de especialistas, para quem as responsabilidades são 
inteiramente transferidas. 
 
Comentários: 
 Segundo o item 12.2.1.2 da NBC TI 01, norma que trata de 
auditoria interna, “o planejamento deve considerar os fatores 
relevantes na execução dos trabalhos, especialmente os seguintes: 
[...] (e) o uso do trabalho de especialista.” Entretanto, na análise dos 
riscos de auditoria interna devem ser considerados, dentre outros, a 
extensão da responsabilidade do auditor interno no uso dos 
trabalhos de especialistas. Dessa forma, a responsabilidade não é 
transferida ao especialista, fazendo com que a questão esteja errada. 
Resposta: E 
 
2 - (CESPE/FUB-DF/2013) - No planejamento dos trabalhos da 
auditoria interna, cabe ao próprio setor definir a extensão e 
profundidade dos exames, mas é a administração que 
determina a época da realização de cada trabalho. 
 
Comentários: 
Não apenas a extensão e profundidade, mas também a época da 
realização dos trabalhos é definida pelo próprio auditor, mesmo em 
relação à auditoria interna. 
Resposta: E 
 
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3 - (CESPE/FUB-DF/2013) - Na execução do trabalho da 
auditoria, o auditor interno deve analisar e documentar 
informação: necessária — o mínimo para dar certeza sobre a 
suspeita; apropriada — obtida sem o concurso dos responsáveis 
pelas operações; material — contendo a maior parte dos 
valores; e consistente — que é recorrente. 
 
Comentários: 
 São características das informações que devem ser coletadas e 
avaliadas pelo auditor interno: 
a) A informação suficiente é aquela que é factual e convincente, 
de tal forma que uma pessoa prudente e informada possa 
entendê-la da mesma forma que o auditor interno. 
b) A informação adequada é aquela que, sendo confiável, 
propicia a melhor evidência alcançável, por meio do uso 
apropriado das técnicas de Auditoria Interna. 
c) A informação relevante é a que dá suporte às conclusões e 
às recomendações da Auditoria Interna. 
d) A informação útil é a que auxilia a entidade a atingir suas 
metas. 
Resposta: E 
 
Em relação à natureza, campo de atuação e noções básicas de 
auditoria interna e externa, julgue os itens subsequentes. 
 
4 - (CESPE / ANP / 2013) - O escopo dos trabalhos do auditor 
interno deve ser fixado pela gerência, contudo o trabalho do 
auditor externo é predefinido no contrato. 
 
Comentários: 
 O escopo do trabalho do auditor é definido pela própria auditoria 
interna, seguindo as diretrizes emanadas pela administração da 
entidade. 
 Se a gerência (que é a parte auditada) definisse o escopo a 
independência necessária ao trabalho de auditoria seria afetada. 
Resposta: E 
 
Em relação à natureza, campo de atuação e noções básicas de 
auditoria interna e externa, julgue os itens subsequentes. 
 
5 - (CESPE / ANP / 2013) - Quanto à natureza dos 
procedimentos realizados durante a auditoria, o auditor é 
limitado em sua investigação pela possibilidade de distorção 
nas informações fornecidas pela administração da auditada. 
 
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Comentários: 
 Sempre poderá haver distorções nas informações fornecidas pela 
administração da empresa é essa é uma limitação do trabalho de 
auditoria. 
 É claro que o auditor deverá diminuir o risco de auditoria a um 
nível aceitavelmente baixo, mas este nunca será nulo, razão pela qual 
a questão foi considerada correta. 
Resposta: C 
 
De acordo com as Normas Brasileiras para o Exercício da 
Auditoria Interna e com a Resolução CFC n.º 986/2003, julgue 
os itens que se seguem. 
 
6 - (CESPE/FUB-DF/2013) - Os auditores internos, apesar de 
sua subordinação à administração da empresa e do âmbito de 
seu trabalho, devem adotar, entre seus procedimentos, a 
investigação e a confirmação, que envolvem pessoas físicas ou 
jurídicas de dentro ou de fora da entidade. 
 
Comentários: 
O auditor interno, dentre as técnicas que utiliza para coletar 
evidências de auditoria, estão a investigação e confirmação que, 
conforme definição da norma de auditoria interna, pode envolver 
pessoa física ou jurídica de dentro ou fora da entidade. Isso pode 
acontecer independente dessa subordinação existente entre o auditor 
interno e a alta administração. 
Resposta: C 
 
7 - (CESPE/FUB-DF/2013) - No caso de a auditoria interna 
detectar indícios de irregularidades no decorrer de seus 
trabalhos e avaliar que a administração da entidade deve 
adotar providências imediatas, a auditoria deve fazer a 
comunicação por escrito, em caráter reservado. 
 
Comentários: 
 Questão correta. Essa comunicação deve ser feita por escrito, em 
caráter reservado, exatamente como está descrito na questão. 
Resposta: C 
 
De acordo com as Normas Brasileiras para o Exercício da 
Auditoria Interna e com a Resolução CFC n.º 1.229/2009, 
julgue os itens seguintes. 
 
8 - (CESPE/FUB-DF/2013) - A auditoria interna, além de suas 
funções convencionais, pode ser incumbida de avaliar o 
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processo de governança, no que diz respeito à realização de 
seus objetivos de ética e valores, assim como atuar na 
identificação e avaliação das vulnerabilidades relevantes a 
riscos. 
 
Comentários: 
Segundo a NBC TA 610, aprovada pela resolução que consta no 
caput da questão, a função de auditoria interna pode avaliar o processo 
de governança quanto à realização de seus objetivos de ética e valores, 
administração de desempenho e prestação de contas, comunicando 
informações sobre risco e controle para as áreas apropriadas da 
organização, e da eficácia da comunicação entre as pessoas 
responsáveis pela governança, os auditores internos e independentes 
e a administração. Portanto, questão praticamente literal. 
Resposta: C 
 
9 - (CESPE/AFT/2013) - Um dos requisitos para assegurar a 
necessária independência técnica aos auditores internos é a 
garantia de que, no planejamento de seu trabalho, eles não 
serão influenciados pelas orientações emanadas da 
administração da entidade e, eventualmente, por suas 
expectativas. Julgue Certo ou Errado. 
 
Comentários: 
 Segundo a NBC TI 01, “o planejamento do trabalho da Auditoria 
Interna compreende os exames preliminares das áreas, atividades, 
produtos e processos, para definir a amplitude e a época do trabalho 
a ser realizado, de acordo com as diretrizes estabelecidas pela 
administração da entidade”. (Grifei) 
Resposta: E 
 
10 - (CESPE/TCU/2013) - As atribuições dos auditores internos 
e externos diferem, pois, no primeiro caso, estão fixadas no 
contrato de trabalho,

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