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26/08/2013
1
CONTRAÇÃO MUSCULAR
Prof. Davi Jucá e Kalina
Centro Universitário Estácio FIC
Disciplina: Fisiologia Humana
INTRODUÇÃO
Músculo Estriado Esquelético
(Voluntário)
Músculo Estriado Cardíaco
(Involuntário)
Músculo Liso 
(Involuntário)
ESTRUTURA E FUNÇÃO DO MÚSCULO ESQUELÉTICO
26/08/2013
2
ESTRUTURA E FUNÇÃO DO MÚSCULO ESQUELÉTICO
 A célula muscular = fibra muscular
 Sarcolema - fusão com tecido conjuntivo (tendões)
 Sarcoplasma (proteínas, glicogênio, mioglobina...)
 Túbulos Transversos (T)
 Retículo Sarcoplasmático
 Miofibrilas
 Titina
ESTRUTURA E FUNÇÃO DO MÚSCULO ESQUELÉTICO
 Miofibrilas
 Elementos contráteis do músculo esquelético
 Sarcômero (menor unidade funcional do músculo)
 Banda A (Zona H) - miosina + actina
 Banda I (Linha Z) - actina
26/08/2013
3
Fibra contraída Fibra relaxada
actina
miosina
ESTRUTURA E FUNÇÃO DO MÚSCULO ESQUELÉTICO
 Filamentos de miosina
 Filamentos de actina (actina, tropomiosina, troponina)
ESTRUTURA E FUNÇÃO DO MÚSCULO ESQUELÉTICO
 Ação da fibra muscular
 Unidade motora (neurônio motor + fibras musculares)
 Impulso motor
 ACh - receptor nicotínico
26/08/2013
4
SOMAÇÃO DA CONTRAÇÃO MUSCULAR
 Significa adicionar, ao conjunto de abalos isolados, 
resultando em uma CONTRAÇÃO FORTE E UNIFORME
 Somação pode ocorrer por 2 modos distintos:
 Aumento do número de unidades motoras que se contraem 
simultaneamente – SOMAÇÃO DE MÚLTIPLAS UNIDADES 
MOTORAS
 Aumento da rapidez da contração das unidades motoras 
individuais – SOMAÇÃO POR FREQUENCIA
26/08/2013
5
SOMAÇÃO DA CONTRAÇÃO MUSCULAR
 Quando um músculo é estimulado com freqüências cada vez 
maiores, o grau de sua contração aumenta de forma 
progressiva
 Nas freqüências mais altas de estimulação, as contrações 
sucessivas se fundem não podendo ser distinguidas uma das 
outras:
 TETANIZAÇÃO
Resulta de uma freqüência rápida (tempo menor entre cada 
estímulo), existindo ainda tensão na fibra quando ocorrer o 
próximo estímulo. Um estímulo continuado manterá a tensão 
no músculo alta até que ocorra a fadiga
TETANIZAÇÃO
 Resulta das propriedades viscosas do músculo e também da 
natureza do próprio processo contrátil
 Os níveis de cálcio livre nas miofibrilas permanece 
continuamente acima do que é necessário para a ativação 
completa do processo contrátil, o que provê um estímulo 
ininterrupto para a manutenção da contração
ENERGÉTICA DA CONTRAÇÃO MUSCULAR
 Armazenamento da energia sob a forma de ATP (adenosina 
trifosfato)

 
ATP → altamente energé�co
 Em repouso a energia deriva da degradação dos carboidratos 
e gordura
 Proteínas são “tijolos” do corpo – fornecem pouca energia 
para a função celular
ENERGÉTICA DA CONTRAÇÃO MUSCULAR

 
Carboidratos → glicose

 
Gordura (↑ energia)→ ácidos graxos livre 

 
Proteínas → glicose (gliconeogênese)

 
Proteínas → ácidos graxos livres (lipogênese)
26/08/2013
6
ENERGÉTICA DA CONTRAÇÃO MUSCULAR ENERGÉTICA DA CONTRAÇÃO MUSCULAR
 Metabolismo anaeróbio
 Metabolismo aeróbio
ATPATP ADPADP PiPi+
 
→
ATPase
ENERGÉTICA DA CONTRAÇÃO MUSCULAR
1. Sistema ATP-CP
2. Sistema glicolítico
3. Sistema oxidativo
SISTEMA ATP-CP - METABOLISMO ANAERÓBIO ALÁTICO
 CP = Fosfocreatina / Creatina fosfato
 Energia liberada da CP é utilizada para forma ATP
 Reação produzida pela CK (creatina quinase)
 Processo rápido
 Duração 3-15 s
11
26/08/2013
7
SISTEMA GLICOLÍTICO - METABOLISMO ANAERÓBIO LÁTICO
 Envolve glicólise

 
Glicose → Glicogênio (glicogênese)
 Produção de ácido pirúvico
 Duração 1-2 min
PiruvatoPiruvato
Ácido láticoÁcido lático Acetil CoAAcetil CoA
- O2 + O2
2 ou 32 ou 3
SISTEMA OXIDATIVO - METABOLISMO AERÓBIO ALÁTICO
 Utilização do O2 (respiração celular)
 Ocorre no interior das mitocôndrias
 Processo lento
Glicólise aeróbia
Ciclo de Krebs
Cadeia transportadora de elétrons
38 a 3938 a 39
PiruvatoPiruvato
Ácido láticoÁcido lático Acetil CoAAcetil CoA
- O2 + O2
26/08/2013
8
REMODELAÇÃO MUSCULAR – ADAPTAÇÃO ÀS FUNÇÕES
1. Hipertrofia muscular: aumento da massa muscular 
(aumenta as miofibrilas)
Obs. Hiperplasia = aumento do número de células 
musculares
2. Atrofia muscular: diminuição da massa muscular
3. Desnervação muscular: ocorre por lesões; há perda do 
tônus levando a uma atrofia muscular
RIGOR MORTIS
 Horas após a morte, os músculos se contraem. Como não há 
reposição de ATP, estes músculos permanecem contraídos já 
que não há “desligamento” do binding actina-miosina
26/08/2013
9
FIBRAS MUSCULARES
 Contração lenta (CL) 50%
 Miosina ATPase lenta

 
↓ Re�culo sarcoplasmá�co

 
Motoneurônios ↓ fibras
 “vermelhas”
 Contração rápida (CR)
 Miosina ATPase rápida

 
↑ Re�culo sarcoplasmá�co

 
Motoneurônios ↑ fibras
 “brancas”
TIPOS DE CONTRAÇÃO
 Isométrica
 Isotônica
 Concêntrica
 Excêntrica
 Isocinética
CONTRAÇÃO ISOTÔNICA
CONTRAÇÃO ISOMÉTRICA
INTEGRAÇÃO SENSÓRIO-MOTORA
 Atividade Reflexa
 Fusos Musculares 
(estiramento muscular)
 Órgãos Tendinosos de 
Golgi (força muscular)
 Engramas
26/08/2013
10
OBRIGADO

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