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MÓDULO 6 – FORÇA DE SUSTENTAÇÃO 
 
 
A ocorrência de uma força de sustentação tem sobretudo origem na distribuição de 
pressões em torno do objeto submerso no escoamento e é necessário que essa distribuição seja 
assimétrica pois se assim não for não haverá força de sustentação. Alguma da nomenclatura 
utilizada no estudo de escoamentos em torno de perfis alares está (Figura 1). 
 
 
Figura 1 - Nomenclatura utilizada em aerodinâmica relativa a perfis alares. 
 
Para se criar uma força de sustentação, ou seja, a distribuição assimétrica de pressão, é 
necessário que o objeto seja ele mesmo assimétrico ou se ele for simétrico que esteja colocado 
numa posição assimétrica relativamente ao escoamento. Estes dois casos estão ilustrados na 
Figura 2. 
 
Figura 1 - Escoamento sobre perfis alares simétricos e assimétricos. 
 
É frequente em Mecânica dos Fluidos a apresentação de resultados sob forma 
adimensional, como visto nos módulos 3 e 4. As forças de arrasto (D) e sustentação (L) são 
adimensionalizadas nos respectivos coeficientes de arrasto (CD) e sustentação (CL) da seguinte 
forma: 
Avρ
2
1
C
2
D


D 
Avρ
2
1
C
2
L


L 
Nestas expressões a área A tem diferentes significados consoante o tipo de objeto 
submerso. Assim, destacamos os seguintes três casos: 
I. corpos fuselados tais como asas, perfis alares, placas planas: A representa a área 
planificada do objeto. No caso de uma asa esta área será o produto da envergadura pela 
corda do perfil (Figura2) 
II. superfícies de navios e barcos: A representa a área molhada do - objeto submerso, como 
por exemplo a área molhada do casco; 
III. corpos não fuselados: para os restantes objetos A representa a área frontal, a área vista 
pelo escoamento, ou seja, a área projetada num plano normal ao escoamento. 
 
Para a outra componente da força a sua adimensionalização é idêntica e para normalizar 
um qualquer momento M usa-se a equação (10.5) onde L representa uma escala de 
comprimento. 
ALvρ
2
1
C
2
M


M

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