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PAULO HENRIQUE – 3015101405
RODRIGO FERREIRA – 3015105331
VICTOR HERRERA – 3015106923
VITORIA MARQUES – 3015107117
	
CORE – CONCRETO RESISTENTE
São Paulo
2016
PAULO HENRIQUE – 3015101405
RODRIGO FERREIRA – 3015105331
VICTOR HERRERA – 3015106923
VITORIA MARQUES – 3015107117
CORE – CONCRETO RESISTENTE
Relatório apresentado ao curso de Engenharia Civil,
como parte dos requisitos para avaliação de todas as
disciplina do semestre, sob a orientação da Prof.ª Silvia
Comino Delgado, de Materiais de Construção Civil I.
São Paulo
2016
RESUMO
Neste relatório iremos apresentar o ensaio do concreto, onde por sua vez, podemos analisar a interferência da água na sua trabalhabilidade e resistência do mesmo. Também analisaremos a resistência do cilindro através da sua compressão, resultando a tensão máxima adquirido dos 4 aos 14 dias de cura. O traço utilizado foi 0,60:0,75:0,93:0,18. Foi detalhado cada componente utilizado para a confecção do corpo de prova, desde a sua especificação, até a sua dosagem. Inicialmente, foi preparado um corpo de prova sem aditivos, para saber qual a sua resistência. Logo após, foi realizado uma série de testes, porém com dias de cura diferentes, para que pudéssemos compreender a importância da hidratação no desempenho no corpo de prova. 
ABSTRACT
	In this report we going introduct the concret test, in our upon, we can analize the interference of water in your work and resistence of the same. Also we will analize the resistence of the cilynder throught its compression, result in your tension acquired in 4 to 14 days of cure. The trace utilize was 0,60:0,75:0,93:0,18. Was detailed each component used to make the specimen, from its specification, to its dosage. Beginning, was prepared a test body without additions, to know your resistence. Was realize a serie of tests, however with diferent days of cure, so that we could understand the importance of the hidratation on the performace on the test body.
LISTA DE ILUSTRAÇÕES
Figura 1 - Resultado da mistura dos materiais	13
Figura 2 - Canos PVC usados de molde	13
Figura 3 - Concreto já nos moldes	14
Figura 4 - Corpos de prova após desforma	14
Figura 5 - Cura do concreto	15
Figura 6 - Cura do Concreto	15
LISTA DE TABELAS
Tabela 1 - Ensaio de Compressão	16
1. Introdução
Os materiais estão em toda a nossa volta, presentes na nossa história desde os primórdios, ganhando nomes representativos como Idades da Pedra, Idade do Bronze e Idade do Ouro. Eles estão intimamente relacionados com as necessidades do homem e naturalmente foi tornando-se algo integrante da vida humana. Desempenham função crucial não somento no desenvolvimento natural de vida, mas também no bem-estar e segurança das nações. 
Mas, o que são esses materiais? Material é uma parte da matéria do universo, ou seja, substâncias cujas as propriedades se tornam utilizaveis, em estruturas, maquinas, produtos consumíveis em geral. Dentre elas estão os metais, cerâmicas, plásticos, vidros, madeira, areia, pedra e outros compostos. 
Para a construção civil, ainda em estado bruto, são transformados em materias de engenharia, como um fio eletrocondutor, uma estrutura de ferro, ou ate mesmo o conhecido cimento.
Assim sendo, à inumeras utilidades para os diversos tipos de materiais existentes, porém a abordagem do presente relatório será voltado para os mais conhecidos nos meios construtivos, mais conhecidos como agregados e aglomerantes.
2. Objetivo
Este projeto tem como objetivo testar a capacidade dos estudantes no desenvolvimento de concretos de alta resistência e desemprenho, com base no conteúdo visto em sala de aula.
O desafio proposto consiste em moldar um corpo de prova cilíndrico de diâmetro 50 mm e altura de 100 mm massa menor ou igual a 500 g e que possibilite a obtenção resistência à compressão mínima de 40 Mpa.
Sabendo que o concreto possui três propriedades mecânicas, que são elas, a resistência a compressão, resistência á tração e o seu módulo elástico, que por sua vez, podem ser medidas através de ensaios realizados em laboratório, buscando atender todos os critérios estabelecidos pelas normas técnicas. Os ensaios são realizados para avaliar a qualidade e se o mesmo atende as especificações solicitadas pelo projetista ou engenheiro.
	Sendo assim, o presente relatório trata dos ensaios realizados em corpos de prova cilíndricos de concreto em dias variados em laboratório nos quais atendem as exigências das normas técnicas vigentes.
	O teste final será realizado no Laboratório de Materiais de Construção Civil do campus Vergueiro, para estabelecimento das resistências á compressão dos cilindros.
Antes da inicio dos ensaios, foi necessário obter o traço e a dosagem dos materias, determinados a partir de cálculos demonstrados no desenvolvimento do relatório. 
Com o traço definido, calculou-se a quantidade necessária de água, cimento, agregados graúdos e miudos, para cilindros de 50x100 mm. 
	A partir das quantidade definidas, realizou-se o ensaio de moldagem dos corpos de prova. Após isso, realizaram-se os ensaios de resistência á compressão aos 7 e 21 dias de cura em submerssão.
	A seguir, relatório com todas as etapas descritas acima.
3. Qualidade do Concreto
A resistênca do concreto é determinada pela resistência da pasta, propriedades dos agregados e a resistência da ligação pasta/agregado. A resistência da pasta é o principal fator que influencia na resistência à compressão do concreto.
Existem vários fatores que influenciam na resistência do concreto endurecido,
que são:
Relação água/cimento – afeta na porosidade do concreto, diminuindo a resistência. Para se evitar isso é preciso ter uma água de boa qualidade, bem como o cimento a ser usado e também conhecer o grau de hidratação do cimento;
Agregado – Influencia na aderência da pasta. Deve-se levar em consideração a própria resistência do agregado e seu módulo de deformação; 
Condições de cura – Umidade e temperatura são fatores que influenciam neste estágio.
4. Cálculo da dosagem de concreto
	Antes de calcular a dosagem de cada material, cabe relatar aqui os dados iniciais fornecidos pelo professor.
4.1.Dados iniciais
4.1.1. Cimento
	O cimento Portland adotado foi o CP V – ARI. Este tipo de cimento confere alta resistência inicial nas primeiras idades dos concretos onde é aplicado. O cimento tipo ARI ou alta resistência inicial, não possui nenhuma adição especial. A capacidade de desenvolver a resistência mais rápido que os demais cimentos é resultado do processo de fabricação diferenciado, principalmente quanto à composição do clinquer, que possui um percentual diferenciado de argila, e à moagem do material, que é mais fina quando comparada aos demais cimentos. Como consequência, a hidratação ocorre de maneira mais rápida. É indicado para obras em que seja necessária a desforma rápida do concreto, na confecção de elementos pré-moldados, blocos, postes, tubos, entre outros.
4.1.2. Aditivo
Como aditivo utilizamos o Hiper Plastificante, que tem como principais características, a redução de 10 a 25% da necessidade de água do concreto, dependendo do traço utilizado, promovendo um aumento das resistências mecânicas do concreto e o aumento da plasticidade facilitando a aplicação; alta redução do consumo de cimento em concretos de plasticidade e resistência 
já pré determinados; incremento da homogeneidade do traço com melhor dispersão dos grãos de cimento e distribuição dos agregados, com redução da segregação e exsudação.
4.2. Traço
0,60 : 0,75 : 0,93 : 0,18
Massa total = 2,46 kg
Porcentagens dos materiais
Dada a fórmula:	
Assim temos:
Cimento = 24,3%
Areia = 30,5%
Brita = 37,8%
Água = 7,4%
Quantidade para 500 gramas:
Cimento = 150 g
Areia =187,5 g
Brita = 232,5 g
Água = 45ml
5. Ensaio de produção, moldagem e cura dos corpos de prova
5.1. Produção
A produção do concreto foi realizadano dia 17 de novembro de 2016, utilizando as quantidades de materiais mostradas anteriormente.
5.1.1. Aparelhagem
A aparelhagem utilizada foi:
Balança;
Recipiente Fundo;
Colher de Pedreiro.
4 moldes cilíndricos 50x100
5.1.2. Material 
Os materiais utilizados foram cimento portland tipo CP V – ARI, areia fina, brita 1, e água, nas quantidades antes destacadas. 
5.1.3. Procedimento 
Inicialmente, pesaram-se os componentes na balança, com base para criação de 4 corpos de prova. A mistura foi realizada a mão, sem a utilização de betoneira.
Após pesarmos os materiais, os adicionamos gradativamente, conforme
descrito a seguir:
Toda a quantidade de brita;
Toda a quantidade da areia;
Misturamos os materiais;
Toda a quantidade do cimento;
Metade da água; 
Misturamos os materiais;
Restante da água;
7 ml do aditivo Hiper Plastificante.
Misturamos os materiais;
Figura 1 - Resultado da mistura dos materiais
5.2. Moldagem
A mistura foi realizada e acondicionada nos recipientes cilíndricos, confeccionados com cano PVC, derretendo-os e aumentodo-os até chegar no tamanho desejado de 50 mm. Com a quantidade de concreto conseguimos encher 4 moldes. O adensamento foi realizado manualmente, com uma haste de ferro. Finalizando assim a moldagem dos corpos de prova.
Figura 2 - Canos PVC usados de molde
Figura 3 - Concreto já nos moldes
O desmolde foi realizado 48 horas após, realizando a medição e pesagem de cada corpo de prova. 
Figura 4 - Corpos de prova após desforma
5.3. Cura
A cura do concreto é um medida que deve ser tomada a fim de evitar a evaporação da amassamento utilizada na composição. Quando realizado o processo o corpo de prova tende a alcançar um melhor desempenho e resistencia.
Após o desmolde, os corpos de prova foram colocados em uma caixas de acrilico, submersos em água e após 7 dias foram retirados para primeiro teste em laboratório.
Figura 5 - Cura do concreto
Figura 6 - Cura do Concreto
6. Ensaio de resistência à compressão
O ensaio de resistência à compressão tem como objetivo determinar a carga
máxima que o concreto pode sofrer sem se romper. Para o procedimento, é necessário uma máquina de ensaio de resistência (prensa). 
Um teste antecipado foi realizado no laboratório de Materiais de Construção Civil, da Uninove Campus Vergueiro, no dia 30 de novembro de 2016, para avaliar o desempenho do concreto moldado. O ensaio foi realizado sem a aplicação de óleo mineral e enxofre. Foram rompidos 3 corpos de prova para avaliar a eficácia do traço utilizado. Abaixo segue os dados obtidos:
	Corpo de Prova
	Altura
(mm)
	Diâmetro
(mm)
	Massa
(g)
	Data de Ruptura
	Tempo de Cura
	Resistência (Mpa)
	C1
	98
	46
	442,3
	30/12/2016
	7 dias
	64,61
	C2
	101
	47
	456,1
	30/12/2016
	4 dias
	43,14
	C3
	101
	47
	424,3
	30/12/2016
	4 dias
	35,72
Tabela 1 - Ensaio de Compressão
	Para que seja calculado a resistência em Mpa, é necessário realizar uma série de cálculos para converção de Kg f /cm² para Mpa. A seguir as fórmulas utilizadas:
Onde:
KgF= Quilograma-força
t= Tonelada
Ao = Área do Cilindro (cm³)
d = Diametro (cm)
T= Tensão
F = Força (KgF)
A seguir calculos do corpo de prova C1:
A seguir calculos do corpo de prova C2:
A seguir calculos do corpo de prova C3:
7. Conclusão
	Este relatório teve o intuito de registrar e documentar toda a relação entre água e cimento, buscando a sua maior resistência em Mpa atráves da junção dos componentes. 
	Porém, ocorre um problema, alguns corpos de prova não se sabe devido ao que, apresentaram porosidade no estado final, isso pode ter contribuído na diminuição da qualidade do concreto produzido.
	Outro ponto negativo foi o fato de que houve uma demora na obtenção do cimento para confecção dos corpos de prova, onde não conseguimos obter os 25 dias de cura solicitados. Foi confeccionado alguns corpos de provas utilizando Vedacit como aditivo, porém não se obteve o resultado esperado, sendo assim, buscamos outros aditivos e conseguimos o Hiper Plastificante, onde que por sua vez conseguimos obter a resistência necessária.
	Porém, importa que os ensaios de concreto forneceram uma experiência única aos autores. Assim, mesmo com os problemas relatados, pôde-se aproveitar bem o procedimento e acumular uma bagagem de conhecimento não só teórica, convencional no restante das disciplinas, como também prática. 
8. Referências Bibliográficas
PINHEIRO, Libânio M. ET al. Capítulo 2 – Estruturas de concreto. USP – EESC – Departamento de Engenharia de Estruturas. Publicadoem: março de 2010. Disponível em: <http://www.set.eesc.usp.br/mdidatico/concreto/Textos/02%20
Concreto.pdf>. Acesso em: 01 de dezembro de 2016.
DNER – Departamento Nacional de Estradas de Rodagem. Método de ensaio 402/2000 – Amostragem de concreto fresco. Rio de Janeiro, 2000. Disponível em: <http://ipr.dnit.gov.br/normas-e-manuais/normas/meetodo-de-ensaio-me/dner-me402-00.pdf/view >. Acesso em: 01 de dezembro de 2016.
DNER – Departamento Nacional de Estradas de Rodagem. Método de ensaio 046/1998 – Concreto – Moldagem e cura de corpos de prova cilíndricos ou prismáticos. Rio de Janeiro, 1998. Disponível em: < http://ipr.dnit.gov.br/normas-e-manuais/normas/meetodo-de-ensaio-me/dner-me046-98.pdf/view >. Acesso em: 01 de dezembro de 2016.
DNER – Departamento Nacional de Estradas de Rodagem. Método de ensaio 091/1998 – Concreto – Ensaio de compressão de corpos de prova cilíndricos. Rio de Janeiro, 1998. Disponível em: < http://ipr.dnit.gov.br/normas-e-manuais/normas/meetodo-de-ensaio-me/dner-me091-98.pdf/view >. Acesso em: 01 de dezembro de 2016.
 ConstruFacil RJ. Adensamento do concreto definição. Disponível em: <http://construfacilrj.com.br/adensamento-concreto-definicao/>. Acesso em: 5 de dezembro de 2016.
HAGEMANN, S. E. Apostila de Materiais de Construção Básicos. Fevereiro de 2011. Disponível em:<http://tics.ifsul.edu.br/matriz/conteudo/disciplinas/_pdf/apostila
_mcb.pdf> Acesso em: 5 de dezembro de 2016. 
FazFácil. CURA do CONCRETO que é, como deve ser feita?. Disponível em: <http://www.fazfacil.com.br/reforma-construcao/cura-concreto-como-fazer/> . Acesso em: 5 de dezembro de 2016. 
ANEXO A – CRONOGRAMA

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