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Mini curso de Cervical e MMSS

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Bruna Iga

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Avaliação e Tratamento dos Transtornos 
Cervicais e suas Relações com os 
Membros Superiores 
Prof. Ms. Matheus Campos Garcia Parra 
Formação 
• Prof. Ms. Matheus Campos Garcia Parra 
• Graduado em Fisioterapia - Faculdades Adamantinenses Integradas – FAI. 
• Pós-Graduado em Fisioterapia Traumato Ortopédica Funcional - Unisalesiano – 
Lins. 
• Especialista em Técnicas Osteopáticas e Terapia Manual - Universidade Estadual 
do Norte do Paraná Campus de Jacarezinho – UENP. 
• Formação em Osteopatia Estrutural e Visceral, Posturologia, Mobilização do 
Sistema Nervoso e Mobilização de Baixa Amplitude pelo Instituto Docusse de 
Osteopatia e Terapia Manual – IDOT. 
• Orientador de Estágio Supervisionado em Ortopedia e Traumatologia no Curso 
de Fisioterapia do Unisalesiano de Araçatuba, no período de 2007 – 2011. 
• Professor de Pós-Graduação da Escola Bio-Cursos de Manaus – Amazonas, com 
subcedes em Boa Vista RR, Santarém PA e Porto Velho RO, nas disciplinas de 
Ortopedia e Traumatologia e Osteopatia. 
• Formação em Equoterapia pela Associação Nacional de Equoterapia ANDE-
BRASIL. 
• Fisioterapeuta responsável pelo Centro de Equoterapia da APAE de Adamantina. 
• Coordenador regional do Hospital de Câncer de Barretos em Eventos 
Beneficentes. 
• Professor da FADAP / FAP de Tupã no curso de Fisioterapia. 
• Professor da FAI – Faculdades Adamantinenses Integradas nos cursos de 
Medicina e Fisioterapia. 
• Mestre em Ciência Animal – Unoeste – Universidade do Oeste Paulista. 
 
Vertebras Cervicais 
Base de Crânio 
Sistema Vascular 
Sistema Vascular 
Sistema Neural 
Sistema Neural 
Sistema Muscular 
Avaliação 
Manifestação Clínica dos Tecidual 
• Dor Neural: dor irradiada ao longo do tecido 
neural. 
 
• Dor Miofascial: dor ao longo do tecido acometido 
em forma de “repuxe”, com tecido sobre 
tensionamento. 
 
• Dor Articular: dor centrada, precisa e localizada 
no teste de mobilidade. 
 
• Dor Ligamentar: Dor depois de passar muito 
tempo na mesma posição. 
Avaliação/ Teste de Mobilidade 
Global 
Flexão Extensão Latero-flexão esquerda 
Latero-flexão direita Rotação esquerda Rotação direita 
Palpação Cervical 
Palpação das facetas 
articulares e processos 
espinhosos 
Palpação dos processos 
transversos 
Palpação do corpo 
vertebral 
Palpação Cervical – Decúbito Ventral 
Palpação dos processos 
espinhosos 
Palpação das facetas 
articulares 
Palpação Dinâmica 
Palpação das facetas 
articulares com movimento de 
extensão 
Palpação das facetas 
articulares com movimento de 
latero-flexão (vista lateral) 
Palpação das facetas 
articulares com movimento de 
latero-flexão (vista posterior) 
Palpação das facetas 
articulares com movimento de 
rotação 
Testes Ortopédicos 
Teste de Klein 
• Princípios: 
• Permite avaliar a compressões sobre a artéria vertebral. 
 
• Posição do Paciente: 
• Paciente em decúbito dorsal, com a cabeça para fora da maca. 
 
• Posição do Terapeuta: 
• Terapeuta na cabeceira da maca sustentando a cabeça do paciente. 
 
• Ação: 
• O terapeuta coloca a coluna cervical alta em extensão e rotação 
para um lado e observa se aparecem sintomas neurovegetativos. 
Caso o teste seja positivo é contra-indicação absoluta a 
manipulação da coluna cervical alta. 
 
Teste de Jackson 
• Princípios: 
• Permite evidenciar problemas discais. 
 
• Posição do Paciente: 
• Paciente sentado sobre a maca ou cadeira. 
 
• Posição do Terapeuta: 
• Terapeuta de pé, atrás do paciente. Colocando as mãos sobre a cabeça do 
paciente e com os seus cotovelos apoiando os seus ombros. 
 
• Ação: 
• Exercer uma compressão de cima para baixo da cabeça do paciente na 
posição vertical. 
• Caso aparece uma dor há um comprometimento discal. 
• Se colocar uma latero-flexão e após uma compressão e ocorrer uma dor 
homolateral a latero-flexão, evidencia um pinçamento, um nódulo disco-
osteofítico ou hérnia discal. 
• Se ocorrer uma dor contra-lateral a latero-flexão, evidencia uma protusão 
discal ou estiramento da raiz nervosa do lado em que apareceu a dor. 
 
Relação da 
Cervical com 
os MMSS 
CONCEITOS ANÁTOMO-BIOMECÂNICOS DO COMPLEXO 
DO OMBRO 
 • No complexo articular do ombro humano os músculos atuam 
sobre três ossos. 
• Escápula 
• Clavícula 
• Úmero 
• Peat (1986), reconhece quatro articulações que funcionam 
coordenadamente durante esses movimentos: 
• Glenoumeral 
• Esternoclavicular 
• Acromioclavicular 
• Escapulotorácica, não sendo considerada uma articulação 
verdadeira, com contenções capsuloligamentares, membrana e 
líquido sinovial. 
 
Síndrome do Desfiladeiro Torácico 
(SDT) 
• A Síndrome do Desfiladeiro Torácico (SDT) 
ocorre devido à compressão neurovascular. 
 
 
• É um quadro de desconforto gradual, 
podendo chegar à dor importante na região 
inferior do pescoço (cervical e dorsal alta) e 
também no membro superior. 
 
 
• A causa é a compressão do feixe vascular 
(artéria e veia) e nervoso, que vai para o 
membro superior devido a alterações 
posturais e ou anatômicas que alteram o 
triângulo formado pela primeira costela, 
clavícula e músculos escaleno e peitoral. 
 
• A maioria das manifestações é devida à 
compressão nervosa. 
Síndrome do Desfiladeiro Torácico 
(SDT) 
Síndrome do Desfiladeiro Torácico 
(SDT) 
Dermátomos 
Manobra de Adson 
» Posição de teste: Paciente de pé ou sentado. O examinador fica de pé com os 
dedos sobre a artéria radial (distalmente). 
 
» Ação: O examinador roda lateralmente e estende o braço afetado do paciente 
enquanto palpa o pulso radial. O paciente então estende e roda lateralmente 
o pescoço em direção ao membro afetado e inspira profundamente. 
 
» Achados positivos: Diminuição ou desaparecimento do pulso radial são 
indicativos de síndrome da saída torácica, secundária a compressão da 
artéria subclávia pelos músculos escalenos. 
 
» Considerações / Comentários especiais: Este teste avalia apenas estruturas 
vasculares e apresenta alta incidência de resultados falso/positivos(>50%). O 
examinador deve registrar a frequência e o ritmo de pulso como reduzidos 
ou ausentes, em relação ao lado oposto. 
 
 
 
Técnicas Estruturais 
• Todas as técnicas estruturais obedecem a lei 
de não dor. 
 
• O princípio geral destas técnicas é ir no 
sentido da restrição de mobilidade (sobre um 
ou vários parâmetros restringidos) para 
romper aderências e regular o tônus muscular 
aplicando uma força suplementar do 
terapeuta ou do paciente, para restaurar a 
função articular. 
 
MÚSCULOS SUPERFICIAIS E LATERAIS 
 
• Platisma 
• ECOM 
• Trapézio 
 
 
Pompage de trapézio 
Pompage de Platisma 
Stretching de Trapézio 
•Músculo energia de trapézio, pedir a 
contração muscular resistida. 
Pinçamento com torção 
Ponto de inibição para trapézio 
Inibição por fricção de trapézio 
Pompage de ECOM Stretching de ECOM 
•Músculo energia de 
ECOM, pedir a 
contração muscular 
resistida. 
Inibição transversa de ECOM 
Técnica Póstero-Anterior Central (PA 
Central 
 
• Princípios: 
• Devolver a mobilidade tridimensional da vértebra lesionada. 
 
• Posição do Paciente: 
• Deitado em decúbito ventral 
 
• Posição do Terapeuta: 
• Finta anterior olhando para a cabeça do paciente. 
 
• Colocação das Mãos: 
• Polegar de ambas as mãos faz o contato sobre o processo espinhoso a ser 
mobilizado. 
 
• Ação: 
• Terapeuta exerce uma pressão de cima para baixo até sentir a restrição dos 
tecidos e a partir de então realiza as mobilizações de baixa amplitude sobre 
o processo espinhoso da vértebra desejada.Técnica Póstero-Anterior Unilateral (PA 
Unilateral) 
• Princípios: 
• Devolver a mobilidade tridimensional da vértebra lesionada. 
 
• Posição do Paciente: 
• Deitado em decúbito ventral. 
 
• Posição do Terapeuta: 
• Finta anterior olhando para a cabeça do paciente. 
 
• Colocação das Mãos: 
• Polegar de ambas as mãos faz o contato sobre a faceta articular a ser 
mobilizada. 
 
• Ação: 
• Terapeuta exerce uma pressão de cima para baixo até sentir a restrição dos 
tecidos e a partir de então realiza as mobilizações de baixa amplitude 
sobre a faceta articular da vértebra desejada. 
 
Manobra articulatória para cervical em 
oito 
MÚSCULOS PROFUNDOS 
 
• Músculos vertebrais Anteriores 
 
• Músculos Vertebrais Laterais 
 
• Músculos posteriores 
Músculos Vertebrais Anteriores 
• Longo do Pescoço 
• Longo da Cabeça 
• Reto Anterior da Cabeça 
• Reto Lateral da Cabeça 
 
Pompage e Stretching para músculos vertebrais anteriores 
•Músculo energia dos vertebrais anteriores, 
pedir a contração muscular resistida. 
Músculos Vertebrais Laterais 
• Esplênio da Cabeça 
• Esplênio do Pescoço 
• Escaleno anterior 
• Escaleno Médio 
• Escaleno Posterior 
• Levantador da Escápula 
• Longuíssimo da Cabeça 
• Longuíssimo do Pescoço 
Pompage e stretching dos escalenos 
•Músculo energia dos escalenos, 
pedir a contração muscular 
resistida. 
Mobilização Inferior da 1° Costela 
• Objetivos: 
• A chave para correção é a 1ª costela, que está superior por tração 
dos escalenos, precisamos abaixá-la para que todo o grupo possa também 
abaixar. 
• Posição do Paciente: 
• Em decúbito ventral, com os braços ao longo do corpo , com a 
cabeça rodada para o lado contralateral ao lado a ser tratado e sem as 
vestimentas superiores. 
• Posição do Terapeuta: 
• Em finta dupla, homolateral ao lado a ser tratado. 
• Contato das Mãos: 
• O Osteopata apóia a região da articulação metacarpofalangeana 
sobre a região superior da 1ª costela e gera um esforço cefalo-caudal. 
• Técnica: 
• Pedir ao paciente uma inspiração forçada e acompanhar com as 
mãos e na expiração “arrastar” todas as estruturas para baixo, na 
inspiração manter e ganhar movimento novamente na expiração. 
 
Músculos Posteriores 
• Semi-espinhal da Cabeça 
• Semi-espinhal do Pescoço 
• Multífidos 
• Rotadores 
• Suboccipitais: 
- Reto posterior maior da cabeça 
- Reto posterior menor da cabeça 
- Oblíquo inferior da cabeça 
- Oblíquo superior da cabeça 
Pompage dos músculos posteriores 
Stretching dos músculos posteriores 
Ponto de inibição dos músculos posteriores, 
Suboccipitais 
Complexo Articular do Ombro 
•Pompage do m. elevador da escápula 
Stretching do m.elevador da escápula 
Pontos Gatilhos e áreas de dor referida à distância 
Ponto de Inibição do elevador da escápula 
•Músculo energia do 
m. elevador da 
escápula, pedir a 
contração muscular 
resistida. 
Músculo peitoral maior 
•Pompage e stretching do m. peitoral maior fibras superiores 
Fibras médias Fibras inferiores 
•Ponto de inibição de peitoral maior 
Pontos Gatilhos e áreas de dor referida à distância 
•Músculo energia do peitoral maior, 
pedir a contração muscular resistida. 
Peitoral menor 
•Pompage e stretching do m. peitoral menor 
Ponto de inibição do peitoral menor 
Pontos Gatilhos e áreas de dor referida à distância 
Músculo energia do peitoral 
menor, pedir a contração 
muscular resistida. 
Músculo Deltóide 
•Pompage e stretching do m. Deltóide anterior 
Deltóide médio 
Deltóide posterior 
Pontos Gatilhos e áreas de dor referida à distância 
Inibição de deltóide com torção 
Manobra articulatória para art. glenoumeral 
Músculo energia do 
Deltóide, pedir a 
contração muscular 
resistida. 
Músculos do Manguito Rotador 
• Supra-espinhal 
 
• Infra-espinhal 
 
• Subescapular 
 
• Redondo menor 
Supra-espinhal 
•Pompage e stretching do m. supra-espinhal 
Músculo energia do supra-espinhal, 
pedir a contração muscular resistida. 
Ponto de Inibição de supra-espinhal 
Pontos Gatilhos e áreas de dor referida à distância 
 
Infra-espinhal 
Pompage e stretching do m. infra-espinhal Pontos Gatilhos e áreas de dor 
referida à distância 
Ponto de inibição do m. infra-espinhal 
Músculo energia do 
infra-espinhal, pedir a 
contração muscular 
resistida. 
Subescapular 
Pompage e stretching do m. subescapular 
Músculo energia do 
subescapular, pedir a 
contração muscular 
resistida. 
Pontos Gatilhos e áreas de dor referida à distância 
Inibição de subescapular 
Redondo maior e menor 
•Pompage e stretching do m. redondo maior e menor 
Inibição do m. redondo maior e menor Pontos Gatilhos e áreas de dor 
referida à distância 
Músculo energia 
dos redondos, pedir 
a contração 
muscular resistida. 
Músculos rombóides 
•Pompage e stretching do m. rombóide maior e menor 
Ponto de Inibição de rombóide maio e menor 
Pontos Gatilhos e áreas de dor 
referida à distância 
Músculo energia dos 
rombóides, pedir a 
contração muscular 
resistida. 
 
“Mobilizar não é 
alongar, e sim 
proporcionar ao 
Sistema Nervoso a 
mobilidade 
necessária para 
realizar suas 
funções 
fisiológicas” 
 
Mobilização do Sistema Nervoso 
Neuroanatomia 
• SNC: composto por encéfalo e medula 
(envolvido por estruturas ósseas). Sistema 
integrador e controlador. 
 
 
• Recoberto por três camadas de tecido 
conjuntivo denominadas de meninges. 
 
• Duramater (camada mais externa), espessa e 
composta por tecido conjuntivo fibroso. 
 
• Aracnóide (camada média), localizada logo 
abaixo da dura-máter, sendo separada desta por 
um espaço muito estreito, espaço subdural. 
 
• Pia-mater (camada interna), está o espaço 
subaracnóideo, que contém o liquido 
cefalorraquidiano (LCR). 
 
 
 
 
 
Neuroanatomia 
Envoltórios do 
SNC e Medula 
Liquido Cefalorraquidiano (LCR) 
• O LCR é um fluido 
aquoso com 
composição similar à 
do plasma sanguíneo e 
do liquido intersticial. 
Possui uma função 
primariamente 
nutritiva, mas também 
auxilia na proteção ao 
SNC contra choques 
mecânicos. 
Teste Tensão Raízes 
• Posição do paciente: 
 Paciente em decúbito dorsal, com a mão do membro a ser testado 
repousando na região do abdômen. 
• Posição do Terapeuta: 
 Terapeuta sentado atrás da cabeça do paciente. 
• Colocação das mãos: 
 Com a mão cefálica o terapeuta envolve a região posterior do pescoço do 
paciente e com a mão caudal realiza uma depressão do ombro, 
estabilizando-o. 
• Técnica: 
 Estabilizando o ombro em depressão, realizo com a mão cefálica uma 
latero-flexão contralateral do pescoço do paciente. Observar se o paciente 
refere dor ou formigamento pelo trajeto dos nervos periféricos. 
• Obs: Para gerar tensão em um nervo especifico o terapeuta coloca as 
alavancas inferiores no membro a ser testado: 
 
Teste Tensão Raízes 
Teste Tensão Raízes 
• Nervo Mediano: Rotação externa de braço + extensão de 
cotovelo + supinação de antebraço + extensão de punho. 
 
• Nervo Radial: Rotação interna de braço + extensão de 
cotovelo + pronação de antebraço + flexão de punho. 
 
• Nervo Ulnar: Abdução de ombro 90º + rotação externa de 
braço + flexão de cotovelo + pronação de antebraço + 
extensão de punho. 
 
Tratamento 
Efeitos Mecânicos / Fisiológicos do 
Tratamento 
 Mobilidade neural 
 Fluxo sanguíneo 
 Fluxo axoplasmático 
 Condução neural 
 Inflamação 
SensibilizaçãoMobilização de Raízes c/ 
Desvio Lateral 
• Posição do paciente: 
 Paciente em decúbito dorsal, com a mão do membro a ser tratado 
repousando na região do abdômen. 
• Posição do Terapeuta: 
 Terapeuta sentado ou em finta dupla, atrás da cabeça do paciente. 
• Colocação das mãos: 
 Com uma mão faz contato em ”U” na região cervical, apoiando o esterno 
na região superior da cabeça do paciente. Com a outra mão estabiliza-se o 
ombro homolateral. 
• Técnica: 
 Realiza-se oscilações transversais na região cervical, sem perder a 
estabilidade no ombro. 
• Progressão: Colocação dos parâmetros para cada nervo. 
Mobilização de Raízes c/ 
Desvio Lateral 
• Nervo Mediano: Rotação externa de braço + extensão de 
cotovelo + supinação de antebraço + extensão de punho. 
 
• Nervo Radial: Rotação interna de braço + extensão de 
cotovelo + pronação de antebraço + flexão de punho. 
 
• Nervo Ulnar: Abdução de ombro 90º + rotação externa de 
braço + flexão de cotovelo + pronação de antebraço + 
extensão de punho. 
 
Perda de 
Complacência 
Nervo Mediano 
 
 
Posição do paciente: 
Paciente em decúbito dorsal. 
Posição do Terapeuta: 
Terapeuta em finta anterior homolateral ao nervo a ser testado. 
Colocação das mãos: 
Com o antebraço interno estabiliza-se a cintura escapular realizando depressão de ombro. Com a 
mão externa contato com a palma da mão do paciente. 
Técnica: 
Realiza-se abdução de ombro 90°, extensão do punho, supinação, rotação externa de ombro e 
extensão de cotovelo. Então, realiza-se oscilações em flexo-extensão de cotovelo. 
Obs: Para gerar maior tensão pode-se adicionar flexão contralateral cervical. 
Nervo Radial 
 
 
 
 
Posição do paciente: 
Paciente em decúbito dorsal, oblíqüo com o ombro homolateral para fora da maca. 
Posição do Terapeuta: 
Terapeuta em finta anterior olhando para os pés do paciente, e com a coxa interna faz 
depressão de ombro. 
Colocação das mãos: 
Com a mão interna estabiliza a região medial do cotovelo e com a mão externa faz-se contato 
com a palma da mão do paciente. 
Técnica: 
Realiza-se extensão de cotovelo, pronação de antebraço, flexão de punho e dedos. A técnica 
consiste em realizar oscilações em abdução e adução de ombro, sem perder nenhum parâmetro 
de tensão. 
Obs: Para gerar maior tensão pode-se adicionar flexão contralateral cervical. 
Nervo Ulnar 
 
 
 
 
 
 
Posição do paciente: 
Paciente em decúbito dorsal. 
Posição do Terapeuta: 
Terapeuta em finta anterior homolateral ao nervo a ser testado. 
Colocação das mãos: 
Com a mão interna estabiliza a cintura escapular, com depressão de ombro. Com a mão 
externa contato com a palma da mão do paciente. 
Técnica: 
Realiza-se abdução de ombro até 90º, extensão do punho, pronação, rotação externa de 
ombro e flexão de cotovelo. A técnica consiste em realizar oscilações em flexo-extensão de 
cotovelo, sem perder nenhum parâmetro de tensão. 
Obs: Para gerar maior tensão pode-se adicionar flexão contralateral cervical. 
Automobilização em pé 
 
 
 Nervo Mediano Nervo Ulnar Nervo Radial 
 
OBRIGADO  Fst. Ms. Matheus Campos Garcia Parra 
 E-mail: mateus_parra@hotmail.com 
 Facebook: Matheus Parra e Priscila 
 Contato: (18) 98135-2410 
Quem não sabe o que procura, não compreende o que 
pode encontra. 
 Claude Bernard

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