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EMENTA •BREVE HISTÓRIA; •CONCEITO BÁSICO; •EXEMPLOS; •QUIZ. HISTÓRIA ✓ 1800 a.c - José primeiro consultor em estocagem e movimentação, nomeado pelo rei do Egito (gêneses 41); ✓ 1860 - Introdução do parafuso e da engrenagem. Movimentação vertical, empilhamento manual; ✓ 1900 - Começou o desenvolvimento dos carros plataformas, a motor; ✓ 1926 - Os carros plataformas, podiam colocar um estrado em cima do outro; ✓ 1933 - Empilhadeira elevam uma tonelada a um máximo de 4,5 metros; ✓ 1939 - Nova era das empilhadeiras elétricas. Apareceram os paletes e estruturas de madeiras; ✓ 1946 - A produção de cantoneiras ajustáveis, amplamente usada nas industrias; ✓ 1950 - Mais ou menos nesse período, surgiram as estruturas porta-paletes, armações soldadas e parafusadas; ✓ Século XX - Armazéns e estruturas projetados e adaptados a cada situação. VIDEO CONCEITO BÁSICO AS ESTRUTURAS DE ARMAZENAGEM SÃO ELEMENTOS BÁSICOS PARA A PALETIZAÇÃO E USO RACIONAL DO ESPAÇO, E ATENDEM AOS MAIS DIVERSOS TIPOS DE CARGAS. “Segundo Reis e Andrade, 2017, Em operações logísticas, a utilização de armazéns se tornou um fator essencial, o que se constata pelo fato de que grande parte das redes logísticas possui um ou mais centros de distribuição.” AUTO-PORTANTES •Elimina a necessidade de construção de um edifício; •Permite o aproveitamento do espaço vertical (em média, utiliza-se em torno de 30 m); •O tempo de construção é menor uma vez que a estrutura de armazenagem vai ser utilizada como suporte do fechamento lateral e da cobertura; •Possibilita uma maior distribuição de cargas no piso. ESTRUTURA AUTO-PORTANTE DESLIZANTE •Sua principal característica é a pequena área destinada à circulação; •O palete fica mais protegido, pois quando não se está movimentando, a estrutura fica na forma de um blocado; •Muito utilizado em espaços extremamente restritos para armazenagem de produtos de baixo giro e alto valor agregado; •Vantagem: Alta densidade. ESTRUTURA DESLIZANTE ESTRUTURA DRIVE-THROUGH •Possui alta densidade de armazenagem de cargas iguais; •Este sistema deve ser utilizado preferencialmente quando o sistema de inventário obrigue a adoção do tipo FIFO; •Tem acesso também por trás, possibilitando corredores de armazenagem mais longos; •Quando os corredores de armazenagem são muito longos, a velocidade de movimentação diminui bastante. ESTRUTURA DRIVE-THROUGH ESTRUTURA DRIVE-IN • Aproveitamento do espaço, em função de existir somente corredor frontal; •Utilizado quando a carga não é variada, não há necessidade de alta seletividade ou velocidade; • É uma estrutura instável e, por este motivo, deve se ter muito cuidado no seu dimensionamento. O risco de acidentes é mais elevado em função de sua operação; • Por esses motivos, sua forma construtiva foi alterada. Hoje se aplica o perfil laminado, que apresenta uma maior resistência à absorção de impactos, e com isso a estrutura fica mais segura; • Deve ser utilizado preferencialmente quando o sistema de inventário for do tipo LIFO; ESTRUTURA DRIVE-IN •Necessário quando é preciso alta densidade de estocagem; •Exige paletes uniformes e mais resistentes. Uniformes porque à distância entre os trilhos é fixa e resistentes, porque serão apoiados apenas pelas bordas; •Esse tipo de estrutura não deve ultrapassar os 12 m; •Tornam as operações mais ágeis; •A grande vantagem desse tipo de estrutura é a economia de espaço; •Para reduzir um pouco a perda de velocidade aconselha-se armazenar sempre o mesmo tipo de produto em cada corredor, pois é impossível movimentar os paletes de trás sem tirar os da frente. ESTRUTURA DRIVE-IN ESTRUTURA DINÂMICA • A principal característica é a rotação automática de estoques; • Permitindo a utilização do sistema FIFO; •O palete é colocado em uma das extremidades do túnel e desliza até a outra por uma pista de roletes com redutores de velocidade; • Permite grande concentração de carga, pois necessita de somente dois corredores, um para abastecimento e outro para retirada do palete; • É empregada, principalmente, para estocagem de produtos alimentícios, com controle de validade; • É uma das mais caras, utilizada na indústria de alimentos, para atender aos prazos de validade dos produtos perecíveis. ESTRUTURA DINÂMICA ESTRUTURA CANTILEVER •Permite boa seletividade e velocidade de armazenagem; •Sistema perfeito para armazenagem de peças de grande comprimento; •De preço elevado é composta por colunas centrais e braços em balanço para suporte das cargas, formando um tipo de árvore metálica; •Produtos: Madeiras, barras, tubos, trefilados, pranchas, etc. ESTRUTURA CANTILEVER ESTRUTURA FLOW-RACK •Sistema indicado para pequenos volumes e grande rotatividade; •Onde se faz necessário o picking, facilitando a separação de materiais e permitindo naturalmente o princípio FIFO; •O produto é colocado num plano inclinado com trilhos que possuem pequenos rodízios deslizando; •É usada com movimentações manuais e mantém, sempre, uma caixa à disposição do usuário. ESTRUTURA FLOW-RACK ESTRUTURA PUSH-BACK • Permite uma seletividade maior em função de acessar a qualquer nível de armazenagem; •Neste sistema, a empilhadeira “empurra” cada palete sobre um trilho com vários níveis, permitindo a armazenagem de até quatro paletes na profundidade; • Também conhecida por glide in – gravity feed, push back – alimentado por gravidade, empurra e volta), é insuperável em produtividade de movimentação, densidade de armazenagem e economia total de armazenagem de cargas diferentes; • A utilização dos perfis de aço laminados estruturais é absolutamente necessária para garantir o perfeito funcionamento de trilhos, carros e rodízios dos sistemas; •Maior produtividade operacional (itens movimentados por homem-hora). ESTRUTURA PUSH-BACK TRANSELEVADORES •Otimiza o espaço útil, já que seu corredor é ainda menor que da empilhadeira trilateral; • Em função de alturas superiores às estruturas convencionais, permite elevada densidade de carga com rapidez na movimentação; •Possibilita o aproveitamento do espaço vertical e propicia segurança no manuseio do palete, automação e controle do FIFO TRANSELEVADORES SILOS • É uma benfeitoria agrícola destinada ao armazenamento de produtos agrícolas, geralmente depositados no seu interior sem estarem ensacados. (Soares et al., 2000, p. 5699); • A dimensão e as características técnicas de um silo dependem da finalidade a que se destina, propiciando principalmente; • Manutenção da qualidade do produto armazenado; • Facilidade de enchimento e esvaziamento do silo; • Objetivo, principalmente, manter os grãos secos de modo a evitar a sua deterioração. Já os silos destinados ao armazenamento de silagem tem como característica principal a manutenção de um ambiente anaeróbico. SILOS ESTRUTURAS PARA GRANÉIS LÍQUIDOS E GASOSOS •Tanques de alta densidade; • Informativos (perigosos classe 9); •Estrutura para atraque de equipamentos para içamento e verticalização; •Estrutura protetora do tanque. ESTRUTURAS PARA GRANÉIS LÍQUIDOS E GASOSOS PORTA PALETE CONVENCIONAL • É a estrutura mais utilizada; • Apesar de necessitar de muita área para corredores, compensa por sua seletividade e rapidez na operação; • 3 a 12 m de altura; • Possui custo mais baixo em relação às outras estruturas de armazenagem. • Tem versatilidade para estocar produtos variados (diversos tipos e tamanhos). • Com variada gama de acessórios, utilizada, também, para armazenagem de itens variados (não paletizados), como tambores, sacarias, caixas, caçambas, contêineres, chapas planas, bobinas e etc. • É de fácil montagem e possibilitao aproveitamento total do pé-direito, com 100% de seletividade. PORTA PALETE CONVENCIONAL O PLANEJAMENTO DA ARMAZENAGEM •Estratégico — Através de estudos de localização; •Técnico — Através de estudos de gerenciamento; •Operacional — Através de estudos de equipamentos de movimentação, armazenagem e layout. A integração da função armazenagem ao sistema logístico deve ser total, pois é um elo importante no equilíbrio do fluxo de materiais e estoque para atender às necessidades do cliente faz com que seja necessário o investimento em armazenagem. PONTOS NA HORA DE ESCOLHER A ESTRUTURA •Área disponível; •O sistema de movimentação, que pode ser manual, mecânico ou automático; •O tipo do material a ser armazenado — se requer algum cuidado especial, se tem controle de validade, se existem produtos com maior ou menor giro; •As cargas serão expedidas fechadas ou fracionadas; •Valor do investimento previsto. ATENÇÃO Para determinarmos qual o melhor sistema de armazenagem para um produto, devemos primeiramente observar as características deste produto, como dimensões, peso, possibilidade de unitização em paletes ou não. Condições do espaço: pé direito, condições do piso, etc. Depois, as condições operacionais: a velocidade desejada no processo de estocagem, a seletividade necessária na operação do produto e a densidade de armazenagem que determina qual a quantidade de itens que o sistema irá comportar •Segundo engenheiros Nelson Pereira Bezerra e José Roberto M. Macedo, da metalúrgica Metalthi, “o uso de estruturas de armazenagem permite aproveitar melhor os espaços na área cúbica construída ou a ser construída, além de oferecer uma seletividade melhor aos produtos estocados e maior rapidez na expedição.” onde permite estocar os produtos evitando o auto empilhamento, protegendo as embalagens e os produtos, diminuindo perdas na estocagem e manuseio, proporcionando o melhor custo/beneficio. •“Ao escolher uma estrutura de armazenagem, deve-se analisar a seletividade x capacidade de armazenagem, onde a capacidade de armazenagem é a quantidade de material que se pode/deseja alocar no armazém. Seletividade ou agilidade é a facilidade ao acesso de um determinado material”. TOME NOTA! A implantação de estruturas com um mal planejamento pode acarretar numa perda de ocupação volumétrica em função dos corredores necessários para circulação dos equipamentos, demora na separação dos pedidos e baixa eficiência na utilização dos equipamentos. “A ESCOLHA DE UM OU MAIS TIPOS DE ESTRUTURA PARA ARMAZENAGEM DEVERÁ SER FEITA DE FORMA A OBEDECER À LOGÍSTICA DE ARMAZENAGEM E MOVIMENTAÇÃO, VISANDO SEMPRE AO MELHOR CUSTO-BENEFÍCIO” WMS LOGÍSTICA 2012 REFERENCIAL WMS LOGÍSTICA, 2012, Tipos de estruturas de armazenagem, site: <https://wmsalogistica.wordpress.com/2012/11/19/tipos-de-estruturas-de-armazenagem/> acesso em: 27/08/2017. Andrade, de Manoel and Reis, Silva, 2017, Dicas para aumentar a produtividade e a eficiência na armazenagem de cargas, Revista Mundo Logística, pag: 56, ed: 57. Regulamento do transporte terrestre, RESOLUÇÃO nº 420, DE 12 DE FEVEREIRO DE 2004, ANTT, SITE: http://appasp.Cnen.Gov.Br/seguranca/transporte/documentos/resolucao-antt-420.Pdf, acesso em: 01/09/2017. 5º SEMESTRE DE LOGÍSTICA • Jonathan Pereira de Castilho • Fernanda Marin Fernandes • Kairo Sumida • Arlinda de Jesus Ribeiro • Karoline Dias • Lucas André Barreto