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RELATÓRIO DE AULA PRATICA NO LABORATORIO.
Aula 01: Coleta e Esfregaço Sanguíneo
Nome: Manoel Rogerio e Carlos Alexandre
Semestre: 4 Semestre De Farmácia
Período de realização: ____/____/_____ 
Horário de realização: ______________
Professor Orientador: Elias Quintão
Introdução 
 
 A coleta de sangue e o esfregaço sanguíneo é um técnica padrão utilizada em laboratórios de análises clinicas e alguns cuidados são essenciais tanto para com o paciente como para com a amostra a ser coletada. A coleta é realizada com agulhas e seringas estéreis e descartáveis ou por meio de tubos com vácuo, adaptados a agulhas estéreis, com ou sem anticoagulante. Em seguida o procedimento de esfregaço e realizado com certos cuidados para garantir a nitidez das células ao microscópio. Realização do esfregaço e de extrema importância para o hemograma e deve ser fina e regular e as margens livres para haver boa distribuição das células.
Objetivo
Realizar Aprendizagem de técnicas básicas de coletas sanguíneas e preparação de esfregaço sanguíneo 
Materiais e Método
Durante a realização da pratica de coleta Sanguinea nas veias da dobra do dotovelo
 (cefálica e basílica) observou-se os seguintes procedimentos:
 1- O professor acomodou o aluno o adequadamente na cadeira para coleta e o instruiu sobre o procedimento;
2-Após a lavagem de mãos e materiais adequado, deu-se início a prática;
3- Sobre a bancada do laboratório preparou-se o material a ser usado; 
3-Retirou-se a agulha da embalagem estéril e acoplou-se à seringa estéril, (ambas da marca) ...., deixando-a na própria embalagem estéril pronta para ser usada;
4-Colocou-se um garrote ao redor do braço do voluntario, acima da dobra do cotovelo e verificou-se o pulso para garantir que a circulação arterial não foi interrompida;
5-Pediu-se ao voluntario que abrisse e fechasse a mão várias vezes para aumentar a circulação do sangue. 
6-Pela inspeção e apalpação, determinou-se a veia a ser puncionada, a qual deve será realizada a coleta.
7-Com algodão embebido em álcool realizou-se a assepsia da pele sobre a veia selecionada e aguardou-se que o local secasse antes de se introduzir a agulha;
8-Observou-se que após a desinfecção o local a ser puncionado não deve ser tocado e que o paciente não deve dobrar o braço;
9-Após esse procedimento pediu-se ao voluntario que permanecesse com a mão fechada. Em seguida introduziu-se a agulha na veia do voluntario e foi coletado o volume de 5 ml; 
10- Após a remoção. de sangue, retirou-se a agulha e comprimiu-se o local da punção com algodão, por três minutos, para evitar a formação de hematomas no local da punção, 
11- Transferiu-se o material coletado para o tubo de ensaio (pequeno, médio, grande? De vidro...); 
12- Descartou-se a seringa utilizada no recipiente próprio para descarte de materiais perfuro cortantes.
13- Aas realizada o próximo passo e realizar o esfregaço sanguíneo.
14- Após a coleta o sangue foi acondicionado em tubos de ensaio e mantido em constate movimento 
15-Com a pipeta retiro se uma certa quantidade do tubo de ensaio.
16- Utilizou se 2 laminas sendo uma extensora;
17- Posicionou-se com a pipeta uma gota sangue no centro da lamina inferior em cima de um guardanapo na bancada.
18. Com a lamina extensora mais ou menos em um ângulo de 45 graus, encosta-se no sangue bem levemente ,bauleando bem calmo e em seguida o arrasto continuo na superfície da lamina inferior
19- Após a secagem do esfregaço foi colocado em mergulho no fixador que estava no primeiro refratário por aproximadamente 30 segundos.
20- . Após ser tirada do fixador, ela foi mergulhada no segundo refratário por 30 segundos, para receber o primeiro corante, que serve para ter a melhor visualização das hemácias.
21- O terceiro refratário havia o segundo corante, utilizado para ver os leucócitos, então a lâmina foi mergulhada neste refratário por aproximadamente 40 segundos.
22- Após a etapa do corante, a lâmina foi levada até uma torneira onde continha água corrente e foi aos poucos mergulhada num jato moderado de água. Em seguida levou-se a lâmina para secagem. 
	
Referencial Teórico
Como podemos evidenciar nas aulas da pratica realizada verificou se que a coleta de sangue e as técnicas de esfregaço sanguíneo são u procedimentos simples, porém como qualquer outro exige atenção e cuidado. A lavagem de mãos é indispensável em todos os procedimentos relacionados à coleta sanguínea, bem como o uso das luvas que devem ser calçadas antes da da coleta e mantidas até que o risco de exposição ao sangue tenha sido eliminado .
 		Quanto a escolha do local onde será realizada a a perfuração da agulha deve-se levar em conta alguns critérios importantes. Ao selecionar o local deve-se evitar as veias lesadas, avermelhadas e inchadas, veias próximas de áreas previamente infectada, região de articulação e veia muito pequena para tamanho do cateter. 
 	Verificou-se que durante o procedimento é necessária uma atenção especial na separação do material a ser utilizado, bem como no momento de sua aplicação, como no caso do garrote que deve ser aplicado com cuidado evitando-se as áreas onde já foram realizadas perfurações recentes. 
 Se referindo as técnicas de esfregaço o cuidado com a manipulações das laminas e outros equipamentos são de grande eficácia pois muitas vezes a contagem automática da células sanguíneas e pode ocorrer erros na calibragem da máquina..
 		Constatou-se que os procedimentos a serem realizados após a coleta eo esfregaço como a identificação do material e o descarte do material devem ser realizados com critérios e de acordo com os padrões estabelecidos.
Considerações Finais
Declara-se que a aprendizagem da técnica de coleta de sangue bem como as praticas de realização de m esfregaço sanguíneo é fundamental para a atividade das análises clínicas, pois para o profissional de farmácia o conhecimento dessas boas práticas são nesseçarias para um excelente desempenho profissional, pois tendo em mente que todos os pacientes pssim características físicas deferentes.
Pensando desta maneira, é possível afirmar que a realização da técnica contribuiu para uma ótima aprendizagem, pois a mesma oportunizou a aplicação dos conhecimentos teóricos obtidos em sala de aula, bem como ofereceu condições ao desenvolvimento uma certa familiaridade com procedimentos técnicos assim como os equipamentos laboratoriais que foram utilizados.
 
Referências Bibliográfica, .   
Confecção do esfregaço sanguíneo ideal. disponível em hhttp\\www6ufrjs.br\favet\lacvet\esfregaço.
Htm.Acesso 20\11\06
LIMA, A. Oliveira; SOARES, J. Benjamin; GRECO, J.P; GALEZZI, João, CANÇADO, J. Romeu. Métodos de Laboratórios Aplicados à Clínica. 5.ed. Guanabara Koogan, Rio de Janeiro.
	
FACULDADE DE COLIDER - FACIDER
NOME XXXXXXXXXXXXX
TITULO
SUBTITULO SE HOUVER
COLIDER – MT
2010
NOME XXXXXXXXXXXXX
TITULO
SUBTITULO SE HOUVER
Trabalho apresentado ao Curso de XXXXXXXX 
bacharelado da Faculdade de Colider -FACIDER 
como exigência parcial para aprovação na
disciplina de XXXXXXXXXXX XXXXXXXXXXXX
 
 
 Profª XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX
COLIDER – MT
2010
modelo de revisão teórica) (O QUE JÁ FOI ESCRITO SOBRE O TEMA?)
 REVISÃO TEÓRICA 
CITAÇÃO DIRETA ( Transcrições)
Informações e ou idéias que pertencem a outro autor.
Transcrevem exatamente a palavra e ou idéia do autor
Podem aparecer no corpo do trabalho ou no rodapé.
Podem ser breves ou longas
Citação direta breve
Não ultrapassa 3 linhas
Fonte e pitch ( tamanho da letra) igual a do texto
Aparece entre aspas Espaço1,5
Indica-se o autor,ano e página 
EXEMPLOS:
Pesquisar é investigar, buscar, procurar constantemente. O tipo de pesquisa mais adequada para o tipo de trabalho que se quer fazer, na visão de Furaste( 2008,p.33) “deve ser feita ainda quando da formulação do problema, pois é através daquela que se chegará à solução deste” 
Pesquisar é investigar, procurar constantemente. “O tipo de pesquisa mais adequada para o tipo de trabalho que se quer fazer, deve ser feita ainda quando da formulação do problema, pois é através daquela que se chegará à solução deste”.(FURASTE, 2008, p.33)
Citação direta longa
Mais de 3 linhas.
Recuo de 4cm da margem esquerda
Parágrafo de 1,25 ou 1 TAB para marcar o inicio
Sem aspas
Pitch 10 ( tamanho da fonte)
Espaço simples (entrelinhas)
Entre o texto e a citação 1 espaço em branco ( 2 enter)
EXEMPLOS:
 Outro aspecto relevante na coleta do material é:
O estabelecimento do tipo de pesquisa do qual se lançara mão para a busca das informações necessárias para a composição do conhecimento que se deseja. Pesquisar é investigar, buscar, procurar constantemente. O tipo de pesquisa mais adequada para o tipo de trabalho que se quer fazer, deve ser feita ainda quando da formulação do problema, pois é através daquela que se chegará à solução deste.(FURASTÉ, 2008,p.33)
Na visão de Furasté (2008,p.33) outro aspecto relevante na coleta do material é:
O estabelecimento do tipo de pesquisa do qual se lançara mão para a busca das informações necessárias para a composição do conhecimento que se deseja. Pesquisar é investigar, buscar, procurar constantemente. O tipo de pesquisa mais adequada para o tipo de trabalho que se quer deve ser feit ainda quando da formulação do problema, pois através daquela que se chegará à solução deste” 
CITAÇÃO INDIRETA (PARÁFRASE)
Expressão de pensamento de outras pessoas com nossas próprias palavras.
Acompanham o corpo do trabalho.
Indica-se o autor e o ano
EXEMPLOS:
De acordo com Furasté (2008) a delimitação do tema é o momento mais complexo e desafiador para o inicio da trabalho de pesquisa.Após separar os elementos que compõe o texto deve-se escolher por aquele no qual temos maiores facilidades de compreensão e gosto pessoal.
A delimitação do tema é o momento mais complexo e desafiador para o inicio da trabalho de pesquisa.Após separar os elementos que compõe o texto deve-se escolher por aquele no qual temos maiores facilidades de compreensão e gosto pessoal.(FURASTÉ, 2008)
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Nessa parte são exibidos os livros, sites, revistas, enfim, todo o material que foi consultado para elaboração do trabalho.( Qual o material bibliográfico utilizado?)
Exemplos:
Livros
SOBRENOME DO AUTOR, Prenomes. Título. Edição. Cidade: Editora, ano. 
SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 22.ed. São Paulo: Cortez, 2002. ISBN 85-249-0050-4.
Artigo de Revista
SOBRENOME DO AUTOR DO ARTIGO, Prenomes. Título do artigo. Nome da Revista, Cidade, volume, número, página inicial e final, data (dia, mês, ano).
Dicionário
SOBRENOME DO AUTOR, Prenomes. Título do Dicionário. Edição. Cidade: Editora, ano. Número de páginas.
Manual
ESTADO. Entidade. Título. Cidade, ano, número de páginas.
Mato Grosso (Estado). FACULDADE DE COLIDER- FACIDER – Departamento de Administração. Manual de Elaboração de Trabalhos Cientificos. Colider , .Grafica : Miramar ,2007, 93p
Meio eletrônico) sem autor 
Tabagismo passivo. Disponível em :htpp:/www.falandodedrogras.org.br/tabagismo html > Acesso em:10 jan.2005.
(Meio eletrônico) com autor 
SILVEIRA, Isadora. Manutenção preventiva. Datavenia, São Paulo, ago. 2005. Disponível em: <http:/www.datavenia.com.br>. Acesso em: 10 set. 2005.
RELATÓRIO DE ESTAGIO EM LABORATÓRIO 
Aula 01: Coleta 
Nome: ___________________________ 
Semestre: _______________________
Período de realização: ____/____/_____ 
Horário de realização: 7h00 às 13h00
Professor Orientador: ______________
1- Itens/ Materiais utilizados
	Procedimento 1
	
	
	1-
	4-
	7-
	2-
	5-
	8-
	3-
	6-
	9-
	Procedimento 2
	
	
	1-
	4-
	7-
	2-
	5-
	8-
	3-
	6-
	9-
	Procedimento 3
	
	
	1-
	4-
	7-
	2-
	5-
	8-
	3-
	6-
	9-
2- Procedimento(s ) realizado(s):
	Procedimento 1
	
	Procedimento 2
	
	Procedimento 
	
3-Higienização/ Assepsia:
	Procedimento 1
	
	Procedimento 2
	
	Procedimento 
	
4- Descrição do(s) procedimento(s):

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