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Caroline Aparecida Riguete¹, estudante do 4º Ano de Arquitetura e Urbanismo da 
Unifil. Izabel Cristina Wagner², estudante do 4º Ano do curso de Arquitetura e Urbanismo da Unifil. 
Ivan Prado Junior³, professor e coordenador do curso de Arquitetura e Urbanismo da Unifil. 
PRAIRIE HOUSES: AS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DAS CASAS DE 
PRADARIA DE FRANK LLOYD WRIGHT 
Caroline Aparecida Riguete¹; Izabel Cristina Wagner² 
Orientador: Ivan Prado Júnior³ 
Resumo: Os grandes mestres, arquitetos consagrados servem muitas vezes de 
fontes de consulta, para resolução de problemas de projeto atuais, ou para servirem 
de inspiração e indicarem caminhos quando na concepção de projeto de estudantes 
de arquitetura e urbanismo e também para arquitetos formados. Frank Lloyd Wright 
não está de fora desta classificação, este arquiteto possui ideias e ideais que 
possuem força até a atualidade. Dentro da totalidade de suas obras destacam-se as 
obras de pradaria, reconhecidas por trazerem ao arquiteto reconhecimento mundial, 
por possuírem ideais fortemente enraizados tanto no ato de projetar como na própria 
vida do arquiteto. É conhecido que Wright conseguiu unir suas ideias filosóficas ao 
modo de produzir as casas de pradaria, porém de nada adianta apenas se observar 
as casas de pradaria sem conhecer os detalhes por trás das mesmas, sem se 
reconhecer suas principais características e peculiaridades. 
Palavras Chave: (1) Frank Lloyd Wright; (2) Prairie Houses, (3) Características 
Principais. 
 
Abstract: The great masters, architects enshrined often serve as sources of advice, 
solution to problems of current design, or to serve as inspiration and indicate paths 
when creating project students of architecture and urbanism and also for architects 
formed. Frank Lloyd Wright is not outside of this range, this architect has ideas and 
ideals that have effect today. Within the totality of his works are the works of prairie, 
recognized for bringing worldwide recognition to the architect, and ideals have 
strongly rooted in his creation as well as the architect's own life. It is known that 
Wright was able to unite his philosophical ideas to produce the Prairie houses, but 
there is no way to analyze the Prairie houses without knowing the details behind it, 
without recognizing its main characteristics and peculiarities. 
 
Keywords: (1) Frank Lloyd Wright; (2) Prairie Houses; (3) Main Features 
1 – INTRODUÇÃO 
O arquiteto Frank Lloyd Wright, mundialmente reconhecido e 
considerado mestre da arquitetura, esta presente até os dias atuais na vida de 
arquitetos formados e estudantes de arquitetura que buscam em suas obras 
respostas para problemas de projeto, inspiração para realização de uma nova ideia 
projetual ou apenas possuem a curiosidade de saber os ideais por trás de suas 
obras de maior destaque. Frank Lloyd Wright passou a ser mundialmente 
reconhecido por seu Prairie Style, termo em inglês utilizado para classificar o estilo 
de pradaria, composto por edifícios residenciais. Este estilo esteve presente no 
oeste e meio oeste americano. Foi com a utilização do estilo de pradaria que Wright 
foi capaz de por em pratica suas filosofias e ideais. 
Foi observando a grande importância das obras de pradaria para a 
carreira do arquiteto que surgiu a ideia de conseguir catalogar e exemplificar por 
meio de citações de autores consagrados e textos de fundações responsáveis por 
proteger e manter estas obras as características por trás da beleza presente nas 
casas de pradaria. Estas características foram citadas de maneira a possuírem 
continuidade, onde uma estivesse ligada a outra, já que dentro das residências de 
pradaria tudo está intimamente interligado, e o que se realiza de um lado possui 
resposta de outro. Sendo assim o artigo será visto como uma maneira de facilitar o 
entendimento destas residências e auxiliar estudantes e arquitetos no exercício 
diário de projeto. 
Segundo GIEDION (2004), Frank Lloyd Wright não foi só um arquiteto. 
Ele esta entre os grandes pregadores de seu país, tendo por natureza a disposição 
e a coragem de protestar, de se rebelar e de perseverar. Ele considera essa tradição 
uma parte de si mesmo. Como profeta, pregador e individualista agreste, ele 
pregava o ódio á cidade e a volta a terra e a comunidade produtiva e autossuficiente, 
num pais onde a relação do homem com a terra é quase sempre remota e 
impessoal. Estes elementos são capazes de demonstrar a grande importância do 
arquiteto em meio aos grandes mestres da arquitetura e também é capaz de 
 
destacar suas filosofias e ideais os quais eram empregados na concepção de suas 
obras. 
1.1 – OBJETIVOS 
O artigo possui como objetivo principal auxiliar no entendimento de 
alunos do curso de Arquitetura e Urbanismo quando no estudo das casas de 
pradaria de Frank Lloyd Wright. Também tem por objetivo a capacidade de servir 
como fonte de consulta para auxilio em disciplinas de História da Arquitetura e 
disciplinas de Projeto, já que as características citadas ao longo do artigo são 
capazes de trazer respostas projetuais e servirem como material de estudo quando 
utilizado para disciplinas de cunho histórico. Assim como auxiliar na formação do 
senso crítico dos alunos de Arquitetura e Urbanismo. 
1.2 – JUSTIFICATIVA 
Acima de tudo fazer jus as obras do arquiteto, conseguindo demonstrar 
sua importância e assim ser capaz de valorizar suas técnicas e presença que se 
estende até os dias atuais. Criando então um instrumento de pesquisa para 
estudantes e docentes do curso de Arquitetura e Urbanismo, auxiliando em 
disciplinas que trabalhem com elementos históricos e projeto. 
2 – MÉTODOS DE PESQUISA 
Para desenvolvimento do projeto de pesquisa e realização do artigo 
empregamos o método de pesquisa bibliográfica, com utilização de livros de autores 
importantes no tema de história da arquitetura, livros específicos sobre a vida e obra 
do arquiteto Frank Lloyd Wright, dos quais destacando livros que não foram 
traduzidos para o português, e que foram citados ao longo do desenvolvimento do 
artigo. Assim como a citação de artigos desenvolvidos por instituições relacionadas 
à preservação e manutenção das obras e elementos criados pelo arquiteto. 
Com a reunião dos dados recolhidos ao longo da pesquisa, e 
relacionados com o tema das casas de pradaria, encontramos as características 
apresentadas em maior frequência pelos autores pesquisados, estas características 
 
destacadas ao longo do artigo são: ligação do edifício com o terreno; ligação interior 
exterior; horizontalidade; telhados; lareira e por fim os nove passos. 
3 – AS CASAS DE PRADARIA 
3.1 – INTRODUÇÃO AS CASAS DE PRADARIA 
O arquiteto Frank Lloyd Wright é mundialmente conhecido por sua 
variedade de obras construídas e por emprego de diferentes estilos ao longo de sua 
carreira, segundo THE WESTCOTT HOUSE FOUNDATION, The Prairie Style: From 
Theory to Practice, o arquiteto é provavelmente mais associado ao estilo Pradaria, 
que data de aproximadamente 1893 até o período da Primeira Guerra Mundial. O 
texto também cita que este estilo pareceu incorporar suas ideias filosóficas mais 
significativas sobre a arquitetura. 
Segundo THOMSON (1999), Wright acreditava que o oeste e o meio 
oeste personificavam o real espirito americano, foi a partir deste pensamento que o 
arquiteto produziu as casas que lhe dariam reconhecimento internacional. Estas 
casas as quais o autor se refere são as casas de pradaria, produzidas em grande 
quantidade nas regiões citadas anteriormente. Segundo BENEVOLO (1976), as 
principais casas da pradaria, são verdadeiras obras primas, conduzidas com 
espantosa habilidade. 
Segundo WRIGHT (1908), a pradaria possuíauma beleza própria e os 
arquitetos deveriam reconhecer e acentuar esta beleza natural. Segundo CURTIS 
(1996), o arquiteto conseguiu criar uma combinação de qualidades formais e 
informais para se apropriar do aspecto social, assim como possuía um sonho 
utópico do retrato das relações e intuições humanas e da harmonização do espaço 
moderno com a natureza. Ainda segundo CURTIS (1996), Frank Lloyd Wright 
acreditava que a arquitetura e a sociedade possuíam suas raízes em uma ordem 
natural, por isso realizava grande conexão com a natureza em suas obras e possuía 
grande apresso por trazer o maior conforto e união para os usuários de suas 
residências. Com a compreensão destes aspectos relacionados às casas de 
pradaria do arquiteto Frank Lloyd Wright, se torna de maior facilidade a 
compreensão dos itens que serão apresentados a seguir, onde destacaremos as 
características predominantes deste estilo de edificações residenciais criado pelo 
 
arquiteto, as quais estão presentes com maior ou menor frequência em todas as 
obras produzidas dentro do estilo de pradaria já citado. 
3.2 – LIGAÇÃO DO EDIFÍCIO COM O TERRENO 
Segundo CURTIS (1996), a unificação do edifício com a paisagem e o 
terreno era realizada através de sua implantação. Estes detalhes demonstram a 
inicial preocupação do arquiteto em integrar o edifício ao seu sitio, não apenas 
dispondo a edificação ao terreno sem se ater as ligações que esta deve possuir com 
sua paisagem circundante. Segundo THOMSON (1999), o terreno e o edifício 
deveriam estar em completa harmonia, onde o edifício deveria possuir simpatia com 
o ambiente ao qual seria inserido, segundo o autor o edifício da pradaria deveria 
aparentar crescer do terreno onde estivesse inserido. 
Segundo THE WESTCOTT HOUSE FOUNDATION, The Prairie Style: 
From Theory to Practice, o arquiteto acreditava que a relação entre o edifício e a 
paisagem deveriam ser muito próximas, ou seja, uma residência deveria se integrar 
ao seu terreno, estando relacionada da melhor maneira possível ao seu entorno, a 
paisagem e cultura locais. O arquiteto prezava muito pela ligação do homem com a 
natureza, por isso esta ligação do edifício ao seu entorno era muito destacada pelo 
arquiteto. 
Segundo GIEDION (2004), Wright vincula a habitação humana ao solo 
o mais intimamente possível, introduzindo-o dentro da casa na forma de paredes 
rusticas. 
3.3 – LIGAÇÃO INTERIOR E EXTERIOR 
Segundo SMITH (1998), o interior da residência deveria responder as 
necessidades da vida em família, e cita que o arquiteto acreditava que deveriam 
existir tantas diferentes casas de pradaria quanto existem pessoas. Estes elementos 
demonstram que apesar de ser um estilo diferenciado, com elementos específicos, o 
arquiteto sabia como utilizar das diferenças entre seus clientes para criar residências 
únicas capazes de atender aos desejos e anseios de cada um de seus clientes. 
Demonstrando também a preocupação com o bem estar do usuário, observando 
cada caso como um caso único, e não generalizado. 
 
Segundo CURTIS (1996), o arquiteto encontrou um novo estilo 
baseado na concepção espacial de planos interpenetrantes e de massas abstratas. 
Segundo THOMSON (1999), o arquiteto rejeitava a criação de cômodos como 
caixas definidas, o que esta ultima frase pretende transmitir é a ideia que o arquiteto 
possuía de que os cômodos, os quartos da residência, não deveriam ser vistos 
como elementos fechados, como caixas que seriam anexadas ao edifício quando no 
ato de projeto, estes cômodos poderiam ser abertos e integrados sempre que 
possível, interpenetrando-se, como citado anteriormente por CURTIS (1996). 
Ainda segundo THOMSON (1999), o arquiteto não definiria os 
cômodos presentes na edificação até que a circulação e os espaços estivessem 
definidos, este aspecto seria capaz de trazer diferentes formas externas para o 
edifício, pois o arquiteto começava seu ato de projetar com a idealização dos 
espaços internos, em seguida partia para o exterior do edifício. Este modo de 
projetar trazia diferentes formas externas para as edificações, muitas vezes 
possuindo recuos e avanços, trazendo formas assimétricas para o edifício. 
Segundo FRAMPTON (1997), o interior das casas de estilo pradaria 
possui interior com crescente fluidez, onde as diferentes unidades presentes no 
interior do edifício estão muitas vezes divididas por biombos ao invés de divisórias. 
Segundo SMITH (1998), os cômodos públicos das residências se abrem uns para os 
outros em sentido diagonal, e assim como citado por FRAMPTON (1997), destaca 
que o arquiteto se utilizava da eliminação da compartimentação das casas. Para 
GIEDION (2004) o arquiteto trabalhava a casa como se fosse um só recinto. 
Segundo o autor que primeiro impressionou os arquitetos europeus foi sua planta 
em forma de “moinho de vento”, assim chamada devido à maneira de como os 
ambientes se estendiam para fora a parti do centro, como as assas de um moinho 
de vento. 
3.4 – HORIZONTALIDADE 
Segundo PRESERVATION TRUST, GO WRIGHT FOUNDATION, 
About the Prairie Style, a típica casa em estilo pradaria distingue-se por uma linha 
horizontal enfatizada no exterior por um telhado de quatro águas de baixa 
frequência, o telhado apresenta-se como um dos elementos de maior contribuição 
para a presença da horizontalidade das casas de pradaria. 
 
Segundo THE WESTCOTT HOUSE FOUNDATION, Prairie Concept, a 
virtude das linhas horizontais são respeitosamente invocadas nesses edifícios os 
centímetros de altura ganham grande força quando comparados a qualquer pratica 
de distribuição sobre o solo. O mesmo texto cita que a perda de altura presente nas 
casas de pradaria, responsáveis por acentuar a horizontalidade do edifício, ocorreu 
por muitos motivos, destacando entre eles o motivo econômico, assim qualquer 
altura desnecessária era retirada do projeto, porém criando uma maior relação com 
o ambiente externo, conseguindo compensar assim a perda de altura. 
Outros autores como FRAMPTON (1997), SMITH (1998), CURTIS 
(1996) e THOMSON (1999) também destacam a forte horizontalidade presente nas 
casas de pradaria, elencando esta característica como uma das principais dentre as 
presentes nas obras do estilo. 
3.5 – TELHADOS 
Segundo FRAMPTON (1997), outra característica a qual contribuiu 
para a forte horizontalidade presente nas Prairie Houses, foi a presença de telhados 
de pouca inclinação, muitas vezes com grandes beirais, o autor relaciona a presença 
de grandes beirais como uma característica de coberturas salientes. 
Segundo GIEDION (2004), Wright utilizava beirais que se prolongavam 
para além das paredes. Ele os tratava também como planos horizontais, o arquiteto 
dizia que seus grandes beirais serviam como amplas coberturas protetoras. 
3.6 – LAREIRA 
Segundo FRAMPTON (1997), a base das casas de pradaria de Frank 
Lloyd Wright eram as lareiras, sua expansão ao longo da carreira do arquiteto 
adquiriu uma importância quase animista. Segundo o autor a lareira seria a única 
substancia solida desejável na residência, ela traria a expressão de abrigo ao lar. 
Segundo SMITH (1998), a lareira nos projetos do arquiteto possuía uma grande 
importância simbólica, representando um local de reunião em família, muitas vezes a 
lareira estava presente próxima à sala de jantar, outro elemento representativo da 
família para Wright, a sala de jantar ritualizava as refeições e era capaz de unir os 
membros da família. 
 
Segundo THOMSON (1999), a lareira sempre estava ao centro da 
residência, demonstrando fortemente o sentido do coração da casa. 
Segundo GIEDION (2004), havia uma enorme chaminé de pedra 
situada imponentemente ao centro da edificação, percorrendotoda a altura do piso 
até o teto. O espaço interno não era dividido, com exceção de uma divisória que 
destacava a cozinha e o quarto de dormir. Não havia teto, mas simplesmente uma 
serie de caibros nos quais eram penduradas peles de raposas e urso. Segundo o 
autor Wright localizava a chaminé no centro da casa, como ponto de partida para 
toda sua configuração interna. Os diferentes cômodos foram distribuídos a partir 
desse núcleo maciço. 
3.7 – OS 9 PASSOS 
Segundo CURTIS (1996), Wright com o passar dos anos de sua 
carreira escreveu nove passos, nove etapas a serem seguidas quando da realização 
do projeto de suas casas de pradaria, estes passos, podem ser destacados como 
características a estarem presentes nas residências criadas pelo arquiteto, sendo 
eles: 
1 – Redução do número de partes necessárias a casa, assim como a 
separação dos quartos a um mínimo possível. Em seguida se realizaria a união de 
todos os espaços criando assim um grande senso de unidade. 
2 – Associação do edifício como um todo ao seu terreno, enfatizando 
todos os planos paralelos ao solo, deixando a melhor parte do terreno para criar uma 
conexão da vida da casa, e ao redor desta conexão, ou próxima a ela estariam 
dispostos os cômodos da residência. 
3 – Eliminar a ideia de quarto e casa vista como uma caixa, fazendo 
assim com que todas as paredes fossem vistas como painéis, que se uniriam na 
medida em que o projeto tomava forma tornando as proporções da edificação mais 
liberais. 
4 – A fundação da edificação estaria visível criando uma plataforma 
onde o edifício repousaria. Retirando o insalubre porão do subsolo, fazendo com que 
o mesmo se tornasse uma espécie de pedestal para a área de estar da residência. 
 
5 – As aberturas de toda a casa eram harmonizadas, deixando estas 
com boa proporção em relação ao usuário, e fazendo com que ocorressem 
naturalmente, podendo estar isoladas ou em serie por todo o edifício. 
6 – Eliminar combinações de materiais diferentes, utilizando-se de 
apenas um único material, sempre que fosse possível. Os ornamentos também 
deveriam ser de mesma natureza do material utilizado. 
7 – Incorporação do aquecimento, luz e canalizações para que estes 
sistemas constituíssem partes do próprio edifício, assim estes se tornariam 
elementos arquiteturais. 
8 – Incorporação da arquitetura orgânica sempre que possível e das 
maneiras como fossem mais bem utilizada para cada caso, realizando também a 
criação do mobiliário para o edifício, com utilização de termos simples e desenhos 
geométricos. 
9 – Eliminação da decoração. 
4 – CONSIDERAÇÕES FINAIS 
Com a finalização do artigo é possível perceber o quanto amplo pode 
se tornar o tema escolhido, e quantas características estão presentes dentro do 
estilo de pradaria criado por Frank Lloyd Wright. Dentre as várias características 
encontradas optou-se em destacar as principais, aquelas capazes de unificar as 
casas de pradaria como um grupo único, o qual seguiu aos critérios determinados 
pelo arquiteto desde o inicio de sua produção. 
Estas considerações deixam uma abertura para que novas 
características possam ser adicionadas, características estas que possivelmente não 
foram encontradas ainda, não foram exploradas ou podem ter sido deixadas de lado 
quando da falta de informação das mesmas. Por fim destaca-se com este artigo a 
importância de se conhecer as características, ideais e detalhes por trás das obras 
do arquiteto, pois só assim seremos realmente capazes de entender sua forma de 
projetar, compreender a importância de sua produção assim como suas soluções 
para determinado projeto e seremos capazes de criticar a obra em questão. 
 
5 – FONTES DE CONSULTA 
5.1 – LIVROS CONSULTADOS 
FRAMPTON, Kenneth. História crítica da arquitetura moderna. São Paulo: Martins 
Fontes, 1997. 
SMITH, Kathryn. Frank Lloyd Wright: America’s Master Architect. Abbeville Press 
Publishers, 1998. 
CURTIS, William J. R. Modern architecture since 1900. 3º ed. Londres: Phaidon, 
1996. 
THOMSON, Iain. Frank Lloyd Wright: A Visual Encyclopedia. Thunder Bay Press, 
1999. 
GIEDION, Sigfried; LAMPARELLI, Alvamar (Trad.). Espaço, tempo e arquitetura: o 
desenvolvimento de uma nova tradição. São Paulo: Martins Fontes, 2004 
BENEVOLO, Leonardo. História da arquitetura moderna. São Paulo: Perspectiva, 
1976. 
ZEVI, Bruno. Frank Lloyd Wright: obras y proyectos. Barcelona: Gustavo Gili, 2004. 
5.2 – TEXTOS UTILIZADOS 
THE WESTCOTT HOUSE FOUNDATION, The Prairie Style From Theory to 
Practice, disponível em: 
http://www.westcotthouse.org/documents/contentdocuments/79.pdf 
PRESERVATION TRUST, GO WRIGHT FOUNDATION, About the Prairie Style, 
disponível em: http://gowright.org/research/home-studio/about-the-prairie-style.html 
THE WESTCOTT HOUSE FOUNDATION, Prairie Concept, disponível em: 
http://www.westcotthouse.org/documents/contentdocuments/80.pdf

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