Prévia do material em texto
APOSTILAS OPÇÃO A Sua Melhor Opção em Concursos Públicos
Informática A Opção Certa Para a Sua Realização 1
NOÇÕES DE INFORMÁTICA:
1. Componentes de um computador: hardware e sof-
tware.
2. Arquitetura básica de computadores: unidade cen-
tral, memória: tipos e tamanhos.
3. Periféricos: impressoras, drivers de disco fixo (Win-
chester), disquete, CD-ROM.
4. Uso do teclado, uso do mouse, janelas e seus bo-
tões, diretórios e arquivos (uso do Windows Explorer):
tipos de arquivos, localização, criação, cópia e remo-
ção de arquivos, cópias de arquivos para outros dispo-
sitivos e cópias de segurança, uso da lixeira para re-
mover e recuperar arquivos, uso da ajuda do Windows.
5. Uso do MS Office for Windows (Word, Excel, Power
Point e ACCESS).
CONCEITOS FUNDAMENTAIS DE INFORMÁTICA.
ORGANIZAÇÃO, ARQUITETURA E COMPONENTES FUNCIONAIS
(HARDWARE E SOFTWARE) DE COMPUTADORES.
TIPOS DE COMPUTADORES
CONCEITO
É a ciência que estuda o tratamento automático e racional da in-
formação. A informática manipula informações tais como: computa-
dor, comunicação, matemática aplicada etc.
PROCESSAMENTO DE DADOS
Processamento de Dados é a atividade que consiste em transformar
determinadas informações, a fim de obter outras, ou as mesmas, sob outra
forma, para alguma finalidade prática.
Este tratamento de dados é feito por meio de máquinas, com o fim de
obter resultados da informação representada pelos dados.
O processamento se dá pelas formas:
ON-LINE
É o funcionamento dos terminais, arquivos e equipamentos auxiliares
do computador, que operam sob o controle direto deste, eliminando a
necessidade de intervenção humana em qualquer das fases compreendi-
das entre a entrada de dados e o resultado final.
BATCH
É o funcionamento no qual os dados a serem processados ou progra-
mas a serem executados são agrupados para que seus processamentos
sejam efetuados de uma só vez (em lote).
COMPUTADOR
Definição:
É uma máquina ou dispositivo físico utilizado no tratamento da infor-
mação.
Basicamente esta máquina ou dispositivo lê dados, efetua cálculos e
fornece resultados.
Todo o serviço por ele executado é efetuado através dos seguintes
processos básicos:
1. ENTRADA DE DADOS. ler ou receber os valores iniciais e cons-
tantes;
2. PROCESSAMENTO: efetuar o cálculo;
3. SAÍDA DE DADOS: fornecer os resultados obtidos.
Tanto os computadores de grande porte como as calculadoras eletrô-
nicas de bolso trabalham basicamente executando esses três processos.
CARACTERÍSTICAS DE UM COMPUTADOR
O que distingue o computador das demais máquinas ou aparelhos tra-
dicionais de cálculo, tais como o ábaco, régua de cálculo, máquina de
somar eletromecânica são suas características
ALTA VELOCIDADE: na execução, de suas operações.
MEMÓRIA: grande capacidade de armazenar informações.
PROGRAMA: capacidade de executar longa sequência alternativa de
operações.
A grande velocidade de calcular pode ser avaliada pelo uso de unida-
de de medida chamada MICROSSEGUNDO (que corresponde à milioné-
sima parte de um segundo) ou NANOSSEGUNDO (que corresponde a
0,000000001s).
A capacidade de armazenar informações em local chamado MEMÓ-
RIA atinge, por exemplo, informações correspondentes a todos os contri-
buintes do imposto de renda de uma cidade ou estado, ou o nome do item,
a quantidade e o preço unitário de um estoque de mercadorias de um
supermercado.
MÁQUINA PROGRAMÁVEL
O computador pode guardar na memória uma grande sequência pré-
organizada de operações e depois executá-la com grande rapidez.
Essa sequência de operações para resolver um problema chama-se
PROGRAMA.
Uma pessoa treinada (especialista) prepara um programa para resol-
ver cada problema apresentado. De acordo com o programa que está
guardado (dizemos que o programa está carregado) na memória, o com-
putador consegue resolver um problema diferente.
O computador nada cria; apenas executa, com grande rapidez, a se-
quência de operações (ou programa) preparada pelo especialista.
CLASSIFICAÇÃO:
Conforme o tipo de dado manipulado, podemos ter os seguintes tipos
de computador:
- computador digital;
- computador analógico ou análogo;
- computador híbrido.
COMPUTADOR DIGITAL:
Manipula dados formados através de um processo de contagem de
valor unitário chamado dígito, como acontece com a contagem dos dedos
da mão, das bolinhas de um ábaco, etc.
COMPUTADOR ANALÓGICO:
Manipula dados obtidos por um processo de comparação e analogia
de medidas de fenômenos físicos diferentes. O computador efetua opera-
ções com correntes elétricas obtidas no processo de medida de pressão
atmosférica, de temperatura, de velocidade, etc.
O computador analógico processa com vantagem muitos problemas
científicos, pois manipula diretamente as medidas obtidas sem convertê-
las em dados numéricos.
COMPUTADOR HÍBRIDO
Possui uma combinação dos dois tipos referidos. Em geral, para o re-
cebimento de dados e de certas operações, o computador utiliza a sua
parte analógica; para a conversão do resultado final ou armazenamento
dos dados intermediários, utiliza a parte digital.
Alguém já disse que não podem existir computadores-robôs tais como
nos são apresentados nos filmes de ficção científica; mas, por outro lado,
nós também vimos como os contos de ficção científica se tornaram reali-
dade: Viagem à Lua, de Júlio Verne, pode ser um exemplo. Porque então
não será possível transpor para um computador uma pequena porção de
"inteligência humana"? As pesquisas dos cientistas seguem este caminho:
linguistas, psicólogos, estadistas e especialistas em engenharia de softwa-
re estão empenhados em inaugurar uma nova era na ciência da computa-
ção, fundamentada no que chamamos inteligência artificial.
Este tipo de ciência vêm se desenvolvendo muito muitos nestes últi-
mos anos, e hoje em dia, já temos sites na Internet que oferecem progra-
mas que um computador conversa com um humano, utilizando este tipo de
tecnologia.
COMPUTADORES INTELIGENTES
Entre os computadores de quinta geração encontram-se os chamados
"inteligentes", assim denominados porque, em vez de processar dados,
processam conhecimentos, isto é, ideias armazenadas pelo homem na
memória do computador.
Os computadores inteligentes substituem o processamento sequencial
pelo processamento associativo, no qual a busca da informação é realiza-
da não mais pelo endereço. mas pelo conteúdo das variáveis (lnferência
APOSTILAS OPÇÃO A Sua Melhor Opção em Concursos Públicos
Informática A Opção Certa Para a Sua Realização 2
Lógica).
A linguagem de máquina deste tipo de computadores é a linguagem
de núcleo ou linguagem Kemel, baseada na, lógica dos predicados. Dife-
rentemente do que ocorre com os computadores comuns, esta linguagem
de máquina é considerada uma linguagem de alto nível, uma vez que
apresenta funções de auxilio ao usuário facilitando o uso de linguagens
naturais para a sua comunicação com o computador.
CARACTERÍSTICAS DOS COMPUTADORES INTELIGENTES
Os computadores inteligentes de quinta geração recebem o nome de
KIPS (Knowledge Information Processing Systems - Sistemas para o
Processamento do Conhecimento da Informação) porque se destinam ao
processamento do conhecimento. Essas máquinas são capazes de reali-
zar sucessivas inferências (deduções lógicas) a partir de regras e fatos
gravados numa base de conhecimentos em vez da tradicional base de
dados.
Os computadores KIPS permitem:
O gerenciamento da base de conhecimentos.
A resolução de problemasmediante inferência dedutiva ou indutiva.
A possibilidade de intercomunicação (interface) homem-máquina
baseada em linguagens naturais, gráficos, etc.
ESTRUTURA DE UM COMPUTADOR DE QUINTA GERAÇÃO
A estrutura deste tipo de máquina é formada basicamente por três
subsistemas: a interface externa, o sistema lógico e o hardware do equi-
pamento.
CLASSIFICAÇÃO DO COMPUTADOR PELO PORTE
Nos primeiros tempos da computação eletrônica, costumava-se fazer
uma classificação dos computadores em sistemas de pequeno, médio e
grande porte, sendo que o "porte" se referia mais à capacidade de proces-
samento do que propriamente às dimensões físicas do sistema.
Atualmente, essa classificação não tem mais razão de ser, porquanto
um dado modelo de computador pode apresentar-se com diversas configu-
rações, isto é, pode ser constituído de um número maior ou menor de
unidades, que podem ter diferentes capacidades. Por essa razão, falamos
hoje em configurações pequenas, médias e grandes.
Por exemplo, podemos considerar como "pequena" uma configuração
com memória inferior a 32 Mbytes, como "média" uma configuração com
memória entre 32 Mbytes e 216 Mbytes.
A existência de diversas configurações de um mesmo modelo de
computador tem como consequência o conceito de MODULARIDADE.
A modularidade pode ser definida como a capacidade de ampliação
de um sistema já instalado, pela agregação de novas unidades ou pelo
aumento da capacidade das unidades existentes.
Graças a este conceito, o usuário poderá instalar, uma configuração
correspondente às suas necessidades do momento, e depois ampliar a
instalação (por exemplo, aumentar a capacidade de fita ou de disco), à
medida que for aumentando o volume e/ou a complexidade do serviço.
Assim sendo, um usuário poderá começar com uma configuração pe-
quena de determinado modelo de computador, e depois expandida, de
modo a obter uma configuração média ou até grande.
Dessa forma podemos entrar com informações, que serão armazena-
das na memória e posteriormente processadas pelo microprocessador
(UCP), os resultados poderão ser enviados de volta para a memória e
então para uma unidade de saída, para que possamos ver e analisar
esses resultados.
Existem várias formas e tipos de unidades de entrada e de saída. As
mais comuns, e presentes em quase todos os micros, são o TECLADO
(para entrada) e o MONITOR DE VÍDEO (para saída).
Outra unidade de saída padrão é a impressora, que por sinal foi histo-
ricamente a primeira a ser utilizada.
Um problema surge quando o micro está operando dessa forma, ou
seja, configurado com unidades de entrada, saída e memória.
A memória principal ou central, diretamente conectada ao micropro-
cessador, funciona com eletricidade e deve estar energizada para armaze-
nar dados, ou seja, ela só consegue armazenar dados se for alimentada
com eletricidade. Quando desligamos o micro, todos os dados armazena-
dos na memória principal desaparecem; basta uma "piscada" na força para
ela esquecer tudo.
Por conseguinte, precisamos de outro dispositivo periférico, que não
seja afetado pela falta de energia e que possa armazenar informações de
uma forma semelhante à memória principal, ou seja, uma memória não-
temporária. Este periférico, chamado memória auxiliar ou memória de
massa ou ainda memória secundária pode assumir várias formas, porém,
atualmente a maioria utiliza o mesmo principio físico de armazenamento
magnético. E a mesma ideia da fita cassete, onde se grava uma música, e
depois pode-se escutá-la a qualquer momento. Em processamento de
dados, ao invés de músicas, armazenaremos dados e informações e,
sempre que precisarmos, poderemos recuperá-los.
As fitas magnéticas apresentam um pequeno problema: quando que-
remos escutar a quarta música gravada, precisamos bobinar a fita até o
local onde a música se encontra, para então escutá-la. Este fato, chamado
leitura sequencial, não acontece com os discos, pois permitem que leve-
mos a agulha diretamente ao ponto desejado e tocar, por exemplo a
Quarta música. A principal vantagem desse processo, de leitura ou acesso
direto, é economizar o tempo necessário para encontrar, ler ou gravar os
dados.
A grande maioria dos microcomputadores utiliza, como unidade de
memória auxiliar, uma ou duas unidades de discos magnéticos.
O principio de funcionamento é idêntico ao da fita, só que permite o
acesso direto às informações gravadas em sua superfície.
Atualmente, os microcomputadores constituem um dos produtos de
maior importância no mercado de informática.
Quando surgiram, os primeiros minicomputadores foram usados para
oferecer um serviço inexistente até então, mas durante a década de 70, os
minicomputadores invadiram o setor de atuação mais baixo dos grandes
equipamentos. Os microcomputadores estão trilhando o mesmo caminho:
nos anos 70, ocuparam um espaço vazio, mas ultimamente vêm ocupando
muitas áreas, antes cobertas pelos minicomputadores.
Logo após o aparecimento do microprocessador e um pouco depois
do primeiro mini, os primeiros micros tinham características consideradas
inferiores aos minis da época. Alguns diziam que os micros seriam utiliza-
dos apenas em lazer, usos domésticos e pessoais.
Sim, o surgimento e o aperfeiçoamento dos microprocessadores (um
"cérebro", integrado em um espaço extraordinariamente reduzido, capaz
de dirigir, controlar e coordenar toda a atividade do sistema) foram os
grandes fatores responsáveis pela introdução e aperfeiçoamento dos
micros. Possibilitaram a extensão das facilidades de utilização da informá-
tica à segmentos que em outras épocas, nunca se imaginaria que pudes-
sem ser beneficiados.
O final da década de 70 assistiu a um verdadeiro desfile de marcas,
padrões e arquiteturas de microcomputadores. Nos anos 80, contudo, com
a entrada da IBM neste segmento e a introdução do seu PC, um novo
padrão foi definido.
Esta definição já nos permite estabelecer duas segmentações quanto
ao enfoque de utilização dos micros: micros de uso pessoal/profissional, e
micros de uso pessoal/doméstico.
COMPUTADORES DE GRANDE PORTE
Para o processamento de grandes volumes de informações, seja nas
áreas administrativas ou científicas, é necessária a utilização de grandes
equipamentos.
Como exemplo de uma aplicação científica para a qual é apropriado
um grande computador, pode ser citada a manutenção de uma base de
dados com as informações do funcionamento de uma hidroelétrica. Neste
caso, além da necessidade de uma grande capacidade de armazenamen-
to, existe também a necessidade da potência de cálculo, para o controle
de uma situação de emergência. Este tipo de aplicação também configura
a necessidade de utilização de computadores extremamente confiáveis.
No campo da administração, existem determinadas aplicações que só
podem ser realizadas com um grande computador. Um exemplo significati-
vo pode ser o processamento do movimento de contas correntes de um
grande Banco ou instituição financeira.
Normalmente, a adoção de grandes computadores implica na realiza-
ção de investimentos de peso, tanto pelo custo dos próprios equipamentos
como pelas instalações especiais que estes sistemas exigem: ar condicio-
nado, sistemas de fornecimento de energia, espaço, esquemas de segu-
rança, etc.
Também a equipe humana dedicada à sua operação deve ser nume-
APOSTILAS OPÇÃO A Sua Melhor Opção em Concursos Públicos
Informática A Opção Certa Para a Sua Realização 3
rosa e de alto nível técnico, envolvendo analistas de sistemas, analistas de
software, schedullers de operação, além dos elementos normalmente
necessários em outros portes, de equipamentos, como programadores,
operadores, digitadores, etc.
Porestes motivos, só é recomendada sua implantação se a complexi-
dade ou as características das aplicações realmente justificarem estas
condições.
No mercado mundial, as empresas fabricantes de computadores com
maior participação neste segmento são a IBM, a Unisys, e a Fujitsu.
MICROPROCESSADORES - CARACTERÍSTICAS
O cérebro do computador é o processador - a C.P.U., ou seja, a Cen-
tral Processing Unit. E é a CPU que processa as informações e administra
o emprego de todos os recursos disponíveis. Assim, por exemplo, é a CPU
que opera os cálculos, numa velocidade incomum.
Nos microcomputadores, a CPU é um circuito integrado, chamado mi-
croprocessador.
Essa CPU é um circuito eletrônico integrado, que tem por deficiência
só distinguir se está (1) ligado, ou (0) desligado - ou seja, só reconhece os
números "0" e "1" - mas faz isso com velocidade altíssima, de 0,1 a 3
Bilhões de operações por segundo, dependendo do modelo.
O primeiro microprocessador foi o lntel 4004 de 4 bits, de (1971) um
Circuito Integrado com 2.250 transistores. Hoje os moderníssimos micro-
processadores são pequeníssimos circuitos integrados, que trabalham
com 64 bits, a uma velocidade até superior a 3 BIPS (Bilhões de Instru-
ções Por Segundo); são os microprocessadores Pentium 4 e Athlon.
O mais importante nos microprocessadores (chips) é sua velocidade
de processamento: os de 1000 Mhz, antes considerados velozes, hoje
estão superados, enquanto os de 2000 Ghz já são o básico, barateando e
com uma relação custo/benefício mais praticável - mas os de 3 Ghz são os
computadores de maior porte. A velocidade da indústria produtora de
microprocessadores é maior que a dos próprios chips, tornando acessível
ao público produtos cada vez mais rápidos e mais baratos.
Dispositivos de entrada e saída
Discos Magnéticos
Os discos magnéticos são dispositivos de armazenamento de infor-
mação, externos ao conjunto formado pelo processador e pela memória
principal.
Estes dispositivos são por vezes referidos como memória secundária.
Drives de Discos Magnéticos
As drives são dispositivos que leem e escrevem dados nos discos
magnéticos, canalizando a informação entre os discos e o processador ou
a memória principal.
As drives podem ser internas ou externas à unidade de sistema.
Placas de Expansão
As placas de expansão são dispositivos que se utilizam para extender
as funcionalidades e o desempenho do computador.
Existe uma grande diversidade de placas de expansão, como, por
exemplo, placas de rede, de vídeo, de som e de modem.
Terminal ou estação de trabalho
Um terminal é um sistema normalmente constituído por um teclado e
por um monitor e que está ligado remotamente a um computador central.
O computador central processa a informação introduzida através do
teclado do terminal, enviando os resultados de volta para serem visualiza-
dos no monitor do terminal.
Modem
Um modem é um dispositivo utilizado na ligação de computadores
através da rede telefônica pública.
O modem converte a informação digital do computador num formato
analógico, de modo a poder ser transmitida através das linhas telefónicas,
e faz a conversão inversa na recepção de informação da rede.
DISPOSITIVOS DE ENTRADA
Teclado
O teclado é o dispositivo de entrada mais comum, permitindo ao utili-
zador introduzir informação e comandos no computador.
Mouse
O rato é um dispositivo de entrada que permite ao utilizador percorrer
e selecionar itens no ecrã do computador.
Este dispositivo envia ao computador as coordenadas do cursor relati-
vas aos movimentos no ecrã e ainda comandos activados pela selecção
de itens.
Scanner
O scanner é um dispositivo que lê informação impressa em papel (tex-
to e imagens) e a converte num formato digital.
Uma vez dentro do computador, essa informação pode ser armazena-
da, editada ou visualizada num monitor.
Sensores
Os sensores são dispositivos que permitem capturar valores de um
dado processo contínuo e convertê-los para o formato digital, de modo a
serem processados pelo computador.
Por exemplo, há sensores de temperatura, de velocidade e de luz. Es-
tes dispositivos são utilizados frequentemente em processos de monitori-
zação industrial.
Microfone
Um microfone é um dispositivo de entrada que permite introduzir som
no computador, para posterior edição e/ou armazenamento.
Estes dispositivos encontram-se frequentemente em computadores
multimedia.
USB
Originalmente concebida como uma eficiente porta de comunicação
para periféricos (como mouse e impressora), foi a porta escolhida para as
câmeras digitais para descarregar suas fotos.
DISPOSITIVOS DE SAÍDA
Monitor
O monitor é um dispositivo periférico utilizado para a visualização de
informação armazenada num sistema informático.
CD-ROM
O CD-ROM - Compact Disc, Read-Only Memory - é um disco compac-
to, que funciona como uma memória apenas para leitura - e, assim, é uma
forma de armazenamento de dados que utiliza ótica de laser para ler os
dados.'
Um CD-ROM comum tem capacidade para armazenar 417 vezes mais
dados do que um disquete de 3,5 polegadas. Hoje, a maioria dos progra-
mas vem em CD, trazendo sons e vídeo, além de textos e gráficos.
Drive é o acionador ou leitor - assim o drive de CD-ROM é o dispositi-
vo em que serão tocados os CD-ROMS, para que seus textos e imagens,
suas informações, enfim, sejam lidas pela máquina e devidamente proces-
sadas.
A velocidade de leitura é indicada pela expressão 2X, 4X, 8X etc., que
revela o número de vezes mais rápidos que são em relação aos sistemas
de primeira geração.
E a tecnologia dos equipamentos evoluiu rapidamente. Os drivers de
hoje em dia tem suas velocidades nominais de 54X e 56X.
A velocidade de acesso é o tempo que passa entre o momento em
que se dá um comando e a recuperação dos dados. Já o índice de transfe-
rência é a velocidade com a qual as informações ou instruções podem ser
deslocadas entre diferentes locais.
Há dois tipos de leitor de CD-ROM: interno (embutidos no computa-
dor); e externo ligados ao computador, como se fossem periféricos).
Atualmente, o leitor de CD-ROM (drive de CD-ROM) é um acessório
multimídia muito importância, Presente em quase todos os computadores.
Os cds hoje em dia são muito utilizados para troca de arquivos, atra-
vés do uso de cds graváveis e regraváveis. Os cds somente podem ser
gravados utilizando-se um drive especial de cd, chamado gravador de cd.
DVD – Rom
Os DVDs são muito parecidos com os cds, porém a sua capacidade
de armazenamento é muito maior, para se ter uma ideia, o DVD armazena
quase que 10 vezes mais que um cd comum.
Por terem uma capacidade tão grande de armazenamento, compor-
tam um conteúdo multimídia com facilidade, sendo muito usados para
armazenar filmes e shows.
APOSTILAS OPÇÃO A Sua Melhor Opção em Concursos Públicos
Informática A Opção Certa Para a Sua Realização 4
Os drives mais atuais permitem a gravação de dvds, porém o seu pre-
ço ainda é muito alto para o uso doméstico, porém um drive muito utilizado
hoje em dia é o comb. Este drive possui a função de gravador de cd e
leitor de dvd.
Data-Show
Os projectores de imagens, ou data-show, são dispositivos que permi-
tem visualizar documentos electrónicos (texto, gráficos, imagens) armaze-
nados num computador.
Estes dispositivos são colocados em cima de um retroprojector, e a
sua ligação ao computador faz-se através do conector do monitor.
Impressoras
As impressoras são dispositivos que imprimem no papel documentos
electrónicos (texto, gráficos, imagens) gerados ou editados no computador.
Há diversos tipos de impressoras,com diferentes funcionamentos,
desempenhos e custos.
Características Básicas
O volume de impressão que ela suporta em uma unidade de tempo.
Impressoras indicam sua vazão de impressão em páginas por minuto.
A tecnologia utilizada para gerar os símbolos a serem impressos. Atu-
almente, impressoras podem ser do tipo:
de jato de tinta;
a laser;
por transferência de cera aquecida ("thermal-wax");
por sublimação de tinta ("dye sublimation").
Impressoras Matriciais
As impressora matriciais trabalham como máquinas de escrever. Elas
são muito comuns em escritórios e empresas que emitem notas fiscais. A
impressão é feita por meio de um dispositivo qualquer que se projeta
contra uma fita com tinta, martelando-a contra um papel e nele imprimindo
o símbolo desejado (letra, desenho, etc).
O nome matricial por si só explica a essência de seu funcionamento,
já que os caracteres são formados por uma matriz de pontos, expressão
derivada do inglês: "dot pitch".
O método de geração dos pontos no papel se inicia com a existência
de um dispositivo (cabeça de impressão) composto de vários fios, muito
finos, as agulhas ou pinos (em inglês usa- se "pin"), montados em um tubo
e ligados a uma bobina eletromagnética. As agulhas, que podem variar,
em quantidade, entre 9 e 24, são dispostas verticalmente, formando uma
coluna, quando se trata de cabeça de impressão de 24 agulhas. Para que
as agulhas possam ficar dispostas bem próximas umas das outras (e
garantir, assim, boa qualidade de impressão), os magnetos são usualmen-
te arranjados de forma radial.
A cabeça de impressão caminha da esquerda para a direita (ou nos
dois sentidos, dependendo do tipo de impressora) e em seu percurso vai
marcando os pontos correspondentes aos caracteres que se deseja impri-
mir. Em geral, um caractere é constituído de uma matriz com 5 x 9 pontos
(impressora com 9 agulhas) ou bem mais, no caso de impressoras de 24
agulhas . Quando um padrão de bits, correspondente a uma caractere, é
recebido no circuito de controle da impressora, este padrão gera correntes
elétricas que vão acionar a bobina ligada á correspondente de controle da
impressora, este padrão gera correntes elétricas que vão acionar a bobina
ligada à correspondente agulha. Nessa ocasião, a bobina energizada
projeta rapidamente a agulha, que impacta a fita com tinta impregnando o
papel com um ponto. Logo em seguida, uma mola retoma rapidamente a
agulha, que fica pronta para novo acionamento.
Dessa forma, a cabeça imprime simultaneamente os n pontos de uma
coluna e logo em seguida os n pontos da coluna seguinte, e assim suces-
sivamente até formar todo o caractere e o caractere seguinte e o seguinte,
até completar a linha.
Apesar de ainda estarem sendo produzidas em escala razoável, as
impressoras matriciais vêm perdendo usuários em face das vantagens de
preço/desempenho de modelos com tecnologia mais avançadas, especi-
almente as impressoras de jato de tinta.
Impressoras de Jato de Tinta
As impressoras de Jato de Tinta ("ink-jet") semelhantemente às matri-
ciais, produzem caracteres em um papel em forma de matriz de pontos -
com a diferença de que o ponto é produzido por uma gota de tinta, que é
lançada no papel e secada por calor. Da reunião dessas gotas resultará o
formato do caractere, de forma bem parecida com os pontos obtidos pelas
agulhas nas impressoras matriciais.
O mecanismo de impressão é, em geral, constituído de uma certa
quantidade de pequeninos tubos com um bico apropriado para permitir a
saída das gotas de tinta. Um valor típico de bicos existentes em mecanis-
mos de impressão dessas impressoras oscila entre 50 e 64, mas atual-
mente já estão sendo lançados novos modelos com 128 e até 256 bicos. A
tecnologia mais comum - "dmp-on-demand buble jef'- projeção gota por
demanda - consiste na passagem de uma corrente elétrica por uma resis-
tência, que, aquecida por esta corrente, gera suficiente calor para o tubo
de tinta. No instante em que se aquece o suficiente, a tinta vaporiza e se
expande, acarretando a saída de uma gota pelo bico do tubo, a qual vai
ser depositada e sacada no papel, gerando um ponto de tinta. O processo
ocorre milhares de vezes por segundo durante a impressão.
Há impressoras que funcionam com apenas um cartucho de tinta preta,
são as impressoras do tipo monocromáticas, e que imprimem colorido
através do emprego de 2 cartuchos de tinta, 1 preto e um colorido.
Sendo uma impressora do tipo jato de tinta, sua resolução (a quanti-
dade de pontos que constituem um caractere) é tão maior - produz carac-
teres mais sólidos e nítidos - quanto a quantidade de bicos que o meca-
nismo de impressão pode ter. Seu mecanismo de impressão contém algo
em tomo de 60 bicos, produzindo, assim, uma matriz de pontos muito mais
densa do que se consegue com impressoras matriciais de 24 agulhas.
Valores típicos de resolução de impressoras de jato de tinta estão na faixa
de 300 x 300 pontos por polegada e 360 x 360 pontos por polegada ("dpi-
dots per inchs"), com caracteres constituídos de uma matriz de 18 x 48 e
até 36 x 48 pontos. Elas possuem outra vantagem sobre as impressoras
matriciais: são silenciosas, já que não dispõem de mecanismo de impacto.
Impressora a Laser
Mais sofisticas e com melhor qualidade de impressão, as impressoras
a laser funcionam semelhantemente às copiadoras de documentos, ou
seja, projetam em um cilindro fotossensitivo, uma imagem da página que
será impressa. Em seguida, um produto chamado "tonel'. composto de
partículas minúsculas, é espalhado sobre a imagem criada no cilindro.
Finalmente, a imagem é transferida do cilindro para um papel e secada por
intenso calor; depois disso, o cilindro deve ter a imagem apagada para que
uma nova imagem possa ser nele criada. E assim, sucessivamente, as
páginas vão sendo impressas. A imagem é criada no cilindro através de
um feixe de laser que é acesso e apagado a cada ponto do cilindro (como
pixels em um vídeo), conforme a configuração binária e a localização dos
símbolos que se deseja imprimir.
Também as impressoras a laser imprimem ponto por ponto e, por essa
razão, sua resolução é medida em pontos por polegada ("dpi = dots per
inch").
No mercado atual há impressoras deste tipo funcionando com resolu-
ção de 300 dpi a 2.000 dpi's, produzindo páginas em uma taxa em torno
de 10 ppm e 17 ppm (impressoras pessoais), como também 24 e mais
(impressoras que funcionam em rede locais de microcomputadores) ou
máquinas de maior poder, capazes de imprimir mais de 80 ppm.
Plotters
Os traçadores gráficos, ou plotters, são dispositivos de impressão em
papel utilizados quando a qualidade exigida ao documento impresso é
bastante elevada.
Os plotters são constituídos por uma ou mais canetas que se deslo-
cam na largura do papel e cujos movimentos são controlados por coman-
dos enviados pelo computador.
Colunas de Som
As colunas de som encontram-se frequentemente em sistemas com
funcionalidades multimedia.
Estes dispositivos de saída convertem os ficheiros audio, que se en-
contram na forma eletrônica, em sinais de pressão, transmitindo o som
resultante.
HARDWARE
O primeiro componente de um sistema de computação é o HARDWA-
RE, que corresponde à parte material, aos componentes físicos do siste-
ma; é o computador propriamente dito.
O hardware é composto por vários tipos de equipamento, caracteriza-
APOSTILAS OPÇÃO A Sua Melhor Opção em Concursos Públicos
Informática A Opção Certa Para a Sua Realização 5
dos por sua participação no sistema como um todo. Uma divisão primária
separa o hardware em SISTEMA CENTRAL E PERIFÉRICOS. Tanto os
periféricos como o sistema central são equipamentos eletrônicosou ele-
mentos eletromecânicos. Estes equipamentos são interligados através da
Placa Mãe.
PLACA-MÃE
A placa–mãe é a principal e maior das placas de circuitos presentes
em um microcomputador. Nela estão incorporados os componentes es-
senciais para o funcionamento do sistema computacional. Ela esta presen-
te nos microcomputadores desde 1974 época em que eles foram criados e
ficaram disponíveis.
A placa-mãe (Motherboard) gerencia toda transação de dados entre a
CPU e os periféricos. Mantém a CPU, sua memória cache secundária, o
chipset, BIOS, memória principal, chips I/O, portas de teclado, serial,
paralela, discos e placas plug-in.
Nos computadores antigos, era na placa-mãe que se colocava placas
controladoras IDE, placa de video e som. Porém atualmente, todas as
placas-mãe já vem com controladora IDE embutida e muitas delas com
video e som juntos.
Isso foi uma medida que visava reduzir os custos de produção de um
computador. Realmente, o objetivo foi alcançado mas muitas vezes, per-
deu-se em qualidade. Por isso muitas pessoas acabam optando por com-
prar placas de vídeo e som separadas apesar de já existirem esses dispo-
sitivos nas placas-mãe.
A maior parte das placas-mãe apresentam as seguintes característica:
slots padrão PCI
slots padrão AGP
Chips VLSI que controlam o barramento PCI
Soquetes para a instalação de 3 ou 4 módulos de memória
Conectores de drives
Conectores das portas seriais (2)
Conectores da porta paralela
Conectores de portas USB
Conector da porta de jogos
Conector para o Microprocessador
Memória ROM (BIOS)
Memória Cache Secundária
Memória Principal
Bateria
Conectores para os cabos de alimentação da fonte
Conectores para ligação dos fios do painel frontal do gabinete
Conector para ligar o teclado
Cabo flat IDE
Cabo flat para Drives
Cabos das interfaces serial, paralela e USB
Micro ventilador (Cooler)
Nas placa mais atuais, os chips de placa de vídeo, placa de som e
placa de rede já vem embutidos nas placas.
A seguir serão detalhados os principais componentes externos a Placa
Mãe.
CARACTERÍSTICAS DO HARDWARE DE UM SISTEMA:
Sistema Central:
UCP - Unidade Central de Processamento: o "cérebro" da máquina –
o processador controla o microprocessador -, UCP ou CPU (Central
Processing Unit);
Memória Principal ou Central: rápida, custosa, limitada, temporária e
volátil.
Periféricos, o mesmo que Unidades de EIS - Entrada/Saída:
Memória Auxiliar, Secundária ou de Massa: mais lenta, porém menos
custosa. com maior capacidade e teoricamente permanente: não volá-
til;
Dispositivos ou Unidades de Entrada: convertem informação em forma
utilizável pela máquina;
Dispositivos ou Unidades de Saída: convertem informação utilizável
pela máquina para formatos utilizáveis externamente.
SISTEMA CENTRAL
Unidade central de processamento. A CPU lê a informação contida na
memória e realiza as operações solicitadas, ativando e desativando os
dispositivos de entrada e saída necessários (monitor, impressora, teclado
etc.). Compõe-se de uma série de circuitos eletrônicos que incluem diver-
sos elementos, dos quais o principal é o processador. A maioria dos com-
putadores médios e pequenos têm o microprocessador num só chip, o que
simplifica seu projeto e fabricação e aumenta seu rendimento.
O principal circuito eletrônico é a Unidade Central de Processamento -
UCP ou CPU – Central Processing Unit, responsável pelo gerenciamento
de todas as funções do sistema.
Em um microcomputador a UCP, também chamada de MICROPRO-
CESSADOR é um circuito integrado, um CHlP.
Muitas das características mais importantes de um computador, como
o número de bits que pode processar de uma só vez, a frequência dos
impulsos do relógio, que determina sua rapidez e a quantidade de memó-
ria que pode utilizar ou controlar diretamente, são determinadas pelo tipo
de processador com que é equipado. Em muitos casos, ao supervisionar
todo o trabalho do computador, o processador central pode ficar saturado.
Por isso, instalam-se processadores auxiliares especializados em certas
atividades, como cálculos matemáticos, gerência da memória ou controle
de dispositivos de entrada e saída.
A UCP é um circuito eletrônico que distingue somente dois estados fí-
sicos, ligado ou desligado, representados pelos números 0 e 1 dígitos
binários. Mediante uma série de "truques" eletrônicos, a UCP ou CPU tem
a capacidade de somar "grandezas" representadas por zeros e uns, e
ainda permite comparar "grandezas" (diferente, maior etc). Mas somente
isto : somar e comparar grandezas.
Para compensar esta "fraqueza" de só conseguir somar e comparar
grandezas, a UCP trabalha em velocidade extremamente altas. Depen-
dendo do modelo do microprocessador, a velocidade varia entre 0,1 e 10
milhões de operações por segundo e alcançar mais de 100 MIPS - Milhões
de Instruções Por Segundo nos supercomputadores.
Essas velocidades de processamento são, sem dúvida, incompatíveis
com velocidades normais de trabalho de "seres humanos".
Isto é, enquanto uma pessoa leva décimos de segundo para fazer um
cálculo "cabeça", um microprocessador pode executar, no mesmo tempo,
milhares de vezes o mesmo cálculo. Por isso e pelo fato de a UCP somen-
te "entender" zeros e uns, é praticamente impossível se trabalhar direta-
mente com ela.
Para contornar esse problema e aproveitar toda a eficiência que esta
velocidade por fornecer, foi criado um dispositivo que armazena tudo, ou
praticamente tudo o que deve ser executado, e alimenta o microprocessa-
dor na sua velocidade normal de trabalho. Esse dispositivo recebe o nome
de "memória", pois sua característica funcional é armazenar informações
que serão ou foram processadas na UCP. As informações podem entrar
ou sair da memória, sempre controladas pelo microprocessador.
MEMÓRIA
A memória central de um computador é constituída de chips que se
comunicam com a CPU pelo condutor (ou bus) de dados, que é um con-
junto de tantos cabos elétricos quantos sejam os bits que formam a pala-
vra no sistema de processamento da CPU. Os chips de memória central
podem ser, basicamente, de quatro tipos: RAM, ROM, PROM e EPROM. A
RAM (iniciais da expressão em inglês random-access memory, memória
de acesso aleatório) é uma memória de acesso direto na qual se podem
escrever e apagar dados a qualquer momento. A informação que contém
APOSTILAS OPÇÃO A Sua Melhor Opção em Concursos Públicos
Informática A Opção Certa Para a Sua Realização 6
desaparece quando se desliga o computador, mas, devido a sua velocida-
de e versatilidade, é a que a CPU utiliza mais intensamente. A memória
ROM (do inglês read-only memory, memória somente de leitura) permite
apenas a leitura dos dados que contém, em geral gravados pelo fabricante
e de conteúdo inalterável. Utiliza-se sobretudo para o armazenamento de
programas de partida, indicação do número de série do aparelho etc.
As memórias PROM (programmable read-only memory, memória pro-
gramável somente de leitura) e EPROM (erasable programmable read-only
memory, memória apagável e reprogramável somente de leitura) constitu-
em casos particulares da anterior. O usuário pode gravar uma única vez na
PROM e várias vezes na EPROM, após apagar seu conteúdo pelo empre-
go de radiação ultravioleta. O usuário comum não manipula, em geral,
esse tipo de dispositivos, que servem para aplicações técnicas muito
especializadas.
MEMÓRIA PRINCIPAL
Exigida para que o microprocessador possa realizar seus cálculos, a di-
mensão e a arquitetura da memória de um computador determinam como ele
podeser programado e, até certo ponto o nível de complexidade dos pro-
blemas que ele pode solucionar.
É onde o computador armazena as instruções necessárias ao funciona-
mento do sistema operacional e programas. O processador precisa de
espaço para arrumar as instruções contidas no programa de modo que ele,
processador, possa executa-las rapidamente. Todo programa que você
executa está na memória RAM, seja ele um software antivírus, um protetor
de tela, impressão, etc.
Em termos de hardware, são pequenos pentes que são encaixados nos
slots de memória das placas mãe. Atualmente, temos pentes (os mais co-
muns) de 32 MB, 64 MB, 128 MB, 256 MB e de 512 MB. A capacidade total
de memória depende do pente e do número de slots na placa mãe. É na
memória que ficam todas as informações utilizadas durante as operações de
escrita ou leitura nas unidades de armazenamento e os programas, cache de
software para hard-disk, drives virtuais e vírus. Esse tipo de memória precisa
continuamente de um sinal da CPU (refresh) para manter seus dados arma-
zenados.
MEMÓRIA CACHE SECUNDÁRIA
O cache L2 é um conjunto de chips de acesso rápido instalados na placa
mãe, ou seja, externo ao processador. A memória principal do computador
denominada DRAM é bem mais lenta que a memória cache secundária
SRAM (Static Random Access Memory), que tem tempos de acesso de até
12 ns, mas em compensação é bem mais cara.
Não é a toa que a tecnologia de cache está presente tanto em winches-
ters, processadores e em muitas outras placas.
A construção das memórias cache segue princípios de construção to-
talmente diferentes das memórias comuns. Utilizam elementos lógicos
compostos basicamente de transistores chamados flip-flops. Resumindo
tudo, o cache trabalha na velocidade do processador enquanto a memória
DRAM depende da inclusão de waitstates (estados de espera do processa-
dor) para disponibilizar o dado devido a sua lentidão.
MEMÓRIA DE MASSA
A memória de massa é o meio onde se armazenam os dados, mais co-
nhecida como HD, ou Winchester. Este tipo de memória é muito mais barato
do que as outras citadas anteriormente, por este motivo, ele tem grandes
capacidades de armazenamento. Seus tamanhos variam de 100 Mb, nos
HDs do início da década de 90 até os atuais com 300 Gb ou superiores. Por
se tratar de uma memória de massa, o seu acesso é mais lento do que as
outras memórias, tempo uma diferença de tempo muito grande. Outros
meios de memória de massa são os CDs e os DVDs.
BIOS
A BIOS (Basic Input/Output System) do computador é um conjunto de
rotinas gravadas permanentemente, que dão ao sistema suas características
operacionais fundamentais, como por exemplo, o tamanho e tipo do disco
rígido, o(s) drive(s) de disco flexível, data e hora, tempos de acesso da
memória e CPU, portas disponíveis, etc. A BIOS determina o que o compu-
tador pode fazer antes da carga de qualquer programa residente em disco e
como o computador reage a instruções específicas que fazem parte desses
programas residentes em disco.
PERIFÉRICOS
Da forma como o sistema central está esquematizado, estes compo-
nentes (UCP e memória) podem operar e produzir algum resultado útil,
porém, as informações que estão sendo recomendadas ainda estão na
forma binária (zeros e uns). É portanto necessário que este conjunto possa
se comunicar com o mundo exterior, e de preferência de uma forma que
nós, usuários, possamos entender o que sai da unidade central e que ela
possa também entender nossas instruções.
Para tal, podemos acoplar a esse equipamento periféricos destinados
à concretização da comunicação entre as pessoas e a máquina.
São eles as unidades de entrada e unidades de saída, dispositivos
que complementam como periféricos o hardware da unidade central.
Agora já podemos, de tempos em tempos, copiar o conteúdo da me-
mória principal na memória auxiliar. E como a memória auxiliar tem, nor-
malmente, maior capacidade de armazenamento que a principal, podemos
ter grandes quantidades de informações armazenadas na memória auxiliar
e processá-las em etapas na memória principal. Com essa configuração -
conjunto de dispositivos que formam o hardware -, o sistema já está com-
pleto. Temos como entrar em dados no equipamento, onde armazenar
temporariamente dados para alimentar a UCP (memória principal), onde
armazenar permanentemente os dados (memória auxiliar) e como retirar
ou ver os resultados (unidades de saída).
SLOTS DE EXPANSÃO
Funcionam como portas para entrada de novos sinais no computador,
propiciando acesso direto aos seus circuitos. Os Slots de Expansão permi-
tem a incorporação de novos recursos e aperfeiçoamento ao sistema, e
também a modificação rápida e fácil de algumas características.
Slots para Memória: são aquele encaixes para placas, existentes na
placa mãe. É importante verificar a quantidade e o tipo de slots para a
memória RAM disponíveis.
Slots para placas: atualmente, praticamente todas as placas trazem slots
para PCI e ISA.
SOFTWARE
Para usufruir de toda essa capacidade de processamento que o
hardware fornece precisa-se de software, que é o conjunto de instruções
inteligíveis pela UCP e arranjadas logicamente. O software pode ser
dividido em dois grandes grupos de programas: os básicos e os aplicati-
vos.
SOFTWARE BÁSICO
Sistemas Operacionais: coordenam detalhes internos e gerenciam a
utilização do sistema. Cada modelo de UCP ou família de computador usa
um sistema operacional diferente.
Para micros, os mais difundidos :
Windows - É o sistema usado na maioria dos computadores pes-
soais;
Linux – Sistema pouco difundido para o uso pessoal, porém muito
difundido no meio corporativo.
UNIX – Sistema que é mais difundido em computadores de grande
porte, chamados MainFrame.
Tradutores, interpretadores, compiladores de linguagem: permitem
que as máquinas executem programas não escritos em linguagem de
máquina. Orientados para os procedimentos a serem executados em um
determinado tipo de aplicação, os mais difundidos são Visual Basic, CO-
BOL, Delphi, Java e outras.
SOFTWARE APLICATIVO
É um programa escrito, onde se usa os softwares básicos para resol-
ver uma determinada aplicação como por exemplo: Contabilidade, Folha
de Pagamento, Contas a Pagar, Contas a Receber, Estoques etc.
USUÁRIOS = PESSOAS
CPD, Sistemas e Suporte
Em sistemas de maior porte, o componente usuário está dividido em
dois grupos: um formado por um conjunto de pessoas que tradicionalmen-
te compõem o CPD - Centro de Processamento de Dados da empresa, e
outro que são os usuários propriamente ditos. As pessoas que compõem o
CPD têm uma série de funções diferentes que exigem determinadas
qualificações, dentre as quais:
PRINCIPAIS FUNÇÕES DO CPD:
Dirigir o sistema - hardware, software e pessoal.
Dar suporte aos usuários.
APOSTILAS OPÇÃO A Sua Melhor Opção em Concursos Públicos
Informática A Opção Certa Para a Sua Realização 7
Projetar programas.
Análise de Sistemas.
Desenvolver programas – Programar e documentar.
Manter programas.
Operar hardware.
Inserir dados.
Consertar e manter o hardware.
Atender s necessidades da empresa.
Responsabilidade perante a empresa pelos sistemas.
Procedimentos operacionais.
Segurança/Auditoria.
lnterface com usuário.
Suporte ao usuário.
PRINCIPAIS FUNÇÕES DO USUÁRIO:
Solicitar e definir aplicações.
Fornecer informações e inserir dados.
Receber e utilizar os resultados.
Determinar o uso do sistema.
Operar hardware.
Inserir dados.
Manter o hardware.
Projetar, redigir e manter programas.
Responsabilidadeperante à empresa pelos sistemas onde opera.
Observar os procedimentos de segurança.
Em sistemas de grande porte são necessárias várias pessoas para
cada tarefa do CPD, a fim de que o usuário possa utilizar o sistema.
Em geral, ele solicita uma aplicação e espera que o CPD a implemen-
te. Nos sistemas menores (micro), uma ou poucas pessoas, tipicamente
usuários, cuidam de todas essas tarefas
Nos sistemas modernos de menor porte isso é possível devido à es-
trutura dos outros dois componentes; hardware e software, e sua interde-
pendência. Mas também pelos novos programas de altíssimo nível.
Como qualquer máquina, o computador pode prestar serviços aos
seus usuários, dentro das possibilidades e limitações de cada modelo. Um
computador, atualmente, serve muito bem às tarefas de cálculos em geral,
armazenamento e recuperação de informações, comunicação, geração e
manutenção de textos etc.
Os sistemas tradicionais são em geral de maior porte e com uma filo-
sofia antiga de processamento centralizado. Os sistemas modernos pare-
cem, a principio, de menor porte, e suas funções refletem os usuários de
micros. Entretanto, sua descrição é perfeitamente adequada para os
grandes sistemas modernos, onde o usuário passa a ter responsabilidades
crescentes no desenvolvimento e operação do sistema. A missão estraté-
gica da informática tem provocado mudanças na estrutura organizacional
do setor de sistemas de empresa que, além de subir na hierarquia, tem
ganho novas atribuições estratégicas.
Assim, a lista de funções do CPD tradicional tem sido ampliada exi-
gindo que a postura de localizar o CPD subordinado-a diretoria financeira,
administrativa, industrial ou outra área funcional onde teve origem a utiliza-
ção do computador na empresa, seja modernizada. Um primeiro passo
nessa modernização é a identificação dos diferentes grupos de funções e
a crescente importância das funções relacionadas com o suporte ao usuá-
rio e ao teleprocessamento e comunicação; dessa forma, o CPD evolui
para um departamento de sistemas. O segundo passo é reposicionar a
área de sistemas no organograma da empresa que sobe na hierarquia
conforme cresce a informatização da empresa, evoluindo para uma área
funcional independente, responsável pelos sistemas de informação da
empresa como um todo.
Entre muitos arranjos funcionais encontrados na prática, uma situação
típica para empresas adiantadas no processo de informatização tem a
seguinte estrutura organizacional:
SISTEMAS OU SISTEMAS DE INFORMAÇÃO OU INFORMÁTICA:
Dirigir o sistema - hardware, software e pessoal.
Dirigir; Operação, Desenvolvimento, Teleprocessamento e Suporte.
Responsabilidade perante à empresa pelos sistemas.
Procedimentos Operacionais, Segurança, Auditoria.
OPERAÇÃO:
Produção e operação do hardware.
Inserir dados.
Manter o hardware.
DESENVOLVIMENTO:
Análise de sistemas.
Projetar programas.
Desenvolver programas: programar, documentar e manter.
TELEPROCESSAMENTO - TP:
Dar suporte aos usuários.
Atender às necessidades da empresa.
Análise e estruturação de aplicações.
lnterface com o usuário.
O&M - Organização e Métodos, às vezes um dos setores de sistemas.
PROCEDIMENTOS, APLICATIVOS E DISPOSITIVOS PARA ARMAZE-
NAMENTO DE DADOS E PARA REALIZAÇÃO DE CÓPIA DE SEGU-
RANÇA (BACKUP)
BACKUP
Cópias de segurança dos dados armazenados em um computador são
importantes, não só para se recuperar de eventuais falhas, mas também
das consequências de uma possível infecção por vírus, ou de uma inva-
são.
Formas de realizar um Backup
Cópias de segurança podem ser simples como o armazenamento de
arquivos em CDs, ou mais complexas como o espelhamento de um disco
rígido inteiro em um outro disco de um computador.
Atualmente, uma unidade gravadora de CDs e um software que possi-
bilite copiar dados para um CD são suficientes para que a maior parte dos
usuários de computadores realizem suas cópias de segurança.
Também existem equipamentos e softwares mais sofisticados e espe-
cíficos que, dentre outras atividades, automatizam todo o processo de
realização de cópias de segurança, praticamente sem intervenção do
usuário. A utilização de tais equipamentos e softwares envolve custos mais
elevados e depende de necessidades particulares de cada usuário.
A frequência com que é realizada uma cópia de segurança e a quanti-
dade de dados armazenados neste processo depende da periodicidade
com que o usuário cria ou modifica arquivos. Cada usuário deve criar sua
própria política para a realização de cópias de segurança.
Cuidados com o Backup
Os cuidados com cópias de segurança dependem das necessidades
do usuário. O usuário deve procurar responder algumas perguntas antes
de adotar um ou mais cuidados com suas cópias de segurança:
Que informações realmente importantes precisam estar armazenadas em
minhas cópias de segurança?
Quais seriam as consequências/prejuízos, caso minhas cópias de
segurança fossem destruídas ou danificadas?
O que aconteceria se minhas cópias de segurança fossem furtadas?
Baseado nas respostas para as perguntas anteriores, um usuário deve
atribuir maior ou menor importância a cada um dos cuidados discutidos
abaixo:
Escolha dos dados: cópias de segurança devem conter apenas ar-
quivos confiáveis do usuário, ou seja, que não contenham vírus ou sejam
cavalos de tróia. Arquivos do sistema operacional e que façam parte da
instalação dos softwares de um computador não devem fazer parte das
cópias de segurança. Eles pode ter sido modificados ou substituídos por
versões maliciosas, que quando restauradas podem trazer uma série de
problemas de segurança para um computador. O sistema operacional e os
APOSTILAS OPÇÃO A Sua Melhor Opção em Concursos Públicos
Informática A Opção Certa Para a Sua Realização 8
softwares de um computador podem ser reinstalados de mídias confiáveis,
fornecidas por fabricantes confiáveis.
Mídia utilizada: a escolha da mídia para a realização da cópia de se-
gurança é extremamente importante e depende da importância e da vida
útil que a cópia deve ter. A utilização de alguns disquetes para armazenar
um pequeno volume de dados que estão sendo modificados constante-
mente é perfeitamente viável. Mas um grande volume de dados, de maior
importância, que deve perdurar por longos períodos, deve ser armazenado
em mídias mais confiáveis, como por exemplo os CDs;
Local de armazenamento: cópias de segurança devem ser guarda-
das em um local condicionado (longe de muito frio ou muito calor) e restri-
to, de modo que apenas pessoas autorizadas tenham acesso a este local
(segurança física);
Cópia em outro local: cópias de segurança podem ser guardadas em
locais diferentes. Um exemplo seria manter uma cópia em casa e outra no
escritório. Também existem empresas especializadas em manter áreas de
armazenamento com cópias de segurança de seus clientes. Nestes casos
é muito importante considerar a segurança física de suas cópias, como
discutido no item anterior;
Criptografia dos dados: os dados armazenados em uma cópia de
segurança podem conter informações sigilosas. Neste caso, os dados que
contenham informações sigilosas devem ser armazenados em algum
formato criptografado;
DISPOSITIVOS
Disco rígido, disco duro ou HD (Hard Disc) é a parte do computador
onde são armazenadas as informações, ou seja, é a "memória"
propriamente dita. Caracterizado como memória física, não-volátil, que é
aquela na qual as informações não são perdidas quando o computador é
desligado.
O disco rígido é um sistema lacrado contendo discos de metal
recompostos por material magnético ondeos dados são gravados através
de cabeças, e revestido externamente por uma proteção metálica que é
presa ao gabinete do computador por parafusos. Também é chamado de
HD (Hard Disk) ou Winchester. É nele que normalmente gravamos dados
(informações) e a partir dele lançamos e executamos nossos programas
mais usados.
Memória RAM (Random Access Memory) é um tipo de memória de
computador. É a memória de trabalho, na qual são carregados todos os
programas e dados usados pelo utilizador. Esta é uma memória volátil, e
será perdido o seu conteúdo uma vez que a máquina seja desligada. Pode
ser SIMM, DIMM, DDR etc. É medida em bytes, kilobytes (1 Kb = 1024 ou
210 bytes), megabytes (1 Mb = 1024 Kb ou 220 bytes).
Diretório
Compartimentação lógica destinada a organizar os diversos arquivos
de programas em uma unidade de armazenamento de dados de um com-
putador (disco rígido, disquete ou CD). Nos sistemas operacionais do
Windows e do Macintosh, os diretórios são representados por pastas
Disco flexível
Mesmo que disquete. É um suporte para armazenamento magnético
de dados digitais que podem ser alterados ou removidos. É um disco de
plástico, revestido com material magnético e acondicionado em uma caixa
plástica quadrada. Sua capacidade de armazenamento é 1,44Mb.
Disquete
Mesmo que disco flexível. É um suporte para armazenamento magné-
tico de dados digitais que podem ser alterados ou removidos. É um disco
de plástico, revestido com material magnético e acondicionado em uma
caixa plástica quadrada. Sua capacidade de armazenamento é 1,44Mb.
Documento
O mesmo que arquivo. Todo o trabalho feito em um computador e
gravado em qualquer meio de armazenamento, que pode ser um disco
rígido, um disquete ou um CD-Rom, de modo que fique gravado para ser
consultado depois.
Drivers
Itens de software que permitem que o computador se comunique com
um periférico específico, como uma determinada placa. Cada periférico
exige um driver específico.
CD-ROM
O CD-ROM - Compact Disc, Read-Only Memory - é um disco compac-
to, que funciona como uma memória apenas para leitura - e, assim, é uma
forma de armazenamento de dados que utiliza ótica de laser para ler os
dados.
Um CD-ROM comum tem capacidade para armazenar 417 vezes mais
dados do que um disquete de 3,5 polegadas. Hoje, a maioria dos progra-
mas vem em CD, trazendo sons e vídeo, além de textos e gráficos.
Drive é o acionador ou leitor - assim o drive de CD-ROM é o dispositi-
vo em que serão tocados os CD-ROMS, para que seus textos e imagens,
suas informações, enfim, sejam lidas pela máquina e devidamente proces-
sadas.
A velocidade de leitura é indicada pela expressão 2X, 4X, 8X etc., que
revela o número de vezes mais rápidos que são em relação aos sistemas
de primeira geração.
E a tecnologia dos equipamentos evoluiu rapidamente. Os drivers de
hoje em dia tem suas velocidades nominais de 54X e 56X.
A velocidade de acesso é o tempo que passa entre o momento em
que se dá um comando e a recuperação dos dados. Já o índice de transfe-
rência é a velocidade com a qual as informações ou instruções podem ser
deslocadas entre diferentes locais.
Há dois tipos de leitor de CD-ROM: interno (embutidos no computa-
dor); e externo ligados ao computador, como se fossem periféricos).
Atualmente, o leitor de CD-ROM (drive de CD-ROM) é um acessório
multimídia muito importância, Presente em quase todos os computadores.
Os cds hoje em dia são muito utilizados para troca de arquivos, atra-
vés do uso de cds graváveis e regraváveis. Os cds somente podem ser
gravados utilizando-se um drive especial de cd, chamado gravador de cd.
DVD – Rom
Os DVDs são muito parecidos com os cds, porém a sua capacidade
de armazenamento é muito maior, para se ter uma ideia, o DVD armazena
quase que 10 vezes mais que um cd comum.
Por terem uma capacidade tão grande de armazenamento, compor-
tam um conteúdo multimídia com facilidade, sendo muito usados para
armazenar filmes e shows.
Os drives mais atuais permitem a gravação de dvds, porém o seu pre-
ço ainda é muito alto para o uso doméstico, porém um drive muito utilizado
hoje em dia é o comb. Este drive possui a função de gravador de cd e
leitor de dvd.
CONCEITOS DE ORGANIZAÇÃO E DE GERENCIAMENTO DE ARQUI-
VOS, PASTAS E PROGRAMAS, INSTALAÇÃO DE PERIFÉRICOS.
A capacidade de armazenamento dos computadores pessoais aumen-
tou muito, desde os tempos áureos da década de 80, em que 16Kb de
memória eram um verdadeiro luxo para máquinas deste porte, até os dias
atuais, em que temos de lidar com mega, giga e até terabytes de informa-
ção. Administrar tanta coisa requer prática, bom senso, e muita, mas muita
paciência.
Conceitos de organização de arquivos e método de acesso
O que é, afinal, um arquivo de dados? Imagine o seu computador co-
mo um grande gaveteiro. As gavetas principais contêm pastas que, por
sua vez, contêm as folhas de papel com as informações. Estes são os
arquivos à moda antiga. Mas a lógica de organização de arquivos no
computador guarda uma diferença essencial: as pastas dos micros podem
conter outras pastas!
Os arquivos podem ser classificados mediante a sua colocação em di-
ferentes pastas e as próprias pastas podem ser classificadas do mesmo
modo. Dessa forma, pastas podem conter arquivos, junto com outras
pastas, que podem conter mais arquivos e mais pastas, e assim por dian-
te.
Mas onde termina (ou começa) isso tudo??
Há pastas que não estão contidas em outras pastas e sim no que
chamamos de diretório-raiz.
Esse diretório representa um disco do computador que pode estar vi-
sível, como um disquete de pequena capacidade, ou um CD-ROM (disco
compacto de média capacidade) nele embutido, como um HD (hard-disk –
disco rígido, fixo no computador) de alta capacidade, no qual normalmente
ficam armazenados o sistema operacional e os programas (softwares)
APOSTILAS OPÇÃO A Sua Melhor Opção em Concursos Públicos
Informática A Opção Certa Para a Sua Realização 9
instalados.
Observe na imagem seguinte uma estrutura típica de organização de
pastas no Windows:
Exemplo de estrutura de pastas do Windows
No lado esquerdo da tela acima, vemos o diretório-raiz, designado
como “arquivos de programas:” e as pastas que estão abaixo dele, como
“Acessórios” e “Adobe”. Note como a estrutura de pastas permite, por
exemplo, que a pasta “Adobe” contenha inúmeras outras pastas e, dentro
destas,
Entretanto, ambas estão vinculadas à pasta “Arquivos e Programas”.
Estando a pasta (ou diretório) “Arquivos de Programas” selecionada, como
na figura anterior, você pode ver o seu conteúdo do lado direito: ela con-
tém outros arquivos.
2. Utilizando o ícone “Meu Computador”
Em todas as áreas de trabalho (desktop) dos computadores que ope-
ram com o Windows há um ícone chamado “Meu Computador”. Esse ícone
é um atalho para um gerenciador de arquivos armazenados no micro.
Vamos verificar alguns dos comandos básicos nele existentes.
Ao clicar duas vezes no ícone “Meu computador”, surgirá uma nova
janela com outros ícones para se acessar os arquivos do drive A: (para
disquetes de 3½), do drive C: (disco rígido), do drive D (CD-ROM ou DVD)
e finalmente do Painel de Controle.
Esses são os caminhos básicos.
Eventualmente haverá outros ícones, dependendo da configuração do
computador, como um drive de Zip (D:), por exemplo.
Ao clicar apenas uma vez nos ícones de qualquer drive, vamos poder
visualizar quanto de espaço está ocupado por arquivos e quanto ainda
está livre para gravarmos mais conteúdo.
Essas informações ficam visíveis por um gráfico em forma de pizza
que o “Meu Computador” exibe automaticamente. Veja o exemplo:disco
rígido e em nossos disquetes e CDs.
Com o botão esquerdo do mouse podemos executar vários comandos
para o determinado arquivo. Entre eles: abrir, imprimir, examinar com o
anti-virus, abrir com um determinado aplicativo, enviar para outro diretório
ou outra pasta. Também é possível escolher a opção “enviar para destina-
tário de correio” e anexar o documento em uma mensagem do nosso
gerenciador de e-mails. Além desses comandos, pode-se também copiar,
recortar, criar um atalho, renomear, excluir e verificar as propriedades –
como o tamanho do arquivo, a data de criação e a data da última altera-
ção.
O ícone mais diferente do “Meu Computador” é o “Painel de Controle”.
Como o próprio nome já diz, é por ele que se gerencia várias modificações
nas configurações do computador. É por esse painel, por exemplo, que
acessamos os aplicativos gerenciadores de instalação e remoção de
hardwares (placas de vídeo, som etc.) e softwares.
Tela do “Painel de Controle”. As características do micro são
modificadas por aqui. Podemos adicionar e remover softwares, entre
outras coisas.
Pelo “Painel de Controle” ainda é possível mudar as configurações do
vídeo, determinar como o mouse deve funcionar (para pessoas destras ou
canhotas), configurar o teclado, adicionar ou remover tipos de fontes e
muitas outras aplicações.
Clicando duas vezes sobre um ícone do drive, vamos visualizar todas
as pastas, subpastas e arquivos gravados nessa unidade. Para abrir as
pastas ou os arquivos, basta clicar duas vezes sobre eles. O ícone “Meu
Computador” é o principal meio para verificar o espaço disponível no
nosso
3. Conhecendo os comandos do Windows Explorer
O Windows Explorer é um aplicativo de gerenciamento de arquivos já
instalado nos computadores com sistema Windows. Sua utilização é
bastante simples. Por ele pode-se organizar os arquivos de dados e de
programas do seu computador, movê-los de uma pasta para outra, copiá-
los, excluir, compactar etc. O principal atalho para abrir o Windows Explo-
rer é apertar ao mesmo tempo as teclas do Windows e da letra “E”.
É pelo Explorer também que se organiza arquivos gravados em outros
APOSTILAS OPÇÃO A Sua Melhor Opção em Concursos Públicos
Informática A Opção Certa Para a Sua Realização 10
computadores ligados a uma rede local. Por exemplo, nos Infocentros
(salas de acesso público à Internet para pessoas que não possuem micros
próprios) os computadores estão ligados uns aos outros pela rede interna.
Um usuário do Infocentro pode escrever, de qualquer computador, o seu
currículo e salvá-lo no Micro 01. Desse computador, o usuário pode salvar
seu documento em um disquete – sempre pelo Windows Explorer, já que o
Micro 01 é o único da sala com drive de disquete. Portanto, esse aplicativo
do Windows serve tanto para manipular arquivos do computador que
estamos operando quanto de algum outro da rede local.
Fazer uma busca pelo Windows para procurar um arquivo que você
não sabe ao certo em que pasta está gravado é um recurso interessante.
Clique no ícone “Pesquisar”, no alto da tela. A parte da tela à esquerda
mudará e você terá duas opções de pesquisa: escrevendo o nome ou
parte do nome do arquivo ou então um trecho do texto contido no docu-
mento. Caso você não se lembre do nome do arquivo ou de uma palavra
específica do texto, mas sabe que é arquivo do Word, pode escrever
“*.doc” no campo “Procurar por Arquivos Chamados:”. O sinal de asteris-
cos (*) indica que o aplicativo deve procurar todos os arquivos com essa
extensão, não importando o que estiver escrito antes. Para concluir a
pesquisa, escolha o diretório onde o arquivo poderia estar.
Como fazer
O compartilhamento de pastas e arquivos em micros ligados em uma
rede interna é bem simples. Basta habilitar que determinada pasta seja
compartilhada. Para isso, clique na pasta desejada com o botão esquerdo
do mouse. Escolha “Compartilhamento”. Na tela que se abrir, marque a
opção “Compartilhar esta Pasta”. Você ainda pode determinar quantas
pessoas poderão abrir a pasta e se poderão modificar ou não os arquivos
abertos.
Para permitir que a pasta seja aberta por outros micros da rede inter-
na, selecione “Compartilhar esta pasta” Defina também qual será o tipo de
compartilhamento.
Caso não se lembre do diretório, escolha o drive C: para pesquisar por
todo o disco rígido do micro. Clicando no botão “Pesquisar”, o sistema
começará a procurar por todos os arquivos de Word gravados no compu-
tador.
GERENCIANDO SEUS ARQUIVOS COM O TOTAL COMMANDER
O Total Comander é um aplicativo shareware que pode ser baixado
pela rede.
Além de gerenciar arquivos, o Total Commander é um programa de
FTP e compactador de arquivos.
Seus comandos para gerenciamento de arquivos são bastante intuiti-
vos, permitindo que organizemos nossas pastas muito facilmente. Além
dos recursos básicos de um gerenciador padrão, ele possui outros bastan-
te sofisticados.
E bom saber
As ações de abrir e renomear um arquivo são iguais no Windows
Explorer e no Total Commander. Em ambos utilize os seguintes
comandos:
1. Para abrir um arquivo, selecione-o, posicionando o cursor sobre ele e
dê um duplo dique, automaticamente ele se abrirá.
2. Paro renomeá-lo, selecione-o e dique uma vez sobre ele. Espere
alguns instantes para que se torne editável e escreva o novo nome.
Atenção! Ao renomear um arquivo, mantenha a sua extensão, caso
contrário poderá não conseguir abri-lo novamente! O arquivo deve
estar Fechado, pois não é possível renomear documentos abertos.
Vamos conhecer alguns comandos básicos como: visualizar, abrir,
renomear, copiar, e apagar arquivos e diretórios.
No Total Commander é possível visualizar os arquivos por meio de
duas janelas diferentes, o que nos possibilita ver, ao mesmo tempo, o
conteúdo do diretório-raiz C:, do drive A: ou D: (letras normalmente atribuí-
das aos drives de disquete e CD-ROM, respectivamente) e de outros
diretórios raiz ou drives que o micro possa ter. Para essa operação, basta
selecionar a letra do drive ou diretório no menu principal.
Visualizando simultaneamente arquivos de drives e diretórios por meio
do Total commander
Com este aplicativo você pode copiar arquivos de dois modos:
selecionando o arquivo com o mouse e arrastando-o para o local em que
se deseja copiá-lo ou selecionando o arquivo e clicando na opção “F5
Copy” (ou clicando na tecla F5 do seu teclado).
Nos dois casos, aparecerá uma janela para confirmar a ação. Basta
clicar em “0k”.
Para apagar um arquivo é necessário selecioná-lo com o mouse e
clicar na tecla “Delete/Del”. Você também pode apagá-lo, após a seleção,
clicando na opção “F8 Delete” (ou apertando a tecla F8 do teclado). Nesse
momento também aparecerá uma janela para confirmar a ação. Basta
então clicar em “Sim”.
Apagando arquivos com o Total Commander
Finalmente, para criar pastas ou diretórios, selecione o local em que a
pasta ou o diretório será criado. dique no botão “F7 New Folder” (ou aperte
a tecla F7). Logo em seguida aparecerá uma caixa de diálogo para digitar
o nome do novo diretório ou pasta. Depois é só clicar em “0k”.
Associando programas a seus respectivos Formatos
Você já sabe que um arquivo armazena dados. Dados, na linguagem
da informática, pode significar desde uma receita de bolo a um videoclipe
do Olodum. Uma receita de bolo pode ser feita utilizando um editor de
texto como o Word, por exemplo, enquanto um videoclipe pode ser
visualizado pelo Windows Media Player.
Se tivermos os devidos programas aqui citados instalados em nosso
computador, um duplo dique em cada um dos arquivos do exemplo
anterior faz com que o Word ou o Media Player iniciem-se
automaticamente,carregando e mostrando o arquivo no formato desejado.
Como o sistema operacional, no caso o Windows, consegue distinguir
entre os dois arquivos, o de texto e o de filme, sabendo qual aplicativo
chamar, para cada um deles?
Isso é possível graças à extensão dos arquivos. A extensão é
simplesmente a parte final do nome do arquivo. Quando clicamos duas
vezes sobre um arquivo, o sistema operacional olha primeiramente para a
extensão do arquivo.
Se for uma extensão que já está registrada, o sistema chama o
aplicativo que é capaz de carregar aquele tipo de arquivo, a fim de exibi-lo
corretamente.
Importante
A extensão é tudo o que vai depois do ponto, no nome do arquivo.
Portanto, todos os arquivos que terminam em .doc reconhecidos pelo
sistema para serem visualizados por meio do Word e ou do Open Writer.
Já a extensão .avi indico que o arquivo é visualizável através do Media
Player e assim por diante.
Mas o que significa “registrar uma extensão”? Registrar é avisar para
o Windows que aplicativo ele deve chamar quando precisar abrir arquivos
daquela extensão. Assim, o sistema operacional guarda a informação de
quais aplicativos abrem os arquivos, livrando você de ter de se preocupar
com isso.
O registro das extensões é normalmente feito durante a instalação de
cada aplicativo. Cada programa de instalação cuida de registrar, automati-
camente, a extensão dos arquivos com os quais o aplicativo que está
APOSTILAS OPÇÃO A Sua Melhor Opção em Concursos Públicos
Informática A Opção Certa Para a Sua Realização 11
sendo instalado trabalha. Por exemplo, é o instalador do Office que regis-
tra as extensões .doc, .dot (associando-as ao Word), assim como associa
as extensões .xls e .xlt ao Excel; .ppt ao PowerPoint e assim por diante.
Muitas vezes, porém, precisamos fazer isso manualmente. Isso
acontece quando um programa de instalação não completou sua
execução, registrando erradamente extensões de um aplicativo que não
instalou.
Para efetuar esse registro manual, você pode usar o Windows
Explorer. Selecione a opção de menu “Ferramentas”, “Opções de Pasta”.
Dentro dessa opção, selecione a última aba, “Tipos de Arquivo”.
Para registrar uma extensão, basta clicar em “Novo”, preencher o
campo com a extensão desejada, clicar em “Avançado” e escolher que
aplicativo abrirá os arquivos com a extensão registrada: no nosso exemplo,
a extensão fictícia “XYZ”, como na figura 1.
Escolhido o aplicativo, basta clicar em “0K” e pronto. De acordo com
nosso exemplo, o sistema operacional passará a reconhecer arquivos do
tipo “XYZ” como um arquivo de áudio do Windows Media Player.
Ganhe tempo e espaço: aprenda a compactar e descompactar arqui-
vos
No passado, para guardar arquivos em nosso computador
precisávamos que ele tivesse muita memória e isso exigia investimento.
Alguns arquivos não podiam ser copiados para disquetes, pois eles não
tinham memória suficiente para armazená-los. Esses e outros problemas
motivaram programadores a desenvolver formas de se trabalhar os
arquivos alterando seu formato, tomando-os menores. Hoje, com as
técnicas adotadas, consegue-se reduzir um arquivo de texto em 82% ou
mais de seu tamanho original, dependendo do conteúdo. Isso é feito com
programas chamados compactadores.
E bom saber: E aconselhável compactar grandes arquivos para armazená-
los, otimizando espaço de armazenagem em seu HD. Esse procedimento
também é recomendado para enviá-los por e-mail, pois assim o tempo de
download e upload desses arquivos é bem menor.
Há diversos softwares para compactar e descompactar arquivos
disponíveis no mercado. Eles reduzem diferentes arquivos em formato .zip,
.arj e outros.
E bom saber: Se você necessita ler apenas algumas informações de um
documento compactado, não é necessário descompactá-lo para isso o
aplicativo Zip Peeker permite que o usuário leia o conteúdo dos arquivos
mas sem a inconveniência de descompactá-los. E possível também
remover, copiar ou mover os arquivos escolhidos.
Um dos softwares mais utilizados pelos usuários é o Winzip. Se esse
aplicativo estiver devidamente instalado, para se compactar um arquivo
pelo Windows Explorer, basta clicar nele com o botão direito e escolher a
opção “Add to Zip”. Isso pode ser feito com conjuntos de arquivos e até
mesmo com pastas. Ao se escolher essa opção, uma janela se abrirá
perguntando o nome do novo arquivo a ser criado com o(s) arquivo(s)
devidamente compactado(s) e outras informações. Após o preenchimento
dessas informações, o arquivo compactado estará pronto.
Em versões mais recentes do Winzip, ao se clicar com o botão direito
sobre um arquivo, automaticamente se habilita a opção de se criar o
arquivo compactado (ou zipado, como se costuma dizer) já com o mesmo
nome do arquivo original, trocando-se somente a extensão original do
arquivo para “.zip”.
Para se descompactar um arquivo, basta que se dê duplo dique nele.
Uma janela se abrirá com todos os arquivos armazenados dentro de um
arquivo compactado e pode-se optar por descompactar todos, clicando-se
no botão “Extrair”, ou apenas alguns deles, selecionando-os com um dique
e usando novamente o botão “Extrair”. Vale lembrar que como é possível
compactar diretórios inteiros, quando estes são descompactados, o Winzip
e outros programas compactadores reconstroem a estrutura original das
pastas.
O Freezip é um descompactador freeware. Veja na seção “Links na
lnternet” o endereço para efetuar o download desse aplicativo. Sua
instalação é bastante simples, basta clicar duas vezes sobre o ícone do
arquivo executável, aceitar o contrato de licença e pronto: a instalação
seguirá sem transtornos.
Para usar esse aplicativo, inicie o Windows Explorer, escolha a pasta
a ser compactada (preferencialmente no lado esquerdo da tela, onde
apenas as pastas são mostradas) e clique com o botão direito do mouse
sobre ela.
Ao aparecer o menu suspenso, você deverá escolher a opção “Add to
Zip”. Um arquivo com todo o conteúdo da pasta selecionada compactado
será gerado. Como na imagem ao lado, o conteúdo de uma pasta será
compactado e colocado no arquivo Free.zip.
Para fazer a operação inversa, basta clicar duas vezes no arquivo
compactado e os arquivos serão retirados do arquivo zip e colocados em
suas respectivas pastas.
Como dissemos, o Total Commander também tem função de
compactação de arquivos. Basta selecionar o arquivo que desejamos
compactar e clicar no menu “Arquivos”, “Compactar”.
Para descompactar um arquivo, basta selecioná-lo, clicar no menu
“Arquivo” e escolher a opção “Descompactar”. Em seguida você verá uma
caixa de diálogo, semelhante à da imagem anterior, para escolher a pasta
em que o arquivo será descompactado.
Amplie sua segurança: Faça cópias de seus arquivos
Ë muito importante que você faça a cópia de segurança (backup) dos
seus arquivos, principalmente daqueles com os quais você trabalha todos
os dias.
Para isso, tenha sempre à mão um disquete. lnsira-o no drive de mídia
flexível, geralmente representado pela letra A:. Abra o Windows Explorer e,
do lado direito da tela, selecione os arquivos (ou pastas) que você quer
copiar. Para selecionar mais de um arquivo, basta manter a tecla “CTRL”
pressionada enquanto você clica sobre os arquivos. Depois dique no menu
“Editar”, “Copiar”.
Essa ação cria uma cópia temporária dos arquivos em um lugar
especial chamado “Área de Transferência”. Depois, dique sobre o ícone A:,
que indica a unidade de disquete, e selecione “Editar”, “Colar”. Os arquivos
armazenados na Área de Transferência serão copiados no disquete.
A utilização de um disquete limita o processo de cópia de arquivos ou
conjuntos de arquivos até o tamanhototal de 1.44Mb. Para a cópia de
grandes quantidades de informação, o ideal é utilizar discos virtuais,
oferecidos por alguns servidores, ou uma mídia compacta como o CD-
ROM.
Importante: E essencial utilizar antivírus no seu computador. Deixe
sempre ativada a função “Proteção de Arquivos”. Essa função possibilita a
verificação automática à medida que eles são copiados.
É bom saber: Há outros modos de copiar arquivos. Um deles é selecionar
aqueles que se deseja copiar, clicar e sobre eles e, sem soltar o botão do
mouse, arrastá-los até o drive A:.
Detectando e corrigindo problemas: Scandisk
Sabemos que os arquivos são guardados em setores de disco (rígido
ou flexível). Muitas vezes, porém, esses setores podem apresentar
defeitos, provocando perda de dados. Outras vezes, processos de
gravação não concluídos podem levar o sistema de arquivos a um estado
inconsistente.
Quando você começara se deparar com erros do tipo: “Impossível
ler/gravar a partir do dispositivo”, fique certo de que as coisas não estão
como deveriam.
O primeiro passo para tentar uma solução é executar o Scandisk para
detectar e corrigir problemas no sistema de arquivos.
É bom saber: O Scandisk elimina setores marcados erroneamente como
se pertencessem a mais de um arquivo, e setores órfãos, que estão
marcados como usados, mas não pertencem a nenhum arquivo. Ele
também tenta ler os dados de setores deFeituosos, transferindo-os para
setores bons, marcando os defeituosos de modo que o sistema
operacional não os use mais.
Para executar o Scandisk, entre no Windows Explorer e dique com o
botão direito do mouse sobre a unidade de disco a ser diagnosticada (A:,
B:, C: ou D:). Selecione a opção “Propriedades” e, dentro da janela “Pro-
priedades”, selecione a opção “Ferramentas”. Clique sobre o botão “Verifi-
car Agora” e o Scandisk será iniciado. Selecione a opção teste “Completo”
e marque a opção de correção automática. dUque em “Iniciar” para realizar
a verificação e correção.
A primeira opção procura ler os dados, buscando setores defeituosos.
APOSTILAS OPÇÃO A Sua Melhor Opção em Concursos Públicos
Informática A Opção Certa Para a Sua Realização 12
A segunda procura fazer sua transferência para setores bons, corrigindo
automaticamente os setores ambíguos e órfãos. Em qualquer caso, os
setores defeituosos eventualmente encontrados são marcados para não
serem mais utilizados pelo sistema operacional. Dependendo do tamanho
em megabytes da unidade de disco a ser diagnosticada, esse processo
pode ser demorado.
Importante: A Ferramenta do Scandisk só pode ser usada em discos que
aceitam nova gravação de dados, como os disquetes e os HDs. Assim,
CD-ROMs que só podem ser gravados uma única vez não podem ser
corrigidos, caso haja algum problema no processo de gravação.
Faça uma faxina em seu computador
O sistema operacional Windows, à medida de trabalha, faz uso de
uma área de rascunho que usa para guardar dados temporariamente.
Quando você navega pela web, por exemplo, as páginas que você visitou
são armazenadas em uma área temporária, para que possam ser
visualizadas rapidamente, caso você retome a elas. Tudo isso consome
espaço em seu disco rígido, o que, como veremos no tópico seguinte,
toma seu computador mais lento.
Para ficar livre desses arquivos temporários, de tempos em tempos,
utilize a opção “Limpeza de Disco”. Para isso, faça o seguinte caminho: na
área de trabalho do Windows, dique na barra “Iniciar”, “Programas”,
“Acessórios”, “Ferramenta do Sistema”, “Limpeza de disco”. Ao acionar
essa opção, uma janela aparecerá para que você escolha a unidade de
disco a ser limpa. Faça a escolha e dique em “0K”. O Windows calculará
quanto de espaço pode ser liberado no disco e após esse processo abrirá
uma janela como a ilustrada ao lado.
Ao optar, por exemplo, em apagar os arquivos ActiveX e Java
baixados da lnternet, você impedirá a execução offline dos mesmos. Mas
ainda ficarão rastros de navegação como os cookies, por exemplo.
Há outros modos de apagar arquivos desnecessários, cookies e
outras pistas deixadas em nosso micro todas as vezes que abrimos um
arquivo, acionamos um programa ou navegamos na lnternet. Existem,
inclusive, programas especializados nessa tarefa. Essa limpeza torna a
navegação mais rápida.
Para apagar seus rastros de navegação, por exemplo, abra o
Windows Explorer e selecione no disco C: as pastas “Arquivos de
Programas ‘Windows”, ‘Tempo”, “Temporary lnternet Files”. Ao lado direito
da tela você poderá ver todos os arquivos e cookies recentemente
baixados da Internet para o seu computador. Basta selecioná-los e teclar
os comandos “shiftldel”.
WINDOWS EXPLORER GERENCIAMENTO DE ARQUIVOS E PASTAS
O Windows Explorer tem a mesma função do Meu Computador: Orga-
nizar o disco e possibilitar trabalhar com os arquivos fazendo, por exemplo,
cópia, exclusão e mudança no local dos arquivos. Enquanto o Meu Com-
putador traz como padrão a janela sem divisão, você observará que o
Windows Explorer traz a janela dividida em duas partes. Mas tanto no
primeiro como no segundo, esta configuração pode ser mudada. Podemos
criar pastas para organizar o disco de uma empresa ou casa, copiar arqui-
vos para disquete, apagar arquivos indesejáveis e muito mais.
Janela do Windows Explorer
No Windows Explorer, você pode ver a hierarquia das pastas em seu
computador e todos os arquivos e pastas localizados em cada pasta
selecionada. Ele é especialmente útil para copiar e mover arquivos. Ele é
composto de uma janela dividida em dois painéis: O painel da esquerda é
uma árvore de pastas hierarquizada que mostra todas as unidades de
disco, a Lixeira, a área de trabalho ou Desktop (também tratada como uma
pasta); O painel da direita exibe o conteúdo do item selecionado à esquer-
da e funciona de maneira idêntica às janelas do Meu Computador (no Meu
Computador, como padrão ele traz a janela sem divisão, é possível divi-
di−la também clicando no ícone Pastas na Barra de Ferramentas) Para
abrir o Windows Explorer, clique no botão Iniciar, vá a opção Todos os
Programas / acessórios e clique sobre Windows Explorer ou clique sob
o botão iniciar com o botão direito do mouse e selecione a opção Explorar.
Preste atenção na Figura da página anterior que o painel da esquerda
na figura acima, todas as pastas com um sinal de + (mais) indicam que
contêm outras pastas. As pastas que contêm um sinal de – (menos) indi-
cam que já foram expandidas (ou já estamos visualizando as sub−pastas).
Painel de controle
O Painel de controle do Windows XP agrupa itens de configuração de
dispositivos e opções em utilização como vídeo, resolução, som, data e
hora, entre outros. Estas opções podem ser controladas e alteradas pelo
usuário, daí o nome Painel de controle.
Para acessar o Painel de controle
1. Clique em Iniciar, Painel de controle.
2. Inicialmente o Painel de controle exibe nove categorias distintas.
Painel de controle
3. Clique na opção desejada.
4. Na próxima tela escolha a tarefa a ser realizada.
Utilize os botões de navegação:
Voltar Para voltar uma tela.
Avançar Para retornar a tarefa.
Acima Para ir ao diretório acima.
Pesquisar
Para localizar arquivos, imagens, sons, vídeos,
etc.
Pastas Para exibir o conteúdo de uma pasta.
PASTAS E ARQUIVOS
Uma unidade de disco pode ter muitos arquivos. Se todos eles esti-
vessem em um mesmo lugar, seria uma confusão.
Para evitar esse caos, você pode colocar seus arquivos de computa-
dor em pastas. Essas pastas são utilizadas para armazenar arquivos e
ajudar a mantê-Ios organizado assim como as prateleiras e cabides aju-
dam você a manter suas roupasorganizadas
Os destaques incluem o seguinte:
Meus Documentos
4. Digite o nome e tecle ENTER
5. Pronto! A Pasta está criada.
Fazer uma pasta
Excluir arquivos
Recuperar arquivos
APOSTILAS OPÇÃO A Sua Melhor Opção em Concursos Públicos
Informática A Opção Certa Para a Sua Realização 13
Renomear arquivos
Copiar arquivos
Mover arquivos
Entendendo como as pastas funcionam
As pastas contêm arquivos, normalmente arquivos de um tipo relacio-
nado. Por exempIo, todos os documentos utilizados para criar um livro,
como esta apostila por exemplo, residem em uma pasta chamada Apostila.
Cada matéria é um arquivo. E cada arquivo da área de informática é
colocado dentro de uma pasta chamada informática, dentro da pasta
Apostila. Estas pastas mantêm esses arquivos específicos separados de
outros arquivos e pastas no disco rígido.
Meus Documentos
Seu disco rígido do PC tem uma grande quantidade de espaço onde
pode ser feita uma pasta - e então se esquecer do lugar onde você a
colocou. Então o Windows facilita as coisas para você fornecendo uma
pasta pessoal, chamada Meus Documentos. Essa é a localização principal
para todo o material que você criará e usará enquanto estiver no Windows.
Não há nenhuma regra sobre excluir arquivos e pastas até se falar de
Meus Documentos. Você não pode excluir a pasta Meus Documentos. A
Microsoft quer que você a tenha e você irá mantê-la. Então, você deve
conviver com isso! Se clicar com o botão direito do mouse na pasta Meus
Documentos em sua área de trabalho, notará que há uma opção Excluir.
Essa opção é para excluir o atalho, que é realmente o que você vê na área
de trabalho, mas você não está eliminando a pasta Meus Documentos.
Você pode renomear Meus Documentos se quiser. Clique com o botão
direito do mouse na pasta e escolha Renomear. Digite o novo nome.
Embora não seja recomendado.
Você pode compartilhar a pasta Meus Documentos com outros com-
putadores conectados ao seu computador e com aqueles que estão confi-
gurados como um usuário diferente em seu computador. Siga exatamente
os passos.
Compartilhar Meus Documentos
1. Clique com o botão direito do mouse na pasta Meus Documentos.
2. Escolha Propriedades.
3. Clique a guia Compartilhamento.
Isto traz a guia Compartilhamento para frente -onde você de-
cide quem consegue compartilhar, quem não, e quanto con-
trole essas pessoas têm sobre sua pasta.
4. Escolha Compartilhar Esta Pasta.
Tudo agora ganha vida e você tem todo tipo de opção:
Criando uma pasta (DIRETÓRIO)
A pasta Meus Documentos pode ficar facilmente desorganizada se
você não se antecipar e criar pastas adicionais para organizar melhor seu
material. Lembre-se: Meus Documentos é como um grande gabinete de
arquivos. Quando precisar de um novo arquivo, digamos para um novo
assunto, você prepara uma pasta para ele. Conforme continuar a trabalhar,
você preencherá cada pasta com arquivos diferentes.
Criar uma pasta (DIRETÓRIO)
1. Dê um clique duplo em Meus Documentos.
2. Clique em Arquivo > Novo, ou
1. Em Meus Documentos clique com o botão direito do mouse
2. Novo > Pasta
COMO ABRIR ARQUIVOS E PASTAS
Tudo no Windows se abre com um clique duplo do mouse. Abra uma
pasta para exibir os arquivos (e talvez até outras pastas) armazenados
nessa pasta. Abra um arquivo para iniciar um programa, ou abra um
documento para editar.
Abrir um arquivo ou pasta
1. Dê um clique duplo em um ícone da unidade de disco.
O ícone da unidade (C:) é uma boa escolha. Há sempre material
aí dentro. Um clique duplo no ícone abre unidade (C:) e permite
que você veja que arquivos e pastas residem lá.
2. Dê um passeio.
Dê um clique duplo em uma pasta. Isso abre a pasta, e você vê
outra janela cheia de arquivos e talvez ainda mais pastas.
3. Para abrir outra pasta, dê um clique duplo em seu ícone.
4. Feche a pasta quando tiver terminado.
Clique no botão fechar (x) da janela da pasta localizado no canto
superior direito da janela.
Só para lembrá-Io de onde você está com todos estes arquivos e pas-
tas abertos, o nome da pasta atual que está vendo aparece na parte
superior da janela, na barra de título.
Excluindo arquivos
1. Selecione o arquivo destinado a ser destruído.
Clique no arquivo uma vez com o mouse para selecioná-lo.
2. Escolha Excluir a partir do menu Arquivo.
Aparecerá a mensagem: Você tem certeza de que quer enviar o
arquivo para a Lixeira?
3. Clique em Sim.
Se você mudar de ideia, você pode sempre clicar em Não. Se você
escolher Sim, talvez tenha uma breve animação gráfica representando
papéis voando para um balde. Isso significa que seu arquivo está sendo
jogado fora.
Recuperação de arquivos
OK, você exclui o arquivo. Pensando bem, você não está tão seguro
se deveria ter excluído este arquivo. Não se preocupe. Há um ícone em
sua Área de trabalho chamado Lixeira.
Recuperando um arquivo
1. Dê um clique duplo no ícone Lixeira.
2. Localize o arquivo que você excluiu
3. Clique uma vez no arquivo.
4. Clique em Arquivo.
5. Escolha Restaurar.
Renomear um arquivo
1. Localize o arquivo que quer renomear
Você pode utilizar o Explorer, ou se estiver abrindo um arquivo a
partir de qualquer pasta e encontrar aí um arquivo que quer reno-
mear, você pode seguir os passos abaixo para alterar o nome de
arquivo.
2. Pressione a tecla F2.
Depois de pressionar a tecla F2, o texto do nome de arquivo já es-
tá selecionado para você. Você pode substituir inteiramente o no-
me existente, simplesmente começando a digitar ou mover o cur-
sor para editar partes do nome.
3. Digite um novo nome.
4. Pressione Enter.
E aí está: você tem um novo nome.
Copiando arquivos
No Windows, copiar um arquivo é como copiar informações em um
programa: você seleciona o arquivo e então escolhe Copiar do menu
Editar. Para fazer a cópia, você localiza uma nova pasta ou unidade de
disco para o arquivo e então escolhe o comando Colar do menu Editar.
Isso é copiar e colar!
Copiar um arquivo
1. Localize o arquivo que quer copiar
2. Clique com o botão direito do mouse no arquivo.
3. Selecione Copiar.
4. Localize o lugar onde você quer colar essa nova cópia.
5. Selecione Editar da barra de menus.
6. Escolha Colar da lista.
Para ser realmente eficiente, você deve fazer isso a partir do Windows
Explorer. Todos os seus arquivos estão listados e disponíveis para serem
manuseados. Apenas selecione o arquivo que quer copiar, escolha Editar
do menu e então clique em Copiar. Agora, vá para a nova localização do
arquivo, clique em Editar novamente no menu e clique em Colar.
Enviar Para
APOSTILAS OPÇÃO A Sua Melhor Opção em Concursos Públicos
Informática A Opção Certa Para a Sua Realização 14
A opção Enviar Para permite enviar uma cópia de um arquivo ou de
uma pasta para uma das muitas localizações: um disquete (normalmente
na unidade A:), sua área de trabalho, um destinatário de correio (por
correio eletrônico) ou a pasta Meus Documentos.
Utilizar Enviar Para
1. Localize seu arquivo (ou pasta).
2. Clique com o botão direito do mouse no arquivo.
3. Escolha Enviar Para.
4. Clique em uma das quatro opções:
Disquete -Você deve ter um disco na unidade A: (ou sua unidade
de disquete).
Área de trabalho - Cria um atalho na área de trabalho para o ar-
quivo ou pasta selecionado.
Destinatário de correio - Abre o programa de correio eletrônico Ou-
tlook Express.Digite o endereço na caixa Para, ou clique no Catá-
logo de Endereços ao lado da palavra Para e escolha um endere-
ço de e-mail. Clique no botão Enviar quando tiver terminado
Meus Documentos - Faz uma cópia do arquivo ou pasta na pasta
Meus Documentos.
Movendo arquivos
Mover arquivos é como copiar arquivos, embora o original seja excluí-
do; apenas a cópia (o arquivo "movido") permanece. É como recortar e
colar em qualquer programa. Lembre-se de que toda a questão em torno
de mover, copiar e excluir arquivos é para manter as coisas organizadas
de modo que seja fácil localizar seus arquivos.
Você pode mover arquivos de duas maneiras: recortando e colando ou
arrastando.
Recortando e colando
Recortar e colar um arquivo ou uma pasta é a opção para se mudar
um arquivo ou pasta para o seu local correto.
Recortar e colar um arquivo
1. Localize o arquivo que você quer utilizar.
Novamente, este arquivo pode ser localizado em qualquer lugar. Abra
Meus Documentos, utilize o Explorer, ou uma pasta qualquer.
3. Clique com o botão direito do mouse no arquivo.
4. Escolha Recortar.
4. Localize e abra a pasta onde você quer colar o arquivo.
5. Selecione Editar do menu.
6. Selecione Colar.
Pronto!
Arrastando arquivos
Arrastar arquivos é a maneira mais rápida e fácil de mover um arquivo.
É especialmente conveniente para aqueles arquivos que você deixou um
pouco largados por aí sem uma pasta para acomodá-los.
Arrastar um arquivo
1. Selecione o arquivo e arraste
Não solte o arquivo depois de clicar nele. Você está literalmente
agarrando o arquivo, e irá arrastá-lo.
2. Paire o ícone sobre a pasta desejada.
Essa é a pasta onde você quer que o arquivo resida.
3. Solte o ícone.
Agora seu arquivo reside seguramente em sua nova casa.
Localizando arquivos e pastas
Por mais que tente se manter organizado, há momentos em que você
não pode se lembrar de onde colocou um arquivo ou uma pasta. Embora o
Windows tente mantê-lo organizado com a pasta Meus Documentos, as
coisas podem ficar confusas.
Felizmente, o Windows fornece um recurso Pesquisar. Esse recurso
procura arquivos e pastas com base em vários tipos de critérios.
INSTALAÇÃO DE PERIFÉRICOS
PAINEL DE CONTROLE > WINDOWS
O Painel de Controle foi projetado para gerenciar o uso dos recursos
de seu computador.
Abrir o Painel de Controle
1. Clique no botão de menu Iniciar
2. Escolha Configurações.
3. Clique no Painel de Controle, como mostra a Figura
Ou, você pode...
1. Dar um clique duplo em Meu Computador.
2. Dar um clique duplo no ícone Painel de Controle.
O Painel de Controle contém ícones que fazem uma variedade de fun-
cionalidades (todas as quais supostamente ajudam você a fazer melhor
seu trabalho), incluindo mudar a aparência de sua área de trabalho e
configurar as opções para vários dispositivos em seu computador.
O que você vê quando abre o Painel de Controle talvez seja ligeira-
mente diferente da Figura. Certos programas podem adicionar seus pró-
prios ícones ao Painel de Controle e você talvez não veja alguns itens
especiais, como as Opções de Acessibilidade.
HARDWARE
O primeiro componente de um sistema de computação é o HARDWA-
RE, que corresponde à parte material, aos componentes físicos do siste-
ma; é o computador propriamente dito.
O hardware é composto por vários tipos de equipamento, caracteriza-
dos por sua participação no sistema como um todo. Uma divisão primária
separa o hardware em SISTEMA CENTRAL E PERIFÉRICOS. Tanto os
periféricos como o sistema central são equipamentos eletrônicos ou ele-
mentos eletromecânicos.
ADICIONAR NOVO HARDWARE
Quando instalamos um hardware novo em nosso computador necessi-
tamos instalar o software adequado para ele. O item Adicionar Novo
Hardware permite de uma maneira mais simplificada a instalação deste
hardware, que pode ser um Kit multimídia, uma placa de rede, uma placa
de fax modem, além de outros.
Na janela que surgiu você tem duas opções:
1) Sim - deixar que o Windows detecte o novo hardware.
2) Não - dizer ao Windows qual o novo hardware conectado ao seu
micro.
Ao escolher a opção Sim e pressionar o botão AVANÇAR, o Windows
iniciará uma busca para encontrar o novo hardware e pedirá instruções
passo a passo para instalá-lo.
Ao optar por Não e pressionar o botão AVANÇAR, surgirá uma janela
onde você deverá escolher o tipo de hardware.
Clique sobre o tipo de hardware adequado e o Windows solicitará
passo a passo informações para instalá-lo.
ADICIONAR OU REMOVER PROGRAMAS
Você pode alterar a instalação do Windows e de outros aplicativos,
adicionando ou removendo itens, como Calculadora, proteção de tela, etc.
Para remover um aplicativo não basta deletar a pasta que contém os
arquivos relativos a ele, pois parte de sua instalação pode estar na pasta
do Windows. Para uma remoção completa de todos os arquivos de um
determinado programa você pode utilizar o item Adicionar/ Remover Pro-
gramas, que além de apagar o programa indesejado, remove todos os
arquivos relacionados a ele, independente do local onde se encontrem, e
remove o ícone que está no menu Programas do botão INICIAR.
APOSTILAS OPÇÃO A Sua Melhor Opção em Concursos Públicos
Informática A Opção Certa Para a Sua Realização 15
WINDOWS XP
Iniciando o Windows
Ao iniciar o windows XP a primeira tela que temos é tela de logon,
nela, selecionamos o usuário que irá utilizar o computador.
Ao entrarmos com o nome do usuário, o windows efetuará o Logon
(entrada no sistema) e nos apresentará a área de trabalho:
Área de Trabalho ou Desktop
Na Área de trabalho encontramos os seguintes itens:
Ícones:
Barra de tarefas
Botão iniciar
Atalhos e Ícones
Figuras que representam recursos do computador, um ícone pode re-
presentar um texto, música, programa, fotos e etc. você pode adicionar
ícones na área de trabalho, assim como pode excluir. Alguns ícones são
padrão do Windows: Meu Computador, Meus Documentos, Meus locais de
Rede, Internet Explorer.
Atalhos
Primeiramente visualize o programa ou ícone pelo qual deseja criar o
atalho, para um maior gerenciamento de seus programas e diretórios ,
acesse o Meu Computador local onde poderemos visualizar todos os
drives do computador no exemplo abaixo será criado um atalho no drive de
disquete na área de trabalho:
Depois de visualizar o diretório a ser criado o atalho, clique sobre o
ícone com o botão direito do mouse e escolha a opção, criar atalho.
O atalho será criado na área de trabalho, podermos criar atalhos pelo
menu rápido, simplesmente clicando com o mouse lado direito, sobre o
ícone, programa, pasta ou arquivo e depois escolher a opção, criar atalho.
A criação de um atalho não substitui o arquivo, diretório ou programa
de origem, a função do atalho simplesmente será de executar a ação de
abrir o programa, pasta, arquivo ou diretório rapidamente, sem precisar
localizar o seu local de origem.
Sistemas de menu
Windows XP é, até hoje, o sistema operacional da Microsoft com o
maior conjunto de facilidades para o usuário, combinado com razoável
grau de confiabilidade.
Barra de tarefas
A barra de tarefas mostra quais as janelas estão abertas neste mo-
mento, mesmo que algumas estejam minimizadas ou ocultas sob outra
janela, permitindo assim, alternar entre estas janelas ou entre programas
com rapidez e facilidade.
A barra de tarefas é muito útil no dia a dia. Imagine que você esteja
criando um texto em um editor de texto e um de seus colegas lhe pede
para você imprimir uma determinada planilha que está em seu micro.
Você não precisafechar o editor de textos. Apenas salve o arquivo
que está trabalhando, abra a planilha e mande imprimir, enquanto imprime
você não precisa esperar que a planilha seja totalmente impressa, deixe a
impressora trabalhando e volte para o editor de textos, dando um clique no
botão ao correspondente na Barra de tarefas e volte a trabalhar.
A barra de Tarefas, na visão da Microsoft, é uma das maiores ferra-
mentas de produtividade do Windows. Vamos abrir alguns aplicativos e ver
como ela se comporta.
Botão Iniciar
O botão Iniciar é o principal elemento da Barra de Tarefas. Ele dá
acesso ao Menu Iniciar, de onde se pode acessar outros menus que, por
sua vez, acionam programas do Windows. Ao ser acionado, o botão Iniciar
mostra um menu vertical com várias opções. Alguns comandos do menu
Iniciar têm uma seta para a direita, significando que há opções adicionais
disponíveis em um menu secundário. Se você posicionar o ponteiro sobre
um item com uma seta, será exibido outro menu.
O botão Iniciar é a maneira mais fácil de iniciar um programa que esti-
ver instalado no computador, ou fazer alterações nas configurações do
computador, localizar um arquivo, abrir um documento.
O botão iniciar pode ser configurado. No Windows XP, você pode op-
tar por trabalhar com o novo menu Iniciar ou, se preferir, configurar o menu
Iniciar para que tenha a aparência das versões anteriores do Windows
(95/98/Me). Clique na barra de tarefas com o botão direito do mouse e
selecione propriedades e então clique na guia menu Iniciar.
Esta guia tem duas opções:
Menu iniciar: Oferece a você acesso mais rápido a e−mail e In-
ternet, seus documentos, imagens e música e aos programas usados
recentemente, pois estas opções são exibidas ao se clicar no botão Iniciar.
Esta configuração é uma novidade do Windows XP
Menu Iniciar Clássico: Deixa o menu Iniciar com a aparência das
versões antigas do Windows, como o windows ME, 98 e 95.
Todos os programas
O menu Todos os Programas, ativa automaticamente outro subme-
nu, no qual aparecem todas as opções de programas. Para entrar neste
submenu, arraste o mouse em linha reta para a direção em que o subme-
nu foi aberto. Assim, você poderá selecionar o aplicativo desejado. Para
executar, por exemplo, o Paint, basta posicionar o ponteiro do mouse
sobre a opção Acessórios. O submenu Acessórios será aberto. Então
aponte para Paint e dê um clique com o botão esquerdo do mouse.
MEU COMPUTADOR
Se você clicar normalmente na opção Meu Computador, vai abrir uma
tela que lhe dará acesso a todos os drives (disquete, HD, CD etc.) do
sistema e também às pastas de armazenamento de arquivos.
Meus documentos
A opção Meus Documentos abre apasta-padrão de armazenamento
de arquivos. A pasta Meus Documentosrecebe todos os arquivos produzi-
dospelo usuário: textos, planilhas, apresentações, imagens etc. Natural-
mente, você pode gravararquivos em outros lugares. Mas, emcondições
normais, eles são salvos na pasta Meus Documentos.
Acessórios do Windows
O Windows XP inclui muitos programas e acessórios úteis. São ferra-
mentas para edição de texto, criação de imagens, jogos, ferramentas para
melhorar a performance do computador, calculadora e etc.
Se fôssemos analisar cada acessório que temos, encontraríamos vá-
rias aplicações, mas vamos citar as mais usadas e importantes. Imagine
que você está montando um manual para ajudar as pessoas a trabalharem
com um determinado programa do computador. Neste manual, com certe-
za você acrescentaria a imagem das janelas do programa. Para copiar as
janelas e retirar só a parte desejada, utilizaremos o Paint, que é um pro-
grama para trabalharmos com imagens. As pessoas que trabalham com
criação de páginas para a Internet utilizam o acessório Bloco de Notas,
que é um editor de texto muito simples. Assim, vimos duas aplicações para
dois acessórios diferentes.
A pasta acessório é acessível dando−se um clique no botão Iniciar na
Barra de tarefas, escolhendo a opção Todos os Programas e, no submenu
que aparece, escolha Acessórios.
Componentes da Janela
Para exemplificarmos uma janela, utilizaremos a janela de um aplicati-
vo do Windows. O Bloco de Notas. Para abri−lo clique no botão Iniciar /
Todos os Programas / Acessórios / Bloco de Notas.
Barra de Título: esta barra mostra o nome do arquivo (Sem Título) e o
nome do aplicativo (Bloco de Notas) que está sendo executado na janela.
Através desta barra, conseguimos mover a janela quando a mesma não
está maximizada. Para isso, clique na barra de título, mantenha o clique e
arraste e solte o mouse. Assim, você estará movendo a janela para a
posição desejada. Depois é só soltar o clique.
Na Barra de Título encontramos os botões de controle da janela. Estes
são:
Minimizar: este botão oculta a janela da Área de trabalho e mantém o
botão referente á janela na Barra de Tarefas. Para visualizar a janela
novamente, clique em seu botão na Barra de tarefas.
Maximizar: Este botão aumenta o tamanho da janela até que ela ocu-
pe toda a Área da Trabalho. Para que a janela volte ao tamanho original, o
botão na Barra de Título, que era o maximizar, alternou para o botão
Restaurar. Clique neste botão e a janela será restaurada ao tamanho
original.
Fechar: Este botão fecha o aplicativo que está sendo executado e sua
APOSTILAS OPÇÃO A Sua Melhor Opção em Concursos Públicos
Informática A Opção Certa Para a Sua Realização 16
janela. Esta mesma opção poderá ser utilizada pelo menu Arquivo/Sair. Se
o arquivos que estiver sendo criado ou modificado dentro da janela não foi
salvo antes de fechar o aplicativo, o Windows emitirá uma tela de alerta
perguntando se queremos ou não salvar o arquivo, ou cancelar a operação
de sair do aplicativo.
MEU COMPUTADOR
O ícone de Meu Computador representa todo o material em seu com-
putador. Meu Computador contém principalmente ícones que representam
as unidades de disco em seu sistema: a unidade de disquete A, o disco
rígido C e sua unidade de CD-ROM ou de DVD, bem como outros discos
rígidos, unidades removíveis etc. Clicar nesses ícones de unidade exibe o
conteúdo das unidades, arquivos e pastas, que são a soma de tudo em
seu computador. (Daí o nome, Meu Computador.)
Windows Explorer gerenciamento de arquivos e pastas
O Windows Explorer tem a mesma função do Meu Computador: Orga-
nizar o disco e possibilitar trabalhar com os arquivos fazendo, por exemplo,
cópia, exclusão e mudança no local dos arquivos. Enquanto o Meu Com-
putador traz como padrão a janela sem divisão, você observará que o
Windows Explorer traz a janela dividida em duas partes. Mas tanto no
primeiro como no segundo, esta configuração pode ser mudada. Podemos
criar pastas para organizar o disco de uma empresa ou casa, copiar arqui-
vos para disquete, apagar arquivos indesejáveis e muito mais.
Janela do Windows Explorer
No Windows Explorer, você pode ver a hierarquia das pastas em seu
computador e todos os arquivos e pastas localizados em cada pasta
selecionada. Ele é especialmente útil para copiar e mover arquivos. Ele é
composto de uma janela dividida em dois painéis: O painel da esquerda é
uma árvore de pastas hierarquizada que mostra todas as unidades de
disco, a Lixeira, a área de trabalho ou Desktop (também tratada como uma
pasta); O painel da direita exibe o conteúdo do item selecionado à esquer-
da e funciona de maneira idêntica às janelas do Meu Computador (no Meu
Computador, como padrão ele traz a janela sem divisão, é possível divi-
di−la também clicando no ícone Pastas na Barra de Ferramentas) Para
abrir o Windows Explorer, clique no botão Iniciar, vá a opção Todos os
Programas / acessórios e clique sobre Windows Explorer ou cliquesob
o botão iniciar com o botão direito do mouse e selecione a opção Explorar.
Preste atenção na Figura da página anterior que o painel da esquerda
na figura acima, todas as pastas com um sinal de + (mais) indicam que
contêm outras pastas. As pastas que contêm um sinal de – (menos) indi-
cam que já foram expandidas (ou já estamos visualizando as sub−pastas).
Painel de controle
O Painel de controle do Windows XP agrupa itens de configura-
ção de dispositivos e opções em utilização como vídeo, resolução,
som, data e hora, entre outros. Estas opções podem ser controladas
e alteradas pelo usuário, daí o nome Painel de controle.
Para acessar o Painel de controle
6. Clique em Iniciar, Painel de controle.
7. Inicialmente o Painel de controle exibe nove categorias distintas.
Painel de controle
8. Clique na opção desejada.
9. Na próxima tela escolha a tarefa a ser realizada.
Utilize os botões de navegação:
Voltar Para voltar uma tela.
Avançar - Para retornar a tarefa.
Acima Para ir ao diretório acima.
Pesquisar - Para localizar arquivos, imagens, sons, vídeos, etc.
Pastas Para exibir o conteúdo de uma pasta.
PASTAS E ARQUIVOS
Uma unidade de disco pode ter muitos arquivos. Se todos eles esti-
vessem em um mesmo lugar, seria uma confusão.
Para evitar esse caos, você pode colocar seus arquivos de com-
putador em pastas. Essas pastas são utilizadas para armazenar
arquivos e ajudar a mantê-Ios organizado assim como as prateleiras e
cabides ajudam você a manter suas roupas organizadas
Os destaques incluem o seguinte:
Meus Documentos
4. Digite o nome e tecle ENTER
10. Pronto! A Pasta está criada.
Fazer uma pasta
Excluir arquivos
Recuperar arquivos
Renomear arquivos
Copiar arquivos
Mover arquivos
Entendendo como as pastas funcionam
As pastas contêm arquivos, normalmente arquivos de um tipo relacio-
nado. Por exempIo, todos os documentos utilizados para criar um livro,
como esta apostila por exemplo, residem em uma pasta chamada Apostila.
Cada matéria é um arquivo. E cada arquivo da área de informática é
colocado dentro de uma pasta chamada informática, dentro da pasta
Apostila. Estas pastas mantêm esses arquivos específicos separados de
outros arquivos e pastas no disco rígido.
Meus Documentos
Seu disco rígido do PC tem uma grande quantidade de espaço onde
pode ser feita uma pasta -e então se esquecer do lugar onde você a
colocou. Então o Windows facilita as coisas para você fornecendo uma
pasta pessoal, chamada Meus Documentos. Essa é a localização principal
para todo o material que você criará e usará enquanto estiver no Windows.
Não há nenhuma regra sobre excluir arquivos e pastas até se falar de
Meus Documentos. Você não pode excluir a pasta Meus Documentos. A
Microsoft quer que você a tenha e você irá mantê-la. Então, você deve
conviver com isso! Se clicar com o botão direito do mouse na pasta Meus
Documentos em sua área de trabalho, notará que há uma opção Excluir.
Essa opção é para excluir o atalho, que é realmente o que você vê na área
de trabalho, mas você não está eliminando a pasta Meus Documentos.
Você pode renomear Meus Documentos se quiser. Clique com o botão
direito do mouse na pasta e escolha Renomear. Digite o novo nome.
Embora não seja recomendado.
Você pode compartilhar a pasta Meus Documentos com outros com-
putadores conectados ao seu computador e com aqueles que estão confi-
gurados como um usuário diferente em seu computador. Siga exatamente
os passos.
Compartilhar Meus Documentos
1. Clique com o botão direito do mouse na pasta Meus Documentos.
2. Escolha Propriedades.
3. Clique a guia Compartilhamento.
Isto traz a guia Compartilhamento para frente -onde você de-
cide quem consegue compartilhar, quem não, e quanto con-
trole essas pessoas têm sobre sua pasta.
4. Escolha Compartilhar Esta Pasta.
Tudo agora ganha vida e você tem todo tipo de opção:
Criando uma pasta (DIRETÓRIO)
A pasta Meus Documentos pode ficar facilmente desorganizada se
você não se antecipar e criar pastas adicionais para organizar melhor seu
material. Lembre-se: Meus Documentos é como um grande gabinete de
arquivos. Quando precisar de um novo arquivo, digamos para um novo
assunto, você prepara uma pasta para ele. Conforme continuar a trabalhar,
você preencherá cada pasta com arquivos diferentes.
Criar uma pasta (DIRETÓRIO)
1. Dê um clique duplo em Meus Documentos.
2. Clique em Arquivo > Novo, ou
3. Em Meus Documentos clique com o botão direito do mouse
4. Novo > Pasta
COMO ABRIR ARQUIVOS E PASTAS
Tudo no Windows se abre com um clique duplo do mouse. Abra uma
pasta para exibir os arquivos (e talvez até outras pastas) armazenados
APOSTILAS OPÇÃO A Sua Melhor Opção em Concursos Públicos
Informática A Opção Certa Para a Sua Realização 17
nessa pasta. Abra um arquivo para iniciar um programa, ou abra um
documento para editar.
Abrir um arquivo ou pasta
1. Dê um clique duplo em um ícone da unidade de disco.
O ícone da unidade (C:) é uma boa escolha. Há sempre material
aí dentro. Um clique duplo no ícone abre unidade (C:) e permite que você
veja que arquivos e pastas residem lá.
2. Dê um passeio.
Dê um clique duplo em uma pasta. Isso abre a pasta, e você vê
outra janela cheia de arquivos e talvez ainda mais pastas.
3. Para abrir outra pasta, dê um clique duplo em seu ícone.
4. Feche a pasta quando tiver terminado.
Clique no botão fechar (x) da janela da pasta localizado no canto
superior direito da janela.
Só para lembrá-Io de onde você está com todos estes arquivos e pas-
tas abertos, o nome da pasta atual que está vendo aparece na parte
superior da janela, na barra de título.
Excluindo arquivos
1. Selecione o arquivo destinado a ser destruído.
Clique no arquivo uma vez com o mouse para selecioná-lo.
2. Escolha Excluir a partir do menu Arquivo.
Aparecerá a mensagem: Você tem certeza de que quer enviar o
arquivo para a Lixeira?
3. Clique em Sim.
Se você mudar de ideia, você pode sempre clicar em Não. Se você
escolher Sim, talvez tenha uma breve animação gráfica representando
papéis voando para um balde. Isso significa que seu arquivo está sendo
jogado fora.
Recuperação de arquivos
OK, você exclui o arquivo. Pensando bem, você não está tão seguro
se deveria ter excluído este arquivo. Não se preocupe. Há um ícone em
sua Área de trabalho chamado Lixeira.
Recuperando um arquivo
1. Dê um clique duplo no ícone Lixeira.
2. Localize o arquivo que você excluiu
3. Clique uma vez no arquivo.
4. Clique em Arquivo.
5. Escolha Restaurar.
Renomear um arquivo
1. Localize o arquivo que quer renomear
Você pode utilizar o Explorer, ou se estiver abrindo um arquivo a
partir de qualquer pasta e encontrar aí um arquivo que quer renomear,
você pode seguir os passos abaixo para alterar o nome de arquivo.
2. Pressione a tecla F2.
Depois de pressionar a tecla F2, o texto do nome de arquivo já es-
tá selecionado para você. Você pode substituir inteiramente o nome exis-
tente, simplesmente começando a digitar ou mover o cursor para editar
partes do nome.
3. Digite um novo nome.
4. Pressione Enter.
E aí está: você tem um novo nome.
Copiando arquivos
No Windows, copiar um arquivo é como copiar informações em um
programa: você seleciona o arquivo e então escolhe Copiar do menu
Editar. Para fazer a cópia, você localiza uma nova pasta ou unidade de
disco para o arquivo e então escolhe o comando Colar do menu Editar.
Isso é copiar e colar!
Copiar um arquivo
7. Localize o arquivo que quer copiar8. Clique com o botão direito do mouse no arquivo.
9. Selecione Copiar.
10. Localize o lugar onde você quer colar essa nova cópia.
11. Selecione Editar da barra de menus.
12. Escolha Colar da lista.
Para ser realmente eficiente, você deve fazer isso a partir do Windows
Explorer. Todos os seus arquivos estão listados e disponíveis para serem
manuseados. Apenas selecione o arquivo que quer copiar, escolha Editar
do menu e então clique em Copiar. Agora, vá para a nova localização do
arquivo, clique em Editar novamente no menu e clique em Colar.
Enviar Para
A opção Enviar Para permite enviar uma cópia de um arquivo ou de
uma pasta para uma das muitas localizações: um disquete (normalmente
na unidade A:), sua área de trabalho, um destinatário de correio (por
correio eletrônico) ou a pasta Meus Documentos.
Utilizar Enviar Para
1. Localize seu arquivo (ou pasta).
2. Clique com o botão direito do mouse no arquivo.
3. Escolha Enviar Para.
4. Clique em uma das quatro opções:
Disquete -Você deve ter um disco na unidade A: (ou sua unidade
de disquete).
Área de trabalho - Cria um atalho na área de trabalho para o ar-
quivo ou pasta selecionado.
Destinatário de correio - Abre o programa de correio eletrônico
Outlook Express. Digite o endereço na caixa Para, ou clique no Catálogo
de Endereços ao lado da palavra Para e escolha um endereço de e-mail.
Clique no botão Enviar quando tiver terminado
Meus Documentos - Faz uma cópia do arquivo ou pasta na pasta
Meus Documentos.
Movendo arquivos
Mover arquivos é como copiar arquivos, embora o original seja excluí-
do; apenas a cópia (o arquivo "movido") permanece. É como recortar e
colar em qualquer programa. Lembre-se de que toda a questão em torno
de mover, copiar e excluir arquivos é para manter as coisas organizadas
de modo que seja fácil localizar seus arquivos.
Você pode mover arquivos de duas maneiras: recortando e colando ou
arrastando.
Recortando e colando
Recortar e colar um arquivo ou uma pasta é a opção para se mudar
um arquivo ou pasta para o seu local correto.
Recortar e colar um arquivo
1. Localize o arquivo que você quer utilizar.
Novamente, este arquivo pode ser localizado em qualquer lu-
gar. Abra Meus Documentos, utilize o Explorer, ou uma pasta qual-
quer.
2. Clique com o botão direito do mouse no arquivo.
3. Escolha Recortar.
4. Localize e abra a pasta onde você quer colar o arquivo.
5. Selecione Editar do menu.
6. Selecione Colar.
Pronto!
Arrastando arquivos
Arrastar arquivos é a maneira mais rápida e fácil de mover um ar-
quivo. É especialmente conveniente para aqueles arquivos que você
deixou um pouco largados por aí sem uma pasta para acomodá-los.
Arrastar um arquivo
1. Selecione o arquivo e arraste
Não solte o arquivo depois de clicar nele. Você está literalmente
agarrando o arquivo, e irá arrastá-lo.
2. Paire o ícone sobre a pasta desejada.
Essa é a pasta onde você quer que o arquivo resida.
3. Solte o ícone.
Agora seu arquivo reside seguramente em sua nova casa.
Localizando arquivos e pastas
Por mais que tente se manter organizado, há momentos em que você
não pode se lembrar de onde colocou um arquivo ou uma pasta. Embora o
APOSTILAS OPÇÃO A Sua Melhor Opção em Concursos Públicos
Informática A Opção Certa Para a Sua Realização 18
Windows tente mantê-lo organizado com a pasta Meus Documentos, as
coisas podem ficar confusas.
Felizmente, o Windows fornece um recurso Pesquisar. Esse recurso
procura arquivos e pastas com base em vários tipos de critérios.
Lixeira do Windows
A Lixeira é uma pasta especial do Windows e ela se encontra na Área
de trabalho, como já mencionado, mas pode ser acessada através do
Windows Explorer. Se você estiver trabalhando com janelas maximizadas,
não conseguirá ver a lixeira. Use o botão direito do mouse para clicar em
uma área vazia da Barra de Tarefas. Em seguida, clique em Minimizar
todas as Janelas. Para verificar o conteúdo da lixeira, dê um clique sobre o
ícone e surgirá a seguinte figura:
Atenção para o fato de que, se a janela da lixeira estiver com a apa-
rência diferente da figura acima, provavelmente o ícone Pasta está ativo.
Vamos apagar um arquivo para poder comprovar que o mesmo será
colocado na lixeira. Para isso, vamos criar um arquivo de texto vazio com o
bloco de notas e salva-lo em Meus documentos, após isto, abra a pasta, e
selecione o arquivo recém criado, e então pressione a tecla DELETE.
Surgirá uma caixa de dialogo como a figura a seguir:
Esvaziando a Lixeira
Ao Esvaziar a Lixeira, você está excluindo definitivamente os arquivos
do seu Disco Rígido. Estes não poderão mais ser mais recuperados pelo
Windows. Então, esvazie a Lixeira somente quando tiver certeza de que
não precisa mais dos arquivos ali encontrados.
1. Abra a Lixeira
2. No menu ARQUIVO, clique em Esvaziar Lixeira.
Você pode também esvaziar a Lixeira sem precisar abri-la, para
tanto, basta clicar com o botão DIREITO do mouse sobre o ícone da
Lixeira e selecionar no menu de contexto Esvaziar Lixeira.
Gerenciamento da lixeira
Como alterar a configuração da lixeira
a. Dar um clique simples sobre a lixeira, com o botão direito do mou-
se .
b. Clicar em Propriedades
Pode-se definir
c. se os arquivos deletados devem ser guardados temporariamente
na Lixeira ou sumariamente deletados
d. tamanho da área de disco que poderá ser utilizada pela Lixeira.
e. se deve aparecer a pergunta confirmando a exclusão.
Ajuda do Windows
Para obter ajuda ou suporte do Windows XP, basta executar o seguin-
te comando, pressionar a tecla Alt + F1 será exibido uma caixa de diálogo
com todos os tópicos e índice de ajuda do sistema, caso ainda não seja
esclarecida as suas dúvidas entre em contato com o suporte on-line atra-
vés da internet.
Formatação e cópia de discos
1. Se o disco que você deseja formatar for um disquete, insira-o em
sua unidade.
2. Abra Meu computador e clique no disco que você deseja formatar.
3. No menu Arquivo, aponte para o nome do disquete e clique em
Formatar ou Copiar disco para efetuar uma cópia.
A Formatação rápida remove arquivos do disco sem verificá-lo em
busca de setores danificados. Use esta opção somente se o disco tiver
sido formatado anteriormente e você tiver certeza de que ele não está
danificado. Para obter informações sobre qualquer opção, clique no ponto
de interrogação no canto superior direito da caixa de diálogo Formatar e,
em seguida, clique na opção. Não será possível formatar um disco se
houver arquivos abertos, se o conteúdo do disco estiver sendo exibido ou
se ele contiver a partição do sistema ou de inicialização.
Para formatar um volume básico (formatando o computador)
1. Abra o Gerenciamento do computador (local).
2. Clique com o botão direito do mouse na partição, unidade lógica
ou volume básico que você deseja formatar (ou reformatar) e, em seguida,
clique em Formatar ou copiar disco (ou backup para efetuar uma cópia da
unidade lógica)
3. Selecione as opções desejadas e clique em OK.
Para abrir o Gerenciamento do computador, clique em Iniciar, aponte
para Configurações e clique em Painel de controle. Clique duas vezes
em Ferramentas administrativas e, em seguida, clique duas vezes em
Gerenciamento do computador.
Na árvore de console, clique em Gerenciamento de disco. Importan-
te: A formatação de um disco apaga todas as informações nele contidas.
PERIFÉRICOS DE ENTRADA E SAÍDA
Periféricos
São equipamentos eletrônicos que ficam na “periferia” do computador
e tem como objetivo permitir a comunicação homem-máquina.Esses
Periféricos são classificados de acordo com sua finalidade: Entrada de
Dados, Saída de Dados.
Periféricos de entrada
Todo componente que transmite alguma informação para dentro do
computador.
Mouse
É um dispositivo de apontamento manual que permite selecionar e
mover itens na tela. Um mouse pode ter vários formatos, cores e tama-
nhos. Quase todos os programas vendidos atualmente foram projetados
para trabalhar com o mouse. O mouse é essencial para a utilização do
programa Windows.
Existem dois tipos de conectores para ligar o mouse no gabinete:
Serial, geralmente instalado na porta COM1, que é padrão Win-
dows;
PS2, que é padrão IBM, também utilizado em alguns modelos
Compac.
Os mouses podem ser: mecânicos (com esfera), ópticos (sem esfera –
substitui a esfera por sensores) e sem fio (mecânicos ou ópticos).
Além desses três modelos acima citados, podemos encontrar no mer-
cado, outros modelos de mouse que são:
Trackball: é um mouse invertido que não desliza sobre a me-
sa.Você gira a esfera com os dedos.
Touch pad: é uma superfície sensível a pressão e a movimenta-
ção. Quando você move a ponta do dedo ao longo da superfície, o pontei-
ro na tela se move na mesma direção.
Bastão Apontador: trata-se de um mini-joystick de notebook,
com alavanca geralmente posicionada entre as teclas G, H e B,com o qual
o usuário direciona o cursor na tela.
Joystick: ajuda a controlar o movimento de pessoas e objetos em
muitos jogos no computador.
Periféricos de saída
Todo componente que exibe os resultados manipulados no comuta-
dor. Exs abaixo:
Scanner
O Scanner é um aparelho que digitaliza uma imagem. É como uma
APOSTILAS OPÇÃO A Sua Melhor Opção em Concursos Públicos
Informática A Opção Certa Para a Sua Realização 19
máquina de fotocópia, mas ao invés de copiar, torna cada ponto de cor em
uma imagem digitalizada. Através do Scanner podemos “extrair” imagens
de fotos, jornais, desenhos, e colocá-las em nossos textos. É uma ferra-
menta muito útil para pessoas que trabalham com Editoração Eletrônica.
Scanner de mesa: colocamos uma imagem dentro dele e a imagem
aparece em nosso computador. É necessário um programa de editoração
de imagens para trabalharmos o objeto “escaneado”.
Outros tipos de scanner: scanner de mão, scanner cilíndrico, scanner
para código de barra, OCR (Software para digitalização de textos).
Monitor
O Monitor é o principal meio de exibição de dados. São formados por
tubos de emissão de raios catódicos, que criam feixes de elétrons que são
disparados até a tela revestida de fósforo. A vibração destes feixes é que
faz produzir as centenas de cores existentes em nosso monitor.
O número de cores disponível e a resolução da tela para exibição em
um monitor dependem da Placa de Vídeo, juntamente com o monitor. Não
adianta ter uma ótima placa de vídeo e um monitor que não suportará tais
configurações que a placa consegue exibir e vice-versa.
A placa de vídeo depende da quantidade de memória, para poder exi-
bir desde 16 cores até 16,8 milhões de cores e diferentes resoluções. O
mesmo acontece com a resolução gráfica, ou o número de Pixels existente
em seu monitor. Um Pixel (Picture Elements) é a menor resolução de cor
ou ponto de luz que sua tela pode projetar.
A depender de sua Placa de Vídeo, seu monitor pode também ser
configurado para reduzir os pontos de emissão de luz, dando uma maior
resolução de tela. Através de seu Sistema Operacional é possível esta
resolução aumentar de 640 x 480 pixels, 800 x 600 e 1024 x 768 por tela.
As Placas de Vídeo com alta resolução são imprescindíveis se você deseja
trabalhar com programas que lidem com cores ou desenhos, e jogos que
necessitem exibir muitas telas em tempo muito rápido.
Impressora
A Impressora é um meio fundamental de exibir seus dados, relatórios,
documentos. Existem basicamente cinco tipos de impressoras comerciais
hoje em dia.
Matricial
Um cabeçote de impressão se move pressionando uma fita com tinta,
que ao encostar no papel, o borra.
Jato de tinta
Um cabeçote de impressão se move pela página e em cada pequeno
ponto de impressão é formada uma bolha de calor que estoura no papel,
borrando a tinta.
Laser
Imprime borrando em uma matriz de calor formada a partir da imagem
do documento. É a de melhor qualidade de impressão.
Difusão de cera
Tecnologia parecida com a jato de tinta, com a diferença que é utiliza-
do cera (líquida ou sólida) no lugar da tinta.
Plotter
São utilizados em aplicações profissionais de sinalização interna e ex-
terna e na engenharia.
Os plotters gráficos a tinta e a cera são muito parecidos com as im-
pressoras a jato de tinta e difusão de cera. São, no entanto, muito maior,
imprimem em muitos substratos diferentes (como papel, lona, pano etc.),
atingem resolução fotográfica e suportam tanto uso interno quanto externo.
São utilizados na área de Sign Makers, Designers, Marketing, CAD etc.
TIPOS E CARACTERÍSTICAS BÁSICAS DE UNIDADE DE
DISCO
DISCO RÍGIDO ou HD ou WINCHESTER
Se o Processador é quem executa nossas ordens, e é na Memória
que ele trabalha, será no Disco Rígido ou HD (Hard Disk) onde ele arma-
zenará as informações de modo permanente. É no Disco Rígido onde o
computador lê as informações que serão processadas. Essas informações
são guardadas sob a forma de Arquivos, que são a unidade de armaze-
namento de informação em discos.
APOSTILAS OPÇÃO A Sua Melhor Opção em Concursos Públicos
Informática A Opção Certa Para a Sua Realização 20
Nossos Arquivos podem ser de programas, textos, banco de dados,
documentos, etc. E seu tamanho também varia. Quando o processador lê
um arquivo, o armazenando na memória, ele apenas o copia para lá,
permanecendo o arquivo sem modificação no HD, a não ser que você
queira alterá-lo.
A operação de inserir um arquivo no HD chama-se Gravar, e a de reti-
rar um arquivo chama-se Excluir ou Deletar.
Quando trabalhamos com o HD gravando arquivos, nosso Disco gira
centenas de vezes por minuto, onde uma cabeça magnética de gravação
insere os dados binários na estrutura do disco, sem sequer tocá-lo. Para
que um Disco possa estar útil é preciso que esteja Formatado, ou seja,
tenhamos criado no Disco os lugares para o armazenamento magnético de
nossos dados.
Podemos comparar um HD a uma estante em nossa biblioteca, onde
armazenamos nossos livros para leitura. É no HD onde nossos Arquivos
(livros) são armazenados.
A evolução dos discos rígidos faz com que sua capacidade venha
sendo aumentada a cada ano. Existem winchesters de 20 Mb até alguns
terabytes. Os mais comuns são os de 10, 20, 30, 40, 80, 120, 160 e 200
Giga Bytes.
Pen Drive
Os Pen-Drives são dispositivos de armazenamento com tamanho mui-
to reduzido e com capacidade de 2, 8,16, 128, 256, 512 Mbytes e de 2 a 4
GBytes. É plugado na entrada USB da máquina e é reconhecido automati-
camente pelo Windows XP.
Fita Dat
As Fitas Dat são utilizadas normalmente para efetuar backup em da-
dos importantes. É necessário um drive específico conectado ao computa-
dor para poder ler ou gravar as informações nas fitas dat. Seus taamanhos
são variados: 2, 4, 8, 12, 20, 24, 40, 80 Gbytes.
Zip Drive
O Zip Drive é um disquete de alta capacidade que necessita de um
drive externo para ler ou gravar suas informações. O disquete do Zip Drive
tem tamanho maior que os disquetes normais e suas capacidades também
são maiores: 25,50, 100, 250 Mbytes até 1 Gbytes
CD-RW
CD-RW, e seu drive, são conhecidos como regraváveis. Consegue-se
gravar, apagar e regravar um mesmo CD. Note que este drive utiliza um
tipo especial de CD (diferente dos CD virgens), e que as regravações não
são ilimitadas (como é potencialmente o caso de um HD).
Teclado
TECLADO
O teclado de computador é um tipo de periférico de entrada utilizado
pelo usuário para a entrada manual no sistema de dados e comandos.
Possui teclas representando letras, números, símbolos e outras funções,
baseado no modelo de teclado das antigas máquinas de escrever.1
Os teclados mais comuns são projetados para a escrita de textos e
inserção de comandos de sistema. Juntamente ao rato, é uma das
principais interfaces entre o computador e o utilizador.
Estrutura
Conector DIN de um teclado, usado nos modelos mais antigos.
Os teclados são essencialmente formados por um arranjo de teclas ou
botões. Cada botão tem um ou mais caracteres impressos ou gravados
face, sendo que cerca de cinqüenta por cento dos botões produzem
caracteres gráficos.
As teclas são ligadas a um chip dentro do teclado, responsável por
identificar a tecla pressionada e por enviar as informações para o PC. O
meio de transporte dessas informações entre o teclado e o computador
pode ser sem fio (via rede sem fio,bluetooth ou infravermelho) ou a cabo
(os conectores mais comuns são PS/2 e USB, mas computadores mais
antigos utilizavam padrão DIN).
APOSTILAS OPÇÃO A Sua Melhor Opção em Concursos Públicos
Informática A Opção Certa Para a Sua Realização 21
Design
Teclado padrão.
Comumente, os teclados são formados por teclas paralelas em uma
estrutura plana, horizontal, sobre a qual o utilizador posiciona as mãos a
fim de pressionar, com os dedos, as teclas necessárias à operação.
Entretanto, há diversos desenhos de teclados voltados para fins
específicos. Há também teclados ergonômicos, em que o posicionamento
das teclas busca maior conforto para quem digita.
Arranjo das Teclas
O número de teclas em um teclado padrão varia de 101 a 104 teclas,
entretanto, considerando-se teclas de atalho e outros recursos, é comum
encontrar teclados de até 130 teclas. Também há variantes compactas
com menos de 90 teclas, geralmente encontradas emlaptops e em
computadores de mesa compactos.
Os arranjos mais comuns em países ocidentais se baseiam no
padrãoQWERTY e variantes próximas, como o plano de AZERTY francês.
Teclas adicionais e recursos de Internet
Os teclados de computadores mais modernos são baseados em
versões padrão, mas muitas vezes incluem teclas adicionais, podendo
incluir ou não o teclado complementar numérico. Nos últimos anos,
teclados com recursos específicos para navegação na Internet ficaram
populares. Esses incluem botões extras para aplicações específicas ou
funções (tipicamente em navegador ou cliente de e-mail).
Teclados Alternativos
Foram propostos outros tipos de teclados para equipamento portáteis
pequenos, nos quais a instalação de um teclado comum seria incompatível
por questões de tamanho, por exemplo
Um sistema que permitiu reduzir o número de teclas foi o denominado
"chord" (o nome deriva da palavra inglesa para a palavra acorde, por
analogia com acordes executados em um instrumento musical de teclas).
Nesse sistema, ao pressionar diversas teclas simultaneamente, é
produzido um caractere diferente. Assim, o utilizador deve aprender as
combinações de teclas necessárias para gerar os caracteres de que
necessita. Um exemplo de sistema do tipo “chord” é o teclado de GKOS,
projetado para dispositivos sem fio pequenos.
Outras alternativas são teclados tipo controlador de jogos, como
o AlphaGrip, que também é usado para introduzir dados e texto.
No Brasil, a ABNT certificou dois padrões de teclado baseados no
QWERTY. O ABNT e o ABNT-2.
Comandos
Um teclado também é usado para comandos em um computador. Um
exemplo famoso no PC é a combinação Ctrl+Alt+Del (teclas Control, Alt e
Delete) pressionadas simultaneamente. Nas versões mais recentes
do Microsoft Windows, isto expõe um cardápio com, dentre outras, opções
para controlar as aplicações correntes e desligar o computador. No MS-
DOS e em algumas versões mais antigas de Windows, executa-se o
Ctrl+Alt+Del para reiniciar o computador.
No Linux, pode ser programado pelo administrador para executar
algum comando determinado, como um simples LOGOUT ou mesmo
desabilitado para evitar acidentes, porém o uso principal continua sendo o
de reiniciar a máquina.
Jogos
Um teclado é um dos meios primários de controle em jogos de
computador. Por exemplo, as teclas de seta ou um grupo de letras cuja
disposição se assemelhe ao padrão das teclas de seta – como as teclas
W, A, S, D – pode ser usado para movimento de um personagem num
jogo.
Em jogos, muitas teclas podem ser configuradas de acordo com a
preferência do usuário. Teclas com letras do alfabeto também executam,
às vezes, ações que começam com aquela letra. O teclado é menos ideal
quando muitas teclas são pressionadas simultaneamente. Como os
circuitos são limitados, só um certo número de teclas serão registradas por
vez. Um exemplo óbvio disto é o bloqueio fundamental. Em teclados mais
velhos, devido ao desenho do circuito, apertando simultaneamente às
vezes três teclas resulta em um comando. Teclados modernos impedem
que isto aconteça bloqueando a 3ª tecla em certas combinações
fundamentais, mas enquanto isto previne o aparecimento de teclas de
fantasmas, também significa que quando duas teclas estiverem
simultaneamente pressionadas, muitas das outras teclas no teclado não
responderão até que uma das duas teclas pressionadas seja solta. São
projetados teclados melhores de forma que isto raramente acontece em
programas de escritório, mas permanece um problema em jogos igual em
teclados caros, devido à configuração de comando com teclas
freneticamente diferentes em jogos diferentes.
Tecla de atalho
Uma tecla de atalho (ou atalho de teclado) é uma tecla ou um
conjunto de teclas de teclado que ao serem pressionadas, é realizada uma
ação que pode ser a chamada de um determinado programa ou chamada
de uma função de um programa ou do sistema operacional. A mesma ação
geralmente pode ser executada de outra forma, como por um botão, um
clique do mouse, ou por uma barra de menu, mas a redução de esforço e
tempo proporcionada ao usuário no acesso a este recurso é o que o fez
ficar conhecido por este nome.
O uso deste recurso no computador, além de proporcionar maior
produtividade, facilita o acesso e manuseio de programas por parte
de usuários portadores de necessidades especiais. Daí porque as teclas
de atalho serem um dos pontos mencionados em recomendações e
normas de acessibilidade no uso de computadores.
Na maioria das interfaces gráficas, as teclas de atalho são indicadas
ao lado de cada opção de menu ou no próprio texto da opção. Nesta
última hipótese, a tecla de atalho é indicada por uma letra sublinhada do
texto da opção do menu, indicando que a tecla de atalho é formada pela
tecla Alt seguida da tecla associada à letra sublinhada.
Teclas Modificadoras
As teclas modificadoras são as que devem ser pressionadas em
conjunto com outra tecla para formar uma tecla de atalho. Normalmente
sozinhas elas não executam nenhuma ação. Um bom exemplo são as
teclas Shift , Ctrl ou Alt , presentes em boa parte dos computadores
atuais.
Para teclas de atalho formadas por um conjunto de mais de uma tecla,
a sua chamada se faz geralmente com o usuário pressionando primeiro
uma ou mais teclas modificadoras simultaneamente, e com esta(s)
pressionada(s), pressiona-seuma outra tecla, liberando todas em seguida.
Notação
As teclas de atalho mais simples consistem de somente uma tecla.
Para esses casos, geralmente escreve-se somente o nome da tecla, como
em uma mensagem "Aperte F1 para Ajuda". O nome da tecla é pode ser
envolvido em símbolos, como [F1] ou <F1>.
Várias teclas de atalho envolvem uma ou mais teclas modificadoras.
Para esses casos, a notação é listas os nomes das teclas separados pelo
símbolo de adição ou por hífen. Por exemplo: Ctrl + C ou Ctrl - C . A
APOSTILAS OPÇÃO A Sua Melhor Opção em Concursos Públicos
Informática A Opção Certa Para a Sua Realização 22
tecla Ctrl é por vezes indicada através do acento circunflexo, sendo
que Ctrl - C pode ser escrito como ^C.
Algumas teclas de atalho requerem que as teclas sejam pressionadas
individualmente, em sequência. Para esses casos, a notação é escrever os
nomes das teclas entre vírgula ou ponto-e-vírgula. Por
exemplo Alt + F , S " ou " Alt + F ; S " significa pressionar Alt e F em
conjunto, soltar e então pressionar S .
Tecla de acesso
Em um navegador, uma tecla de acesso é uma tecla de atalho que
permite ao usuário acesso a uma parte específica de uma página web. O
conceito foi introduzido em 1999 e rapidamente obteve suporte em
diversos produtos.
Na maioria dos navegadores, a tecla de acesso é formada pela tecla
modificadora Alt (no PC) ou Ctrl (no Mac) pressionada em conjunto com
o caractere apropriado do teclado, definido pela página web. No Opera,
utiliza-se Shift + Esc seguido do caractere apropriado. No Mozilla
Firefox 2.0 a combinação mudou para Alt + Shift .
Enquanto no Mozilla e no Firefox a hiperligação é acessada
imediatamente após o uso da tecla de acesso, o Internet Explorer somente
foca a hiperligação, requerendo o pressionamento de Enter para ativar a
hiperligação.
Programação
Teclas de acesso são especificadas em HTML através do
atributo accesskey. O valor do atributo corresponde ao caractere que
o usuário deve pressionar após a O código acima fará com que o usuário,
ao pressionar Alt + Shift + h (no Firefox), seja acessada a
página index.html.
Tecla de função
Uma tecla de função é uma tecla num teclado de
um computador ou terminalque pode ser programada de modo a realizar
uma determinada ação quando pressionada1 . Em alguns
teclados/computadores, teclas de função podem ter ações-padrão
definidas na inicialização do sistema.
Teclas de função num terminal podem gerar sequências curtas e fixas
de caracteres, frequentemente começando com o
caractere ESC (ASCII 27), ou os caracteres que geram podem ser
configurados enviando sequências especiais de caracteres ao terminal.
Num teclado-padrão de computador, as teclas de função podem gerar um
código fixo, de um único byte, fora da faixa normal ASCII, a qual é
traduzida em alguma outra sequência configurável pelodriver de teclado ou
diretamente interpretada por um aplicativo. Teclas de função podem ter
(abreviaturas de) ações-padrão impressas sobre e/ou próximas delas, ou
ostentar as designações mais comuns de "F-número" ( F13 , F4 ... etc).
BR-Nativo
BR-Nativo é um layout de teclado baseado nos conceitos do Teclado
Simplificado Dvorak e adaptado à língua portuguesa, conforme escrita
no Brasil.1 Há também versões para o português de Portugal. Esse leiaute
de teclado foi desenvolvido para aumentar o conforto de quem o utiliza,
reduzindo assim o risco de adquirir lesões relacionadas à digitação
frequente e por longos períodos.
Os padrões atuais de teclados para a lingua portuguesa são baseados
no QWERTY, que foi projetado para as máquinas de escrever antigas. A
disposição de teclas do teclado nativo transfere o foco da máquina para o
ser humano. Esse novo arranjo se preocupa com o conforto de quem
digita, e não com a mecânica dos teclados.
Para chegar à disposição de teclas atual foram feitos estudos sobre a
frequência dos caracteres latinos e das palavras mais usadas na língua
portuguesa. As teclas foram distribuídas de modo equilibrado, colocando
as teclas mais frequentes na linha central do teclado. As vogais foram
posicionadas à esquerda da linha central para possibilitar uma digitação
alternada entre as mãos direita e esquerda.
Embora não existam no mercado teclados nesse novo padrão, não é
difícil adaptar um teclado tradicional para o padrão BR-Nativo. Além disso
as teclas podem ser arrumadas de modo a atender públicos específicos
como programadores e esperantistas.
Apesar dos benefícios que o leiaute promete, ainda há alguma
resistência por parte de algumas pessoas. Alguns argumentam que o
esforço de aprendizado não compensa e que estão satisfeitos com seu
desempenho no QWERTY. Outro aspecto que dificulta a adoção do
arranjo é o desconhecimento pela grande maioria das pessoas de que
existem outros padrões de teclado.
Para aqueles que se aventuram em aprender o layout, pode ocorrer
alguma confusão inicial em relação à forma de digitar antiga, assim como o
que ocorre com o aprendizado de um novo idioma. Mas com o tempo e a
prática a alternância entre os padrões se torna imperceptível, ocorrendo
com a mesma naturalidade que os falantes bilíngues têm ao mudar de
contexto linguístico.
Características
Enquanto no QWERTY, para a frequência média de uso das 26 letras
+ o Ç, temos a primeira linha do teclado usada em 49%, a segunda em
33,5% e a terceira em 17,5%, com o Br-Nativo teríamos a 2ª linha como a
mais usada com 71,5%, a 1ª com 19,5% a a 3ª com somente 9%. Essa
distribuição do uso das linhas no uso do Br-Nativo não difere muito
daquela para o Inglês que seria: 1ª 22%, 2ª 70% e 3ª 8%.
A 2ª linha, a mais usada do Br-Nativo, apresenta à esquerda as
5 vogais (A,O,E,U,I da esq. p/ dir.) e à direita 5 consoantes muito usadas
(D,H,T,N,S). Com a muito frequente alternância de vogal-
consoante do Português, essa distribuição reduz muto os movimentos das
mãos ao datilografar. Nessa 2ª linha há ainda o Ç bem à esquerda, depois
do : ;, sendo essa a única diferença do Teclado simplificado dvorak do
inglês.
As demais linhas do "Dvorak" Br Nativo são idênticas às do "Dvorak"
Inglês: 1ª <,>,P,Y,F - G,C,R,L; 3ª Q,J,K,X - B,M,W,N,S.
Quanto à distribuição dos uso das mãos direita ou esquerda do
"Dvorak", temos:
Inglês - Esquerda 43,6% - Direita 56,5%; praticamente o oposto
do QWERTY (Dir. 43,5%; Esq.56,5%)
Português - Esquerda 52% - Direita 48%; contra Esquerda 61%
- Direita 39%, no QWERTY
A numeração (algarismos) superior à primeira linha de letras no Br-
Nativo (Dvorak) não difere daquela do QWERTY - português; porém,
o Dvorak - inglês tem a sequência diferente: 7,5,3,1,9,0,2,4,6,8.
O Teclado é nossa principal ferramenta de trabalho com o computa-
dor, e é com ele que digitamos documentos, além de muitas teclas servi-
rem de comandos de operações em programas e no Windows.
Um teclado pode ter de 102 a 114 teclas, sendo divididas em 5 partes
da seguinte forma: alfanumérico (a-z, símbolos e acentos), numérico (0-9),
movimentação (setas), comandos (Ctrl, Shift, Alt, Esc, Enter, etc) e teclas
de função (F1 à F12).
Algumas teclas de maior importância e suas funções:
Enter ou Return: é a tecla que marca o fim da linha. Quando é
pressionada, subentende-se que o que foi digitado em seguida deverá sair
na próxima linha, neste caso utilizando um programa de texto.
F1 a F12: são as teclas de funções dos programas. Estas exer-
cem determinadas funções de acordo com o programa que está rodando,
as funções efetuadas variam entre os programas.
Esc, Ctrl e Alt: são teclas de escape, teclas de controle e teclas
de alteração respectivamente. Controlam a operaçãoem seu computador.
Tab: é semelhante a tecla de tabulação da máquina de escrever.
APOSTILAS OPÇÃO A Sua Melhor Opção em Concursos Públicos
Informática A Opção Certa Para a Sua Realização 23
Caps Lock: é a tecla que trava as maiúsculas.
Shift: é a tecla temporária das maiúsculas. As letras sairão mai-
úsculas enquanto a tecla Shift estiver sendo pressionada.
Shift: é a tecla temporária das maiúsculas. As letras sairão mai-
úsculas enquanto a tecla Shift estiver sendo pressionada.
Nota: Quando a tecla Caps Lock estiver acionada, se pressionar a
tecla Shift as letras sairão minúsculas, ou seja, reverterá a função da Caps
Lock
Backspace: é a tecla de retrocesso da máquina de escrever. Em
alguns equipamentos ela pode aparecer simplesmente como um símbolo
de uma seta
Num Lock: quando essa tecla é acionada ficam disponíveis os
números do lado direito do teclado (teclado numérico). Quando desativado
fica valendo as outras funções das teclas.
Insert: usa-se para fazer inserções de linha, caracteres ou pala-
vras.
Delete: apaga o caractere em que estiver posicionado o cursor.
Page Up: retorna uma tela anterior a que está localizada.
Page Down: avança uma tela após a que está localizada.
ATALHOS DE TECLADO
ALGUNS ATALHOS DO WORD:
Alt + Ctrl + F Insere nota de rodapé, aquela com o nú-
mero 1 sobrescrito no texto e a referência
no pé da página
Alt + Ctrl + I, O, P ou N Muda estilo de visualização da página
Alt + Ctrl + Y Vai para início da página seguinte
Alt + Ctrl + M Insere comentário
Ctrl + [ ou ] Diminui ou aumenta tamanho da fonte em
um ponto
Ctrl + = aplica subscrito
Ctrl + Shift + = Aplica sobrescrito
Ctrl + 1, 2 ou 5 Define espaçamento entre linhas simples,
duplo ou de 1,5 linha
Ctrl + D Abre caixa de formatação de fonte
Ctrl + End Vai para fim do documento
Ctrl + I, N ou S Aplica efeito itálico, negrito ou sublinhado
em termos selecionados
Ctrl + T Seleciona todo o texto
Ctrl + U Localiza e substitui palavras ou expres-
sões
Ctrl + Del ou backspace Apaga palavra seguinte ou anterior
Ctrl + Shift + F8 Ativa seleção de bloco quadrilátero de tex-
to
Ctrl + Shift + C ou V Copia ou cola formatação de fontes
F4 Repete a última ação
F7 Verifica ortografia e gramática
F12 Salvar como
Shift + F3 Aplica letras maiúsculas em todo o texto
selecionado
Shift + F7 Abre dicionário de sinônimos
Ctrl + Home vai para o início do "mesmo" documento
ATALHOS DO EXCEL:
shift + ctrl + seta p/ baixo vai para o ultimo registro da coluna
shift + ctrl + seta p/ cima vai para o primeiro registro da coluna
shift + ctrl + seta p/ direita vai para o ultimo registro da linha
shift + ctrl + seta p/ esquerda vai pra o primeiro registro da linha
ctrl + pgdown vai para a próxima planilha
ctrl + pgup vai para a planilha anterior
shfit + tab volta uma célula
ATALHOS PARA TRABALHAR COM POWERPOINT
Confira uma seleção de teclas de atalho para agilizar as tarefas mais
comuns do soft de apresentações PowerPoint.
Ctrl M — novo slide (em branco)
Ctrl Y — repetir criação de novo slide;
Ctrl D — cria novo slide igual ao selecionado;
F5 — iniciar a apresentação de slides;
ESC — sair da apresentação;
Ctrl P — imprimir apresentação;
Ctrl G — colocar grades e guias;
Ctrl K — inserir hyperlink;
F7 — verificar ortografia;
. (ponto) — durante uma apresentação, deixa a tela inteira preta (para
voltar é só pressionar qualquer tecla);
, (vírgula) — durante uma apresentação, deixa a tela inteira branca
(para voltar é só pressionar qualquer tecla);
Botão esquerdo e botão direito do mouse por dois segundos — duran-
te uma apresentação, volta para o slide inicial
Word 2003/2007
Adaptação
Se você está migrando agora de uma versão anterior para o Word
2007, fique atento à guia “Início”, da faixa de opções. Os comandos mais
comuns para as tarefas do seu dia-a-dia estão nessa guia, o que dispensa
a constante procura pelo comando que você quer executar, como aconte-
cia muito nos antecessores do Word 2007.
A faixa de opções tem um sistema “inteligente”. Por exemplo: se você
adicionar uma tabela ou imagem, aparecerá uma nova guia em destaque
na faixa de opções, contendo comandos adicionais que podem ser usados
para editar o objeto que você acabou de criar.
Caso você não se adapte tão facilmente ao novo modo de trabalho do
Word 2007, é possível abrir as janelas clássicas clicando na seta que fica
à direita do nome do grupo, conforme a imagem abaixo:
Veja que, clicando na área indicada na imagem, você poderá abrir a
janela de formatação de fonte. Perceba que nem todos os grupos possu-
em opções adicionais e, portanto, não exibirão a seta (como o grupo
“Edição”, por exemplo).
Monitores pequenos acabam tendo boa parte de sua tela ocupada pe-
la faixa de opções. Assim como a barra de tarefas do Windows, você pode
fazer com que a faixa de opções do Office só apareça quando for clicada.
Para tanto, clique com o botão direito do mouse sobre uma área da faixa
de opções que não contenha botões e selecione a opção “Minimizar a
Faixa de Opções”.
Veja como o visual do programa fica mais limpo dessa forma. Para
voltar a faixa de opções ao normal, repita o procedimento mostrado acima.
Lembra que nos Offices anteriores aos 2007 havia um ícone de im-
pressora, para que o documento fosse enviado rapidamente para a im-
pressora? Na versão 2007, este ícone foi retirado, mas se você preferia
APOSTILAS OPÇÃO A Sua Melhor Opção em Concursos Públicos
Informática A Opção Certa Para a Sua Realização 24
que ele estivesse, é possível adicioná-lo no topo da janela, juntamente
com os comandos de Salvar, desfazer e refazer.
Clique na pequena seta, conforme a imagem acima e selecione a op-
ção “Impressão rápida”. O botão de impressora será exibido para que você
imprima sem precisar definir inúmeros parâmetros. Se quiser, você tam-
bém pode adicionar qualquer outro comando a essa área da janela, basta
selecionar no menu, ou clicar na opção “Mais Comandos...”.
Formatação
Elementos do Word que podem ter estilos aplicados, como texto ou
tabelas, têm um sistema de pré-visualização. Sempre que você quiser
aplicar um estilo, basta selecionar o texto ou elemento desejado e passar o
mouse sobre os vários estilos disponíveis.
Quando fizer isso, o Word automaticamente alterará o visual da sele-
ção para o estilo que você está com o mouse em cima. Essa ferramenta é
particularmente útil para ganhar tempo, já que você não precisa mais
aplicar, um a um, todos os estilos até achar o que mais agrada.
Alguns usuários costumam formatar de uma forma personalizada os
documentos que produzem. Porém, o Word tem um padrão de formatação
que sempre será o mesmo, a menos que você mude o modelo do docu-
mento padrão. Caso você queira que o Word sempre deixe a fonte Verda-
na, tamanho 10, clique na seta que fica ao lado do nome do grupo “Fonte”,
para exibir a janela de formatação de fonte.
Altere as opções que quiser e clique no botão “Padrão”. O Word per-
guntará se você quer que todos os documentos baseados no modelo
padrão passem a ser criados já com as alterações. Clique em “Sim” e
repita o procedimento para outros atributos, como parágrafos justificados e
espaçamento entre linhas.
*Sempre que você ver o botão “Padrão...” em uma caixa de diálogo, é
porque existe a possibilidade de tornar padrão as opções selecionadas por
você naquela janela.
Você deve saber que, se precisar enviar um documento do Word para
alguém, deve usar fontescomuns, pois se aquelas que você usou não
estiverem instaladas no outro computador, o Word as substituirá por fontes
padrão. Isso impede você de incrementar visualmente seu documento,
certo? Errado! No Word 2007, você pode incorporar as usadas no docu-
mento quando salvá-lo, para que ele seja exibido corretamente em qual-
quer computador que for aberto.
Clique no botão com o símbolo do Office, depois em “Opções do
Word”. No item “Salvar”, marque a opção “Incorporar fontes no arquivo” e
“Incorporar somente os caracteres usados no documento”, depois clique
em OK. Agora, as fontes que não forem padrão do sistema serão incluídas
no seu arquivo, para que outros computadores sejam capazes de visuali-
zar o texto corretamente.
Comandos
Em uma eventual falta de atenção, você pode acabar digitando a
mesma palavra duas vezes, ou mesmo escrever de forma incorreta, preci-
sando teclar o backspace várias vezes para excluí-la. Um comando que
deixa o procedimento mais rápido é o CTRL + DELETE, caso o cursor
esteja posicionado antes da palavra; ou o CTRL + BACKSPACE, se o
cursor estiver depois da palavra a ser excluída. Pressionando essa combi-
nação de teclas, você remove rapidamente palavras inteiras do texto.
Criar tabelas no Word é uma tarefa corriqueira para muitos usuários.
Porém, perde-se muito tempo e muitos cliques para se criar tabelas, por
mais simples que se queira. No Word 2007, há uma maneira extremamen-
te prática de fazer isso: utilizando o sinal de adição (+) e o sinal de subtra-
ção (-).
O sinal de adição delimita as colunas e o sinal de subtração, usado
repetidas vezes, cria a largura das colunas. Depois de satisfeito, tecle
ENTER para que os símbolos sejam transformados em uma tabela. Veja a
imagem abaixo, que ilustra o procedimento.
Salvando
Muitos usuários do Microsoft Office ainda não atualizaram para a ver-
são 2007, que possui um novo formato de arquivo para facilitar a integra-
ção com outros programas. Versões anteriores do Word não são capazes
de ler documentos feitos no Word 2007, a menos que o usuário tenha
instalado o pacote de compatibilidade. Caso você troque documentos
frequentemente com pessoas que não usam o Word 2007, vale a pena
configurar o programa para que sempre salve os arquivos em um formato
que versões como 97 e 2003 possam ler.
Clique no botão com o símbolo do Office e depois em “Opções do
Word”. Vá até o item “Salvar”, na opção “Salvar arquivos neste formato”,
selecione “Documento do Word97-2003 (*.doc)” e clique em OK. Pronto!
Agora todos os documentos que você salvar terão o formato compatível
qualquer versão do Office a partir da 97.
Quem atualiza muitas informações em espaços curtos de tempo, não
pode se dar ao luxo de perder um bocado de trabalho porque esqueceu de
salvar o documento com frequência. Para isso serve o arquivo de AutoRe-
cuperação. Contudo, o período de tempo normal que o Word salva é de 10
minutos, o que para o caso mencionado, é muito tempo.
Clique no botão com o síbolo do Office e depois em “Opções do
Word”. No item “Salvar”, reduza o intervalo de tempo do item “Salvar
informações de AutoRecuperação a cada” para 1 minuto. Assim, você não
terá problemas em qualquer eventualidade, como quedas de energia ou
travamento do PC.
O Word 2007 está com um novo formato, uma nova interface do usuário
que substitui os menus, as barras de ferramentas e a maioria dos painéis
de tarefas das versões anteriores do Word com um único mecanismo
simples e fácil de aprender.
A nova interface do usuário foi criada para ajudá-lo a ser mais produtivo no
Word, para facilitar a localização dos recursos certos para diversas tarefas,
para descobrir novas funcionalidades e ser mais eficiente.
A principal substituição de menus e barras de ferramentas no Office Word
2007 é a Faixa de Opções. Criada para uma fácil navegação, a Faixa de
Opções consiste de guias organizadas ao redor de situações ou objetos
específicos.
Os controles em cada guia são organizados em diversos grupos. A Faixa
de Opções pode hospedar um conteúdo mais rico que o dos menus e das
barras de ferramentas, incluindo botões, galerias e caixas de diálogo.
SALVANDO O DOCUMENTO
Definição: salvar um documento significa guardá-lo em algum lugar no
computador para quando você quiser utilizá-lo novamente é só abri-lo que
tudo o que você fez estará lá intacto do jeito que você deixou
1º Salvando clique em e escolha Salvar como (CTRL+B)
2º Nesta tela é que você define onde será salvo e o nome desse arquivo
depois clique em salvar
Diferença entre salvar e salvar como
Salvar como: é usado sempre que o documento for salvo pela primei-
ra vez, mesmo se for clicado em salvar aparecerá à tela do salvar co-
mo.
Salvar: É usado quando o documento já esta salvo e você o abre para
fazer alguma alteração nesse caso usa-se o salvar.
ABRINDO DOCUMENTO
1º Clique em e escolha Abrir (CTRL+A)
2º Nesta tela é só procurar o arquivo onde foi salvo
DESFAZER
Definição: Desfaz a digitação, supomos que você tenha digitado uma linha
por engano é só clicar no botão desfazer que ele vai desfazendo digitação.
A opção desfazer é localizado no topo da tela
(CTRL+Z)
REFAZER
Definição: supõe-se que você tenha digitado dez linhas a apagou por
engano nove linhas, para você não ter que digitar as nove linhas tudo de
novo clique no Botão Refazer ou (CTRL+Y)
APOSTILAS OPÇÃO A Sua Melhor Opção em Concursos Públicos
Informática A Opção Certa Para a Sua Realização 25
A opção refazer digitação esta localizada no topo da tela
VISUALIZAR IMPRESSÃO
Definição: visualiza o documento como ele vai ficar quando for impresso.
A opção visualizar impressão esta localizada no topo da tela por pa-
drão o botão visualizar impressão não aparece.
1º Colocar o botão clique na seta ao lado do Refazer digitação vai apare-
cer um submenu marque a opção visualização de impressão
2º clique sobre
Obs. Coloque o cursor do mouse sobre a tela branca vai aparecer uma
lupa com um sinal de + significa que você pode aumentar o zoom quando
dentro da lupa aparecer um sinal de – significa para reduzir o zoom
3º Sair da Visualização aperte a tecla ESC ou
VISUALIZAR DUAS PÁGINAS
Definição: Serve para quando for necessário visualizar mais de uma pagi-
na ao mesmo tempo em que esta localizada na mesma tela anterior
MUDANDO DE PAGINA
Definição: Essas opções PRÓXIMA PÁGINA e PÁGINA ANTERIOR que
aparecem quando você visualiza impressão elas permitem que você
visualize todas as páginas de seu documento sem precisar sair do visuali-
zar impressão.
1º clique
Navega para a próxima página do documento
Navega para página anterior do documento
ZOOM
Definição: Zoom significa Aumentar ou diminuir a visualização do docu-
mento você define o zoom em porcentagem quando o zoom é aumentado
você consegue visualizar o seu documento mais próximo da tela, quando
ele é diminuído você consegue visualizar o documento mais distante da
tela.
1º Aba Exibição clique
3º Nesta tela que é definido o tamanho do zoom
Definição: O criar um novo documento em branco
1º Clique no Botão Microsoft Office e, em seguida, clique em
Novo ou CTRL+O
2º Escolha Documento em Branco e Criar
IMPRESSÃO RÁPIDA
Definição: imprime em folha
Por padrão esse botão não aparece no topo para colocá-lo
1º clique sobre a Impressora
IMPRIMIR
Definição: Outro modo de imprimir um documento aqui poderá escolher
quais páginas, quantas cópias serão impressas, enquanto na impressão
rápida ele imprime o documento inteiro se tiver 10 páginas as 10 serão
impressas.
1º clique sobre ou (CTRL+P)
APOSTILASOPÇÃO A Sua Melhor Opção em Concursos Públicos
Informática A Opção Certa Para a Sua Realização 26
2º Clique em imprimir a caixa de dialogo abaixo é onde é definida a im-
pressão
Definição:
Em Intervalo de Página
Todos: Significa que todas as páginas do documento serão impressas
Página Atual: Significa que apenas a página que tiver o cursor nela
será impressa
Paginas: Neste campo são definidas quais páginas serão impressas
ex: 1, 2,3 coloque a vírgula como separador Em Cópias
Numero de Cópias: escolha a quantidade de cópias que você irá
querer clicando na setinha pra cima para aumentar e setinha pra baixo
para diminuir a quantidade de cópias
ORTOGRAFIA E GRAMÁTICA
Definição: a verificação de ortografia permite a correção de erros orto-
gráficos e de palavras digitadas erradas, existe o erro que aparece com
um risco verde em baixo da palavra significando que aquela palavra tem
erro ortográfico, ou seja, excesso de espaço, conjugação do verbo errado,
erro de crase, etc.
Existe também outro erro quando a palavra aparece com um risco
vermelho este tipo de erro aparece quando a palavra digitada não existe
no dicionário do Word.
Obs. Um exemplo utilizando os dois erros o Verde e o Vermelho
1º O primeiro erro é o verde esta entre Carga e o do contém entre essas
duas palavras um excesso de espaço, ou seja, ao invés de se colocar
apenas um espaço foi colocado dois.
Ex: Carga do Sistema Operacional
2º O Segundo erro é o vermelho o ocasionamento deste erro foi que no
dicionário do Word a palavra que existe é ortográfico e não ortogra-
fio.
Ex:Verifique a ortografio
Corrigindo o erro: Existem duas formas de se corrigir erros ortográficos
1º forma:
Clique com o botão direito sobre o erro verde
Olha que beleza o Word acusou o erro, esta mostrando que existe
excesso de espaço entre as palavras em questão para corrigi-la clique
sobre a opção que lhe é mostrada que é verificar o excesso de es-
paço entre as palavras que o erro é corrigido automaticamente.
Clique com o botão direito sobre o erro vermelho
O Word mostra várias opções que ele encontrou em seu dicionário
basta escolher a correta e clicar em cima, no nosso caso a primeira opção
é a correta clique-a, caso nenhuma das opções que o Word mostrar fosse
a correta clique na opção Ignorar que o Word não corrigirá a palavra em
questão se em seu texto tiver 10 palavras Ex: “ortografio” caso você queira
ignorar este erro, ou seja, mantê-lo não precisa ignorar um por um, clique
na opção Ignorar tudo que todas as palavras “ortografio “serão ignora-
das”.
2º Forma: é usar o Corretor ortográfico
1º Aba Revisão ou (F7)
Observe a tela abaixo: o Word acusou excesso de espaço entre as duas
palavras caso esteja correto, clique no botão Ignorar uma vez caso esteja
errado escolha a sugestão do corretor que é Verifique o excesso de
espaço entre as palavras clique no botão Alterar no nosso caso o exces-
so de espaço esta errado, clique em Alterar.
Próximo erro: O Word acusou outro erro e mostra várias opções para
que você escolha procure a palavra que é correta e clique em Alterar no
nosso caso a correta é a primeira que ele mostra selecione-a e clique em
Alterar
SELECIONANDO TEXTO
Definição: Para selecionar um texto coloque o cursor do mouse antes
da primeira palavra do texto quando o cursor virar um I clique com o botão
esquerdo e o segure arrastando-o, olhe no exemplo abaixo a parte roxa é
a parte do texto selecionada.
Ex:
COPIANDO TEXTO
Definição: Quando é necessário utilizar um determinado texto em ou-
tro documento não é necessário digitar tudo novamente faça o seguinte.
1º selecione parte do texto a ser copiado
2º Na Aba Inicio clique sobre Copiar ou (CTRL+C)
COLAR O TEXTO
Definição: Colar significa pegar o texto que foi copiado e colocá-lo em
outro lugar.
1º Após ter copiado o texto no exemplo anterior
2º Na Aba Início clique em Colar ou (CTRL+V)
RECORTAR TEXTO
Definição: Recortar um texto é o ato de se transferir de um lugar para
outro, sendo diferente do copiar que copia o texto e mantém o texto no
lugar, enquanto que o recortar arranca-o daquele lugar onde esta para
outro que você escolher.
1º selecione o texto a ser recortado
2º na Aba Inicio clique sobre Recortar ou (CTRL+X)
Negrito
Definição: O negrito geralmente é utilizado para destacar uma letra,
uma palavra que você acha muito importante quando o negrito é colocado
a letra fica mais grossa que as normais.
1º Selecione o texto a ser negritado
2º Aba início clique em Negrito ou (CTRL+N)
Ex: Carro
APOSTILAS OPÇÃO A Sua Melhor Opção em Concursos Públicos
Informática A Opção Certa Para a Sua Realização 27
Obs. Para retirar o negrito do texto selecione o texto que foi negritado
e desmarque a opção
Sublinhado
Definição: O sublinhado faz com que o texto fique com um risco em
baixo
1º Selecione o texto a ser sublinhado
2º Aba Início clique em Sublinhado ou (CTRL+S)
Ex: Office 2007
Obs. Para retirar o sublinhado do texto selecione o texto que foi subli-
nhado e desmarque a opção
Itálico
Definição: A letra com itálico fica tombada
1º Selecione o texto a ter o itálico
2º Aba Início clique em Itálico ou (CTRL+I)
Ex: Office 2007
Tachado
Definição: A letra tachada fica com um risco no meio dela
1º Selecione o texto a ser Tachado
2º Aba Início clique em Tachado
Ex: Carro
Obs. Para retirar o tachado do texto selecione o texto que tem o Ta-
chado e desmarque a opção
Cor da fonte
Definição: Cor da fonte é utilizada quando se deseja alterar a cor do
texto ou de uma palavra
1º Selecione o texto a ser mudada a cor
2º Aba Início clique em Cor da Fonte
Obs. Quando falar fonte significa letra
Tipo da fonte
Definição: Tipo da fonte permite ao usuário a mudança do estilo da le-
tra.
1º Selecione o texto a ser mudado o tipo da fonte
2º Aba Início clique em Tipo da Fonte ou
(CTRL+SHIFT+F)
Ex: Carro
Tamanho da fonte
Definição: Tamanho da fonte permite que a letra seja aumentada ou
diminuída
1º Selecione o texto a ser mudado o tipo da fonte (letra)
2º Aba Início clique em Tipo da Fonte ou (CTRL+SHIFT+P)
Aumentar Fonte
Definição: Aqui é outro modo de se aumentar a letra
1º Selecione o texto a ser mudado
2º Aba Início clique em Aumentar Fonte ou (CTRL+SHIFT+>)
Reduzir Fonte
Definição: outro modo de se diminuir o tamanho da letra
1º Selecione o texto a ser mudado
2º Aba Início clique em Reduzir Fonte ou (CTRL+SHIFT+<)
Primeira letra da sentença em maiúscula
Definição: faz com que a primeira letra do parágrafo selecionado fique
em maiúscula
1º Aba Início
Ex: Convertendo a primeira letra para maiúscula
Minúscula
Definição: faz com que todo texto selecionado fique em minúscula
1º Aba Início
Ex: convertendo todo texto para minúscula
Maiúsculas
Definição: Faz com que todo texto selecionado fique em maiúscula
1º Aba Início
Ex: CONVERTENDO TODO TEXTO SELECIONADO PARA MAIÚS-
CULA
Colocar cada palavra em maiúscula
Definição: faz com que toda inicial das palavras passem para maiús-
cula
1º Aba Início
Ex: Convertendo A Inicial De Cada Palavra
Alinhar à Esquerda
Definição: Faz com o alinhamento do texto fique a esquerda.
1º Selecione o texto a ser alinhado
2º Aba Início clique em Alinhar Texto a Esquerda ou (CTRL+Q)
Centralizar
Definição: Faz com que o texto digitado fique no centro da página
1º Selecione o textoa ser alinhado
2º Aba Início clique em Centralizar ou (CTRL+E)
Alinhar à Direita
Definição: Faz com o texto fique alinhada a sua direita
1º Selecione o texto a ser alinhado
2º Aba Início clique em Alinhar texto à Direita
Justificar
Definição: Alinha a margem direita e esquerda, adicionando espaços
extras entre as palavras conforme o necessário
1º Selecione o texto a ser alinhado
2º Aba Início clique em Justificar ou (CTRL+J)
Ex: A memória ROM significa Memória apenas de leitura. Esta memó-
ria que esta fixa ao computador, não pode ser ampliada e vem com instru-
ções que fazem a checagem geral. No instante inicial quando se liga o
computador for encontrado algum problema é emitido um sinal com um
código de alerta.
Obs. Olhe como a margem esquerda e direita ficaram retas
Marcadores
1º Aba Inicio clique em Marcador
Ex:
Vectra
Corsa
Obs. Para que a próxima linha tenha um marcador aperte ENTER pa-
ra pular para linha de baixo
Numeração
1º Aba Inicio clique em Numeração
Ex:
1. Vectra
2. Corsa
Aumentar Recuo
1º Coloque o cursor no início do parágrafo na Aba Início clique em
Aumentar Recuo ele vai criar um espaço entre a margem esquerda e
o parágrafo é o mesmo que apertar a tecla TAB
2º Coloque o curso no início da palavra e na Aba Início clique em Dimi-
nuir Recuo ele vai diminuir o espaço entre o seu parágrafo e a
margem esquerda é o mesmo que apertar o BACKSPACE
Espaçamento entre as linhas
APOSTILAS OPÇÃO A Sua Melhor Opção em Concursos Públicos
Informática A Opção Certa Para a Sua Realização 28
Definição: Espaçamento é um espaço dado entre uma linha e outra
1º Na Aba Início clique em Espaçamento entre linhas escolha
1,5
Localizar
Definição: Serve para localizar qualquer palavra em seu documento.
1º na Guia Início ou (CTRL+L)
Ex: País decide ampliar o programa nuclear
2º Digite a palavra a ser procurada no campo Localizar digite
neste campo “programa” que lhe será mostrado o resultado.
Substituir
Definição: Serve para substituir uma palavra por outra
Ex: País decide ampliar o programa nuclear
1º Na Guia Inicio ou (CTRL+U)
No campo Localizar é palavra que vai ser localizada no texto
No Campo Substituir por é pela palavra que será trocada
No exemplo, será procurada, no texto, a palavra “programa” e será
substituída por “projeto”
Obs.
Substituir: A palavra encontrada é substituída
Substitui Tudo: A palavra encontrada e todas iguais a ela serão
substituídas
Ficará: País decide ampliar o projeto nuclear
INSERIR NÚMERO DE PÁGINA
Definição: Numerar pagina significa numerá-las sequencialmente.
1º Guia inserir temos as seguintes opções:
1. Início da Página: a numeração ficará no início da Página
2. Fim da Página: Será colocada a numeração no fim da página
INSERIR CABEÇALHO E RODAPÉ
Inserindo Cabeçalho
Definição: O conteúdo do cabeçalho será exibido no alto de cada pá-
gina impressa
1ºAba Inserir
Ex: Digite: Apostila Office 2007
Data e Hora no Cabeçalho
1º Aba Inserir Editar Cabeçalho clique em
Escolha o modelo de data e hora a serem exibidos
Inserindo o Rodapé
Definição: O conteúdo do Rodapé será exibido na parte inferior de ca-
da página impressa
1º Aba Inserir
Ex: Digite: Apostila Office 2007
Data e Hora no Rodapé
1º Aba Inserir Editar Cabeçalho clique em
Escolha o modelo de data e hora a serem exibidos
Letra Capitular
Definição: Cria uma letra maiúscula no ínicio de um parágrafo
1º Selecione a letra que vai receber o capitular
2º Aba Inserir escolha Capitular
Obs. Para retirar o capitular selecione a letra capitulada e escolha a
opção nenhum
MICROSOFT EXCEL 2003
O que é Microsoft Excel
O Microsoft Excel é, sem dúvida, o melhor e mais fácil programa para
manipulação de planilhas eletrônicas.
Em sua versão 2003, o programa trás uma interface mais leve, com
tons de cores mais suaves, ficando mais flexível e intuitivo, com mudanças
voltadas para novos usuários e atendendo pedidos de usuários fieis do
programa.
Oito em cada dez pessoas utilizam o Microsoft Excel para trabalhar
com cálculos e sistemas de gráficos indicadores de valores.
O usuário pode utilizar formulas e funções que facilitarão operações
específicas ao trabalhar com diversos valores.
O aprimoramento do produto faz do Excel uma excelente ferramenta
para desenvolver planilhas profissionais, pois o programa ao ser carregado
exibe um painel de tarefas facilitando a abertura e pesquisa de trabalhos
salvos.
Inicialização do Excel 2003
O pressuposto será que o item Microsoft Excel 2003 esteja presente
dentro da opção Programas no Menu Iniciar, que fica localizado na parte
inferior esquerda da janela principal do Windows.
Ambiente de trabalho
Quando o Excel é iniciando é exibido uma nova pasta de trabalho em
branco. Nesta pasta você poderá inserir seus dados dentro das planilhas
denominadas Plan1, Plan2, Plan3.
Do lado direito, está o painel de tarefas. Um eficiente painel para tare-
fas corriqueiras como abrir pasta de trabalho ou criar uma nova pasta de
trabalho baseado em modelos.
Para fechar o Painel de tarefas, basta clicar no botão ( ) Fechar do
próprio painel.
Elementos da Tela de Abertura
Após a inicialização do programa, o computador mostra a tela de aber-
tura do Excel 2003 e seus respectivos elementos, que como já se conhe-
APOSTILAS OPÇÃO A Sua Melhor Opção em Concursos Públicos
Informática A Opção Certa Para a Sua Realização 29
ce, possui os mesmos elementos encontrados nos programas da Micro-
soft, mudando apenas, os elementos específicos para o trabalho com
planilhas eletrônicas.
Observe a figura exibindo a tela de abertura padrão do Excel 2003:
Barra de Título – esta barra exibe o nome do aplicativo, no caso, Micro-
soft Excel, e em seguida é mostrada inicialmente a informação Pasta1, até
que se salve a planilha e dê um nome a ela. Figura :
Figura – Barra de título.
Botão Minimizar
Botão Maximizar
Botão Restaurar
Botão Fechar
Barra de Menu – esta barra exibe os nomes dos menus de aplicações
permitindo utilizar os vários recursos que o Excel 2003 oferece. Figura :
Barra de Ferramentas Padrão – é um conjunto de botões que permi-
te agilizar as operações mais utilizadas do Excel 2003 evitando-se percor-
rer pelo interior dos menus. Verifique os botões presentes na barra de
ferramentas padrão do Excel 2003 na figura :
Figura – Barra de Ferramentas Padrão.
Barra de Ferramentas Formatação – esta barra permite a utilização
da maioria dos recursos de formatação encontrados no Excel 2003. Veja a
figura :
Figura – Barra de Ferramentas Formatação.
Caixa de Nomes – esta área exibe a localização da célula ativa, o
nome da célula ou objetos selecionados e o tamanho de uma seleção.
Barra de Fórmulas – é usada para inserir ou editar dados em células
de planilhas ou em gráficos.
Para incluir dados, selecione uma célula, digite os dados e selecione
com o mouse a caixa de entrada da barra de fórmula () ou pressione
ENTER.
Para editar dados, selecione a barra de fórmula com o mouse ou
pressione F2. Em seguida, digite as alterações e selecione com o mouse a
caixa de entrada, ou pressione ENTER.
Para cancelar as alterações, pressione o botão do mouse sobre a cai-
xa de cancelamento da barra de fórmula (X) ou pressione ESC.
A seguir são mostradas a Caixa de Nomes e a Barra de Fórmulas com
seus respectivosbotões para que se possa conhecer o ponto onde deve
ser clicado o mouse para a devida operação desejada.
Caixa de
Nomes Cancelar Confirmar Barra de Fórmulas
Barra de Status – Com ela é possível, por exemplo, efetuar cálculos
simples e rápidos, que não exijam fórmulas complexas. Se você digitar
estes números e selecioná-los, é possível calcular a soma.
Clicando com o botão direito sobre a e2003ressão Soma = 1500 será
exibido um menu com opções de fórmulas. Escolhendo, por exemplo,
Média,...
...o Excel calculará a média das células selecionadas.
Linha, Coluna e Célula
Na área de trabalho do Excel 2003 existe uma janela de planilha onde
é apresentado o nome Pasta1 na barra de título, uma planilha vazia, onde
se encontram linhas e colunas dispostas de tal forma que as informações
possam ser inseridas dentro da grade formada com o cruzamento desses
dois elementos.
• Linha – dentro da janela da planilha as linhas são identificadas por
números no canto esquerdo da tela que vai de 1 a 65536.
• Coluna – as colunas são identificadas com letras de A a Z e combina-
ções de letras até totalizarem 256 colunas. A largura padrão da coluna
em uma nova planilha é de 8,43 e pode-se tornar uma coluna tão larga
quanto a janela da planilha (255 caracteres) ou tão estreita quanto a
fração de um caracter.
• Célula – é a unidade de uma planilha na qual se insere e armazena
os dados. A interseção de cada linha e coluna em uma planilha forma
uma célula. É possível inserir um valor constante ou uma fórmula em
cada célula, onde um valor constante é normalmente um número (in-
cluindo uma data ou hora) ou texto, mas pode também ser um valor
lógico ou valor de erro.
Célula Ativa
É a célula exibida com uma borda em negrito indicando que ela está
selecionada e onde os próximos dados digitados serão inseridos ou o
próximo comando escolhido será aplicado. Se for selecionada mais de
uma célula ao mesmo tempo, a primeira será a célula ativa e as outras
serão destacadas na cor escura. Observe a figura :
Figura – Apresentação da célula ativa.
Intervalo de Células
Quando se trabalha com uma planilha, muitas vezes depara-se com a
necessidade de tratar um trecho ou uma determinada região de maneira
diferente do restante da planilha. Um intervalo de células é uma região
da planilha selecionada a fim de permitir que se trabalhe, edite, for-
mate e modifique mais de uma célula ao mesmo tempo. O intervalo de
células é reconhecido como o conjunto de células que fica entre a célula
do canto superior esquerdo e a do canto inferior direito. Observe a figura :
APOSTILAS OPÇÃO A Sua Melhor Opção em Concursos Públicos
Informática A Opção Certa Para a Sua Realização 30
Figura – Exemplos de seleções de células
Inserir dados na planilha
Para inserir dados na planilha, proceda da seguinte maneira.
Clique na célula que você desejar iniciar o texto ou numérico.
Pressione a tecla ENTER e o cursor irá pra a próxima célula.
APAGAR DADOS NA PLANILHA
Basta selecionar uma ou mais células e pressionar a tecla DEL.
Para alterar o conteúdo da célula pressione F2 com a célula já seleci-
onada e digite o novo conteúdo.
Teclas de atalho
Trabalhar utilizando o teclado para digitar dados na planilha e utilizar o
mouse para posicionar-se em uma célula, pode ser um pouco cansativo.
Saiba como minimizar a troca entre teclado e mouse, utilizando as teclas
de atalho do teclado.
Teclas Ação
Ctrl + Home Levam ao início da planilha, célula A1
(parte superior esquerda).
Ctrl + Y Abrem rapidamente a caixa de diálogo
Ir Para.
CTRL+BACKSPACE Rola para exibir a célula ativa.
CTRL+PGDN Move para a próxima planilha na pasta
de trabalho.
CTRL+PGUP Move para a planilha anterior na pasta
de trabalho.
CTRL+P Exibe a caixa de diálogo Imprimir.
CTRL+SHIFT+F12 Exibe a caixa de diálogo Imprimir.
SHIFT+CTRL+PAGE DOWN Seleciona a planilha atual e a seguinte.
SHIFT+CTRL+PAGE UP Seleciona a planilha atual e a anterior.
SHIFT+F11 Insere uma nova planilha.
ALT+O H R Renomeia a planilha atual.
ALT+E M Move ou copia a planilha atual
ALT+E L Exclui a planilha atual
ALT+PAGE DOWN Move uma tela para a direita.
ALT+PAGE UP Move uma tela para a esquerda.
ALT+SHIFT+F1 Insere uma nova planilha.
F5 Exibe a caixa de diálogo Ir para.
F6 Alterna para o próximo painel em uma
pasta de trabalho.
Renomear planilhas
Clique com o botão di-
reito de mouse em Plan 1,
por exemplo.
Digite o nome
e pressione a tecla
Enter.
Mover ou copiar uma planilha
Clique no menu Editar e em
seguida na opção Mover ou Copi-
ar.
A caixa de diálogo Mover ou Copiar abrirá.
Clique na opção desejada pa-
ra mover a planilha.
Clique no botão OK.
Salvar uma pasta de trabalho
Clique no botão ( ) Salvar na barra de ferramentas Padrão.
A caixa de diálogo “Salvar como” se abrirá.
Figura
Converter um arquivo *.xls em *.html
Clique no botão ( ) Salvar ou Salvar Como na barra de ferramentas
Padrão.
A caixa de diálogo “Salvar como” se abrirá.
Na caixa de diálogo, clique em “Salvar como tipo”.
Selecione a opção “Página da Web” no menu de arquivos.
Clique em “Salvar”.
APOSTILAS OPÇÃO A Sua Melhor Opção em Concursos Públicos
Informática A Opção Certa Para a Sua Realização 31
2
3
4
Abrindo uma pasta de trabalho
Clique no botão ( ) Abrir na barra de ferramentas Padrão.
Editando uma planilha
Os dados digitados nas células das planilhas do Excel servem como
referência para as fórmulas e funções existentes. Através da manipulação
desses dados podemos editar a planilha por meio de operações simples.
O funcionamento de uma planilha Excel é bem simples.
Insira os valores para as células. Por exemplo, valores para entrada e
saída de um produto.
Posicione o cursor do mouse no local onde deseja realizar a operação.
Digite o sinal de igualdade (=). Visualize os valores das células.
Você pode utilizar como base o cruzamento de linhas com as colunas.
Sendo os números no canto esquerdo correspondendo às linhas e as
letras no topo da planilha as colunas.
Digite A letra da coluna e o número da linha correspondente o valor
necessário para operação. Exemplo D3.
Na maior parte das vezes o resultado final de uma operação é gerado
pela soma ou subtração de valores, portanto, digite o sinal de operação
correspondente à operação desejada.
Digite a letra e o número da célula onde se encontra o próximo valor
que fará parte da operação. Digite o operador correspondente
Digite a letra e o número de célula correspondente ao valor que fará
parte da operação.
Pressione a tecla Enter, o valor será exibido na célula correspondente.
Pastas de Trabalho
As pastas de trabalho proporcionam um meio de organizar muitas pla-
nilhas em um mesmo arquivo. Uma pasta de trabalho é uma coleção de
várias páginas de planilha que possuem o mesmo número de colunas
e linhas que a primeira, e opcionalmente, pode-se criar planilhas
exclusivas para gráficos. Cada página de planilha é uma grade formada
por colunas e linhas distribuídas na tela de maneira tal que se possa
relacionar informações horizontal e verticalmente.
Cada pasta de trabalho é gravada como se fosse um arquivo, sendo
que, o nome de arquivo padrão para a primeira pasta de trabalho é Pas-
ta1.
Há três utilizações principaispara fazer uso da pasta de trabalho:
Dividir uma planilha grande em partes menores, ou seja, em páginas
separadas.
Reunir dados relacionados logicamente no mesmo arquivo.
Consolidar planilhas de formato semelhante em um mesmo arquivo.
Pasta de Trabalho
Divisão de Planilha
Se estiver trabalhando com uma planilha que possua uma grande
quantidade de dados no Excel 2003, pode-se tornar o trabalho muito mais
fácil se a planilha for dividida em partes separadas em cada página da
pasta de trabalho.
Para chegar a uma página específica, deve-se clicar planilha (isto se
torna mais fácil do que movimentar-se entre as diversas partes de uma
única planilha de tamanho maior), que fica na parte inferior da tela. E
também, quando se escreve uma fórmula que faz referência a células de
outra página, o nome da planilha aparece na fórmula, ficando fácil perce-
ber que se está fazendo uma referência.
São atalhos que permitem que você salte para outros arquivos de
maneira fácil e rápida. Você pode criar Hiperlink em uma célula ou em
objetos gráficos como formas e figuras.
Ao criar um Hiperlink, você pode pular para outra localização como um
arquivo em seu próprio computador, para outros computadores da rede, ou
para um arquivo de qualquer outro computador do planeta que esteja
conectado á Internet.
Hiperlink para o mesmo arquivo
O hiperlink dentro de um mesmo arquivo é útil quando você trabalha
com arquivos extensos e deseja localizar informações rapidamente.
Para criar o Hiperlink:
Mantenha a pasta de trabalho aberta
Ative a planilha
Clique sobre uma célula qualquer em branco
APOSTILAS OPÇÃO A Sua Melhor Opção em Concursos Públicos
Informática A Opção Certa Para a Sua Realização 32
No menu “Inserir”, clique no comando “Hyperlink”. A caixa de diálogo
será apresentada como na figura abaixo:
Clique no botão “Examinar” e encontre o arquivo
Clique no botão “OK”. O Hiperlink é criado na planilha.
Hiperlink para outros arquivos
Clique com o botão direito do mouse na célula ou no elemento gráfico
que você deseja que represente o hiperlink e, em seguida, clique em
Hiperlink no menu de atalho.
Em “Vincular a”, no lado esquerdo da caixa de diálogo, clique em
Criar novo documento.
Digite um nome para o novo arquivo na caixa Nome do novo docu-
mento.
Para especificar um local diferente daquele mostrado em Caminho
completo, digite o novo local na caixa Nome do novo documento ou
clique em Alterar e selecione o local desejado. Clique em OK.
Em Quando editar, clique em uma opção para especificar se deseja
abrir o novo arquivo para edição agora ou mais tarde.
Para atribuir uma dica a ser exibida quando você posicionar o ponteiro
sobre o hiperlink, clique em Dica de tela, digite o texto desejado na caixa
Texto de dica de tela e clique em OK.
2
3
4
5
5
Figura passo a passo
Hiperlink para a Internet
Clique com o botão direito do mouse no texto ou no elemento gráfico
que você deseja que represente o hiperlink e, em seguida, clique em
Hiperlink no menu de atalho.
Em Vincular a no lado esquerdo da caixa de diálogo, clique em Pági-
na da Web ou arquivo existente.
1 2
Siga um destes procedimentos:
Para selecionar um arquivo da pasta atual, clique em Pasta atual e,
em seguida, clique no arquivo ao qual você deseja vincular.
Para selecionar a página da Web a partir de uma lista de páginas na-
vegadas, clique em Páginas navegadas e, em seguida, clique na página
da Web à qual deseja vincular o hiperlink.
Para selecionar um arquivo em uma lista dos arquivos que você usou
recentemente, clique em Arquivos recentes e, em seguida, clique no
arquivo ao qual deseja vincular o hiperlink.
Se souber o nome e local do arquivo ou página da Web à qual deseja
vincular o hiperlink, você poderá digitar essa informação na caixa Endere-
ço.
a
b
c
d
4
4
Para atribuir uma dica a ser exibida quando você posicionar o ponteiro
sobre o hiperlink, clique em Dica de tela, digite o texto desejado na caixa
Texto de dica de tela. Clique em OK.
Movendo e copiando células
Selecione as células que você deseja mover ou copiar.
Para selecionar Siga este procedimento
Texto em uma
célula
Se a edição em uma célula estiver ativada, selecio-
ne a célula, clique nela duas vezes e selecione o
texto na célula.
Se a edição em uma célula estiver desativada,
selecione a célula e, em seguida, selecione o texto
na barra de fórmulas.
Uma única célula Clique na célula ou pressione as teclas de direção
para ir para a célula.
APOSTILAS OPÇÃO A Sua Melhor Opção em Concursos Públicos
Informática A Opção Certa Para a Sua Realização 33
Um intervalo de
células
Clique na primeira célula do intervalo e arraste até a
última célula.
Um intervalo de
células grande
Clique na primeira célula do intervalo, mantenha
pressionada a tecla SHIFT e clique na última célula
do intervalo. Você pode rolar para tornar a última
célula visível.
Todas as células
de uma planilha
Clique no botão Selecionar tudo.
Células ou inter-
valos de células
não-adjacentes
Selecione a primeira célula ou o primeiro intervalo
de células, mantenha pressionada a tecla CTRL e
selecione as outras células ou os outros intervalos.
Uma linha ou
coluna inteira
Clique no cabeçalho de linhas ou colunas.
Linhas ou colu-
nas adjacentes
Arraste o cursor pelos cabeçalhos de linhas ou
colunas. Você também pode selecionar a primeira
linha ou coluna, manter pressionada a tecla SHIFT
e selecionar a última linha ou coluna.
Linhas ou colu-
nas não-
adjacentes
Selecione a primeira linha ou coluna, mantenha
pressionada a tecla CTRL e selecione as outras
linhas ou colunas.
Um número
maior ou menor
de células do que
a seleção ativa
Mantenha pressionada a tecla SHIFT e clique na
última célula que você deseja incluir na nova sele-
ção. O intervalo retangular entre a célula ativa e a
célula em que você clicar passará a ser a nova
seleção.
Cancelar uma
seleção de
células
Clique em qualquer célula na planilha.
Formatação da Planilha
Formatar texto e caracteres individuais: Para destacar o texto, você
pode formatar todo o texto em uma célula ou caracteres selecionados.
Selecione os caracteres que deseja formatar e clique em um botão na
barra de ferramentas Formatação.
Girar texto e bordas: Os dados em uma coluna são geralmente muito
estreitos enquanto o rótulo da coluna é muito mais largo. Em vez de criar
colunas largas ou rótulos abreviados desnecessariamente, você pode girar
o texto e aplicar bordas que são giradas no mesmo ângulo do texto.
Adicionar bordas, cores e padrões: Para diferenciar os vários tipos
de informação em uma planilha, você pode aplicar bordas a células, som-
brear células com uma cor de plano de fundo ou sombrear células com um
padrão de cor.
Mover linhas ou colunas
Selecione a linha ou coluna que você deseja mover e clique em “Recortar”.
Linha
Coluna
2- Selecione uma linha ou coluna abaixo ou à direita do local em que
você deseja mover a seleção.
3- No menu Inserir, clique em Células recortadas
Alterar a largura da coluna e a altura da linha
Alterar a largura:
De uma única coluna
Arraste a borda à direita do cabeçalho da coluna até que a coluna fi-
que com a largura desejada.
A largura da coluna exibida é o número médio de dígitos de 0 a 9 da
fonte padrão ajustadosem uma célula.
De várias Colunas
Selecione as colunas a serem alteradas e arraste para a direta um li-
mite de cabeçalho de uma coluna selecionada.
Para fazer o mesmo para todas as colunas na planilha, clique no bo-
tão Selecionar tudo e arraste o limite de qualquer cabeçalho de coluna.
Alterar a altura
De uma única linha
Arraste o limite embaixo do
cabeçalho da linha até que a
linha fique da altura desejada.
De diversas linhas
Selecione as linhas que você
deseja alterar, arraste um limite
embaixo do cabeçalho de uma linha
selecionada.
Para alterar a altura de to-
das as linhas na planilha, clique
no botão Selecionar tudo e
arraste o limite embaixo de
qualquer cabeçalho de linha.
Gráficos: A criação de um gráfico:
APOSTILAS OPÇÃO A Sua Melhor Opção em Concursos Públicos
Informática A Opção Certa Para a Sua Realização 34
Certifique-se de que os dados na planilha estão organizados de forma
adequada ao tipo de gráfico que você deseja usar.
Selecione as células que contêm os dados que você deseja usar no
gráfico.
Clique em Assistente de gráfico.
Siga as instruções do Assistente de gráfico.
Tipos de Gráficos e Subtipos de Gráficos
Impressão
Imprimir uma área selecionada de uma planilha
No menu Exibir clique em Visualizar quebra de página.
Selecione a área que você deseja imprimir.
No menu Arquivo, aponte para Área de impressão e clique em Defi-
nir área de impressão.
Configurar um gráfico para impressão
Um gráfico incorporado
Você pode ajustar o local onde o gráfico será impresso na página di-
mensionando e movendo o gráfico com o mouse no modo de exibição de
quebra de página.
Clique na planilha fora da área de gráfico.
Clique em Visualizar quebra de página no menu Exibir.
Uma planilha de gráfico
Você pode dimensionar e ajustar a área do gráfico, especificar como
ele deve ser colocado na página impressa e, em seguida, visualizá-lo na
janela de visualização.
Clique na guia da planilha de gráfico.
Clique em Configurar página no menu Arquivo.
Selecione as opções desejadas na guia Gráfico.
Observação: Para mover e dimensionar a área de gráfico de uma
planilha de gráfico usando o mouse, você deve clicar em Personalizar na
guia Gráfico e, em seguida, clicar em OK para retornar a essa planilha.
Formas do Ponteiro do Mouse
Quando o ponteiro do mouse é movimentado ao longo da janela do
Excel 2003, este se transforma a fim de indicar o que acontecerá se for
dado um clique com o mouse naquela área da janela. Enquanto o ponteiro
APOSTILAS OPÇÃO A Sua Melhor Opção em Concursos Públicos
Informática A Opção Certa Para a Sua Realização 35
do mouse estiver sobre a planilha na janela do documento, ele será apre-
sentado como um sinal de mais (+). Dentro da barra de fórmulas, o pontei-
ro do mouse terá a forma de uma viga (I), criada para posicionar um ponto
de inserção com precisão entre dois caracteres. Dentro da barra de ferra-
mentas e da barra de menu, a forma do ponteiro é uma seta. A tabela a
seguir ilustra os perfis do ponteiro que, muito provavelmente, serão encon-
trados.
Perfil Posição
Sobre as células da planilha
Dentro da barra de fórmula e dentro da caixa de texto
na extremidade esquerda da barra de ferramentas
Sobre a barra de títulos, botões na barra de ferramen-
tas, barra de menu e barras de rolagem, do lado es-
querdo da barra de fórmulas e sobre as bordas das
células da planilha.
No limite de um cabeçalho de coluna ou de linha (para
redimensionamento)
Sobre a alça de preenchimento no canto inferior direito
da célula ativa
Fórmulas
1 SINAIS DE OPERAÇÕES 2. SINAIS PARA CONDIÇÃO
SINAL FUNÇÃO SINAL FUNÇÃO
+ SOMAR > MAIOR QUE
- SUBTRAÇÃO < MENOR QUE
* MULTIPLICAÇÃO <> DIFERENTE QUE
/ DIVISÃO >= MAIOR E IGUAL A
% PORCENTAGEM <= MENOR E IGUAL A
= IGUALDADE = IGUAL A
Lembrete: Toda fórmula que você for criar deverá começar com o sinal
de igualdade, caso contrário, a fórmula não funcionará. Ao final da fórmula
pressione a tecla ENTER.
Fórmula para Somar
=A1+B1+C1+D25+A25
Função Somar
=SOMA(A1:B25)
Este é o botão da AutoSoma.
Para trabalhar com o botão da Autosoma você deve fazer o seguinte:
Selecionar os valores que desejar somar.
Depois clicar no Botão da Autosoma e ele mostrará o resultado.
Veja mais um exemplo de Soma
Agora você deseja somar todos os valores dispostos nesta planilha
usando uma única fórmula, desta vez você terá que digitar a fórmula.
A B C D E
1 10 25 15 10
2 15 20 25 15
3 14 25 25 25
4 TOTAL =SOMA(A1:D3)
Para fazer isto, só basta digitar o endereço inicial (em destaque) e o
endereço final (em destaque)
Fórmula para Subtração.
=B2-C2
A B C D E
1 FUNC SL. BRUTO DESCT. SL LIQUIDO
2 José 800 175 =B2-C2
3
Fórmula para Multiplicação
=B2*C2
A B C D
1 Produto Valor Quant. Total
2 Feijão 1,5 80 =B2*C2
3
Fórmula para Divisão
=A2/B2
A B C
1 Renda Membros Valor
2 25000 15 =A2/B2
3
Fórmula para Porcentagem
=B2*5/100
=((B2*5%)-B2)
=B2*0,95
Todas as formulas acima são idênticas na resposta.
O cálculo se realiza da mesma maneira como numa máquina de cal-
cular, a diferença é que você adicionará endereços na fórmula. Veja o
exemplo.
Um Aluno, fez uma compra no valor de R$ 1.500,00 e você deseja
dar a ele um desconto de 5% em cima do valor da compra. Veja como
ficaria a formula no campo Desct.
A B C D
1 Cliente TCompra Desconto Vl a Pagar
2 Márcio 1500
=B2*5/100 ou se preferir
assim também =B2*5%
=B2-C2
3
Onde:
B2 – se refere ao endereço do valor da compra
* - sinal de multiplicação
5/100 – é o valor do desconto dividido por 100
Ou seja, você está multiplicando o endereço do valor da compra por 5
e dividindo por 100, gerando assim o valor do desconto.
Se preferir pode fazer o seguinte exemplo:
Onde:
B2 – endereço do valor da compra
* - sinal de multiplicação
5% - o valor da porcentagem.
Função Máximo
=MÁXIMO(A2:A5)
Mostra o valor máximo de uma faixa de células.
A B C
1 IDADE
2 15
3 16
4 25
5 30
6 MAIOR IDADE: =MÁXIMO(A2:A5)
APOSTILAS OPÇÃO A Sua Melhor Opção em Concursos Públicos
Informática A Opção Certa Para a Sua Realização 36
7
Função Mínimo
=MÍNIMO(A2:A5)
Mostra o valor mínimo de uma faixa de células.
A B C
1 PESO
2 15
3 16
4 25
5 30
6 MENOR IDADE: =MÍNIMO(A2:A5)
7
Função Média
=MÉDIA(A2:A5)
Calcula a média de uma faixa de valores.
A B C
1 IDADE
2 15
3 16
4 25
5 30
6 MÉDIA IDADE =MÉDIA(A2:A5)
Função Data
=HOJE ()
Esta fórmula insere a data automática em uma planilha.
A B C
1 Data =HOJE()
2
3
Função Se
=SE(A1>=1000;”Salário maior que Mil”;”Salário menor que Mil”)
( ) – Indica a ordem de execução. Exemplo:
(((A1+1)-2)*5)
No caso acima a ordem de execução seria 1º Soma, 2º Subtração e 3º
Multiplicação.
Suponhamos que desejasse criar um Controle de Notas de Aluno,
onde ao se calcular a média, ele automaticamente especificasse se o
aluno foraaprovado ou não. Então Veja o exemplo abaixo.
No campo situação deve aparecer Aprovado somente se o aluno ti-
rar uma nota Maior ou igual a 7 na média, caso contrário ele deverá
escrever Reprovado, já que o aluno não atingiu a condição para pas-
sar.
A B C
1 ALUNO MÉDIA SITUAÇÃO
2 Márcio 7 =SE(B2>=7;”Aprovado”;”Reprovado”)
3
Onde:
• “Aprovado”- refere-se a resposta verdadeiro, ou seja, se a con-
dição for verdadeira (a nota for maior ou igual a 7) então ele es-
creverá aprovado. Por isso você deve colocar entre aspas, já que
se refere a Texto.
• ;este outro ponto e vírgula subentendem-se senão faça, ou seja,
caso contrário, fará outra coisa.
• “Reprovado” – refere-se a resposta falso, ou seja, caso ele não
tenha média maior ou igual a 7, então escreva Reprovado.
Power Point 2007
Programa utilizado para criação e apresentações de Slides. Para iniciá-lo
basta clicar no botão Iniciar da barra de tarefas do Windows, apontar para
Todos os Programas, selecionar Microsoft Office e clicar em Microsoft
Office Power Point Vista 2007.
Janela de abertura do programa
1 – Botão do Microsoft Office
Ele substitui o menu Arquivo (versões anteriores) e está localizado no
canto superior esquerdo do programa.
Ao clicar no Botão do Microsoft Office, serão exibidos comandos básicos:
Novo, Abrir, Salvar, Salvar Como, Imprimir, Preparar, Enviar, Publicar e
Fechar.
2 – Barra de Ferramentas de Acesso Rápido
Localiza-se no canto superior esquerdo ao lado do Botão do Microsoft
Office (local padrão), é personalizável e contém um conjunto de comandos
independentes da guia exibida no momento. É possível adicionar botões
que representam comandos à barra e mover a barra de um dos dois locais
possíveis.
3 – Barra de Titulo
Exibe o nome do programa (Microsoft PowerPoint) e, também exibe o
nome do documento ativo.
4 – Botões de Comando da Janela
Acionando esses botões, é possível minimizar, maximizar e restaurar a
janela do programa PowerPoint.
5 – Faixa de Opções
A Faixa de Opções é usada para localizar rapidamente os comandos
necessários para executar uma tarefa. Os comandos são organizados em
grupos lógicos, reunidos em guias. Cada guia está relacionada a um tipo
de atividade como gravação ou disposição de uma página. Para diminuir a
desorganização, algumas guias são exibidas somente quando necessário.
Por exemplo, a guia Ferramentas de Imagem somente é exibida quando
uma imagem é selecionada.
APOSTILAS OPÇÃO A Sua Melhor Opção em Concursos Públicos
Informática A Opção Certa Para a Sua Realização 37
1) Guias
2) Os grupos em cada guia dividem a tarefa em subtarefas.
3) Os botões de comando em cada grupo executam um comando ou
exibem um menu de comandos.
6 – Painel de Anotações
Nele é possível digitar as anotações que se deseja incluir em um slide.
7 – Barra de Status
Exibe várias informações úteis na confecção dos slides, entre elas: o
número de
slides; tema e idioma.
8 – Nivel de Zoom
Clicar para ajustar o nível de zoom.
CRIAR APRESENTACOES
Criar uma apresentação no Microsoft PowerPoint engloba: iniciar com um
design básico; adicionar novos slides e conteúdo; escolher layouts; modifi-
car o design do slide, se desejar, alterando o esquema de cores ou apli-
cando diferentes modelos de estrutura e criar efeitos, como transições de
slides animados.
Para iniciar uma nova apresentação basta clicar no Botão do Microsoft
Office, e em seguida clicar em Novo.
Então escolher um modelo para a apresentação (Em Branco, Modelos
Instalados, Meus modelos, Novo com base em documento existente ou
Modelos do Microsoft Office Online).
Depois de escolhido o modelo clicar em Criar.
SELECIONAR SLIDE
Para selecionar um slide, basta clicar na guia Slide no painel à esquerda.
LAYOUT
Para alterar o Layout do slide selecionado, basta clicar na Guia Início e
depois no botão Layout, escolha o layout desejado clicando sobre ele.
INSERIR TEXTO
Antes de inserir o primeiro texto é necessário conhecer a aplicação de
algumas
teclas:
BARRA DE
ESPACOS
Permite a inserção de espaços em branco.
SHIFT Só funciona quando pressionada simultaneamente
com outra
tecla. Serve para fazer letras maiúsculas e acessar
a segunda
função da tecla, por exemplo: para digitar o sinal
“@”, deve-se
pressionar simultaneamente as teclas SHIFT e 2.
DEL ou DELETE Apaga os caracteres que estão à direita do ponto
de inserção.
BACKSPACE Apaga os caracteres que estão à esquerda do
ponto de
inserção.
← → ↑ ↓ Movimentam o ponto de inserção (cursor) pelo
texto.
ENTER Cria uma nova linha.
CAPS LOCK Trava as maiúsculas. Todas as letras digitadas
aparecerão em
caixa alta.
Para fazer a acentuação, deve-se digitar a tecla de acento e depois a letra
a ser acentuada. Quando a tecla correspondente ao acento for pressiona-
da, não sairá nada na tela; só depois que for digitada a letra é que ela
aparecerá acentuada.
Para inserir um texto no slide clicar com o botão esquerdo do mouse no
retângulo (Clique para adicionar um título), após clicar o ponto de inserção
(cursor será exibido).
Então basta começar a digitar.
APOSTILAS OPÇÃO A Sua Melhor Opção em Concursos Públicos
Informática A Opção Certa Para a Sua Realização 38
Formatando o texto
Para alterar um texto, é necessário primeiro selecioná-lo. Para selecionar
um texto ou palavra, basta clicar com o botão esquerdo sobre o ponto em
que se deseja iniciar a seleção e manter o botão pressionado, arrastar o
mouse até o ponto desejado e soltar o botão esquerdo.
Com o texto selecionado basta clicar nos botões para fazer as alterações
desejadas
1 – Fonte Altera o tipo de fonte
2 – Tamanho da fonte Altera o tamanho da fonte
3 – Negrito
Aplica negrito ao texto selecionado. Também pode ser acionado através
do comando Ctrl+N.
4 – Italico
Aplica Itálico ao texto selecionado. Também pode ser acionado através do
comando Ctrl+I.
5 – Sublinhado
Sublinha o texto selecionado. Também pode ser acionado através do
comando Ctrl+S.
6 – Tachado
Desenha uma linha no meio do texto selecionado.
7 – Sombra de Texto
Adiciona uma sombra atrás do texto selecionado para destacá-lo no slide.
8 – Espacamento entre Caracteres
Ajusta o espaçamento entre caracteres.
9 – Maiusculas e Minusculas
Altera todo o texto selecionado para MAIÚSCULAS, minúsculas, ou outros
usos comuns de maiúsculas/minúsculas.
10 – Cor da Fonte
Altera a cor da fonte.
11 – Alinhar Texto a Esquerda
Alinha o texto à esquerda. Também pode ser acionado através do coman-
do Ctrl+Q.
12 – Centralizar
Centraliza o texto. Também pode ser acionado através do comando
Ctrl+E.
13 – Alinhar Texto a Direita
Alinha o texto à direita. Também pode ser acionado através do comando
Ctrl+G.
14 – Justificar
Alinha o texto às margens esquerda e direita, adicionando espaço extra
entre as palavras conforme o necessário, promovendo uma aparência
organizada nas laterais esquerda e direita da página.
15 – Colunas
Divide o texto em duas ou mais colunas.
INSERIR SIMBOLOS ESPECIAIS
Além dos caracteres que aparecem no teclado, é possível inserir no slide
vários caracteres e símbolos especiais.
Posicionar o cursor no local que se deseja inserir o símbolo.
Acionando a guia inserir
Inserindo símbolos
Selecionar o símbolo.
APOSTILAS OPÇÃO A Sua Melhor Opção em ConcursosPúblicos
Informática A Opção Certa Para a Sua Realização 39
Escolha o símbolo desejado depois clique em inserir e fechar.
MARCADORES E NUMERCAO
Com a guia Início acionada, clicar no botão marcadores e numeração, para
criar parágrafos com marcadores. Para escolher o tipo de marcador clicar
na seta.
Para inserir um novo slide
INSERIR NOVO SLIDE
Para inserir um novo slide acionar a guia Início e clicar no botão novo
slide. Depois clicar no layout desejado.
EXCLUIR SLIDE
Para excluir um slide basta selecioná-lo e depois clicar no botão excluir, ou
clique no botão delete do teclado.
Para salvar um arquivo
SALVAR ARQUIVO
Após criar uma apresentação, é necessário efetuar a gravação do arquivo,
essa operação é chamada de “Salvar”. Se o arquivo não for salvo, corre-se
o risco de perdê-lo por uma eventual falta de energia, ou por outro motivo
que cause a saída brusca do programa.
SAIR DO POWERPOINT
Para sair do Microsoft Office PowerPoint, utilizar as seguintes opções:
• Acionar o Botão do Microsoft Office e clicar em Sair do PowerPoint.
Clicar no Botão Fechar. Ou pressionar as teclas ALT+F4.
Se o arquivo não foi salvo ainda, ou se as últimas alterações não foram
gravadas, o PowerPoint emitirá uma mensagem, alertando- o do fato.
Inserindo figuras
Imagem do Arquivo inserir uma imagem de um arquivo.
Clip-art : é possível escolher entre várias figuras que acompanham
o Microsoft Office.
Formas : inserir formas prontas, como retângulos e círculos, setas,
linhas, símbolos de fluxograma e textos explicativos.
SmartArt : inserir um elemento gráfico SmartArt para comunicar
informações visualmente. Esses elementos gráficos variam desde listas
gráficas e diagramas de processos até gráficos mais complexos, como
diagramas de Venn e organogramas.
Gráfico : inserir um gráfico para ilustrar e comparar dados.
WordArt: : inserir um texto com efeitos especiais.
Cabeçalho e Rodapé
Para editar o cabeçalho ou rodapé do slide, basta clicar no botão ,
na guia Inserir. As informações serão exibidas na parte superior ou inferior
de cada página impressa.
Como inserir tabelas
INSERIR TABELA
Para inserir ou traçar uma tabela, basta clicar no botão , localizado
na guia Inserir.
ALTERAR A ORDEM DOS SLIDES
Para alterar a ordem dos slides:
• Selecionar a guia Slides (no painel à esquerda), Clicar com o botão
esquerdo do mouse sobre o slide,
APOSTILAS OPÇÃO A Sua Melhor Opção em Concursos Públicos
Informática A Opção Certa Para a Sua Realização 40
Mantê-lo pressionado e arrastá-lo até a posição desejada.
Como alterar plano de fundo
ALTERAR PLANO DE FUNDO
Para alterar o plano de fundo de um slide, basta clicar com o botão direito
do mouse sobre ele, e em seguida clicar em Formatar Plano de Fundo.
Depois escolher entre as opções clicar Aplicar a tudo para aplicar a mu-
dança a todos os slides, se for alterar apenas o slide atual clicar em fechar.
ANIMAR TEXTOS E OBJETOS
Para animar um texto ou objeto, selecionar o texto ou objeto, clicar na guia
Animações, e depois em Animações Personalizadas, abrirá um painel à
direita, clicar em Adicionar efeito. Nele se encontram várias opções de
animação de entrada, ênfase, saída e trajetórias de animação.
INSERIR BOTAO DE ACAO
Um botão de ação consiste em um botão já existente que pode ser inseri-
do na apresentação e para o qual pode definir hiperlinks. Os botões de
ação contêm formas, como setas para direita e para esquerda e símbolos
de fácil compreensão referentes às ações de ir para o próximo, anterior,
primeiro e último slide, além de executarem filmes ou sons. Eles são mais
comumente usados para apresentações autoexecutáveis — por exemplo,
apresentações que são exibidas várias vezes em uma cabine ou quiosque
(um computador e monitor, geralmente localizados em uma área freqüen-
tada por muitas pessoas, que pode incluir tela sensível ao toque, som ou
vídeo.
Os quiosques podem ser configurados para executar apresentações do
PowerPoint de forma automática, contínua ou ambas).
1. Na guia Inserir, no grupo Ilustrações, clicar na seta abaixo de Formas e,
em seguida, clique no botão Mais
2. Em Botões de Ação, clicar no botão que se deseja adicionar.
3. Clicar sobre um local do slide e arrastar para desenhar a forma para o
botão.
4. Na caixa Configurar Ação, seguir um destes procedimentos:
• Para escolher o comportamento do botão de ação quando você clicar
nele, clicar na guia Selecionar com o Mouse.
• Para escolher o comportamento do botão de ação quando você mover o
ponteiro sobre ele, clicar na guia Selecionar sem o Mouse.
5. Para escolher o que acontece quando você clica ou move o ponteiro
sobre o botão de ação, siga um destes procedimentos:
• Se você não quiser que nada aconteça, clicar em Nenhuma.
• Para criar um hiperlink, clicar em Hiperlink para e selecionar o destino
para o hiperlink.
APOSTILAS OPÇÃO A Sua Melhor Opção em Concursos Públicos
Informática A Opção Certa Para a Sua Realização 41
• Para executar um programa, clicar em Executar programa e, em seguida,
clicar em Procurar e localizar o programa que você deseja executar.
Para executar uma macro (uma ação ou um conjunto de ações que você
pode usar para automatizar tarefas. As macros são gravadas na linguagem
de programação Visual Basic for Applications), clicar em Executar macro e
selecionar a macro que você deseja executar.
As configurações de Executar macro estarão disponíveis somente se a sua
apresentação contiver uma macro.
• Se você deseja que a forma escolhida como um botão de ação execute
uma ação, clicar em Ação do objeto e selecionar a ação que você deseja
que ele execute.
As configurações de Ação do objeto estarão disponíveis somente se a sua
apresentação contiver um objeto OLE (uma tecnologia de integração de
programa que pode ser usada para compartilhamento de informações
entre programas.
Todos os programas do Office oferecem suporte para OLE; por isso, você
pode compartilhar informações por meio de objetos vinculados e incorpo-
rados).
• Para tocar um som, marcar a caixa de seleção Tocar som e selecionar o
som desejado.
TRANSICAO DE SLIDES
As transições de slide são os efeitos semelhantes à animação que ocor-
rem no modo de exibição Apresentação de Slides quando você move de
um slide para o próximo. É possível controlar a velocidade de cada efeito
de transição de slides e também adicionar som.
O Microsoft Office PowerPoint 2007 inclui vários tipos diferentes de transi-
ções de slides, incluindo (mas não se limitando) as seguintes:
Legenda
1. Sem transição
2. Persiana Horizontal
3. Persiana Vertical
4. Quadro Fechar
5. Quadro Abrir
6. Quadriculado na Horizontal
7. Quadriculado na Vertical
8. Pente Horizontal
1. Pente Vertical
Para consultar mais efeitos de transição, na lista Estilos Rápidos, clicar no
botão Mais.
Adicionar a mesma transição de slides a todos os slides em sua apresen-
tação:
1. No painel que contém as guias Tópicos e Slides, clicar na guia Slides.
2. Na guia Início, clicar na miniatura de um slide.
3. Na guia Animações, no grupo Transição para Este Slide, clicar em um
efeito de transição de slides.
4. Para consultar mais efeitos de transição, na lista Estilos Rápidos, clicar
no botão Mais .
5. Para definir a velocidade de transição de slides, no grupo Transição
para Este Slide, clicar na seta ao lado de Velocidade daTransição e, em
seguida, selecionar a velocidade desejada.
1. No grupo Transição para Este Slide, clicar em Apli-
car a Tudo.
Adicionar diferentes transições de slides aos slides em sua apresen-
tação
1. No painel que contém as guias Tópicos e Slides, clicar na guia Slides.
2. Na guia Início, clicar na miniatura de um slide.
3. Na guia Animações, no grupo Transição para Este Slide, clicar no efeito
de transição de slides que você deseja para esse slide.
4. Para consultar mais efeitos de transição, na lista Estilos Rápidos, clicar
no botão Mais .
5. Para definir a velocidade de transição de slides, no grupo Transição
para Este Slide, clicar na seta ao lado de Velocidade da Transição e, em
seguida, selecionar a velocidade desejada.
6. Para adicionar uma transição de slides diferente a outro slide em sua
apresentação, repetir as etapas 2 a 4.
Adicionar som a transições de slides
1. No painel que contém as guias Tópicos e Slides, clicar na guia Slides.
2. Na guia Início, clicar na miniatura de um slide.
3. Na guia Animações, no grupo Transição para Este Slide, clicar na seta
ao lado de Som de Transição e, em seguida, seguir um destes procedi-
mentos:
• Para adicionar um som a partir da lista, selecionar o som desejado.
• Para adicionar um som não encontrado na lista, selecionar Outro Som,
localizar o arquivo de som que você deseja adicionar e, em seguida, clicar
em OK.
1. Para adicionar som a uma transição de slides diferente, repe-
tir as etapas 2 e 3.
Opções da apresentação
Usar as opções na seção Opções da apresentação para especificar como
você deseja que arquivos de som, narrações ou animações sejam execu-
tados em sua apresentação.
Para executar um arquivo de som ou animação continuamente,
marcar a caixa de opções Repetir até 'Esc' ser pressionada.
Para mostrar uma apresentação sem executar uma narração in-
corporada, marcar a caixa de seleção Apresentação sem narra-
ção.
Para mostrar uma apresentação sem executar uma animação in-
corporada, marcar a caixa de seleção Apresentação sem anima-
ção.
Ao fazer sua apresentação diante de uma audiência ao vivo, é
possível escrever nos slides. Para especificar uma cor de tinta, na
lista Cor da caneta, selecionar uma cor de tinta.
Avançar slides
Usar as opções na seção Avançar slides para especificar como mover de
um slide para outro ou para avançar para cada slide manualmente durante
a apresentação, clicar em Manualmente.
ACCESS
Introdução ao Banco de Dados
Aprenda a estrutura e os benefícios de um banco de dados do Micro-
soft® Access e fique familiarizado com as formas de inserir e extrair os
dados de um banco de dados
Um banco de dados pode ajudá-lo a inserir os dados com facilidade,
encontrá-los com rapidez, usá-los para criar etiquetas ou malas diretas,
bem como resumi-los em relatórios impressos ou online. Este curso o
ajudará a compreender os benefícios e a estrutura de um banco de dados
do Access
Relacionamento
APOSTILAS OPÇÃO A Sua Melhor Opção em Concursos Públicos
Informática A Opção Certa Para a Sua Realização 42
O Access cria bancos de dados relacionais, ou seja, os dados
são armazenados em várias tabelas separadas de acordo com o
assunto ou a tarefa, mas esses dados estão relacionados e podem ser
reunidos da maneira que você especificar.
Mesmo que o banco de dados de uma sociedade possa armazenar in-
formações de contato dos membros separadamente das suas listas de
voluntários para reciclagem ou de dados para planejamento de feriados,
ele também poderá extrair todas essas informações em conjunto sempre
que você precisar.
Portanto, é possível imprimir rapidamente uma lista das pessoas que
se candidataram como voluntários para reciclar papéis no sábado, incluin-
do seus endereços e números de telefone atualizados.
Os dois conjuntos de dados são relacionais, ou seja, as informações
em um conjunto de dados (como o nome de Nancy Davolio na lista de
reciclagem) estão associadas às informações, ou as "conhecem", no outro
conjunto de dados (informações de contato de Nancy Davolio).
Para aproveitar ao máximo o seu banco de dados, convém configurar
as tabelas de dados para refletir as tarefas e os assuntos associados aos
seus dados.
Ao planejar o banco de dados, leve em consideração os cenários nos
quais os dados serão inseridos, pesquisados ou reportados pelas pessoas.
Uma simples precaução pode ser um grande empreendimento.
Estrutura de um banco de dados
Objetos correspondem às partes mais importantes de um banco
de dados.
Os bancos de dados do Access consistem em objetos. Posteri-
ormente nesta apostila, descreveremos com mais detalhes os quatro
importantes objetos a seguir:
Tabelas armazenam dados em linhas e colunas. Todos os bancos
de dados contêm uma ou mais tabelas.
Consultas recuperam e processam dados. Elas podem combinar
dados de diferentes tabelas, atualizar dados e executar cálculos
com base nesses dados.
Formulários controlam a entrada e as exibições de dados. Eles
fornecem indicações visuais capazes de facilitar o trabalho com
dados.
Relatórios fazem o resumo e a impressão de dados. Eles trans-
formam os dados de tabelas e consultas em documentos destina-
dos à comunicação de idéias
Utilizando o banco de dados
1. Tente se lembrar de um banco de dados.
Reflita sobre as situações recentes nas quais você viu um banco de
dados em operação. É bastante provável que uma loja recém-visitada
utilize um banco de dados para gerenciar o inventário, atualizar informa-
ções sobre clientes e gerar recibos ou faturas. Ou, talvez, a sua empresa
utilize um banco de dados para gerenciar informações sobre clientes ou
funcionários.
2. Observe os usos do banco de dados.
Anote como as pessoas utilizaram o banco de dados: Elas pesquisa-
ram informações sobre clientes? Digitalizaram etiquetas de preços na
caixa registradora ou no computador? Verificaram a disponibilidade de
mercadorias no inventário? Imprimiram recibos?
3. Imagine as atividades do banco de dados.
Se estiver planejando criar um banco de dados, anote duas ou mais
situações nas quais você (ou outra pessoa na
organização) provavelmente utilizará os dados, como na criação de
um relatório de status mensal, na revisão de
dados de vendas, no envio de cartas modelo ou no lançamento de no-
tas de estudantes em tarefa
Organizar os dados em tabelas
Todos os bancos de dados do Access contêm pelo menos uma
tabela. Neste capitulo , mostraremos a composição de uma tabela e
como você pode estruturá-las de acordo com os seus dados.
Tabelas, os blocos de construção de bancos de dados
Figura 1 A linha que contém informações sobre a United Package é
um registro.
APOSTILAS OPÇÃO A Sua Melhor Opção em Concursos Públicos
Informática A Opção Certa Para a Sua Realização 43
Figura 2 A coluna que contém números de telefone é um campo.
Tabelas armazenam dados e, por isso, são blocos de construção es-
senciais de qualquer banco de dados.
Um banco de dados deve possuir uma tabela individual para cada as-
sunto principal, como registros de funcionários, pedidos de clientes, méto-
dos de transporte ou fornecedores. Os dados não devem ser duplicados
em diversas tabelas. A duplicação de dados é um erro comum, mas pode-
rá ser facilmente evitada se você estruturar as suas tabelas de maneira
eficiente.
Cada tabela contém linhas chamadas de registros e colunas chama-
das de campos.
Um registro é umconjunto de fatos sobre uma determinada pessoa,
evento, CD ou outro item de interesse. Por exemplo, Nancy Davolio e os
detalhes do seu emprego são um registro na tabela Funcionários. Speedy
Express e suas informações de contato são um registro na tabela Trans-
portadoras.
Um campo é um tipo único de fato que pode se aplicar a cada pessoa,
evento ou outro registro. Por exemplo, Código Postal é um campo na
tabela Funcionários, enquanto Telefone é um campo na tabela Transpor-
tadoras
Campos de dados
1 - Se um nome de campo existente não for suficientemente descriti-
vo, você poderá renomear o campo.
2 - Os tipos de dados de um campo limitam e descrevem os tipos de
informações que podem ser inseridas nesse campo, como Número ou
Moeda.
3 - Você utiliza um identificador exclusivo, chamado de chave primária,
para cada registro da sua tabela.
4 - As propriedades de campos são um conjunto de características
que fornecem controle adicional sobre os dados.
Os campos em um banco de dados possuem configurações que de-
terminam os tipos de dados que eles podem armazenar, como os dados
são exibidos e o que pode ser feito com esses dados.
Por exemplo, você pode utilizar as configurações do campo para ga-
rantir que todas as pessoas insiram a data de remessa com dois números
para o mês, dois números para o dia, quatro números para o ano e barras
entre esses números: 09/03/2008. Você também pode exigir que a data de
remessa seja pelo menos dois dias posterior à data de entrada.
Uma configuração importante para campos são os tipos de dados, in-
cluindo número, texto, moeda (dinheiro) e data/hora (exibidas em conjunto
como um único tipo no Access). Os tipos de dados limitam e descrevem os
tipos de informações no campo, além de determinarem as ações que
podem ser executadas em um campo e a quantidade de memória utilizada
pelos dados.
Os campos também possuem propriedades que controlam os detalhes
das informações que eles contêm, incluindo um número de caracteres, um
valor padrão e uma regra de validação que garante a conformidade dos
dados com determinados critérios. As propriedades facilitam a entrada e o
gerenciamento de dados
Cada registro é exclusivo
Um funcionário e os detalhes do seu emprego formam um registro na
tabela Funcionários. Essas informações não devem ser repetidas em
outras tabelas e outros registros.
Você já deve ter ouvido que dois flocos de neve nunca são iguais. Es-
sa característica também se aplica a registros em um banco de dados bem
estruturado.
Cada registro em uma tabela deve ser exclusivo. Em outras palavras,
não é possível ter dois registros idênticos sobre Nancy Davolio no mesmo
banco de dados. Entretanto, o que acontecerá se você tiver duas funcioná-
rias chamadas de Nancy Davolio?
Para diferenciar um registro do outro, as tabelas podem conter um
campo de chave principal.
A chave principal é um identificador (como um número de peça, um
código de produto ou um código de funcionário) exclusivo para cada
registro.
A chave primária deve ser uma informação que não será alterada fre-
qüentemente.
Se você desejar, o Access pode atribuir uma chave primária numérica
que crescerá em incrementos de 1 sempre que você adicionar um registro
a uma tabela. Esse número continuará a ser associado a esse registro
mesmo que você adicione e exclua outros registros inseridos anteriormen-
te no banco de dados.
Se a chave primária for um número, como as pessoas reconhecerão o
registro? Não se preocupe, o banco de dados pode associar cada chave
primária a um nome amigável, como o nome de um funcionário. Dessa
forma, é possível trabalhar com informações conhecidas, mesmo que a
tabela de base esteja armazenando um número.
1 - O Código do Funcionário é exibido em ambas as tabelas como
uma chave principal...
2 - e como uma chave externa.
APOSTILAS OPÇÃO A Sua Melhor Opção em Concursos Públicos
Informática A Opção Certa Para a Sua Realização 44
Uma chave principal separa informações semelhantes, torna cada re-
gistro exclusivo e, além disso, reúne informações. Você relaciona duas
tabelas utilizando uma chave principal. É dessa maneira que as tabelas
compartilham dados e é possível evitar a repetição de informações em
ambas as tabelas.
As chaves primárias permitem que você utilize toda a potência de um
banco de dados relacional em vez de trabalhar com diversas listas repetiti-
vas cuja manutenção é muito difícil e com as quais não é possível operar
em conjunto.
Quando duas tabelas são relacionadas, a chave principal de uma de-
las torna-se uma chave externa da outra.
Digamos que você possua uma tabela Funcionários e uma tabela Pe-
didos. O número do Código do Funcionário é a chave primária da tabela
Funcionários e, ao mesmo tempo, uma chave externa da tabela Pedidos. A
tabela Pedidos possui a sua própria chave primária, o número do Código
do Pedido.
Quando Nancy Davolio recebe um pedido, seu número de Código do
Funcionário é inserido na tabela Pedidos. Esse número de código corres-
ponde aos detalhes sobre Nancy na tabela Funcionários e, portanto, não é
necessário repetir os dados sobre Nancy (como o ramal do seu telefone)
na tabela Pedidos.
Manipulação de Tabelas
Abrir uma tabela
1. Na janela Banco de Dados, em Objetos, verifique se a opção Tabe-
las está selecionada.
2. Abra a tabela Fornecedores clicando duas vezes nessa tabela. Per-
corra-a de cima para baixo para exibir os dados que ela contém.
No menu Arquivo, clique em Fechar para fechar a tabela.
Examinar uma tabela
1. Na janela Banco de Dados, em Objetos, verifique se a opção Tabe-
las está selecionada.
1. Abra a tabela Produtos clicando duas vezes nessa ta-
bela.
3. Clique no botão Exibir na barra de ferramentas Folha de Dados
da Tabela. Observe o design subjacente da
tabela.
4. Observe que as descrições dos campos Código da Categoria e Có-
digo do Fornecedor correspondem às tabelas Categorias e Fornecedores.
Esses dois campos são chaves primárias nessas tabelas, mas são chaves
externas na tabela Produtos.
5. No menu Ferramentas, clique em Relacionamentos. Observe que
linhas de conexão mostram relações entre as três tabelas vinculadas por
Código da Categoria e Código do Fornecedor.
2. Feche a janela Relacionamentos e feche a tabela conforme in-
dicado no Exercício 1.
Analisando, exibindo e reportando dados
Uma janela do banco de dados é aberta para mostrar a lista de obje-
tos de banco de dados
Embora as tabelas sejam excelentes para armazenar dados, para
aproveitar todos os benefícios do Access, você precisa compreender
outros objetos do banco de dados do programa. Nesta lição, falaremos
mais sobre formulários, consultas e relatórios (incluindo páginas de acesso
a dados, as quais relatam dados online) e como eles podem ajudá-lo.
Consultas
Esta consulta extraiu os nomes de funcionários residentes no
Reino Unido a partir de uma tabela
Funcionários mais extensa.
Você tem perguntas às quais deseja responder com os seus pró-
prios dados?
APOSTILAS OPÇÃO A Sua Melhor Opção em Concursos Públicos
Informática A Opção Certa Para a Sua Realização 45
Por exemplo:
Quais dos seus funcionários residem no Reino Unido?
Quantas regiões apresentaram mais de R$250.000,00 em vendas no
último mês?
Quais escolas apresentam o maior índice de faltas?
Consultas podem responder a essas perguntas reunindo os dados
armazenados no banco de dados ou realizando cálculos com essesdados
para fornecer informações adicionais.
Para responder a perguntas, as consultas recuperam, filtram, classifi-
cam e reúnem dados em um comando. Outra vantagem das consultas é
combinar os dados de várias tabelas em uma única exibição.
Quando uma consulta encontra dados e os exibe ao usuário, também
pode processar esses dados de acordo com as suas instruções.
Uma consulta pode realizar cálculos utilizando dados: Qual é o total de
vendas menos os custos de transporte?
Uma consulta também pode remover dados: excluir nomes de mem-
bros com dívidas não pagas durante 24 meses. É necessário ter cautela
durante a execução de consultas que alteram dados e também considerar
a realização de um backup desses dados em primeiro lugar.
Desenvolvendo tabelas
Um fluxograma pode ajudá-lo a organizar as suas tarefas e a pla-
nejar o seu banco de dados.
Determinar as tabelas necessárias
Figura 1 United Package é um registro
Figura 2 Telefone é um campo.
Em um banco de dados, as relações entre dados são representa-
das em tabelas por registros (linhas) e campos (colunas).
Cada tabela é dedicada a um assunto específico, como endereços de
funcionários, pedidos de clientes, métodos de transporte ou fornecedores.
Cada pessoa ou item que faz parte do assunto de uma tabela, bem como
os dados sobre essa pessoa ou esse item, forma um registro. Por exem-
plo, os detalhes sobre o Código da Transportadora 2, a United Package,
formam um registro.
Cada tipo específico de informação sobre uma pessoa ou um item,
como sobrenome, endereço ou telefone, corresponde a um campo. Por
exemplo, Telefone é um campo na tabela Transportadoras.
Cada campo e cada registro devem ser exclusivos. Por exemplo, os
dados para Speedy Express não devem ser repetidos em outros registro;
"Nome da Empresa" deve ser exibido apenas uma vez como um nome de
campo.
Todas as entradas em uma única tabela devem ser do mesmo tipo. A
tabela Transportadoras deve conter apenas os nomes das transportadoras
e os seus dados associados. Nenhum dado, com exceção de números de
telefone, deve ser colocado no campo Telefone.
Antes de criar o seu banco de dados, você deve analisar os dados e
determinar como eles podem ser divididos em tabelas separadas e bem
estruturadas.
Criação de uma chave primária
1. Código do Funcionário é a chave primária da tabela
Funcionários.
2. O Código do Funcionário na tabela Pedidos
aponta para o registro do funcionário na tabela Funcionários
Estruturar tabelas para evitar duplicação
Produtos: Tabela
Produtos: Tabela
ID do Produto Nome Fornecedor Endereço
1 Chai Exotic Liquids 49 Gilbert ST
2 Chang Exotic Liquids 49 Gilbert ST
3 Ikura Tokyo Traders 9-8 Sekimai
Figura 1 Redundante — detalhes repetidos do fornecedor.
Produtos: Tabela
ID do Produto Fornecedor Endereço Cidade
1 Exotic Liquids 49 Gilbert ST Londers
2 Exotic Liquids 49 Gilbert ST Tóquio
Figura 2 Eficiente — tabela Fornecedores criada.
Produtos Tabela
ID do Produto Nome ID do Fornecedor
1 Chai 1
2 Chang 1
3 Ikura 2
Figura 3 Eficiente — a tabela Produtos faz referência à tabela Forne-
cedores, mas não contém mais os detalhes dos fornecedores.
Definir tipos de dados para campos
Tipos de dados Descrição Exemplo
Texto Um campo Texto
pode armazenar
qualquer tipo de
caractere ou número
e possui um limite de
255 caracteres.
Um nome de produto,
como Access
Número Um campo Número
pode armazenar
apenas números e
esses números
podem ser utilizados
para cálculos.
Uma contagem de
unidades, como 200
Data/Hora Um campo Data/Hora A data de um pedido,
APOSTILAS OPÇÃO A Sua Melhor Opção em Concursos Públicos
Informática A Opção Certa Para a Sua Realização 46
armazena uma data e
uma hora.
como 10/10/2008
5:21 P.M.
Moeda Um campo Moeda armazena
valores monetários, números
e formatações de casas
decimais, que podem ser
utilizados em cálculos.
O preço de um item,
como $41,99
Objeto OLE Um campo Objeto OLE arma-
zena objetos criados por
programas diferentes do
Access e que estão vincula-
dos ou incorporados a uma
tabela do Access.
Um anexo, como uma
planilha do Excel, um
documento do Word,
um gráfico ou um som
Configurar campos
Exibir propriedades de campo
1. Na Janela Banco de Dados, em Objetos, verifique se a opção Tabe-
las está selecionada. Clique na tabela Funcionários e, em seguida, clique
no botão Design na barra de ferramentas.
2. Em Nome do Campo, certifique-se de que o campo ID do Funcioná-
rio esteja selecionado e, em seguida, exiba as suas propriedades em
Propriedades do Campo na parte inferior da tela.
3. Repita esse processo para mais quatro nomes de campos,
examinando uma ou duas propriedades de campo para cada um
desses nomes; feche a tabela quando terminar.
Adicionar um campo e definir as suas propriedades
Suponha que você deseje adicionar um campo a uma tabela para
especificar se uma empresa fornece ou não remessas internacionais.
1 . A não ser que a Janela Banco de Dados já esteja exibida,
pressione F11 para alternar para essa janela. A não ser que a opção
Tabelas já esteja selecionada em Objetos, clique em Tabelas.
2. Clique na tabela Fornecedores e, em seguida, clique no botão De-
sign na barra de ferramentas para abrir a tabela no modo Design.
2. Na coluna Nome do Campo, clique na célula em branco em Fax
e digite a palavra Internacional.
4. Acesse a coluna Tipo de Dados, pressione a seta para abrir a lista
suspensa e selecione Sim/Não. Essa configuração controla os tipos de
dados que serão armazenados no campo.
5. Acesse o campo Descrição e digite Especifica se a empresa contro-
la remessas internacionais. Essa descrição registra a função do campo no
banco de dados.
6. Em Propriedades do Campo, clique na caixa Legenda e digite Re-
messa Internacional. Essa propriedade fornece um rótulo que será exibido
sempre que o campo for utilizado em um formulário ou relatório. Em segui-
da, feche a tabela, salvando as alterações quando solicitado se você quer
exibi-las mais tarde.
Definir relações
Bancos de dados relacionais conectam tabelas para que elas tra-
balhem em conjunto.
Definir chaves primárias
1 .Código da Categoria aparece em ambas as tabelas — como uma
chave primária...
1. e como uma chave externa.
Conforme estudado na primeira lição, "Planejar tabelas", o campo de
chave primária identifica um registro exclusivamente. Também vincula
tabelas para que elas detectem a existência umas das outras. Quando
duas tabelas são relacionadas, a chave primária da tabela pai torna-se
uma chave externa na tabela filho. A chave externa é uma referência da
tabela filho às informações na tabela pai relacionada. Normalmente, a
chave primária corresponde apenas a um campo, como um número de
peça. Em algumas circunstâncias, a chave primária pode corresponder a
dois ou mais campos em conjunto, como um número de peça do fabricante
e um código de país, que identificam exclusivamente uma peça para cada
país. Se você não tiver definido a chave primária utilizando o Assistente de
Tabela, poderá defini-la no modo Design. Se necessário, é possível alterar
essa chave mais tarde.
Configurar relações de tabelas
APOSTILAS OPÇÃO A Sua Melhor Opção em Concursos Públicos
Informática A Opção Certa Para a Sua Realização 47
1 . Arraste o campo Código do Funcionário da tabela Funcionários pa-
ra o campo equivalentena tabela Pedidos.
2. O Código do Funcionário é a chave primária para a tabela Funcio-
nários.
3. Cada funcionário pode receber vários pedidos, uma relação um-
para-muitos.
1. O Código do Funcionário é uma chave externa na
tabela Pedidos.
Criar um formulário
O Access oferece diversos métodos para se criar um novo formulário.
1. Escolha um método.
1. Escolha uma fonte de dados.
Assistente de Formulário
O Assistente de Formulário é recomendado quando você deseja ser
orientado em todas as etapas do processo de criação de um formulário.
Ele lhe faz perguntas e cria um formulário com base nas suas respostas.
Você precisará indicar ao assistente:
De qual tabela ou consulta vêm os dados do formulário. Quais campos
devem ser usados no formulário.
Qual layout de formulário deve ser aplicado. Qual estilo visual deve
ser aplicado. Para começar a trabalhar com o Assistente de Formulário,
em Objetos, na janela Banco de Dados, clique em Formulários e, em
seguida, clique em Novo na barra de ferramentas Banco de Dados. Na
caixa de diálogo Novo Formulário, clique no Assistente de Formulário para
selecionar este método.
AutoFormulários
Os AutoFormulários são recomendados quando você não precisa fa-
zer muitas escolhas. Se o seu novo formulário irá conter todos os campos
de uma tabela ou consulta e você não precisar de muito controle sobre a
aparência do formulário, um AutoFormulário será, simplesmente, perfeito.
Ao contrário do Assistente de Formulário, um AutoFormulário não lhe faz
perguntas nem oferece opções. A criação de um AutoFormulário é um
processo de duas etapas. Escolha um tipo de AutoFormulário, escolha
uma tabela ou consulta e o Access fará o restante.
Existem muitos tipos de AutoFormulário, mas os dois aqui mostrados
são tudo o que você precisa saber agora. AutoFormulário: Colunar mostra
os registros, um por vez, com cada campo em uma linha rotulada separa-
da. AutoFormulário: Tabular mostra todos os registros de uma vez, com
cada campo mostrado para cada registro e os rótulos de campo na parte
superior do formulário. Para começar a trabalhar com um AutoFormulário,
em Objetos, na janela Banco de Dados, clique em Formulários e, em
seguida, clique em Novo na barra de ferramentas Banco de Dados. Na
caixa de diálogo Novo Formulário, clique em uma das opções de AutoFor-
mulário para selecioná-la.
No modo Design
1. A caixa de ferramentas no modo Design contém controles, como
caixas de texto e rótulos, a serem adicionados ao seu formulário.
1. Os pontos e as linhas de grade do modo Design orga-
nizam a área na qual você insere e organiza os controles.
O modo Design é a melhor maneira de criar um formulário quando vo-
cê deseja controle total e liberdade completa. Nesse modo, tudo fica a seu
APOSTILAS OPÇÃO A Sua Melhor Opção em Concursos Públicos
Informática A Opção Certa Para a Sua Realização 48
critério. O desafio é você agir por conta própria, sem os arranjos prévios do
Assistente de Formulário ou de um AutoFormulário. No entanto, você
também pode criar um formulário por um desses métodos e alterar os seus
detalhes no modo Design.
Para trabalhar com um formulário no modo Design, escolha os itens
na caixa de ferramentas. Esses itens, como caixas de seleção, imagens e
rótulos, são chamados de controles. Você pode definir as suas proprieda-
des e formatá-los para que fiquem com a aparência desejada no formulá-
rio. Para obter detalhes, consulte o curso "Assumir os controles". No modo
Design, você pode mover os controles, da mesma maneira como reorgani-
za quadros em uma parede. Por exemplo, você poderá agrupar as caixas
de texto para endereço, cidade, estado e CEP — mas em duas, três ou
quatro linhas? Você pode experimentar facilmente todas as opções e
escolher a melhor.
Para ver o formulário da maneira como ele aparecerá quando alguém
trabalhar nele, abra-o no modo Formulário e continue alternando entre os
modos Formulário e Design até que o formulário fique totalmente do seu
agrado. Para começar a trabalhar no modo Design, em Objetos, na janela
Banco de Dados, clique em Formulários e, em seguida, clique em Novo na
barra de ferramentas Banco de Dados. Na caixa de diálogo Novo Formulá-
rio, clique em Modo Design para selecionar esse método.
Criando um formulário rapidamente
Criar um formulário com o Assistente de Formulário
1. Se a janela Banco de Dados não aparecer na tela, pressione F11
para exibi-la. Em Objetos, clique em Formulários.
2. Clique duas vezes em Criar formulário usando o assistente.
3. Em Tabelas/Consultas, você verá Tabela: Produtos.
4. Em Campos Disponíveis, clique na seta dupla >> para selecionar
todos os campos na tabela.
5. Clique em Avançar. Nas opções de layout, Colunar deve estar sele-
cionada. Se não estiver, selecione-a.
6. Clique em Avançar novamente. Clique em Internacional para o esti-
lo do formulário.
7. Clique em Avançar e aceite Produtos como o nome do formulário
clicando em Concluir.
Criando relatórios
O AutoRelatório é o meio mais rápido para se criar um relatório, mas
confere a você menos controle sobre a estrutura e a aparência do relatório.
O AutoRelatório contém automaticamente todos os campos de sua
fonte de dados, seja tabela ou consulta. Sua estrutura pode ser colunar ou
tabular. AutoRelatório: Colunar Cada campo é exibido em uma linha sepa-
rada com um rótulo à esquerda. Somente um registro é visível por vez.
AutoRelatório: Tabular Os rótulos de todos os campos são exibidos em
uma linha na parte superior do relatório, com todos os registros visíveis
abaixo. O AutoRelatório é mais indicado em duas situações: quando você
precisa de uma visão geral e resumida dos dados de uma tabela ou con-
sulta (por exemplo, seu chefe precisa de um material impresso para uma
reunião que começará em 10 minutos) ou quando você deseja agilizar a
produção de um relatório que será personalizado posteriormente.
Assistente de Relatório
O Assistente de Relatório lhe faz perguntas e cria um relatório com
base nas suas respostas. Recomenda-se este método quando você dese-
ja orientação em todas as etapas do processo de criação de um relatório.
O Assistente de Relatório pergunta quais tabelas ou consultas serão
usadas como base para o seu relatório, e também quais campos das
fontes de dados serão usados. Ele pergunta se você deseja agrupar os
dados e como pretende organizá-los e resumi-los.
Depois de informar-se sobre os dados, o Assistente de Relatório per-
gunta sobre a aparência do relatório: layout, orientação e seis estilos
visuais para seleção. Por fim, ele solicita um título e cria um relatório de
acordo com as suas respostas.
Modo Design
1. Caixa de ferramentas
1. Grade do modo Design
Embora o AutoRelatório e o Assistente de Relatório sejam ótimos
meios de começar, você talvez queira personalizar os relatórios criados
para adequá-los às suas necessidades e preferências.
O modo Design permite efetuar alterações que vão da fonte de dados
subjacente à cor do texto. Para obter detalhes sobre como personalizar
seus relatórios no modo Design, consulte a próxima lição. Para obter
informações sobre como usar o modo Design para criar um relatório do
zero, prossiga a leitura.
Caso queira liberdade e controle totais, desde o início — talvez você
prefira aprender a costurar sem moldes ou a cozinhar sem receitas — você
gostará de criar relatórios no modo Design.
O modo Design oferece uma caixa de ferramentas, da qual é possível
arrastar controles selecionados e organizá-los em uma grade. Os controles
podem ser vinculados a dados de seu banco de dados, exibindo-osdire-
APOSTILAS OPÇÃO A Sua Melhor Opção em Concursos Públicos
Informática A Opção Certa Para a Sua Realização 49
tamente, ou podem ser desvinculados, sem qualquer ligação com uma
fonte de dados. Texto descritivo, linhas divisórias, logotipos de produto e
outros controles decorativos são geralmente desvinculados. Para obter
mais detalhes, consulte o curso "Assumir os controles".
Aplicar uma AutoFormatação
Para economizar tempo, você pode aplicar um formato predefinido —
conhecido como AutoFormatação — ao relatório total ou parcialmente.
(Você pode aplicar diversas AutoFormatações a diversas partes do relató-
rio se quiser.) Você quer que o seu relatório tenha uma aparência casual?
Ou você prefere compactar o texto e os títulos de forma a reduzir o número
de páginas?
Uma AutoFormatação define o estilo e a cor do texto, dos títulos e das
linhas divisórias (como as linhas entre as seções). Você pode aplicá-la ao
relatório inteiro, a uma seção específica ou a apenas um controle. As
opções de AutoFormatação são as mesmas apresentadas no Assistente
de Relatório. Se você aplicar uma AutoFormatação a qualquer relatório,
essa AutoFormatação também passará a ser a formatação de todos os
novos AutoRelatórios, até você efetuar outra alteração na AutoFormata-
ção. Observação A aplicação de uma AutoFormatação pode remover uma
formatação personalizada que tenha sido aplicada anteriormente. Para
saber sobre formatação personalizada, continue a leitura.
Consultas : Obter respostas com consultas
Depois de inserir os dados no banco de dados, como acessá-los?
Um banco de dados torna-se realmente valioso quando você usa os
dados nele contidos como um recurso para responder perguntas ou execu-
tar tarefas.
Ao comparar números de vendas semanais, controlar embalagens, lo-
calizar membros de seu clube que moram no Texas ou em vários outros
cenários, uma consulta pode ajudar a recuperar dados e a combiná-los da
forma mais adequada.
Para obter mais informações sobre este curso, leia a visão geral no
centro desta página ou o sumário na coluna esquerda. Em seguida, clique
em Próxima
As consultas podem selecionar itens de dados e torná-los mais úteis
As consultas permitem extrair apenas os dados necessários de um
banco de dados para poder executar tarefas e obter respostas.
Com elas, você pode recuperar, combinar, reutilizar e analisar dados.
Também pode usar as consultas para recuperar dados em várias tabelas
ou como uma fonte para formulários, relatórios e páginas de acesso a
dados.
Neste curso, veremos as noções básicas de como escolher e recupe-
rar dados com consultas seleção, o que lhe dará uma boa base para
trabalhar com outros tipos de consulta mais complexos.
As consultas expressam as perguntas para as quais você deseja que
os dados forneçam respostas.
Ao trabalhar com consultas, você deve ter em mente as perguntas pa-
ra as quais deseja que os dados forneçam respostas. Quanto mais bem
formulada a pergunta, mais precisa poderá ser a consulta. Aqui estão
alguns exemplos que ajudarão você a pensar em outros.
Banco de dados corporativo de produtos e vendas
Qual o item da empresa mais vendido no Reino Unido?
Quais seriam os nossos ganhos e perdas se deixássemos de produzir
a linha de produtos de menos saída?
Qual é o item de fabricação mais cara?
Banco de dados de coleções de mídias pessoais
Quantos dos meus DVDs estão emprestados para amigos?
Quais CDs contêm minhas canções favoritas de todos os tempos?
Banco de dados de liga esportiva
Qual time marcou mais pontos em todos os jogos no último ano?
Quem fez o pedido de uniformes para o time este ano e quais são os
tamanhos necessários?
Para quais perguntas você deseja que os dados forneçam respostas?
Sempre que você executa uma consulta, ela verifica os dados mais
recentes no banco de dados. Os dados que ela retorna são chamados de
conjunto de registros.
Você pode navegar pelo conjunto de registros, selecioná-los, classifi-
cá-los e imprimi-los. Normalmente, o conjunto de registros gerado por uma
consulta não é salvo, mas a estrutura e os critérios utilizados na consulta
para obter os resultados são salvos. Você poderá verificar os dados mais
APOSTILAS OPÇÃO A Sua Melhor Opção em Concursos Públicos
Informática A Opção Certa Para a Sua Realização 50
recentes novamente a qualquer momento. Para fazer isso, basta executar
a consulta mais uma vez. As consultas têm títulos, o que facilita a sua
localização e o seu uso diversas vezes.
Como o Access salva os critérios e as estruturas das consultas, se vo-
cê precisar de um determinado conjunto de informações com freqüência,
como as vendas durante um ano específico, poderá evitar a procura des-
ses dados a cada vez executando a consulta novamente. É provável que
você tenha mais o que fazer com o seu tempo.
Você pode criar e salvar várias consultas para recuperar os dados de
maneiras diferentes. Além disso, é fácil revisar as consultas.
Assim, caso não as configure da maneira correta na primeira vez, ou
se as suas necessidades forem outras, você poderá alterar os seus crité-
rios com facilidade. Você poderá até mesmo usar uma ou mais consultas
como fonte dos dados de outra consulta, aumentando a sua eficiência com
a seleção cada vez mais precisa dos dados exatos desejados
Tipo de consulta Descrição
Consulta seleção Recupera dados de uma ou mais tabelas e exibe
o conjunto de registros em uma folha de dados.
Esse
é o tipo mais comum de consulta.
Consulta parâmetro Solicita que o usuário insira valores que
definam a consulta, como uma região especi-
ficada para os
resultados das vendas ou uma faixa de preços
especificada para casas.
Consulta de tabela de
referencia cruzada
Organiza um conjunto de registros para torná-lo
mais facilmente visível, usando títulos de linhas e
de colunas.
Consulta ação Cria uma nova tabela ou altera uma tabela
existente.
Consulta SQL Uma consulta avançada que é criada com uma
instrução SQL.
O Access oferece muitos tipos diferentes de consultas para atender às
mais diversas necessidades de dados.
Apresentaremos uma breve descrição da maioria dos tipos de consul-
tas, ainda que este curso concentre-se no tipo de consulta mais usado, a
consulta seleção.
Uma consulta seleção recupera dados de uma ou mais tabelas e exibe
o conjunto de registros em uma folha de dados. Você também pode usar
uma consulta seleção para agrupar dados e calcular somas, contagens,
médias e outros tipos de totais, embora este curso não aborde os cálculos.
Ao ser executada, uma consulta parâmetro exibe uma caixa de diálo-
go, solicitando ao usuário que insira informações a serem utilizadas como
critérios da pesquisa. Você pode criar uma consulta parâmetro para solici-
tar mais informações; por exemplo, você pode criá-la para solicitar duas
datas. Em seguida, o Access recuperará todos os dados com valores entre
essas duas datas.
Uma consulta de tabela de referência cruzada organiza um conjunto
de registros para torná-lo mais facilmente visível, usando títulos de linhas e
de colunas. Os dados podem ser vistos em termos de duas categorias ao
mesmo tempo.
Uma consulta ação cria uma nova tabela ou altera uma tabela existen-
te adicionando dados a ela, excluindo dados dela ou a atualizando. Devido
à grande potência de uma consulta ação que, na verdade, altera os dados
da tabela, considere a possibilidade de fazer backup dos seus dados antes
de executar esse tipo de consulta.
Uma consulta SQL é criada com uma instruçãoem SQL (Structured
Query Language). SQL é uma maneira avançada de consultar, atualizar e
gerenciar bancos de dados relacionais. O Access poderá criar a instrução
SQL quando você criar esse tipo de consulta, ou você poderá criar a sua
própria instrução SQL.
PROVA SIMULA
Prof.Mauricio Franceschini Duarte - FUNRIO
1. Na especificação de memória de computador, costuma
unidade de medida o Byte e seus múltiplos (KByte, MByte, GByte, etc.).
Dentre as alternativas abaixo, qual corresponde ao valor equivalente a 1
MByte (um megabyte)?
A) 1.000 KBytes
B) 1.000 Bytes
C) 1.024 KBytes
D) 1.024 Bytes
E) 1.000.000 Bytes
2. O programa Windows Explorer do sistema operacional Microsoft Win-
dows XP serve para gerenciar arquivos, pastas e unidades locais e de
rede do computador. No menu “Exibir” do Windows Explorer, é possível
escolher o modo de exibição dos arquivos, pastas e unidades. Dentre as
alternativas abaixo, qual corresponde a uma OPÇÃO INEXISTENTE de
modo de exibição?
A) Miniaturas.
B) Ícones.
C) Lista.
D) Imagens.
E) Detalhes.
3. No programa Microsoft Word, qual combinação de teclas serve como
atalho para selecionar o texto da posição do cursor até o início da linha?
A) Alt + Home
B) Ctrl + Home
C) Ctrl + Alt + Home
D) Shift + Home
E) Ctrl + Shift + Home
4. O programa Writer do pacote BR Office é um editor de textos similar ao
Microsoft Word, que pode ler e editar arquivos originalmente criados no
formato de documento Word (.DOC) e em outros formatos. Qual o formato
de arquivo padrão em que os documentos editados no programa BR Office
Writer são salvos?
A) .ODP
B) .ODS
C) .PDF
D) .ODT
E) .RTF
5. No programa Microsoft Excel, sejam os seguintes valores contidos nas
células A1=4, A2=8, B1=6, B2=9, B3=0 e as demais células vazias (NOTA:
o valor armazenado na célula B3 é o número ZERO). Que valor resultaria
na célula A4 se contivesse a fórmula =MEDIA(A1: B3)?
A) 2
B) 4
C) 5,4
D) 4,5
E) 6,75
6. A tecla de função F5 no navegador Internet Explorer da Microsoft serve
para
A) abrir a página inicial (home page).
B) parar o carregamento da página atual.
C) alternar entre os modos de exibição normal e de tela inteira.
D) atualizar a página aberta.
E) abrir uma caixa de diálogo para localizar texto na página atual.
7. No Microsoft Word XP instalação padrão em português a combinação
de teclas correta utilizada para colar o conteúdo da Área de Transferência
do Windows é:
A) CTRL+A.
B) CTRL+C.
C) CTRL+T.
D) CTRL+V.
E) CTRL+X.
8. No Microsoft Word XP instalação padrão em português a pasta padrão
usada para salvar arquivos é:
A) Meus Documentos.
B) Meus Arquivos.
C) Documentos.
D) Arquivos.
APOSTILAS OPÇÃO A Sua Melhor Opção em Concursos Públicos
Informática A Opção Certa Para a Sua Realização 51
E) Arquivos do Word.
9. No Painel de Controle do Microsoft Windows XP instalação padrão em
português o ícone que permite alterar o Layout do teclado é:
A) Teclado.
B) Hardware.
C) Dispositivos de Entrada.
D) Ferramentas administrativas.
E) Opções regionais e de idioma.
10. No Microsoft Windows Explorer do Windows XP, o procedimento que
permite exibir pastas e arquivos ocultos é:
A) Clicar no menu Ferramentas, em seguida, selecionar Exibir, clicar na
guia Modo de Exibição e marcar a opção Mostrar pastas e arquivos ocultos
em Pastas e arquivos ocultos.
B) Clicar no menu Ferramentas, em seguida, selecionar Opções de pas-
ta..., clicar na guia Modo de Exibição e marcar a opção Mostrar pastas e
arquivos ocultos em Pastas e arquivos ocultos.
C) Clicar no menu Ferramentas, em seguida, selecionar Opções de pas-
ta..., clicar na guia Pastas e arquivos ocultos e marcar a opção Mostrar
pastas e arquivos ocultos.
D) Clicar no menu Exibir, em seguida, selecionar Opções de pasta..., clicar
na guia Pastas e arquivos ocultos e marcar a opção Mostrar pastas e
arquivos ocultos.
E) Clicar no menu Exibir, em seguida, selecionar Opções de pasta..., clicar
na guia Modo de Exibição e marcar a opção Mostrar pastas e arquivos
ocultos em Pastas e arquivos ocultos.
11. O Netscape Navigator pode ser classificado como um aplicativo da
seguinte categoria:
A) Antivírus
B) Editor de texto.
C) Leitor de email.
D) Browser
E) Planilha eletrônica.
12. Os sistemas operacionais estão começando a oferecer facilidades para
usuários portadores de necessidades especiais. No Microsoft Windows XP
instalação padrão em português, pode-se configurar essas facilidades e ter
acesso a uma delas através, respectivamente:
A) das Opções de acessibilidade e do Teclado virtual.
B) das Opções de acessibilidade e do Hyperterminal.
C) das Configurações de Acesso e do Teclado virtual.
D) das Configurações de Acesso e do Hyperterminal.
E) das Configurações de Acesso e do Desktop remoto.
13. Um Firewall é um sistema de proteção que pode:
A) utilizar assinaturas de vírus para impedir que a máquina seja infectada.
B) bloquear possíveis tentativas de invasão através de filtros de pacotes.
C) impedir a replicação de worms e conseqüente ataque ao computador.
D) eliminar spywares que possam invadir e espionar a máquina.
E) neutralizar ataques aos computadores por spams.
14. Dentre as opções abaixo, a única que NÃO representa um tipo de
memória volátil é:
A) Cache.
B) DDR
C) DRAM.
D) ROM.
E) SRAM.
15. Considere as afirmativas sobre o BrOffice Writer e assinale a que for
correta:
I. É um software livre para criar e editar arquivos PDF
II. Permite editar arquivos com a extensão (.DOC)
III. Utiliza por padrão a extensão ".odt"
A) I, apenas.
B) II, apenas.
C) I e III, apenas.
D) II e III, apenas.
E) I, II e III.
16. Considere as afirmativas sobre o BrOffice Calc e assinale a que for
correta:
I. Permite editar arquivos com a extensão ".xls"
II. Utiliza por padrão a extensão ".ods"
III. É utilizado para a criação de gráficos
A) I, apenas.
B) II, apenas.
C) I e III, apenas.
D) II, e III, apenas.
E) I, II e III.
17. No programa Microsoft Word, a finalidade da opção “Estrutura do
documento” no menu “Exibir” é
A) ativar ou desativar um painel com uma estrutura que facilita a navega-
ção em documentos longos.
B) permitir criar ou modificar os tópicos que fazem parte da estrutura do
documento.
C) exibir o documento mestre como uma estrutura de tópicos.
D) exibir o cabeçalho e o rodapé do documento para edição.
E) exibir ou ocultar uma régua horizontal que permite ajustar a estrutura do
documento.
18. No Microsoft Excel, é possível copiar o conteúdo de células e colar em
outras células. A opção “Colar especial”, do menu “Editar”, permite que
seja colada, especificamente, apenas uma característica das células
copiadas, escolhida pelo usuário. Qual das alternativas abaixo descreve
uma característica que NÃO pode ser colada especificamente pela opção
“Colar especial”?
A) Fórmulas
B) Valores
C) Comentários
D) Largura da coluna
E) Altura da linha
19. A tecla de função F11, no navegador Internet Explorer da Microsoft, em
relação à página aberta serve para
A) abrir uma caixa de diálogo para localizar/substituir texto na página atual.
B) ir para a página inicial.
C) parar o carregamento da página atual.
D) alternar entre os modos de exibição normal e de tela inteira.
E) atualizar a página aberta.
20. O pacote de programas gratuito BR Office, que pode ser executado no
Windows e no Linux, possui funcionalidades similares ao Microsoft Office,
que só pode ser executado no Windows. Qual o tipo de arquivo (extensão
de nome de arquivo) do programa BR Office Writer correspondente ao tipo
de arquivo .DOC do programa Microsoft Word?
A) .ODP
B) .ODS
C) .XML
D).ODT
E) .XLS
21. Nos programas de planilhas eletrônicas, como BR Office Calc e Micro-
soft Excel, qual o cálculo feito pela fórmula SOMA(A1:B2;B3)?
A) soma de valores das células A1, B2 e B3
B) soma de valores das células A1 e B3 dividido por B2
C) soma de valores das células A1dividido por B2 mais B3
D) soma de valores das células A1, A2, B1, B2 e B3
E) soma de valores das células A1 e B2 menos B3
22. As redes de computadores e o advento da Internet trouxeram facilida-
des de comunicação através dos computadores, porém introduziram
problemas de segurança de informações. Qual o nome do mecanismo em
redes de computadores que controla e autoriza o tráfego de informações,
estabelecendo filtros através de políticas de segurança?
A) Cookie
B) Proxy
C) Telnet
D) Winsock
E) Firewall
APOSTILAS OPÇÃO A Sua Melhor Opção em Concursos Públicos
Informática A Opção Certa Para a Sua Realização 52
23. Ao criar contas de email para conexão numa ferramenta de correio
eletrônico (como Microsoft Outlook Express ou Mozilla Thunderbird),
deve‐se escolher um protocolo para recebimento de mensagens. Qual das
alternativas abaixo serve para essa finalidade?
A) FTP
B) POP
C) IP
D) SMTP
E) UDP
24. São exemplos de topologias conhecidas de rede:
A) Estrela, Anel e Barramento.
B) Sistema, Switch e estrela.
C) Estrela, Barramento e Hub.
D) Estrela, Roteador, Anel.
E) Anel, Hub e Switch.
25. O dispositivo necessário para interligar duas redes LAN distintas é o:
A) Modem.
B) Switch.
C) Wireless.
D) Hub.
E) Roteador.
26. Sabendo‐se que um usuário do outlook Express enviou por e‐mail o
link para uma página da internet que visitava com o Internet Explorer,
Pergunta‐se: que ação ele executou para realizar esse evento?
A) No Internet Explore no menu Arquivo, posicionar o cursor do mouse
sobre enviar e selecionar link por email.
B) No Outlook Express no menu Arquivo, posicionar o cursor do mouse
sobre enviar página por e‐mail.
C) No Internet Explore menu Arquivo, posicionar o cursor do mouse sobre
enviar e selecionar página por e-mail.
D) No Internet Explore menu Arquivo, posicionar o cursor do mouse sobre
enviar Atalho para área de trabalho.
E) No Outlook Express no menu Arquivo, trabalhar offline.
27. Qual o efeito, no sistema operacional Microsoft Windows XP, ao pres-
sionar as teclas Ctrl+Esc, isto é, manter a tecla Ctrt pressionada e, a
seguir, pressionar a tecla Esc?
A) Alternar janelas.
B) Executar o Windows Explorer.
C) Fechar o programa atualmente aberto.
D) Reiniciar o Windows.
E) Abrir o menu Iniciar.
28. Numa planilha eletrônica, suponha os valores numéricos 1, 2, 3, 4 e 5
armazenados nas células A1, A2, A3, A4 e A5, respectivamente. Qual o
valor resultante na célula A6, caso esta contenha a fórmula
=SE(MÉDIA(A1:A5)<=3;MÍNIMO(A1:A5);MÁXIMO(A1:A5))?
A) 5
B) 1
C) 2
D) 3
E) 4
29. Assinale a opção INCORRETA sobre o Word (pacote Office 2003):
a) Visualizar impressão – Mostra como será a aparência de um arquivo
quando ele for impresso.
b) Imprimir – Pode ser substituído por “ctrl + P“.
c) Recortar – Remove o texto ou objeto selecionado e joga para a área de
transferência.
d) Pincel – Serve para aplicar copiar o formato de um objeto ou texto
selecionado e aplica ao objeto ou texto clicado.
e) Novo documento – Permite criar um novo documento em branco, com
base no modelo padrão.
30. Sobre o banco de dados Access XP, fazemos as seguintes afirmações:
I ‐ Indexação de campos no Access permite a criação de consultas mais
rápidas.
II ‐ O Access é usado em grandes empresas pela sua robustez e alta
capacidade de registros.
III ‐ Um campo do tipo “Memo” ou “Memorando” aceita string e tem a
capacidade máxima de 255 caracteres.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s):
a) I, apenas.
b) II, apenas.
c) III, apenas.
d) I e III, apenas.
e) I, II e III.
31. Assinale a opção onde existem apenas dispositivos de entrada e
saída.
a) Datashow e máquina digital.
b) Disquete e CDRW.
c) Teclado e scanner.
d) Mouse e webcam.
e) HD e Projetor.
32.Considerando a planilha abaixo, assinale a opção INCORRETA:
a) O resultado da fórmula que está na célula F10 será 20.
b) A fórmula que está na célula D8 pode ser “=SOMA(D5:D7)”.
c) Se Fernando ganhou 4 medalhas em 2004 e não 3, para corrigir toda a
planilha devemos digitar 4 na célula C5 e em seguida clicar no menu
“Exibir” e “Atualizar”.
d) A fórmula que está na célula F5 pode ser “=(C5+D5+E5)”.
e) Para colocar nossos atletas em ordem alfabética, basta selecionar o
intervalo B5:E7 e clicar no ícone .
33. Considere as afirmativas abaixo:
I ‐ É recomendável realizar a atualização do sistema freqüentemente com
o Windows Update.
II ‐ Por motivos de segurança o Firewall do Windows XP, com service pack
2, não permite ser desativado.
III ‐ No Windows 98, a ferramenta “Restauração do sistema” pode retornar
a um estado anterior válido.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s):
a) I, apenas.
b) II, apenas.
c) I e II, apenas.
d) I e III, apenas.
e) I, II e III.
34. Qual a unidade de medida usualmente adotada para a velocidade de
transmissão de dados entre computadores através de um modem ou de
uma conexão em banda larga?
A) Bits
B) Bytes
C) BPS
D) Hertz
E) RPM
35. Qual a função da tecla conhecida como Windows, representada em
geral pelo símbolo do sistema operacional da Microsoft , quando teclada
em conjunto com a tecla L no Windows XP?
APOSTILAS OPÇÃO A Sua Melhor Opção em Concursos Públicos
Informática A Opção Certa Para a Sua Realização 53
A) Abre o Internet Explorer.
B) Abre o Windows Explorer.
C) Equivale a clicar no botão Iniciar.
D) Inicia o Painel de Controle.
E) Bloqueia o computador.
36. No programa Windows Explorer do sistema operacional Microsoft
Windows XP configurado de modo padrão, qual das ações abaixo resulta
em copiar um arquivo de uma pasta para outra?
A) Clicar e arrastar o arquivo com o botão esquerdo do mouse para pasta
na mesma unidade de disco.
B) Clicar e arrastar o arquivo com o botão esquerdo do mouse para pasta
na mesma unidade de disco, com a tecla Ctrl pressionada.
C) Clicar e arrastar o arquivo com o botão esquerdo do mouse para pasta
em unidade de disco diferente, com a tecla Shift pressionada.
D) Clicar e arrastar o arquivo com o botão esquerdo do mouse para pasta
na mesma unidade de disco, com a tecla Shift pressionada.
E) Clicar e arrastar o arquivo com o botão esquerdo do mouse para pasta
na mesma unidade de disco, com a tecla Alt pressionada.
37. Na comparação dos pacotes de programas Microsoft Office e BR
Office, qual das funcionalidades abaixo é fornecida diretamente pelos
programas do BR Office e não o é pelos programas do Microsoft Office?
A) Exportar como PDF.
B) Localizar e substituir texto.
C) Salvar como document HTML.
D) Salvar como document XML.
E) Verificação ortográfica.
38. Ao salvar um documento no programa Microsoft Word usando a opção
de menu “Salvar como”, qual das alternativas abaixo NÃO É VÁLIDA como
um tipo de arquivo para salvar o documento?
A) Formato ODT (.odt).
B) Formato Rich Text (.rtf).
C) Modelo de documento (.dot).
D) Página da Web (.html).
E) Somente texto (.txt).
39. No programa Microsoft Word, que combinação de teclas serve como
atalho para posicionar o cursor no início do documento?
A) Alt + Home.
B) Ctrl + Alt + Home.
C) Ctrl + Home.
D) Ctrl + Shift + Home.
E) Crtl + Shift + Home.
40. No Microsoft Excel, qual o cálculo feito pela fórmula SOMA(A1:A3;B1)?
A) soma de valores dascélulas A1 e A3 menos B1.
B) soma de valores das células A1, A3 e B1.
C) soma de valores das células A1e A3 dividido por B2.
D) soma de valores das células A1, A2, A3 e B1.
E) soma de valores das células A1 dividido por A3 + B1.
41. No Microsoft Excel, qual das alternativas abaixo descreve uma ação
válida no menu Formatar > Coluna?
A) Ajustar a altura.
B) Ajustar a largura.
C) Selecionar o modo de alinhamento do texto.
D) Selecionar o padrão de sombreamento.
E) Selecionar o tipo de borda.
42. Na configuração de contas para conexão de uma ferramenta de correio
eletrônico (como o Microsoft Outlook Express), que protocolo listado
abaixo é usado para envio de mensagens?
A) FTP
B) HTTP
C) IMAP
D) POP
E) SMTP
43. Qual o nome do serviço que permite a execução de programas em
computadores remotos em uma rede Internet, no qual o computador de
origem comporta‐se como se fosse um terminal conectado ao
computador remoto?
A) Cookie.
B) Firewall.
C) Proxy.
D) Telnet.
E) Winsock.
44. Um determinado dispositivo de hardware apresenta as seguintes
características: Resolução dinâmica de até 4200 DPIs; padrão de conexão
física USB; suporte Plug and Play com windows98; Terceiro botão progra-
mável. Com as informações apresentadas podemos afirmar que estamos
nos referindo a um:
A) Modem adls.
B) HardDisk.
C) Placa de Vídeo.
D) Editor de texto.
E) Mouse.
45. Rodando sobre sistemas Linux /Unix , a principal função do bash é:
A) editar textos.
B) criar Planilhas.
C) editar imagens.
D) interpretar Comandos.
E) navegar na internet.
46. Ao editar um documento no Word, um usuário usou a combinação das
teclas CTRL+Z, obtendo com isso o seguinte resultado:
A) Apagou uma linha inteira do documento.
B) Moveu o cursor um parágrafo acima.
C) Copiou o documento para área de transferência.
D) Desfez a última ação executada.
E) Enviou a primeira página do documento via email para um amigo.
47. No Ms DOS, a função do comando DIR é exibir o conteúdo de um
diretório que pode conter arquivos e subdiretórios. No Linux, que comando
tem equivalente função?
A) ls
B) ps
C) format
D) top
E) type
48. O Email é uma das principais ferramentas utilizadas na internet e
intranets. O protocolo Padrão responsável pela transferência de uma
mensagem eletrônica de um servidor de correio para o desktop de um
usuário é o
A) POP (Post Office Protocol).
B) SNMP (Simple Network Management Protocol.
C) FTP (File Transfer Protocol).
D) DNS (Domain name System).
E) PPP (Point to Point Protocol).
50. Para efetuarmos um UPGRADE de BIOS devemos executar o seguinte
procedimento.
A) Utilizar um software específico disponibilizado pelo fabricante.
B) Usar um compilador.
C) Tocar um Chip da placa de memória RAM.
D) Reinstalar o Sistema Operacional.
E) Usar um software qualquer disponibilizado em um site qualquer na
Web.
50. Um programa instalado indevidamente na máquina de um usuário
caracteriza‐se principalmente por capturar informações sensíveis como
dados pessoais e as enviar para um site sem que tal evento seja percebido
pelo usuário. Estamos nos referindo a um?
A) Editor de textos.
B) Antivírus.
C) Scandisk.
D) Spam.
E) Spyware.
APOSTILAS OPÇÃO A Sua Melhor Opção em Concursos Públicos
Informática A Opção Certa Para a Sua Realização 54
RESPOSTAS
01. C 11. D 21. D 31. B 41. B
02. D 12. A 22. E 32. C 42. E
03. D 13. B 23. D 33. A 43. D
04. D 14. D 24. A 34. C 44. E
05. C 15. D 25. E 35. E 45. D
06. D 16. E 26. A 36. B 46. D
07. D 17. A 27. E 37. A 47. A
08. A 18. E 28. B 38. A 48. A
09. E 19. D 29. E 39. C 49. A
10. B 20. D 30. D 40. D 50. E
___________________________________
___________________________________
___________________________________
___________________________________
___________________________________
_______________________________________________________
_______________________________________________________
_______________________________________________________
_______________________________________________________
_______________________________________________________
_______________________________________________________
_______________________________________________________
_______________________________________________________
_______________________________________________________
_______________________________________________________
_______________________________________________________
_______________________________________________________
_______________________________________________________
_______________________________________________________
_______________________________________________________
_______________________________________________________
_______________________________________________________
_______________________________________________________
_______________________________________________________
_______________________________________________________
_______________________________________________________
_______________________________________________________
_______________________________________________________
_______________________________________________________
_______________________________________________________
_______________________________________________________
_______________________________________________________
_______________________________________________________
_______________________________________________________
______________________________________________________
_______________________________________________________
_______________________________________________________
_______________________________________________________
_______________________________________________________
_______________________________________________________
_______________________________________________________
_______________________________________________________
_______________________________________________________
_______________________________________________________
_______________________________________________________
_______________________________________________________
_______________________________________________________
_______________________________________________________
_______________________________________________________
_______________________________________________________
_______________________________________________________
_______________________________________________________
_______________________________________________________
_______________________________________________________
_______________________________________________________
_______________________________________________________
_______________________________________________________
_______________________________________________________
_______________________________________________________
_______________________________________________________
_______________________________________________________
_______________________________________________________
_______________________________________________________
_______________________________________________________
_______________________________________________________
_______________________________________________________
_______________________________________________________
_______________________________________________________
_______________________________________________________
_______________________________________________________
______________________________________________________________________________________________________________
_______________________________________________________
_______________________________________________________
_______________________________________________________
_______________________________________________________
_______________________________________________________
_______________________________________________________
_______________________________________________________
_______________________________________________________
_______________________________________________________