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22/06/2016 Embriologia Comparada | Trabalho Biologia
https://evolucaobiobr.wordpress.com/2008/11/06/embriologia­comparada/ 1/4
www.caprice55.com
Trabalho Biologia
NOVEMBRO 6, 2008NOVEMBRO 6, 2008 ⁄ EVOLUCAOBIOBR
Embriologia Comparada
Embriologia Comparada
Se compararmos os embriões de determinados grupos de animais, veremos que existem semelhanças
entre eles, e essas semelhanças são ainda maiores que as encontradas nas formas adultas. 
Mesmo  antes  da  época  de  Darwin,  os  evolucionistas  alegavam  que  as  semelhanças  no
desenvolvimento  embrionário  indicavam  uma  descendência  comum.  Os  livros  modernos  ainda
mostram  esboços  de  embriões  de  animais  como  aves,  répteis  e  mamíferos,  juntamente  com  os  do
homem, mostrando importantes semelhanças entre eles e atribuindo essas semelhanças à existência de
um ancestral comum. 
O  conhecido  chavão  evolucionista  “a  ontogenia  recapitula  a  filogenia”  é  uma  definição  popular  da
“teoria  da  recapitulação”  ou  “lei  biogenética”  de  Haeckel.  Ela  afirma  que  cada  organismo  em  seu
desenvolvimento  embrionário  (ontogenia),  tende  a  recapitular  os  estágios  por  que  passaram  seus
antepassados  (filogenia).  No  caso  do  homem,  por  exemplo,  ensinava‑se  que  o  embrião  humano
começou a vida como um protozoário marinho, desenvolveu‑se em um ambiente aquático até se tornar
um verme com um coração  tubular, depois até ser um peixe com brânquias e um coração com duas
câmaras, depois até ser um anfíbio com um coração com três câmaras e um rim mesonéfrico, e depois
até ser um mamífero com um coração de quatro câmaras, rim metanéfrico e uma cauda, e finalmente
até ser um ser humano. Desta forma, o embrião humano reteria “vestígios” de sua evolução anterior,
recapitulando as sua fases principais. 
O mais famoso desses paralelos foi sem dúvida foi o suposto desenvolvimento de brânquias no estágio
22/06/2016 Embriologia Comparada | Trabalho Biologia
https://evolucaobiobr.wordpress.com/2008/11/06/embriologia­comparada/ 2/4
O mais famoso desses paralelos foi sem dúvida foi o suposto desenvolvimento de brânquias no estágio
“de  peixe”  do  crescimento  do  embrião  humano.  Esta  suposta  recapitulação  era  inteiramente
superficial; o embrião humano nunca desenvolve brânquias nem nada parecido com elas , e portanto
nunca é um peixe. Na verdade, tanto o homem como todos os cordados desenvolvem fendas faringeais
com bolsas faringeais. Nos peixes elas mais tarde se transformam nas brânquias. No ser humano, elas
se  transformam  nos  tubos  eustaquianos,  nas  glândulas  paratireóides  e  no  timo.  Enquanto  estão  se
desenvolvendo,  servem como guias  essenciais para o desenvolvimento de vasos  sangüíneos,  e desta
forma não são, de forma alguma, vestígios inúteis. 
A  crença  de  Haeckel  de  que  cada  estágio  embrionário  representa  o  estágio  adulto  de  um  de  seus
ancestrais  é  considerada  completamente  errada  pelos  embriologistas  modernos.  Atualmente  os
evolucionistas  aceitam  que  os  padrões  de  desenvolvimento  embrionário  em  um  grupo  de  animais
próximos  podem  conter  aspectos  que  refletem  seu  passado, mas muitas  inovações  se  superpõem  e
freqüentemente  obscurecem  o  padrão  ancestral.  Assim,  não  existe  uma  recapitulação  precisa.  É
surpreendente  que  alguns  evolucionistas  proeminentes  continuem  a  referir‑se  a  esta  idéia  como
evidência da evolução. Porém, os que tem conhecimentos atualizados, tanto em embriologia quanto em
paleontologia, não o fazem. 
Se para o evolucionista as semelhanças em embriologia são evidências de uma descendência comum,
para  os  criacionistas  elas  evidenciam  apenas  o  planejamento  comum  de  um  Criador.  Dado  o
pressuposto  da  criação,  como  os  cordados  (peixes,  anfíbios,  répteis,  aves  e  mamíferos)  tinham  o
desígnio de reproduzir a sua espécie pelo mesmo tipo de processo reprodutivo, seria de se esperar que
o desenvolvimento fosse semelhante em todos esses animais. 
O animal embrionário começa a sua existência com uma união de duas células (gametas), e após essa
união ocorre uma multiplicação de células que precisa operar‑se durante algum tempo no mesmo tipo
de meio ambiente. Além disso, muitas das estruturas que devem ser desenvolvidas de alguma forma
precisam ser semelhantes (membros, cabeça, etc.). Considerando‑se isso, seria natural que os embriões
em desenvolvimento parecessem muito semelhantes nos estágios iniciais de seu desenvolvimento. 
Nesse  período  entretanto,  à  medida  em  que  se  torna  necessário  que  caracteres  especializados
correspondentes à espécie progenitora comecem a se formar, essas semelhanças superficiais dão lugar
às  características  embrionárias  distintas  e  apropriadas.  Na  verdade,  essas  importantes  diferenças  se
mostram em estágio bem inicial do desenvolvimento embrionário. 
Existem  também, mesmo nos  estágios  iniciais, diferenças  entre os  embriões que  são  tão  importantes
como  as  semelhanças.  O  DNA  de  uma  ave  é  bastante  diferente  do  DNA  de  um  réptil.  O material
genético  distinto,  programado  para  cada  espécie  de  animal,  assegura  que  apenas  aquela  espécie  se
desenvolva a partir daquele embrião
Publicado em Embriologia Comparada, Evidências evolutivas, Evolução ‑ teorias e evidências ⁄ 13
Comentários
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22/06/2016 Embriologia Comparada | Trabalho Biologia
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13 comentários sobre “Embriologia Comparada”
1. murdoc disse:
novembro 18, 2010 às 9:43 am
esse texto foi escrito por um criacionista
RESPONDER
1. 
isabel disse:
março 21, 2012 às 9:23 am
sim foi sim feito por mim uma criasionista
RESPONDER
2. 
nina disse:
novembro 20, 2011 às 2:16 pm
gostei muito desse site, pois ele detalha cada assunto de maneira bem precisa.
RESPONDER
3. 
ana disse:
novembro 24, 2011 às 7:35 am
Bem bacana! 
Me ajudou muito!!!!
RESPONDER
4. 
morango disse:
março 2, 2012 às 10:36 am
mto legal precisava disso pra estudar!
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5. 
isabel disse:
março 21, 2012 às 9:24 am
adoro ciencias e biologia e agr o assunto do 8 ano e de mais
RESPONDER
6. 
Cleber disse:
março 27, 2012 às 8:22 am
Cara adorei esse site !! ele explica direitinho o Assunto =)
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7. 
Aderito macheque disse:
setembro 17, 2012 às 5:01 pm
P’ra min nest trabalho foltou d difincao….
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22/06/2016 Embriologia Comparada | Trabalho Biologia
https://evolucaobiobr.wordpress.com/2008/11/06/embriologia­comparada/ 4/4
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8. 
Gaby disse:
março 29, 2013 às 7:53 pm
So me confirmem se esse assunto ta envolvendo meio q a Evolução ??*
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1. 
evolucaobiobr  disse:
março 30, 2013 às 11:15 am
Sim
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9. 
andresa sousa disse:
maio 8, 2013 às 1:44 am
poderia ser bem mais resumido!!!
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10. 
ellen sousa disse:
setembro 2, 2013 às 2:14 pm
uma bosta esse site, tinha que ser uns cornos mesmo
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11. 
Marcelle disse:
abril 22, 2014 às 10:49 am
Gostei das informações!! Sou Bióloga, criacionista e professora em colégio Que possibilita o ensino
da criação além da evolução. Gosto muito de mostrar aos alunos IDEIAS e apresentar à eles cada
detalhe da ideia evolucionista para que eles decidam por si se depositarão sua fé na evolução ou no
Criador. Acho muito triste (infelizmente) a postura que muitos colegas criacionistas e
evolucionistas têm de satirizar ou querer IMPRIMIR suas concepções nas mentes dos jovens. 
Se tudo for bem explicado, e como você coloca no seu texto, no trecho “Se para o evolucionista as
semelhanças em embriologia são evidências de uma descendência comum, para os criacionistas elas
evidenciam apenas o planejamento comum de um Criador. Dado o pressuposto da criação, como os
cordados(peixes, anfíbios, répteis, aves e mamíferos) tinham o desígnio de reproduzir a sua espécie
pelo mesmo tipo de processo reprodutivo, seria de se esperar que o desenvolvimento fosse
semelhante em todos esses animais.”, eles são capazes de formular suas concepções. Costumo dizer
aos meus alunos que primeiro deve haver RESPEITO e segundo, você pode acreditar no quiser,
desde que você conheça o que acredita, saiba porque acredita e mais, saiba porque NÃO acredita
nas outras ideias!!!!! Quisera outros colegas agissem como nós!
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