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MUSEUS VIRTUAIS E POLÍTICAS 
PÚBLICAS: SÉCULO XXI
Prof.: Giovane Silva Balbino
• O papel dos Museus Virtuais;
• Ensino de História; 
• Políticas Públicas - Preservação do Patrimônio;
INTRODUÇÃO
CRESCIMENTO DOS MUSEUS VIRTUAIS
● Século XXI;
● Pandemia - Covid 19;
● Tecnologias;
Fonte: https://www.tecnologiae.com.br/maneiras-tecnologia-informacao-comunicacao-estao-mudando-como-vivemos/, 
acessado no dia 23 de março de 2023.
“(…) o virtual não se opõe ao real, mas ao atual: 
virtualidade e atualidade são apenas duas 
maneiras de ser diferentes” (LEVY, 1996, p. 15)
● Formato Digital;
● Valor cultural;
Fonte: https://horacampinas.com.br/obras-do-museu-do-ipiranga-podem-ser-visitadas-em-passeio-virtual/, acessado no dia 
23 de março de 2023.
“[...] museu virtual é aquele que faz da Internet 
espaço de interação através de ações 
museológicas com o seu público utilizador” 
(HENRIQUES, 2018, p. 68). 
POLÍTICAS PÚBLICAS - PATRIMÔNIO 
HISTÓRICO E CULTURAL NO SÉCULO XX - 
REVISÃO
● Em 1937, foi criado o Serviço do Patrimônio 
Histórico e Artístico Nacional (SPHAN);
● Gonçalves (2009);
Fonte: https://vitruvius.com.br/revistas/read/arquitextos/13.149/4528, acessado no dia 23 de março de 2023.
● Convenção do Patrimônio Mundial Cultural e Natural, em 1972 
pela Organização das Nações Unidas para a Ciência e Cultura 
(UNESCO), essa Convenção buscava incentivar a preservação 
de bens culturais e naturais;
● Programa de Cidades Históricas (PCH);
POLÍTICAS PÚBLICAS NO SÉCULO XXI
● Programa Nacional do Patrimônio Imaterial
● Segundo Lopes; Andrade e Campos (2015, p. 161):
Decreto 3.551, de 4 de agosto de 2000, o Brasil, em consonância 
com conceito supracitado, criou o Programa Nacional do 
Patrimônio Imaterial, visando por meio dessa caracterização 
resguardar os saberes, os ofícios, as festas, os rituais, as 
expressões artísticas e lúdicas, dos indivíduos que as guardam 
como referência identitária de seu povo. Verifica-se, portanto, 
que o conceito adota um viés amplo dos variados grupos 
sociais, mantendo vivo o vínculo entre o pretérito e o presente.
● “Cidades-patrimônios”;
● Aumentos dos Recursos - IPHAN;
● IPHAN - 2017:
88 conjuntos urbanos protegidos, sendo 68 tombados, três 
tombamentos provisórios, 14 rerratificações, um tombamento 
emergencial, dois anexados (destes dois, um tombado e um 
tombamento provisório). Nestas áreas, o Iphan atua e investe 
recursos, tanto direta, na forma de obras de qualificação, quanto 
indiretamente por meio de parcerias com outras instituições 
municipais e estaduais, além do PAC Cidades Históricas e dos 
Planos de Mobilidade e Acessibilidade Urbana
• Museus Virtuais;
• Preservação do Patrimônio Histórico e Cultural;
• IPHAN;
CONCLUSÃO
• FIGUEIREDO, Vanessa Gayego Bello. Da tutela dos monumentos à 
gestão sustentável das paisagens culturais complexas. Tese 
(Doutorado em Planejamento Urbano e Regional), Faculdade de 
Arquitetura e Urbanismo, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2014.
• GONÇALVES, Janice. O SPHAN e seus colaboradores: construindo 
uma ética do tombamento (1938-1972). ANPUH – XXV SIMPÓSIO 
NACIONAL DE HISTÓRIA, Fortaleza, 2009.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
• HENRIQUES, Rosali. Os museus virtuais: conceito e configurações. 
Cadernos de Sociomuseologia, vol. 55, nº 12, p.p. 53-70, 2018. 
Disponível: 
https://revistas.ulusofona.pt/index.php/cadernosociomuseologia/article/
view/6337/3968, acessado no dia 21 de março de 2023.
• HENRIQUES, Rosali; LARA, Lucas Ferreira de. Os museus virtuais e a 
pandemia do covid 19: a experiência do Museu da Pessoa. Museologia 
& Interdisciplinaridade, vol. 10, n°. Especial, p. p. 209–220, 2021. 
Disponível em:
https://periodicos.unb.br/index.php/museologia/article/view/35924, 
acessado no dia 23 de março de 2023.
● LEAL, Claudia Feierabend Baeta. Patrimônio e desenvolvimento: as políticas 
de patrimônio cultural nos anos 1960. Anais do Museu Paulista: História e 
Cultura Material, v. 24, n° 24, p. p. 99–136, 2016.
● LÉVY, Pierre. O que é o virtual? São Paulo/SP: Editora 34, 1996.
● PEREIRA, Danilo Celso. Cidade, Patrimônio e Território: As Políticas Públicas 
Federais de seleção no Brasil do Século XXI. Revista CPC, n°. 21, p.p. 36-70, 
2016. Disponível em: https://www.revistas.usp.br/cpc/article/view/111342, 
acessado no dia 21 de março de 2023.
● TEIXEIRA, Robson da Silva. Museu virtual: um novo olhar para a informação 
e comunicação na museologia. Perspectivas em Ciência da Informação, vol. 
19, n°. 19, p.p. 226–238, 2014.
ATÉ A PRÓXIMA AULA!
HISTÓRIA DOS MUSEUS NO BRASIL
Prof.: Giovane Silva Balbino
• Período Colonial; 
• Período Monárquico;
• Período Republicano
• Construção do Estado Nacional
INTRODUÇÃO
• Invasão Holandesa;
• Pernambuco;
• Cientistas e Artistas;
• Museu do palácio Vrijburg;
O INÍCIO - SÉCULO XVII
Fonte:https://blogdoenem.com.br/uniao-iberica-e-invasoes-holandesas-historia-enem/, acessado dia 16 de março de 2023.
• Em 1784, é criada a Casa de Xavier dos Pássaros; 
• Museu de história natural da cidade do Rio de Janeiro;
• Detalhe que essa instituição é considerada “uma das mais 
importantes e a mais antiga da América Latina, abriga 
importantes acervos nas áreas de Zoologia, Botânica, 
Arqueologia, Antropologia, Geologia e Paleontologia” 
(D`ALMEIDA; DANTAS, 2018, p. p. 3-4).
● Em 1808 - família Real Portuguesa para o Rio de Janeiro;
● A abertura dos portos para as nações amigas; 
● Circulação de mercadorias e bens;
● A criação da imprensa régia e de estabelecimentos de cunho 
científicos; 
● “[...] memória coletiva das nações os monumentos de 
lembrança” (LE GOFF, 1990, p. 465).
• 1818;
• Criação do Museu Real;
• Preservação da Memória;
Museu Real, atual Museu Nacional (Rio de Janeiro)
Fonte: https://diariodorio.com/historia-do-museu-nacional/, acessado no dia 18 de março de 2023.
• Em 1891, já no Período Republicano é criado o Museu 
Paraense, atual Museu Emilio Goeldi. 
• Em 1894, ocorreu a criação do Museu Paulista, conhecido 
como Museu Ipiranga.
Fonte: https://www.mp.usp.br/museu-do-ipiranga, acessado no dia 18 de março de 2023.
● Museu Ipiranga;
● 450.000 unidades, 
Museu Imperial, Petrópolis/RJ.
Fonte: https://classeturista.com/pt/brasil/petropolis/museu-imperial/, acessado no dia 18 de março de 2023.
● 1943;
● Período imperial 
brasileiro. 
• 1947; 
• Museu de Arte de São Paulo 
(MASP);
MASP, São Paulo.
Fonte: https://serieavenidapaulista.com.br/2020/08/09/masp-o-icone-de-sao-paulo/, acessado no dia 18 de março de 2023.
• Estatuto de Museus do Brasil - 2009; 
• Política Nacional de Museus, aprovada em 2007;
• Organizar e cadastrar novos museus no cenário 
nacional, além de intensificar políticas museológicas.
IBRAM
• D`ALMEIDA, José Mario; DANTAS, Regina Maria Macedo Costa. 
Casa dos pássaros: local de preparação de material zoológico a 
ser enviado para Portugal. História da Ciência e Ensino 
construindo interfaces, Volume 18, 2018, p.p. 3-22.
• LE GOFF, Jacques. História e memória. Tradução Bernardo Leitão 
[et al.], Campinas/SP: Editora da UNICAMP, 1990.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
ATÉ A PRÓXIMA AULA!
A HISTÓRIA DO PATRIMÔNIO 
HISTÓRICO NO BRASIL
Prof.: Giovane Silva Balbino
• Patrimônio e Memória;
• Símbolo do Nacionalismo; 
INTRODUÇÃO
• Marcelo (2013, p. 137):
• “[...] base do discurso legitimador da nação que inseriu o 
patrimônio no projeto de construção da identidade nacional ao 
longo do século XIX e durante boa parte do século XX”. 
HISTÓRIA E NACIONALISMO: 
O PATRIMÔNIO EM EVIDÊNCIA
• Em 1838; 
• Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro 
(IHGB)
Fonte: https://www.historiadomundo.com.br/curiosidades/o-ihgb-historia-brasil.htm, acessado no dia 20 de março de 2023.
● Moreira (2022, p. 134): 
● “Desde a década de 20 do século passado, por exemplo, 
pode-se observar, no país, tentativas legais e institucionais de 
se preservar o patrimônio nacional”. 
● “[...] memória coletiva das nações os monumentosde 
lembrança” (LE GOFF, 1990, p. 465).
• Década de 1920;
• 1922 - Semana de Arte Moderna;
• Manifestações Artísticas-Culturais;
• Patrimônio Cultural e Histórico;
Fonte: https://brasilescola.uol.com.br/literatura/semana-arte-moderna-1922.htm, acessado no dia 20 de março de 2023.
● Era Vargas (1930-1945);
● 1937 - Decreto n° 25;
● Art. 1º Constitue o patrimônio histórico e 
artístico nacional o conjunto dos bens 
móveis e imóveis existentes no país e cuja 
conservação seja de interêsse público, quer 
por sua vinculação a fatos memoráveis da 
história do Brasil, quer por seu excepcional 
valor arqueológico ou etnográfico, 
bibliográfico ou artístico.
Fonte: https://vitruvius.com.br/revistas/read/arquitextos/13.149/4528, acessado no dia 20 de março de 2023.
“[...] ideia abstrata de patrimônio ideológico, 
moral e histórico no sentido de naturalizar 
seu próprio projeto político” (CAMPOS, 2021, 
p. 105).
● Ditadura Civil-Militar;
● Em 1968, “o Iphan pleiteia a extensão do apoio técnico da 
Unesco até 1972, e a elaboração de planos para cidades 
históricas brasileiras é iniciada por consultores da 
organização internacional” (CORREA, 2016, p. 23).
● Programa Integrado de Reconstrução das Cidades Históricas;
● Ministério do Planejamento e Coordenação Geral (Miniplan).
• Poder e Memória;
• Le Goff (1990, p. 536);
• [...] monumento tem como características o ligar-se ao poder de 
perpetuação, voluntária ou involuntária, das sociedades históricas 
(é um legado à memória coletiva) e o reenviar a testemunhos que 
só numa parcela mínima são testemunhos escritos.
CONCLUSÃO
• CAMPOS, Filipe Queiroz de. O conceito de patrimônio nos discursos 
de Getúlio Vargas: uma estratégia ambivalente. Faces de Clio, [S. l.], 
v. 7, n. 14, p.p. 91–110, 2021. Disponível: 
https://periodicos.ufjf.br/index.php/facesdeclio/article/view/34531. 
Acesso em: 11 mar. 2023.
• CORREA, Sandra Magalhães. O Programa de Cidades Históricas. 
Anais do Museu Paulista: História e Cultura Material, vol. 24, n°. 1, p. 
p. 15–58, 2016.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
• LE GOFF, Jacques. História e memória. Tradução Bernardo Leitão 
[et al.], Campinas/SP: Editora da UNICAMP, 1990.
• MARCELO, Hernan Venegas. A noção de patrimônio no Brasil 
Império. PASOS. Revista de Turismo y Patrimonio Cultural, vol. 11, 
núm. 1, p.p. 135-146, 2013.
• MOREIRA, Alexandre Alves de Sousa. O Patrimônio à luz da Primeira 
República: o discurso de Jair Lins . Cadernos de Pesquisa do 
CDHIS, [S. l.], v. 35, n. 1, p. 131–150, 2022. DOI: 
10.14393/cdhis.v35n1.2022.65318. Disponível em: 
https://seer.ufu.br/index.php/cdhis/article/view/65318. Acesso em: 11 
mar. 2023.
ATÉ A PRÓXIMA AULA!
NOÇÕES DE PATRIMÔNIO CULTURAL E 
HISTÓRICO NA CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 
1988
Prof.: Giovane Silva Balbino
• Constituição Federal de 1988;
• Constituição Cidadã; 
INTRODUÇÃO
ARTIGO 215 E 216: A EFETIVAÇÃO DAS NOÇÕES 
DE PATRIMÔNIO CULTURAL E HISTÓRICO
• Silva (2008, p. 809):
• “Patrimônio cultural” é expressão mais adequada e mais abrangente do 
que “patrimônio histórico e artístico”. Menos adequado, embora não 
menos abrangente, é falar-se em “patrimônio histórico, artístico ou 
cultural”, porque “cultural” já inclui o “histórico” e o “artístico”. Por 
isso, a Constituição [brasileira de 1988] andou bem empregando a 
expressão sintética “patrimônio cultural” no art. 216, embora já não o 
tenha feito tão bem quanto se refere a “bens de valor histórico, artístico 
ou cultural”, nos arts. 23, III e IV, e 24, VII. A terminologia ainda 
imprecisa é responsável por essas vacilações do texto constitucional.
• Art. 215. O Estado garantirá a todos o pleno exercício dos direitos 
culturais e acesso às fontes da cultura nacional, e apoiará e 
incentivará a valorização e a difusão das manifestações culturais 
(BRASIL, 1988).
● § 1º O Estado protegerá as manifestações das culturas 
populares, indígenas e afro-brasileiras, e das de outros grupos 
participantes do processo civilizatório nacional (BRASIL, 1988).
● § 2º A lei disporá sobre a fixação de datas comemorativas de 
alta significação para os diferentes segmentos étnicos 
nacionais (BRASIL, 1988).
● § 3º A lei estabelecerá o Plano Nacional de Cultura, de duração plurianual, 
visando ao desenvolvimento cultural do País e à integração das ações do poder 
público que conduzem à: (Incluído pela Emenda Constitucional nº 48, de 2005)
● I defesa e valorização do patrimônio cultural brasileiro; (Incluído pela Emenda 
Constitucional nº 48, de 2005)
● II produção, promoção e difusão de bens culturais; (Incluído pela Emenda 
Constitucional nº 48, de 2005)
● III formação de pessoal qualificado para a gestão da cultura em suas múltiplas 
dimensões; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 48, de 2005)
● IV democratização do acesso aos bens de cultura; (Incluído pela Emenda 
Constitucional nº 48, de 2005)
● V valorização da diversidade étnica e regional. (Incluído pela Emenda 
Constitucional nº 48, de 2005) (BRASIL, 1988).
Artigo 216:
● Constituem patrimônio cultural brasileiro os bens de 
natureza material e imaterial, tomados individualmente ou 
em conjunto, portadores de referência à identidade, à ação, 
à memória dos diferentes grupos formadores da sociedade 
brasileira (BRASIL, 1988).
● I - as formas de expressão; 
● II - os modos de criar, fazer e viver; 
● III - as criações científicas, artísticas e tecnológicas; 
● IV - as obras, objetos, documentos, edificações e demais 
espaços destinados às manifestações artístico-culturais; 
● V - os conjuntos urbanos e sítios de valor histórico, paisagístico, 
artístico, arqueológico, paleontológico, ecológico e científico 
(BRASIL, 1988).
● O Poder Público, com a colaboração da comunidade, 
promoverá e protegerá o patrimônio cultural brasileiro, por 
meio de inventários, registros, vigilância, tombamento e 
desapropriação, e de outras formas de acautelamento e 
preservação (BRASIL, 1988).
● “[...] estabelecerá incentivos para a produção e o 
conhecimento de bens e valores culturais” (BRASIL, 1988).
Cordeiro (2022, p. 5):
Os processos de patrimonialização também 
resultam, hoje, das variadas vivências e experiências 
que o patrimônio cultural suscita na sociedade civil a 
partir da mobilização de diferentes grupos sociais, 
detentores de saberes tradicionais e locais, 
possibilitando, a partir das diversidades culturais, 
reconhecer o outro e a si mesmo nas mais variadas 
manifestações.
● Art. 216-A. O Sistema Nacional de Cultura, organizado em 
regime de colaboração, de forma descentralizada e participativa, 
institui um processo de gestão e promoção conjunta de políticas 
públicas de cultura, democráticas e permanentes, pactuadas 
entre os entes da Federação e a sociedade, tendo por objetivo 
promover o desenvolvimento humano, social e econômico com 
pleno exercício dos direitos culturais. (Incluído pela Emenda 
Constitucional nº 71, de 2012) (BRASIL, 1988).
• Ações do Estado;
• Iniciativa na Preservação do Patrimônio Histórico e Cultural;
CONCLUSÃO
• BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa 
do Brasil. Brasília, DF: Senado Federal, 2016.
• CORDEIRO, Tatiane Oliveira de Assumpção. MEMÓRIA, 
PATRIMÔNIO E MUSEOLOGIA: a importância das dimensões 
sociais. Revista Espacialidades [online], vol. 18, n°. 2, 2022. 
• SILVA, José Afonso da. Comentário contextual à Constituição. 5. 
ed., de acordo com a EC 56/2007. São Paulo: Malheiros, 2008.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
ATÉ A PRÓXIMA AULA!
O PATRIMÔNIO HISTÓRICO E 
MUSEOLOGIA NO ENSINO DE HISTÓRIA
Prof.: Giovane Silva Balbino
• Patrimônio Histórico e Cultural e Museologia;
• Ensino de História; 
INTRODUÇÃO
● Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN):
Compreender a cidadania como participação social e política, 
assim como exercício de direitos e deveres políticos, civis e 
sociais, adotando, no dia-a-dia, atitudes de solidariedade, 
cooperação e repúdio às injustiças, respeitando o outro e 
exigindo para si omesmo respeito; Posicionar-se de maneira 
crítica, responsável e construtiva nas diferentes situações 
sociais, utilizando o diálogo como forma de mediar conflitos 
e de tomar decisões coletivas (BRASIL, 1997).
Art. 1º A educação abrange os processos formativos que 
se desenvolvem na vida familiar, na convivência humana, 
no trabalho, nas instituições de ensino e pesquisa, nos 
movimentos sociais e organizações da sociedade civil e 
nas manifestações culturais (LDB, 1996).
● “Patrimônio Cultural como tema transversal, interdisciplinar 
e/ou transdisciplinar, ato essencial ao processo educativo para 
potencializar o uso dos espaços públicos e comunitários como 
espaços formativos” (IPHAN, 2014, p. 27).
ENSINO DE HISTÓRIA: PATRIMÔNIOS E 
MUSEUS
● Teixeira (2008, p. 201): 
“[...] metodologia da Educação Patrimonial pode ser 
desenvolvida no ambiente formal de ensino (escolas) ou 
informal (comunidade, associações de bairro, museus, parques 
ambientais)”.
● Soares (2003, p. 46):
A metodologia da Educação Patrimonial surgiu, inicialmente, para 
que se desenvolvessem programas didáticos nos museus. A 
adequação desse método de ensino para o trabalho nas escolas é 
uma proposta nova, na qual os objetos estudados pertencem ao 
cotidiano das comunidades.
Fonte: 
http://memoria.bn.br/pdf/1
49292/per149292_1935_00
951.pdf, acessado no dia 
21 de março de 2023.
● Visita Escolar;
● Cultura material e imaterial dos Museus;
● O papel dos Museus - presenciais e virtuais;
● Educação - Patrimônio;
Papel do Professor de História:
“[...] alunos, preocupando-se em ajudá-los a 
compreender e — esperamos — a melhorar o mundo 
em que vivem” (PINSKY; PINSKY, 2007, p. 22).
• Preservação do Patrimônio Histórico e Cultural;
• Ensino de História;
CONCLUSÃO
• BITTENCOURT, Circe Maria Fernandes. Ensino de história: 
fundamentos e métodos. 2a Edição, São Paulo/SP: Editora Cortez, 2008. 
• ________________________________. Reflexões sobre o ensino de 
História. Estudos Avançados, vol. 32, n°. 93, p. p. 127-149, 2018.
• BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares 
nacionais: introdução aos parâmetros curriculares nacionais. 
Secretaria de Educação Fundamental, Brasília/DF: MEC/SEF, 1997. 
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
• IPHAN - INSTITUTO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E ARTÍSTICO 
NACIONAL. Educação Patrimonial. Histórico, conceitos e 
processos. Brasília: CEDUC/IPHAN, 2014.
• LDB – Leis de Diretrizes e Bases. Lei nº 9.394. 1996. Disponível em: 
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9394.htm, acessado no dia 
21 de março de 2023.
• SOARES, André Luis Ramos (Org.). Educação patrimonial: relatos e 
experiências. Santa Maria: Editora da UFSM, 2003.
• TEIXEIRA, Cláudia Adriana Rocha. A educação patrimonial no 
ensino de História. BIBLOS, vol. 22, n°. 1, p.p. 199–211, 2008. 
Disponível em: https://periodicos.furg.br/biblos/article/view/868. 
Acesso em: 12 de março de 2023.
• PINSKY, Jaime; PINSKY, Carla Bassanezi. Por uma História 
Prazerosa e Consequente. KARNAL, Leandro (org.). História na sala 
de aula: conceitos, práticas e propostas. 5a edição, São Paulo/SP: 
Contexto, 2007.
ATÉ A PRÓXIMA AULA!
MUSEOLOGIA: O SEU PAPEL AO 
LONGO DA HISTÓRIA
Prof.: Giovane Silva Balbino
• Palavra - Museu; 
• Grego - Templo das Musas;
• O Termo - Alexandria
SENTIDO DE MUSEUS
Representação artística da Biblioteca de Alexandria baseada em achados arqueológicos.
Fonte: https://socientifica.com.br/quais-tesouros-foram-perdidos-na-destruicao-do-grande-museu-de-alexandria/
• Pesquisas Arqueológicas;
• Museu - Ennigaldi-Nanna;
• Mesopotâmia (530 a. C.)
MUSEU MAIS ANTIGO DA HISTÓRIA
Fonte:https://museuweg.net/blog/conheca-os-museus-mais-antigos-do-brasil-e-do-mundo/#:~:text=Museu%20Ennigaldi%2DNanna%20, acessado dia 16 de março de 2023.
• Ascensão de Museus;
• Museus de Coleções 
Individuais;
• Formação dos Estados 
Nacionais;
MUSEUS E ESTADO 
Fonte: https://www.dedmundoafora.com.br/british-museum-museu-britanico/, acessado no dia 17 de março de 2023.
Museu Britânico (Londres, Inglaterra)
Fonte: https://www.louvre.fr/en, acessado no dia 17 de março de 2023.
Museu do Louvre (Paris, França)
MUSEU NACIONAL - RJ
Fonte: https://www.gov.br/turismo/pt-br/assuntos/noticias/museu-nacional-inaugura-obras-de-restauracao-do-complexo-cultural, 
acessado no dia 19 de março de 2023.
Museu e Poder:
• Preservação da memória de uma classe social;
• Uma narrativa presente;
• Le Goff (1990): Monumentos;
MUSEUS COMO SÍMBOLO DE PODER
Chagas (2002, p. 8).
Os museus celebrativos da memória do poder - ainda que 
tenham tido origem, em termos de modelo, nos séculos 
XVIII e XIX - continuaram sobrevivendo e multiplicaram-se 
durante todo o século XX. (...) Eles tendem a se constituir 
em espaços pouco democráticos onde prevalece o 
argumento de autoridade, onde o que importa é celebrar o 
poder ou o predomínio de um grupo social, étnico, 
religioso ou econômico sobre os outros grupos.
• CHAGAS, Mário. Memória e poder: dois movimentos. Lisboa: 
Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, 2002.
• LE GOFF, Jacques. História e memória. Tradução Bernardo Leitão 
[et al.], Campinas/SP: Editora da UNICAMP, 1990.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
ATÉ A PRÓXIMA AULA!

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