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MUSEUS VIRTUAIS E POLÍTICAS PÚBLICAS: SÉCULO XXI Prof.: Giovane Silva Balbino • O papel dos Museus Virtuais; • Ensino de História; • Políticas Públicas - Preservação do Patrimônio; INTRODUÇÃO CRESCIMENTO DOS MUSEUS VIRTUAIS ● Século XXI; ● Pandemia - Covid 19; ● Tecnologias; Fonte: https://www.tecnologiae.com.br/maneiras-tecnologia-informacao-comunicacao-estao-mudando-como-vivemos/, acessado no dia 23 de março de 2023. “(…) o virtual não se opõe ao real, mas ao atual: virtualidade e atualidade são apenas duas maneiras de ser diferentes” (LEVY, 1996, p. 15) ● Formato Digital; ● Valor cultural; Fonte: https://horacampinas.com.br/obras-do-museu-do-ipiranga-podem-ser-visitadas-em-passeio-virtual/, acessado no dia 23 de março de 2023. “[...] museu virtual é aquele que faz da Internet espaço de interação através de ações museológicas com o seu público utilizador” (HENRIQUES, 2018, p. 68). POLÍTICAS PÚBLICAS - PATRIMÔNIO HISTÓRICO E CULTURAL NO SÉCULO XX - REVISÃO ● Em 1937, foi criado o Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (SPHAN); ● Gonçalves (2009); Fonte: https://vitruvius.com.br/revistas/read/arquitextos/13.149/4528, acessado no dia 23 de março de 2023. ● Convenção do Patrimônio Mundial Cultural e Natural, em 1972 pela Organização das Nações Unidas para a Ciência e Cultura (UNESCO), essa Convenção buscava incentivar a preservação de bens culturais e naturais; ● Programa de Cidades Históricas (PCH); POLÍTICAS PÚBLICAS NO SÉCULO XXI ● Programa Nacional do Patrimônio Imaterial ● Segundo Lopes; Andrade e Campos (2015, p. 161): Decreto 3.551, de 4 de agosto de 2000, o Brasil, em consonância com conceito supracitado, criou o Programa Nacional do Patrimônio Imaterial, visando por meio dessa caracterização resguardar os saberes, os ofícios, as festas, os rituais, as expressões artísticas e lúdicas, dos indivíduos que as guardam como referência identitária de seu povo. Verifica-se, portanto, que o conceito adota um viés amplo dos variados grupos sociais, mantendo vivo o vínculo entre o pretérito e o presente. ● “Cidades-patrimônios”; ● Aumentos dos Recursos - IPHAN; ● IPHAN - 2017: 88 conjuntos urbanos protegidos, sendo 68 tombados, três tombamentos provisórios, 14 rerratificações, um tombamento emergencial, dois anexados (destes dois, um tombado e um tombamento provisório). Nestas áreas, o Iphan atua e investe recursos, tanto direta, na forma de obras de qualificação, quanto indiretamente por meio de parcerias com outras instituições municipais e estaduais, além do PAC Cidades Históricas e dos Planos de Mobilidade e Acessibilidade Urbana • Museus Virtuais; • Preservação do Patrimônio Histórico e Cultural; • IPHAN; CONCLUSÃO • FIGUEIREDO, Vanessa Gayego Bello. Da tutela dos monumentos à gestão sustentável das paisagens culturais complexas. Tese (Doutorado em Planejamento Urbano e Regional), Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2014. • GONÇALVES, Janice. O SPHAN e seus colaboradores: construindo uma ética do tombamento (1938-1972). ANPUH – XXV SIMPÓSIO NACIONAL DE HISTÓRIA, Fortaleza, 2009. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS • HENRIQUES, Rosali. Os museus virtuais: conceito e configurações. Cadernos de Sociomuseologia, vol. 55, nº 12, p.p. 53-70, 2018. Disponível: https://revistas.ulusofona.pt/index.php/cadernosociomuseologia/article/ view/6337/3968, acessado no dia 21 de março de 2023. • HENRIQUES, Rosali; LARA, Lucas Ferreira de. Os museus virtuais e a pandemia do covid 19: a experiência do Museu da Pessoa. Museologia & Interdisciplinaridade, vol. 10, n°. Especial, p. p. 209–220, 2021. Disponível em: https://periodicos.unb.br/index.php/museologia/article/view/35924, acessado no dia 23 de março de 2023. ● LEAL, Claudia Feierabend Baeta. Patrimônio e desenvolvimento: as políticas de patrimônio cultural nos anos 1960. Anais do Museu Paulista: História e Cultura Material, v. 24, n° 24, p. p. 99–136, 2016. ● LÉVY, Pierre. O que é o virtual? São Paulo/SP: Editora 34, 1996. ● PEREIRA, Danilo Celso. Cidade, Patrimônio e Território: As Políticas Públicas Federais de seleção no Brasil do Século XXI. Revista CPC, n°. 21, p.p. 36-70, 2016. Disponível em: https://www.revistas.usp.br/cpc/article/view/111342, acessado no dia 21 de março de 2023. ● TEIXEIRA, Robson da Silva. Museu virtual: um novo olhar para a informação e comunicação na museologia. Perspectivas em Ciência da Informação, vol. 19, n°. 19, p.p. 226–238, 2014. ATÉ A PRÓXIMA AULA! HISTÓRIA DOS MUSEUS NO BRASIL Prof.: Giovane Silva Balbino • Período Colonial; • Período Monárquico; • Período Republicano • Construção do Estado Nacional INTRODUÇÃO • Invasão Holandesa; • Pernambuco; • Cientistas e Artistas; • Museu do palácio Vrijburg; O INÍCIO - SÉCULO XVII Fonte:https://blogdoenem.com.br/uniao-iberica-e-invasoes-holandesas-historia-enem/, acessado dia 16 de março de 2023. • Em 1784, é criada a Casa de Xavier dos Pássaros; • Museu de história natural da cidade do Rio de Janeiro; • Detalhe que essa instituição é considerada “uma das mais importantes e a mais antiga da América Latina, abriga importantes acervos nas áreas de Zoologia, Botânica, Arqueologia, Antropologia, Geologia e Paleontologia” (D`ALMEIDA; DANTAS, 2018, p. p. 3-4). ● Em 1808 - família Real Portuguesa para o Rio de Janeiro; ● A abertura dos portos para as nações amigas; ● Circulação de mercadorias e bens; ● A criação da imprensa régia e de estabelecimentos de cunho científicos; ● “[...] memória coletiva das nações os monumentos de lembrança” (LE GOFF, 1990, p. 465). • 1818; • Criação do Museu Real; • Preservação da Memória; Museu Real, atual Museu Nacional (Rio de Janeiro) Fonte: https://diariodorio.com/historia-do-museu-nacional/, acessado no dia 18 de março de 2023. • Em 1891, já no Período Republicano é criado o Museu Paraense, atual Museu Emilio Goeldi. • Em 1894, ocorreu a criação do Museu Paulista, conhecido como Museu Ipiranga. Fonte: https://www.mp.usp.br/museu-do-ipiranga, acessado no dia 18 de março de 2023. ● Museu Ipiranga; ● 450.000 unidades, Museu Imperial, Petrópolis/RJ. Fonte: https://classeturista.com/pt/brasil/petropolis/museu-imperial/, acessado no dia 18 de março de 2023. ● 1943; ● Período imperial brasileiro. • 1947; • Museu de Arte de São Paulo (MASP); MASP, São Paulo. Fonte: https://serieavenidapaulista.com.br/2020/08/09/masp-o-icone-de-sao-paulo/, acessado no dia 18 de março de 2023. • Estatuto de Museus do Brasil - 2009; • Política Nacional de Museus, aprovada em 2007; • Organizar e cadastrar novos museus no cenário nacional, além de intensificar políticas museológicas. IBRAM • D`ALMEIDA, José Mario; DANTAS, Regina Maria Macedo Costa. Casa dos pássaros: local de preparação de material zoológico a ser enviado para Portugal. História da Ciência e Ensino construindo interfaces, Volume 18, 2018, p.p. 3-22. • LE GOFF, Jacques. História e memória. Tradução Bernardo Leitão [et al.], Campinas/SP: Editora da UNICAMP, 1990. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ATÉ A PRÓXIMA AULA! A HISTÓRIA DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO NO BRASIL Prof.: Giovane Silva Balbino • Patrimônio e Memória; • Símbolo do Nacionalismo; INTRODUÇÃO • Marcelo (2013, p. 137): • “[...] base do discurso legitimador da nação que inseriu o patrimônio no projeto de construção da identidade nacional ao longo do século XIX e durante boa parte do século XX”. HISTÓRIA E NACIONALISMO: O PATRIMÔNIO EM EVIDÊNCIA • Em 1838; • Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB) Fonte: https://www.historiadomundo.com.br/curiosidades/o-ihgb-historia-brasil.htm, acessado no dia 20 de março de 2023. ● Moreira (2022, p. 134): ● “Desde a década de 20 do século passado, por exemplo, pode-se observar, no país, tentativas legais e institucionais de se preservar o patrimônio nacional”. ● “[...] memória coletiva das nações os monumentosde lembrança” (LE GOFF, 1990, p. 465). • Década de 1920; • 1922 - Semana de Arte Moderna; • Manifestações Artísticas-Culturais; • Patrimônio Cultural e Histórico; Fonte: https://brasilescola.uol.com.br/literatura/semana-arte-moderna-1922.htm, acessado no dia 20 de março de 2023. ● Era Vargas (1930-1945); ● 1937 - Decreto n° 25; ● Art. 1º Constitue o patrimônio histórico e artístico nacional o conjunto dos bens móveis e imóveis existentes no país e cuja conservação seja de interêsse público, quer por sua vinculação a fatos memoráveis da história do Brasil, quer por seu excepcional valor arqueológico ou etnográfico, bibliográfico ou artístico. Fonte: https://vitruvius.com.br/revistas/read/arquitextos/13.149/4528, acessado no dia 20 de março de 2023. “[...] ideia abstrata de patrimônio ideológico, moral e histórico no sentido de naturalizar seu próprio projeto político” (CAMPOS, 2021, p. 105). ● Ditadura Civil-Militar; ● Em 1968, “o Iphan pleiteia a extensão do apoio técnico da Unesco até 1972, e a elaboração de planos para cidades históricas brasileiras é iniciada por consultores da organização internacional” (CORREA, 2016, p. 23). ● Programa Integrado de Reconstrução das Cidades Históricas; ● Ministério do Planejamento e Coordenação Geral (Miniplan). • Poder e Memória; • Le Goff (1990, p. 536); • [...] monumento tem como características o ligar-se ao poder de perpetuação, voluntária ou involuntária, das sociedades históricas (é um legado à memória coletiva) e o reenviar a testemunhos que só numa parcela mínima são testemunhos escritos. CONCLUSÃO • CAMPOS, Filipe Queiroz de. O conceito de patrimônio nos discursos de Getúlio Vargas: uma estratégia ambivalente. Faces de Clio, [S. l.], v. 7, n. 14, p.p. 91–110, 2021. Disponível: https://periodicos.ufjf.br/index.php/facesdeclio/article/view/34531. Acesso em: 11 mar. 2023. • CORREA, Sandra Magalhães. O Programa de Cidades Históricas. Anais do Museu Paulista: História e Cultura Material, vol. 24, n°. 1, p. p. 15–58, 2016. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS • LE GOFF, Jacques. História e memória. Tradução Bernardo Leitão [et al.], Campinas/SP: Editora da UNICAMP, 1990. • MARCELO, Hernan Venegas. A noção de patrimônio no Brasil Império. PASOS. Revista de Turismo y Patrimonio Cultural, vol. 11, núm. 1, p.p. 135-146, 2013. • MOREIRA, Alexandre Alves de Sousa. O Patrimônio à luz da Primeira República: o discurso de Jair Lins . Cadernos de Pesquisa do CDHIS, [S. l.], v. 35, n. 1, p. 131–150, 2022. DOI: 10.14393/cdhis.v35n1.2022.65318. Disponível em: https://seer.ufu.br/index.php/cdhis/article/view/65318. Acesso em: 11 mar. 2023. ATÉ A PRÓXIMA AULA! NOÇÕES DE PATRIMÔNIO CULTURAL E HISTÓRICO NA CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988 Prof.: Giovane Silva Balbino • Constituição Federal de 1988; • Constituição Cidadã; INTRODUÇÃO ARTIGO 215 E 216: A EFETIVAÇÃO DAS NOÇÕES DE PATRIMÔNIO CULTURAL E HISTÓRICO • Silva (2008, p. 809): • “Patrimônio cultural” é expressão mais adequada e mais abrangente do que “patrimônio histórico e artístico”. Menos adequado, embora não menos abrangente, é falar-se em “patrimônio histórico, artístico ou cultural”, porque “cultural” já inclui o “histórico” e o “artístico”. Por isso, a Constituição [brasileira de 1988] andou bem empregando a expressão sintética “patrimônio cultural” no art. 216, embora já não o tenha feito tão bem quanto se refere a “bens de valor histórico, artístico ou cultural”, nos arts. 23, III e IV, e 24, VII. A terminologia ainda imprecisa é responsável por essas vacilações do texto constitucional. • Art. 215. O Estado garantirá a todos o pleno exercício dos direitos culturais e acesso às fontes da cultura nacional, e apoiará e incentivará a valorização e a difusão das manifestações culturais (BRASIL, 1988). ● § 1º O Estado protegerá as manifestações das culturas populares, indígenas e afro-brasileiras, e das de outros grupos participantes do processo civilizatório nacional (BRASIL, 1988). ● § 2º A lei disporá sobre a fixação de datas comemorativas de alta significação para os diferentes segmentos étnicos nacionais (BRASIL, 1988). ● § 3º A lei estabelecerá o Plano Nacional de Cultura, de duração plurianual, visando ao desenvolvimento cultural do País e à integração das ações do poder público que conduzem à: (Incluído pela Emenda Constitucional nº 48, de 2005) ● I defesa e valorização do patrimônio cultural brasileiro; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 48, de 2005) ● II produção, promoção e difusão de bens culturais; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 48, de 2005) ● III formação de pessoal qualificado para a gestão da cultura em suas múltiplas dimensões; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 48, de 2005) ● IV democratização do acesso aos bens de cultura; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 48, de 2005) ● V valorização da diversidade étnica e regional. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 48, de 2005) (BRASIL, 1988). Artigo 216: ● Constituem patrimônio cultural brasileiro os bens de natureza material e imaterial, tomados individualmente ou em conjunto, portadores de referência à identidade, à ação, à memória dos diferentes grupos formadores da sociedade brasileira (BRASIL, 1988). ● I - as formas de expressão; ● II - os modos de criar, fazer e viver; ● III - as criações científicas, artísticas e tecnológicas; ● IV - as obras, objetos, documentos, edificações e demais espaços destinados às manifestações artístico-culturais; ● V - os conjuntos urbanos e sítios de valor histórico, paisagístico, artístico, arqueológico, paleontológico, ecológico e científico (BRASIL, 1988). ● O Poder Público, com a colaboração da comunidade, promoverá e protegerá o patrimônio cultural brasileiro, por meio de inventários, registros, vigilância, tombamento e desapropriação, e de outras formas de acautelamento e preservação (BRASIL, 1988). ● “[...] estabelecerá incentivos para a produção e o conhecimento de bens e valores culturais” (BRASIL, 1988). Cordeiro (2022, p. 5): Os processos de patrimonialização também resultam, hoje, das variadas vivências e experiências que o patrimônio cultural suscita na sociedade civil a partir da mobilização de diferentes grupos sociais, detentores de saberes tradicionais e locais, possibilitando, a partir das diversidades culturais, reconhecer o outro e a si mesmo nas mais variadas manifestações. ● Art. 216-A. O Sistema Nacional de Cultura, organizado em regime de colaboração, de forma descentralizada e participativa, institui um processo de gestão e promoção conjunta de políticas públicas de cultura, democráticas e permanentes, pactuadas entre os entes da Federação e a sociedade, tendo por objetivo promover o desenvolvimento humano, social e econômico com pleno exercício dos direitos culturais. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 71, de 2012) (BRASIL, 1988). • Ações do Estado; • Iniciativa na Preservação do Patrimônio Histórico e Cultural; CONCLUSÃO • BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília, DF: Senado Federal, 2016. • CORDEIRO, Tatiane Oliveira de Assumpção. MEMÓRIA, PATRIMÔNIO E MUSEOLOGIA: a importância das dimensões sociais. Revista Espacialidades [online], vol. 18, n°. 2, 2022. • SILVA, José Afonso da. Comentário contextual à Constituição. 5. ed., de acordo com a EC 56/2007. São Paulo: Malheiros, 2008. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ATÉ A PRÓXIMA AULA! O PATRIMÔNIO HISTÓRICO E MUSEOLOGIA NO ENSINO DE HISTÓRIA Prof.: Giovane Silva Balbino • Patrimônio Histórico e Cultural e Museologia; • Ensino de História; INTRODUÇÃO ● Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN): Compreender a cidadania como participação social e política, assim como exercício de direitos e deveres políticos, civis e sociais, adotando, no dia-a-dia, atitudes de solidariedade, cooperação e repúdio às injustiças, respeitando o outro e exigindo para si omesmo respeito; Posicionar-se de maneira crítica, responsável e construtiva nas diferentes situações sociais, utilizando o diálogo como forma de mediar conflitos e de tomar decisões coletivas (BRASIL, 1997). Art. 1º A educação abrange os processos formativos que se desenvolvem na vida familiar, na convivência humana, no trabalho, nas instituições de ensino e pesquisa, nos movimentos sociais e organizações da sociedade civil e nas manifestações culturais (LDB, 1996). ● “Patrimônio Cultural como tema transversal, interdisciplinar e/ou transdisciplinar, ato essencial ao processo educativo para potencializar o uso dos espaços públicos e comunitários como espaços formativos” (IPHAN, 2014, p. 27). ENSINO DE HISTÓRIA: PATRIMÔNIOS E MUSEUS ● Teixeira (2008, p. 201): “[...] metodologia da Educação Patrimonial pode ser desenvolvida no ambiente formal de ensino (escolas) ou informal (comunidade, associações de bairro, museus, parques ambientais)”. ● Soares (2003, p. 46): A metodologia da Educação Patrimonial surgiu, inicialmente, para que se desenvolvessem programas didáticos nos museus. A adequação desse método de ensino para o trabalho nas escolas é uma proposta nova, na qual os objetos estudados pertencem ao cotidiano das comunidades. Fonte: http://memoria.bn.br/pdf/1 49292/per149292_1935_00 951.pdf, acessado no dia 21 de março de 2023. ● Visita Escolar; ● Cultura material e imaterial dos Museus; ● O papel dos Museus - presenciais e virtuais; ● Educação - Patrimônio; Papel do Professor de História: “[...] alunos, preocupando-se em ajudá-los a compreender e — esperamos — a melhorar o mundo em que vivem” (PINSKY; PINSKY, 2007, p. 22). • Preservação do Patrimônio Histórico e Cultural; • Ensino de História; CONCLUSÃO • BITTENCOURT, Circe Maria Fernandes. Ensino de história: fundamentos e métodos. 2a Edição, São Paulo/SP: Editora Cortez, 2008. • ________________________________. Reflexões sobre o ensino de História. Estudos Avançados, vol. 32, n°. 93, p. p. 127-149, 2018. • BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: introdução aos parâmetros curriculares nacionais. Secretaria de Educação Fundamental, Brasília/DF: MEC/SEF, 1997. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS • IPHAN - INSTITUTO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E ARTÍSTICO NACIONAL. Educação Patrimonial. Histórico, conceitos e processos. Brasília: CEDUC/IPHAN, 2014. • LDB – Leis de Diretrizes e Bases. Lei nº 9.394. 1996. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9394.htm, acessado no dia 21 de março de 2023. • SOARES, André Luis Ramos (Org.). Educação patrimonial: relatos e experiências. Santa Maria: Editora da UFSM, 2003. • TEIXEIRA, Cláudia Adriana Rocha. A educação patrimonial no ensino de História. BIBLOS, vol. 22, n°. 1, p.p. 199–211, 2008. Disponível em: https://periodicos.furg.br/biblos/article/view/868. Acesso em: 12 de março de 2023. • PINSKY, Jaime; PINSKY, Carla Bassanezi. Por uma História Prazerosa e Consequente. KARNAL, Leandro (org.). História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas. 5a edição, São Paulo/SP: Contexto, 2007. ATÉ A PRÓXIMA AULA! MUSEOLOGIA: O SEU PAPEL AO LONGO DA HISTÓRIA Prof.: Giovane Silva Balbino • Palavra - Museu; • Grego - Templo das Musas; • O Termo - Alexandria SENTIDO DE MUSEUS Representação artística da Biblioteca de Alexandria baseada em achados arqueológicos. Fonte: https://socientifica.com.br/quais-tesouros-foram-perdidos-na-destruicao-do-grande-museu-de-alexandria/ • Pesquisas Arqueológicas; • Museu - Ennigaldi-Nanna; • Mesopotâmia (530 a. C.) MUSEU MAIS ANTIGO DA HISTÓRIA Fonte:https://museuweg.net/blog/conheca-os-museus-mais-antigos-do-brasil-e-do-mundo/#:~:text=Museu%20Ennigaldi%2DNanna%20, acessado dia 16 de março de 2023. • Ascensão de Museus; • Museus de Coleções Individuais; • Formação dos Estados Nacionais; MUSEUS E ESTADO Fonte: https://www.dedmundoafora.com.br/british-museum-museu-britanico/, acessado no dia 17 de março de 2023. Museu Britânico (Londres, Inglaterra) Fonte: https://www.louvre.fr/en, acessado no dia 17 de março de 2023. Museu do Louvre (Paris, França) MUSEU NACIONAL - RJ Fonte: https://www.gov.br/turismo/pt-br/assuntos/noticias/museu-nacional-inaugura-obras-de-restauracao-do-complexo-cultural, acessado no dia 19 de março de 2023. Museu e Poder: • Preservação da memória de uma classe social; • Uma narrativa presente; • Le Goff (1990): Monumentos; MUSEUS COMO SÍMBOLO DE PODER Chagas (2002, p. 8). Os museus celebrativos da memória do poder - ainda que tenham tido origem, em termos de modelo, nos séculos XVIII e XIX - continuaram sobrevivendo e multiplicaram-se durante todo o século XX. (...) Eles tendem a se constituir em espaços pouco democráticos onde prevalece o argumento de autoridade, onde o que importa é celebrar o poder ou o predomínio de um grupo social, étnico, religioso ou econômico sobre os outros grupos. • CHAGAS, Mário. Memória e poder: dois movimentos. Lisboa: Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, 2002. • LE GOFF, Jacques. História e memória. Tradução Bernardo Leitão [et al.], Campinas/SP: Editora da UNICAMP, 1990. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ATÉ A PRÓXIMA AULA!