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Aula 5: Bioestatística Professor: Dr. Ricardo Cardoso de Oliveira METAS DE APRENDIZAGEM • calcular probabilidades. 1. PROBABILIDADE ▪ A probabilidade é o estudo das chances de um resultado acontecer em um experimento aleatório. ▪ A probabilidade é representada por um número decimal entre 0 e 1, ou por uma porcentagem entre 0% e 100%. Quanto mais próximo de 1 o resultado estiver, maior é a probabilidade de ocorrer. 1. PROBABILIDADE Fonte da imagem: Exemplo 1 A tabela a seguir mostra dados relacionados à idade e ao sexo de pessoas que foram atendidas em uma clínica de nutrição, durante o período de um semestre, totalizando 400 atendimentos. Escolhendo-se ao acaso um dos contratos da tabela, a chance de esse atendimento ter sido feito a uma pessoa do sexo feminino com idade de até 40 anos (A) é inferior a 34%. (B) está entre 34% e 40%. (C) está entre 41% e 47%. (D) está entre 48% e 54%. (E) é superior a 54%. Fonte da imagem: Exemplo 2 (IBFC) Qual a probabilidade de obter a soma 5 na jogada de dois dados? (A)33,33%. (B)13,88%. (C)11,11%. (D)8,33%. (E)5,55%. Fonte da imagem: Exemplo 3 Considere-se que, entre cinco opções de alimentos para um plano nutricional, as duas primeiras não são recomendadas. Entre as demais opções, uma apresenta a metade da chance de ser a mais nutritiva em relação a outra, e o dobro da chance em relação à opção restante. Nessa situação, a probabilidade de a opção com maior chance de ser a melhor escolha nutricional realmente ser a mais indicada é (A) é inferior a 10%. (B) está entre 10% e 20%. (C) está entre 20% e 40%. (D) está entre 40% e 60%. (E) é superior a 60%. 2. REGRA DA ADIÇÃO Fonte da imagem: Exemplo 4 Uma pesquisa sobre hábitos alimentares, realizada para avaliar a aceitação de dois novos produtos nutricionais em determinado município, entrevistou 2.000 pessoas: 980 afirmaram que consumiriam apenas o produto A; 680 responderam que consumiriam apenas o produto B ou que não consumiriam nenhum dos dois produtos. Considerando a situação, julgue os itens abaixo, em CERTO ou ERRADO. ( ) Assim, levando em conta os dados da pesquisa apresentada, a proporção de entrevistados que afirmaram consumir ambos os produtos corresponde a 17% do total. ( ) A probabilidade de um entrevistado, escolhido ao acaso, ter respondido que consumiria apenas o produto A é superior a 0,68. Fonte da imagem: 3. A REGRA DA MULTIPLICAÇÃO Fonte da imagem: Exemplo 5 Em uma turma com 45 estudantes, apenas 10 seguem uma dieta balanceada recomendada por nutricionistas. Se dois estudantes forem escolhidos aleatoriamente, a probabilidade de que ambos mantenham essa alimentação saudável será igual a (A) 1/90 (B) 1/45 (C) 2/45 (D) 1/22 (E) 1/5 4. A PROBABILIDADE CONDICIONAL Fonte da imagem: Exemplo 6 Em uma caixa de suplementos nutricionais, há 5 tipos de cápsulas com volumes distintos. Certo nutricionista contabilizou: • 14 cápsulas do tipo A, com volume de 32,5 ml; • 12 cápsulas do tipo B, com volume de 30,5 ml; • 8 cápsulas do tipo C, com volume de 27,9 ml; • 10 cápsulas do tipo D, com volume de 35,6 ml; • 6 cápsulas do tipo E, com volume de 40,4 ml. Nessa situação, se uma cápsula for retirada da caixa, a probabilidade de ser do tipo B, sabendo-se que o volume da cápsula está acima de 30 ml e abaixo de 40 ml, será igual a (A) 1/3. (B) 6/25. (C) 13/25. (D) 18/25. (E) 21/25. Fonte da imagem: Fonte da imagem: Exercício 7 Define-se como chance a razão entre a probabilidade de sucesso, p, e a probabilidade de fracasso de um evento, 1 – p. Um experimento duplamente cego foi conduzido para avaliar a eficácia de um novo medicamento na prevenção do sintoma de uma doença. Uma amostra de 280 voluntários foi alocada ao acaso a cada um dos Tratamentos: placebo e medicamento. Ao final de um mês, as condições dos voluntários foram observadas e resumidas no quadro abaixo: Com base no quadro acima, pode-se concluir que uma pessoa que tenha (A) sido submetida ao medicamento tem chances de não prevenir os sintomas da doença de 10%. (B) sido submetida ao medicamento tem probabilidade de não prevenir os sintomas da doença de 1/3. (C) recebido doses de Placebo tem chance de prevenir os sintomas da doença de 75%. (D) recebido doses de Placebo tem probabilidade 250% maior de não prevenir os sintomas da doença do que a que tenha recebido doses do Medicamento. (E) recebido doses do Medicamento tem três vezes mais chance de prevenir os sintomas da doença do que a que tenha recebido doses de Placebo Fonte da imagem: 5. A DISTRIBUIÇÃO NORMAL 5. A DISTRIBUIÇÃO NORMAL A análise da figura nos permite afirmar que, em um conjunto de dados, valores que distam até um desvio padrão da média são relativamente comuns (algo em torno de 68%). Por outro lado, dados com valores acima de três desvios-padrões da média são muito improváveis, tanto que podemos rotulá-los como outliers, ocorrendo com probabilidade de 0,3%. Fonte da imagem: Exemplo 8 (FGV) As massas M das laranjas produzidas em certa fazenda seguem distribuição normal de média 180 g e variância 25 g2. Seja Z uma outra variável aleatória com distribuição normal de média 0 e variância 1. Uma dessas laranjas é selecionada ao acaso. A probabilidade de que a massa da laranja escolhida seja maior que 175,8 g e menor que 184,2 g é Dados: P (Z > 0,168) = 0,43 P (Z > 0,840) = 0,20 (A) 7%. (B) 14%. (C) 30%. (D) 44%. (E) 60%. Fonte da imagem: Fonte da imagem: Exemplo 9 (Cesgranrio) A distribuição das alturas dos atletas de vôlei de uma determinada seleção é normal. Sabe-se que 5% dos atletas têm altura superior a 200 cm, e 2,5% têm altura inferior a 192,8 cm. O desvio padrão, em centímetros, dessa distribuição é de, aproximadamente, (A) 2 (B) 4 (C) 8 (D) 16 (E) 64 Fonte da imagem: