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APÊNDICE 3
ETAPA 3 – PROPOSTA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA – ATIVIDADE EXTENSIONISTA CHAVE INTERDISCIPLINAR
Que maravilha, você já passou pela Etapa 1 e 2, agora é hora de elaborar a Etapa 3.
Agora você receberá orientações sobre a proposta de intervenção. Importante considerar os ele- mentos já elencados no diagnóstico, levantamento e análise de dados para elaborar a sua proposta.
De 1 a 5 páginas
Agora que você analisou os dados extraídos do diagnóstico, fez relações com as metas do ODS 4 - Educação de Qualidade, conheceu projetos desenvolvidos em nosso país para alcançar educação inclusiva de qualidade, você deve buscar possibilidades de ações afirmativas com o objetivo de intervir no locorregional.
Na Proposta de Intervenção Pedagógica você deverá apresentar um plano de ação para a escola, visando contemplar as vertentes explicitadas a seguir, a partir do diagnóstico realizado anteriormente.
Vertentes:
1. Acessibilidade Atitudinal: refere-se às atitudes da comunidade escolar em relação às pessoas com deficiência, transtorno global do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação. Como exemplo, você pode propor uma ação de combate ao bullying envolvendo a comunidade escolar.
2. Acessibilidade Arquitetônica: diz respeito à eliminação de barreiras físicas. Como exemplo, você pode propor uma ação de como a comunidade escolar pode oportunizar a inclusão a partir do respeito aos espaços acessíveis destinados às pessoas com deficiência.
3. Serviços e Recursos de Tecnologia Assistiva: são materiais e serviços ofertados às pessoas com deficiência e transtorno global do desenvolvimento que permitem maior autonomia e indepen- dência na realização de tarefas, assegurando a permanência e conclusão da educação básica. Como exemplo, você pode propor uma ação aos professores e equipe gestora para identificar os recursos necessários aos alunos com determinada deficiência (conforme dados levantados em sua pesquisa), reconhecendo sua aplicabilidade e a importância da aquisição para melhoria da qualidade de aprendizagem.
Após a escolha de uma das vertentes elabore sua proposta de intervenção e crie uma identidade visual que comunique a sua intenção.
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Proposta de intervenção
» MODALIDADES DA ATIVIDADE EXTENSIONISTA
· Escreva qual o tipo de modalidade da atividade que você propõe, considerando as modali- dades de atividades de extensão, que são: evento, programa, projeto, curso ou oficina. Você definirá a forma de trabalho: programa permanente na escola, projeto curso, oficina e evento na escola, com datas determinadas.
» PÚBLICO-ALVO
· Descreva o público para quem sua proposta é direcionada. Exemplo: equipe gestora, profes- sores, alunos, pai e outros.
» LOCAL DE APLICAÇÃO DA PROPOSTA
· Na escola que foi seu locorregional de pesquisa.
» TEMA
· Escolha um tema para sua Atividade Extensionista CHAVE Interdisciplinar. Procure usar pala- vras que se relacionem com a sua proposta de intervenção.
» OBJETIVO GERAL
· Determine o objetivo geral de sua proposta. Lembre-se de escrever o objetivo com verbo no
infinitivo, pois revela uma ação.
» JUSTIFICATIVA
· Justifique em três parágrafos a relevância da sua Proposta:
· 1.º para promover educação de qualidade;
· 2.º para a comunidade local;
· 3.º para a responsabilidade social e exercício da cidadania.
» FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
· Elabore uma pesquisa, de 4 a 6 parágrafos, que valide a relevância da proposta. Utilize citações para fundamentar a sua pesquisa. Consulte livros e artigos que tratem do tema escolhido.
Template 3
	NOME COMPLETO
Licia Francielle Lima Silveira 
	RU
1236623
	CURSO
Psicopedagogia
	POLO DE APOIO PRESENCIAL
	CIDADE
	ESTADO
	Atitudes
	Elaborar um plano de ação com uma proposta de intervenção na comuni- dade educacional do seu locorregional.
	Valores
	 Inclusão, respeito a adversidade, acessibilidade, equidade, compromisso com a aprendizagem, cooperação e valorização da pessoa. 
	
PROPOSTA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA (Plano de ação)
	Vertente
	Anos Inicias Pré A 
	
Identidade Visual
	
(imagem)
	Modalidade da Atividade Extensionista
	Projeto de intervenção
	Público-alvo
	Alunos, Professores, monitores e o poder publico.
	Local de aplicação da proposta
	São Gabriel – Rio Grande do Sul
	Tema
	Espaço escolar de qualidade e atendimento educacional especializado para crianças da Educação Especial.
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	 Objetivo geral
 
 
 Justificativa
	É fundamental despertar o interesse e o compromisso da escola, em conjunto com o poder público, para promover as adaptações necessárias que garantam uma educação verdadeiramente inclusiva às crianças com deficiência.
Além da acessibilidade física e pedagógica, é indispensável fortalecer o Atendimento Educacional Especializado (AEE), oferecendo recursos, profissionais qualificados e estratégias de ensino que atendam às necessidades específicas de cada estudante. O ensino regular, por si só, muitas vezes não é suficiente para proporcionar o desenvolvimento pleno dessas crianças.
Investir em uma educação especializada e complementar favorece não apenas a aprendizagem, mas também a inclusão, a socialização e a participação ativa dos alunos no ambiente escolar. Dessa forma, cria-se um espaço mais acolhedor, respeitoso e igualitário, onde todas as crianças tenham oportunidades reais de aprender, conviver e desenvolver seu potencial.
	
	
	
	É de suma importância que as escolas disponham de uma estrutura adequada para atender todos os alunos, respeitando suas diferentes necessidades. A inclusão significa proporcionar um ambiente em que cada estudante se sinta acolhido, seguro e pertencente à comunidade escolar, como se estivesse em casa, mesmo estando em um espaço diferente. Esse acolhimento começa pela estrutura física da escola e se fortalece por meio das relações construídas entre alunos, professores e demais funcionários.
Para que isso aconteça, é essencial que as instituições de ensino contem com adaptações de acessibilidade, como portas mais largas para a circulação de cadeiras de rodas, banheiros adaptados, corredores e salas com espaço suficiente para o deslocamento de alunos cadeirantes, acompanhados por professores ou monitores, além de outros recursos que garantam autonomia, segurança e participação de todos.
Ao longo dos anos, os professores também foram desafiados a repensar suas práticas pedagógicas e a buscar formação continuada para atender às demandas da educação inclusiva. Atualmente, existem cursos de graduação e especialização voltados para essa área, contribuindo para a qualificação dos profissionais e para o aprimoramento das estratégias de ensino.
O estudante com deficiência precisa sentir-se parte da turma e da escola como um todo. A inclusão tem como objetivo assegurar que todos tenham acesso às mesmas oportunidades de aprendizagem, respeitando suas particularidades e promovendo uma educação de qualidade, com equidade, valorização da diversidade e garantia de direitos.
O local escolhido para a implementação desta proposta é a EMEI Sítio do Picapau Amarelo, uma instituição pública de Educação Infantil de pequeno porte, localizada em um dos bairros do município de São Gabriel, no estado do Rio Grande do Sul. A escolha dessa escola justifica-se pela importância de fortalecer as práticas inclusivas, promovendo melhorias na estrutura física, no atendimento educacional e na formação dos profissionais, garantindo um ambiente cada vez mais acessível, acolhedor e preparado para atender às necessidades de todos os estudantes.
	
Fundamentação Teórica
	A educação inclusiva é um direito garantido pela Constituição Federal de 1988, pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei nº 9.394/1996), pela Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015) e pela Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva. Essas legislações asseguram que todos os estudantes tenham acesso, permanência, participação e aprendizagem em igualdade de oportunidades, respeitando suas características e necessidades individuais.Nesse contexto, a escola desempenha um papel fundamental na construção de uma sociedade mais justa, democrática e inclusiva. Para que isso aconteça, não basta apenas matricular o estudante com deficiência na rede regular de ensino; é necessário oferecer condições adequadas para que ele participe efetivamente do processo de ensino e aprendizagem. Isso inclui adaptações na estrutura física, recursos de acessibilidade, materiais pedagógicos adaptados, tecnologias assistivas e profissionais capacitados para atender às diferentes necessidades dos alunos.
Segundo Mantoan (2003), a inclusão escolar exige uma mudança na forma de compreender a educação, valorizando a diversidade humana e reconhecendo que todos os estudantes possuem potencial para aprender. A autora destaca que a escola inclusiva deve eliminar barreiras que dificultam a participação dos alunos, promovendo práticas pedagógicas que respeitem as diferenças e favoreçam a aprendizagem de todos.
Para Vygotsky (1997), o desenvolvimento da criança ocorre por meio das interações sociais. Dessa forma, a convivência entre alunos com e sem deficiência contribui para o desenvolvimento cognitivo, emocional e social de todos, fortalecendo valores como respeito, cooperação e empatia. Assim, a inclusão beneficia não apenas os estudantes público-alvo da Educação Especial, mas toda a comunidade escolar.
O Atendimento Educacional Especializado (AEE) também constitui um importante instrumento para garantir a aprendizagem dos estudantes com deficiência, transtornos do espectro autista e altas habilidades ou superdotação. O AEE complementa e suplementa o ensino regular, oferecendo recursos, estratégias e serviços específicos que favorecem o desenvolvimento da autonomia e da participação dos alunos, sem substituir a escolarização na classe comum.
Outro aspecto essencial refere-se à formação continuada dos professores. O educador precisa estar preparado para desenvolver práticas pedagógicas inclusivas, utilizando metodologias diversificadas e estratégias que atendam às necessidades dos estudantes. A qualificação profissional, aliada ao trabalho colaborativo entre professores, equipe pedagógica, famílias e profissionais especializados, fortalece a construção de um ambiente escolar acolhedor e inclusivo.
Além da formação docente, a acessibilidade arquitetônica é indispensável para garantir o direito à educação. Rampas de acesso, portas largas, banheiros adaptados, mobiliário adequado, sinalização acessível e espaços que permitam a livre circulação de estudantes com deficiência são condições básicas para assegurar autonomia, segurança e participação nas atividades escolares.
Dessa forma, investir em acessibilidade, formação profissional e fortalecimento do Atendimento Educacional Especializado representa um compromisso com uma educação de qualidade para todos. A inclusão escolar ultrapassa a eliminação de barreiras físicas, pois envolve a construção de uma cultura de respeito às diferenças, de valorização da diversidade e de garantia dos direitos de cada estudante, possibilitando seu desenvolvimento integral e sua participação plena na vida escolar e social.
 
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4
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 Referências
https://www.gov.br/inep/pt-br/acesso-a-informacao/perguntas-frequentes/censo-escolar/educacao-especial/o-que-e-o-atendimento 
https://semanaacademica.org.br/system/files/artigos/educacao_inclusiva_breve_contexto_historico_das_mudancas_de_paradigmas.pdf 
https://www.webartigos.com/artigos/inclusao-na-educacao-basica-desafios-e-possibilidades-para-uma-educacao-democratica/174684 
https://educacaopublica.cecierj.edu.br/artigos/24/10/teoria-socioconstrutivista-de-lev-vygotsky-aprendizagem-por-meio-das-relacoes-e-interacoes-sociais 
Registre, nesse espaço, usando as normas da ABNT as referências de sites, artigos, documentos,
entre outros, utilizados em sua pesquisa.
 (
Importante
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Ao
 
final
 
da
 
ETAPA
 
3,
 
você
 
terá
 
concluído
 
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da
 
carga
 
horária
 
total.
)Gráfico 4 – Carga Horária Concluída – ETAPA 1,2 e 3
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10%
20%
40%
30%
)Diagnóstico Levantamento de dados Proposta de intervenção Protocolo
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7
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