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RAFAELA RODRIGUES LIMA

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CENTRO UNIVERSITÁRIO FAVENI
 
RAFAELA RODRIGUES LIMA
 A Importância da Família no Processo de Educação Inclusiva
GUAJARÁ/AM
2026
RAFAELA RODRIGUES LIMA
A Importância da Família no Processo de Educação Inclusiva
Projeto de Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à disciplina de TCC 1 do Curso de Educação Especial, do Centro Universitário FAVENI-UNIFAVENI, como requisito parcial para avaliação 
Orientador: Prof. XXXXXXXXXX
GUAJARÁ/AM
2026
SUMÁRIO
1	JUSTIFICATIVA	3
2	DEFINIÇÃO DO PROBLEMA E HIPÓTESES	5
2.1 	PROBLEMA	5
2.2 	HIPÓTESES	5
3	OBJETIVOS	5
3.1 	OBJETIVO GERAL	5
3.2 	OBJETIVOS ESPECÍFICOS	5
4	REFERENCIAL TEÓRICO E/OU REVISÃO DE LITERATURA	6
4.1 	REFERENCIAL TEÓRICO	6
5	PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS	15
6	RESULTADOS ESPERADOS	15
7	CRONOGRAMA	16
REFERÊNCIAS	18
1 JUSTIFICATIVA
Escolheu-se como tema deste trabalho , a importância da família no processo de educação inclusiva da pessoa com necessidades educativas especiais, por observar a necessidade que essas pessoas têm da presença do acompanhamento de seus familiares junto às atividades, mesmo que elas tenham profissionais de reforço escolar envolvidos. 
Sabe-se que o processo inclusivo é de grande importância no desenvolvimento e socialização dos alunos, tanto especiais, como ditos normais, sendo fundamental no crescimento do seu aprendizado por haver uma troca de conhecimentos que passa a favorecer ambas as partes. Sem contar com o benefício da auto-estima e da dose de afetividade que os mesmos passam para toda a comunidade escolar, tornando-a mais humana, menos preconceituosa e reflexiva, diante da realidade de cada indivíduo especial. 
Em todos os estudos feitos sobre as pessoas portadoras de necessidades educativas especiais, sempre foi enfatizado que esses indivíduos necessitavam do acompanhamento da família. Por esta razão, escolheu-se investigar a importância da família no processo de educação inclusiva da pessoa com necessidades educativa especiais. Observa-se que sem a família esses indivíduos não teriam como se situar em suas vidas, sendo a família de fundamental importância para o seu desenvolvimento e por ser a primeira referência como ser, sua célula vital.
Em contrapartida, observou-se também, que apesar de saber os benefícios da inclusão escolar na vida dos seus filhos, alguns pais e responsáveis apresentavam algumas dificuldades em inserir os mesmos numa escola regular, alegando na maioria das vezes a falta de qualificação das escolas desde a acessibilidade, até a capacitação dos professores, sem falar das queixas sobre as recusas cometidas pelas escolas, quando os responsáveis tentavam admitir essas crianças e adolescentes com deficiências.
Os discursos políticos os quais abordam essa temática apresentam avanços, porém na prática não fundamentam as ações para o benefício desse público, visando a sua inclusão educacional. Contudo, surgem questões que norteam a presente pesquisa: “De que forma a participação da família contribui para o processo de inclusão escolar de crianças com deficiência?”
Durante muitos anos é percebido que os mesmos foram excluídos da sociedade, devido às dificuldades em todos os seus âmbitos, principalmente em relação à educação escolar. Recentemente essa temática vem sendo abordada em várias áreas devido à quantidade de pessoas com deficiência no Brasil que buscam seus direitos; e não seria diferente na educação. Nos debates acalorados, percebe-se que este assunto vem sendo de extrema importância, muito mais pelas novas e amplas teorias, principalmente as pedagógicas discutidas, implantadas e aplicadas pelos profissionais facilitadores da educação. 
A Importância da Família na Inclusão Educacional das Crianças com necessidades ratificando as suas contribuições, entretanto não aferindo a responsabilidade somente a ela pela inclusão educativa desse grupo etário, mas acima de tudo ao Estado, por ser ele o elemento fundamental na definição das políticas educacionais as quais podem abranger de forma mais íntegra e universal o apoio não somente aos alunos, mas também aos seus responsáveis.
2	DEFINIÇÃO DO PROBLEMA E HIPÓTESES
2.1 	PROBLEMA
 “De que forma a participação da família contribui para o processo de inclusão escolar de crianças com deficiência?”
2.2 	HIPÓTESES
As hipoteses a serem tratadas sobre a inclusão da familia no processo de aprendizagem, auxilia o desenvolvimento emocional e social das crianças com necessidades especiais. investiga e faz um paralelo da importância que alguns familiares dão aos seus filhos especiais, sendo que alguns superprotegem, chegando a sufocar seu desenvolvimento; enquanto outros, não tendo conhecimento, fogem da realidade, preferem ignorar, terminando por prejudicá-lo. Portanto, procura-se oferecer apoio e informação as famílias que não têm maior instrução, que ainda estão à margem da sociedade, procurando orientá-las na educação inclusiva, favorecendo assistência, compreensão e, ressaltando a importância da educação inclusiva para o seu filho. Mostra-se que essa maneira de educar pode torná-lo capaz de evoluir diante de um leque de opções oferecidas pela sociedade.
3	OBJETIVOS
3.1 	OBJETIVO GERAL 
A importância da família no processo de construção da inclusão escola.
3.2 	OBJETIVOS ESPECÍFICOS 
· Analisar sobre a inclusão de crianças na educação 
· Identificar os avanços e as dificuldades de realizar na prática, a inclusão escolar. 
· Analisar as políticas de inclusão e a relação com a formação de professores.
4 REFERENCIAL TEÓRICO
A educação instrumentaliza o homem culturalmente, capacitando-o para transformações no seu status físico, moral, como também intelectual. Ela é o centro do desenvolvimento social. A sociedade não existiria sem que houvesse em seus membros suas particularidades. A educação perpetua e reforça essa homogeneidade. 
Desse modo, educar para a sociedade significa preparar as crianças para as condições próprias de sua existência (Durkheim, 1955). Dentre as ações que realmente são eficazes para que a população possa apropriar-se dos bens culturais estabelecidos pela humanidade é exercitar a capacidade de discernimento, de reflexão, de criticidade e desenvolver sua potencialidade intelectual. Com isso, a política educacional configura-se fundamental no âmbito das políticas sociais e como obrigação do Estado.
4.1 EDUCAÇÃO ESPECIAL E EDUCAÇÃO INCLUSIVA 
Sabe-se que a educação especial e a educação inclusiva andam juntas, em direção a um processo mobilizador, onde pessoas com necessidades especiais são incluídas na rede regular de ensino. No entanto a primeira refere-se a uma modalidade de ensino, enquanto a segunda está relacionada com um atendimento especializado. 
Abordar educação inclusiva nos diferentes níveis de ensino exige diversos quesitos para que a mesma ocorra com qualidade. Historicamente a educação especial criava ambientes distintos para alunos com deficiências, onde estes eram isolados dos demais alunos tidos como “normais”. Contudo, este modelo que aparentemente protegia as crianças especiais, muitas vezes gerava segregação, exclusão e preconceito. 
Contudo, ao surgir a educação inclusiva, as crianças especiais passaram a participar das salas de aulas regular, pois, a educação inclusiva preconiza que todos independente de suas características, devem ter as mesmas oportunidades e frequentar os mesmos ambientes.
A inclusão escolar deve ter início na Educação Infantil, onde se desenvolvem as bases necessárias para a construção do conhecimento. Nessa etapa, o lúdico, o acesso às formas diferenciadas de comunicação, a riqueza de estímulos nos aspectos físicos, emocionais, cognitivos, psicomotores e sociais e a convivência com as diferenças favorecem as relações interpessoais, o respeito e a valorização da criança diagnóstico e não enquanto indivíduo.
Na sociedade atual, o termo Inclusão tem sido muito utilizado, evidenciado na mídia, em projetos sócios educacionais. Sabemos que independente de qual inclusão estivermos falando, essa não depende exclusivamentede leis, mas de atitudes onde realmente se deseje incluir algo ou alguém. Um aluno com qualquer que seja sua necessidade educacional especial, quando incluído na rede regular de ensino, passa por adaptações emocionais, que muitas vezes não são percebidas pelos demais.
 Pois o mesmo está começando a fazer parte de um mundo antes desconhecido, com pessoas diferentes e que muitas vezes o olham com certa estranheza, talvez não voluntariamente demonstrando assim atitudes discriminatórias, mas por simples falta de conhecimento sobre como agir com uma pessoa deficiente.
A inclusão escolar tem como objetivo inserir, sem distinção, todas as crianças e adolescentes com variados graus de comprometimento social e cognitivo em ambientes escolares tradicionais, com intuito de diminuir o preconceito e estimular a socialização das pessoas com desenvolvimento atípico para que desfrutem dos espaços e ambientes comunitários. Contudo, o professor que se depara com tal demanda, tem a obrigação de educá-la, em um ambiente onde já esteja estabelecida uma metodologia de ensino específica, criada para um padrão de aluno. 
Refletir sobre as questões de uma escola de qualidade para todos, incluindo alunos e professores, através da perspectiva sociocultural significa que devemos considerar, dentre outros fatores, a visão ideológica da realidade construída sócio e culturalmente por aqueles que são responsáveis pela educação. Julgamentos de “deficiência”, “retardamento”, “privação cultural” e “desajustamento social ou familiar” são todas construções culturais elaborados por uma sociedade de educadores que privilegia uma só fôrma para todos os tipos de bolos. 
O papel da escola é fazer o reconhecido no nível da educação, na elaboração de estratégias para que estes alunos com autismo consigam desenvolver capacidades para se integrar e interagir com as outras crianças ditas “normais”. Já a família tem também um papel importante, pois é a responsável por dar atenção, os cuidados, amor e deverá zelar por toda uma vida. 
É necessário dispensar algumas horas para que as crianças possam se sentir queridas e mostrar o que aprenderam. O nível de desenvolvimento da aprendizagem do autista geralmente é lento e gradativo, portanto, caberá ao professor adequar o seu sistema de comunicação a cada aluno. 
Ressalta-se que a inclusão se faz necessária em todas as dimensões sociais, partindo-se do princípio de que, é a escola, o lugar de formação e aperfeiçoamento dos indivíduos. Dessa forma, este estudo buscou conhecer de que forma os professores estão compreendendo a educação inclusiva, e propiciando uma vivência desta educação num contexto de prática educacional. Atuar como educador numa perspectiva inclusiva, significa uma chance que os professores têm de introduzir uma melhoria nas escolas. Garantir mais humanização e qualificar o acesso de todos às oportunidades educacionais e sociais. 
Nesse contexto pode-se afirmar que as altas habilidades ou superdotação, não necessariamente são como muitos ainda pensam, que seja uma espécie de dom, mas sim que agrega características e comportamentos que precisam e devem ser aperfeiçoados na interação com o mundo e portanto com o meio em que estes indivíduos estão inseridos. Portanto, estas pessoas são valiosíssimas tanto quanto todas as demais pessoas, e não podemos ignorá-las.
A estratégia da educação inclusiva, é levar os alunos a aprenderem na prática, envolvendo-se em situações do mundo real, que sejam mais significativas, onde suas habilidades serão desenvolvidas através da aplicação, estimulando-se o pensamento crítico e reflexivo. Diante do exposto, conclui-se que para o processo que vise a inclusão escolar, é necessário que haja uma transformação no sistema que venha a beneficiar toda e qualquer pessoa, levando em conta as potencialidades do sujeito e não mais as suas deficiências e limitações. 
O papel da escola é receber, ensinar e compartilhar junto aos professores os saberes, enquanto o aluno constitui-se como pessoa autônoma e preparam-se para o futuro com relações entre colegas, professores, funcionários, família e comunidade. Faz-se notar a importância de entender que toda criança, independentemente de suas necessidades tenha o direito a participar de um ambiente que promova a inclusão e receber serviços especiais interagindo tanto quanto possível com os seus colegas precisam prever e prover na forma de organizar suas classes comuns, serviços de apoio psicopedagógico e outros auxílios especializados. 
É essencial que o aluno com necessidades especializadas para desenvolver altas habilidades/superdotação, avancem em seu próprio ritmo, explorando ao máximo seu potencial e competências, sem estar submetido a um conteúdo curricular que já domina; e que possa construir novos conhecimentos em convivência com parceiros de semelhante faixa etária, em um contexto normal de sala de aula. Não se deve impor ao aluno o trabalhar com conteúdos pouco desafiantes. É preciso mantê-los motivados para que se consiga facilitar sua aprendizagem.
Hoje em dia, porém, a política educacional está se desenvolvendo numa ação para além da escola, formalizando-se na relação com a família através da esfera pública, especificando a contribuição educacional da mesma para o sucesso motivacional na educação. Portanto, quando se fala em desempenho escolar, o ambiente familiar não deve ser relegado a segundo plano, mesmo quando se trata da educação formal, função considerada especificamente da escola, pois como se sabe o aprendizado tem início muito antes da vida escolar e sabe-se, também, que ao chegar à escola, a criança já traz consigo uma considerável gama de conhecimentos, embora diferenciados em função do meio no qual vive. A escola e a família, portanto, devem estreitar os laços, especialmente quando se trata de crianças com deficiência. 
Percebe-se desta forma que a interação família-escola faz-se necessária, para que ambas percebam suas realidades e suas limitações, e busquem caminhos que permitam e facilitem o entrosamento entre si, para o sucesso educacional do filho-aluno. Nesse sentido, é importante que família e escola saibam aproveitar os benefícios desse estreitamento de relações, pois isto irá resultar em princípios facilitadores da aprendizagem e formação social da criança.
5	PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS
Para realização desta pesquisa, é viável que nos embasemos em alguns conceitos, para melhor compreensão deste processo investigativo. Entendemos por pesquisa a atividade básica da ciência na sua indagação e construção da realidade. É a pesquisa que alimenta a atividade de ensino e a atualiza frente à realidade do mundo. Portanto, embora seja uma prática teórica, a pesquisa vincula pensamento e ação (MINAYO, 2009, p. 16). 
 A resposta a esse movimento do pensamento geralmente se vincula a conhecimentos anteriores ou demanda a criação de novos referenciais. A pesquisa é um processo de sucessivas descobertas que vem a acrescentar ao conhecimento já existente. De acordo com Minayo, (2009, p. 27), o ciclo de pesquisa não se fecha, pois toda pesquisa produz conhecimento e gera indagações novas. 
 Esse trabalho possa ser realizado da forma mais imparcial possível, procurando mostrar como os educadores articulam-se na prática docente, planejam e executam as atividades lúdicas, priorizando sempre as etapas em que os alunos se desenvolvem, buscando com isso promover prazer no processo de ensino e aprendizagem.
6	RESULTADOS ESPERADOS
Espera desse trabalho que a educação especial com os alunos com necessidades especiais como prioridade, tal como a formação de professores, no âmbito da educação infantil, considerando as crianças da educação infantil. Analisamos também as políticas de inclusão, entendendo-se como elas remetem os educadores à necessidade de formação continuada de professores para exercerem tal função, que no momento torna-se emergente, para que haja realmente uma prática docente efetiva e assistida de modo coerente, rumo ao sucesso no processo de ensino e aprendizagem.
7	CRONOGRAMA
	
	Mesesdo
ano
	Atividades/etapas
da pesquisa
	2026
	2026
	
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	mar
	abr
	mai
	jun
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	ago
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	Definição do tema da
pesquisa
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	Elaboração	da
introdução
	
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	Início	da	revisão
bibliográfica	ou referencial teórico
	
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	Início do material e Métodos/Procedimento
s medodológicos
	
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	Sequência/Finalizaçã o	da	revisão	de literatura		 ou
referencial teórico
	
	
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	Sequência/finalização do material e métodos/ Procedimentos
medodológicos
	
	
	
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	Elaboração	do
resumo
	
	
	
	
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	Metodologia / Coleta dos dados e informações
	
	
	
	
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	Redação da versão preliminar do artigo ou
monografia.
	
	
	
	
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	Elaboração	das
considerações finais
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	Finalização do
Resumo
	
	
	
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	Entrega	do artigo ou
monografia	definitivo para	a banca
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	Apresentação	oral do TCC	para	a
banca
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	Correções	propostas
pela banca
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
REFERÊNCIAS
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