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APOL – DEFICIÊNCIA INTELECTUAL Questão 1/15 - Deficiência Intelectual Uma estudante de pedagogia analisa como o nível de uma lesão medular pode afetar sensibilidade e controle do movimento, com base na organização anatômica descrita no material. Em um corte transversal da medula, ela identifica o “h” medular com substância cinzenta e, ao redor, substância branca. Ao discutir implicações educacionais, a estudante precisa interpretar que determinadas colunas da substância cinzenta têm função sensitiva e outras têm função motora, o que orienta compreensão de perdas funcionais em lesões completas ou incompletas e a necessidade de adaptações no ambiente escolar e na participação em atividades. A coordenação pede que ela selecione a alternativa que traduz corretamente a relação entre colunas medulares e função, para sustentar decisões pedagógicas e de acessibilidade. Fonte: VARA, Maria de Fátima Fernandes. Deficiência Física Neuromotora: Aula 1. Considerando a análise anatômica apresentada, a alternativa que relaciona corretamente colunas medulares e função é A A coluna posterior da substância cinzenta relaciona-se a função sensitiva, e a coluna anterior relaciona-se a função motora, o que permite interpretar perdas de sensibilidade e movimento conforme o nível e tipo de lesão. Você assinalou essa alternativa (A) B A substância branca abriga corpos celulares, enquanto a substância cinzenta abriga axônios mielinizados, o que explica que lesões medulares afetam apenas a condução motora, mantendo sensibilidade preservada. C A coluna posterior relaciona-se ao controle motor e a coluna anterior ao controle sensitivo, o que exige adaptações prioritárias de escrita e fala, pois lesões medulares afetam linguagem com maior frequência. D A medula funciona como via de comunicação, porém suas colunas não se relacionam a funções específicas; perdas sensoriais e motoras dependem exclusivamente de fatores emocionais e do contexto de interação na escola. Questão 2/15 - Deficiência Intelectual Em uma formação pedagógica, professores analisaram documentos e práticas escolares que, ao longo do tempo, nomearam estudantes com deficiência intelectual por expressões como “idiotismo”, “idiotia”, “debilidade mental” e “retardo mental”. No debate, a equipe reconheceu que essas terminologias não eram neutras, pois refletiam concepções históricas que rotularam e estigmatizaram pessoas, influenciando modos de ensinar, avaliar e conviver na escola. Ao relacionar essa trajetória à compreensão contemporânea da deficiência intelectual, os docentes concluíram que o desafio atual não é apenas substituir palavras inadequadas, mas transformar a forma como a escola reconhece potencialidades, organiza interações e assegura o direito de aprender em ambientes comuns de ensino. A partir dessa reflexão, o grupo passou a discutir qual posicionamento pedagógico está mais alinhado à revisão histórica das terminologias e à perspectiva inclusiva atualmente defendida. Fonte: RAU, Maria Cristina Trois Dorneles. Deficiência Intelectual – Aula 1. Considerando a revisão histórica das terminologias e das concepções de deficiência intelectual, assinale a alternativa que expressa a postura pedagógica coerente com a perspectiva inclusiva contemporânea. A utilizar a nomenclatura atual apenas em documentos oficiais da escola, mantendo classificações históricas em relatórios técnicos internos, pois elas auxiliam na diferenciação de perfis de aprendizagem com maior precisão descritiva. B compreender que a mudança terminológica é importante no plano social, mas que as práticas escolares podem continuar organizadas com base em classificações rígidas, desde que o professor mantenha uma postura respeitosa. C revisar linguagem, registros e práticas pedagógicas de modo articulado, reconhecendo que a inclusão escolar requer superar rótulos históricos e construir condições de aprendizagem, convivência e desenvolvimento em espaços comuns. Você assinalou essa alternativa (C) D priorizar o acompanhamento clínico dos estudantes, entendendo que a escola deve adequar suas ações apenas depois que diagnósticos mais precisos definirem, com maior estabilidade, os limites e as condições de evolução intelectual. Questão 3/15 - Deficiência Intelectual Em um seminário sobre apoio às pessoas com deficiência intelectual, professores estudaram a classificação da intensidade dos apoios e analisaram sua relevância para o desenvolvimento da autonomia. Na atividade, discutiram-se quatro possibilidades: apoio intermitente, quando a necessidade aparece em fases ou situações específicas do ciclo vital; apoio limitado, orientado ao alcance de metas ou resolução de problemas; apoio contínuo ou extensivo, prestado de forma regular em determinados contextos; e apoio pervasivo, caracterizado por alta intensidade e presença constante em todos os ambientes. A equipe concluiu que compreender essa gradação é importante para evitar decisões generalistas e reconhecer que o apoio deve ser qualitativo, ajustado às demandas concretas do sujeito e à forma como ele funciona em diferentes situações da vida cotidiana e escolar. Fonte: Maria Cristina Trois Dorneles Rau. Deficiência Intelectual – Aula 3. Nesse contexto, um exemplo coerente de apoio limitado é A acompanhamento constante em todas as atividades da vida diária, com supervisão ininterrupta nos diferentes ambientes em que a pessoa com deficiência intelectual circula. B presença regular de atendimento domiciliar, itinerante ou em sala de recursos, com frequência estável e sem prazo determinado para encerramento do suporte ofertado. C suporte acionado em momentos específicos do desenvolvimento, como mudança para a vida adulta, transição escolar ou superação de crises recorrentes e circunstanciais. D orientação voltada ao cumprimento de uma meta, como aprender a reconhecer dinheiro, organizar orçamento, definir papéis domésticos ou treinar função no emprego. Você assinalou essa alternativa (D) Questão 4/15 - Deficiência Intelectual Durante a elaboração de um projeto interdisciplinar, uma professora decidiu considerar princípios da neurociência para organizar experiências de aprendizagem com estudantes com deficiência intelectual. Em vez de priorizar apenas exposição oral e cópia, ela propôs jogos, atividades em grupo, música, produção artística, resolução de situações-problema e uso de imagens e símbolos. Ao justificar sua escolha, explicou que a aprendizagem envolve memória, emoção, atenção, plasticidade neuronal e ativação simultânea de diferentes áreas do córtex cerebral. Também argumentou que o cérebro responde às experiências, constrói padrões e pode beneficiar-se de ambientes ricos em estímulos cognitivos. Em reunião, alguns docentes questionaram se tais propostas seriam apenas lúdicas demais ou se teriam fundamento consistente para o desenvolvimento e a aprendizagem na escola. Fonte: Maria Cristina Trois Dorneles Rau. Deficiência Intelectual – Aula 2. Considerando os princípios da neurociência apresentados na aula, a justificativa mais adequada para essas escolhas metodológicas é A atividades variadas e significativas podem mobilizar memória, emoção, percepção de padrões, plasticidade neuronal e diferentes áreas cerebrais, favorecendo a aprendizagem dos estudantes com deficiência intelectual. Você assinalou essa alternativa (A) B propostas lúdicas devem ser usadas apenas como recompensa motivacional, porque o desenvolvimento cognitivo de estudantes com deficiência intelectual depende prioritariamente de treino abstrato e repetição verbal. C imagens, símbolos e atividades artísticas têm função acessória na escola, pois o cérebro responde mais adequadamente a explicações lineares e conteúdos apresentados em sequência verbal direta. Questão 5/15 - Deficiência Intelectual Em uma formação continuada, professoresanalisaram a trajetória histórica da definição de deficiência intelectual e observaram que os avanços legais e conceituais, ao longo do século XX, modificaram o modo de compreender a condição da pessoa com deficiência. No debate, a equipe destacou que documentos mais antigos enfatizavam perdas, incapacidades e desvantagens, enquanto formulações mais recentes passaram a considerar contextos ambientais, habilidades adaptativas, potencialidades e apoio necessário à participação social. Ao relacionar esses marcos ao trabalho pedagógico na escola, os docentes concluíram que a compreensão atual da deficiência intelectual não pode restringir o estudante a limites biológicos nem a diagnósticos fixos, exigindo revisão das práticas educacionais e das expectativas de aprendizagem. Fonte: Maria Cristina Trois Dorneles Rau. Deficiência Intelectual – Aula 2. Com base na evolução conceitual apresentada, a compreensão mais adequada da deficiência intelectual é A considerá-la uma condição funcional que deve ser compreendida nas interações entre funcionamento intelectual, habilidades adaptativas e ambiente, orientando apoios e estratégias de participação social e escolar. Você assinalou essa alternativa (A) B entendê-la principalmente como manifestação orgânica permanente, cuja principal consequência educacional é delimitar previamente o máximo desenvolvimento possível do estudante em contextos escolares comuns. C associá-la exclusivamente à classificação em níveis de severidade definidos por testes, porque somente a mensuração padronizada permite definir os objetivos pedagógicos realistas para cada estudante. D tratá-la como conceito essencialmente clínico, útil à área da saúde, mas pouco relevante para o planejamento pedagógico, já que a aprendizagem depende apenas da organização curricular da escola. Questão 6/15 - Deficiência Intelectual Em uma escola pública, professores participaram de uma formação continuada sobre práticas inclusivas e analisaram materiais pedagógicos voltados à alfabetização e à Língua Portuguesa. Os recursos, disponíveis em ambiente virtual, enfatizam a D a estimulação de múltiplas áreas do cérebro dispensa o planejamento pedagógico, uma vez que experiências variadas, por si mesmas, garantem a aprendizagem e a autonomia dos estudantes. valorização da diversidade, a participação dos estudantes e o uso de diferentes linguagens no processo de ensino e aprendizagem. No debate, os docentes reconheceram que estudantes com deficiência intelectual apresentam limitações no funcionamento intelectual e no comportamento adaptativo, o que pode impactar a comunicação, a aprendizagem e a interação social. Considerando esse cenário, a equipe discutiu a necessidade de reorganizar o planejamento pedagógico para garantir acesso, participação e aprendizagem em condições de equidade. Fonte: RAU, Maria Cristina Trois Dorneles. Deficiência Intelectual – Aula 1. No planejamento de práticas de alfabetização e letramento em contextos inclusivos, a decisão docente que melhor contempla as singularidades dos estudantes com deficiência intelectual é A organizar atividades padronizadas para toda a turma, mantendo o mesmo ritmo e metodologia, pois a igualdade de ensino garante que todos tenham acesso ao mesmo conteúdo, independentemente de suas características individuais. B selecionar conteúdos simplificados e restringir a participação dos estudantes com deficiência intelectual a tarefas de menor complexidade, evitando frustrações e priorizando atividades individuais desvinculadas da turma. C planejar situações de leitura e escrita que integrem múltiplas linguagens, adaptar estratégias conforme as necessidades dos estudantes e promover interações colaborativas, garantindo participação ativa no processo de aprendizagem. Você assinalou essa alternativa (C) D utilizar exclusivamente recursos tecnológicos automatizados de alfabetização, organizando o ensino com base em relatórios de desempenho gerados por plataformas digitais, sem mediação docente direta no processo pedagógico. Questão 7/15 - Deficiência Intelectual Uma professora do primeiro ano do ensino fundamental observou que uma criança apresenta atrasos no desenvolvimento neuropsicomotor, pouca resposta a estímulos, alterações posturais e dificuldades de alimentação. Em vez de tratar a situação apenas como baixo rendimento escolar, a docente registrou observações, dialogou com a equipe e passou a acompanhar mais atentamente a participação da criança nas interações e atividades da rotina. Na reunião pedagógica, discutiu-se que o diagnóstico precoce da deficiência intelectual pode favorecer a antecipação de intervenções e a identificação de potencialidades, contribuindo para o convívio da criança na comunidade, na família e na escola. A equipe, então, debateu quais condutas seriam pedagógica e eticamente mais adequadas. Fonte: RAU, Maria Cristina Trois Dorneles. Deficiência Intelectual – Aula 1 Diante do caso, a conduta docente mais adequada é A aguardar os anos seguintes para verificar se as dificuldades persistem, evitando qualquer ação pedagógica diferenciada antes de uma comprovação absoluta sobre a condição da criança. B retirar a criança das atividades coletivas e concentrar o trabalho em exercícios repetitivos individuais, priorizando adaptação comportamental antes de qualquer convivência mais ampla no grupo. C acompanhar o desenvolvimento da criança, registrar indícios relevantes, articular diálogo com equipe e família e organizar intervenções pedagógicas que favoreçam participação e aprendizagem. Você assinalou essa alternativa (C) D concentrar toda a interpretação do caso em aspectos biológicos aparentes, suspendendo decisões pedagógicas até que outros profissionais definam, de modo conclusivo, o prognóstico da criança. Questão 8/15 - Deficiência Intelectual Em uma atividade de formação docente, um grupo analisou as teorias de Goleman e Gardner para discutir o ensino de estudantes com deficiência intelectual. A primeira enfatiza o autocontrole das emoções, a negociação de desejos e a relação entre inteligência e vida afetiva; a segunda destaca a multiplicidade das inteligências e a necessidade de reconhecer diferentes habilidades humanas, como as linguísticas, lógico-matemáticas, espaciais, musicais, interpessoais e intrapessoais. No debate, os professores concluíram que uma escola comprometida com a inclusão não pode restringir a inteligência ao acerto em tarefas tradicionais de linguagem e matemática, nem tratar emoção e cognição como dimensões separadas. A questão discutida passou a ser, então, qual decisão pedagógica decorre de modo mais coerente dessas teorias. Fonte: Maria Cristina Trois Dorneles Rau. Deficiência Intelectual – Aula 2. A decisão pedagógica mais coerente com essas teorias é A concentrar a avaliação em desempenho linguístico e lógico-matemático, pois essas áreas continuam sendo os indicadores mais confiáveis para definir a inteligência escolar dos estudantes. B planejar experiências que articulem emoções, interação social e diferentes habilidades, reconhecendo que estudantes com deficiência intelectual podem desenvolver potencialidades diversas. Você assinalou essa alternativa (B) C organizar o ensino de modo uniforme para toda a turma, evitando destacar singularidades, porque o excesso de diferenciação pode reforçar desigualdades e reduzir a coesão do grupo. D reduzir o papel das emoções no cotidiano escolar, já que o autocontrole e a vida afetiva tendem a amadurecer naturalmente, sem necessidade de mediação pedagógica intencional. Questão 9/15 - Deficiência Intelectual Em um estudo de caso, a equipe multiprofissional analisa padrões de comprometimento motor associados a diferentes áreas do encéfalo. Um estudante apresenta aumento do tônus e rigidez em determinados gruposmusculares, com padrão compatível com espasticidade. Outro estudante apresenta desequilíbrio e dificuldade de coordenação motora, com marcha instável e oscilação na precisão de movimentos. Um terceiro estudante apresenta movimentos involuntários e variação de postura, com características associadas a alterações no controle motor. A equipe pedagógica solicita que a análise relacione as manifestações observadas às possíveis áreas lesionadas do encéfalo (córtex cerebral, cerebelo, tronco encefálico) descritas no material, para orientar estratégias de participação em atividades motoras e adaptações de tarefas escolares. Fonte: VARA, Maria de Fátima Fernandes. Deficiência Física Neuromotora: Aula 1. Ao relacionar manifestações motoras e áreas do encéfalo, a alternativa que apresenta a associação coerente com o texto-base é A Lesão no cerebelo associa-se a espasticidade, com aumento de tônus e rigidez, exigindo atividades de coordenação fina para reduzir padrões de contração e favorecer fluidez de movimentos em situações escolares. B Lesão no tronco encefálico associa-se a ataxia, com desequilíbrio e dificuldade de coordenação, demandando atividades que controlem amplitude de movimento e reforcem estabilidade postural em tarefas acadêmicas. C Lesão no córtex cerebral associa-se a atetose, com movimentos involuntários e variação postural, exigindo organização de tarefas em ambiente com baixa demanda de autorregulação e menor exigência de coordenação. D Lesão no córtex cerebral pode associar-se a espasticidade; lesão no cerebelo pode associar-se a ataxia e alterações de coordenação e equilíbrio; lesão no tronco encefálico pode associar-se a atetose. Você assinalou essa alternativa (D) Questão 10/15 - Deficiência Intelectual Um estudante de 9 anos, matriculado no ensino fundamental, foi diagnosticado com deficiência intelectual leve. Ele apresenta dificuldades na leitura e na resolução de problemas matemáticos, mas demonstra boa interação social, autonomia em atividades cotidianas e interesse em participar das atividades coletivas da turma. Alguns professores atribuem suas dificuldades exclusivamente ao quociente de inteligência e defendem a redução das expectativas de aprendizagem, propondo atividades simplificadas e segregadas. À luz das concepções contemporâneas de deficiência intelectual discutidas no texto, essa postura pedagógica pode comprometer o desenvolvimento do estudante e reforçar práticas excludentes, desconsiderando suas potencialidades e habilidades adaptativas. Fonte: RAU, Maria Cristina Trois Dorneles. Deficiência Intelectual – Aula 1. Considerando o estudo de caso apresentado e as concepções atuais de deficiência intelectual, assinale a alternativa que expressa a conduta pedagógica mais adequada. A A redução das expectativas de aprendizagem é adequada, pois a deficiência intelectual limita permanentemente as possibilidades de desenvolvimento acadêmico. B O foco pedagógico deve restringir-se ao diagnóstico clínico e ao desempenho em testes psicométricos. C A interação social do estudante é irrelevante para o planejamento das práticas pedagógicas. D As práticas pedagógicas devem considerar potencialidades, habilidades adaptativas e contexto educacional, evitando rótulos e baixas expectativas. Você assinalou essa alternativa (D) Questão 11/15 - Deficiência Intelectual O conceito contemporâneo de deficiência intelectual resulta de um processo histórico que incorporou contribuições da psicologia, da medicina, da educação e das ciências sociais. De acordo com o DSM-5, a deficiência intelectual caracteriza-se por limitações significativas no funcionamento intelectual e no comportamento adaptativo, manifestadas antes dos 18 anos. Essas limitações afetam habilidades conceituais, sociais e práticas, interferindo no desempenho do indivíduo em diferentes contextos de vida, como a escola, a família e o trabalho. Diferentemente de abordagens anteriores, essa concepção não se restringe à mensuração do quociente de inteligência, mas enfatiza a necessidade de avaliação clínica contextualizada e a análise das habilidades adaptativas. Essa perspectiva amplia a compreensão da deficiência intelectual, deslocando o foco do déficit para a funcionalidade e para as condições de participação social e educacional do sujeito. Fonte: RAU, Maria Cristina Trois Dorneles. Deficiência Intelectual – Aula 1. Considerando o conceito atual de deficiência intelectual apresentado no texto, assinale a alternativa que expressa os critérios contemporâneos de definição dessa condição. A A deficiência intelectual é definida exclusivamente por pontuações de quociente de inteligência abaixo da média populacional, independentemente do contexto social e adaptativo. B O diagnóstico da deficiência intelectual pode ser realizado em qualquer fase da vida, sem considerar o período do desenvolvimento humano. C A deficiência intelectual envolve limitações no funcionamento intelectual e no comportamento adaptativo, considerando habilidades conceituais, sociais e práticas. Você assinalou essa alternativa (C) D A deficiência intelectual é compreendida como uma condição exclusivamente médica, desvinculada dos contextos sociais e educacionais. Questão 12/15 - Deficiência Intelectual Em uma reunião para revisão do projeto pedagógico, professores analisaram os conceitos apresentados pela Lei Brasileira de Inclusão e observaram que termos como pessoa com deficiência, acessibilidade, tecnologia assistiva, barreiras, comunicação e mobilidade reduzida não são apenas definições formais, mas referências para a organização das práticas escolares. No debate, a equipe concluiu que compreender tais noções é essencial para planejar recursos, estratégias e formas de interação que assegurem autonomia, circulação, acesso à informação e participação de estudantes com deficiência intelectual em igualdade de condições. Também se destacou que o desconhecimento dessas terminologias tende a empobrecer o planejamento e a invisibilizar necessidades reais, comprometendo o direito ao atendimento adequado em contextos educacionais e sociais diversos. Fonte: Maria Cristina Trois Dorneles Rau. Deficiência Intelectual – Aula 3 À luz da aula estudada, a compreensão mais adequada sobre esses conceitos é A entendê-los como vocabulário técnico restrito à gestão e aos especialistas, já que sua função principal é padronizar documentos institucionais e relatórios de atendimento externo. B tratá-los como referências para o planejamento de condições de acesso, autonomia, comunicação e participação, articulando direitos, serviços, recursos e superação de barreiras na escola. Você assinalou essa alternativa (B) C utilizá-los apenas em situações nas quais haja recomendação clínica formal, pois o cotidiano pedagógico da sala de aula não exige domínio específico dessas noções para a inclusão escolar. D reduzi-los à dimensão arquitetônica da inclusão, uma vez que barreiras físicas e locomoção são as principais condições que interferem no acesso de estudantes com deficiência intelectual. Questão 13/15 - Deficiência Intelectual Durante uma formação, uma equipe pedagógica discute o que caracteriza a deficiência física neuromotora e quais situações costumam gerar confusões conceituais na escola. No debate, surgem exemplos de estudantes com comprometimentos motores decorrentes de alterações em centros e vias nervosas responsáveis pelo movimento, com manifestações como paresia, paralisia e dificuldades de coordenação motora fina e ampla. Também aparecem situações de perda estrutural corporal, como amputação, e dúvidas se esse quadro se enquadra no mesmo conceito. Para orientar planejamento de recursos e adaptações, a coordenação solicita que o grupo identifique quais condições se associam ao conceito de deficiência física neuromotoradescrito no material, considerando as causas (infecções, traumas, malformações, processos degenerativos) e a relação direta com vias nervosas do movimento. Fonte: VARA, Maria de Fátima Fernandes. Deficiência Física Neuromotora: Aula 1. Considerando o enunciado, a alternativa que apresenta condições compatíveis com o conceito de deficiência física neuromotora é A A condição envolve perda total ou parcial da visão e redução da capacidade de ouvir, com repercussões em orientação espacial e comunicação, demandando adaptações sensoriais e recursos específicos de acesso à informação. B A situação se refere a QI abaixo da média associado a limitações adaptativas em áreas de habilidades, o que exige intervenções pedagógicas e sociais articuladas ao desenvolvimento e à participação do estudante na rotina escolar. C O quadro contempla condições como paralisia cerebral, acidente vascular encefálico, traumatismo cranioencefálico, lesão medular, lesão de plexo e ataxias degenerativas, pois envolvem alterações em centros e vias nervosas do movimento. Você assinalou essa alternativa (C) D O comprometimento se caracteriza por ausência parcial de um segmento corporal decorrente de amputação traumática, exigindo prótese e reorganização de atividades motoras no cotidiano escolar, com foco em reabilitação funcional. Questão 14/15 - Deficiência Intelectual Em uma reunião com famílias, uma equipe escolar debateu o papel do diagnóstico e da intervenção precoce na deficiência intelectual. Os profissionais destacaram que, nas últimas décadas, o avanço da compreensão sobre causas, avaliação e tratamento reforçou a importância de identificar a condição o mais cedo possível, a fim de que a criança receba intervenções adequadas e tenha melhores condições de desenvolver habilidades e ampliar sua inclusão social. Ao mesmo tempo, os professores ressaltaram que essa identificação não pode ser usada para reduzir expectativas educativas, mas para orientar apoios, estratégias de estimulação e acompanhamento qualificado. No grupo, discutiu-se, então, qual conduta pedagógica traduz melhor esse entendimento no cotidiano escolar e na relação entre escola, família e serviços especializados. Fonte: Maria Cristina Trois Dorneles Rau. Deficiência Intelectual – Aula 3 Considerando o texto-base, a conduta mais adequada é A utilizar o diagnóstico como justificativa para simplificar o currículo de modo permanente, entendendo que sua principal função pedagógica é delimitar previamente as metas realistas de aprendizagem. B adiar intervenções até a consolidação diagnóstica definitiva, evitando mudanças no planejamento escolar antes que se determine o grau preciso de comprometimento adaptativo da criança. C concentrar a atenção apenas nas áreas cognitivas e acadêmicas, pois aspectos motores, emocionais e sociais serão naturalmente organizados ao longo do processo escolar regular. D articular observação, intervenção e encaminhamento com vistas ao desenvolvimento de habilidades, à inclusão social e à intensificação de potencialidades desde os primeiros sinais relevantes. Você assinalou essa alternativa (D) Questão 15/15 - Deficiência Intelectual No início do ano letivo, um estudante com deficiência intelectual ingressou em uma turma dos anos iniciais e demonstrou receio de não ser aceito pelos colegas. Em reunião, a equipe escolar retomou a Lei Brasileira de Inclusão e discutiu que o direito à igualdade de oportunidades não se limita à matrícula, mas envolve proteção contra discriminação, participação nas atividades escolares e condições reais de aprendizagem. Também considerou que a escola deve promover medidas individualizadas e coletivas, acessibilidade, organização de recursos e participação das famílias, de modo a eliminar barreiras e garantir o desenvolvimento acadêmico e social do estudante. A partir disso, os professores refletiram sobre como transformar esse direito em ações concretas no cotidiano da escola. Fonte: RAU, Maria Cristina Trois Dorneles. Deficiência Intelectual – Aula 1. A ação mais coerente com a Lei Brasileira de Inclusão é A tratar a aceitação do estudante como questão exclusivamente interpessoal entre as crianças, sem envolver planejamento, mediação docente ou revisão das barreiras existentes no cotidiano escolar. B assegurar igualdade formal de tratamento, evitando adaptações, pois a oferta das mesmas atividades, recursos e exigências já é suficiente para garantir inclusão educacional e cidadania. C encaminhar o estudante para atividades paralelas quando houver tarefas complexas, preservando sua autoestima até que demonstre autonomia comparável à dos demais colegas da turma. D planejar medidas de apoio, mediações pedagógicas, organização de recursos e ações de convivência que combatam discriminação e favoreçam acesso, permanência, participação e aprendizagem. Você assinalou essa alternativa (D)