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<p>Profa. Dra. Talita Silva</p><p>UNIDADE III</p><p>Educação integral</p><p>e gestão escolar</p><p>UNIDADE III</p><p>7. GESTÃO DA EDUCAÇÃO DE TEMPO INTEGRAL</p><p>7.1 Trajetória da gestão escolar</p><p>8. CONCEPÇÃO DE GESTÃO DEMOCRÁTICA</p><p>8.1 Dimensões da competência do gestor da escola em tempo integral</p><p>8.2 Ferramenta da gestão eficiente</p><p>8.3 As concepções de organização e gestão escolar</p><p>8.4 Estrutura organizacional de uma escola</p><p>8.5 As práticas administrativas e a postura do diretor na</p><p>gestão democrática</p><p>O que vamos estudar na disciplina?</p><p> Estas aprendizagens, então, no currículo da educação integral, se constroem a partir de</p><p>práticas pedagógicas (e de gestão) que se dão no cotidiano das ações escolares.</p><p> O currículo não é apenas a normativa – a matriz organizadora – mas aquilo que se expressa</p><p>e se constrói na “vida vivida” das comunidades escolares:</p><p>Gestão da educação de tempo integral</p><p>Fonte: https://educacaointegral.org.br/</p><p>Intencionalidade</p><p>pedagógica clara e</p><p>compartilhada.</p><p>Gestão de</p><p>aprendizagens com</p><p>metodologias ativas.</p><p>Múltiplos modos</p><p>de interação com os</p><p>conteúdos de ensino</p><p>e de aprendizagem.</p><p>Gestão da educação de tempo integral</p><p>Fonte: https://educacaointegral.org.br/</p><p>Parâmetros: n° de</p><p>matrículas pactuadas,</p><p>valor do fomento e</p><p>critérios de equidade.</p><p>Base em critérios de</p><p>equidade definido</p><p>sem regulamento.</p><p>A quantidade de</p><p>matrículas</p><p>pactuadas será</p><p>inserida no Simec.</p><p>Apresentar</p><p>proposta</p><p>de meta.</p><p>Pactuar meta</p><p>de matrículas</p><p>em tempo</p><p>integral.</p><p>Transferir 1</p><p>parcela dos</p><p>recursos (cf.</p><p>pactuação).</p><p>Criar</p><p>matrículas</p><p>de tempo</p><p>integral.</p><p>Registrar</p><p>matrículas</p><p>criadas no</p><p>Simec.</p><p>Transferir 2</p><p>parcela dos</p><p>recursos (cf.</p><p>registra).</p><p>Declarar</p><p>matrículas</p><p>no Censo</p><p>Escolar.</p><p>Monitorar e</p><p>avaliar o</p><p>cumprimento</p><p>das metas</p><p>pactuadas.</p><p>Computo da</p><p>matrícula no</p><p>Fundeb</p><p>Aumento das</p><p>matrículas</p><p>em tempo</p><p>integral</p><p>M</p><p>E</p><p>C</p><p>Abertura</p><p>do mecanismo</p><p>E</p><p>n</p><p>te</p><p>F</p><p>e</p><p>d</p><p>e</p><p>ra</p><p>d</p><p>o</p><p> A Equipe Gestora tem a responsabilidade</p><p>de envolver os demais públicos no processo</p><p>de construção da Matriz Curricular da Rede.</p><p> Esse processo deverá ser liderado</p><p>por uma pequena equipe, mas deverá</p><p>envolver todos os demais membros da</p><p>equipe gestora em momentos determinados</p><p>para a formação conjunta e tomada</p><p>de decisões estratégicas.</p><p>Gestão da educação de tempo integral</p><p>Princípios</p><p>Marco Legal</p><p>diagnóstico da rede de ensino</p><p>Plano estratégico de alocação e distribuição das matrículas</p><p>Estruturação da Secretaria</p><p>Gestão</p><p>Financiamento</p><p>Recursos humanos e físicos</p><p>Pedagógico</p><p>Parcerias intersetoriais</p><p>Avaliação e monitoramento</p><p>Sugestão: eixos de uma política de educação integral</p><p> Iniciaremos na primeira república, de 1889 a 1930, período em que o ensino era elitista e</p><p>excludente, no qual a gestão escolar, também conhecida como administração escolar, era</p><p>alicerçada na administração empresarial.</p><p> Nessa direção, devemos refletir sobre as formas de organização construídas pela sociedade</p><p>ao longo de sua história. Para isso, acionaremos as escolas de administração que refletem</p><p>concepções, políticas e formas de organização e gestão.</p><p>Trajetória da gestão escolar</p><p>Escola Clássica ou</p><p>Administração Científica</p><p>É a primeira, representada por Henri Fayol e</p><p>Frederick W. Taylor. Alguém será um bom</p><p>administrador à medida que planejar</p><p>minuciosamente seus passos, organizar e</p><p>coordenar racionalmente as atividades de</p><p>seus subordinados e souber comandar e</p><p>controlar tais atividades.</p><p>Trajetória da gestão escolar</p><p>Escola Behaviorista</p><p>Representada por George Elton Mayo, se interessa</p><p>pelos grupos informais. Visa tratar a organização</p><p>sob o ponto de vista das pessoas.</p><p>Escola de Relações Humanas</p><p>Uma nova visão da Teoria Administrativa baseada no</p><p>comportamento humano nas organizações. A abordagem</p><p>também é conhecida como comportamental, e a ciência</p><p>administrativa propõe o abandono de posições normativas</p><p>e descritivas e a adoção de uma posição humanística e</p><p>descritiva, mantida, portanto, a ênfase nas pessoas. Os</p><p>principais representantes dessa escola são Herbert Simon,</p><p>Chester Barnard, Elliott Jaques e Chris Argyris.</p><p>Trajetória da gestão escolar</p><p>Escola Estruturalista</p><p>Representada por Max Weber, Robert K. Merton, Alvin</p><p>Gouldner e Amitai Etzioni, é uma abordagem nas</p><p>ciências sociais e na sociologia que objetiva analisar as</p><p>estruturas implícitas que influenciam o comportamento</p><p>humano e a sociedade de modo geral. Entende que a</p><p>organização é um sistema aberto e em constante</p><p>interação com o seu meio ambiente.</p><p> Retomando nossa jornada dentro da história da educação e da gestão, em 1835 foi</p><p>inaugurada em Niterói a primeira Escola Normal do Brasil, cuja preocupação estava no</p><p>domínio de conhecimentos a serem transmitidos na escola de primeiras letras. Ou seja, o</p><p>que constava no currículo eram as matérias do ensino mútuo, deixando de lado o preparo</p><p>didático-pedagógico.</p><p>Deveria ser administrada por um diretor que também exerceria o cargo de professor, sendo</p><p>o currículo composto pelas seguintes áreas:</p><p> ler e escrever pelo método lancasteriano;</p><p> as quatro operações e proporções;</p><p> língua nacional;</p><p> elementos de geografia; e</p><p> princípios de moral cristã.</p><p>Trajetória da gestão escolar</p><p>Método Lancaster</p><p> A responsabilidade era dividida entre o</p><p>professor e os monitores.</p><p> Todos os alunos estão reunidos em um vasto</p><p>local, que é dominado pela mesa do professor,</p><p>esta sobre um estrado.</p><p> Na sala estão enfileiradas as classes, tendo na</p><p>extremidade o púlpito do professor e o quadro-</p><p>negro.</p><p> Os alunos eram classificados de acordo com</p><p>seus conhecimentos.</p><p> As atividades eram dirigidas por um monitor.</p><p> O professor tinha contato direto com monitores.</p><p> O professor controlava todas as atividades e a</p><p>organização do tempo.</p><p>Trajetória da gestão escolar</p><p>Fonte: https://jornal.usp.br/universidade/educacao-publica-iniciou-</p><p>durante-processos-de-independencia-na-america-do-sul/</p><p> Essa primeira escola normal teve um curto período de</p><p>existência, formando apenas 14 alunos. Outras escolas</p><p>normais instaladas nas demais províncias também não</p><p>obtiveram êxito por falta de procura, talvez não apenas</p><p>por causa de falhas didáticas, mas também devido à</p><p>falta de interesse da população pela profissão docente</p><p>que, em termos financeiros, nada agradava, sem contar</p><p>a pouca visibilidade e a consideração de que gozava,</p><p>levando-se em conta os depoimentos da época.</p><p>Trajetória da gestão escolar</p><p>Fonte:</p><p>https://biblioteca.ibge.gov.br/index.php/bibliote</p><p>ca-catalogo?view=detalhes&id=443087</p><p>Fonte: https://co.pinterest.com/pin/escola-liceu-nilo-</p><p>peanhaniteri-rio-de-janeiro-brazil--308355905751917940/</p><p> Entre os anos de 1868 e 1870 começou o movimento de valorização da docência e da</p><p>educação como um todo, no sentido ideológico, político e cultural, bem como reflexões</p><p>acerca de popularização do ensino. Com isso, a valorização da docência passou a assumir</p><p>uma importância que até então não existia, sendo, portanto, reclamada.</p><p> A partir de então, de 1867 para 1883, o número de escolas normais no país saltou de 4</p><p>para 22.</p><p>Trajetória da gestão escolar</p><p>Fonte: https://www.al.sp.gov.br/noticia/?id=259919</p><p>A Escola Normal e a Assembleia</p><p>Legislativa Provincial de São Paulo</p><p>Espírito Santo</p><p>Fonte: https://cemefec.org/o-modelo-escolar-de-formacao-de-</p><p>professores-no-espirito-santo-uma-insituicao-em-transicao-no-</p><p>seculo-xix/</p><p> Tais movimentos deram origem à efervescência intelectual que se concretizou no movimento</p><p>da Escola Nova e no Manifesto dos Pioneiros da Educação em 1932, contrários à educação</p><p>tradicional, pois esta não favorecia as ideias de expansão industrial que o país vivenciava</p><p>naquele momento.</p><p> Com o aumento da oferta educativa no início do século XX, os afazeres</p><p>administrativos dentro da escola precisaram ser repensados e organizados.</p><p> Durante a década de 1970, as modificações na gestão escolar foram reflexo das mudanças</p><p>nas teorias e práticas de administração escolar. Houve</p><p>expressivo interesse na capacitação</p><p>profissional voltada para atender ao mercado de trabalho.</p><p> O conceito de administração não é apagado, mas</p><p>ressignificado, sendo um dos elementos que</p><p>compõem a gestão.</p><p>Trajetória da gestão escolar</p><p>Nenhuma escola pode ser melhor do que as pessoas que nela atuam e do que a competência</p><p>que põem a serviço da educação. A gestão de processos do setor de educação é um processo</p><p>que engloba uma variedade de ações que unem teoria e prática, facilitando a elaboração de</p><p>um entendimento maior e estruturado a respeito de todas as tarefas realizadas na escola. Esse</p><p>tipo de gestão está diretamente relacionado à maneira como a escola estrutura e realiza suas</p><p>atividades pedagógicas, apoiadas nos seguintes fundamentos:</p><p>(fonte: questão adaptada UFCSPA/2024)</p><p>Interatividade</p><p>I. Coordenação pedagógica: responsável por estimular todas as ações do planejamento e</p><p>ensino, como, por exemplo, gerenciamento de professores, método de ensino,</p><p>relacionamento com os alunos, atividades etc.</p><p>II. Coordenação administrativa: centralizada na gestão dos bens da escola e engajada no</p><p>gerenciamento dos meios físicos, monetários e humanos.</p><p>III. Coordenação de gestão de pessoas: realiza a gestão de todos os colaboradores da</p><p>instituição.</p><p>Quais estão corretas?</p><p>a) Apenas I.</p><p>b) Apenas II.</p><p>c) Apenas III.</p><p>d) Apenas I e III.</p><p>e) I, II e III.</p><p>Interatividade</p><p>I. Coordenação pedagógica: responsável por estimular todas as ações do planejamento e</p><p>ensino, como, por exemplo, gerenciamento de professores, método de ensino,</p><p>relacionamento com os alunos, atividades etc.</p><p>II. Coordenação administrativa: centralizada na gestão dos bens da escola e engajada no</p><p>gerenciamento dos meios físicos, monetários e humanos.</p><p>III. Coordenação de gestão de pessoas: realiza a gestão de todos os colaboradores da</p><p>instituição.</p><p>Quais estão corretas?</p><p>a) Apenas I.</p><p>b) Apenas II.</p><p>c) Apenas III.</p><p>d) Apenas I e III.</p><p>e) I, II e III.</p><p>Resposta</p><p> A LDB ainda pontua que os estabelecimentos de ensino têm a responsabilidade de “articular-</p><p>se com as famílias e a comunidade, criando processos de integração da sociedade com a</p><p>escola” (art. 12, inciso VI), enquanto aos docentes cabe “colaborar com as atividades de</p><p>articulação da escola com as famílias e a comunidade” (art. 13, inciso VI).</p><p> Lei 10.576, de 14 de novembro de 1995, com as modificações</p><p>introduzidas pela Lei n. 13.990, de 15 de maio de 2012,</p><p>atualizada até a Lei n. 14.448, de 15 de janeiro de 2014,</p><p>que dispõe sobre a Gestão Democrática do Ensino Público.</p><p>Concepção de gestão democrática</p><p>Fonte:</p><p>https://www.nossasenhoradolivramento.mt.gov.br/</p><p>Noticias/Prefeitura-de-livramento-vai-realizar-</p><p>gestao-democratica-nas-escolas--1375/</p><p>A gestão democrática é um</p><p>princípio e um exercício, que</p><p>deve ser construída coletiva</p><p>e permanentemente.</p><p>Isso posto, a busca por uma gestão democrática passa pela efetivação de alguns princípios</p><p>fundamentais, como:</p><p> a participação política;</p><p> a gratuidade do ensino;</p><p> a universalização da Educação Básica;</p><p> a coordenação, o planejamento e a descentralização de decisões e de como executá-las, e o</p><p>fortalecimento das unidades escolares;</p><p> a operação dos conselhos municipais de educação, enquanto instância de consulta,</p><p>articulação com a sociedade e deliberação em matérias educacionais;</p><p> o financiamento da educação;</p><p> a elaboração coletiva de diretrizes gerais, definindo uma base</p><p>comum para a ação e a formação dos trabalhadores em</p><p>educação e a exigência de planos de carreira que propiciem</p><p>condições dignas de trabalho.</p><p>Concepção de gestão democrática</p><p> O gestor escolar de escola em período integral, baseado numa escuta ativa da comunidade</p><p>escolar, tem o papel de compreender e internalizar os melhores caminhos de investimento e</p><p>gerenciamento da escola, ou seja, atuar com caráter mais administrativo de modo a</p><p>proporcionar condições materiais para que o projeto político-pedagógico seja</p><p>bem executado.</p><p> Dessa forma, o gestor é um sujeito que realiza, dentro da instituição, um posicionamento de</p><p>liderança cujo objetivo é o desenvolvimento e a coordenação de atividades, colocando nesse</p><p>processo todos os funcionários da escola.</p><p> Dá para perceber que o diretor-gestor desempenha uma</p><p>função complexa e importante, pois precisa articular os</p><p>processos pedagógicos aos administrativos, ou seja, o</p><p>sucesso do processo pedagógico (atividades-fim) também</p><p>depende de como as atividades-meio (administrativas) estão</p><p>sendo acionadas e pensadas.</p><p>Dimensões da competência do gestor da escola em tempo integral</p><p> Por outro lado, a gestão escolar, juntamente com a coordenação escolar, executa o</p><p>compromisso de fomentar o desenvolvimento do seu corpo docente, viabilizando um espaço</p><p>aberto para apoiar os professores no enfretamento dos desafios e da prática de uma gestão</p><p>democrática que acolha toda a comunidade escolar.</p><p> Espera-se que se saiba a importância de conhecer seus alunos, sua equipe de professores e</p><p>funcionários, orientando-os e proporcionando práticas que potencializem seus projetos de</p><p>vida e incentivem a formação de toda a equipe.</p><p> O saber escutar é fundamental e deve ser ensinado a todos, visto que, por meio de diálogos</p><p>e devolutivas sobre suas atuações, os melhores resultados podem ser obtidos.</p><p>Dimensões da competência do gestor da escola em tempo integral</p><p>Fonte:</p><p>https://www.uol.com.br/vivabem/colunas/elania-</p><p>francisca/2020/09/04/a-escuta-e-um-processo-</p><p>nao-um-ato-imediato.htm</p><p>Existem diversos tipos de diretor, ou seja, diferentes formas de compreender a gestão</p><p>educacional. Colocamos aqui alguns deles:</p><p>Dimensões da competência do gestor da escola em tempo integral</p><p>O gestor autocrático: aquele</p><p>centralizador, que concentra todo</p><p>poder em suas decisões,</p><p>posicionando-se como sujeito</p><p>autoritário que não dá abertura ou</p><p>não permite questionamentos.</p><p>O democrático: preconiza e</p><p>valoriza a participação de todos</p><p>que fazem parte de sua equipe,</p><p>permitindo e dando abertura para</p><p>que todos participem de</p><p>reuniões administrativas, opinem</p><p>e questionem.</p><p>O laissez-faire: aquele que oferece</p><p>liberdade a todos, ocupando-se de</p><p>assuntos administrativos e fatos</p><p>inesperados. Posiciona-se como</p><p>orientador nas decisões, porém</p><p>permite que sujeitos que fazem parte</p><p>de sua equipe tomem decisões.</p><p>O burocrático: se posiciona em</p><p>relação ao seu trabalho de forma</p><p>sistemática, prioriza a ordem,</p><p>enfatizando a importância de se</p><p>cumprir prazos e execuções sem</p><p>atrasos. Dá importância ao</p><p>ambiente bem organizado, no que</p><p>resulta o bom funcionamento da</p><p>escola, mantendo um clima de</p><p>carisma com o grupo de trabalho.</p><p>Analisando os tipos de diretor,</p><p>podemos entender que ele pode</p><p>assumir diferentes posturas de</p><p>atuação dentro das instituições</p><p>escolares, dependendo de como</p><p>o sujeito é atravessado</p><p>pelos processos de</p><p>gerenciamento educativo.</p><p>Libâneo (2004) vem contribuir – e nós podemos complementar – indicando algumas atribuições</p><p>do gestor educacional:</p><p> supervisionar e atuar em atividades administrativas e pedagógicas, no sentido de que as</p><p>atividades-meio proporcionem a efetivação das atividades-fim;</p><p> Promover a integração entre escola e comunidade, sendo o fomentador dessa articulação;</p><p> estudar e compreender a legislação educacional;</p><p> buscar meios que favoreçam sua equipe.</p><p>Dimensões da competência do gestor da escola em tempo integral</p><p>Fonte:</p><p>https://novaescola.org.br/conteud</p><p>o/19689/o-papel-da-gestao-na-</p><p>formacao-e-articulacao-da-</p><p>equipe-para-incluir-os-alunos</p><p> Cabe destacar a importância da liderança do gestor, característica essencial no trabalho</p><p>conjunto com outros atores que conhecem a educação e atuam nela. A equipe liderada pelo</p><p>gestor deve garantir que a missão, os objetivos e as metas da instituição estejam</p><p>organizados, alinhados e, portanto, definidos para que os resultados sejam alcançados.</p><p>Assim, a gestão escolar precisa ser tomada como mediação na busca dos objetivos</p><p>da</p><p>escola, não devendo estar articulada à dominação e centralização de poder ainda vigente em</p><p>nossa sociedade, sendo que, na escola básica, o caráter mediador da administração deve</p><p>dar-se de forma a que tanto as atividades-meio (direção, serviços de secretaria, assistência</p><p>ao escolar e atividades complementares, como zeladoria, vigilância, atendimento de alunos e</p><p>pais) quanto a própria atividade-fim, representada pela relação</p><p>ensino-aprendizagem que se dá predominantemente (mas não</p><p>só) em sala de aula, estejam permanentemente impregnadas</p><p>dos fins da educação (Paro, 1998, p. 303).</p><p>Dimensões da competência do gestor da escola em tempo integral</p><p>Dimensões da competência do gestor da escola em tempo integral</p><p>Fonte: Marçal e Sousa, 2001 apud Bartholomeu, 2024.</p><p>Dimensões de gestão com foco no projeto pedagógico</p><p>Gestão</p><p>Pedagógica</p><p>Dimensão</p><p>Financeira</p><p>Dimensão</p><p>Administrativa</p><p>Dimensão</p><p>Jurídica</p><p>A Constituição Federal e a Lei de Diretrizes da Educação Nacional definem que os sistemas</p><p>escolares serão regidos pelo princípio da gestão democrática. A gestão democrática na escola</p><p>é basilar para a construção de processos abertos e transparentes e a formação de</p><p>sujeitos participantes.</p><p>Assinale a alternativa que se refere à prática cotidiana de uma escola que tem por diretriz</p><p>processos democráticos de gestão:</p><p>a) A comunidade escolar e local tem vez e voz nas reuniões escolares, podendo participar das</p><p>decisões e dos planejamentos da instituição escolar.</p><p>b) O diretor e coordenador pedagógico podem alterar a proposta pedagógica da escola</p><p>sempre que forem solicitados.</p><p>c) É com base apenas na visão dos professores, pois são os</p><p>que elaboram e executam os planos e as atividades de</p><p>ensino.</p><p>d) Todas as decisões são tomadas pelo diretor.</p><p>e) Após a equipe gestora elaborar a proposta, deve-se</p><p>compartilhar com as famílias.</p><p>Interatividade</p><p>A Constituição Federal e a Lei de Diretrizes da Educação Nacional definem que os sistemas</p><p>escolares serão regidos pelo princípio da gestão democrática. A gestão democrática na escola</p><p>é basilar para a construção de processos abertos e transparentes e a formação de</p><p>sujeitos participantes.</p><p>Assinale a alternativa que se refere à prática cotidiana de uma escola que tem por diretriz</p><p>processos democráticos de gestão:</p><p>a) A comunidade escolar e local tem vez e voz nas reuniões escolares, podendo participar das</p><p>decisões e dos planejamentos da instituição escolar.</p><p>b) O diretor e coordenador pedagógico podem alterar a proposta pedagógica da escola</p><p>sempre que forem solicitados.</p><p>c) É com base apenas na visão dos professores, pois são os</p><p>que elaboram e executam os planos e as atividades de</p><p>ensino.</p><p>d) Todas as decisões são tomadas pelo diretor.</p><p>e) Após a equipe gestora elaborar a proposta, deve-se</p><p>compartilhar com as famílias.</p><p>Resposta</p><p> A participação colegiada ou instâncias colegiadas são instrumentos para efetivar a gestão</p><p>democrática na instituição de ensino, possibilitando implantar novas formas de gestão por</p><p>meio de um modelo de administração coletiva. Assim, a efetivação da gestão democrática é</p><p>condicionada pela participação dos colegiados, associações e agremiações que podem ser</p><p>compostos por docentes, alunos, funcionários, pais e a comunidade em que a escola</p><p>está inserida.</p><p> O conselho escolar é uma ferramenta de participação da comunidade e aparece amparada</p><p>pela LDB, no inciso 2, art. 14, página 15, que afirma a necessidade de participação</p><p>da comunidade escolar e do local em conselhos escolares ou equivalentes.</p><p>Ferramenta da gestão eficiente</p><p>Fonte: https://ampr.org.br/30-mil-vagas-para-</p><p>conselheiro-escolar/</p><p>O Programa de Fortalecimento dos Conselhos Escolares (2004a) tem como objetivos:</p><p> Ampliar a participação das comunidades escolar e local na gestão administrativa, financeira e</p><p>pedagógica das escolas públicas.</p><p> Apoiar a implantação e o fortalecimento de conselhos escolares.</p><p> Instituir, em regime de colaboração com os sistemas de ensino, políticas de implantação e</p><p>fortalecimento de conselhos escolares.</p><p> Promover, em parceria com os sistemas de ensino, a capacitação de conselheiros escolares.</p><p> Estimular a integração entre os conselhos escolares.</p><p> Apoiar os conselhos escolares na construção coletiva de um</p><p>projeto educacional no âmbito da escola, em consonância</p><p>com o processo de democratização da sociedade.</p><p> Promover a cultura do monitoramento e da avaliação no</p><p>âmbito das escolas para garantir a qualidade da educação.</p><p>Ferramenta da gestão eficiente</p><p> É responsabilidade do conselho, além de cuidar da</p><p>manutenção da escola e supervisionar as ações do gestor</p><p>escolar para garantir a qualidade de ensino, as funções</p><p>deliberativas, consultivas, mobilizadoras e pedagógicas,</p><p>fundamentais para a consolidação e gestão</p><p>democrática, resultando nos recursos necessários</p><p>para fornecer melhorias no ensino-aprendizagem.</p><p>Ferramenta da gestão eficiente</p><p>Fonte: https://www.maracanau.ce.gov.br/escolas-</p><p>municipais-realizam-eleicoes-para-o-conselho-escolar/</p><p> O conselho escolar é um fórum importante para a democratização das escolas. Ao agregar</p><p>diversos atores da comunidade escolar, promove a transparência e a legitimidade na tomada</p><p>de decisões e na implementação da política educacional.</p><p> O conselho tem cinco funções principais: Deliberativa, Consultiva, Fiscalizadora,</p><p>Mobilizadora e Pedagógica. É fundamental que os gestores e as secretarias escolares</p><p>entendam cada uma dessas funções para estimular práticas democráticas que envolvam a</p><p>comunidade escolar no processo de tomada de decisão.</p><p> Função deliberativa: o conselho é responsável por aprovar o plano político-pedagógico da</p><p>escola, as diretrizes e as metas educacionais, os projetos pedagógicos e os planos de ação.</p><p>Ele também deve deliberar sobre questões disciplinares,</p><p>pedagógicas e administrativas que envolvam a escola.</p><p> Função consultiva: o órgão deve ser consultado pelos</p><p>gestores e pela equipe pedagógica sobre assuntos que digam</p><p>respeito à organização e ao funcionamento da escola. Ele</p><p>deve emitir pareceres e recomendações sobre temas</p><p>relevantes para a educação.</p><p>Ferramenta da gestão eficiente</p><p> Função fiscalizadora: o conselho deve fiscalizar a aplicação dos recursos financeiros</p><p>destinados à escola, bem como o cumprimento das normas legais e regimentais que regem</p><p>a educação. Ele deve acompanhar e avaliar o desempenho da escola, dos professores</p><p>e dos alunos.</p><p> Função mobilizadora: o órgão deve promover a integração entre a escola e a comunidade,</p><p>estimulando a participação de todos os segmentos na vida escolar. Ele deve incentivar a</p><p>formação de parcerias, convênios e redes de apoio à educação.</p><p> Função pedagógica: o conselho deve proporcionar a formação continuada dos seus</p><p>membros, bem como dos demais integrantes da comunidade escolar. Ele deve promover</p><p>espaços de reflexão, debate e troca de experiências sobre temas educacionais.</p><p>Ferramenta da gestão eficiente</p><p>Fonte:</p><p>https://www.cascavel.pr.gov.br/ar</p><p>quivos/03082015_apostila_conse</p><p>lhos_escolares_web_curso_de_f</p><p>ormacao_modulo1.pdf</p><p>Planeja</p><p>Define</p><p>Acompanha</p><p>Conselho</p><p>Escolar</p><p>Recursos</p><p>Financeiros</p><p>Projeto</p><p>Político</p><p>Pedagógico</p><p>Composição do Conselho de Escola</p><p>O Conselho de Escola é composto por representação, com a participação de docentes,</p><p>especialistas de educação, funcionários, pais de alunos e alunos, apresentando a</p><p>seguinte proporção:</p><p> 40% de docentes;</p><p> 5% de especialistas de educação (exceto o diretor da escola);</p><p> 5% de funcionários;</p><p> 25% de pais de alunos;</p><p> 25% de alunos.</p><p>Ferramenta da gestão eficiente</p><p>A organização tem, segundo Paro (1997), duas dimensões que se atravessam:</p><p>1. a primeira é racionalizar o trabalho, ou seja, organizá-lo de forma racional – pensada – a</p><p>fim de obter o máximo de rendimento.</p><p>2. E a segunda coordenar o trabalho das pessoas a fim de alcançar os objetivos determinados</p><p>pela escola.</p><p>Essas dimensões criadas por Paro (1997) ajudam a entender a</p><p>escolas com dois turnos e turmas em período integral; combinação dos modelos.</p><p> Utilização de espaços, recursos e agentes da comunidade e de que forma e com quais</p><p>objetivos isso se dará.</p><p> Organização intersetorial no território, mobilizando</p><p>outros ativos públicos (equipamentos e políticas) na</p><p>consecução da proposta.</p><p>As práticas administrativas e a postura do diretor na gestão democrática</p><p> A articulação intersetorial e a relação escola-comunidade são ferramentas essenciais para</p><p>superar os desafios do financiamento da educação integral e para garantir um atendimento</p><p>integrado aos estudantes. Por meio de um mapeamento de oportunidades, parcerias</p><p>estratégicas e descentralização de recursos, é possível construir um programa</p><p>sustentável e de qualidade para todos os alunos.</p><p> E essa pode (e deve) se dar tanto na gestão central, quanto nas unidades de ensino.</p><p>Articulação Intersetorial: Integração de políticas e programas de diferentes secretarias</p><p>(Assistência Social, Saúde, Cultura etc.) para fortalecer a educação integral.</p><p> Relação Escola-comunidade: Parcerias com a comunidade</p><p>para otimizar recursos e ampliar oportunidades.</p><p>As práticas administrativas e a postura do diretor na gestão democrática</p><p>Cultivar a reflexão crítica sobre a prática docente: construindo novos significados, em diálogo</p><p>com as realidades e necessidades dos educandos.</p><p> Fortalecer a práxis educativa: entrelaçando teoria e prática, com ênfase na experimentação</p><p>de metodologias inovadoras e na construção de um currículo interdisciplinar.</p><p> Promover a aprendizagem colaborativa: entre pares, com a comunidade escolar e com</p><p>diferentes profissionais, tecendo redes de conhecimento e experiências.</p><p> Ampliar a compreensão da educação integral: abrangendo seus fundamentos, princípios</p><p>e diretrizes, para uma atuação coerente com seus objetivos.</p><p>As práticas administrativas e a postura do diretor na gestão democrática</p><p>No contexto da promoção da saúde na escola, assinale a alternativa que indica qual estratégia</p><p>é mais eficaz para abordar de maneira abrangente a saúde física, mental e social dos</p><p>estudantes, considerando a complexidade e interconexão desses aspectos:</p><p>(fonte: IBDA/2024)</p><p>a) Focar exclusivamente em ações pontuais, como campanhas de vacinação e palestras</p><p>esporádicas sobre alimentação saudável.</p><p>b) Concentrar os esforços na promoção da saúde física, deixando de lado as dimensões</p><p>mental e social.</p><p>c) Implementar programas que incentivem a prática regular de atividade física, sem considerar</p><p>outros fatores relacionados à saúde mental e social.</p><p>d) Adotar uma abordagem integrada, envolvendo ações que</p><p>abordem a saúde física, mental e social, promovendo um</p><p>ambiente escolar saudável e equilibrado.</p><p>e) Priorizar exclusivamente a prevenção de doenças físicas,</p><p>desconsiderando a importância do bem-estar emocional e</p><p>social dos estudantes.</p><p>Interatividade</p><p>No contexto da promoção da saúde na escola, assinale a alternativa que indica qual estratégia</p><p>é mais eficaz para abordar de maneira abrangente a saúde física, mental e social dos</p><p>estudantes, considerando a complexidade e interconexão desses aspectos:</p><p>(fonte: IBDA/2024)</p><p>a) Focar exclusivamente em ações pontuais, como campanhas de vacinação e palestras</p><p>esporádicas sobre alimentação saudável.</p><p>b) Concentrar os esforços na promoção da saúde física, deixando de lado as dimensões</p><p>mental e social.</p><p>c) Implementar programas que incentivem a prática regular de atividade física, sem considerar</p><p>outros fatores relacionados à saúde mental e social.</p><p>d) Adotar uma abordagem integrada, envolvendo ações que</p><p>abordem a saúde física, mental e social, promovendo um</p><p>ambiente escolar saudável e equilibrado.</p><p>e) Priorizar exclusivamente a prevenção de doenças físicas,</p><p>desconsiderando a importância do bem-estar emocional e</p><p>social dos estudantes.</p><p>Resposta</p><p> BARTHOLOMEU, J. A. P. Educação integral e gestão escolar. São Paulo: Editora Sol: 2024</p><p>(livro-texto).</p><p> BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC, 2018a.</p><p> BRASIL. Ministério da Educação. Cartilha Nacional da Alimentação Escolar. Brasília: MEC,</p><p>2014a. Disponível em: https://tinyurl.com/55u5rvbj. Acesso em: 8 abr. 2024.</p><p> BRASIL. Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação. Parecer CNE/CEB n.</p><p>04/98, de 29 de janeiro de 1998. Institui as diretrizes curriculares nacionais para o Ensino</p><p>Fundamental. Brasília, 1998.</p><p> BRASIL. Ministério da Educação. Educação integral/educação</p><p>integrada e(m) tempo integral: concepções e práticas na</p><p>educação brasileira. Brasília: MEC, 2010b. Disponível em:</p><p>https://tinyurl.com/3enw4u92. Acesso em: 23 maio 2024.</p><p> BRASIL. Ministério da Educação. Portaria Normativa</p><p>Interministerial n. 17, de 24 de abril de 2007. Brasília, 2007b.</p><p>Disponível em: https://tinyurl.com/8ymd76ex. Acesso em: 23</p><p>maio 2024.</p><p>Referências bibliográficas</p><p> BRASIL. Ministério da Educação. Programa de Fortalecimento dos Conselhos Escolares.</p><p>Conselhos escolares: uma estratégia de gestão democrática da educação pública. Brasília,</p><p>2004a.</p><p> BRASIL. Ministério da Educação. Programa de Fortalecimento dos Conselhos Escolares.</p><p>Caderno 1 – Conselhos Escolares: democratização da escola e construção da cidadania.</p><p>Brasília, 2004b.</p><p> BRASIL. Ministério da Educação. Publicações – Novo Mais Educação. Brasília, 2018b.</p><p>Disponível em: https://tinyurl.com/yc6vz8bc. Acesso em: 23 maio 2024.</p><p> BRASIL. Ministério da Educação. Conselho Nacional de</p><p>Educação. Parecer CNE/CEB n. 11/2010, de 7 de julho de</p><p>2010. Sobre as Diretrizes Curriculares Nacionais para o</p><p>Ensino Fundamental de 9 anos. Brasília: CNE/CEB, 2010c.</p><p> BRASIL. Ministério da Educação. Programa Mais Educação:</p><p>passo a passo. Brasília: MEC, 2011. Disponível em:</p><p>https://tinyurl.com/5b8kap6e. Acesso em: 23 maio 2024.</p><p>Referências bibliográficas</p><p> BRASIL. Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).</p><p>Censo da Educação Básica 2023: notas estatísticas. Brasília: Inep, 2024. Disponível em:</p><p>https://tinyurl.com/2k22ddkb. Acesso em: 23 maio 2024.</p><p> BRASIL. Lei n. 8.069, de 13 de julho de 1990. Brasília, 1990. Disponível em:</p><p>https://tinyurl.com/ycxb82n4. Acesso em: 8 abr. 2024.</p><p> BRASIL. Lei n. 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Brasília, 1996. Disponível em:</p><p>https://tinyurl.com/yvjrymta. Acesso em: 5 abr. 2024.</p><p> BRASIL. Lei n. 10.172, de 9 de janeiro de 2001. Brasília, 2001. Disponível em:</p><p>https://tinyurl.com/2r2sz3ah. Acesso em: 8 abr. 2024.</p><p> BRASIL. Ministério da Educação.Manual Operacional de</p><p>Educação Integral. Brasília: MEC, 2014b. Disponível em:</p><p>https://tinyurl.com/3xhantzr. Acesso em: 23 maio 2024.</p><p> BRASIL. Portaria n. 1.145, de 10 de outubro de 2016.</p><p>Brasília, 2016.</p><p>Referências bibliográficas</p><p> BRASIL: Planejando a próxima década: conhecendo as 20 metas do Plano Nacional de</p><p>Educação. Brasília, 2014c. Disponível em: https://tinyurl.com/5872hkb9. Acesso em: 5 jun.</p><p>2024.</p><p> BRASIL. Resolução CNE/CEB n. 4, de 13 de julho de 2010. Brasília, 2010d. Disponível em:</p><p>https://tinyurl.com/yc629ff7. Acesso em: 5 abr. 2024.</p><p> BRASIL. Resolução n. 2, de 22 de dezembro de 2017. Brasília, 2017.</p><p> BRASIL. Resolução n. 7, de 14 de dezembro de 2010. Brasília, 2010e. Disponível em:</p><p>https://tinyurl.com/2k5tysre. Acesso em: 5 abr. 2024.</p><p> CAVALIERE, A. M. Tempo de escola e qualidade na educação</p><p>pública. Educ. Soc., Campinas, v. 28, n. 100 – Especial, p.</p><p>1015-1035, out. 2007.</p><p> CAVALIERE, A. M. Escolas de tempo integral versus alunos</p><p>em tempo integral. Em Aberto, Brasília, v. 22, n. 80, p. 51-63,</p><p>abr. 2009.</p><p>Referências bibliográficas</p><p> CAVALIERE, A. M. V. Educação Integral: uma nova identidade para a escola brasileira?</p><p>Educação & Sociedade, Campinas, v. 23, n. 81, p. 247-270, dez. 2002.</p><p> CENTRO DE REFERÊNCIAS EM EDUCAÇÃO INTEGRAL. Disponível em:</p><p>https://educacaointegral.org.br/. Acesso: maio de 2024.</p><p> INEP. O Manifesto dos Pioneiros da Educação Nova. Revista Brasileira de Estudos</p><p>Pedagógicos, Brasília, v. 65, n. 150, p. 407-425, maio/ago. 1984. Disponível em:</p><p>https://tinyurl.com/2rpknsv5. Acesso em: 4 abr. 2024.</p><p> LIBÂNEO, J. C. Concepções e práticas de organização e gestão da escola: considerações</p><p>introdutórias para um exame crítico da discussão atual no Brasil. Revista Española de</p><p>Educación Comparada,n. 13, Madri, 2007.</p><p> LIBÂNEO, J. C. Democratização da escola pública: a</p><p>pedagogia crítico-social dos conteúdos. São Paulo: Edições</p><p>Loyola, 2002.</p><p>Referências bibliográficas</p><p> LIBÂNEO, J. C. Formação de professores e didática para desenvolvimento humano.</p><p>Educação & Realidade, v. 40, n. 2, 2015. Disponível em: https://tinyurl.com/2vndhdb5.</p><p>Acesso em: 9 abr. 2024.</p><p> LIBÂNEO, J. C. Organização e gestão da escola: teoria e prática. Goiânia: Alternativa, 2001.</p><p> LIBÂNEO, J. C. Organização e gestão da escola: teoria e prática. 5. ed. Goiânia:</p><p>Alternativa, 2004.</p><p> PARO, V. H. A gestão da educação ante as exigências de qualidade e produtividade da</p><p>escola pública: In: SILVA, L. H. (org.). A escola cidadã no contexto da globalização.</p><p>Petrópolis: Vozes, 1998.</p><p> PARO, V. H. Administração escolar: introdução crítica. 9. ed. São Paulo: Cortez, 2000.</p><p> PARO, V. H. Gestão democrática da escola pública. São</p><p>Paulo: Ática, 1997.</p><p> WEFFORT, H. F.; ANDRADE, J. P.; COSTA, N. G. Currículo e</p><p>educação integral na prática: uma referência para estados e</p><p>municípios. São Paulo: Associação Cidade Escola Aprendiz,</p><p>2019. Disponível em: https://tinyurl.com/3de772z3. Acesso em:</p><p>21 maio 2024.</p><p>Referências bibliográficas</p><p>ATÉ A PRÓXIMA!</p>Pedagógicos, Brasília, v. 65, n. 150, p. 407-425, maio/ago. 1984. Disponível em: 
https://tinyurl.com/2rpknsv5. Acesso em: 4 abr. 2024.
 LIBÂNEO, J. C. Concepções e práticas de organização e gestão da escola: considerações 
introdutórias para um exame crítico da discussão atual no Brasil. Revista Española de 
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 LIBÂNEO, J. C. Formação de professores e didática para desenvolvimento humano. 
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 PARO, V. H. Administração escolar: introdução crítica. 9. ed. São Paulo: Cortez, 2000.
 PARO, V. H. Gestão democrática da escola pública. São 
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 WEFFORT, H. F.; ANDRADE, J. P.; COSTA, N. G. Currículo e 
educação integral na prática: uma referência para estados e 
municípios. São Paulo: Associação Cidade Escola Aprendiz, 
2019. Disponível em: https://tinyurl.com/3de772z3. Acesso em: 
21 maio 2024.
Referências bibliográficas 
ATÉ A PRÓXIMA!

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