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Ana Luisa

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Testes de 
Membros 
Inferiores
Profa. Dra. Natalia 
FN Bittencourt
Currículo 

Crefito 73651F
- Doutora em Ciências da Reabilitação – 
UFMG
- Pós-doutorado na VU Amsterdam Medical 
Center
- Coordenadora da Fisioterapia do Clube 
Atlético Mineiro – base
- Editora Associada da JOSPT
- Membro da Comissão Científica do 
Congresso de Prevenção de Lesões do COI
- Ceo e Fundadora do app PHAST
- Sócia Especialista SONAFE
POSSIBILIDADES DA AVALIAÇÃO FISIOTERAPÊUTICA
Atenção ao contexto do atleta
(Bolling C et al. Context Matters: Revisiting the First Step of the ‘Sequence of Prevention’ of Sports Injuries . Sports Med. 2018)
O ATLETA não é um “joelho”ou 
“ombro”. Tenha em mente os fatores 
biológicos, sociais e psicológicos. 
Nosso foco como fisioterapeutas é o 
movimento, que ocorre devido a uma 
tarefa dentro de um contexto. 
Fisioterapeuta é responsável pelo Diagnóstico Cinético-Funcional
Raciocíncio Clínico para aplicação dos testes de MMII
O Sistema deve ser 
capaz de gerar, 
dissipar e 
transferir energia 
mecânica
(Fonseca 2007, Bittencourt e Fonseca 2015)
Estresse (energia mecânica) 
gerado pela atividade 
causa um fluxo de forças 
através 	
da cadeia cinética
Fluxo de energia mecânicaRaciocínio Clínico
Definição de lesão pelo COI: 
“Lesão tecidual devido a participação no esporte, que é 
RESULTADO da TRANSFERENCIA RÁPIDA OU REPETITIVA 
DE ENERGIA CINÉTICA” 
(Bahr et al. BJSM. 2020)
Interação entre CAPACIDADE E DEMANA
* Não houve diferença da carga de treino entre atletas com e sem tendinopatia patelar 
 (Ghali et al. JOSPT. 2019)
“PARA AUMENTAR A TOLERÂNCIA A CARGA, NÓS 
PRECISAMOS MELHORAR A CAPACIDADE DO 
SME EM RESPONDER A CARGA (ENERGIA 
MECÂNICA) APLICADA A CADEIA CINÉTICA” 
 (Fonseca et al. 2017) 
(Verhagen E, Gabbett T. Br J Sports Med January 2019 Vol 53)
Restrição na habilidade de passer a perna para frente e reduzir o 
centro de massa durante agachamento 
 
 (Macrum et al. J Sports Reab. 2012; Bell et al. ATJHC. 2012, Piva et al. JOSPT. 2005)
ADM de Dorsiflexão
(Whitting et al. Med Sci Sports Exerc. 2011; Mason-Mackay et al. J Sci Med Sport. 2017; Mauntel. JSCR. 2013)
Disfunções decorrentes de Lesões prévias 
“Cascata” biomecânica após uma entorse de tornozelo
DOR NO OMBRO
679 atletas de elite
31 semanas de observação
 (Moller et al . Br J Sports Med. 2017)
CAPACIDADE
DEMANDA
Fraqueza dos RE
+
Discinese 
Escapular
Carga
20%
a 60%
Demanda depende da Capacidade e Vice-versa
LESÃO
Raciocínio clínico : Capacidade e Demanda
Demanda
Biomecânica da aterrissagen
Rigidez dos MMII 
Tronco 
Extensão de quadril 
ADM de dorsiflexão
Capacidade 
 Esporte leva a 
Stress fisiológico e Stress Biomecânico 
 
Metabolic cost 
Cardiovascular 
VO2 max 
Heart Rate 
RPE 
Joint, muscle and 
tendon load 
Acceleration/ 
deceleration rate 
Soreness 
RPE
Adaptações biomecânicas tendem a ter resposta mais LENTA
em relação as fisiológicas
Step down
Teste de Agachamento Unipodal
Teste diferencia a cinemática de mulheres COM e SEM dor patelo-femoral
(análise com neural network)
Adução e rot. Interna do fêmur + Pronação à sobrecarga na articulação patelo-femoral
Score do Step Down 
1- Bom (good)= equilíbrio, sem valgo, sem adução, sem desvio do tronco nas 5 reps
2- Ok (fair)= nem bom, nem ruim
3- Ruim (poor) = Não atingir 1 critério acima, nas 5 reps
* 142 fisios 73,8% de concordância 
 (Levinger et al. Journal of Sport Rehabilitation. 2015)
Verificar: 
1- Pronação excessiva 
2- Valgismo dinâmico do joelho 
3- Assimetrias 
4- Amplitude do movimento 
5- Queda pélvica 
(Ferreira et al. Gait and Posture. 2019)
Rigidez RE quadril
Alinhamento perna-antepé
Tronco
ADM de dorsiflexão
+ controle neuromuscular
+ demanda cognitiva
(Zazulak et al., 2005 Am J Sports Med).
 (ALMONROEDER ET AL.2018. JOSPT; BENJAMINSE ET AL, JOSPT. 2015)
(LIMA ET AL. PTS. 2018.Bell-Jenje et al. 2016 . Manual Therapy e 
Rabin et al. 2016. JOSPT).
(Araujo et al., 2017. Clinical Biom; Bittencourt et al., 
2012. JOSPT) 
(Bell-Jenje et al. 2016 . Manual Therapy e Rabin et al. 2016. JOSPT; 
Bittencourt et al, 2012. JOSPT).
(Bittencourt et al, 2012. JOSPT
Pronação	induzida:	10	e	200	=		
Rot.	INTERNA	tíbia,	fêmur	e	anteversão	pélvica	
20-30%	de	mudança	na	pelve-	de	pé	
50—75%	caminhando
Conexão entre quadril à pé à quadril
à Muita Rot. Interna associada ao valgismo 
dinâmico, pronação excessiva 
à Pouca Rot. Interna : investigar em casos de 
pubalgia, lombalgia, fratura do 5 metatarso 
à Atenção para assimetrias
Teste de ADM de RI de quadril
#dica 
>Ângulo Rigidez
(Carvalhais. Et al. Manual Therapy. 2011)
(Saita et al. Knee Surg Sports Traumatol. 2017)
Volei Fem Volei Masculino Basquete Futsal Futebol base Futebol 
Profissional
45 graus 
(+- 11)
36 graus 
(+- 16)
32 graus 
(+-11)
32 graus 
(+-12)
28 graus 
(+-10)
26 graus/22 
(+-10)
Dados Normativos no Esporte
(Araúo et al. PTIS. 2013, Ocarino et al. PTIS. 2021)
Antepé varo= associação com pronação excessive, RI 
do femur e queda pélvica
(Resende R. et al. Gait and Posture. 2014; Monaghan et al. 2010)
Teste de Alinhamento do Antepé
Valores de Referencia em 
400 jovens = 
14 graus 
(Mendonça et al. The Foot. 2013) 
àAssociar com Rigidez de quadril para tomada de decisão 
àEm interação com fraqueza de gl. Máximo e rigidez 5 graus = alterações cinéticas
Atletas com lesão 45 graus
 adução de quadril (mulheres DPF)
1- Alteração no padrão de movimento durante 
agachamento
2- Aumento da adução de quadril e valgismo dinâmico 
do joelho
3- 50% da absorção da força nos MMII dependem da 
ADM de dorsi
4- Sobrecarga do tendão de Aquiles e Patelar
5- Aumento da pronação excessiva
6- Assimetria da dorsi à > força de reação do solo
(Crowe et al. JSCR. 2020; Lima et al. PTS. 2019; Rabin et al. Clin Biom. 2018) (Konor et al. IJSPT. 2012; Backman et al. 2011. JSMS)
Teste dos Extensores de Quadril 
(SLHB)
Jogadores de Futebol —> lesão Isquiossurais 
 26 reps 
(Freckleton et al., BJSM. 2013)
Fortalecimento EQ reduziu queixa no joelho 
+110 de flexão de quadril no salto 
= 
-26% das forças no tendão patellar
(Silva-Scattone. JOSPT. 2018)
*Performance do salto e corrida depende dos extensores de quadril 
(Johnston et al. JSCR. 2019, Vanrenterghen et al, 2004)
Teste de Função do Glúteo Médio
Fraqueza de glúteo médio —> queda pélvica 
—> altera cinemática na corrida —>associada 
a lesão de isquiossurais (FUTEBOL)
Fraqueza do Glúteo médio também é associada a: 
1- Dores na coluna 
2- Dor no joelho (TP e DPF) 
(Nadler, Malanga, Bartoli, Feinberg, Prybicien, & Deprince, 2002; Leetun, Ireland, Willson, Ballantyne, & Davis, 2004; Jacobs, Uhl, Mattacola, 
Shapiro, & Rayens, 2007; Reiman, Bolgla, & Lorenz, 2009
Testes Funcionais
Hop testes e Y-Teste
• Usados para avaliar assimetria entre 
pernas 
• Critérios de alta após cirurgia de joelho, 
entorse de tornozelo 
• Avaliação pré-temporada (análise de risco 
e comparativo baseline)
• São quantitativos, MAS é fundamental 
avaliar também o padrão de movimento
Hop Teste
Objetivo= Comparardistância entre as pernas 
EXEMPLO: 
Média 
D = 176 cm 
E= 150 cm 
LSI (Leg Symmetry Index) =85% ou ASSIMETRIA = 15% 
Como	calcular?	
Cálculo= (valor menor *100/ valor maior) 	
Referência = LSI > 90% OU assimetria 90% 
Apresentaram 5 graus entre pernas (clinicamente relevante p 4 cm na direção PM
 =
4 x mais chance de lesão nos MMII
 
(Conell et al. IJSPT. 2015)
Atletas de basquete com assimetria > 4 
cm na direção ANT + Score

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