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AO2_Economia Brasileira Contemporânea_nota 6

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Questões resolvidas

O chamado “milagre econômico” brasileiro proporcionou crescimento acelerado no país, fazendo com que, dessa forma, diversas empresas multinacionais criassem filiais no Brasil que passaram a ter um alto desempenho de produtividade devido às péssimas condições de trabalho e ausências de direitos trabalhistas.

A [...] classe trabalhadora era submetida a diversas formas de exploração perante a questão econômica, incluindo, por exemplo, o arrocho salarial que passou a subjugar o trabalhador a horas de trabalho mais extensas para conseguir o valor de alimentação mínima mensal, além de más condições que sujeitavam o proletariado a acidentes de trabalho. Contava também com um governo repressivo e agressivo, que retirava a liberdade de expressão e impossibilitava reivindicações trabalhistas, além de limitar as informações ao público, censurando jornais que buscavam publicar reportagens críticas, dados estatísticos e que dava notoriedade aos trabalhadores da sociedade.

Durante o “milagre econômico”, em contrapartida, a questão social foi se agravando cada vez mais, resultando em uma população carente de atenção do Estado, encontrando-se no Brasil altos índices de subnutrição, excessivos dados de acidentes de trabalho, surtos de doenças “ verminoses intestinais, malária, doença de chagas e esquistossomose - e a fome.

[...] o conhecido “boom” da economia brasileira, estava camuflado pela manipulação do governo, que se dava por meio de divulgações de dados estatísticos alterados, como foi apresentado no decorrer do artigo na publicação do jornal que contesta a divulgação feita pelo Ministério da Fazenda sobre os dados da inflação brasileira.
Considerando as informações apresentadas, assinale a opção correta.
No período em evidência, houve um aumento na qualidade de vida da população, reduzindo os índices de subnutrição e melhorando as condições de saúde no país.
No período em evidência, as multinacionais que se estabeleceram no Brasil proporcionaram ótimas condições de trabalho e direitos trabalhistas aos seus empregados.
Apesar da manipulação dos dados estatísticos, teve pouco impacto significativo na percepção pública da situação econômica e social do país no período em evidência.
No período em evidência, nota-se que houve precarização do trabalho, intensa repressão estatal e agravamento social com altos índices de acidentes e subnutrição.
No período em evidência, percebe-se que o crescimento acelerado resultou na melhoria das condições de trabalho, com benefícios significativos para a classe trabalhadora.

Em dezembro de 2004, o Bolsa Família estava implantado em 5.533 municípios (99,50% do total existente no país), atingindo 6.571.842 famílias, a um gasto anual de R$ 5,3 bilhões. Como o público alvo dessas transferências é formado por famílias com renda per capita inferior a R$ 100,00 (cem reais), o recebimento do Bolsa Família altera as condições básicas da vida familiar, fazendo com que grande parte do recurso recebido seja dirigido para a alimentação. Estudo sobre o impacto do então Bolsa Alimentação mostrou que, para famílias com renda mensal per capita inferior a R$ 90,00, a tendência é destinar ao consumo de alimentos 89 centavos para cada 1 real do benefício recebido (Ministério da Saúde, 2003). [...]

Evidentemente, a importância do Bolsa Família em nível municipal é função direta das condições econômicas e sociais de sua população e da situação financeira dos municípios. Sendo assim, quanto menores forem a Receita Disponível e o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do município, maior é o peso das transferências na movimentação da economia local. Entre os municípios do Nordeste, há casos onde até 45% da população é beneficiária (número de famílias vezes o tamanho médio da família no Estado) do Bolsa Família. São exemplos dessa situação Várzea, no Pernambuco, e Pedra Branca, no Ceará. E estes dois municípios são diferentes em suas características. Várzea, com uma população de até 20 mil que vive em sua maioria na zona urbana, apresenta IDH abaixo da média nacional e tem sua atividade econômica predominante no setor terciário. Já Pedra Branca tem uma população entre 20 mil a 100 mil localizada em sua maior parte na zona rural, com um IDH abaixo da média nacional e cujas atividades econômicas são predominantemente realizadas no setor terciário.
Considerando o contexto descrito sobre o Bolsa Família e o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), avalie as seguintes afirmativas:

I. O Bolsa Família estava implantado em mais de 99% dos municípios brasileiros em dezembro de 2004.

II. O público-alvo das transferências do Bolsa Família é composto por famílias com renda per capita mensal superior a R$ 100,00 (cem reais).

III. A importância do Bolsa Família em nível municipal está diretamente relacionada às condições econômicas e sociais da população e à situação financeira dos municípios.

IV. Em municípios do Nordeste, o peso das transferências do Bolsa Família na movimentação da economia local é menor em regiões com IDH acima da média nacional.

Está correto o que se afirma em:
I. O Bolsa Família estava implantado em mais de 99% dos municípios brasileiros em dezembro de 2004.
II. O público-alvo das transferências do Bolsa Família é composto por famílias com renda per capita mensal superior a R$ 100,00 (cem reais).
III. A importância do Bolsa Família em nível municipal está diretamente relacionada às condições econômicas e sociais da população e à situação financeira dos municípios.
IV. Em municípios do Nordeste, o peso das transferências do Bolsa Família na movimentação da economia local é menor em regiões com IDH acima da média nacional.
I e II, apenas.
I e III, apenas.
II, III e IV, apenas.
I, III e IV, apenas.
II e IV, apenas.

Em síntese, depois da história dos planos econômicos da segunda década de 1980 ao início da década de 1990, todos os planos visavam ao controle da inflação e à redução do déficit público e do endividamento, aplicando corte de zeros à unidade monetária (em razão da excessiva inflação) e alterando o nome das moedas. Todos os planos conseguiram somente temporariamente conter em certa medida a inflação (DURAN, 2010, p. 54).

A dívida pública líquida do setor público alcançou quase 40% (quarenta por cento) do PIB em 1990, próximo do que temos hoje (51,9% - cinquenta e um vírgula nove por cento - em maio de 2018).
Refletindo sobre os principais desafios enfrentados na década e 1990 no Brasil em relação a hiperinflação, avalie as seguintes asserções e a relação proposta entre elas.

I. Os Planos Econômicos implementados na década de 1990 resultaram em uma redução significativa do endividamento público, diminuindo a dívida líquida para menos de 20% do PIB.

PORQUE

II. Os Planos Econômicos da década de 1990, como o Plano Real, tiveram como objetivo controlar a hiperinflação e estabilizar a economia, promovendo maior estabilidade monetária no país.

A respeito dessas asserções, assinale a opção correta:
I. Os Planos Econômicos implementados na década de 1990 resultaram em uma redução significativa do endividamento público, diminuindo a dívida líquida para menos de 20% do PIB.
II. Os Planos Econômicos da década de 1990, como o Plano Real, tiveram como objetivo controlar a hiperinflação e estabilizar a economia, promovendo maior estabilidade monetária no país.
A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.
As asserções I e II são proposições falsas.
A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.
As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa da I.
As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma justificativa da I.

No Brasil, o preço dos combustíveis, nas refinarias e terminais nacionais é bem menor ao que é pago pelo consumidor final. Somente uma parte, cerca de 34% do preço da gasolina e 53% do preço do diesel, é da PETROBRAS. A gasolina produzida nas refinarias sai pura. Os distribuidores acrescentam álcool anidro, na proporção de 27% para a gasolina comum e aditivada e 25% para a gasolina Premium. Já o diesel sofre a adição de biodiesel, que pode variar de acordo com a política adotada. Esses custos são incorporados aos preços dos combustíveis que vão para as revendedoras onde o preço final é definido em função do custo de manutenção dos postos de gasolina e das margens de lucro das revendedoras.

Portanto, os preços nos postos de revenda incorporam a carga tributária e outros custos da intermediação dos importadores, distribuidores, revendedores e produtores de biocombustíveis – fatores sobre os quais a PETROBRAS não tem mais o controle, uma vez que está em vigor no Brasil o regime de liberdade de preços em todos os segmentos (produção, distribuição e revenda) do mercado de combustíveis e derivados de petróleo desde 2002. Isso significa que não há qualquer tipo de tabelamento nem fixação de valores máximos e mínimos, ou qualquer exigência de autorização oficial prévia para reajustes.
Considerando o texto apresentado, avalie as seguintes afirmativas sobre a política de preço dos combustíveis do governo Bolsonaro:

I. O governo Bolsonaro manteve uma política de paridade internacional nos preços dos combustíveis, baseando-se nas cotações do petróleo no mercado internacional.

II. Houve intervenções regulares do governo nos preços dos combustíveis, buscando controlar as variações e evitar impactos abruptos no bolso do consumidor.

III. A política de preços adotada pelo governo Bolsonaro resultou em uma estabilidade considerável nos valores dos combustíveis durante todo o período de seu mandato.

É correto o que se afirma em:
I. O governo Bolsonaro manteve uma política de paridade internacional nos preços dos combustíveis, baseando-se nas cotações do petróleo no mercado internacional.
II. Houve intervenções regulares do governo nos preços dos combustíveis, buscando controlar as variações e evitar impactos abruptos no bolso do consumidor.
III. A política de preços adotada pelo governo Bolsonaro resultou em uma estabilidade considerável nos valores dos combustíveis durante todo o período de seu mandato.
I e II, apenas.
II e III, apenas.
II, apenas.
I, apenas.
III, apenas.

Leia o texto a seguir:

O primeiro período FHC marcou a conquista da estabilidade de preços e a promoção de um novo marco regulatório nos segmentos de infraestrutura, embora com elevados custos do ponto de vista do equilíbrio do balanço de pagamentos. O período do segundo mandato marcou o restabelecimento de políticas monetária e cambial mais equilibradas, que criaram as condições de solvência tanto do setor público como do setor externo.

No entanto, a sucessão de choques externos desfavoráveis, em presença de desequilíbrios que foram acumulados no esforço de estabilização durante o primeiro mandato, terminaram por comprometer o crescimento e reforçaram o processo de fadiga das reformas estruturais, especialmente a reforma tributária e o aperfeiçoamento do marco regulatório. Assim, o novo papel regulador do Estado foi implementado apenas parcialmente. Tais circunstâncias impediram uma elevação da taxa de investimento e uma retomada sólida da economia.

Fonte: OLIVEIRA, G.; TUROLLA, F. Política econômica do segundo governo FHC: mudança em condições adversas. Tempo social, v. 15, p. 195-217, 2003. Disponível em: https://www.scielo.br/j/ts/a/Bq8MMGKBKCfqY9QLnwNFyfH/?lang=pt . Acesso em: 02 jan. 2024.
Qual ou quais as razões para a instauração da crise econômica no governo de FHC?
Política de forte intervenção estatal na economia.
Políticas governamentais no investimento estrangeiro.
Políticas que promoveram uma rápida industrialização do país.
Instabilidade cambial e desvalorização da moeda brasileira.
Inflação e altos índices de desemprego.

Leia o texto e observe a charge a seguir:

Figura indissociável do surgimento do Estado industrial brasileiro, Getúlio Vargas mantém a mítica até os dias atuais. Tanto que no ciclo liberal dos anos de 1990, o então presidente Fernando Henrique Cardoso disse que subira ao poder para “enterrar a herança Vargas”, entendida como intervencionista, estatizante e causadora de ineficiências econômicas que deveriam ser extirpadas.

Com o Plano de Metas JK transformou a base produtiva do país, mas não foi capaz de modificar a realidade social. Mesmo com o PIB crescendo a taxas elevadas durante o período de execução do plano, milhões de pessoas continuaram na pobreza e na miséria. Por outro lado, não há dúvidas de que milhões de outras pessoas foram incorporadas as áreas dinâmicas da produção e, com isso, puderam melhorar notavelmente o padrão de vida. Para Copérnico, séculos de geocentrismo terminaram por criar um monstro astronômico, no Brasil, décadas de industrialização criou um monstro econômico-social. Um dos maiores mercados consumidores do mundo convive com uma das maiores disparidades de renda do Planeta.

Fonte: ALBUQUERQUE, A. B. Desenvolvimentismo nos governos Vargas e JK. ABPHE – XI Congresso Brasileiro de História Econômica; 12ª Conferência Internacional de Histórias de Empresas, Vitória – Espírito Santo, set. 2015. Disponível em: https://www.abphe.org.br/arquivos/2015_alexandre_black_albuquerque_desenvolvimentismo-nos-governos-vargas-e-jk.pdf . Acesso em: 02 jan. 2024.
Refletindo sobre os principais desafios enfrentados no processo de industrialização brasileira em seu período desenvolvimentista durante os governos Vargas e JK, avalie as seguintes asserções e a relação proposta entre elas:

I. Durante o desenvolvimentismo ocorreu uma significativa incorporação de pessoas às áreas dinâmicas da produção, resultando em uma melhoria no padrão de vida para muitos.

PORQUE

II. O Plano de Metas de JK foi capaz de modificar de forma completa a realidade social, reduzindo drasticamente os índices de pobreza e miséria no país durante sua execução.

A respeito dessas asserções, assinale a opção correta:
I. Durante o desenvolvimentismo ocorreu uma significativa incorporação de pessoas às áreas dinâmicas da produção, resultando em uma melhoria no padrão de vida para muitos.
II. O Plano de Metas de JK foi capaz de modificar de forma completa a realidade social, reduzindo drasticamente os índices de pobreza e miséria no país durante sua execução.
A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.
As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma justificativa da I.
As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa da I.
As asserções I e II são proposições falsas.
A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.

O governo Lula deu novos contornos à política externa brasileira, privilegiando as relações Sul-Sul e devolvendo ao Itamaraty parte de suas prerrogativas que haviam sido repassadas à área econômica. Lula desenvolve uma intensa agenda internacional, mas como porta-voz de um projeto que transcende objetivos de projeção pessoal e adesão subordinada à globalização. O pagamento da dívida com o FMI simboliza o desalinhamento da política externa em relação ao Consenso de Washington como forma de recuperar a capacidade de negociação. Seu antecessor, Fernando Henrique Cardoso, já vinha desde os anos 70 criticando o desenvolvimentismo e a “herança Vargas” em suas conferências nos Estados Unidos. No seu discurso de posse, Lula já sinalizava caminhos de sua política externa, ao afirmar que “aprofundaremos as relações com grandes nações em desenvolvimento: a China, a Índia, a Rússia, a África do Sul, entre outros”. E ainda “reafirmaremos os laços profundos que nos unem a todo o continente africano e a nossa disposição de contribuir ativamente para que ele desenvolva as suas enormes potencialidades”. (VIZENTINI, 2005). Fonte: AQUINO, E. T.; DALDEGAN, W. F. O Brasil e os BRICS: crescimento inclusivo, soluções sustentáveis. Textos de Economia, Florianópolis, v. 17, n. 2, p. 58-74, 2014.
Considerando as informações apresentadas, assinale a alternativa correta.
A descentralização das relações Sul-Sul promovida pelo primeiro governo de Lula, distanciando-se do Consenso de Washington favoreceu a formação dos BRICS.
O fortalecimento do Estado provedor de benefícios sociais e a estabilidade econômica na América Latina favoreceu a formação dos BRICS durante o primeiro governo de Lula.
O predomínio de políticas macroeconômicas adotadas pelos países latino-americanos nos anos 90 e a projeção pessoal de Lula na política externa favoreceu a formação dos BRICS.
Durante o primeiro governo de Lula, a adesão subordinada à globalização por parte dos países latino-americanos nos anos 90 favoreceu a formação dos BRICS.
Durante o primeiro governo de Lula, a crítica de Fernando Henrique Cardoso ao desenvolvimentismo e à herança Vargas nos anos 70 favoreceu a formação dos BRICS.

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Questões resolvidas

O chamado “milagre econômico” brasileiro proporcionou crescimento acelerado no país, fazendo com que, dessa forma, diversas empresas multinacionais criassem filiais no Brasil que passaram a ter um alto desempenho de produtividade devido às péssimas condições de trabalho e ausências de direitos trabalhistas.

A [...] classe trabalhadora era submetida a diversas formas de exploração perante a questão econômica, incluindo, por exemplo, o arrocho salarial que passou a subjugar o trabalhador a horas de trabalho mais extensas para conseguir o valor de alimentação mínima mensal, além de más condições que sujeitavam o proletariado a acidentes de trabalho. Contava também com um governo repressivo e agressivo, que retirava a liberdade de expressão e impossibilitava reivindicações trabalhistas, além de limitar as informações ao público, censurando jornais que buscavam publicar reportagens críticas, dados estatísticos e que dava notoriedade aos trabalhadores da sociedade.

Durante o “milagre econômico”, em contrapartida, a questão social foi se agravando cada vez mais, resultando em uma população carente de atenção do Estado, encontrando-se no Brasil altos índices de subnutrição, excessivos dados de acidentes de trabalho, surtos de doenças “ verminoses intestinais, malária, doença de chagas e esquistossomose - e a fome.

[...] o conhecido “boom” da economia brasileira, estava camuflado pela manipulação do governo, que se dava por meio de divulgações de dados estatísticos alterados, como foi apresentado no decorrer do artigo na publicação do jornal que contesta a divulgação feita pelo Ministério da Fazenda sobre os dados da inflação brasileira.
Considerando as informações apresentadas, assinale a opção correta.
No período em evidência, houve um aumento na qualidade de vida da população, reduzindo os índices de subnutrição e melhorando as condições de saúde no país.
No período em evidência, as multinacionais que se estabeleceram no Brasil proporcionaram ótimas condições de trabalho e direitos trabalhistas aos seus empregados.
Apesar da manipulação dos dados estatísticos, teve pouco impacto significativo na percepção pública da situação econômica e social do país no período em evidência.
No período em evidência, nota-se que houve precarização do trabalho, intensa repressão estatal e agravamento social com altos índices de acidentes e subnutrição.
No período em evidência, percebe-se que o crescimento acelerado resultou na melhoria das condições de trabalho, com benefícios significativos para a classe trabalhadora.

Em dezembro de 2004, o Bolsa Família estava implantado em 5.533 municípios (99,50% do total existente no país), atingindo 6.571.842 famílias, a um gasto anual de R$ 5,3 bilhões. Como o público alvo dessas transferências é formado por famílias com renda per capita inferior a R$ 100,00 (cem reais), o recebimento do Bolsa Família altera as condições básicas da vida familiar, fazendo com que grande parte do recurso recebido seja dirigido para a alimentação. Estudo sobre o impacto do então Bolsa Alimentação mostrou que, para famílias com renda mensal per capita inferior a R$ 90,00, a tendência é destinar ao consumo de alimentos 89 centavos para cada 1 real do benefício recebido (Ministério da Saúde, 2003). [...]

Evidentemente, a importância do Bolsa Família em nível municipal é função direta das condições econômicas e sociais de sua população e da situação financeira dos municípios. Sendo assim, quanto menores forem a Receita Disponível e o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do município, maior é o peso das transferências na movimentação da economia local. Entre os municípios do Nordeste, há casos onde até 45% da população é beneficiária (número de famílias vezes o tamanho médio da família no Estado) do Bolsa Família. São exemplos dessa situação Várzea, no Pernambuco, e Pedra Branca, no Ceará. E estes dois municípios são diferentes em suas características. Várzea, com uma população de até 20 mil que vive em sua maioria na zona urbana, apresenta IDH abaixo da média nacional e tem sua atividade econômica predominante no setor terciário. Já Pedra Branca tem uma população entre 20 mil a 100 mil localizada em sua maior parte na zona rural, com um IDH abaixo da média nacional e cujas atividades econômicas são predominantemente realizadas no setor terciário.
Considerando o contexto descrito sobre o Bolsa Família e o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), avalie as seguintes afirmativas:

I. O Bolsa Família estava implantado em mais de 99% dos municípios brasileiros em dezembro de 2004.

II. O público-alvo das transferências do Bolsa Família é composto por famílias com renda per capita mensal superior a R$ 100,00 (cem reais).

III. A importância do Bolsa Família em nível municipal está diretamente relacionada às condições econômicas e sociais da população e à situação financeira dos municípios.

IV. Em municípios do Nordeste, o peso das transferências do Bolsa Família na movimentação da economia local é menor em regiões com IDH acima da média nacional.

Está correto o que se afirma em:
I. O Bolsa Família estava implantado em mais de 99% dos municípios brasileiros em dezembro de 2004.
II. O público-alvo das transferências do Bolsa Família é composto por famílias com renda per capita mensal superior a R$ 100,00 (cem reais).
III. A importância do Bolsa Família em nível municipal está diretamente relacionada às condições econômicas e sociais da população e à situação financeira dos municípios.
IV. Em municípios do Nordeste, o peso das transferências do Bolsa Família na movimentação da economia local é menor em regiões com IDH acima da média nacional.
I e II, apenas.
I e III, apenas.
II, III e IV, apenas.
I, III e IV, apenas.
II e IV, apenas.

Em síntese, depois da história dos planos econômicos da segunda década de 1980 ao início da década de 1990, todos os planos visavam ao controle da inflação e à redução do déficit público e do endividamento, aplicando corte de zeros à unidade monetária (em razão da excessiva inflação) e alterando o nome das moedas. Todos os planos conseguiram somente temporariamente conter em certa medida a inflação (DURAN, 2010, p. 54).

A dívida pública líquida do setor público alcançou quase 40% (quarenta por cento) do PIB em 1990, próximo do que temos hoje (51,9% - cinquenta e um vírgula nove por cento - em maio de 2018).
Refletindo sobre os principais desafios enfrentados na década e 1990 no Brasil em relação a hiperinflação, avalie as seguintes asserções e a relação proposta entre elas.

I. Os Planos Econômicos implementados na década de 1990 resultaram em uma redução significativa do endividamento público, diminuindo a dívida líquida para menos de 20% do PIB.

PORQUE

II. Os Planos Econômicos da década de 1990, como o Plano Real, tiveram como objetivo controlar a hiperinflação e estabilizar a economia, promovendo maior estabilidade monetária no país.

A respeito dessas asserções, assinale a opção correta:
I. Os Planos Econômicos implementados na década de 1990 resultaram em uma redução significativa do endividamento público, diminuindo a dívida líquida para menos de 20% do PIB.
II. Os Planos Econômicos da década de 1990, como o Plano Real, tiveram como objetivo controlar a hiperinflação e estabilizar a economia, promovendo maior estabilidade monetária no país.
A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.
As asserções I e II são proposições falsas.
A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.
As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa da I.
As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma justificativa da I.

No Brasil, o preço dos combustíveis, nas refinarias e terminais nacionais é bem menor ao que é pago pelo consumidor final. Somente uma parte, cerca de 34% do preço da gasolina e 53% do preço do diesel, é da PETROBRAS. A gasolina produzida nas refinarias sai pura. Os distribuidores acrescentam álcool anidro, na proporção de 27% para a gasolina comum e aditivada e 25% para a gasolina Premium. Já o diesel sofre a adição de biodiesel, que pode variar de acordo com a política adotada. Esses custos são incorporados aos preços dos combustíveis que vão para as revendedoras onde o preço final é definido em função do custo de manutenção dos postos de gasolina e das margens de lucro das revendedoras.

Portanto, os preços nos postos de revenda incorporam a carga tributária e outros custos da intermediação dos importadores, distribuidores, revendedores e produtores de biocombustíveis – fatores sobre os quais a PETROBRAS não tem mais o controle, uma vez que está em vigor no Brasil o regime de liberdade de preços em todos os segmentos (produção, distribuição e revenda) do mercado de combustíveis e derivados de petróleo desde 2002. Isso significa que não há qualquer tipo de tabelamento nem fixação de valores máximos e mínimos, ou qualquer exigência de autorização oficial prévia para reajustes.
Considerando o texto apresentado, avalie as seguintes afirmativas sobre a política de preço dos combustíveis do governo Bolsonaro:

I. O governo Bolsonaro manteve uma política de paridade internacional nos preços dos combustíveis, baseando-se nas cotações do petróleo no mercado internacional.

II. Houve intervenções regulares do governo nos preços dos combustíveis, buscando controlar as variações e evitar impactos abruptos no bolso do consumidor.

III. A política de preços adotada pelo governo Bolsonaro resultou em uma estabilidade considerável nos valores dos combustíveis durante todo o período de seu mandato.

É correto o que se afirma em:
I. O governo Bolsonaro manteve uma política de paridade internacional nos preços dos combustíveis, baseando-se nas cotações do petróleo no mercado internacional.
II. Houve intervenções regulares do governo nos preços dos combustíveis, buscando controlar as variações e evitar impactos abruptos no bolso do consumidor.
III. A política de preços adotada pelo governo Bolsonaro resultou em uma estabilidade considerável nos valores dos combustíveis durante todo o período de seu mandato.
I e II, apenas.
II e III, apenas.
II, apenas.
I, apenas.
III, apenas.

Leia o texto a seguir:

O primeiro período FHC marcou a conquista da estabilidade de preços e a promoção de um novo marco regulatório nos segmentos de infraestrutura, embora com elevados custos do ponto de vista do equilíbrio do balanço de pagamentos. O período do segundo mandato marcou o restabelecimento de políticas monetária e cambial mais equilibradas, que criaram as condições de solvência tanto do setor público como do setor externo.

No entanto, a sucessão de choques externos desfavoráveis, em presença de desequilíbrios que foram acumulados no esforço de estabilização durante o primeiro mandato, terminaram por comprometer o crescimento e reforçaram o processo de fadiga das reformas estruturais, especialmente a reforma tributária e o aperfeiçoamento do marco regulatório. Assim, o novo papel regulador do Estado foi implementado apenas parcialmente. Tais circunstâncias impediram uma elevação da taxa de investimento e uma retomada sólida da economia.

Fonte: OLIVEIRA, G.; TUROLLA, F. Política econômica do segundo governo FHC: mudança em condições adversas. Tempo social, v. 15, p. 195-217, 2003. Disponível em: https://www.scielo.br/j/ts/a/Bq8MMGKBKCfqY9QLnwNFyfH/?lang=pt . Acesso em: 02 jan. 2024.
Qual ou quais as razões para a instauração da crise econômica no governo de FHC?
Política de forte intervenção estatal na economia.
Políticas governamentais no investimento estrangeiro.
Políticas que promoveram uma rápida industrialização do país.
Instabilidade cambial e desvalorização da moeda brasileira.
Inflação e altos índices de desemprego.

Leia o texto e observe a charge a seguir:

Figura indissociável do surgimento do Estado industrial brasileiro, Getúlio Vargas mantém a mítica até os dias atuais. Tanto que no ciclo liberal dos anos de 1990, o então presidente Fernando Henrique Cardoso disse que subira ao poder para “enterrar a herança Vargas”, entendida como intervencionista, estatizante e causadora de ineficiências econômicas que deveriam ser extirpadas.

Com o Plano de Metas JK transformou a base produtiva do país, mas não foi capaz de modificar a realidade social. Mesmo com o PIB crescendo a taxas elevadas durante o período de execução do plano, milhões de pessoas continuaram na pobreza e na miséria. Por outro lado, não há dúvidas de que milhões de outras pessoas foram incorporadas as áreas dinâmicas da produção e, com isso, puderam melhorar notavelmente o padrão de vida. Para Copérnico, séculos de geocentrismo terminaram por criar um monstro astronômico, no Brasil, décadas de industrialização criou um monstro econômico-social. Um dos maiores mercados consumidores do mundo convive com uma das maiores disparidades de renda do Planeta.

Fonte: ALBUQUERQUE, A. B. Desenvolvimentismo nos governos Vargas e JK. ABPHE – XI Congresso Brasileiro de História Econômica; 12ª Conferência Internacional de Histórias de Empresas, Vitória – Espírito Santo, set. 2015. Disponível em: https://www.abphe.org.br/arquivos/2015_alexandre_black_albuquerque_desenvolvimentismo-nos-governos-vargas-e-jk.pdf . Acesso em: 02 jan. 2024.
Refletindo sobre os principais desafios enfrentados no processo de industrialização brasileira em seu período desenvolvimentista durante os governos Vargas e JK, avalie as seguintes asserções e a relação proposta entre elas:

I. Durante o desenvolvimentismo ocorreu uma significativa incorporação de pessoas às áreas dinâmicas da produção, resultando em uma melhoria no padrão de vida para muitos.

PORQUE

II. O Plano de Metas de JK foi capaz de modificar de forma completa a realidade social, reduzindo drasticamente os índices de pobreza e miséria no país durante sua execução.

A respeito dessas asserções, assinale a opção correta:
I. Durante o desenvolvimentismo ocorreu uma significativa incorporação de pessoas às áreas dinâmicas da produção, resultando em uma melhoria no padrão de vida para muitos.
II. O Plano de Metas de JK foi capaz de modificar de forma completa a realidade social, reduzindo drasticamente os índices de pobreza e miséria no país durante sua execução.
A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.
As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma justificativa da I.
As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa da I.
As asserções I e II são proposições falsas.
A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.

O governo Lula deu novos contornos à política externa brasileira, privilegiando as relações Sul-Sul e devolvendo ao Itamaraty parte de suas prerrogativas que haviam sido repassadas à área econômica. Lula desenvolve uma intensa agenda internacional, mas como porta-voz de um projeto que transcende objetivos de projeção pessoal e adesão subordinada à globalização. O pagamento da dívida com o FMI simboliza o desalinhamento da política externa em relação ao Consenso de Washington como forma de recuperar a capacidade de negociação. Seu antecessor, Fernando Henrique Cardoso, já vinha desde os anos 70 criticando o desenvolvimentismo e a “herança Vargas” em suas conferências nos Estados Unidos. No seu discurso de posse, Lula já sinalizava caminhos de sua política externa, ao afirmar que “aprofundaremos as relações com grandes nações em desenvolvimento: a China, a Índia, a Rússia, a África do Sul, entre outros”. E ainda “reafirmaremos os laços profundos que nos unem a todo o continente africano e a nossa disposição de contribuir ativamente para que ele desenvolva as suas enormes potencialidades”. (VIZENTINI, 2005). Fonte: AQUINO, E. T.; DALDEGAN, W. F. O Brasil e os BRICS: crescimento inclusivo, soluções sustentáveis. Textos de Economia, Florianópolis, v. 17, n. 2, p. 58-74, 2014.
Considerando as informações apresentadas, assinale a alternativa correta.
A descentralização das relações Sul-Sul promovida pelo primeiro governo de Lula, distanciando-se do Consenso de Washington favoreceu a formação dos BRICS.
O fortalecimento do Estado provedor de benefícios sociais e a estabilidade econômica na América Latina favoreceu a formação dos BRICS durante o primeiro governo de Lula.
O predomínio de políticas macroeconômicas adotadas pelos países latino-americanos nos anos 90 e a projeção pessoal de Lula na política externa favoreceu a formação dos BRICS.
Durante o primeiro governo de Lula, a adesão subordinada à globalização por parte dos países latino-americanos nos anos 90 favoreceu a formação dos BRICS.
Durante o primeiro governo de Lula, a crítica de Fernando Henrique Cardoso ao desenvolvimentismo e à herança Vargas nos anos 70 favoreceu a formação dos BRICS.

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AO2
Iniciado: 8 jun em 0:23
Instruções do teste

Pergunta 1 0,6 pts
Importante:
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você clique em "FAZER O QUESTIONÁRIO", no final da página.
Leia o texto a seguir:
O chamado “milagre econômico” brasileiro proporcionou crescimento acelerado no país, fazendo
com que, dessa forma, diversas empresas multinacionais criassem filiais no Brasil que passaram a
ter um alto desempenho de produtividade devido às péssimas condições de trabalho e ausências de
direitos trabalhistas.
A [...] classe trabalhadora era submetida a diversas formas de exploração perante a questão
econômica, incluindo, por exemplo, o arrocho salarial que passou a subjugar o trabalhador a horas
de trabalho mais extensas para conseguir o valor de alimentação mínima mensal, além de más
condições que sujeitavam o proletariado a acidentes de trabalho. Contava também com um governo
repressivo e agressivo, que retirava a liberdade de expressão e impossibilitava reivindicações
trabalhistas, além de limitar as informações ao público, censurando jornais que buscavam publicar
reportagens críticas, dados estatísticos e que dava notoriedade aos trabalhadores da sociedade.
Durante o “milagre econômico”, em contrapartida, a questão social foi se agravando cada vez mais,
resultando em uma população carente de atenção do Estado, encontrando-se no Brasil altos índices
de subnutrição, excessivos dados de acidentes de trabalho, surtos de doenças “ verminoses
intestinais, malária, doença de chagas e esquistossomose - e a fome.
[...] o conhecido “boom” da economia brasileira, estava camuflado pela manipulação do governo, que
se dava por meio de divulgações de dados estatísticos alterados, como foi apresentado no decorrer
do artigo na publicação do jornal que contesta a divulgação feita pelo Ministério da Fazenda sobre os
dados da inflação brasileira.
Fonte: PAULINO, A. E. L. O impacto do “milagre econômico” sobre a classe trabalhadora segundo a
imprensa alternativa. Revista Katálysis, v. 23, p. 562-571, 2020. Disponível em:
https://periodicos.ufsc.br/index.php/katalysis/article/view/1982-02592020v23n3p562/44326
(https://periodicos.ufsc.br/index.php/katalysis/article/view/1982-02592020v23n3p562/44326) . Acesso
em: 02 jan. 2024.
Considerando as informações apresentadas, assinale a opção correta.
A+
A
A-
08/06/2026, 00:28 Teste: AO2
https://famonline.instructure.com/courses/51131/quizzes/244226/take 1/14
https://periodicos.ufsc.br/index.php/katalysis/article/view/1982-02592020v23n3p562/44326
https://periodicos.ufsc.br/index.php/katalysis/article/view/1982-02592020v23n3p562/44326
https://periodicos.ufsc.br/index.php/katalysis/article/view/1982-02592020v23n3p562/44326
https://periodicos.ufsc.br/index.php/katalysis/article/view/1982-02592020v23n3p562/44326

Pergunta 2 0,6 pts
No período em evidência, houve um aumento na qualidade de vida da população, reduzindo os índices de
subnutrição e melhorando as condições de saúde no país.
No período em evidência, as multinacionais que se estabeleceram no Brasil proporcionaram ótimas condições de
trabalho e direitos trabalhistas aos seus empregados.
Apesar da manipulação dos dados estatísticos, teve pouco impacto significativo na percepção pública da situação
econômica e social do país no período em evidência.
No período em evidência, nota-se que houve precarização do trabalho, intensa repressão estatal e agravamento
social com altos índices de acidentes e subnutrição.
No período em evidência, percebe-se que o crescimento acelerado resultou na melhoria das condições de
trabalho, com benefícios significativos para a classe trabalhadora.
Leia o texto a seguir e depois analise o gráfico:
 
Em dezembro de 2004, o Bolsa Família estava implantado em 5.533 municípios (99,50% do total
existente no país), atingindo 6.571.842 famílias, a um gasto anual de R$ 5,3 bilhões. Como o público
alvo dessas transferências é formado por famílias com renda per capita inferior a R$ 100,00 (cem
reais), o recebimento do Bolsa Família altera as condições básicas da vida familiar, fazendo com que
grande parte do recurso recebido seja dirigido para a alimentação. Estudo sobre o impacto do então
Bolsa Alimentação mostrou que, para famílias com renda mensal per capita inferior a R$ 90,00, a
tendência é destinar ao consumo de alimentos 89 centavos para cada 1 real do benefício recebido
(Ministério da Saúde, 2003). [...]
Evidentemente, a importância do Bolsa Família em nível municipal é função direta das condições
econômicas e sociais de sua população e da situação financeira dos municípios. Sendo assim,
quanto menores forem a Receita Disponível e o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do
município, maior é o peso das transferências na movimentação da economia local. Entre os
municípios do Nordeste, há casos onde até 45% da população é beneficiária (número de famílias
vezes o tamanho médio da família no Estado) do Bolsa Família. São exemplos dessa situação
Várzea, no Pernambuco, e Pedra Branca, no Ceará. E estes dois municípios são diferentes em suas
características. Várzea, com uma população de até 20 mil que vive em sua maioria na zona urbana,
apresenta IDH abaixo da média nacional e tem sua atividade econômica predominante no setor
terciário. Já Pedra Branca tem uma população entre 20 mil a 100 mil localizada em sua maior parte
na zona rural, com um IDH abaixo da média nacional e cujas atividades econômicas são
predominantemente realizadas no setor terciário.
 
A+
A
A-
08/06/2026, 00:28 Teste: AO2
https://famonline.instructure.com/courses/51131/quizzes/244226/take 2/14
Fonte: MARQUES, R. M.; MENDES, Á. O social no governo Lula: a construção de um novo
populismo em tempos de aplicação de uma agenda neoliberal. Brazilian Journal of Political
Economy, v. 26, p. 58-74, 2006. Disponível em:
https://www.scielo.br/j/rep/a/f4cK8XCb9sK7b5RjPLQ6zdy/?lang=pt#
(https://www.scielo.br/j/rep/a/f4cK8XCb9sK7b5RjPLQ6zdy/?lang=pt#) . Acesso em: 19 jan. 2024.
 
Fonte: Relatório de Desenvolvimento Humano, 2021-2022: Síntese (UNDP, 2022b, p. 4). Disponível
em: https://hdr.undp.org/system/files/documents/global-report-document/hdr2021-
22overviewpt1pdf.pdf (https://hdr.undp.org/system/files/documents/global-report-
document/hdr2021-22overviewpt1pdf.pdf) . Acesso em: 02 jan. 2024.
Considerando o contexto descrito sobre o Bolsa Família e o Índice de Desenvolvimento Humano
(IDH), avalie as seguintes afirmativas:
I. O Bolsa Família estava implantado em mais de 99% dos municípios brasileiros em dezembro de
2004.
II. O público-alvo das transferências do Bolsa Família é composto por famílias com renda per capita
mensal superior a R$ 100,00 (cem reais).
III. A importância do Bolsa Família em nível municipal está diretamente relacionada às condições
econômicas e sociais da população e à situação financeira dos municípios.
IV. Em municípios do Nordeste, o peso das transferências do Bolsa Família na movimentação da
economia local é menor em regiões com IDH acima da média nacional.
Está correto o que se afirma em:
A+
A
A-
08/06/2026, 00:28 Teste: AO2
https://famonline.instructure.com/courses/51131/quizzes/244226/take 3/14
https://www.scielo.br/j/rep/a/f4cK8XCb9sK7b5RjPLQ6zdy/?lang=pt#
https://www.scielo.br/j/rep/a/f4cK8XCb9sK7b5RjPLQ6zdy/?lang=pt#
https://www.scielo.br/j/rep/a/f4cK8XCb9sK7b5RjPLQ6zdy/?lang=pt#
https://www.scielo.br/j/rep/a/f4cK8XCb9sK7b5RjPLQ6zdy/?lang=pt#
https://hdr.undp.org/system/files/documents/global-report-document/hdr2021-22overviewpt1pdf.pdf
https://hdr.undp.org/system/files/documents/global-report-document/hdr2021-22overviewpt1pdf.pdf
https://hdr.undp.org/system/files/documents/global-report-document/hdr2021-22overviewpt1pdf.pdf
https://hdr.undp.org/system/files/documents/global-report-document/hdr2021-22overviewpt1pdf.pdf
https://hdr.undp.org/system/files/documents/global-report-document/hdr2021-22overviewpt1pdf.pdf

Pergunta 3 0,6 pts
I e II, apenas.
I e III, apenas.
II, III e IV, apenas.
I, III eIV, apenas.
II e IV, apenas.
Leia o texto e observe o gráfico a seguir:
Em síntese, depois da história dos planos econômicos da segunda década de 1980 ao início da
década de 1990, todos os planos visavam ao controle da inflação e à redução do déficit público e do
endividamento, aplicando corte de zeros à unidade monetária (em razão da excessiva inflação) e
alterando o nome das moedas. Todos os planos conseguiram somente temporariamente conter em
certa medida a inflação (DURAN, 2010, p. 54).
A dívida pública líquida do setor público alcançou quase 40% (quarenta por cento) do PIB em 1990,
próximo do que temos hoje (51,9% - cinquenta e um vírgula nove por cento - em maio de 2018).
Fonte: TOMIO, F. R. L.; ROBL FILHO, I. N.; KANAYAMA, R. L. Plano Brasileiro de Estabilização
Econômica (Plano Real) e o Papel do Supremo Tribunal Federal. Economic Analysis of Law
Review, v. 10, n. 3, p. 108-125, 2019. Adaptado.
 
A+
A
A-
08/06/2026, 00:28 Teste: AO2
https://famonline.instructure.com/courses/51131/quizzes/244226/take 4/14
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Pergunta 4 0,6 pts
Fonte: COELHO, I. Para entender os expurgos inflacionários da poupança nos planos econômicos.
Conjur, 21 jul. 2014. Disponível em: https://www.conjur.com.br/2014-jul-21/isaias-coelho-
entender-expurgos-inflacionarios-planos-economicos/ (https://www.conjur.com.br/2014-jul-
21/isaias-coelho-entender-expurgos-inflacionarios-planos-economicos/) . Acesso em: 02 jan. 2024.
Refletindo sobre os principais desafios enfrentados na década e 1990 no Brasil em relação a
hiperinflação, avalie as seguintes asserções e a relação proposta entre elas.
I. Os Planos Econômicos implementados na década de 1990 resultaram em uma redução
significativa do endividamento público, diminuindo a dívida líquida para menos de 20% do PIB.
PORQUE
II. Os Planos Econômicos da década de 1990, como o Plano Real, tiveram como objetivo controlar a
hiperinflação e estabilizar a economia, promovendo maior estabilidade monetária no país.
A respeito dessas asserções, assinale a opção correta:
A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.
As asserções I e II são proposições falsas.
A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.
As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa da I.
As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma justificativa da I.
Leia o texto a seguir:
No Brasil, o preço dos combustíveis, nas refinarias e terminais nacionais é bem menor ao que é
pago pelo consumidor final. Somente uma parte, cerca de 34% do preço da gasolina e 53% do preço
do diesel, é da PETROBRAS. A gasolina produzida nas refinarias sai pura. Os distribuidores
acrescentam álcool anidro, na proporção de 27% para a gasolina comum e aditivada e 25% para a
gasolina Premium. Já o diesel sofre a adição de biodiesel, que pode variar de acordo com a política
adotada. Esses custos são incorporados aos preços dos combustíveis que vão para as
revendedoras onde o preço final é definido em função do custo de manutenção dos postos de
gasolina e das margens de lucro das revendedoras.
Portanto, os preços nos postos de revenda incorporam a carga tributária e outros custos da
intermediação dos importadores, distribuidores, revendedores e produtores de biocombustíveis –
fatores sobre os quais a PETROBRAS não tem mais o controle, uma vez que está em vigor no Brasil
o regime de liberdade de preços em todos os segmentos (produção, distribuição e revenda) do
mercado de combustíveis e derivados de petróleo desde 2002. Isso significa que não há qualquer
A+
A
A-
08/06/2026, 00:28 Teste: AO2
https://famonline.instructure.com/courses/51131/quizzes/244226/take 5/14
https://www.conjur.com.br/2014-jul-21/isaias-coelho-entender-expurgos-inflacionarios-planos-economicos/
https://www.conjur.com.br/2014-jul-21/isaias-coelho-entender-expurgos-inflacionarios-planos-economicos/
https://www.conjur.com.br/2014-jul-21/isaias-coelho-entender-expurgos-inflacionarios-planos-economicos/
https://www.conjur.com.br/2014-jul-21/isaias-coelho-entender-expurgos-inflacionarios-planos-economicos/
https://www.conjur.com.br/2014-jul-21/isaias-coelho-entender-expurgos-inflacionarios-planos-economicos/
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Pergunta 5 0,6 pts
tipo de tabelamento nem fixação de valores máximos e mínimos, ou qualquer exigência de
autorização oficial prévia para reajustes.
Fonte: SANTOS, M. M. A política de preços dos combustíveis no Brasil antes depois da flexibilização
do monopólio estatal do mercado de petróleo, 202-. Disponível em: https://aepetba.org.br/v1/wp-
content/uploads/2021/06/POLITICA-DE-PRECOS-DOS-COMBUSTIVEIS-NO-BRASIL.pdf
(https://aepetba.org.br/v1/wp-content/uploads/2021/06/POLITICA-DE-PRECOS-DOS-COMBUSTIVEIS-NO-
BRASIL.pdf) . Acesso em: 02 jan. 2024.
Considerando o texto apresentado, avalie as seguintes afirmativas sobre a política de preço dos
combustíveis do governo Bolsonaro:
I. O governo Bolsonaro manteve uma política de paridade internacional nos preços dos
combustíveis, baseando-se nas cotações do petróleo no mercado internacional.
II. Houve intervenções regulares do governo nos preços dos combustíveis, buscando controlar as
variações e evitar impactos abruptos no bolso do consumidor.
III. A política de preços adotada pelo governo Bolsonaro resultou em uma estabilidade considerável
nos valores dos combustíveis durante todo o período de seu mandato.
É correto o que se afirma em:
I e II, apenas.
II e III, apenas.
II, apenas.
I, apenas.
III, apenas.
Leia o texto a seguir:
 
Com a ruptura provocada pela crise do início da década de 1930, iniciou-se um período em que, não
obstante as alternâncias políticas e de política econômica, a industrialização do País avançou em
ritmo acelerado. A dinâmica da produção industrial tornou-se autônoma, "descolando-se" da
dinâmica da produção agropecuária. A taxa média de crescimento da produção industrial entre 1933
e 1980 (8,7% ao ano) fez dobrar o volume da produção a cada oito anos e quatro meses! Isto
resultou de um longo processo, marcado por avanços e recuos, de construção deliberada de
consenso político, arranjos institucionais, estrutura econômica, relações internacionais e relações
sociais pró-industrialização.
A+
A
A-
08/06/2026, 00:28 Teste: AO2
https://famonline.instructure.com/courses/51131/quizzes/244226/take 6/14
https://aepetba.org.br/v1/wp-content/uploads/2021/06/POLITICA-DE-PRECOS-DOS-COMBUSTIVEIS-NO-BRASIL.pdf
https://aepetba.org.br/v1/wp-content/uploads/2021/06/POLITICA-DE-PRECOS-DOS-COMBUSTIVEIS-NO-BRASIL.pdf
https://aepetba.org.br/v1/wp-content/uploads/2021/06/POLITICA-DE-PRECOS-DOS-COMBUSTIVEIS-NO-BRASIL.pdf
https://aepetba.org.br/v1/wp-content/uploads/2021/06/POLITICA-DE-PRECOS-DOS-COMBUSTIVEIS-NO-BRASIL.pdf
https://aepetba.org.br/v1/wp-content/uploads/2021/06/POLITICA-DE-PRECOS-DOS-COMBUSTIVEIS-NO-BRASIL.pdf
https://aepetba.org.br/v1/wp-content/uploads/2021/06/POLITICA-DE-PRECOS-DOS-COMBUSTIVEIS-NO-BRASIL.pdf
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Pergunta 6 0,6 pts
Fonte: SUZIGAN, W. Industrialização brasileira em perspectiva histórica. História Econômica &
História de Empresas, v. 3, n. 2, 2000. Disponível em:
https://www.hehe.org.br/index.php/rabphe/article/view/143
(https://www.hehe.org.br/index.php/rabphe/article/view/143) . Acesso em: 28 dez. 2023.
Considerando o período de 1930 a 1980, avalie as afirmativas abaixo:
I. A industrialização no Brasil no período em evidência foi marcada por uma forte intervenção estatal,
visando impulsionar setores estratégicos da economia.
II. O processo de substituição de importações foi uma das principais estratégias adotadas durante a
industrialização, visando diminuir a dependência externa de bens manufaturados.
III. A industrialização brasileira do século 20 resultou em uma rápida ascensão da classe média,
reduzindo significativamente as disparidades socioeconômicas.
Está correto o que se afirma em:
II e III, apenas.
I e III, apenas.
I e II, apenas.
II, apenas.
I, II e III.
Leia o texto e observe a imagem a seguir:
No passado recente, o Brasil deixoude ser citado no mapa da fome mundial, pois, de fato, houve
uma melhoria concreta das condições de vida da população. Mas, nos últimos quatro anos há maior
empobrecimento e conforme análise da Fundação Getúlio Vargas, a partir do segundo semestre de
2019, houve aumento da concentração de renda, excedendo o observado em 1989. Os dados
mostram que os mais pobres tiveram uma redução de 17% do poder de compra, enquanto que 1%
dos mais ricos teve aumento de 10% da renda (FGV, 2019).
[...] A pandemia do covid-19 tem profunda relação com o agravamento da fome no Brasil e no
mundo. Esses fenômenos juntos, formam uma grande tragédia humanitária. As ações como
quarentena e confinamento social para salvar vidas devem se sobrepor aos interesses do grande
capital que objetiva privilegiar a economia. Esse último propósito pode elevar, assustadoramente, o
número de óbitos, promover a expansão descontrolada da pandemia e o colapso total dos serviços
de saúde no país.
A+
A
A-
08/06/2026, 00:28 Teste: AO2
https://famonline.instructure.com/courses/51131/quizzes/244226/take 7/14
https://www.hehe.org.br/index.php/rabphe/article/view/143
https://www.hehe.org.br/index.php/rabphe/article/view/143
https://www.hehe.org.br/index.php/rabphe/article/view/143
https://www.hehe.org.br/index.php/rabphe/article/view/143
FONTE: FREITAS, M. C. S.; PENA, P. G. L. Fome e pandemia de COVID-19 no Brasil. Tessituras:
Revista de Antropologia e Arqueologia, Pelotas, v. 8, n. 1, p. 34-40, 2020. Disponível em:
https://revistas.ufpel.edu.br/index.php/tessituras/article/view/1036/834
(https://revistas.ufpel.edu.br/index.php/tessituras/article/view/1036/834) . Acesso em: 02 jan. 2024.
Mapa da fome no Brasil
Fonte: IBGE. Volta da fome leva o Brasil a passar vergonha junto à ONU. Correio do Brasil, 10 dez.
2021. Disponível em: https://e.correiodobrasil.com.br/a/volta-fome-leva-brasil-passar-vergonha-
junto-onu (https://e.correiodobrasil.com.br/a/volta-fome-leva-brasil-passar-vergonha-junto-onu) .
Acesso em: 02 jan. 2024.
Refletindo sobre os desafios enfrentados pelo Brasil quanto a insegurança alimentar durante a
pandemia de covid-19 e avalie as seguintes asserções e a relação proposta entre elas.
 
I. A volta do Brasil ao mapa da fome foi devido a um aumento drástico na produção agrícola, que
resultou na escassez de alimentos e no aumento da insegurança alimentar.
PORQUE
II. Durante a pandemia de covid-19, a fome diminuiu drasticamente no Brasil devido ao auxílio
emergencial e ações governamentais eficazes de combate à insegurança alimentar.
A respeito dessas asserções, assinale a opção correta:
A+
A
A-
08/06/2026, 00:28 Teste: AO2
https://famonline.instructure.com/courses/51131/quizzes/244226/take 8/14
https://revistas.ufpel.edu.br/index.php/tessituras/article/view/1036/834
https://revistas.ufpel.edu.br/index.php/tessituras/article/view/1036/834
https://revistas.ufpel.edu.br/index.php/tessituras/article/view/1036/834
https://revistas.ufpel.edu.br/index.php/tessituras/article/view/1036/834
https://e.correiodobrasil.com.br/a/volta-fome-leva-brasil-passar-vergonha-junto-onu
https://e.correiodobrasil.com.br/a/volta-fome-leva-brasil-passar-vergonha-junto-onu
https://e.correiodobrasil.com.br/a/volta-fome-leva-brasil-passar-vergonha-junto-onu
https://e.correiodobrasil.com.br/a/volta-fome-leva-brasil-passar-vergonha-junto-onu

Pergunta 7 0,6 pts
As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma justificativa da I.
A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.
As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa da I.
As asserções I e II são proposições falsas.
A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.
Leia o texto a seguir:
O primeiro período FHC marcou a conquista da estabilidade de preços e a promoção de um novo
marco regulatório nos segmentos de infraestrutura, embora com elevados custos do ponto de vista
do equilíbrio do balanço de pagamentos. O período do segundo mandato marcou o restabelecimento
de políticas monetária e cambial mais equilibradas, que criaram as condições de solvência tanto do
setor público como do setor externo.
No entanto, a sucessão de choques externos desfavoráveis, em presença de desequilíbrios que
foram acumulados no esforço de estabilização durante o primeiro mandato, terminaram por
comprometer o crescimento e reforçaram o processo de fadiga das reformas estruturais,
especialmente a reforma tributária e o aperfeiçoamento do marco regulatório. Assim, o novo papel
regulador do Estado foi implementado apenas parcialmente. Tais circunstâncias impediram uma
elevação da taxa de investimento e uma retomada sólida da economia.
Fonte: OLIVEIRA, G.; TUROLLA, F. Política econômica do segundo governo FHC: mudança em
condições adversas. Tempo social, v. 15, p. 195-217, 2003. Disponível em:
https://www.scielo.br/j/ts/a/Bq8MMGKBKCfqY9QLnwNFyfH/?lang=pt
(https://www.scielo.br/j/ts/a/Bq8MMGKBKCfqY9QLnwNFyfH/?lang=pt) . Acesso em: 02 jan. 2024.
Qual ou quais as razões para a instauração da crise econômica no governo de FHC?
Política de forte intervenção estatal na economia.
Políticas governamentais no investimento estrangeiro.
Políticas que promoveram uma rápida industrialização do país.
Instabilidade cambial e desvalorização da moeda brasileira.
Inflação e altos índices de desemprego.
A+
A
A-
08/06/2026, 00:28 Teste: AO2
https://famonline.instructure.com/courses/51131/quizzes/244226/take 9/14
https://www.scielo.br/j/ts/a/Bq8MMGKBKCfqY9QLnwNFyfH/?lang=pt
https://www.scielo.br/j/ts/a/Bq8MMGKBKCfqY9QLnwNFyfH/?lang=pt
https://www.scielo.br/j/ts/a/Bq8MMGKBKCfqY9QLnwNFyfH/?lang=pt
https://www.scielo.br/j/ts/a/Bq8MMGKBKCfqY9QLnwNFyfH/?lang=pt
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Pergunta 8 0,6 pts
Leia o texto e observe a charge a seguir:
Figura indissociável do surgimento do Estado industrial brasileiro, Getúlio Vargas mantém a mítica
até os dias atuais. Tanto que no ciclo liberal dos anos de 1990, o então presidente Fernando
Henrique Cardoso disse que subira ao poder para “enterrar a herança Vargas”, entendida como
intervencionista, estatizante e causadora de ineficiências econômicas que deveriam ser extirpadas.
Com o Plano de Metas JK transformou a base produtiva do país, mas não foi capaz de modificar a
realidade social. Mesmo com o PIB crescendo a taxas elevadas durante o período de execução do
plano, milhões de pessoas continuaram na pobreza e na miséria. Por outro lado, não há dúvidas de
que milhões de outras pessoas foram incorporadas as áreas dinâmicas da produção e, com isso,
puderam melhorar notavelmente o padrão de vida. Para Copérnico, séculos de geocentrismo
terminaram por criar um monstro astronômico, no Brasil, décadas de industrialização criou um
monstro econômico-social. Um dos maiores mercados consumidores do mundo convive com uma
das maiores disparidades de renda do Planeta.
Fonte: ALBUQUERQUE, A. B. Desenvolvimentismo nos governos Vargas e JK. ABPHE – XI
Congresso Brasileiro de História Econômica; 12ª Conferência Internacional de Histórias de
Empresas, Vitória – Espírito Santo, set. 2015. Disponível em:
https://www.abphe.org.br/arquivos/2015_alexandre_black_albuquerque_desenvolvimentismo-
nos-governos-vargas-e-jk.pdf
(https://www.abphe.org.br/arquivos/2015_alexandre_black_albuquerque_desenvolvimentismo-nos-
governos-vargas-e-jk.pdf) . Acesso em: 02 jan. 2024.
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Pergunta 9 0,6 pts
Disponível em: https://2.bp.blogspot.com/_u5TT-
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(https://2.bp.blogspot.com/_u5TT-
349VU8/RsWV3I9WeYI/AAAAAAAAAKE/f6knY4dPLVY/s320/lastscan1.jpg) . Acesso em: 02 jan. 2024.
Refletindo sobre os principais desafios enfrentados no processo de industrialização brasileira em seu
período desenvolvimentista durante os governos Vargas e JK, avalie as seguintes asserções e a
relação proposta entre elas:
I. Durante o desenvolvimentismo ocorreu uma significativa incorporação de pessoas às áreas
dinâmicas da produção, resultando em uma melhoria no padrão de vida para muitos.
 
PORQUE
II. O Plano de Metas de JK foi capaz de modificar de forma completa a realidade social, reduzindo
drasticamente os índices de pobreza e miséria no país durante sua execução.
 
A respeito dessas asserções, assinale a opção correta:
A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.
As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma justificativa da I.
As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa da I.
As asserções I e II são proposições falsas.
A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.
Leia o texto a seguir:
 
O início do século 21 é marcado por acontecimentos nos planos internacional e doméstico que
favoreceram a dimensão Sul na política externa do Brasil.
Em primeiro lugar, a estagnação econômica e a diminuição do Estado enquanto provedor de
benefícios sociais levaram ao descrédito popular sobre as políticas macroeconômicas adotadas de
forma generalizada pelos países latino-americanos nos anos 90. Por outro lado, repercutiu na
eleição de diversos governos de esquerda na região.
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08/06/2026, 00:28 Teste: AO2
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Pergunta 10 0,6 pts
O governo Lula deu novos contornos à política externa brasileira, privilegiando as relações Sul-Sul e
devolvendo ao Itamaraty parte de suas prerrogativas que haviam sido repassadas à área econômica.
Lula desenvolve uma intensa agenda internacional, mas como porta-voz de um projeto que
transcende objetivos de projeção pessoal e adesão subordinada à globalização. O pagamento da
dívida com o FMI simboliza o desalinhamento da política externa em relação ao Consenso de
Washington como forma de recuperar a capacidade de negociação. Seu antecessor, Fernando
Henrique Cardoso, já vinha desde os anos 70 criticando o desenvolvimentismo e a “herança Vargas”
em suas conferências nos Estados Unidos.
No seu discurso de posse, Lula já sinalizava caminhos de sua política externa, ao afirmar que
“aprofundaremos as relações com grandes nações em desenvolvimento: a China, a Índia, a Rússia,
a África do Sul, entre outros”. E ainda “reafirmaremos os laços profundos que nos unem a todo o
continente africano e a nossa disposição de contribuir ativamente para que ele desenvolva as suas
enormes potencialidades”. (VIZENTINI, 2005).
Fonte: AQUINO, E. T.; DALDEGAN, W. F. O Brasil e os BRICS: crescimento inclusivo, soluções
sustentáveis. Textos de Economia, Florianópolis, v. 17, n. 2, p. 58-74, 2014. Disponível em:
https://periodicos.ufsc.br/index.php/economia/article/view/2175-8085.2014v17n2p58/29276
(https://periodicos.ufsc.br/index.php/economia/article/view/2175-8085.2014v17n2p58/29276) . Acesso
em: 02 jan. 2024. Adaptado
Considerando as informações apresentadas, assinale a alternativa correta.
A descentralização das relações Sul-Sul promovida pelo primeiro governo de Lula, distanciando-se do Consenso
de Washington favoreceu a formação dos BRICS.
O fortalecimento do Estado provedor de benefícios sociais e a estabilidade econômica na América Latina favoreceu
a formação dos BRICS durante o primeiro governo de Lula.
O predomínio de políticas macroeconômicas adotadas pelos países latino-americanos nos anos 90 e a projeção
pessoal de Lula na política externa favoreceu a formação dos BRICS.
Durante o primeiro governo de Lula, a adesão subordinada à globalização por parte dos países latino-americanos
nos anos 90 favoreceu a formação dos BRICS.
Durante o primeiro governo de Lula, a crítica de Fernando Henrique Cardoso ao desenvolvimentismo e à herança
Vargas nos anos 70 favoreceu a formação dos BRICS.
Observe a charge a seguir:
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A charge é uma crítica à política de reajuste do salário mínimo do governo Bolsonaro. Como
podemos descrever essa política?
Os reajustes foram de acordo com a inflação, sem ganhos reais para os trabalhadores.
Houve reajustes anuais acima da inflação, garantindo ganhos reais para os trabalhadores.
Os reajustes ocorreram de forma irregular, ou seja, ora acima, ora abaixo da inflação.
Os reajustes do salário mínimo foram congelados durante o governo Bolsonaro, em todos os anos de governo.
O reajuste foi aleatório durante esse governo, conforme as condições econômicas do país a cada ano.
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