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5-Legislação e Direito Ambienta5

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Legislação e Direito Ambiental – Unidade 5
Tela 02
Nesta unidade, você estudará sobre a Legislação Ambiental e seus impactos diretos nas políticas públicas setoriais, principalmente em relação às legislações que visam à proteção e conservação de áreas protegidas, como, por exemplo, nossos parques que contemplam recursos naturais e que hoje são abertos à visitação e práticas de esportes, sendo sempre obrigatoriamente fiscalizados e muito bem conservados.
Serão apresentados a você também os conceitos e exemplos práticos sobre os temas abordados e sobre o desenvolvimento sustentável, seu conceito e importância para termos um meio ambiente saudável e equilibrado para a manutenção da vida coletiva.
Objetivos:
Ao final desta unidade, esperamos que você:
· Defina os conceitos dos códigos de proteção das áreas naturais e agências setoriais.
· Descreva as normas jurídicas sobre as zonas protegidas.
· Defina o conceito de desenvolvimento sustentável e sua importância para a preservação do meio ambiente.
Tela 03
A política ambiental brasileira surgiu devido ao movimento ambientalista internacional que pedia pela criação de legislações específicas e instituições voltadas para a defesa e proteção ambiental.
Nesse sentido, é importante o entendimento de como a evolução dessa política, juntamente com seu processo de crescimento e seus avanços, propiciara a melhoria da qualidade de vida da população e, principalmente, a proteção e preservação quanto à crescente degradação ambiental.
A política ambiental tem basicamente quatro abordagens básicas, sendo elas: a administração dos recursos naturais, o controle da poluição das indústrias, o planejamento territorial com o monitoramento das agências setoriais e a gestão integrada dos recursos naturais. Serão, inclusive, apresentados juntamente com os conceitos mais relevantes e exemplos para o seu maior entendimento.
Tela 04
A ADMINISTRAÇÃO DOS RECURSOS NATURAIS
Figura 1 – Recursos naturais
Fonte: SHUTTERSTOCK, 2018.
A administração dos recursos naturais teve seu início no ano de 1930, com a regulamentação dos recursos ambientais na esfera nacional, visando atender à necessidade das primeiras evoluções na industrialização e urbanização.
Nessa mesma época, surgiram os primeiros instrumentos legais que regeriam sobre as áreas protegidas no Brasil. Vale ressaltar, então, a criação dos seguintes instrumentos legais.
Tela 05
Figura 2 – As águas
Fonte: SHUTTERSTOCK, 2018.
CÓDIGO DAS ÁGUAS (ANO DE 1934)
Trata-se de uma legislação que tem como objetivo a proteção da qualidade das águas, buscando sua preservação através da proibição de atividades capazes de degradar as águas dos rios, nascentes, poços e represas.
Institui a água como um bem público e um recurso natural limitado que deve ser protegido e preservado por todos.
Este código estabelece que o poder público pode controlar e fiscalizar a sua devida utilização e que os infratores devem ser penalizados financeiramente e processualmente por eventuais descumprimentos que propiciem sua poluição ou qualquer outra degradação.
CÓDIGO DA MINERAÇÃO (ANO DE 1934)
É uma legislação que regulamenta a administração dos recursos minerais pela União, juntamente a sua indústria, comércio e consumo. Tem como objetivo o estabelecimento das normas para as atividades voltadas para a mineração.
O código nos apresenta os conceitos de: mina, lavra, garimpo, dentre outros. Define como deve ser realizada a pesquisa mineral e quais os seus objetivos, que são desenvolvidos através de pesquisas no campo ou nos laboratórios, tais como: levantamentos geológicos, geofísicos e geoquímicos das áreas a serem exploradas, a fim de estabelecer limites para a prática da mineração, bem como as diretrizes a serem cumpridas pela atividade.
ÓDIGO FLORESTAL (ANO DE 1934)
É a legislação que determina sobre a exploração da vegetação nativa brasileira, mapeando quais áreas devem ser preservadas e quais podem ser exploradas, desde que adequadamente.
O código florestal criou as chamadas Áreas de Reserva Legal, que são espaços destinados à preservação de parte de cada propriedade ou posse rural, estabelecendo parâmetros legais para a exploração, e as Áreas de Preservação Permanente, que têm objetivo de resguardar as beiras de rios, encostas, as nascentes, fauna e flora, estabelecendo estas como áreas onde não podemos construir e nem explorar economicamente.
É a legislação que determina sobre a exploração da vegetação nativa brasileira, mapeando quais áreas devem ser preservadas e quais podem ser exploradas, desde que adequadamente.
O código florestal criou as chamadas Áreas de Reserva Legal, que são espaços destinados à preservação de parte de cada propriedade ou posse rural, estabelecendo parâmetros legais para a exploração, e as Áreas de Preservação Permanente, que têm objetivo de resguardar as beiras de rios, encostas, as nascentes, fauna e flora, estabelecendo estas como áreas onde não podemos construir e nem explorar economicamente.
CÓDIGO DE PESCA (ANO DE 1938)
A pesca é uma atividade bem antiga, desenvolvida em princípio para sustento próprio, e mais tarde virou uma prática explorada para atividades comerciais, o que gerou a necessidade de uma fiscalização específica e uma maior preocupação na sua preservação.
O código objetiva a proteção de todas as espécies aquáticas, peixes, crustáceos, moluscos, como também crocodilos, rãs e baleias.
ESTATUTO DA TERRA (ANO DE 1964)
É a legislação que dispõe sobre o uso, ocupação e relações fundiárias no Brasil. Estabelece que o Estado tem o dever de assegurar o direito de aquisição à terra para quem nela vive e trabalha.
AGÊNCIAS SETORIAIS
Figura 7 – A regulamentação
Fonte: SHUTTERSTOCK, 2018.
É uma agência reguladora que surgiu através de leis com características de autarquias onde o Estado possui requisitos jurídicos, autonomia e recursos próprios, podendo se autocomandar. Tem como objetivo regular e fiscalizar as atividades ligadas ao serviço público praticadas por empresas privadas.
Apoiadas no intuito maior de preservação, criaram-se nesse período as agências setoriais a seguir:
Ministério de Minas e Energia
Órgão da administração pública federal que tem como objetivo a monitoração e fiscalização das políticas públicas, bem como a manutenção do equilíbrio entre a oferta e demanda de recursos naturais para obtenção de energia nos segmentos abaixo:
I – geologia, recursos minerais e energéticos;
II – aproveitamento da energia hidráulica;
III – mineração e metalurgia; e
IV – petróleo, combustível e energia elétrica, inclusive nuclear.
Tela 07
Instituto Brasileiro de Desenvolvimento Florestal (IBDF)
Autarquia federal ligada ao Ministério da Agricultura, com objetivo de estimular o crescimento de atividades florestais e afins, de forma sustentável.
Superintendência de Desenvolvimento da Pesca (SUDEPE)
Conhecida como a gestão da pesca, a SUDEPE teve sua atuação voltada para o monitoramento da pesca que era voltada para os setores econômico e social.
ATENÇÃO
A SUDEPE foi extinta em 1989, surgindo o IBAMA, com a autonomia de fiscalizar as atividades voltadas para a pesca, buscando a sustentabilidade da atividade e a preservação dos recursos naturais aquáticos.
Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA)
O INCRA tem como objetivo a realização de forma organizada e justa da reforma agrária – onde o governo realiza a divisão de terras entre famílias com intuito de aumentar as plantações –, de administrar terras públicas, manter e realizar a gestão do cadastro nacional de imóveis rurais, desenvolvendo assentamentos sustentáveis e normalizando as terras públicas designadas para esses assentamentos.
Os objetivos do INCRA são a diminuição da pobreza, bem como o respeito às normas de distribuição de terras para que não ocorram disputas para obtenção de terras.
Tela 08
Figura 8 – Natureza
Fonte: SHUTTERSTOCK, 2018.
ZONAS NATURAIS PROTEGIDAS
As chamadas Zonas Naturais Protegidas são áreas públicas ou privadas que devem ser protegidas por apresentarem recursos naturais que precisam ser preservados, instituídos no CódigoFlorestal.
Temos dois conceitos de áreas protegidas:
· Áreas de Preservação Permanente: compreendem as margens de rios, lagos, paisagens, fauna e flora, dentre outros.
· Reserva Legal: são terras de propriedade rural que devem ser protegidas.
Seguem algumas áreas naturais que são protegidas legalmente.
PARQUE NACIONAL DO ITATIAIA (CRIADO EM 1937)
O parque está localizado na Serra da Mantiqueira, divisa entre os estados do Rio de Janeiro e Minas Gerais, sendo uma unidade de conservação (UC) de preservação total da natureza, onde existem fauna e flora de grande variação, principalmente por causa do seu relevo e clima. É uma região que apresenta ricos recursos naturais e de uma beleza única.
ATENÇÃO PARA SABER
A gestão do Parque é realizada pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) – autarquia ligada ao Ministério do Meio Ambiente e incorporado ao Sistema Nacional do Meio Ambiente (SISNAMA).
PARQUE NACIONAL DO IGUAÇU (CRIADO EM 1939)
Parque Nacional do Iguaçu (criado em 1939)
Região conhecida como as Cataratas do Iguaçu, localizada no Extremo Oeste Paranaense, cerca de 17 km do centro de Foz do Iguaçu, criada em 10 de janeiro de 1939, e considerada Patrimônio Nacional da Humanidade, onde encontramos as mais belas cataratas da Terra. A fauna apresenta grande variação de espécies: borboletas, mamíferos, peixes, lagartos, dentre outros.
CURIOSIDADES
Foi um dos finalistas da campanha mundial das Sete Maravilhas Naturais do Mundo em 2007. Sua gestão é realizada pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).
 
Tela 09
PARQUE NACIONAL DA SERRA DOS ÓRGÃOS (CRIADO EM 1939)
Unidade de Conservação localizada na Serra dos Órgãos – Rio de Janeiro. Recebe muitas visitas principalmente para a prática de esportes na montanha, como, por exemplo, escaladas, rapel e caminhadas. É uma região de lindas cachoeiras e variedades de trilhas, desde as suspensas à próprias aos cadeirantes.
FLORESTA NACIONAL DE ARARIPE-APODI (CRIADO EM 1946)
É a primeira floresta nacional brasileira situada no Ceará. É uma Unidade de Conservação elaborada para proteger as fontes de água do semiárido e impedir o crescimento da desertificação no Nordeste. As chapadas do Araripe e do Apodi recolhem as águas das chuvas, dispensando-as nas estações da seca para a flora e fauna. A floresta está sob a gestão do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).
PARQUE NACIONAL DO ARAGUAIA (CRIADO EM 1959)
O parque está localizado no sudoeste de Tocantins, situado entre 3 (três) faixas: floresta amazônica, cerrado e pantanal. Formado por diversas espécies da fauna e também por uma vegetação bem variada, sendo conhecido pela beleza em seu conjunto, atraindo vários turistas. Esta Unidade de Conservação propicia a preservação da biodiversidade da região juntamente com a manutenção dos direitos da população indígena residente.
Tela 10
PARQUE NACIONAL DAS EMAS (CRIADO EM 1961)
Unidade de Conservação que protege integralmente a natureza situada no sudoeste de Goiás, considerada como Patrimônio Nacional da Humanidade. No parque encontramos várias espécies de fauna, flora e mamíferos que hoje estão sob o risco de extinção. Abrange atrações turísticas vislumbradas em passeios de bicicletas e realização de trilhas, sendo os passeios realizados com o agendamento e contratação de guias turísticos.
Figura 11 – Hidrelétrica de Itaipu
Fonte: SHUTTERSTOCK, 2018.
PARQUE NACIONAL DAS SETE QUEDAS (CRIADO EM 1961)
Também conhecido como as “sete quedas” do rio Paraná – foram as maiores cachoeiras em volume de água do mundo. As quedas atraíram muitos turistas por sua beleza e imensidão, porém, em 1966, foram decretadas sua submersão, e o parque foi fechado, ocorrendo o surgimento da Usina Hidrelétrica de Itaipu.
Tela 11
O CONTROLE DA POLUIÇÃO DAS INDÚSTRIAS
O debate sobre a necessidade de um maior controle da emissão de poluentes industriais teve seu ápice no ano de 1972, motivado pela Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente, realizada em Estocolmo, Suécia. Nesta época, o controle da poluição das indústrias teve pouco apoio no Brasil, repercutindo de forma negativa internacionalmente, pois nossos governantes visavam ao crescimento econômico obtido pela exploração do meio ambiente.
Em 1973, surgiu a Secretaria Especial de Meio Ambiente (SEMA), responsável pelos assuntos ambientais, sendo voltada para cuidar dos assuntos referentes ao meio ambiente, enfatizando o papel das indústrias como causadoras da degradação ambiental e estipulando ao Estado o controle para o andamento adequado das atividades industriais sem grandes danos aos recursos naturais.
Na década de 1970, verificamos uma época de grande avanço das regiões metropolitanas e forte urbanização, e, como consequência, tivemos uma diminuição dos recursos naturais, surgindo, assim, a necessidade da criação de novas políticas voltadas para impedir maiores danos ao meio ambiente. Ficam em evidência os projetos criados pelo Comitê Especial de Estudos Integrados de Bacias Hidrográficas (CEEIBH), como também as Leis Metropolitanas de Zoneamento Industrial.
Tela 12
No ano de 1981, surgiu a Política Nacional do Meio Ambiente, prevista na Lei nº 6.938/1981, e, em 1985, surge o Ministério de Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente com o objetivo de executar programas pertencentes ao governo para proteção das áreas ambientais.
ATENÇÃO
Destacamos com a Lei nº 6.938/1981 a criação do órgão consultivo e deliberativo Conselho Nacional de Meio Ambiente (CONAMA) e do Sistema Nacional do Meio Ambiente (SISNAMA), que obriga o Estado (nas esferas Federal, Estadual e Municipal) a responder por suas participações no meio ambiente, criando instrumentos jurídicos e até mesmo impondo penalidades para os descumprimentos das medidas de proteção aos bens naturais.
A preocupação dos legisladores e a política instaurada eram de cunho preventivo, e buscava-se um equilíbrio entre os avanços industriais da década juntamente com a prevenção para que meio ambiente não fosse degradado; visavam, assim, uma maior qualidade de vida e também um maior crescimento econômico. Para que isso fosse possível, a utilização dos recursos naturais deveria ser fiscalizada por órgãos competentes, e quem infringisse as normas seria penalizado juridicamente. Nesse sentido, fez-se, então, necessária uma evolução do entendimento sobre o desenvolvimento sustentável.
Tela 13
A EVOLUÇÃO DO CONCEITO DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL
No Brasil, no ano de 1992, houve um grande avanço no quesito proteção ao meio ambiente e uma grande preocupação com o futuro ambiental visando ao desenvolvimento mais sustentável, que nada mais é que o desenvolvimento econômico respeitando os parâmetros de conservação do meio ambiente, preocupando-se com os impactos negativos para as presentes e futuras gerações.
CURIOSIDADES
O Rio de Janeiro, em junho de 1992, foi palco do grande evento de conscientização ambiental Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento, conhecida também como Rio 92 e Cúpula da Terra. Este evento reuniu grandes autoridades de todo o mundo para discutirem e apresentarem soluções sobre estudos voltados aos problemas ligados ao meio ambiente, dentre eles: o efeito estufa, os desmatamentos, a poluição das águas e do ar e vários outros.
Depois da Conferência de Estocolmo, em 1972, que foi o primeiro e também grande evento envolvendo discussões e apontamentos sobre a degradação ambiental e seus possíveis efeitos, tivemos a Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento, que se destacou com a mesma finalidade, a preservação e proteção aos recursos naturais, conscientizando pessoas e políticos da necessidade de adquirirmos o desenvolvimento econômico baseando-se no conceito de desenvolvimento sustentável: desenvolver sem acabar com os recursos para o futuro. Alguns princípios foram estabelecidos para que de fato fosse possível o desenvolvimento sustentável.
Tela 14
PRINCÍPIOS DO DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL
Figura 12 – Desenvolvimento sustentável
Fonte:SHUTTERSTOCK, 2018.
O primeiro passo para obter o desenvolvimento econômico é a conscientização de que os recursos ambientais acabam se forem utilizados sem o devido planejamento; sendo assim, o desenvolvimento econômico deve considerar os recursos naturais como finitos.
O desenvolvimento sustentável incentiva à diminuição do uso de matérias-primas pelo aumento dos métodos de reutilização e reciclagem que são utilizados para combater os desperdícios, a poluição ambiental e reduzir o volume de lixos que geramos e são descartados em aterros, lixões ou até mesmo em lugares inapropriados onde os resíduos são constantemente descartados.
Tela 15
NESSE SENTIDO, NA CONCEITUAÇÃO DOS PROCESSOS DE RECICLAGEM E REUTILIZAÇÃO TEMOS:
RECICLAGEM
Reprocessar e produzir algo novo: oferece uma economia, pois não haverá nova produção, e desta forma haverá uma diminuição na exploração dos recursos naturais, no consumo de energia e na poluição ambiental, saindo economicamente mais em conta do que uma nova produção. Tem como objetivo a modificação de um material/produto em algo novo, como, por exemplo, alguns materiais que podem ser reciclados: papel, plástico, latinhas de metal e etc. E devemos levar em conta que alguns materiais recicláveis, como garrafa pets, por exemplo, podem, após o processo de reciclagem, ser transformados em outros artigos, como peças decorativas e outros.
REUTILIZAÇÃO
Não encaixa num reprocessamento, mas sim em um reaproveitamento de uso, sendo forte aliada na gestão de resíduos e diminuição do desperdício. Não visa à modificação em algo novo, e sim reutilização para a mesma ou outras finalidades. Consiste em não jogar no lixo o que pode ser reaproveitado; exemplos: garrafas que viram vasos de decoração, papeis já usados que viram folhas para impressões do verso em branco ou blocos de rascunhos, dentre outros.
Tela 16
Percebe-se, então, que o desenvolvimento sustentável permitiu uma maior consciencialização ecológica tomando grandes proporções em âmbitos mundial e nacional. Os danos ambientais passaram a ser mais fiscalizados, evitando, dessa forma, uma exploração sem limites, bem como permitindo ao cidadão maior conhecimento com as consequências da degradação ambiental.
ATENÇÃO
Vale ressaltar que a coleta seletiva do lixo tem papel fundamental no processo de reciclagem, pois, quando separamos adequadamente nosso lixo, chegamos a altos índices de possíveis aproveitamentos.
Neste cenário de crescimento e conscientização, surge a necessidade de valorizar o conceito de sustentabilidade, distribuindo funções para a sociedade, Estados e também para as empresas. Para chegarmos nesse avanço de desenvolvimento sustentável, percorremos vários princípios e legislações. O Estado criou os órgãos reguladores e fiscalizadores, empenhou-se em projetos voltados para a conscientização humana num avanço do Direito Ambiental com fundamentos normativos visando à preservação dos bens naturais.
Tela 17
VIDEO SALVO APOWEREC
Tela 18
E, ASSIM, FINALIZAMOS A UNIDADE
Caro aluno, nesta unidade, você aprendeu como a legislação ambiental preserva as áreas públicas com grandes recursos ambientais da ação do desenvolvimento desenfreado. Mesmo visando ao crescimento industrial, busca a proteção e conservação das nossas belezas naturais, como as florestas, cachoeiras, fauna e flora, que se transformaram em áreas turísticas internacionalmente conhecidas, sendo fortemente fiscalizadas para que não haja degradação e, assim, se mantenha o equilíbrio para nossa melhor qualidade de vida.
O avanço no desenvolvimento sustentável com uma maior conscientização para evitar o desperdício originou práticas como a reciclagem e reutilização do lixo para um meio ambiente mais saudável, impactando em menores gastos financeiros e menor utilização de novas matérias-primas para novas produções.
Como produto direto dessa crescente educação ambiental, temos o surgimento da fiscalização e preservação das zonas naturais, que são nossos parques com paisagens belíssimas protegidas e conservadas. O desenvolvimento sustentável só acontecerá se mantivermos nosso meio ambiente cada vez mais saudável, e, assim, ele nos propiciará uma melhor qualidade de vida.
Tela 19
EXERCÍCIOS
Questão 1
Correto
Atingiu 0,34 de 0,34
Marcar questão
Texto da questão
A Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento aconteceu no grande evento sediado em(no):
Escolha uma opção:
Estocolmo, em 1990
Estocolmo, em 1992
Suécia, em 1990
Rio de Janeiro, em 1990
Rio de Janeiro, em 1992
Questão 2
Correto
Atingiu 0,34 de 0,34
Marcar questão
Texto da questão
Através de um de seus instrumentos, a Política de Meio Ambiente regula que o desenvolvimento econômico deve respeitar os parâmetros de conservação do meio ambiente, preocupando-se com as presentes e futuras gerações, incentivando assim os processos de reciclagem e reutilização da matéria-prima.
Em relação ao instrumento citado, assinale a alternativa que o determina:
Escolha uma opção:
Agências Setoriais
Código da Mineração
Estatuto da terra
Desenvolvimento Sustentável
Código Florestal
Questão 3
Correto
Atingiu 0,34 de 0,34
Marcar questão
Texto da questão
“Trata-se de uma legislação que tem como objetivo a proteção da qualidade das águas, busca sua preservação através da proibição de atividades capazes de degradar as águas dos rios, nascentes, poços e represas”.
Assinale a alternativa que indica CORRETAMENTE o código conceituado:
Escolha uma opção:
Código da Mineração
Código da Pesca
Código Civil
Código Florestal
Código das Águas
Questão 4
Correto
Atingiu 0,34 de 0,34
Marcar questão
Texto da questão
A legislação que dispõe sobre o uso, ocupação e relações fundiárias no Brasil e estabelece que o Estado tem o dever de assegurar o direito de aquisição à terra para quem nela vive e trabalha é a(o):
Escolha uma opção:
Planejamento Territorial
Código da Mineração
Estatuto da Terra
Âgencias Setoriais
Gestão Integrada dos Recursos Naturais
Questão 5
Correto
Atingiu 0,34 de 0,34
Marcar questão
Texto da questão
O código que objetiva proteger todas as espécies aquáticas, peixes, crustáceos, moluscos, como também crocodilos, rãs e baleias é o:
Escolha uma opção:
Estatuto da Terra
Código das Águas
Código da Mineração
Código Florestal
Código da Pesca
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