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22/12/2021 09:13 Educação Ambiental
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Educação Ambiental
Gestão Ambiental e Responsabilidade Social
1. Introdução
No Dicionário Brasileiro da Língua Portuguesa (MICHAELIS, 2018), a palavra Educação apresenta
nove definições, sendo, por exemplo: “Ato ou processo de educar (-se)”, “Processo que visa ao
desenvolvimento físico, intelectual e moral do ser humano, através da aplicação de métodos
próprios, com o intuito de assegurar-lhe a integração social e a formação da cidadania” e
“Conhecimento e prática de boas maneiras no convívio social; civilidade, polidez”.
Pense se o ser humano pode ser considerado educado, ao observar as imagens a seguir.
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Então, você realmente acha que o “ser humano” é educado? Quem é educado não destrói o que não
é seu, respeita o próximo, cuida e preserva o que é de todos. Então, por que está havendo tanta
destruição e atitudes deselegantes no nosso cotidiano? Precisamos pensar sobre isso e refletir,
porque toda mudança só ocorre quando nós nos conscientizamos dos nossos erros e ajudamos o
nosso próximo a se conscientizar e mudar de atitudes também. Então, não é o professor
responsável pela educação? A resposta certa é que todos são responsáveis pela educação e ela
ocorre a todo o momento e em todo lugar por todas as pessoas.
Ser Humano Educado faz isso?
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Vamos passear pela educação sendo ela focada na área ambiental e redescobrir o que temos que
reaprender?
Em alguns anos, Werner E. Zulauf faz uma reflexão sobre a ação do homem no planeta em seu
artigo científico “O meio ambiente e o futuro”. Em um dos seus parágrafos, é acordado que “[...] a
qualidade da água se encontra fortemente ameaçada; que o clima tende a se transformar no
próximo século por conta do efeito estufa e da redução da camada de ozônio e que a
biodiversidade tende a se reduzir, empobrecendo o patrimônio genético [...]”.  E, como podemos
perceber, já estamos sofrendo nos dias de hoje os efeitos do descaso com o meio ambiente.
Leia o texto e adquira mais informações para ser cada dia mais um ser humano crítico que possui
opiniões embasadas na ciência para promover melhoria no meio ambiente e, assim, promover vida
para todos.
Acesse o artigo
2. Conceitos de Educação Ambiental
Antes de começar a leitura sobre o tema, assista ao vídeo abaixo para entrar no assunto sobre
educação ambiental no mundo e no Brasil.
O homem em contato com o meio ambiente sempre provocou mudanças, mas, há muitos anos,
essas eram para sua sobrevivência e manutenção da vida não levando a uma exploração além do
que os recursos naturais poderiam suportar. No início, eram poucas pessoas e muito ambiente, mas
a população foi aumentando e junto com ela o modo de produção foi se diferenciando, foi crescendo
a supervalorização do capitalismo (dinheiro e lucro a qualquer preço) sem se preocupar com
ambiente onde ele vivia. O homem foi se colocando acima de tudo e de todos e, como consequência
da sua intervenção irresponsável, foi gerando degradação ambiental do ar, do solo e da água para as
gerações presente e futura.
Destruição do planeta Terra.
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-40142000000200009
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A resposta é sim, mas isso só ocorrerá se for por meio de uma educação transformadora, crítica,
reflexiva, uma educação que leva à conscientização e, portanto, a uma mudança de atitude.
Segundo Paulo Freire “Educação não transforma o mundo. Educação muda as pessoas. Pessoas
transformam o mundo”.
Vamos conhecer alguns conceitos/definições de educação ambiental? Antes, pense um pouco e,
com seus conhecimentos, escreva sua definição. Em seguida, compare a sua definição com algumas
outras existentes na literatura.
A “Conferência Intergovernamental sobre Educação Ambiental” foi um marco na área de educação
ambiental. Essa Conferência foi organizada pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a
Ciência e a Cultura (UNESCO) na cidade de Tbilisi, Geórgia (ex-URSS), no período de 14 a 26 de
outubro de 1977. Nela, foi aprovada uma declaração que contempla 41 recomendações sobre o
tema, e, dentre as várias informações, ela relata que:
“A Educação Ambiental, bem compreendida, deverá constituir uma educação geral
permanente que reaja às mudanças produzidas num mundo em rápida evolução.
Essa educação deverá preparar o indivíduo através da compreensão dos principais
problemas do mundo contemporâneo, proporcionando-lhe os conhecimentos técnicos e as
qualidades necessárias para desempenhar uma função produtiva que vise melhorar a
vida e proteger o ambiente, valorizando os aspectos éticos”.
Será que podemos minimizar alguns problemas ambientais já presentes no nosso dia a dia e evitar
outros?
No artigo científico: “Por uma nova ética ambiental”, de Viveiros et al. (2015), lemos que o “[...]
cientificismo contribuiu para que se aprofundasse a visão de posse absoluta e a exploração
implacável sobre a natureza (terra, água, florestas), e que as fragilidades apresentadas pelo Planeta
na atualidade são resultados do modo pelo qual se deu essa relação, ou seja, o modo como a partir
do “domínio” sobre a natureza, o homem dilapidou e continua dilapidando os recursos naturais,
com o intuito de produzir cada vez mais bens para o consumo, gerar e concentrar riquezas”.
Leia o artigo na íntegra e faça uma reflexão sobre os pontos de vista levantados pelos autores.
http://www.scielo.br/pdf/esa/v20n3/1413-4152-esa-20-03-00331.pdf
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A Declaração da Conferência Intergovernamental sobre Educação Ambiental (Conferência de
Tbilisi) deixa claro que educação ambiental deve produzir transformação no ser humano para que
ele, com consciência, possa conviver com o meio ambiente harmoniosamente, pois um depende do
outro para ter vida.
As recomendações de educação ambiental propostas na declaração da Conferência de Tbilisi
serviram de referencial para todo mundo e, a partir dela, foram sendo construídas outras definições
tendo-a sempre como base. De acordo com Pessoa (2011, p.1) “as principais proposições de Tbilisi
giram em torno das interações dos seres humanos entre si e com o meio e da responsabilidade de
participação de cada um nas decisões e posturas em relação ao meio”.
Mousinho (2003, p.158) conceitua Educação Ambiental como:
“É um processo em que se busca despertar a preocupação individual e coletiva para a
questão ambiental, garantindo o acesso à informação em linguagem adequada, contribuindo
para o desenvolvimento de uma consciência crítica e estimulando o enfrentamento das
questões ambientais e sociais. Desenvolve-se num contexto de complexidade, procurando
trabalhar não apenas a mudança cultural, mas também a transformação social, assumindo a
crise ambiental como uma questão ética e política”(Grifo nosso).
Na Lei brasileira nº 9.795/99, que trata da educação ambiental, no artigo 1º a educação ambiental é
descrita como:
“[...] os processos por meio dos quais o indivíduo e a coletividade constroem valores
sociais, conhecimentos, habilidades, atitudes e competências voltadas para a
conservação do meio ambiente, bem de uso comum do povo, essencial à sadia qualidade
de vida e sua sustentabilidade”.
Homem e meio ambiente: convívio harmonioso.
Brasil: único país da América Latina que possui uma política nacional específica para a Educação Ambiental.
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A educação ambiental, como foi visto nas definições apresentadas, é uma responsabilidade do
indivíduo e da coletividade, e ela deve promover uma consciência crítica para que o homem possa
promover desenvolvimento sem degradar/destruir/matar o meio ambiente. Você, por acaso, já viu
o vídeo “Carta escrita no ano de 2070”? Ele apresenta a falta de educação ambiental do ser humano
e as suas consequências. Você, ao assistir, pode pensar: o vídeo é uma ficção. Será que essa ficção
não poderia ser tornar uma realidade? Espero que isso nunca aconteça, afinal ninguém gostaria de
viver no mundo mostrado no vídeo, certo? Porém, para isso, precisamos repensar nossa relação
com o meio ambiente e cuidar/preservar, pois só existe, no mundo inteiro, o planeta Terra para
vivermos.
É importante ressaltar que a educação ambiental não é uma responsabilidade só das instituições de
ensino. Você também tem essa responsabilidade no seu dia a dia, pois, segundo Candiani (et. al.
2004, p.76), a educação ambiental deve ser “[...] uma educação para a cidadania; configurando-se
como elemento determinante para a consolidação de sujeitos cidadãos. [...] cada pessoa ser
portadora de direitos e deveres, e por conta disso converter-se em ator corresponsável na defesa da
qualidade de vida”. Tenho certeza que você, aluno, está se tornando a cada dia um ser humano mais
consciente com o cuidar/preservar o ambiente.
3. História, Conferências, Leis e Decretos da
Educação Ambiental no Mundo e no Brasil
Então, agora que já temos uma ideia do que é educação ambiental, vamos ver como foi o percurso,
desse assunto até os dias de hoje, conhecendo um pouco da história, dos congressos e tratados.
Antes de ler o texto, assista ao vídeo recomendado abaixo para ter uma noção sobre a história da
educação ambiental.
A história da educação ambiental inicia-se nos anos 60 em função dos sérios danos ambientais a
que o planeta Terra estava sendo submetido pelo modelo do desenvolvimento econômico adotado.
Dias (2004, p.74) relata alguns danos:
“Rios mortos, transformados em canais de lodo, o ar das cidades envenenado pela poluição
generalizada, destruição das florestas, solos envenenados por biocidas, águas contaminadas e
tantas outras mazelas compunham, enfim, um quadro de devastação sem precedentes na
existência da espécie humana”.
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Nesse quadro de devastação, surge, em 1962, uma publicação “bomba” de um livro chamado
“Primavera Silenciosa”. Esse livro foi escrito pela bióloga norte americana Rachel Carson. Sua
publicação provocou uma verdadeira revolução e fez o mundo parar para pensar sobre como
estávamos lidando com as questões ambientais em todo planeta e como poderíamos ser
prejudicados levando, assim, a temática ambiental a ser repensada e discutida internacionalmente
(DIAS, 2004).
O livro “Primavera Silenciosa” faz várias denúncias ambientais acendendo um alerta para os
problemas ambientais. Em seu livro a autora relata:
“Pela primeira vez na história do mundo, cada um dos seres humanos está agora sujeito a
entrar em contato com substâncias químicas perigosas... Elas entraram e alojaram-se no
corpo dos peixes, dos pássaros, dos répteis, dos animais domésticos e dos animais selvagens...
Tudo isso acontece em consequência do surto repentino e do prodigioso crescimento da
indústria.”.
Ela alertou a todos que a destruição de plantas e animais, ou seja, do ambiente em si, estaria
afetando a vida do homem. As plantas, os animais, a água, o solo, o ar e o homem, ou seja, todos
fazem parte do sistema de vida do planeta e um depende do outro. Afetando um, todos serão
afetados. A partir daí, foram surgindo vários eventos para debater sobre o assunto. Por exemplo,
em 1968, foi realizada a Conferência sobre Educação na Grã-Betanha e nela foi recomendada a
fundação da Sociedade para Educação Ambiental que ocorreu em 1969. Também em 1968, na
cidade de Roma, houve a criação do Clube de Roma, que foi formado por 30 especialistas, de
diversas áreas, com o objetivo de discutir as questões ambientais. O tema educação ambiental passa
a ser tão importante que, em 1969, houve o lançamento da primeira revista sobre Educação
Ambiental (DIAS, 2004).
Dentre os diversos eventos, nos dias 05 a 16 de junho de 1972, a Organização das Nações Unidas
(ONU) organizou, na cidade de Estocolmo, Suécia, a primeira Conferência Mundial de Meio
Ambiente Humano, conhecida também como Conferência de Estocolmo. Nessa Conferência,
surgiram as diretrizes para o Programa Internacional de Educação Ambiental, em que a
recomendação nº 96 “reconhece o desenvolvimento da Educação Ambiental” como o elemento
crítico para o combate à crise ambiental do mundo” (DIAS, 2004, p.36). Pedrini (1998) destaca que
foi nessa Conferência que a educação ambiental foi considerada, pela primeira vez, importante para
minimizar a degradação ambiental. 
Devastação ambiental.
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Enquanto a Conferência de Estocolmo discutia a preservação e a melhoria do ambiente, o Brasil,
para promover o seu desenvolvimento industrial, por meio dos seus representantes, anunciava ao
mundo que estava aberto à poluição e à degradação ambiental, desde que isso resultasse em
aumento do Produto Interno Bruto (PIB) e, conforme estava anunciado em um cartaz, “[...]temos
várias cidades que receberiam de braços abertos a sua poluição, porque o que nós queremos são
empregos, são dólares para o nosso desenvolvimento” (DIAS, 2004, p.36). É assustadora essa
posição do Brasil. Aí vemos reforçada a importância de uma Educação Ambiental no dia a dia da
população, seja ela política ou não.
Em 1973, pelo decreto 73.030, foi criada no Brasil a Secretaria Especial de Meio Ambiente (SEMA)
que trataria das questões ambientais e, em 1977, a SEMA iniciou a formulação de um documento de
Educação Ambiental para servir como referência nacional (MINISTÉRIO DE MEIO AMBIENTE,
2018).
Em 1975, a UNESCO realizou o Encontro Internacional em Educação Ambiental, na cidade de
Belgrado, onde foi produzida a Carta de Belgrado, que contempla os princípios e orientações para
uma educação ambiental internacional. Nesse mesmo ano, vários países realizam encontros para
debater o tema (DIAS, 2004).
Em 1977, surgiu o mais importante congresso na área de educação ambiental, a I Conferência
Intergovernamental sobre Educação Ambiental na cidade de Tbilisi, capital da Georgia. Ela
foi organizada pela UNESCO e PNUMA e é considerada referência internacional quando se fala em
educação ambiental (DIAS, 2004). A Declaração dessa Conferência apresentava os objetivos, as
funções, as estratégias, as características e as recomendações para educação ambiental. Das 41
recomendações de Tbilisi, consta a Recomendação nº 1 no site do MINISTÉRIO DE MEIO
AMBIENTE.Conheça mais sobre os movimentos ambientais a partir do século XIX até o ano de 2015 lendo o
texto escrito pela ONU e assistindo aos vídeos presentes no link a seguir:
NAÇÕES UNIDAS
https://nacoesunidas.org/acao/meio-ambiente/
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E daí para frente, várias outras conferências foram acontecendo. Estaremos relatando somente
algumas.
Em 1981, a lei nº 6.938 estabeleceu a Política Nacional do Meio Ambiente (PNMA), seus fins e
mecanismos de formulação e aplicação. Essa lei, no seu artigo 2, apresentou como princípios “X -
educação ambiental a todos os níveis de ensino, inclusive a educação da comunidade, objetivando
capacitá-la para participação ativa na defesa do meio ambiente” (BRASIL, 1981, p.1).
Reforçando uma educação ambiental para todos, o capitulo VI da Constituição Federal Brasileira de
1988, no artigo 225, relata que cabe ao poder público “VI - promover a educação ambiental em
todos os níveis de ensino e a conscientização pública para a preservação do meio ambiente”
(BRASIL, 1988, p.1).
Em 1989, o SEMA se fundi com Sudepe, Sudhevea e IBDF. Assim, é formado o IBAMA (Instituto
Brasileiro de Meio Ambiente). Ele foi criado pela lei 7.335 e, dentre suas várias atribuições, está a
educação ambiental (BRASIL, 1989).
Em 1992, ocorreu a importante “Conferência sobre o Meio Ambiente e o Desenvolvimento
(UNCED)”, conhecida também como Rio-92 ou Eco-92. Dentre os vários assuntos ambientais
abordados, a educação ambiental foi um deles. Segundo Dias, (2004, p.50):
Das 41 recomendações de Tbilisi, consta a Recomendação nº 1 no site do MINISTÉRIO DE MEIO
AMBIENTE.
Conheça-a
Rio 92 ou Eco 92.
https://www.mma.gov.br/destaques/item/8065-recomenda%C3%A7%C3%B5es-de-tbilisi
https://cead.uvv.br/conteudo/wp-content/uploads/2020/04/aula_gessoc_top06_img01-1-768x485.jpg
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“A Rio-92 corrobora as premissas de Tbilisi e através da Agenda 21, Seção IV, Cap. 4, define as
áreas de programas para a EA, reorientando a educação para o desenvolvimento sustentável.
A conferência Rio-92 atualmente é reconhecida como o encontro internacional mais
importante desde que o ser humano se organizou em sociedades.
Durante a Rio-92, a assessoria do MEC promove no CIAC Rio das Pedras, Jacarepaguá, Rio de
Janeiro, de 01 a 12 de junho, o Workshop sobre EA, com o objetivo de socializar os resultados
das experiências em EA, integrar a cooperação do desenvolvimento em EA nacional e
internacional, e discutir metodologias e currículo para a EA. No encontro foi formalizada a
Carta Brasileira para EA.
O IBAMA cria, no âmbito das Superintendências Estaduais, os Núcleos de Educação Ambiental
(NEA), visando estimular o desencadeamento do processo de EA nos estados”.
Em 1994, o Programa Nacional de Educação Ambiental (ProNEA) foi aprovado pelo presidente da
República e a sua missão é: “A educação ambiental contribuindo para a construção de sociedades
sustentáveis com pessoas atuantes e felizes em todo o Brasil” (BRASIL, 2014, p.26). Ele possui
vários objetivos, porém listaremos apenas alguns a seguir.
“Promover processos de educação ambiental voltados para valores humanistas,
conhecimentos, habilidades, atitudes e competências que contribuam para a participação
cidadã na construção de sociedades sustentáveis.
Fomentar processos de formação continuada em educação ambiental, formal e não formal,
dando condições para a atuação nos diversos setores da sociedade.
[...]
Promover campanhas de educação ambiental nos meios de comunicação de massa, de
forma a torná-los colaboradores ativos e permanentes na disseminação de informações e
práticas educativas sobre o meio ambiente.
[...]
Promover a inclusão digital para dinamizar o acesso a informações sobre a temática
ambiental, garantindo inclusive a acessibilidade de portadores de necessidades especiais.
[...]
Promover e apoiar a produção e a disseminação de materiais didático-pedagógicos e
instrucionais.
Sistematizar e disponibilizar informações sobre experiências exitosas e apoiar novas
iniciativas.
Produzir e aplicar instrumentos de acompanhamento, monitoramento e avaliação das
ações do ProNEA, considerando a coerência com suas Diretrizes e Princípios” (BRASIL,
2014, p.26-27).
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Em 1999, é instituída a Lei 9.795 referente à Política Nacional de Educação Ambiental e, em 2002,
essa política é regulamentada pelo Decreto nº 4.281 de 25 de junho de 2002 (BRASIL, 1999,
2002). 
Pelo visto, a estrada para a consolidação da educação ambiental ainda tem muito a caminhar, mas
ela só será percorrida com sucesso quando houver conscientização de que o homem depende do
ambiente e vice-versa. Essa estrada tem que ter suas pegadas para que o fim (se tiver) seja de
sucesso e isso significa vida para todos.
4. Conclusão
No tópico, buscou-se mostrar como surgiu a educação ambiental, suas definições e algumas
conferências que auxiliariam nas discussões sobre a temática. A Educação Ambiental deve estar
presente no dia a dia do indivíduo e da coletividade para que todos possam participar da
preservação ambiental com consciência. Parafraseando Paulo Freire, é a educação do homem que
pode promover mudanças, positivas ou negativas, no planeta Terra.
O caminhar da educação ambiental ainda não chegou ao fim. Ele começou nos anos 60 e ainda
temos muito que evoluir para que essa estrada nos leve a um planeta onde possamos ter vida de
qualidade para TODOS.
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Senado Federal, 1988.
______ . Decreto nº 4.281, de 25 de junho de 2002. Regulamenta a Lei n 9.795, de 27 de
abril de 1999, que institui a Política Nacional de Educação Ambiental, e dá outras providências.
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10 nov. 2019.
o
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______ . Lei nº 9.795, de 27 de abril de 1999. Dispõe sobre a educação ambiental, institui a
Política Nacional de Educação Ambiental e dá outras providências. Disponivel em:
http://www2.mma.gov.br/port/conama/legiabre.cfm?codlegi=321>. Acesso em: 10 nov. 2019.
______. Lei nº 6.938, de 31 agosto de 1981. Dispõe sobre a Política Nacional do Meio
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______. Lei nº 7.734, de 22 de fevereiro de 1989. Dispõe sobre a extinção de órgão e de
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YouTube. (2015, maio, 28). História e Contexto- Educação Ambiental na Escola(Parte 1).
20min55seg. Disponível em: . Acesso em:
11 nov. 2019.
YouTube. (2015, maio, 28). História e Contexto- Educação Ambiental na Escola(Parte 2).
15min51seg. Disponível em: . Acesso em: 11
nov. 2019.

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