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1 
 
UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM EDUCAÇÃO BÁSICA 
 
 
 
 
 
 
ANA PAULA DE LIMA NOBREGA PEREIRA 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
DUQUE DE CAXIAS 
 
2025 
 
2 
 
UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM EDUCAÇÃO BÁSICA 
 
 
 
 
 
Relatório Final de Estágio 
Supervisionado, apresentado ao curso de 
Pedagogia como parte dos requisitos 
necessários para conclusão da disciplina 
Estágio Supervisionado em Educação Básica 
sob a orientação da professora (o) Glaucia 
Espinhosa Ramos. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
DUQUE DE CAXIAS 
 
 
2025 
 
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SUMÁRIO 
INTRODUÇÃO ................................................................................................. 4 
1. CARACTERIZAÇÃO DA INSTITUIÇÃO DA ENSINO ................................. 5 
1.1. A ESCOLA(S)-CAMPO ............................................................................. 5 
1.2. A TURMA E O PROFESSOR(A) .............................................................. 6 
2. OBSERVAÇÃO E COPARTICIPAÇÃO ....................................................... 6 
2.1. ATIVIDADES DESENVOLVIDAS E ESTRATÉGIAS ............................... 6 
2.2. ANÁLISE DESSA ETAPA ......................................................................... 7 
3. REGÊNCIA DE AULA .................................................................................. 8 
3.1. ELABORAÇÃO DO PLANO DE AULA ..................................................... 8 
3.2. REGÊNCIA ................................................................................................ 8 
3.3. ANÁLISE DESSA ETAPA ......................................................................... 9 
4. CONSIDERAÇÕES FINAIS ....................................................................... 10 
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ............................................................... 11 
ANEXO ........................................................................................................... 11 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
4 
 
 
 
INTRODUÇÃO 
 
O presente relatório foi elaborado a partir do estágio supervisionado em 
educação básica na Escola Municipal Marcio Fiat, entre os dias 15 de setembro de 
2025 a 16 de outubro de 2025, de 7h30min às 13h. O estágio consiste em uma carga 
horária total de 140 horas, sendo em observação e participação no ambiente físico 
escolar, realizado na educação infantil em acompanhamento da professora regente. 
O Estágio Supervisionado Participativo é fundamental para conectar a teoria 
com a prática, aprimorando a formação dos alunos. Durante essa experiência, os 
alunos ganham novos conhecimentos práticos sobre a cultura e a realidade escolar. 
Além disso, linguagem oral e escrita, conhecimentos essenciais para a vida. 
Resumindo, o estágio proposto pela universidade oferece uma perspectiva 
profissional que vai além da teoria, permitindo a prática e formando professores mais 
preparados e cientes da realidade ao seu redor. Essa experiência faz com que os 
futuros professores deixem de lado um pensamento idealista, focando na prática e 
garantindo que estejam capacitados para uma ação pedagógica condizente com a 
realidade atual. 
Durante as observações em sala de aula, foi possível registrar a prática 
docente e o relacionamento entre professores e alunos, além de diversas atividades 
que fazem parte da rotina escolar diária, como: auxílio na correção de atividades, na 
elaboração de aulas, ajuda na confecção de mural, entre outras tarefas realizadas 
com uma turma de educação infantil, onde a observação foi mais constante ao longo 
do estágio. 
O Estágio Supervisionado é uma oportunidade concreta para vivenciar e 
exercer a profissão. Ele prepara os acadêmicos para o mercado de trabalho, 
promovendo uma atuação transformadora na realidade escolar e contribuindo para o 
desenvolvimento integral dos alunos. A teoria apresentada durante o curso de 
Pedagogia oferece aos estagiários uma visão científica da verdadeira realidade 
escolar, permitindo compreender a complexa relação entre teoria e prática no trabalho 
docente na Educação. 
 
 
5 
 
1. CARACTERIZAÇÃO DA INSTITUIÇÃO DA ENSINO 
 
1.1. A ESCOLA(S)-CAMPO 
 
O estágio supervisionado foi realizado na Escola Municipal Márcio Fiat, 
situada na Rua São Cristóvão, s/nº, no bairro Parada Angélica, município de Duque 
de Caxias, Rio de Janeiro. A unidade escolar funciona de segunda a sexta-feira, das 
7h30min às 22h, atendendo aproximadamente 538 alunos distribuídos em três turnos, 
contemplando as etapas da Educação Infantil, Ensino Fundamental – anos iniciais e 
Educação de Jovens e Adultos (EJA). 
As atividades de estágio ocorreram no período de 15 de setembro a 16 de 
outubro de 2025, com carga horária presencial de segunda a sexta-feira, das 7h30min 
às 13h30min, totalizando cerca de 140 horas. Durante esse período, fui inserida 
gradualmente na rotina escolar, sendo bem recepcionada por toda a equipe 
pedagógica, que me orientou quanto às normas, horários e dinâmicas da instituição. 
A escola possui uma infraestrutura composta por 11 salas de aula, sala de 
Atendimento Educacional Especializado (AEE) e laboratório de informática, 
distribuídos entre o prédio principal e um prédio anexo. Apesar dos desafios comuns 
à rede pública, a estrutura física atende às necessidades básicas dos alunos e 
proporciona um ambiente propício ao desenvolvimento das atividades pedagógicas. 
A equipe escolar é formada por uma diretora, uma vice-diretora, 25 
professores, quatro cozinheiras, seis auxiliares de limpeza, um porteiro, dois 
dirigentes de turno, duas orientadoras pedagógicas e três auxiliares de secretaria. A 
atuação integrada desses profissionais contribui para o funcionamento eficiente da 
escola e para a construção de um ambiente acolhedor e colaborativo. 
Durante o estágio, pude observar e participar de diversas atividades 
pedagógicas, interagir com os alunos e compreender a dinâmica do trabalho docente. 
A escola se mostrou comprometida com a formação integral dos estudantes, 
promovendo ações que valorizam o respeito, a inclusão e o desenvolvimento de 
competências conforme os princípios da Base Nacional Comum Curricular (BNCC). 
6 
 
O Projeto Político-Pedagógico da escola orienta suas práticas educativas com 
foco na valorização da diversidade, na promoção da cidadania e na construção de 
saberes significativos. Essa perspectiva foi perceptível nas atividades desenvolvidas, 
nas relações interpessoais e no empenho da equipe em garantir uma educação de 
qualidade para todos os alunos. 
A experiência vivenciada na Escola Municipal Márcio Fiat foi extremamente 
enriquecedora, permitindo-me ampliar minha compreensão sobre o cotidiano escolar, 
os desafios da prática docente e a importância do trabalho coletivo na construção de 
uma escola democrática e inclusiva. 
 
1.2. A TURMA E O PROFESSOR(A) 
 
A turma é composta por 25 alunos, todos vão a escola uniformizados e bem 
arrumados, cada um levando seu material e alguns até mesmo seu próprio lanche, 
mesmo a escola oferecendo merenda. 
Os alunos são curiosos, ativos e criativos, demonstram grande interesse por 
atividades que envolva exploração, experimentação e brincadeiras simbólicas. 
Estão em fase de transição da educação infantil para o ensino fundamental, 
no pleno desenvolvimento da linguagem oral e da escrita, ampliando seu vocabulário 
e construindo hipótese sobre a leitura e a escrita. 
A professora regente estimula o fortalecimento da autonomia e das relações 
interpessoais. Atua como mediadora e facilitadora das aprendizagens, planejando 
experiências significativas que respeitam o ritmo e o interesse das crianças. 
2. OBSERVAÇÃO E COPARTICIPAÇÃO 
 
2.1. ATIVIDADES DESENVOLVIDAS E ESTRATÉGIAS 
Durante o período de estágio na EducaçãoInfantil, realizei atividades de 
observação e coparticipação que foram fundamentais para minha formação docente. 
A observação da rotina da professora supervisora permitiu compreender a 
organização do tempo pedagógico, a gestão da turma e as estratégias utilizadas para 
promover o desenvolvimento integral das crianças. 
7 
 
Acompanhei momentos como a acolhida, roda de conversa, atividades 
dirigidas, brincadeiras livres e hora do lanche, percebendo como cada etapa contribui 
para a construção de vínculos afetivos e para o desenvolvimento das habilidades 
cognitivas, motoras e socioemocionais dos alunos. 
A professora supervisora demonstrou sensibilidade ao adaptar o 
planejamento às necessidades do grupo, respeitando o ritmo de cada criança. 
Na etapa de coparticipação, colaborei com atividades lúdicas relacionadas ao 
tema "O corpo humano", como a música “Cabeça, ombro, joelho e pé”, jogos de 
movimento e atividades de desenho corporal. Essas ações permitiram que as crianças 
reconhecessem partes do corpo, desenvolvessem a coordenação motora e 
expressassem suas emoções. Também participei da organização dos materiais, 
mediação de conflitos e apoio nas atividades de higiene e alimentação. 
Essas experiências foram enriquecedoras, pois me possibilitaram aplicar 
conhecimentos teóricos na prática, desenvolver habilidades de escuta ativa, 
observação crítica e planejamento pedagógico. 
A interação com as crianças e com a equipe escolar fortaleceu minha 
compreensão sobre o papel do educador na Educação Infantil como mediador do 
conhecimento e promotor de um ambiente acolhedor e estimulante. 
2.2. ANÁLISE DESSA ETAPA 
 
A etapa de observação e coparticipação foi essencial para minha formação 
docente, pois proporcionou uma vivência concreta da rotina escolar e das práticas 
pedagógicas voltadas à Educação Infantil. 
Ao observar a atuação da professora supervisora, pude compreender a 
importância da intencionalidade no planejamento das atividades, da escuta sensível 
às crianças e da mediação adequada para promover aprendizagens significativas. 
 
A observação me permitiu identificar estratégias eficazes de organização do 
tempo, gestão de conflitos, incentivo à autonomia e valorização das expressões 
infantis. 
Já na coparticipação, ao colaborar com atividades lúdicas e interativas, 
percebi como o envolvimento direto com os alunos favorece o desenvolvimento de 
8 
 
habilidades como empatia, criatividade, paciência e flexibilidade — competências 
fundamentais para o exercício da docência. 
Essa experiência também contribuiu para ampliar minha percepção sobre o 
papel do professor como facilitador do processo de aprendizagem, respeitando as 
singularidades de cada criança e promovendo um ambiente acolhedor, seguro e 
estimulante. 
A vivência prática reforçou a importância da articulação entre teoria e prática, 
fortalecendo meu compromisso com uma educação infantil de qualidade, centrada no 
brincar, na escuta e na valorização da infância. 
 
 
3. REGÊNCIA DE AULA 
 
3.1. ELABORAÇÃO DO PLANO DE AULA 
 
A elaboração do Plano de Aula foi realizada com base nas observações feitas 
durante o estágio e nas orientações da professora supervisora. A escolha do tema “O 
corpo humano” surgiu da curiosidade demonstrada pelas crianças durante atividades 
anteriores, nas quais demonstraram interesse em nomear partes do corpo e explorar 
seus movimentos. 
O plano foi estruturado conforme o modelo proposto no anexo, contemplando 
os seguintes elementos: identificação, objetivos, conteúdos, metodologia, recursos, 
avaliação e referências. A professora supervisora contribuiu ativamente, sugerindo 
estratégias lúdicas e adequadas à faixa etária, como o uso da música “Cabeça, ombro, 
joelho e pé”, rodas de conversa e atividades com espelhos e desenhos do corpo. 
As escolhas metodológicas foram fundamentadas na abordagem 
construtivista, priorizando o brincar como eixo central da aprendizagem na Educação 
Infantil. As atividades foram planejadas para promover o reconhecimento do próprio 
corpo, o desenvolvimento da linguagem oral, da coordenação motora e da 
socialização entre os pares. 
 
3.2. REGÊNCIA 
 
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A regência foi realizada no dia 30 de setembro de 2025, no período da manhã, 
com duração de aproximadamente 50 minutos. A turma era composta por crianças de 
5 anos, em uma sala com 25 alunos. 
A aula iniciou-se com uma roda de conversa, na qual as crianças foram 
convidadas a falar sobre o que sabiam sobre o corpo humano. Em seguida, foi 
apresentada a música “Cabeça, ombro, joelho e pé”, com movimentos corporais 
acompanhando a letra. 
As crianças participaram com entusiasmo, repetindo os gestos e nomeando 
as partes do corpo. 
Posteriormente, realizamos uma atividade com espelhos, onde cada criança 
pôde observar seu rosto e identificar olhos, nariz, boca e orelhas. Em seguida, 
desenharam o próprio corpo em folhas de papel, com apoio da estagiária e da 
professora. A aula foi encerrada com uma breve conversa sobre os cuidados com o 
corpo, como higiene e alimentação saudável. 
A avaliação foi realizada de forma contínua, por meio da observação da 
participação, do interesse e da interação das crianças durante as atividades. A maioria 
demonstrou compreensão dos conteúdos e envolvimento nas propostas. 
 
3.3. ANÁLISE DESSA ETAPA 
 
A realização da regência foi uma experiência extremamente significativa para 
minha formação docente. Pude vivenciar, na prática, o planejamento e a condução de 
uma aula, enfrentando desafios como manter a atenção do grupo, adaptar a 
linguagem e o ritmo das atividades, e lidar com imprevistos de forma criativa e 
sensível. 
A interação com as crianças foi enriquecedora, permitindo aplicar os 
conhecimentos adquiridos ao longo da formação e desenvolver habilidades como 
escuta ativa, empatia, organização e flexibilidade. A professora supervisora 
acompanhou toda a regência, oferecendo apoio e, ao final, realizou uma devolutiva 
construtiva, destacando pontos positivos como a clareza nas instruções, o vínculo 
estabelecido com a turma e a escolha adequada das atividades. 
Como sugestão, ela recomendou que eu explorasse ainda mais a escuta das 
crianças durante as atividades, valorizando suas falas e ampliando os momentos de 
10 
 
diálogo. Essa orientação foi muito importante para que eu refletisse sobre a 
importância de uma prática pedagógica centrada na criança, respeitando seus 
tempos, interesses e formas de expressão. 
Essa etapa reforçou meu desejo de atuar na Educação Infantil e contribuiu 
para consolidar minha identidade docente, mostrando que o planejamento cuidadoso, 
aliado à sensibilidade e ao afeto, é essencial para uma prática pedagógica significativa 
e transformadora. 
4. CONSIDERAÇÕES FINAIS 
O estágio supervisionado é um componente essencial na formação inicial de 
professores, especialmente no curso de Pedagogia. Ele representa um espaço 
privilegiado de articulação entre os saberes teóricos e as práticas educativas 
vivenciadas nas instituições escolares. 
Segundo Pimenta e Lima (2004), “o estágio supervisionado é o momento 
privilegiado da articulação entre teoria e prática, entre o saber acadêmico e o saber 
da experiência.” Essa perspectiva reforça a importância de compreender o estágio 
não apenas como uma exigência curricular, mas como uma oportunidade formativa e 
investigativa. 
A prática pedagógica vivenciada no estágio permite ao futuro educador refletir 
criticamente sobre sua atuação, os contextos escolares e os desafios da docência. 
Veiga (2001) destaca que “o estágio supervisionado deve ser entendido como um 
espaço de formação, investigação e intervenção,” apontando para seu caráter 
transformador. 
Nesse sentido, os saberes docentes, como afirma Tardif (2014), são 
construídos “na prática e pela prática,” sendo influenciados pelas condições sociais e 
institucionaisem que se desenvolvem. 
Inspirado pela pedagogia crítica, Paulo Freire (1996) contribui com uma visão 
humanizadora da formação docente ao afirmar que “ensinar não é transferir 
conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua produção ou a sua construção.” 
Essa abordagem reforça o papel do estágio como espaço de diálogo, escuta e 
construção coletiva do conhecimento. 
A vivência de estágio na Escola Municipal Marcio Fiat foi uma experiência 
transformadora e enriquecedora para minha formação acadêmica e profissional. Ao 
longo das etapas de observação, coparticipação e regência, pude compreender de 
11 
 
forma prática os desafios e as potencialidades do trabalho docente na Educação 
Infantil. 
A convivência com os alunos, a equipe pedagógica e a professora supervisora 
proporcionou momentos de aprendizado profundo, nos quais pude aplicar os 
conhecimentos teóricos adquiridos ao longo do curso, refletir sobre minha postura 
profissional e desenvolver competências essenciais para a atuação como educador, 
como escuta sensível, empatia, planejamento, criatividade e flexibilidade. 
A observação da rotina escolar revelou a importância de uma prática 
pedagógica intencional, acolhedora e centrada na criança, respeitando seus tempos, 
interesses e formas de expressão. 
A coparticipação me permitiu vivenciar o cotidiano da sala de aula, 
contribuindo com atividades que estimularam o desenvolvimento integral dos alunos. 
Já a regência foi um marco importante, pois me colocou no papel de protagonista do 
processo educativo, exigindo preparo, responsabilidade e sensibilidade. 
Essa etapa do estágio reafirmou meu compromisso com uma educação 
infantil de qualidade, pautada no brincar, na escuta ativa e na valorização da infância. 
Sigo motivada a continuar aprendendo e aprimorando minha prática, consciente de 
que ser professor é um processo contínuo de formação, reflexão e transformação. 
 
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 
 
  PIMENTA, Selma Garrido. Estágio supervisionado e formação docente. São Paulo: 
Cortez, 2004. 
 FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. São 
Paulo: Paz e Terra, 1996. 
 TARDIF, Maurice. Saberes docentes e formação profissional. Petrópolis: Vozes, 2014. 
 VEIGA, Ilma Passos Alencastro. Estágio supervisionado: uma abordagem crítica. 
Campinas: Papirus, 2001. 
 
ANEXO 
 
12 
 
PLANO DE AULA PARA REGÊNCIA NO ESTÁGIO SUPERVISIONADO 
EM EDUCAÇÃO BÁSICA 
 
NOME DA ESCOLA: 
Escola Municipal Marcio Fiat 
 
NOME DO(A) SUPERVISOR(A): 
Glaucia Espinhosa Ramos 
 
NOME DO(A) ESTAGIÁRIO(A): 
Ana Paula de Lima Nobrega Pereira 
 
MATRÍCULA DO(A) ESTAGIÁRIO(A): 
202301032822 
 
DATA DE REALIZAÇÃO DA AULA: 
30 de setembro de 2025 
 
TEMPO ESTIMADO DA AULA: 
Aula 1 – tempo estimado de duração 40 a 50 minutos. 
 
TURMA DE REGÊNCIA 
Pré – 51 – Educação Infantil 
 
TÍTULO DA AULA 
Conhecendo o nosso corpo 
 
TEMA DA SUA AULA 
Corpo Humano 
 
CONHECIMENTOS PRÉVIOS NECESSÁRIOS 
Espera- se que os alunos já consigam identificar as partes do corpo como: 
braço, perna, cabeça, etc. 
Reconhecer as funções (ex.: olhos para ver) 
 
OBJETIVOS E OBJETOS DE CONHECIMENTO (ensino-aprendizagem) 
EI03CG01: Reconhecer e nomear partes do corpo humano, suas funções e 
cuidados básicos. 
EI03CG04: Utilizar movimentos de preensão, encaixe, lançamento, entre 
outros, para explorar objetos e desenvolver a coordenação motora fina. 
EI03ET03: Estabelecer relações entre o corpo humano e os cuidados com a 
saúde e bem-estar. 
 
 
 
COMPETÊNCIAS/HABILIDADES MOBILIZADAS NA AULA: 
 Reconhecimento das partes do corpo e suas funções. 
13 
 
Desenvolvimento da linguagem ao nomear partes do corpo e expressar 
sensações. 
Exploração sensorial por meio de atividades que envolvem tato, visão, 
audição, etc. 
Estímulo à curiosidade científica, ao investigar como o corpo funciona. 
Coordenação motora ampla e fina, com atividades como danças, jogos 
de movimento e desenhos do corpo. 
Percepção corporal, ao identificar limites, posições e movimentos do 
próprio corpo. 
Autonomia nos cuidados pessoais, como higiene e alimentação. 
Empatia e respeito às diferenças, ao perceber que cada corpo é único. 
Interação e cooperação, em atividades em grupo que envolvem o 
corpo. 
Expressão de sentimentos, ao relacionar emoções com reações 
corporais. 
 
METODOLOGIA (procedimentos) 
1. Roda de conversa (10 min) 
Perguntar: Quais partes do corpo vocês conhecem? 
Mostrar um boneco ou cartaz com o corpo humano e pedir que 
apontem e nomeiem. 
Estimular falas como: O que fazemos com as mãos? Para que serve o 
nariz? 
2. Música e movimento (10 min) 
Cantar e dançar músicas como “Cabeça, ombro, joelho e pé”. 
Reforça vocabulário e localização das partes do corpo. 
3. Atividade prática: Jogo do espelho (10 min) 
Em duplas, uma criança faz movimentos e a outra imita. 
Exemplo: levantar os braços, piscar os olhos, bater palmas. 
Ajuda na percepção corporal e coordenação. 
4. Arte: Montando o corpo (10 min) 
Distribuir recortes de partes do corpo (olhos, boca, mãos) para colar 
em uma silhueta. 
Pode ser feito em papel kraft ou cartolina. 
RECURSOS DIDÁTICOS (materiais) 
Cartazes ilustrativos com partes do corpo 
Espelhos pequenos 
Música infantil sobre o corpo ( “Cabeça, ombro, joelho e pé”) 
Massinha de modelar 
Boneco articulado 
 
AVALIAÇÃO (aprendizagem) 
Observação contínua da participação e envolvimento. 
Verificar se as crianças conseguem identificar e nomear as partes do corpo. 
Avaliar o uso da linguagem oral e motricidade durante as atividades. 
 
 
REFERÊNCIAS 
14 
 
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Referencial 
Curricular Nacional para a Educação Infantil. Brasília: MEC/SEB, 1998. 
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular – BNCC. 
Brasília: MEC, 2017. 
XUXA. Cabeça, ombro, joelho e pé. In: Xuxa só para baixinhos 1 DVD. Rio de 
Janeiro: Som Livre, 2000.

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