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Anatomia: Sistema Nervoso Central
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Sumário teórico
SISTEMA NERVOSO CENTRAL
 
O Sistema Nervoso Central é o grande responsável pela capacidade do ser humano se desenvolver como pessoa e sociedade. Em síntese, possibilita ao ser humano perceber o mundo que o cerca, bem como gerar respostas e interações com esse ambiente através da emissão de comandos aos diversos outros sistemas do corpo humano. É dividido basicamente em encéfalo e medula espinhal. O encéfalo, por sua vez, é composto pelo telencéfalo, diencéfalo, tronco encefálico e cerebelo, sendo protegidos pelas meninges e pelo crânio. A medula espinhal, por sua vez, é protegida também pelas meninges e pela coluna vertebral.
O domínio anatômico desse sistema nos possibilita compreender as diversas patologias que o acomete, tais como as doenças cerebrovasculares, importante causa de morte em todo o mundo, e as lesões medulares, levando muitas vezes o paciente a um estado de paraplegia ou tetraplegia. Somam-se a isso inúmeras doenças neurológicas muito prevalentes em nossa sociedade como a Doença de Parkinson e a de Alzheimer.
Dentro desse contexto, é fundamental compreendermos a anatomia de cada um dos componentes do Sistema Nervoso Central.
 
1. TELENCÉFALO
 
O telencéfalo, em conjunto com o diencéfalo, forma o que conhecemos como cérebro. Essa estrutura é composta pelos hemisférios cerebrais em conjunto com a lâmina terminal. Vale ressaltar que esses hemisférios são unidos parcialmente através de uma estrutura chamada de corpo caloso, a qual possui nada menos que 200 milhões de fibras! Ainda em relação aos hemisférios cerebrais, eles possuem em seu interior cavidades preenchidas por líquor chamadas de ventrículos laterais. Os hemisférios cerebrais ainda possuem 3 margens, 3 polos e 3 faces. Como margens, apresentam uma superior, inferior e outra lateral. Em relação aos polos, apresentam o polo frontal, temporal e occipital. Finalmente, apresenta como faces a dorsolateral, a face medial e a face inferior. Em relação a conformação anatômica de sua superfície, ela é percorrida por sulcos, os quais delimitam os giros cerebrais. A presença desses sulcos possibilita um aumento de superfície cortical sem um aumento concomitante do volume cerebral, sendo ainda os responsáveis por delimitar os lobos cerebrais.
 
2. DIENCÉFALO
 
O diencéfalo, em conjunto com o telencéfalo, forma o que conhecemos como cérebro. Essa estrutura é composta por 4 porções: tálamo, hipotálamo, subtálamo e epitálamo, sendo que essas estruturas mantêm íntima relação anatômica com o III ventrículo. O tálamo apresenta funções relacionadas a retransmissão de informações para o córtex cerebral, sobretudo sensitivas. Já o hipotálamo é uma importante estrutura relacionada ao controle da homeostase corpórea através da regulação do eixo neuroendócrino. Em relação ao epitálamo, ele apresenta componentes que estão relacionados tanto com o sistema límbico quanto com o endócrino. E, por fim, o subtálamo apresenta função principalmente motora, participando do circuito motor subsidiário através do seu núcleo subtalâmico.
 
3. TRONCO ENCEFÁLICO
 
O tronco encefálico é a porção do sistema nervoso central situada entre a medula espinhal e o diencéfalo, anteriormente ao cerebelo, sendo composta, de cranial para caudal, por mesencéfalo, ponte e bulbo. Internamente, é percorrido por fibras nervosas ascendentes e descendentes, sendo ainda responsável por alojar a formação reticular e a maioria dos núcleos dos nervos cranianos. O bulbo é a porção mais inferior, sendo delimitado inferiormente por um plano transversal que passa ao nível do forame magno, e superiormente pelo sulco bulbopontino. A ponte, por sua vez, é a porção intermediária, sendo delimitada inferiormente pelo sulco bulbopontino, e superiormente pelo sulco pontomesencefálico. Por fim, o mesencéfalo é a porção mais superior, sendo delimitado inferiormente pelo sulco pontomesencefálico e superiormente por um plano que liga os corpos mamilares a comissura posterior.
4. CEREBELO
 
O cerebelo é uma importante porção do sistema nervoso central que possui funções relacionadas a manutenção da postura, equilíbrio, coordenação e aprendizagem dos movimentos, processamento dos estímulos sensitivos e das informações relacionadas à memória. Localiza-se na fossa posterior do crânio, no compartimento infra-tentorial, e, assim como o cérebro, possui um córtex de substância cinzenta que reveste um centro de substância branca.
 
5. MEDULA ESPINHAL
 
Trata-se de uma massa cilindroide de tecido nervoso que ocupa os 2/3 superiores do canal vertebral. Superiormente, é contínua com o bulbo do tronco encefálico, ao passo que inferiormente ela se estreita formando o cone medular. Ao contrário do cérebro, apresenta um centro de substância cinzenta revestido por substância branca, sendo que essa estrutura é responsável pela emissão e formação das raízes dos nervos espinhais. Os locais de emissão dessas raízes constituem os segmentos medulares, que são em número de 31, sendo 8 cervicais, 12 torácicos, 5 lombares, 5 sacrais e 1 coccígeo, sendo que eles apresentam um desnivelamento em relação ao processo espinhoso da vértebra correspondente. Toda essa conformação anatômica permite a medula espinhal levar e trazer informações do encéfalo para os mais diversos tecidos do corpo humano.
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SISTEMA NERVOSO CENTRAL
 
O Sistema Nervoso Central é o grande responsável pela capacidade do ser humano se desenvolver como pessoa e sociedade. Em síntese, possibilita ao ser humano perceber o mundo que o cerca, bem como gerar respostas e interações com esse ambiente através da emissão de comandos aos diversos outros sistemas do corpo humano. É dividido basicamente em encéfalo e medula espinhal. O encéfalo, por sua vez, é composto pelo telencéfalo, diencéfalo, tronco encefálico e cerebelo, sendo protegidos pelas meninges e pelo crânio. A medula espinhal, por sua vez, é protegida também pelas meninges e pela coluna vertebral.
O domínio anatômico desse sistema nos possibilita compreender as diversas patologias que o acomete, tais como as doenças cerebrovasculares, importante causa de morte em todo o mundo, e as lesões medulares, levando muitas vezes o paciente a um estado de paraplegia ou tetraplegia. Somam-se a isso inúmeras doenças neurológicas muito prevalentes em nossa sociedade como a Doença de Parkinson e a de Alzheimer.
Dentro desse contexto, é fundamental compreendermos a anatomia de cada um dos componentes do Sistema Nervoso Central.
 
1. TELENCÉFALO
 
O telencéfalo, em conjunto com o diencéfalo, forma o que conhecemos como cérebro. Essa estrutura é composta pelos hemisférios cerebrais em conjunto com a lâmina terminal. Vale ressaltar que esses hemisférios são unidos parcialmente através de uma estrutura chamada de corpo caloso, a qual possui nada menos que 200 milhões de fibras! Ainda em relação aos hemisférios cerebrais, eles possuem em seu interior cavidades preenchidas por líquor chamadas de ventrículos laterais. Os hemisférios cerebrais ainda possuem 3 margens, 3 polos e 3 faces. Como margens, apresentam uma superior, inferior e outra lateral. Em relação aos polos, apresentam o polo frontal, temporal e occipital. Finalmente, apresenta como faces a dorsolateral, a face medial e a face inferior. Em relação a conformação anatômica de sua superfície, ela é percorrida por sulcos, os quais delimitam os giros cerebrais. A presença desses sulcos possibilita um aumento de superfície cortical sem um aumento concomitante do volume cerebral, sendo ainda os responsáveis por delimitar os lobos cerebrais.
 
2. DIENCÉFALO
 
O diencéfalo, em conjunto com o telencéfalo, forma o que conhecemos como cérebro. Essa estrutura é composta por 4 porções: tálamo,hipotálamo, subtálamo e epitálamo, sendo que essas estruturas mantêm íntima relação anatômica com o III ventrículo. O tálamo apresenta funções relacionadas a retransmissão de informações para o córtex cerebral, sobretudo sensitivas. Já o hipotálamo é uma importante estrutura relacionada ao controle da homeostase corpórea através da regulação do eixo neuroendócrino. Em relação ao epitálamo, ele apresenta componentes que estão relacionados tanto com o sistema límbico quanto com o endócrino. E, por fim, o subtálamo apresenta função principalmente motora, participando do circuito motor subsidiário através do seu núcleo subtalâmico.
 
3. TRONCO ENCEFÁLICO
 
O tronco encefálico é a porção do sistema nervoso central situada entre a medula espinhal e o diencéfalo, anteriormente ao cerebelo, sendo composta, de cranial para caudal, por mesencéfalo, ponte e bulbo. Internamente, é percorrido por fibras nervosas ascendentes e descendentes, sendo ainda responsável por alojar a formação reticular e a maioria dos núcleos dos nervos cranianos. O bulbo é a porção mais inferior, sendo delimitado inferiormente por um plano transversal que passa ao nível do forame magno, e superiormente pelo sulco bulbopontino. A ponte, por sua vez, é a porção intermediária, sendo delimitada inferiormente pelo sulco bulbopontino, e superiormente pelo sulco pontomesencefálico. Por fim, o mesencéfalo é a porção mais superior, sendo delimitado inferiormente pelo sulco pontomesencefálico e superiormente por um plano que liga os corpos mamilares a comissura posterior.
4. CEREBELO
 
O cerebelo é uma importante porção do sistema nervoso central que possui funções relacionadas a manutenção da postura, equilíbrio, coordenação e aprendizagem dos movimentos, processamento dos estímulos sensitivos e das informações relacionadas à memória. Localiza-se na fossa posterior do crânio, no compartimento infra-tentorial, e, assim como o cérebro, possui um córtex de substância cinzenta que reveste um centro de substância branca.
 
5. MEDULA ESPINHAL
 
Trata-se de uma massa cilindroide de tecido nervoso que ocupa os 2/3 superiores do canal vertebral. Superiormente, é contínua com o bulbo do tronco encefálico, ao passo que inferiormente ela se estreita formando o cone medular. Ao contrário do cérebro, apresenta um centro de substância cinzenta revestido por substância branca, sendo que essa estrutura é responsável pela emissão e formação das raízes dos nervos espinhais. Os locais de emissão dessas raízes constituem os segmentos medulares, que são em número de 31, sendo 8 cervicais, 12 torácicos, 5 lombares, 5 sacrais e 1 coccígeo, sendo que eles apresentam um desnivelamento em relação ao processo espinhoso da vértebra correspondente. Toda essa conformação anatômica permite a medula espinhal levar e trazer informações do encéfalo para os mais diversos tecidos do corpo humano.
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SISTEMA NERVOSO CENTRAL
 
O Sistema Nervoso Central é o grande responsável pela capacidade do ser humano se desenvolver como pessoa e sociedade. Em síntese, possibilita ao ser humano perceber o mundo que o cerca, bem como gerar respostas e interações com esse ambiente através da emissão de comandos aos diversos outros sistemas do corpo humano. É dividido basicamente em encéfalo e medula espinhal. O encéfalo, por sua vez, é composto pelo telencéfalo, diencéfalo, tronco encefálico e cerebelo, sendo protegidos pelas meninges e pelo crânio. A medula espinhal, por sua vez, é protegida também pelas meninges e pela coluna vertebral.
O domínio anatômico desse sistema nos possibilita compreender as diversas patologias que o acomete, tais como as doenças cerebrovasculares, importante causa de morte em todo o mundo, e as lesões medulares, levando muitas vezes o paciente a um estado de paraplegia ou tetraplegia. Somam-se a isso inúmeras doenças neurológicas muito prevalentes em nossa sociedade como a Doença de Parkinson e a de Alzheimer.
Dentro desse contexto, é fundamental compreendermos a anatomia de cada um dos componentes do Sistema Nervoso Central.
 
1. TELENCÉFALO
 
O telencéfalo, em conjunto com o diencéfalo, forma o que conhecemos como cérebro. Essa estrutura é composta pelos hemisférios cerebrais em conjunto com a lâmina terminal. Vale ressaltar que esses hemisférios são unidos parcialmente através de uma estrutura chamada de corpo caloso, a qual possui nada menos que 200 milhões de fibras! Ainda em relação aos hemisférios cerebrais, eles possuem em seu interior cavidades preenchidas por líquor chamadas de ventrículos laterais. Os hemisférios cerebrais ainda possuem 3 margens, 3 polos e 3 faces. Como margens, apresentam uma superior, inferior e outra lateral. Em relação aos polos, apresentam o polo frontal, temporal e occipital. Finalmente, apresenta como faces a dorsolateral, a face medial e a face inferior. Em relação a conformação anatômica de sua superfície, ela é percorrida por sulcos, os quais delimitam os giros cerebrais. A presença desses sulcos possibilita um aumento de superfície cortical sem um aumento concomitante do volume cerebral, sendo ainda os responsáveis por delimitar os lobos cerebrais.
 
2. DIENCÉFALO
 
O diencéfalo, em conjunto com o telencéfalo, forma o que conhecemos como cérebro. Essa estrutura é composta por 4 porções: tálamo, hipotálamo, subtálamo e epitálamo, sendo que essas estruturas mantêm íntima relação anatômica com o III ventrículo. O tálamo apresenta funções relacionadas a retransmissão de informações para o córtex cerebral, sobretudo sensitivas. Já o hipotálamo é uma importante estrutura relacionada ao controle da homeostase corpórea através da regulação do eixo neuroendócrino. Em relação ao epitálamo, ele apresenta componentes que estão relacionados tanto com o sistema límbico quanto com o endócrino. E, por fim, o subtálamo apresenta função principalmente motora, participando do circuito motor subsidiário através do seu núcleo subtalâmico.
 
3. TRONCO ENCEFÁLICO
 
O tronco encefálico é a porção do sistema nervoso central situada entre a medula espinhal e o diencéfalo, anteriormente ao cerebelo, sendo composta, de cranial para caudal, por mesencéfalo, ponte e bulbo. Internamente, é percorrido por fibras nervosas ascendentes e descendentes, sendo ainda responsável por alojar a formação reticular e a maioria dos núcleos dos nervos cranianos. O bulbo é a porção mais inferior, sendo delimitado inferiormente por um plano transversal que passa ao nível do forame magno, e superiormente pelo sulco bulbopontino. A ponte, por sua vez, é a porção intermediária, sendo delimitada inferiormente pelo sulco bulbopontino, e superiormente pelo sulco pontomesencefálico. Por fim, o mesencéfalo é a porção mais superior, sendo delimitado inferiormente pelo sulco pontomesencefálico e superiormente por um plano que liga os corpos mamilares a comissura posterior.
4. CEREBELO
 
O cerebelo é uma importante porção do sistema nervoso central que possui funções relacionadas a manutenção da postura, equilíbrio, coordenação e aprendizagem dos movimentos, processamento dos estímulos sensitivos e das informações relacionadas à memória. Localiza-se na fossa posterior do crânio, no compartimento infra-tentorial, e, assim como o cérebro, possui um córtex de substância cinzenta que reveste um centro de substância branca.
 
5. MEDULA ESPINHAL
 
Trata-se de uma massa cilindroide de tecido nervoso que ocupa os 2/3 superiores do canal vertebral. Superiormente, é contínua com o bulbo do tronco encefálico, ao passo que inferiormente ela se estreita formando o cone medular. Ao contrário do cérebro, apresenta um centro de substância cinzenta revestido por substância branca, sendo que essa estrutura é responsável pela emissão e formação das raízes dos nervos espinhais. Os locais de emissão dessas raízes constituem os segmentos medulares, que são em número de 31, sendo 8 cervicais, 12 torácicos, 5 lombares,5 sacrais e 1 coccígeo, sendo que eles apresentam um desnivelamento em relação ao processo espinhoso da vértebra correspondente. Toda essa conformação anatômica permite a medula espinhal levar e trazer informações do encéfalo para os mais diversos tecidos do corpo humano.
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O Sistema Nervoso Central é o grande responsável pela capacidade do ser humano se desenvolver como pessoa e sociedade. Em síntese, possibilita ao ser humano perceber o mundo que o cerca, bem como gerar respostas e interações com esse ambiente através da emissão de comandos aos diversos outros sistemas do corpo humano. É dividido basicamente em encéfalo e medula espinhal. O encéfalo, por sua vez, é composto pelo telencéfalo, diencéfalo, tronco encefálico e cerebelo, sendo protegidos pelas meninges e pelo crânio. A medula espinhal, por sua vez, é protegida também pelas meninges e pela coluna vertebral.
O domínio anatômico desse sistema nos possibilita compreender as diversas patologias que o acomete, tais como as doenças cerebrovasculares, importante causa de morte em todo o mundo, e as lesões medulares, levando muitas vezes o paciente a um estado de paraplegia ou tetraplegia. Somam-se a isso inúmeras doenças neurológicas muito prevalentes em nossa sociedade como a Doença de Parkinson e a de Alzheimer.
Dentro desse contexto, é fundamental compreendermos a anatomia de cada um dos componentes do Sistema Nervoso Central.
 
1. TELENCÉFALO
 
O telencéfalo, em conjunto com o diencéfalo, forma o que conhecemos como cérebro. Essa estrutura é composta pelos hemisférios cerebrais em conjunto com a lâmina terminal. Vale ressaltar que esses hemisférios são unidos parcialmente através de uma estrutura chamada de corpo caloso, a qual possui nada menos que 200 milhões de fibras! Ainda em relação aos hemisférios cerebrais, eles possuem em seu interior cavidades preenchidas por líquor chamadas de ventrículos laterais. Os hemisférios cerebrais ainda possuem 3 margens, 3 polos e 3 faces. Como margens, apresentam uma superior, inferior e outra lateral. Em relação aos polos, apresentam o polo frontal, temporal e occipital. Finalmente, apresenta como faces a dorsolateral, a face medial e a face inferior. Em relação a conformação anatômica de sua superfície, ela é percorrida por sulcos, os quais delimitam os giros cerebrais. A presença desses sulcos possibilita um aumento de superfície cortical sem um aumento concomitante do volume cerebral, sendo ainda os responsáveis por delimitar os lobos cerebrais.
 
2. DIENCÉFALO
 
O diencéfalo, em conjunto com o telencéfalo, forma o que conhecemos como cérebro. Essa estrutura é composta por 4 porções: tálamo, hipotálamo, subtálamo e epitálamo, sendo que essas estruturas mantêm íntima relação anatômica com o III ventrículo. O tálamo apresenta funções relacionadas a retransmissão de informações para o córtex cerebral, sobretudo sensitivas. Já o hipotálamo é uma importante estrutura relacionada ao controle da homeostase corpórea através da regulação do eixo neuroendócrino. Em relação ao epitálamo, ele apresenta componentes que estão relacionados tanto com o sistema límbico quanto com o endócrino. E, por fim, o subtálamo apresenta função principalmente motora, participando do circuito motor subsidiário através do seu núcleo subtalâmico.
 
3. TRONCO ENCEFÁLICO
 
O tronco encefálico é a porção do sistema nervoso central situada entre a medula espinhal e o diencéfalo, anteriormente ao cerebelo, sendo composta, de cranial para caudal, por mesencéfalo, ponte e bulbo. Internamente, é percorrido por fibras nervosas ascendentes e descendentes, sendo ainda responsável por alojar a formação reticular e a maioria dos núcleos dos nervos cranianos. O bulbo é a porção mais inferior, sendo delimitado inferiormente por um plano transversal que passa ao nível do forame magno, e superiormente pelo sulco bulbopontino. A ponte, por sua vez, é a porção intermediária, sendo delimitada inferiormente pelo sulco bulbopontino, e superiormente pelo sulco pontomesencefálico. Por fim, o mesencéfalo é a porção mais superior, sendo delimitado inferiormente pelo sulco pontomesencefálico e superiormente por um plano que liga os corpos mamilares a comissura posterior.
4. CEREBELO
 
O cerebelo é uma importante porção do sistema nervoso central que possui funções relacionadas a manutenção da postura, equilíbrio, coordenação e aprendizagem dos movimentos, processamento dos estímulos sensitivos e das informações relacionadas à memória. Localiza-se na fossa posterior do crânio, no compartimento infra-tentorial, e, assim como o cérebro, possui um córtex de substância cinzenta que reveste um centro de substância branca.
 
5. MEDULA ESPINHAL
 
Trata-se de uma massa cilindroide de tecido nervoso que ocupa os 2/3 superiores do canal vertebral. Superiormente, é contínua com o bulbo do tronco encefálico, ao passo que inferiormente ela se estreita formando o cone medular. Ao contrário do cérebro, apresenta um centro de substância cinzenta revestido por substância branca, sendo que essa estrutura é responsável pela emissão e formação das raízes dos nervos espinhais. Os locais de emissão dessas raízes constituem os segmentos medulares, que são em número de 31, sendo 8 cervicais, 12 torácicos, 5 lombares, 5 sacrais e 1 coccígeo, sendo que eles apresentam um desnivelamento em relação ao processo espinhoso da vértebra correspondente. Toda essa conformação anatômica permite a medula espinhal levar e trazer informações do encéfalo para os mais diversos tecidos do corpo humano.
Essa é a interface geral. Veja que há muitos elementos e iremos falar a função de cada um deles nos itens a seguir.
 
 
É importante que você tenha expandido a tela do experimento, para que as funções do navegar não conflitem com as funções do experimento. Assim, quando a tela é expandida, você poderá rotacionar o modelo, ao deixar pressionado o botão direito do mouse e movê-lo.
 
 
Controle o zoom clicando com o botão esquerdo do mouse nos botões “Zoom – “e “Zoom +” ou utilize o botão de rolagem do mouse.
 
Para movimentar o modelo em diferentes angulações clicando com o botão esquerdo do mouse nos botões indicados.
 
 
Realize movimentações no modelo (direita, esquerda, para cima e para baixo) clicando com o botão esquerdo do mouse nos botões indicados.
 
 
 
Pesquise uma peça anatômica clicando com o botão esquerdo do mouse sobre a caixa indicada e digite utilizando o seu teclado.
 
 
 
 2.  REALIZANDO OS ESTUDOS DAS PEÇAS ANATÔMICAS 
Escolha o modo do modelo clicando com o botão esquerdo do mouse sobre o botão indicado e selecione uma das opções: Modo instrucional ou Modo cadavérico.
 
 
Visualize o nome da peça passando o cursor do mouse sobre a peça de interesse.
 
 
Desfaça a seleção da peça clicando com o botão esquerdo do mouse sobre o botão indicado.
 
 
Obtenha informações sobre a peça a ser analisada clicando com o botão esquerdo do mouse sobre “Indicações” e selecione uma das opções a ser estudada.
 
 
Caso precise de mais atenção na peça anatômica, isole-a das demais clicando com o botão esquerdo do mouse sobre “Isolar”.
 
 
Após selecionar uma peça, retire-a do campo de visualização clicando com o botão esquerdo do mouse sobre “Esconder”. Observe na imagem abaixo que o recurso foi aplicado na dura-máter.
 
 3.   APROFUNDANDO NO ESTUDO POR GRUPOS ANATÔMICOS
 
Selecione grupo anatômico clicando com o botão esquerdo do mouse sobre o botão “Selecionar Grupos” e selecione uma das opções. Observe na imagem abaixo que o grupo escolhido foi o “Seio 12 pares”.
 
4.     AVALIANDO OS RESULTADOS
 
Siga para a seção “Avaliação dos Resultados”, localizada na página 05 deste roteiro, e responda de acordo com o que foi observado no experimento associando também com os conhecimentos aprendidos sobre o tema.
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