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ANÁLISE DO ACESSO AOS DADOS DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA E OCORRÊNCIA DE MPOX NO ESTADO DO PARÁ Com o objetivo de atender à proposta da atividade, foi realizado acesso aos dados oficiais de vigilância epidemiológica disponíveis no portal do Ministério da Saúde, especificamente por meio do informe epidemiológico nº 184, que apresenta a atualização dos casos de Mpox no território nacional. A partir da consulta ao referido sistema de vigilância, foi possível identificar que há registro de casos da doença no estado do Pará. Conforme os dados atualizados em 14 de julho de 2023, o estado contabiliza 136 casos confirmados de Mpox, sem registros de casos suspeitos no período analisado, além da ocorrência de um óbito associado à doença . Dessa forma, observa-se que o estado apresenta circulação do vírus, o que reforça a necessidade de vigilância contínua em todos os municípios, incluindo Curionópolis, ainda que não haja detalhamento específico de casos locais no boletim consultado. A experiência de acesso ao sistema de vigilância epidemiológica permitiu compreender a importância desses instrumentos para a prática profissional, evidenciando como os dados são organizados e disponibilizados para subsidiar ações em saúde pública. Além disso, possibilitou reconhecer que a ausência de dados municipais específicos não significa necessariamente ausência de casos, podendo também refletir limitações na notificação ou na consolidação das informações. Nesse contexto, destaca-se a relevância da notificação compulsória como ferramenta essencial para o controle epidemiológico. A notificação adequada dos casos suspeitos e confirmados permite a construção de um panorama real da situação de saúde, contribuindo para a detecção precoce de surtos, planejamento de intervenções e adoção de medidas de prevenção e controle. Ademais, fortalece a atuação do Sistema Único de Saúde ao garantir respostas mais rápidas e eficazes frente a agravos emergentes. Portanto, o acesso aos dados de vigilância evidenciou que há ocorrência de Mpox no estado do Pará e reforçou a importância da notificação compulsória como instrumento indispensável para a proteção da saúde coletiva e o adequado funcionamento da vigilância epidemiológica.