Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Prévia do material em texto

ASSISTÊNCIA DE ENF. 
SAÚDE COLETIVA E 
DA FAMÍLIA
Profª Ma Karla Souza
profaenfakarlasouza@gmail.com
SEJAM BEMVINDXS
ARA0451 
ASSISTÊNCIA DE ENF. 
SAÚDE COLETIVA E 
DA FAMÍLIA
EMENTA
❖Bases Conceituais do SUS, Saúde Coletiva e ESF; 
❖Organização da ESF e o Trabalho em Redes na Saúde Coletiva; 
❖Saúde Coletiva e as Principais Políticas; 
❖Saúde Coletiva e os Principais Programas; 
❖A equipe multiprofissional e sua atuação na Atenção Primária em Saúde;
❖ Saberes e Práticas de Enfermagem em Saúde Coletiva;
❖Operacionalização do Trabalho com Famílias..
OBJETIVOS DA DISCIPLINA
❖ Discutir os principais conceitos históricos da saúde, a partir das políticas do SUS, 
para construir pensamento crítico na prática profissional em saúde coletiva.
❖Analisar as bases conceituais da ESF, utilizando as teorias de modelo e 
paradigmas, para construir formas de cuidado mais aliados com o conceito 
ampliado de saúde.
❖Elaborar diagnóstico situacional, utilizando as teorias de organização e tipologia 
familiar, para desenvolver habilidades na identificação de vulnerabilidades em 
saúde.
OBJETIVOS DA DISCIPLINA
❖ Diferenciar as principais políticas públicas entre si, utilizando as publicações do 
SUS, para definir as estratégias de abordagens na tomada de decisão na prática 
assistencial da (o) enfermeira (o).
❖Identificar as ferramentas de trabalho na atenção primária, a partir dos conceitos de 
equipe multidisciplinar, para diferenciar as competências da atuação (o) enfermeira 
(o) na ESF, em relação às funções coletivas dentro da equipe.
❖Produzir planejamento estratégico para o território, com base no perfil 
demográfico e epidemiológico da comunidade analisada, para desenvolver ações 
de tratamento, reabilitação, prevenção e promoção à saúde da comunidade.
METODOLOGIAS DE 
ENSINO E APRENDIZAGEM
METODOLOGIAS DE ENSINO E
APRENDIZAGEM
• A disciplina adotará o modelo de aprendizagem baseada em problemas. O processo de ensino​ 
aprendizagem iniciará por meio de uma situação problema 
(problematização/pergunta geradora), previamente definida pela/pelo docente a partir dos temas de aprendizagem.
• Poderão ser utilizados como estratégias didáticas: exposição, discussão de filmes e 
documentários, estudos de casos que subsidiarão a análise de problemas, debates estruturados, fóruns 
de discussão, brainstormings, jogos e ferramentas digitais que tornarão o aluno protagonista de seu 
aprendizado. Esta abordagem prioriza o aluno, sendo este capaz de articular os temas discutidos nas 
aulas para responder à situação problema que abre a preleção. 
• É importante destacar o uso da Sala de Aula Virtual de Aprendizagem (SAVA), local em que o aluno 
terá acesso ao conteúdo digital da disciplina, poderá resolver questões propostas e explorar conteúdos 
complementares disponíveis para estudo. 
• O modelo de aprendizagem prevê ainda a realização da Atividade Prática Supervisionada, que são 
atividades práticas realizadas em laboratórios, bibliotecas e trabalhos individuais e/ou em grupo que 
fazem parte do ecossistema de aprendizagem global e local.
TEMAS DA APRENDIZAGEM
1. BASES CONCEITUAIS DO SUS, SAÚDE COLETIVA E ESF
1.1 CONTEXTUALIZAÇÃO HISTÓRICA DO CAMPO DA 
SAÚDE E O SUS
1.2 BASES FILOSÓFICAS DA SAÚDE COLETIVA E A 
CONSOLIDAÇÃO DA PNAB E ESF
1.3 OS NÍVEIS DE ATENÇÃO À SAÚDE; RISCO E 
VULNERABILIDADE EM SAÚDE
1.4 SAÚDE E AMBIENTE E OS CONCEITOS DE 
PROMOÇÃO DA SAÚDE E PREVENÇÃO DE DOENÇAS E 
AGRAVOS
TEMAS DA APRENDIZAGEM
2. ORGANIZAÇÃO DA ESF E O TRABALHO EM REDES NA 
SAÚDE COLETIVA
2.1 ORGANIZAÇÃO FAMILIAR E TIPOS DE FAMÍLIA; 
TERRITÓRIO E CADASTRAMENTO
2.2 SISTEMA DE REFERÊNCIA E CONTRAREFERÊNCIA
2.3 NASF/ESF EM ARTICULAÇÃO COM SAÚDE MENTAL
TEMAS DAAPRENDIZAGEM
3. SAÚDE COLETIVA E AS PRINCIPAIS POLÍTICAS
3.1 SAÚDE MENTAL; SAÚDE DA MULHER; SAÚDE DO 
HOMEM; SAÚDE DO IDOSO
3.2 SAÚDE DA CRIANÇA E ADOLESCENTE; PROGRAMA 
SAÚDE NA ESCOLA
TEMAS DA APRENDIZAGEM
4. SAÚDE COLETIVA E OS PRINCIPAIS PROGRAMAS
4.1 IST/HIV
4.2 REDE DE FRIO; PROGRAMA NACIONAL DE 
IMUNIZAÇÃO
4.3 HIPERTENSÃO; DIABETES
4.4 HANSENÍASE; TUBERCULOSE
4.5 SAÚDE DO TRABALHADOR, PROGRAMAS ESPECIAIS E 
PROGRAMAS LOCAIS
4.6 DOENÇAS DE NOTIFICAÇÃO COMPULSÓRIA E 
ARBOVIROSES
TEMAS DAAPRENDIZAGEM
5. A EQUIPE MULTIPROFISSIONAL E SUA ATUAÇÃO NA 
ATENÇÃO PRIMÁRIA EM SAÚDE
(ATIVIDADE PRÁTICA SUPERVISIONADA) (conteúdo digital)
5.1 PRINCÍPIOS E CARACTERÍSTICAS DA EQUIPE 
MULTIPROFISSIONAL NA ATENÇÃO
PRIMÁRIA EM SAÚDE
5.2 FERRAMENTAS DE TRABALHO NA ATENÇÃO 
PRIMÁRIA EM SAÚDE
TEMAS DAAPRENDIZAGEM
6. SABERES E PRÁTICAS DE ENFERMAGEM EM SAÚDE 
COLETIVA E A OPERACIONALIZAÇÃO DO TRABALHO 
COM FAMÍLIAS
6.1 ASPECTOS E FERRAMENTAS EPIDEMIOLÓGICAS E 
PERFIL EPIDEMIOLÓGICO
6.2 PRÁTICAS ASSISTENCIAIS, ADMINISTRATIVAS E 
EDUCATIVAS
6.3 DEMANDA PROGRAMADA X ESPONTÂNEA E O 
PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO
NOTA FINAL:
AVALIAÇÃO INDIVIDUAL (10 PONTOS) + AVALIAÇÃO COLETIVA (10 PONTOS) DIVIDE POR DOIS = MÉDIA 
FINAL
AVALIANDO APRENDIZADO 1 – PONTO EXTRA
- Contemplará os temas abordados pela disciplina até a semana que antecede a avalição - prova no formato PNI -
Prova Nacional Integrada, com valor total de 01 ponto
AVALIANDO O APRENDIZADO 2 – PONTO EXTRA
- Contemplará todos os temas abordados pela disciplina - prova no formato PNI - Prova Nacional Integrada, com 
total de 01 ponto,.
- CONTEÚDO DIGITAL – BAIXAR TODO CONTEÚDO – VALE CONCEITO/PONTO
AVALIAÇÃO
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO COLETIVA DO PROJETO DE EXTENSÃO:
 A)APLICABILIDADE PRÁTICA DO RESULTADO/PROPOSTAS ENCONTRADAS 
À REALIDADE DO TERRITÓRIO ESTUDADO;
B) DINAMISMO, INEDITISMO E CIENTIFICIDADE DO ESTUDO;
C) ENTREGA DA PARTE ESCRITA NO PRAZO ESTIPULADO;
D) ESCRITA CIENTÍFICA, NORMAS DA ABNT, COERÊNCIA E RELEVÂNCIA 
DO PROJETO;
E) DESENVOLVIMENTO DO PROJETO NA COMUNIDADE;
F) APRESENTAÇÃO ORAL DO PROJETO
PROCEDIMENTOS DE 
AVALIAÇÃO
A SOMA DE TODAS AS ATIVIDADES QUE POSSAM VIR A COMPOR O GRAU 
FINAL DA NF NÃO PODERÁ ULTRAPASSAR O MÁXIMO DE 10 (DEZ) PONTOS. 
PARA APROVAÇÃO NA DISCIPLINA, O ALUNO DEVERÁ, AINDA:
 ATINGIR RESULTADO IGUAL OU SUPERIOR A 6,0;
 FREQUENTAR, NO MÍNIMO, 75% DAS ATIVIDADES.
TAMBÉM É PREVISTO QUE, NO TRABALHO ESCRITO, HAJA ESPAÇO PARA 
ELOGIOS, SUGESTÕES E CRÍTICAS.
PROCEDIMENTOS DE 
AVALIAÇÃO
BASES CONCEITUAIS DO SUS, SAÚDE COLETIVA E 
ESF
SUS = SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE
SUS = SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE
SUS = SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE
SUS = SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE
SUS = SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE
SUS = SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE
SUS = SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE
CENAS COMO ESSAS DO VÍDEO ABAIXO SÃO CORRIQUEIRAS NOS 
ESTADOS UNIDOS | VÍDEO: REDES SOCIAIS
COMO SURGIU O SUS?
PARA QUEM SERVE O SUS?
QUAL A IMPORTÂNCIA DO SUS?
QUAIS SÃO OS PONTOS POSITIVOS E NEGATIVOS 
DO SUS?
O QUE PRECISAMOS FAZER PARA MELHORAR O 
SUS?
Breve histórico sobre o campo da saúde no Brasil e 
no mundo
Breve histórico sobre o campo da saúde no Brasil e 
no mundo
Havia uma separação entre as ações de saúde pública e a assistência médico-hospitalar, sendo 
que o Estado se responsabilizava pelas questões sanitárias. As epidemias de febre amarela, peste 
e varíola, no início do século XX, comprometeram as exportações e exigiram que o poder 
público realizasse o saneamento dos portos, o combate a vetores e a vacinação em massa. 
Embora a saúde pública dessa época se restringisse ao controle sanitário, pesquisadores como 
Oswaldo Cruz e Carlos Chagas auxiliavam na implementação de institutos científicos que 
culminaram em políticas públicas de grande relevância para o Brasil (Paim, 2015).
Breve histórico sobre o campo da saúde no Brasil e 
no mundo
DÉCADA DE 1920
CAP – SURGIRAM AS CAIXAS DE APOSENTADORIAS E PENSÕES
ENTRE AS DÉCADAS DE 1930 E 1960
IAPs – FORAM CRIADAS OS INSTITUTOS DE APOSENTADORIAS E PENSÕES (IAPs) E CADA CATEGORIA 
PROFISSIONAL TINHA O SEU IAP, POR EXEMPLO, HAVIA O IAPI PARA OS INDUSTRIÁRIOS, OS IAPC PARA OS 
COMERCIÁRIOS E O IAPB PARA OS BANCÁRIOSBreve histórico sobre o campo da saúde no Brasil e 
no mundo
Breve histórico sobre o campo da saúde no Brasil e 
no mundo
1986 – conferência sobre promoção da saúde – 1ª Conferência Internacional sobre Promoção de Saúde em 
Ottawa, Canadá.
Mesmo com todo esse progresso, as necessidades de saúde das pessoas não estavam sendo supridas, pois elas 
não conseguiam acessar os serviços de saúde. Nesse cenário, prevaleciam as doenças infectocontagiosas, a 
desnutrição e as verminoses, além do aumento gradativo da mortalidade e das doenças crônicas, tais como 
neoplasias e as cardiopatias.
A precariedade da saúde pública do país, somada à repressão da ditadura, fez com que se fortalecesse na década 
de 1970 um movimento denominado Reforma Sanitária Brasileira. Esse movimento defendia a transformação 
social e sanitária e o primeiro nível de atenção. Participavam dele, principalmente, trabalhadores, docentes, 
pesquisadores e estudantes de saúde. A luta pela democracia e pelo direito universal à saúde era constante, 
culminando na criação do SUS (Campos, 2018).
ANTES DE FALARMOS NO SUS, É 
PRECISO ENTENDER A REFORMA 
SANITÁRIA
Nasceu no contexto da luta contra a ditadura, no início da década de 1970. Propôs alternativas 
para um novo sistema de saúde com características democráticas.
O termo “Reforma Sanitária” foi utilizado pela primeira vez no Brasil em função da Reforma 
Sanitária Italiana. 
Foi proposta num momento de intensas mudanças e sempre pretendeu ser mais do que apenas 
uma reforma setorial. Não abarcava, neste sentido, apenas a saúde e buscava integrar diferentes 
setores da sociedade.
Almejava, desde seus primórdios, que pudesse servir à democracia e à consolidação da cidadania 
no País. 
REFORMA SANITÁRIA
O movimento da Reforma Sanitária nasceu no contexto da luta contra a ditadura, 
no início da década de 1970. 
A expressão ficou esquecida por um tempo até ser recuperada nos debates prévios à 
8ª Conferência Nacional de Saúde, quando foi usada para se referir ao conjunto de 
ideias que se tinha em relação às mudanças e transformações necessárias na área da 
saúde.
O médico sanitarista Sérgio Arouca destacou-se na luta pela Reforma Sanitária 
tornando-se conhecido nacionalmente. 
REFORMA SANITÁRIA
Profissionais da área da saúde, movimentos sociais organizados, intelectuais e 
representantes da sociedade civil preocupados com a saúde pública começaram um amplo 
processo de discussão sobre a saúde que contribuiu para elaboração de importantes 
documentos, tais como, relatórios de plenárias, conferências e entrevistas com atores 
protagonistas do Movimento da Reforma Sanitária.
É importante destacar que as mudanças esperadas pela Reforma Sanitária não abarcavam 
apenas o sistema de saúde, mas todo o setor saúde, introduzindo uma nova ideia na qual o 
resultado final era entendido como a melhoria das condições de vida da população.
RESULTADOS DO MOVIMENTO DA 
REFORMA SANITÁRIA
A conquista da universalização na saúde (o princípio constitucional que estabelece que 
todo brasileiro tem direito à saúde), com definição do dever do Estado e a função 
complementar da rede privada;
A ideia de que a saúde deve ser planejada com base nas conferências de saúde; 
A formalização dos Conselhos de Saúde como parte do SUS, tendo 50% de usuários na sua 
composição; 
Formação da Comissão Nacional da Reforma Sanitária, que transformou o texto da 
constituinte na Lei Orgânica 8080.
REFORMA SANITÁRIA
No ano de 1986, intensificou-se o Movimento Sanitário, sendo convocada a 8ª 
Conferência Nacional de Saúde (CNS), visando discutir a nova proposta de 
estruturação da política de saúde para o país. O encontro resultou em propostas de 
reformulação do sistema nacional de saúde que foram documentadas e ficaram 
conhecidas como Projeto da Reforma Sanitária Brasileira.
8ª Conferência Nacional de Saúde
Aconteceu em março de 1986 em Brasília e foi considerada um dos eventos político-
sanitários mais importantes da história da saúde;
Foi o Marco do Movimento da Reforma Sanitária;
Reuniu mais de 5.000 pessoas; 
Definiu as estratégias a serem defendidas na Constituinte de 1988;
Aprovou texto sobre saúde que seria posteriormente incluído na CF 1988. 
Como resultado central da 8ª Conferência Nacional de Saúde, tivemos o 
estabelecimento de um consenso político que permitiu a conformação do projeto da 
Reforma Sanitária, através de quatro aspectos principais:
▪ O conceito abrangente de saúde;
▪ Saúde como direito de cidadania e dever do Estado;
▪ A instituição de um Sistema Único de Saúde;
▪ A participação da comunidade exercendo o controle social.
RESULTADOS DA 8ª CONFERÊNCIA 
NACIONAL DE SAÚDE
CONSTITUIÇÃO 1988 
Capítulo VIII - secção II - artigo 196: 
“A saúde é direito de todos e dever do estado, garantido mediante políticas sociais e 
econômicas que visem a redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso 
universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e 
recuperação”
SUS
O SUS é definido pelo artigo 198 do seguinte modo : 
“As ações e serviços públicos de saúde integram uma rede regionalizada e hierarquizada 
, e constituem um sistema único, organizado de acordo com as seguintes diretrizes: 
I. Descentralização , com direção única em cada esfera de 
governo; 
II. Atendimento integral , com prioridade para as atividades 
preventivas, sem prejuízo dos serviços assistenciais; 
III. Participação da comunidade” 
SUS
O texto constitucional demonstra que a concepção do SUS estava baseado na 
formulação de um modelo de saúde voltado para as NECESSIDADES DA 
POPULAÇÃO, procurando resgatar o compromisso do estado para com o bem-
estar social, especialmente no que refere a saúde coletiva, consolidando-o como um 
dos direitos da CIDADANIA.
SUS
Apesar do SUS ter sido definido pela Constituição de 1988, ele só foi 
regulamentado em 19 de setembro de 1990 através da Lei 8.080. Esta lei define o 
modelo operacional do SUS, propondo a sua forma de organização e de 
funcionamento.
“ O SUS trouxe, em sua essência , princípios doutrinários que refletiam o momento 
histórico vivido pela sociedade, em seus diversos setores , nas lutas pela criação de 
um sistema justo, que refletisse a igualdade de direitos desejada por todos.” 
AFINAL, O QUE É O SISTEMA ÚNICO DE 
SAÚDE (SUS)?
O SUS é concebido como: 
Conjunto de ações e serviços de saúde, prestados por órgãos e instituições públicas 
federais, estaduais e municipais, da administração direta e indireta e das fundações 
mantidas pelo Poder Público. 
A iniciativa privada poderá participar do SUS em caráter complementar.
O que é o Sistema Único de Saúde 
(SUS)?
O Sistema Único de Saúde (SUS) é um dos maiores e mais complexos sistemas de saúde 
pública do mundo, abrangendo desde o simples atendimento para avaliação da pressão 
arterial, por meio da Atenção Primária, até o transplante de órgãos, garantindo 
ACESSO INTEGRAL, UNIVERSAL E GRATUITO PARA TODA A POPULAÇÃO 
DO PAÍS. 
O que é o Sistema Único de Saúde 
(SUS)?
Com a sua criação, o SUS proporcionou O ACESSO UNIVERSAL AO SISTEMA 
PÚBLICO DE SAÚDE, SEM DISCRIMINAÇÃO. A ATENÇÃO INTEGRAL à 
saúde, e não somente aos cuidados assistenciais, passou a ser um direito de todos os 
brasileiros, desde a gestação e por toda a vida, com foco na saúde com qualidade 
de vida, VISANDO A PREVENÇÃO E A PROMOÇÃO DA SAÚDE.
O que é o Sistema Único de Saúde 
(SUS)?
A gestão das ações e dos serviços de saúde deve ser SOLIDÁRIA E 
PARTICIPATIVA entre os três entes da Federação: A UNIÃO, OS ESTADOS E 
OS MUNICÍPIOS. A rede que compõe o SUS é ampla e abrange tanto ações 
quanto os serviços de saúde. Engloba a ATENÇÃO PRIMÁRIA, MÉDIA E ALTA 
COMPLEXIDADES, OS SERVIÇOS URGÊNCIA E EMERGÊNCIA, A 
ATENÇÃO HOSPITALAR, AS AÇÕES E SERVIÇOS DAS VIGILÂNCIAS 
EPIDEMIOLÓGICA, SANITÁRIA E AMBIENTAL E ASSISTÊNCIA 
FARMACÊUTICA.
Estrutura do Sistema Único de Saúde (SUS)
O Sistema Únicode Saúde (SUS) é composto pelo Ministério da Saúde, Estados e 
Municípios, conforme determina a Constituição Federal. Cada ente tem suas co-
responsabilidades.
Ministério da Saúde
Gestor nacional do SUS, formula, normatiza, fiscaliza, monitora e avalia políticas e 
ações, EM ARTICULAÇÃO COM O CONSELHO NACIONAL DE SAÚDE. 
Atua no âmbito da Comissão Intergestores Tripartite (CIT) para pactuar o Plano 
Nacional de Saúde. Integram sua estrutura: FIOCRUZ, FUNASA, ANVISA, ANS, 
HEMOBRÁS, INCA, INTO E OITO HOSPITAIS FEDERAIS.
Estrutura do Sistema Único de Saúde (SUS)
Comissão Intergestores Tripartite (CIT)
Foro de negociação e pactuação entre gestores federal, estadual e municipal, 
quanto aos aspectos operacionais do SUS
Comissão Intergestores Bipartite (CIB)
Foro de negociação e pactuação entre gestores estadual e municipais, quanto aos 
aspectos operacionais do SUS
Estrutura do Sistema Único de Saúde (SUS)
Secretaria Estadual de Saúde (SES)
Participa da formulação das políticas e ações de saúde, presta apoio aos municípios 
em articulação com o conselho estadual e participa da Comissão Intergestores 
Bipartite (CIB) para aprovar e implementar o plano estadual de saúde.
Secretaria Municipal de Saúde (SMS)
Planeja, organiza, controla, avalia e executa as ações e serviços de saúde em 
articulação com o conselho municipal e a esfera estadual para aprovar e implantar 
o plano municipal de saúde.
Estrutura do Sistema Único de Saúde (SUS)
Conselhos de Saúde
O Conselho de Saúde, no âmbito de atuação (Nacional, Estadual ou Municipal), em 
caráter permanente e deliberativo, órgão colegiado composto por representantes 
do governo, prestadores de serviço, profissionais de saúde e usuários, atua na 
formulação de estratégias e no controle da execução da política de saúde na 
instância correspondente, inclusive nos aspectos econômicos e financeiros, cujas 
decisões serão homologadas pelo chefe do poder legalmente constituído em cada 
esfera do governo.
Cabe a cada Conselho de Saúde definir o número de membros, que obedecerá a 
seguinte composição: 50% de entidades e movimentos representativos de usuários; 
25% de entidades representativas dos trabalhadores da área de saúde e 25% de 
representação de governo e prestadores de serviços privados conveniados, ou sem 
fins lucrativos.
Estrutura do Sistema Único de Saúde (SUS)
Conselho Nacional de Secretário da Saúde (Conass)
Entidade representativa dos entes estaduais e do Distrito Federal na CIT para 
tratar de matérias referentes à saúde
Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems)
Entidade representativa dos entes municipais na CIT para tratar de matérias 
referentes à saúde
Conselhos de Secretarias Municipais de Saúde (Cosems)
São reconhecidos como entidades que representam os entes municipais, no âmbito 
estadual, para tratar de matérias referentes à saúde, desde que vinculados 
institucionalmente ao Conasems, na forma que dispuserem seus estatutos.
PRINCÍPIOS E DIRETRIZES DO SUS – 
CONCEITOS BÁSICOS DO SUS
Princípios Doutrinários do SUS: 
Universalidade Garante o atendimento a todos os indivíduos, oferecendo-
lhes atenção adequada, sem qualquer custo.
Igualdade - Permite que a assistência à saúde seja realizada sem 
preconceitos ou privilégios de qualquer espécie. 
Integralidade Assegura os cuidados necessários à saúde da população, 
ofertando ações em todos os níveis de complexidade.
 
PRINCÍPIOS E DIRETRIZES DO SUS – 
CONCEITOS BÁSICOS DO SUS
Princípios Organizativos do SUS 
Regionalização e Hierarquização Orientam que a rede de serviços do SUS seja 
disposta por região e de maneira hierarquizada, possibilitando a oferta de 
recursos conforme a demanda de uma área delimitada.
Descentralização e comando único É definida como o processo de 
transferência de responsabilidades de gestão para os municípios (Brasil, 1990a; 
Paim, 2015).
Controle Social – participação popular É um direito e um dever da sociedade 
em participar das gestões públicas em geral e da saúde pública em particular.
Resolutividade Exige que os serviços estejam capacitados para resolver os 
problemas de saúde até o nível de complexidade exigido.
PRINCÍPIOS E DIRETRIZES DO SUS – 
CONCEITOS BÁSICOS DO SUS
Vale ressaltar que alguns autores e a PNAB colocam a equidade como 
princípio do SUS, que seria atender às pessoas de acordo com suas 
necessidades. Contudo, a equidade não é citada na Constituição e na 
Lei Orgânica da Saúde (Brasil, 1990a; Paim, 2015).
ATIVIDADE VERIFICADORA
PARA PRÓXIMA AULA...
1- ASSISTAM O FILME: 
https://youtu.be/Cb-cslNmGnE
O SUS DO BRASIL
2- ELABORE UMA RESENHA CRÍTICA DO FILME E ENVIE PARA O 
EMAIL: profaenfakarlasouza@gmail.com
PRAZO MÁXIMO: ATÉ O DIA 24/3/2026
https://youtu.be/Cb-cslNmGnE
https://youtu.be/Cb-cslNmGnE
https://youtu.be/Cb-cslNmGnE
https://youtu.be/Cb-cslNmGnE
https://youtu.be/Cb-cslNmGnE
https://youtu.be/Cb-cslNmGnE
mailto:profaenfakarlasouza@gmail.com
FIGUEIREDO, N. M.A; Tonini, T. SUS e Saúde da Família para Enfermagem: Práticas 
para o cuidado em Saúde Coletiva. [Livro Eletrônico]. São Paulo: Yendis, 2001. Disponível 
em: https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/159364/pdf/0
ROCHA, J.S Y. Manual de Saúde Pública e Saúde Coletiva no Brasil.. 2a. São Paulo: 
Atheneu, 2012. 
Disponível em: https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/180673/pdf/0
SILVA. L, L. L; Archanjo, D. D; Archanjo, L.R. Saúde da Família na Atenção Primária. 
[Livro eletrônico] Orgs. Curitiba: InterSaberes, 2013.
Disponível em: https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/6152/pdf/0
REFERÊNCIA BÁSICA DA DISCIPLINA
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/159364/pdf/0
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/159364/pdf/0
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/159364/pdf/0
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/159364/pdf/0
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/159364/pdf/0
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/159364/pdf/0
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/159364/pdf/0
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/159364/pdf/0
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/159364/pdf/0
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/159364/pdf/0
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/159364/pdf/0
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/159364/pdf/0
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/180673/pdf/0
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/180673/pdf/0
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/180673/pdf/0
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/180673/pdf/0
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/180673/pdf/0
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/180673/pdf/0
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/180673/pdf/0
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/180673/pdf/0
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/180673/pdf/0
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/180673/pdf/0
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/180673/pdf/0
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/180673/pdf/0
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/6152/pdf/0
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/6152/pdf/0
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/6152/pdf/0
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/6152/pdf/0
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/6152/pdf/0
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/6152/pdf/0
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/6152/pdf/0
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/6152/pdf/0
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/6152/pdf/0
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/6152/pdf/0
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/6152/pdf/0
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/6152/pdf/0
BaymaO. F.; Istvan K. K. Saúde Previdência e Assistência Social Políticas Públicas Integradas/Desafios, Propostas e 
Estratégias. [Orgs. Bayma O. F.; Istvan K. K]. São Paulo: Parson Prentice Hall, 2007. Disponível em: 
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/361/pdf/0
Cordoba, Elisabete. SUS e ESF Sistema Único de Saúde e Estratégia Saúde da Família. São Paulo: Rideel, 2013.
Disponível em: https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/54339/pdf/0
Kauchakje, Samira. Políticas Públicas Sociais: a cidade habitação em questão. Curitiba: Entre Saberes, 2017.
Disponível em: https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/54339/pdf/0
Kuhenen, A. Cruz, R.M. Takase, E. Interações: pessoasambiente e saúde. Orgs. [livro eletrônico]. São Paulo: Casa do 
psicólogo, 2009. Disponível em: https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/2521/pdf/0
Teixeira, I. F. Contextos e condutas em Atenção Primária. Orgs. [Recursos Eletrônicos] Dados Eletrônicos. Porto Alegre: 
EDIPUCRS, 2019. Disponível em: https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/180913/epub/0
REFERÊNCIA COMPLEMENTAR DA
DISCIPLINA
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/361/pdf/0
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/361/pdf/0
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/361/pdf/0
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/361/pdf/0
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/361/pdf/0
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/361/pdf/0
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/361/pdf/0
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/361/pdf/0
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/361/pdf/0
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/361/pdf/0
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/361/pdf/0
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/361/pdf/0
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/54339/pdf/0
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/54339/pdf/0
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/54339/pdf/0
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/54339/pdf/0
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/54339/pdf/0
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/54339/pdf/0
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/54339/pdf/0
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/54339/pdf/0
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/54339/pdf/0
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/54339/pdf/0
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/54339/pdf/0
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/54339/pdf/0
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/54339/pdf/0
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/54339/pdf/0
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/54339/pdf/0
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/54339/pdf/0
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/54339/pdf/0
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/54339/pdf/0
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/54339/pdf/0
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/54339/pdf/0
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/54339/pdf/0
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/54339/pdf/0
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/54339/pdf/0
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/54339/pdf/0
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/2521/pdf/0
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/2521/pdf/0
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/2521/pdf/0
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/2521/pdf/0
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/2521/pdf/0
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/2521/pdf/0
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/2521/pdf/0
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/2521/pdf/0
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/2521/pdf/0
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/2521/pdf/0
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/2521/pdf/0
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/2521/pdf/0
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/180913/epub/0
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/180913/epub/0
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/180913/epub/0
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/180913/epub/0
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/180913/epub/0
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/180913/epub/0
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/180913/epub/0
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/180913/epub/0
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/180913/epub/0
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/180913/epub/0
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/180913/epub/0
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/180913/epub/0
Obrigada!!!!!
A força está com vocês!!!!
	Slide 1
	Slide 2: ASSISTÊNCIA DE ENF. SAÚDE COLETIVA E DA FAMÍLIA
	Slide 3
	Slide 4: EMENTA
	Slide 5: OBJETIVOS DA DISCIPLINA
	Slide 6: OBJETIVOS DA DISCIPLINA
	Slide 7: METODOLOGIAS DE ENSINO E APRENDIZAGEM
	Slide 8: METODOLOGIAS DE ENSINO E APRENDIZAGEM
	Slide 9: TEMAS DA APRENDIZAGEM
	Slide 10: TEMAS DA APRENDIZAGEM
	Slide 11: TEMAS DA APRENDIZAGEM
	Slide 12: TEMAS DA APRENDIZAGEM
	Slide 13: TEMAS DA APRENDIZAGEM
	Slide 14: TEMAS DA APRENDIZAGEM
	Slide 15: AVALIAÇÃO
	Slide 16
	Slide 17: PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO
	Slide 18: PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO
	Slide 19:  BASES CONCEITUAIS DO SUS, SAÚDE COLETIVA E ESF 
	Slide 20: SUS = SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE 
	Slide 21: SUS = SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE 
	Slide 22: SUS = SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE 
	Slide 23: SUS = SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE 
	Slide 24: SUS = SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE 
	Slide 25: SUS = SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE 
	Slide 26: SUS = SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE 
	Slide 27
	Slide 28
	Slide 29: COMO SURGIU O SUS? PARA QUEM SERVE O SUS? QUAL A IMPORTÂNCIA DO SUS? QUAIS SÃO OS PONTOS POSITIVOS E NEGATIVOS DO SUS? O QUE PRECISAMOS FAZER PARA MELHORAR O SUS?
	Slide 30: Breve histórico sobre o campo da saúde no Brasil e no mundo
	Slide 31: Breve histórico sobre o campo da saúde no Brasil e no mundo
	Slide 32: Breve histórico sobre o campo da saúde no Brasil e no mundo
	Slide 33: Breve histórico sobre o campo da saúde no Brasil e no mundo
	Slide 34: Breve histórico sobre o campo da saúde no Brasil e no mundo
	Slide 35: ANTES DE FALARMOS NO SUS, É PRECISO ENTENDER A REFORMA SANITÁRIA
	Slide 36: REFORMA SANITÁRIA
	Slide 37: REFORMA SANITÁRIA
	Slide 38: RESULTADOS DO MOVIMENTO DA REFORMA SANITÁRIA
	Slide 39: REFORMA SANITÁRIA
	Slide 40: 8ª Conferência Nacional de Saúde 
	Slide 41: 
	Slide 42: CONSTITUIÇÃO 1988 
	Slide 43: SUS
	Slide 44: SUS
	Slide 45: SUS
	Slide 46: AFINAL, O QUE É O SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE (SUS)?
	Slide 47: O que é o Sistema Único de Saúde (SUS)?
	Slide 48: O que é o Sistema Único de Saúde (SUS)?
	Slide 49: O que é o Sistema Único de Saúde (SUS)?
	Slide 50: Estrutura do Sistema Único de Saúde (SUS)
	Slide 51: Estrutura do Sistema Único de Saúde (SUS)
	Slide 52: Estrutura do Sistema Único de Saúde (SUS)
	Slide 53: Estrutura do Sistema Único de Saúde (SUS)
	Slide 54: Estrutura do Sistema Único de Saúde (SUS)
	Slide 55: PRINCÍPIOS E DIRETRIZES DO SUS – CONCEITOS BÁSICOS DO SUS
	Slide 56: PRINCÍPIOS E DIRETRIZES DO SUS – CONCEITOS BÁSICOS DO SUS
	Slide 57: PRINCÍPIOS E DIRETRIZES DO SUS – CONCEITOS BÁSICOS DO SUS
	Slide 58
	Slide 59: REFERÊNCIA BÁSICA DA DISCIPLINA
	Slide 60: REFERÊNCIA COMPLEMENTAR DA DISCIPLINA
	Slide 61

Mais conteúdos dessa disciplina