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ASSISTÊNCIA DE ENF. SAÚDE COLETIVA E DA FAMÍLIA Profª Ma Karla Souza profaenfakarlasouza@gmail.com SEJAM BEMVINDXS ARA0451 ASSISTÊNCIA DE ENF. SAÚDE COLETIVA E DA FAMÍLIA EMENTA ❖Bases Conceituais do SUS, Saúde Coletiva e ESF; ❖Organização da ESF e o Trabalho em Redes na Saúde Coletiva; ❖Saúde Coletiva e as Principais Políticas; ❖Saúde Coletiva e os Principais Programas; ❖A equipe multiprofissional e sua atuação na Atenção Primária em Saúde; ❖ Saberes e Práticas de Enfermagem em Saúde Coletiva; ❖Operacionalização do Trabalho com Famílias.. OBJETIVOS DA DISCIPLINA ❖ Discutir os principais conceitos históricos da saúde, a partir das políticas do SUS, para construir pensamento crítico na prática profissional em saúde coletiva. ❖Analisar as bases conceituais da ESF, utilizando as teorias de modelo e paradigmas, para construir formas de cuidado mais aliados com o conceito ampliado de saúde. ❖Elaborar diagnóstico situacional, utilizando as teorias de organização e tipologia familiar, para desenvolver habilidades na identificação de vulnerabilidades em saúde. OBJETIVOS DA DISCIPLINA ❖ Diferenciar as principais políticas públicas entre si, utilizando as publicações do SUS, para definir as estratégias de abordagens na tomada de decisão na prática assistencial da (o) enfermeira (o). ❖Identificar as ferramentas de trabalho na atenção primária, a partir dos conceitos de equipe multidisciplinar, para diferenciar as competências da atuação (o) enfermeira (o) na ESF, em relação às funções coletivas dentro da equipe. ❖Produzir planejamento estratégico para o território, com base no perfil demográfico e epidemiológico da comunidade analisada, para desenvolver ações de tratamento, reabilitação, prevenção e promoção à saúde da comunidade. METODOLOGIAS DE ENSINO E APRENDIZAGEM METODOLOGIAS DE ENSINO E APRENDIZAGEM • A disciplina adotará o modelo de aprendizagem baseada em problemas. O processo de ensino aprendizagem iniciará por meio de uma situação problema (problematização/pergunta geradora), previamente definida pela/pelo docente a partir dos temas de aprendizagem. • Poderão ser utilizados como estratégias didáticas: exposição, discussão de filmes e documentários, estudos de casos que subsidiarão a análise de problemas, debates estruturados, fóruns de discussão, brainstormings, jogos e ferramentas digitais que tornarão o aluno protagonista de seu aprendizado. Esta abordagem prioriza o aluno, sendo este capaz de articular os temas discutidos nas aulas para responder à situação problema que abre a preleção. • É importante destacar o uso da Sala de Aula Virtual de Aprendizagem (SAVA), local em que o aluno terá acesso ao conteúdo digital da disciplina, poderá resolver questões propostas e explorar conteúdos complementares disponíveis para estudo. • O modelo de aprendizagem prevê ainda a realização da Atividade Prática Supervisionada, que são atividades práticas realizadas em laboratórios, bibliotecas e trabalhos individuais e/ou em grupo que fazem parte do ecossistema de aprendizagem global e local. TEMAS DA APRENDIZAGEM 1. BASES CONCEITUAIS DO SUS, SAÚDE COLETIVA E ESF 1.1 CONTEXTUALIZAÇÃO HISTÓRICA DO CAMPO DA SAÚDE E O SUS 1.2 BASES FILOSÓFICAS DA SAÚDE COLETIVA E A CONSOLIDAÇÃO DA PNAB E ESF 1.3 OS NÍVEIS DE ATENÇÃO À SAÚDE; RISCO E VULNERABILIDADE EM SAÚDE 1.4 SAÚDE E AMBIENTE E OS CONCEITOS DE PROMOÇÃO DA SAÚDE E PREVENÇÃO DE DOENÇAS E AGRAVOS TEMAS DA APRENDIZAGEM 2. ORGANIZAÇÃO DA ESF E O TRABALHO EM REDES NA SAÚDE COLETIVA 2.1 ORGANIZAÇÃO FAMILIAR E TIPOS DE FAMÍLIA; TERRITÓRIO E CADASTRAMENTO 2.2 SISTEMA DE REFERÊNCIA E CONTRAREFERÊNCIA 2.3 NASF/ESF EM ARTICULAÇÃO COM SAÚDE MENTAL TEMAS DAAPRENDIZAGEM 3. SAÚDE COLETIVA E AS PRINCIPAIS POLÍTICAS 3.1 SAÚDE MENTAL; SAÚDE DA MULHER; SAÚDE DO HOMEM; SAÚDE DO IDOSO 3.2 SAÚDE DA CRIANÇA E ADOLESCENTE; PROGRAMA SAÚDE NA ESCOLA TEMAS DA APRENDIZAGEM 4. SAÚDE COLETIVA E OS PRINCIPAIS PROGRAMAS 4.1 IST/HIV 4.2 REDE DE FRIO; PROGRAMA NACIONAL DE IMUNIZAÇÃO 4.3 HIPERTENSÃO; DIABETES 4.4 HANSENÍASE; TUBERCULOSE 4.5 SAÚDE DO TRABALHADOR, PROGRAMAS ESPECIAIS E PROGRAMAS LOCAIS 4.6 DOENÇAS DE NOTIFICAÇÃO COMPULSÓRIA E ARBOVIROSES TEMAS DAAPRENDIZAGEM 5. A EQUIPE MULTIPROFISSIONAL E SUA ATUAÇÃO NA ATENÇÃO PRIMÁRIA EM SAÚDE (ATIVIDADE PRÁTICA SUPERVISIONADA) (conteúdo digital) 5.1 PRINCÍPIOS E CARACTERÍSTICAS DA EQUIPE MULTIPROFISSIONAL NA ATENÇÃO PRIMÁRIA EM SAÚDE 5.2 FERRAMENTAS DE TRABALHO NA ATENÇÃO PRIMÁRIA EM SAÚDE TEMAS DAAPRENDIZAGEM 6. SABERES E PRÁTICAS DE ENFERMAGEM EM SAÚDE COLETIVA E A OPERACIONALIZAÇÃO DO TRABALHO COM FAMÍLIAS 6.1 ASPECTOS E FERRAMENTAS EPIDEMIOLÓGICAS E PERFIL EPIDEMIOLÓGICO 6.2 PRÁTICAS ASSISTENCIAIS, ADMINISTRATIVAS E EDUCATIVAS 6.3 DEMANDA PROGRAMADA X ESPONTÂNEA E O PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO NOTA FINAL: AVALIAÇÃO INDIVIDUAL (10 PONTOS) + AVALIAÇÃO COLETIVA (10 PONTOS) DIVIDE POR DOIS = MÉDIA FINAL AVALIANDO APRENDIZADO 1 – PONTO EXTRA - Contemplará os temas abordados pela disciplina até a semana que antecede a avalição - prova no formato PNI - Prova Nacional Integrada, com valor total de 01 ponto AVALIANDO O APRENDIZADO 2 – PONTO EXTRA - Contemplará todos os temas abordados pela disciplina - prova no formato PNI - Prova Nacional Integrada, com total de 01 ponto,. - CONTEÚDO DIGITAL – BAIXAR TODO CONTEÚDO – VALE CONCEITO/PONTO AVALIAÇÃO CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO COLETIVA DO PROJETO DE EXTENSÃO: A)APLICABILIDADE PRÁTICA DO RESULTADO/PROPOSTAS ENCONTRADAS À REALIDADE DO TERRITÓRIO ESTUDADO; B) DINAMISMO, INEDITISMO E CIENTIFICIDADE DO ESTUDO; C) ENTREGA DA PARTE ESCRITA NO PRAZO ESTIPULADO; D) ESCRITA CIENTÍFICA, NORMAS DA ABNT, COERÊNCIA E RELEVÂNCIA DO PROJETO; E) DESENVOLVIMENTO DO PROJETO NA COMUNIDADE; F) APRESENTAÇÃO ORAL DO PROJETO PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO A SOMA DE TODAS AS ATIVIDADES QUE POSSAM VIR A COMPOR O GRAU FINAL DA NF NÃO PODERÁ ULTRAPASSAR O MÁXIMO DE 10 (DEZ) PONTOS. PARA APROVAÇÃO NA DISCIPLINA, O ALUNO DEVERÁ, AINDA: ATINGIR RESULTADO IGUAL OU SUPERIOR A 6,0; FREQUENTAR, NO MÍNIMO, 75% DAS ATIVIDADES. TAMBÉM É PREVISTO QUE, NO TRABALHO ESCRITO, HAJA ESPAÇO PARA ELOGIOS, SUGESTÕES E CRÍTICAS. PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO BASES CONCEITUAIS DO SUS, SAÚDE COLETIVA E ESF SUS = SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE SUS = SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE SUS = SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE SUS = SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE SUS = SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE SUS = SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE SUS = SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE CENAS COMO ESSAS DO VÍDEO ABAIXO SÃO CORRIQUEIRAS NOS ESTADOS UNIDOS | VÍDEO: REDES SOCIAIS COMO SURGIU O SUS? PARA QUEM SERVE O SUS? QUAL A IMPORTÂNCIA DO SUS? QUAIS SÃO OS PONTOS POSITIVOS E NEGATIVOS DO SUS? O QUE PRECISAMOS FAZER PARA MELHORAR O SUS? Breve histórico sobre o campo da saúde no Brasil e no mundo Breve histórico sobre o campo da saúde no Brasil e no mundo Havia uma separação entre as ações de saúde pública e a assistência médico-hospitalar, sendo que o Estado se responsabilizava pelas questões sanitárias. As epidemias de febre amarela, peste e varíola, no início do século XX, comprometeram as exportações e exigiram que o poder público realizasse o saneamento dos portos, o combate a vetores e a vacinação em massa. Embora a saúde pública dessa época se restringisse ao controle sanitário, pesquisadores como Oswaldo Cruz e Carlos Chagas auxiliavam na implementação de institutos científicos que culminaram em políticas públicas de grande relevância para o Brasil (Paim, 2015). Breve histórico sobre o campo da saúde no Brasil e no mundo DÉCADA DE 1920 CAP – SURGIRAM AS CAIXAS DE APOSENTADORIAS E PENSÕES ENTRE AS DÉCADAS DE 1930 E 1960 IAPs – FORAM CRIADAS OS INSTITUTOS DE APOSENTADORIAS E PENSÕES (IAPs) E CADA CATEGORIA PROFISSIONAL TINHA O SEU IAP, POR EXEMPLO, HAVIA O IAPI PARA OS INDUSTRIÁRIOS, OS IAPC PARA OS COMERCIÁRIOS E O IAPB PARA OS BANCÁRIOSBreve histórico sobre o campo da saúde no Brasil e no mundo Breve histórico sobre o campo da saúde no Brasil e no mundo 1986 – conferência sobre promoção da saúde – 1ª Conferência Internacional sobre Promoção de Saúde em Ottawa, Canadá. Mesmo com todo esse progresso, as necessidades de saúde das pessoas não estavam sendo supridas, pois elas não conseguiam acessar os serviços de saúde. Nesse cenário, prevaleciam as doenças infectocontagiosas, a desnutrição e as verminoses, além do aumento gradativo da mortalidade e das doenças crônicas, tais como neoplasias e as cardiopatias. A precariedade da saúde pública do país, somada à repressão da ditadura, fez com que se fortalecesse na década de 1970 um movimento denominado Reforma Sanitária Brasileira. Esse movimento defendia a transformação social e sanitária e o primeiro nível de atenção. Participavam dele, principalmente, trabalhadores, docentes, pesquisadores e estudantes de saúde. A luta pela democracia e pelo direito universal à saúde era constante, culminando na criação do SUS (Campos, 2018). ANTES DE FALARMOS NO SUS, É PRECISO ENTENDER A REFORMA SANITÁRIA Nasceu no contexto da luta contra a ditadura, no início da década de 1970. Propôs alternativas para um novo sistema de saúde com características democráticas. O termo “Reforma Sanitária” foi utilizado pela primeira vez no Brasil em função da Reforma Sanitária Italiana. Foi proposta num momento de intensas mudanças e sempre pretendeu ser mais do que apenas uma reforma setorial. Não abarcava, neste sentido, apenas a saúde e buscava integrar diferentes setores da sociedade. Almejava, desde seus primórdios, que pudesse servir à democracia e à consolidação da cidadania no País. REFORMA SANITÁRIA O movimento da Reforma Sanitária nasceu no contexto da luta contra a ditadura, no início da década de 1970. A expressão ficou esquecida por um tempo até ser recuperada nos debates prévios à 8ª Conferência Nacional de Saúde, quando foi usada para se referir ao conjunto de ideias que se tinha em relação às mudanças e transformações necessárias na área da saúde. O médico sanitarista Sérgio Arouca destacou-se na luta pela Reforma Sanitária tornando-se conhecido nacionalmente. REFORMA SANITÁRIA Profissionais da área da saúde, movimentos sociais organizados, intelectuais e representantes da sociedade civil preocupados com a saúde pública começaram um amplo processo de discussão sobre a saúde que contribuiu para elaboração de importantes documentos, tais como, relatórios de plenárias, conferências e entrevistas com atores protagonistas do Movimento da Reforma Sanitária. É importante destacar que as mudanças esperadas pela Reforma Sanitária não abarcavam apenas o sistema de saúde, mas todo o setor saúde, introduzindo uma nova ideia na qual o resultado final era entendido como a melhoria das condições de vida da população. RESULTADOS DO MOVIMENTO DA REFORMA SANITÁRIA A conquista da universalização na saúde (o princípio constitucional que estabelece que todo brasileiro tem direito à saúde), com definição do dever do Estado e a função complementar da rede privada; A ideia de que a saúde deve ser planejada com base nas conferências de saúde; A formalização dos Conselhos de Saúde como parte do SUS, tendo 50% de usuários na sua composição; Formação da Comissão Nacional da Reforma Sanitária, que transformou o texto da constituinte na Lei Orgânica 8080. REFORMA SANITÁRIA No ano de 1986, intensificou-se o Movimento Sanitário, sendo convocada a 8ª Conferência Nacional de Saúde (CNS), visando discutir a nova proposta de estruturação da política de saúde para o país. O encontro resultou em propostas de reformulação do sistema nacional de saúde que foram documentadas e ficaram conhecidas como Projeto da Reforma Sanitária Brasileira. 8ª Conferência Nacional de Saúde Aconteceu em março de 1986 em Brasília e foi considerada um dos eventos político- sanitários mais importantes da história da saúde; Foi o Marco do Movimento da Reforma Sanitária; Reuniu mais de 5.000 pessoas; Definiu as estratégias a serem defendidas na Constituinte de 1988; Aprovou texto sobre saúde que seria posteriormente incluído na CF 1988. Como resultado central da 8ª Conferência Nacional de Saúde, tivemos o estabelecimento de um consenso político que permitiu a conformação do projeto da Reforma Sanitária, através de quatro aspectos principais: ▪ O conceito abrangente de saúde; ▪ Saúde como direito de cidadania e dever do Estado; ▪ A instituição de um Sistema Único de Saúde; ▪ A participação da comunidade exercendo o controle social. RESULTADOS DA 8ª CONFERÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE CONSTITUIÇÃO 1988 Capítulo VIII - secção II - artigo 196: “A saúde é direito de todos e dever do estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem a redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação” SUS O SUS é definido pelo artigo 198 do seguinte modo : “As ações e serviços públicos de saúde integram uma rede regionalizada e hierarquizada , e constituem um sistema único, organizado de acordo com as seguintes diretrizes: I. Descentralização , com direção única em cada esfera de governo; II. Atendimento integral , com prioridade para as atividades preventivas, sem prejuízo dos serviços assistenciais; III. Participação da comunidade” SUS O texto constitucional demonstra que a concepção do SUS estava baseado na formulação de um modelo de saúde voltado para as NECESSIDADES DA POPULAÇÃO, procurando resgatar o compromisso do estado para com o bem- estar social, especialmente no que refere a saúde coletiva, consolidando-o como um dos direitos da CIDADANIA. SUS Apesar do SUS ter sido definido pela Constituição de 1988, ele só foi regulamentado em 19 de setembro de 1990 através da Lei 8.080. Esta lei define o modelo operacional do SUS, propondo a sua forma de organização e de funcionamento. “ O SUS trouxe, em sua essência , princípios doutrinários que refletiam o momento histórico vivido pela sociedade, em seus diversos setores , nas lutas pela criação de um sistema justo, que refletisse a igualdade de direitos desejada por todos.” AFINAL, O QUE É O SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE (SUS)? O SUS é concebido como: Conjunto de ações e serviços de saúde, prestados por órgãos e instituições públicas federais, estaduais e municipais, da administração direta e indireta e das fundações mantidas pelo Poder Público. A iniciativa privada poderá participar do SUS em caráter complementar. O que é o Sistema Único de Saúde (SUS)? O Sistema Único de Saúde (SUS) é um dos maiores e mais complexos sistemas de saúde pública do mundo, abrangendo desde o simples atendimento para avaliação da pressão arterial, por meio da Atenção Primária, até o transplante de órgãos, garantindo ACESSO INTEGRAL, UNIVERSAL E GRATUITO PARA TODA A POPULAÇÃO DO PAÍS. O que é o Sistema Único de Saúde (SUS)? Com a sua criação, o SUS proporcionou O ACESSO UNIVERSAL AO SISTEMA PÚBLICO DE SAÚDE, SEM DISCRIMINAÇÃO. A ATENÇÃO INTEGRAL à saúde, e não somente aos cuidados assistenciais, passou a ser um direito de todos os brasileiros, desde a gestação e por toda a vida, com foco na saúde com qualidade de vida, VISANDO A PREVENÇÃO E A PROMOÇÃO DA SAÚDE. O que é o Sistema Único de Saúde (SUS)? A gestão das ações e dos serviços de saúde deve ser SOLIDÁRIA E PARTICIPATIVA entre os três entes da Federação: A UNIÃO, OS ESTADOS E OS MUNICÍPIOS. A rede que compõe o SUS é ampla e abrange tanto ações quanto os serviços de saúde. Engloba a ATENÇÃO PRIMÁRIA, MÉDIA E ALTA COMPLEXIDADES, OS SERVIÇOS URGÊNCIA E EMERGÊNCIA, A ATENÇÃO HOSPITALAR, AS AÇÕES E SERVIÇOS DAS VIGILÂNCIAS EPIDEMIOLÓGICA, SANITÁRIA E AMBIENTAL E ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA. Estrutura do Sistema Único de Saúde (SUS) O Sistema Únicode Saúde (SUS) é composto pelo Ministério da Saúde, Estados e Municípios, conforme determina a Constituição Federal. Cada ente tem suas co- responsabilidades. Ministério da Saúde Gestor nacional do SUS, formula, normatiza, fiscaliza, monitora e avalia políticas e ações, EM ARTICULAÇÃO COM O CONSELHO NACIONAL DE SAÚDE. Atua no âmbito da Comissão Intergestores Tripartite (CIT) para pactuar o Plano Nacional de Saúde. Integram sua estrutura: FIOCRUZ, FUNASA, ANVISA, ANS, HEMOBRÁS, INCA, INTO E OITO HOSPITAIS FEDERAIS. Estrutura do Sistema Único de Saúde (SUS) Comissão Intergestores Tripartite (CIT) Foro de negociação e pactuação entre gestores federal, estadual e municipal, quanto aos aspectos operacionais do SUS Comissão Intergestores Bipartite (CIB) Foro de negociação e pactuação entre gestores estadual e municipais, quanto aos aspectos operacionais do SUS Estrutura do Sistema Único de Saúde (SUS) Secretaria Estadual de Saúde (SES) Participa da formulação das políticas e ações de saúde, presta apoio aos municípios em articulação com o conselho estadual e participa da Comissão Intergestores Bipartite (CIB) para aprovar e implementar o plano estadual de saúde. Secretaria Municipal de Saúde (SMS) Planeja, organiza, controla, avalia e executa as ações e serviços de saúde em articulação com o conselho municipal e a esfera estadual para aprovar e implantar o plano municipal de saúde. Estrutura do Sistema Único de Saúde (SUS) Conselhos de Saúde O Conselho de Saúde, no âmbito de atuação (Nacional, Estadual ou Municipal), em caráter permanente e deliberativo, órgão colegiado composto por representantes do governo, prestadores de serviço, profissionais de saúde e usuários, atua na formulação de estratégias e no controle da execução da política de saúde na instância correspondente, inclusive nos aspectos econômicos e financeiros, cujas decisões serão homologadas pelo chefe do poder legalmente constituído em cada esfera do governo. Cabe a cada Conselho de Saúde definir o número de membros, que obedecerá a seguinte composição: 50% de entidades e movimentos representativos de usuários; 25% de entidades representativas dos trabalhadores da área de saúde e 25% de representação de governo e prestadores de serviços privados conveniados, ou sem fins lucrativos. Estrutura do Sistema Único de Saúde (SUS) Conselho Nacional de Secretário da Saúde (Conass) Entidade representativa dos entes estaduais e do Distrito Federal na CIT para tratar de matérias referentes à saúde Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems) Entidade representativa dos entes municipais na CIT para tratar de matérias referentes à saúde Conselhos de Secretarias Municipais de Saúde (Cosems) São reconhecidos como entidades que representam os entes municipais, no âmbito estadual, para tratar de matérias referentes à saúde, desde que vinculados institucionalmente ao Conasems, na forma que dispuserem seus estatutos. PRINCÍPIOS E DIRETRIZES DO SUS – CONCEITOS BÁSICOS DO SUS Princípios Doutrinários do SUS: Universalidade Garante o atendimento a todos os indivíduos, oferecendo- lhes atenção adequada, sem qualquer custo. Igualdade - Permite que a assistência à saúde seja realizada sem preconceitos ou privilégios de qualquer espécie. Integralidade Assegura os cuidados necessários à saúde da população, ofertando ações em todos os níveis de complexidade. PRINCÍPIOS E DIRETRIZES DO SUS – CONCEITOS BÁSICOS DO SUS Princípios Organizativos do SUS Regionalização e Hierarquização Orientam que a rede de serviços do SUS seja disposta por região e de maneira hierarquizada, possibilitando a oferta de recursos conforme a demanda de uma área delimitada. Descentralização e comando único É definida como o processo de transferência de responsabilidades de gestão para os municípios (Brasil, 1990a; Paim, 2015). Controle Social – participação popular É um direito e um dever da sociedade em participar das gestões públicas em geral e da saúde pública em particular. Resolutividade Exige que os serviços estejam capacitados para resolver os problemas de saúde até o nível de complexidade exigido. PRINCÍPIOS E DIRETRIZES DO SUS – CONCEITOS BÁSICOS DO SUS Vale ressaltar que alguns autores e a PNAB colocam a equidade como princípio do SUS, que seria atender às pessoas de acordo com suas necessidades. Contudo, a equidade não é citada na Constituição e na Lei Orgânica da Saúde (Brasil, 1990a; Paim, 2015). ATIVIDADE VERIFICADORA PARA PRÓXIMA AULA... 1- ASSISTAM O FILME: https://youtu.be/Cb-cslNmGnE O SUS DO BRASIL 2- ELABORE UMA RESENHA CRÍTICA DO FILME E ENVIE PARA O EMAIL: profaenfakarlasouza@gmail.com PRAZO MÁXIMO: ATÉ O DIA 24/3/2026 https://youtu.be/Cb-cslNmGnE https://youtu.be/Cb-cslNmGnE https://youtu.be/Cb-cslNmGnE https://youtu.be/Cb-cslNmGnE https://youtu.be/Cb-cslNmGnE https://youtu.be/Cb-cslNmGnE mailto:profaenfakarlasouza@gmail.com FIGUEIREDO, N. M.A; Tonini, T. SUS e Saúde da Família para Enfermagem: Práticas para o cuidado em Saúde Coletiva. [Livro Eletrônico]. São Paulo: Yendis, 2001. Disponível em: https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/159364/pdf/0 ROCHA, J.S Y. Manual de Saúde Pública e Saúde Coletiva no Brasil.. 2a. São Paulo: Atheneu, 2012. Disponível em: https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/180673/pdf/0 SILVA. L, L. L; Archanjo, D. D; Archanjo, L.R. Saúde da Família na Atenção Primária. [Livro eletrônico] Orgs. Curitiba: InterSaberes, 2013. Disponível em: https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/6152/pdf/0 REFERÊNCIA BÁSICA DA DISCIPLINA https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/159364/pdf/0 https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/159364/pdf/0 https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/159364/pdf/0 https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/159364/pdf/0 https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/159364/pdf/0 https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/159364/pdf/0 https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/159364/pdf/0 https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/159364/pdf/0 https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/159364/pdf/0 https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/159364/pdf/0 https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/159364/pdf/0 https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/159364/pdf/0 https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/180673/pdf/0 https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/180673/pdf/0 https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/180673/pdf/0 https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/180673/pdf/0 https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/180673/pdf/0 https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/180673/pdf/0 https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/180673/pdf/0 https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/180673/pdf/0 https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/180673/pdf/0 https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/180673/pdf/0 https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/180673/pdf/0 https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/180673/pdf/0 https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/6152/pdf/0 https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/6152/pdf/0 https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/6152/pdf/0 https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/6152/pdf/0 https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/6152/pdf/0 https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/6152/pdf/0 https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/6152/pdf/0 https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/6152/pdf/0 https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/6152/pdf/0 https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/6152/pdf/0 https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/6152/pdf/0 https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/6152/pdf/0 BaymaO. 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A força está com vocês!!!! Slide 1 Slide 2: ASSISTÊNCIA DE ENF. SAÚDE COLETIVA E DA FAMÍLIA Slide 3 Slide 4: EMENTA Slide 5: OBJETIVOS DA DISCIPLINA Slide 6: OBJETIVOS DA DISCIPLINA Slide 7: METODOLOGIAS DE ENSINO E APRENDIZAGEM Slide 8: METODOLOGIAS DE ENSINO E APRENDIZAGEM Slide 9: TEMAS DA APRENDIZAGEM Slide 10: TEMAS DA APRENDIZAGEM Slide 11: TEMAS DA APRENDIZAGEM Slide 12: TEMAS DA APRENDIZAGEM Slide 13: TEMAS DA APRENDIZAGEM Slide 14: TEMAS DA APRENDIZAGEM Slide 15: AVALIAÇÃO Slide 16 Slide 17: PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO Slide 18: PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO Slide 19: BASES CONCEITUAIS DO SUS, SAÚDE COLETIVA E ESF Slide 20: SUS = SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE Slide 21: SUS = SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE Slide 22: SUS = SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE Slide 23: SUS = SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE Slide 24: SUS = SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE Slide 25: SUS = SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE Slide 26: SUS = SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE Slide 27 Slide 28 Slide 29: COMO SURGIU O SUS? PARA QUEM SERVE O SUS? QUAL A IMPORTÂNCIA DO SUS? QUAIS SÃO OS PONTOS POSITIVOS E NEGATIVOS DO SUS? O QUE PRECISAMOS FAZER PARA MELHORAR O SUS? Slide 30: Breve histórico sobre o campo da saúde no Brasil e no mundo Slide 31: Breve histórico sobre o campo da saúde no Brasil e no mundo Slide 32: Breve histórico sobre o campo da saúde no Brasil e no mundo Slide 33: Breve histórico sobre o campo da saúde no Brasil e no mundo Slide 34: Breve histórico sobre o campo da saúde no Brasil e no mundo Slide 35: ANTES DE FALARMOS NO SUS, É PRECISO ENTENDER A REFORMA SANITÁRIA Slide 36: REFORMA SANITÁRIA Slide 37: REFORMA SANITÁRIA Slide 38: RESULTADOS DO MOVIMENTO DA REFORMA SANITÁRIA Slide 39: REFORMA SANITÁRIA Slide 40: 8ª Conferência Nacional de Saúde Slide 41: Slide 42: CONSTITUIÇÃO 1988 Slide 43: SUS Slide 44: SUS Slide 45: SUS Slide 46: AFINAL, O QUE É O SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE (SUS)? Slide 47: O que é o Sistema Único de Saúde (SUS)? Slide 48: O que é o Sistema Único de Saúde (SUS)? Slide 49: O que é o Sistema Único de Saúde (SUS)? Slide 50: Estrutura do Sistema Único de Saúde (SUS) Slide 51: Estrutura do Sistema Único de Saúde (SUS) Slide 52: Estrutura do Sistema Único de Saúde (SUS) Slide 53: Estrutura do Sistema Único de Saúde (SUS) Slide 54: Estrutura do Sistema Único de Saúde (SUS) Slide 55: PRINCÍPIOS E DIRETRIZES DO SUS – CONCEITOS BÁSICOS DO SUS Slide 56: PRINCÍPIOS E DIRETRIZES DO SUS – CONCEITOS BÁSICOS DO SUS Slide 57: PRINCÍPIOS E DIRETRIZES DO SUS – CONCEITOS BÁSICOS DO SUS Slide 58 Slide 59: REFERÊNCIA BÁSICA DA DISCIPLINA Slide 60: REFERÊNCIA COMPLEMENTAR DA DISCIPLINA Slide 61