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Atividade 4_ Direito Tributário e Empresarial

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Questões resolvidas

Os registros históricos indicam que, primitivamente, o homem produzia para seu próprio sustento e, gradativamente, a produção foi alavancada pelo escambo. Com o passar do tempo e a fim de facilitar a troca, inventou-se a moeda.

Apesar de as primeiras regras acerca de atividades econômicas serem encontradas no Código do Rei Manu, na Índia, e no Código de Hamurabi, esculpido há mais de 3 mil anos, não havia, àquele tempo, um corpo sistemático a que se pudesse chamar Direito Comercial. Por isso, entende-se que esse ramo do Direito surgiu na Idade Média, entre os séculos V e XV, muito em função de o Direito Civil não satisfazer as necessidades do comércio. Esse contexto fez com que o Direito Comercial nascesse de forma fragmentária, baseado nos usos e costumes mercantis da época, órfão de consistência científica. Era um Direito costumeiro.
O que ocasionou a necessidade do surgimento do Direito Comercial?
O crescimento de formas de comércio mais organizadas, o surgimento das corporações de mercadores e crescimento das cidades medievais, isso tudo gerou, naturalmente, a necessidade de se criar normas que regulamentassem as atividades comerciais e que não se sujeitassem à conveniência dos costumes da classe dos comerciantes, reorientando a todos que se enquadrassem como praticantes da atividade comercial
Sem dúvida, o aumento da população, a criação das cidades, e a necessidade da regulamentação dos atos comerciais provocaram o surgimento do Direito Comercial, visto que antes dessa legislação, ficava a cargo dos próprios comerciantes julgarem suas questões, e com isso a subjetividade era constante e classista, beneficiando somente a própria classe de comerciantes.
A falta de interesse de alguns em realizar a troca de produtos excedentes fez com que fosse necessário criar uma “mercadoria” única, capaz de servir como padrão de troca para quaisquer bens ou serviços, a moeda. O surgimento da moeda enseja uma atividade específica, o ato de comprar e vender fez surgir o chamado de Direito do Comerciante
O aumento do consumo, a pratica do mercantilismo, o aumento do poder aquisitivo da classe A, B e C, e a falta de regulamentação da atividade empresária, isso tudo fez com o legislador buscasse desenvolver a prática do direito comercial, regulamentando essa atividade até os dias atuais.
A intervenção econômica governamental visava fortalecer e regulamentar a estrutura financeira do reino, possibilitando assim a constituição de grupos de comerciantes e empresários. Embora, em última análise, isso beneficiasse principalmente a dinastia real, que poderia fortalecer seu poder ao sair vitoriosa de conflitos comerciais, a burguesia também tinha grandes interesses nesse tipo de regulamentação

Corporações de ofício, guildas ou mesteirais eram associações que surgiram na Idade Média, a partir do século XII, para regulamentar as profissões e o processo produtivo artesanal nas cidades. Essas unidades de produção artesanal eram marcadas pela hierarquia (mestres, oficiais e aprendizes) e pelo controle da técnica de produção das mercadorias pelo produtor.

Entende-se por corporação de ofício as guildas (associações) de pessoas qualificadas para trabalhar numa determinada função, que uniam-se em corporações, a fim de se defenderem e de negociarem de forma mais eficiente. Dentre as mais destacadas, estão as corporações dos construtores e dos artesãos. Uma pessoa só poderia trabalhar em um determinado ofício - pedreiro, carpinteiro, padeiro ou comerciante - se fosse membro de uma corporação. Caso esse costume fosse desobedecido, corria-se o risco de até mesmo ser expulso da cidade.
As Corporações de Ofício, como eram chamadas essas associações, agrupavam indivíduos com fins religiosos, econômicos ou político-sociais. Tais Associações com fins econômicos procuravam garantir a segurança de seus membros, o monopólio de determinadas atividades, evitar a concorrência, bem padronizar as profissões e o processo produtivo artesanal.

I - Em geral, as corporações de oficio eram associações de comerciantes e artesãos que se envolviam na fabricação e venda dessas mercadorias, como sapateiros, ferreiros, etc.

PORQUE

II – Com isso a prática habitual de atos comerciais, e o registro dessa atividade, ensejaria um pressuposto para devida regulamentação desse agrupamento, sendo cabível as sanções previstas no Código Civil.
As asserções I e II são proposições falsas.
As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma justificativa da I.

A nota fiscal é um documento fiscal que tem por fim o registro de uma transferência de propriedade sobre um bem ou uma atividade comercial prestada por uma empresa a uma pessoa física ou outra empresa. A única maneira de os órgãos de controle fiscal do governo conseguirem cumprir uma boa fiscalização é por meio do monitoramento de notas fiscais, já que elas constituem a comprovação de que uma venda foi realizada. Através da emissão desta nota, o Estado consegue auferir quais são os percentuais que devem ser recolhidos pela empresa para os cofres públicos, a título de tribut
A não emissão de nota fiscal configura crime? Assinale a alternativa correta.
Sim. Porque apesar de estar cometendo um crime previsto em nosso Código Civil, não é passível de multa a não emissão de nota fiscal, sendo somente uma leve contravenção passível de orientação pelos órgãos públicos para não reincidência
Sim. Porque nosso Código Civil considera que a falta de emissão configura crime contra a ordem tributária e passível de multa e prisão pelo período de 6 meses a 2 anos.
Não. Apesar de estar cometendo um crime, não é passível de multa ou prisão a não emissão de nota fiscal, sendo somente uma leve contravenção passível de orientação pelos órgãos públicos para não reincidência nesse tipo de delito financeiro.
Sim. A emissão da nota fiscal é obrigatória, sendo também uma forma de controle por parte dos órgãos fiscalizadores, e é através do monitoramento da emissão destas notas que se pode chegar ao crime de sonegação de impostos, passível de multa.
Sim, comete o Crime Contra a Ordem Tributaria a não emissão de Nota Fiscal, conforme previsto na Lei 8.137/90, passível de Multa. Esta lei também definiu os delitos contra a Ordem Econômica e as relações de Consumo. O Código Penal brasileiro prevê tão-somente o delito de Descaminho (art. 334, do CP) e, excepcionalmente, as figuras do Estelionato (art. 171, CP) e da Falsidade (art. 297, do CP) cominadas nas hipóteses de sonegação fiscal. O Código Civil não tem competência para atuação nesses casos.
Não. A falta de emissão de nota fiscal não caracteriza crime, sendo essa uma leve contravenção civil, sendo a pena convertida em serviços junto aos órgãos públicos

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Os registros históricos indicam que, primitivamente, o homem produzia para seu próprio sustento e, gradativamente, a produção foi alavancada pelo escambo. Com o passar do tempo e a fim de facilitar a troca, inventou-se a moeda.

Apesar de as primeiras regras acerca de atividades econômicas serem encontradas no Código do Rei Manu, na Índia, e no Código de Hamurabi, esculpido há mais de 3 mil anos, não havia, àquele tempo, um corpo sistemático a que se pudesse chamar Direito Comercial. Por isso, entende-se que esse ramo do Direito surgiu na Idade Média, entre os séculos V e XV, muito em função de o Direito Civil não satisfazer as necessidades do comércio. Esse contexto fez com que o Direito Comercial nascesse de forma fragmentária, baseado nos usos e costumes mercantis da época, órfão de consistência científica. Era um Direito costumeiro.
O que ocasionou a necessidade do surgimento do Direito Comercial?
O crescimento de formas de comércio mais organizadas, o surgimento das corporações de mercadores e crescimento das cidades medievais, isso tudo gerou, naturalmente, a necessidade de se criar normas que regulamentassem as atividades comerciais e que não se sujeitassem à conveniência dos costumes da classe dos comerciantes, reorientando a todos que se enquadrassem como praticantes da atividade comercial
Sem dúvida, o aumento da população, a criação das cidades, e a necessidade da regulamentação dos atos comerciais provocaram o surgimento do Direito Comercial, visto que antes dessa legislação, ficava a cargo dos próprios comerciantes julgarem suas questões, e com isso a subjetividade era constante e classista, beneficiando somente a própria classe de comerciantes.
A falta de interesse de alguns em realizar a troca de produtos excedentes fez com que fosse necessário criar uma “mercadoria” única, capaz de servir como padrão de troca para quaisquer bens ou serviços, a moeda. O surgimento da moeda enseja uma atividade específica, o ato de comprar e vender fez surgir o chamado de Direito do Comerciante
O aumento do consumo, a pratica do mercantilismo, o aumento do poder aquisitivo da classe A, B e C, e a falta de regulamentação da atividade empresária, isso tudo fez com o legislador buscasse desenvolver a prática do direito comercial, regulamentando essa atividade até os dias atuais.
A intervenção econômica governamental visava fortalecer e regulamentar a estrutura financeira do reino, possibilitando assim a constituição de grupos de comerciantes e empresários. Embora, em última análise, isso beneficiasse principalmente a dinastia real, que poderia fortalecer seu poder ao sair vitoriosa de conflitos comerciais, a burguesia também tinha grandes interesses nesse tipo de regulamentação

Corporações de ofício, guildas ou mesteirais eram associações que surgiram na Idade Média, a partir do século XII, para regulamentar as profissões e o processo produtivo artesanal nas cidades. Essas unidades de produção artesanal eram marcadas pela hierarquia (mestres, oficiais e aprendizes) e pelo controle da técnica de produção das mercadorias pelo produtor.

Entende-se por corporação de ofício as guildas (associações) de pessoas qualificadas para trabalhar numa determinada função, que uniam-se em corporações, a fim de se defenderem e de negociarem de forma mais eficiente. Dentre as mais destacadas, estão as corporações dos construtores e dos artesãos. Uma pessoa só poderia trabalhar em um determinado ofício - pedreiro, carpinteiro, padeiro ou comerciante - se fosse membro de uma corporação. Caso esse costume fosse desobedecido, corria-se o risco de até mesmo ser expulso da cidade.
As Corporações de Ofício, como eram chamadas essas associações, agrupavam indivíduos com fins religiosos, econômicos ou político-sociais. Tais Associações com fins econômicos procuravam garantir a segurança de seus membros, o monopólio de determinadas atividades, evitar a concorrência, bem padronizar as profissões e o processo produtivo artesanal.

I - Em geral, as corporações de oficio eram associações de comerciantes e artesãos que se envolviam na fabricação e venda dessas mercadorias, como sapateiros, ferreiros, etc.

PORQUE

II – Com isso a prática habitual de atos comerciais, e o registro dessa atividade, ensejaria um pressuposto para devida regulamentação desse agrupamento, sendo cabível as sanções previstas no Código Civil.
As asserções I e II são proposições falsas.
As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma justificativa da I.

A nota fiscal é um documento fiscal que tem por fim o registro de uma transferência de propriedade sobre um bem ou uma atividade comercial prestada por uma empresa a uma pessoa física ou outra empresa. A única maneira de os órgãos de controle fiscal do governo conseguirem cumprir uma boa fiscalização é por meio do monitoramento de notas fiscais, já que elas constituem a comprovação de que uma venda foi realizada. Através da emissão desta nota, o Estado consegue auferir quais são os percentuais que devem ser recolhidos pela empresa para os cofres públicos, a título de tribut
A não emissão de nota fiscal configura crime? Assinale a alternativa correta.
Sim. Porque apesar de estar cometendo um crime previsto em nosso Código Civil, não é passível de multa a não emissão de nota fiscal, sendo somente uma leve contravenção passível de orientação pelos órgãos públicos para não reincidência
Sim. Porque nosso Código Civil considera que a falta de emissão configura crime contra a ordem tributária e passível de multa e prisão pelo período de 6 meses a 2 anos.
Não. Apesar de estar cometendo um crime, não é passível de multa ou prisão a não emissão de nota fiscal, sendo somente uma leve contravenção passível de orientação pelos órgãos públicos para não reincidência nesse tipo de delito financeiro.
Sim. A emissão da nota fiscal é obrigatória, sendo também uma forma de controle por parte dos órgãos fiscalizadores, e é através do monitoramento da emissão destas notas que se pode chegar ao crime de sonegação de impostos, passível de multa.
Sim, comete o Crime Contra a Ordem Tributaria a não emissão de Nota Fiscal, conforme previsto na Lei 8.137/90, passível de Multa. Esta lei também definiu os delitos contra a Ordem Econômica e as relações de Consumo. O Código Penal brasileiro prevê tão-somente o delito de Descaminho (art. 334, do CP) e, excepcionalmente, as figuras do Estelionato (art. 171, CP) e da Falsidade (art. 297, do CP) cominadas nas hipóteses de sonegação fiscal. O Código Civil não tem competência para atuação nesses casos.
Não. A falta de emissão de nota fiscal não caracteriza crime, sendo essa uma leve contravenção civil, sendo a pena convertida em serviços junto aos órgãos públicos

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Atividade 4
Entrega 6 de dez de 2023 em 23:59
Pontos 1
Perguntas 5
Disponível 20 de out de 2023 em 0:00 - 6 de dez de 2023 em 23:59
Limite de tempo Nenhum
Tentativas permitidas 2
Instruções
Este teste não está mais disponível, pois o curso foi concluído.
Histórico de tentativas
Tentativa Tempo Pontuação
MAIS RECENTE Tentativa 1 17 minutos 1 de 1
Pontuação desta tentativa: 1 de 1
Enviado 20 de nov de 2023 em 20:55
Esta tentativa levou 17 minutos.
Resposta correta

Pergunta 1
0,2 / 0,2 pts
Importante:
Caso você esteja realizando a atividade através do aplicativo "Canvas Student", é necessário que você clique
em "FAZER O QUESTIONÁRIO", no final da página.
Leia o texto a seguir:
É comum ouvirmos, em nosso dia a dia, o emprego dos vocábulos empresário e comerciante como sinônimos.
Até mesmo o ramo do Direito Privado que disciplina as relações jurídicas que envolvem tais sujeitos é
chamado ora de Direito Comercial, ora de Direito Empresarial. Entretanto, torna-se imperioso conhecer a
distinção entre as expressões, na medida em que não podemos empregar esses termos sem nos atentarmos
para a real diferença existente entre eles.
Difícil, senão impossível, estudar o Direito Comercial dissociado do desenvolvimento do comércio. Não estaria
completo o estudo se fizesse isolado da atividade comercial. Portanto, o ponto de partida para a identificação
da diferença entre empresário e comerciante, empresa e comércio está na teoria adotada atualmente pelo
nosso ordenamento jurídico. Três são as fases (ou teorias) que explicam o desenvolvimento do Direito
Empresarial enquanto ciência.
(Fonte: https://rfersantos.jusbrasil.com.br/artigos/193007827/as-fases-do-direito-empresarial (https://rfersantos.jusbrasil.com.br/artigos/193007827/as-fases-do-
direito-empresarial) . Acesso em: 04 set. 2019.
As fases, ou teorias, que antecederam a formação do Direito Empresarial são:
A+
A
A-
Que tal salvar
esse conteúdo?
https://famonline.instructure.com/courses/31495/quizzes/159491/history?version=1
https://rfersantos.jusbrasil.com.br/artigos/193007827/as-fases-do-direito-empresarial
https://rfersantos.jusbrasil.com.br/artigos/193007827/as-fases-do-direito-empresarial
https://rfersantos.jusbrasil.com.br/artigos/193007827/as-fases-do-direito-empresarial
https://rfersantos.jusbrasil.com.br/artigos/193007827/as-fases-do-direito-empresarial
 II e III, apenas.
 III, apenas.
 I e II, apenas.
 I, apenas.
O Direito Comercial ao longo de sua existência, segundo as doutrinas, seguiu em 3 fases, sendo elas; a fase
de Corporações de Oficio, regulamentar as profissões e o processo produtivo artesanal nas cidades; a fase da
Teoria dos Atos de Comércio, onde comerciante era todo aquele que praticava atos de mercancia e logo após
inicia-se a Teoria da Empresa, inaugurando a fase contemporânea que trata do Empresário e da Sociedade
Empresária.
 II, apenas
Resposta correta

Pergunta 2
0,2 / 0,2 pts
 
Em meados de março de 1597 foi promulgada a primeira lei relativa a direito comercial, cuja finalidade era fortalecer o crédito
com a introdução de matéria sobre a quebra de comerciantes. Dessa forma, o legislador promovia forma de fortalecer e
estimular as operações creditícias, até então, carentes das garantias indispensáveis ao seu desenvolvimento.
I - Fase de Corporações de Ofício; fase da Teoria dos Atos de Comércio e fase da Teoria da Empresa.
II - Fase dos Costumes, em que os usos e costumes geralmente observados pelos mercadores constituíam a
sua principal fonte; fase Internacional, uma vez que os usos e costumes mercantis eram aplicados geralmente
em toda a Europa, nas grandes feiras; e fase Corporativa, onde ocorre o crescimento das relações comerciais.
III – Fase do Relacionamento Empresarial, fase do Comércio conjunto, fase do Intermediação Comercial
Evolutiva.
Leia o texto a seguir:
 
Os registros históricos indicam que, primitivamente, o homem produzia para seu próprio sustento e,
gradativamente, a produção foi alavancada pelo escambo. Com o passar do tempo e a fim de facilitar a troca,
inventou-se a moeda.
Apesar de as primeiras regras acerca de atividades econômicas serem encontradas no Código do Rei Manu,
na Índia, e no Código de Hamurabi, esculpido há mais de 3 mil anos, não havia, àquele tempo, um corpo
sistemático a que se pudesse chamar Direito Comercial. Por isso, entende-se que esse ramo do Direito surgiu
na Idade Média, entre os séculos V e XV, muito em função de o Direito Civil não satisfazer as necessidades do
comércio. Esse contexto fez com que o Direito Comercial nascesse de forma fragmentária, baseado nos usos e
costumes mercantis da época, órfão de consistência científica. Era um Direito costumeiro.
(Fonte: https://domtotal.com/direito/pagina/detalhe/28247/evolucao-do-direito-comercial-seu-conteudo-seu-objeto-e-sua-autonomia
(https://domtotal.com/direito/pagina/detalhe/28247/evolucao-do-direito-comercial-seu-conteudo-seu-objeto-e-sua-autonomia) . Acesso em: 04 set. 2019. Adaptado)
O que ocasionou a necessidade do surgimento do Direito Comercial?
A+
A
A-
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https://domtotal.com/direito/pagina/detalhe/28247/evolucao-do-direito-comercial-seu-conteudo-seu-objeto-e-sua-autonomia
https://domtotal.com/direito/pagina/detalhe/28247/evolucao-do-direito-comercial-seu-conteudo-seu-objeto-e-sua-autonomia
https://domtotal.com/direito/pagina/detalhe/28247/evolucao-do-direito-comercial-seu-conteudo-seu-objeto-e-sua-autonomia
https://domtotal.com/direito/pagina/detalhe/28247/evolucao-do-direito-comercial-seu-conteudo-seu-objeto-e-sua-autonomia
 
O crescimento de formas de comércio mais organizadas, o surgimento das corporações de mercadores e crescimento das
cidades medievais, isso tudo gerou, naturalmente, a necessidade de se criar normas que regulamentassem as atividades
comerciais e que não se sujeitassem à conveniência dos costumes da classe dos comerciantes, reorientando a todos que se
enquadrassem como praticantes da atividade comercial
Sem dúvida, o aumento da população, a criação das cidades, e a necessidade da regulamentação dos atos
comerciais provocaram o surgimento do Direito Comercial, visto que antes dessa legislação, ficava a cargo dos
próprios comerciantes julgarem suas questões, e com isso a subjetividade era constante e classista,
beneficiando somente a própria classe de comerciantes.
 
A falta de interesse de alguns em realizar a troca de produtos excedentes fez com que fosse necessário criar uma “mercadoria”
única, capaz de servir como padrão de troca para quaisquer bens ou serviços, a moeda. O surgimento da moeda enseja uma
atividade específica, o ato de comprar e vender fez surgir o chamado de Direito do Comerciante
 
O aumento do consumo, a pratica do mercantilismo, o aumento do poder aquisitivo da classe A, B e C, e a falta de
regulamentação da atividade empresária, isso tudo fez com o legislador buscasse desenvolver a prática do direito comercial,
regulamentando essa atividade até os dias atuais.
 
A intervenção econômica governamental visava fortalecer e regulamentar a estrutura financeira do reino, possibilitando assim a
constituição de grupos de comerciantes e empresários. Embora, em última análise, isso beneficiasse principalmente a dinastia
real, que poderia fortalecer seu poder ao sair vitoriosa de conflitos comerciais, a burguesia também tinha grandes interesses
nesse tipo de regulamentação
Resposta correta

Pergunta 3
0,2 / 0,2 pts
 II e III, apenas
 I, apenas.
Leia o texto a seguir:
Sabemos que há diferentes tipos de regimes tributários. Porém, para identificar qual é o mais ideal para a sua
empresa, é necessário analisar, em conjunto com a área da contabilidade, a melhor opção. Decidir qual
enquadramento será aplicado é tarefa do contador, que terá uma visão mais específica levando em conta
informações como faturamento, sazonalidades, despesas e receitas da empresa. Tudo isso, é claro, alinhado
às possibilidades de cada regime tributário e pensando no que será mais vantajoso e coerente no
planejamento da instituição.(Fonte: https://www.ignicaodigital.com.br/o-que-e-enquadramento-tributario/ (https://www.ignicaodigital.com.br/o-que-e-enquadramento-tributario/) . Acesso
em: 04 set. 2019. Adaptado
Dentre as diversas etapas de planejamento para abertura de uma empresa, o tipo de regime tributário é uma
etapa prévia e deve ser verificado, sendo assim, quais são os tipos de regimes tributários possíveis?
I - Lucro Arbitrado, Lucro Cessante, Lucro Recorrente.
II – Lucro Real, Lucro Presumido, Simples Nacional.
III – Lucro Real, Lucro Cessante, Simples Paulista.
 
A+
A
A-
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https://www.ignicaodigital.com.br/o-que-e-enquadramento-tributario/
https://www.ignicaodigital.com.br/o-que-e-enquadramento-tributario/
https://www.ignicaodigital.com.br/o-que-e-enquadramento-tributario/
 III, apenas
 I e II, apenas.
 II, apenas
Regimes Tributários são conjuntos de leis que regulamentam as formas de tributação das Pessoas Jurídicas,
no tocante ao imposto de renda (IRPJ) e a contribuição social sobre o lucro líquido (CSLL). Cada tipo de
regime, sendo Lucro Real ou Lucro Presumido, possui suas alíquotas de imposto específicas, e suas bases de
cálculo. Existe ainda o regime tributário simplificado, chamado Simples Nacional, que inclui em uma mesma
guia as contribuições municipais, estaduais e federais. Lucro Real é a regra geral para a apuração do Imposto
de Renda (IRPJ) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) da pessoa jurídica. Ao mesmo tempo
em que é o “regime geral” também é o mais complexo. Lucro presumido é uma forma de tributação
considerada simplificada, pois permite à Receita Federal determinar a base de cálculo do Imposto de Renda
Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido (CSLL) sem que se apure,
necessariamente, as despesas de uma empresa e o Simples Nacional é um regime tributário diferenciado,
simplificado e favorecido previsto na Lei Complementar nº 123, de 14.12.2006.
Resposta correta

Pergunta 4
0,2 / 0,2 pts
 A asserção II é uma proposição verdadeira.
 A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.
 A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição que não se relaciona com a I.
As Corporações de Ofício, como eram chamadas essas associações, agrupavam indivíduos com fins
religiosos, econômicos ou político-sociais. Tais Associações com fins econômicos procuravam garantir a
Leia o texto a seguir:
Corporações de ofício, guildas ou mesteirais eram associações que surgiram na Idade Média, a partir do século
XII, para regulamentar as profissões e o processo produtivo artesanal nas cidades. Essas unidades de
produção artesanal eram marcadas pela hierarquia (mestres, oficiais e aprendizes) e pelo controle da técnica
de produção das mercadorias pelo produtor.
Entende-se por corporação de ofício as guildas (associações) de pessoas qualificadas para trabalhar numa
determinada função, que uniam-se em corporações, a fim de se defenderem e de negociarem de forma mais
eficiente. Dentre as mais destacadas, estão as corporações dos construtores e dos artesãos. Uma pessoa só
poderia trabalhar em um determinado ofício - pedreiro, carpinteiro, padeiro ou comerciante - se fosse membro
de uma corporação. Caso esse costume fosse desobedecido, corria-se o risco de até mesmo ser expulso da
cidade.
(Fonte: https://www.conhecimentogeral.inf.br/corporacoes_de_oficio/ (https://www.conhecimentogeral.inf.br/corporacoes_de_oficio/) . Acesso em: 04 set. 2019.
Adaptado
I - Em geral, as corporações de oficio eram associações de comerciantes e artesãos que se envolviam na
fabricação e venda dessas mercadorias, como sapateiros, ferreiros, etc.
 PORQUE
II – Com isso a prática habitual de atos comerciais, e o registro dessa atividade, ensejaria um pressuposto para
devida regulamentação desse agrupamento, sendo cabível as sanções previstas no Código Civil.
A+
A
A-
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esse conteúdo?
https://www.conhecimentogeral.inf.br/corporacoes_de_oficio/
https://www.conhecimentogeral.inf.br/corporacoes_de_oficio/
https://www.conhecimentogeral.inf.br/corporacoes_de_oficio/
segurança de seus membros, o monopólio de determinadas atividades, evitar a concorrência, bem padronizar
as profissões e o processo produtivo artesanal.
 As asserções I e II são proposições falsas.
 As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma justificativa da I.
Resposta correta

Pergunta 5
0,2 / 0,2 pts
 
Sim. Porque apesar de estar cometendo um crime previsto em nosso Código Civil, não é passível de multa a não emissão de
nota fiscal, sendo somente uma leve contravenção passível de orientação pelos órgãos públicos para não reincidência
 
Sim. Porque nosso Código Civil considera que a falta de emissão configura crime contra a ordem tributária e passível de multa
e prisão pelo período de 6 meses a 2 anos.
 
Não. Apesar de estar cometendo um crime, não é passível de multa ou prisão a não emissão de nota fiscal, sendo somente
uma leve contravenção passível de orientação pelos órgãos públicos para não reincidência nesse tipo de delito financeiro.
 
Sim. A emissão da nota fiscal é obrigatória, sendo também uma forma de controle por parte dos órgãos fiscalizadores, e é
através do monitoramento da emissão destas notas que se pode chegar ao crime de sonegação de impostos, passível de
multa.
Sim, comete o Crime Contra a Ordem Tributaria a não emissão de Nota Fiscal, conforme previsto na Lei
8.137/90, passível de Multa. Esta lei também definiu os delitos contra a Ordem Econômica e as relações de
Consumo. O Código Penal brasileiro prevê tão-somente o delito de Descaminho (art. 334, do CP) e,
excepcionalmente, as figuras do Estelionato (art. 171, CP) e da Falsidade (art. 297, do CP) cominadas nas
hipóteses de sonegação fiscal. O Código Civil não tem competência para atuação nesses casos.
 
Não. A falta de emissão de nota fiscal não caracteriza crime, sendo essa uma leve contravenção civil, sendo a pena convertida
em serviços junto aos órgãos públicos
Pontuação do teste: 1 de 1
Leia o texto a seguir:
A nota fiscal é um documento fiscal que tem por fim o registro de uma transferência de propriedade sobre um
bem ou uma atividade comercial prestada por uma empresa a uma pessoa física ou outra empresa. A única
maneira de os órgãos de controle fiscal do governo conseguirem cumprir uma boa fiscalização é por meio do
monitoramento de notas fiscais, já que elas constituem a comprovação de que uma venda foi realizada. Através
da emissão desta nota, o Estado consegue auferir quais são os percentuais que devem ser recolhidos pela
empresa para os cofres públicos, a título de tributos fiscais.
(Fonte: https://henriquebarroso.jusbrasil.com.br/artigos/557452979/nao-fornecer-nota-fiscal-aos-clientes-e-crime
(https://henriquebarroso.jusbrasil.com.br/artigos/557452979/nao-fornecer-nota-fiscal-aos-clientes-e-crime) . Acesso em: 04 set. 2019.
Ao não fornecer a devida Nota Fiscal referente a uma operação de compra e venda, um contribuinte está
cometendo um crime? Por quê?
A+
A
A-
Que tal salvar
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https://henriquebarroso.jusbrasil.com.br/artigos/557452979/nao-fornecer-nota-fiscal-aos-clientes-e-crime
https://henriquebarroso.jusbrasil.com.br/artigos/557452979/nao-fornecer-nota-fiscal-aos-clientes-e-crime
https://henriquebarroso.jusbrasil.com.br/artigos/557452979/nao-fornecer-nota-fiscal-aos-clientes-e-crime
https://henriquebarroso.jusbrasil.com.br/artigos/557452979/nao-fornecer-nota-fiscal-aos-clientes-e-crime

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