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684977739-Protese-Total Prótese Total (Universidade Federal do Paraná) Scan to open on Studocu Studocu is not sponsored or endorsed by any college or university 684977739-Protese-Total Prótese Total (Universidade Federal do Paraná) Scan to open on Studocu Studocu is not sponsored or endorsed by any college or university Downloaded by Nilmar Bispo (nilmar.bispo2015@gmail.com) lOMoARcPSD|64957219 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=684977739-protese-total https://www.studocu.com/pt-br/document/universidade-federal-do-parana/protese-total/introducao-a-protese-total-aspectos-clinicos-e-anatomicos/147397708?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=684977739-protese-total https://www.studocu.com/pt-br/course/universidade-federal-do-parana/protese-total/3609020?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=684977739-protese-total https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=684977739-protese-total https://www.studocu.com/pt-br/document/universidade-federal-do-parana/protese-total/introducao-a-protese-total-aspectos-clinicos-e-anatomicos/147397708?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=684977739-protese-total https://www.studocu.com/pt-br/course/universidade-federal-do-parana/protese-total/3609020?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=684977739-protese-total introdução aintrodução aintrodução a prótese totalprótese totalprótese total Nos pacientes edentados o processo de absorção ósseo na maxila é diferente que na mandíbula, tendo a impressão de que o queixo é maior que a maxila e isso é chamado de perfil em polichinelo Área basal ou chapeada → A área onde a PT vai se apoiar é chamada de área basal ou chapeada, faz parte desse área a mucosa e os ossos, os músculos vão atuar nessa região. → Na parte superior temos a região do palato o que da uma maior estabilidade para a PT Quando o paciente perde o dente sendo total ou apenas uma parte do arco dental causa alterações faciais tendo de recuperar com a prótese total por conta de fechar a boca mais que o necessário e a perda dos pontos anatômicos de contato. Portanto para um prognóstico favorável de uma PT o cirurgião dentista deve ter conhecimento de relação de estruturas anatômicas com o aparelho protético além de reabilitar a função mastigatório é necessário recuperar a morfologia dos tecidos moles, a musculatura fica mais atrofiada para adequar o paciente a mastigar sem o apoio dental. Tipos de suporte Mucoso-suportada - apoia sobre fibromucosa bucal através dela transmite os esforços mastigatórios ao osso alveolar. (Ex: prótese total). Fases clínicas da confecção da prótese total - Dento suportada: prótese apoiada exclusivamente sobre os dentes, sendo que a transmissão dos esforços ao osso alveolar se faz através do ligamento periodontal: Prótese fixa (PPF). - Dento mucoso-suportada: prótese apoiada na mucosa e no dente, simultaneamente: Prótese parcial removível (PPR). - Implanto-suportada: apoiam sobre uma estrutura metálica implantada diretamente no osso alveolar (implantes). - Exame do paciente; - Moldagem inicial, preliminar ou anatômica; - Confecção da moldeira individual; - Moldagem final ou funcional; - Confecção da base de prova e posicionamento do plano de cera (plano de orientação); - Relacionamento maxilo-mandibular - registro da relação cêntrica a. Ajuste clínico do plano de orientação superior b. Moldagem do modelo superior no articulador - arco facial c. DVO e RC (dimensão vertical de oclusão e relação cêntrica) - Seleção de dentes (dente de tal marca, cor da mesma marca) (forma dos dentes); Downloaded by Nilmar Bispo (nilmar.bispo2015@gmail.com) lOMoARcPSD|64957219 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=684977739-protese-total introdução aintrodução aintrodução a prótese totalprótese totalprótese total Classificação - Prova dos dentes em cera e seleção da gengiva artificial; - Instalação; - Ajustes clínicos - proservação. Classificação por dentes repostos De acordo com o sistema de fixação: - Prótese removível: paciente consegue colocar e tirar sozinho, sem alterar a prótese, pode ser total ou parcial; - Prótese fixa: não pode ser removida sem risco de dano à prótese, pode ser total ou parcial. Requisitos - Mastigatório; - Estético; - Fonético; - Comodidade (a prótese precisa ser confortável); - Êxito final da prótese depende do profissional e do paciente. - Prótese total: repõe todos os dentes do arco. Removível e mucosuportada substitui dentes, gengiva e devolve estética (dental e facial) restitui fonética e função. - Prótese parcial: repõe alguns dentes do arco. Downloaded by Nilmar Bispo (nilmar.bispo2015@gmail.com) lOMoARcPSD|64957219 anatomiaanatomiaanatomia paraprotéticaparaprotéticaparaprotética Maxila - reabsorção concêntrica (centrípeta), ou seja, de fora pra dentro, as custas da tabua óssea vestibular (a tabua óssea "vai embora" primeiro. Mandíbula - 2 componentes musculares (orbicular da boca e língua); 2 reabsorções: concêntrica e excêntrica (de dentro pra fora), as custas da tabua lingual, a nível de molares. - A reabsorção óssea aplica imperfeições nas alterações fisionômicas (perfil de polichinelo: alteração ângulo naso-labial; nariz e queixo pra frente.) Quando o paciente perde os dentes, o osso alveolar também é perdido, reabsorvido (da maxila principalmente na vestibular - mandíbula fica protusa) - As modificações na cavidade bucal determinadas pela ausência dos dentes são substâncias; - Para o prognóstico favorável de uma prótese total, o cirurgião dentista deve ter conhecimento da relação de estruturas anatômicas com o aparelho protético. - Quando o paciente possui dente posterior, a dimensão vertical, na maioria das vezes, com exceção do paciente com bruxismo, é mantida. - Colapso do terço inferior da face: quando se perde os dentes posteriores, a mandíbula tende a ir pra cima e pra frente. Paciente edentado Paciente mutilado, além da reabilitação da função mastigatória leva a reconstrução artificial dos tecidos perdidos e recuperação da morfologia e função dos tecidos moles (paciente fica com o lábio contraído e o rosto “fundo”) Ossos maxilares São a base do suporte das próteses totais; Espinha nasal anterior Referência anatômica: Articulação dos processos palatinos das maxilas, em sua parte anterior Importância paraprotética: Quando ocorrer reabsorções, são necessárias manobras para que essa saliência não prejudique a estabilidade do aparelho protético Downloaded by Nilmar Bispo (nilmar.bispo2015@gmail.com) lOMoARcPSD|64957219 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=684977739-protese-total anatomiaanatomiaanatomia paraprotéticaparaprotéticaparaprotética Forame incisivo Referência anatômica: Sobre a linha mediana, atrás dos incisivos centrais superiores - Importância paraprotética: Quando há reabsorção óssea, se aproxima da crista do rebordo. Toro palatino Referência anatômica: Sutura entre ambos processos palatinos do palato; - Importância paraprotética: Interfere na adaptação da prótese total, quando muito volumoso. Produz lesões na mucosa à compressão. Prejudica a estabilidade da prótese; - Báscula - movimento de girar, movimento de “gangorra” em um ponto fixo Espinha nasal posterior Referência anatômica: Margens posteriores das lâminas horizontais dos ossos palatinos; - Importância paraprotética: Referência anatômica para limite posterior. Palato Referência anatômica: Articulações entre os ossos palatinos, por meio de suas lâminas horizontais; - Importância paraprotética: Fornece suporte parae a base do nariz. - Diminui 3mm (EFL) do valor encontrado; - Calibra o compasso de Willis com esse movo valor, o qual corresponderá a DVO do paciente; - Confecciona-se os panos de cera com a DVO do compasso de Willis; - Reavaliação da DVO com os planos de cera instalados, considerando os fatores: estética e fonética. MÉTODO FOTOGRÁFICO: O paciente traz uma fotografia de quando ele tinha dente Bfoto ------- DVR(foto) Bpaciente -- DVRpaciente MÉTODO DE TURNER E FOX: Tem de observar a conformação dos sulcos nasogenianos, harmonia do terço inferior com as demais partes do rosco, obtenção da plenitude facial; MÉTODO FONÉTICO DE SILVERMAN: Vai pedir para o paciente falar sons sibilantes com o plano de cera para ver se o paciente consegue falar sem assoviar e depois e feito esse novo teste quando vem os dentes para a prova. DVO alterada Pode estar diminuída e vai ter hipotonissidade muscular (músculos da face engruvinhada), alterações funcionais da ATM (côndilo não posicionado na forma correta), comprometimento da estética (perfil de polichinelo) terço inferior da face diminuído, invaginação dos lábios e queilite angular, aumento do ângulo naso labial. O EFL está maior. - DVO aumentada: EFL não tem espaço (gera pressão no rebordo), contato oclusal prematuro, fadiga muscular, Downloaded by Nilmar Bispo (nilmar.bispo2015@gmail.com) lOMoARcPSD|64957219 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=684977739-protese-total relações intermaxilaresrelações intermaxilaresrelações intermaxilares em desdentado completoem desdentado completoem desdentado completo desgaste antecipado dos dentes, absorção óssea, alteração funcional, contato dental na emissão de som sibilantes, terço inferior da face fica esticado e tem estética comprometida, não consegue ter vedamento dos lábios. Downloaded by Nilmar Bispo (nilmar.bispo2015@gmail.com) lOMoARcPSD|64957219 relações maxilo-mandibularrelações maxilo-mandibularrelações maxilo-mandibular em prótese totalem prótese totalem prótese total Relação maxilo-mandibular Quando conseguir estabelecer a DVO vai ser feito o relacionamento no sentido horizontal "como o paciente morde?"; - Máxima intercuspidação habitual: máximo de contato dental (depende da presença de dentes); - Relação cêntrica é definida pela posição do côndilo dentro da fossa articular independe de dentes; - Oclusão de relação cêntrica é quando as duas são combinadas. Articulação temporomandibular (ATM) - Articulação da mandíbula com o crânio; - Processo condilar da mandíbula com o osso temporal (fossa mandibular); - Espaço preenchidos pelo líquido sinovial; - Disco articular: Fino disco ovalado, melhora a cooptação, e absorve impacto. Movimentos da mandíbula - Depressão da mandíbula; - Elevação da mandíbula; - Protrusão da mandíbula; - Retração da mandíbula; - Lateralização da mandíbula. Abertura e fechamento São responsáveis o pterigoide lateral, medial, masseter e temporal. Relação cêntrica É uma posição articular, onde o côndilo e o disco estão firmemente alojados na posição mais anterior e superior da cavidade glenóide, fixados por ligamentos e músculos; fisiológica e reproduzível. Ponto de partida para exame de diagnóstico e tratamento restaurador e de problemas oclusais não dependendo de dentes e contatos dentários. Indicação para relação cêntrica Reabilitação oral extensa ou perda da dimensão vertical; Como guia nos procedimentos de ajustes oclusais, ajuste para identificar contato prematuro; Máxima intercuspidação habitual Utilizada para reabilitar pequenos espaços edêntulos; - Maior número de contatos dentários, e na maioria absoluta, ela não é coincidente com a relação cêntrica. Máxima intercuspidação habitual indicações Próteses fixas unitárias ou no máximo constituídas de 4 elementos; Presença de estabilidade oclusal. Dores orofaciais; No caso de pacientes edentulos, é a posição de escolha para a reabilitação, pois é a única posição clinicamente reproduzível. Relação de oclusão cêntrica Em prótese total nós usaremos a relação cêntrica para a montagem dos modelos no articulador. Porém quando os dentes artificiais estiverem em oclusão a relação cêntrica deverá ser igual à oclusão cêntrica; isto é, devemos ter o máximo de contato oclusal. RC = MIH; - Literatura considerada a posição ideal, é a opção de escolha para reabilitar o paciente na prótese total pois o côndilo está na posição mais confortável na fossa articular; - Eficiência mastigatória; - Melhor direcionamento das cargas oclusais, sendo direcionadas no longo eixo do rebordo residual o que conserva a estrutura e diminui a reabsorção; - Funcionamento ideal dos músculos. Downloaded by Nilmar Bispo (nilmar.bispo2015@gmail.com) lOMoARcPSD|64957219 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=684977739-protese-total relações maxilo-mandibularrelações maxilo-mandibularrelações maxilo-mandibular em prótese totalem prótese totalem prótese total Métodos de obtenção da relação cêntrica Métodos mecânicos Método intra e extra oral Este método desenvolvido por GYSI também conhecido como método do arco gótico de GYSI. Baseia-se no seguinte princípio: sabe-se que toda vez que a mandíbula executa um movimento de lateralidade esse movimento tem início na posição de relação cêntrica e retornará a essa posição. Método do arco gótico de gysi: mais complexo; - Exige uso de dispositivos especiais, para determinar a trajetória dos movimentos mandibulares; - Registradores: intra e extraoral. Métodos mecânicos de manipulação - Consistem na tentativa de levar a mandíbula para a posição mais retruída, com o auxílio de uma ou das duas mãos do operador. - Técnica de manipulação frontal de Ramfjord (1996): Apoiar o dedo polegar frontalmente e cervicalmente na face vestibular anterior da mandíbula, na região de gengiva inserida; E o dedo indicador sob o mento; Em seguida, orientá-lo para deixar a mandíbula "relaxada"; E a partir da abertura mínima, colocar a língua contra a porção posterior do palato duro (simulando a deglutição); Guiando sua mandíbula para trás e para cima repetidas vezes, até que os côndilos se assentem na posição de RC. - Técnica de manipulação bilateral de Dawson (1993): Apoiar os quatro dedos de cada mão sob a borda inferior da mandíbula, ficando os dedos mínimos exatamente sobre o ângulo da mandíbula e os polegares na sínfise mandibular. Em seguida, com manipulação suave, a mandíbula é levada a fazer lentamente movimento em dobradiça de abertura e fechamento. Em geral, a mandíbula desliza automaticamente para cima até a relação cêntrica, se nenhuma pressão dor aplicada. Extra- Oral Intra- Oral Manipulação Deglutição Contração dos músculos temporais Levantamento da língua seguido do fechamento da boca Métodos fisiológico Downloaded by Nilmar Bispo (nilmar.bispo2015@gmail.com) lOMoARcPSD|64957219 relações maxilo-mandibularrelações maxilo-mandibularrelações maxilo-mandibular em prótese totalem prótese totalem prótese total Deglutição Independente da técnica adotada (uma ou dias mãos) deve-se ter o cuidado de manter a base inferior apoiada sobre o rebordo para que o registro preciso seja realizado; - A manipulação da mandíbula não deve ser forçada. Método do levantamento da língua - O ato fisiológico de levantamento da ponta da língua em direção a abobada palatina, combinado com o fechamento da boca, leva a mandíbula para a posição de relação central. Métodos fisiológicos - Na FHO é utilizado o método de House que é uma união de todos os métodos; - Funcionam melhor quando aplicados em associação com outros métodos, como método de manipulação; - Técnica de Levantamento da ponta da língua (pedir ao paciente para colocar a língua no palato); - Técnica da deglutição Técnica de House a. Confeccionamos os planos-de-cera superior e inferior na dimensão vertical correta; b. Pedimos ao paciente que morda levemente os planosde orientação, várias vezes, executando pequenos movimentos de abertura e fechamento; c. Observamos com atenção a parte anterior dos planos-de-cera e marcamos com um Le Cron as posições de mordida; d. Fixamos os planos-de-cera na posição de fechamento habitual, considerando-a como posição de oclusão. - Posicionar o paciente corretamente na cadeira com a cabeça devidamente apoiada; - Colocar as bases em posição e guiar a mandíbula para a RC. Solicitar que o paciente vá fechando a boca. - Ao colocarmos as bases de registro na cavidade oral não devemos falar para o paciente morder pois isso resultará em uma posição protrusiva. - O paciente e as bases devem ficar imóveis enquanto o material de registro toma presa; - É prudente ensaiar com o paciente antes de realizar o registro; - Feito o registro as bases devem ser unidas para que se prossiga a montagem dos modelos em articulador. - Monson: Observou que o movimento retrusivo da mandíbula no ato de deglutição e teve a ideia de utilizá-lo na determinação da relação central; - Granger e Naylor: No ato da deglutição, a mandíbula se desloca da posição de repouso para a posição de relação central. Downloaded by Nilmar Bispo (nilmar.bispo2015@gmail.com) lOMoARcPSD|64957219 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=684977739-protese-total tomada do arco facial etomada do arco facial etomada do arco facial e montagem dos modelosmontagem dos modelosmontagem dos modelos Objetivo - Com o modelo funcional em mãos, mandamos para o protético para fazer plano de orientação (base de prova + rolete de cera) e no inferior manda fazer apenas a base de prova, o dentista quem vai colocar o rolete de cera e chegar na DVO correta. Articulador semi-ajustável (ASA) Quando coloca o modelo quando fecha tem de fazer barulho, caso não faça a dimensão vertical está aumentada; Tipos do articulador Articulador não condilar/arcon: o côndilo não fica preso na parte inferior (mandíbula) Articulador; anatômico condilar/arcon: imita o côndilo, portanto o côndilo fica na parte inferior. Inicio da montagem - Vai utilizar um acessório que é o arco facial que tem algumas partes vai registar a posição da maxila em relação a base do crânio; - A maxila é formada por 2 m- maxilas e pela lâmina horizontal do osso palatino. - Plano de Frankfurt: base do crânio passa pelo meato acústico e pelo forame infraorbital, posiciona o arco facial no tragus; - Coloca as olivas (parte plástica) de acordo com o plano de Frankfurt de lado, e de frente linha bipupilar. Ele registra a base do crânio, para montar a maxila preciso de um acessório que é o garfo do arco facial que tem a função de posicionar o plano oclusal leva o garfo ao plano de orientação. Para travar o garfo uso o relator naso ele relata onde está o naso, ele vai ficar no meio onde fica o parafuso Montar o modelo superior no articulador; - Articulador serve para levar par ao laboratório a posição dos ossos do paciente; - Simula as posições da mandíbula e da maxila, manda para o protético para ele montar os dentes em oclusão; POSICIONADOR: Consegue olhar o caso por dentro (dá uma vista além da clínica); não tem interferência de língua e músculos, sendo a principal vantagem para usar o articulador é o tempo clínico Em paciente dentado ou parcialmente dentado tem angulação do ângulo de Bennet 60º já em pacientes desdentados é de 0º. O paciente de prótese total não tem referência dental, tem de iniciar de uma angulação neutra não permitindo que se movimente tanto e nem tendo desequilíbrio da musculatura. O paciente dentado tem cavidade articular com reflexo dos dentes e por isso tem essa angulação correta em torno de 15º; Guia côndilar (ângulo do côndilo) 30º para todos, é o ângulo que descreve a descida do côndilo - Na região posterior tem as caixas condilares que simulam a cavidade glenóide (cavidade óssea onde o côndilo está alojado) Downloaded by Nilmar Bispo (nilmar.bispo2015@gmail.com) lOMoARcPSD|64957219 tomada do arco facial etomada do arco facial etomada do arco facial e montagem dos modelosmontagem dos modelosmontagem dos modelos - Na retirada do arco facial o plano de orientação vai estar posicionado junto do arco assim posso colocar no posicionador - Tem de retirar - Na montagem do superior o ramo tem de bater no arco para ver se a dimensão vertical não está alterada; - Registra a distância Inter condilar do paciente Preparo do garfo do arco facial Primeira sessão da Clínica de relacionamento maxilo mandibular; - Ajuste do plano de orientação superior; - Tomada do arco facial e nessa etapa é feita o preparo do garfo do arco facial; - Para preparar o garfo é necessário grudar o plano de orientação no garfo (tem de estar com a haste na linha média) então vou pegar uma lâmina de cera 7 plastificar essa lâmina colocar o garfo no centro e envolver o plano de orientação. Individualização do arco facial Nada mais é do que o travamento; - Relator naso tem de fazer movimento de êmbolo para travar, antes disso o paciente vai segurar o garfo com o plano de orientação dentro da boca com os polegares; - Verificar a distância inter condilar em P, M e G - Tem de conferir se a haste do garfo está paralela ao arco facial Montagem do modelo superior - Remover o pino incisal, pois não dá para colocar o arco facial com o pino; - Vaselinar o modelo, vai fazer retenções mecânicas que são pequenos buraquinhos e em seguida passar água; - Vamos encaixar o modelo de gesso no plano de orientação, trava o arco de novo e tem de fazer o barulho quando fecha para ter certeza de que tem o espaço para o gesso grudar uma coisa na outra; - Depois que encaixa vai espatular o gesso vai colocar gesso na bolacha e no próprio modelo e então fecha o ramo superior de novo tirando os excessos de gesso; - Quando cristalizar o gesso vamos retirar o arco facial, na hora de tirar o arco o garfo vem junto e o plano de orientação; - Tem de colocar no articulador o modelo inferior a base de prova inferior vem do protista sem o plano de cera, vou fazer a sanfona de cera 7 e deixar bem plastificada e em seguida fazer o método de House para que o paciente vai ocluindo em cima do plano de orientação superior e achatando até chegar na DVO e RC correta, vou tirar ambos os planos juntos da boca do paciente então levo ambos os planos no articulador. Downloaded by Nilmar Bispo (nilmar.bispo2015@gmail.com) lOMoARcPSD|64957219 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=684977739-protese-total Para remover a pasta zinco enólica é preciso quebrá-la e pode-se utilizar monômero. tomada do arco facial etomada do arco facial etomada do arco facial e montagem dos modelosmontagem dos modelosmontagem dos modelos 2ª Sessão - Confeccionar o plano de orientação inferior e técnica de House; A sessão 1 e 2 formam o REGISTRO INTERMAXILAR Adiantar a reabilitação do paciente Posso adiantar uma sessão clínica utilizando a mesa de Câmper ao invés do arco facial; - Vou pegar a mesa e embrulhar ela numa lâmina de cera, por transparência vou marcar a linha sagital mediana, incisivos e canino e vou posicionar o plano de orientação na linha sagital mediana (na mão sem medida padrão) Downloaded by Nilmar Bispo (nilmar.bispo2015@gmail.com) lOMoARcPSD|64957219 Arranjo OclusalArranjo OclusalArranjo Oclusal Arranjo oclusal Arranjo oclusal é diferente de posição mandibular (MH ou RC). - Os padrões de arranjo de dentes são 3: mutuamente protegidos; - Bilateral balanceado; - Lingualizado. - Existe a possibilidade de aplicar os 3 juntos no paciente desdentado total, já no paciente dentado tem a única possibilidade que é o mutuamente protegido. Mutuamente protegido - Em pacientes dentados os dentes posteriores protegem os dentes anteriores quando a boca está fechada. Se o paciente não tiver os dentes posteriores existe a tendência de os dentes anteriores abrirem em forma deleque; - Mas durante o movimento os dentes posteriores não se tocam fazendo o efeito contrário onde os dentes anteriores protegem os posteriores; - O guia incisivo na protrusão e a guia canino na lateralidade protegem os dentes posteriores, nos movimentos bordejantes (movimentos que vai até a borda do limite) Guias de desoclusão Quando existe uma desoclusão é arranjo oclusal duplamente protegido - Guia incisivo; - Guia canino; - Guia grupo parcial; - Guia grupo total; Na prótese total Maioria dos pacientes tem rebordo reabsorvido ou extremamente reabsorvido, então é necessário ter contatos de ambos os lados para que não tenha uma desoclusão da prótese, esse arranjo é chamado de bilateral balanceado. - Na PT os guias de desoclusão não podem ser aplicados pois no fenômeno de Christensen onde não tem contato dos dentes posteriores tanto inferior quanto superior no movimento de protrusão a prótese vai deslocar; - Em rebordos extremamente retentivos pode aplicar o arranjo oclusal mutuamente protegido com as guias de desoclusão que vai segurar a prótese; OCLUSÃO LINGUALIZADA: Quando o rebordo além de reabsorvido o paciente tem alguma característica de reter a prótese Quando existe uma desoclusão é arranjo oclusal duplamente protegido; Guia sequencial, tem de tocar um dente depois do outro. Se no toque foi canino e 2º pré-molar posso optar por colocar resina no 1º pré ou tiro o contato do segundo ou vai ser um guia canino com interferência. - Guia incisivo; - Guia canino; - Guia grupo parcial; - Guia grupo total; - Uma pessoa com oclusão ideal tem guia canino na lateralidade e guia incisivo na protrusão e mutuamente protegido; - Guia de grupo parcial é se no movimento de lateralidade tem o toque não apenas de canino-canino como também de pré molares; - Guia de grupo total é quando na lateralidade tocam canino, 1º pré, 2ºpré e molar. Downloaded by Nilmar Bispo (nilmar.bispo2015@gmail.com) lOMoARcPSD|64957219 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=684977739-protese-total Arranjo OclusalArranjo OclusalArranjo Oclusal Oclusão "É a relação estática e dinâmica das superfícies oclusais dos dentes em harmonia com as demais estruturas do sistema estomatognático" Trespasse vertical - Aproximadamente 0 mm, quase relação de topo a topo; - Permitir os movimentos bordejantes sem contato dos dentes anteriores; Oclusão lingualizada - Cúspides de suporte superiores se relacionam com as oclusais mandibulares tanto no lado de trabalho como no lado de balanceio, os dentes artificiais superiores são anatômicos e os inferiores podem ser tanto semi-anatômicos ou funcionais. - É utilizado dentes anatômicos para superior e não-anatômico para inferior O ajuste é realizado tanto em oclusão cêntrica como excêntrica. Durante a lateralidade e a protrusão, a oclusão balanceada somente será caracterizada quando as próteses totais bimaxilares mantiveram três pontos de contato entre os arcos. Erros comuns do ajuste oclusal - Umidade: sem saliva se o carbono molhar vai dissolver; - Carbono não pode estar perfurado; - Cansaço do paciente se morder errado a avaliação pode sair errado; - Anestesia: paciente não pode estar anestesiado para fazer o ajuste oclusal Considerações finais " A oclusão relaciona-se, direta e indiretamente, com todas as especialidades da Odontologia, e a teoria e a prática atual visam harmonizar as estruturas e melhoras as relações. Downloaded by Nilmar Bispo (nilmar.bispo2015@gmail.com) lOMoARcPSD|64957219 Seleção dos dentesSeleção dos dentesSeleção dos dentes artificiaisartificiaisartificiais Seleção dos dentes - Perguntar o que o paciente quer com a prótese, se tem uma antiga e se gosta dela; - Fotografias; - Modelos de próteses antigos; - Radiografias (antes da perda dos dentes); - Próteses antigas. Fatores para se considerar Apesar de existirem várias técnicas que nos auxiliam na seleção dos dentes artificiais, o importante é adequar a escolha à opinião do paciente. - Material; - Cor; - Forma; - Tamanho; - Superfície oclusal. Material Porcelana: Consegue mimetizar muito as características do dente natural, cerâmica consegue essa estética e manter as características ópticas por mais tempo; Higienização facilitada e melhor eficiência mastigatória; DESVANTAGEM: Ruído muito alto nos contatos oclusais; Dificuldade de ajuste e polimento; Abrasão nos dentes naturais (desgasta o dente antagonista); Não se adere ao material da base (parte rosa da prótese de resina); Maior reabsorção do rebordo residual (não absorve impacto); Perigo de quebrar durante a demuflagem. Resina acrílica: Não tem ruído em contato oclusal; não transmite uma carga tão alta para o tecido ósseo; União química à resina acrílica da base da prótese; maior facilidade na montagem (desgaste); Menor perigo de fatura na demuflagem; desgaste mínimo para os dentes naturais; custo. DESVANTAGEM: Instabilidade de cor; baixa resistência à abrasão (maior Cor - Matiz: cor dominante (azul, amarelo, vermelho, verde) mais comum é a escala vita; - Croma é a intensidade; - Valor é a luminosidade (brilho) - Translucidez quantidade de luz que é transmitida através de um corpo ou material. Esmalte tem grande translucidez. Observador - Luz natural indireta; - Paciente posicionado na altura dos olhos; - Manter distância de 60cm; - Nunca olhar muito tempo (10 segundos) Levar em conta os seguintes fatores - Idade; - Sexo: mulheres tem dentes mais arredondados, mais claros e menor desgaste. Homens tem dentes com ângulos mais vivos, mais escuros e maior desgaste; desgaste, diminuição da DVO, estética); maior cuidado com limpeza e polimento; maior cuidado no isolamento do gesso. Downloaded by Nilmar Bispo (nilmar.bispo2015@gmail.com) lOMoARcPSD|64957219 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=684977739-protese-total Forma Berry relacionou a forma do rosto com a forma do incisivo central; - Lei da harmonia de Willian; - Triangulo estético de Nelson associa a forma do arco, formato de rosto e forma do incisivo central superior. - Compasso de Warvin Carta molde - Padrões pré-definidos; - Fornece o tamanho e a forma dos dentes; - Estão dispostos os desenhos dos diferentes moldes produzidos pelo fabricante. Após selecionar os dentes anteriores tenho uma outra cartela para selecionar os dentes inferiores e posteriores Texto do seu parágrafo - Disposição: posição que cada dente ocupa na arcada; - Alinhamento: estudo da forma do arco (ovoide, triangular, quadrado); - Posição: estudo do conjunto dos dentes em relação ao rosto do paciente; - Articulação é o estudo da relação de contato da arcada superior e inferior em movimento de lateralidade e protrusão. - Oclusão: relação entre o arco superior e inferior na relação de abertura e fechamento. Seleção dos dentesSeleção dos dentesSeleção dos dentes artificiaisartificiaisartificiais - Tamanho: tamanho dos dentes deve ser proporcional ao tamanho da face para isso é marcado a linha do sorriso que determina o comprimento dos dentes e a linha da comissura que marca a distal de caninos. - Superfície oclusal: anatômicos (cúspides em 33º; Não anatômicos ou funcionais (cúspide em 0º) - Semi anatômicos tem uma angulação da cúspide em torno de 22º; Downloaded by Nilmar Bispo (nilmar.bispo2015@gmail.com) lOMoARcPSD|64957219 Estudo dos movimentosEstudo dos movimentosEstudo dos movimentos mandibularesmandibularesmandibulares Posições estáticas RELAÇÃO CÊNTRICA: Posição craniomandibular, exclusivamente, das articulações temporomandibulares, na qual os côndilos estão repousados sobre a vertente posterior da eminência articular, com o disco interposto. Logo, estão em uma posição ântero-superior na fossa mandibular. MÁXIMA INTERCUSPIDAÇÃO HABITUAL: Máxima interdigitação dos dentes independentemente da posição condilar. Posição adquirida, consciente e habitual de fechamento,é utilizado em reabilitações pequenas. Movimentos mandibulares - Complexas atividades tridimensionais de rotação e translação inter-relacionadas, em ambas as ATM's - ROTAÇÃO: O processo de girar em torno de um eixo: movimento de um corpo em torno do seu eixo. No sistema mastigatório, a rotação ocorre quando a boca abre e fecha em torno de um ponto fixo ou eixo dentro dos côndilos. Em outras palavras os dentes podem ser separadas e novamente ocluídos sem uma mudança de posição do côndilo. - Abertura e fechamento em torno de um ponto fixo; - 2cm de separação entre os incisivos superiores e inferiores; - Ocorre na cavidade inferior da ATM -É o movimento entre a superfície superior do côndilo e a superfície inferior do disco articular - EIXO HORIZONTAL: Como se pudesse passar um eixo nos dois côndilos. Movimento de abrir e fechar (dobradiça); côndilo na posição mais superior da fossa articular. Único movimento de rotação "pura". - EIXO FRONTAL: Ocorre quando um côndilo se movimenta mais anteriormente para fora da posição terminar da dobradiça, enquanto o outro côndilo permanece na posição terminal da rotação. Downloaded by Nilmar Bispo (nilmar.bispo2015@gmail.com) lOMoARcPSD|64957219 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=684977739-protese-total Eixo sagital Um côndilo vai se movimentar inferiormente enquanto o outro permanece na posição terminal de rotação. Não ocorre naturalmente já que os ligamentos e os músculos limitam o deslocamento inferior. - Ocorre em conjunto com outros movimentos. Movimentos de translação A translação pode ser definida como um movimento no qual cada ponto do objeto que se move também, simultaneamente, na mesma velocidade de direção. No sistema mastigatório, ocorre quando a mandíbula se move para frente, como na protrusão. Os dentes, côndilos e ramos se MASSETER: Elevação da mandíbula e proporciona a força mastigatória necessária para a mastigação. Origem zigomático e Inserção no ramo e Ângulo da mandíbula. movem todos na mesma direção e na mesma extensão. - Dentes, côndilo e ramos se movem na mesma direção, extensão e velocidade (protrusão 4 - 6 cm); - No sistema mastigatório ele ocorre quando a mandíbula se move para a frente, como na protrusão; - Ocorre dentre da cavidade superior da articulação, entre a superfície superior do disco articular e a superfície inferior da fosse articular (entre o complexo côndilo- disco e fossa articular). Estudo dos movimentosEstudo dos movimentosEstudo dos movimentos mandibularesmandibularesmandibulares Downloaded by Nilmar Bispo (nilmar.bispo2015@gmail.com) lOMoARcPSD|64957219 TEMPORAL: Origem - fosse temporal e Inserção no processo coronóide. - É responsável pela elevação (oclusão) e retração da mandíbula. PTERIOGÓIDEO MEDIAL: Origem- fossa pterigoidea e Inserção no ramo da mandíbula. - Tem a função de elevação e protrusão: Suas fibras se dirigem para baixo, para trás e lateralmente. Contração unilateral: movimento de lateralidade. PTERIGOIDEO LATERAL: Origem superior - asa do esfenoide e INFERIOR no processo pterigoide. Inserção SUPERIOR: Disco articular e INFERIOR: Fossa pterigoidea (côndilo) - Função: A porção superior liga-se ao disco = estabilização do disco durante o fechamento e a porção inferior protrusão. Movimentos mandibulares Movimento para cima e o seu retorno (fechamento); Movimento para baixo e o seu retorno (abertura); Movimento para frente e seu retorno (protrusão); Movimento para trás e seu retorno (retrusão); Movimento para esquerda e seu retorno (lateralidade esquerda); Movimento para direita e o seu retorno (lateralidade direita). Movimentos bordejantes: Mandíbula se move através dos limites externos do movimento. É limitada pelos ligamentos e pela morfologia da ATM. 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. Movimento de abertura e fechamento - A mandíbula sai da posição de oclusão (MIH) e cai para a posição de repouso muscular (RC). A mandíbula se desloca à custa do seu próprio peso. Durante o movimento de abertura ocorre a rotação, translação e transrrotação. Durante o movimento de fechamento atuam os músculos elevadores, masseter, temporal e pterigoideo medial. FASE 2: Abertura no ato de pressão de pequenos objetos (palitos, pequenos alimentos). Verifica-se o equilíbrio dos supra-hióide e milo-hióideo; FASE 3 (Abertura máxima): Atuação do pterigoide externo/lateral, digástrico, genioglosso e milo-hióideo. GRÁFICO DE POSSELT: MIH; RC; 1. 2. 6. Abertura por rotação condilar 7. Abertura máxima; 5. protrusão máxima; 3. Posição de repouso; - De 6 para 7 movimento de translação; - De 7 para 5 côndilo localizado no ápice da eminência atribular (posição mais anterior e inferior possível) Estudo dos movimentosEstudo dos movimentosEstudo dos movimentos mandibularesmandibularesmandibulares Downloaded by Nilmar Bispo (nilmar.bispo2015@gmail.com) lOMoARcPSD|64957219 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=684977739-protese-total Prova funcional eProva funcional eProva funcional e estética da próteseestética da próteseestética da prótese Antes da finalização da acrilização vai ser feita a prova da PT em cera deve ser feita na boca. Nesse momento vai se identificar os pequenos erros e fazer a correção. Fase de prova - Prova primeiramente no articulador e depois em boca. - Permite a avaliação de todos os registros prévios feitos pelo cirurgião dentista; - Permite que o paciente expresse sua opinião sobre a estética. Avaliação no articulador Superfície interna, vou tirar ele e sem luva passar a mão na região interna procurando alguma espícula ou borda de faca que posso machucar o paciente na hora da prova. Superfície polida: Região vestibular e lingual do dente e na superior o palato; Região da superfície oclusal. 1. 2. 3. Superfície interna 1.Cirurgião-dentista deve avaliar se as placas articulares estão intimamente adaptadas ao modelo; As regiões das bordas devem ser conformadas de maneira que preencham a largura e profundidade dos sulcos do modelo; No arco superior, a base deve estar estendida posteriormente até a região de travamento posterior; No inferior, recobrir o trígono retromolar. Superfície polida - Se tiver grande discrepância no modelo inferior entre as posições dos dentes e as cristas do rebordo, pode ser que os dentes não estejam na zona neutra e, por isso, sejam a causa da instabilidade da prótese na boca. Quando paciente perde todos os dentes têm alteração de volume vertical e horizontal, no inferior é mais vertical, a região onde os dentes deveriam ser montados é no centro da crista do rebordo se não estiver no centro Superfície oclusal Uma avaliação deve ser feita sobre os contatos oclusais e a articulação balanceada. Nesse momento o dente está em relação cêntrica e máxima intercuspidação habitual. 1. 2. dá crista vai haver forças que podem bascular. 2. As superfícies vestibular e lingual da superfície polida devem convergir oclusalmente, de maneira que as pressões oriundas dos tecidos moles contribuam para a retenção. Avaliação em boca Retenção; Extensão da base; Relacionamento com a zona neutra. Oclusão; Estética; Espaço funcional livre. As próteses devem ser avaliadas individualmente: 1. 2. 3. Depois juntas: 1. 2. 3. Retenção Teste objetivando o deslocamento da PT da superfície de assentamento; (movimento na vertical tentando arrancar ou apertar a região anterior nos incisivos). O teste é feito apenas na PT superior (onde espera boa retenção). - Na inferior retenção normalmente é precário (menor área de assentamento basal e dificuldade de um bom selamento periférico). - Se a retenção superior não estiver boa, a causa deve ser identificada e se for uma falha na PT está deve ser corrigida. (posso usar o componente branco da pasta zinco enólica onde a pasta sair tem contato forte e desgasto é chamada de pasta evidenciadora de pressão); - Se estiver sub estendida se o bordoestiver fora do fundo de sulco vai fazer uma moldagem com a prótese com material fluído da silicona Downloaded by Nilmar Bispo (nilmar.bispo2015@gmail.com) lOMoARcPSD|64957219 1 para 6 movimento exclusivo de rotação (20 - 25mm); d para e fechamento a partir da abertura máxima, contração dos músculos pterigoideos laterais inferiores. Movimento de retrusão/protrusão O movimento de protrusão é dado pela contração simultânea dos músculos pterigoideos. - Guia anterior - bordas dos incisivos inferiores contactam com a cavidade palatina dos superiores. - Movimento de retrusão normal da mandíbula e dado pela contração simultânea dos feixes posteriores dos músculos temporais. PLANO FRONTAL: Esse movimento é de aproximadamente 10mm traçado de forma rombóide. Lateralidade Lado de trabalho o côndilo vai rotacionar e do lado de balanceio tem a translação do côndilo. Envelope dos movimentos tridimensionais da mandíbula A combinação dos movimentos mandibulares nos três planos (sagital, horizontal e fontal) produz um envelope do movimento tridimensional. Bordejante superior lateral esquerdo; Bordejante de abertura lateral esquerdo; Bordejante superior lateral direito; Bordejante de abertura lateral direito. - Côndilo de balanceio: vai para baixo, para frente e para dentro; - Lado de trabalho: Côndilo gira em torno do eixo - rotação. PLANO FRONTAL: 1. 2. 3. 4. Prova funcional eProva funcional eProva funcional e estética da próteseestética da próteseestética da prótese Downloaded by Nilmar Bispo (nilmar.bispo2015@gmail.com) lOMoARcPSD|64957219 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=684977739-protese-total Prova funcional eProva funcional eProva funcional e estética da prótese totalestética da prótese totalestética da prótese total Extensão da base A extensão com que a prótese se adapta à profundidade e largura dos sulcos deve ser avaliada; A extensão posterior das próteses sobre o triângulo retromolar no arco inferior e na região de travamento posterior no arco superior devem ser checadas. Se houver uma sobre extensão exagerada dos flancos, irá ocorrer deslocamento dos tecidos na região dos sulcos quando a dentadura dor inserida na boca e a recuperação elástica subsequente dos tecidos irá causar o deslocamento da prótese. Uma sobreextensão leve pode causar o deslocamento da dentadura quando o operador manipula suavemente os lábios e bochechas do paciente ou quando o paciente movimenta a língua. A exata localização desta sobreextensão só pode ser determinada por meio de exame minucioso da prótese dentro da boca; 1. 2. 3. 4. 5. - Se a sobreextensão estiver presente em áreas de boa visibilidade, o deslocamento tecidual será observado quando a dentadura for inserida. - Nos flancos linguais, a visibilidade é precária, o dentista fará a avaliação pelo comportamento da prótese inferior quanto a movimentação lingual do paciente. 6. A correção da sobreextensão será feita, diminuindo-se a profundidade do flanco; 7. Se não for realizado, a prótese finalizada irá traumatizar a mucosa na tal área relacionada e se tornará instável, devido às forças deslocantes exercidas pelos tecidos moles. 8. A presença da subextensão é determinada principalmente pelo exame intra-oral, quando a profundidade do sulco é menor que a extensão do flanco da prótese. 9. No caso da prótese superior, porém, uma indicação preliminar de subextensão pode Zona neutra O posicionamento dos dentes artificiais na zona neutra é importante, particularmente para a prótese total inferior que tem retenção precária; Quando a prótese inferior for assentada na cavidade oral, ela deve ser estável quando a boca estiver entreaberta e quando os movimentos linguais forem limitados; Se ocorrer deslocamento da dentadura, a causa deve ser identificada e a dentadura modificada, objetivando corrigir a instabilidade. Quando da avaliação do posicionamento dos dentes inferiores em relação aos tecidos moles, a altura do plano oclusal em relação à língua deve ser observada; Quando a língua estiver relaxada, ela deve estar repousando sobre a superfície oclusal dos dentes - uma situação que favorece a retenção da prótese total inferior. Os dentes naturais ocupam uma zona de equilíbrio, em que cada dente assume uma posição que é resultante de todas as forças musculares. Área específica para o posicionamento dos dentes artificiais e da base da prótese, onde as forças geradas pela língua são neutralizadas pelas forças geradas pelos lábios e pelas bochechas. 1. 2. 3. 4. 5. Oclusão A oclusão deve ser verificada com a mandíbula em posição de relação cêntrica; O paciente fecha vagarosamente a mandíbula em relação cêntrica e o operador observa o contato inicial. 1. 2. - ser dada pela existência de uma retenção precária. Downloaded by Nilmar Bispo (nilmar.bispo2015@gmail.com) lOMoARcPSD|64957219 Se uma discrepância oclusal grande estiver presente, será percebida pelo operador sem dificuldade; Muitos pacientes são capazes de detectar discrepância oclusais, as quais são tão pequenas que podem passar desapercebidas pelo operador; Falhas oclusais muito pequenas devem ser deixadas até que a prótese seja instalada, quando os ajustes necessários serão feitos; outros, porém devem ser corrigidos durante a prova. Confirmar a DVO com o compasso de Willis. Um novo registro de relação cêntrica deve ser realizado após a retirada dos dentes de resina de uma das próteses e recolocando com cera. Se os dentes não forem removidos, existe o perigo das cúspides guiarem a mandíbula de volta à posição intercuspídea errada. Confirmação da DVO e RC; Técnica de Little modificada; Técnica de House. 3. Discrepância oclusais vertical e horizontal, podem ocorrer; 4. A discrepância vertical pode tomar a forma de uma oclusão aberta unilateral, anterior ou posterior. Quando ocorrer, deve-se realizar um novo registro de relação cêntrica após a modificação de uma ou ambas as próteses. 5. Discrepância oclusal no plano horizontal pode ser detectada observando quando as linhas médias superior e inferior não se coincidem; 6. Relacionamento dos dentes posteriores não é simétrico, ou quando o trespasse horizontal não é o mesmo na boca que no articulador. Com as próteses em boca vai avaliar o espaço funcional livre; A avaliação inicial é a aparência do paciente e em seguida avaliar a fala do paciente - Se as proporções faciais do paciente e as relações com o lábio permanecerem Estética Reavaliar a informação a respeito da aparência estética e adquirida quando do registro dos roletes de oclusão. Isto inclui a forma, tamanho e arranjo dos dentes, a orientação e o nível do plano oclusal, a posição da linha mediana e o grau de suporte labial; Discutir com o paciente a respeito da estética; Criar uma aparência final por meio do arranjo dos dentes anteriores, forma de margem gengival e, quando necessário, desgaste das bordas incisais; Termo de aceite estético. Vamos dar o espelho na mão do paciente e pedir para que ele avalie a estética dando informações para eles. 1. 2. 3. 4. Prova funcional eProva funcional eProva funcional e estética da prótese totalestética da prótese totalestética da prótese total apropriados quando os dentes estiverem em oclusão, sugere-se a dimensão vertical de oclusão esteja correta. - TESTE FONÉTICO: Dentes se aproximam na fala, mas não se tocam se os dentes se tocam a dimensão vertical está aumentada. - O paciente deve ser solicitado a falar durante a prova; - Os dentes normalmente não se tocam durante a fala, mas se aproximam bastante quando da pronúncia do som "S"; - Esta separação, conhecida como Espaço Mínimo da Fala, normalmente é de 1mm; - Se a DVO estiver excessiva, o espaço não existe, correspondentemente, esta estará aumentado se a DVO estiver diminuída; - Esta avaliação pode ser feta pedindo ao paciente para contar em voz alta de 60 a 70. Downloaded by Nilmar Bispo (nilmar.bispo2015@gmail.com) lOMoARcPSD|64957219 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=684977739-protese-totalCorredor bucal É o espaço que existe bilateralmente entre a superfície vestibular dos dentes superiores e posteriores visíveis e a comissura labial durante o sorriso. Seleção da cor da gengiva No final vai fazer a caracterização gengival, vai fazer a retroversão do lábio em luz natural e tirar uma foto e manda para o laboratório para ele poder fazer a seleção da cor da gengiva deixando o mais próximo possível da gengiva do paciente. Prova funcional eProva funcional eProva funcional e estética da prótese totalestética da prótese totalestética da prótese total Downloaded by Nilmar Bispo (nilmar.bispo2015@gmail.com) lOMoARcPSD|64957219 Instalação e controleInstalação e controleInstalação e controle posterior em prótese totalposterior em prótese totalposterior em prótese total Cuidados - Pérolas, uma bolinha de resina que da para retirar com a maxi cut; - Bolhas, se for pequena posso tampar com um pouquinho de resina; - Com um rolete de algodão aberto passa em todas as direções da superfície da prótese e caso tenha asperezas ou rebarbas o algodão vai ficar preso e com delicadeza vai relar no local com a maxi cut. Inserção da prótese - Essa inserção é feita pelo dentista, pois alguns pacientes têm o rebordo estrangulado (tem de colocar como uma gaveta/obliqua), depois que colocar a prótese na boca do paciente, ela tem acentuamento e o paciente fica com a boca fechada e os dentes encostados durante 5 minutos para que a saliva banhe a prótese. Adaptação - Reconhecimento; - Salivação; - Guiar o paciente de maneira individualizada, vai conduzir a consulta da forma que o paciente tem sua reação. Testes funcionais - Teste de báscula - Serve para verificar a estabilidade da peça, sempre avaliar a báscula do lado oposto. Avalia do selado da região oposta à comprimida "comprime"; - Teste de tração - É exclusivamente vertical, traciona para cima e para baixo, se traciono na região anterior quero ver a retenção da região anterior "traciona". Teste de oclusão Pacientes precisam passar pelo teste de controle neuromuscular, esse teste dura no mínimo 1 mês, a mastigação é estática e dinâmica - Na primeira sessão o teste de oclusão é para identificar contatos prematuros e interferências grosseiras Reconstituição facial Vai ver se devolveu as características de normalidade, perdeu o perfil de polichinelo. Fonação Vai avaliar um fonema forçado, com sons sibilantes. Mas antes de pedir para fazer esse som é necessário conversar com o paciente para ele se habituar a falar com a prótese. - A avaliação do som sibilante é para ver se quando ele fala os fonemas forçados tem o toque dos dentes. Interferência oclusal - Com o papel carbono vai identificar onde estão os contatos e remover as suas interferências; - Retirar as interferências grosserias (lateralidade e protrusão); - Contatos prematuros em MIC; - Não vai utilizar a maxi cut, pois ela é muito grande é utilizado a multi laminada. Vai fazer uma linha alta do sorriso forçada para garantir que tenha o recobrimento da região cervical. O paciente vai sorrir com o plano de orientação na boca pede para sorrir e com o LeCron vai subir a marcação. - Corredor bucal (espaço entre a superfície vestibular e mucosa jugal); - A chave de oclusão tem a relação caixa tampa de molares e caninos. Olha de frente para a pessoa os incisivos têm de coincidir com a linha média; - Chave de canino é 2 para 1 - 1 dente tocando em 2; - Chave de molares é Classe I - cúspide mésio vestibular do superior coincidindo com o sulco vestibular do molar inferior. Downloaded by Nilmar Bispo (nilmar.bispo2015@gmail.com) lOMoARcPSD|64957219 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=684977739-protese-total Instrução ao paciente - Tem de dizer para o paciente ter paciência para a adaptação da prótese, a adaptação é de no mínimo 1 mês. - Discutir com o paciente em relação aos adesivos (corega), a ciência mostra que quanto maior é a necessidade do adesivo quer dizer que mais desadaptada está sua prótese. - Salivação excessiva é normal e passa em 24 horas, excessiva diminui a retenção e a mastigação; - Alimentação tem muita dificuldade em comer pão e banana, pois forma um bolo alimentar muito viscoso que forma uma tração durante a alimentação. Alimentos mais secos como amendoim e torresmo é mais fácil de comer. Também tem dificuldade em comer folhas, a cúspides tem inclinação de 33º o que não tem uma superfície verdadeira dificultando; - Uso noturno: Não pode dormir de prótese por conta da troca de tecido que na mucosa bucal é estimulado pelo contato da língua, é necessário ter o estímulo para ter a troca de célula e a higienização da língua em contato com a mucosa. A prótese tem de ficar numa caixinha (como de orto) e vai higienizar e colocar água para guardar durante a noite e uma vez na semana deixar com algumas gotinhas de candida. - Higienização: A fibromucosa tem de ser higienizada, com uma gaze vai diluir um pouco de pasta de dente e vai passar sobre o rebordo. A prótese vai escovar com a escova macia. Mecanica - escovação O uso de pastas abrasivas pode danificar as próteses totais em uso constante; -Sabão neutro ou dentifrício gel (sem sílica/abrasivos); - Escova de dente (convencional ou específica) macia; - Fora da boca (todas as superfícies); - Em pia com água ou sobre uma toalha; - Higienizar a mucosa com gaze úmida. Soluções químicas e pastilhas É uma ação antimicrobiana; Não usar em próteses com metal; retirar resíduos orgânicos retidos na prótese. IMPORTANTE: A resina e poli-metil- metacrilato tem resíduos orgânicos se deixar muito tempo no cloro a prótese derrete; Exposição ao cloro uma vez por semana ou exposição diária em pacientes com candidíase até remissão dos sinais químicos; - Ácidos; - Hipoclorito de sódio entre 1 e 3% diluir 5ml de água sanitária em um copo de água de 200ml. - Peróxidos alcalinos; - Desinfetantes; - Enzimas. Outros cuidados Frente a ulcerações traumáticas: - Desapego em relação a prótese antiga; - Não comparar a prótese antiga com a nova; - Combater falsas expectativas estéticas. - Se enxergo a úlcera: pegar o lápis cópia, passar magipack e jogar álcool 70 em todo o lápis (vai colocar a ponta na úlcera do paciente e o lápis é feito de carbono o álcool vai ajudar a umedecer para marcar) e vai passar ao redor da úlcera, pega a prótese e leva em posição, pressiona (vai doer) tira a prótese da boca e o carbono vai marcar o lugar da úlcera. Vai desgastar dentro da marcação com a maxicut; - Quando não enxergo a úlcera: Vou utilizar um evidenciador de contato (pasta branca da ZOE ou silicone leve) com o pincel passar uma fina quantidade de material levar a prótese em posição e comprimir (vai doer) remove a prótese e onde tiver ausência de material é uma zona de subre-compressão, essa região precisa desgastar. Instalação e controleInstalação e controleInstalação e controle posterior em prótese totalposterior em prótese totalposterior em prótese total Downloaded by Nilmar Bispo (nilmar.bispo2015@gmail.com) lOMoARcPSD|64957219 Controle posterior - Controle posterior não significa que a prótese foi planejada e/ou executada de forma deficiente; - É a parte fundamental do tratamento e sua execução é mandatória para o sucesso da rabilitação; - Repetir os passos da consulta de instalação. Instalação e controleInstalação e controleInstalação e controle posterior em prótese totalposterior em prótese totalposterior em prótese total Downloaded by Nilmar Bispo (nilmar.bispo2015@gmail.com) lOMoARcPSD|64957219 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=684977739-protese-totala prótese total superior. Tuberosidade (túber) da maxila Referência anatômica: Frente do sulco hamular (próximo das foraminas alveolares) - Importância paraprotética: Proporcionam boa superfície de suporte - Problemas na retentividade devido à maior saliência no sentido vestibular, sendo um obstáculo para inserção da prótese (tuberosidade impede o contato da prótese com a mucosa - não retém); - Problemas no espaço entre as arcadas devido ao volume no sentido vertical, sendo uma dificuldade para a colocação de ambos as prótese (tuberosidade perto da linha oblíqua, não cabe dois dentes). Downloaded by Nilmar Bispo (nilmar.bispo2015@gmail.com) lOMoARcPSD|64957219 anatomiaanatomiaanatomia paraprotéticaparaprotéticaparaprotética Sulcos hamulares ou sulcos do hâmulo pterigóideo Referência anatômica: Articulação do complexo maxilapteriogopalatino; - Integrado pela tuberosidade da maxila, processo pterigoide do esfenoide e processo piramidal do osso palatino; - Importância paraprotética: União do selado periférico (no sulco vestibular) com zona de travamento posterior (no palato); - Junção do selado periférico com o selado posterior (área basal). Crista zigomatoalveolar Referência anatômica: Alvéolo do primeiro molar ou entre 1° e 2° molares superiores; - Importância paraprotética: Na reabsorção deve-se procurar estabelecer um alívio correspondente para que a prótese não bascule nem produza ferimentos na mucosa Seio maxilar Referência anatômica: Zona posterior do processo residual - Importância paraprotética: Em alguns casos, a dimensão óssea entre o assoalho do seio maxilar e a crista do rebordo Mandíbula alveolar residual fica reduzida em 1 ou 2 mm; - Radiografia panorâmica. Forame mentual Referência anatômica: Ápices dos prés molares; - Importância paraprotética: Na reabsorção óssea alveolar este forame se aproxima da crista do rebordo, tendo como consequência uma compressão na emergência vasculonervoso (comprime o nervo, paciente sente choquinhos). Downloaded by Nilmar Bispo (nilmar.bispo2015@gmail.com) lOMoARcPSD|64957219 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=684977739-protese-total anatomiaanatomiaanatomia paraprotéticaparaprotéticaparaprotética Linha oblíqua Referência anatômica: Face vestibular do corpo da mandíbula, ao nível dos molares - Importância paraprotética: Limitante da borda do flanco bucal. Fossa ou canal retromolar Referência anatômica: Entre a linha oblíqua e as cristas vestibulares dos alvéolos dos molares; - Importância paraprotética: Determina a grande espessura da tábua externa ou vestibular dos alvéolos dos molares, é uma área de suporte. Trigono retromolar Referência anatômica: Na região posterior do alvéolo do terceiro molar e por medial da porção distal da fossa retromolar; - Importância paraprotética: Boa área de suporte Linha milohióidea Referência anatômica: Face lingual do corpo da mandíbula; - Importância paraprotética: Localiza-se na região correspondente aos molares, onde mais aproxima-se da zona de suporte. Torus mandibular Referência anatômica: Ao nível dos ápices dos prés molares sobre a tábua lingual; - Importância paraprotética: É recoberto por uma mucosa delgada, podendo ocorrer lesões e ulcerações; - O alívio da prótese nesta região dificulta o vedamento periférico da prótese total mandibular. Apófise geni Referência anatômica: Tábua lingual, na região da linha média - Importância paraprotética: Pode estar proeminente nos casos de reabsorção óssea, apresentando-se afilada e coberta por uma mucosa muito delgada. Downloaded by Nilmar Bispo (nilmar.bispo2015@gmail.com) lOMoARcPSD|64957219 exame clínico emexame clínico emexame clínico em prótese totalprótese totalprótese total Canal mandibular Referência anatômica: Limite posterior do terço médio do ramo ascendente, terminando no forame mentual; - Importância paraprotética: Em caso de extensas reabsorções dos processos residuais, influenciam na zona principal de suporte, comprime o nervo. Musculatura paraprotética Os movimentos dos músculos que se inserem no limite da área chapeável são os principais responsáveis pelo deslocamento das prótese. Temporal Feixe profundo - termina na altura do trígono retromolar; - Deslocam a prótese total que se estende demasiadamente nessa área. Músculo orbicular do lábio A expressão do lábio depende da função de diversos músculos; - Quando o paciente perde os dentes automaticamente perde a sustentação dos músculo e consequentemente a expressão do lábio prejudicado. - Músculos levantadores do lábio e da ângulo da boca; - A posição dos dentes na prótese vão determinar o posicionamento dos músculos. Músculo bucinador A contração do músculo pode deslocar a prótese. Downloaded by Nilmar Bispo (nilmar.bispo2015@gmail.com) lOMoARcPSD|64957219 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=684977739-protese-total anatomiaanatomiaanatomia paraprotéticaparaprotéticaparaprotética Músculo palatoglosso e tensor do véu palatino Juntos delimitam a zona de travamento posterior e pode ser visualizado quando o paciente fala “Ah” Músculo levantador do véu palatino Deglutição - move-se para cima e fecha a entrada da orofaringe; - Nesse movimento perde o contato com base da prótese, ar penetra e ela se desloca (moldagem funcional do selado posterior). Músculo mentual A inserção superior do músculo aproxima-se da crista do rebordo; - Suas fibras deslocam a prótese quando há sobre extensão. Músculo depressor do lábio inferior Projeta o lábio inferior para baixo e lateralmente - A movimentação desse músculo promove deslocamento das prótese com sobre extensão. Músculo depressor do ângulo da boca Movimenta o lábio inferior para baixo principalmente, na região do ângulo da boca; - Sua ação paraprotética ocorre quando há exagerada reabsorção do processo alveolar. Rafe pterigomandibular É macio e depressível quando a boca está fechada; - Torna-se rígido e tenso na abertura da boca podendo deslocar a prótese total. Músculo que se inserem na superfície lingual da mandíbula Podem deslocar a PT: - Genioglosso: posiciona a ponta da língua contra face palatina dos incisivos superiores; - Milo-hióideo: forma maior parte do assoalho, origem na linha oblíqua interna; - Hioglosso. Downloaded by Nilmar Bispo (nilmar.bispo2015@gmail.com) lOMoARcPSD|64957219 anatomiaanatomiaanatomia paraprotéticaparaprotéticaparaprotética Língua Interfere na estabilidade das PT inferiores - Em pacientes edêntulos a língua recobre o rebordo alveolar e quando coloca a PT ela fica empurrando até acostumar. Mucosa bucal da área protética Mucosa mastigatória (fixa); - Mucosa de revestimento (livre); - Mucosa especializada. Estruturas anatômicas da mucosa bucal RAFE PALATINA: Sutura sagital do palato; - Zona de alívio. FREIO LABIAL SUPERIOR: Localiza-se na linha média do sulco vestibular superior - Interfere na borda anterior da prótese (deve ser aliviado). PAPILA INCISIVA: Recobre a forame incisal e apresenta formação fibrosa; - Zona de alívio. Rebordo alveolar residual Num paciente edentulo tem alterações teciduais não tão evidentes, como por exemplo a reabsorção óssea; - Anamnese; - Exame físico intra bucal: temos a avaliação visual e tátil; - Exame físico estra bucal: visual e tátil; - Exame complementares: exames radiográficos (panorâmico - melhor para pacientes edentulos), radiografia oclusal da uma avaliação geral do caso clínico . Rebordo alveolar residual - teve a perda dos dentes e inicia a reabsorção óssea. Downloaded by Nilmar Bispo (nilmar.bispo2015@gmail.com) lOMoARcPSD|64957219 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=684977739-protese-total características paracaracterísticas paracaracterísticas para prótese funcionarprótese funcionarprótese funcionar Requisitos funcionais A interação dos 3 mostra que a prótesenão pode ser puxada facilmente, não pode entrar no tecido e nem ficar se movimentando dentro da boca. - Retenção: Capacidade da PT de resistir as forças extrusivas. É a propriedade de opor-se as forças verticais. Força que resiste a puxar a prótese. - Suporte: O contrário da retenção, a prótese tem de ter uma característica de não intruir (não afundar no tecido). Prótese entrando no tecido e impedindo de entrar (força vertical) - Estabilidade: É a capacidade da PT de manter-se em equilíbrio, uma vez cessadas as forças intrusivas e extrusivas. Se opõe às forças horizontais. Meios de retenção - FATORES FÍSICOS: - Adesão: força de atração intermolecular entre dois corpos de natureza DIFERENTE, são dois corpos diferentes que se unem. Na prótese total para verificar a adesão a força de moléculas vai apresentar por meio da saliva. Coesão Se colocar duas placas de vidro uma contra a outra vão se soltar facilmente. Mas se colocar água dentre essas placas vai ficar mais difícil de soltar, a água acaba com os espaços entre as células causando uma maior adesão. - No caso da PT essa adesão é dada pela saliva, quanto mais viscosa a saliva maior e melhor é a adesão, mas tem de ter um equilíbrio se for muito viscosa ela não consegue banhar a prótese ficando concentrada em apenas um local. - Com envelhecimento tem uma saliva mais cerosa e mais viscosa o que aumenta a adesão Força que une as partículas que constituem um CORPO, interação entre as moléculas de um mesmo corpo. Sucess o determ inante das 3 juntas Retenção Estabilidade Suporte Conforto psicológic o: o paciente não sente a prótese como um corpo estranho Conforto fisiológico: paciente não sente dor FIBROMUCOSA (PALATO) SALIVA BASE DA PRÓTESE Downloaded by Nilmar Bispo (nilmar.bispo2015@gmail.com) lOMoARcPSD|64957219 características paracaracterísticas paracaracterísticas para prótese funcionarprótese funcionarprótese funcionar - Base da prótese (poli-metil-metacrilato) vários anéis que se ligam por 1 ligação de carbono, a força coesiva faz com que prótese não se desintegre. A interação das forças moleculares dentro da saliva faz com que ela escoe como um corpo livre. Energia de superfície (tensão superficial) - Molhamento (capacidade de molhar); - Tensão superficial (rompimento); - Energia de superfície é a capacidade de escoar. Quando maior a energia de superfície mais ela espalha, a prótese tem de ter capacidade de escoar ou ela não vai ter capacidade de adesão e de coesão, o ideal é o meio termo. - ROMPIMENTO: Capacidade de conter a superfície. Pressão atmosférica Quanto mais consigo manter o menisco melhor, vou ter adesão e coesão; - Quanto maior a tensão superficial melhor, pois evita do menisco salivar ser rompido. - Saída do ar da interface entre a prótese e a mucosa cria uma pressão interna menor; - Paciente não sente a pressão devido a neutralização pelos tecidos moles. - Quando aproxima a prótese da mucosa o ar presente entre a parte interna da prótese e a superfície do palato vai saindo. - A pressão atmosférica fora é tão grande e dentro (prótese - mucosa) não existe criou um vácuo na região, quando uma força puxar para fora a prótese a tendência é voltar para o lugar. - Câmara de vácuo: perde-se essa neutralização resultando em hiperplasia tecidual, causava uma envaginação do tecido o que ocasionava uma deformação na mucosa do paciente. CÉLULAS FIBROMUCOSA SALIVA BASE DA PRÓTESE CÉLULAS FIBROMUCOSA SALIVA BASE DA PRÓTESE MENISCO (FORMATO DA ÁGUA SENDO PUXADA) Downloaded by Nilmar Bispo (nilmar.bispo2015@gmail.com) lOMoARcPSD|64957219 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=684977739-protese-total características paracaracterísticas paracaracterísticas para prótese funcionarprótese funcionarprótese funcionar Fatores fisiológicos ÁREA BASAL: Deve ser a maior possível, mas sempre respeitando a anatomia (fundo de vestíbulo); - Sempre respeitando a extensão e a fidelidade do modelo (moldagem); - EXTENSÃO: Freios e inserções musculares; - Limite mucosa/gengiva inserida; Saliva Importante tantos para os fatores funcionais quanto para os fisiológicos. Controle neuromuscular - Paciente controla a musculatura de forma autônoma; - Pacientes com Parkinson não consegue controlar os músculos; - Paciente idoso tem um menor controle neuromuscular; - Quanto mais meu cérebro controlar os movimentos musculares melhor, pacientes com Parkinson tem uma maior dificuldade de se adaptar a prótese Fatores psíquicos: - Receptivo: Paciente que quer a prótese e está comprometido, vai se adaptar mais rápido; - Céptico: não acredita na prótese, tem um pensamento pessimista a respeito da reabilitação protética; - Indiferente; Fatores mecânicos mandíbula se deslocar sempre vão haver 3 pontos de contato (1 na frente e 2 atrás) auxilia na estabilidade da peça protética. - É um fator de retenção mecânico tem 3 pontos de contato simultâneos (bilaterais) e ausência de guias de desoclusão. Oclusão - Oclusão bilateral balanceada: "PT BB"; - Essa oclusão não apresenta guia canino, função parcial de grupo e nem função total de grupo. - OCLUSÃO BALANCEADA BILATERAL: Existência de contatos simultâneos bilaterais tanto em relação central, quanto nos movimentos excêntricos, respeitando os limites normais da função mandibular. - Em qualquer movimento que minha Rebordo - O rebordo pode variar em seus formatos podendo ser quadrado, triangular, mas o mais comum sendo o oval. - Se desenhar arestas sobre o rebordo alveolar forma uma figura geométrica o polígono com o que configura uma maior retenção por ter mais paredes segurando essa prótese; - No rebordo pela face oclusal quando traçamos retas ao redor do rebordo formamos figuras geométricas, quanto maior o número de lados formados maior a retenção, sendo assim o rebordo oval tem o melhor prognóstico. Arco dental - Ex: Se o paciente tem um rebordo triangular tem uma discrepância entre o arco dental e o arco ´ósseo (rebordo), essa diferença ocasiona que os dentes vão estar mais distantes do rebordo alveolar, criando uma alavanca. - Quanto menor essa diferença melhor. Fatores cirúrgicos - Aumento da área basal (remoção de hiperplasias e remoção de torus); - Linha Hamular divisa entre palato mole e palato duro, o tórus é uma pele muito fina se a prótese ficar em cima dele pode ulcerar o tórus, a PT teria de contornar o tórus o que diminuiria a área basal sendo mais indicado retirar. - Exostose: quando o tórus não está na linha média e nem no assoalho de boca. - Implantes osseointegrados. - IMPLANTES: Uma prótese total fixada pelos parafusos tem um suporte e estabilidade ótimo. Downloaded by Nilmar Bispo (nilmar.bispo2015@gmail.com) lOMoARcPSD|64957219 características paracaracterísticas paracaracterísticas para prótese funcionarprótese funcionarprótese funcionar Meios de suporte - Para avaliar o suporte temos que avaliar a condição do osso e da fibromucosa através do teste tátil da palpação; - Tem de avaliar a resiliência (se é mole ou duro) a capacidade de deformar e voltar para o lugar, uma prótese sobre um tecido mais resiliente se adapta menos; - Um rebordo muito resiliente a prótese vai ficar frouxa; - Um rebordo menos resiliente a prótese vai ter maior adaptação, mas vai machucar a fibromucosa; - Um rebordo com resiliência média a PT não se desloca e evita traumas; - Primeiro passar o dedo sobre o rebordo e abóboda palatina para ver se tem osso. - Cabo de dois instrumentais para ver a movimentação. Meios de estabilidade - Sentido horizontal e oblíquo; - Relação da base da dentadura com os tecidos subjacentes; - Quando não respeito os tecidos não tenho estabilidade, tem de ter a relação da base da PT com os tecidos que a suportam, limitando no tamanho correto tenho uma base adequada e consequentemente maior estabilidade. ZONA NEUTRA: É o espaço no qual os dentes estão posicionados de forma que não sofram influência dos tecidos circundantes. (sem influência de músculo); - Relação da superfície externae da borda com a musculatura circunjacente. - COOPERAÇÃO DO PACIENTE (educação funcional): a capacidade do indivíduo de adaptar-se à prótese total de tal forma que a mesma passe a fazer parte integrante do organismo. Downloaded by Nilmar Bispo (nilmar.bispo2015@gmail.com) lOMoARcPSD|64957219 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=684977739-protese-total exame clínicoexame clínicoexame clínico Prótese total Conforto ao paciente: - Falar sem impedimentos; - Mastigação eficiente; - Ter uma posição de repouso; - Estética adequada; - Apoio psicológico e fonoaudiólogo. Exame clínico Compreende uma fase investigatória pré- operatória que permite a avaliação das condições existentes e das reais necessidades do paciente como um todo. - O paciente geralmente é um paciente idoso que pode vir a ter condições sistêmicas que vai intervir na reabilitação protética; Contato inicial - Observar a atividade do lábio superior; - Paciente mostra mais os dentes; movimenta bastante os lábios. - Enquanto o paciente conta o motivo de querer a prótese já vai observando se tem uma atividade maior do lábio superior; - OBSERVAR SULCOS FACIAIS: Sulco nasogeniano e sulco mentolabial. - ALTERAÇÕES FACIAIS: Não somos totalmente simétricos sendo necessário observar as variações de cada face para ver se a prótese está coerente e em harmonia com o rosto. - PRONÚNCIA DE PALAVRAS SIBILANTES: O paciente não deve assoviar durante a pronúncia das palavras como "mississipi'. Prognóstico favorável - Alterações na dimensão vertical ou mal posicionamento das arcadas. - Receptividade do paciente ao tratamento; Receptividade ao tratamento 50% paciente: - Condições de saúde geral; - Condição bucal; - Condição psicológica. Idade RECEPTIVO - Predisposto a aceitar o tratamento e as implicações; - CÉTICO - Não acredita que seu caso vai ter solução; - HISTÉRICO - Pessimista, fez várias próteses; - INDIFERENTE - Não se mostra interessado, não se importa com a aparência. Procedimentos clínicos sistemáticos Elaborar diagnóstico chegar a um prognóstico traçar um plano de tratamento 50% profissional: - Conhecimento; - Recursos profissionais Pacientes mais idosos tem maior dificuldade de se adaptar; Considerações Pacientes que nunca usaram próteses é mais difícil de ter a adaptação; - Pacientes experientes já sabem que vai haver uma fase de adaptação. Saúde geral Reflexo na saúde bucal; - Doença renal (mucosa edemaciada) não pode realizar a PT no momento se a situação vai ser revertida. A mucosa vai deixar de estar nessa situação de edema e a prótese não vai se adaptar; - Problemas cardiovasculares: medicamentos podem levar a diminuição da saliva; -Diabetes descompensado ou tipo 1 (mucosa frágil e dificuldade de cicatrização), tem de tomar muito cuidado com os traumas que a prótese nova pode vir a fazer, períodos curtos na etapa de proservação. Uma pequena ulceração pode virar um problema sério pela dificuldade de cicatrização. Downloaded by Nilmar Bispo (nilmar.bispo2015@gmail.com) lOMoARcPSD|64957219 exame clínicoexame clínicoexame clínico - Estados artríticos - ATM; - Avimaninose e manifestações orais; - Xerostomia - deficiência de produção de saliva, retenção diminuída e sensação de ardência. Xerostomia - Fármacos antidepressivos, fármacos para insônia, doenças gástricas e alguns anti-hipertensivos. - Pacientes que fizeram radioterapia; - Climatério (começa ter diminuição hormonal da menopausa): formigamento no palato e língua, dificuldade para pronunciar certas palavras e determinadas áreas doloridas, paladar alterado. Exame clínico intraoral Abertura bucal limitada - congênita ou por contração contínua dos músculos orbiculares dos lábios. Propriedade da mucosa que uma vez comprimida, permite sua recuperação após a anulação da força; Mucosa pouco resiliente ou média; Mucosa flácida - grande deformação ao mastigas desestabilizando a prótese; Mucosa rígida - não cede às forças - desconforto; Pode se ter diversos tipos de mucosa em uma mesma arcada. Para ver a resiliência é necessário comprimir a mucosa (mucosa rígida quando comprimida fica isquêmica); - Abertura de boca e tensão dos músculos orbiculares dos lábios; - Resiliência da fibromucosa: Forma dos maxilares - Linha dos dentes tem de ficar sobre a crista do rebordo para ter uma transmissão de carga favorável, para isso o melhor é o rebordo arredondado; - Rebordo triangular tem retenção e estabilidade diminuída, quando o paciente mastiga fora acaba movimentando a prótese. Forma do palato duro - Palato raso ou liso é desfavorável pois não tem uma parede longa para dar retenção e estabilidade; - Em "V" ou profundo é desagradável, pois dificulta a moldagem; - Em "U" arredondado é mais favorável. Inclinação do palato mole - Suave: é a ideal; - média; - Abrupta. Posição da língua Com o paciente em repouso observa se a língua ocupa totalmente o assoalho da boca, ponta repousa sobre a crista do rebordo inferior.Forma do rebordo - Triangular: em formato de lâmina de faca, causa um desconforto tem de ser uma região de alívio na prótese. - Estrangulado: prótese precisa ter uma condição de alívio na região para não causar desconforto para o paciente; - Arredondado é o prognóstico mais favorável. Downloaded by Nilmar Bispo (nilmar.bispo2015@gmail.com) lOMoARcPSD|64957219 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=684977739-protese-total exame clínicoexame clínicoexame clínico Relação inter-rebordo A maxila tem uma reabsorção no sentido vestibular-palatino (tábua vestibular absorve mais) isso ocorre de forma contrária com a mandíbula o que causa um aspecto desfavorável. - Fica muito inclinada e os dentes tem de ser sobre as cristas do rebordo e as vezes precisa ter outros tipos de montagem de dente para compensar isso. - Para medir a dimensão vertical de oclusão do paciente é utilizado o compasso de willis e olha a relação da tuberosidade da maxila com a papila retromolar. Avaliação das ATMs - Observar desvios da mandíbula durante abertura e fechamento; -Dificuldade em executar os movimentos; - Crepitações (ruído de raspar osso com osso). Tórus palatino - Avaliar se o tórus palatino é muito proeminente e avaliar se tem que ter uma área de alívio ou uma remoção cirúrgica. Hiperplasia por câmara de sucção Úlcera traumática Ocorre em próteses super estendidas, tem de desgastar a região da prótese que está machucando o paciente. Queilite angular - Dor ao abrir a boca; - Dimensão vertical de oclusão diminuída, região acumula saliva e se torna propício a fungos como a candida. Exame por imagem - Presença de raízes residuais, cistos, dentes inclusos, extranuméricos, odontomas... Downloaded by Nilmar Bispo (nilmar.bispo2015@gmail.com) lOMoARcPSD|64957219 exame clínicoexame clínicoexame clínico Forame mentoniano Rebordo muito reabsorvido o forma mentoniano se aproxima da crista do rebordo - área deve ser aliviada. Avaliar as prótese antigas - Cuidado quanto à higiene; - Quantidade de desgaste dos dentes; - Fratura de dentes ou bases. Modelo de estudo Analisar a topografia da área mostrando com maior clareza áreas difíceis de serem observadas clinicamente. Prognóstico favorável - Mucosa com resiliência média; - Mucosa isenta de lesões; - Bom domínio muscular; - Posição normal da língua; - Reabsorção dos rebordos não excessivas; - Saliva: quantidade normal e serosa; - Relação normal entre os rebordos; - Relação palato duro e mole não angular. Considerações finais Esclarecer o paciente das suas condições bucais e gerais; Dar o prognóstico - certificá-lo sobre suas expectativas; Dar informações sobre a prótese total. Se as condições gerais, locais e psicológicos o permitirem, será indicada a confecção de novas próteses; Downloaded by Nilmar Bispo (nilmar.bispo2015@gmail.com) lOMoARcPSD|64957219 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=684977739-protese-totalmoldagemmoldagemmoldagem anatômicaanatômicaanatômica MOLDAGEM: É o ato técnico de se obter a impressão de uma estrutura ou superfície, é o ato; MOLDE: É o produto de uma moldagem a impressão negativa de uma estrutura ou superfície; MODELO: É a reprodução de uma estrutura ou superfície obtida com material próprio, a partir de uma impressão ou molde, após vazar o gesso. Moldeira As moldeiras são dispositivos utilizados para conter, conduzir e manter em posição o material de moldagem junto aos tecidos a serem moldados até a sua reação final, permitindo a remoção do molde sem distorções. Tipos de moldeira - Moldeira de estoque perfurada para dentado é plástica e é mais utilizada na ortodontia; - Moldeira individual: confeccionada em cima de um modelo; - Moldeira de estoque perfurada para dentado - metálica perfurada; - Moldeira de estoque perfurada para dentado - não perfurada. - Moldeira para desdentado varia na profundidade, foi pedido a TT que não tem as dobras e pode ser moldado com godiva. Definição de moldagem em prótese total É o conjunto de atos clínicos que visa obter a impressão da área chapeável por meio de materiais próprios e moldeiras adequadas. Objetivos - Extensão da base da prótese, respeitando os limites anatomofisiológicos, quando moldamos em prótese total não queremos apenas a moldagem primária como também a funcional; - Deformação mínima dos tecidos de suporte na moldagem anatômica, mucosa é mole tem de ter uma pressão adequada; - Vedamento periférico funcional, contorno e espessura da borda da prótese; - Contato da borda da prótese com o rebordo. - A moldagem deve respeitar os limites de tolerância fisiológica dos tecidos de suporte; - Primeira moldagem, moldagem anatômica, inicial ou preliminar,. - Tem como finalidade afastar o tecidos e obter uma impressão negativa da conformação geral da área chapeável, ela é estática ou em repouso; - Moldagem funcional (final, secundária Downloaded by Nilmar Bispo (nilmar.bispo2015@gmail.com) lOMoARcPSD|64957219 moldagemmoldagemmoldagem anatômicaanatômicaanatômica ou de trabalho) ela é dinâmica, reproduzir detalhes, comprimindo as zonas de compressão, aliviando a zona de alívio e registrando a inserções musculares que terminam na área chapeável. Objetivos da moldagem e do molde inicial - Extensão total da área chapeável; - Registro de todos acidentes anatômicos dos arcos edentados (freios, brida, extensão adequada do túber, hiperplasia) - Afastamento da mucosa móvel, para avaliar bem o rebordo e o que tem de osso para trabalhar; - Confecção da moldeira individual. Tríade de chave funcional Tríade chave funcional da prótese que deve ser assegurada desde a moldagem. Característica do molde Deve conter: - Cópia total da estrutura geral da boca; - Afastamento das inserções musculares e mucosas, recebendo ao mesmo tempo as suas impressões no estado de tensão. Na moldagem tem de pedir para o paciente erguer a língua para uma cópia boa do frênulo, como é moldeira de estoque pode ser que chegue ou não ao fundo de sulco e para isso é necessário fazer um "aumento". - Área chapeável obtida no modelo de gesso após o vazamento do molde pose ser dividida em zonas, estas orientarão no desenho e confecção da base da prótese total. Moldagem anatômica Materiais utilizados para obtenção do modelo anatômico; - Jogo de moldeiras de estoque para desdentado tipo TT; - Cera utilidade em bastão; - Material de moldagem. Seleção da moldeira - Tamanho; - Contorno; - Espaço entre a moldeira e a mucosa; - Adaptação. MAXILA: Deve cobrir ambas as tuberosidades e a borda posterior não deve ultrapassar a linha hamular (linha hamular vai de um hâmulo ao outro "atrás do túber". MANDÍBULA: As papilas piriformes, linha oblíqua externa, linha oblíqua interna e rebordo alveolar residual na região anterior. Retenção Estabilidade Suporte Tamanho - Sempre começa selecionar pelo tamanho médio (nº2), deve cobrir todo o tecido de suporte se for muito grande vai fazer muita pressão então troca pelo número menor; - A moldeira deve cobrir todo o tecido que vai ser compreendido na área de suporte; - Muito grande → exercerá muita pressão; - Muito pequena → os tecidos limitantes indicarão a área do rebordo residual. Isto reduzirá a área de suporte; Contorno - Adapta a forma do s tecidos; - Alcança o fundo do vestíbulo, não ficando nem mais baixa nem mais alta do que o rebordo alveolar; - A moldeira não deve interferir com o livre jogo das inserções musculares. Downloaded by Nilmar Bispo (nilmar.bispo2015@gmail.com) lOMoARcPSD|64957219 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=684977739-protese-total Na adaptação da prótese tem de ser apoiado na comissura, afasto a bochecha rotaciono a moldeira para entrar na boca do paciente. Apoiar na parte posterior para que não escoe alginato para garganta do paciente e após isso apoia na parte anterior. - Na inferior é feito o contrário para moldar o trígono retromolar então apoio na frente e aperto atrás moldagemmoldagemmoldagem anatômicaanatômicaanatômica - Deve haver um espaço uniforme destinado ao material de moldagem entra a moldeira de estoque e a mucosa (3 à 4 mm), evitando assim compressões indesejáveis. - Individualização da moldeira é necessário em casos de a moldeira não alcançar alguns pontos ou o paciente ter o palato muito profundo. Adaptação - Nem sempre vai estar adaptada a todos os rebordos e é necessário adaptar. - Contorno da moldeira tem de ser adaptado ao contorno da superfície, tem de ter uma atenção na região do palato caso o paciente tenha ele muito profundo. - Deve estar centralizada em relação ao rebordo alveolar residual. Materiais de moldagem - Para selecionar tenho que levar em consideração os fatores biológicos, em rebordos muito reabsorvidos tem de ter um material mais consistente como a godiva. - IMPORTANTE: Material deve ser manipulado de acordo com as instruções do fabricante. REQUISITOS: - Tempo de trabalho: desde quando começo a manipular até o momento que levo a boca do paciente; - Grau de plasticidade - Tempo de trabalho - Não pode ser menor que 3 minutos e nem maior que 7; Alteração dimensional e morfológica O material não deve sofre alterações dirante e depois de sua presa; - Alginato e silicone de condensação devem ser vazados imediatamente; - Pasta ZOE apresenta até 24horas de estabilidade; - Godiva apresenta 0,5% de deformação depois de sua presa em ambiente a 40 graus, é termoplástica; - Silicone de adição até 7 dias para vazamento do gesso Cuidados com a mucosa - Irritação; - Sensação desagradável; - Ferir (godiva) pois é termoplástica para ficar mole tem de ter calor o que pode queimar o paciente. Material de moldagem - a moldagem inicial pode ser realizada com a utilização de vários materiais de moldagem; - Rebordos extremamente reabsorvidos - godiva de alta fusão; - Rebordos retentivos - Alginato; - Rebordos normas - silicona de condensação densa. Alginato - Técnica simples (não requer equipamento) facilidade de manipulação; - Tolerável pelo paciente; - Baixo custo; - Facilidade de separação do modelo; - Instabilidade dimensional (sinérise e embebição); - Baixa viscosidade; - Não pode ser retocado. Downloaded by Nilmar Bispo (nilmar.bispo2015@gmail.com) lOMoARcPSD|64957219 moldagemmoldagemmoldagem anatômicaanatômicaanatômica Godiva É necessário uma panela para aquecer o material que se torna plástico, faz a moldagem e se necessário volta para a panela dando um risco maior de contaminação; CARACTERÍSTICAS: - Técnica mais apurada; - Tolerável pelo paciente; - Custo; - Facilidade de separação do modelo; - Possibilidade de deformação tecidual; - Alta viscosidade; - Permite correções; - Impressão muscular. Silicona de condensação CARACTERÍSTICA: - Técnica simples (pasta base e catalizadora); - Custo médio; - Facilidade de remoção do modelo em caso de desdentado; - Pouca deformação após a presa, desde que seja vazada imediatamente; - Mais denso (comparado ao alginato); - Impressão muscular.Técnica de moldagem POSIÇÃO DO PACIENTE: Paciente sentado com a cabeça apoiada no encosto, após posicionamento da moldeira caso o paciente tenha ânsia pode pedir para ele reclinar um pouco a cabeça para frente. - A altura ideal do paciente será quando o mento estiver na altura da metade inferior do braço do operador, posicionado ao seu lado; - A cadeira deve estar na posição ortostática que é aquela posição em que o assento e o encosto da cadeira formam um ângulo de 90º; Manipulação do material - Silicona de condensação vem com uma colher dosadora, faz uma marcação na silicona com a colher dosadora e coloca 2 Sequencia para moldagem Manipulação do material; Inserção da moldeira; Centralização da moldeira; Compressão; Remoção do molde; Faz a desinfecção; Vaza o gesso. 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. Técnica de moldagem Superfície do molde: superfície distribuída uniformemente, sem bolhas, dobras, sulcos, arestas, poros ou impressões digitais; Centralização: O molde deve apresentar a centralização correta e distribuição uniforme e equalizada do material pela periferia do molde; Espessura uniforme de material: O molde não deve apresentar pontos de sobrecompressão ou sulcos onde seja visível o material da moldeira. riscas de catalizador para cada marcação (ver a instrução); ALGINATO: Cada marca de alginato vem com dosadores específicos; - 7g de alginato para 15ml de água; - Homogeneizar o pó; - Colocar primeiro a água no gral de borracha e depois saturar com o pó, o pó é mais denso com o pó primeiro tem menos bolhas e melhor molhamento das partículas deixando a manipulação mais fácil. GODIVA: Necessário de uma plastificadora (panela) que vai estar numa temperatura por volta de 55º para que a godiva esteja plástica, após a godiva plastificar faz uma bolinha (se superior) e uma ferradura (se inferior) e leva na boca. Downloaded by Nilmar Bispo (nilmar.bispo2015@gmail.com) lOMoARcPSD|64957219 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=684977739-protese-total moldagemmoldagemmoldagem anatômicaanatômicaanatômica Armazenamento do molde - Se o molde estiver satisfatório, remover extensões grosserias com lâmina de bisturi; - Os moldes devem ser vazados imediatamente; - Quando isto não é possível, devemos armazená-los em umidificador (no caso do alginato) Desinfecção - Fazer imersão ou spray de agentes antimicrobianos; - Pode ser feito com clorexidina. Sempre borrifar a solução com clorexidina e deixar 10 minutos no saquinho. Se for vazar imediatamente só esse processo, caso vá esperar um período tem de por numa umidificadora (potinho com gaze umedecida) Obtenção do molde - Sempre colocar gesso aos poucos em um dos lados e ir deixando escorrer até completar o molde (para não dar bolha); - Apoio o molde no vibrador - Esperar tomar presa, perder o brilho vou fazer uma base e colocar de ponta cabeça. Downloaded by Nilmar Bispo (nilmar.bispo2015@gmail.com) lOMoARcPSD|64957219 zonas da áreazonas da áreazonas da área chapeávelchapeávelchapeável Área chapeável Dividida em 5 zonas (Pendleton, 1928): - Zona suporte principal; - Zona suporte secundário; - Zonas de selado periférico; - Zona de selado posterior; - Zona de alívio. Zona de suporte principal - A zona de suporte principal é a região destinada a suportar a carga mastigatória; - São áreas compressíveis não reabsorvem com facilidade; - Corresponde toda extensão da crista do rebordo alveolar de uma extremidade a outra; - A forma do arco dental da prótese deve acompanhar o formato do rebordo alveolar edentulo. Zona secundária Zona de estabilidade → absorvem a carga mastigatória; - Região com maior facilidade a reabsorção; - Capacidade de imobilizar a prótese no sentido horizontal (estabilidade = a estabilidade sempre vai estar ligado com um contato a prótese como oclusão); - Vertente vestibular e vertente lingual/palatina; Zona de selado periférico - Retenção - sulco (não desgastar o modelo nessa região); - Correspondem ao vestíbulo dos maxilares em toda sua extensão; - Delimitadas por uma linha sinuosa que segue as inserções musculares; - A principal função é manter o vedamento periférico. Zona de selado posterior - Impede a entrada de ar e descolamento da prótese; - Localizada na região posterior da área chapeável; - Impedir a entrada de ar e deslocamento da prótese; Zonas de alívio Indicam as regiões que devem ser selecionadas para receber alívios na moldagem; - Estão relacionadas ao grau de resiliência da fibromucosa, presença de áreas retentivas e de regiões anatômicas para que posteriormente a prótese não cause nenhum incômodo ao paciente. Área chapeável maxila - O formato vai depender com o formato do arco; - Bem na crista do tecido ósseo; - Vai de túber a túber. (amarelo) Zona secundária - A área de suporte (osso) na vertente vestibular e lingual/palatina (azul) - Ao longo das vertentes vestibulares e palatinas de uma tuberosidade a outra; - Formação anatômica de interesse: Rugosidade palatinas, papila incisiva, forame palatino maior. - A inclinação da vertente vestibular é maior que a da palatina. Selado periférico da maxila - Acompanha toda zona de suporte principal (laranja); - Importante: freio labial superior, freio bucal, ligamento pterigomandibular, orbicular do lábio incisivo superior; - São zonas de inserção muscular, tem de ser contornada para não lesionar a mucosa e deslocar a prótese. . Downloaded by Nilmar Bispo (nilmar.bispo2015@gmail.com) lOMoARcPSD|64957219 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=684977739-protese-total zonas da áreazonas da áreazonas da área chapeávelchapeávelchapeável Selado posterior da maxila Pode ter sulcos no palato em alguns pacientes (como se fosse entradas) e isso pode fazer com que a prótese tenha instabilidade no selado posterior - Em vermelho; - Função de retenção de impedir a entrada de ar; - Estruturas anatômicas: atrás da tuberosidade (direito e esquerdo); região de forame palatino posterior (fóveas palatinas, direita e esquerda) e região de rafe palatina. - Região das fóveas apresentam maior compressividade. Zonas de alívio - Na maxila estas áreas representam a papila incisiva, rafe palatina mediana; - No exame intra oral é necessário apalpar onde vai ficar a prótese, geralmente o paciente tem a região de maxila bem móvel, podendo haver erro a depender a pressão feita na moldagem; - Em áreas mais móveis de mucosa é feito alívio. Área chapeável mandíbula Interessante observar a inserção do freio lingual, se estiver na parte muito alta do rebordo é necessário fazer uma cirurgia para remover ou dará instabilidade a prótese. SUPORTE PRINCIPAL: Toda região do arco abrangendo de uma papila piriforme a outra; SUPORTE SECUNDÁRIO: Vertentes vestibulares e linguais em todo contorno do rebordo; - Vertentes vestibulares e linguais se iniciando na papila piriforme de um lado e terminando na do lado oposto. Selado periférico da mandíbula Considerações anatômicas: Vestibular: Sai do seio labial inferior, vai para o freio bucal inferior, linha oblíqua inferior, linha oblíqua externa; - Lingual: Freio lingual, linha oblíqua interna. Selado posterior da mandíbula Na mandíbula se localiza no 2/3 posteriores da papila piriforme. Zona de alívio da mandíbula Em pacientes com processo de absorção óssea muito grande, olha e só vê assoalho e uma pequena quantidade de osso avisa o paciente que a prótese não vai parar a prótese, deixa orientado sobre sua situação clínica. Na mandíbula correspondem a regiões afiladas do rebordo residual, forame mentoniano nos casos de excessiva reabsorção e papila piriforme. Delimitação da área basal OBJETIVOS: Conhecer a extensão máxima da boca desdentada que será recoberta pela prótese total; IMPORTÂNCIA: Retenção e conforto (extensão da prótese); LINHA DEMARCATÓRIA: Traçada no modelo anatômico; - Partindo da linha mediana anterior e prosseguindo para região lateral até o contorno por completo. Ondenão enxergar a linha é uma área retentiva sendo necessário colocar cera para aliviar essa estrutura Downloaded by Nilmar Bispo (nilmar.bispo2015@gmail.com) lOMoARcPSD|64957219 moldagem funcionalmoldagem funcionalmoldagem funcional Objetivos - Obter a extensão e delimitação correta da área chapeável; - Comprimir as zonas de compressão (região do hamulo aceita mais compressão) e aliviar as zonas de alívio; - Obter a retenção, estabilidade e suporte do aparelho; - Obter uniformidade no assentamento e na espessura das bordas; - Promover estética; - Dar conforto ao paciente. Moldagem dinâmica que registra todos os detalhes anatômicos importantes da área chapeável, das inserções musculares e de seus movimentos; Classificação das técnicas - Sobre pressão (compressiva) realizada com moldeiras sem espaço para o material de moldagem definitivo, ou as que se obtém mediante materiais de moldagem pesados; - Sem pressão (não compressiva ou mucostática): compressão mínima através do material de moldagem; - Pressão seletiva: comprimem áreas de compressão e aliviam as áreas de alívio. - Combina com os princípios das duas técnicas de moldagem, compressiva e não compressiva, proporcionando cobertura máxima dentro da tolerância dos tecidos; - Atende ao maior número de princípios básicos de moldagem: suporte, retenção e estabilidade, preservação dos tecidos de suporte e a estética Princípios básicos - Utilização de músculos faciais para alcançar a máxima cobertura tecidual, dentro dos limites de tolerância biológica; - Conhecimento das áreas de suporte para a aplicação de pressões sobre as estruturas que podem tolerá-las; - Manutenção do suprimento sanguíneo e vascularização (não pode dormir com a prótese) a prótese acaba fazendo uma pressão sobre a mucosa deixando a vascularização comprometida e sem essa vascularização adequada o osso acaba absorvendo; - Controle do deslocamento dos tecidos Confecção e ajuste da moldeira funcional - Faz primeiro a moldagem do selado periférico e num segundo momento faço a moldagem da superfície de apoio; - Para determinar a área retentiva na confecção da moldeira individual é necessário pegar um Lecron e medir para ver se está reto na área de fundo de sulco do modelo e então coloca cera até ficar reto para que na hora de remover a resina não quebre o modelo; - Região sublingual costuma ter muita retenção, zona de alívio como a papila incisiva, fundo de sulco com retenção; - Após isso passa isolante no gesso para que a resina desgrude; - Faz a manipulação da resina acrílica, tem de ser transparente para que consiga ver as áreas que estão muito comprimidas pela transparência; - Espera a resina chegar na fase plástica; - Coloca resina acrílica primeiramente no rebordo para que não tenha acúmulo no palato. - Depois de preencher o modelo é feito um cabo de aproximadamente 1 cm num ângulo de 60º mais para palatina. - Espero o tempo de presa, retiro do modelo e finalizo removendo os excessos com a Maxicut. Moldagem funcional - A filosofia de moldagem com pressão seletiva é a mais indicada na literatura por se aproximar dos requisitos de uma moldagem ideal; - Comprime áreas de compressão (godiva - utilizar já na boca do paciente no momento da moldagem - selado periférico) e alivia áreas de alívio (cera e material de moldagem leve nas outras áreas). Ajuste em boca moldeira individual - Limite do palato mole com o palato duro, linha do "A"; - Delimite com o lápis cópia a linha que vibra quando o paciente fala "A" e então coloca a moldeira em posição e recorta o excesso.Downloaded by Nilmar Bispo (nilmar.bispo2015@gmail.com) lOMoARcPSD|64957219 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=684977739-protese-total moldagem funcionalmoldagem funcionalmoldagem funcional - Ajuste de freio. - Tem de estar a 2mm do fundo de sulco; - Na inferior faz os mesmos alívios e tem de observar a papila piriforme, se recobriu 2/3 dela; Moldagem - Primeiro vai se utilizar a godiva de baixa fusão, é aquecida em lamparina; - Cuidado com o aquecimento da godiva, tem de prestar atenção para não estragar a godiva. - Tem condutibilidade térmica relativamente baixa tem de ser aquecida aos poucos; - Deve ser plastificada adequadamente e uniformemente de modo que ela possa escoar livremente quando em boca. Vai colocar cerca de 1cm longe do fogo e vai girando para deixar a godiva amolecida. - Godiva fica opaca, perde o brilho quando moldou; - Pode ir aquecendo pequenas partes caso der errado. Moldagem funcional do arco superior MATERIAIS: Lamparina a álcool; Lecron; Lamparina tipo Hannau; Godiva de baixa fusão bastão; SEQUÊNCIA DE MOLDAGEM: Vai iniciar pelo flanco bucal - do túber até a primeira inserção muscular (direito ou esquerdo); flanco labial e zona posterior Exame de molde - Examinas os flancos bucais e determinar se eles preenchem adequadamente os vestíbulos bucais; - Tracionar a musculatura facial para determinar se estes movimentos deslocam a moldeira; - Após isso faço pressão digital por baixo do cabo de palatina para vestibular (se deslocar a parte posterior não está correta); - Após isso faço pressão de vestibular para palatina (sem selado na parte posterior). - Deslocamento durante tração lateral - flanco bucal do lado oposto ao da tração realizada precisa ser melhorado. Selado - Pode ser utilizada a pasta zinco e eugenol ou um elastômero (poliéter, mercaptana e silicones) para usar os elastômeros é necessário utilizar um adesivo para moldeira. Moldagem pasta zinco eugenol Mesmo comprimento das duas pastas e faz a manipulação com a espátula 36; - Carregamento da moldeira - tanto a silicona quando a zinco-enólica deve ser feita uma camada de 1mm de espessura de material para iniciar a moldagem. Insere a moldeira no paciente, quando ela estiver desgrudando da mucosa faz o tracionamento. - Deslocamento durante a alternância de pressão na região de pré-molar - falta de suporte Selado palatino posterior (região de post damming) - Selado na boca posterior de uma prótese superior; - Deixa a prótese mais espessa na região de união do palato mole com duro que aguenta uma compressão maior para impedir que a prótese desloque e entre alimento. FINALIDADE DO SELADO PALATINO POSTERIOR: - Colaborar e complementar o selado periférico; - Ajudar a compensar as alterações dimensionais da resina na polimerização; - Impedir a penetração de alimentos; - O contato firme reduz tendência à náusea; - A pressão aplicada aos tecidos torna a borda distal menos percebida pela língua. FORMA DE REALIZAÇÃO: - Identifica o centro do rebordo residual de ambos os lados, região de rafe e faz uma meia lua unindo esses pontos. Faz a meia lua com cera 7. - Aquecer e gotejar a cera 7 na área desenhada de aproximadamente 2mm; - Aquecer a espátula nº 7, passar suavemente sobre a cera e levar a Downloaded by Nilmar Bispo (nilmar.bispo2015@gmail.com) lOMoARcPSD|64957219 moldagem funcionalmoldagem funcionalmoldagem funcional Sequência de moldagem inferior - Flanco sublingual (embaixo da língua); - Flancos linguais (direito e esquerdo); - Flancos bucais; - Flanco labial. MOLDAGEM: - Para moldagem no flanco sublingual é necessário colocar a língua para fora ou com a ponta no palato; - Os flancos linguais se movimentam quando coloca a língua para o lado oposto; Avaliação do molde Tracionar verticalmente a bochecha para determinas se existem deslocamentos vigorosos de flanco bucal; Deve ser capaz de projetar a língua sem deslocar a moldeira; A moldeira não deve ser deslocada quando a boca for amplamente aberta. - Traciono a bochecha, pede para levantar a língua para ver se desloca (desloca com mais facilidade); - Pede para o paciente abrir bem a boca; 1. 2. 3. TESTE DE RETENÇÃO SUPORTE E ESTABILIDADE; - Retenção: Deve resistir ao deslocamento quando o cabo é tracionado verticalmente para cima; - Suporte: Pressionar bilateralmente a moldeira na região de pré-molares em direção à crise do rebordo e não deve bascular; - Estabilidade: É observadoa tentar movimentar a moldeira no sentido horizontal e ela deve oferecer resistência. moldeira na boca do paciente e fazer pressão no centro do palato. - Em seguida e feita a desinfeção com clorexidina 2%, sem imergir na solução, apenas borrifar, colocar dentro de um saquinho e deixar por 10 minutos. Downloaded by Nilmar Bispo (nilmar.bispo2015@gmail.com) lOMoARcPSD|64957219 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=684977739-protese-total plano de orientaçãoplano de orientaçãoplano de orientação Base de prova Base de prova é a base provisória da prótese total, preparada sobre o modelo funcional e pode ser feita de placa-base (deformação, friabilidade, empenamento e adaptação imperfeita) ou resina acrílica (preferível). - Tem de ter um ajuste perfeito na boca; - Resistência aos choques e indeformabilidade; - Aproveitamento do modelo funcional; - Simplicidade; - Rapidez. Material - Para obtenção da base de prova de resina acrílica autopolimerizável, necessita-se de: - Modelo funcional; - Isolante de resina acrílica (cel-lac); - Pincel de tamanho médio; - Resina autopolimerizável incolor; - Pote com tampa e pote dappen; - Espátula nº31 e LeCron; - Pedra montada para resina acrílica; - Cera 7; - Tira de lixa; - Mandril para lixa. Processo base de prova - Faz o alívio com cera 7 e leva nas regiões que tem retenção para evitar que o modelo se quebre na hora de remover a base de prova. - Resina tem proporção de 3 de polímero para 1 de monômero, manipula e espera chegar na fase plástica e vai colocando no fundo de sulco estendendo em todo limite, tem uma espessura menor; - Limpa a cera e vai fazendo os ajustes e lixando da lixa mais grossa para a mais fina nas bordas e parte externa. Nunca lixar a parte interna; - Adotamos a base de prova de resina acrílica autopolimerizável incolor, confeccionada diretamente sobre o modelo funcional; - Desgastamos depois a superfície, até conseguirmos uma base de prova lisa e Avaliação clínica - Verificar se estão adaptadas. A mesma adaptação que foi obtida no modelo final, deve estar presente na cavidade bucal do paciente; - Verificar se estão estáveis, retentivas e confortáveis; - Verificar a extensão posterior. Deve terminar na linha vibratória e nos sulcos hamulares (superior) e cobrir 2/3 da papila piriforme (inferior); - Verificar os lábios (superior e inferior) para avaliar se a espessura dos flancos labiais e as bordas estão distorcendo a forma dos lábios. Ajustar s flancos quando necessário para eliminar contornos labiais anormais; - Ajustar os flancos labiais correspondentes aos freios para eliminar qualquer invasão dos freios labiais (superior e inferior). Plano de cera Base de prova + plano de cera = plano de orientação; - Muralha de cera adaptada à base de prova, onde registrarmos as relações intermaxilares de interesse protético a fim de orientar os passos da confecção da prótese total. Registros plano de cera DVO (dimensão vertical de oclusão); A forma do arco dental; Curva de compensação anteroposterior e vestibulolingual; A relação central e a posição de oclusão; As linhas de referência para seleção dos dentes. - Devem ser registrados os seguintes dados da relação intermaxilar; 1. 2. 3. 4. 5. conseguirmos uma base de prova lisa e com espessura uniforme de 1mm aproximadamente Downloaded by Nilmar Bispo (nilmar.bispo2015@gmail.com) lOMoARcPSD|64957219 plano de orientaçãoplano de orientaçãoplano de orientação Material plano de cera Para confecção dos planos de cera, necessita-se: - Compasso de Willis; - Lâminas de cera nº7; - Espátula nº31 e nº36; - Espátula Le Cron; - Lamparina de álcool; - Vaselina; - Placa de vidro. Vai aquecer e depois dobrar a lâmina de cera e as dobras vão ficar para vestibular, vai esticar e dar a conforção do arco (tem de se estender até o ponto mais alto da arcada); - Vai ficar grudada na base de prova; - Quando a cera ainda está plástica faz a curva de conformação, achata a cera na placa de vidro. - Com a espátula 36 começo dar formato a cera com uma projeção na região vestibular e vai diminuindo na posterior para criar uma curvatura e dar estética ao paciente. Como deve ficar - superior COMPRIMENTO: Vai de uma tuberosidade a outra, cobrindo-as, pelo menos em parte (metade), 12mm de espessura. Levar a boca do paciente Se houver um espaço entre o lábio e o plano de cera ou se não houver suporte adequado para o lábio, a aparência facial será afetada; - Sulcos naso-labial muito profundo; - Filtro liso (plano); - Comissura decaídas (curvadas); - Diminuição da porção vermelha do lábio superior. Quando o plano de cera fornece suporte exagerado para os lábios, as sequintes caaracterísticas faciais estarão presentes: - Face reta (sem expressão); - Distorção do sulco naso-labial (torna-se raso); Plano de orientação Somente após o estabelecimento de um contorno anteroposterior aceitável do plano de cera é que nós poderemos determinar sua extensão vertical, uma vez que o suporte fornecido pelo plano de cera influencia o comprimento de repouso do lábio superior. - Deixa a extensão de cere a até 2mm abaixo do tubérculo do lábio ou na altura do lábio se o paciente já forma mais de idade. Essa altura determina onde vai ficar os incisivos quando o lábio está em repouso. - Na região anterior e mediana anterior e, lateralmente, na altura das comissuras labiais. - Comissuras labiais distorcidas lateralmente; - Filtro labial parcialmente ou totalmente obliterado. Com a boca fechada e os lábios em repouso, olhar o paciente de perfil: - Suporte dos lábios - quantidade norma de bordo vermelho visível do lábio superior; - Observar se a face tem uma aparência relaxada. SUPERFÍCIE VESTIBULAR - Suporte adequado ao lábio superior: - Posterior - além do suporte, as bochechas, deve-se atentar para que fique em harmonia com a inclinação da linha intermaxilar; - Superfície final - lisa e plana, com ligeira projeção para vestibular. SUPERFÍCIE PALATINA: - Recoberta com espátula Le Cron para estabelecer a largura de 12mm de uma extremidade a outra. - Com uma espátula nº31 aquecida, as superfícies serão uniformizadas e alisadas. ´Só mexer na palatina quando a vestibular estiver pronta. Downloaded by Nilmar Bispo (nilmar.bispo2015@gmail.com) lOMoARcPSD|64957219 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=684977739-protese-total plano de orientaçãoplano de orientaçãoplano de orientação Altura do plano de cera superior - ANTERIOR: Até 2mm abaixo do tubérculo do lábio paralelo a linha bilopupilar; - LADOS: Na altura das comissuras; - POSTERIOR: Descrevendo uma curva anteroposterior em direção aos côndilos e paralela ao plano de Camper. - Uma orientação é a régua de Fox, a primeira é para conferir a linha bipupilar e a outra segura paralela a primeira régua, desgastar o plano de cera até ficar ambas as réguas paralelas. - Por vista lateral apoia sobre o nariz para identificar se está paralelo ao plano de Camper. Conformação da curva oclusal posterior Na placa de vidro e tomando por base a altura das regiões de caninos, comprime- se as partes posteriores do rolete de cera com movimentação de rotação para posterior. - Curva de compensação anteroposterior e vestibulolingual arbitrária. - Nesse momento é que vamos determinar a DVO do paciente com o plano de cera superior já adaptado e, em posição. Plano de orientação inferior - Para que seja confeccionada precisamos da DVO obtida anteriormente; - Confeccionamos da mesma forma que o plano superior dobrando a cera em sanfona com as dobras voltadas para a vestibular; - Leva- se à boca do paciente com a cera plastificada, passa vaselina na face oclusal para que a parte inferior não grude na superior; - O plano superior já deve estar na boca do paciente e com camada de vaselina na superfície oclusal. - Tenho de plastificar a face oclusal para que ela marque a DVO. - Removem-se da boca os planos de cera unidos. Sem separar, dá-sea conformação. Inferior como deve ficar - Instalar os planos de cera no paciente. - Boca entreaberta - a superfície oclusal do plano de cera deverá ficar ao nível do lábio inferior; - Pronúncia de palavras sibilantes "66" deverá formar o espaço de 3mm que é o EFP e avaliar estética, checando assim o DVO. Linhas de referência - A linha mediana tem de coincidir com os 2 incisivos central, é marcado com cera azul; - Linha alta do sorriso vai determinar o tamanho do dente que escolher para o paciente, para que quando ele sorrir apareça o menos passível da parte rosa da prótese; - Linha dos caninos, linha distal dos caninos representa a linha da comissura. Downloaded by Nilmar Bispo (nilmar.bispo2015@gmail.com) lOMoARcPSD|64957219 curva de compensaçãocurva de compensaçãocurva de compensação Curva de compensação Curva de Spee - é a curvatura anatômica ântero posterior do alinhamento dos dentes inferiores, vista no plano sagital, que passa pelo ápice das cúspides vestibulares, de canino até último dentes do hemiarco, em direção a borda anterior. - Wilson curva do plano frontal dos dois arcos que tem um arco concavo na mandíbula e convexo na maxila. MOVIMENTO DE BONWILL - póstero anterior no sentido horizontal. - Se os côndilos durante a abertura de boca, exercitassem o movimento de Bonwill, como nos roedores, não haverá necessidade da curva de compensação anteroposterior nas próteses totais, porque os côndilos não sofreriam o abaixamento. - A mesma inclinação que os incisivos centrais deve a parede anterior da cavidade glenóide também tem; - Nos pacientes desdentados por conta da mesma inclinação quando o paciente protrui tem o contato dos dentes anteriores e posteriores o que faz com que tenha uma desoclusão dos dentes posteriores. FENÔMENO DE CHRISTENSEN: Durante a protrusão há perda de contato entre os dentes superiores e inferiores nas regiões posteriores. Curva de monson A curva das paredes internas da cavidade tem de corresponder; - No paciente de prótese total tem de ter um contato dos dois lados, tem o toque do lado de trabalho e desoclusão do lado de balanceio, no paciente desdentado esse desequilíbrio pode deslocar. Método mecânico da curva de compensação Walker e Gysi; - Obtém a curva de compensação durante a montagem dos dentes, utilizando o articulador semi ajustável. - Montar os dentes só com as cúspides palatinas tocam o plano de cera inferior. Método fisiológico Paterson; - Obtém a curva de compensação diretamente do paciente, realizando movimentos fisiológicos; TÉCNICA DE DESGASTE DE PATERSON: Curva de compensação individualizada. - Abre uma canaleta no centro dos dois planos de cera, era utilizado um abrasivo e adiciona dentro da canaleta e 2mm acima da oclusal do plano de cera e espera tomar presa. No dia da consulta hidrata (gral com água) utilizar o compasso de willis. Levo na boca do paciente e pede para o paciente fazer os movimentos de protrusão e lateralidade até desgastar o gesso. Vai desgastando e medindo até chegar na DVO estabelecida anteriormente. - Obtém a curva de compensação arbitrária. - Sei que tem a curvatura então vou apertando o plano de cera contra a placa de vidro para criar essa curvatura. - Dão a conformação da curva de compensação do rolete de cera no próprio articulador. É utilizado o articulador que faz os movimentos mandibulares. Downloaded by Nilmar Bispo (nilmar.bispo2015@gmail.com) lOMoARcPSD|64957219 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=684977739-protese-total relações intermaxilaresrelações intermaxilaresrelações intermaxilares em desdentado completoem desdentado completoem desdentado completo Intenção da relação intermaxilar Transferir a relação maxilo mandibular para um articulador, montar os planos de orientação no articulador para levar para o laboratório de prótese com as linhas de referência Finalidade da relação intermaxilar - Devolver eficiência funcional para o paciente, quando usa superior e inferior tem uma deficiência muito grande; - Restabelecer a posição articular, posicionar o côndilo na posição articular correta que gera a preservação de tecidos de suporte; - Deglutição e fonética adequada Relações maxilo mandibulares - Diversas relações que a mandíbula ocupa em relação a maxila. Posições mandíbulares Dimensão vertical é subdivida em dimensão vertical de repouso (DVR) e oclusão (DVO); Relação crânio mandibular estabelecida entre a mandíbula e maxila estabelecida pelo grau de separação entre a mandíbula e a maxila no sentido vertical, é o espaço onde vou colocar os dentes. É a medida da face entre dois pontos quaisquer, selecionados arbitrariamente e convenientemente localizados um acima e outro abaixo da boca, normalmente na linha média. O termo dimensão vertical por si só não tem significado clínico. Dividida em DVR e DVO. Selecionar pontos acima e abaixo da boca como referências como a comissura palpebral e bucal e essa distância tem de ser a mesma da base do nariz e base do mento. - Posição horizontal e plano vertical. - Relação cêntrica; - Máxima intercuspidação habitual; - Oclusão em relação cêntrica. Dimensão vertical de repouso (DVR) É a separação vertical dos maxilares (superior e inferior) quando os músculos abaixadores e elevadores da mandíbula encontram-se em posição de contração tônica mínima, isto é, quando a mandíbula se encontra em posição postural de repouso; - Usada como guia para determinação da DVO; - É influenciada pela posição da cabeça; - A mandíbula é elevada por ligamento e músculos, em repouso essa musculatura não está atuando, quando tem ou não dente não muda. - Uso compasso de willis para descobrir o relacionamento na mandíbula e da maxila no sentido vertical. Paciente tem de estar em repouso e vou ter o EFL (espaço funcional livre) que é o espaço entre os dentes. Dimensão vertical de oclusão Posição vertical da mandíbula em relação a maxila quando os dentes estão em máxima intercuspidação habitual (máximo contato entre os dentes) no paciente desdentado não temos essa oclusão. - Essa dimensão vai ser efetuados os registros de relação cêntrica que vai ser mandado para o articulador. Espaço funcional livre Espaço existente entre as superfícies oclusais dos dentes maxilares e da mandíbula, quando o paciente está em repouso com a mandíbula na posição postural ou de repouso e com a cabeça reta. - É determinado pelo balanço entre os músculos elevadores e abaixadores da mandíbula e a elasticidade natural dos tecidos moles que circundam a boca. Downloaded by Nilmar Bispo (nilmar.bispo2015@gmail.com) lOMoARcPSD|64957219 relações intermaxilaresrelações intermaxilaresrelações intermaxilares em desdentado completoem desdentado completoem desdentado completo Idade - Com a idade como o paciente vai tendo o desgaste dos dentes ou perdendo dente vai tendo a alteração desse terço inferior da face Dimensão vertical DVR: Contato suave entre os lábios, independe da presença de dentes e contração muscular equilibrada. DVO: Contato entre os dentes, contração muscular. - DVR - DVO = EFL - Média do EFL é de 2mm a 4mm então sempre trabalhamos com ele em 3mm; - Promover o relaxamento dos músculos mastigatórios, preservar o tecido de suporte, favorecer estética e deglutição e permitir a obtenção do espaço fonético. - EFL insuficiente tem contato dos dentes na conversação, cansaço da musculatura; - Muito EFL tem estética prejudicada e fonética insuficiente com dificuldade para falar palavras sibilantes. Métodos para determinação da DV Através da DVR que chego na DVO; - DVO método de boss, método da deglutição, máscara facial; - DVR: Método de Willis (compasso de Willis), *Método de Lytle modificada*, fotográfico ou de Wright, Método de Turner e Fox, Fonético de Silverman. Métodos MÉTODO DE WILLIS: Distância da comissura palpebral e labial é igual da base do nariz a base do mento. MÉTODO DE LYTLE MODIFICADO: Colocar o paciente em posição de repouso muscular, com o compasso de Willis, mede a distância entre o mento