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DOENÇA DO REFLUXO GASTROESOFÁGICO (Slides)
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Cirurgia Universidade Federal de Santa MariaUniversidade Federal de Santa Maria

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Fisiopatologia Tratamento Clínico Deficiência do esfíncter Medidas comportamentais são esofágico inferior é recomendadas para todos os crucial. pacientes. Hérnia hiatal é um fator Antiácidos aliviam sintomas, etiológico importante. mas não previnem a DRGE. Incidência de refluxo na IBPs são mais eficazes em população normal é 15%. esofagites graves. Pacientes com esofagite Procinéticos aumentam a têm incidência de pressão do EEI e peristalse. 63-94%. Doença Introdução do Diagnóstico Refluxo do conteúdo Diagnóstico clínico é gástrico para baseado em pirose e esôfago é comum. Refluxo regurgitação. Sintomas podem Ph metria de 24h é ocorrer sem esofagite padrão para presente. diagnóstico. A prevalência da DRGE EDA é essencial para está aumentando entre identificar lesões jovens. esofágicas. Impacto econômico Classificações de Los significativo na Angeles e saúde pública. Hérnia de Hiato Savary-Miller são Tipo é O deslizamento da utilizadas. junção gastroesofágica. Tipo envolve hérniação do fundo gástrico. Tratamento Cirúrgico Clínica Tipo III é uma combinação Cirurgia é indicada em falha Azia é sintoma dos tipos e II. do tratamento clínico. mais comum, Classificação é importante Avaliação pré-operatória é afetando 60% dos para O tratamento crucial para O sucesso. pacientes. cirúrgico. Cirurgia de Nissen é a mais Regurgitação utilizada para DRGE. ocorre sem náuseas Complicações incluem recidiva ou contrações e disfagia temporária. abdominais. Disfagia deve ser sempre investigada em casos graves. Manifestações extraesofágicas incluem tosse crônica.

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