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CardiomiopatiasCardiologia
Classificação
Dilatada Restritiva Hipertrófica
Sintomas Insuficiência cardíaca, fadiga e astenia Insuficiência cardíaca, sintomas
sistêmicos de acordo com a etiologia
Dispneia, angina, síncope,
palpitações
Exame físico Aumento do ictus, B3, B4, sopro de
insuficiência mitral
Pode haver ou não desvio do ictus,
B4, sinal de Kussmaul (aumento da
turgência jugular com inspiração)
Ictus propulsivo, pulso bisferiens,
B4, sopro sistólico que aumenta
com Valsalva
Eletrocardiograma
Taquicardia sinusal, fibrilação atrial,
TV, anormalidades do segmento ST e
onda T, bloqueios de ramo
Baixa voltagem, bloqueios de ramo e
bloqueios atrioventriculares
Sobrecarga ventricular esquerda.
Anormalidades do segmento ST e
da onda T, ondas Q patológicas,
fibrilação atrial e TV
Ecocardiograma Dilatação e disfunção do VE
Aumento da massa e espessura
de parede do VE, dilatação biatrial,
função sistólica normal e derrame
pericárdico
Hipertrofia septal assimétrica,
obstrução da via de saída do VE,
movimentação sistólica anterior da
valva mitral, dilatação biatrial
Principais
etiologias
Cardiomiopatia Chagásica, Takotsubo,
Miocardite aguda, Cardiomiopatia
periparto
Amiloidose cardíaca,
Endomiocardiofibrose
Cardiomiopatia hipertrófica,
Cardiomiopatia arritmogênica do
ventrículo direito, Miocárdio não
compactado
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1. Doença de Chagas Cardíaca
Eletrocardiograma:Eletrocardiograma:
Associação de BRD com BDASE:Associação de BRD com BDASE:
Ecocardiograma:Ecocardiograma:Aspectos gerais:Aspectos gerais:
Fase crônica
Disfunção sistólica biventricular
Acometimento inicial do VD
Aneurismas em “dedo de luva”
AGENTE ETIOLÓGICO:
Protozoário Trypanosoma cruzi
ÁREAS ENDÊMICAS:
Triângulo mineiro, norte de
Minas, sul da Bahia, Distrito
Federal ou Goiás
QUADRO CLÍNICO:
Fase aguda: miocardite aguda
Fase crônica: arritmias,
distúrbios de condução,
insuficiência cardíaca, eventos
tromboembólicos e morte súbita
DIAGNÓSTICO (FASE CRÔNICA):
Duas sorologias com métodos
diferentes
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2. Takotsubo / Cardiopatia induzida por
estresse / Síndrome do coração partido
Aspectos gerais:Aspectos gerais: VentriculografiaVentriculografia
QUADRO CLÍNICO:
O quadro clínico mais comum é igual ao de uma
síndrome coronariana aguda, mas que não
apresenta obstruções coronarianas.
EPIDEMIOLOGIA:
Mais comum em mulheres, no período pós- 
-menopausa, após estresse físico ou emocional.
FISIOPATOLOGIA:
O mecanismo da lesão é uma descarga
catecolaminérgica.
PROGNÓSITCO:
O prognóstico, na maioria dos casos, é bom.
Ocorre uma disfunção sistólica transitória dos segmentos
medioapicais do VE, com hipercontratilidade compensatória dos
segmentos basais. Com isso, à ventriculografia e ao
ecocardiograma, vemos o chamado balonamento apical, que se
assemelha ao jarro de pescar peixe japonês, chamado takotsubo.
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3. Cardiomiopatia Hipertrófica
Fonocardiograma do sopro sistólico em formato de diamante, crescendo-decrescendo.
EPIDEMIOLOGIA: principal causa de morte súbita em atletas e em

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