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ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM A PACIENTES COM AFECÇÕES DERMATOLÓGICAS P R O FA D R A G I S E L E H I R A N O P R O FA D R A J A N A I N A PA U L I N I Conceitos histológicos da pele - funções Proteção estrutural (agentes físicos, mecânicos e biológicos); Barreira química e mecânica; Manutenção da homeostase (glândulas sudoríparas – termorregulação e equilíbrio hidroeletrolítico); Síntese da vitamina D; Órgão sensorial para percepção de pressão, dor e temperatura. LESÕES ELEMENTARES alterações que ocorrem na superfície tegumentar, geradas por causas físicas, químicas, animadas, psíquicas ou desconhecidas, cujos mecanismos indutores tem natureza circulatória, inflamatória, metabólica, degenerativa ou hiperplásica. As lesões podem ser por: • Modificações da cor (mácula ou mancha) • Lesões com conteúdo sólido( pápulas, nódulos) • Lesões com conteúdo líquido (vesículas, pústulas) • Lesão por solução de continuidade (úlceras, fístulas, fissuras) • Lesões que tendem a eliminação espontânea (escamas, crostas) • Sequelas (atrofia, cicatriz) MÁCULA ERITEMATOSA MÁCULA PURPÚRICA PÁPULA EQUIMOSE NÓDULOS VESÍCULAS PÚSTULAS CROSTAS ESCORIAÇÕES FISSURAS ULCERAÇÕES ATROFIA SENIL CICATRIZ FERIDAS FERIDAS Qualquer ruptura da integridade de um tecido ou órgão, podendo atingir desde a epiderme, até estruturas mais profundas como fáscias, músculos, aponeuroses e órgãos cavitários Podem ser causadas por fatores extrínsecos, como lesões traumáticas, provocadas por agentes físicos, químicos ou biológicos, ou por fatores intrínsecos, como feridas crônicas resultantes de neoplasias, distúrbios metabólicos e doenças vasculares Classificação das feridas Quanto à causa Patológicas Iatrogênicas Intencionais ou cirúrgicas Acidentais ou traumáticas Causadas por fatores externos Evolução Crônicas ou agudas Complexidade Simples ou complexas Comprometimento tecidual Categoria/Grau I, II, III e IV Abertas ou fechadas Espessura Superficial Profunda superficial Profunda Presença ou ausência de infecção Contaminadas Colonizadas, infectadas ou sépticas Não infectadas e limpas Causas das feridas Feridas Traumáticas: são aquelas provocadas acidentalmente por agentes: -Mecânico (contenção, perfuração, corte); - - Químico (iodo, cosméticos, ácido sulfúrico, etc.); -Físico (frio, calor, radiação). Feridas Ulcerativas: são lesões escavadas, circunscritas na pele, formadas pela morte e expulsão do tecido, resultantes de traumatismo ou doenças relacionadas com o impedimento do suprimento sanguíneo. Feridas cirúrgicas Causadas por excisão, incisão ou punção COBRA1P http://www.feridologo.com.br/fcanimaispeconhentos.htm Feridas patológicas •Causadas por fatores endógenos ou lesões secundárias a uma ou mais doenças de base •Formatos e graus de comprometimento diversos •Cicatrização difícil Feridas ulcerativas Lesão por pressão Úlcera varicosa Feridas ulcerativas Úlceras diabéticas Feridas iatrogênicas Iatrogenia se refere à doença, aos efeitos ou às complicações adversas ocasionadas por procedimentos. Feridas intencionais ou cirúrgicas Decorrentes de procedimentos cirúrgicos, trauma mínimo de tecidos adjacentes, bordos são aproximados por sutura. Ferida cirúrgica Feridas traumáticas: FERIDAS CONTUSAS : Produzidas por objetos rombos ou golpes, sem rotura da superfície da pele, com traumatismo de partes moles, edema e hemorragia. FERIDAS LACERADAS Decorrentes de qualquer origem traumática, com presença de rotura superficial ou profunda da pele , apresentando bordos irregulares. Ferida lacerante Ferida contusa Ferida cortocontusa FERIDAS PERFURANTES: Decorrentes de distintos agentes, provocam uma pequena abertura na pele porém profunda e, geralmente grave por lesão de estruturas internas e infecção. AMPUTAÇÕES Resultantes de laceração e separação forçada dos tecidos, afetam freqüentemente as extremidades, com lesões neurovasculares. • QUEIMADURAS: Resultantes de contato direto com chama, objetos e líquidos quentes, radiação, corrente elétrica ou frio intenso, a severidade das lesões é variável. Ferida por animais peçonhentos Ferida por animais peçonhentos CLASSIFICAÇÃO DAS FERIDAS DE ACORDO COM A PERDA TECIDUAL Perda superficial: Envolve acometimento da epiderme, manifesta-se por edema e rubor dos bordos da ferida, não há sangramentos, ocorre a repitelização. Perda parcial: Envolve acometimento da epiderme e parte da derme, há presença de exsudato, sangramento e formação de crosta. Perda total: Envolve acometimento da epiderme, derme, subcutâneo, tecido gorduroso subjacente e até exposição óssea. CLASSIFICAÇÃO DAS FERIDAS DE PELO GRAU DE CONTAMINAÇÃO Feridas limpas •Produzidas em ambiente cirúrgico •Não apresentam sinais de infecção •Não atingem os tratos respiratório, digestivo, genital ou urinário •Probabilidade de infecção é baixa Feridas limpas-contaminadas •Não há contaminação grosseira •Tempo inferior a 6 horas entre o trauma e o atendimento •Sem sinais de contaminação significativa Feridas contaminadas Há reação inflamatória, Tempo maior que 6 horas entre o trauma e o atendimento; Sem sinais de infecção. Feridas infectadas •Apresentam sinais nítidos de infecção •Manifestações clínicas da infecção (calor, rubor, edema, dor) •Exsudato fétido •Reações sistêmicas, como febre •Pode evoluir para sepse TIPOS DE FERIDAS CRÔNICAS Úlcera venosa (insuficiência venosa) Resultante da hipertensão venosa de MMII. Insuficiência arterial (insuficiência arterial) Produz lesões resultantes da incapacidade de resposta à demanda metabólica. Úlcera por neoplasia A integridade da superfície da pele pode ser interrompida por uma lesão neoplásica, podendo tratar-se de um tumor primário ou metastático. QUADRO COMPARATIVO: ULCERAS VENOSAS X ÚLCERAS ARTERIAIS TIPOS DE FERIDAS CRÔNICAS Úlcera metabólica A DM pode afetar a resposta inflamatória e produzir lesões neurovasculares, infecções e feridas crônicas. Lesão por pressão Produzida por isquemia em conseqüência à pressão constante sobre proeminência óssea, determinando comprometimentos variáveis. Lesão por pressão ▪ Dano localizado na pele e/ou tecidos moles subjacentes, geralmente sobre uma proeminência óssea ou relacionada ao uso de dispositivo médico ou a outro artefato. ▪ Ocorre como resultado da pressão intensa e/ou prolongada em combinação com o cisalhamento. ▪ A tolerância do tecido mole à pressão e ao cisalhamento pode também ser afetada pelo microclima, nutrição, perfusão, comorbidades e pela sua condição.. NPUAP, 2016. Lesão por pressão - LP Lesão por pressão Lesão por pressão FATORES DE RISCO PARA LP 1. diminuição sensorial 2. diminuição da função motora 3. alteração do nível de consciência 4. presença de equipamentos como gesso, tração, equipamentos ortopédicos, sondas, cateteres ▪ Umidade = sua presença aumenta até em cinco vezes o risco de desenvolvimento de UPP ▪ Nutrição deficiente = devido a atrofia muscular e diminuição do tecido subcutâneo, aumentando assim a pressão nas saliências ósseas. Além de dificultar o processo de cicatrização da ferida pela diminuição da albumina sérica ▪ Edema = no edema existe diminuição da circulação e oxigênio local ▪ Anemia = diminuição de circulação e oxigenação local ▪ Obesidade = o tecido adiposo é pobremente vascularizado ▪ Circulação periférica diminuída = baixa oferta de oxigênio FATORES DE RISCO PARA LP FORÇA DE CISALHAMENTO FORÇA DE CISALHAMENTO FORÇA DE FRICÇÃO ESTÁGIO 1 Pele íntegra com eritema que não embranquece ▪ pele hiperemiada por 5 minutos depois da remoção da pressão pele quente ▪ Pele íntegra com área localizada de eritema que não embranquece e que pode parecer diferente em pele de cor escura. ESTÁGIO 2: PERDA DA PELE EM SUAESPESSURA PARCIAL COM EXPOSIÇÃO DA DERME ▪ Perda da pele em sua espessura parcial com exposição da derme. O leito da ferida é viável, de coloração rosa ou vermelha, úmido e pode também apresentar-se como uma bolha intacta (preenchida com exsudato seroso) ou rompida. ▪ se a pressão for aliviada, a úlcera pode cicatrizar dentro de 1 a 2 semanas ESTÁGIO 3: PERDA DA PELE EM SUA ESPESSURA TOTAL ◦ Perda da pele em sua espessura total na qual a gordura é visível e, frequentemente, tecido de granulação e lesão com bordas enroladas estão presentes. ◦ a cicatrização pode levar meses Estágio 4: Perda da pele em sua espessura total e perda tissular ▪ Perda da pele em sua espessura total e perda tissular com exposição ou palpação direta da fáscia, músculo, tendão, ligamento, cartilagem ou osso. ▪ drenagem fétida e trajetos fistulares profundos ▪ a cicatrização pode demorar meses ou até anos Não Classificável: Perda da pele em sua espessura total e perda tissular não visível ◦ Perda da pele em sua espessura total e perda tissular na qual a extensão do dano não pode ser confirmada porque está encoberta pelo esfacelo ou escara. ◦ Ao ser removido (esfacelo ou escara), Lesão por Pressão em Estágio 3 ou Estágio 4 ficará aparente. ◦ Escara estável (isto é, seca, aderente, sem eritema ou flutuação) em membro isquêmico ou no calcâneo não deve ser removida. ◦ a cicatrização pode demorar meses ou até anos Lesão por Pressão Tissular Profunda: descoloração vermelho escura, marrom ou púrpura, persistente e que não embranquece. Pele intacta ou não, com área localizada e persistente de descoloração vermelha escura, marrom ou púrpura que não embranquece ou separação epidérmica que mostra lesão com leito escurecido ou bolha com exsudato sanguinolento. RELACIONADA A DISPOSITIVOS MÉDICOS •Resulta do uso de dispositivos criados e aplicados para fins diagnósticos e terapêuticos. A lesão por pressão resultante geralmente apresenta o padrão ou forma do dispositivo Estágio 2 Estágio 1 Estágio 3 Estágio 4 Cortesia: Enf Hellen Anjos ESCALA DE BRADEN Superfícies de Apoio CICATRIZAÇÃO REGENERAÇÃO X REPARAÇÃO PROCESSO CICATRICIAL Processo de reparo que se faz à custa da proliferação do tecido conjuntivo fibroso em que o tecido preexistente fica substituído por cicatriz fibrosa Ocorre em três fases: ➢Inflamatória ➢Proliferativa ➢Reparação/Maturação Regeneração celular ◦ INFLAMATÓRIA: 1 – 4 DIAS oFormação de coágulo (agregação plaquetária e ativação da cascata de coagulação) oEdema e exsudato (liberação dos mediadores inflamatórios) oReabsorção do coágulo e resíduos Regeneração celular ◦ PROLIFERATIVA: 5 – 20 DIAS oProdução colágeno pelos fibroblastos oTecido granulação (angiogênese e proliferação de fibroblastos) o> força tensional Evolução da ferida Regeneração celular ◦ MATURAÇÃO: APÓS 21 DIAS oDiminuição dos fibroblastos o> força tensional oFormação da cicatriz FATORES QUE INTERFEREM NA CICATRIZAÇÃO FATORES SISTÊMICOS Nutrição Hormônios Idade Doenças Medicamentos sistêmicos Doenças vasculares FATORES LOCAIS Edema Infecção local Presença de corpos estranhos Presença de necrose Ressecamento Extensão e local da ferida Pressão e técnica de curativo inadequada Agentes tópicos inadequados MECANISMOS DE CICATRIZAÇÃO DAS FERIDAS CICATRIZAÇÃO POR PRIMEIRA INTENÇÃO: mínima destruição tissular; bordas são aproximadas; cicatriza com pouca reação tissular, o tecido de granulação não é visível, a cicatriz é mínima. Ex. ferimento suturado cirurgicamente MECANISMOS DE CICATRIZAÇÃO DAS FERIDAS CICATRIZAÇÃO POR SEGUNDA INTENÇÃO: perda excessiva de tecido com ou sem infecção; a aproximação das bordas não é possível; as feridas são deixadas abertas; Forma tecido de granulação e contração das bordas. MECANISMOS DE CICATRIZAÇÃO DAS FERIDAS CICATRIZAÇÃO POR TERCEIRA INTENÇÃO: acontece a aproximação das bordas, depois de uma preparação inicial do leito da ferida, principalmente se ela apresentar indícios de infecção, que deve ser, inicialmente, tratada para posterior sutura da lesão 1a intenção 2a intenção 3a intenção BRIDA CICATRICIAL TIPOS DE CICATRIZES AVALIAÇÃO DAS FERIDAS LOCALIZAÇÃO As feridas localizadas em regiões proximais possuem aporte sanguíneo mais eficiente e tendem a cicatrizar com mais facilidade do que aquelas localizadas nas extremidades ou em áreas de grande mobilidade, como as articulações LOCALIZAÇÃO EXTENSÃO (CM2): COMPRIMENTO X LARGURA EXTENSÃO EXTENSÃO (uso de papel grau cirúrgico e papel milimetrado) PROFUNDIDADE EXSUDATO Saída de líquidos orgânicos através das paredes e das membranas celulares. Avaliar: •VOLUME •COR •ODOR •CONSISTÊNCIA EXSUDATO TIPOS DE TECIDO EPITELIZAÇÃO GRANULAÇÃO ESFACELO NECROSE EPITELIZAÇÃO Novo tecido que é formado com o processo de cicatrização, com coloração rosada. TECIDO DE GRANULAÇÃO ▪É o crescimento de pequenos vasos sanguíneos e de tecido conectivo para preencher feridas de espessura total. ▪O tecido é saudável quando é brilhante, vermelho vivo, lustroso e granular com aparência aveludada. ▪Quando o suprimento vascular é pobre, o tecido apresenta-se de coloração rosa pálido ou esbranquiçado para o vermelho opaco. TECIDO DE GRANULAÇÃO NECROSE TECIDO MORTO Liquefativa: Tecido delgado, de coloração amarelada. Coagulativa: As células convertem-se em uma placa opaca de coloração negra. C L ESFACELO(NECROSE LIQUEFATIVA) Tecido desvitalizado liquefativo, espesso, viscoso ou mucoide aderido ao leito, com coloração esverdeada, amarelada e/ou esbranquiçada. TECIDO FIBRINOSO Fibra amarelada insolúvel fortemente aderida ao tecido de granulação. Realiza hemostasia em pontos sangrantes. ESCARA Termo utilizado para caracterizar tecidos dessecados e comprimidos de coloração negra, consistência dura e seca aderido à superfície da pele ÁREA PERILESIONAL Fornece informações importantes referentes às condições da etiologia e do processo de cicatrização o que auxilia no planejamento das intervenções. •Avaliar o aspecto (pele íntegra, macerada, endurecida, queratose) •Cor (hiperemia, esbranquiçada), •Edema •Temperatura (normal, quente, fria) •Pulso (ausente, fraco, normal) DOR Descrever a dor que sente na ferida em repouso: como ela é? Forte? Localizada? Latejante? Formigamento? Agulhadas? Queimação? Choque? MARGENS E BORDAS MARGENS E BORDAS RESSECADAS MACERADAS DESCAMATIVAS DESCOLAMENTO ADERIDAS ALGORITMO DE LIMPEZA DE FERIDAS Princípios de Tratamento de Feridas Princípios do Tratamento de Feridas Restauração e cicatrização /epitelização do tecido Prevenção e controle de infecção; Limpeza e desbridamento; Controle de exsudato; Controle de odor; Proteção de trauma. Curativos e coberturas Função da Cobertura Prevenir a contaminação; Promover a cicatrização; Proteger a ferida; Absorver exsudato e facilitar a drenagem; Aliviar a dor. Características do Curativo ideal Proporcionar um ambiente fisiologicamente úmido; Equilibrar o exsudato; Facilitar as trocas gasosas; Manter a temperatura constante (37°C); Servir como barreira à contaminação; Mandebaulm,2003. Classificação das Coberturas Secundárias – São aquelas colocadas sobre a cobertura primária com função de proteção ou fixação, aumentam a habilidade da cobertura primária De acordo com sua relação de contato com o leito da ferida Primárias - São aquelas colocadas diretamente sobre a ferida; Como selecionar? A avaliação se resume em: 2. Tamanho da lesão 1.Tipo de tecido 3.Margens e Bordas 4.Localização 5. Exsudato Manutenção de microambiente local fisiológico Rolstad, Ovington (2007) 1.Limpeza; 2.Desbridamento do tecido inviável; 3.Prevenção e manejo de infecção; 4.Modulação de exsudato; 5.Eliminação de espaçomorto; 6.Controle de odor; 7.Eliminação ou minimizar a dor; 8.Proteção da pele ao redor PARECER COREN-SP CAT No 013/2009: "Considerando-se os conhecimentos científicos e técnicos adquiridos durante respectivo processo de formação profissional, o enfermeiro poderá assumir o procedimento de desbridamento de lesões, exclusivamente dentro da equipe de enfermagem, seja ele mecânico, enzimático, autolítico e instrumental conservador, cuja situação de necessidade de intervenção cirúrgica esteja descaracterizada.” ASPECTOS LEGAIS RESOLUÇÃO 567/2018:Art 1º O Enfermeiro tem autonomia para abertura de Clínica/Consultório de Prevenção e Cuidado de pessoas com feridas, respeitadas as competências técnicas e legais. Art. 3º Cabe ao Enfermeiro da área a participação na avaliação, elaboração de protocolos, seleção e indicação de novas tecnologias em prevenção e tratamento de pessoas com feridas RESOLUÇÃO COFEN Nº 731 DE 13 DE NOVEMBRO DE 2023 ASPECTOS LEGAIS Art. 1º Autorizar ao Enfermeiro a realização de sutura simples, em pequenas lesões em ferimentos superficiais de pele, anexos e mucosas e a aplicação de anestésico local injetável, recomendando que seja estabelecido rotina ou protocolo aprovado na instituição de saúde. §1º Entende-se por sutura simples aquelas realizadas para a união da pele em feridas corto contusas acidentais e superficiais de pele e/ou estabilização externa de dispositivos sob a pele, com utilização de fio e agulha. §2º Os ferimentos superficiais são considerados aqueles ferimentos corto contusos abertos e limpos que atingem camadas da pele até a hipoderme. §3º É vedada a sutura de ferimentos profundos, como os que atingem músculos, nervos e tendões. §4º A prescrição de anestésico local deve atender ao disposto nos termos do art. 11, inciso II, alínea “c” da Lei nº 7.498/1986, combinado com o art. 8º, inciso II, alínea “c”, do Decreto nº 94.406/1987. Art. 2º Esta Resolução entrará em vigor com a sua publicação no Diário Oficial da União, revogando-se a Resolução Cofen nº 278/2003. https://www.cofen.gov.br/resoluo-cofen-2782003/ DESBRIDAMENTO DE TECIDO INVIÁVEL Remoção de tecidos mortos, desvitalizados ou contaminados, ajudando a reduzir o número de microrganismos, toxinas e outras substâncias que inibem a cicatrização. Químico - ação enzimática. Papaína em solução ou gel, no mínimo a uma concentração de 2%. Autolítico - promovido pelo uso de produtos que garantam a umidade adequada na ferida. Mecânico e Instrumental (Somente com treinamento prévio) Desbridamento enzimático Papaína Mistura de enzimas proteolíticas e peroxidases existentes no látex no mamoeiro (leite de mamão) na fruta verde. Tem ação bactericida e bacteriostática, estimula a força tênsil da cicatriz e acelera a cicatrização. Apresentação em pó, gel ou pasta ( Prescrição médica para manipulação) Indicação do Enfermeiro para utilização: • Lesão com necrose de coagulação - 10%; • Lesão com necrose de liquefação - 4 a 6%; • Lesões com tecido de granulação - 2%. Proteção das bordas Contra indicado em feridas sangrantes Desbridamento autolítico Hidrocolóide carboximetilcelulose, pectina e gelatina na matriz de polímeros elastoméricos; • Auto aderente; • absorve o exsudato • promove um ambiente úmido que favorece o processo de cicatrização • auxilia na remoção de; tecido desvitalizado da ferida; •Feridas com pequena ou média quantidade de exsudação; Hidrocolóides Indicação feridas secas, com pouco exsudato Ação em contato com o exsudato forma o gel que mantém a ferida úmida Contra indicado para feridas infectadas Não requer troca diária Desbridamento autolítico Hidrogel com/sem Alginato (Composto por 60-90% de água, composição carboximetilcelulose , propilenoglicol , água, alginato e sódio (Saf-gel). Amolecimento e hidratação de áreas necróticas ou desvitalizadas; Promove o desbridamento autolítico, estimula granulação e epitelização. Queimaduras de 1º e 2º graus, feridas com perda de tecido parcial ou profunda, feridas necrosadas, feridas com crostas superficiais, com tecido de granulação e áreas doadoras de pele e descamações. Contra indicado em Feridas infectadas e/ou exsudativas. Hidrogel Indicações feridas secas ou com pouco exsudato, com necrose Favorece a angiogênese Promove o desbridamento autolítico Mantém o meio úmido Requer cobertura TIPOS DE CURATIVOS Alginato de cálcio Extraídas da algas marinha Indicações: feridas superficiais (placa) ou profunda (fita) feridas exsudativas ou com sangramento, feridas agudas ou crônicas, colonizadas ou infectadas Ação em contato com o exsudato, sangue forma um gel fibroso hidrofílico, hemóstatico e rico em cálcio que interage com os íons de sódio da ferida absorvendo o excesso de sangue exsudato mantendo o meio úmido Alginato de cálcio Prevenção e Manejo da infecção Prata como antisséptico Controle eficiente a bactérias resistentes a ATB; Controle eficiente de fungos; Liga-se e danifica a célula da bactéria em múltiplos sítios (altera estrutura e função) Diversas formas de liberação e apresentações Prevenção e Manejo da infecção Hidrofibra Antimicrobiano Carboxilmetilcelulose sódica e prata iônica Inativa as bactérias retiradas do leito da ferida e retidas dentro da fibra do curativo Absorve o exsudato e bactérias presentes no leito da ferida, formando um gel Adapta-se à superfície da ferida formando um meio úmido que auxilia na remoção de tecidos necróticos (desbridamento autolítico) Aquacel Ag® Antimicrobianos Eliminação de Espaço Morto • Preencher a cavidade para que a o processo de cicatrização seja de dentro para fora; • Escolha do material de acordo com todas as especificações anteriores. Prevenção e Manejo da infecção Eliminação de Espaço Morto Modulação do exsudato Controle de odor •Funciona através da sucção do tecido •Aplicando uma espuma protetora •Filmes transparentes para vedação •Ligados ao motor pelo dreno •O exsudato fica no compartimento •Seleciona-se o modo e o valor de pressão Pico® Renasys® Vac® Terapia por pressão negativa Terapia por pressão negativa Controle de odor Carvão Ativado Carvão ativado, contido em um envoltório de não-tecido •Controle eficiente do odor fétido, antibacteriano. •Pode ocorrer o ressecamento da ferida Contraindicação •Feridas com exposição óssea (pois resseca) •feridas com pequena quantidade de exsudato, •locais com presença de tumoração, feridas secas, •hipersensibilidade ao nylon Actisorb® Curatec® CARVÃO ATIVADO Indicações: feridas infectadas, exsudativas, superficiais ou profundas Ação remove o excesso do exsudato da ferida por adsorção Não requer troca diária, exige cobertura secundária TIPOS DE CURATIVOS Ácidos graxos essencias (Dersani)/AGE Ácido linoleico /vit.A, vit.E e lecitina de soja Indicações: todos os tipos de lesão c/ou s/infecção Ação ◦ aumenta a permeabilidade da membrana celular facilita a entrada de fatores de crescimento (ação quimiotática), auxilia no desbridamento Proteção da pele ao redor Avaliar: ▪Margem ▪Borda Proteção com Produtos que atuem como barreira como: Creme barreira, Cavilon® Pelicula em pincel ou spray Pomadas como Oxido de Zinco, Hipoglós® LIMPEZA E CURATIVO LIMPEZA DA FERIDA ▪ Limpeza com gaze umedecida em SF0,9% (não realizar esfregaço em tecido de granulação!) ▪ Irrigação com SF0,9% morno em jato de seringa ou diretamente do frasco de soro Objetivo: otimizar o ambiente de cura e diminuir o potencial de infecção. • Clorexidina alcóolica ou álcool 70%; • Soro fisiológico; • Cuba rim (para receber o lixo); • Saco plástico para lixo (que vai envolver a • cuba rim); • Forro de papel, pano ou impermeável para proteger roupa de cama; • Pomadas, algodão, seringas, ataduras, cubas (quando indicado) • 1 ou 2 pares de luvas • Pinças estéreis para curativo CURATIVO: MATERIAIS CURATIVOS: MATERIAIS CURATIVO:ETAPAS PRÉVIAS PINÇAS USADAS PARA REALIZAR CURATIVOS CURATIVO: ETAPAS PRÉVIAS Higienize as mãos Reúna o material na bandeja e leve para o quarto do paciente Oriente o paciente sobre o procedimento Promova privacidade Posicione o paciente de acordo com o local da ferida Realize novamente a higienização das mãos PROCEDIMENTO COMUM 1. Abra o pacote de gazes, cuba-rim, seringa, agulha, entre outros materiais e coloque no campo de curativo 2. Retire o curativo anterior, descolando parte do adesivo com uma pinça do tipo dente-de-rato ou auxílio da mão enluvada, podendo umedecer a pele com gaze embebida em solução fisiológica 3. Calce as luvas estéreis PROCEDIMENTO COMUM 4. Limpe a pele ao redor da ferida com solução fisiológica 0,9%. a. Proceda a limpeza de acordo com a avaliação da ferida (tecido desvitalizado: limpe com gaze e solução fisiológica 0,9%; tecido viável: irrigue com solução fisiológica 0,9% morna em jato) 5. Coloque a cobertura indicada e o curativo secundário 6. Retire a luva estéril 7. Fixe com adesivo hipoalergênico ou enfaixe com atadura de crepe https://www.youtube.com/watch?v=Ql1ASXbCSN8 https://www.youtube.com/watch?v=Ql1ASXbCSN8 CURATIVO DE FERIDA OPERATÓRIA 1. Abra o pacote de curativo na mesa auxiliar 2. Abra o pacote de gazes estéreis e coloque no campo do curativo 3. Retire o curativo anterior com pinça dente-de-rato ou mão enluvada e descarte-o no saco de lixo branco 4. Limpe a pele ao redor da ferida cirúrgica com SF0,9% e com pinça Kelly ou luva estéril 5. Limpe a ferida com gaze estéril embebida em SF0,9% 6. Seque a ferida e oclua com gazes estéreis 7. Fixe com adesivo hipoalergênico https://www.youtube.com/watch?v=il0usOUPUNg&list=PLGSJM4lvyfwgrI1sKYsI0OYXxXAHC0NzG&index=2 https://www.youtube.com/watch?v=il0usOUPUNg&list=PLGSJM4lvyfwgrI1sKYsI0OYXxXAHC0NzG&index=2 Curativo de cateter venoso Utilizar sempre SF 0,9% para remoção de sujidade e técnica estéril para Curativo CVC CURATIVO DE CATETER VENOSO CENTRAL 1. Posicione o paciente em decúbito dorsal, com o rosto voltado para o lado oposto ao da inserção do cateter 2. Coloque as luvas de procedimento 3. Abra o pacote de curativo na mesa auxiliar 4. Retire a cobertura do curativo anterior com pinça dente-de-rato ou luvas de procedimento 5. Faça a limpeza do local de inserção do cateter com gaze estéril embebida em SF0,9% , com pinça Kelly ou luva estéril CURATIVO CATETER VENOSO CENTRAL 6. Seque o local com gaze estéril 7. Passe PVPI alcoólico ou clorexidina alcoólica na inserção e extensão do cateter 8. Seque e cubra com gaze dobrada específica para cateter central 9. Fixe o curativo e o cateter na pele com adesivo hipoalergênico 10.Anote no adesivo a data da realização do curativo. https://www.youtube.com/watch?v=AT2-cTdvVts https://www.youtube.com/watch?v=AT2-cTdvVts CURATIVO ETAPAS POSTERIORES ▪Deixe o paciente em posição confortável ▪Retire o material utilizado com o campo, leve-o para o expurgo e despreze o material descartável em saco apropriado ▪Despreze o material perfurocortante em recipiente próprio ▪Faça a desinfecção da mesa auxiliar ou do carro de curativo com álcool a 70% ▪Lave a bandeja com água e sabão, seque com papel-toalha e passe álcool a 70% ▪Higienize as mãos ▪Cheque na prescrição de enfermagem e anote o procedimento realizado, registrando o aspecto da ferida. CONSIDERAÇÕES ▪Higienizar as mãos antes e após a realização do curativo ▪Obedecer os princípios de assepsia ▪Para a retirada do curativo sujo, usa-se luvas de procedimento, caso não haja pinças ▪Remover assepticamente tecidos necrosados ▪Obedecer o princípio de realização do procedimento do local menos para o mais contaminado ▪Promover a cicatrização do tecido ▪Prevenir o desenvolvimento da infecção ▪Curativos cobertos com gaze devem ser trocados diariamente ▪Promover conforto do paciente TIPOS de Curativos CURATIVO PARA FERIDA LIMPA Feridas sem exsudato, com cicatrização por primeira intenção. ⚫ O curativo se estiver limpo e sem ou pouco exsudato deve ser mantido oclusivo por 24 horas. Após este período, a incisão pode ser exposta e lavada com água e sabão. 132 Técnica asséptica Utilizar apenas SF 0,9% CURATIVO COM DRENO a) O curativo do dreno deve ser realizado separado do da incisão e o primeiro a ser realizado será sempre o do local menos contaminado (ferida cirúrgica). b) O número de trocas está diretamente relacionado com a quantidade de drenagem. Anotar obrigatoriamente o volume, aspecto, odor e material utilizado. c) Se houver incisão limpa e fechada, o curativo deve ser mantido oclusivo por 24 horas e após este período poderá permanecer exposta e lavada com água e sabão. d) A mobilização do dreno fica a critério médico. e) Os drenos de sistema aberto devem ser protegidos durante o banho. CURATIVO COM DRENO Utilizar SF 0,9% Curativo contaminado Feridas que são altamente susceptíveis à disseminação de contaminação/infecção, deste modo: a) O curativo deve ser oclusivo e mantido limpo e seco. b) O número de trocas do curativo está diretamente relacionado à quantidade de drenagem, trocar se úmido para evitar colonização. c) Limpeza mecânica com solução fisiológica estéril. Tipos de curativos 1. Semi-Oclusivo Este tipo de curativo é absorvente e comumente é utilizado em feridas cirúrgicas. Vantagens: ➔ absorve exsudato da ferida; ➔ isola o exsudato da pele saudável adjacente. 2. Oclusivos Não permite a passagem de ar ou fluidos, barreira contra bactérias. Vantagens: ➔ vedar a ferida e impedir a perda de fluidos ➔ promover o isolamento térmico e de terminações nervosas ➔ impedir a formação de crostas ➔ favorecer o desbridamento autolítico 3.Compressivo Para redução do fluxo sangüíneo, ou promover estase, e ajudar na aproximação das extremidades do ferimento. Outros tipos Sutura com fita adesiva ⚫ Após limpeza da ferida, as bordas do tecido seccionado são unidas e fixa-se a fita adesiva. Apropriado para cortes superficiais e de pequena extensão. TIPOS DE CURATIVOS Anotação de enfermagem -Tipo de ferida -Localização -Tamanho -Características gerais -Método de curativo -Cobertura indicada. -Nome do executante. VAMOS VER SE VOCÊ SABE DIFERENCIAR OS TIPOS DE LESÕES POR PRESSÃO? ESTÁGIO III SUSPEITA DE LESÃO TISSULAR PROFUNDA ESTÁGIO III NÃO CLASSIFICÁVEL ESTÁGIO I Slide 1: ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM A PACIENTES COM AFECÇÕES DERMATOLÓGICAS Slide 2: Conceitos histológicos da pele - funções Slide 3 Slide 4 Slide 5 Slide 6 Slide 7 Slide 8: FERIDAS Slide 9 Slide 10: Classificação das feridas Slide 11: Causas das feridas Slide 12: Feridas patológicas Slide 13: Feridas ulcerativas Slide 14: Feridas ulcerativas Slide 15: Feridas iatrogênicas Slide 16: Feridas intencionais ou cirúrgicas Slide 17 Slide 18 Slide 19: Ferida lacerante Slide 20: Ferida contusa Slide 21: Ferida cortocontusa Slide 22 Slide 23 Slide 24: Ferida por animais peçonhentos Slide 25 Slide 26 Slide 27 Slide 28 Slide 29 Slide 30 Slide 31 Slide 32: Lesão por pressão - LP Slide 33 Slide 34 Slide 35: FATORES DE RISCO PARA LP Slide 36 Slide 37: FORÇA DE CISALHAMENTO Slide 38: ESTÁGIO 1 Pele íntegra com eritema que não embranquece Slide 39: ESTÁGIO 2: PERDA DA PELE EM SUA ESPESSURA PARCIAL COM EXPOSIÇÃO DA DERME Slide 40: ESTÁGIO 3: PERDA DA PELE EM SUA ESPESSURA TOTAL Slide 41: Estágio 4: Perda da pele em sua espessura total e perda tissular Slide 42: Não Classificável: Perda da pele em sua espessura total e perda tissular não visível Slide 43: Lesão por Pressão Tissular Profunda: descoloração vermelho escura, marrom ou púrpura, persistente e que não embranquece. Slide 44: RELACIONADA A DISPOSITIVOS MÉDICOS Slide 45 Slide 46 Slide 47: ESCALA DE BRADEN Slide 48 Slide 49 Slide 50: CICATRIZAÇÃO Slide 51 Slide 52: PROCESSO CICATRICIAL Slide 53 Slide 54:Regeneração celular Slide 55: Regeneração celular Slide 56: Regeneração celular Slide 57: FATORES QUE INTERFEREM NA CICATRIZAÇÃO Slide 58: MECANISMOS DE CICATRIZAÇÃO DAS FERIDAS Slide 59 Slide 60: MECANISMOS DE CICATRIZAÇÃO DAS FERIDAS Slide 61 Slide 62: MECANISMOS DE CICATRIZAÇÃO DAS FERIDAS Slide 63 Slide 64 Slide 65: AVALIAÇÃO DAS FERIDAS Slide 66: LOCALIZAÇÃO Slide 67: LOCALIZAÇÃO Slide 68: EXTENSÃO (CM2): COMPRIMENTO X LARGURA Slide 69: EXTENSÃO Slide 70: EXTENSÃO (uso de papel grau cirúrgico e papel milimetrado) Slide 71: PROFUNDIDADE Slide 72: EXSUDATO Slide 73: EXSUDATO Slide 74: TIPOS DE TECIDO Slide 75: EPITELIZAÇÃO Slide 76: TECIDO DE GRANULAÇÃO Slide 77: TECIDO DE GRANULAÇÃO Slide 78: NECROSE Slide 79: ESFACELO(NECROSE LIQUEFATIVA) Slide 80 Slide 81: TECIDO FIBRINOSO Slide 82: ESCARA Slide 83: ÁREA PERILESIONAL Slide 84: DOR Slide 85: MARGENS E BORDAS Slide 86: MARGENS E BORDAS Slide 87: ALGORITMO DE LIMPEZA DE FERIDAS Slide 88 Slide 89 Slide 90: Curativos e coberturas Slide 91: Função da Cobertura Slide 92: Características do Curativo ideal Slide 93: Classificação das Coberturas Slide 94: Como selecionar? Slide 95: Manutenção de microambiente local fisiológico Slide 96: PARECER COREN-SP CAT No 013/2009: "Considerando-se os conhecimentos científicos e técnicos adquiridos durante respectivo processo de formação profissional, o enfermeiro poderá assumir o procedimento de desbridamento de lesões, exclusivamen Slide 97: RESOLUÇÃO COFEN Nº 731 DE 13 DE NOVEMBRO DE 2023 Slide 98: DESBRIDAMENTO DE TECIDO INVIÁVEL Slide 99: Desbridamento enzimático Slide 100: Desbridamento autolítico Slide 101 Slide 102: Desbridamento autolítico Slide 103 Slide 104: TIPOS DE CURATIVOS Slide 105: Alginato de cálcio Slide 106: Prevenção e Manejo da infecção Slide 107: Prevenção e Manejo da infecção Slide 108: Eliminação de Espaço Morto Slide 109: Prevenção e Manejo da infecção Eliminação de Espaço Morto Modulação do exsudato Controle de odor Slide 110: Terapia por pressão negativa Slide 111: Controle de odor Slide 112: CARVÃO ATIVADO Slide 113: TIPOS DE CURATIVOS Slide 114: Proteção da pele ao redor Slide 115: LIMPEZA E CURATIVO Slide 116: LIMPEZA DA FERIDA Slide 117 Slide 118: CURATIVOS: MATERIAIS Slide 119: CURATIVO: ETAPAS PRÉVIAS Slide 120 Slide 121: CURATIVO: ETAPAS PRÉVIAS Slide 122: PROCEDIMENTO COMUM Slide 123: PROCEDIMENTO COMUM Slide 124: CURATIVO DE FERIDA OPERATÓRIA Slide 125 Slide 126: Curativo de cateter venoso Slide 127: CURATIVO DE CATETER VENOSO CENTRAL Slide 128: CURATIVO CATETER VENOSO CENTRAL Slide 129: CURATIVO ETAPAS POSTERIORES Slide 130: CONSIDERAÇÕES Slide 131: TIPOS de Curativos Slide 132 Slide 133: CURATIVO COM DRENO Slide 134: CURATIVO COM DRENO Slide 135 Slide 136: Curativo contaminado Slide 137 Slide 138: Tipos de curativos Slide 139: 2. Oclusivos Slide 140: 3.Compressivo Slide 141: Outros tipos Slide 142: TIPOS DE CURATIVOS Slide 143: Anotação de enfermagem Slide 144: VAMOS VER SE VOCÊ SABE DIFERENCIAR OS TIPOS DE LESÕES POR PRESSÃO? Slide 145 Slide 146 Slide 147 Slide 148 Slide 149 Slide 150 Slide 151 Slide 152 Slide 153 Slide 154 Slide 155