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Unidade 2 – Setores criativos - Módulo 1 Objetivo de aprendizagem: Ao final da unidade, você compreenderá os diferentes setores criativos e as respectivas atividades associadas. Setores criativos segundo o IPHAN 2.1 Setores criativos Nesta seção, iremos nos aprofundar um pouco mais nas diferentes classificações dos setores que a compõem. O Plano da Secretaria de Economia Criativa 2011-2014 do Brasil apresenta uma classificação que reflete a diversidade dos setores criativos no país conforme pode ser identificado na Tabela Setores Criativos do Plano da Secretaria de Economia Criativa (2011-2014). Setores Criativos Nucleares Macro categorias Atividades Associadas Patrimônio natural e cultural Museus Sítios históricos e arqueológicos Paisagens culturais Patrimônio natural Espetáculos e celebrações Artes de espetáculo Festas e festivais Feiras Artes visuais e artesanato Pintura Escultura Fotografia Artesanato Livros e periódicos Livros Jornais e revistas Outros materiais impressos Biblioteca (incluindo virtuais) Audiovisuais e mídias interativas Cinema e Vídeo Tv e rádio (incluindo internet) Internet podcasting Videogames (incluindo onlines) Design e serviços criativos Design de moda Design gráfico Design de interiores Design paisagístico Serviços de arquitetura Serviços de publicidade Atividades associadas aos Setores Criativos Nucleares – Unesco 2009. Fonte: Plano da Secretaria de Economia Criativa (2011-2014) A 3ª Edição do Mercado Brasileiro de Indústrias Criativas , realizada pelo Ministério da Cultura e a Organização dos Estados Iberoamericanos - OEI em 2023, abraçou 15 setores da economia criativa para realização de atividades de mercado. Os setores são os apresentados abaixo: Áreas técnicas; Artesanato; Artes Visuais; Audiovisual & Animação; Circo; Dança; Design; Editoria; Gastronomia; Hip Hop; Jogos Eletrônicos; Música; Moda; Museus & Patrimônio; e Teatro. Estes são os setores com os quais a Secretaria de Economia Criativa e Fomento Cultural do MinC atualmente tem trabalhado de forma mais direta, entendendo que cada um desses setores abraça uma gama de outros microssetores que estão nele inseridos, na tentativa de acolher toda a diversidade da economia criativa brasileira porém, vale ressaltar que não há uma diretriz específica definida pelo setor no governo. Em 2024, ocorreu uma discussão para a aprovação de um novo Plano de Economia Criativa no Senado Federal o qual prevê uma versão atualizada dos setores criativos classificados em macrocategorias bem como as suas atividades associadas. Setores criativos Macro-categoria Atividades associadas a. Patrimônio natural e cultural – material e imaterial Museus Sítios históricos e arqueológicos Paisagens culturais Patrimônio natural Festa e celebrações Culturas tradicionais populares Cultura Afro-brasileiras Culturas Indígenas Artesanato Gastronomia b. Artes e Espetáculos Teatro Dança Circo Música Ópera Humor Festas e festivais Feiras c. Artes visuais Pintura Escultura Fotografia Infogravuras Xilografia etc. d. Livro, leitura e demais publicações Livros Jornais e revistas Cordéis Outros materiais impressos Fanzines e mangás Bibliotecas (incluindo as virtuais) Férias do livro e. Audiovisual e mídias interativas Cinema e vídeo Tv e rádio Animação Jogos eletrônicos Conteúdos digitais criativos (internet) f. Design e serviços criativos Design de moda Design gráfico Design de interiores Design de brinquedos Design paisagístico Arquitetura Publicidade Setores criativos Fonte: Apresentação da Secretaria de Economia Criativa no Senado (2024) https://www.senado.gov.br/comissoes/CE/AP/Ap20120611_ClaudiaSousa.pdf Ouça o podcast e entenda um pouco mais sobre os setores criativos. Um desafio constante que se estende do plano de 2011-2014 até a proposta de 2024 é a necessidade de infraestrutura adequada, políticas de incentivo fiscal e acesso a financiamento que possibilitem o crescimento sustentável dos setores criativos. Além disso, a formação de mão de obra qualificada para atender às demandas de um mercado em constante evolução continua sendo um ponto crítico. Por outro lado, a proposta de 2024 parece reconhecer mais explicitamente as oportunidades apresentadas pela economia digital, enfatizando a importância de se adaptar às novas formas de produção e consumo de conteúdo criativo. Isso inclui não apenas a criação de conteúdo digital, mas também a gestão de direitos autorais, distribuição e monetização em plataformas digitais. A transição das políticas de economia criativa de 2011-2014 para a proposta de 2024 reflete uma maturação e adaptação do setor às novas realidades do mercado global. O foco contínuo em inovação, junto com a necessidade de criar um ambiente propício ao desenvolvimento dos setores criativos, evidencia a importância estratégica dessas áreas para o desenvolvimento econômico e social. A evolução dessas políticas sinaliza um reconhecimento da dinâmica fluida da economia criativa, que necessita de flexibilidade, apoio e visão de futuro para florescer em um cenário global competitivo. Sobre as classificações da economia criativa, vimos até aqui a concepção da Secretaria de Economia Criativa do período 2011-2014 e outras duas classificações de forma mais detalhada: a da 3ª Edição do Mercado de Indústrias Criativas do Brasil e a da proposta enviada ao Senado prevendo atualizações importantes. Agora, veremos a da UNESCO - Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura. A UNESCO propõe uma classificação em domínios culturais, abrangendo um amplo espectro de produção cultural e atividades. O Marco Referencial da UNESCO para as culturas e as indústrias criativas estabelece diretrizes e princípios para o desenvolvimento sustentável desses setores. Ele oferece uma visão mais integrada, destacando a importância das indústrias criativas não apenas para a economia, mas também para o desenvolvimento social, a diversidade cultural e a inovação digital. Este marco visa fornecer uma base comum para políticas e estratégias que apoiem a cultura e a criatividade em todos os níveis. Atente-se, a seguir, para a estruturação do marco referencial para os domínios de estatísticas culturais. Podemos afirmar que a classificação da UNESCO é mais ampla e focada na preservação cultural, enquanto a Secretaria de Economia Criativa no período de 2011-2014 foca no potencial econômico da criatividade. O Marco Referencial da UNESCO procura integrar essas visões, promovendo a sustentabilidade e a inovação. Enquanto a UNESCO busca preservar e proteger a diversidade cultural, a Secretaria de Economia Criativa visa estimular o crescimento econômico por meio das indústrias criativas. As classificações e o marco são usados para orientar políticas públicas, estratégias de desenvolvimento, e alocação de recursos. Contudo, cada um tem seu próprio conjunto de diretrizes e prioridades. Em resumo, as diferenças entre essas classificações e o marco referencial giram em torno de seus objetivos, foco e aplicação na promoção da cultura, criatividade, e desenvolvimento econômico. Segundo a Nota Técnica de Sistemas de Informações e Indicadores Culturais (SIIC) (2011-2022) do IBGE é o recorte daquilo que é considerado cultura e o que fica fora da classificação, considerando as diferentes abordagens existentes sem desconsiderar os domínios transversais existentes. Além dessas classificações apresentadas acima, há a da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro – Firjan que apresenta um mapeamento da Economia Criativa composto por 13 segmentos da Indústria Criativa, distribuídos em quatro áreas criativas: Consumo, Mídia, Cultura e Tecnologia. Estes segmentos estão estruturados em um funil que define quatro áreas que formam a economia criativa. A Firjan, Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro, é uma instituição que representa o setor industrial fluminense, promovendo a competitividade, a sustentabilidade e a inovação. Atuando como um importante agente de desenvolvimento econômico e social, a Firjan ofereceserviços como consultoria, educação profissional, e estudos técnicos, além de defender os interesses das indústrias perante o governo. Com uma visão voltada para o futuro, busca soluções integradas para os desafios da indústria, contribuindo para o crescimento do estado do Rio de Janeiro e melhorando a qualidade de vida de sua população. A seguir, iremos apresentar cada um dos quatro setores segundo a classificação dada pela Firjan: A) Consumo: A principal área criativa quando se estuda o volume de colaboradores empregados formalmente. Segundo relatório de 2019 da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (FIRJAN), mais de 439,5 mil colaboradores formais trabalham nessa categoria, cuja divisão é dada por: Arquitetura : design e projeto de ambientes, edificações e paisagens, bem como conservação e planejamento de ambientes; Design : design gráficos, de multimídia e de móveis; Moda : desenho de acessórios, calçados, modelistas e roupas; e Publicidade e marketing : trabalhos realizados na área de marketing e publicidade, pesquisa de mercado e preparação de eventos. Os profissionais criativos mais bem remunerados são os envolvidos diretamente com marketing, arquitetura e engenharia. B) Cultura: É a menor área da indústria criativa, mesmo sendo a parte mais relacionada com a economia criativa. A cultura lida com vários colaboradores (área gastronômica, atores, diretores, músicos etc.). De acordo com pesquisa realizada pela FIRJAN, em 2017, são cerca de 65 mil colaboradores, divididos em: Artes cênicas : atuação, dança, direção de espetáculos e produção; Expressões culturais : artesanato, gastronomia e folclore; Música : criação e interpretação de músicas, bem como edição, gravação e mixagem de som; e Patrimônio e artes : museologia, patrimônio histórico, produção cultural e serviços de cultura. Os colaboradores com maiores remunerações são atores, diretores de teatros e diretores de serviços de cultura. C) Mídia: Incluem os meios tradicionais, como livros, rádio e televisão, e os meios digitais, como produção de conteúdo de internet. Essa é uma das áreas com maior desenvolvimento e influência na vida dos colaboradores nos últimos anos, como, por exemplo, o caso da digitação dos jornais que fez com que todo o processo de trabalho fosse redesenhado. A área de mídias, na economia criativa, é dividida em: Audiovisual : desenvolvimento de conteúdo, distribuição, programação e divulgação; e Editorial : edição de conteúdo digital, jornais, livros e revistas. Os com maiores destaques salariais são os colaboradores de audiovisual, como locutor de rádio e televisão, jornalista, editor de texto e imagem. D) Tecnologia : É a área com maior índice de crescimento no Brasil e no mundo. A divisão dos colaboradores na economia criativa é dada por: Biotecnologia : atividades laborais, bioengenharia e pesquisas em biologia; Pesquisa e Desenvolvimento (P&D ): desenvolvimento experimental e pesquisa em geral (menos biologia); e Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) : consultoria em Tecnologia da Informação, desenvolvimento de softwares, sistemas e robótica. A área tecnológica é a que apresenta maior remuneração, pois se alinha à tendência global de digitalização, Indústria 4.0 e economia digital. De acordo com o relatório da FIRJAN (2022), as áreas com maior remuneração são os geólogos e geofísicos (pesquisa e desenvolvimento), gerentes de pesquisa e desenvolvimento e engenheiros da área de pesquisa e desenvolvimento. Segundo Portal da Indústria (2024): A Indústria 4.0 é um conceito que representa a automação industrial e a integração de diferentes tecnologias como inteligência artificial, robótica, internet das coisas e computação em nuvem com o objetivo de promover a digitalização das atividades industriais melhorando os processos e aumentando a produtividade. É importante que você saiba que após a pandemia e o subsequente aceleramento digital, a demanda por profissionais de tecnologia aumentou significativamente, com a expectativa de um crescimento contínuo no número de especialistas neste campo. As principais atividades que foram mais impactadas com a crise da COVID-19 são apresentadas no infográfico a seguir: Diante dessas diferentes conceituações, podemos compreender que o conceito de Economia Criativa, conforme delineado pelo Ministério da Cultura, alinha-se com as definições da UNESCO e é respaldado por estatísticas fornecidas pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e pelo Itaú Cultural . O Itaú Cultural é uma instituição que atua na valorização e divulgação das manifestações culturais brasileiras, trabalhando para reconhecer e promover a cultura em suas mais diversas formas. Criado em 1987, o instituto tem como missão incentivar, produzir e difundir arte e cultura, ampliando o acesso a elas. Isso é realizado por meio de uma vasta programação que inclui exposições, apresentações artísticas, debates, pesquisas e produção de conteúdo, além da manutenção de um acervo artístico e literário significativo. O Observatório Itaú Cultural , por sua vez, é uma iniciativa que se concentra na produção e disseminação de conhecimento sobre a cultura sob uma perspectiva ampla, que inclui a economia criativa. Lançado em 2006, o Observatório realiza estudos, pesquisas e debates que buscam entender e mapear as dinâmicas culturais e seu impacto econômico no Brasil. A economia criativa, que abrange setores como arte, cultura, mídia, arquitetura e design, entre outros, é um foco importante de seu trabalho. O Observatório busca fornecer dados, análises e reflexões que possam embasar políticas culturais e promover o desenvolvimento sustentável por meio da cultura. Observatório cultural Podemos dizer que é uma das fontes relevantes e confiáveis com produção de dados sobre a Economia Criativa no Brasil. Para o Observatório Itaú Cultural, o conceito de economia criativa abrange setores que utilizam a criatividade e o conhecimento como insumos principais, gerando valor econômico e cultural Importante frisar que, em contraste com a noção de "indústrias criativas" predominante em países anglo-saxões, o termo adotado no Brasil é "setores criativos", englobando uma gama mais ampla de atividades que vão além das tradicionalmente consideradas culturais. Esse enfoque mais abrangente permite a inclusão de setores como moda, design e arquitetura, refletindo a diversidade e a complexidade da Economia Criativa no contexto brasileiro. Essa abordagem engloba setores que integram criatividade e conhecimento como pilares, gerando não só valor econômico, mas também cultural. Essa perspectiva abrangente permite compreender melhor a diversidade e a complexidade da Economia Criativa em um país de extensões continentais como o brasileiro, cobrindo setores variados e refletindo as dinâmicas econômicas e culturais. Para gestores públicos, é muito importante entender essa abordagem para desenvolver políticas eficazes de suporte e crescimento para o setor criativo. Por fim, para concluir essa unidade, iremos apresentar uma última classificação: a da Conferência da Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD) , que classifica as indústrias criativas de acordo com o infográfico a seguir. Resumidamente, podemos dizer que cada abordagem possui as suas peculiaridades. Segue: Firjan : enfoca a economia criativa como um setor vital para o desenvolvimento econômico, sublinhando seu potencial de geração de renda e empregos. A Firjan destaca a intersecção entre artes, cultura, negócios e tecnologia, visando o fortalecimento deste setor na economia brasileira. Unesco : ressalta a economia criativa como um vetor para o desenvolvimento sustentável, enfatizando a importância da diversidade cultural e da criatividade. Esta perspectiva é global, considerando a economia criativa como um meio de promover a diversidade cultural e o desenvolvimento econômico em diferentes partes do mundo. Itaú Cultural : concentra-se na promoção e no mapeamento da economia criativa no Brasil. Seu foco está em destacar a relevância da cultura e dasartes para o desenvolvimento econômico e social, apoiando iniciativas que fomentam a criatividade e a inovação cultural. IBGE : fornece uma base estatística para a economia criativa, oferecendo dados e análises sobre diferentes setores criativos no Brasil. O foco está na quantificação e na compreensão da contribuição desses setores para a economia nacional. UNCTAD : é um conceito que considera as atividades que envolvem a criação, produção e distribuição de bens e serviços que usam criatividade e capital intelectual como insumos primários. Este conceito é amplo e interdisciplinar, abrangendo diversos setores como artes, mídia, design, moda, publicidade, tecnologia, entre outros. 2.2. Patrimônio Material e Imaterial O Patrimônio Material e o Patrimônio Imaterial indicam as características e culturas de certo local ou grupo. O material é formado por elementos concretos (objetos artísticos e construções, por exemplo). O imaterial, por sua vez, é formado por elementos abstratos (rituais, espiritualidade, hábitos, etc.). Existem alguns exemplos de patrimônio material no Brasil , de acordo com o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). Entre eles, podemos citar: A seguir apresentaremos os patrimônios imateriais. Na plataforma Tainacan do IPHAN há 4 livros. A seguir conheça cada um desses livros. Livro das Formas de Expressões Livro das Formas de Expressão No livro você pode acessar a documentação de diversas manifestações artísticas, as Formas de Expressão representam métodos de comunicação vinculados a grupos sociais ou regiões específicas. Estas são elaboradas por indivíduos ou coletivos sociais que têm seu valor reconhecido pela comunidade, onde as tradições estabelecem normas, expectativas e critérios de excelência. Essencialmente, visa-se capturar as performances culturais que grupos sociais valorizam, incluindo expressões literárias, musicais, visuais, teatrais e de entretenimento, que são fundamentais para sua cultura, história e senso de identidade. Clique sobre o link e acesse o Livro das Formas de Expressão . Livro das Celebrações Livro das Celebrações No livro você pode acessar o registro de rituais e celebrações que são pilares da experiência comunitária, abrangendo aspectos de religiosidade, lazer e diversos aspectos do convívio social. Tais eventos, seja através de ritos ou festas, destacam-se como componentes cruciais na vivência coletiva de uma comunidade, desempenhando um papel significativo em sua cultura, história e identidade. Essas celebrações ocorrem em locais ou áreas específicas e podem estar vinculadas a aspectos religiosos, cívicos, ou aos ciclos sazonais, entre outros. Representam momentos únicos de interação social, caracterizados por práticas detalhadas e normas específicas que orientam a atribuição de funções, a preparação e o consumo de alimentos e bebidas, a criação de trajes e ornamentos, entre outras atividades. Clique sobre o link e acesse o Livro das Celebrações. Livro dos lugares Livro dos lugares No livro você pode acessar espaços como mercados, feiras, santuários e praças que se tornam palcos para a manifestação e perpetuação de práticas culturais compartilhadas. São locais de importância cultural singular para a comunidade local, palco de uma gama diversa de práticas e atividades que vão do cotidiano ao extraordinário, do tradicional ao oficial. Estes espaços servem como pontos centrais na vida social de uma comunidade, cujas características são valorizadas e refletidas em símbolos e narrativas, contribuindo para o fortalecimento do senso de pertencimento, memória e identidade dos grupos sociais. Clique sobre o link e acesse o Livro dos Lugares Livro dos Saberes Livro dos Saberes No livro você pode acessar o catálogo de patrimônios imateriais, indicando os saberes e práticas profundamente arraigados no dia a dia das comunidades. Os Saberes representam o conjunto de conhecimentos tradicionais ligados a técnicas e profissões, praticados por indivíduos dentro da comunidade reconhecidos por sua profunda expertise em determinados ofícios e materiais, que definem a identidade de um grupo social ou região. Esses conhecimentos frequentemente se aplicam à criação de objetos ou à oferta de serviços, que podem possuir tanto um valor utilitário quanto simbólico. Este registro visa preservar os conhecimentos e técnicas que formam a base da cultura, memória e identidade de diferentes grupos sociais. Clique sobre o link e acesse o Livro dos Saberes 2.3. Artes Cênicas As artes cênicas são as artes que acontecem em locais de representação ao público, oferecendo-lhes uma experiência diferente e única. Elas podem acontecer em palcos, praças, teatros, ruas, etc. Elas contam como característica principal a performance e, sendo assim, engloba diversas expressões artísticas: circo, dança, performance, teatro e assim por diante. Artes Cênicas Quem trabalha com esse tipo de arte tem uma ampla gama de oportunidades, podendo trabalhar na atuação, dublagens, produção de filmes, peças e programas televisionados. A arte cênica é a essência de que a arte procura uma experiência imediata, com estímulo para a conexão e a emoção entre os árticas e públicos presentes no show. Ela é dividida atualmente em cinco gêneros: Divisão das artes cênicas 2.4. Audiovisual O audiovisual é o termo latino com derivação de “audire” (ouvir) com “videre” (ver). Portanto, ele é a junção de ferramentas visuais e de sons. Essa ferramenta é utilizada para criação de conteúdos, projetos para educação ou produções cinematográficas. Áudio visual Quem trabalha no ramo audiovisual, tem uma ampla oportunidade de trabalho como, por exemplo, animação, cinema, controle de sons, direção, direção de arte, direção de fotografia, montagem, televisão, produção, publicidade, roteiros, etc. 2.5. Editoras e mídias impressas Uma editora é um empreendimento, seja por uma empresa ou associação sem fins lucrativos, que administra as atividades de edição e publicação de obras literárias, discográficos e impressos. Alguns exemplos de produtos que a editora controla são jornais, livros, partituras e revistas. Geralmente, uma editora é especialista em um modelo de publicação ou área. Um exemplo é uma editora que cuida de livros, discos, jornais ou revistas. Portanto, existem editoras de livros, editoras discográficas, editoras musicais, etc. Mídias Impressas A mídia, por sua vez, é uma ferramenta publicitária e jornalista, sendo um recurso de comunicação tradicional em que são expostas as matérias. Ela geralmente é vinculada em meios de comunicação, como anuários, informativos, jornais e revistas, bem como em peças avulsas, como folders, folhetos ou panfletos. 2.6. Design e serviços criativos O design é uma tarefa responsável por planejar, criar e desenvolver produtos ou serviços. Ela é uma atividade voltada em soluções inovadoras e criativas para atender as demandas e características da mercadoria, as demandas do cliente e o estudo de melhores práticas para sucesso no mercado. Ele está presente em todas as organizações e em todas os itens que envolvem comunicação com o mercado: marca, cores, materiais, forma, embalagem, redes sociais, locais de vendas, promoções, etc. Serviços criativos 2.7. Artes visuais e artesanato Artesanato As artes visuais são as que conseguimos analisar, como arquitetura, artesanatos, cerâmica, desenho, design, escultura, fotos, vídeos, gravuras, pintura, produção cinematográfica, vídeos, etc. Elas são capazes de provocar emoção por meio de expressões de imaginação e habilidades. 2.8. Considerações a respeito da ausência de decreto regulamentar e as muitas narrativas possíveis sobre o setor Desde 2011, o Ministério da Cultura (Minc) conta com uma área própria para o assunto de atividades criativas. Sua criação é consequência de debates que se iniciaram desde 2004, durante a conferência da Unctad (fórum intergovernamental da Organização das Nações Unidas (ONU). Desde então, o Ministério realizou parcerias para a disseminação da economia criativa que, essencialmente, seconcretizaram de duas maneiras: nos estados por meio de convênios e nas universidades federais por meio de Termo de Execução Descentralizada. Comissão de Cultura da Câmara Ocorreu, em 3 de outubro de 2023, uma audiência pública na Comissão de Cultura da Câmara , em que representantes e especialistas debateram a respeito do desenvolvimento da economia criativa brasileira e a importância da aprovação, pelo Congresso, do Projeto de Lei 2.732/22, que cria a Política Nacional de Desenvolvimento da Economia Criativa. Em 2024, foi lançada no Congresso Nacional a Frente Parlamentar Mista da Economia Criativa, uma iniciativa que visa promover e apoiar a diversidade de atividades dentro da indústria criativa. Este setor abrange uma ampla gama de atividades, incluindo paisagismo, moda, gastronomia, produção de games, mercado editorial e parques tecnológicos. A cerimônia de lançamento contou com a presença de importantes autoridades, como os ministros Márcio França, responsável pela pasta de Empreendedorismo e Microempresa, e Margareth Menezes, ministra da Cultura. A deputada Lídice da Mata (PSB-BA) presidirá o novo grupo parlamentar. Ela é a autora do Projeto de Lei 2732/22, que propõe a criação da Política Nacional de Desenvolvimento da Economia Criativa. Durante a solenidade, a deputada destacou que a economia criativa é um setor baseado na abundância e não na escassez de recursos, uma vez que seu principal insumo é a criatividade e o conhecimento humano, frequentemente associados à inteligência artificial. Segundo Lídice da Mata, "o setor é baseado na abundância e não na escassez de recursos, pois seu insumo principal é a criatividade e o conhecimento humano associados à inteligência artificial". Lídice da Mata usou o Carnaval da Bahia como um exemplo concreto do impacto da economia criativa, evidenciando o entrelaçamento de cultura, tecnologia e talento criativo que se transforma em negócios lucrativos. Ela mencionou o Trio Elétrico como uma criação tecnológica sofisticada que gerou o movimento da Axé Music, o qual, por sua vez, integra o e-commerce com a venda de abadás e camarotes. Segundo a parlamentar, "o carnaval da Bahia é um grande exemplo do entrelaçamento de cultura, tecnologia e talento criativo, que se transformam em negócios. No centro disso, há uma criação tecnológica hoje com um alto grau de sofisticação: o Trio Elétrico, que, por sua vez, gerou o movimento da Axé Music, que incorpora o e-commerce com a venda de abadás e camarotes". A ministra da Cultura, Margareth Menezes, também participou do evento e reforçou o poder da economia criativa na geração de emprego e renda no setor cultural. Ela ressaltou que a economia criativa é um dos poucos setores onde há uma presença significativa de grupos historicamente marginalizados, incluindo mulheres, populações indígenas e pessoas de áreas periféricas, o que destaca a importância desse setor para a inclusão social e econômica. Essa iniciativa, que reúne parlamentares de diferentes partidos, visa criar um ambiente mais favorável para o desenvolvimento da economia criativa no Brasil, promovendo políticas públicas e ações que valorizem e incentivem a inovação e a criatividade em diversas áreas. Em 2024, a Secretaria de Economia Criativa e Fomento Cultural do Ministério da Cultura trabalha na elaboração da Política Nacional de Economia Criativa, colhendo subsídios com a sociedade civil, especialistas e outros ministérios. BERTERO, José Flávio. Sobre a Sociedade Pós-Industrial . In.: COLÓQUIO Marx e Engels, 4. Campinas, 2006. Anais. 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