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ética e direito
Continuação da aula sobre o Texto 01
· Aula 10.03.2025
7.3 sobre a utopia moderna
Utopia moderna Hans Jones pensa a modernidade com uma ideia de que a modernidade criou uma narrativa de que a humanidade vai, inevitavelmente, progredindo. 
Norma programática uma norma que postula para o futuro uma normatização do direito. 
A própria ideia do direito vai “surfar” nessa “onda” do progresso. A ideia de que o homem vai melhorando.
Maior racionalidade na produção de medicamentos (desenvolvimento científico). Essa mesma racionalidade vai produzir bombas atômicas, armas capazes de destruir a humanidade em massa. 
8. o homem como objeto da técnica: a intervenção técnica na vida humana 
Exemplo: cirurgias estéticas 
81. sobre o problema da morte e asintervneções técnicas para o prolongamento da vida
Fármacos: o excesso de medicamentos – transformação do corpo como uma engrenagem. 
O plano de saúde tem a obrigação de custear o procedimento de mudança de sexo transtorno de gênero entendimento do STJ.
8.2. sobre o controle do comportamento: sobre o problema relativo aos produtos estimulantes
Produtos estimulantes – problema para dormir
O mundo do trabalho, tudo isso contribui para o nível de estresse e que tem a ver com o desenvolvimento da técnica moderna.
9. sobre o problema da responsabilidade diante da perspectiva do futuro distante 
Direito difuso: direito do meio ambiente (sujeito indeterminado). 
Ética relacionada com as gerações futuras vai ser ditado com o que você faz com o meio ambiente. Uma ética que coloca como um paradigma de responsabilidade inadiável o paradigma ecológico – uma responsabilidade coletiva. 
10. sobre a necessidade de se pensar uma nova ética e uma nova base para a ordenação das ações humanas e seu poder de agir
· Aula 17.03.2025
Aula sobre o Texto 02
sobre a política de reconhecimento segundo nancy francer = sobre o reconhecimento sem ética
1. CONTEXTUALIZAÇÃO DA RELAÇÃO ENTRE MULTICULTURALISMO E DIREITOS HUMANOS
Estigma relacionado ao modo como o indivíduo se define. 
O STF tem entendimento para que a administração pública de modo geral se adeque a política de gênero. 
Defesa das identidades culturais; 
Identidades sociais: modo como o indivíduo se autodefine na sociedade. 
2. RELAÇÃO ENTRE A PROBLEMÁTICA DA POLÍTICA DE RECONHECIMENTO E AS IDENTIDADES
Política de reconhecimento é reconhecer identidade social de um grupo social. 
2.1. SEGUNDO CHARLES TAYLOR, PODEMOS ENCARAR A IDENTIDADE COMO QUALQUER COISA COMO A MANEIRA COMO UMA PESSOA SE DEFINE, COMO É QUE AS SUAS CARACTERÍSITCAS FUNDAMENTAIS FAZEM DELA UM SER HUMANO. 
A tese consiste no fato de a nossa identidade ser formada, em parte, pela existência ou inexistência de reconhecimento e, muitas vezes, pelo reconhecimento “incorreto” dos outros, podendo uma pessoa ou grupo de pessoas serem realmente prejudicadas, serem alvo de uma verdadeira distorção, se, aqueles que os rodeiam refletirem uma imagem limitativa, de inferioridade ou de desprezo por eles mesmos. 
3. O RECONHECIMENTO DA [AUTO]IDENTIDADE CULTURAL: O NÃO-RECONHECIMENTO COMO DEPRECIAÇÃO OU DEFORMAÇÃO DA IDENTIDADE. 
Todo tipo de julgamento depreciativo gera um efeito de deterioração de subjetividade do indivíduo, do seu interior, tendo consequências psicológicas. 
4. A RELAÇÃO ENTRE POLÍTICA DE RECONHECIMENTO E EDUCAÇÃO:
4.1. A RELAÇÃO ENTRE MULTICULTURALISMO E AS OBRAS ESCOLARES.
4.2. UM RECONHECIMENTO AUTÊNTICO: O ENCONTRO ENTRE DOIS HORIZONTES.
5. O RECONHECIMENTO RELACIONADO AO “STATUS” SOCIAL: A EXIGÊNCIA DA PARIDADE PARTICIPATIVA – NANCY FRASER. 
· Aula dia 24.03.2025
6. O RECONHECIMENTO BASEADO NA NOÇÃO PRAGMÁTICA DE JUSTIÇA
A questão de reconhecer o outro a partir da possibilidade dos questionamentos dos próprios preconceitos é importante.
Questão de reconhecimento como status social: não deve garantir apenas o estigma social, mas também a possibilidade de participar da sociedade de forma paritária (com igualdade).
A ideia de reconhecimento deve orientar a própria pragmática dos movimentos sociais. Então, estamos diante de um país periférico, onde as desigualdades sociais são gritantes, sendo importante os movimentos sociais.
Mas esses movimentos sociais não podem afastar do problema material (pragmático), que é exatamente da desigualdade social. Condições materiais são tão precárias que o problema mais agudo tem que ser resolvido antes.
A ideia da pragmática está ligada com a ideia de efetividade. Não é apenas uma questão identitária que está em jogo, a impossibilidade de participar da sociedade de forma igualitária também envolve a questão material. 
As condições primárias básicas não estão instituídas, o que impossibilita a participação igualitária na sociedade. Falta condições sociais para as questões de paridade participativa. 
A questão pragmática da justiça tem relação com a efetividade da pauta que está sendo colocada. Se aumenta a paridade participativa, é uma pauta importante, se não, não faz sentido. 
6.1. A REGRA DA PARIDADE PARTICIPATIVA COMO JUSTIFICATIVA PARA O RECONHECIMENTO.
A paridade participativa é defender um tipo de sociedade onde fosse possível perceber diferenças muito diminuídas, que estariam elencadas na possibilidade de jovens de classes diferentes pudessem realizar os seus objetivos profissionais em níveis paritários. 
Assim, não é apenas uma questão psicológica de respeito a identidade do outro, mas a questão material de possibilidade de paridade participativa. 
6.2. A REJEIÇÃO DE QUALQUER TIPO DE DEMANDA POR INSTITUCIONALIZAÇÃO DE VALORES QUE CONTRIBUEM PARA PIORAR AS CONDIÇÕES ATUAIS DE PARIDADE PARTICIPATIVA, COMO VALORES RACISTAS, XENÓFOBOS, HOMOFÓBICOS etc. 
Todo tipo de pauta paritária que busca reduzir o outro não tem sentido, não tem qualquer objetivo aí, e vai afastar/reduzir a ideia de paridade participativa. Essas pautas diminuem a possibilidade de todos participarem da sociedade de forma paritária. 
Se a questão é fazer com que todos possam participar da sociedade com paridade, pautas racistas/xenófobas/homofóbicas não podem entrar nisso. Não é uma questão ética, de avaliar os valores, mas sim uma questão prática de observar se essas pautas vão contribuir para a paridade participativa. 
Aqui tem um objetivo muito bem definido: fazer com que todos possam participar da sociedade de forma paritária. 
6.3. RELEVÂNCIA DA PROBLEMÁTICA DO MULTICULTURALISMO E OS DIREITOS HUMANOS. 
Tem uma ligação muito importante entre o multiculturalismo e os direitos humanos. Hoje em dia há uma maior preocupação na jurisprudência, nas convenções internacionais. 
Pensar nos direitos humanos é pensar também na problemática do multiculturalismo. Mas tem que ter a ideia da paridade participativa, para que a pauta não seja apenas da defesa da identidade, porque aí qualquer grupo poderia defender a sua identidade (ex.: nazistas, homens etc.).

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