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Valentia Escola de Educação Profissional Viamonense 
 
 
 
 
Cirurgia Vascular 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Viamão / RS 
2022 
2 
 
 
Valentia Escola de Educação Profissional Viamonense 
 
Ana Paula Witt Marques 
 
 
 
 
 
 
Cirurgia Vascular 
 
 
 
Trabalho elaborado para a disciplina de 
Instrumentação Cirúrgica, apresentado à 
escola Valentia educação profissional como 
parte das exigências para obtenção da 
conclusão do curso. 
Orientador (a): Enfª. Deise Hoffmann. 
 
 
 
Viamão / RS 
2022 
Sumário 
 
1. INTRODUÇÃO................................................................................................ 6 
1.1. CC – Centro Cirúrgico .............................................................................. 6 
1.2. Cirurgia Vascular ...................................................................................... 6 
1.3. Objetivo: ................................................................................................... 6 
2. Procedimentos/cirurgias - vasculares ............................................................. 7 
2.1. ByPass ..................................................................................................... 7 
2.1.1. Definição: ...................................................................................... 7 
2.1.2. Pré-operatório ............................................................................... 7 
2.1.3. Pós operatório ............................................................................... 7 
2.2. Arteriografia .............................................................................................. 8 
2.2.1. Definição: ...................................................................................... 8 
2.2.2. Preparo para o exame ................................................................... 8 
2.3. Arterioplastia ............................................................................................ 9 
2.3.1. Definição ....................................................................................... 9 
2.3.2. Preparo para o exame ................................................................... 9 
2.4. Amputação ............................................................................................. 10 
2.4.1. PRE OPERATÓRIO - AMPUTAÇÃO .......................................... 10 
2.4.2. FASE PÓS-CIRURGICA IMEDIATA - AMPUTAÇÃO.................. 11 
2.5. Fav – Confecção de Fístula Arteriovenosa ............................................ 12 
2.5.1. Pré operatório .............................................................................. 12 
2.5.2. Pós operatório ............................................................................. 12 
2.6. Safenectomia ......................................................................................... 14 
2.6.1. Indicações ................................................................................... 14 
2.6.2. Pré operatório .............................................................................. 14 
2.6.3. Pós operatório ............................................................................. 14 
4 
 
2.7. Cirurgia de varizes ................................................................................. 16 
2.7.1. Sintomas de varizes. ................................................................... 16 
2.7.2. Causas de varizes ....................................................................... 16 
2.7.3. Cirurgia ........................................................................................ 17 
2.7.4. Procedimentos disponíveis para varizes. .................................... 17 
2.7.5. Pré operatório .............................................................................. 18 
2.7.6. Pós operatório ............................................................................. 18 
2.8. Correção de aneurisma abdominal ........................................................ 20 
2.8.1. Pré operatório .............................................................................. 21 
2.8.2. Pós operatório ............................................................................. 21 
3. Função do instrumentador em centro cirúrgico ............................................ 22 
3.1. Descrição ............................................................................................... 22 
3.2. Descrição detalhada ............................................................................... 22 
4. Função do circulante de sala em centro cirúrgico ........................................ 23 
5. Pós operatório – SR (sala de recuperação) .................................................. 24 
5.1. sala de recuperação pós-anestésica ...................................................... 24 
5.2. Admissão:............................................................................................... 24 
5.3. Cuidados de Enfermagem com Pacientes na SRPA .............................. 24 
6. Equipamentos indispensáveis para o centro cirúrgico .................................. 26 
7. Instrumentos Cirúrgicos utilizados em cirurgias Vasculares ......................... 27 
8. Norma Regulamentadora nº 32 (NR 32) do Ministério do Trabalho ............. 28 
8.1. Principais EPI’S hospitalares .............................................................. 29 
9. Checklist - Cirurgia segura ........................................................................... 30 
9.1. Principais intervenções: ......................................................................... 30 
9.1.1. Antes da indução anestésica: ...................................................... 30 
9.1.2. Antes da incisão cirúrgica (Pausa Cirúrgica) ............................... 30 
9.1.3. Antes do paciente sair da sala de cirurgia ................................... 30 
5 
 
10. conclusão ..................................................................................................... 31 
11. Apêndices ..................................................................................................... 32 
11.1. Centro cirúrgico : .................................................................................... 32 
11.2. EPI’s Hospitalares usados em Centro Cirúrgico: .................................... 32 
11.3. Instrumentais utilizados em cirurgia vascular: ........................................ 33 
12. REFERÊNCIAS ............................................................................................ 35 
 
 
6 
 
1. INTRODUÇÃO 
1.1. CC – CENTRO CIRÚRGICO 
O Centro Cirúrgico é definido como um conjunto de atividades destinadas à 
cirúrgica e à recuperação anestésica. Sua estrutura é composta pelo (CC) Centro 
Cirúrgico, (SR) Sala de Recuperação e (CME) Centro de Material e Esterilização. 
Caracterizado com uma estrutura, administrativa e psicossocial, localizado dentro de 
uma unidade hospitalar. Nele contém cinco subsistemas: metas e valores; 
tecnológico; estrutural; psicossocial; administrativo. Sendo assim, um dos sistemas 
mais importantes dentro de um hospitalar. Contudo, é necessário haver integração 
entre todas as áreas do hospital para que seu funcionamento seja preciso e eficaz. As 
normas de qualidade e a individualização do cuidado, determinarão o resultado. 
1.2. CIRURGIA VASCULAR 
A cirurgia vascular trata dos vasos sanguíneos, veias, artéria e sistema linfático, 
cuidando de todo sistema circulatório e doenças que o envolvem, como, aneurisma 
abdominal e aterosclerose. Com exceções do cérebro e o coração, pois tratados por 
neurologistas e cardiologistas. 
1.3. OBJETIVO: 
O presente trabalho tem o objetivo de explanar sobre cirurgias vasculares, pré 
e pós operatório, instrumentais utilizados na cirurgia e/ou procedimento, tarefas do 
técnico instrumentador e técnico circulante de sala, trazendo os seguintes 
procedimentos desenvolvidos em centro cirúrgico:• Bypass; 
• Arteriografia; 
• Arterioplastia; 
• Amputação; 
• Fav – Confecção de Fístula Arteriovenosa; 
• Safenectomia; 
• Cirurgia de varizes; 
• Correção de aneurisma abdominal. 
7 
 
2. PROCEDIMENTOS/CIRURGIAS - VASCULARES 
2.1. BYPASS 
2.1.1. Definição: 
A cirurgia para bypass é usada para o tratamento da insuficiência vascular 
periférica. Trata artérias com estreitamentos criando um desvio, ou ponte (bypass), 
permitindo assim, que o sangue circule. Para essa construção, é utilizado um enxerto, 
de material sintético, ou de parte de uma veia da perna do próprio paciente. 
As artérias normalmente têm paredes elásticas. Com o envelhecimento, elas 
endurecem, causando uma reação inflamatória crônica chamada de aterosclerose. 
Forma-se uma placa de colesterol, cálcio e tecido fibroso, que se acumulam nas 
paredes das artérias prejudicando o fluxo sanguíneo, diminuindo o fornecimento de 
oxigênio aos órgãos e aos músculos. 
O paciente com sintomas de aterosclerose é um candidato à cirurgia (bypass). 
Sintomas: Dor nos braços ou pernas durante atividade física, e até o desenvolvimento 
de ulcerações ou gangrenas em casos mais graves. 
2.1.2. Pré-operatório 
• Parar de fumar ao menos um mês antes da cirurgia 
• Jejum de 12 horas; 
• Levar exames prescritos pelo médico. 
2.1.3. Pós operatório 
• O paciente pode ficar hospitalizado por 5 a 10 dias, e os pontos 
costumam ser retirados entre 7 e 14 dias após o procedimento. 
• Logo após a cirurgia, o paciente é orientado a retornar ao consultório 
para avaliações periódicas. 
 
• Na ocorrência de febre, dor ou na presença de vermelhidão, inchaço ou 
secreção no local da incisão, o médico deve ser comunicado 
imediatamente, pois esses são sinais que indicam infecção 
 
8 
 
2.2. ARTERIOGRAFIA 
2.2.1. Definição: 
A arteriografia, também conhecida por angiografia, é um meio de diagnóstico 
que permite observar a circulação de sangue e os vasos sanguíneos de uma 
determinada região do organismo, para que se possam identificar possíveis alterações 
ou lesões, que estejam a causar determinado sintomas. 
As regiões em que este exame é mais usado são a retina, o coração e o cérebro 
e, para que seja possível realizá-lo, é necessário utilizar uma substância de contraste, 
que torna os vasos sanguíneos mais visíveis. 
 
2.2.2. Preparo para o exame 
Antes do exame, é recomendado suspender tratamentos que envolvam 
medicamentos antiagregantes plaquetários ou anticoagulantes, pois interferem com a 
coagulação sanguínea. 
Não se deve comer nem beber depois da meia noite do dia que antecede o 
exame. 
No entanto, em alguns casos, este exame pode ter que ser realizado de 
emergência, não sendo possível fazer uma preparação prévia. 
 
 
 
 
 
 
 
 
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2.3. ARTERIOPLASTIA 
2.3.1. Definição 
A arteriografia, também conhecida por angiografia, é um meio de diagnóstico 
que permite observar a circulação de sangue e os vasos sanguíneos de uma 
determinada região do organismo, para que se possam identificar possíveis alterações 
ou lesões, que estejam a causar determinado sintomas. 
As regiões em que este exame é mais usado são a retina, o coração e o cérebro 
e, para que seja possível realizá-lo, é necessário utilizar uma substância de contraste, 
que torna os vasos sanguíneos mais visíveis. 
A metodologia do exame varia de acordo com a região. 
 
2.3.2. Preparo para o exame 
• Suspender tratamento com medicações antiagregantes plaquetários ou 
anticoagulantes; 
• Não comer nem beber depois da meia noite do dia que antecede o 
exame; 
• Em alguns casos, este exame pode ser realizado de emergência, não 
sendo possível fazer uma preparação prévia. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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2.4. AMPUTAÇÃO 
É a retirada total ou parcial de um membro, sendo este um método de 
tratamento para diversas doenças. 
A cirurgia de amputação tem por objetivo retirar o membro acometido e criar 
novas perspectivas para a melhora da função da região amputada. 
A reabilitação deverá contar com uma equipe multiprofissional que pode ser 
composta, por exemplo, por médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, terapeutas 
ocupacionais e psicólogos. 
O projeto terapêutico do paciente deve ser pactuado dentro da equipe 
multiprofissional, objetivando garantir uma atenção integral e evitando a existência de 
condutas conflituosas. 
 
2.4.1. PRE OPERATÓRIO - AMPUTAÇÃO 
 Na fase pré-cirúrgica, a menos que exista alguma contraindicação clínica, 
diversas ações de reabilitação, incluindo um programa de condicionamento 
cardiopulmonar, já podem ser iniciadas. A abordagem de atenção pré-operatória, em 
termos gerais, envolve a avaliação física detalhada do paciente, os esclarecimentos 
sobre o prognóstico funcional, as discussões sobre dor fantasma e sobre as metas de 
reabilitação de curto, médio e longo prazo. 
devem ser avaliados a amplitude de movimento (ADM) das articulações e a 
força muscular, tanto do segmento envolvido como dos membros contralaterais, o 
grau de independência do indivíduo para a realização das Atividades de Vida Diária 
(AVDs), o condicionamento físico, o suporte social e a forma de enfrentamento do 
paciente diante da cirurgia. 
Nos casos de cirurgias eletivas, a preparação psicológica prévia do paciente 
reforça a habilidade do mesmo em lidar com o processo operatório e em aceitar a 
prótese, na fase de reabilitação. Abordagens visando ao controle da dor, ao ganho ou 
à manutenção das amplitudes de movimento e à força muscular devem ser instituídas, 
sempre que possível 
11 
 
2.4.2. FASE PÓS-CIRURGICA IMEDIATA - AMPUTAÇÃO 
Transferências, deslocamentos e treino de marcha. 
Anterior ao treino de marcha, todo paciente amputado deve ser orientado a 
como realizar suas transferências de postura e deslocamentos. Grande parte dos 
pacientes amputados utiliza a cadeira de rodas como meio de deslocamento; é 
importante que este equipamento seja adequado e ajustado à anatomia do paciente. 
Amputados com nível igual ou inferior ao trans tibial devem utilizar uma cadeira de 
rodas com apoio adequado ao coto de amputação, mantendo o joelho em extensão a 
fim de prevenir encurtamentos e contraturas em flexão. 
Dessensibilização do coto 
Deve-se orientar o paciente a como dessensibilizar o coto utilizando técnicas 
de massagem (tomando os cuidados necessários com a ferida cirúrgica), utilizando 
diversos estímulos sensoriais (água quente e fria, diferentes texturas), realizando 
contrações e exercícios utilizando o espelho. 
• Orientações domiciliares (cartilha), acessibilidade para o momento da alta. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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2.5. FAV – CONFECÇÃO DE FÍSTULA ARTERIOVENOSA 
Fístula Arteriovenosa é um acesso vascular para realizar hemodiálise. É a 
junção de uma veia e uma artéria, feita pelo cirurgião vascular com anestesia local; 
com isso, a veia torna-se mais calibrosa e resistente, possibilitando que as punções 
com as agulhas de hemodiálise possam ocorrer sem complicações. Recomenda-se 
iniciar sua utilização após um período chamado “de maturação”, que pode variar entre 
4 e 6 semanas, a partir do qual pode ser realizada a primeira punção venosa. 
2.5.1. Pré operatório 
• Jejum de 8 horas para sólidos e líquidos; 
• Internar com 3 horas de antecedência (levar os documentos pessoais 
para cadastro); 
• Levar todos os exames solicitados no pré operatório; 
• As medicações de uso contínuo só devem ser suspensas conforme 
orientação da equipe; 
• O paciente deve estar acompanhado de um adulto maior de 18 anos. 
Para o momento da alta hospitalar geralmente realizada no mesmo dia 
do procedimento. 
 
2.5.2. Pós operatório 
• Manter o local de acesso venoso limpo, a fim de evitar infecções; 
• Manter repouso relativo do Membro operado, exceção feita para 
realização de exercícios com resistência controlada, conforme orientado 
na ocasião da alta. (apertar a bolinha); 
• Realizar curativo diário simplesapós higienização local com sabão 
neutro; 
• Evitar roupas apertadas no membro operado; 
• Evitar qualquer tipo de adorno que possa provocar garrote no membro 
operado. (bolsas com alças, sacolas, relógios, pulseiras); 
• Evitar dormir sobre o membro; 
• A sensação de vibração ao palmar a região da Fístula é normal e 
representa um bom sinal de sucesso do procedimento; 
13 
 
• A fístula confeccionada será liberada parabuso após 45 dias e pode ser 
avaliada pela equipe; 
• Retorno ao consultório em 7 dias. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
14 
 
2.6. SAFENECTOMIA 
É uma cirurgia indicada para o tratamento de varizes quando ocorre dilatação 
excessiva da veia safena, ou quando esta veia já não funciona mais como deveria 
para fazer o retorno de sangue das pernas para o coração, por exemplo. 
A safena é uma grande veia que começa na virilha, passa pelo joelho, onde se 
divide em duas veias menores, que continuam até os pés. A retirada da veia safena 
geralmente não é prejudicial à saúde, pois existem outros vasos, mais profundos, que 
também contribuem para o retorno do sangue para o coração. 
2.6.1. Indicações 
• Trombose das varizes. Isso acontece quando os coágulos se formam 
dentro deles, o que impede o fluxo sanguíneo normal; 
• Flebite. Inflamação das veias devido a coágulos e trombos; 
• Hemorragias. Devido à alta probabilidade de ruptura das veias dilatadas 
e inflamadas; 
• Úlceras venosas. As varizes quebradas levam muito tempo para 
cicatrizar e podem levar à formação de úlceras, mais frequentemente em 
pessoas com diabetes; 
• Pigmentações e doenças de pele. Qual é a única indicação estética da 
safenectomia. 
 
2.6.2. Pré operatório 
Antes de realizar a cirurgia, o médico geralmente indica exames de imagem, 
como o ultrassom das pernas, que pode mostrar as alterações das veias e da 
circulação do sangue, e exames de sangue, como hemograma e coagulograma, para 
avaliar o estado de saúde geral e a coagulação sanguínea. 
2.6.3. Pós operatório 
• Repousar o máximo possível nos primeiros 3 a 4 dias após a cirurgia; 
• Manter as pernas elevadas com auxílio de travesseiros quando deitar ou 
um banquinho quando se sentar; 
15 
 
• Tomar os remédios para controle da dor, como anti-inflamatórios ou 
analgésicos, nos horários certos conforme indicado pelo médico; 
• Trocar o curativo, conforme orientado pelo enfermeiro, tendo o cuidado 
de sempre lavar as mãos antes e após trocar o curativo; 
• Utilizar meias elásticas para a compressão das pernas, conforme 
recomendação médica; 
• Não fazer exercícios físicos ou se expor ao sol por 1 mês. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
16 
 
2.7. CIRURGIA DE VARIZES 
O tratamento de varizes pode ser feito com laserterapia, escleroterapia com 
espuma ou com glicose, nos casos graves cirurgia indicadas pelo médico 
(angiologista) conforme as características e sintomas como: 
• Dor; 
• Inchaço; 
• Úlceras. 
O tratamento incluir remédios para melhorar a circulação sanguínea, e 
cuidados como: Evitar ficar muito tempo sentado ou de pé, pois mantem a circulação 
sanguínea funcionante, diminuindo as varizes e os sintomas. 
 
2.7.1. Sintomas de varizes. 
• Dilatação das veias superficiais, que ficam mais evidentes na pele; 
• Sensação de peso nas pernas; 
• Formigamento; 
• Maior sensibilidade na região; 
• Manchas escuras na perna; 
• Inchaço na perna; 
• Coceira no local da veia. 
 
2.7.2. Causas de varizes 
• Uso de anticoncepcionais; 
• Obesidade; 
• Sedentarismo; 
• Atividade profissional, pois ficar sentado ou em pé por muito tempo 
podem levar ao aparecimento de varizes; 
• Gravidez; 
• Idade avançada; 
• Histórico de trombose venosa profunda. 
17 
 
Além disso, as varizes podem ser resultado de fatores genéticos, sendo 
considerada uma condição hereditária. 
 
2.7.3. Cirurgia 
A cirurgia para varizes é indicada para os casos mais graves, quando outras 
formas de tratamento não-invasivo não eliminam o desconforto e aparência das 
varizes nas pernas. 
Existem vários tipos de cirurgia, mas nenhum é definitivo, sendo que as varizes 
podem voltar a aparecer, especialmente se não existirem cuidados, como alimentação 
equilibrada e prática de exercícios físicos regularmente. 
 
2.7.4. Procedimentos disponíveis para varizes. 
1. Injeção de espuma 
Também conhecida como escleroterapia com espuma, injeta-se uma espuma 
especial diretamente nas veias dilatadas que estão provocando as varizes, impedindo 
que o sangue circule por aquele vaso. 
2. Cirurgia a laser 
Indicada para tratar vasinhos ou varizes pequenas, feita com laser, aplicado 
diretamente sobre o vaso da variz. Provocando calor dentro do vaso, eliminando-o, 
até que desapareça completamente. 
3. Radiofrequência 
A radiofrequência funciona é semelhante à cirurgia laser. Insere-se um 
pequeno cateter no interior da veia e, utilizando radiofrequência, aquece a ponta, 
deixando-a quente o suficiente para levar o vaso a fechar. 
4. Microcirurgia de varizes 
Também conhecida como flebectomia ambulatória, é feita no consultório do 
cirurgião vascular com anestesia local. Faz-se pequenos cortes sobre as varizes e 
remove os vasos que estão provocando as varizes mais superficiais. 
18 
 
5. Remoção da veia safena 
Esta operação é utilizada em casos de varizes mais profundas ou grandes. Faz-
se um corte na perna e remove toda a veia safena, que não está em funcionamento. 
O sangue continua circulando por outras veias sem levar ao aumento da pressão pois 
não consegue passar pela safena. 
 
2.7.5. Pré operatório 
• Jejum a partir das 23h da véspera da cirurgia (se a cirurgia for as 7h da 
manhã seguinte); 
• Não tomar água ou café da manhã; 
• Chegar ao hospital 2h antes da cirurgia; 
• Levar os exames (s.e for o caso); 
• Pode lavar e secar as pernas com cuidado; 
• Não passar cremes, hidratantes, óleos etc. 
 
2.7.6. Pós operatório 
No Hospital, após recuperação da anestesia (acordado/movimentando as 
pernas), se desejar, poderá levantar-se com o auxílio da enfermagem, para ir ao 
banheiro. 
Recomendações: 
• Dieta livre; 
• Não molhar as faixas. Retirá-las após 3 dias da cirurgia e após usar meia 
elástica; 
• Após a retirada das Faixas os banhos podem ser normais. Não retirar os 
micropores; 
• Em caso de dor pode ser utilizados analgésicos comuns prescrito; 
• Sol: evitar exposição (praia, piscina etc.) durante 30 dias. 
• Primeira revisão pós operatória para retirar os curativos e os pontos 5 
ou 7 dias após a cirurgia. 
• Evitar fazer esforços, como subir ou descer escadas, nos 2 a 7 dias; 
19 
 
• Manter alguma atividade física, fazendo pequenas caminhadas em casa; 
• Deitar-se com os pés mais elevados que o quadril, para permitir a 
drenagem; 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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2.8. CORREÇÃO DE ANEURISMA ABDOMINAL 
O aneurisma é definido como uma dilatação maior que 50% do diâmetro 
adequado para um vaso sanguíneo. Em alguns casos, a dilatação pode ser tão intensa 
que o vaso pode romper, causando sangramento interno. 
O local mais comum de dilatação da aorta é na sua porção abdominal. 
O ANEURISMA DA AORTA ABDOMINAL quando se rompe, leva a uma 
mortalidade muito elevada e pode ser considerada como a mais importante catástrofe 
cirúrgica para o cirurgião vascular. Mais de 80% dos pacientes morrem. 
O ANEURISMA DA AORTA ABDOMINAL ROTO Pode ser, em alguns casos, 
a primeira manifestação clínica dele. 
CAUSAS: 
• ARTERIOESCLEROSE da aorta; 
• GENÉTICA; 
• SEXO MASCULINO. 
 
 SINTOMAS: 
Podem não causar qualquer sintoma, e de maneira geral são descobertos 
durante um exame clínico ou exames de imagem do abdômen como: Raios-X, 
ultrassom, tomografia ou ressonância magnética. 
Os sintomas podem aparecer quando o aneurisma atinge diâmetros elevados, 
causando impressão de ‘coração batendona barriga’, ou quando comprimem 
estruturas vizinhas, como intestino, estômago e outros, causando dor e desconforto 
abdominal. 
 
 TRATAMENTO: 
O tratamento pode ser clínico (através de controle dos fatores de risco e 
acompanhamento), cirúrgico aberto (com cortes) ou cirúrgico endovascular, através 
da colocação de endopróteses. 
21 
 
2.8.1. Pré operatório 
• Orientar o paciente e familiares sobre o procedimento; 
• Prover apoio emocional e psicológico; 
• Orientar para os cuidados pós-operatório e seu processo de 
recuperação; 
• Controlar a pressão arterial; 
• Ofertar aporte ventilatório, controle da dor, orientar repouso absoluto no 
leito; 
• Preparar a pele com banho a base de clorexidina, degermante evitando 
a proliferação de micro-organismos, evitando futuramente complicações 
como infecção; 
• Garantir acesso venoso de grande calibre; 
• Orientar, controlar e supervisionar o jejum do paciente, controle da 
ansiedade 
 
2.8.2. Pós operatório 
• Controle de balanço hídrico; 
• Atenção para sinais de choque, dentre eles: bradicardia, taquicardia, 
taquipneia devido a diminuição do enchimento capilar dos membros 
inferiores. 
• Controle de todos os Sinais Vitais do paciente operado; 
 
 
 
 
 
 
 
 
22 
 
3. FUNÇÃO DO INSTRUMENTADOR EM CENTRO CIRÚRGICO 
3.1. DESCRIÇÃO 
Desenvolvem tarefas pertinentes a instrumentalização de materiais e 
equipamentos necessários à realização de cirurgias. 
 
3.2. DESCRIÇÃO DETALHADA 
1. Preparar as salas de cirurgia, com equipamentos, mesas, 
medicamentos, material de sutura e anti-sepsia. 
2. Preparar o instrumental cirúrgico, segundo o tipo de cirurgia. 
3. Desempenhar tarefas relacionadas a intervenções cirúrgicas médico-
odontológicas, posicionando de forma adequada o instrumental, passando-o 
ao cirurgião e realizando outros trabalhos de apoio. 
4. Conferir qualitativa e quantitativamente os instrumentos cirúrgicos, após 
o término das cirurgias. 
5. Realizar a esterilização do material cirúrgico. 
6. Propor a aquisição de novos instrumentos para reposição daqueles que 
estão avariados ou desgastados. 
7. Zelar, permanentemente, pelo estado funcional dos aparelhos que 
compõe as salas de cirurgia. 
8. Executar tarefas pertinentes à área de atuação, utilizando-se de 
equipamentos e programas de informática. 
9. Executar outras tarefas para o desenvolvimento das atividades do setor, 
inerentes à sua função. 
23 
 
4. FUNÇÃO DO CIRCULANTE DE SALA EM CENTRO CIRÚRGICO 
• Verificar o estado de conservação e funcionamento dos aparelhos e 
equipamentos, solicitando conserto e troca imediatos; 
• Verificar a temperatura e iluminação do CC; 
• Controlar o estoque de material esterilizado e as respectivas datas de 
esterilização; 
• Responsabilizar-se pela identificação e encaminhamento das peças cirúrgicas 
aos laboratórios especializados; 
• Prover a sala de operação com recursos adequados às necessidades do cliente 
segundo as especificidades de cada intervenção anestésicorúrgica; 
• Montar a sala de operação; 
• Auxiliar no transporte da maca para a mesa de cirurgia e vice-versa, assim 
como no seu posicionamento, procurando manter sua privacidade e 
permeabilidade de cateteres e sondas; 
• Desenvolver procedimentos técnicos como sondagem vesical, punção venosa, 
na ausência do enfermeiro: 
• Observar o bom funcionamento do sistema de gases; 
• Estar atento para a placa de energia do eletrocauterio; 
• Auxiliar na paramentação da equipe cirúrgica, e atentar para a técnica 
asséptica na abertura dos materiais estéreis; 
• Auxiliar o anestesiologista na indução e reversão do procedimento anestésico; 
• Realizar o controle de débito de materiais utilizados; 
• Encaminhar o paciente para a sala de recuperação cirúrgica -SR.; 
• Ao término do procedimento cirúrgico proceder à desmontagem do CC, e 
encaminhar os materiais contaminados ao CME; 
• Realizar o registro de todas as informações no prontuário ou impresso 
padronizado pela instituição. 
24 
 
5. PÓS OPERATÓRIO – SR (SALA DE RECUPERAÇÃO) 
5.1. SALA DE RECUPERAÇÃO PÓS-ANESTÉSICA 
Esta é a área em que o paciente permanece logo após o término da cirurgia. 
Nesse ambiente, o anestesista é o principal profissional responsável, mas ele 
conta com o apoio das equipes de enfermagem e médica para realizar o 
acompanhamento e prezar pelo bem-estar pós-operatório do paciente. 
Em certos casos – quando são realizadas operações de alta complexidade – a 
recuperação pós-anestésica pode ocorrer nas Unidades de Terapia Intensiva (UTI). 
5.2. ADMISSÃO: 
• Desde a admissão até o momento da alta, os pacientes permanecerão 
monitorados quanto: 
• A circulação, incluindo aferição da pressão arterial e dos batimentos 
cardíacos e determinação contínua do ritmo; 
• A respiração, incluindo determinação contínua da oxigenação do sangue 
arterial e oximetria de pulso; 
• Cardíaco, por meio da cardioscopia; 
• Ao estado de consciência; 
• A intensidade da dor. 
 
5.3. CUIDADOS DE ENFERMAGEM COM PACIENTES NA SRPA 
• Conferir a identificação da paciente; 
• Fazer exame físico; 
• Monitorar Frequência Cardíaca (FC), PA, saturação de oxigênio, 
temperatura, nível de consciência e dor; 
• Manter vias aéreas permeáveis; 
• Instalar nebulização de oxigênio para manter a oximetria; 
• Promover conforto e aquecimento; 
• Verificar condições do curativo (sangramentos), fixação de sondas e 
drenos; 
25 
 
• Anotar débitos de drenos e sondas; 
• Fazer balanço hídrico caso necessário; 
• Observar dor, náusea e vômito e comunicar anestesiologista; 
• Administrar analgésicos, antieméticos e antibióticos conforme prescrição 
médica; 
• Manter infusões venosas e atentar para infiltrações e imitações 
cutâneas; 
• Observar queixas de retenção urinária; 
• Minimizar fatores de estresse; 
• Orientar a paciente sobre o término da cirurgia, garantir sua privacidade 
e zelar por sua segurança; 
• Comunicar o anestesiologista de plantão intercorrências relacionadas às 
pacientes assistidas. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
26 
 
6. EQUIPAMENTOS INDISPENSÁVEIS PARA O CENTRO CIRÚRGICO 
Neste ambiente hospitalar, é necessário ter equipamentos para atender os 
pacientes e realizar cirurgias de modo eficiente, assim é importante saber quais 
equipamentos de centro cirúrgico são obrigatórios. 
Os equipamentos utilizados em uma sala cirúrgica são classificados em fixos e 
móveis. 
Os equipamentos fixos são: 
• Foco Central; 
• Negatoscópio; 
• Sistema de Canalização de ar e gases; 
• Prateleira. 
 
Os equipamentos móveis são: 
• Mesa cirúrgica e acessórios; 
• Aparelho de anestesia; 
• Mesas auxiliares para instrumentos cirúrgicos; 
• Foco cirúrgico; 
• Aparelhos monitores; 
• Estrado; 
• Aspirador de secreções; 
• Bisturi elétrico. 
 
 
 
27 
 
7. INSTRUMENTOS CIRÚRGICOS UTILIZADOS EM CIRURGIAS VASCULARES 
Afastador Farabeuf 12cm 
Afastador Farabeuf 14cm 
Pinça Backhaus 11cm 
Pinça Schnidt curva 21cm 
Pinça Micromosquito reta 12cm 
Pinça Micromosquito curva 12cm 
Gemini curva 18cm 
Pinça Kelly delicada reta 16cm 
Pinça Kelly delicada curva 16cm 
Pinça Moynihan curva 21cm 
Porta-agulha Crile-Wood del.c/ vídea 15cm 
Porta-agulha Mayo-Hegar c/vídea 18cm 
Porta-agulha Mayo-Hegar c/vídea 26cm 
Tesoura Metzenbaum Delicada reta 18cm 
Tesoura Metzenbaum Delicada curva 20cm 
Pinça De Bakey (Satinski) 26m boca 5,5cm 
Pinça De Bakey 28cm ângulo 60˚ p/aorta e gastrointestinal-arco 9cm 
Pinça dissecção De Bakey 2,0mm larg de bc ang. 24cm 
Pinça dissecção De Bakey 2,0mm larg de bc ang. 30cm 
Pinça De Bakey (Satinski) 26cm boca 4,5cm 
Clips Mayo-Bunt 
Pinça dissecção De Bakey 2,0mm de largura boca ang. 20cm 
28 
 
8. NORMA REGULAMENTADORA Nº 32 (NR 32) DO MINISTÉRIO DO TRABALHO 
A segurança do paciente e da equipe é uma questão de extrema importância 
para a saúde, e isso diz respeito a promover medidas de segurança para diminuir os 
riscos de infecçõesno centro cirúrgico. 
A prevenção de infecção é responsabilidade de todos que trabalham na área 
da saúde. O fator ambiental é particularmente importante para o centro cirúrgico pois 
a (temperatura, circulação do ar e condições de iluminação) podem afetar a segurança 
do paciente. 
Garantir a segurança do paciente é o principal foco. Os equipamentos de 
proteção individual nunca foram tão importantes do que no mundo de hoje. A roupa 
especializada e equipamentos para olhos, rosto, cabeça, corpo e extremidades, 
dispositivos respiratórios; e escudos de proteção e barreiras que são projetadas para 
proteger de lesões ou exposição ao sangue, tecido ou fluidos corporais de um 
paciente. 
A Norma Regulamentadora nº 32 (NR 32) do Ministério do Trabalho foi 
estabelecida com o objetivo de definir diretrizes básicas para a saúde. Nela constam 
medidas preventivas para um trabalho seguro que devem ser seguidas tanto por 
trabalhadores quanto por empresas. 
Com isso muitos acidentes podem ser evitados utilizando os EPI's, dispositivos 
necessários, descartar os lixos em locais adequados como agulhas em caixas 
coletoras até mesmo a vacinação é preconizada. 
 
 
 
 
 
 
 
29 
 
8.1. PRINCIPAIS EPI’S HOSPITALARES 
Luvas: EPI básico para proteção contra riscos biológicos e químicos. É um 
equipamento resistente para a manipulação de produtos contaminantes. 
Avental: É um dos EPIS mais utilizados em centros cirúrgicos. Ele ajuda na barreira 
contra substâncias que possam contaminar. 
Touca: A touca protege de duas formas: protege a pessoa que estiver utilizando, 
evitando a contaminação por partículas que possam entrar no couro cabeludo, e 
evita quedas de fios de cabelo. 
Óculos: Evita qualquer tipo de exposição dos olhos a componentes radioativos e 
outros componentes. 
Máscara cirúrgica: Empregada em diversos procedimentos, a máscara cirúrgica 
combate acidentes de risco biológico, evita a transmissão de doenças por meio de 
fluidos durante o contato dos profissionais de saúde com o paciente. 
Sapatos fechados: São utilizados pelos colaboradores durante o dia a dia de 
trabalho e na realização de procedimentos clínicos e hospitalares. Eles são 
imprescindíveis em locais com umidade e quantidade considerável de material 
infectante e perfurocortantes, tais como centros cirúrgicos e central de esterilização. 
Máscara com filtro químico: É indicado para profissionais que necessitam 
manipular substâncias químicas tóxicas — germicidas com emissão de fortes 
odores, por exemplo. Protege o organismo contra os efeitos de produtos químicos. 
Máscara PFF2/N95: Esse tipo de máscara é aconselhado para a proteção contra 
doenças específicas, pois impede completamente que os agentes nocivos à saúde e 
presentes no ar acessem as vias aéreas dos profissionais de saúde. 
Ela evita, por exemplo, a transmissão de varicela, sarampo, tuberculose, síndromes 
respiratórias graves e COVID-19, provocada pelo contato com o vírus Sars-CoV-2. 
Protetor facial de acrílico: Deve ser utilizado em laboratórios, durante a limpeza 
mecânica de instrumentos hospitalares (central de esterilização, por exemplo) e até 
mesmo no setor de necropsia. Protege toda a face, inclusive a parte lateral. 
30 
 
9. CHECKLIST - CIRURGIA SEGURA 
O protocolo de Cirurgia Segura foi criado com objetivo de reduzir a ocorrência 
de incidentes e eventos adversos, a mortalidade cirúrgica e aumentar a segurança 
na realização de procedimentos cirúrgicos. 
9.1. PRINCIPAIS INTERVENÇÕES: 
9.1.1. Antes da indução anestésica: 
1. O condutor da Lista de Verificação deverá: 
Revisar verbalmente com o próprio paciente, sempre que possível, que sua 
identificação tenha sido confirmada. 
2. Confirmar que o procedimento e o local da cirurgia estão corretos. 
3. Confirmar o consentimento para cirurgia e a anestesia. 
4. Confirmar visualmente o sítio cirúrgico correto e sua demarcação. 
5. Confirmar a conexão de um monitor multiparâmetro ao paciente e seu 
funcionamento. 
6. Revisar verbalmente com o anestesiologista, o risco de perda 
sanguínea do paciente, dificuldades nas vias aéreas, histórico de reação alérgica e 
se a verificação completa de segurança anestésica foi concluída. 
 
9.1.2. Antes da incisão cirúrgica (Pausa Cirúrgica) 
A equipe fará uma pausa imediatamente antes da incisão cirúrgica para 
conferir: 
1. A apresentação de cada membro da equipe pelo nome e função. 
2. A confirmação da realização da cirurgia correta no paciente correto, no 
sítio cirúrgico correto. 
3. A revisão verbal, uns com os outros, dos elementos críticos de seus 
planos para a cirurgia, usando as questões da Lista de Verificação como guia. 
4. A confirmação da administração de antimicrobianos profiláticos nos 
últimos 60 minutos da incisão cirúrgica. 
5. A confirmação da acessibilidade dos exames de imagens necessários. 
 
9.1.3. Antes do paciente sair da sala de cirurgia 
A equipe deverá revisar em conjunto a cirurgia realizada: 
1. A conclusão da contagem de compressas e instrumentais. 
2. A identificação de qualquer amostra cirúrgica obtida. 
3. A revisão de qualquer funcionamento inadequado de equipamentos ou 
questões que necessitem ser solucionadas. 
4. A revisão do plano de cuidado e as providencias quanto à abordagem 
pós operatória e da recuperação pós-anestésica antes da remoção do paciente da 
sala de cirurgia. 
31 
 
10. CONCLUSÃO 
As práticas desenvolvidas pelo profissional técnico de enfermagem da equipe 
de cuidado do Centro Cirúrgico (CC) vão além de meras técnicas de assistência e 
conhecimento para ações pós-cirúrgico/anestésicas. Observa-se também que a 
presença dos profissionais de enfermagem no centro cirúrgico é indispensável em 
qualquer situação desde um simples técnico na assistência da Sala de Recuperação 
– SR, circulante ou instrumentador, no entanto o técnico em enfermagem é um 
membro importante, integrante da equipe. 
Concluindo assim, que há grande importância do técnico em enfermagem no 
Centro Cirúrgico, sua habilidade e prática em auxiliar na realização de um 
procedimento, seu domínio nas técnicas, são indispensáveis. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
32 
 
11. APÊNDICES 
11.1. CENTRO CIRÚRGICO : 
 
 
11.2. EPI’S HOSPITALARES USADOS EM CENTRO CIRÚRGICO: 
 
 
33 
 
11.3. INSTRUMENTAIS UTILIZADOS EM CIRURGIA VASCULAR: 
 
 
 
34 
 
 
 
 
 
35 
 
12. REFERÊNCIAS 
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nfermagem%20em%20Centro%20Cir%C3%BArgico%20e%20Recupera%C3%A7%
C3%A3o.pdf 
https://bvsms.saude.gov.br/cirurgia- 
https://www.gov.br 
https://www.scielo.br/j/rbccv/a/DCjJGxysYpVfWdxdjpMDsyD/?lang=pt 
https://www.gov.br 
https://www.duovascular.com.br/orientacoes/ 
https://www.rodrigopaez.com.br/ 
https://solaci.org/wp-content/uploads/2015/09/Cap-19.pdf 
https://www.mayoclinic.org/diseases-conditions/varicose-veins/diagnosis-
treatment/drc-20350649 
https://www.medicalnewstoday.com/articles/240129#treatment 
https://www.scielo.br/j/jvb/a/VMwJFxJx8GqWRDCqFXh3Z8N/?lang=pt 
https://www.jvascbras.org/article/doi/10.1590/1677-5449.1304 
https://www.hcpa.edu.br/area-do-paciente-apresentacao/area-do-paciente-sua-
saude/educacao-em-saude?task=download.send&id=46&catid=2&m=0 
 
 
 
 
 
 
 
 
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https://www.gov.br/ebserh/pt-br/hospitais-universitarios/regiao-nordeste/huac-ufcg/acesso-a-informacao/boletim-de-servico/pops/2020/dezembro-2020/18-pop-003-nsp-cirurgia-segura.pdf/@@download/file/18.%20POP%20003%20-%20NSP%20Cirurgia%20Segura.pdfhttps://www.scielo.br/j/rbccv/a/DCjJGxysYpVfWdxdjpMDsyD/?lang=pt
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https://www.hcpa.edu.br/area-do-paciente-apresentacao/area-do-paciente-sua-saude/educacao-em-saude?task=download.send&id=46&catid=2&m=0

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