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UNIFG – CENTRO UNIVERSITÁRIO PRÉ-PROJETO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO – TCC I (2025.2) A CONSTITUCIONALIDADE DO PL Nº 2.159/2021 FRENTE AO PRINCÍPIO DA VEDAÇÃO DO RETROCESSO AMBIENTAL: UMA ANÁLISE À LUZ DO PLANO BÁSICO AMBIENTAL DA FERROVIA DE INTEGRAÇÃO OESTE-LESTE (FIOL) Aluno: Tony Everton Pereira de Oliveira RA: 1012514138 Curso: Direito Orientadora: Profª Isabella Fernandes Guanambi – BA 2025 1. INTRODUÇÃO O debate em torno do Projeto de Lei nº 2.159/2021, conhecido como o novo marco legal do licenciamento ambiental, insere-se no centro das tensões contemporâneas entre desenvolvimento econômico e proteção ecológica. A proposta, ao buscar simplificar procedimentos e uniformizar regras, desperta questionamentos quanto à sua compatibilidade com os princípios constitucionais de tutela ambiental, especialmente o da vedação do retrocesso ecológico. Trata-se de um tema que ultrapassa a mera análise normativa, pois toca no núcleo da garantia de um meio ambiente equilibrado, consagrado no artigo 225 da Constituição Federal como direito fundamental de todos. A vedação ao retrocesso ambiental se afirma, nesse contexto, como um parâmetro de controle de constitucionalidade das políticas públicas e reformas legislativas que afetem o núcleo essencial da proteção ambiental. Esse princípio impede que conquistas jurídicas e institucionais já consolidadas sejam reduzidas ou eliminadas sob a justificativa de eficiência ou desburocratização. Assim, a eventual aprovação do PL nº 2.159/2021 suscita o exame de seus dispositivos à luz desse princípio, de modo a verificar se a proposta preserva ou enfraquece os instrumentos preventivos e fiscalizatórios historicamente assegurados pela legislação ambiental brasileira. Nesse cenário, ganha relevância a análise do Plano Básico Ambiental (PBA) da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL), empreendimento conduzido pela Valec Engenharia e licenciado pelo IBAMA. O PBA-FIOL, elaborado em 2020, sintetiza um conjunto de 23 programas ambientais que englobam desde o monitoramento da fauna e da flora até a recuperação de áreas degradadas e a educação ambiental. Essa experiência concreta ilustra a complexidade e a importância do licenciamento ambiental como instrumento de prevenção e mitigação de impactos socioambientais, revelando como as exigências legais se materializam em políticas efetivas de gestão ambiental. Ao confrontar o conteúdo do PL nº 2.159/2021 com as práticas e condicionantes previstas no PBA da FIOL, pretende-se identificar se o novo marco legal mantém a densidade protetiva do licenciamento ou se, ao contrário, flexibiliza mecanismos essenciais de controle, o que configuraria uma afronta à vedação do retrocesso. A discussão não se limita a um embate técnico, mas envolve a compreensão de como o Direito Ambiental pode ou não garantir o equilíbrio entre os imperativos econômicos e a responsabilidade ecológica. Desse modo, este projeto propõe uma análise crítica e interdisciplinar, articulando os fundamentos constitucionais da proteção ambiental, a dogmática jurídica sobre o princípio do não retrocesso e a realidade prática evidenciada no licenciamento da FIOL. A partir desse diálogo entre teoria e prática, busca-se compreender se a simplificação normativa proposta pelo PL nº 2.159/2021 representa uma modernização necessária ou uma ameaça à integridade do sistema de proteção ambiental. Portanto, a relevância desta pesquisa reside em sua contribuição para o debate jurídico e político acerca da constitucionalidade de reformas ambientais em curso no país. Ao utilizar um caso concreto de grande impacto territorial e socioambiental, como o da FIOL, o estudo visa não apenas à análise de um projeto de lei, mas à reflexão sobre os limites constitucionais do desenvolvimento sustentável e sobre o papel do Direito como instrumento de garantia do futuro ecológico das próximas gerações. 2. TEMA E DELIMITAÇÃO O presente projeto de pesquisa tem como tema a constitucionalidade do Projeto de Lei nº 2.159/2021 frente ao princípio da vedação do retrocesso ambiental, analisando os possíveis impactos da proposta legislativa sobre o sistema de licenciamento ambiental brasileiro. O estudo busca compreender se as modificações introduzidas pelo referido projeto como a criação de novas modalidades de licença, a simplificação de procedimentos e a flexibilização de exigências mantêm-se compatíveis com os parâmetros constitucionais de tutela ambiental consagrados no artigo 225 da Constituição Federal de 1988. A discussão assume relevância jurídica e social ao colocar em evidência a tensão entre o imperativo do desenvolvimento econômico e o dever estatal de garantir um meio ambiente ecologicamente equilibrado, direito fundamental de caráter difuso e intergeracional. A pesquisa delimita-se à análise do Projeto de Lei nº 2.159/2021, tomando como base interpretativa o princípio da vedação do retrocesso ambiental, entendido como barreira constitucional a quaisquer medidas normativas que representem redução da eficácia ou do alcance das políticas de proteção ecológica. Para concretizar essa análise, adota-se como referência empírica o Plano Básico Ambiental (PBA) da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL), elaborado em 2020 pela Valec Engenharia e licenciado pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA). Esse documento, que sistematiza 23 programas ambientais de mitigação, monitoramento e compensação, permite observar como o licenciamento ambiental, em seu formato atual, opera como instrumento de controle e prevenção de danos ambientais em empreendimentos de grande porte. A partir dessa comparação, pretende-se identificar se as mudanças propostas pelo PL nº 2.159/2021 representam um avanço normativo compatível com os princípios constitucionais ou se configuram uma forma de retrocesso jurídico e institucional na política ambiental brasileira. 3. PROBLEMA DE PESQUISA Em que medida o Projeto de Lei nº 2.159/2021, ao propor um novo marco legal para o licenciamento ambiental, se mostra compatível com o princípio constitucional da vedação do retrocesso ambiental, considerando os parâmetros de proteção ecológica evidenciados no Plano Básico Ambiental da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL)? 4. HIPÓTESES Hipótese 1: O PL nº 2.159/2021 é constitucional, pois busca modernizar e tornar mais eficiente o licenciamento ambiental, sem eliminar as garantias fundamentais de proteção ecológica previstas no artigo 225 da Constituição Federal. Hipótese 2: O PL nº 2.159/2021 é inconstitucional, na medida em que flexibiliza mecanismos essenciais de controle e fiscalização, violando o princípio da vedação do retrocesso ambiental e reduzindo o nível de proteção alcançado pelo ordenamento jurídico vigente. Hipótese 3: O PL nº 2.159/2021 apresenta compatibilidade parcial com a Constituição, combinando avanços administrativos com fragilidades normativas que exigem ajustes para evitar retrocessos nas políticas de licenciamento ambiental. 5. JUSTIFICATIVA A escolha do tema decorre do interesse pessoal em compreender as relações entre o Direito Constitucional e o Direito Ambiental, especialmente diante das atuais discussões sobre a sustentabilidade e a responsabilidade do Estado na proteção dos bens ecológicos. O Projeto de Lei nº 2.159/2021, ao propor uma reformulação profunda no licenciamento ambiental brasileiro, desperta questionamentos jurídicos e éticos que motivam esta pesquisa, sobretudo por tocar em princípios estruturantes como o da vedação do retrocesso ambiental. Trata-se, portanto, de um estudo que reflete a inquietação em torno do futuro das políticas públicas ambientais e do equilíbrio entre desenvolvimento e preservação, questão que ultrapassa a técnica jurídica e alcança o campo da cidadania e dos direitos fundamentais. A relevância pessoal deste estudo também se evidencia considerando a minha atuação como analista ambiental na empresa responsável por um dos trechos da FIOL, vencedora do processo licitatório para execução da obra. Essavivência profissional oferece uma perspectiva concreta sobre os desafios práticos do licenciamento ambiental, permitindo observar de perto a aplicação das normas, as exigências dos órgãos fiscalizadores e as tensões entre celeridade, responsabilidade socioambiental e conformidade jurídica. Tal posição contribui para uma reflexão mais sensível e fundamentada sobre o tema, sem comprometer o rigor acadêmico ou a necessária imparcialidade da análise. A relevância social da pesquisa está na contribuição para o debate público acerca da compatibilidade entre o crescimento econômico e a proteção do meio ambiente. Em um país marcado por grandes obras de infraestrutura, como a Ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL), compreender os limites constitucionais do licenciamento ambiental é essencial para garantir que o progresso não se traduza em degradação irreversível. O estudo pretende, assim, evidenciar a importância de um licenciamento responsável, transparente e capaz de assegurar o bem-estar das presentes e futuras gerações, em consonância com o artigo 225 da Constituição Federal. Do ponto de vista acadêmico, a pesquisa contribui para o aprofundamento das discussões sobre o princípio da vedação do retrocesso ambiental, ainda em processo de consolidação doutrinária e jurisprudencial. Ao articular a análise teórica desse princípio com um caso concreto, o licenciamento da FIOL e seu Plano Básico Ambiental, o trabalho busca oferecer uma reflexão crítica sobre os rumos da política ambiental brasileira diante das recentes tentativas de flexibilização legislativa. Dessa forma, pretende-se fortalecer o debate jurídico sobre a efetividade das normas constitucionais ambientais, incentivando uma visão de Direito que seja ao mesmo tempo técnica, crítica e comprometida com a sustentabilidade. 6. OBJETIVOS Objetivo geral: Analisar a constitucionalidade do Projeto de Lei nº 2.159/2021 à luz do princípio da vedação do retrocesso ambiental, tomando como referência empírica o Plano Básico Ambiental (PBA) da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL), de modo a verificar se as alterações propostas pelo referido projeto representam avanços ou retrocessos na tutela do meio ambiente. Objetivos específicos: · Examinar os fundamentos constitucionais da proteção ambiental e o conteúdo jurídico do princípio da vedação do retrocesso ambiental; · Identificar e analisar os principais dispositivos do PL nº 2.159/2021 relacionados à flexibilização e simplificação do licenciamento ambiental; · Investigar as diretrizes e medidas de controle ambiental previstas no PBA da FIOL, observando sua conformidade com os parâmetros constitucionais e legais; · Comparar as exigências e procedimentos adotados no licenciamento da FIOL com as alterações propostas pelo PL nº 2.159/2021, avaliando possíveis impactos sobre o nível de proteção ambiental; · Refletir sobre o papel do Direito na conciliação entre desenvolvimento econômico e sustentabilidade ecológica, diante das transformações normativas propostas. 7. REFERENCIAL TEÓRICO A proteção ambiental consolidou-se como um dos pilares do Estado Democrático de Direito, assumindo, na contemporaneidade, uma dimensão constitucional e transdisciplinar. O Direito Ambiental, segundo Granziera (2024), representa um conjunto sistematizado de princípios e normas voltados à preservação da vida em todas as suas formas, configurando um verdadeiro direito de terceira dimensão. Nesse contexto, o licenciamento ambiental desponta como um dos instrumentos mais relevantes da Política Nacional do Meio Ambiente, instituída pela Lei nº 6.938/1981, atuando como mecanismo preventivo e de controle das atividades potencialmente poluidoras (Bergantin, 2020). A natureza preventiva do licenciamento concretiza o princípio da precaução, previsto no Princípio 15 da Declaração do Rio de 1992, segundo o qual a ausência de certeza científica absoluta não pode ser utilizada como razão para postergar medidas eficazes de proteção ambiental. De acordo com José Adércio Leite Sampaio (2016), o direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado deve ser compreendido como um direito fundamental de natureza difusa, pois pertence a todos e impõe deveres ao Estado e à coletividade. Tal direito, inscrito no artigo 225 da Constituição Federal de 1988, estabelece uma ordem de valores voltada à proteção da vida, à sadia qualidade de existência e à responsabilidade intergeracional. Nesse sentido, o meio ambiente passa a integrar o núcleo essencial dos direitos fundamentais, tornando-se objeto de tutela constitucional direta e condição para o exercício pleno da cidadania. Nas perspectivas que consolidam esse projeto de pesquisa, é importante evidenciar aquela segundo a qual, no âmbito dos princípios constitucionais ambientais, destaca-se o da vedação ao retrocesso ecológico, também denominado princípio da não regressividade ambiental. Entende-se que esse princípio impede que o legislador ou o administrador público adotem medidas que reduzam o patamar de proteção ambiental já alcançado, salvo diante de razões excepcionais devidamente justificadas e compatíveis com o texto constitucional. Em outras palavras, o princípio funciona como um freio à erosão normativa, preservando conquistas ambientais frente a eventuais retrocessos legislativos ou administrativos. A partir dessa perspectiva, o Projeto de Lei nº 2.159/2021, ao propor a reformulação do licenciamento ambiental, deve ser analisado sob o crivo desse princípio, de modo a verificar se mantém ou reduz a eficácia das garantias existentes. A doutrina constitucional contemporânea tem reafirmado a importância da efetividade dos direitos fundamentais ambientais como expressão da força normativa da Constituição. Para Bárbara Arruda (2020), a Constituição de 1988 instituiu um verdadeiro “Estado Socioambiental de Direito”, no qual a proteção ecológica se integra às dimensões social e econômica do desenvolvimento sustentável. Nessa visão, qualquer tentativa de flexibilizar a legislação ambiental deve observar os limites impostos pelo texto constitucional, sob pena de violar o pacto de solidariedade intergeracional. Assim, a análise do PL nº 2.159/2021 deve levar em conta não apenas aspectos administrativos e econômicos, mas também a dimensão axiológica que sustenta o sistema jurídico ambiental. Em síntese, o referencial teórico deste estudo articula a reflexão sobre os fundamentos constitucionais da tutela ambiental com a análise prática das políticas públicas de licenciamento. Parte-se do pressuposto de que a Constituição de 1988 impõe um dever de progressividade na proteção ambiental, sendo vedadas medidas legislativas que reduzam o grau de eficácia das normas protetivas. O PL nº 2.159/2021, portanto, deve ser examinado à luz desse marco teórico, para que se possa determinar se suas disposições reforçam o compromisso constitucional com o meio ambiente ou se configuram um retrocesso jurídico e institucional incompatível com o Estado Socioambiental de Direito. 8. METODOLOGIA A presente pesquisa será desenvolvida por meio de uma abordagem qualitativa, tendo em vista que busca compreender a relação entre o texto normativo, os princípios constitucionais e a aplicação prática do licenciamento ambiental em empreendimentos de grande porte. A escolha desse tipo de abordagem justifica-se pela necessidade de interpretar fenômenos jurídicos e institucionais a partir de sua complexidade, considerando tanto os aspectos normativos quanto os contextos sociais, políticos e ambientais que os envolvem. Adota-se o método dedutivo, partindo-se de premissas gerais estabelecidas no ordenamento jurídico — especialmente os princípios constitucionais de proteção ao meio ambiente e de vedação ao retrocesso ambiental — para a análise de um caso específico: o Plano Básico Ambiental (PBA) da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL). Por meio desse método, busca-se verificar se as alterações propostas pelo Projeto de Lei nº 2.159/2021 se coadunam ou não com os fundamentos constitucionais da tutela ambiental, permitindo identificareventuais tensões entre a teoria e a prática. Como procedimentos técnicos, serão utilizados a pesquisa bibliográfica, a pesquisa documental e a análise legislativa. A pesquisa bibliográfica consistirá no estudo de obras doutrinárias e artigos científicos que tratam do Direito Ambiental, do licenciamento e da vedação ao retrocesso, possibilitando a construção do referencial teórico que sustenta o trabalho. A pesquisa documental abrangerá a consulta e interpretação de fontes primárias, como o PBA da FIOL (2020), relatórios ambientais, pareceres técnicos e outros documentos institucionais que evidenciem a execução e o acompanhamento das condicionantes ambientais. Já a análise legislativa compreenderá o exame da Constituição Federal de 1988, da Lei nº 6.938/1981 (Política Nacional do Meio Ambiente), da Resolução CONAMA nº 237/1997 e do Projeto de Lei nº 2.159/2021, a fim de identificar os elementos de continuidade ou ruptura entre o marco normativo atual e as propostas de mudança. A interdisciplinaridade constitui um eixo essencial da pesquisa, articulando o Direito e a Engenharia Ambiental na análise do licenciamento da FIOL. Essa integração permite compreender não apenas a estrutura jurídica que orienta o controle ambiental, mas também os aspectos técnicos de sua implementação, avaliando a eficácia das medidas mitigadoras e de monitoramento previstas no PBA. O diálogo entre essas áreas busca oferecer uma visão mais ampla do fenômeno ambiental, na qual o Direito não se limita a descrever normas, mas atua como instrumento de garantia da sustentabilidade e de proteção da vida. 9. CONSIDERAÇÕES FINAIS O presente pré-projeto busca inserir-se nas discussões sobre o novo marco legal do licenciamento ambiental, utilizando o caso da FIOL como referência para evidenciar a necessidade de preservar procedimentos sólidos, criteriosos e socialmente participativos. A análise do PBA da FIOL demonstra que a eficácia das medidas de mitigação e compensação ambiental não se limita à execução técnica, mas exige uma articulação consistente entre monitoramento, planejamento jurídico e diálogo com os diferentes atores envolvidos. Nessa perspectiva, o licenciamento se revela não apenas como um requisito formal, mas como um processo essencial para assegurar o respeito aos direitos ambientais e a proteção dos ecossistemas impactados. Diante disso, o estudo pretende argumentar que o princípio da vedação do retrocesso ambiental deve orientar a avaliação da constitucionalidade de eventuais mudanças legislativas, especialmente em um cenário político marcado por tentativas recorrentes de flexibilização. Reforçar a centralidade desse princípio é fundamental para que o desenvolvimento econômico ocorra de maneira responsável, impedindo que conquistas socioambientais sejam fragilizadas e garantindo que a sustentabilidade continue sendo um eixo estruturante das políticas públicas. 10. REFERÊNCIAS ARRUDA, Bárbara. Estado socioambiental de direito e agrobiodiversidade: o convivialismo na busca da preservação da diversidade ecológica. 2020. BERGANTIN, Larissa Brandão Teixeira. REVISÃO DA LICENÇA AMBIENTAL NO BRASIL: A superveniência de circunstância alheia ao titular da licença. 2020. Dissertação de Mestrado. Universidade de Lisboa (Portugal). BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. BRASIL. Lei nº 6.938, de 31 de agosto de 1981. Dispõe sobre a Política Nacional do Meio Ambiente. BRASIL. Projeto de Lei nº 2.159, de 2021. Dispõe sobre o novo marco legal do licenciamento ambiental. BRASIL. Resolução CONAMA nº 237, de 19 de dezembro de 1997. VALEC Engenharia, Construções e Ferrovias S.A. Plano Básico Ambiental da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL). Brasília, 2020. GRANZIERA, Maria Luiza Machado. Direito ambiental. Editora Foco, 2024. SAMPAIO, José Adércio Leite; DO PRADO MASCARENHAS, Carolina Miranda. O Direito Fundamental ao Meio Ambiente Ecologicamente Equilibrado Necessita de um Estado Ambiental?. Revista Brasileira de Direitos e Garantias Fundamentais, v. 2, n. 2, p. 40-57, 2016. image1.jpeg