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Relatorio de Estagio CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO DE RIBEIRÃO PRETO CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS ESTÁGIO SUPERVISIONAD O EM CIÊNCIA S CONTÁBEIS RELATÓRIO DE ESTÁGIO Parteli Assessoria e Negócios LTDA – ME Thaina Sant’ Anna 201512551589 Jaboticabal - SP 2018 2 Thaina Sant’ Anna Parteli Assessoria e Negócios LTDA – ME Relatório Final de Estágio Supervisionado apresentado para composição da nota de avaliação da disciplina Estágio Supervisionado do Curso de Ciências Contábeis, do Centro Universitário Estácio de Ribeirão Preto, como requisito parcial para obtenção do grau em Bacharel em Ciências Contábeis. Professo r Orient ador: Profissional Orientador: Coordena dor do Curso de Ciências Contábeis: Empresa: Parteli Assessoria e Negócios LTDA – ME Período: 01/11/2018 a 30/05/2018 Jaboticabal - SP 2018 3 SUMÁRIO 1 Introdução xx 1.1 Justificativa xx 1.2 Objetivos xx 2 A Empresa xx 2.1 Fundamentaçõ es Teórica xx 2.1 Metodologias do Trabalho xx 2.3 Organizaçõ es do Relatório xx 3 Atividades Realizadas xx 4 Consideraçõe s Finais xx 5 Referências Bibliográ ficas xx 6 Anexos e Apêndices xx 4 1. Introdução O estágio supervisionado ajuda tanto no desempenho profissional do aluno quanto na qualificação acadêmica do estudante no curso de Ciências Contábeis. O curso proporciona uma variedade de áreas que podem ser especializadas e o estágio oferece uma oportunidade para o aluno ter familiaridade com a profissão em uma ou mais áreas de atuação desse profissional para a ssim escolher uma atividade onde ele poderá e xercer no futuro. Segundo Marion (2003, p. 29), “A contabilidade é uma das áreas que mais proporcionam oportunidades para o profissional. O estudante que optou por um curso superior de contabilidade terá inúmeras alternativas”. O desenvolvimento dentro do estágio é de grande importância porque o estudante poderá equiparar o que foi estudado em sala de aula e como funciona na prática, e assim ele pode compreender melhor o que é enunciado nas normas contábeis realizando lançamentos de acordo com as mesmas. O relatório a seguir relata as atividades expostas no período do Estágio Supervisionado Obrigatório do Curso Superior de Graduação em Ciências Contábeis que foi disponibilizado pelo Centro Universitário Estácio de Ribeirão Preto. O estágio teve inicio no dia 01 de novembro de 2018 e término no dia 31 de maio de 2019, com carga horária semanal de 30 horas aulas, partilhadas da seguinte forma: de Segunda á Sexta-feira no horário das 07:00 ás 13:00, realizado na empresa Parteli Assessoria e Negócios LTDA – ME, mais exatamente na Rua Barão do Rio Branco, Centro, Jaboticabal. A empresa Parteli é um escritório de contabilidade, onde dispõem de dez empregados, e os mesmo são sublocados em alguns departamentos, possui 13 computadores e uma moto, esta que serve para realizar serviços externos. O escritório tem como atividade principal a prestação de serviços, não apenas relacionados à contabilidade, mas também no departamento jurídico e no departamento de pessoal. A área em que foi desenvolvido o relatório desse estágio foi na parte Fiscal, com empresas enquadrada s no regime do Simples Nacional e Lucro Presumido. No ambiente de trabalho, as habilidades são executadas com um bom gerenciamento tanto do chefe quanto da própria equipe, onde todos acabam se ajudando para obter o resultado de um serviço prestado excelente, e assim demonstram muito afeto uns pelos outros tornando um ambiente tranquilo e harmônico. Com relação aos clientes todos são tratados com o devido respeito e com muita atenção, até porque esses quesitos são essenciais para uma boa qualidade no trabalho e nos serviços prestados. 5 1.1 Justificativa As empresas estão em busca cada vez mais da diminuição de custos, especialmente quando se trata de impostos, já que no Brasil são muitos e de diversos tipos. O tema sobre tributária no país está sempre em alta para discussão, e para as empresas, é de grande importância, logo no início, fazer um planejamento tributário, pois de acordo com a tributação que uma empresa usufrui que são cobrados os impostos. A finalidade deste trabalho é expor a importância de um planejamento tributário e os benefícios que o regime adotado p ode aprese ntar. Com isso, este relatório vai ser realizado de acordo com a legislação, com dados e fundamentos baseados em obras confiáveis e os objetivos da empresa, visando em fim em uma melhora e diminuição de custos para a empresa. 1.2 Objetivos O relatório de estágio realizado no escritório contábil Parteli, tem como objetivo trazer o que foi desenvolvido em sala de aula para a prática, sendo assim, construir um vinculo entre a teoria e a prática. Será feito um planejamento tributário, onde os resultados mostraram os benefícios do regime escolhido e serviram para a tomada de decisão sobre qual regime ocasionará uma diminuição sobre os impostos pagos pela empresa. Nessa situação, propõem-se o seguinte problema de pesquisa: Qua l o melhor regime de apuração, e quais benefício s ele oferece para a empresa? Para o levantamento desses resultados serão analisados os três regimes tributários, que são: Simples Nacional, Lucro Presumido e Lucro Real. Desse modo, começamos com a definição de atividade que a empresa deseja trabalhar, depois disso será necessário ter algumas previsões quanto a: faturamento, despesas operacionais, margem de lucro e o valor que será gasto com funcionários. Após analisado e escolhido qual regime tributário melhor se enquadra nas necessidades da empresa, não será necessário deixar esse regime por toda a vida, é feito a escolha pelo regime tributário anualmente, ou seja, é ideal ser feito uma verificação anual para ver como se encontra a empresa naquele momento. E assim, analisar se o negócio se encaixa ou não dentro das regras de cada regime. É de grande importância escolher corretamente o regime de tributação, pois se verifica que com esse planejamento a empresa pode obter a redução de custos, permite a simulação e análise de cenários pelos quais o negócio pode passar, entre outros. 6 2. A Empresa O Parteli Assessoria e Negócios LTDA – ME é uma empresa de prestação de serviços contábeis, fiscais, jurídicos e trabalhistas. Localiza-se na Rua Barão do Rio Branco n°323, Centro, Jaboticabal – SP. Presta serviço desde 01 de Julho de 2002, para pessoas físicas e jur ídicas, preocupa-se sempre em efetuar um trabalho de modo organizado e de alta qualidade e atende sempre seus clientes de maneira eficaz. 2.1 Fundamentação Teórica O planejamento tributário nada mais é do que um planejamento empresarial que tem como objetivo reduzir o pagamento de tributos, buscando uma economia para as empresas e a diminuição da carga tributária. De acordo com Latorraca (2000 p. 58), “costuma -se denominar de planejamento tributário a atividade empresarial que, desenvolvendo-s e de forma estritamente preventiva, projeta os atos e fatos administrativos com o objetivo de informar quais os ônus tributários em cada uma das opções legais disponíveis”. Segundo Alves (2006 p. 02): “planejamento tributário é a atividade que, feita de maneira exclusivamente preventiva, prevê, coordena e projeta atos e negócios com o objetivo de determinar qual é o meio menos oneroso para a realização destes mesmos atos e negócios” . Para Fabretti (2006, p. 32): “O estudo feito preventivamente, ou seja, antes da realização do fato administrativo, pesquisando-se seus efeitos jurídicos e econômicos e as alternativas legais menos onerosas, denomina-se Planejamento Tributário, que exige antes de tudo, bom senso do planejador”. Para o autor a seguir citado: Planejamento Tributário é como uma técnica gerencial que visa projetar as operações industriais, os negócios mercantis e as prestações de serviços, visando conhecer as obrigações e os encargos fiscais inseridos em cada uma das respectivasalternativas legais pertinentes para, mediante meios e instrumentos legítimos, adotar aquela que possibilita a anulação, redução ou adiantamento do ônus fiscal. BORGES (2002, p. 152) Devemos tomar cuidado para não confundir planejamento tributário com sonegação fiscal, uma vez que um planejamento consiste em escolher entre duas ou mais opções, onde uma delas dará um melhor resultado para a empresa. Já sonegação é quando tem a omissão de um tributo que deveria ser recolhido, mas, acabou não sendo por conta dos meios ilegais. 7 A lei nº. 4.729, de 14 de Julho de 1965, em seu Art. 1º define o crime de sonegação fiscal, como se segue: Art. 1º Constitui cri me de sonegação fiscal: I – prestar declaração falsa ou omitir, total ou parcialmente, informação que deva ser produzida a agentes das pessoas jurídicas de direito público interno, com a intenção de eximir-se, total ou parcialmente, do pagamento de tributos, taxas e quaisquer adicionais devidos por leis; II – inserir elementos inexatos ou omitir rendimentos ou operações de qualquer natureza em documentos ou livros exigidos pelas leis fiscais, com a intenção de exonerar-se do pagamento de tributos devidos à Fazenda Pública; III – alterar faturas e quaisquer documentos relativos a operações mercantis com o propósito de fraudar a Fazenda Pública; IV – fornecer ou emitir documentos graciosos ou alterar despesas, majorando-as, com o objetivo de obter dedução de tributos devido à Fazenda Pública, sem prejuízo das sanções administrativa s cabíveis; V – exigir, pagar ou receber, para si ou para o contribuinte beneficiário da pagam qualquer porcentagem sobre a parcela dedutível ou deduzida do Imposto sobre a Renda como incentivo fiscal. Lei nº 4.729/65. Portanto para a economia de uma empresa, o planejamento tributário é o único que pode contribuir para isso, desde que, a empresa tenha uma contabilidade organizad a e verídica, sendo assim, deve-se seguir de acordo com as normas e princípios contábeis aceitos em razão do que gasta e recebe fielmente. Para iniciar um planejamento, é necessário fazer a escolha de um regime de tr ibutação que se enquadra melhor para a empresa. No Brasil, os mais usados são: Simples Nacional, Lucro Presumido e Lucro Real. A escolha deve ser feita de acordo com a atividade da empresa, e cada regime possui uma legislação que mostra um passo a passo de como deve ser feito o enquadramento. A opção desse enquadramento é de suma importância, já que uma vez escolhido, não poderá ser mudado dentro de um mesmo exercício. 2.1.1 Simples Nacional O Sistema Integrado de Pagamento de Impostos e Contribuições das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Simples Nacional) é um regime tributário que foi lançado em 2007 para facilitar a vida de empresários de pequenos negócios, com isso, de acordo com a Lei Complementar n° 155, de 27/10/2016, que é direcionado a Microempresas e Empresas de Pequeno Porte, poderá possuir uma receita bruta anual de até R$ 4.800.000,00. Consideram-se microempresa ou empresas de pequeno porte, a sociedade empresária, a 8 sociedade simples e o empresário a que se refere o art. 966 da Lei 10.406, de 10 de janeiro de 2002 (Código Civil Brasileiro), devidamente registrados no registro de empresas mercantis ou no Registro Civil de Pessoas Jurídicas, conforme o caso, desde que dentro dos limites de receita bruta previstos na legislação. O Simples Nacional exige o recolhimento de uma guia mensalmente chamada DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional), onde nela são cobrados os tributos de: IRPJ, IPI, CSLL, COFINS, PIS, CPP, ICMS e ISS quando for necessário. O recolhimento do DAS deve ser feito no mês subsequente ao da competência do fato gerador com o prazo de até dia 20. Conforme a atividade de cada empresa, o Simples Nacional é uma ótima opção, pois acarreta muitos benefícios e apresenta um baixo custo, porem, tem que tomar muito cuidado, pois não são todas as atividades que se enquadram nesse regime, de acordo com o anexo A. 2.1.2 Lucro Presumido O Lucro Presumido é um regime de apuração onde sua formula optativa é definir a base de cálculo do IR (Imposto de Renda de Pessoa Jurídica) e da CSLL (Contribuição Social Sobre o Lucro Liquido), sendo que as pessoas jurídicas não podem estar sendo obrigadas a apurar o lucro real. A partir de 2014, a pessoa jurídica cuja receita bruta total, no ano-calendário anterior, tenha sido igual ou inferior a R$ 78.000.000,00 ou a R$ 6.500.000,00 multiplicado pelo número de meses de atividade do ano-calendário anterior, quando inferior a doze meses, poderá optar por este regime de tributação. No Lucro Presumido, os impostos federais devem ser recolhidos através da guia do DARF (Documento de Arrecadação de Receitas Federais), dentre eles o PIS e a COFINS, que são apurados mensalmente , e o IR e a CS LL, que se optados, devem ser apurados trimestralmente. O regime de tributação tem sua base de calculo definida por lei, e é obtida pela sua receita bruta. Portanto, ele p ode ser muito van tajoso, referente às obrigações ace ssórias, já que o fisc o dispensa a escrituração contábil desde que seja mantido um livro caixa. Entretanto é necessário que seja feito uma analise com os outros regimes, pois como qualquer outro, ele apresenta suas vantagens e desvantagens quando comparado. De começo, qualquer pessoa jurídica poderá optar pelo lucro presumido, menos as que são obrigadas a optar pelo regime do lucro real. 9 2.1.3 Lucro Real De acordo com Silva (2006, p.01): “Lucro Real é o lucro líquido do período, apurado com observância das normas das legislações comercial e societária, ajustado pelas adições, exclusões ou compensações prescritas pela legislação do Imposto de Renda.” . Esse tipo de tributação pode ser adotado por qualquer tipo de empresa e independente do tipo de atividade ou do porte, a legislação apenas define que algumas empresas são obrigadas a optar, essas empresas quem tem a obrigação são determinadas pelo art. 246 do Decreto 3.000, de 1999. No Lucro Real os impostos recolhidos são basicamente os mesmo do lucro presumido, sendo eles: PIS, COFINS, IR e CSLL. Os dois primeiros continuam sendo recolhidos sobre o faturamento, e os dois últimos são recolhidos ou trimestralmente ou anualmente, tendo o lucro liquido contábil com base, e é regulado pelas adições, exclusões e compensações de acordo com o Regulamento do Imposto de Renda. Enfim, é importante lembrar que não há nenhum tipo de tributação que traga mais benefícios a uma empresa, isso tudo vai depender de cada pessoa jurídica e cada tipo de atividade que ela vai desenvolver, portanto, uma vez escolhida o tipo de tributação pela Receita Federal, não tem como voltar atrás, a empresa pagará os impostos durante todo o ano calendário. 2.2 Metodologia do Trabalho O estudo foi realizado com base em pesquisas bibliográficas, consultando em livros, revista, legislações e artigos. Através disso, foi elaborado um estudo de caso, baseado em valores reais, de uma empresa do setor alimentício localizada na cidade de Jaboticabal – SP, onde será aplicado o planejamento tributário no qual será analisado qual regime será melhor para empresa e que reduzirá custos. De acordo com a Lei Complementar 155/2016, a empresa está estabelecida como empresa de pequeno porte (EPP), onde dispõem de um pró-labore e doze funcionários. A empresa encontra-se enquadrada no Simples Nacional, e com o estudo de caso poderemos concluir se essa é a melhor opção. Um estudo feito na empresa mostrou que ela possui produtos que são enquadrados como substitutos tributários, isso é de acordo com uma lista encontrada no site do Governo do estado de São Paulo. Para poder fazer essa avaliação, será necessário o recolhimento de dados de acordo com os relatórios contábeis e as demonstrações, como: Balanços, Balancetes e DRE (Demonstração 10 do resultado do exercício). 2.3 Organização do Relatório Deve-se descrever como o relatório estáorganizado (indicação dos capítulos e do que trata cada um deles). 11 3. Atividades Realizadas Relato de todas as atividades realizadas durante o estágio, devendo acompanhar cada etapa do plano de traba lho. Pode ser divid ido em subitens. Aqui também devem ser relacionadas as atividades realizadas no estágio com os assuntos das disciplinas vistas no curso de Ciências Contábeis, destacando os principais assuntos apreendidos. 12 4. Consideraç ões Finais Estas considerações devem ser breves, claras e conter respostas a todas as indagações referentes à área escolh ida. Não se devem incluir e lementos novos, ap enas retoma r o que já foi explicitado na introdução e nas atividades realizadas, acrescentando, é claro, a conclusão decorrente dos fatos observados. 13 5. Referências Bibliográficas FABRETTI, Láudio Camargo. Contabilidade Tributaria. 10. ed. São Paulo, Atlas, 2006 p. 32. ALVES, Adler A. C. A legalidade da fusão, cisão e incorporação de empresas como instrumentos de planejamento tributário. LATORRACA, Nilton. Direito tributário: impostos de renda das empresas. 15. Ed. São Paulo, Atlas, 2000 p. 58. BRASIL, Secretaria da Receita Federal. Documento de Arrecadação do Simples Nacional - DAS. Disponível em: <http://www8.rece ita.fazenda.gov.br/Si mplesNaci onal/Arquivo s/manual/Pergu ntaoSN.pdf>. 14 6. ANEXOS E AP ÊNDICES ANEXO A – IMPEDIDOS DE OPTAR PELO SIMPLES NACIONAL A empresa (base legal: art. 3º, II, §§ 2º e 4º, e art. 17 da Lei Complementar nº 123, de 2006): • que não tenha natureza jurídica de sociedade empresária, sociedade simples, empresa individual de responsabilidade limitada ou empresário individual; • que tenha auferido, no ano -calendário imediatamente anterior ou no ano calendário em curso, receita bruta no mercado interno superior a R$ 4.800.000,00 ou ao limite adicional de igual valor para exportação de mercadorias e serviços; • que tenha auferido, no ano -calendário de início de atividade, receita bruta no mercado interno superior ao limite proporcional de R$ 400.000,00 multiplicados pelo número de meses em funcionamento no período, inclusive as frações de meses, ou ao limite adicional de igual valor para exportação de mercadorias e serviços; • de cujo capital participe outra pessoa jurídica; • que seja filial, sucursal, agência ou representação, no País, de pessoa jurídica com sede no exterior; • de cujo capital participe pessoa física que seja inscrita como empresário , ou seja, sócia de outra empresa que receba tratamento jurídico diferenciado nos termos da Lei Complementar nº 123, de 2006, desde que a receita bruta global ultrapasse o limi te de R$ 4.800.000,00; • cujo titular ou sócio participe com mais de 10% do capital de outra empresa não beneficiada pela Lei Complementar nº 123, de 2006, desde que a receita bruta global ult rapasse o limite de R$ 4.800.000,00; • cujo sócio ou titular seja administrador ou equiparado de outra pessoa jurídica com fins lucrativos, desde que a receita bruta global ultrapasse o limite de R$ 4.800.000,00; • constituída sob a forma de cooperativas, salvo as de consumo; • que participe do capital de outra pessoa jurídica; • que exerça atividade de banco comercial, de investimentos e de desenvolvimento, de caixa econômica, de sociedade de crédito, financiamento e investimento ou de crédito imobiliário, de corretora ou de distribuidora de títulos, valores mobiliários e câmbio, de empresa de arrendamento mercantil, de seguros privados e de capitalização ou de previdência complementar; • resultante ou remanescente de cisão ou qualque r outra forma de desmembramento de pessoa 15 jurídica que tenh a ocorrido em um do s 5 anos-ca lendário anteriores; • constituída sob a forma de sociedade por ações; • cujos titulares ou sócios guardem, cumulativamente, com o contratante do serviço, relação de pessoalidade, subordinação e habitualidade; • que explore atividade de prestação cumulativa e contínua de serviços de assessoria creditícia, gestão de crédito, seleção e riscos, administração de contas a pagar e a receber, gerenciamento de ativos (asset management), compras de direitos creditórios resultantes de vendas mercantis a prazo ou de prestação de serviços (factoring); • que tenha sócio domiciliado no exterior; • de cujo capital participe entidade da administração pública, direta ou indireta, fe deral, estadual ou municipal; • que possua débito com o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), ou com as Fazendas Públicas Federal, Estadual ou Municipal, cuja exigibilidade não esteja suspensa; • que preste serviço de transporte intermunicipal e in terestadual de passageiros, exceto quando na modalidade fluvial ou quando possuir características de transporte urbano ou metropolitano ou realizar-se sob fretamento contínuo em área metropolitana para o transporte de estudantes ou trabalhadores; • que se ja geradora, tran smissora, distribuidora o u comercializad ora de energia e létrica; • que exerça atividade de importação ou fabricação de automóveis e motocicletas; • que exerça atividade de importação de combustíveis; • que exerça atividade de produção ou venda no atacado de: cigarros, cigarrilhas, charutos, filtros para cigarros, armas de fogo, munições e pólvoras, explosivos e detonantes, cervejas sem álcool e bebidas alcoólicas (exceto, a partir de 2018, as produzidas ou vendidas no atacado por micro e pequenas cervejarias, micro e pequenas vinícolas, produtores de licores e micro e pequenas destilarias); • que realize cessão ou locação de mão -de-obra; 21 • que se dedique ao loteamento e à incorporação de imóveis; • que realize atividade de locação de imóveis próprios, exceto quando se referir a prestação de serviços tributados pelo ISS; • com ausência de inscrição ou com irregularidade em cadastro fiscal federal, municipal ou estadual, quando exigível.