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11/02/2026
1
F U N Ç Õ E S S E C R E T O R A S D O 
T U B O D I G E S T I V O
1
Desenho esquemático mostrando as regiões 
glandulares e aglandulares
Região aglandular
Região gl cárdicas
Região clara de gl. fundicas
Região escura de gl. fundicas
Região gl. pilóricas
Duodeno
Região gl cárdicas + 
pilóricas
Cão Felino Suíno
Bovina Equino
REI; LIEBICH, 2020
2
11/02/2026
2
• Região esofágica – aglandular
• Cárdia – Produção de muco (proteção)
• Fúndica – Produz ácido e enzimas proteolíticas
• Pilórica – Muco
 Gastrina – células G (resposta a distenção)
3
S E C R E Ç Ã O G Á S T R I C A
• Glândulas do estômago
Ø Cárdica (muco)
Ø Gástrico
ü Células parietais ou oxínticas (HCl e fator intrínseco)
ü Células pépticas ou principais(pepsinogênio e muco)
ü Células cervicais mucosas(muco)
Ø Pilórico (muco e gastrina – célula G)
4
11/02/2026
3
S E C R E Ç Ã O G Á S T R I C A
5
S E C R E Ç Ã O G Á S T R I C A
6
11/02/2026
4
S E C R E Ç Ã O G Á S T R I C A
• Células mucosas superficiais - muco espesso 
Ø Proteger o epitélio estomacal 
Ø Úlceras estomacais
• Células mucosas do colo - muco fino
Ø Capazes de divisão
7
S E C R E Ç Ã O G Á S T R I C A
Ø Células D - somatostatina
ü Presença de H+ 
ü Inibe liberação gastrina
Ø Células G – Secretam 
gastrina
8
11/02/2026
5
S E C R E Ç Ã O G Á S T R I C A
• Célula Principal
Ø Secreta pepsinogênio
Ø Secretada em sua forma inativa 
Ø Convertido em pepsina pelo ácido clorídrico
9
S E C R E Ç Ã O G Á S T R I C A
• Enzima digestiva da proteína da pepsina
• Pepsinogênios são estocados nas células principais 
• Expostos aos conteúdos ácidos do estômago - ativação das enzimas
• Poderiam digerir e destruir as células que as sintetizam
10
11/02/2026
6
S E C R E Ç Ã O G Á S T R I C A
• Células parietais (ou células oxínticas) 
Ø Produzem o ácido gástrico
Ø Controlar a produção de ácido e de enzimas proteolíticas
11
S E C R E Ç Ã O G Á S T R I C A
• H -K -ATPase (bomba de prótons)
• Cl segue o gradiente criado por H
• Ácido carbônico intracelular (H2CO3)
• Bicarbonato trocados pelo CL
• Maré alcalina ou alcalose pós prandial
Ø Revertida quando o bicarbonato neutraliza secreções gástricas no 
intestino
12
11/02/2026
7
S E C R E Ç Ã O G Á S T R I C A
• Células parietais (ou células de oxínticas) 
Ø Proteína conhecida como fator intrínseco
ü Liga-se à vitamina B12 na dieta e a transporta até o íleo
• Células enteroendócrinas (também denominadas enterocromafins)
ü Secreção de histamina – receptor gastrina
ü Liberação de serotonina
13
S E C R E Ç Ã O G Á S T R I C A
14
11/02/2026
8
S E C R E Ç Ã O G Á S T R I C A
15
S E C R E Ç Ã O G Á S T R I C A
• Esperando por comida
• Parassimpáticos estimulam as células do SNE - libera acetilcolina 
(ACh) na vizinhança das células G e células parietais
• Gastrina circula na corrente sanguínea
 
Ø Receptores de gastrina
Ø Receptores Ach
Ø Receptor H2
16
11/02/2026
9
S E C R E Ç Ã O G Á S T R I C A
• Entrada do alimento no estômago - fase gástrica
• Distensão do estômago - estímulo nervoso direto (ACh) das células G 
e parietais
• Alimento atua como um tampão, aumentando o pH do estômago
• Estimulando ainda mais a produção de gastrina e aumento na produção 
de ácido pelas células parietais
17
S E C R E Ç Ã O G Á S T R I C A
• Células parietais – receptores para gastrina, ACh e histamina
• Células estimuladas ao máximo quando todos os três receptores 
estão ocupados
• A histamina é secretada pelos mastócitos e células semelhantes a 
enterocromafins na mucosa parietal
• As células secretoras de histamina são estimuladas a secretar 
pela gastrina e ACh
18
11/02/2026
10
S E C R E Ç Ã O G Á S T R I C A
19
S E C R E Ç Ã O G Á S T R I C A
• pH do estômago cai para cerca de 2, a secreção de gastrina é 
suprimida
• pH 1, a secreção de gastrina é completamente abolida 
• Secreção de ácido é reduzida
20
11/02/2026
11
S E C R E Ç Ã O G Á S T R I C A
21
S E C R E Ç Ã O G Á S T R I C A
•Estímulos:
Ø Reflexo → visão, cheiro, paladar e deglutição
•Vias neurais (nervo vago):
• ACh → receptores M nas células parietais → ↑ HCl
• ACh → estimula G cells → gastrina → ↑ HCl
• Inibição da somatostatina (removendo o freio da secreção 
ácida)
•Observação: fase cefálica ausente em ruminantes
Fase Cefálica
22
11/02/2026
12
S E C R E Ç Ã O G Á S T R I C A
• Estímulos: Presença de alimento
Ø Reflexos vagais e locais (distensão gástrica)
Ø Vago → ACh → estimula G cells → gastrina → ↑ HCl
Ø Gastrina + histamina → estimulam células parietais
Ø ACh também estimula diretamente receptores M
Fase Gástrica
23
S E C R E Ç Ã O G Á S T R I C A
•Estímulos: Presença de alimento no duodeno
• Hormônios:
Ø CCK:
o Gato → agonista total da gastrina (↑ H+)
o Cão → agonista parcial e inibidor competitivo
Ø Gastrina (origem duodenal)
Ø Predomínio: respostas inibitórias sobre a secreção gástrica
Fase Intestinal
24
11/02/2026
13
S E C R E Ç Ã O G Á S T R I C A
• Barreira da mucosa gástrica
Ø Proteção pré-epitelial
• Muco + bicarbonato → neutraliza H+ e mantém pH neutro na 
superfície
Ø Prostaglandina 
• Estimula secreção de muco e bicarbonato
25
S E C R E Ç Ã O G Á S T R I C A
• Barreira da mucosa gástrica
Ø Proteção epitelial
• Junções firmes entre células → impedem passagem de H+ e 
toxinas
• Produção de muco e bicarbonato pelas células
• Renovação celular rápida e restituição de áreas danificadas
Ø Proteção sub-epitelial
• Fluxo sanguíneo da mucosa → remove H+ e substâncias nocivas
Fase Intestinal
26
11/02/2026
14
S E C R E Ç Ã O I N T E S T I N O D E L G A D O
• Secreção pancreática – suco pancreático
• Secreção biliar – bile
27
S E C R E Ç Ã O I N T E S T I N O D E L G A D O
• Projeções da mucosa – vilosidades
• Invaginações dentro da mucosa - criptas 
• Aumentam a superfície para a digestão e absorção de nutrientes 
• O comprimento das vilosidades é maior no jejuno e menor no íleo
28
11/02/2026
15
S E C R E Ç Ã O I N T E S T I N O D E L G A D O
29
S E C R E Ç Ã O I N T E S T I N O D E L G A D O
• Vilosidades – absorção de nutrientes
• Criptas – Hormônios
30
11/02/2026
16
P Â N C R E A S
• Exócrina – ácinos
• Os ductos dos ácinos esvaziam no duodeno 
• As células acinares secretam enzimas digestórias
• Células do ducto secretam solução de NaHCO3
31
P Â N C R E A S
•Estímulos: visão, paladar e olfato
•Liberação de acetilcolina pelo nervo vago → receptores 
muscarínicos → aumento de cálcio intracelular e exocitose de 
grânulos
•Representa cerca de 20% da secreção total de enzimas 
pancreáticas
•Pouca secreção chega ao intestino devido à baixa liberação de 
água e eletrólitos
Fase cefálica
32
11/02/2026
17
P Â N C R E A S
•Iniciada pela presença de alimento no estômago
•Distensão gástrica ativa receptores de estiramento → reflexo 
vago-vagal ou gastro-pancreático
•Responde por 5–10% da secreção de enzimas
•Pouca secreção atinge o duodeno pela baixa presença de água
Fase gástrica
33
P Â N C R E A S
•Liberação abundante de enzimas, água e eletrólitos
•Enzimas estimuladas por CCK(70–80% da secreção total)
•CCK aumenta cálcio intracelular e libera grânulos de zimogênio 
das células acinares
•Água e bicarbonato estimulados por secretina
Fase intestinal
34
11/02/2026
18
P Â N C R E A S
• Enzimas pancreáticas secretadas como zimogênios (inativos)
• Ativação inicia com enteropeptidase da borda em escova 
• Converte o tripsinogênio inativo em tripsina 
• A tripsina converte os outros zimogênios pancreáticos em suas 
formas ativas
35
P Â N C R E A S
 Tripsinogênio enzima enteropeptidase (borda em escova 
 
 Tripsina
quimiotripsinogênio quimiotripsina
pró-carboxipeptidases carboxipeptidases
pró-colagenase colagenase
pró-elastase elastase
inibidor dasecreção de tripsina pancreática (ISTP)
36
11/02/2026
19
• As células têm receptores para ACh, colecistocinina (CCK) e 
secretina
• A ACh,CCK e a secretina estimulam a secreção 
• A visualização e o cheiro do alimento induzem secreção 
pancreática - fase cefálica 
• A distensão do estômago causa um reflexo vagal que estimula a 
secreção pancreática - fase gástrica
P Â N C R E A S
37
• Fase intestinal - mais intensa e envolve estímulo endócrino e 
neuronal
• Material alimentar do estômago entra no duodeno - distensão do 
duodeno
• As condições ácidas no duodeno estimulam a secreção pancreática 
de bicarbonato por meio da secretina - alcalinização
• Quando o alimento é digerido e absorvido e o ácido é 
neutralizado, os estímulos para a secreção pancreática são 
removidos
P Â N C R E A S
38
11/02/2026
20
F Í G A D O
39
F Í G A D O
40
11/02/2026
21
F Í G A D O
• Uma arteríola hepática - oxigenada
• Na vênula porta - sangue pouco oxigenado até o lóbulo hepático 
Ø Açúcares, ácidos graxos voláteis e aminoácidos derivados da 
digestão e absorção dos carboidratos e das proteínas
41
F Í G A D O
• Sinusóide hepático – capilares modificados
• Endotélio sinusoidal - grandes fenestras (janelas)
Ø Passagem de grandes proteínas nos hepatócitos para o sangue
• Células de Kupffer - macrófagos 
• Entre a camada endotelial do sinusoide e o hepatócito - espaço 
de Disse
42
11/02/2026
22
F Í G A D O
• Íons e nutrientes que deixam os sinusoides precisam atravessar 
o espaço de Disse antes de alcançar os hepatócitos
• Célula estrelada - tecido cicatricial fibroso
43
F Í G A D O
44
11/02/2026
23
F Í G A D O
Icterícia
• Aumento da destruição de 
hemácias – bilirrubina indireta
• Lesão hepática 
• Obstrução dos ductos biliares – 
bilirrubina direta
45
F Í G A D O
• Metabolismo de carboidratos, proteínas e lipídios. 
• Realiza a glicongenólise e glicogênese
46
11/02/2026
24
F Í G A D O
• Sintetiza a albumina e os fatores de coagulação. 
• Insuficiência hepática apresentam hipoalbuminemia (que pode 
causar edema por perda da pressão oncótica das proteínas 
plasmáticas) e distúrbios de coagulação. 
• O fígado também converte amônia em ureia, que é então excretada 
na urina.
47
F Í G A D O
• No metabolismo lipídico, o fígado participa da oxidação de 
ácidos graxos e sintetiza colesterol e fosfolipídios.
• Converte parte do colesterol em ácidos biliares, que participam 
da digestão e absorção de lipídios
48
11/02/2026
25
V E S Í C U L A B I L I A R
A bile é secretada pelos hepatócitos
(1)sais biliares, que facilitam a digestão de gorduras 
(2)pigmentos biliares, bilirrubina, degradação da hemoglobina
(3)colesterol 
Os sais biliares, são produzidos a partir dos ácidos biliares 
combinados com aminoácidos
49
V E S Í C U L A B I L I A R
50
11/02/2026
26
V E S Í C U L A B I L I A R
• Quando há pouco ou nenhum alimento no lúmen intestinal, o 
esfíncter de Oddi, fica fechado 
• Nas espécies que não têm vesícula biliar, o esfíncter de Oddi 
é aparentemente não funcional e a bile é secretada para o 
intestino durante todas as fases do ciclo digestivo
51
V E S Í C U L A B I L I A R
• Chegada do alimento no duodeno
• Secreção CCK
• Relaxamento do esfíncter de Oddi e contração da vesícula 
biliar
• Sais biliares auxiliam na digestão e absorção de gorduras no 
jejuno, mas não são absorvidos até atingirem o íleo
52
11/02/2026
27
V E S Í C U L A B I L I A R
• Após a absorção no íleo, os ácidos biliares viajam pela veia 
porta hepática para o fígado
• No fígado, os sais biliares são quase completamente absorvidos 
• Circulação êntero-hepática 
53
V E S Í C U L A B I L I A R
54
11/02/2026
28
V E S Í C U L A B I L I A R
55
V E S Í C U L A B I L I A R
• Gorduras terminam de ser digeridas e absorvidas
• Estímulo para a secreção de CCK é removido
• Fechamento do esfíncter de Oddi 
• Desvio da bile para a vesícula
56
11/02/2026
29
V E S Í C U L A B I L I A R
• Composição da bile
Ø Sais biliares, pigmentos biliares(bilirrubina e biliverdina, 
colesterol, água, eletrólitos, fosfolipídios
• Formação dos sais biliares
Ø Colesterol – Ácidos cólico e quenodesoxicólico – Conjugação 
com taurina ou glicina – Ácidos glico-ou tauro-conjugados – 
Sais biliares
57
V E S Í C U L A B I L I A R
58
11/02/2026
30
V E S Í C U L A B I L I A R
• Triglecerídeos, colesterol, ácidos graxos
• Maioria dos lipídeos não é solúvel em água
• Sais biliares ajudam a quebrar a emulsão de partículas
• Anfipáticos – hidrofílico e hidrofóbico
59
V E S Í C U L A B I L I A R
60
11/02/2026
31
• Bilirrubina não conjungada – indireta
• Bilirrubina conjugada - direta
• Vesícula biliar
• Urobilinogênio – bactérias intestinais
V E S Í C U L A B I L I A R
61
62
11/02/2026
32
63
D I G E S TÃ O E A B S O R ÇÃ O
P R O C E S S O S N Ã O 
F E R M E N T A Ç Ã O
64
11/02/2026
33
• Digestão é o processo de quebra dos nutrientes 
• Absorção é o processo de transporte das moléculas através do 
epitélio intestinal 
65
• Células das criptas e vilos – enterócitos
• Zônulas de oclusão – ligação enterócitos
• Frouxas no duodeno e jejuno – água e eletrólitos
66
11/02/2026
34
67
• Proteção
• Absorção
Glicocálice
68
11/02/2026
35
Fisiovets
69
• Enzimas digestivas
Ø Atuam no lúmen do trato GI- luminal
Ø Atuam na superfície da membrana do epitélio - membranosa
70
11/02/2026
36
71
Tripsina
Pepsina
Amilase
pancreática
Dissacaridases Exoeptidases
72
11/02/2026
37
Carboidratos
Proteínas
Lipídios
Fibras
Açúcar 
Amido
Macronutrientes
73
C A R B O I D R A T O S
74
11/02/2026
38
C A R B O I D R A T O S
• Na dieta dos monogástricos, cerca de 80% dos carboidratos 
consistem em glicose, e o restante é constituído pela frutose 
• Galactose em animais jovens alimentados com leite
• Absorção restrita a monossacarídeos – hidrolise (adição de h20)
75
C A R B O I D R A T O S
•Estômago → digestão muito limitada 
•Fase luminal→ Secreção pancreática→ α-amilase → polissacarídeos
 
•Fase membranosa→ enzimas → monossacarídeos 
76
11/02/2026
39
C A R B O I D R A T O S
Glicogênio
77
C A R B O I D R A T O S
Fisiovets
78
11/02/2026
40
C A R B O I D R A T O S
79
C A R B O I D R A T O S
sodium-linked glucose transporter (SGLT-1)
glucose transporter (GLUT-2).
80
11/02/2026
41
C A R B O I D R A T O S
81
C A R B O I D R A T O S
82
11/02/2026
42
P R O T E Í N A S
• Semelhante a digestão do carboidrato
• Moléculas proteicas grandes são quebradas pela digestão luminal
• Digestão começa no estomago – HCL e pepsina
• Fase luminal completa no intestino
83
P R O T E Í N A S
Enteropeptidase
84
11/02/2026
43
P R O T E Í N A S
• Enzimas da fase membranosa estão quimicamente ligadas à 
membrana de superfície do intestino
• Elas constituem uma grande e importante porção do glicocálice
• Sintetizadas nos enterócitos e transportadas para a superfície 
luminal da membrana apical
85
P R O T E Í N A S
• Endopeptidases ou proteases
• Quebram uma cadeia peptídica longa em fragmentos menores
• Pepsina secretada no estômago
• Tripsina e a quimotripsina secretadas pelo pâncreas
86
11/02/2026
44
P R O T E Í N A S
• exopeptidases 
Ø Liberam aminoácidos por cortá-los das extremidades 
Ø Carboxipeptidase (pâncreas)
Ø Aminopeptidases
87
P R O T E Í N A S
Fisiovets
88
11/02/2026
45
P R O T E Í N A S
89
Quirera de arroz, proteína hidrolisada de soja (17,5%), gordura suína, gordura de frango, polpa desidratada 
de beterraba, óleo de soja refinado, óleo branqueado e desodorizado de peixes, óleo de borragem, fosfato 
monocálcico, carbonato de cálcio, cloreto de potássio, cloreto de sódio (sal comum), óxido de magnésio, 
sorbato de potássio, frutooligossacarídeos, extrato de marigold (Tagetes erecta), zeolita, reFnol (vitamina A), 
cloridrato de Famina (vitamina B1), riboflavina (vitamina B2), cloridrato de piridoxina (vitaminaB6), 
cianocobalamina (vitamina B12), ácido ascórbico (vitamina C), colecalciferol (vitamina D3), acetato de dl-alfa 
tocoferol (vitamina E), ácido nicoRnico (niacina), D-pantotenato de cálcio, bioFna, ácido fólico, cloreto de 
colina, óxido de zinco, óxido de manganês, sulfato de ferro, sulfato de cobre, iodato de cálcio, levedura 
enriquecida com selênio, zinco aminoácido quelato, manganês aminoácido quelato, cobre aminoácido 
quelato, DL-meFonina, taurina, hidrolisado de Ugado de aves, anFoxidante BHA (buFlhidroxianisol).
90
11/02/2026
46
L I P Í D I O S
• Triglicerídeo, o qual pode se originar de fontes vegetais e animais
• Colesterol de fonte animal
• Fosfolipídios de ambas as fontes, animal e vegetal
(1) Emulsificação
(2) Hidrólise
(3) formação de micelas 
(4) absorção
91
L I P Í D I O S
92
11/02/2026
47
L I P Í D I O S
93
L I P Í D I O S
94
11/02/2026
48
P R O T E Í N A S
• Vitaminas solúveis em lipídeos (A, D, E e K) são absorvidas no 
intestino delgado junto com as gorduras
• Vitamina B12 - hidrossolúvel 
95
E l e t r ó l i t o s
96
11/02/2026
49
D I G E S TÃ O E A B S O R ÇÃ O
 
P R O C E S S O 
F E R M E N T A T I V O
97
98
11/02/2026
50
Digestão glandular Digestão 
fermentativa
Ação de 
microorganismos
Ação 
enzimática
99
• Bactérias: têm a habilidade de fermentar substratos
• Fungos: decomposição da parede celular das plantas
• Protozoários: Ajudam a regular a população bacteriana,
ingerindo grandes quantidades de bactérias
100
11/02/2026
51
F I B R A S
Celulose
Hemi - celulose
Lignina
Pectina
Cimento
Sustentação
101
F I B R A S
AGV servem de 
substrato 
energético
102
11/02/2026
52
P R O T E Í N A S
Ácidos graxos voláteis
=
Principal fonte de energia
Bactérias
Sintetizam proteínas de fonte 
não proteicas Amônia 
Uréia
Nitrato
103
F I B R A S
Proteínas degradáveis 
no rúmem
Microrganismos 
degradam proteínas
Proteínas não 
degradáveis no rúmem Intestino
Bactérias 
morrem e as 
proteínas 
digeridas no 
intestino
104
11/02/2026
53
F I B R A S
105

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