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Seminário Saúde da Criança V - UC7 DOENÇA DE KAWASAKI BHENISE VITÓRIA SANTOS NUNES DRIELI LEITE AMARAL JOÃO WINICIUS DE SOUZA BARBOSA MARIANE KOLANDJIAN ROCHA PEDRO HENRIQUE DELFINO RENAN ARAUJO DOS REIS TIAGO ELIAS CRUZ ANTUNES VICTÓRIA CORRÊA CRUZ ORIENTADOR: Prof. Dr. Luciano Correa Ribeiro INTEGRANTES Seminário Saúde da Criança VII - UC7 ÍNDICE DA APRESENTAÇÃO Introdução Metodologia Caso clínico Discussão Conclusão Referências Bibliográficas Seminário Saúde da Criança VII - UC7 INTRODUÇÃO Seminário Saúde da Criança VII - UC7 A Doença de Kawasaki é uma vasculite febril aguda autolimitada, de vasos médios. Essa vasculite pode atingir vários órgãos, como pulmão, intestino, vesícula biliar, sistema nervoso central, entre outros, mas o comprometimento cardíaco é o mais significativo, com a formação de aneurismas coronarianos. O diagnóstico é essencialmente clínico, e o tratamento medicamentoso, logo que iniciado, conduz à melhora clínica e reduz os riscos de sequela cardíaca. METODOLOGIA Seminário Saúde da Criança VII - UC7 Revisão de literatura Selecionando 35 artigos Em uma janela temporal de 17 anos CASO CLÍNICO Seminário Saúde da Criança VII - UC7 Um menino de 3 anos vem ao consultório pediátrico para sua segunda consulta. Há 2 dias ele foi atendido devido a uma história de picos febris de 40° C e irritabilidade com 4 dias de duração. Nessa visita, seu exame foi significativo para conjuntivite bilateral, hiperemia de orofaringe e lábios secos e rachados. Ele tomou cerca de 120 mL de uma solução de reidratação oral no consultório e retornou para casa com prescrições para tratamento sintomático. Hoje, ele voltou com febre persistente e irritabilidade. Além dos achados anteriores do exame físico, os quais ainda persistem, a criança também apresenta exantema maculopapular no tronco, edema nas mãos e nos pés e linfonodo aumentado não supurativo na cadeia cervical anterior direita. BHENISE VITORIA SANTOS NUNES () - Talvez seja legal deixar o caso clínico antes da discussão? DRIELI AMARAL () - pode ser DRIELI AMARAL () - vou alterar então DISCUSSÃO Seminário Saúde da Criança VII - UC7 HISTÓRICO Seminário Saúde da Criança VII - UC7 Descrita pelo Tomisaku Kawasaki em 1967. O patologista Noboru Tanaka descobriu uma trombose de artéria coronária durante a necrópsia de uma criança com diagnóstico prévio de DK. O pediatra Takajiro Yamamoto observou ritmo de galope, insuficiência cardíaca congestiva e alterações eletrocardiográficas em seus pacientes com DK. EPIDEMIOLOGIA Seminário Saúde da Criança VII - UC7 As maiores taxas de incidência (por 100.000) são em crianças de ascendência asiática. As maiores taxas são observadas em crianças menores 5 anos de idade, com predominância do sexo masculino. A DK é hoje a principal causa de cardiopatia adquirida entre crianças na América do Norte, Europa e Japão. Crianças menores de 5 anos representam 80% dos casos, com pico de idade de 18 a 24 meses. ETIOLOGIA Seminário Saúde da Criança VII - UC7 Desconhecida Hipótese Infecciosa Hipótese Ambiental Parvovírus B19 Propionibacterium Bocavirus humano Exposição a mercúrio Atopia A etiologia da Doença de Kawasaki é desconhecida. A principal hipótese é de que se trate de uma reação imune exagerada a uma infecção. Os agentes etiológicos suspeitos são: parvovírus B19, Propionibacterium e Bocavirus humano. Por causa disso, várias manifestações da doença se assemelham a outras de origem infecciosa. Uma outra hipótese é a ambiental. Como há sintomas semelhantes aos da intoxicação por mercúrio, há a hipótese de que haja relação da doença à exposição ao mercúrio. Outra suspeita é que indivíduos que apresentem atopias possam desenvolver a doença, já que há uma certa correlação estatística entre os dois problemas. ETIOLOGIA Suscetibilidade Genética Seminário Saúde da Criança VII - UC7 Polimorfismo do gene ITPKC Aumento da atividade de células T Hiper-reação imune Genes ANGPT1 e VEGFA Desequilíbrio entre os produtos da angiopoietina 1 e do fator de crescimento endotelial vascular A Perturbação da homeostase vascular Genes em estudo Gene da quimiocina CCR5 Gene ABCC4 Há indivíduos geneticamente mais suscetíveis à doença de Kawasaki. O polimorfismo do gene ITPKC está relacionado à doença, já que leva a um aumento da atividade de células T e, consequentemente, a uma hiper-reação imune. Alterações na expressão dos genes ANGPT1 e VEGFA levam a uma desproporção entre seus produtos, o que perturba a homeostase vascular. Há suspeita de que alterações em outros genes sucitem a doença, como o da quimiocina CCR5 e o gene ABCC4. FISIOPATOLOGIA Seminário Saúde da Criança VII - UC7 Resposta imunológica exacerbada a agente infeccioso Vasculite sistêmica Observação: predileção pelas artérias de médio porte Coronárias —-------------------------------------------------------------------------------- A fisiopatologia básica da doença de Kawasaki é a ocorrência de uma resposta imunológica exacerbada a um agente infeccioso, o que leva a uma vasculite sistêmica. Muito embora a doença possa acometer diversos órgãos, há uma predileção pelas artérias de médio porte, especialmente as coronárias. FISIOPATOLOGIA Seminário Saúde da Criança VII - UC7 Ligação Antígeno X Receptor Vβ de células T Liberação de TNFα, IL-1β, IL-6 e IFN-γ Lesão: lâmina elástica, endotélio e células musculares lisas Infiltração tecidual de outros agentes: neutrófilos, eosinófilos, células produtoras de IgA e macrófagos —-------------------------------------------------------------------------------- A etapa inicial da fisiopatologia é a ligação de um antígeno a um receptor Vβ de células T. Após isso, ocorre liberação de fatores pró-inflamatórios, que são o TNFα, IL-1β, IL-6 e IFN-γ. Em decorrência disso, ocorre lesão da lâmina elástica, de células endoteliais luminais e de células musculares lisas. Além das células T, há infiltração tecidual de outros agentes, que são: neutrófilos, eosinófilos, células produtoras de IgA e macrófagos. QUADRO CLÍNICO: fase aguda Seminário Saúde da Criança VII - UC7 A primeira fase da doença dura entre 10 e 14 dias; Inicia com a febre alta, não responsiva a antibióticos e antipiréticos, por pelo menos 5 dias; Geralmente seguida da injeção conjuntival bilateral, indolor e não exsudativa; Alterações da mucosa oral também aparecem nessa fase da doença, incluindo: eritema, descamação, sangrament labial, fissuras, ressecamento e eritema difuso da orofaringe + “língua framboesa”. O quadro da doença de Kawasaki é dividido em 3 fases, sendo que os sintomas aparecem e entram em remissão conforme essas fases. A primeira fase é a aguda e vai apresentar o quadro mais sintomático. O primeiro e principal sintoma é a febre alta, maior que 39°, que dura pelo menos 5 dias, mas que pode chegar até 3 semanas quando não há tratamento adequado. A injeção bilateral tende a ser o segundo sintoma e é importante notal que é indolo e não exsudativa. As alterações da mucosa oral e da orofaringe também são muito incidentes e de apresentação variada. QUADRO CLÍNICO: fase aguda Seminário Saúde da Criança VII - UC7 Eritema nas palmas das mãos e plantas dos pés, com edema e aumento da sensibilidade nas extremidades; Exantema mais comumente caracterizado como rash maculopapular difuso, acompanhando descamação no períneo; Linfoadenopatia cervical, tende a ser unilateral, com linfonodos com diâmetro maior que 1,5 cm. O eritema acomete igualmente mão e pés, podendo acompanhar edema e aumenta da sensibilidade, então a criança pode sentir dor nessas áreas. Muito interessante citar que o exantema dessa doença é polimórfico, ou seja, tem várias apresentações, sendo a que mais ocorre é o rash maculopapular e com menos frequência temos a linfoadenoppatia cervical. Seminário Saúde da Criança VII - UC7 Injeção conjuntiva bilateral. Seminário Saúde da Criança VII - UC7 Língua em framboesa.Alterações da mucosa labial. Seminário Saúde da Criança VII - UC7 A - Eritema em mão. B- Eritema e edema em pé. Seminário Saúde da Criança VII - UC7 Exantema maculopapular difuso. A - Exantema maculopapular em pé; B - Exantema em região perineal; QUADRO CLÍNICO: fase subaguda Seminário Saúde da Criança VII - UC7 A segunda fase da doença inicia com a remissão dos sinais e sintomas da fase aguda; Caracterizada principalmente pela descamação periungueal que pode se estender para as palmas das mãos e plantas dos pés e a trombocitopenia; Nesse período o paciente tem maior risco de apresentar complicações como aneurisma das artérias coronarianas e artrite em uma ou mais articulações. Esta segunda fase apresenta um quadro já muito menos florido, com a descamação periungueal e a trombocitopenia, mas é a fase com maior risco para desenvolvimento de aneurisma das artérias coronárias e artrite ou poliartrite. Seminário Saúde da Criança VII - UC7 Descamação periungueal. QUADRO CLÍNICO: fase de convalescência Seminário Saúde da Criança VII - UC7 A última fase da doença inicia com a remissão dos sintomas anteriormente citados, sendo assintomática; Perdura até que os parâmetros de contagem de plaquetas e taxa de hemossedimentação se normalizem; As crianças acometidas pela doença ainda apresentam risco de desenvolver aneurismas nessa etapa. Está útima fase dura até a normalização dos parâmetros de contagem de plaquetas e velocidade de hemossedimentação. É assintomática, mas ainda representa risco de aneurismas das artérias coronárias. MANIFESTAÇÕES CARDIOVASCULARES Seminário Saúde da Criança VII - UC7 Anormalidades de arterias coronarias Miocardites Arritmias Insuficiência valvar leve/moderada Choque cardiogenico MANIFESTAÇÕES CARDIOVASCULARES Seminário Saúde da Criança VII - UC7 (A e B) Ecocardiograma: FE 68%; AE 35 mm; Septo 8 mm; PP 8 mm; DdVE 45mm; DsVE 30 mm; PSAP 40 mmHg. Dilatação do tronco da coronária esquerda (7 mm). Ventrículo esquerdo com função sistólica e espessura miocárdica preservadas e sem alterações na mobilidade segmentar da parede. (C e D) Cateterismo Cardíaco (10/2013): Coronárias ectasiadas. CD dominante com lesão tubular excêntrica proximal de 50% com presença de trombo intracoronário; TCE com presença de dilatação aneurismática em terço distal; DA com ectasia em terço proximal, sem lesões obstrutivas. Angiotomografia de coronárias mostrou dilatação aneurismática no terço distal do TCE (9 mm) e no óstio da DA (9,5 mm); CX com ectasia no óstio (3,7 mm); Mg 2 com aneurisma em segmento distal; CD com aneurisma sacular em terço proximal (9,8 mm em seu maior diâmetro), com trombo mural e pequena região calcificada. DIAGNÓSTICO CLÍNICO Seminário Saúde da Criança VII - UC7 DIAGNÓSTICO LABORATORIAL Seminário Saúde da Criança VII - UC7 PCR/VHS TGO/TGP (TGP > 50U/L LEUCOCITOS (>15.000/mm³) HB DIAGNÓSTICOS DIFERENCIAIS Seminário Saúde da Criança VII - UC7 Fonte: RIFE & GEDALIA, 2020. Viral Bacteriana Medido por toxinas Reações de Hipersensibilidade Doenças reumáticas Toxicidade Outro Sarampo Escarlatina Síndrome da pele escaldada estafilocócica Reação de hipersensibilidade a medicamentos Artrite idiopática juvenil Acrodinia (envenenamento por mercúrio) Síndrome inflamatória multissistêmica em crianças Adenovírus Febre reumática aguda Síndrome do choque tóxico Síndrome de Steven-Johnson Poliarterite nodosa Enterovírus Febre maculosa Artrite reativa Vírus de Epstein Barr Leptospirose Linfadenite cervical TRATAMENTO Seminário Saúde da Criança VII - UC7 Imunoglobulina Humana Intravenosa (IVIG) Dose única de 2g/Kg Reduz a incidência de lesões coronarianas Ácido Acetilsalicílico (AAS) Doses moderadas ou altas Redução da febre e inflamação Hospitalização e Monitorização Devido ao risco de miocardite e arritmias IVIG "Começando com a IVIG, uma dose única de 2g/Kg é essencial para diminuir o risco de lesões nas artérias coronárias. AAS "O uso de AAS, em doses moderadas ou altas, ajuda a controlar a febre e a inflamação." "A hospitalização e a monitorização são fundamentais devido ao risco de complicações cardíacas durante a fase aguda." Corticosteroides em Alto Risco "Em casos de alto risco, como em pacientes com fatores específicos, considera-se a inclusão de metilprednisolona para reduzir complicações nas artérias coronárias." DESAFIOS "Quando a febre persiste após 36 horas, enfrentamos desafios no tratamento. Podemos repetir a IVIG e considerar outras opções terapêuticas." TRATAMENTO Seminário Saúde da Criança VII - UC7 Corticosteroides em Alto Risco Metilprednisolona em pacientes de alto risco Reduz complicações coronarianas Desafios no Tratamento Persistência da febre após 36 horas Estratégias incluem repetição da IVIG e outras opções IVIG "Começando com a IVIG, uma dose única de 2g/Kg é essencial para diminuir o risco de lesões nas artérias coronárias. AAS "O uso de AAS, em doses moderadas ou altas, ajuda a controlar a febre e a inflamação." "A hospitalização e a monitorização são fundamentais devido ao risco de complicações cardíacas durante a fase aguda." Corticosteroides em Alto Risco "Em casos de alto risco, como em pacientes com fatores específicos, considera-se a inclusão de metilprednisolona para reduzir complicações nas artérias coronárias." DESAFIOS "Quando a febre persiste após 36 horas, enfrentamos desafios no tratamento. Podemos repetir a IVIG e considerar outras opções terapêuticas." EVOLUÇÃO E PROGNÓSTICO Seminário Saúde da Criança VII - UC7 Taxas de mortalidade e recidivas raras após o tratamento Prognóstico de acordo com o grau de alteração coronariana Crianças sem alterações = poucas chances de sequelas Crianças com dilatação e/ou aneurisma das artérias coronarianas = necessidade de acompanhamento durante toda a vida por risco de obliteração do lúmen vascular EVOLUÇÃO E PROGNÓSTICO Seminário Saúde da Criança VII - UC7 Prognóstico de acordo com o grau de alteração coronariana Crianças com aneurismas com diâmetro ≧ 8 mm = maior risco de infarto do miocárdio ou arritmias Agente principal das raras taxas de mortalidade EVOLUÇÃO E PROGNÓSTICO Seminário Saúde da Criança VII - UC7 Fatores de mau prognóstico, de acordo com a SBP: Sexo masculino Idade 8 anos Febre persistente Hipoalbuminemia, anemia, Trombocitopenia, leucocitose > 15.000/ mm³m, neutrófilos > 80% Provas de atividade inflamatória elevadas > 1 mês. PCR ≧ 10mg/dL TGO > 80 a 100 U/L e hiponatremia EVOLUÇÃO E PROGNÓSTICO Seminário Saúde da Criança VII - UC7 A vacinação contra sarampo e varicela devem se prorrogadas em pelo menos 11 meses após o tratamento com IGIV Possibilidade de interferência na atividade da vacina Já no uso prolongado de aspirinas (AAS) Vacina contra o vírus da Influenza deve ser administrada Busca a prevenção da Síndrome de Reye Portanto, o diagnóstico e o tratamento precoce desempenham um papel crucial na prevenção de complicações graves da Doença de Kawasaki. CONCLUSÃO Seminário Saúde da Criança VII - UC7 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Seminário Saúde da Criança VII - UC7 Almeida, F, C. Avaliação das manifestações clínicas e achados laboratoriais em 301 pacientes com doença de Kawasaki: acompanhamento de dez anos. 2018. 76 f. Tese (Doutorado em Ciências Médicas) - Universidade de Brasília, Brasília, 2018. Amarilyo et al. High-dose aspirin for Kawasaki disease: outdated myth or effective aid? 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OBRIGADO image3.png image2.png image11.png image6.png image5.png image1.png image4.png image15.png image20.png image17.png image14.png image13.png image8.png image9.png image10.png image12.png image22.png image19.jpg image16.jpg image18.png image21.png