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RELATÓRIO DE PRÁTICA 
 
ELIANE ARAÚJO SILVA BRAGA 
01589703 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS 
ENSINO DIGITAL 
 
RELATÓRIO 02 
DATA: 
 
______/______/______ 
 
 
 
RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS: Biologia Molecular 
 
DADOS DO(A) ALUNO(A): 
 
NOME: Eliane Araújo Silva Braga MATRÍCULA:01589703 
CURSO: Farmácia POLO: Unama Parque Shopping 
PROFESSOR(A) ORIENTADOR(A): Juliana Prado Goncales 
 
ORIENTAÇÕES GERAIS: 
 
• O relatório deve ser elaborado individualmente e deve ser escrito de forma clara e 
• concisa; 
• O relatório deve conter apenas 01 (uma) lauda por tema; 
• Fonte: Arial ou Times New Roman (Normal e Justificado); 
• Tamanho: 12; 
Margens: Superior 3 cm; Inferior: 2 cm; Esquerda: 3 cm; Direita: 2 cm; 
• Espaçamento entre linhas: simples; 
• Título: Arial ou Times New Roman (Negrito e Centralizado). 
 
 
TEMA DE AULA: EXTRAÇÃO DE DNA 
 
 
1. Após completar a atividade de laboratório proposta, você deve elaborar um 
relatório detalhado sobre cada etapa do processo de extração de DNA de um 
morango. Para cada fase, descreva não apenas as observações visuais, mas também 
explique os processos biológicos que estão ocorrendo com as células do morango. É 
essencial que você inclua no relatório pelo menos uma fotografia correspondente a 
cada etapa da extração para ilustrar suas observações e análises. 
 
Extração de DNA de morango 
Selecionar 3 morangos e tirar os seus cabinhos verdes 
Colocar os morangos dentro de um saco plástico e macerá-los pressionando 
os morangos com os dedos até obter uma pasta quase homogênea. Transferir a pasta 
de morango para um copo. Em seguida em outro copo misturar 150 ml de água, uma 
colher (sopa) de detergente e uma colher (chá) de sal de cozinha. Mexer bem com o 
bastão de vidro, porém devagar para não fazer espuma. Depois colocar cerca de 
1/3 da mistura de água, sal e detergente transparente sobre o macerado de 
morango. Misturar levemente com um bastão de vidro. 
 
 
RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS 
ENSINO DIGITAL 
 
RELATÓRIO 02 
DATA: 
 
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Logo após incubar em temperatura ambiente por 30 min. Mexer de vez com o bastão. 
Colocar uma peneira sobre um copo de vidro transparente e passar a mistura pela 
peneira para retirar os pedaços de morangos que restaram. Em seguida colocar 
metade do liquido peneirado em um tubo de ensaio ou outro copo. Colocar 
apenas cerca de 3 dedos no fundo do tubo e despejar no tubo (pela parede do 
mesmo), sobre a solução, dois volumes de álcool comum. Não misturar o álcool com 
a solução. Aguardar cerca de 3 min para o DNA começar a precipitar na interfase. 
 Passo opcional. Usar um palito de plástico ou madeira para enrolaras moléculas de 
DNA. Gire o palito na interfase entre a solução e o álcool. 
Em cada etapa aconteceu:1. NaCl: A adição do sal (NaCl) proporciona ao DNA um 
ambiente adequado. O sal contribui com íons positivos que neutralizam a 
carga negativa do DNA. Numerosas moléculas do DNA podem coexistir nessa 
solução. Ou seja, o sal ajuda a manter as proteínas dissolvidas no líquido extraído, 
impedindo que elas precipitem com o DNA. 
Detergente: O detergente afeta as membranas porque elas são formadas por lipídios. 
Com a ruptura das membranas o conteúdo celular, incluindo as proteínas e 
o DNA, soltam-se e dispersam-se na solução. A função de algumas dessas proteínas 
é manter o DNA enrolado numa espiral muito apertada. 
Álcool Etílico: Ao colocar o álcool bem gelado na solução de extração misturada com 
o morango macerado, foi possível observar a precipitação da fita de DNA, isso ocorreu 
devido ao fato de a proteína de DNA ser insolúvel em álcool, ou seja, ela não se 
dissolve no álcool, tornando possível sua visualização. O DNA é menos denso que a 
água e a mistura aquosa dos restos celulares. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Material utilizado coando o material resultado 
 
 
 
RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS 
ENSINO DIGITAL 
 
RELATÓRIO 02 
DATA: 
 
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TEMA DE AULA: ELETROFORESE 
 
 
 
1. Enumere todos os equipamentos e reagentes essenciais para a realização da 
eletroforese, especificando a função de cada um no processo. 
1-Cuba de eletroforese. 
2-Gel Agarose (Gel de migração). 
3- Tampão 
4- Amostra 
5-Sonda (Corante Fluorescente) 
6-Transluminador 
7-Magnésio 
8-Taq Polimerase 
9-Primers 
10-Tubos de PCR 
11-Termociclador 
12.Pentes 
 
2. Explique detalhadamente as etapas envolvidas no procedimento de 
eletroforese, começando pela preparação da amostra até a visualização dos 
resultados. 
Eletroforese ocorre dentro de uma matriz ou gel que possibilita a corrida da amostra. 
O gel é introduzido dentro de uma solução tampão específica para 
eletroforese que fornece as condições ideais para a passagem da corrente e a 
manutenção do valor do pH. Em seguida, as amostras são pipetadas em pequenos 
poços feito com um pente no gel. Para ocorrer a migração, a cuba e fonte de 
eletroforese exercem uma voltagem, corrente e potência constantes, esses fatores 
irão determinar o sucesso da técnica. 
E por fim, as bandas são visualizadas sob luz ultravioleta ou LED, através do 
equipamento chamado de trans iluminador. A agarose é um polissacarídeo composto 
por Agar e pectina. Para preparar este gel, simplesmente faz-se mistura entre o pó de 
agarose e solução tampão. Após fundir, coloca-se brometo de etidi um, que tem ampla 
afinidade pelo DNA, e revela sobre a presença de UV (ultravioleta) os ácidos 
 
 
RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS 
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nucléicos. Quando a mistura esfriar o gel estará duro. Esse endurecimento é feito em 
um local apropriado, o mesmo local onde será feita a corrida da amostra. Um detalhe 
importante é a colocação do pente no gel durante o endurecimento. O pente cria poços 
que serão utilizados para a coloração das amostras. Podemos ver este 
processo como uma corrida. Cada um é colocado numa pista e na presença de uma 
corrente elétrica vai deixando o seu rastro. São esses rastros que serão comparados 
no método. 
O gel de agarose é usado pois tem uma maior extensão de separação para 
fragmentos longos de DNA (identifica os ácidos nucléicos presente neste). 
O tamanho e a conformação da molécula de DNA, a concentração do gel de agarose, 
a corrente elétrica aplicada e tipo de tampão usado influenciam a velocidade da 
partícula no gel. 
 
3. Discuta a importância de utilizar diferentes concentrações de géis na 
eletroforese e como cada concentração impacta a resolução e separação das 
amostras de DNA ou RNA. 
A escolha da matriz de separação usada depende principalmente do tamanho dos 
fragmentos analisados. Existem três principais tipos de eletroforese em 
gel.*Eletroforese em gel de agarose: Este é o tipo mais comumente utilizado e é ideal 
para a separação de grandes moléculas, como DNA e RNA. O gel de agarose 
é um material viscoso que permite que as grandes moléculas sejam 
facilmente movidas através dele pelo campo elétrico. No entanto, este tipo 
de eletroforese não é tão preciso quanto os outros dois tipos, pois as 
grandes moléculas tendem a se movimentar mais lentamente 
*Eletroforese de gradiente: Esta técnica envolve a separação de moléculas com base 
na sua concentração. O gel é preparado com um gradiente de concentração, 
permitindo que as moléculas sejam movidas através do gel em função da sua 
concentração. Esta técnica é ideal para a separação de proteínas ou outras 
macromoléculas de baixo peso molecular. 
*Eletroforeseem gel de poliacrilamida: Esta é uma técnica usada parasse parar 
moléculas com base no seu tamanho e carga elétrica. O gel de polia 
crilamida é altamente denso e permite que as pequenas moléculas sejam 
 
 
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facilmente movidas através dele pelo campo elétrico. É utilizado principalmente para 
a separação de moléculas peptídicas e proteínas. 
A agarose é utilizada como gel para a eletroforese. A agarose é um 
polissacarídeo que forma uma rede que prende as moléculas durante a migração. 
Dependendo da concentração de agarose, quanto menor o tamanho dos poros 
maior a dificuldade da migração dos fragmentos de DNA e de RNA, aumentando o 
tempo de migração. 
Para preparar um gel de agarose, faz-se a mistura entre o pó de agarose e a solução 
tampão TBE ou TAE. Após a polimerização do gel, coloca-se brometo de etídio, que 
fará o DNA e o RNA “brilhar” quando exposto ao UV. A menores 
temperaturas o gel ganha consistência. Um detalhe fundamental é a colocação do 
pente no gel durante o endurecimento. O pente cria poços que serão utilizados para 
a coloração das amostras de DNA e RNA. Podemos ver este processo como uma 
corrida. Cada um é colocado numa pista e na presença de uma corrente elétrica vai 
deixando o seu rastro. São estes rastros que vamos comparar. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Referencias 
 
BALESTRIN, R. C.; PENTEADO, L. D. P. Extração de DNA e análise eletroforética de 
DNA. Ensino de Ciências, p. 21. 
 
LORETO, E. L. S.; SEPEL, L. M. N. Atividades experimentais e Didáticas de Biologia 
Molecular e Celular. Sociedade Brasileira de Genética: São Paulo, 2003.P16-18. 2 ed. 
 
Yung-Sharp, D; Kumar, R. Protocols for the visualisation of DNA 
inelectrophoretic gels by a safe and inexpensive alternative to ethidium 
bromide.Technique, v. 1, n 3, p. 183-187, 1989. 
 
Reiniger et al. Reciclagem de agarose em laboratórios de biologia molecular.Ciência 
Rural, v. 34, n.5, set-out, 2004.SAMBROOK. J.; RUSSEL, D. W. Molecular Cloning: A 
Laboratory Manual.3.ed. New York: Cold Spring Harbor Laboratory, 2001.

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