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@resumos.enfermagem1
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V E R S Ã O 2 0 2 4 . V O L U M E 1
 ATENDIMENTO PRÉ-HOSPITALAR
 RESUMOS ILUSTRADOS ENFERMAGEM
PARA TÉCNICO E SUPERIOR. 
 @resumos.enfermagem1
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CARO CLIENTE,
GOSTARÍAMOS DE EXPRESSAR NOSSA SINCERA GRATIDÃO PELA
COMPRA DO EBOOK. AGRADECEMOS IMENSAMENTE POR CONFIAR EM
NOSSO CONTEÚDO.
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DIREITOS AUTORAIS E SUA REPRODUÇÃO, COMPARTILHAMENTO OU
VENDA É ESTRITAMENTE PROIBIDO. ESTE EBOOK É DE PROPRIEDADE
EXCLUSIVA DE PATRICK BARBOSA DANTAS, PROPRIETÁRIO DA
EMPRESA DESENVOLVEDORA REGISTRADA SOB CNPJ
53.276.255/0001-48.
QUALQUER VIOLAÇÃO DOS DIREITOS AUTORAIS É CONSIDERADA CRIME
E PODE RESULTAR EM SÉRIAS CONSEQUÊNCIAS LEGAIS. NOSSO
CONTEÚDO POSSUI UM RASTREADOR DE COMPARTILHAMENTOS, E
QUALQUER COMPARTILHAMENTO INDEVIDO RESULTARÁ NO BLOQUEIO
DO ARQUIVO. A PESSOA RESPONSÁVEL PELO COMPARTILHAMENTO
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ATENCIOSAMENTE,
PATRICK BARBOSA DANTAS
CNPJ: 53.276.255/0001-48.
LEIA ABAIXO COM ATENÇÃO.
O termo "acidente" refere-se a um evento imprevisto e
indesejado que resulta em danos físicos, psicológicos e/ou
materiais a uma pessoa ou grupo de pessoas. Tais eventos
podem ocorrer em várias situações, como no trânsito, em
casa, no trabalho, durante atividades de lazer, entre outras.
Os protocolos de Atendimento Pré-Hospitalar (APH)
consistem em diretrizes e orientações destinadas a
garantir o tratamento adequado às vítimas de emergências
médicas e traumas no local do acidente.
É crucial ressaltar que a prevenção de acidentes
desempenha um papel fundamental na redução da taxa de
mortalidade decorrente desses eventos. Para isso, é
essencial adotar medidas preventivas, como seguir as
normas de trânsito, utilizar equipamentos de proteção no
ambiente de trabalho, manter ambientes domésticos
seguros, entre outras ações.
Essas iniciativas têm como objetivo reduzir o número de
acidentes, a gravidade dos traumas, a intensidade das
lesões e as possíveis sequelas. A conscientização sobre os
riscos e a importância da prevenção de acidentes é crucial
para garantir a segurança das pessoas.
As medidas para abordar essa questão concentram-se na
prevenção, na educação contínua, no atendimento pré-
hospitalar, hospitalar e na reabilitação. Para assegurar um
atendimento hospitalar de qualidade, é essencial que a
equipe de saúde esteja bem treinada e capacitada para
fornecer os cuidados necessários, além de utilizar
tecnologias avançadas para oferecer um tratamento mais
eficaz.
O APH, que se refere ao atendimento pré-hospitalar,
representa a primeira assistência prestada por uma equipe
médica antes mesmo de o paciente chegar ao hospital. Esse
atendimento inicial pode ser realizado no local do acidente
ou durante o transporte do paciente para o hospital, seja
em ambulância ou outro meio de transporte adequado.
sobre atendimento pré - hospitalar 
1
 @resumos.enfermagem1
CRIADO POR:
O reconhecimento crescente da importância do atendimento pré-
hospitalar representa um dos maiores avanços no conceito de
tratamento da emergência médica. Para o sucesso do serviço
pré-hospitalar, o trabalho em equipe é vital. Durante o
atendimento de uma emergência médica, diversos profissionais
de saúde podem estar envolvidos, incluindo médicos,
enfermeiros, técnicos em enfermagem, socorristas, entre
outros.
As ambulâncias são os tipos mais comuns de viaturas de
emergência e são utilizadas para transportar vítimas em
situações de emergência médica. Elas são equipadas com macas,
equipamentos de monitoramento, oxigênio, entre outros. Em
resumo, as viaturas de emergência são uma parte fundamental
do serviço pré-hospitalar e permitem que as equipes de
atendimento pré-hospitalar cheguem rapidamente ao local da
ocorrência e realizem atendimentos médicos avançados.
Essas viaturas são equipadas com diversos equipamentos e
materiais que permitem a realização de atendimentos médicos
avançados no local da ocorrência. Podem ser de diversos tipos,
como ambulâncias, helicópteros, motos, entre outros, cada um
utilizado de acordo com as necessidades da situação de
emergência.
sobre atendimento pré - hospitalar --
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Unidade Tática de Emergência (UTE) é uma viatura de emergência especializada, utilizada em
situações de risco elevado, como ocorrências policiais, resgates em altura ou áreas de difícil
acesso, entre outras. Equipada com tecnologia avançada e equipe especializada, permite
intervenções em cenários desafiadores.
A UTI Aérea, também conhecida como Ambulância Tipo E, é uma aeronave equipada com
tecnologia de última geração e equipamentos médicos avançados. Destina-se ao transporte de
pacientes com quadros clínicos graves ou que demandam cuidados intensivos em longas
distâncias ou regiões remotas.
A Unidade de Suporte Avançado (USA) é uma viatura de emergência de alta complexidade,
equipada com tecnologia avançada e equipamentos especializados. Permite a realização de
atendimentos médicos complexos no local da ocorrência e durante o transporte para o
hospital.
Esses veículos contam com uma variedade de materiais e equipamentos essenciais para o
atendimento pré-hospitalar adequado. Alguns exemplos incluem:
- Absorvente higiênico grande
- Aspirador portátil
- Atadura de 15cm x 2cm
- Avental impermeável para tórax e abdômen
- Bolsa de primeiros socorros
- Bota de borracha
- Cadeira de rodas dobrável
- Caixa completa de pequena cirurgia
- Canivete de aço com 7cm de comprimento
- Cânulas orogástricas para adultos (Kit)
- Cânula para traqueostomia
- Capa de chuva
- Cateteres para oxigenação e aspiração
- Cilindro de oxigênio fixo
- Cilindro portátil de oxigênio
- Circuito de respirador estéril de reserva
- Clamps umbilicais
- Cobertor térmico
- Colar cervical para adultos e infantil
- Colete de sinalização de trânsito
- Coletores de urina
- Compressas cirúrgicas estéreis
- Cones sinalizadores
- Conjunto de talas de madeira e moldáveis
- Cortador de anel
- Desfibrilador Externo Semi-automático (DESA)
- Eletrodos descartáveis
Essa lista pode variar de acordo com o serviço de saúde e a região de atuação da ambulância,
sendo essencial para proporcionar atendimento rápido e eficaz aos pacientes.
Viaturas de emergência
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Corpo de Bombeiros - CBM
Os Corpos de Bombeiros Militares, representados pela sigla CBM, são
instituições compostas por militares altamente treinados e
capacitados, que desempenham uma série de atividades vitais para a
segurança pública. Dentre suas principais atribuições estão o
combate a incêndios, resgate em desastres naturais, atendimento
pré-hospitalar em emergências médicas, salvamento aquático, entre
outras.
O CBM é responsável por garantir a segurança e o bem-estar da
população em situações de emergência e risco iminente, atuando em
conjunto com outras instituições como a Polícia Militar, a Defesa
Civil e os serviços de saúde. Sua atuação é fundamental para
prevenir e minimizar os danos causados por acidentes e desastres,
proporcionando um atendimento rápido e eficaz em momentos
críticos.
As ocorrências de trauma atendidas pelo CBM incluem uma ampla
gama de situações, como acidentes de trânsito, aeronaves e
ferrovias, acidentes domésticos e de trabalho com risco de vida,
quedas graves, queimaduras, explosões, ferimentos por arma branca
ou de fogo, entre outras.
Por outro lado, existem casos que não são atendidos pelo CBM, tais
como anemia, câncer (quando o paciente pode ser transportado em
veículo particular), desidratação, doenças infecto-contagiosas sem
complicações, exames de rotina, consulta ambulatorial, entre outros.
Além disso, os Corpos de Bombeiros contam com unidades
especializadas, como os Grupamentos de Busca e Salvamento(GBS), Batalhões de Operações Especiais (BOPE), Companhias de
Gerenciamento de Crises e Operações Especiais (CGCOE), que
atuam de forma específica em situações complexas e de grande
risco.
bombeiros
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CORPO DE BOMBEIROS - CBM
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Remoção inter-hospitalar 
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Remoção inter-hospitalar
A remoção inter-hospitalar é uma prática essencial na área da saúde,
permitindo o acesso dos pacientes a tratamentos especializados e
salvando vidas em situações críticas. Durante esse processo, a equipe
médica deve seguir rotinas específicas para garantir a segurança e o
bem-estar do paciente.
Durante a transferência, é crucial monitorar constantemente os
sinais vitais do paciente, administrar os medicamentos corretamente
e manter uma comunicação eficiente entre os profissionais
envolvidos. Todo o procedimento deve ser realizado de forma
cuidadosa e segura, assegurando que o paciente receba o atendimento
necessário em todas as etapas da remoção.
Para garantir uma transferência segura, é imprescindível contar com
uma equipe médica especializada, equipamentos adequados e um
planejamento prévio detalhado. A remoção inter-hospitalar ocorre
quando o paciente necessita de tratamento mais especializado ou
quando o hospital atual não dispõe dos recursos necessários para sua
condição.
A equipe de saúde avalia o estado de saúde do paciente e toma as
medidas necessárias para iniciar o tratamento adequado, seja ele
emergencial ou não. É essencial priorizar o atendimento com base na
gravidade da condição do paciente, garantindo que aqueles que
necessitam de cuidados emergenciais recebam assistência o mais
rápido possível.
Os pacientes transportados pelo Corpo de Bombeiros Militar do
Distrito Federal (CBM-DF), ao chegarem ao Pronto Socorro, são
conduzidos pela equipe de saúde de plantão. Dependendo da gravidade
da condição do paciente, ele pode ser encaminhado para áreas
específicas do pronto-socorro, como a sala de emergência, a UTI
(Unidade de Terapia Intensiva) ou uma área de internação.
 @resumos.enfermagem1
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Registro de ocorrência
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O registro de ocorrência de atendimento pré-hospitalar é
uma etapa fundamental para garantir a qualidade e
continuidade dos cuidados com o paciente. Esse registro
deve ser feito de forma clara, completa e organizada,
incluindo todas as informações relevantes desde o
momento da chamada até a transferência do paciente
para a unidade de saúde.
Para isso, é essencial seguir algumas diretrizes e
padronizações:
- O registro deve ser preenchido em letra de forma
legível, utilizando caneta azul ou preta.
- Deve-se citar o prefixo da viatura utilizada para
atender à ocorrência.
- A data e os horários devem ser especificados, incluindo
a saída da viatura para a ocorrência, a chegada ao local
da ocorrência e a chegada ao hospital.
- Todos os campos do registro devem ser preenchidos de
forma completa, evitando deixar itens em branco ou
assinalando "outros" sem especificação.
- Caso haja dúvidas em relação ao caso clínico, o técnico
ou socorrista deve solicitar auxílio ao médico.
- Os termos técnicos utilizados devem ser padronizados
e de fácil compreensão pelos profissionais de saúde
envolvidos no atendimento.
O registro de ocorrência deve incluir dados como:
- Hora da chamada.
- Descrição da cena do incidente.
- Intervenções realizadas pela equipe.
- Sinais vitais do paciente.
- Medicação administrada.
- Evolução do quadro clínico do paciente.
- Outras informações relevantes para o atendimento.
Garantir que todas essas informações sejam registradas
de maneira precisa e detalhada é essencial para
assegurar a qualidade do atendimento pré-hospitalar e a
continuidade dos cuidados com o paciente.
 @resumos.enfermagem1
CRIADO POR:
Pressão Arterial - Deverá ser medida utilizando esfigmomanômetro e estetoscópio, indicando
os valores em milímetros de mercúrio (mmHg).
Saturação de Oxigênio - Deverá ser registrada conforme o valor apresentado pelo oxímetro
de pulso.
Alergias - Deve-se questionar o paciente ou seu acompanhante sobre a presença de alergias.
Caso positivo, deve-se especificar quais alergias o paciente possui. Essa informação deve ser
comunicada ao médico responsável pelo paciente.
Uso de Medicamentos - Deve-se indagar ao paciente ou acompanhante sobre o uso de
qualquer medicamento. Se houver uso, os medicamentos devem ser identificados. Essa
informação deve ser repassada ao médico que estiver recebendo o paciente.
Nome - Deve ser registrado o nome completo da vítima.
Sexo - Deve ser registrado o sexo da vítima.
Idade - Deve ser registrado a idade da vítima. Para crianças com menos de 1 ano, deve-se
informar também quantos meses ela possui.
Telefone - Deve ser registrado um número de telefone para contato, preferencialmente o da
residência da vítima ou outro número disponível.
Endereço - Deve ser registrado o endereço da residência da vítima. Se o endereço da
ocorrência for o mesmo que o da residência, deve-se repeti-lo em ambos os campos.
Sinais Vitais:
a) Respiração - Deve-se registrar a frequência respiratória da vítima, contando quantas
respirações ela faz por minuto.
b) Pulso - Deve-se registrar a frequência cardíaca da vítima, indicando quantos batimentos
por minuto.
Procedimentos Efetuados no Atendimento
Hospital de Destino da Vítima
Número da Guia de Atendimento de Emergência
Estado da Vítima na Entrega
Guarnição
Local onde Ocorreu o Trauma - Deve ser registrado o local onde o trauma ocorreu, como
residência, local de trabalho ou via pública.
Problemas Encontrados no Trauma ou no Caso Clínico - Devem ser assinalados os problemas
encontrados no paciente em decorrência do trauma ou do caso clínico, conforme o
atendimento realizado pelo Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal.
É essencial que a equipe de resgate faça um registro minucioso de todos os procedimentos
realizados durante o atendimento pré-hospitalar, garantindo a qualidade e segurança do
cuidado prestado ao paciente.
Observação: A verificação dos sinais vitais é um procedimento obrigatório para todas as
ocorrências, sendo essencial comunicar essas informações ao médico responsável pelo
paciente.
Registro de ocorrência
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 @resumos.enfermagem1
CRIADO POR:
Registro de Informações durante o Atendimento Pré-Hospitalar
1. Pressão Arterial - Deve-se medir utilizando esfigmomanômetro e estetoscópio, registrando os
valores em milímetros de mercúrio (mmHg).
2. Saturação de Oxigênio - Deve ser registrada conforme o valor apresentado pelo oxímetro de
pulso.
3. Alergias - Deve-se perguntar ao paciente ou acompanhante sobre a presença de alergias. Caso
positivo, especificar quais alergias o paciente possui, comunicando essa informação ao médico
responsável.
4. Uso de Medicamentos - Deve-se indagar ao paciente ou acompanhante sobre o uso de qualquer
medicamento, identificando-os e repassando essa informação ao médico.
5. Nome - Registrar o nome completo da vítima.
6. Sexo - Registrar o sexo da vítima.
7. Idade - Registrar a idade da vítima. Para crianças com menos de 1 ano, informar também
quantos meses ela possui.
8. Telefone - Registrar um número de telefone para contato, preferencialmente o da residência da
vítima ou outro disponível.
9. Endereço - Registrar o endereço da residência da vítima. Se o endereço da ocorrência for o
mesmo, repeti-lo em ambos os campos.
Sinais Vitais:
a) Respiração - Registrar a frequência respiratória da vítima, contando quantas respirações ela faz
por minuto.
b) Pulso - Registrar a frequência cardíaca da vítima, indicando quantos batimentos por minuto.
Procedimentos Efetuados no Atendimento:
- Hospital de Destino da Vítima
- Número da Guia de Atendimento de Emergência
- Estado da Vítima na Entrega
- Guarnição
Informações sobre a Ocorrência:
- Local onde Ocorreu o Trauma - Registrar o local onde o trauma ocorreu.
- Problemas Encontrados no Trauma ou no Caso Clínico - Assinalar os problemas encontrados no
paciente devido ao trauma ou caso clínico.
É crucial que a equipe de resgate registre minuciosamentetodos os procedimentos realizados
durante o atendimento pré-hospitalar, garantindo a qualidade e segurança do cuidado prestado ao
paciente.
Observação: A verificação dos sinais vitais é obrigatória para todas as ocorrências, devendo essas
informações ser comunicadas ao médico responsável pela vítima.
Limpeza e desinfecção de viaturas e materiais
 @resumos.enfermagem1
CRIADO POR:
Limpeza e desinfecção de viaturas e materiais
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Desinfecção de Materiais e Superfícies na Ambulância
1. Vidros, Termômetros, Laringoscópios (cabos e lâminas sem
lâmpadas), Superfícies Externas de Equipamentos Metálicos, Macas,
Mobílias e Bancadas:
 - Utilizar álcool 70%.
 - Friccionar o material com álcool 70%, aguardar secar e repetir o
procedimento por 3 vezes consecutivas.
 - Tempo de exposição: 10 minutos.
2. Limpeza com Hipoclorito de Sódio:
 - Realizar a limpeza prévia com água e sabão neutro.
 - Imersão em hipoclorito de sódio a 1% por 45 minutos.
3. Limpeza Geral da Ambulância:
 - Antes da desinfecção, realizar limpeza geral incluindo pisos,
paredes, bancos, macas e outras superfícies com água e sabão
neutro.
4. Uso de Equipamentos de Proteção:
 - Utilizar Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) como luvas,
máscaras e aventais durante todo o processo para evitar
contaminação cruzada.
5. Remoção de Resíduos Sólidos:
 - Remover todos os resíduos sólidos da ambulância antes da
desinfecção, incluindo curativos, seringas usadas e equipamentos
descartáveis.
6. Desinfecção de Prancha, Colar Cervical, Tala de Imobilização,
Tirantes e KED:
 - Limpar com água e sabão.
7. Desinfecção de Tubo de Silicone para Aspiração e Frascos de
Aspiração de Secreções:
 - Imersão em solução de hipoclorito de sódio a 1% por 30 minutos.
8. Procedimentos Iniciais:
 - Realizar a desinfecção dos acessórios de respiradores, materiais
de intubação, cânulas e ressuscitador manual antes de iniciar a
desinfecção da ambulância.
Esses procedimentos devem ser seguidos após cada uso da
ambulância, garantindo um ambiente limpo e seguro para o próximo
atendimento.
 @resumos.enfermagem1
CRIADO POR:
Desinfecção de Superfícies e Materiais na Ambulância
1. **Desinfecção de Vidros, Termômetros, Laringoscópios (cabos e
lâminas sem lâmpadas), Superfícies Externas de Equipamentos
Metálicos, Macas, Mobílias e Bancadas:**
 - Utilizar álcool 70%.
 - Friccionar o material com álcool 70%, aguardar secar e repetir o
procedimento por 3 vezes consecutivas.
 - Tempo de exposição: 10 minutos.
2. **Limpeza com Hipoclorito de Sódio:**
 - Realizar limpeza prévia com água e sabão neutro.
 - Imersão em hipoclorito de sódio a 1% por 45 minutos.
3. **Limpeza Geral da Ambulância:**
 - Antes da desinfecção, realizar limpeza geral incluindo pisos,
paredes, bancos, macas e outras superfícies com água e sabão neutro.
4. **Uso de Equipamentos de Proteção:**
 - Utilizar Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) como luvas,
máscaras e aventais durante todo o processo para evitar contaminação
cruzada.
5. **Remoção de Resíduos Sólidos:**
 - Remover todos os resíduos sólidos da ambulância antes da
desinfecção, incluindo curativos, seringas usadas e equipamentos
descartáveis.
6. **Desinfecção de Prancha, Colar Cervical, Tala de Imobilização,
Tirantes e KED:**
 - Limpar com água e sabão.
7. **Desinfecção de Tubo de Silicone para Aspiração e Frascos de
Aspiração de Secreções:**
 - Imersão em solução de hipoclorito de sódio a 1% por 30 minutos.
8. **Procedimentos Iniciais:**
 - Realizar a desinfecção dos acessórios de respiradores, materiais de
intubação, cânulas e ressuscitador manual antes de iniciar a
desinfecção da ambulância.
Esses procedimentos devem ser seguidos após cada uso da ambulância,
garantindo um ambiente limpo e seguro para o próximo atendimento.
Ações delegadas aos socorristas e técnicos em emergência 
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 @resumos.enfermagem1
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Durante atendimentos a acidentes, é crucial seguir protocolos para garantir a
segurança de todos os envolvidos e prevenir acidentes secundários:
1. **Sinalização e Controle do Trânsito:**
 - Sinalize e controle o trânsito no local para evitar acidentes secundários.
2. **Estacionamento Seguro da Viatura:**
 - Ao chegar ao local, estacione a viatura em local seguro.
 - Mantenha os sinais luminosos ligados, se não houver contra indicação.
3. **Confirmação de Informações da Ocorrência:**
 - Ao ser acionado, confirme o endereço, tipo de ocorrência, número de
pacientes e se há outro socorro se deslocando.
4. **Recusa de Atendimento:**
 - Em caso de recusa ao atendimento pré-hospitalar, solicite assinatura do
paciente e de testemunhas no Termo de Recusa.
5. **Descarte de Materiais Descartáveis:**
 - Recolha e acondicione os materiais descartáveis utilizados no atendimento
em sacos plásticos para descarte no hospital, evitando contaminações e riscos
de infecções.
6. **Avaliação do Paciente:**
 - Proceda avaliação da cena, avaliação inicial e avaliação dirigida.
 - Se o paciente não requer cuidados imediatos, realize uma avaliação
detalhada.
 - Caso contrário, transporte-o imediatamente ao hospital.
7. **Verificação e Manutenção dos Sinais Vitais:**
 - Durante o transporte do paciente, verifique e mantenha os sinais vitais
para monitorar sua condição e garantir a continuidade do atendimento pré-
hospitalar até a chegada ao hospital.
8. **Isolamento do Local do Acidente:**
 - Isolar o local do acidente para garantir a segurança de todos os
envolvidos.
9. **Reconhecimento do Local:**
 - Faça um breve reconhecimento do local para certificar-se do número de
pacientes, se estão presos em ferragens ou escombros e se é necessário
reforço para o transporte e resgate.
Essas ações devem ser delegadas aos socorristas para garantir um
atendimento eficaz e seguro durante ocorrências de acidentes.
Procedimentos gerais para atendimento pré- hospitalar
11
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CRIADO POR:
Procedimentos gerais para atendimento pré- hospitalar
12
Insuficiência ou parada respiratória.
Insuficiência ou parada cardíaca.
Estado de choque ou Hemorragia grave não controlada.
Traumatismo crânio-encefálico grave.
Feridas abertas do tórax ou abdômen.
Intoxicação por monóxido de carbono (fumaça) ou gases químicos.
Envenenamento (com vítima apresentando sinais vitais instáveis).
Queimaduras:
- por eletricidade;
- químicas;
- das vias respiratórias e olhos;
- de 2º e 3º graus na face, mãos, pés e genitálias;
- de 2º e 3º graus com mais de 20% de superfície corporal queimada.
Triagem no Atendimento Pré-Hospitalar:
Prioridade I - Casos que requerem tratamento e transporte imediatos.
Prioridade II - Casos em que o tratamento e transporte podem ser
retardados:
 - Fraturas múltiplas ou importantes, com paciente estável.
 - Lesões de dorso, com ou sem comprometimento medular.
 - Envenenamento com sinais vitais estáveis.
 - Perda moderada de sangue, com sinais vitais estáveis e hemorragia
controlada.
Prioridade III - Casos em que o tratamento e transporte podem ser
realizados por último:
 - Ferimento leve.
 - Pequena fratura.
 - Queimadura leve.
 - Feridas obviamente mortais onde a morte parece certa.
Prioridade IV - Casos que não requerem transporte ou tratamento:
 - Óbito comprovado no local da ocorrência.
Ao chegar ao hospital com a vítima, o socorrista deve buscar
imediatamente a equipe médica responsável pelo atendimento de urgência
e informar detalhadamente sobre o quadro clínico da vítima, bem como os
procedimentos realizados durante o atendimento pré-hospitalar.
É crucial que os socorristas sigam esses critérios de triagem com precisão
e cuidado, priorizando sempre a segurança do paciente e de toda a equipe
envolvida no atendimento.
 @resumos.enfermagem1
CRIADO POR:
Avaliação neurológica sumária
13
A avaliação dirigida é uma técnica empregada pelos profissionais de saúde durante o exame físico para obter
informações específicas sobre o paciente. Essa abordagem é útil para concentrar-se em uma área particulardo corpo ou sistema e pode ser complementada por outras técnicas de avaliação.
Avaliação AVDN:
- A - Alerta: Paciente acordado, consciente e orientado no tempo e no espaço.
- V - Resposta Verbal: Estimule verbalmente o paciente. Se houver resposta, indica circulação cerebral
adequada, vias aéreas desobstruídas e presença de respiração.
- D - Resposta à Dor: Aplique um estímulo doloroso e observe a reação do paciente. Caso não haja resposta,
indica inconsciência. Mantenha uma boa oxigenação, ventilação e perfusão para evitar lesões secundárias.
- N - Não Responde: Paciente inconsciente e não responsivo.
A Escala de Resposta AVDN é uma ferramenta utilizada para avaliar o nível de consciência e a função
neurológica em pacientes com lesão cerebral ou outras condições médicas que afetam o sistema nervoso
central. A avaliação neurológica é crucial no atendimento pré-hospitalar e envolve uma rápida avaliação das
funções neurológicas críticas.
Exame Físico:
- Estado de Consciência: Verificar se o paciente está alerta, consciente e orientado.
- Trauma Craniano: Procurar por sinais de lesões cranianas, como hematomas, inchaços ou deformidades.
- Hemorragia: Verificar se há sangramento no couro cabeludo ou ouvidos.
- Pupilas: Verificar se estão simétricas e reativas à luz.
- Movimentos Oculares: Observar se há desvios ou movimentos oculares anormais.
- Face: Avaliar por deformidades, hematomas, inchaços ou lacerações.
- Pescoço: Verificar dor ou rigidez, indicativos de lesão na coluna vertebral.
- Respiração: Avaliar se há dificuldade respiratória ou obstrução das vias aéreas.
- Palpação: Palpar a cabeça em busca de áreas sensíveis ou deformidades.
Entrevista:
- Identificação e Introdução: Apresentar-se ao paciente, explicar o que será feito e perguntar sobre sintomas
e queixas.
- História Atual: Investigar sobre o quadro clínico atual do paciente.
Sinais Vitais:
- Observar frequência e características da respiração.
- Avaliar frequência e características do pulso.
- Verificar pressão arterial.
- Avaliar sinais de perfusão, como enchimento capilar, temperatura, cor, nível de consciência e débito
urinário.
Esses procedimentos são cruciais para uma avaliação precisa do paciente, seja limitada a uma lesão
específica ou realizada de forma completa da cabeça aos pés.
ESCALA DE COMA DE GLASGOW
A Escala de Coma de Glasgow (ECG) é uma ferramenta essencial de avaliação neurológica utilizada para
medir o nível de consciência e disfunção cerebral em pacientes com lesões cerebrais traumáticas ou outras
condições neurológicas.
Pontuação da Escala de Coma de Glasgow:
**Abertura Ocular:**
- 4 pontos: Espontânea
- 3 pontos: Ao som
- 2 pontos: À dor
- 1 ponto: Nenhuma resposta
**Resposta Motora:**
- 6 pontos: Obedece a comandos
- 5 pontos: Localiza a dor
- 4 pontos: Flexão normal (retirada)
- 3 pontos: Flexão anormal (decorticação)
- 2 pontos: Extensão (descerebração)
- 1 ponto: Nenhuma resposta
**Resposta Verbal:**
- 5 pontos: Orientado
- 4 pontos: Confuso, porém capaz de responder
- 3 pontos: Palavras inadequadas
- 2 pontos: Gemidos incompreensíveis
- 1 ponto: Nenhuma resposta
A pontuação total da ECG varia de 3 a 15, e é obtida somando-se as pontuações das três categorias de
avaliação.
Procedimentos Importantes no Atendimento de Pacientes com Lesão Cerebral:
1. Avaliação da consciência usando a Escala de Coma de Glasgow e monitoramento contínuo dos sinais vitais.
2. Posicionamento adequado do paciente, geralmente com a cabeça elevada a 30 graus para reduzir a pressão
intracraniana.
3. Administração de oxigênio suplementar e monitoramento da saturação de oxigênio.
4. Controle da hiperventilação, se necessário, com cautela para evitar hipóxia cerebral.
5. Prevenção da hipotensão e hipoglicemia, que podem agravar a lesão cerebral.
6. Evitar medicamentos sedativos ou que diminuam a pressão arterial.
7. Remoção ou correção de causas reversíveis de lesão cerebral, como hipoglicemia ou hipóxia.
A pontuação total da ECG é fundamental para avaliar a função neurológica e a gravidade da lesão cerebral,
sendo frequentemente utilizada em conjunto com outros exames neurológicos e radiológicos para
determinar o diagnóstico e o tratamento adequado dos pacientes.
Avaliação neurológica sumária
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CRIADO POR:
 Proteção individual
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Doenças Infecto-Contagiosas e Medidas de Proteção
É crucial que os profissionais de saúde estejam cientes do
potencial de transmissão de doenças infecto-contagiosas durante
o atendimento pré-hospitalar. Para garantir a segurança de todos
os envolvidos, é necessário adotar medidas de proteção individual
adequadas.
Algumas das principais medidas de proteção individual incluem:
1. Utilização de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), tais
como luvas, máscaras, aventais e óculos de proteção.
2. Iniciar os cuidados de proteção individual desde o acionamento
da viatura até a conclusão do atendimento ao paciente. O uso de
máscara, luvas e óculos de proteção é obrigatório sempre que
houver possibilidade de contato com fluidos corporais do paciente.
O manuseio de materiais pérfuro-cortantes deve ser feito com
cuidado e os resíduos devem ser acondicionados adequadamente.
3. Higienizar as mãos frequentemente, utilizando água e sabão ou
álcool em gel.
4. Evitar o contato direto com fluidos corporais (como sangue,
saliva, urina, etc.) da vítima.
5. Seguir rigorosamente as normas e protocolos estabelecidos
para o manejo de pacientes com doenças infecto-contagiosas,
como HIV, hepatite, tuberculose, entre outras.
Essas medidas são essenciais não apenas para proteger os
socorristas e a equipe médica envolvida no atendimento, mas
também para prevenir a disseminação de doenças entre os
pacientes e a população em geral. Além disso, é crucial descartar
corretamente os materiais contaminados, como agulhas e
seringas, em recipientes apropriados, seguindo os protocolos de
segurança estabelecidos.
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Procedimentos nas diversas ocorrências
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Realize Avaliação Inicial e Atendimento ao Politraumatizado
Durante o atendimento inicial ao paciente politraumatizado, é essencial
seguir uma sequência de ações para estabilizar as funções vitais e
garantir a segurança do mesmo. Os principais passos desse
atendimento incluem:
1. Dimensionamento da Cena:
 - Verificação das condições de segurança pessoal, do paciente e de
terceiros.
 - Adoção de medidas de proteção pessoal com precauções universais.
 - Observação dos mecanismos de trauma ou a natureza da doença.
 - Verificação do número total de pacientes.
 - Determinação da necessidade de recursos adicionais.
2. Respiração e Ventilação:
 - Oferecer oxigênio ao paciente a uma taxa de 12 litros por minuto.
 - Expor o tórax do paciente para procurar lesões evidentes.
 - Observar os movimentos respiratórios quanto ao tipo, ritmo,
amplitude, frequência, simetria e esforço respiratório.
 - Em caso de pneumotórax aberto, realizar curativo de três pontos.
3. Circulação e Controle de Hemorragia:
 - Identificar e controlar as fontes de sangramento.
 - Aplicar pressão direta na ferida ou utilizar técnicas de compressão
ou torniquete, se necessário.
 - Limitar o uso do torniquete a situações extremas devido ao risco
de danos irreversíveis ao membro afetado.
 - Avaliar e controlar a perfusão periférica, monitorando os sinais
vitais e a cor e temperatura da pele.
4. Vias Aéreas e Controle da Coluna Cervical:
 - Avaliar e corrigir possíveis obstruções nas vias aéreas, como
língua, vômito, sangue ou outros objetos.
 - Verificar se há respiração e observar por sons anormais.
 - Manter a cabeça e o pescoço da vítima alinhados com o restante do
corpo, utilizando técnicas adequadas de imobilização cervical, como o
uso de colares cervicais.
Essas medidas são fundamentais para garantir um atendimento rápido,
eficiente e seguro ao paciente politraumatizado, preservando suas
funções vitais e minimizando os riscos de complicações durante o
transporte para o hospital.
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Procedimentos nas diversas ocorrências
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Choque e Acidente por Submersão
**Choque:**
- Taquicardia (batimentos cardíacos acelerados)
- Hipotensão (pressão arterial baixa)
- Palidez cutânea
- Sudorese excessiva
- Respiração rápida e superficial
- Confusão mental ou agitação
- Fraqueza ou tontura
- Diminuição ou ausência de urinação
**Acidente por Submersão:**
- Traga o paciente à superfície e remova-o da água cuidadosamente,
evitando movimentos bruscos na coluna cervical.
- Realize avaliação inicial e dirigida.
- Desobstrua as vias aéreas e inicie oxigênio suplementar, utilizando
uma máscara com fluxo de 12 litros/minuto ou ventilador de
reanimação cardiopulmonar (CPR) com oxigênio a 100%.
- Em caso de ausência de pulso, inicie as técnicas de reanimação
cardiopulmonar nos pacientes submersos por menos de 60 minutos.
- Tranquilize o paciente e mantenha-o aquecido para prevenir o
choque.
- Transporte o paciente para o hospital mais próximo, em posição
semi-sentada se estiver consciente, ou em decúbito lateral se estiver
inconsciente.
**Controle da Hemorragia (Choque Hemorrágico):**
- Identifique a fonte de sangramento e aplique pressão direta sobre o
local.
- Utilize torniquete apenas em último caso.
- Posicione o paciente deitado com as pernas elevadas (posição de
Trendelenburg) para melhorar o retorno venoso.
Essas medidas são cruciais para garantir uma intervenção rápida e
eficaz no tratamento do choque e em casos de acidentes por
submersão, preservando a vida do paciente e minimizando
complicações durante o transporte para o hospital.
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Procedimentos nas diversas ocorrências
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Verificação e Abordagem da Vítima
1. Verifique se o local está seguro para abordagem da vítima.
2. Avalie o nível de consciência da vítima utilizando a Escala de Coma
de Glasgow (ECG).
3. Proteja as vias aéreas, verificando e desobstruindo se necessário, e
posicione a cabeça e pescoço adequadamente para evitar obstrução.
4. Controle qualquer hemorragia presente.
5. Estabilize a coluna cervical e evite movimentos bruscos na vítima.
6. Remova a vítima do local do acidente de forma cuidadosa, evitando
movimentos que possam agravar as lesões.
7. Realize a avaliação primária e secundária da vítima, verificando
sinais vitais, fraturas, contusões e outras lesões.
8. Solicite o transporte da vítima para o hospital mais próximo.
Procedimentos Específicos
1. Imobilize totalmente o paciente em posição neutra, utilizando colar
cervical, prancha longa, faixas e cintos, antes e durante o transporte,
evitando manipulações ou movimentos intempestivos.
2. Utilize as técnicas de rolamento adequadas, com ação de dois ou
mais socorristas, para colocar o paciente na prancha longa,
estabilizando manualmente a cabeça e pescoço durante a retirada do
capacete, se necessário.
3. Em caso de corpo estranho, obtenha a história detalhada da lesão e
remova o corpo estranho somente da conjuntiva ou esclerótica do
olho, imobilizando corpos estranhos transfixados com atadura, copo ou
cone, sem tentar recolocar o globo ocular protuso no lugar.
4. Exponha e limpe a ferida em casos de ferimentos, protegendo-a
adequadamente com curativos oclusivos ou compressivos conforme a
gravidade da lesão.
5. Em caso de amputação, acondicione o segmento amputado em
recipiente adequado com compressa estéril umedecida, dentro de uma
bolsa plástica com gelo, evitando o contato direto do gelo com o
segmento.
Estes procedimentos são essenciais para garantir uma intervenção
eficaz e segura no atendimento pré-hospitalar, minimizando danos
adicionais e proporcionando o melhor cuidado possível à vítima.
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Aplique curativo de três pontos.
Transporte imediato do paciente para o hospital, mantendo-o deitado sobre o lado
comprometido.
Procedimentos para Diferentes Situações:
1. Ferimento com Objeto Encravado:
 - Dimensionamento da cena.
 - Realize avaliação inicial e dirigida.
 - Não tente retirar o objeto.
 - Estabilize e proteja o objeto.
 - Limpe o ferimento e fixe-o com gazes e ataduras, sem apertar.
2. Evisceração:
 - Dimensionamento da cena.
 - Realize avaliação inicial e dirigida.
 - Não coloque as vísceras de volta no abdômen.
 - Proteja as vísceras expostas com compressas esterilizadas embebidas em soro fisiológico.
 - Monitore a respiração e os sinais vitais.
 - Previna o estado de choque através de infusão venosa, conforme orientação do
Coordenador Médico.
3. Queimaduras Químicas:
 - Dimensionamento da cena.
 - Realize avaliação inicial e dirigida.
 - Remova as roupas impregnadas com agentes químicos, assim como o produto.
 - Lave a área afetada com água corrente limpa ou soro fisiológico até chegar ao hospital.
 - Em casos de queimaduras com cal ou pó seco, remova primeiro o agente químico e depois
lave o local.
 - Transporte o paciente ao hospital.
4. Lesões por Queimaduras e Frio:
 - Retire pulseiras, anéis e relógio imediatamente devido a possíveis edemas.
 - Se o paciente estiver com sede, ofereça água para beber.
 - Previna o estado de choque através de infusão venosa, conforme orientação do
Coordenador Médico.
 - Observe atentamente as condições respiratórias do paciente durante o transporte,
oferecendo oxigênio a 12 litros por minuto.
 - Transporte para o hospital, preferencialmente em posição semi-sentada, se possível.
Essas medidas são essenciais para garantir um tratamento adequado e minimizar complicações
para o paciente até que ele receba atendimento médico especializado no hospital.
Procedimentos nas diversas ocorrências
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Monitorização
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A taquicardia ventricular (TV) é uma condição em que os ventrículos do
coração começam a bater em um ritmo anormalmente rápido e
descoordenado, com uma frequência cardíaca superior a 100
batimentos por minuto. Pode ser sustentada, durando mais de 30
segundos, ou não sustentada, com duração inferior a esse período.
Já a fibrilação ventricular (FV) é uma arritmia cardíaca grave em que os
ventrículos do coração contraem-se de maneira caótica e
descoordenada. Em vez de contrair em sincronia, as fibras musculares
do ventrículo contraem-se aleatoriamente, resultando na incapacidade
do coração de bombear sangue eficientemente para o resto do corpo.
A monitorização eletrocardiográfica é um procedimento que registra a
atividade elétrica do coração em tempo real. Este exame não invasivo
utiliza eletrodos na pele do paciente para detectar e registrar essa
atividade.
O eletrocardiograma (ECG) é uma forma comum de monitorização
eletrocardiográfica, usada para avaliar o ritmo cardíaco e detectar
problemas como arritmias, doenças coronárias e insuficiência cardíaca.
A taquicardia supraventricular (TSV) é uma arritmia cardíaca que
ocorre acima dos ventrículos do coração, nos átrios ou no nó
atrioventricular, e é caracterizada por um ritmo cardíaco rápido e
irregular, geralmente com uma frequência cardíaca entre 100 e 280
batimentos por minuto.
Assistolia é a ausência completa de atividade elétrica no coração,
resultando na ausência de batimentos cardíacos detectáveis no ECG.
Esta é uma forma grave de parada cardíaca e pode ser causada por
diversas condições, incluindo trauma cardíaco, overdose de
medicamentos, hipotermia e doenças cardíacas avançadas.
O infarto, também conhecido como infarto do miocárdio ou ataque
cardíaco, ocorre quando o fluxo de sangue rico em oxigênio para o
coração é interrompido, geralmente devido a uma obstrução das
artérias coronárias que irrigam o músculo cardíaco.
Por outro lado, a bradicardia é uma condição caracterizada pela
diminuição da frequência cardíaca, ou seja, quando o coração bate mais
lentamente do que o normal, com uma frequência inferior a 60
batimentos por minuto em adultos.
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Monitorização
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O oxímetro é um dispositivo essencial para monitorar a saturação de
oxigênio no sangue (SpO2), sendo uma parte crucial da avaliação do
nível de oxigenaçãoem diversos contextos clínicos, como em pacientes
com doenças pulmonares, problemas cardíacos, durante cirurgias e em
unidades de terapia intensiva, entre outras situações.
A leitura normal da SpO2 geralmente é acima de 95%, embora possa
variar conforme a idade, condições clínicas e outros fatores. Uma
leitura abaixo de 90% pode indicar hipoxemia, que é uma quantidade
insuficiente de oxigênio no sangue.
A monitorização com oxímetro de pulso é um procedimento simples e
não invasivo que possibilita medir a quantidade de oxigênio no sangue.
Este dispositivo eletrônico utiliza um feixe de luz para avaliar a
absorção de oxigênio no sangue. Ao ser colocado em um dedo da mão
ou do pé, o oxímetro emite um feixe de luz que atravessa o tecido até
o outro lado do dedo. A quantidade de luz absorvida pelo sangue é então
medida, sendo diretamente proporcional à quantidade de oxigênio
presente no sangue.
A administração de oxigênio pode ser feita de diversas formas,
dependendo da necessidade do paciente. As formas mais comuns
incluem o uso de máscaras de oxigênio, cânulas nasais e cateteres de
oxigênio. As máscaras de oxigênio são dispositivos que se encaixam
sobre o nariz e a boca, fornecendo oxigênio diretamente para as vias
respiratórias. Existem diferentes tipos de máscaras, desde as simples
que cobrem apenas o nariz até aquelas que abrangem todo o rosto.
A administração de oxigênio é geralmente realizada sob a supervisão de
profissionais de saúde qualificados, como médicos ou enfermeiros, que
avaliam a necessidade e a quantidade de oxigênio necessária para cada
paciente. É essencial administrar oxigênio com cuidado para evitar
possíveis toxicidades e outros efeitos adversos.
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É imperativo que o socorrista ou técnico em emergência seja
adequadamente treinado e capacitado para realizar intervenções
necessárias com rapidez e eficácia, visando a estabilização do paciente e
a prevenção de complicações. O atendimento pré-hospitalar
desempenha um papel crucial no cuidado do paciente em situações de
emergência.
A segurança tanto do paciente quanto dos profissionais envolvidos deve
ser priorizada, o que inclui o uso de equipamentos de proteção
individual e a adoção de medidas para prevenir doenças
infectocontagiosas. Adicionalmente, é essencial que os profissionais
estejam continuamente atualizados e recebam treinamento constante
para aprimorar suas habilidades e conhecimentos, proporcionando um
atendimento de alta qualidade aos pacientes em situações de
emergência.
Destaca-se também a importância do trabalho em equipe e da
comunicação eficaz entre os profissionais envolvidos no atendimento
pré-hospitalar, como o socorrista, o técnico em emergência, o médico
regulador e a equipe médica do hospital.
O símbolo do Atendimento Pré-Hospitalar (APH) é representado por
uma serpente enrolada em um bastão, conhecido como "bastão de
Esculápio". Esculápio, o deus grego da medicina, é associado à cura
desde tempos antigos, simbolizando renovação, regeneração e cura.
É fundamental conhecer os números de emergência, tais como o SAMU
(192), os Bombeiros (193) e a Polícia Militar (190), cada um
desempenhando um papel específico na segurança e na assistência à
população.
consideraçoes finais sobre o atendimento pre hospitalar 
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 OBRIGADO E ATÉ A PRÓXIMA.

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