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PRODUÇÃO TEXTUAL AULA 1 Profª Thays Carvalho Cesar 2 A ESTRUTURA DO TEXTO ARGUMENTATIVO CONVERSA INICIAL Saber fazer a distinção entre dissertar e argumentar é essencial para compreender as práticas de produção textual no contexto acadêmico. Embora ambos os processos envolvam organização lógica e domínio da linguagem, suas finalidades comunicativas são distintas. Dissertar consiste em expor ideias de forma objetiva, enquanto argumentar implica defender uma posição diante de um tema, mobilizando estratégias discursivas para convencer o leitor. Essa diferenciação, muitas vezes negligenciada no ensino tradicional, é abordada com profundidade por autores como Carlos Alberto Faraco e Enilde Faulstich, que propõem uma visão crítica e contextualizada da escrita. Carlos Alberto Faraco (2011), em sua obra voltada para estudantes universitários, destaca que a dissertação é uma prática discursiva que exige clareza, progressão temática e coesão textual. Para ele, dissertar é organizar o pensamento por meio da linguagem, apresentando informações, conceitos e reflexões de maneira lógica e impessoal. No entanto, Faraco também enfatiza que a escrita acadêmica não se limita à exposição: ela deve dialogar com outras vozes, posicionar-se criticamente e construir sentidos. Nesse ponto, a argumentação se torna uma ferramenta essencial para a construção de conhecimento. Já Enilde Faulstich (2011), ao tratar da leitura e da redação como atos de interação, reforça que argumentar é mais do que expressar uma opinião — é sustentar uma tese com base em justificativas consistentes. A autora propõe que o texto argumentativo exige do escritor uma postura ativa, capaz de antecipar objeções, refutá-las e articular diferentes tipos de argumentos, como os de autoridade, exemplificação e analogia. Para Faulstich, a argumentação é uma prática que envolve consciência linguística, domínio do repertório e capacidade de mobilizar recursos discursivos de forma estratégica. Enquanto a dissertação expositiva busca informar ou refletir sobre um tema, a argumentação exige posicionamento. O autor que argumenta não apenas apresenta ideias, mas as defende, constrói pontes com o leitor e busca persuadi-lo. Essa diferença se reflete na estrutura do texto, na escolha lexical e na intencionalidade comunicativa. Dissertar é explicar; argumentar é convencer. Ambas as práticas são fundamentais na formação acadêmica, mas é a 3 argumentação que revela a maturidade crítica do estudante e sua capacidade de intervir no debate público. Desse modo, compreender a diferença entre dissertar e argumentar é um passo decisivo para aprimorar a produção textual no ambiente universitário. Faraco e Faulstich oferecem contribuições valiosas ao tratar da escrita como prática social e cognitiva, que exige não apenas técnica, mas também reflexão e engajamento. Ao dominar essas duas formas de expressão, o estudante amplia sua capacidade de pensar com clareza, comunicar com precisão e participar ativamente das discussões que moldam o conhecimento e a sociedade. TEMA 1 – A ESTRUTURA DO TEXTO DISSERTATIVO ARGUMENTATIVO O texto argumentativo é mais do que uma simples exposição de ideias: é uma prática discursiva que envolve posicionamento, negociação de sentidos e construção de autoridade. Ele se insere em uma esfera dialógica, como propõe Bakhtin apud Faraco (2011), em que o autor responde a vozes sociais e ideológicas que circulam no discurso. Na universidade, esse tipo de texto é fundamental porque exige do estudante não apenas domínio da linguagem, mas também capacidade de leitura crítica, articulação lógica e consciência discursiva. Argumentar é intervir no mundo por meio da linguagem — é tomar posição diante de temas complexos, sustentando ideias com responsabilidade e rigor. Desse modo, A estrutura argumentativa não é apenas formal: ela é funcional e ideológica, formada pelos seguintes elementos centrais: • Tese: não é apenas uma opinião, mas uma proposição que se pretende demonstrar. Deve ser clara, delimitada e situada dentro de um contexto discursivo. A tese é o eixo que organiza o texto. • Argumentos: são construções discursivas que sustentam a tese. Devem ser variados, articulados e progressivos. Um bom argumento não é apenas verdadeiro — ele é relevante, pertinente e eficaz dentro do contexto de produção. • Contra-argumentos: revelam maturidade discursiva. Antecipar objeções e refutá-las demonstra domínio do tema e capacidade de dialogar com outras perspectivas. A refutação deve ser respeitosa, lógica e bem fundamentada. 4 • Conclusão: não é mera repetição. Ela deve retomar a tese à luz dos argumentos desenvolvidos, podendo ampliar o debate, propor soluções ou provocar reflexão. Diante do exposto, Faraco (2011) ressalta que esses elementos não são estanques, mas se articulam em um processo de construção de sentido que depende da intencionalidade do autor do texto e da expectativa de quem o lê. Os sentidos são construídos a partir da articulação dos elementos na estrutura clássica do texto, que consiste em uma a convenção retórica que facilita a organização do pensamento. No entanto, como aponta Faulstich (2011), essa estrutura deve ser flexível e adaptada ao propósito comunicativo: •Introdução: deve contextualizar o tema, apresentar o problema e formular a tese. É o momento de captar o interesse do leitor e delimitar o foco do texto. Estratégias como citações, dados, perguntas retóricas ou provocações podem ser eficazes. •Desenvolvimento: exige progressão temática. Cada parágrafo deve desenvolver um aspecto da tese, com argumentos bem articulados. A coesão textual é essencial: conectores, pronomes, elipses e paralelismos garantem fluidez e clareza. • Conclusão: deve sintetizar sem simplificar. É o momento de reafirmar a posição, ampliar o horizonte do debate e deixar uma marca discursiva. Pode incluir sugestões, projeções ou convites à reflexão. Essa estrutura não é um molde rígido, mas uma ferramenta para organizar o pensamento crítico. TEMA 2 – AS CONTRIBUIÇÕES DE CARLOS ALBERTO FARACO. Carlos Alberto Faraco, em sua obra voltada à formação acadêmica, propõe uma abordagem discursiva da linguagem que rompe com visões mecanicistas da escrita. Para ele, escrever não é apenas aplicar regras gramaticais ou seguir modelos rígidos, mas sim participar de práticas sociais mediadas pela linguagem. O texto, nesse sentido, é uma ação situada, que envolve escolhas, posicionamentos e relações com o contexto em que circula. Escrever é interagir com outros discursos, construir sentidos e ocupar um lugar no mundo por meio da palavra. 5 Um dos pilares dessa abordagem é a leitura crítica, que Faraco considera o ponto de partida para qualquer produção textual significativa. O autor que lê criticamente é capaz de identificar os pressupostos ideológicos, as estratégias discursivas e os efeitos de sentido presentes nos textos que consome. Essa leitura ativa permite que o escritor compreenda não apenas o conteúdo, mas também a forma como ele é construído, o que é essencial para desenvolver argumentos sólidos e posicionamentos bem fundamentados. Sem leitura crítica, a escrita tende a ser superficial e reprodutiva. Outro aspecto fundamental destacado por Faraco é a compreensão de que coerência e coesão não se limitam à gramática. A coerência textual depende da lógica interna do texto, da progressão temática e da articulação entre ideias. Já a coesão diz respeito aos mecanismos linguísticos que conectam essas ideias — como pronomes, conjunções, elipses e paralelismos. Para Faraco, dominar esses recursos é essencial para garantir que o texto seja compreensível, fluido e eficaz em sua comunicação. Mais do que correção formal, o que se busca é clareza e consistência argumentativa.Faraco também enfatiza que todo texto é produzido dentro de um contexto específico, e que esse contexto deve ser considerado em todas as etapas da escrita. O autor precisa estar atento ao gênero textual que está utilizando, ao público-alvo que pretende atingir, ao suporte em que o texto será veiculado e à finalidade comunicativa que orienta sua produção. Ignorar essas variáveis compromete a eficácia do texto, pois ele deixa de dialogar com as expectativas e necessidades do leitor. A escrita, portanto, é sempre situada e estratégica. Além disso, Faraco defende que a escrita é um processo, e não um ato isolado. Planejar, escrever, revisar e reescrever são etapas indispensáveis para a construção de um texto argumentativo eficaz. O planejamento envolve a definição da tese, a seleção dos argumentos e a organização das ideias. A escrita inicial é uma primeira tentativa de materializar o pensamento, que deve ser aprimorada por meio da revisão — momento em que se avalia a clareza, a pertinência e a força dos argumentos. A reescrita, por fim, é a oportunidade de refinar o texto, corrigir falhas e fortalecer sua estrutura discursiva. Em síntese, a proposta de Faraco convida o estudante universitário a compreender a escrita como uma prática social complexa, que exige leitura crítica, consciência linguística e atenção ao contexto. Ao abandonar modelos engessados e abraçar uma visão discursiva da linguagem, o autor se torna capaz 6 de produzir textos mais consistentes, relevantes e transformadores. Escrever, nesse sentido, é mais do que comunicar: é participar ativamente da construção de sentidos e da vida intelectual. TEMA 3 – AS CONTRIBUIÇÕES DE ENILDE FAULSTICH Enilde Faulstich, em sua obra voltada à formação leitora e escritora no contexto universitário, parte da premissa de que ler e escrever são atos de construção de sentido. Essa concepção rompe com visões mecanicistas da linguagem, que tratam o texto como produto acabado e o leitor como mero decodificador. Para Faulstich, a linguagem é um processo interacional e cognitivo, no qual o sujeito se envolve ativamente na produção e interpretação dos discursos. Ler e escrever, portanto, são práticas que exigem reflexão, posicionamento e consciência. A leitura, nesse modelo, é concebida como uma forma de interação entre leitor e texto. O leitor não apenas absorve informações, mas constrói significados a partir de seus conhecimentos prévios, expectativas e objetivos. Cada leitura é singular, pois depende do repertório e da intencionalidade de quem lê. Faulstich defende que ler é dialogar com o texto e com o autor, estabelecendo uma relação dinâmica que permite ao leitor questionar, interpretar e até mesmo transformar o que está sendo lido. Essa postura ativa é fundamental para o desenvolvimento da leitura crítica, especialmente no ambiente acadêmico. No que diz respeito à produção textual, Faulstich propõe a redação como um projeto discursivo. Escrever não é apenas colocar palavras no papel, mas planejar estrategicamente o que se quer dizer, como dizer e para quem dizer. A escrita argumentativa, em especial, exige clareza, objetividade e precisão. O autor deve ser capaz de estruturar sua tese, selecionar argumentos pertinentes e organizá-los de forma lógica e persuasiva. Isso implica não apenas domínio do conteúdo, mas também sensibilidade para adequar o texto ao gênero, ao público e ao contexto de produção. Outro ponto central na abordagem de Faulstich é a consciência linguística. Para construir argumentos eficazes, o autor precisa dominar os recursos da língua — vocabulário, sintaxe, pontuação e estilo — e saber utilizá-los de forma estratégica. A escolha lexical, por exemplo, pode reforçar ou enfraquecer uma posição; a pontuação pode alterar o ritmo e o sentido do texto; e a organização sintática pode facilitar ou dificultar a compreensão. A consciência desses 7 elementos permite ao escritor controlar os efeitos de sentido e tornar sua argumentação mais precisa e convincente. Reconhecendo que essas competências não se desenvolvem automaticamente, Faulstich propõe exercícios práticos que ajudam o estudante a construir autonomia na leitura e na escrita. Esses exercícios envolvem análise de textos, reescrita, produção orientada e reflexão sobre o processo de escrita. O objetivo é formar sujeitos capazes de ler criticamente, escrever com propriedade e participar ativamente das práticas discursivas acadêmicas. A escrita, nesse sentido, deixa de ser uma tarefa técnica e passa a ser uma ferramenta de expressão, construção de conhecimento e intervenção social. Em síntese, a proposta de Faulstich valoriza a linguagem como prática significativa e situada. Ao tratar a leitura como interação e a escrita como projeto discursivo, ela oferece ao estudante universitário uma perspectiva que articula teoria e prática, cognição e contexto, técnica e sentido. Essa abordagem não apenas aprimora a competência linguística, mas também fortalece a formação crítica e cidadã, preparando o estudante para atuar com autonomia e responsabilidade no universo acadêmico e além dele. TEMA 4 – ERROS COMUNS E COMO EVITÁ-LOS A produção de um texto argumentativo eficaz exige mais do que domínio gramatical: requer consciência discursiva, planejamento e atenção aos detalhes que garantem clareza e persuasão. No ambiente acadêmico, erros recorrentes podem comprometer seriamente a qualidade da argumentação, tornando o texto confuso, pouco convincente ou até mesmo manipulador. Identificar e evitar esses deslizes é essencial para quem deseja construir uma escrita sólida e crítica. Um dos erros mais prejudiciais é o uso de falácias — raciocínios inválidos que simulam lógica, mas não resistem à análise crítica. Exemplos comuns incluem o ad hominem, que ataca o interlocutor em vez de suas ideias; a falsa causa, que estabelece relações de causa e efeito sem fundamento; e a generalização apressada, que tira conclusões a partir de poucos casos. Esses recursos, embora muitas vezes usados de forma inconsciente, enfraquecem a argumentação e devem ser evitados com rigor lógico e responsabilidade intelectual. 8 Outro problema frequente é a ambiguidade, que ocorre quando frases apresentam múltiplos sentidos ou falta de clareza. A ambiguidade pode surgir por má escolha lexical, estrutura sintática confusa ou pontuação inadequada. Em textos argumentativos, onde a precisão é fundamental, esse tipo de erro compromete a compreensão e a força dos argumentos. A revisão cuidadosa é indispensável para garantir que o texto comunique exatamente o que se pretende, sem margem para interpretações equivocadas. A desorganização textual também representa um obstáculo à eficácia argumentativa. Textos sem estrutura lógica, com parágrafos desconexos e ausência de progressão temática, dificultam a leitura e dispersam o foco do leitor. O planejamento é uma etapa crucial da escrita: definir a tese, organizar os argumentos em ordem crescente de complexidade e garantir coesão entre as partes são práticas que fortalecem a construção do raciocínio e tornam o texto mais persuasivo. A linguagem inadequada é outro fator que compromete a qualidade do texto. O uso de gírias, informalidade excessiva ou termos técnicos sem explicação pode afastar o leitor e prejudicar a credibilidade do autor. A adequação ao gênero textual e ao público-alvo é uma exigência básica da escrita argumentativa. Isso inclui escolher um registro apropriado, manter objetividade e utilizar vocabulário preciso, sem exageros ou jargões desnecessários. Evitar esses erros não é tarefa simples, mas é perfeitamente possível com prática, leitura crítica e revisão constante. A escrita argumentativa é uma habilidade que se desenvolve com o tempo, à medida que o autor se torna mais consciente de suas escolhas linguísticas e discursivas.Ao investir nesse processo, o estudante não apenas aprimora sua capacidade de argumentar, mas também fortalece sua autonomia intelectual e sua participação ativa nos debates acadêmicos e sociais. NA PRÁTICA Para que possamos contextualizar a estrutura do texto dissertativo, observe o trecho abaixo e a análise de seus elementos constitutivos: “A criminalização da pobreza no Brasil é um fenômeno estrutural que se manifesta nas práticas cotidianas do sistema penal e de segurança pública. Segundo dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), jovens negros e moradores de periferias são os principais alvos de abordagens policiais e compõem a maioria da população carcerária. Esses números revelam que a 9 seletividade penal não é fruto do acaso, mas de uma lógica institucional que associa vulnerabilidade social à suspeição. Ao invés de combater as causas da desigualdade, o Estado reforça estigmas e reproduz um modelo excludente, no qual a pobreza é tratada como ameaça e não como consequência histórica de políticas negligentes.” Tese clara e crítica A tese está explícita logo na primeira frase: “A criminalização da pobreza no Brasil é um fenômeno estrutural”. Essa afirmação não apenas apresenta o tema, mas já assume uma posição crítica, denunciando que o problema é sistemático e institucionalizado. Argumento de autoridade com dados do IPEA A citação do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) confere legitimidade à argumentação. O uso de dados estatísticos sobre perfil racial e social das vítimas do sistema penal reforça a credibilidade do texto e sustenta a tese com base empírica. Linguagem objetiva, mas engajada O texto utiliza uma linguagem clara, direta e formal, adequada ao gênero dissertativo-argumentativo. Ao mesmo tempo, há engajamento crítico: expressões como “reforça estigmas”, “modelo excludente” e “tratada como ameaça” revelam uma postura ativa do autor diante do tema, sem perder a objetividade. Implicações ideológicas O trecho denuncia uma estrutura social que perpetua desigualdades. Ao afirmar que “a seletividade penal não é fruto do acaso” e que “o Estado reforça estigmas”, o texto revela uma crítica às instituições e às políticas públicas, evidenciando o viés ideológico da argumentação. FINALIZANDO Dominar a estrutura do texto argumentativo é uma habilidade fundamental para qualquer estudante universitário, pois ela está diretamente ligada à capacidade de pensar criticamente, organizar ideias e comunicar-se com clareza. Na universidade, essa competência é constantemente exigida em gêneros textuais como resenhas, ensaios, artigos científicos e projetos de pesquisa. Cada um desses gêneros demanda que o autor formule uma tese, 10 desenvolva argumentos consistentes e conclua com coerência, respeitando as convenções acadêmicas e o rigor lógico. A argumentação, nesse contexto, não é apenas uma técnica de escrita, mas uma ferramenta de construção de conhecimento. Além do ambiente acadêmico, a estrutura argumentativa é igualmente relevante na vida profissional. Profissionais que dominam essa forma de expressão são capazes de elaborar relatórios analíticos, defender propostas em reuniões, redigir pareceres técnicos e participar de debates com propriedade. Saber argumentar é saber sustentar uma posição com base em evidências, antecipar objeções e apresentar soluções de forma clara e persuasiva. Em áreas como direito, comunicação, administração e educação, por exemplo, a argumentação escrita é um diferencial que revela domínio do conteúdo e maturidade intelectual. Por isso, desenvolver essa competência exige prática contínua, leitura crítica e atenção ao contexto discursivo. O estudante deve aprender a identificar os elementos essenciais de um texto argumentativo — tese, argumentos, contra- argumentos e conclusão — e a articulá-los com coesão e clareza. A escrita argumentativa não se resume à forma: ela envolve posicionamento, responsabilidade e consciência linguística. Ao dominar essa estrutura, o autor não apenas cumpre exigências acadêmicas, mas também se prepara para atuar com autonomia e eficácia em diferentes esferas da vida pública e profissional. REFERÊNCIAS FARACO, Carlos; TEZZA, Cristóvão. Prática de Texto para Estudantes Universitários. São Paulo: Editora Ática, 2011. FAULSTICH, E. L. de J. Como ler, entender e redigir um texto. 1. ed. São Paulo: Vozes, 2011. ILHESCA, Daniela Duarte et al. Comunicação e expressão. 1. ed. Curitiba: Intersaberes, 2012. KÖCHE, Vanilda Salton. Leitura e produção textual. 6. ed. São Paulo: Vozes, 2014. LOMBARDI, Roseli Ferreira. Oficina de textos em português. 1. ed. São Paulo, SP: Pearson, 2017. LOPES, Fernanda Cristina. Letramento Acadêmico – Práticas de Leitura. Intersaberes, Curitiba, 2025.