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Arquitetura da Web
Apresentação
A arquitetura Web é composta de diferentes elementos. Ela se baseia nos princípios da World 
Wide Web, que pode ser traduzida como "teia de alcance mundial". Utilizando protocolos de 
Internet, é possível navegar entre sites e utilizar aplicativos e sistemas Web, e por meio deles 
acontece a troca de informação e comunicação.
A arquitetura de uma aplicação Web pode ser organizada pelos modelos: em três camadas, cliente-
servidor, monolítico ou de microsserviços. Esses modelos são estruturas que facilitam o 
desenvolvimento e a disponibilidade do software construído para a Web.
Uma das mais tradicionais arquiteturas Web é a que se divide em três camadas, que são: 
apresentação, lógica e gerenciamento de dados. A camada de apresentação é a responsável pela 
parte visual dos sistemas, também chamada de interface ou front-end. A camada lógica é a parte de 
inteligência de negócio, na qual os dados inseridos na primeira camada são tratados, calculados ou 
apenas preparados para serem armazenados em bases de dados. Já a camada de gerenciamento de 
dados é a responsável pela comunicação com os bancos de dados e permite o armazenamento e o 
acesso aos dados.
Portanto, trabalhar em camadas tem seus benefícios, visto que é possível distinguir o que cada 
parte de um sistema faz; assim, fica mais fácil dividir um trabalho em equipe e manter ou realizar a 
manutenção no sistema posteriormente.
Nesta Unidade de Aprendizagem, você verá as tecnologias e os princípios básicos que sustentam a 
Web, incluindo protocolos como URIs, HTTP e HTTPS. Verá exemplos de diferentes modelos de 
arquitetura Web e como cada um deles é utilizado na prática de desenvolvimento Web.
Bons estudos.
Ao final desta Unidade de Aprendizagem, você deve apresentar os seguintes aprendizados:
Descrever as principais características e componentes 
da arquitetura Web.
•
Diferenciar os padrões de arquitetura Web para o 
desenvolvimento de portais e websites.
•
Demonstrar as tecnologias e os elementos básicos 
da arquitetura Web.
•
Desafio
Uma aplicação Web precisa ser bem planejada em aspectos como arquitetura de servidor, 
requisitos de sistema, linguagens e tecnologias a serem empregadas. Quanto maior a complexidade 
da aplicação a ser desenvolvida, mais especialidades ela deve requerer 
de profissionais e dos serviços a serem utilizados em ambiente Web.
Suponha que você, como profissional da área, recebeu o seguinte caso:
 A imagem a seguir possui audiodescrição. Para acessar o recurso, clique aqui 
Com o levantamento dos requisitos necessários para o desenvolvimento do sistema em mãos:
a) Indique e justifique qual arquitetura de servidor Web deve ser adotada para tal solução. 
b) Elabore um diagrama que apresente como deverão ser compostas as interfaces e estruturas 
envolvidas na Web.
https://creator-files.plataforma.grupoa.education/undefined/27129_Audiodescricao_Desafio1-2025-09-30T14:48:29-03:00.docx
Infográfico
Os serviços em nuvem chamados de cloud computing se tornaram a maneira mais clara e objetiva 
de oferecer capacidade computacional para que sistemas e dados possam estar disponíveis. Em um 
mundo globalizado, já não existem mais fronteiras, tanto para oferta como 
para demanda de serviços digitais. Empresas e pessoas utilizam a arquitetura Web disponível para 
armazenar seus arquivos, sistemas e dados, de maneira a permitir que de qualquer lugar do mundo 
o acesso esteja garantido.
Neste Infográfico, veja as principais empresas envolvidas nesse tipo 
de mercado e os principais serviços ofertados a seus clientes.
A imagem a seguir possui audiodescrição. Para acessar o recurso, clique aqui 
 
https://creator-files.plataforma.grupoa.education/undefined/27129_Audiodescricao_Infografico-2025-09-30T14:54:55-03:00.docx
Aponte a câmera para o 
código e acesse o link do 
conteúdo ou clique no 
código para acessar.
https://statics-marketplace.plataforma.grupoa.education/sagah/c99ab288-f174-49b2-b708-860863a1701f/ea60f8ff-7f8c-4fb8-a590-c22bd85cd6d2.png
Conteúdo do Livro
A arquitetura da Web se baseia em conectar com a Internet usuários e dados de instituições e 
serviços. Acessar seu webmail, sua conta em redes sociais, assistir a vídeos on-line ou até mesmo 
estudar de maneira virtual são formas de se utilizar serviços disponíveis por meio da Internet. A 
partir do momento em que você acessa tais serviços, já é capaz de obter informações, compartilhar 
conhecimentos, comprar, vender ou prestar serviços pela grande rede, por exemplo. 
No capítulo Arquitetura da Web, do livro Ferramentas de desenvolvimento Web, você verá as 
tecnologias por trás das arquiteturas Web, os principais modelos de arquitetura e os protocolos de 
comunicação via Web utilizados na Internet. 
Boa leitura.
Os elementos gráficos deste capítulo possuem audiodescrição. Para acessar o recurso, 
clique aqui
https://creator-files.plataforma.grupoa.education/undefined/87129_Audiodescricao_Conteudo_livro-2025-09-30T15:22:04-03:00.docx
FERRAMENTAS DE 
DESENVOLVIMENTO 
WEB 
Daniel dos Santos Brandão
Arquitetura web
Objetivos de aprendizagem
Ao final deste texto, você deve apresentar os seguintes aprendizados:
 � Descrever as principais características e componentes da arquitetura 
web.
 � Diferenciar os padrões de arquitetura web para o desenvolvimento 
de portais e websites. 
 � Demonstrar as tecnologias e os elementos básicos da arquitetura web.
Introdução
A arquitetura web é baseada em padrões e protocolos da internet. Com o 
surgimento da web no final dos anos 1980, a forma de nos comunicarmos 
mudou drasticamente. Era o começo de uma nova era de comunicação e 
informação, mesmo que os envolvidos no processo de desenvolvimento 
dessa plataforma ainda não se dessem conta. Timothy John Berners-Lee, 
mais conhecido como Tim Berners-Lee, é considerado o pai da web, pois, 
em 1990, ele foi o responsável pelo primeiro envio de dados bem-sucedido 
por protocolo HTTP pela internet. Desde essa época, diversas empresas e 
profissionais da área de redes de computadores e programação passaram 
a colaborar no desenvolvimento dessa arquitetura e criaram variadas 
tecnologias que tornaram a web o meio de comunicação mais rápido e, 
com isso, o mais utilizado em todo o mundo.
Neste capítulo, você vai estudar os padrões de arquitetura web em 
todo seu contexto. Verá como aplicar e utilizar as tecnologias web no 
desenvolvimento de sistemas e aplicações capazes de realizar essa co-
municação que, diariamente, você vê acontecer e, de maneira direta ou 
indireta, também a põe em prática.
1 Características e componentes 
da arquitetura web
Quando tratamos de arquitetura web, é preciso levar em consideração que 
estamos falando de um universo tecnológico. Existem milhares de tecnologias 
ligadas à comunicação via web, e é preciso levar em consideração vários 
aspectos antes de utilizá-la. O que primeiro se precisa entender é que um 
sistema baseado na web estará baseado na estrutura cliente-servidor, na qual 
a aplicação do lado cliente é a interface de comunicação com os dados, que, 
por sua vez, estarão “hospedados” do lado servidor. A Figura 1 apresenta uma 
ideia geral dessa arquitetura.
Figura 1. Estrutura cliente-servidor.
Fonte: Miletto e Bertagnolli (2014, p. 5). 
Observe na Figura 1 que os clientes são os usuários que utilizam sistemas 
ou aplicativos por meio de computadores, tablets, smartphones ou outros 
equipamentos conectados à grande rede. Pela internet, a comunicação acontece 
com o lado servidor, que é a hospedagem dos sistemas web e local onde os 
dados de um sistema são armazenados. Por meio de protocolos como o HTTP 
(hypertext transfer protocol ou protocolo de transmissão de hipertexto), uma 
requisição do lado cliente é recebida pelo servidor que, por sua vez, responde 
com o resultado do que foi solicitado pelo cliente.
Arquitetura web2
Ambiente web
Em meados de 1990, Tim Berners-Lee era pesquisador nos laboratórios do 
CERN, a Organização Europeia para a PesquisaNuclear, com sede na Suíça. 
Foi por conta desse projeto que a comunicação de dados pela internet se tornou 
uma realidade e então:
A partir das ideias de Tim Berners-Lee surgiu o conceito de hipertexto, que 
introduziu uma nova forma de organização da informação. Ele possibilita 
percorrer partes do documento (e outros documentos) por meio de ligações 
ou palavras que aparecem em destaque no texto, chamadas de hiperlinks ou 
links (MILLETO; BERTAGNOLLI, 2014, p. 6).
Assim surgiu o conceito de hipermídia, o que tornou possível a criação de 
páginas web com outros elementos além de textos, como imagens, áudios e 
vídeos. Por meio desse então novo mecanismo, a troca de informações entre 
sistemas e dispositivos foi avançando. No princípio, surgiram padrões de 
acesso como os navegadores (como o que você, provavelmente, está usando 
no momento para ver este material). Com os navegadores vieram outras ne-
cessidades, como linguagens e padronizações na criação de páginas web.
A hypertext markup language (ou linguagem de marcação de hipertexto), 
simplesmente chamada de HTML, foi a primeira linguagem nativa da Web. 
Também criada por Berners-Lee dentro do CERN, ela foi a responsável por 
satisfazer o objetivo inicial de Lee e sua equipe, que era a propagação de 
informação e conhecimento a distância. A partir da versão 1.0, que surgiu em 
1991, as demais versões foram sendo aprimoradas, com especificações que 
foram implementadas à medida que novas necessidades surgiram ao longo das 
décadas. O Quadro 1 apresenta um histórico evolutivo da linguagem HTML 
ao longo de mais de três décadas.
3Arquitetura web
Fonte: Adaptado de HTML (2019).
Versão Ano Principais características
1.0 1991 Sintaxe simples. Primeiras tags. Mais “primitiva”.
2.0 1995 Desenvolvida por um grupo maior. Suporte 
a formulários e padronização de tags.
3.0 1997 Introdução de folhas de estilo (CSS, cascading style 
sheets). Foco no layout e na aparência de páginas.
4.0 1999 Conceitos de acessibilidade. Aceitação de scripts. 
Surgimento de uma padronização ISO (8879).
5.0 2014 Aperfeiçoada e remodelada. Novas tags. Novos recursos.
Quadro 1. Versões da linguagem HTML
Se você observar, ao longo do tempo, novos recursos foram surgindo e 
tornando a linguagem mais poderosa e de uso mais amplo. Nas primeiras 
duas versões, os desenvolvedores estavam bastante limitados a inserir textos e 
imagens (de preferência com tamanho em kilobytes). Com as versões 3.0 e 4.0 
já foi possível termos páginas web mais bonitas e de interface mais amigável. 
Funções de acessibilidade tornaram a web mais inclusiva, permitindo que 
pessoas com algum grau de deficiência ou limitação física também pudessem 
acessar o conteúdo on-line. Até o início da década de 2000, os servidores de 
dados na web também eram limitados, e o poder computacional em processar 
informações em grande escala ainda estava em expansão. Surgiu então o 
conceito de escalabilidade, com os recursos computacionais para “rodar” 
sistemas web fazendo parte do planejamento dos servidores das empresas.
Também na década de 2000 foram criados os serviços de hospedagem 
de sites e sistemas web. Foi o início da virtualização e da computação em 
nuvem, em que uma equipe ou empresa poderia ter seus dados e sistemas em 
um servidor web, mas em um local fora de suas dependências físicas. Com 
o avanço da web e suas tecnologia, a W3C (World Wide Web Consortium — 
Consórcio da web Mundial —, fundado por Berners-Lee em 1994) passou a 
criar mecanismos de propagar o conhecimento e os trabalhos de evolução não 
só da HTML, mas também dos padrões web de modo geral. 
Arquitetura web4
Para mergulhar um pouco mais nos conceitos da linguagem HTML, acesse o site oficial 
da W3C, onde você encontra manuais e instruções sobre as tecnologias web. 
https://www.w3.org/
A partir dessa revolução, iniciada em 1990, o mundo nunca mais foi o 
mesmo. A forma como lidamos com os dados, com um lado enviando solici-
tações via protocolos de internet (o lado cliente), passou a ser mais exigente. 
O outro lado (servidor) precisou se estruturar de uma maneira mais padroni-
zada, pois o fluxo de solicitações de dados em e-mails, sites e aplicações de 
mensagens instantâneas dominou e ainda domina a forma de comunicação 
da nossa sociedade global. 
Do lado cliente, ferramentas como navegadores, clientes de e-mail e chats 
formaram o kit básico de ferramentas dos usuários da internet. Até meados de 
2004 ainda eram esses tipos de aplicações que dominavam. Com o lançamento 
de dispositivos de melhor conexão com a internet, como os smartphones e 
tablets, as pessoas passaram a se conectar de qualquer lugar e então a comu-
nicação evoluiu para os aplicativos.
Desenvolvidos para diversos tipos de serviços, os aplicativos (ou simples-
mente apps) se tornaram a nova forma de troca de informação pela grande 
rede. Do lado cliente continuavam a vir as solicitações, enquanto, do lado 
servidor, essas mesmas solicitações eram recebidas, processadas e geravam 
os retornos devidos. 
Esse foi o início da revolução dos aparelhos celulares para smartphones. 
Uma nova era surgiu e os sistemas e aplicações web precisaram de uma me-
lhor estrutura em seu desenvolvimento. Além do fato de que muitos acessos 
passaram a ser feitos por aparelhos de tela menor, um fator que contribui até 
os dias atuais para a busca por novas formas de desenvolvimento de sistemas 
para web é o custo do acesso. 
Para que usuários não tenham que gastar todo seu plano de dados móveis 
carregando uma imagem, vídeo ou áudio vindo de sistemas e aplicativos, a 
forma como esses apps são desenvolvidos e hospedados em servidores precisou 
mudar. Logo, novos padrões de arquitetura web precisaram surgir para atender 
à nova demanda de consumidores.
5Arquitetura web
2 Padrões de arquitetura web
Não existe apenas um padrão de arquitetura para sistemas web. Existem 
alguns padrões e, por isso, é preciso entender cada um deles, para saber sob 
qual deles um sistema web está posto. Existem diferentes formas de se estru-
turar servidores de aplicações web, mas todas elas se baseiam no princípio 
da arquitetura cliente-servidor, na qual uma aplicação tem seus arquivos e 
dados armazenados em uma estrutura maior e mais robusta (lado servidor) e 
é acessada por interfaces web (lado cliente).
Arquitetura cliente-servidor
O modelo da web hoje é baseado no modelo utilizado desde os primórdios da 
web, que é o cliente-servidor. Com a expansão da capacidade dos computa-
dores, diversas empresas passaram a disponibilizar servidores para terceiros, 
iniciando os chamados servidores de hospedagem. Esse modelo, no qual o 
cliente se conecta via internet a servidores que fornecem os dados necessários 
e solicitados pelos usuários, é uma estrutura com grande aceitação e parece 
consolidada mesmo com as tecnologias mais recentes. No fim, todos os mo-
delos de arquitetura web são baseados no padrão cliente-servidor, afinal, a 
princípio, sempre haverá um lado demandante (cliente) e um lado ofertante 
de serviços (servidor).
A arquitetura cliente-servidor funciona como uma base para todas as formas de 
arquitetura e desenvolvimento de aplicações web. Na prática, todo sistema web tem o 
lado demandante (cliente) e o lado solicitado (servidor). Quanto à estrutura de acesso 
a dados, ela também é a mesma, com clientes solicitando e servidores oferecendo 
serviços. Portanto, a arquitetura cliente-servidor não é uma concorrente das demais, 
mas se apresenta como um padrão comum, com as funções de servidores ficando 
bem claras no objetivo de atender o lado cliente.
Arquitetura web6
Retome a Figura 1, que você viu na seção anterior. Ela apresenta o padrão 
da arquitetura cliente-servidor, no qual usuários clientes precisam apenas ter 
acesso à internet para terem acesso aos servidores onde os dados estão. Esse 
padrão é como se caracteriza o acesso à internet de modo geral. Com um 
lado cliente demandando algum serviço por meio da internet, o lado servidor 
se ocupa em recebera mensagem, processar e depois responder a solicitação 
do usuário.
Arquitetura em três camadas
Um sistema web tradicional é dividido em camadas. Aqui, entenda camada 
como uma separação em níveis, que vão do usuário até o servidor web. O 
modelo de arquitetura web em três camadas divide cada uma dessas camadas 
como responsável por parte de uma aplicação web. As três camadas desse 
modelo são:
 � Apresentação: trata-se da parte visual, a interface dos sistemas. Nesta 
camada, o usuário pode “navegar” e utilizar o sistema, interagindo, inse-
rindo e requisitando dados por meio de formulários, botões e hiperlinks. 
Em geral, não processa muita informação, ou seja, não contém elementos 
mais profundos de regras de negócios do sistema. É responsável por 
requisitar dados dos servidores de dados e web.
 � Lógica: camada onde se localizam as regras de negócio. Na prática são 
servidores de arquivos que hospedam as linguagens de programação 
chamadas de back-end. É a camada que requer maior poder computa-
cional para permitir acesso de vários usuários ao mesmo tempo com 
distintas requisições.
 � Dados: a camada de gerenciamento de dados é onde ficam os bancos 
de dados. Requer uma maior segurança, visto que todos os dados do 
sistema e de seus usuários estão ali. Também são servidores com poder 
computacional de maior porte, principalmente, quanto à capacidade 
de armazenamento (storage), pois os dados aumentam em uma escala 
cada dia mais gigantesca. 
Esse modelo de arquitetura ainda é bastante utilizado, mesmo com outros 
surgindo. Ele garante que diversos tipos de dispositivos possam ter acesso 
aos dados, inclusive os equipamentos da emergente tecnologia de internet das 
Coisas (IoT, Internet of Things).
7Arquitetura web
Com a divisão de uma aplicação nas três camadas, a manutenção e possíveis 
melhorias em um sistema podem ser divididas dentro de uma equipe, com 
um ou mais membros responsáveis por uma parte delas, apenas. Já o usuário 
vê a aplicação como um todo, sem a distinção entre as partes. Na prática, o 
usuário acessa um sistema web como se toda a estrutura fosse uma coisa só.
A arquitetura em três camadas é um modelo de desenvolvimento ou padrão de projeto 
de sistemas com divisão de estrutura de um sistema em camadas. Mesmo diferentes 
arquiteturas web utilizam o conceito de dividir uma aplicação em camadas distintas. 
Então, arquiteturas como a monolítica e a de microsserviços também podem se utilizar 
de camadas como padrão de projeto.
Arquitetura monolítica
A arquitetura monolítica também utiliza a arquitetura em camadas como forma 
de disponibilizar dados de uma aplicação desenvolvida.
Essa arquitetura web tem por característica dividir funcionalidades de um 
sistema em partes, porém, com um mesmo núcleo. A proposta da arquitetura 
monolítica é usar modelos como containers, cada um com a estrutura necessária 
para suportar uma aplicação por inteiro. 
Imagine um sistema de vendas de ingresso on-line no qual o usuário pode utilizar o 
aplicativo do cinema para comprar ingressos. Por trás dele existe um back-end com a 
lógica do negócio, de modo que a empresa possa gerenciar as vendas e pagamentos 
também. Uma vez que tanto os usuários como os funcionários da empresa usarão o 
mesmo sistema, porém com interfaces diferentes, a arquitetura monolítica se mostra 
uma boa alternativa nesse caso.
Arquitetura web8
Sistemas do tipo ERP (enterprise resource planning) são aplicações de 
grande porte que atendem a instituições que precisam de vários módulos 
que atendam às suas necessidades em diferentes setores ou subdivisões. Esse 
tipo de sistema tem por característica ser modular, ou seja, cada parte do 
sistema é, ao mesmo tempo, independente, porém, integrada às demais. Em 
um sistema que tenha um módulo financeiro e outro fiscal, por exemplo, os 
módulos podem conversar entre si, mesmo sendo partes distintas do sistema. 
Com os diferentes serviços sendo acessados de uma mesma base de dados 
e com um mesmo código-fonte por trás (back-end), essa arquitetura permite 
que sejam criadas APIs (application programming interface ou interface de 
programação de aplicativos), que, por sua vez, gera diferentes conexões para 
diferentes aplicações, sob acesso aos mesmos dados. Na Figura 2 é apresentado 
um ERP com diferentes módulos.
Figura 2. Estrutura monolítica.
9Arquitetura web
A Figura 2 representa como um único sistema ERP possui diversos módulos, 
que compõem uma mesma estrutura, com um banco de dados centralizado 
e monolítico. O acesso a esse banco de dados pode ser feito por diferentes 
interfaces visuais por meio de smartphones e computadores, por exemplo. 
A forma como diferentes sistemas usam os mesmos dados se torna uma van-
tagem, mas também existem desvantagens, como a forma como os dados 
e a aplicação precisarão crescer com o tempo, além do fato de se criar um 
gigantesco e complexo sistema, que, por ser fortemente acoplado entre si, 
pode dar mais trabalho na hora de uma manutenção ou correção necessária.
Logo, diferentemente do modelo em microsserviços, que pode utilizar a 
ideia de sistemas distribuídos, o modelo monolítico tem seu servidor como 
uma estrutura única, o que requer computadores mais potentes para processar 
toda a demanda dos sistemas.
Arquitetura de microsserviços
Os microservices ou microsserviços são estruturas relativamente recentes. 
A AWS, subsidiária da gigante do varejo Amazon, descreve os microsserviços 
como “[...] uma abordagem arquitetônica e organizacional do desenvolvimento 
de software na qual o software consiste em pequenos serviços independentes 
que se comunicam usando APIs bem definidas. Esses serviços pertencem a pe-
quenas equipes autossuficientes” (AWS AMAZON, 2019, documento on-line). 
A Figura 3 apresenta a estrutura por trás da arquitetura de microsserviços. 
Figura 3. Arquitetura de microsserviços.
Fonte: TechnoVectors/Shutterstock.com. 
Arquitetura web10
Assim como a AWS outras empresas que trabalham com serviços de 
hospedagem e armazenamento por meio de servidores web têm migrado e 
indicado que novas aplicações web utilizem tal metodologia. Se você analisar 
friamente, não é apenas por questão de simples escolha, mas por razões como 
a escalabilidade das aplicações e a forma de manter servidores de dados e 
seus serviços inclusos.
Em um comparativo entre o modelo monolítico e o de microsserviços, 
a Amazon acrescenta que “[...] com as arquiteturas monolíticas, todos os 
processos são altamente acoplados e executam como um único serviço. Isso 
significa que, se um processo do aplicativo apresentar um pico de demanda, 
toda a arquitetura deverá ser escalada.” (AWS AMAZON, 2019, documento 
on-line). Em contraponto a esses modelos, na mesma documentação, em seu 
site oficial, a conclusão que a chegam é a de que “Com uma arquitetura de 
microsserviços, um aplicativo é criado como componentes independentes 
que executam cada processo do aplicativo como um serviço. Esses serviços 
se comunicam por meio de uma interface bem definida usando APIs leves” 
(AWS AMAZON, 2019, documento on-line). Perceba que, por mais que a 
empresa não queira rotular um modelo melhor do que o outro, fica claro que 
são formas distintas de se realizar a mesma operação.
A Amazon não é apenas uma gigante do varejo. A empresa atua em ramos diferenciados 
e a tecnologia da informação é uma de suas principais vertentes. A AWS — Amazon 
Web Services — é a parte da empresa cuja responsabilidade é oferecer serviços 
de hospedagem e armazenamento de dados e arquivos em nuvem. Hoje, diversas 
empresas em todo o mundo confiam seus dados e aplicações aos cuidados dos 
servidores da Amazon.
Para saber mais sobre os serviços em nuvem oferecidos por este tipo de empresa, 
procure por aws amazon em seu mecanismo de busca favorito.
Para Batista (2018) existem diversos conflitos que podem surgir no modelo 
monolítico, como a questão da escalabilidade (capacidade de um sistema em 
expandir ou crescer) e a dificuldade de se adicionar novas tecnologiasao 
processo e treinar novos profissionais de uma equipe de desenvolvimento. 
Em contraponto, Batista ainda afirma que “[...] microsserviços é a separação 
de elementos de funcionalidade colocados em serviços separados, dessa forma 
11Arquitetura web
tornando-os totalmente autônomos e totalmente independentes” (BATISTA, 
2018, documento on-line). Na comparação direta, o modelo de microsserviços 
se apresenta como uma alternativa menos burocrática para uma possível 
expansão do sistema e futura manutenção desse sistema.
3 Tecnologias e elementos da arquitetura web
A arquitetura web tem diversos elementos que a compõe; dependendo do 
modelo escolhido, surgem alguns recursos. Já outros desses recursos acabam 
sendo mais genéricos, no sentido de serem amplamente utilizados independen-
temente da arquitetura escolhida. Como forma de exemplificar a utilidade de 
todos que fazem parte desse ecossistema, veremos quem são tais componentes, 
como utilizá-los e em quais situações alguns deles entram em ação.
Protocolos
Já vimos que a web é baseada na internet, ou seja, a forma de enviar e receber 
informações é por meio da rede mundial de computadores. Quando clicamos 
em um link ou enviamos um e-mail ou um áudio por algum aplicativo de co-
municação instantânea, utilizamos protocolos ou padrões web. A seguir, você 
verá alguns desses recursos utilizados na comunicação de dados pela internet.
 � HTTP: o hypertext transfer protocol é o protocolo de rede para en-
vio de hipertextos. Foi o primeiro protocolo com esse objetivo e dele 
originaram-se o HTTPS, cujo “S” no final indica uma camada de se-
gurança a mais. Também temos o HTTP 2, que é a segunda e mais 
recente versão do protocolo.
 � URL: a uniform resource location é o que digitamos na barra de ende-
reço em um navegador. Trata-se de uma forma de identificar unicamente 
o local de um arquivo de hipermídia. 
 � FTP: o file transfer protocol é o protocol de transferência de arquivos. 
Geralmente utilizado por desenvolvedores de sistemas para enviar os 
arquivos de código-fonte de sistemas criados para os servidores. Em 
algumas situações se utiliza esse protocolo dentro de aplicações para 
a transmissão de arquivos de maior tamanho.
Arquitetura web12
 � SMTP/POP: ambos são protocolos de comunicação de e-mails. O 
primeiro é o simple mail transfer protocol, responsável pelo envio de 
e-mails. O post office protocol (POP) é o protocolo que recebe mensa-
gens de e-mail, acessando o servidor de e-mail e trazendo ao usuário 
as mensagens em sua caixa de entrada.
Na Figura 4 você pode ver um exemplo de uso dos protocolos e padrões 
citados. Ao digitar um endereço web completo, os navegadores modernos já 
incluem o protocolo associado ao “domínio”, nome do site ou sistema web. 
A Figura 4 demonstra o uso do protocolo HTTP, HTTPS e da URL juntos.
Figura 4. Uso dos protocolos HTTP e HTTPS.
Fonte: Eny Setiyowati/Shutterstock.com.
A criação de sistemas baseados na web requer planejamento e atenção antes 
mesmo de seu desenvolvimento. Conhecer os protocolos envolvidos tanto no 
desenvolvimento de sistemas como na sua utilização é extremamente neces-
sário. Além dos protocolos e serviços da internet já citados, temos diversos 
outros, como DNS (domain name system) e SSL (secure socket layer), que é 
uma camada de proteção a mais instalada em servidores web. Eles são formas 
como aplicações web conversam com servidores web por meio da internet.
13Arquitetura web
Protocolos como HTTP, FTP, POP e SMTP são fundamentais para a maneira 
como nos comunicamos hoje via web. Outros serviços, como DNS e SSL, 
garantem a comunicação de maneira rastreável e como forma de identificar 
cada usuário da internet. Mas, como você deve saber, assim como existem 
diversos profissionais sempre em busca sempre de soluções que tragam mais 
rapidez e transparência aos processos na web, também existem pessoas mal-
-intencionadas com o objetivo contrário.
O SSL é uma camada a mais que protege um sistema web hospedado em servidores 
web. Sabe quando você entra em um site ou sistema web e vê um cadeado dourado 
na barra inferior do navegador ou na barra de endereço da URL? Pois é, aquilo ali 
representa que há algum tipo de criptografia de dados naquela página.
Podemos concluir que a arquitetura moderna da web tem por objetivo a 
capacidade de expansão e de interações de componentes, interfaces generaliza-
das, implantação independente de componentes e componentes intermediários 
para reduzir o tempo de interação, reforçar a segurança dos sistemas e proteger 
sistemas mais antigos. Logo, seu crescimento é necessário, porém, não se pode 
deixar de lado os padrões da web e aspectos como segurança, escalabilidade, 
disponibilidade e acessibilidade.
AWS AMAZON. O que são microsserviços?. [S. l.], 2019. Disponível em https://aws.amazon.
com/pt/microservices/. Acesso em: 2 jan. 2020.
BATISTA, F. de A. Arquitetura de microserviços: uma solução leve para grandes sistemas 
no futuro. In: ENCONTRO NACIONAL DE PÓS-GRADUAÇÃO, 7., 2018. Anais eletrônicos... 
Disponível em: https://periodicos.unisanta.br/index.php/ENPG/article/view/1623/1339. 
Acesso em: 2 jan. 2020.
HTML. In: WIKIPEDIA. [S. l.: s. n.], 2019. Disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/
HTML. Acesso em: 2 jan. 2020.
Arquitetura web14
MILETTO, E. M.; BERTAGNOLLI, S. de C. Desenvolvimento de software II: introdução ao 
Desenvolvimento Web com HTML, CSS, JavaScript e PHP. Porto Alegre: Bookman, 
2014. (Série Tékne).
Leitura recomendada
W3C. HTML5 Reference The Syntax, Vocabulary and APIs of HTML5. [S. l.], 2010. Disponível 
em: https://dev.w3.org/html5/html-author/#introduction. Acesso em: 2 jan. 2020.
Os links para sites da web fornecidos neste capítulo foram todos testados, e seu fun-
cionamento foi comprovado no momento da publicação do material. No entanto, a 
rede é extremamente dinâmica; suas páginas estão constantemente mudando de 
local e conteúdo. Assim, os editores declaram não ter qualquer responsabilidade 
sobre qualidade, precisão ou integralidade das informações referidas em tais links.
15Arquitetura web
 
Dica do Professor
O ambiente Web é utilizado por bilhões de pessoas em todo o mundo. Seja para fins pessoais, seja 
para fins profissionais, as aplicações Web fazem parte da sua rotina, como quando você acessa seu 
e-mail, assiste a um vídeo ou ouve uma música on-line e até estuda, como está acontecendo agora. 
Por trás de todas as aplicações estão níveis de segurança e camadas de sistema, todos funcionando 
sob protocolos 
de conexão e segurança de dados.
Na Dica do Professor, veja a evolução da arquitetura Web junto aos dispositivos tencológicos.
Boa leitura. 
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Exercícios
1) A criação de um sistema baseado na Web em três camadas apresenta benefícios para quem 
desenvolve o sistema e para os responsáveis por manter essa aplicação em funcionamento. 
Em virtude de ele ser dividido em três camadas, cada uma delas tem uma função específica 
dentro do seu contexto. A camada de apresentação:
A) é a etapa do processo de desenvolvimento de um sistema responsável pelo levantamento de 
requisitos.
B) é a interface do sistema, que são as telas e as formas como o usuário interage com o sistema 
ou aplicativo.
C) é parte do sistema em que está o código-fonte, também chamado de back-end, responsável 
pela lógica do sistema.
D) é capaz de gerar e armazenar dados em servidores Web. Utiliza os chamados SGBDs para tal 
função.
E) é a camada "ponte" entre as camadas lógica e de dados de um sistema.
2) A arquitetura Web apresenta diferentes modelos. Cada um delesreúne características que 
os definem e os diferenciam entre si, trabalhando componentes de sistemas de formas 
distintas. Os dois modelos que representam o atual cenário de aplicações Web são: 
monolítico e microsserviços. Dadas as características em comum entre eles, todos parecem 
ter uma mesma base, mesmo com suas distinções. Assinale a afirmativa correta quanto às 
características presentes nos modelos:
A) Todos os modelos de arquitetura utilizam o acesso aos dados por ambiente Web usando 
protocolos de rede da Internet como HTTP, FTP, URL e SMTP.
B) Os modelos monolíticos não trabalham em três camadas pelo fato de serem baseados em 
serviços independentes uns dos outros, que se comunicam por meio de APIs, apenas.
C) Os modelos monolítico e microsserviços utilizam duas camadas como forma de acesso aos 
servidores: camada de apresentação e camada de dados.
D) Os modelos de arquitetura Web utilizam protocolos como HTML e CSS como forma de 
comunicação de dados através das camadas da Internet.
E) Os dois modelos têm várias características em comum, principalmente o fato de utilizarem 
recursos como APIs e serviços separados dentro dos servidores de dados.
3) O uso de protocolos de Internet é comum entre serviços da Web. Como forma de 
comunicação dos dados entre aplicativos por parte do usuário e do servidor de dados, a 
troca de informação acontece com o uso desses padrões Web. Um dos principais protocolos 
da Internet é o que permite a comunicação e a transferência de dados na grande rede e tem 
por característica uma versão mais simples e outra com uma camada de segurança. Indique a 
qual protocolo o enunciado se refere:
A) POP — Post Office Protocol, ou Protocolo de Correio.
B) SMTP — Simple Mail Transfer Protocol, ou Protocolo de Transferência de Correio Simples.
C) HTTP — Hypertext Transfer Protocol, ou Protocolo de Transferência de Hipertexto.
D) FTP — File Transfer Protocol, ou Protocolo de Transferência de Arquivos.
E) URL — Uniform Resource Locator, ou Localizador Uniforme de Recursos.
4) No início da década de 1990 surgia a Web. Mas, em comparação com o que vemos no atual 
século, os primórdios da World Wide Web não eram nem sombra do que ela chegou a ser. 
Criada para ser uma tecnologia de comunicação mais eficiente do que o telefone, o código 
Morse, os Correios e os telégrafos, a Web trouxe ao mundo uma verdadeira revolução nas 
tecnologias de informação e comunicação. Sobre o surgimento da Web:
A) Tim Berners-Lee foi o responsável pelo projeto inicial da Web. Logo depois entraram no 
projeto grandes mentes, como Bill Gates e Paul Allen.
B) Desde 1970 já existiam projetos semelhantes à Web, mas apenas em 1995, com a criação da 
WWW por Bill Gates, ela se tornou popular em todo o mundo.
C) A World Wide Web é um projeto pertencente à W3C (World Wide Web Consortium), um 
consórcio que regulamenta os rumos da Web em todo o mundo.
D) O projeto da Web nasceu nos laboratórios da CERN — núcleo internacional cujo acrônimo 
representa as iniciais dos quatro países idealizadores: Coreia do Sul, Estados Unidos, Rússia e 
Nova Zelândia.
E) Foi criada por Tim Berners-Lee nos laboratórios da CERN (Organização Europeia para a 
Pesquisa Nuclear), no intuito de propagar pesquisas científicas com pesquisadores do mundo 
todo.
5) A HTML (HyperText Markup Language) é uma linguagem de marcação de hipertexto. Ela se 
tornou o padrão desde o surgimento da Web até os dias atuais, independentemente do 
modelo de arquitetura Web utilizado. Ao longo desse tempo, ela passou por evoluções 
naturais, e novos recursos foram sendo incorporados ao seu uso. Folhas de estilo em CSS em 
seu código são utilizadas:
A) desde a versão 1.0, a primeira versão.
B) a partir da versão 2.0, em 1995.
C) com a versão 3.0, desde 1997.
D) com o surgimento da versão 4.0, lançada em 1999.
E) a partir da versão 5.0, oficialmente em uso desde 2010.
Na prática
A escolha da arquitetura de servidor Web é fator importante e que pode depender da forma como 
uma organização precisa dispor seus dados. Deve-se realizar uma pesquisa com analistas de 
sistemas e analistas de infraestrutura de TI para ter certeza de quais tecnologias empregar no 
desenvolvimento de sistemas Web.
Acompanhe, Na Prática, como Rafael, desenvolvedor de sistemas, 
e sua equipe de TI desenvolveram a solução para um projeto de arquitetura Web.
A imagem a seguir possui audiodescrição. Para acessar o recurso, clique aqui 
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Saiba mais
Para ampliar o seu conhecimento a respeito desse assunto, veja abaixo as sugestões do professor:
IBM WebSphere Application Server
Neste link, você terá acesso a um manual completo sobre serviços disponibilizados por servidores 
Web. A IBM apresenta, neste material, uma completa descrição sobre a estrutura dos seus 
servidores, baseados na arquitetura de três camadas.
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Migração de sistemas monolíticos para microsserviços: uma 
abordagem híbrida sem downtime
Neste link, você verá uma abordagem de migração de um sistema em arquitetura monolítica para 
uma em microsserviços. O foco dos autores foi demonstrar a possibilidade dessa migração sem 
precisar alterar muito do sistema e com tempo de parada deste praticamente zero.
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Arquitetura orientada a componentes para uma Web 
responsiva
Neste artigo, os aspectos evolutivos das aplicações Web são comparados com os atuais modelos de 
aplicações off-line, e o autor apresenta como desafio a integração cada dia mais iminente de 
sistemas e dispositivos.
https://www.ibm.com/support/knowledgecenter/pt-br/SSAW57_8.5.5/com.ibm.websphere.nd.multiplatform.doc/ae/covr_3-tier.html
https://sol.sbc.org.br/index.php/wcga/article/view/7590
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Como dividir um aplicativo monolítico em microsserviços
Neste link, a AWS Amazon dispõe de um tutorial dinâmico que ensina o passo a passo para chegar a 
esse objetivo.
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https://repositorio-aberto.up.pt/bitstream/10216/88459/2/36022.pdf
https://aws.amazon.com/pt/getting-started/projects/break-monolith-app-microservices-ecs-docker-ec2/

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