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UNIP INTERATIVA
Projeto Integrado Multidisciplinar Cursos Superiores de Tecnologia
Nome: Ricardo Camilo de Sousa
Pólo Água verde - Centro Curitiba – Paraná
2010
UNIP INTERATIVA
Projeto Integrado Multidisciplinar Cursos Superiores de Tecnologia
NOME: RICARDO CAMILO DE SOUSA
O Projeto Integrado Multidisciplinar – PIM parte do Programa Pedagógico dos
Cursos Superiores de Tecnologia a distância da UNIP Interativa - Universidade Paulista como pré- requisito para aprovação no 1º semestre no curso de gestão de tecnologia da informação. .
Nome: Ricardo Camilo de Sousa RA: 1018889
Curso: Tecnologia da Informação Semestre: 1
Pólo Água verde - Centro Curitiba – Paraná
2010
INSTITUTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS E COMUNICAÇÃO CURSO DE GESTÃO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO
UNIP/Pólo Água Verde - Curitiba/1º. Semestre Ricardo Camilo de Sousa
PROJETO INTEGRADO MULTIDICIPLINAR
COMISSÃO EXAMINADORA:
Examinador (1)
Examinador (2)
Coordenador do PIM – Profº Observações:
RESULTADO:
DATA DA APROVAÇÃO:	/	/ 	
O projeto representa uma empresa chamada WEB3.PIM, esta empresa que esta encarrega de projetar uma estrutura de rede computadores para universidade UnipPIM baseada num conceito de Web 3.0
No projeto ira demonstrar a evolução da web 3.0, como ela esta sendo introduzida na rede mundial de computadores.
A WEB3.PIM ira também ter um projeto chamado Web 3.0 Expirience, este projeto tem toda a documentação confidencializada, mais mesmo assim houve indícios de vazamento de informações.
A construção de uma rede faz parte do projeto, sendo feita todas as medidas, sobre redes, subredes, formas de endereçamentos e a devida topologia.
O servidor foi toda estrutura utilizando a linguagem UML e foi baseado um SGBD PostgreSQL para gerenciar o servidor.
Um Orçamento também foi disponibilizado para conferência e um time-line.
Palavra chave: Projeto, WEB3.PIM, UnipPIM, Web 3.0, Web3.0 Expirience, documentação, informações, redes, subredes, endereçamentos, servidor, UML, orçamento, time-line.
 (
Resumo
)
The project represents a called company WEB3.PIM, this company who this puts in charge to project a net structure computers for UnipPIM University based on a concept of Web 3.0.
In the project anger to demonstrate the evolution of web 3,0, as it this being introduced in the world-wide net of computers.
The WEB3.PIM anger also to have a called project Web 3,0 Expirience, this project has all the private documentation, more exactly thus had indications of emptying of information.
The construction of a net is part of the project, being made all the measures, on nets, subnets, forms of addressing and the appropriate topology.
The server was all structure using language UML and was based a SGBD PostgreSQL to manage the server.
A Budget also was available for conference and a teams-line.
Keywords: Project, WEB3.PIM, UnipPIM, Web 3,0, Web3.0 Expirience, documentation, information, nets, subnets, addressing, server, UML, budget, teams-line.
 (
ABSTRACT
)
INTRODUÇÃO	1
EVOLUÇÃO DA WEB	2
Surgimento	2
Evolução	3
2.2.1 Web 1.0 Web 2.0	4
2.2.2 Web 3.0	5
Date mining e Web mining	6
REDE	8
Rede Wan e Lan	8
Conexão dedicada	9
Frame Relay	10
Switch Nivel 2	11
IMPLANTAÇÃO	12
Formando Rede	12
Rede da UnipPIM Campi	13
Servidor de Banco de Dados	14
Banco de Dados	18
Sistema	19
WEB3.0 EXPIRIENCE	21
ORÇAMENTO	23
TIME-LINE	24
4. ANALISE E IMPLAMTAÇÃO	24
7. CONCLUSÃO	25
9. REFERÊNCIAS	26
 (
SUMÁRIO
)
1. INTRODUÇÃO
O primeiro ponto que iremos abordar será o surgimento da web e sua evolução no decorrer da história, como foi a web 1.0 como ele evoluiu para web 2.0 e a web 3.0, qual é sua característica na rede mundial de computadores.
A Web3.PIM é uma empresa que estará preparando universidade UnipPIM para o web 3.0 através do projeto Web3.0 Expirience, este sob domínio confidencial e fica a cargo do reitor da UnipPIM.
Toda a estrutura da UnipPIM é elaborada pela Web3.PIM, a qual fica a cargo de definir a topologia as formas de endereçamento e a rede em geral. O banco de dados foi totalmente planejado para sua estrutura e um sistema de para rede também foi implantado.
Todas as fases projeto foram feitas através de analise e testes, a implantação também teve um sistema teste, toda a relação do projeto foi destacada num time-line uma linha do tempo onde se destacou todas as fases e atividade do projeto.
A Web3.PIM teve todos os cuidados para contornar as situação de falha no sistema de segurança do projeto onde teve o vazamento de informação. Vamos destacar os principais problemas relatos e as soluções envolventes.
 (
10
)
2. EVOLUÇÃO DA WEB
2.1 Surgimento
A internet é uma rede mundial de computadores sendo mais conhecida como um conglomerado de rede em escala mundial de computadores interligados através de protocolos TCP/IP, que nos permite acesso a informação e todo tipo de transferência de dados. Esta rede carrega um grande volume de dados contendo recursos e serviços e documentos interligados por meios de hiperligações da World Wide Web, e também contando com a infraestrutura que suportam correios eletrônicos serviços de voz e compartilhamento de arquivos.
A internet no princípio era só utilizada para questões militares como consta nos vários indícios de sua criação, a história nos relata que por volta de 1955 depois dos Estados Unidos ver a União Soviética disparar na disputa tecnológica, a Defense Advanced research Projects Agency (Agência de Projetos de Pesquisas Avançadas) conhecida coma a ARPA que criou o Escritório de Tecnologia de Processamento de Informações a IPTO, que ligava vários sistemas de radares ao longo do território americano, o líder deste escritório era o Joseph Carl Robnett licklider
Na IPTO Licklider se associo a Lawrence Roberts para começar um projeto com objetivo de fazer uma rede de computadores, a tecnologia utilizada por Robert foi a de Paul Baran a comutação por pacotes ao invés da comutação por circuito e assim tornando as redes mais robusta e estáveis. Após muito trabalho deu o surgimento a ARPANET que foram interconectados a Universidade de Califórnia em Los Angeles e a SIR, e foi assim que a ARPANET se tornou a primeira rede de internet.
O uso do termo Internet para descrever uma rede TCP/IP surgiu em 1974, a primeira especificação completa do protocolo TCP foi escrita por Vinton Cerf, Yogen Dalal e Carl Sunshine, na Universidade de Stanford, tendo em seguida o refinamento de protocolos para implementação em diversos sistemas operacional.
A abertura da rede para interesses comerciais começou em 1983, o Conselho Federal de Rede dos Estados Unidos aprovou a interconexão do NSFNER para o sistema comercial MCI Mail naquele ano, e a ligação foram feita em meados de 1989. Outros serviços comerciais de correio eletrônico foram logo conectados,
incluindo a OnTyme, a Telemail e a Compuserver. Naquele mesmo ano, três provedores comerciais de serviços de Internet (ISP) foram criados: a UUNET, a PSINet e a CERFNET.
Várias outras redes comerciais e educacionais foram interconectadas, tais como a Telenet, a Tymnet e a JANET, contribuindo para o crescimento da Internet. A Telenet (renomeada mais tarde para Sprintnet) foi uma grande rede privada de computadores com livre acesso dial-up de cidades dos Estados Unidos que estava em operação desde a década de 1970. Esta rede foi finalmente interconectada com outras redes durante a década de 1980 assim que o protocolo TCP/IP se tornou cada vez mais popular.
Em 1989 Tim Berners-Lee Trabalhava no laboratório de Física de Partículas Europeu, propôs a criação de um espaço global aonde se trafegassem Hypertext, um documento de texto simples que poderia levar qualquer informação através da rede, esses documentos conhecemos hoje como HTML.
Em 1990 Tim Berbers Lee escreve um programa chamado World Wide Web o primeiro navegador, um software capaz de interpretar todo documento de Hypertext e mostrar as devidas informações ao usuário, era a única maneira de ver a web, logo após essesoftware foi dado outro nome de Nexus, para que não houvesse confusão entre o software interpretador e o documento de informação pois os dois a principio eram conhecidos como World Wide Web.
Também em 1991, para que pude-se navegar em documentos através dos Hyperlinks, surge os primeiros servidor web, aonde armazenava o documento de Hypertext e toda vez que se clicava em um hyperlink era feita uma requisição e uma conexão navegador daquele documento.
2.2 Evolução
A evolução da web é algo espantoso, como se vê o Rádio, por exemplo, levou mais de 35 anos para atingir 50 milhões de usuários sedo que a web em menos de 5 anos atingiu os surpreendentes 50 milhões de usuários. É realmente a internet é umas das maiores invenções dos últimos tempos, a estimativa seja que hoje já tenham mais de 1,6 bilhões de usuários em todo mundo, a tendência é de sempre aumentar.
2.3.1 Web 1.0 e Web 2.0
A web 1.0 é conhecida como o passado, e a web 2.0 como o futuro, mais na verdade não existe uma separação entre Web`s, não é como um programa que é lançado uma nova versão sendo preciso de uma atualização, a relação de web não foi essa, na verdade a evolução é até hoje introduzida, no entanto muitos usuários não percebem esta evolução,
Na realidade a web 1.0 foi reconhecida depois da web 2.0, quando os estudiosos da tecnologia da informação citaram o nome de web 2.0, muitas pessoas se perguntaram e a web 1.0 o que é? É possível encontrar uma variedade de tópico na rede dando sua definição, mais o que na verdade é, sabemos que primeiramente a web sempre foi uma variedade de documentos de vários assuntos, onde começou a sua popularização, como sendo um ótimo meio de comunicação, uns exemplos que releva esta comunicação foi o e-mail, mais mesmo assim não nos define muito bem, então vamos fazer uma abordagem filosófica conforme O`Reilly, ele mostrou vários pontos da web 1.0 e comparando com a 2.0
· Os sites da Web 1.0 são estáticos – os sites contêm informação que podem ser úteis, mais não existe uma razão para seus visitantes retornarem, um exemplo pode ser conhecido é uma pagina que disponibiliza informação sobre o dono do site mais que nunca muda, já no caso da web 2.0 essa idéia seria um blog ou um perfil do tipo Myspace.
· Os sites da Web 1.0 não são interativos – os visitantes podem visitá-los mais não modificá-los ou contribuir com eles.
· 	Os aplicativos da Web 1.0 – de acordo com filosofia da Web 1.0, as empresas desenvolvem aplicativos de software que os usuários podem baixar, mas não são autorizados a ver como o aplicativo funciona, ou a alterá- lo. Um aplicativo de Web 2.0 é um programa de fonte aberta, o que significa que todos vêem o código-fonte do programa. Os usuários podem ver como o software funciona e modificá-lo, ou até mesmo construir novos aplicativos com base em programas antigos. O Netscape Navigator, por exemplo, era um aplicativo fechado da era da Web 1.0. O Firefox segue a filosofia da Web 2.0 e oferece aos criadores de software todas as ferramentas que eles precisam para criar novos aplicativos para o Firefox.
2.3.2 Web 3.0
Web semântica ou Web 3.0 é o que todos se perguntam, mais o que é isto qual sua tendência, para muitos é a inovação. Mais o que está vindo por ai é uma web inteligente como vários recursos para seus usuários, dando mais riqueza em seu conteúdo e interação ao navegador. Vários estudiosos dizem que esta web nada mais é do uma web com todas as informações organizadas de forma, que não somente seres humanos possam intentá-las mais principalmente as máquinas. Eles citam maquinas, por que na verdade elas nos ajudaram em tarefa que hoje seriam feita manualmente.
Agora imaginemos que você precise de uma passagem para Londres, e você pede para o computador encontrar uma companhia aérea que siga as seguintes instruções: que tenha um vôo para a amanhã seguinte na classe econômica e seja a companhia que tenha o preço mais barato. E em poucos momentos o computador lhe fornece o resultado da busca com a companhia que melhor se encaixa nas medidas impostas. Sendo assim você só tem o trabalho de reservar o lugar. Para muito estudiosos essa é Web Semântica.
Hoje em dia a internet nos disponibiliza informações complexas que são fáceis de ser compreendida por qualquer sistema, isso ficam evidentes que os conteúdos que as varias páginas nos disponibilizam não está sendo criadas de forma semântica. Sendo assim o que nos resta usar são os robôs de buscas.
Com isso a Web Semântica ou Web 3.0 incorpora significados a informações da web, isto nos proporciona um ambiente onde máquinas e usuários trabalhem de forma conjunta. Tendo cada tipo de informação identificada, ficando mais fácil para um sistema encontrar informações mais precisas para determinado assunto.
Então o ambiente que tanto se fala que é a Web 3.0, resumindo é ambiente que terá informações devidamente identificáveis e terá sistemas personalizados que possam manipular, compartilhar e reusar de forma pratica as informações provida pela web.
Existem duas tecnologias que estão disparando, uma é a XML (Extensible Markup Language) e a RDF (Resource Description Framework). XML permite que todos criem suas próprias tags, labels ocultos tais como rótulos, anotações nas páginas da Web ou seções de textos em uma página. Scripts, ou programas, podem fazer uso dessas tags de sofisticadas maneiras, mas quem for escrever o script tem
que saber quais as tags que a página está utilizando e como. Em resumo, o XML permite aos usuários adicionar estrutura arbitrária aos seus documentos, mas nada diz sobre o que significam as estruturas.
As tags serão a forma mais correta de tornar uma página semântica, são elas que definirão que determinado tipo de informação está em determinada parte da página exibida, assim, os buscadores ao lerem a tag que será um nodo de (nome, valor) vão identificar a informação (valor) conforme o tipo de dados (nome), como no exemplo abaixo:
A web atual:
Endereço:
Travessa Haun, 96 Bairro: Centro
Cidade: Santa Cruz do Sul / RS CEP: 96825-150
País: Brasil
A web semântica:
Travessa Haun, 96
Santa Cruz do Sul RS
96825150
Brasil
Como você pode ver há diferenças nos formatos, e a semântica requer muito mais informações para delimitar o que é cada informação, porém, somente assim os buscadores terão condições de encontrar os dados dentro da página e também o que cada dado representa.
2.4 Data Mining e Web Mining
Mineração de Dados ou Data Mining, é o processo de explorar grandes quantidades de dados à procura de padrões consistentes, extraindo ou ajudando a
evidenciar a descoberta de conhecimento contido neles. É formado por um conjunto de ferramentas e técnicas de áreas como estatística, recuperação de informação, inteligência artificial e reconhecimento de padrões.
Na Internet, as vantagens de se obter informações sobre os dados trafegados e armazenados vão desde analisar melhor logs de erros de servidor, até descobrir perfis de usuários. Esse procedimento envolve etapas de pré-processamento, descoberta de conhecimento e pós-processamento dos dados como mostra a Figura 1.
Figura 1 - Data Mining
Já a Web Mining consiste na aplicação das técnicas de Mineração de Dados na Web, a fim de obter conhecimento, encontrar padrões e relações não conhecidos nessa base dados. Na Web é possível fazer três tipos de mineração: de conteúdo, de estrutura e de uso da internet.
· Mineração do Conteúdo da Web – que abrange as ferramentas que efetuam recuperação inteligente de informações do que está dentro dos documentos.
· Mineração de Estruturas – voltada para a informação que está implícita, sendo o seu principal foco as ligações de hipertextos que unem os documentos.
· Mineração de Uso – uma das tarefas mais difíceis na Web Mining, pode ser definida como sendo a descoberta automática de padrões de acesso dos usuários aos servidores que disponibilizam informações na rede.
Figura 2 - Web Mining
Os resultados dos processos de mineração de dados podem ser bem melhores quando aplicados a dados organizados, estruturadospor metadados e identificados semanticamente. Assim, ao analisar os dados, seria possível filtrar por conteúdos mais específicos, já que é possível saber do que estão tratando.
A Web 3.0 pode ser considerada como um grande conjunto de dados estruturados em que a semântica aplicada a eles, permite que etapas da mineração, como o pré-processamento e a extração de conhecimento, possam se tornar mais simples e eficientes.
Pelo fato de guardar um enorme volume de dados que não se encontram bem estruturados, a Web atual possui uma grande quantidade de problemas. A proposta da Web 3.0 é associar semântica aos dados contidos na Web e conseqüentemente facilitar as tarefas de Mineração de Dados para atingir seu principal objetivo: recuperar informação relevante.
3. REDE
3.1 Redes Wan e Lan
Uma WAN (Wide Area Network), diferente de uma LAN, atua numa região maior em termos geográficos, através da estrutura de comunicação provida por terceiros. Ela permite conectar pontos de rede localizados em lugares distantes.
Tecnologias Utilizadas
Utilização de roteadores com capacidade de implementação da tecnologia Frame Relay para interligar Fábrica e Centro de Distribuição, com o objetivo de obter uma comunicação permanente de alta velocidade. A configuração do roteador da
Fábrica já está prevendo a criação de novos Centros de Distribuição, bem como a nova fábrica em Campinas.
Como medidas de contingência utilizarão ISDN em virtude de ocorrência de falhas, problemas ou carga demasiada no link de comunicação principal.
Redes locais (LANs – Local Area Networks) ou redes de longa distância (WANs - Wide Area Networks) podem se interligar à Internet por meio de conexões dedicadas, possibilitando acesso completo e permanente aos seus recursos e facilidades.
Do lado do Cliente (LAN ou WAN) deve existir pelo menos um equipamento executando o protocolo TCP/IP - Transmission Control Protocol / Internet Protocol, que é o elemento comum de conectividade na rede Internet. Também é necessário que a LAN / WAN esteja conectada a um roteador que, por sua vez, se interliga a um circuito dedicado de acesso, através de dispositivos de conversão digital (CSU/DSU). O circuito de acesso faz a conexão entre a LAN / WAN e o roteador da rede do Cliente, completando a conexão dedicada.
Neste mesmo tipo de conexão dedicada, o roteador pode ser substituído por uma workstation executando software de roteamento, o que, em alguns casos, pode reduzir o custo final da solução. Outras tecnologias de transporte, tais como frame- relay ou X.25, também são empregadas para a implementação de conexões dedicadas, sendo opções alternativas às linhas privativas dedicadas.
Conexões dedicadas são indicadas para empresas de todos os portes que têm a intenção de prover acesso interno aos seus empregados/clientes através da rede corporativa, ou que desejam montar serviços de informação (information providers), criando uma presença institucional na Internet; ou, ainda, que queiram se transformar em provedores de serviços de conexão (access providers), fornecendo conexão à Internet para terceiros, através de sua própria rede.
3.2 Conexão Dedicada
A preparação para a implantação de conexões dedicadas à Internet não é simples e envolve a integração de profissionais de diversas áreas da informática e das telecomunicações.
Em primeiro lugar, todos os computadores da LAN / WAN devem estar devidamente protegidos e seguros para se integrarem a uma rede pública de comunicação de dados, aberta a usuários de todo o mundo. Além disso, diversos programas e equipamentos precisam ser instalados e configurados adequadamente
para que os computadores da LAN / WAN possam se comunicar com os demais nós da rede.
A seguir, são relacionadas as principais tarefas envolvidas no processo de implantação de conexões dedicadas:
· Obtenção de endereços IP únicos para a configuração da rede TCP/IP;
· Obtenção de nome de domínio privativo para a identificação da rede;
· Nomeação e identificação dos computadores que estão interligados na rede interna;
· Configuração do servidor de DNS - Domain Name System;
· Configuração do servidor de E-mail (electronic mail);
· Configuração do servidor de FTP - File Transfer Program;
· Configuração do servidor de NEWS - Usenet News;
· Configuração do servidor de WWW - World Wide Web (e outros: Gopher, WAIS, etc.);
· Implantação de ferramentas para a gerência de rede;
· Implantação de mecanismos de segurança (firewalls, filtros de pacotes, proxy gateways);
· Configuração e distribuição interna de softwares aplicativos (WWW, FTP, Telnet, etc);
· Definição e capacitação da equipe de administração e suporte de rede;
· Definição de esquemas para manutenção dos equipamentos e programas;
3.2.1 Frame Relay
Utilizada amplamente nos dias de hoje, esta tecnologia permite o uso da rede tarifada de telefonia para passar os dados, através de switches de frame-relay. Tais switches permitem a criação de canais virtuais (lógicos), que podem ser permanentes ou temporários, denominados circuitos, onde a informação trafegará por um determinado canal físico, que é compartilhado por outros dispositivos através de multiplexação.
Conforme o exemplo acima, percebemos que o roteador (devidamente configurado) estabelece uma conexão com o switch frame-relay. Esta conexão recebe um número de identificação (Data- Link Connection Identifier = Identificador de Conexão de Link de Dados). Através deste canal são comutados os pacotes de dados pelos switches frame relay, que formam uma rede do tipo malha, operando em velocidades de 56 kbps, 64 kbps ou 1,544 Mbps.
Na medida em que um pacote de dados é transferido de um switch para o outro, o endereço do destino é alterado para o próximo switch, até que o mesmo chegue ao destino.
Em função de sua arquitetura, a tecnologia Frame Relay não gerencia erros, relevando esta tarefa, porém tem um das melhores velocidades em comparação com outros serviços
3.2.2 Switch Nível 2
São os switches tradicionais, que efetivamente funcionam como bridges multi-portas. Sua principal finalidade é de dividir uma LAN em múltiplos domínios de colisão, ou, nos casos das redes em anel, segmentar a LAN em diversos anéis.
Os switches de camada 2 possibilitam, portanto, múltiplas transmissões simultâneas, a transmissão de uma sub-rede não interferindo nas outras sub-redes. Os switches de camada 2 não conseguem, porém filtrar broadcasts, multicasts (no caso em mais de uma sub-rede contenham as estações pertencentes ao grupo multicast de destino), e quadros cujo destino ainda não tenha sido incluído na tabela de endereçamento.
4. IMPLANTAÇÃO
Uma rede de computadores é um conjunto de computadores (locais ou remotos) interligados entre si (de forma total ou parcial) de tal maneira de possibilitar a comunicação de dados localmente e/ou remotamente, incluem todos os equipamentos eletrônicos necessários à interconexão de dispositivos, tais como microcomputadores e impressoras. Esses dispositivos que se comunicam entre si são chamados de nós, estações de trabalho, pontos ou simplesmente dispositivos de rede. Bastariam só dois computadores, ou nós, como o número mínimo de dispositivos necessários para formarmos uma rede. O número máximo não é predeterminado, pois, teoricamente, todos os computadores do mundo poderiam estar interligados, de fato a Internet é um exemplo disto.
4.1 Formando rede
Rede local é a responsável pela comunicação de equipamentos numa área restrita, compartilhando recursos de hardware, software e informações.
As redes locais são encontradas em escritórios, empresas, universidades e na maioria das organizações onde a comunicação entre diferentes departamentos e compartilhamento de recursos é necessária.
Nas LANs tradicionais os computadores são conectados por cabos ou através de equipamentos chamados HUB. Neste tipo de rede a velocidade geralmente varia de 10 a 100 Mbps, havendo um retardo muito baixo (quase desprezível) e os erros de transmissão encontrados são pouquíssimos. Entretanto as LANs mais modernas operamcom velocidades ainda mais altas, por exemplo, as redes FastEthernet, GigaEthernet, etc
4.1.1 Rede da UnipPIM campi.
Para implantação de uma rede na UnipPIM iremos formar primeiramente uma Lan, a proposta de vocês foram instalar uma rede privada baseada num sistema Web 3.0, sendo que cada estado terá um campi com 4 maquinas cada um.
A rede local tem seus benefícios dentre eles esta compartilhamento de recursos, centralização de informações, controle de acesso centralizado facilidade na rotina de backups.
A topologia esta na figura abaixo, a configuração do IP é classe C, no modelo ipv4, na figura abaixo demonstraremos um exemplo da rede:
· Como vistos utilizaram 32 subredes;
· Como precisaríamos de 27 subredes, pegamos o ultimo octeto e utilizamos 5 bits para rede e os outros 3 bits para hosts;
· A máscara da subrede é a 255.255.255.248;
· E o IP da rede é 192.168.0.0;
· E o broadcast 192.168.0.7.
4.2 Servidor de Banco de Dados.
O local escolhido para instalação do banco de dados será nos Campi de São Paulo, a modelagem do banco de dados será feito em UML, mais existe um conceito muito importante encontrado nos diagramas de bancos de dados RUP
O RUP – Ration Unified Process – é um processo que mostra uma abordagem disciplinada para o desenvolvimento de software nomeando tarefas e responsabilidades dentro de uma organização, o objetivo é dar a maior confiabilidade na produção de software, satisfazendo seus usuários finais dentro de cronograma e orçamento previsível através de integração das fases do desenvolvimento do software. Uns dos quesitos também é a criação de modelos visando minimizar a sobrecarga associada à geração e a manutenção de documentos e maximizar o conteúdo das informações relevantes.
O RUP utiliza a UML para desenvolvimento dos diagramas do sistema. É nestes diagramas e representação que seus analistas e projetistas se basearão para finalizar cada ciclo, tendo em mente as mudanças que podem ocorrer após a entrega de um software em relação ao ambiente, aos sistemas operacionais, ao banco de dados e ao hardware.
Workflows – são os tipos de artefatos mais importante do RUP. Um workflow é uma simplificação da realidade, proporcionado uma melhor compreensão do sistema que esta sendo criado. No RUP, existem noves modelos que em conjunto, abrangem decisões importantes para visualização, a especificação, a construção e a documentação de um sistema complexo de software, os workflows são:
· Modelo de negócio;
· Requisitos;
· Analise e projeto;
· Implementação;
· Teste;
· Implantação;
· Gerenciamento de configuração e mudanças;
· Gerenciamento de projeto;
· Ambiente.
A website é a parte visível do sistema na web. Esta subdivisão é propagada para os diagramas de atividade, diagramas de interação, diagramas de estados, diagramas de classes, projeto de banco de dados e projeto de interface gráfica.
Um requisito importante no workflow é a analise e do projeto que tem o foco principal na modelagem do sistema para web
A UML é uma linguagem para modelagem de sistemas de software intensivos. Para a modelagem de páginas web, algumas extensões foram implementadas, utilizando estereótipos de acordo com o modelo empregado.
Os criadores da UML reconheceram que o padrão UML não se ajustava perfeitamente a todos os tipos de aplicações, e, assim, visando satisfazer as necessidades destas situações especiais, definiram um modo formal para estender tais funcionalidades através de uma semântica diferente aplicada aos elementos de modelagem. As aplicações web representam uma destas situações.
Uma extensão UML definiu um mecanismo para permitir que certos domínios possam estender a semântica de elementos a modelos específicos. O mecanismo de extensão permite a inclusão de novos atributos, de diferentes semânticas e de restrições adicionais. Parte do mecanismo de extensão de UML é a habilidade para nomear ícones diferentes a classes estereotipadas.
A extensão da UML para web define um conjunto de estereótipos, valores etiquetados (tagged values) e regras que permitem a modelagem de aplicações web. São aplicados estereótipos e regras a elementos que são particulares a aplicações web. Isto permite que estes elementos sejam representados nos mesmos modelos e diagramas que descrevem o restante do sistema ser seguidas ao agrupar os elementos do modelo.
Modelos nos auxiliam a entender o sistema, simplificando alguns dos detalhes. A escolha do que modelar tem um efeito significativo na compreensão do problema e na busca de sua solução. Aplicações web são representadas, assim como outros sistemas, com um conjunto de modelos.
A modelagem deve fornecer subsídios que tragam benefícios aos usuários do modelo. O modelo do interior do servidor de rede ou dos detalhes do browser não ajudará os desenhistas e arquitetos de uma aplicação web. Porém, a modelagem das páginas do cliente com suas ligações e seu conteúdo dinâmico é importante.
São estes os artefatos projetados pelos desenhistas, que são utilizados como instrumento de implementação. Páginas, hyperlinks e conteúdo dinâmico no cliente, e no servidor, são o que deveria ser modelado.
Páginas web, scripts ou páginas compiladas são elementos em UML. Um elemento é a “parte física” e substituível do sistema. A visão de implementação (Visão do Elemento) do modelo descreve os elementos do sistema e seus relacionamentos.
Em uma aplicação web, esta visão descreve toda a rede, o sistema e as suas relações (hyperlinks).
Os elementos representam o empacotamento físico das interfaces, eles não são satisfatórios para modelar as colaborações dentro das páginas. Cada página web é uma classe da UML na visão de projeto do modelo (visão lógica), e suas relações para outras páginas (associações) representam hyperlinks. Esta abstração considera que qualquer página web pode representar um conjunto de funções e
colaborações que só existem no servidor, e um conjunto completamente diferente que só existe no cliente.
O comportamento lógico de uma página web no servidor é completamente diferente da página do cliente. Enquanto executado no servidor, tem-se acesso aos recursos de páginas disponíveis no servidor (por exemplo, bancos de dados e sistema de arquivos). Em uma página web (ou a produção de HTML daquela página), o cliente usa um comportamento e um conjunto de relações completamente diferente. No cliente, uma página de script tem relações com o browser pelo DOM - Modelo de Objeto de Documento - e com Java Applet, ou controle ActiveX que a página tenha especificado.
Pode-se modelar o servidor e o cliente como páginas web através de classes, usando o mecanismo de extensão da UML para definir estereótipos e ícones para cada um, isto é, «server page» e «client page». Classes estereotipadas e ícones podem ser utilizados em um diagrama da UML, ou o nome do estereótipo, representado por guillmets («»), pode ser adicionado no diagrama. Os ícones são úteis para avaliar os diagramas quando atributos e operações de classes são representados neles.
Para páginas web, os estereótipos indicam que as classes são uma abstração do comportamento lógico de uma página no cliente ou no servidor. As duas abstrações são relacionadas entre si através de uma relação direcional. Esta associação estereotipada é denominada «builds» desde que uma página do cliente seja construída por uma página do servidor. Cada página web dinâmica é construída com uma página de servidor. Toda página de cliente é construída por uma única página de servidor, porém, é possível uma página de servidor construir páginas de cliente múltiplas.
Um hyperlink em uma aplicação web é representado por uma associação estereotipada «link». Esta associação origina-se de uma página de cliente e aponta para uma página de cliente ou uma página de servidor.
Os formulários – o mecanismo de entrada de dados principal para páginas de web é o formulário. Formulários estão definidos em um documento de HTML com tags . Cada formulário especifica a página que é submetida para o servidor.
Um formulário contém vários elementos de entradaos quais são expressos com tags HTML. As tags mais comuns são o , o e o . A tag de entrada é sobrecarregada podendo ser: text field, checkbox, radio button,
push button, image, hidden field, como também alguns outros tipos menos comuns. Para a modelagem do formulário, utiliza-se outro estereótipo de classe: «Form». Um
«Form» é utilizado em qualquer operação na qual poderia ser definida uma tag
 existente na página de cliente. Os elementos de entrada de um formulário são todos os atributos estereotipados da classe «Form». Um «Form» pode ter relações com Applets ou controles de ActiveX que agem como controles de entrada. Cada formulário também tem uma relação com uma página deservidor, ou seja, a página que processa a submissão do formulário. Nesta relação é utilizado o estereótipo «submit». Desde que formulários são completamente contidos em um documento HTML, eles são expressos em um diagrama da UML como uma forma de agregação.
Frames permitem que múltiplas páginas sejam ativas e visíveis ao usuário em um determinado momento. Usando scripts do tipo Dynamic HTML (DHTML), os elementos nestas páginas podem interagir entre si. O potencial para interações complexas no cliente é significativamente maior e a necessidade de modelar isto também.
A modelagem de aplicações para web apresenta uma complexidade peculiar. Esta complexidade precisa ser compatibilizada com outros modelos da UML de forma a proporcionar uma padronização ao longo de todo o ciclo de desenvolvimento de software.
4.2.1 Banco de dados
O sistema gerenciador de banco de dados objeto-relacional hoje conhecido por POSTGRESQL é derivado do pacote POSTGRES escrito na Universidade da Califórnia em Berkeley. Com mais de uma década de desenvolvimento. O POSTGRESQL é agora o mais avançado banco de dados de código aberto disponível em qualquer lugar.
Aplicações web recentemente são cada vez mais populares. Uma das ferramentas que muito contribuiu para essa popularidade foi o SGBD (Sistema Gerenciador de Banco de Dados). Com o uso de banco de dados em aplicações web, conseguiu-se torná-las mais dinâmicas e interativas, recebendo informações do visitante, armazenando e recuperando essas informações de forma eficiente e ágil.
O POSTGRES tem sido usado para implementar muitas aplicações diferentes de pesquisa e de produção, incluindo: sistema de análise de dados financeiros, pacote de monitoração de desempenho de turbina a jato, banco de dados de acompanhamento de asteróides, banco de dados de informações médicas, além de vários sistemas de informações geográficas.
O POSTGRESQL é um SGBD (Sistema Gerenciador de Banco de Dados) objeto-relacional de código aberto, com mais de 29 anos de desenvolvimento. É extremamente robusto e confiável, além de ser extremamente flexível e rico em recursos. Ele é considerado objeto relacional por programar, além das características de um SGBD relacional, algumas características de orientação a objetos, como herança e tipos personalizados.
4.3 Sistema
Criar o um sistema numa plataforma para web 3.0 será um desafio constante que devera sempre estar bem atualizado, o sistema tem que ser de fácil entendimento pelos usuários, ferramentas bem distribuídas, e com um conteúdo que envolva o usuário.
Uma metodologia de como será a aplicação da Web semântica na figura 6.
Na web 1.0 existiam vários produtores que serviam vários consumidores, já web 2.0 os mesmos consumidores começaram a produzir e a consumir, agora na web 3.0 produtores e consumidores continuam realizando o mesmo trabalho produzindo e consumindo, mais agora alimentando sistema num ciclo produtivo.
O sistema tem que esta atualizada para as diversas plataformas de navegadores existentes na rede. Os recursos do sistema serão assim:
· Área do administrador: terá as opções para cadastrar professores e alunos, associar matérias e salas de atuação dos professores, cadastro de salas, matérias (disciplinas). Será possível através do sistema do administrador, citar informações de pagamento de mensalidades, caso haja algum atraso, uma mensagem de aviso é exibido assim que o aluno entrar no sistema, além de acesso ao fórum e chat.
· Área do professor: terá as opções de cadastros de notas para os alunos de sua sala, o professor só poderá colocar as notas de sua matéria, pois o
sistema filtra no banco de dados essas informações, que é configurada pelo administrador, e também acesso ao fórum e um chat com os alunos.
· Área do aluno: terá as opções de visualizar as suas notas, faltas e documentos enviados para sua sala pelos professores e a interatividades com o sistema de comunicação; acesso a e-mail, fórum, e área de chat entre os alunos e o professor.
A utilização de ferramentas XML é indispensável em sua estrutura, um ambiente ao totalmente interativo também, mais sessões ao vivo entre professores e alunos.
5. Web3.0 Expirience
A segurança num projeto é muito importante, por isso que todas as fases dele têm que sempre estar documentada, a confidencialidade das etapas também, qualquer indício de vazamento de informações tem que ser tratado com agilidade.
No caso da Web 3.0 Expirience deve ser tomada as devidas atitudes sobre vazamento de informação porque se o projeto foi documentado como confidencial este tipo de situação não pode acontecer, e este indivíduos tem que ser punidos.
Sabemos do nível das informações geradas neste projeto, a web 3.0 ainda esta em fase de desenvolvimento em varias organizações estão num momento que qualquer tipo de descoberta a respeito de uma web mais complexa e inteligente deixa todo mercado eufórico, e num período deste é bom manter o projeto sob sigilo para garantir toda autoria sobre ele.
As dificuldades mais comumente são as áreas de implantação, porque satisfazer as novas necessidades da web 3.0 não é fácil, criar uma web inteligente é como foi descrito um trabalho constante. A implantação de um sistema semântico é desafio que vão durar muitos anos de pesquisas e evolução na rede.
Os desafios gerenciais encontrados num projeto deste porte se encontram na sua elaboração onde cada colaborador deve manter seu comprometimento com o projeto, tendo sempre seu foco na equipe, as definições projeto ser publica ou privada deve ser tratado com a equipe do projeto.
A criação de paginas de livro textos nos ambiente web 3.0 também é muito importante, a visualização é mais proveitosa onde o texto pode ser disponibilizado de adobe flash player ou programa neste tipo e ter a seguinte estrutura da figura 7
A tela possui a mesma estrutura barra de endereço barra onde se encontra Ferramentas do site a diferença esta nos botões de ajuda onde quando selecionados, por exemplo, a ajuda AÇÕES, impõe um marca texto referente à ajuda, conforme a figura 8.
6. Orçamento
Iremos destacar todos os recursos que precisaremos para concluir o projeto Web 3.0 Expirience, na tabela 1 estaremos classificando. Este orçamento é para dar desenvolvimento para o projeto:
	ITEM
	DESCRIÇÃO
	QUANT.
	PREÇO UNIT
	VALOR
	1
	PCs avançados
	2
	R$ 1.900,00
	R$ 3.800,00
	2
	PCs básicos
	4
	R$ 650,00
	R$ 2.600,00
	3
	Servidor médio porte
	1
	R$ 3.500,00
	R$ 3.500,00
	4
	Switch nível 2
	1
	R$ 750,00
	R$ 750,00
	5
	Cabos RJ 45
	20 mt
	R$ 5,00
	R$ 100,00
	6
	Programa licenciado banco de dados
	1
	R$ 160,00
	R$ 160,00
	7
	Ferramentas para aplicação
	1
	R$ 400,00
	R$ 400,00
	8
	Ferramentas segurança
	1
	R$ 130,00
	R$ 130,00
	
	Total
	R$ 11.140,00
Esta tabela mostra os equipamentos necessários para dar introdução ao sistema de rede e banco de dados, os equipamentos são 2 PCs avançados para manipular o banco de dados a rede, PCs básicos para ajudar na rede como testes, programa de licenciado para banco de dados DBAmanager Pro Enterprise PostgreSQL , ferramenta case Studio completa licenciado, um switch ethernet nível 2 , ferramenta de segurança antivírus.
7. Time-line
Um time-line nos trás toda a restropectiva de um projeto, abaixo está detalhando uma linha do tempo.
8. Conclusão
Sem dúvidas quea construção de uma rede computadores é um projeto que demanda muitos recursos e metodologias a serem aplicadas, a estrutura tem que ser bem planejada como no caso da UnipPIM teve que começar do zero.
A adaptação para web 3.0 depende de muito esforço da equipe, porque na verdade é projeto que só esta começando, muitas empresas ainda estão engatinhando nesta tecnologia, mais como obteve uma boa elaboração desde o principio, manter este projeto deverá dispor de muito investimento e não economizar nas infraestrutura.
O banco de dados como um fator de peso para qualquer servidor deve dispor de pessoal qualificado para atualidade, e o sistema tem que sempre se adaptar para uma forma mais interativa como os usuários, por que é este o objetivo da nova web a web semântica.
A inovação tem que ser o propósito do projeto e da equipe que participa, porque para obter um desenvolvimento considerável e retornos através deste projeto é só com passar do tempo.
O retorno que uma web mais inteligente trás para os usuários e a toda rede vai ser reconhecida em todo mercado global.
9. REFERÊNCIAS
ANTONIOLI Leonardo Estatísticas, dados e projeções atuais sobre a Internet no Brasil.2003
AO ONLINE AÇORIANO ORIENTAL: Web 3.0: conceito ainda não é pacífico http://www.acorianooriental.pt/noticias/view/187522, Brasil, 29/06/2009
BIAZUS Diogo, Um Breve Histórico Sobre PostgreSQL. Disponível em:
. Publicado em 30 de janeiro de 2005.
LATO Sensu em Engenharia de Sistemas - ESAB - Escola Superior Aberta do Brasil KRUCHTEN, P. The rational unified process – an introduction. Editora
Addison-Wesley, 1999.
MAJER Carlos Desenvolvedor e Analista de Sistemas. Tecnólogo e Professor da Universidade Cidade de São Paulo (UNICID). Especialista no desenvolvimento web
RATIONAL Software Corporation. Rational unified process. Version 2001.03.00. Copyright © 1987 – 2000. Portions © Copyright IBM Corporation 1999-2000.
WBI BRASIL MARKETING DIGITAL usuários de internet howstuffworks.com Existe uma Web 1.0? 22/01/2010
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