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Escambo O escambo é uma forma de troca direta de bens e serviços, sem o uso de dinheiro. Esse sistema de troca foi comum em sociedades antigas e primitivas, onde as pessoas trocavam mercadorias que possuíam por outras que necessitavam. Por exemplo, alguém poderia trocar alimentos por ferramentas, ou tecidos por utensílios. No Brasil colonial, o escambo foi usado entre os colonizadores portugueses e os povos indígenas, onde os portugueses trocavam objetos como espelhos, facas e tecidos por produtos locais, como pau-brasil e alimentos. O sistema funcionava de acordo com o valor percebido das mercadorias trocadas por cada parte, o que nem sempre era equivalente em termos de valor real. Com o desenvolvimento do comércio e a introdução da moeda, o escambo perdeu espaço, mas ainda é praticado em alguns contextos, especialmente em comunidades pequenas ou em economias alternativas. O escambo destaca a importância da cooperação e do valor subjetivo dos bens, uma vez que a troca depende da necessidade e da utilidade para cada parte envolvida.