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Os eventos ambientais importantes que foram citados no texto são a COP 15 no ano de 2022 e a COP 28 no ano de 2023. Na dimensão temática a COP 15 abordou a biodiversidade, definindo um marco global para preservação, com metas previstas para 2030 e 2050 e pontos importantes sobre medidas de controle e redução de espécies invasoras, eliminação de resíduos plásticos e redução do uso de pesticidas. Na COP 28 o tema foi a mudança do clima, reforçando a conclusão dos estudos de que a ação humana é responsável pelo aquecimento global, que já é sentido em diversas regiões do mundo. Foram apresentadas diretrizes mais precisas e esforços que precisam ser feitos, como preservar e restaurar ecossistemas, para manter o aquecimento global em menos de 2°C, e a necessidade de repensar, investir e viabilizar mudanças na infraestrutura e na matriz energética dos processos produtivos que hoje são grandes responsáveis por emissões de gases de efeito estufa. Na dimensão institucional os atores envolvidos na COP são ONGs, a Organização das Nações Unidas (ONU) e o governo de diversos países. Instituições multilaterais podem atuar como agentes que abordam questões ambientais, como a própria ONU, a União Europeia e o Mercosul, assim como instituições da sociedade civil com atuação internacional, como a WWF e o Greenpeace e atuação nacional como a SOS Mata Atlântica e Instituto Socioambiental (ISA). o governo de cada país atua segundo as responsabilidades das instituições existentes. No Brasil tem participação os poderes legislativo, judiciário e executivo, que é responsável pela implantação das políticas públicas de meio ambiente em nível nacional, destacando-se o Ministério do Meio Ambiente e Ibama. Referências Gomes, Cecilia de Almeida. Instrumentos públicos de gestão ambiental. São Paulo: Editora Senac. São Paulo, 2018.

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