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LAUDO DE INSPEÇÃO PREDIAL 
 
 REQUERENTE: Condomínio do Edifício Residencial City. 
 
OBJETO: Edifício Residencial City, localizado na Rua 
Professora Nívea Cunha Bacha, n° 55, Centro– 
Araranguá/SC. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
CONSTATEENGENHARIA@HOTMAIL.COM – CRICIÚMA / SC – 48 98831.0004 
 
2 
SUMÁRIO 
 
01. REQUERENTE: ............................................................................................ 3 
02. OBJETO DA VISTORIA..................................................................................3 
03. CLASSIFICAÇÃO DO BEM QUANTO AO TIPO: .......................................... 3 
04. CLASSIFICAÇÃO DO BEM QUANTO AO USO: .......................................... 3 
05. OBJETIVO: .................................................................................................... 4 
06. CRITÉRIOS, METODOLOGIA E PROCEDIMENTOS EMPREGADOS: ....... 4 
07. HORIZONTE TEMPORAL DAS DILIGÊNCIAS: ............................................ 5 
08. RESPONSABILIDADES: ............................................................................... 5 
09. CLASSIFICAÇÃO DA INSPEÇÃO PREDIAL ................................................ 5 
10. CRITÉRIOS E ATIVIDADES REALIZADAS: ................................................. 5 
11. CARACTERISTICAS DO IMÓVEL: ............................................................... 6 
12. VISTORIA “IN LOCO”:................................................................................... 7 
13. ANÁLISE DAS DOCUMENTAÇÕES (ANAMNESE) : ................................. 7 
14. REGISTRO DE OCORRÊNCIAS: ............................................................... 11 
15. MANIFESTAÇÕES PATOLÓGICAS DETECTADAS: ................................. 13 
16. RECOMENDAÇÕES E ORIGENS DAS MANIFESTAÇÕES PATOLÓGICAS:
 ........................................................................................................................ 170 
17. ORDEM DE PRIORIDADES: .................................................................... 174 
18. ESTADO DE CONSERVAÇÃO GERAL DO EMPREENDIMENTO: ......... 177 
19. RECUPERAÇÃO DAS MANIFESTAÇÕES PATOLÓGICAS: .................. 178 
20. CONCLUSÕES: ........................................................................................ 190 
21. CONSIDERAÇÕES FINAIS: ..................................................................... 191 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
CONSTATEENGENHARIA@HOTMAIL.COM – CRICIÚMA / SC – 48 98831.0004 
 
3 
01. REQUERENTE: 
 
 Condomínio Residencial City, localizado na Rua 
Professora Nívea Cunha Bacha, n°55, Centro, Araranguá/SC. 
 
 
 02. OBJETO DA VISTORIA: 
 
 Empreendimento sito a Rua Professora Nívea Cunha 
Bacha, n°55, Centro, Araranguá/SC (localização anexo 01). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Imagem 01 
 
 
 
03. CLASSIFICAÇÃO DO BEM QUANTO AO TIPO: 
 Residencial. 
04. CLASSIFICAÇÃO DO BEM QUANTO AO USO: 
 Residencial. 
 
 
 
 
Imagem 01: Vista aérea do empreendimento (drone). 
 
 
 
CONSTATEENGENHARIA@HOTMAIL.COM – CRICIÚMA / SC – 48 98831.0004 
 
4 
05. OBJETIVO: 
O objetivo do presente laudo é fornecer subsídios ao 
contratante através da realização de Inspeção Técnica do atual estado de 
conservação do empreendimento acima identificado, em todos os seus 
aspectos, apresentando as questões vinculadas à engenharia civil. Além disso, 
objetiva-se apurar as causas presentes no mesmo e apresentar soluções de 
reparação das manifestações patológicas presentes. 
 
06. CRITÉRIOS, METODOLOGIA E PROCEDIMENTOS 
EMPREGADOS: 
A execução do presente trabalho procurou balizar-se nas 
diretrizes e recomendações contidas em normas técnicas nacionais 
consagradas, em especial a NBR – 13.752 (Norma Brasileira Para Perícias de 
Engenharia na Construção Civil) da ABNT – Associação Brasileira de Normas 
Técnicas, sem prejuízo à consulta também, em tudo aquilo que se mostrou 
pertinente e aplicável, a outros dispositivos complementares legais e 
regulamentares, dentre os quais podemos destacar: 
- Código Civil – Lei nº 10.406 de 10/01/2002, que regulamenta a legislação 
aplicável às relações civis; 
- NBR – 5674(Manutenção de edificações – procedimentos, da ABNT – 2012); 
- NBR – 14.037(Manual de operações, uso e manutenção de edificações – 
Conteúdo e recomendações para elaboração e apresentação, da ABNT – 
2011); 
- NBR – 9574 (Execução de impermeabilização, da ABNT – 2008); 
- NBR – 7200 (Procedimentos de execução de revestimentos, da ABNT – 
1998); 
- NBR – 13.245 (Execução de pinturas em edificações não industriais, da 
ABNT – 2011); 
- NBR – 15.079 (Tintas para construção civil, da ABNT-2011); 
- NBR – 13.816 (Placas cerâmicas para revestimentos, da ABNT – 1997); 
- NBR – 14.294 (Forros e revestimentos, da ABNT – 1999); 
- NBR – 6118(Projetos de estrutura de concreto, da ABNT –2007 ); 
- NBR – 13.753 (Revestimentos de pisos internos ou externos, com placas 
cerâmicas e com utilização de argamassa colante – Procedimentos, da 
ABNT - 1996 ); 
- NBR – 5410 (Instalações Elétricas de Baixa Tensão, da ABNT - 2004); 
- NBR-5626 ( Instalação predial de água fria, da ABNT - 1998); 
- NBR-5648 (Tubos de PVC rígido para instalações prediais de água fria - 
Especificação, da ABNT - 2010); 
- NBR-5688 (Tubo e conexão de PVC rígido para esgoto predial e ventilação 
da ABNT - 2010); 
- NBR-8160( Instalação predial de esgoto sanitário, da ABNT - 1999); 
- NBR-10844 ( Instalações prediais de águas pluviais , da ABNT - 1999); 
 
 
 
CONSTATEENGENHARIA@HOTMAIL.COM – CRICIÚMA / SC – 48 98831.0004 
 
5 
07. HORIZONTE TEMPORAL DAS DILIGÊNCIAS: 
 
O presente trabalho de campo foi desenvolvido no 
empreendimento em referência, no dia 18 de agosto de 2017, transcorrendo a 
partir daquele primeiro dia, até a presente data, todas as demais etapas 
operacionais pertinentes, o que abrangeu desde as primeiras vistorias, 
catalogamento das anomalias e discrepâncias eventualmente detectadas, 
relatório fotográfico, análise e processamento dos dados colhidos, até a 
elaboração final propriamente dita do laudo. 
 
08. RESPONSABILIDADES: 
 
 O responsável técnico Eng. Tiago Diehl de Souza está 
devidamente legalizado para o serviço de acordo com a Lei Federal Nº. 5.194 
de 21/12/1966 que regula o exercício das profissões de Engenheiro, Arquiteto e 
Engenheiro Agrônomo e dá outras providências. Além disso, está vinculado à 
Resolução Nº. 345, de 27/07/1990, que dispõe quanto ao exercício por 
profissionais de nível superior das atividades de Engenharia de Avaliações e 
Perícias de Engenharia. 
 Os serviços citados serão feitos ressaltando que o 
responsável técnico não possui nenhum vínculo pessoal com nenhuma das 
partes, buscado sempre a verdade em todos os aspectos apresentados, 
baseando-se na Resolução Nº. 205, de 30/09/1971, que adota o Código de 
Ética Profissional. 
 
09. CLASSIFICAÇÃO DA INSPEÇÃO PREDIAL 
 
 A Inspeção Predial poderá estar classificada de acordo com 
o nível pretendido do inspetor e da finalidade da mesma, para este caso optou-
se pela Inspeção Nível 1, ou seja, identificação das anomalias e falhas 
aparentes, elaborada por profissional habilitado, utilizando instrumentos de 
medição (trena eletrônica, wallscanner, paquímetro, régua, nível...) 
 
10. CRITÉRIOS E ATIVIDADES REALIZADAS: 
 
 Para realização dos laudos vinculados à Inspeção Predial o 
critério utilizado baseia-se na análise do risco oferecido aos usuários, ao meio 
ambiente e ao patrimônio, diante as condições técnicas, de uso, operação e 
manutençãoAumento da corrosão e rompimento da estrutura dos componentes 
Grau de risco: Regular 
Orientação técnica: Lixamento e pintura anticorrosiva dos componentes ou troca por materiais novos, uma vez que utilização 
de componentes com metais semelhantes ou isolamento do contato entre os mesmos e protegê-lo contra a ação de corrosão 
galvânica, sendo que no mesmo eletrólito o metal mais nobre é protegido e o menos nobre apresenta maior corrosão 
comparado a condição sem o contato elétrico. 
 ITEM 16 DESCRIÇÃO Corrosão dos componentes da edificação 
ORDENAÇÃO 480 8 6 10 
GRAU NOTA GRAVIDADE URGÊNCIA TENDÊNCIA 
MÁXIMO 10 
risco à vida dos usuários, 
colapso da edificação, 
dano ambiental grave 
evolução imediata em ocorrência 
ALTO 8 
risco de ferimentos aos usuários, 
avaria não recuperável na edificação, 
contaminação localizada 
evolução a curto prazo a ocorrer 
MÉDIO 6 
insalubridade aos usuários, 
deterioração elevada da edificação, 
desperdícios dos recursos naturais 
evolução a médio prazo prognóstico p/ breve 
BAIXO 3 
incômodo aos usuários, 
degradação da edificação, 
uso não racional dos recursos naturais 
evolução a longo prazo prognóstico p/ adiante 
MÍNIMO 1 depreciação imobiliária não evoluirá Imprevisto 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Imagem 193 Imagem 194 
 
 
 
 
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 Imagem 199 Imagem 200 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Imagem 201 Imagem 202 
 
 
 
 
 
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 Imagem 203 Imagem 204 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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 Imagem 209 Imagem 210 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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 Imagem 211 Imagem 212 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Imagens 193 a 212: Peças em corrosão. 
 
 
 
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Classificação VST : TÉCNICA Classificação da anomalia: AEN 
Item: 17 
Localização: Garagem 
Anomalia: Corrosão dos parafusos dos guarda-corpos 
Causa(s) da anomalia: Não cumprimento da NBR 14718- Guarda- corpos, onde em seu item 4.2.5 cita que ¨ Os inserts, os 
pinos, os chumbadores fixos ou de expansão e as grapas de fixação dos guarda-corpos à laje de piso ou à cinta de concreto 
devem ser de aço inoxidável AISI 302, 304 ou 316. Esta exigência é aplicável aos demais parafusos que forem utilizados.¨ 
Consequência(s) da anomalia: Riscos de incidentes 
Grau de risco: Critico 
Orientação técnica: Colocação de parafusos nos guarda-corpos conforme apresentado na NBR 14718- Guarda- corpos 
 ITEM 17 DESCRIÇÃO Corrosão dos parafusos dos guarda-corpos 
ORDENAÇÃO 800 8 10 10 
GRAU NOTA GRAVIDADE URGÊNCIA TENDÊNCIA 
MÁXIMO 10 
risco à vida dos usuários, 
colapso da edificação, 
dano ambiental grave 
evolução imediata em ocorrência 
ALTO 8 
risco de ferimentos aos usuários, avaria 
não recuperável na edificação, 
contaminação localizada 
evolução a curto prazo a ocorrer 
MÉDIO 6 
insalubridade aos usuários, 
deterioração elevada da edificação, 
desperdícios dos recursos naturais 
evolução a médio prazo prognóstico p/ breve 
BAIXO 3 
incômodo aos usuários, 
degradação da edificação, uso não 
racional dos recursos naturais 
evolução a longo prazo prognóstico p/ adiante 
MÍNIMO 1 depreciação imobiliária não evoluirá imprevisto 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Imagem 213 Imagem 214 
 
 
 
Imagens 213 e 214: Peças em corrosão. 
 
 
 
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Classificação VST : TÉCNICA Classificação da anomalia: AEN 
Item: 18 
Localização: Garagens (Bloco A) 
Anomalia: Manchas nos tetos 
Causa(s) da anomalia: Vazamentos/infiltrações dos apartamentos do 1° pavimento tipo 
Consequência(s) da anomalia: Aumento das infiltrações e manchas 
Grau de risco: Regular 
Orientação técnica: Realizar a recuperação das impermeabilizações na laje superior e/ou vazamentos 
 ITEM 18 DESCRIÇÃO Manchas nos tetos 
ORDENAÇÃO 360 6 6 10 
GRAU NOTA GRAVIDADE URGÊNCIA TENDÊNCIA 
MÁXIMO 10 
risco à vida dos usuários, 
colapso da edificação, 
dano ambiental grave 
evolução imediata em ocorrência 
ALTO 8 
risco de ferimentos aos usuários, 
avaria não recuperável na edificação, 
contaminação localizada 
evolução a curto prazo a ocorrer 
MÉDIO 6 
insalubridade aos usuários, 
deterioração elevada da edificação, 
desperdícios dos recursos naturais 
evolução a médio prazo prognóstico p/ breve 
BAIXO 3 
incômodo aos usuários, 
degradação da edificação, 
uso não racional dos recursos naturais 
evolução a longo prazo prognóstico p/ adiante 
MÍNIMO 1 depreciação imobiliária não evoluirá imprevisto 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Imagem 215 Imagem 216 
 
 
 
 
 
 
 
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 Imagem 217 Imagem 218(termovisor) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Imagem 219 Imagem 220 
 
 
 
 
 
 
 
 
Imagens 213 a 220: Manchas e infiltrações. 
 
 
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84 
Classificação VST : TÉCNICA Classificação da anomalia: AEN 
Item: 19 
Localização: Geral 
Anomalia: Manchas, trincas e destacamentos 
Causa(s) da anomalia: Ausência de pingadeiras e/ou de sulco nas mesmas 
Consequência(s) da anomalia: Aumento das manchas 
Grau de risco: Regular 
Orientação técnica: Colocação de pingadeiras e sulcos conforme imagem 229, recuperação das trincas conforme item 19.1¨A¨ 
e pintar novamente 
 ITEM 19 DESCRIÇÃO Manchas, trincas e destacamentos 
ORDENAÇÃO 360 6 6 10 
GRAU NOTA GRAVIDADE URGÊNCIA TENDÊNCIA 
MÁXIMO 10 
risco à vida dos usuários, 
colapso da edificação, 
dano ambiental grave 
evolução imediata em ocorrênciaALTO 8 
risco de ferimentos aos usuários, 
avaria não recuperável na edificação, 
contaminação localizada 
evolução a curto prazo a ocorrer 
MÉDIO 6 
insalubridade aos usuários, 
deterioração elevada da edificação, 
desperdícios dos recursos naturais 
evolução a médio prazo prognóstico p/ breve 
BAIXO 3 
incômodo aos usuários, 
degradação da edificação, 
uso não racional dos recursos naturais 
evolução a longo prazo prognóstico p/ adiante 
MÍNIMO 1 depreciação imobiliária não evoluirá imprevisto 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Imagem 221 Imagem 222 
 
 
 
 
 
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 Imagem 223 Imagem 224 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Imagem 225 Imagem 226 
 
 
 
 
 
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 Imagem 227 Imagem 228 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Imagem 229 
 
 
Imagens 221 a 228: Manchas e trincas nas paredes. 
 
Imagem 229: Detalhe da pingadeira 
 
 
 
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Classificação VST : TÉCNICA Classificação da anomalia: AEN 
Item: 20 
Localização: Garagem 
Anomalia: Destacamento do reboco/pingadeiras 
Causa(s) da anomalia: Ineficiência da aderência entre o reboco/pingadeiras e o substrato 
Consequência(s) da anomalia: Destacamento total e infiltrações 
Grau de risco: Regular 
Orientação técnica: Retirar o reboco/pingadeiras danificados e executar novamente 
 ITEM 20 DESCRIÇÃO Destacamento do reboco/pingadeiras 
ORDENAÇÃO 360 6 6 10 
GRAU NOTA GRAVIDADE URGÊNCIA TENDÊNCIA 
MÁXIMO 10 
risco à vida dos usuários, 
colapso da edificação, 
dano ambiental grave 
evolução imediata em ocorrência 
ALTO 8 
risco de ferimentos aos usuários, 
avaria não recuperável na edificação, 
contaminação localizada 
evolução a curto prazo a ocorrer 
MÉDIO 6 
insalubridade aos usuários, 
deterioração elevada da edificação, 
desperdícios dos recursos naturais 
evolução a médio prazo prognóstico p/ breve 
BAIXO 3 
incômodo aos usuários, 
degradação da edificação, 
uso não racional dos recursos naturais 
evolução a longo prazo prognóstico p/ adiante 
MÍNIMO 1 depreciação imobiliária não evoluirá imprevisto 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Imagem 230 Imagem 231 
 
 
 
Imagens 230 e 231: Destacamento da pingadeira. 
 
 
 
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 Imagem 232 Imagem 233 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Imagem 234 Imagem 235 
 
 
 
 
Imagens 232 e 235: Destacamento do reboco. 
 
 
 
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89 
Classificação VST : TÉCNICA Classificação da anomalia: AEN 
Item: 21 
Localização: Banheiro salão de festas 
Anomalia: Azulejos com som ¨cavo¨ 
Causa(s) da anomalia: Redução da aderência dos azulejos com o substrato (pintura), uma vez que este material não é 
apropriado para execução dos azulejos sobre os mesmos 
Consequência(s) da anomalia : Destacamento total dos azulejos 
Grau de risco: Regular 
Orientação técnica: Retirada dos azulejos, lixamento da pintura deixando o reboco totalmente exposto, e executar novamente 
conforme NBR 8214 – Assentamento de azulejos . 
 ITEM 21 DESCRIÇÃO Azulejos com som ¨cavo¨ 
ORDENAÇÃO 360 6 6 10 
GRAU NOTA GRAVIDADE URGÊNCIA TENDÊNCIA 
MÁXIMO 10 
risco à vida dos usuários, 
colapso da edificação, 
dano ambiental grave 
evolução imediata em ocorrência 
ALTO 8 
risco de ferimentos aos usuários, 
avaria não recuperável na edificação, 
contaminação localizada 
evolução a curto prazo a ocorrer 
MÉDIO 6 
insalubridade aos usuários, 
deterioração elevada da edificação, 
desperdícios dos recursos naturais 
evolução a médio prazo prognóstico p/ breve 
BAIXO 3 
incômodo aos usuários, 
degradação da edificação, 
uso não racional dos recursos naturais 
evolução a longo prazo prognóstico p/ adiante 
MÍNIMO 1 depreciação imobiliária não evoluirá imprevisto 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Imagem 236 Imagem 237 
 
 
 
 
Imagens 236 e 237: Destacamento dos azulejos 
 
 
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90 
Classificação VST : TÉCNICA Classificação da falha: FOP 
Item: 22 
Localização: Fachadas 
Falha: Manchas nas fachadas 
Causa(s) da falha: Absorção da umidade diferenciada entre alvenaria e estrutura, principalmente em fachadas com baixa 
incidência de radiações solares. 
Consequência(s) da falha : Aumento das manchas e destacamento do revestimento 
Grau de risco: Mínimo 
Orientação técnica: Lavação da fachada com hipoclorito de sódio, aplicação de pintura impermeável ( ex.: Vedacit Parede) e 
tinta de acabamento de preferência fungicida 
 ITEM 22 DESCRIÇÃO Manchas nas fachadas 
ORDENAÇÃO 240 3 8 10 
GRAU NOTA GRAVIDADE URGÊNCIA TENDÊNCIA 
MÁXIMO 10 
risco à vida dos usuários, 
colapso da edificação, 
dano ambiental grave 
evolução imediata em ocorrência 
ALTO 8 
risco de ferimentos aos usuários, 
avaria não recuperável na edificação, 
contaminação localizada 
evolução a curto prazo a ocorrer 
MÉDIO 6 
insalubridade aos usuários, 
deterioração elevada da edificação, 
desperdícios dos recursos naturais 
evolução a médio prazo prognóstico p/ breve 
BAIXO 3 
incômodo aos usuários, 
degradação da edificação, 
uso não racional dos recursos naturais 
evolução a longo prazo prognóstico p/ adiante 
MÍNIMO 1 depreciação imobiliária não evoluirá imprevisto 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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 Imagem 242 Imagem 243 
 
 
 
 
 
 
Imagens 238 a 243: Manchas nas paredes. 
 
 
 
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92 
Classificação VST : TÉCNICA Classificação da anomalia: AEN 
Item: 23 
Localização: Geral 
Anomalia: Fissuras, infiltrações e eflorescências nas paredes 
Causa(s) da anomalia: Infiltrações devido a presença de trincas nas fachadas, onde ocorrem infiltrações e no caso das 
eflorescências o carreamentos dos sais cimentíceos acarretando neste tipo de manifestação patológica. 
Consequência(s) da anomalia: Aumento dos destacamentos 
Grau de risco: Regular 
Orientação técnica: Retirada a pintura no local afetado , recuperação das trincas conforme item 19.1 ¨A¨ e 19.1 ¨B¨, limpeza das 
eflorescências com produtos específicos ( ex.: ¨Fermalimp¨ da Quartzolit) e pintar novamente 
 ITEM 23 DESCRIÇÃO Fissuras, infiltrações e eflorescências nas paredes 
ORDENAÇÃO 480 6 8 10 
GRAU NOTA GRAVIDADE URGÊNCIA TENDÊNCIA 
MÁXIMO 10 
risco à vida dos usuários, 
colapso da edificação, 
dano ambiental grave 
evolução imediata em ocorrência 
ALTO 8 
risco de ferimentos aos usuários, 
avaria não recuperável na edificação, 
contaminação localizada 
evolução a curto prazo a ocorrer 
MÉDIO 6 
insalubridade aos usuários, 
deterioração elevada da edificação, 
desperdícios dos recursos naturais 
evolução a médio prazo prognóstico p/ breve 
BAIXO 3 
incômodo aos usuários, 
degradação da edificação, 
uso não racional dos recursos naturais 
evolução a longo prazo prognóstico p/ adiante 
MÍNIMO 1 depreciação imobiliária não evoluirá imprevisto 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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 Imagem 262 Imagem 263 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Imagens 244 a 263: Fissuras, eflorescências e destacamentos da pintura. 
 
 
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98 
Classificação VST : TÉCNICA Classificação da anomalia: AEN 
Item: 24 
Localização: Garagem 
Anomalia: Infiltrações nos tetos e paredes 
Causa(s) da anomalia: Execução ineficiente das impermeabilizações nas lajes de cobertura 
Consequência(s) da anomalia: Aumento das manchas 
Grau de risco: Regular 
Orientação técnica: Realizar a devida impermeabilização da laje superior. 
 ITEM 24 DESCRIÇÃO Infiltrações nos tetos e paredes 
ORDENAÇÃO 480 6 8 10 
GRAU NOTA GRAVIDADE URGÊNCIA TENDÊNCIA 
MÁXIMO 10 
risco à vida dos usuários, 
colapso da edificação, 
dano ambiental grave 
evolução imediata em ocorrência 
ALTO 8 
risco de ferimentos aos usuários, 
avaria não recuperável na edificação, 
contaminação localizada 
evolução a curto prazo a ocorrer 
MÉDIO 6insalubridade aos usuários, 
deterioração elevada da edificação, 
desperdícios dos recursos naturais 
evolução a médio prazo prognóstico p/ breve 
BAIXO 3 
incômodo aos usuários, 
degradação da edificação, 
uso não racional dos recursos naturais 
evolução a longo prazo prognóstico p/ adiante 
MÍNIMO 1 depreciação imobiliária não evoluirá imprevisto 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Imagem 264 Imagem 265 (termovisor) 
 
 
 
 
 
 
 
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 Imagem 266 Imagem 267 (termovisor) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Imagens 264 a 267: Manchas nas paredes. 
 
 
 
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100 
Classificação VST : TÉCNICA Classificação da anomalia AEN 
Item: 25 
Localização: Muros 
Anomalia: Despadronização dos acabamentos 
Causa(s) da anomalia: Ausência de reboco e pintura nos muros lateral e fundos 
Consequência(s) da anomalia: Incômodos aos usuários e exposição dos blocos à intempéries, acarretando em infiltrações nas 
paredes 
Grau de risco: Mínimo 
Orientação técnica: Lavação das paredes expostas, reboco e pintura conforme normas legais vigentes 
 ITEM 25 DESCRIÇÃO Despadronização dos acabamentos 
ORDENAÇÃO 180 3 6 10 
GRAU NOTA GRAVIDADE URGÊNCIA TENDÊNCIA 
MÁXIMO 10 
risco à vida dos usuários, 
colapso da edificação, 
dano ambiental grave 
evolução imediata em ocorrência 
ALTO 8 
risco de ferimentos aos usuários, 
avaria não recuperável na edificação, 
contaminação localizada 
evolução a curto prazo a ocorrer 
MÉDIO 6 
insalubridade aos usuários, 
deterioração elevada da edificação, 
desperdícios dos recursos naturais 
evolução a médio prazo prognóstico p/ breve 
BAIXO 3 
incômodo aos usuários, 
degradação da edificação, 
uso não racional dos recursos naturais 
evolução a longo prazo prognóstico p/ adiante 
MÍNIMO 1 depreciação imobiliária não evoluirá imprevisto 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Imagem 268 Imagem 269 
 
 
 
 
 
 
Imagens 268 e 269: Ausência de reboco e pintura 
 
 
 
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 Imagem 270 Imagem 271 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Imagens 270 e 271: Bolhas nas paredes. 
 
 
 
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102 
Classificação VST : TÉCNICA Classificação da anomalia: AEN 
Item: 26 
Localização: Térreo 
Anomalia: Formação de bolhas nas paredes 
Causa(s) da anomalia: Umidade ascendente devido a ineficiência de impermeabilização das estruturas e respingos dos pisos 
advindos das águas pluviais 
Consequência(s) da anomalia : Aumento das infiltrações, manchas e destacamentos da pintura 
Grau de risco: Regular 
Orientação técnica: Realizar a recuperação conforme item 19.4 
 ITEM 26 DESCRIÇÃO Formação de bolhas nas paredes 
ORDENAÇÃO 360 6 6 10 
GRAU NOTA GRAVIDADE URGÊNCIA TENDÊNCIA 
MÁXIMO 10 
risco à vida dos usuários, 
colapso da edificação, 
dano ambiental grave 
evolução imediata em ocorrência 
ALTO 8 
risco de ferimentos aos usuários, 
avaria não recuperável na edificação, 
contaminação localizada 
evolução a curto prazo a ocorrer 
MÉDIO 6 
insalubridade aos usuários, 
deterioração elevada da edificação, 
desperdícios dos recursos naturais 
evolução a médio prazo prognóstico p/ breve 
BAIXO 3 
incômodo aos usuários, 
degradação da edificação, 
uso não racional dos recursos naturais 
evolução a longo prazo prognóstico p/ adiante 
MÍNIMO 1 depreciação imobiliária não evoluirá imprevisto 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Imagem 272 Imagem 273 
 
 
 
 
 
 
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 Imagem 274 Imagem 275 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Imagem 276 Imagem 277 (termovisor) 
 
 
 
 
 
 
 
Imagens 272 a 277: Destacamentos nas paredes. 
 
 
 
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 Imagem 278 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Imagem 278: Exemplificação de umidade ascendente. 
 
 
 
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105 
Classificação VST: TÉCNICA Classificação da anomalia: AEN ou AEX 
Item: 27 
Localização: Circulação 1° pavimento tipo – Bloco E 
Anomalia: Bolhas nas paredes 
Causa(s) da anomalia: Impermeabilização ineficiente e/ou vazamento das tubulações hidrossanitárias do apartamento107 
Consequência(s) da anomalia: Aumento das bolhas e possibilidade de destacamentos 
Grau de risco: Mínimo 
Orientação técnica: Realizar a recuperação das não conformidades no referido apartamento 
 ITEM 27 DESCRIÇÃO Bolhas nas paredes 
ORDENAÇÃO 240 3 8 10 
GRAU NOTA GRAVIDADE URGÊNCIA TENDÊNCIA 
MÁXIMO 10 
risco à vida dos usuários, 
colapso da edificação, 
dano ambiental grave 
evolução imediata em ocorrência 
ALTO 8 
risco de ferimentos aos usuários, 
avaria não recuperável na edificação, 
contaminação localizada 
evolução a curto prazo a ocorrer 
MÉDIO 6 
insalubridade aos usuários, 
deterioração elevada da edificação, 
desperdícios dos recursos naturais 
evolução a médio prazo prognóstico p/ breve 
BAIXO 3 
incômodo aos usuários, 
degradação da edificação, 
uso não racional dos recursos naturais 
evolução a longo prazo prognóstico p/ adiante 
MÍNIMO 1 depreciação imobiliária não evoluirá imprevistoImagem 279 Imagem 280 
 
 
 
 
Imagens 279 e 280: Bolhas na parede 
 
 
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106 
Classificação VST : TÉCNICA Classificação da anomalia: AEN 
Item: 28 
Localização: Casa de máquinas 
Anomalia: Infiltrações no entorno das esquadrias 
Causa(s) da anomalia: Ineficiência na vedação no entorno da esquadria 
Consequência(s) da anomalia: Aumento das infiltrações, manchas e destacamentos da pintura 
Grau de risco: Mínimo 
Orientação técnica: Realizar a devida vedação no entorno da esquadria 
 ITEM 28 DESCRIÇÃO Infiltrações no entorno das esquadrias 
ORDENAÇÃO 240 3 8 10 
GRAU NOTA GRAVIDADE URGÊNCIA TENDÊNCIA 
MÁXIMO 10 
risco à vida dos usuários, 
colapso da edificação, 
dano ambiental grave 
evolução imediata em ocorrência 
ALTO 8 
risco de ferimentos aos usuários, 
avaria não recuperável na edificação, 
contaminação localizada 
evolução a curto prazo a ocorrer 
MÉDIO 6 
insalubridade aos usuários, 
deterioração elevada da edificação, 
desperdícios dos recursos naturais 
evolução a médio prazo prognóstico p/ breve 
BAIXO 3 
incômodo aos usuários, 
degradação da edificação, 
uso não racional dos recursos naturais 
evolução a longo prazo prognóstico p/ adiante 
MÍNIMO 1 depreciação imobiliária não evoluirá imprevisto 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Imagem 281 Imagem 282 
 
 
 
 
 
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 Imagem 283 Imagem 284 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Imagem 285 Imagem 286 
 
 
 
 
 
 
Imagens 281 a 286: Infiltrações. 
 
 
 
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108 
Classificação VST : TÉCNICA Classificação da anomalia: AEN 
Item: 29 
Localização: Garagem 
Anomalia: Manchas nas lajotas de concreto 
Causa(s) da anomalia: Manchas (eflorescências) na superfície das lajotas causadas pelo carreamento de sais do concreto pela 
ascensão da água contida no material 
Consequência(s) da anomalia: Incômodos aos usuários 
Grau de risco: Mínimo 
Orientação técnica: Limpeza nas lajotas 
 ITEM 29 DESCRIÇÃO Manchas nas lajotas de concreto 
ORDENAÇÃO 180 3 6 10 
GRAU NOTA GRAVIDADE URGÊNCIA TENDÊNCIA 
MÁXIMO 10 
risco à vida dos usuários, 
colapso da edificação, 
dano ambiental grave 
evolução imediata em ocorrência 
ALTO 8 
risco de ferimentos aos usuários, 
avaria não recuperável na edificação, 
contaminação localizada 
evolução a curto prazo a ocorrer 
MÉDIO 6 
insalubridade aos usuários, 
deterioração elevada da edificação, 
desperdícios dos recursos naturais 
evolução a médio prazo prognóstico p/ breve 
BAIXO 3 
incômodo aos usuários, 
degradação da edificação, 
uso não racional dos recursos naturais 
evolução a longo prazo prognóstico p/ adiante 
MÍNIMO 1 depreciação imobiliária não evoluirá imprevisto 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Imagem 287 Imagem 288 
 
 
 
Imagens 287 e 288: Manchas. 
 
 
 
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109 
Classificação VST : TÉCNICA Classificação da anomalia: AEN 
Item: 30 
Localização: Calçadas 
Anomalia: Desgaste superficial nos pisos de concreto 
Causa(s) da anomalia: Superfície fragilizada devido ao excesso de água na superfície (exsudação) causado pela execução do 
piso em concreto 
Consequência(s) da anomalia: Aumento dos destacamentos e trincas 
Grau de risco: Regular 
Orientação técnica: Recuperação das regiões com superfícies frágeis conforme item 19.3.2 
 ITEM 30 DESCRIÇÃO Desgaste superficial nos pisos de concreto 
ORDENAÇÃO 360 6 6 10 
GRAU NOTA GRAVIDADE URGÊNCIA TENDÊNCIA 
MÁXIMO 10 
risco à vida dos usuários, 
colapso da edificação, 
dano ambiental grave 
evolução imediata em ocorrência 
ALTO 8 
risco de ferimentos aos usuários, 
avaria não recuperável na edificação, 
contaminação localizada 
evolução a curto prazo a ocorrer 
MÉDIO 6 
insalubridade aos usuários, 
deterioração elevada da edificação, 
desperdícios dos recursos naturais 
evolução a médio prazo prognóstico p/ breve 
BAIXO 3 
incômodo aos usuários, 
degradação da edificação, 
uso não racional dos recursos naturais 
evolução a longo prazo prognóstico p/ adiante 
MÍNIMO 1 depreciação imobiliária não evoluirá imprevisto 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Imagem 289 Imagem 290 
 
 
 
 
 
Imagens 289 e 290: Desgaste do concreto 
 
 
 
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Classificação VST : TÉCNICA Classificação da anomalia AEN 
Item: 31 
Localização: Calçadas e garagens 
Anomalia: Abaulamentos da pavimentação 
Causa(s) da anomalia: Solapamento causado pela base insuficientemente compactada do solo, acentuadas por infiltrações 
acarretando no carreamento do solo de suporte 
Consequência(s) da anomalia: Aumento dos abaulamentos e risco de incidentes aos usuários 
Grau de risco: Regular 
Orientação técnica: Realização de uma nova compactação da base e colocação das lajotas 
 ITEM 31 DESCRIÇÃO Abaulamentos da pavimentação 
ORDENAÇÃO 480 8 6 10 
GRAU NOTA GRAVIDADE URGÊNCIA TENDÊNCIA 
MÁXIMO 10 
risco à vida dos usuários, 
colapso da edificação, 
dano ambiental grave 
evolução imediata em ocorrência 
ALTO 8 
risco de ferimentos aos usuários, 
avaria não recuperável na edificação, 
contaminação localizada 
evolução a curto prazo a ocorrer 
MÉDIO 6 
insalubridade aos usuários, 
deterioração elevada da edificação, 
desperdícios dos recursos naturais 
evolução a médio prazo prognóstico p/ breve 
BAIXO 3 
incômodo aos usuários, 
degradação da edificação, 
uso não racional dos recursos naturais 
evolução a longo prazo prognóstico p/ adiante 
MÍNIMO 1 depreciação imobiliária não evoluirá imprevisto 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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 Imagem 305 Imagem 306 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Imagens 291 a 306: Abaulamento das pavimentações. 
 
 
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Classificação VST : TÉCNICA Classificação da anomalia: AEN 
Item: 32 
Localização: Garagens 
Anomalia: Trincas nos pisos alisados e contrapisos 
Causa(s) da anomalia: Ineficiência na compactação da base de suporte e insuficiência na distância entre juntas de 
movimentação e no entorno de quinas, regiões ondem ocorrem acúmulo de tensões sendo mais susceptíveis a este tipo de 
manifestação patológica. Além disso, observou-se a ausência de selante poliuretano nas juntas de movimentação. 
Consequência(s) da anomalia: Aumento de trincas e infiltrações 
Grau de risco: Regular 
Orientação técnica: Recuperação das trincas conforme item 19.3 1 e realização de juntas a cada 3 m (recomendado) e 
próximas às quinas, possuindo estas 1/3 da profundidade da espessura da camada de concreto do piso e aplicação de selante 
poliuretano 
 ITEM 32 DESCRIÇÃO Trincas nos pisos alisados e contrapisos 
ORDENAÇÃO 360 6 6 10 
GRAU NOTA GRAVIDADE URGÊNCIA TENDÊNCIA 
MÁXIMO 10 
risco à vida dos usuários, 
colapso da edificação, 
dano ambiental grave 
evolução imediata em ocorrência 
ALTO 8 
risco de ferimentos aos usuários, 
avaria não recuperável na edificação, 
contaminação localizada 
evolução a curto prazo a ocorrer 
MÉDIO 6 
insalubridade aos usuários, 
deterioração elevada da edificação, 
desperdícios dos recursos naturais 
evolução a médio prazo prognóstico p/ breve 
BAIXO 3 
incômodo aos usuários, 
degradação da edificação, 
uso não racional dos recursos naturais 
evolução a longo prazo prognóstico p/ adiante 
MÍNIMO 1 depreciação imobiliária não evoluirá imprevisto 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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 Imagem 323 Imagem 324 
 
 
 
Imagens 307 a 324: Trincas nos pisos. 
 
 
 
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 Imagem 325 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Imagem 325: Representação esquemática das juntas. 
 
 
 
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 Imagem 326 Imagem 327 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Imagem 328 Imagem 329 
 
 
 
 
 
Imagens 326 a 329: Ausência de selante. 
 
 
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Classificação VST : TÉCNICA Classificação da anomalia: AEN 
Item: 33 
Localização: Garagens e calçadas 
Anomalia: Destacamento do reboco 
Causa(s) da anomalia: Execução ineficiente da junta de dilatação entre o piso de concreto e os pilares/paredes, onde foram 
aplicadas borrachas para dilataçãoentre os referidos componentes e posteriormente os mesmos foram rebocados, acarretando 
em confinamento das juntas e destacamento do reboco aderido ao local. Nas calçadas e lajotas não foram realizadas juntas de 
dilatação, destacando o reboco nas paredes. 
Consequência(s) da anomalia: Aumento dos destacamentos 
Grau de risco: Regular 
Orientação técnica: Realizar a retirada do reboco nos locais confrontantes com as juntas de dilatação, limpeza das juntas e 
aplicação de selante poliuretano nas mesmas (pisos de concreto). Retirada do reboco, execução de juntas de dilatação e do 
reboco novamente (calçadas e lajotas). 
 
 ITEM 33 DESCRIÇÃO Destacamento do reboco 
ORDENAÇÃO 360 6 6 10 
GRAU NOTA GRAVIDADE URGÊNCIA TENDÊNCIA 
MÁXIMO 10 
risco à vida dos usuários, 
colapso da edificação, 
dano ambiental grave 
evolução imediata em ocorrência 
ALTO 8 
risco de ferimentos aos usuários, 
avaria não recuperável na edificação, 
contaminação localizada 
evolução a curto prazo a ocorrer 
MÉDIO 6 
insalubridade aos usuários, 
deterioração elevada da edificação, 
desperdícios dos recursos naturais 
evolução a médio prazo prognóstico p/ breve 
BAIXO 3 
incômodo aos usuários, 
degradação da edificação, 
uso não racional dos recursos naturais 
evolução a longo prazo prognóstico p/ adiante 
MÍNIMO 1 depreciação imobiliária não evoluirá imprevisto 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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 Imagem 336 Imagem 337 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Imagem 338 Imagem 339 
 
 
 
 
Imagens 330 a 339: Destacamento do reboco. 
 
 
 
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Classificação VST : TÉCNICA Classificação da anomalia AEN 
Item: 34 
Localização: Garagem – Bloco E 
Anomalia: Destacamento da rampa 
Causa(s) da anomalia: Vinculação inadequada entre a rampa e o piso de concreto 
Consequência(s) da anomalia: Possibilidade de destacamentos total da rampa e risco de incidentes aos usuários 
Grau de risco: Regular 
Orientação técnica: Realizar a execução da rampa vinculada a laje de concreto 
 ITEM 34 DESCRIÇÃO Destacamento da rampa 
ORDENAÇÃO 480 6 8 10 
GRAU NOTA GRAVIDADE URGÊNCIA TENDÊNCIA 
MÁXIMO 10 
risco à vida dos usuários, 
colapso da edificação, 
dano ambiental grave 
evolução imediata em ocorrência 
ALTO 8 
risco de ferimentos aos usuários, 
avaria não recuperável na edificação, 
contaminação localizada 
evolução a curto prazo a ocorrer 
MÉDIO 6 
insalubridade aos usuários, 
deterioração elevada da edificação, 
desperdícios dos recursos naturais 
evolução a médio prazo prognóstico p/ breve 
BAIXO 3 
incômodo aos usuários, 
degradação da edificação, 
uso não racional dos recursos naturais 
evolução a longo prazo prognóstico p/ adiante 
MÍNIMO 1 depreciação imobiliária não evoluirá imprevisto 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Imagem 340 Imagem 341 
 
 
 
 
Imagens 340 e 341: Destacamento da rampa 
 
 
 
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 Classificação VST : TÉCNICA Classificação da anomalia: AEN 
Item: 35 
Localização: Circulações 
Anomalia: Pisos desalinhados 
Causa(s) da anomalia: Execução ineficiente dos serviços 
Consequência(s) da anomalia: Incômodo aos usuários 
Grau de risco: Mínimo 
Orientação técnica: Retirada dos pisos e ajustes no reboco/alvenaria (caso necessário) e executar com o devido alinhamento 
 ITEM 35 DESCRIÇÃO Pisos desalinhados 
ORDENAÇÃO 180 3 6 10 
GRAU NOTA GRAVIDADE URGÊNCIA TENDÊNCIA 
MÁXIMO 10 
risco à vida dos usuários, 
colapso da edificação, 
dano ambiental grave 
evolução imediata em ocorrência 
ALTO 8 
risco de ferimentos aos usuários, 
avaria não recuperável na edificação, 
contaminação localizada 
evolução a curto prazo a ocorrer 
MÉDIO 6 
insalubridade aos usuários, 
deterioração elevada da edificação, 
desperdícios dos recursos naturais 
evolução a médio prazo prognóstico p/ breve 
BAIXO 3 
incômodo aos usuários, 
degradação da edificação, 
uso não racional dos recursos naturais 
evolução a longo prazo prognóstico p/ adiante 
MÍNIMO 1 depreciação imobiliária não evoluirá imprevisto 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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 Imagem 343 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Imagem 342 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Imagem 344 
 
 
 
 
 
 
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 Imagem 346 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Imagem 345 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Imagem 347 
 
 
 
 
 
 
 
 
Imagens 342 a 347: Pisos desalinhados . 
 
 
 
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129 
Classificação VST : TÉCNICAClassificação da anomalia: AEN 
Item: 36 
Localização: Circulações e sala de reuniões 
Anomalia: Pisos cerâmicos com diferença de tonalidade 
Causa(s) da anomalia: Produção e/ou utilização de lotes variados durante a execução 
Consequência(s) da anomalia : Incômodos aos usuários 
Grau de risco: Mínimo 
Orientação técnica: Colocação de pisos com tonalidades semelhantes 
 ITEM 36 DESCRIÇÃO Pisos cerâmicos com diferença de tonalidade 
ORDENAÇÃO 90 3 3 10 
GRAU NOTA GRAVIDADE URGÊNCIA TENDÊNCIA 
MÁXIMO 10 
risco à vida dos usuários, 
colapso da edificação, 
dano ambiental grave 
evolução imediata em ocorrência 
ALTO 8 
risco de ferimentos aos usuários, 
avaria não recuperável na edificação, 
contaminação localizada 
evolução a curto prazo a ocorrer 
MÉDIO 6 
insalubridade aos usuários, 
deterioração elevada da edificação, 
desperdícios dos recursos naturais 
evolução a médio prazo prognóstico p/ breve 
BAIXO 3 
incômodo aos usuários, 
degradação da edificação, 
uso não racional dos recursos naturais 
evolução a longo prazo prognóstico p/ adiante 
MÍNIMO 1 depreciação imobiliária não evoluirá imprevisto 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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 Imagem 350 Imagem 351 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Imagens 348 a 351: Tonalidades diferenciadas. 
 
 
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Classificação VST : TÉCNICA Classificação da anomalia: AEN 
Item: 37 
Localização: Circulações dos apartamentos 
Anomalia: Destacamento do piso cerâmico (¨ som ¨cavo¨) 
Causa(s) da anomalia: Aderência inadequada entre o piso cerâmico e o substrato, Conforme NBR 13753 - Revestimento de 
piso interno ou externo com placas cerâmicas e utilização de argamassa colante. em seu item 5.7.7 ¨Os procedimentos para 
aplicação de argamassa colante em placas iguais ou superiores a 900 cm², deve-se espalhar e pentear argamassa colante no 
contrapiso e no tardoz da peça cerâmica.¨ 
Consequência(s) da anomalia: Destacamento total da cerâmica 
Grau de risco: Regular 
Orientação técnica: Realizar a retirada do piso cerâmico a assentar novamente com argamassa colante no contrapiso e no 
tardoz 
 ITEM 37 DESCRIÇÃO Destacamento do piso cerâmico ( som ¨cavo¨) 
ORDENAÇÃO 360 6 6 10 
GRAU NOTA GRAVIDADE URGÊNCIA TENDÊNCIA 
MÁXIMO 10 
risco à vida dos usuários, 
colapso da edificação, 
dano ambiental grave 
evolução imediata em ocorrência 
ALTO 8 
risco de ferimentos aos usuários, 
avaria não recuperável na edificação, 
contaminação localizada 
evolução a curto prazo a ocorrer 
MÉDIO 6 
insalubridade aos usuários, 
deterioração elevada da edificação, 
desperdícios dos recursos naturais 
evolução a médio prazo prognóstico p/ breve 
BAIXO 3 
incômodo aos usuários, 
degradação da edificação, 
uso não racional dos recursos naturais 
evolução a longo prazo prognóstico p/ adiante 
MÍNIMO 1 depreciação imobiliária não evoluirá imprevisto 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Imagem 352 Imagem 353 
 
 
 
Imagens 352 e 353: Pisos com som ¨cavo¨ 
 
 
 
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Classificação VST : TÉCNICA Classificação da anomalia: AEN 
Item: 38 
Localização: Geral 
Anomalia: Acabamentos inapropriados 
Causa(s) da anomalia: Execução e manutenção ineficiente do serviços 
Consequência(s) da anomalia: Incômodo aos usuários 
Grau de risco: Mínimo 
Orientação técnica: Realizar os devidos acabamentos para adequação das edificações 
 ITEM 38 DESCRIÇÃO Acabamentos inapropriados 
ORDENAÇÃO 90 3 3 10 
GRAU NOTA GRAVIDADE URGÊNCIA TENDÊNCIA 
MÁXIMO 10 
risco à vida dos usuários, 
colapso da edificação, 
dano ambiental grave 
evolução imediata em ocorrência 
ALTO 8 
risco de ferimentos aos usuários, 
avaria não recuperável na edificação, 
contaminação localizada 
evolução a curto prazo a ocorrer 
MÉDIO 6 
insalubridade aos usuários, 
deterioração elevada da edificação, 
desperdícios dos recursos naturais 
evolução a médio prazo prognóstico p/ breve 
BAIXO 3 
incômodo aos usuários, 
degradação da edificação, 
uso não racional dos recursos naturais 
evolução a longo prazo prognóstico p/ adiante 
MÍNIMO 1 depreciação imobiliária não evoluirá imprevisto 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Imagem 354 Imagem 355 
 
 
 
 
 
 
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 Imagem 368 Imagem 369 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Imagens 354 a 369: Acabamentos inapropriados. 
 
 
 
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Classificação VST : TÉCNICA Classificação da falha: FEX 
Item: 39 
Localização: Geral 
Falha: Presença de materiais inapropriados 
Causa(s) da falha: Presença de materiais de obra como lonas e latas com concreto devido a manutenções da construtora 
Consequência(s)da falha: Incômodo aos usuários 
Grau de risco: Mínimo 
Orientação técnica: Limpeza nos locais afetados 
 ITEM 39 DESCRIÇÃO Presença de materiais inapropriados 
ORDENAÇÃO 180 3 6 10 
GRAU NOTA GRAVIDADE URGÊNCIA TENDÊNCIA 
MÁXIMO 10 
risco à vida dos usuários, 
colapso da edificação, 
dano ambiental grave 
evolução imediata em ocorrência 
ALTO 8 
risco de ferimentos aos usuários, 
avaria não recuperável na edificação, 
contaminação localizada 
evolução a curto prazo a ocorrer 
MÉDIO 6 
insalubridade aos usuários, 
deterioração elevada da edificação, 
desperdícios dos recursos naturais 
evolução a médio prazo prognóstico p/ breve 
BAIXO 3 
incômodo aos usuários, 
degradação da edificação, 
uso não racional dos recursos naturais 
evolução a longo prazo prognóstico p/ adiante 
MÍNIMO 1 depreciação imobiliária não evoluirá imprevisto 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Imagem 370 Imagem 371 
 
 
 
 
 
 
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 Imagem 372 Imagem 373 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Imagens 370 a 373: Materiais inapropriados. 
 
 
 
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Classificação VST : TÉCNICA Classificação da anomalia: AEX 
Item: 40 
Localização: Acesso ao telhado – Bloco B 
Anomalia: Dobradiças das portas danificadas 
Causa(s) da anomalia: Destacamentos devidos a impacto de terceiros, 
Consequência(s) da anomalia: Risco de incidentes aos usuários 
Grau de risco: Mínimo 
Orientação técnica: Substituição das dobradiças danificadas 
 ITEM 40 DESCRIÇÃO Dobradiças das portas danificadas 
ORDENAÇÃO 180 3 6 10 
GRAU NOTA GRAVIDADE URGÊNCIA TENDÊNCIA 
MÁXIMO 10 
risco à vida dos usuários, 
colapso da edificação, 
dano ambiental grave 
evolução imediata em ocorrência 
ALTO 8 
risco de ferimentos aos usuários, 
avaria não recuperável na edificação, 
contaminação localizada 
evolução a curto prazo a ocorrer 
MÉDIO 6 
insalubridade aos usuários, 
deterioração elevada da edificação, 
desperdícios dos recursos naturais 
evolução a médio prazo prognóstico p/ breve 
BAIXO 3 
incômodo aos usuários, 
degradação da edificação, 
uso não racional dos recursos naturais 
evolução a longo prazo prognóstico p/ adiante 
MÍNIMO 1 depreciação imobiliária não evoluirá imprevisto 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Imagem 374 Imagem 375 
 
 
 
Imagens 374 e 375: Dobradiças danificadas. 
 
 
 
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Classificação VST : TÉCNICA Classificação da falha: FEX 
Item: 41 
Localização: Bloco B – 1º andar e Bloco D – 2º andar 
Falha: Extintores com pressão insuficiente 
Causa(s) da falha: Falha na recarga do extintor e não cumprimento conforme norma do Corpo de Bombeiros de SC. 
Consequência(s) da falha: Risco de incidentes em caso de emergência 
Grau de risco: Crítico 
Orientação técnica: Realizar a substituição dos extintores para sua utilização em caso de emergência 
 ITEM 41 DESCRIÇÃO Extintores com pressão insuficiente 
ORDENAÇÃO 640 10 8 8 
GRAU NOTA GRAVIDADE URGÊNCIA TENDÊNCIA 
MÁXIMO 10 
risco à vida dos usuários, 
colapso da edificação, 
dano ambiental grave 
evolução imediata em ocorrência 
ALTO 8 
risco de ferimentos aos usuários, 
avaria não recuperável na edificação, 
contaminação localizada 
evolução a curto prazo a ocorrer 
MÉDIO 6 
insalubridade aos usuários, 
deterioração elevada da edificação, 
desperdícios dos recursos naturais 
evolução a médio prazo prognóstico p/ breve 
BAIXO 3 
incômodo aos usuários, 
degradação da edificação, 
uso não racional dos recursos naturais 
evolução a longo prazo prognóstico p/ adiante 
MÍNIMO 1 depreciação imobiliária não evoluirá imprevisto 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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 Imagem 378 Imagem 379 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Imagens 376 a 379: Extintores despressurizados. 
 
 
 
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142 
Classificação VST : TÉCNICA Classificação da falha: FOP 
Item: 42 
Localização: Geral 
Falha: Indevida identificação dos extintores 
Causa(s) da falha: Não cumprimento conforme norma do Corpo de Bombeiros de SC. 
Consequência(s) da falha: Risco de incidentes em caso de emergência 
Grau de risco: Crítico 
Orientação técnica: Adaptações conforme Corpo de Bombeiros de SC. 
 ITEM 42 DESCRIÇÃO Indevida identificação dos extintores 
ORDENAÇÃO 640 8 8 10 
GRAU NOTA GRAVIDADE URGÊNCIA TENDÊNCIA 
MÁXIMO 10 
risco à vida dos usuários, 
colapso da edificação, 
dano ambiental grave 
evolução imediata em ocorrência 
ALTO 8 
risco de ferimentos aos usuários, 
avaria não recuperável na edificação, 
contaminação localizada 
evolução a curto prazo a ocorrer 
MÉDIO 6 
insalubridade aos usuários, 
deterioração elevada da edificação, 
desperdícios dos recursos naturais 
evolução a médio prazo prognóstico p/ breve 
BAIXO 3 
incômodo aos usuários, 
degradação da edificação, 
uso não racional dos recursos naturais 
evolução a longo prazo prognóstico p/ adiante 
MÍNIMO 1 depreciação imobiliária não evoluirá imprevisto 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Imagem 380 Imagem 381 
 
 
 
 
 
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143 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Imagem 382 Imagem 383 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Imagem 384 
 
 
Imagens 380 a 383: Identificação inapropriada. 
 
Imagem 384 : Representaçãocorreta da identificação. 
 
 
 
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144 
Classificação VST : TÉCNICA Classificação da anomalia: AEN 
Item: 43 
Localização: Bloco B – 3º andar 
Anomalia: Odor advindo do medidor e registros de gás 
Causa(s) da anomalia: Possibilidade de vazamento de gás 
Consequência(s) da anomalia: Riscos de incidentes aos usuários 
Grau de risco: Crítico 
Orientação técnica: Contratação de empresa especializada para analisar a estanqueidade do sistema 
 ITEM 43 DESCRIÇÃO Odor advindo do medidor e registros de gás 
ORDENAÇÃO 800 10 8 10 
GRAU NOTA GRAVIDADE URGÊNCIA TENDÊNCIA 
MÁXIMO 10 
risco à vida dos usuários, 
colapso da edificação, 
dano ambiental grave 
evolução imediata em ocorrência 
ALTO 8 
risco de ferimentos aos usuários, 
avaria não recuperável na edificação, 
contaminação localizada 
evolução a curto prazo a ocorrer 
MÉDIO 6 
insalubridade aos usuários, 
deterioração elevada da edificação, 
desperdícios dos recursos naturais 
evolução a médio prazo prognóstico p/ breve 
BAIXO 3 
incômodo aos usuários, 
degradação da edificação, 
uso não racional dos recursos naturais 
evolução a longo prazo prognóstico p/ adiante 
MÍNIMO 1 depreciação imobiliária não evoluirá imprevisto 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Imagem 385 Imagem 386 
 
 
 
Imagens 385 e 386: Medidor de gás. 
 
 
 
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Classificação VST : TÉCNICA Classificação da anomalia: AEX 
Item: 44 
Localização:Escadaria - Bloco A 
Anomalia: Materiais em rotas de saída de emergência 
Causa(s) da anomalia: Não cumprimento conforme norma do Corpo de Bombeiros de SC. 
Consequência(s) da anomalia: Risco de incidentes em caso de emergência 
Grau de risco: Crítico 
Orientação técnica: Manter o local de acesso livre para sua utilização em caso de emergência 
 ITEM 44 DESCRIÇÃO Materiais em rotas de saída de emergência 
ORDENAÇÃO 800 10 10 8 
GRAU NOTA GRAVIDADE URGÊNCIA TENDÊNCIA 
MÁXIMO 10 
risco à vida dos usuários, 
colapso da edificação, 
dano ambiental grave 
evolução imediata em ocorrência 
ALTO 8 
risco de ferimentos aos usuários, 
avaria não recuperável na edificação, 
contaminação localizada 
evolução a curto prazo a ocorrer 
MÉDIO 6 
insalubridade aos usuários, 
deterioração elevada da edificação, 
desperdícios dos recursos naturais 
evolução a médio prazo prognóstico p/ breve 
BAIXO 3 
incômodo aos usuários, 
degradação da edificação, 
uso não racional dos recursos naturais 
evolução a longo prazo prognóstico p/ adiante 
MÍNIMO 1 depreciação imobiliária não evoluirá imprevisto 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Imagem 387 Imagem 388 
 
 
 
Imagens 387 e 388: Materiais em locais inapropriados. 
 
 
 
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146 
Classificação VST : TÉCNICA Classificação da anomalia: AEN 
Item: 45 
Localização: Coberturas 
Anomalia: Tubulação sem proteção e com dimensões inadequadas 
Causa(s) da anomalia: Ausência de ralo para a proteção da tubulação como ralo hemisférico conforme cita a NBR-10844: 
Instalações Prediais de Aguas Pluviais no item 5.4.6 ¨Os ralos hemisféricos devem ser usados onde os ralos planos possam 
causar obstruções.¨ Em relação aos tubos de descida estes devem possuir no mínimo 70 mm de diâmetro, diferentemente do 
que constatou-se ¨in loco¨ ( 40 mm), conforme cita a NBR-10844: Instalações Prediais de Aguas Pluviais no item 5.6.3 ¨O 
diâmetro interno mínimo dos condutores verticais de seção circular é 70mm¨ 
Consequência(s) da anomalia: Obstrução total da tubulação e infiltrações 
Grau de risco: Regular 
Orientação técnica: Colocação de ralo hemisférico flexível (imagem 393) e tubulações dos condutores verticais adequados 
 ITEM 45 DESCRIÇÃO 
Tubulação sem proteção e com dimensões 
inadequadas 
ORDENAÇÃO 360 6 6 10 
GRAU NOTA GRAVIDADE URGÊNCIA TENDÊNCIA 
MÁXIMO 10 
risco à vida dos usuários, 
colapso da edificação, 
dano ambiental grave 
evolução imediata em ocorrência 
ALTO 8 
risco de ferimentos aos usuários, 
avaria não recuperável na edificação, 
contaminação localizada 
evolução a curto prazo a ocorrer 
MÉDIO 6 
insalubridade aos usuários, 
deterioração elevada da edificação, 
desperdícios dos recursos naturais 
evolução a médio prazo prognóstico p/ breve 
BAIXO 3 
incômodo aos usuários, 
degradação da edificação, 
uso não racional dos recursos naturais 
evolução a longo prazo prognóstico p/ adiante 
MÍNIMO 1 depreciação imobiliária não evoluirá imprevisto 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Imagem 389 Imagem 390 
 
 
Imagens 389 e 390: Tubulação sem ralo 
 
 
 
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 Imagem 391 Imagem 392 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Imagem 393 
 
 
 
Imagem 393: Exemplo de ralo hemisférico. 
 
Imagens 391 e 392: Tubulação com dimensão inadequada 
 
 
 
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Classificação VST : TÉCNICA Classificação da anomalia: AEN 
Item: 46 
Localização: Reservatório superior 
Anomalia: Possibilidade de vazamentos na tubulação 
Causa(s) da anomalia: Ausência de fixação das tubulações, acarretando em instabilidade das mesmas. Além de aquecimento 
das tubulações ao invés de instalação de conexões 
Consequência(s) da anomalia : Rompimento da tubulação 
Grau de risco: Regular 
Orientação técnica: Realizar a fixação com fitas perfuradas galvanizadas e distanciadas a cada 10 diâmetros da tubulação ( ex.: 
Tubo de 100 mm, espaçamento a cada 1000 mm = 1,00 m) e instalação de conexões. 
 ITEM 46 DESCRIÇÃO Possibilidade de vazamentos na tubulação 
ORDENAÇÃO 360 6 6 10 
GRAU NOTA GRAVIDADE URGÊNCIA TENDÊNCIA 
MÁXIMO 10 
risco à vida dos usuários, 
colapso da edificação, 
dano ambiental grave 
evolução imediata em ocorrência 
ALTO 8 
risco de ferimentos aos usuários, 
avaria não recuperável na edificação, 
contaminação localizada 
evolução a curto prazo a ocorrer 
MÉDIO 6 
insalubridade aos usuários, 
deterioração elevada da edificação, 
desperdícios dos recursos naturais 
evolução a médio prazo prognóstico p/ breve 
BAIXO 3 
incômodo aos usuários, 
degradação da edificação, 
uso não racional dos recursos naturais 
evolução a longo prazo prognóstico p/ adiante 
MÍNIMO 1 depreciação imobiliária não evoluirá imprevisto 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Imagem 394 Imagem 395 
 
 
 
Imagens 394 e 395: Ausência de conexão. 
 
 
 
CONSTATEENGENHARIA@HOTMAIL.COM – CRICIÚMA / SCda edificação, bem como da natureza da exposição ambiental. 
 
 A análise do risco consiste na classificação das anomalias e 
falhas identificadas nos diversos componentes de uma edificação, quanto ao 
seu grau de urgência, relacionado com fatores de conservação, depreciação, 
saúde, segurança, funcionalidade, comprometimento de vida útil e perda de 
desempenho. 
 
 
 
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6 
 De conformidade com o que estabelece a NBR 13752/1996, 
consoante com o fim a que se destina o laudo, o grau de detalhamento das 
atividades a serem desenvolvidas neste laudo compreenderá a abordagem dos 
seguintes tópicos: 
 
 Vistoria e/ou exame do objeto da perícia; 
 Descrição ou diagnósticos dos itens objeto da perícia; 
 Coleta de informações; 
 Escolha dos métodos e critérios utilizados; 
 Análise e exposição das ocorrências; 
 Soluções e propostas, quando possível e/ou necessário; 
 Considerações finais e conclusões. 
 
 Nesse sentido, ultrapassados os dez primeiros tópicos, que 
caracterizam os interessados, objetivo e objeto da vistoria, bem como os 
critérios e a metodologia empregada, passaremos, a seguir, a desenvolver o 
laudo nos seus aspectos técnicos propriamente ditos. 
 
11. CARACTERISTICAS DO IMÓVEL: 
 
 Inicialmente, buscaram-se informações gerais do 
empreendimento como apresentados abaixo. 
 
 
11.1. Características Gerais do Empreendimento: 
 
 
 O empreendimento a ser vistoriado, Condomínio Residencial 
City, localizado na Rua Professora Nívea Cunha Bacha, n°55, Centro, 
Araranguá/SC. 
 
 Trata-se de um empreendimento formado por cinco blocos, 
sendo estes: 
 
 Térreo, formado por halls de entrada, salas de reuniões, 
depósitos, bicicletários e vagas de garagem; 
 Três pavimentos-tipo, formados por 07 (sete) apartamentos 
e circulações. 
 Cobertura e barrilete; 
 Além disso vagas de garagem e cisternas no subsolo. 
 
 
 
 
 
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7 
11.2. Características Gerais: 
 
Tratam-se de edificações constituídas através do sistema 
estrutural em lajes de concreto armado com alvenaria estrutural e as coberturas 
em lajes expostas. 
Além disso, as ligações de água são realizadas por 
distribuidora de água pública da SAMAE, obedecendo às prescrições e 
exigências do Município de Araranguá. As ligações de energia seguem os 
padrões de acordo com a CELESC da mesma cidade. 
Em termos de acabamento, as edificações apresentam a 
seguinte discriminação: Pisos cerâmicos esmaltados nos halls de entrada, salas 
de reuniões, depósitos, bicicletários, circulações dos andares e escadarias. 
Paredes em alvenaria estrutural, com revestimentos em 
reboco desempenado convencional, e pinturas com aplicação de tinta acrílica 
como acabamento final intenos e em fachadas. 
 Esquadrias de portas internas em madeira, com aplicação 
em tinta esmalte e externas em vidros. Esquadrias de janelas em alumínio com 
vidros. 
A edificação apresenta idade aparente de cerca de 8 (oito) 
anos e idade real de aproximadamente 5 (cinco) anos, padrão construtivo 
popular e média estrutura construtiva. 
 
12. VISTORIA “IN LOCO”: 
 
 Primeiramente foi realizada uma entrevista a Sra. Vera 
Regina Teixeira dos Santos Silvano (síndica do empreendimento) com o 
objetivo de coletar informações que sejam pertinentes à execução da vistoria e 
consequentemente do laudo final. 
Conforme citado pela Sra. Vera, o condomínio está em 
alerta em relação a alguns problemas encontrados referentes à construção do 
empreendimento em si e às manutenções realizadas pela Construtora Camilo e 
Ghisi Ltda., o que geraram algumas situações desconfortáveis aos usuários. 
Com isso, buscou-se o auxílio de um engenheiro especialista para garantir o 
bom andamento da edificação e que sejam reparadas as manifestações 
patológicas constatadas. 
 
13. ANÁLISE DAS DOCUMENTAÇÕES (ANAMNESE) : 
 
 Além da entrevista realizada com a síndica do 
condomínio não foram fornecidas as documentações pela construtora ao 
mesmo, apesar das solicitações realizadas. 
 
 
 
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8 
 
 A tabela abaixo relaciona os principais documentos que 
devem fazer parte da documentação do condomínio sendo que alguns deles 
são entregues pela construtora e/ou incorporadora e os demais devem ser 
providenciados pelo condomínio e suas periodicidades conforme NBR 14.037 
da ABNT. 
 
DOCUMENTO 
INCUMBÊNCIA 
PELO 
FORNECIMENTO 
INICIAL 
INCUMBÊNCIA 
PELA RENOVAÇÃO 
PERIDIOCIDADE PELA 
RENOVAÇÃO 
Manual do Proprietário 
Construtora e/ou 
incorporadora 
Proprietário 
Pelo proprietário quando 
houver alteração na fase 
se uso 
Manual de áreas comuns 
Construtora e/ou 
incorporadora 
Condomínio 
Pelo proprietário quando 
houver alteração na fase 
se uso ou legislação 
Certificado de Garantia dos equipamentos instalados 
Construtora e/ou 
incorporadora 
Condomínio 
A cada nova aquisição/ 
manutenção 
Notas fiscais dos equipamentos 
Construtora e/ou 
incorporadora 
Condomínio 
A cada nova aquisição/ 
manutenção 
Manuais Técnicos de Uso, Operação e Manutenção dos 
equipamentos instalados 
Construtora e/ou 
incorporadora 
Condomínio 
A cada nova aquisição/ 
manutenção 
Auto de conclusão (Habite-se) 
Construtora e/ou 
incorporadora 
Não há Não há 
Alvará de aprovação e execução de edificação 
Construtora e/ou 
incorporadora 
Não há desde que 
inalterada as 
condições do edifício 
Não há 
Alvará de instalação de elevadores 
Construtora e/ou 
incorporadora 
Não há desde que 
inalterada as 
condições do edifício 
Não há 
Alvará de funcionamento de elevadores 
Construtora e/ou 
incorporadora 
Condomínio Não há 
Auto de vistoria do Corpo de Bombeiros 
Construtora e/ou 
incorporadora 
Condomínio 
Verificar legislação 
estadual específica 
Projetos aprovados na prefeitura e concessionárias 
Construtora e/ou 
incorporadora 
Não há Não há 
Projetos executivos 
Construtora e/ou 
incorporadora 
Não há Não há 
Memorial de incorporação 
Construtora e/ou 
incorporadora 
Não há Não há 
Especificação, instituição do condomínio 
Construtora e/ou 
incorporadora 
Não há Não há 
Ata de assembleia de instalação de condomínio 
(registrada) 
Construtora e/ou 
incorporadora 
Condomínio 
A cada alteração do 
síndico 
Convenção condominial 
Construtora e/ou 
incorporadora 
Condomínio Quando necessário 
Regulamento interno 
Construtora e/ou 
incorporadora 
Condomínio Quando necessário 
Relação dos proprietários 
Construtora e/ou 
incorporadora 
Condomínio A cada alteração 
Licenças ambientais 
Construtora e/ou 
incorporadora 
Condomínio Quando necessário 
TAC- Termos de ajustamento de conduta ambientais 
Construtora e/ou 
incorporadora 
Condomínio Quando necessário 
 
 
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9 
Recibo de pagamento do IPTU do último ano de obra e 
boleto dos IPTU’s a serem pagos e cópia do 
desdobramento do IPTU, carnês do IPTU desdobrado 
Construtora e/ou 
incorporadora 
Condomínio Não há 
Recibo de pagamento de concessionária de energia 
elétrica (último pagamento) 
Construtora e/ou 
incorporadora 
Condomínio Não há 
Recibo de pagamento de concessionária de de água e 
esgoto (último pagamento) 
Construtora e/ou 
incorporadora 
Condomínio Não há 
Atestado do star-up do gerador 
Construtora e/ou 
incorporadora 
Não há Não há 
Certificado de abrangência do grupo gerador 
Construtora e/ou 
incorporadora 
Condomínio 
No primeiro ano depois a 
cada 3 anos para edifícios 
residenciais e comerciais 
e a cada 2 anos para 
locais de reunião de 
público– 48 98831.0004 
 
149 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Imagem 396 Imagem 397 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Imagens 396 e 397: Ausência de fixação. 
 
 
 
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150 
Classificação VST : TÉCNICA Classificação da anomalia: AEN 
Item: 47 
Localização: Cobertura 
Anomalia: Ausência de terminais de ventilação e altura inadequada 
Causa(s) da anomalia: Não cumprimento com a NBR 8160: Sistemas Prediais de Esgoto Sanitário, cujo o item 4.3.5 cita: ¨A 
extremidade aberta de um tubo ventilador primário ou coluna de ventilação deve ser provida de terminal tipo chaminé, tê ou 
outro dispositivo que impeça a entrada das águas pluviais diretamente ao tubo de ventilação¨ e no item 4.3.6 cita que: ¨ A 
extremidade aberta de um tubo ventilador primário ou coluna de ventilação: b) deve situar-se a uma altura mínima igual a 2,00 
m acima da cobertura, no caso de laje utilizada para outros fins além de cobertura; caso contrário, esta altura deve ser no 
mínimo igual a 0,30 m¨. 
Consequência(s) da anomalia: Possibilidade de acesso de águas pluviais e materiais indesejados e obstrução das tubulações 
Grau de risco: Mínimo 
Orientação técnica: Instalação de terminal de ventilação conforme a NBR 8160: Sistemas Prediais de Esgoto Sanitário 
 ITEM 47 DESCRIÇÃO 
Ausência de terminais de ventilação e altura 
inadequada 
ORDENAÇÃO 180 6 3 10 
GRAU NOTA GRAVIDADE URGÊNCIA TENDÊNCIA 
MÁXIMO 10 
risco à vida dos usuários, 
colapso da edificação, 
dano ambiental grave 
evolução imediata em ocorrência 
ALTO 8 
risco de ferimentos aos usuários, 
avaria não recuperável na edificação, 
contaminação localizada 
evolução a curto prazo a ocorrer 
MÉDIO 6 
insalubridade aos usuários, 
deterioração elevada da edificação, 
desperdícios dos recursos naturais 
evolução a médio prazo prognóstico p/ breve 
BAIXO 3 
incômodo aos usuários, 
degradação da edificação, 
uso não racional dos recursos naturais 
evolução a longo prazo prognóstico p/ adiante 
MÍNIMO 1 depreciação imobiliária não evoluirá imprevisto 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Imagem 398 Imagem 399 
 
 
 
Imagens 398 e 399: Tubulações sem terminais e com altura inadequada 
 
 
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 Imagem 400 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Imagem 400: Representação das ventilações. 
 
 
 
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152 
Classificação VST : TÉCNICA Classificação da anomalia: AEN 
Item: 48 
Localização: Cisternas 
Anomalia: Presença de apenas uma bomba de recalque em cada cisterna 
Causa(s) da anomalia: Não cumprimento da NBR 5626 – Instalação predial de água fria , onde cita em seu item 5.2.9.3: ¨ As 
instalações elevatórias devem possuir no mínimo duas unidades de elevação de pressão, independentes, com vistas a garantir 
o abastecimento de água no caso de falha de uma das unidades. 
Consequência(s) da anomalia : Desgaste acentuado da bomba de recalque 
Grau de risco: Regular 
Orientação técnica: Realizar a instalação de uma bomba extra de recalque em cada cisterna conforme NBR 5626 – Instalação 
predial de água fria 
 ITEM 48 DESCRIÇÃO 
Presença de apenas uma bomba de recalque em cada 
cisterna 
ORDENAÇÃO 360 6 6 10 
GRAU NOTA GRAVIDADE URGÊNCIA TENDÊNCIA 
MÁXIMO 10 
risco à vida dos usuários, 
colapso da edificação, 
dano ambiental grave 
evolução imediata em ocorrência 
ALTO 8 
risco de ferimentos aos usuários, 
avaria não recuperável na edificação, 
contaminação localizada 
evolução a curto prazo a ocorrer 
MÉDIO 6 
insalubridade aos usuários, 
deterioração elevada da edificação, 
desperdícios dos recursos naturais 
evolução a médio prazo prognóstico p/ breve 
BAIXO 3 
incômodo aos usuários, 
degradação da edificação, 
uso não racional dos recursos naturais 
evolução a longo prazo prognóstico p/ adiante 
MÍNIMO 1 depreciação imobiliária não evoluirá imprevisto 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Imagem 401 Imagem 402 
 
 
Imagens 401 e 402: Bombas insuficientes 
 
 
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Classificação VST : TÉCNICA Classificação da anomalia: AEN e/ou AEX 
Item: 49 
Localização: Geral 
Anomalia: Fiação elétrica e cabos expostos 
Causa(s) da anomalia: Ausência de conduítes para os fios e cabos e exposição dos mesmos, além de ausência de 
espelhos/tampas . 
Consequência(s) da anomalia : Risco de incidentes 
Grau de risco: Crítico 
Orientação técnica: Realizar a colocação de conduítes nos fios e cabos, além de espelhos/tampas. 
 ITEM 49 DESCRIÇÃO Fiação elétrica e cabos expostos 
ORDENAÇÃO 800 10 8 10 
GRAU NOTA GRAVIDADE URGÊNCIA TENDÊNCIA 
MÁXIMO 10 
risco à vida dos usuários, 
colapso da edificação, 
dano ambiental grave 
evolução imediata em ocorrência 
ALTO 8 
risco de ferimentos aos usuários, 
avaria não recuperável na edificação, 
contaminação localizada 
evolução a curto prazo a ocorrer 
MÉDIO 6 
insalubridade aos usuários, 
deterioração elevada da edificação, 
desperdícios dos recursos naturais 
evolução a médio prazo prognóstico p/ breve 
BAIXO 3 
incômodo aos usuários, 
degradação da edificação, 
uso não racional dos recursos naturais 
evolução a longo prazo prognóstico p/ adiante 
MÍNIMO 1 depreciação imobiliária não evoluirá imprevisto 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Imagem 403 Imagem 404 
 
 
 
 
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 Imagem 405 Imagem 406 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Imagem 407 Imagem 408 
 
 
 
 
 
Imagens 403 a 408: Exposição de cabos e fiação elétrica. 
 
 
 
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155 
Classificação VST : TÉCNICA Classificação da anomalia: AEN 
Item: 50 
Localização: Coberturas 
Anomalia: Ausência de proteção nos cabos de descida do SPDA 
Causa(s) da anomalia: Não cumprimento conforme norma do Corpo de Bombeiros de SC em sua NSCI cita no ¨Art. 285 que :¨ 
Nas partes superiores das edificações, que servirem de terraço ou passagem, as instalações do SPCDA deverão ser protegidas 
para segurança de usuários e possíveis depredações¨ e no Art. 286 :¨ Todas as instalações do SPCDA deverão ter os captores 
e cabos de descida firmemente ligados às edificações, formando com a terra um conjunto eletro-mecânico satisfatório.¨Consequência(s) da anomalia : Risco de incidentes aos usuários 
Grau de risco: Crítico 
Orientação técnica: Adaptações conforme Corpo de Bombeiros de SC. 
 ITEM 50 DESCRIÇÃO Ausência de proteção nos cabos de descida do SPDA 
ORDENAÇÃO 640 8 8 10 
GRAU NOTA GRAVIDADE URGÊNCIA TENDÊNCIA 
MÁXIMO 10 
risco à vida dos usuários, 
colapso da edificação, 
dano ambiental grave 
evolução imediata em ocorrência 
ALTO 8 
risco de ferimentos aos usuários, 
avaria não recuperável na edificação, 
contaminação localizada 
evolução a curto prazo a ocorrer 
MÉDIO 6 
insalubridade aos usuários, 
deterioração elevada da edificação, 
desperdícios dos recursos naturais 
evolução a médio prazo prognóstico p/ breve 
BAIXO 3 
incômodo aos usuários, 
degradação da edificação, 
uso não racional dos recursos naturais 
evolução a longo prazo prognóstico p/ adiante 
MÍNIMO 1 depreciação imobiliária não evoluirá imprevisto 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Imagem 409 Imagem 410 
 
 
 
Imagens 409 e 410: Exposição de cabos do SPDA. 
 
 
 
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156 
Classificação VST : TÉCNICA Classificação da anomalia: AEN 
Item: 51 
Localização: Acesso hall - Bloco D 
Anomalia: Trincas no contrapiso 
Causa(s) da anomalia: Fixação inapropriada da porta do hall , onde os parafusos/parabolts não possuem a fixação adequada 
na estrutura de concreto, apresentando movimentações que acarretam nos danos nos pisos e consequentemente contrapisos 
Consequência(s) da anomalia: Destacamento da porta e risco de incidente s aos usuários 
Grau de risco: Regular 
Orientação técnica: Analisar a profundidade de fixação dos parafusos/parabolts na porta , caso haja necessidade , reforçar a 
fixação dos mesmos. 
 ITEM 51 DESCRIÇÃO Trincas no contrapiso 
ORDENAÇÃO 480 6 8 10 
GRAU NOTA GRAVIDADE URGÊNCIA TENDÊNCIA 
MÁXIMO 10 
risco à vida dos usuários, 
colapso da edificação, 
dano ambiental grave 
evolução imediata em ocorrência 
ALTO 8 
risco de ferimentos aos usuários, 
avaria não recuperável na edificação, 
contaminação localizada 
evolução a curto prazo a ocorrer 
MÉDIO 6 
insalubridade aos usuários, 
deterioração elevada da edificação, 
desperdícios dos recursos naturais 
evolução a médio prazo prognóstico p/ breve 
BAIXO 3 
incômodo aos usuários, 
degradação da edificação, 
uso não racional dos recursos naturais 
evolução a longo prazo prognóstico p/ adiante 
MÍNIMO 1 depreciação imobiliária não evoluirá imprevisto 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Imagem 411 Imagem 412 
 
 
 
 
 
Imagens 411 e 412: Trincas no contrapiso 
 
 
 
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157 
Classificação VST : TÉCNICA Classificação da anomalia: AEN 
Item: 52 
Localização: Barrilete – Bloco E 
Anomalia: Manchas e bolhas em tetos e paredes 
Causa(s) da anomalia: Possibilidade de vazamentos nas tubulações do hidrante, uma vez que as a região é suscetível a 
movimentações no encontro das tubulações com laje/contrapiso/alvenarias e na presença de vibrações podem acarretar neste 
tipo de manifestação patológica 
Consequência(s) da anomalia : Rompimento da tubulação 
Grau de risco: Regular 
Orientação técnica: Realizar a vistoria das tubulações dos hidrantes e , caso confirmado, executar as manutenções nas 
mesmas. 
 ITEM 52 DESCRIÇÃO Manchas e bolhas em tetos e paredes 
ORDENAÇÃO 360 6 6 10 
GRAU NOTA GRAVIDADE URGÊNCIA TENDÊNCIA 
MÁXIMO 10 
risco à vida dos usuários, 
colapso da edificação, 
dano ambiental grave 
evolução imediata em ocorrência 
ALTO 8 
risco de ferimentos aos usuários, 
avaria não recuperável na edificação, 
contaminação localizada 
evolução a curto prazo a ocorrer 
MÉDIO 6 
insalubridade aos usuários, 
deterioração elevada da edificação, 
desperdícios dos recursos naturais 
evolução a médio prazo prognóstico p/ breve 
BAIXO 3 
incômodo aos usuários, 
degradação da edificação, 
uso não racional dos recursos naturais 
evolução a longo prazo prognóstico p/ adiante 
MÍNIMO 1 depreciação imobiliária não evoluirá imprevisto 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Imagem 413 Imagem 414 
 
 
 
 
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 Imagem 415 Imagem 416 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Imagem 417 Imagem 418 
 
 
 
 
 
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 Imagem 419 Imagem 420 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Imagens 413 a 420: Bolhas e destacamentos 
 
 
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160 
Classificação VST : TÉCNICA Classificação da anomalia: AEN 
Item: 53 
Localização: Calçada 
Anomalia: Ausência de piso podotátil principalmente próximo aos obstáculos 
Causa(s) da anomalia: Não cumprimento das normas de acessibilidade NBR 9050- Acessibilidade a edificações, mobiliário, 
espaços e equipamentos urbanos. 
Consequência(s) da anomalia: Risco de incidentes aos deficientes 
Grau de risco: Crítico 
Orientação técnica: Utilização do piso podotátil direcional afastado de obstáculos e aplicação do piso podotátil alerta no 
entorno dos obstáculos conforme as normas de acessibilidade NBR 9050- Acessibilidade a edificações, mobiliário, 
espaços e equipamentos urbanos. 
 ITEM 53 DESCRIÇÃO 
Ausência de piso podotátil principalmente próximo 
aos obstáculos 
ORDENAÇÃO 512 8 8 8 
GRAU NOTA GRAVIDADE URGÊNCIA TENDÊNCIA 
MÁXIMO 10 
risco à vida dos usuários, 
colapso da edificação, 
dano ambiental grave 
evolução imediata em ocorrência 
ALTO 8 
risco de ferimentos aos usuários, 
avaria não recuperável na edificação, 
contaminação localizada 
evolução a curto prazo a ocorrer 
MÉDIO 6 
insalubridade aos usuários, 
deterioração elevada da edificação, 
desperdícios dos recursos naturais 
evolução a médio prazo prognóstico p/ breve 
BAIXO 3 
incômodo aos usuários, 
degradação da edificação, 
uso não racional dos recursos naturais 
evolução a longo prazo prognóstico p/ adiante 
MÍNIMO 1 depreciação imobiliária não evoluirá imprevisto 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Imagem 421 
 
 
Imagem 421: Acessibilidade para deficientes. 
 
 
 
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 Imagem 422 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Imagem 423 Imagem 424 
 
 
 
Imagem 422: Aplicação do piso podotátil NBR 9050/2004. 
 
Imagens 423 e 424: Ausência de piso podotátil nas “rampas”. 
 
 
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162 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Imagem 425Imagem 426 
 
 
 
 
 
 
Imagens 425 e 426: Aplicação do piso podotátil NBR 9050/2004. 
 
 
 
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163 
Classificação VST : TÉCNICA Classificação da anomalia: AEN 
Item: 54 
Localização: Garagens subsolo 
Anomalia: Alturas inadequadas dos boxes de garagem 
Causa(s) da anomalia: Conforme o Código de Obras do Município de Ararangua da eóca da realização do projeto arquitetônico 
cita em seu art. 296, Seção I , garagens particulares individuais: ¨ ter pé-direito mínimo de 2,35 m¨ 
Consequência(s) da anomalia : Incômodo aos usuários 
Grau de risco: Regular 
Orientação técnica: Analisar a possibilidade de adequação e/ou alternativas de minoração dos incômodos gerados 
 ITEM 54 DESCRIÇÃO Alturas inadequadas dos boxes de garagem 
ORDENAÇÃO 360 6 6 10 
GRAU NOTA GRAVIDADE URGÊNCIA TENDÊNCIA 
MÁXIMO 10 
risco à vida dos usuários, 
colapso da edificação, 
dano ambiental grave 
evolução imediata em ocorrência 
ALTO 8 
risco de ferimentos aos usuários, 
avaria não recuperável na edificação, 
contaminação localizada 
evolução a curto prazo a ocorrer 
MÉDIO 6 
insalubridade aos usuários, 
deterioração elevada da edificação, 
desperdícios dos recursos naturais 
evolução a médio prazo prognóstico p/ breve 
BAIXO 3 
incômodo aos usuários, 
degradação da edificação, 
uso não racional dos recursos naturais 
evolução a longo prazo prognóstico p/ adiante 
MÍNIMO 1 depreciação imobiliária não evoluirá imprevisto 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Imagem 427 Imagem 428 
 
 
 
 
 
 
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 Imagem 429 Imagem 430 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Imagens 427 a 430: Alturas inadequadas 
 
 
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165 
Classificação VST : TÉCNICA Classificação da anomalia: AEN 
Item: 55 
Localização: Reservatórios superiores 
Anomalia: Acesso restrito às caixas d’água - Manutenabilidade 
Causa(s) da anomalia: Dimensões inapropriadas no acesso aos responsáveis pela limpeza, instalações e manutenções. 
Conforme a NBR 5626: Instalação predial de água friaem seu item 5.2.4.8 cita que: ¨o reservatório deve ser executado dentro 
de compartimento próprio, que permita operações de inspeção e manutenção, devendo haver um afastamento, mínimo, de 60 
cm entre as faces externas do reservatório (laterais, fundo e cobertura) e as faces internas do compartimento.¨ 
Consequência(s) da anomalia: Risco de incidentes aos usuários 
Grau de risco: Regular 
Orientação técnica: Realizar ajustes nas caixas d´água 
 ITEM 55 DESCRIÇÃO Acesso restrito às caixas d’água - Manutenabilidade 
ORDENAÇÃO 360 6 6 10 
GRAU NOTA GRAVIDADE URGÊNCIA TENDÊNCIA 
MÁXIMO 10 
risco à vida dos usuários, 
colapso da edificação, 
dano ambiental grave 
evolução imediata em ocorrência 
ALTO 8 
risco de ferimentos aos usuários, 
avaria não recuperável na edificação, 
contaminação localizada 
evolução a curto prazo a ocorrer 
MÉDIO 6 
insalubridade aos usuários, 
deterioração elevada da edificação, 
desperdícios dos recursos naturais 
evolução a médio prazo prognóstico p/ breve 
BAIXO 3 
incômodo aos usuários, 
degradação da edificação, 
uso não racional dos recursos naturais 
evolução a longo prazo prognóstico p/ adiante 
MÍNIMO 1 depreciação imobiliária não evoluirá imprevisto 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Imagem 431 Imagem 432 
 
 
 
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 Imagem 433 Imagem 434 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Imagens 431 a 434: Acesso inapropriado. 
 
 
 
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167 
Classificação VST : TÉCNICA Classificação da anomalia: AEN 
Item: 56 
Localização: Barrilete 
Anomalia: Destacamento do contrapiso e instabilidade das escadas tipo ¨ marinheiro¨ 
Causa(s) da anomalia: Fixação inapropriada das mesmas , onde os parafusos não possuiem a fixação adequada na estrutura 
de concreto, apresentando movimentações que acarretam nos danos nos contrapisos 
Consequência(s) da anomalia: Risco de incidente s aos usuários 
Grau de risco: Crítico 
Orientação técnica: Analisar a profundidade de fixação dos parafusos/parabolts em cada perfil metálico , caso haja 
necessidade, reforçar a fixação dos mesmos. 
 
ITEM 56 DESCRIÇÃO 
Destacamento do contrapiso e instabilidade das 
escadas tipo ¨ marinheiro¨ 
ORDENAÇÃO 800 10 10 8 
GRAU NOTA GRAVIDADE URGÊNCIA TENDÊNCIA 
MÁXIMO 10 
risco à vida dos usuários, 
colapso da edificação, 
dano ambiental grave 
evolução imediata em ocorrência 
ALTO 8 
risco de ferimentos aos usuários, 
avaria não recuperável na edificação, 
contaminação localizada 
evolução a curto prazo a ocorrer 
MÉDIO 6 
insalubridade aos usuários, 
deterioração elevada da edificação, 
desperdícios dos recursos naturais 
evolução a médio prazo prognóstico p/ breve 
BAIXO 3 
incômodo aos usuários, 
degradação da edificação, 
uso não racional dos recursos naturais 
evolução a longo prazo prognóstico p/ adiante 
MÍNIMO 1 depreciação imobiliária não evoluirá imprevisto 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Imagem 435 Imagem 436 
 
 
 
 
Imagens 435 e 436: Destacamento do contrapiso 
 
 
 
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168 
 
Classificação VST : TÉCNICA Classificação da anomalia: AEN 
Item: 57 
Localização: Barrilete - Bloco A 
Anomalia: Escada de acesso inadequada ( Manutenabilidade) 
Causa(s) da anomalia: Execução inapropriada do projeto/execução, uma vez que a proximidade da laje com a escada dificulta o 
acesso ao barrilete 
Consequência(s) da anomalia: Risco de incidentes 
Grau de risco: Crítico 
Orientação técnica: Realizar o afastamento de no mínimo 15 cm das paredes e lajes das escadas para acesso ao barrilete de 
acordo com a NR 18: Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Construção Civil e NR 12: Segurança no Trabalho de 
Máquinas e Equipamentos 
 ITEM 57 DESCRIÇÃO Escada de acesso inadequada ( Manutenabilidade) 
ORDENAÇÃO 640 8 8 10 
GRAU NOTA GRAVIDADE URGÊNCIA TENDÊNCIA 
MÁXIMO 10 
risco à vida dos usuários, 
colapso da edificação, 
dano ambiental grave 
evolução imediata em ocorrência 
ALTO 8 
risco de ferimentos aos usuários, 
avaria não recuperável na edificação, 
contaminação localizada 
evolução a curto prazo a ocorrer 
MÉDIO 6 
insalubridade aos usuários, 
deterioração elevada da edificação, 
desperdícios dos recursos naturais 
evolução a médio prazo prognóstico p/ breve 
BAIXO 3 
incômodo aos usuários, 
degradação da edificação, 
uso não racional dos recursos naturais 
evolução a longo prazo prognóstico p/ adiante 
MÍNIMO 1 depreciação imobiliária não evoluirá imprevistoImagem 437 
 
 
 
Imagem 437: Acesso inadequado. 
 
 
 
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169 
 
Classificação VST : TÉCNICA Classificação da anomalia: AEN 
Item: 58 
Localização: Coberturas 
Anomalia:Ausência de escada/alçapão de acesso a laje de cobertura do reservatório ( Manutenabilidade) 
Causa(s) da anomalia: Execução inapropriada do projeto/execução, uma vez que a ausência da escada/alçapão dificulta o 
acesso a laje de cobertura do reservatório 
Consequência(s) da anomalia: Risco de incidentes 
Grau de risco: Crítico 
Orientação técnica: Realizar a instalação de escada/alçapão para acesso a laje de cobertura do reservatório de acordo com a 
NR 18: Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Construção Civil e NR 12: Segurança no Trabalho de Máquinas e 
Equipamentos 
 
ITEM 58 DESCRIÇÃO 
Ausência de escada/alçapão de acesso a laje de 
cobertura do reservatório ( Manutenabilidade) 
ORDENAÇÃO 640 8 8 10 
GRAU NOTA GRAVIDADE URGÊNCIA TENDÊNCIA 
MÁXIMO 10 
risco à vida dos usuários, 
colapso da edificação, 
dano ambiental grave 
evolução imediata em ocorrência 
ALTO 8 
risco de ferimentos aos usuários, 
avaria não recuperável na edificação, 
contaminação localizada 
evolução a curto prazo a ocorrer 
MÉDIO 6 
insalubridade aos usuários, 
deterioração elevada da edificação, 
desperdícios dos recursos naturais 
evolução a médio prazo prognóstico p/ breve 
BAIXO 3 
incômodo aos usuários, 
degradação da edificação, 
uso não racional dos recursos naturais 
evolução a longo prazo prognóstico p/ adiante 
MÍNIMO 1 depreciação imobiliária não evoluirá imprevisto 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Imagem 438 
 
 
 
Imagem 438: Acesso inadequado. 
 
 
 
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170 
16. RECOMENDAÇÕES E ORIGENS DAS MANIFESTAÇÕES 
PATOLÓGICAS: 
 
Em relação à emissão do Manual de Uso, Operação e 
Manutenção completo das construtoras aos condôminos, o que de acordo com 
a NBR 14037 - Manual de operação, uso e manutenção das edificações, é 
obrigatório após a entrega do empreendimento e facilitaria o entendimento para 
os usuários, além disso, reduziria a responsabilidade dos construtores em 
relação às não conformidades identificadas. 
 
¨ (...)5.1 O proprietário de uma edificação, responsável pela 
sua manutenção, deve observar o estabelecido nas normas 
técnicas e no manual de operação, uso e manutenção 
de sua edificação, se houver. 
5.2 No caso de propriedade condominial, os proprietários 
condôminos, responsáveis pela manutenção de partes 
autônomas individualizadas e co-responsáveis pelo 
conjunto da edificação, devem observar e fazer observar 
o estabelecido nas normas técnicas e no manual de operação, 
uso e manutenção de sua edificação, se houver. (grifo 
nosso) 
5.3 O proprietário pode delegar a gestão da manutenção 
de uma edificação para empresa ou profissional legalmente 
habilitado.(...) 
 É importante destacar que a referida norma NBR 5674, 
não obriga o condomínio instituir e executar o Programa de Manutenção 
Preventiva. A NBR 5674 tem como objetivo, conforme o texto extraído da 
norma, fixar os procedimentos de orientação para organização de um sistema 
de manutenção de edificações. 
 Entretanto, no item 5.2 acima destacando em sublinhado, 
diz que é de responsabilidade do condomínio, proprietários condôminos, 
responsáveis pela manutenção de partes autônomas individualizadas e 
corresponsáveis pelo conjunto da edificação, observar e fazer observar o 
estabelecido no manual de operação, uso e manutenção de sua edificação, se 
houver. 
 Porém a norma que regulamenta o Manual de operação, 
uso e manutenção de edifícios, é a NBR 14037, que especificamente no item 
7.1 diz que: 
7.1 A elaboração do Manual de operação, uso e manutenção 
da edificação é uma obrigação do responsável pela 
produção da edificação. 
 
 
 
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171 
7.2 O responsável pela produção da edificação deve entregar 
formalmente ao primeiro proprietário da edificação um exemplar 
do Manual.” 
 
 
7.3 Em edificações condominiais devem ser entregues: 
a) um exemplar do Manual com informações sobre 
cada unidade autônoma aos seus proprietários, incluindo 
nele também informações julgadas necessárias 
sobre componentes, instalações e equipamentos 
de áreas comuns; 
 
b) um exemplar do Manual específico às áreas e 
equipamentos comuns ao síndico administrador do 
condomínio,(grifo nosso) incluindo o conjunto completo de 
projetos e discriminações técnicas previsto em 6.1-e). 
 
 Além isso, podemos salientar que a NBR 14037, diz que 
a elaboração do Manual é uma obrigação do responsável pela produção da 
edificação, especificamente no item 6.6 diz que : 
 
O Manual deve apresentar informações sobre procedimentos 
recomendáveis para a manutenção da edificação, 
contendo: 
a) a especificação de procedimentos gerais de manutenção 
para a edificação como um todo e procedimentos 
específicos para a manutenção de componentes, 
instalações e equipamentos; 
b) a especificação de um programa de manutenção 
preventiva de componentes, instalações e equipamentos 
relacionados à segurança e salubridade da 
edificação;(grifo nosso) 
c) a identificação de componentes da edificação mais 
importantes em relação à frequência ou riscos 
decorrentes da falta de manutenção, descrevendo 
as consequências prováveis da não realização das 
atividades de manutenção; 
d) a recomendação da obrigatória revisão do Manual 
de operação, uso e manutenção quando da realização 
de modificações na edificação em relação ao 
originalmente construído e documentado no Manual. 
 
 
 
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ITEM DESCRIÇÃO ORIGEM
1 Corrosão dos parafusos utilizados na fixação das telhas Vício Construtivo 
2
Possibilidade de transbordo de lajes
Ausência de Manutenção Periódica (caso esteja 
informado pela construtora no manual)
3
Formação de lâminas d´água 
Vício Construtivo e Manutenção inadequada 
(construtora)
4
Destacamentos de reboco/contrapiso/proteção mecânica e manutenções 
inadequadas
Vício Construtivo e Manutenção inadequada 
(construtora)
5 Fissuração das mantas asfálticas Manutenção inadequada (construtora)
6 Trincas no contrapiso/proteção mecânica das lajes Vício Construtivo 
7 Fissuras em formato ¨mapeadas¨ nas paredes Vício Construtivo 
8 Trincas nas quinas das janelas e portas Vício Construtivo 
9 Fissuras na alvenaria (shafts) Vício Construtivo 
10 Trincas entre estrutura e alvenaria e/ou entre alvenarias Vício Construtivo 
11 Fissuras entre alvenaria antiga e alvenaria nova Vício Construtivo 
12 Trincas e rachaduras inclinadas e deslocamentos de paredes Vício Construtivo 
13
Trincas e rachaduras nas paredes e abaulamentos das lajes/bases de 
concreto 
Vício Construtivo 
14 Brechas entre estruturas Vício Construtivo 
15 Corrosão em estruturas Vício Construtivo 
16 Corrosão dos componentes da edificação Vício Construtivo 
17 Corrosão dos parafusos dos guarda-corpos Vício Construtivo 
18 Manchas nos tetos Vício Construtivo 
19 Manchas, trincas e destacamentos Vício Construtivo 
20 Destacamento do reboco/pingadeiras Vício Construtivo 
21 Azulejos com som ¨cavo¨ Vício Construtivo22
Manchas nas fachadas
Ausência de Manutenção Periódica (caso esteja 
informado pela construtora no manual)
23 Fissuras, infiltrações e eflorescências nas paredes Vício Construtivo 
24 Infiltrações nos tetos e paredes Vício Construtivo 
25 Despadronização dos acabamentos Vício Construtivo 
26 Formação de bolhas nas paredes Vício Construtivo 
27 Bolhas nas paredes Vício Construtivo ou Uso inadequado
28 Infiltrações no entorno das esquadrias Vício Construtivo 
29 Manchas nas lajotas de concreto Vício Construtivo 
30 Desgaste superficial nos pisos de concreto Vício Construtivo 
31 Abaulamentos da pavimentação Vício Construtivo 
32 Trincas nos pisos alisados e contrapisos Vício Construtivo 
33 Destacamento do reboco Vício Construtivo 
34 Destacamento da rampa Vício Construtivo 
35 Pisos desalinhados Vício Construtivo 
36 Pisos cerâmicos com diferença de tonalidade Vício Construtivo 
37 Destacamento do piso cerâmico (¨ som ¨cavo¨) Vício Construtivo 
38 Acabamentos inapropriados Vício Construtivo 
39 Presença de materiais inapropriados Manutenção inadequada (construtora)
40 Dobradiças das portas danificadas Uso Inapropriado
41 Extintores com pressão insuficiente Manutenção inadequada (condomínio)
42 Indevida identificação dos extintores Ausência de Manutenção Periódica 
43 Odor advindo do medidor e registros de gás Vício Construtivo 
44 Materiais em rotas de saída de emergência Uso Inapropriado
45 Tubulação sem proteção e com dimensões inadequadas Vício Construtivo 
 Em relação às origens as manifestações patológicas, 
foram consideradas as seguintes situações: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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46 Possibilidade de vazamentos na tubulação Vício Construtivo 
47 Ausência de terminais de ventilação e altura inadequada Vício Construtivo 
48 Presença de apenas uma bomba de recalque em cada cisterna Vício Construtivo 
49 Fiação elétrica e cabos expostos Vício Construtivo e/ou Uso inadequado
50 Ausência de proteção nos cabos de descida do SPDA Vício Construtivo 
51 Trincas no contrapiso Vício Construtivo 
52 Manchas e bolhas em tetos eparedes Vício Construtivo 
53 Ausência de piso podotátil principalmente próximo aos obstáculos Vício Construtivo 
54 Alturas inadequadas dos boxes de garagem Vício Construtivo 
55 Acesso restrito às caixas d’água - Manutenabilidade Vício Construtivo 
56 Destacamento do contrapiso e instabilidade das escadas tipo ¨ marinheiro¨ Vício Construtivo 
57 Escada de acesso inadequada ( Manutenabilidade) Vício Construtivo 
58
Ausência de escada de acesso a laje de cobertura do reservatório 
(Manutenabilidade) 
Vício Construtivo 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Tabela 01 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Tabela 01: Origem das manifestações 
 
 
 
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17. ORDEM DE PRIORIDADES: 
 
 A ordem de prioridades é conceituada como uma 
ferramenta para se analisar as inconformidades diagnosticadas durante todo o 
processo, desde a análise de documentos contemplando as vistorias e 
constatações. 
 
 Para uma definição concisa das prioridades não se deve 
considerar apenas o grau de risco, e sim todo o entorno que envolve a 
patologia encontrada. Para esses aspectos incluem-se as causas ( anomalias 
e/ou falhas), as necessidades do usuários e a complexidade das manutenções. 
 
 Como parâmetro para definir o nível de importância de 
cada situação detectada, será aplicada a metodologia adaptada de GUT de 
Kepner e Tregoe, rotineiramente aplicada da seguinte forma: 
 
GRAU – GRAVIDADE – PESO 
 
Total – Perda de vidas humanas, do meio ambiente ou do próprio edifício - 10 
Alta – Ferimentos em pessoas,danos ao meio ambiente ou ao edifício – 8 
Média- desconfortos,deterioração do meio ambiente ou do edifício – 6 
Baixa – pequenos incômodos ou pequenos prejuízos financeiros – 3 
Nenhuma – Sem gravidade -1 
 
GRAU – URGÊNCIA – PESO 
 
Total – evento em ocorrência - 10 
Alta – evento prestes a acontecer – 8 
Média - evento prognosticado para breve – 6 
Baixa – evento prognosticado para diante – 3 
Nenhuma – evento imprevisto -1 
 
 
GRAU – TENDÊNCIA – PESO 
 
Total – evolução imediata - 10 
Alta – evolução em curto prazo – 8 
Média - evolução em médio prazo – 6 
Baixa – evolução em longo prazo – 3 
Nenhuma – não vai evoluir - 1 
 
 Com essas informações em mãos e de acordo com os 
diagnósticos apurados durante o laudo adéqua-se cada situação com o seu 
referido peso multiplicando entre si os 3 (três) valores de peso estipulados. Os 
de maior valor terão prioridade, decrescendo até os menores valores 
encontrados. 
 Para facilitar a interpretação segue a planilha com as anomalias 
e os respectivos valores: 
 
 
 
 
 
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ITEM DESCRIÇÃO
GRAU DE 
RISCO
TOTAL DE 
PONTOS
PRIORIDADES
12 Trincas e rachaduras inclinadas e deslocamentos de paredes crítico 1000 1
13 Trincas e rachaduras nas paredes e abaulamentos das lajes/bases de concreto crítico 1000 2
17 Corrosão dos parafusos dos guarda-corpos crítico 800 3
14 Brechas entre estruturas crítico 800 4
43 Odor advindo do medidor e registros de gás crítico 800 5
44 Materiais em rotas de saída de emergência crítico 800 6
49 Fiação elétrica e cabos expostos crítico 800 7
56 Destacamento do contrapiso e instabilidade das escadas tipo ¨ marinheiro¨ crítico 800 8
57 Escada de acesso inadequada ( Manutenabilidade) crítico 640 9
58
Ausência de escada/alçapão de acesso a laje de cobertura do reservatório ( 
Manutenabilidade) 
crítico 640 10
50 Ausência de proteção nos cabos de descida do SPDA crítico 640 11
41 Extintores com pressão insuficiente crítico 640 12
42 Indevida identificação dos extintores crítico 640 13
15 Corrosão em estruturas crítico 600 14
53 Ausência de piso podotátil principalmente próximo aos obstáculos crítico 512 15
3 Formação de lâminas d´água regular 480 16
4 Destacamentos de reboco/contrapiso/proteção mecânica e manutenções inadequadas regular 480 17
6 Trincas no contrapiso/proteção mecânica das lajes regular 480 18
10 Trincas entre estrutura e alvenaria e/ou entre alvenarias regular 480 19
11 Fissuras entre alvenaria antiga e alvenaria nova regular 480 20
16 Corrosão dos componentes da edificação regular 480 21
31 Abaulamentos da pavimentação regular 480 22
23 Fissuras, infiltrações e eflorescências nas paredes regular 480 23
34 Destacamento da rampa regular 480 24
24 Infiltrações nos tetos e paredes regular 480 25
51 Trincas no contrapiso regular 480 26
52 Manchas e bolhas em tetos eparedes regular 360 27
54 Alturas inadequadas dos boxes de garagem regular 360 28
55 Acesso restrito às caixas d’água - Manutenabilidade regular 360 29
32 Trincas nos pisos alisados e contrapisos regular 360 30
33 Destacamento do reboco regular 360 31
18 Manchas nos tetos regular 360 32
19 Manchas, trincas e destacamentos regular 360 33
20 Destacamento do reboco/pingadeiras regular 360 34
21 Azulejos com som ¨cavo¨ regular 360 35
7 Fissuras em formato ¨mapeadas¨ nas paredes regular 360 36
8 Trincas nas quinas das janelas e portas regular 360 37
9 Fissuras na alvenaria (shafts) regular 360 38
5 Fissuração das mantas asfálticas regular 360 39
45 Tubulação sem proteção e com dimensões inadequadas regular 360 40
46 Possibilidade de vazamentos na tubulação regular 360 41
48 Presença de apenas uma bomba de recalque em cada cisterna regular 360 42
37 Destacamento do piso cerâmico (¨ som ¨cavo¨) regular 360 43
26 Formação de bolhas nas paredes regular 360 44
30 Desgaste superficial nos pisos de concreto regular 360 45
27 Bolhas nas paredesmínimo 240 46
28 Infiltrações no entorno das esquadrias mínimo 240 47
22 Manchas nas fachadas mínimo 240 48
29 Manchas nas lajotas de concreto mínimo 180 49
1 Corrosão dos parafusos utilizados na fixação das telhas mínimo 180 50
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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2 Possibilidade de transbordo de lajes mínimo 180 51
25 Despadronização dos acabamentos mínimo 180 52
35 Pisos desalinhados mínimo 180 53
39 Presença de materiais inapropriados mínimo 180 54
40 Dobradiças das portas danificadas mínimo 180 55
47 Ausência de terminais de ventilação e altura inadequada mínimo 180 56
36 Pisos cerâmicos com diferença de tonalidade mínimo 90 57
38 Acabamentos inapropriados mínimo 90 58
 
 
 
 
 
 
 
 Tabela 02 
 
 
 
 Nos casos que as anomalias obtiveram as mesmas 
pontuações, deu-se prioridade para as que menos afetavam no fato de 
interdições, que despendiam menos recursos e maior facilidade de manutenção. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Tabela 02: Ordem de prioridades 
 
 
 
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18. ESTADO DE CONSERVAÇÃO GERAL DO EMPREENDIMENTO: 
 
 Realizando a análise de todos os riscos identificados e 
levando em consideração o riscos que as anomalias detectadas podem afetar a 
saúde e segurança de seus usuários, segue abaixo as constatações deste 
engenheiro para o estado de conservação do referido empreendimento: 
 
18.1 Classificação quando às condições técnicas: 
 
CRÍTICA excesso de anomalias corrigíveis e/ou incorrigíveis 
REGULAR quantidade aceitável de anomalias corrigíveis 
SATISFATÓRIA ausência ou quantidade mínima de anomalias corrigíveis 
 
 
 
18.2 Classificação quando às condições uso: 
 
CRÍTICA 
excesso de irregularidades incorrigíveis de 
segurança,habitabilidade, conforto e sustentabilidade 
REGULAR quantidade aceitável de irregularidades de uso corrigíveis 
SATISFATÓRIA ausência ou quantidade mínima de anomalias corrigíveis 
 
 
18.3 Classificação quando às condições de operação e manutenção: 
 
CRÍTICA excesso de falhas corrigíveis e/ou incorrigíveis 
REGULAR quantidade aceitável de falhas corrigíveis 
SATISFATÓRIA ausência ou quantidade mínima de falhas incorrigíveis 
 
18.4 Classificação quando às condições gerais: 
 
CRÍTICA impactos irrecuperáveis 
REGULAR impactos parcialmente recuperáveis 
SATISFATÓRIA ausência ou possibilidade mínima de impactos irrecuperáveis 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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178 
19. RECUPERAÇÃO DAS MANIFESTAÇÕES PATOLÓGICAS: 
 
19.1 Trincas: 
 
 Para esse tipo de recuperação, recomenda-se tomar as seguintes 
providências: 
 
19.1.1. Sistema de recuperação “A”: 
 
 Para este tipo de recuperação foram consideradas 
aquelas que apresentaram as seguintes manifestações patológicas: fissuras 
geométricas, ativas, sazonais, e reincidentes de menores proporções 
dimensionais. 
 
19.1.1.1. Modo de Aplicação: 
 
a) Preparação da superfície 
 
 Inicialmente, toda a superfície deve ser lavada com 
jato de água e raspada com espátula, para remoção de todas as partes soltas 
ou mal aderidas; 
 A superfície deve ser lixada e limpa, removendo-se a 
poeira, gordura, sabão ou mofo; 
 Abertura de sulco em “V” sobre a fissura por meio de 
abridor de fissuras; 
 
b) Fundo 
 
 Aplica-se uma demão de Fundo Preparador de 
Paredes, diluído com 10% de água, com trincha, nas fissuras; 
 Aguarda-se intervalo mínimo de 4 horas para 
secagem; 
 
c) Tratamento das fissuras 
 
 Aplica-se 01 demão de selante acrílico com aplicador, 
forçando-se em seguida com espátula para que o selante preencha 
completamente o sulco ; 
 
 Aplica-se a 2ª demão do selante com intervalo entre 
as demãos de no mínimo 24 horas. O intervalo entre demãos é necessário e 
obrigatório, uma vez que a cura do selante se dá por evaporação de água e 
retração por secagem na aplicação da 1ª demão; 
 Aplica-se duas demãos de tinta 100% acrílica sobre o 
local da fissura, sobre o selante acrílico; 
 O produto deve ser aplicado com pincel, diluído com 
10% de água. Aguardou-se o intervalo mínimo de 6 horas entre demãos 
 
 
 
 
 
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d) Acabamento final: 
 
 Aplica-se massa acrílica com desempenadeira para 
se uniformizar o revestimento em duas demãos, com intervalo de secagem de 
04 horas entre demãos; 
 Aplica-se uma demão de textura acrílica em todo o 
pano tratado, de forma a diminuir o mapeamento da região tratada; 
 Em seguida, devem ser aplicadas mais três demãos 
de tinta 100% acrílica como acabamento final do revestimento, diluídos em 10% 
em água e respeitados os intervalos de 4 horas entre demãos. 
 
 
 Imagem 439 
 
 
 
 
 Imagem 440 
 
 
 
 
 
 
Imagem 439 : Sistema de recuperação A. 
 
Imagem 440: (1) abertura de sulco sobre a fissura com 
disco de corte; (2) remoção da poeira; (3) aplicação de 
selante base acrílico em 1ª demão. 
 
 
 
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180 
19.1.2 Sistema de recuperação “B”: 
 
 Para este tipo de recuperação foram consideradas aquelas 
que apresentaram as seguintes manifestações patológicas: fissuras 
geométricas, ativas, sazonais, e reincidentes de maiores proporções 
dimensionais e gravidades. 
 
 
19.1.2.1.Modo de Aplicação: 
 
a) Preparação da superfície 
 
 A fissura deve ser aberta num perfil em forma de “V”, 
por meio de disco de corte, de forma a apresentarem, uma vez abertas, as 
seguintes dimensões aproximadas: 
 
• profundidade de 1,0 cm 
• largura de 1,0 cm 
 
 O acabamento da parede deve ser removido numa 
faixa de cerca de 20 cm em torno da fissura, contados 10 cm para cada lado, 
medidos a partir do eixo da mesma, até atingir o reboco, removendo-se todo o 
sistema de pintura existente (massa acrílica e tinta); 
 Deve ser eliminado todo o pó da fissura aberta, bem 
como das faixas laterais por meio de pincel de 2”; 
 
b) Fundo 
 
 Deve ser aplicada uma demão de Fundo Preparador 
de Paredes e aguardar secagem por 04 horas; 
 O Fundo deve ser aplicado com trincha na fissura e 
nas faixas laterais; 
c) Tratamento das fissuras 
 
 Deve ser preenchida fissura com duas demãos de 
selante acrílico por meio de aplicador. Deve ser utilizada uma espátula nesta 
aplicação, para que o material seja bem compactado no interior da fissura; 
 Aguarda-se intervalo de 48 horas, no mínimo, para 
secagem entre demãos; 
 Aguarda-se intervalo de 24 horas para secagem da 
última demão do selante acrílico; 
 Aplica-se uma demão farta de impermeabilizante 
acrílico, diluído com 10% de água, sobre a fissura e as faixas laterais; 
 Aguarda-se 06 horas, no mínimo, para secagem; 
 Aplica-se segunda demão do impermeabilizante 
acrílico, da mesma forma que no item anterior, fixando nesta etapa uma tela de 
poliéster, de 20 cm de largura, sobre toda a faixa da fissura, tendo como 
orientação o eixo da trinca; 
 Aguarda-se 06 horas, no mínimo, para secagem. 
 
 
 
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 Imagem 441 
 
 
 
 
 
 Imagem 442 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Imagem 441 : Sistema de recuperação B. 
 
Imagem 442: (1) abertura de sulco sobre a fissura com disco de 
corte; (2) e (3)remoção do acabamento da parede com 20 cm de 
largura;(4) aplicação de selante base acrílico em 1ª demão. 
 
 
 
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 Imagem 443 
 
 
 
 
 
 
 
d) Acabamento final: 
 
 Deve-se proceder um novo nivelamento, sobre as 
partes anteriormente rebaixadas, com massa acrílica, aplicada em camadas 
finas e sucessivas, não ultrapassando espessura final superior de 3 mm; 
 Aplica-se 2 demãos de tinta látex acrílica, com 
diluição de 30% a 40% de água na primeira demão, e de 10% a 20% na 
segunda. Utiliza-se de rolo de lã, aguardando um intervalo mínimo de 04 horas 
entre demãos. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Imagem 443: (1) fissura selada com 2ª demão; (2) aplicação de 1ª 
demão de impermeabilizante acrílico;(3) 2ª demão de impermeabilizante 
acrílico estruturado com tela de poliéster; (4) materiais utilizados: 
(F)undo (P)reparador de (P)aredes, (S)elante (A)crílico e 
(I)mpermeabilizante (A)crílico. 
 
 
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183 
19.2. Corrosão da armadura: 
 
 Para esse tipo de recuperação, recomenda-se tomar 
as seguintes providências: 
 
19.2.1. Retirada do concreto: 
 
 Retirada do concreto através de discos de corte e 
posterior apicoamento com ponteiras de aço auxiliadas por marretas até 2 a 3 
cm atrás do aço corroído para que o novo concreto consiga abranger todo o 
entorno evitando falhas na execução; 
 
 
Imagem 444 
 
 
 
 
 Imagem 445 
 
 
 
Imagem 444 : Corte do concreto 
 
Imagem 445 : Apicoamento do concreto 
 
 
 
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19.2.2. Lixamento do aço: 
 
 Lixamento do aço corroído com lixa 80 para retirada 
de todo o aço com ferrugem; 
 
 
 
Imagem 446 
 
 
 
 
19.2.3. Proteção do aço: 
 
 Aplicação de primer com alto teor de zinco utilizado 
como proteção do aço a novos ataques que acarretem a corrosão; 
 
 Recomenda-se aplicar 2 demãos, sendo a segunda 
logo após a primeira; 
 
 A aplicação do produto dever ser feita no máximo em 
3 horas após o preparo da base; 
 
 
 
 
Imagem 446 : Lixamento do aço 
 
 
 
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185 
 
Imagem 447 
 
 
 
19.2.4. Aplicação da argamassa: 
 
 A superfície pintada deve ser preenchida com a 
argamassa polimérica de alta resistência estrutural para reparos horizontais; 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Imagem 448 
 
 
 
Imagem 447: Aplicação de primer 
 
Imagem 448: Preparação da argamassa 
 
 
 
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 Com auxílio de uma colher de pedreiro, preencher o 
local do reparo e dar acabamento com desempenadeira metálica; 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Imagem 449 
 
 
 
 
 Após o início do endurecimento, manter a superfície 
umedecida e coberta por plástico ou sacos úmidos por no mínimo 1h 30min; 
 
 
 
19.3. Pisos de concreto: 
 
19.3.1. Trincas e fissuras: 
 
 Para esse tipo de recuperação, recomenda-se tomar as seguintes 
providências 
 Caracterizam-se por fissuras regulares, geralmente 
paralelas às juntas serradas e são causadas pelo atraso no corte, reforço 
inadequado ou restrição à movimentação da placa, como no caso de placas 
com espessura muito irregular por deficiência no preparo da base. 
 O tipo de reparo irá depender da origem da patologia. As 
mais fáceis de reparar são as originadas pelo atraso no corte. Nesse caso, 
quando estiverem muito próximas às juntas (de 5 cm a 10 cm) basta selá-las, da 
mesma forma que se faz nas juntas, empregando os mesmos materiais 
definidos no projeto do piso. 
 Se estiverem mais afastadas, é necessário inicialmente 
estabilizá-las ou por colagem com material epoxídico ou poliuretano, por 
exemplo, ou pela costura com barras de aço, inseridas de forma inclinada na 
lateral da fissura e coladas com epóxi, de modo a unir as duas faces da fissura, 
que posteriormente deve ser selada com material epoxídico. 
 Quando a causa da fissura é reforço insuficiente ou placa 
com movimentação restringida, a solução terá de ser mais complexa, 
normalmente executando-se juntas complementares, que nesse caso deverão 
ser tratadas para garantir a transferência de carga. 
 
Imagem 449: Aplicação da argamassa 
 
 
 
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 Imagem 450 
 
 
 
 
19.3.2. Delaminação: 
 
 Para esse tipo de recuperação, recomenda-se tomar as seguintes 
providências: 
 O tipo de tratamento mais empregado é o reparo com 
argamassas poliméricas, principalmente as epoxídicas, que permitem 
espessuras de 3 mm a 6 mm. 
 Também podem ser empregadas as argamassas 
cimentícias, modificadas com polímeros, mas, vale lembrar que nesse caso 
deve-se trabalhar com espessuras mais elevadas, acima de 8 mm. 
 O reparo do piso consiste inicialmente no recorte da área 
danificada, formando uma figura geométrica regular, e na regularização da 
superfície de modo a garantir a espessura mínima para o material que será 
empregado no reparo, ampliando no mínimo 5cm para cada lado afetado. 
 
 
Imagem 450 : Trincas. 
 
 
 
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188 
 
 Imagem 451 
 
 
 O próximo passo é a aplicação de um primer (especificado 
pelo fabricante do produto, caso haja necessidade) e, em seguida, da 
argamassa. 
 No caso das argamassas epoxídicas, após a cura do 
produto, é possível fazer o lixamento. 
 
 Imagem 452 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Imagem 451: Preparação 
 
Imagem 452 : Preenchimento 
 
 
 
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189 
19.4. Umidade ascendente: 
 
 Para esse tipo de recuperação, recomenda-se tomar as 
seguintes providências: 
 
 Cortar o reboco até 70 cm da umidade mais elevada 
na parede; 
 Execução de camada de regularização para manter a 
superfície plana com argamassa 1:3 ( cimento/areia); 
 
 
 
Imagem 453 
 
 
 
 Aplicação de 3 demão cruzadas de cristalizante (ex.: 
TEC 100, VIAPLUS 100, SIKATOP,......); 
 Aplicação de chapisco; 
 Rebocar com aditivo hidrófugo (ex.: VEDACIT) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Imagem 454 
 
 
Imagem 453: Retirada do reboco e regularização 
Imagem 454: Aplicação de cristalizante, chapisco e reboco 
 
 
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190 
20. CONCLUSÕES: 
O empreendimento vistoriado apresenta um estado de 
construção considerado com deficiências, especialmente em razão das não 
conformidades identificadas, que apesar de ter sido entregue há 
aproximadamente cinco anos, geraram manifestações patológicas, as quais 
retratam aspecto desagradável na estrutura construtiva que compõe o bem. 
Pelo aspecto das anomalias detectadas, constatou-se que 
na maioria dos casos a combinação de materiais aplicados indevidos e a 
execução ineficiente de serviços, além de ausência de algumas manutenções 
periódicas e usos inadequados ocasionaram manifestações patológicas ou a 
prováveis patologias no futuro em toda a extensão do empreendimento. 
Em relação às obrigações da Construtora e do 
Condomínio, deverão ser providenciados todos os reparos necessários 
utilizando materiais de primeira qualidade juntamente com uma execução de 
qualidade dentro das normas de construção vigentes e gerenciados por 
engenheiros devidamente habilitados pelo Conselho Regional de Engenharia e 
Agronomia (CREA), juntamente com a Anotação de Responsabilidade Técnica 
(ART). 
No tocante à estabilidade construtiva, existem evidências 
que venham a acarretar em risco iminente para seus usuários, além disso, 
sabendo que danos de origem construtivadeficiente apresentam caráter 
progressivo, possibilitando que venha a ocorrer um agravamento da situação 
ora constatada, evoluindo para um quadro de maior gravidade, em caso de não 
serem introduzidos os reparos necessários. 
Recomenda-se que a construtora forneça ao Condomínio 
o Manual de Manutenção Preventiva das Áreas Comuns completo, dentro das 
normas vigentes, onde apresente todas as periodicidades em que os 
componentes e equipamentos da edificação devem ser vistoriados e ,caso 
necessário, trocados ou reparados, para que se aumente a vida útil, dando 
assim mais qualidade e segurança aos seus usuários. 
Além disso, a Construtora tem a obrigação de fornecer o 
Manual de Garantias completo , este estipula as responsabilidades entre 
Construtora e Condomínio, onde constam os seus direitos e deveres caso 
ocorra algum problema estético ou funcional em seus componentes e/ou 
equipamentos, sempre de acordo com CDC – Código de Defesa do 
Consumidor ou Código Civil (conforme Normas da época da execução do 
empreendimento, uma vez que atualmente são aplicadas conforme a NBR 
15575 – Norma de desempenho). 
 Estes documentos devidamente entregues ao 
Condomínio resguardam a Construtora quando evidenciadas manifestações 
patológicas decorrentes de uma manutenção preventiva ineficiente, 
caracterizando uma falha. Nestes casos a Construtora exime-se de culpa 
acarretando assim a responsabilidade ao Condomínio, deixando claro que em 
caso de não aplicação de manutenção preventiva pelo Condomínio gera a 
perda de garantia do devido componente da edificação. 
 Uma vez que a Construtora não fornece os documentos 
citados acima aos usuários considerados leigos no assunto, o Condomínio pode 
 
 
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191 
alegar uma insuficiência de informações e treinamentos para aplicação dos 
Manuais como o de Manutenção Preventiva, Uso, Operação e o de Garantias, 
obrigado assim a Construtora a realização dos reparos na edificação. 
 
21. CONSIDERAÇÕES FINAIS: 
Tendo cumprido todas as etapas necessárias à completa 
caracterização técnica da situação atual de conservação e estabilidade 
apresentada pelo empreendimento em referência, bem como feita a anexação 
das peças recomendáveis e essenciais aos esclarecimentos que o caso requer, 
damos este laudo como encerrado, testificando que o mesmo é composto de 
páginas impressas em faces únicas, todas devidamente rubricadas pelo 
Engenheiro Civil, inclusive os anexos, com exceção desta última que vai por ele 
assinada por extenso, com sua qualificação profissional. 
 
 Criciúma, setembro de 2017. 
 
 
 
 
TIAGO DIEHL DE SOUZA, Esp. 
Engº Civil 93204-3 – CREA/SC 
Especialista em Auditorias, Perícias e Avaliações de Engenharia 
Perito e Avaliador Judicial 0423- IBAPE/SC 
Corretor de Imóveis 17810 – CRECI/SC 
Graduado em Engenharia Civil pela 
Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC 
Especialista em Gestão de Obras e Projetos 
 pela Universidade Cruzeiro do Sul /SP 
Especialista em Auditoria, Perícias e 
Avaliações de Engenharia - IPOG 
Membro do Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias de 
Engenharia de Santa Catarina – IBAPE/SC 
Mestrando em Patologia em Edificações pela 
Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC 
 
 
 
 
RELAÇÃO DE ANEXOS 
 
01.Imagens ilustrativas mostrando a localização do empreendimento vistoriado. 
02.Pencard com a documentação digital. 
03. Glossário 
04. Bibliografia. 
05. ART do Responsável Técnico pelo Laudo. 
 
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 ANEXO 01 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Localização do Estado de Santa Catarina e da Cidade de Araranguá 
Fonte: Google Earth, 2017 (www.googlemaps.com) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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 Localização do Edifício Residencial City 
Fonte: Google Earth, 2017 (www.googlemaps.com) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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ANEXO 02 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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 ANEXO 03 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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 GLOSSÁRIO 
 
 ÁGUA DE PERCOLAÇÃO: Água que atua sobre superfícies, não 
exercendo pressão hidrostática superior a 1 kPa. (ABNT – NBR 8083/JUL83) 
 ÁGUA SOB PRESSÃO: Água confinada ou não, exercendo 
pressão hidrostática superior a 1 kPa. (ABNT – NBR 8083/JUL83) 
 ARGAMASSA IMPERMEÁVEL: Sistema de impermeabilização, 
aplicação em superfície de alvenaria ou concreto, constituído de areia, cimento, 
aditivo impermeabilizante e água, formando uma massa que endurecida 
apresenta propriedades impermeabilizantes. (ABNT – NBR 8083/JUL83) 
 ARMAÇÃO: Conjunto de barras de aço que compõe as peças de 
concreto armado. 
 ASFALTO: Material sólido ou semi-sólido, de cor preta, que ocorre 
na natureza ou é obtido pela destilação de petróleo, que se funde gradualmente 
pelo calor, e no qual os constituintes predominantes são os betumes. (ABNT – 
NBR 8083/JUL83). 
 ATERRAMENTO : Ligação elétrica intencional com a terra. 
 AVARIA: Dano causado em qualquer bem, ocasionado por defeito 
ou outra causa a ele externo. 
 BALDRAME: Conjunto de vigas de concreto armado que corre 
sobre qualquer tipo de fundação. 
 BEIRAL: Prolongamento do telhado para além da parede externa, 
protegendo-a da ação das chuvas. 
 BRECHA: Abertura superficial que secciona integral ou 
parcialmente um elemento construtivo. ( abertura maior que 10,0 mm) 
 BRISE: Do francês brise-soleil. Quebra-sol instalado vertical ou 
horizontalmente diante de fachadas para impedir a ação do sol sem perder a 
ventilação. 
 CAIBRO: Peça de madeira que sustenta as ripas do telhado ou de 
assoalhos. Nos telhados, o caibro se assenta nas cumeeiras, nas terças e nos 
frechais. No assoalho, se apoia nos barrotes 
 CARGA INSTALADA : Soma das potências nominais dos 
equipamentos de uma unidade de consumo que, após concluídos os trabalhos 
de instalação, estão em condições de entrar em funcionamento. 
 
 
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199 
 CARBONATAÇÃO: É o processo pelo qual o concreto reage com 
o dióxido de carbono presente no meio, transformando o hidróxido de cálcio 
presente, em carbonato de cálcio mais água, gerando a diminuição da 
alcalinidade da peça e a redução de volume (retração por carbonatação). 
 CIRCUÍTO ELÉTRICO: Conjunto de corpos ou de meios no qual 
pode haver corrente elétrica. 
 COBRIMENTO: Capeamento da armação em uma peça de 
concreto armado. 
 CONDOMÍNIO: Forma de propriedade na qual o bem pertence a 
mais de um proprietário. 
 CONDUTOR: Fio, cabo ou conjunto de cabos, destinado 
especificamente a conduzir corrente elétrica. 
 CONJUNTO RESIDENCIAL: Uma ou mais edificações, isoladas ou 
agrupadas, vertical ou horizontalmente, ocupando um ou mais lotes, dispondo 
obrigatoriamente de espaços e instalações de utilização comum, caracterizadas 
como bens em condomínio do conjunto. 
 CONSERVAÇÃO: Ato de mantero bem em estado de uso 
adequado à sua finalidade, que implica em maiores despesas que as de uma 
simples manutenção. 
 CONSTRUÇÃO: Ato, efeito, modo ou arte de construir. Edificação. 
 CONSTRUIR: Edificar, levantar prédios. Conjunto de materiais e 
serviços, sendo ordenado conforme projeto visando à sua transformação num 
bem.. 
 CONTRAVENTAMENTO: Sistema de ligação entre os elementos 
principais de uma estrutura com a finalidade de aumentar a rigidez da 
construção. 
 CONTRAVERGA: Viga de concreto usada sob a janela para 
distribuir tensões e evitar a fissuração da parede. 
 CONSUMO (Elétrica) : Quantidade de energia elétrica absorvida 
em um dado intervalo de tempo. Unidade de medida ( kWh ) 
 CORRENTE ELÉTRICA: Movimento ordenado dos elétrons livres 
nos fios. Unidade de medida: Ampére ( A ). 
 CORROSÃO: Ataque das armações através de processo de 
deterioração eletroquímica. 
 
 
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200 
 CUMEEIRA: Parte mais alta do telhado, para onde convergem as 
superfícies inclinadas (águas). Também chamada de espigão horizontal. 
 CURTO - CIRCUÍTO : Ligação intencional ou acidental entre dois 
pontos de um sistema ou equipamento elétrico, ou de um componente, através 
de uma impedância desprezível 
 DEGRADAÇÃO: Desgaste dos componentes e sistemas das 
edificações em decorrência do efeito do transcurso do tempo, uso e 
interferências do meio. 
 DETERIORAÇÃO: Desgaste de seus componentes em razão de 
uso ou manutenção inadequados (Parte:1) 
 DESAGREGAÇÃO: Degradação de um componente construtivo 
pelo seu descolamento, pulverulência, baixa resistência superficial, etc. 
 DESCOLAMENTO: Perda de aderência de camadas delgadas de 
um sistema de revestimento. DESEMPENHO: Capacidade de atendimento das 
necessidades dos usuários ou consumidores de um bem ou serviço. 
 DESMORONAMENTO: Ruína de maciços terrosos, taludes, ou 
outros materiais friáveis ou estocados. 
 DISJUNTOR : Dispositivo destinado a desligar automaticamente 
um circuito elétrico sempre que ocorrer sobrecarga da corrente ou curto - 
circuito. 
 EDIFICAÇÃO: Edifício, construção. Produto constituído pelo 
conjunto de elementos definidos e integrados em conformidade com os 
princípios e técnicas da Engenharia e da Arquitetura, para, ao integrar a 
urbanização, desempenhar funções ambientais em níveis adequados. (NBR 
5674/1.999). 
 EFLORESCÊNCIA: Depósito de material esbranquiçado e 
pulverulento de sais minerais que se forma na superfície de revestimentos em 
decorrência da evaporação da água que os conduziu a partir da base. 
 ELASTÔMERO: Polímeros naturais ou sintéticos que se 
caracterizam por apresentar módulos baixos de elasticidade inicial e 
deformação permanente. (NBR 8083) 
 ELETRODUTO: Conduto destinado a alojar e proteger 
mecanicamente os condutores elétricos. 
 
 
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201 
 EMPOLAMENTO: Descolamento do revestimento em forma de 
empolas ou vesículas. 
 EMPREENDIMENTO: Conjunto de bens capaz de produzir 
receitas por meio de comercialização ou exploração econômica. Pode ser: 
imobiliário (ex.: loteamento, prédios comerciais/residenciais) de base imobiliária 
(ex.: hotel, “shopping center”, parques temáticos), industrial ou rural (NBR 
14653-1). 
 ENGENHARIA LEGAL: Parte da engenharia que atua na interface 
técnico-legal envolvendo avaliações e toda espécie de perícias relativas a 
procedimentos judiciais (NBR 14653-1). 
 ENTRADA CONSUMIDORA: Conjunto de equipamentos, 
condutores e acessórios instalados entre o ponto de entrega e a medição e 
proteção inclusive. 
 EQUIPAMENTO: o conjunto de todos os bens tangíveis 
necessários para o funcionamento de um sistema de produção industrial ou 
agropecuário. 
 ESTANQUEIDADE: Propriedade conferida pela 
impermeabilização, de impedir a passagem de fluídos. (NBR 8083). 
 ESTRUTURA: Disposição e forma de construção da parte que 
sustenta um edifício. 
 ESTUFAMENTO: Descolamento do revestimento, em formato 
aproximadamente circular, com diâmetro superior a 10cm. 
 FENDA: Abertura acentuada e profunda que secciona integral ou 
parcialmente um elemento construtivo. ( abertura acima de 10,0 mm) 
 FISSURA: Abertura superficial que secciona integral ou 
parcialmente um elemento construtivo. ( abertura menor que 0,5 mm) 
 GABARITO: Altura máxima de uma edificação permitida 
legalmente para um determinado local. 
 GALPÃO: Construções de um só pavimento geralmente utilizadas 
com instalações industriais de qualquer porte. 
 GAMBIARRA: Instalação ou reparação provisória, de qualquer 
natureza, mal feita ou feita em desobediência às normas técnicas. 
 
 
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202 
 HIDRÓFUGO: Característica de um produto químico que, 
acrescentado às argamassas, tintas e vernizes, tem a função de repelir a água 
da superfície. 
 IDADE APARENTE: A atribuída ao bem de modo a refletir sua 
utilização, estado de conservação, partido arquitetônico, entre outros. 
 IDADE REAL: Tempo decorrido desde a conclusão de fato da 
construção ou fabricação até a data de referência. 
 IMPERMEABILIZAÇÃO: Proteção das construções contra a 
passagem de fluídos. (NBR 8083). 
 IMÓVEL: Bem constituído de terreno e eventuais benfeitorias a ele 
incorporadas. Pode ser classificado como urbano ou rural, em função da sua 
localização, uso ou vocação 
 INSPEÇÃO: Avaliação do estado da edificação e de suas partes 
constituintes, realizada para orientar as atividades de manutenção. (NBR 
5674/1.999). 
 INSPEÇÃO PREDIAL: vistoria da edificação para determinar suas 
condições técnicas, funcionais e de conservação, visando direcionar o plano de 
manutenção. 
 INSTALAÇÃO: Conjunto de aparelhos, peças ou dispositivos 
necessários ou acessórios à utilização de um bem (NBR 14653-1). 
 INSTALAÇÃO ELÉTRICA: Conjunto das partes elétricas e não 
elétricas necessárias ao funcionamento de um sistema elétrico, ou de uma parte 
determinada do mesmo. 
 INSTALAÇÕES HIDRÁULICO-SANITÁRIAS: Conjunto de 
instalações prediais compreendidas pelas instalações de água fria (recalque e 
distribuição), instalações de esgotamento de efluentes 
 LAUDO: Parecer técnico escrito e fundamentado, emitido por um 
especialista indicado por autoridade, relatando resultado de exames e vistorias, 
assim como eventuais avaliações com ele relacionados. 
 LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO: Planta topográfica com 
razoável grau de precisão que individualize um imóvel com suas divisas 
legendadas e orientadas com rumos ou azimutes e distâncias de cada 
segmento, com coordenadas nos vértices. 
 LIDE: Conflito de interesses suscitado em juízo ou fora dele. 
 
 
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203 
 MALHA DE ATERRAMENTO : É constituída de eletrodos de 
aterramento e condutores nus interligados e enterrados no solo. 
 MANCHA: Área de um revestimento com coloração ou textura 
diferente da existente no entorno. 
 MANUAL DE OPERAÇÃO, USO E MANUTENÇÃO: Documento 
que reúne apropriadamente todas as informações necessárias para orientar as 
atividades de operação, uso e manutenção do bem. 
 MANUTENÇÃO: Ações preventivas ou corretivas necessárias para 
preservar as condições normais de utilização de um bem. 
 MANTA: Produto impermeável, industrializado, obtido por 
calandragem, extensão ou outros processos, com características definidas. 
(NBR 8083). 
 MASTIQUE: Material de consistência pastosa, com cargas 
adicionais a si, adquirindo o produto final consistência adequada para ser 
aplicado em calafetações rígidas, plásticas ou elásticas. (NBR 8083). 
 NICHO: Reentrância feita na parede para abrigar armários, 
prateleiras ou guardar eletrodomésticos. 
 NÍVEL DE INSPEÇÃO PREDIAL: classificação quanto à 
complexidade da vistoria e a elaboração de seu laudofinal, quanto à 
necessidade da gama de especialistas envolvidos e a profundidade nas 
constatações dos fatos. 
 PADRÃO CONSTRUTIVO: Qualidade das benfeitorias em função 
das especificações dos projetos, materiais, execução e mão de obra 
efetivamente utilizados na construção. 
 PARECER TÉCNICO: Relatório circunstanciado, ou 
esclarecimento técnico emitido por um profissional capacitado e legalmente 
habilitado sobre assunto de sua especialidade (NBR 14653-1). 
 PATOLOGIA CONSTRUTIVA: é o estudo que se ocupa da 
natureza das modificações estruturais e ou funcional, produzindo anomalias 
construtivas. 
 PAVIMENTO: Conjunto de edificações cobertas ou descobertas 
situadas entre os planos de dois pisos sucessivos ou entre o do último piso e a 
cobertura. 
 
 
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204 
 PÉ-DIREITO: Distância vertical entre o piso e o teto. PEITORIL: 
travessa situada na parte superior do guarda-corpo. 
 PERCOLAÇÃO: Passagem de um líquido através de um meio. 
 PERÍCIA: Atividade técnica realizada por profissional com 
qualificação específica, para averiguar e esclarecer fatos, verificar o estado de 
um bem, apurar as causas que motivaram determinado evento, avaliar bens, 
seus custos, frutos ou direitos (NBR 14653-1). 
 PERITO: Profissional legalmente habilitado, idôneo e especialista, 
convocado para realizar uma perícia. PESQUISA: Conjunto de atividades de 
identificação, investigação, coleta, seleção, processamento, análise e 
interpretação de resultados sobre dados de mercado(NBR 14653-1). 
 PLATIBANDA: Moldura contínua, mais larga do que saliente, que 
contorna uma construção acima dos frechais, formando uma proteção ou 
camuflagem do telhado. 
 PREVISÃO ORÇAMENTÁRIA (MANUTENÇÃO): Estimativa do 
custo para a realização de um programa de manutenção. (NBR 5674/1.999). 
 PROFILAXIA: Medidas preventivas adotadas para solução de 
patologias. 
 PROJETO: Descrição gráfica e escrita das características de um 
serviço, fabricação, montagem ou obra de Engenharia ou de Arquitetura, 
definindo seus atributos técnicos, econômicos, financeiros e legais. 
 RACHADURA: Abertura acentuada e profunda que secciona 
integral ou parcialmente um elemento construtivo. ( abertura entre 1,5 e 5,0 mm) 
 RECALQUE: Rebaixamento de parte de uma obra, após ou 
durante a sua construção. 
 RECUO OU AFASTAMENTO: Medida obrigatória de afastamento 
das divisas, em virtude de restrição legal que disciplina o uso do imóvel. 
 RISCO (Perícias): Perigo, probabilidade ou possibilidade de 
ocorrência de dano. 
 RUPTURA: Seccionamento integral ou parcial de um elemento ou 
componente que reduz significativamente sua capacidade de resistência. 
 SERVIÇO DE MANUTENÇÃO: Intervenção realizada sobre a 
edificação e suas partes constituintes, com a finalidade de conservar ou 
recuperar a sua capacidade funcional. (NBR 5674/1.999). 
 
 
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205 
 SISTEMA DE MANUTENÇÃO: Conjunto de procedimentos 
organizado para gerenciar os serviços de manutenção. (NBR 5674/1.999). 
 SISTEMA DE ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA: Conjunto de 
componentes e equipamentos que, em funcionamento, proporciona a 
iluminação suficiente e adequada para permitir a saída fácil e segura do público 
para o exterior, no caso da interrupção normal; como também proporciona a 
execução das manobras de interesse de segurança e intervenção de socorro e 
garante a continuação do trabalho daqueles locais onde não possa haver 
interrupção da iluminação. 
 SISTEMA DE PROTEÇÃO CONTRA DESCARGAS 
ATMOSFÉRICAS : Sistema completo destinado a proteger uma estrutura contra 
os efeitos das descargas atmosféricas. 
 TERÇA: Viga de madeira que sustenta os caibros do telhado. Peça 
paralela à cumeeira e ao frechal. 
 TESOURA: Conjunto de peças de madeira ou de ferro, que 
sustenta a cobertura de um edifício. 
 TESTADA: O mesmo que frente. 
 TIRANTE: Barra de uma estrutura que se presta a suportar 
principalmente os esforços de tração Nas tesouras de telhado costumam ser 
utilizados tensores metálicos ou vigas horizontais de madeira. 
 TRINCA: Abertura acentuada e profunda, em estágio intermediário 
entre a fissura e a rachadura. ( abertura de 0,5 mm a 1,5 mm) 
 USUÁRIO: Pessoa física ou jurídica, ocupante permanente ou não 
permanente da edificação. (NBR 5674/1.999). 
 VAZAMENTO: Efeito do escapamento de fluído em região não 
prevista e indesejada. 
 VERGA: Viga de concreto usada sobre os vãos de portas ou 
janelas para distribuir tensões e evitar a fissuração da parede. 
 VESÍCULA: Descolamento pontual em um revestimento, em forma 
de pequena cratera com diâmetro inferior a 10cm. 
 VÍCIOS: anomalias que afetam o desempenho de produtos ou 
serviços, ou os tornam inadequados aos fins a que se destinam, causando 
transtornos ou prejuízos materiais ou financeiros a outrem. Podem decorrer de 
 
 
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falha de projeto, ou da execução, ou ainda da informação defeituosa sobre sua 
utilização ou manutenção. 
 VÍCIOS REDIBITÓRIOS: São os vícios ocultos que diminuem o 
valor da coisa ou a tornam imprópria ao uso a que se destina, existentes no 
momento da venda, e que. se fossem do conhecimento prévio do adquirente, 
ensejariam pedido de abatimento do preço pago, ou inviabilizariam a compra. 
 VIDA ÚTIL: Intervalo de tempo ao longo do qual um bem e suas 
partes constituintes atendem aos requisitos funcionais para os quais foram 
projetados, obedecidos os planos de operação, uso e manutenção prevista. 
 VIDA REMANESCENTE: Vida utilizável de um bem, em condições 
insatisfatórias, após o término de sua vida útil. 
 VISTORIA: Constatação local de fatos, mediante observações 
criteriosas em um bem e nos elementos e condições que o constituem ou o 
influenciam (NBR 14653-1). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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 ANEXO 04 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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BIBLIOGRAFIA 
 
 
 BURIN, Eduardo M, Vistorias na construção civil: conceitos e 
métodos ,Editora PINI, São Paulo, 2009. 
 
 COELHO, Roberto – Apostila de Patologia em Alvenarias, Curso 
de Pós Graduação da Faculdade de Engenharia da FUMEC, 2002. 
 
 DANTAS, Rubens Alves,Introdução à Metodologia Científica 
 
 FIKER, José, Perícia e avaliações de engenharia: fundamentos 
práticos, Editora Leud, São Paulo,2011. 
 
 FRANCO, Luiz Sérgio, Curso de Patologia nas edificações, IX 
COBREAP, São Paulo, 1997. 
 
 IBAPE/SP, Perícias de Engenharia, Editora Pini, São paulo, 2008 
 
 MENDONÇA, Marcelo Corrêa, Engenharia legal – Teoria e Prática 
Profissional, Editora PINI ,1999. 
 
 NBR 13.752: 1996 – Perícias em engenharia na construção civil. 
 
 NBR 14.037:1998 – Manual de operação, uso e manutenção das 
edificações. 
 
 NBR 5.674:1999 – Manutenção nas edificações 
 
 THOMAZ, Ércio, Trincas em Edifícios – Causa, Prevenção e 
Recuperação, Editora Pini, São Paulo, 2000. 
 
 
 
 
 
 
 
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ANEXO 05Certificado de limpeza, desinfecção e potabilidade dos 
reservatórios de água potável 
Construtora e/ou 
incorporadora 
Condomínio A cada 6 meses 
Relatório de vistoria de entrega de obra 
Construtora e/ou 
incorporadora 
Não há Não há 
Relação de equipamentos, móveis, eletrodomésticos, 
objetos de decoração entregues ao condomínio (quando 
aplicável) 
Construtora e/ou 
incorporadora 
Não há Não há 
Cadastro do condomínio no sindicato patronal 
Construtora e/ou 
incorporadora 
Condomínio Não há 
Declaraçãode limpeza do poço de esgoto, poço de água 
servida, caixas de drenagem e esgoto 
Construtora e/ou 
incorporadora 
Condomínio A cada ano 
Atestado de instalação de gás e instalações hidráulicas e 
outras instalações prediais (quando aplicável) 
Construtora e/ou 
incorporadora 
Condomínio 
Verificar legislação 
específica 
Atestado de instalações elétricas 
Construtora e/ou 
incorporadora 
Condomínio 
Verificar legislação 
específica 
Atestado SPDA 
Construtora e/ou 
incorporadora 
Condomínio A cada ano 
Medição Ôhmica ( com terrômetro calibrado e aferido 
INMETRO) 
Construtora e/ou 
incorporadora 
Condomínio 
A cada 5 anos para 
residenciais ou comerciais 
e 3 anos edificações com 
grandes concentrações 
públicas 
Sugestão ou Modelo de Programa de Manutenção 
Preventiva 
Construtora e/ou 
incorporadora 
Condomínio A cada alteração 
Planilha (check list) de verificação do Programa de 
Manutenção Preventiva 
Condomínio Condomínio 
A cada verificação, 
quando necessário 
Regulamento interno Condomínio Condomínio A cada alteração 
Livro de atas de assembleia/presença Condomínio Condomínio A cada alteração 
Livro do Conselho Consultivo Condomínio Condomínio A cada alteração 
Inscrição do edifício no Conselho Federal - CNPJ Condomínio Condomínio 
A cada alteração do 
síndico 
Inscrição do condomínio no ISS Condomínio Condomínio Não há 
Inscrição do condomínio do Sindicato dos Empregados Condomínio Condomínio Não há 
Apólice de seguro de incêndio ou outro sinistro que 
cause destruição (obrigatório) e outros opcionais 
Condomínio Condomínio A cada ano 
Relação de moradores Condomínio Condomínio A cada alteração 
Procurações (síndicos e proprietários) Condomínio Condomínio A cada alteração 
Documentos de registro de funcionários do condomínio 
de acordo com a CLT 
Condomínio Condomínio 
A cada alteração de 
funcionário, quando 
aplicável 
 
 
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10 
Cópia dos documentos de registro dos funcionários 
terceirizados 
Condomínio Condomínio 
A cada alteração de 
funcionário, quando 
aplicável 
Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA) Condomínio Condomínio A cada ano 
Programa de Controle Médico de saúde ocupacional 
(PCMSO) 
Condomínio Condomínio 
A cada ano, quando 
aplicável 
Atestado de Brigada de incêndio Condomínio Condomínio A cada ano 
Relatório de Inspeção Anual dos Elevadores Condomínio Condomínio A cada ano 
Contrato de manutenção dos elevadores Condomínio Condomínio Validade do contrato 
Contrato de manutenção dos geradores 
Construtora e/ou 
incorporadora 
Condomínio A cada ano 
Contrato do sistema e instrumentos de prevenção e 
combate a incêndio 
Condomínio Condomínio A cada ano 
Certificado de teste de equipamentos de combate a 
incêndio 
Construtora e/ou 
incorporadora 
Condomínio Verificar legislação vigente 
Livro de ocorrências da central de alarmes Condomínio Condomínio A cada ocorrência 
Certificado de desratização e desinsetização Condomínio Condomínio A cada 6 meses 
Cadastro do condomínio junto de concessionárias de 
serviços 
Construtora e/ou 
incorporadora 
Condomínio 
Não há ( desde que 
inalterada as condições do 
edifícios) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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11 
14. REGISTRO DE OCORRÊNCIAS: 
 
Ao proceder atenta vistoria “in loco”, através da tomada 
das fotografias, foi possível constatar as seguintes circunstâncias que podem 
gerar ou que já contribuíram para ocasionar as manifestações patológicas na 
edificação reduzindo o desempenho de seus sistema construtivo, dentre as 
quais se destacam: 
 
 Corrosão dos parafusos utilizados na fixação das 
telhas; 
 Possibilidade de transbordo de lajes; 
 Formação de lâminas d´água; 
 Destacamentos de reboco/contrapiso/proteção 
mecânica e manutenções inadequadas; 
 Fissuração das mantas asfálticas; 
 Trincas no contrapiso/proteção mecânica das lajes; 
 Fissuras em formato ¨mapeadas¨ nas paredes; 
 Trincas nas quinas das janelas e portas; 
 Fissuras na alvenaria (shafts); 
 Trincas entre estrutura e alvenaria e/ou entre 
alvenarias; 
 Fissuras entre alvenaria antiga e alvenaria nova; 
 Trincas e rachaduras inclinadas e deslocamentos de 
paredes; 
 Trincas e rachaduras nas paredes e abaulamentos 
das lajes/bases de concreto; 
 Brechas entre estruturas; 
 Corrosão em estruturas; 
 Corrosão dos componentes da edificação; 
 Corrosão dos parafusos dos guarda-corpos; 
 Destacamento do reboco/pingadeiras; 
 Azulejos com som ¨cavo¨; 
 Manchas nas fachadas; 
 Fissuras, infiltrações e eflorescências nas paredes; 
 Infiltrações nos tetos e paredes; 
 
 
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12 
 Despadronização dos acabamentos; 
 Formação de bolhas nas paredes; 
 Infiltrações no entorno das esquadrias; 
 Manchas nas lajotas de concreto; 
 Desgaste superficial nos pisos de concreto; 
 Abaulamentos da pavimentação; 
 Trincas nos pisos alisados e contrapisos; 
 Destacamento do reboco ; 
 Destacamento da rampa; 
 Pisos desalinhados; 
 Pisos cerâmicos com diferença de tonalidade; 
 Destacamento do piso cerâmico (¨ som ¨cavo¨); 
 Acabamentos inapropriados; 
 Presença de materiais inapropriados; 
 Dobradiças das portas danificadas; 
 Extintores com pressão insuficiente; 
 Indevida identificação dos extintores; 
 Odor advindo do medidor e registros de gás; 
 Materiais em rotas de saída de emergência; 
 Tubulação sem proteção e com dimensões 
inadequadas; 
 Possibilidade de vazamentos na tubulação; 
 Ausência de terminais de ventilação e altura 
inadequada; 
 Presença de apenas uma bomba de recalque em 
cada cisterna; 
 Fiação elétrica e cabos expostos; 
 Ausência de proteção nos cabos de descida do 
SPDA; 
 Ausência de piso podotátil principalmente próximo 
aos obstáculos; 
 Alturas inadequadas dos boxes de garagem; 
 Acesso restrito às caixas d’água – Manutenabilidade; 
 
 
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 Destacamento do contrapiso e instabilidade das 
escadas tipo ¨ marinheiro¨ 
 Escada de acesso inadequada ( Manutenabilidade) 
 Ausência de escada de acesso a laje de cobertura 
do reservatório ( Manutenabilidade) 
15. MANIFESTAÇÕES PATOLÓGICAS DETECTADAS: 
 
15.1 Falhas e anomalias: 
 
 O exame realizado “in loco” nas benfeitorias permitiu a 
constatação da existência de patologias, que estão vinculados às falhas e estas 
podem ser classificadas como: 
 De Planejamento: Resultante do procedimento e 
especificação inadequadas do planejamento de manutenção. (FPL) 
 
 
 De Execução: Associada à manutenção, provenientes de 
falhas causadas pela execução inadequada de procedimentos e atividades do 
plano de manutenção, incluindo o uso inadequado dos materiais. (FEX) 
 
 Operacionais: Relativas aos procedimentos inadequados de 
registros, controles, rondas e demais atividades pertinentes. (FOP) 
 
 Gerenciais: Decorrentes da falta de controle de qualidade 
dos serviços de manutenção, bem como da falta de acompanhamento de custos 
da mesma.(FGE) 
 
 Em relação ás anomalias, estas são classificadas em: 
 
 Endógena: Originaria da própria edificação (projeto, 
materiais e execução). (AEN) Exógena: Originaria de fatores externos a edificação, 
provocados por terceiros. (AEX) 
 
 Natural: Originaria de fenômenos da natureza (previsíveis, 
imprevisíveis). (ANA) 
 
 Funcional: Originaria do uso. (AFU) 
 
 
 Em relação ás anomalias e/ou falhas, estas podem ser 
classificadas em: 
 
 Manutenabilidade: É a facilidade com que se tem acesso 
aos locais para a manutenção. 
 
 
 
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15.2 Grau de Risco: 
 
 De acordo com as patologias identificadas e baseando-se nos 
limites e nos níveis da Inspeção Predial, serão as mesmas classificadas de 
acordo com o grau de risco, citando-as de forma geral, sendo especificadas 
mais adiante na ordem de prioridades. 
 
 Os graus de risco classificam-se em: 
 
 
 CRITICO: 
 
 Relativo ao risco que pode provocar danos contra a saúde e 
segurança das pessoas e/ou meio ambiente, perda excessiva de desempenho 
causando possíveis paralisações, aumento de custo, comprometimento sensível 
de vida útil e desvalorização acentuada, recomendando intervenção imediata. 
 
 
 REGULAR: 
 
 Relativo ao risco que pode provocar a perda de funcionalidade 
sem prejuízo à operação direta de sistemas, perda pontual de desempenho 
(possibilidade de recuperação), deterioração precoce e pequena 
desvalorização, recomendando programação e intervenção a curto prazo. 
 
 MINIMO: 
 
 Relativo a pequenos prejuízos à estética ou atividade 
programável e planejada, sem incidência ou sem a probabilidade de ocorrência 
dos riscos críticos e regulares, além de baixo ou nenhum comprometimento do 
valor imobiliário; recomendando programação e intervenção a médio prazo. 
 
 As manifestações patológicas citadas podem ser observadas nas 
fotos apresentadas abaixo, sendo a primeira de forma panorâmica para 
reconhecimento do local e, por conseguinte, a imagem detalhada para 
apresentar a manifestação patológica detectada, relacionados da forma que 
segue: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Classificação VST : TÉCNICA Classificação da anomalia: AEN 
Item: 01 
Localização: Coberturas 
Anomalia: Corrosão dos parafusos utilizados na fixação das telhas 
Causa(s) da anomalia: Utilização de metais interligados a materiais incompatíveis 
Consequência(s) da anomalia: Aumento da corrosão e infiltrações 
Grau de risco: Mínimo 
Orientação técnica: Utilização de parafusos com metais semelhantes ou isolamento do contato entre os mesmos e protegê-lo 
contra a ação de corrosão galvânica, sendo que no mesmo eletrólito o metal mais nobre é protegido e o menos nobre apresenta 
maior corrosão comparado a condição sem o contato elétrico . 
 ITEM 01 DESCRIÇÃO 
Corrosão dos parafusos utilizados na fixação das 
telhas 
ORDENAÇÃO 180 3 6 10 
GRAU NOTA GRAVIDADE URGÊNCIA TENDÊNCIA 
MÁXIMO 10 
risco à vida dos usuários, 
colapso da edificação, 
dano ambiental grave 
evolução imediata em ocorrência 
ALTO 8 
risco de ferimentos aos usuários, 
avaria não recuperável na edificação, 
contaminação localizada 
evolução a curto prazo a ocorrer 
MÉDIO 6 
insalubridade aos usuários, 
deterioração elevada da edificação, 
desperdícios dos recursos naturais 
evolução a médio prazo prognóstico p/ breve 
BAIXO 3 
incômodo aos usuários, 
degradação da edificação, 
uso não racional dos recursos naturais 
evolução a longo prazo prognóstico p/ adiante 
MÍNIMO 1 depreciação imobiliária não evoluirá imprevisto 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Imagem 02 Imagem 03 
 
 
 
Imagens 02 e 03: Parafusos em corrosão. 
 
 
 
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Classificação VST : TÉCNICA Classificação da falha: FOP 
Item: 02 
Localização: Coberturas 
Falha: Possibilidade de transbordo de lajes 
Causa(s) da falha: Acúmulo de materiais indesejados nas tubulações e lajes por ausência de manutenção periódica (limpeza) 
das mesmas. 
Consequência(s) da falha: Obstrução das tubulações 
Grau de risco: Mínimo 
Orientação técnica: Limpeza periódica conforme consta no Manual de Áreas Comuns (não fornecido o Manual para 
identificação do item no mesmo). 
 ITEM 02 DESCRIÇÃO Possibilidade de transbordo de lajes 
ORDENAÇÃO 180 3 6 10 
GRAU NOTA GRAVIDADE URGÊNCIA TENDÊNCIA 
MÁXIMO 10 
risco à vida dos usuários, 
colapso da edificação, 
dano ambiental grave 
evolução imediata em ocorrência 
ALTO 8 
risco de ferimentos aos usuários, 
avaria não recuperável na edificação, 
contaminação localizada 
evolução a curto prazo a ocorrer 
MÉDIO 6 
insalubridade aos usuários, 
deterioração elevada da edificação, 
desperdícios dos recursos naturais 
evolução a médio prazo prognóstico p/ breve 
BAIXO 3 
incômodo aos usuários, 
degradação da edificação, 
uso não racional dos recursos naturais 
evolução a longo prazo prognóstico p/ adiante 
MÍNIMO 1 depreciação imobiliária não evoluirá imprevisto 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Imagem 04 Imagem 05 
 
 
 
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 Imagem 06 Imagem 07 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Imagens 04 a 07: Presença de materiais indesejados. 
 
 
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Classificação VST : TÉCNICA Classificação da anomalia e falha: AEN e FEX 
Item: 03 
Localização: Coberturas 
Anomalia e falha: Formação de lâminas d´água 
Causa(s) da anomalia e falha: Desnível em direção contrária aos ralos e manutenções não finalziadas 
Consequência(s) da anomalia e falha: Formação de lâminas d’água podendo causar infiltrações e destacamentos do 
contrapiso/proteção mecânica 
Grau de risco: Regular 
Orientação técnica: Ajustes com inclinação mínima de 1% para a região dos coletores conforme NBR 9574 -Execução de 
Impermeabilização 
 ITEM 03 DESCRIÇÃO Formação de lâminas d´água 
ORDENAÇÃO 480 6 8 10 
GRAU NOTA GRAVIDADE URGÊNCIA TENDÊNCIA 
MÁXIMO 10 
risco à vida dos usuários, 
colapso da edificação, 
dano ambiental grave 
evolução imediata em ocorrência 
ALTO 8 
risco de ferimentos aos usuários, 
avaria não recuperável na edificação, 
contaminação localizada 
evolução a curto prazo a ocorrer 
MÉDIO 6 
insalubridade aos usuários, 
deterioração elevada da edificação, 
desperdícios dos recursos naturais 
evolução a médio prazo prognóstico p/ breve 
BAIXO 3 
incômodo aos usuários, 
degradação da edificação, 
uso não racional dos recursos naturais 
evolução a longo prazo prognóstico p/ adiante 
MÍNIMO 1 depreciação imobiliária não evoluirá imprevistoImagem 08 Imagem 09 
 
 
 
 
 
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 Imagem 10 Imagem 11 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Imagem 12 Imagem 13 
 
 
 
Imagens 08 a 13: Desnível contrário à direção dos ralos e manutenções não finalizadas 
 
 
 
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Classificação VST : TÉCNICA Classificação da anomalia e falha: AEN e FEX 
Item: 04 
Localização: Coberturas 
Anomalia e falha: Destacamentos de reboco/contrapiso/proteção mecânica e manutenções inadequadas 
Causa(s) da anomalia e falha: Destacamento da manta asfáltica uma vez que esta deve ser devidamente fixada na 
parede/contrapiso e aplicação de telas/camadaseparadora para que não haja dilatação térmica entre essas e a argamassa de 
proteção mecânica/reboco/contrapiso. Além disso, manutenções com aplicação de impermeabilizantes na superfície não 
solucionando assim a causa da não conformidade 
Consequência(s) da anomalia e falha: Aumento dos destacamentos e infiltrações 
Grau de risco: Regular 
Orientação técnica: Realizar a fixação das mantas conforme imagem 46 
 ITEM 04 DESCRIÇÃO 
Destacamentos de reboco/contrapiso/proteção 
mecânica e manutenções inadequadas 
ORDENAÇÃO 480 6 8 10 
GRAU NOTA GRAVIDADE URGÊNCIA TENDÊNCIA 
MÁXIMO 10 
risco à vida dos usuários, 
colapso da edificação, 
dano ambiental grave 
evolução imediata em ocorrência 
ALTO 8 
risco de ferimentos aos usuários, 
avaria não recuperável na edificação, 
contaminação localizada 
evolução a curto prazo a ocorrer 
MÉDIO 6 
insalubridade aos usuários, 
deterioração elevada da edificação, 
desperdícios dos recursos naturais 
evolução a médio prazo prognóstico p/ breve 
BAIXO 3 
incômodo aos usuários, 
degradação da edificação, 
uso não racional dos recursos naturais 
evolução a longo prazo prognóstico p/ adiante 
MÍNIMO 1 depreciação imobiliária não evoluirá imprevisto 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Imagem 14 Imagem 15 
 
 
 
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 Imagem 38 Imagem 39 
 
 
 
Imagens 14 a 37: Mantas asfálticas destacadas e manutenções inadequadas. 
 
 
 
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 Imagem 40 Imagem 41 (termovisor) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Imagem 42 Imagem 43 
 
 
 
 
 
 
Imagens 38 a 43: Infiltrações nas paredes. 
 
 
 
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 Imagem 44 Imagem 45 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Imagem 46 
 
 
 
 
Imagens 44 e 45: Instalação de lonas devido às infiltrações. 
 
Imagem 46: Exemplo de fixação correta da manta. 
 
 
 
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Classificação VST : TÉCNICA Classificação da falha: FEX 
Item: 05 
Localização: Coberturas 
Falha: Fissuração das mantas asfálticas 
Causa(s) da falha: Ausência de proteção mecânica das mantas devido a manutenções da construtora, deixando as mesmas 
expostas (situação não recomendada uma vez que ocasiona o craquelamento) 
Consequência(s) da falha: Possibilidade de infiltrações 
Grau de risco: Regular 
Orientação técnica: Realizar a execução da proteção mecânica sobre as mantas expostas 
 ITEM 05 DESCRIÇÃO Fissuração das mantas asfálticas 
ORDENAÇÃO 360 6 6 10 
GRAU NOTA GRAVIDADE URGÊNCIA TENDÊNCIA 
MÁXIMO 10 
risco à vida dos usuários, 
colapso da edificação, 
dano ambiental grave 
evolução imediata em ocorrência 
ALTO 8 
risco de ferimentos aos usuários, 
avaria não recuperável na edificação, 
contaminação localizada 
evolução a curto prazo a ocorrer 
MÉDIO 6 
insalubridade aos usuários, 
deterioraçãoelevada da edificação, 
desperdícios dos recursos naturais 
evolução a médio prazo prognóstico p/ breve 
BAIXO 3 
incômodo aos usuários, 
degradação da edificação, 
uso não racional dos recursos naturais 
evolução a longo prazo prognóstico p/ adiante 
MÍNIMO 1 depreciação imobiliária não evoluirá imprevisto 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Imagem 47 Imagem 48 
 
 
 
 
 
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 Imagem 49 Imagem 50 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Imagem 51 
 
 
 
 
Imagens 47 a 51: Mantas expostas. 
 
 
 
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Classificação VST : TÉCNICA Classificação da anomalia: AEN 
Item: 06 
Localização: Coberturas 
Anomalia: Trincas no contrapiso/proteção mecânica das lajes 
Causa(s) da anomalia: Em relação às trincas no contrapiso/proteção mecânica , estas se devem a dilatação térmica entre as 
mantas e o substrato 
Consequência(s) da anomalia: Aumento das trincas e infiltrações 
Grau de risco: Regular 
Orientação técnica: Recuperação das trincas conforme item 18.3.1 e realizar juntas de dilatação para dissipar as tensões no 
contrapiso/proteção mecânica conforme NBR 9574 – Execução de Impermeabilização no item 5.22 cita que ¨As proteções 
mecânicas devem possuir juntas de retração e trabalho térmico preenchidas com materiais deformáveis¨ 
 ITEM 06 DESCRIÇÃO Trincas no contrapiso/proteção mecânica das lajes 
ORDENAÇÃO 480 6 8 10 
GRAU NOTA GRAVIDADE URGÊNCIA TENDÊNCIA 
MÁXIMO 10 
risco à vida dos usuários, 
colapso da edificação, 
dano ambiental grave 
evolução imediata em ocorrência 
ALTO 8 
risco de ferimentos aos usuários, 
avaria não recuperável na edificação, 
contaminação localizada 
evolução a curto prazo a ocorrer 
MÉDIO 6 
insalubridade aos usuários, 
deterioração elevada da edificação, 
desperdícios dos recursos naturais 
evolução a médio prazo prognóstico p/ breve 
BAIXO 3 
incômodo aos usuários, 
degradação da edificação, 
uso não racional dos recursos naturais 
evolução a longo prazo prognóstico p/ adiante 
MÍNIMO 1 depreciação imobiliária não evoluirá imprevisto 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Imagem 52 Imagem 53 
 
 
 
 
 
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 Imagem 58 Imagem 59 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Imagem 60 Imagem 61 
 
 
 
 
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 Imagem 62 Imagem 63 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Imagem 64 Imagem 65 
 
 
 
Imagens 52 a 65: Trincas no contrapiso/proteção mecânica. 
 
 
 
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Classificação VST : TÉCNICA Classificação da anomalia: AEN 
Item: 07 
Localização: Geral 
Anomalia: Fissuras em formato ¨mapeadas¨ nas paredes 
Causa(s) da anomalia: Retração da argamassa de reboco devido a excesso de finos, excesso na relação água/cimento e/ou 
desempenamento inapropriado durante a execução 
Consequência(s) da anomalia : Aumento das fissuras 
Grau de risco: Regular 
Orientação técnica: Recuperação conforme item 19.1 ¨A¨ 
 ITEM 07 DESCRIÇÃO Fissuras em formato ¨mapeadas¨ nas paredes 
ORDENAÇÃO 360 6 6 10 
GRAU NOTA GRAVIDADE URGÊNCIA TENDÊNCIA 
MÁXIMO 10 
risco à vida dos usuários, 
colapso da edificação, 
dano ambiental grave 
evolução imediata em ocorrência 
ALTO 8 
risco de ferimentos aos usuários, 
avaria não recuperável na edificação, 
contaminação localizada 
evolução a curto prazo a ocorrer 
MÉDIO 6 
insalubridade aos usuários, 
deterioração elevada da edificação, 
desperdícios dos recursos naturais 
evolução a médio prazo prognóstico p/ breve 
BAIXO 3 
incômodo aos usuários, 
degradação da edificação, 
uso não racional dos recursos naturais 
evolução a longo prazo prognóstico p/ adiante 
MÍNIMO 1 depreciação imobiliária não evoluirá imprevisto 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Imagem 66 Imagem 67 
 
 
 
 
 
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 Imagem 70 Imagem 71 
 
 
 
 
 
 
 
 
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 Imagem 72 Imagem 73 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Imagem 74 Imagem 75 
 
 
 
 
 
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 Imagem 76 Imagem 77 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Imagem 78 
 
 
 
Imagem 78: Representação de fissuras em formato ¨mapeadas¨ 
 
Imagens 66 a 77: Fissuras “mapeadas”. 
 
 
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Classificação VST : TÉCNICA Classificação da anomalia: AEN 
Item: 08 
Localização: Depósitos, brinquedoteca e cisternas 
Anomalia: Trincas nas quinas das janelas e portas, pontos considerados mais instáveis às cargas onde normalmente ocorre 
concentração de tensões na edificação. 
Causa(s) da anomalia: Constatou-se que a estruturação abaixo das janelas, as contravergas, acima das portas, as vergas, não 
foram suficientes para absorver as tensões impostas. Além disso, não cumprimento com a NBR 8545: Execução de alvenaria 
sem função estrutural de blocos e tijolos cerâmicos em seu item 4.3.1.1 ¨as vegas e contra-vergas devem exceder da largura do 
vão pelo menos 20 cm de cada lado e ter altura mínima de 10 cm.¨ 
Consequência(s) da anomalia : Aumento das trincas nas paredes 
Grau de risco: Regular 
Orientação técnica: Recuperação das trincas conforme item 19.1 ¨B¨ 
 ITEM 08 DESCRIÇÃO Trincas nas quinas das janelas e portas 
ORDENAÇÃO 360 6 6 10 
GRAU NOTA GRAVIDADE URGÊNCIA TENDÊNCIA 
MÁXIMO 10 
risco à vida dos usuários, 
colapso da edificação, 
dano ambiental grave 
evolução imediata em ocorrência 
ALTO 8 
risco de ferimentos aos usuários, 
avaria não recuperável na edificação, 
contaminação localizada 
evolução a curto prazo a ocorrer 
MÉDIO 6 
insalubridade aos usuários, 
deterioração elevada da edificação, 
desperdícios dos recursos naturais 
evolução a médio prazo prognóstico p/ breve 
BAIXO 3 
incômodo aosusuários, 
degradação da edificação, 
uso não racional dos recursos naturais 
evolução a longo prazo prognóstico p/ adiante 
MÍNIMO 1 depreciação imobiliária não evoluirá imprevisto 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Imagem 79 Imagem 80 
 
 
 
 
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 Imagem 83 Imagem 84 
 
 
 
 
Imagens 79 a 84: Trincas. 
 
 
 
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 Imagem 85 Imagem 86 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Imagem 87 
 
 
Imagens 85 e 86: Vergas com comprimento inadequado. 
 
Imagem 87: Vergas e contra vergas 
 
 
 
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Classificação VST : TÉCNICA Classificação da anomalia: AEN 
Item: 09 
Localização: Circulações 
Anomalia: Fissuras na alvenaria (shafts) 
Causa(s) da anomalia: Região suscetível a trincas devido a movimentações no encontro entre os blocos 
Consequência(s) da anomalia: Aumento das fissuras 
Grau de risco: Regular 
Orientação técnica: Recuperação conforme item 19.1 ¨A¨ 
 ITEM 09 DESCRIÇÃO Fissuras na alvenaria (shafts) 
ORDENAÇÃO 360 6 6 10 
GRAU NOTA GRAVIDADE URGÊNCIA TENDÊNCIA 
MÁXIMO 10 
risco à vida dos usuários, 
colapso da edificação, 
dano ambiental grave 
evolução imediata em ocorrência 
ALTO 8 
risco de ferimentos aos usuários, 
avaria não recuperável na edificação, 
contaminação localizada 
evolução a curto prazo a ocorrer 
MÉDIO 6 
insalubridade aos usuários, 
deterioração elevada da edificação, 
desperdícios dos recursos naturais 
evolução a médio prazo prognóstico p/ breve 
BAIXO 3 
incômodo aos usuários, 
degradação da edificação, 
uso não racional dos recursos naturais 
evolução a longo prazo prognóstico p/ adiante 
MÍNIMO 1 depreciação imobiliária não evoluirá imprevisto 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Imagem 88 Imagem 89 
 
 
 
 
 
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 Imagem 90 Imagem 91 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Imagem 92 Imagem 93 
 
 
 
Imagens 88 a 93: Trincas na alvenaria. 
 
 
 
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Classificação VST : TÉCNICA Classificação da anomalia: AEN 
Item: 10 
Localização: Geral 
Anomalia: Trincas entre estrutura e alvenaria e/ou entre alvenarias 
Causa(s) da anomalia: Destacamento entre a alvenaria e pilar devido à ligação ineficiente entre os mesmos, devido à não 
utilização de telas e/ou ferro-cabelo conforme NBR 8545: Execução de alvenaria sem função estrutural de blocos e tijolos 
cerâmicos cita em seu item 4.1.5 ¨ A ligação de pilares de concreto armado pode ser efetuada com barras de aço de 5 a 10 mm, 
distanciadas de cerca de 60 cm e comprimento da ordem de 60 cm engastadas no pilar e na alvenaria¨ e entre viga e alvenaria 
deve-se a não utilização de telas e/ou encunhamento inadequado 
Consequência(s) da anomalia: Aumento das trincas 
Grau de risco: Regular 
Orientação técnica: Recuperação conforme item 19.1 ¨B¨ 
 ITEM 10 DESCRIÇÃO 
Trincas entre estrutura e alvenaria e/ou entre 
alvenarias 
ORDENAÇÃO 480 6 8 10 
GRAU NOTA GRAVIDADE URGÊNCIA TENDÊNCIA 
MÁXIMO 10 
risco à vida dos usuários, 
colapso da edificação, 
dano ambiental grave 
evolução imediata em ocorrência 
ALTO 8 
risco de ferimentos aos usuários, 
avaria não recuperável na edificação, 
contaminação localizada 
evolução a curto prazo a ocorrer 
MÉDIO 6 
insalubridade aos usuários, 
deterioração elevada da edificação, 
desperdícios dos recursos naturais 
evolução a médio prazo prognóstico p/ breve 
BAIXO 3 
incômodo aos usuários, 
degradação da edificação, 
uso não racional dos recursos naturais 
evolução a longo prazo prognóstico p/ adiante 
MÍNIMO 1 depreciação imobiliária não evoluirá imprevisto 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Imagem 94 Imagem 95 
 
 
 
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 Imagem 96 Imagem 97 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Imagem 98 Imagem 99 
 
 
 
 
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 Imagem 100 Imagem 101 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Imagens 94 a 101: Trincas nas paredes. 
 
 
 
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 Imagem 102 
 
 
 
 
 
 
 
 
Imagem 102: Aplicação de tela, barra de aço e encunhamento entre estrutura e alvenaria 
 
 
 
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Classificação VST : TÉCNICA Classificação da anomalia: AEN 
Item: 11 
Localização: Circulação apartamentos 
Anomalia: Fissuras entre alvenaria antiga e alvenaria nova 
Causa(s) da anomalia: Dilatação entre as mesmas, devido à ineficiência na ligação entre os componentes. 
Consequência(s) da anomalia: Aumento das fissuras 
Grau de risco: Regular 
Orientação técnica: Recuperação conforme item 19.1 ¨B¨ 
 ITEM 11 DESCRIÇÃO Fissuras entre alvenaria antiga e alvenaria nova 
ORDENAÇÃO 480 8 6 10 
GRAU NOTA GRAVIDADE URGÊNCIA TENDÊNCIA 
MÁXIMO 10 
risco à vida dos usuários, 
colapso da edificação, 
dano ambiental grave 
evolução imediata em ocorrência 
ALTO 8 
risco de ferimentos aos usuários, 
avaria não recuperável na edificação, 
contaminação localizada 
evolução a curto prazo a ocorrer 
MÉDIO 6 
insalubridade aos usuários, 
deterioração elevada da edificação, 
desperdícios dos recursos naturais 
evolução a médio prazo prognóstico p/ breve 
BAIXO 3 
incômodo aos usuários, 
degradação da edificação, 
uso não racional dos recursos naturais 
evolução a longo prazo prognóstico p/ adiante 
MÍNIMO 1 depreciação imobiliária não evoluirá imprevisto 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Imagem 117 Imagem 118 
 Imagem 103 Imagem 104 
 
 
 
Imagens 103 e 104: Fissuras entre alvenarias. 
 
 
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Classificação VST : TÉCNICA Classificação da anomalia: AEN 
Item: 12 
Localização: Geral 
Anomalia: Trincas e rachaduras inclinadas e deslocamentos de paredes 
Causa(s) da anomalia: Abaulamento estrutural da vigade suporte e/ou recalque de fundação 
Consequência(s) da anomalia: Aumento das trincas e infiltrações 
Grau de risco: Crítico 
Orientação técnica: Realizar monitoramento estrutural para analisar sua estabilidade e posteriormente recuperação das trincas 
conforme item 19.1 ¨B¨ e reexecução das paredes desalinhadas e com rachaduras 
 ITEM 12 DESCRIÇÃO 
Trincas e rachaduras inclinadas e deslocamentos de 
paredes 
ORDENAÇÃO 1000 10 10 10 
GRAU NOTA GRAVIDADE URGÊNCIA TENDÊNCIA 
MÁXIMO 10 
risco à vida dos usuários, 
colapso da edificação, 
dano ambiental grave 
evolução imediata em ocorrência 
ALTO 8 
risco de ferimentos aos usuários, 
avaria não recuperável na edificação, 
contaminação localizada 
evolução a curto prazo a ocorrer 
MÉDIO 6 
insalubridade aos usuários, 
deterioração elevada da edificação, 
desperdícios dos recursos naturais 
evolução a médio prazo prognóstico p/ breve 
BAIXO 3 
incômodo aos usuários, 
degradação da edificação, 
uso não racional dos recursos naturais 
evolução a longo prazo prognóstico p/ adiante 
MÍNIMO 1 depreciação imobiliária não evoluirá imprevisto 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Imagem 105 Imagem 106 
 
 
 
 
 
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 Imagem 107 Imagem 108 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Imagem 109 Imagem 110 
 
 
 
 
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 Imagem 111 Imagem 112 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Imagem 113 Imagem 114 
 
 
 
 
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 Imagem 115 Imagem 116 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Imagem 117 Imagem 118 
 
 
 
 
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 Imagem 119 Imagem 120 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Imagem 121 Imagem 122 
 
 
 
 
 
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Imagens 105 a 137: Trincas e rachaduras 
 
 
 
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Classificação VST : TÉCNICA Classificação da anomalia: AEN 
Item: 13 
Localização: Bloco A e bloco B (bicicletário e brinquedoteca, respectivamente) 
Anomalia: Trincas e rachaduras nas paredes e abaulamentos das lajes/bases de concreto 
Causa(s) da anomalia: Vazamentos advindos das tubulações de hidrante e da cisterna da edificação, acarretanendo em 
carreamento do solo de suporte das lajes/bases de concreto 
Consequência(s) da anomalia: Desabamento total das lajes/bases de concreto 
Grau de risco: Crítico 
Orientação técnica: Realizar a retirada das lajes/bases de concreto, recompactação do solo e executar novamente as 
lajes/bases e recuperação das trincas e rachaduras conforme item 19.1 ¨B¨. 
 ITEM 13 DESCRIÇÃO 
Trincas e rachaduras nas paredes e abaulamentos 
das lajes/bases de concreto 
ORDENAÇÃO 1000 10 10 10 
GRAU NOTA GRAVIDADE URGÊNCIA TENDÊNCIA 
MÁXIMO 10 
risco à vida dos usuários, 
colapso da edificação, 
dano ambiental grave 
evolução imediata em ocorrência 
ALTO 8 
risco de ferimentos aos usuários, 
avaria não recuperável na edificação, 
contaminação localizada 
evolução a curto prazo a ocorrer 
MÉDIO 6 
insalubridade aos usuários, 
deterioração elevada da edificação, 
desperdícios dos recursos naturais 
evolução a médio prazo prognóstico p/ breve 
BAIXO 3 
incômodo aos usuários, 
degradação da edificação, 
uso não racional dos recursos naturais 
evolução a longo prazo prognóstico p/ adiante 
MÍNIMO 1 depreciação imobiliária não evoluirá imprevisto 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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 Imagem 167 Imagem 168 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Imagem 169 Imagem 170 
 
 
 
Imagens 138 a 168: Trincas nas paredes e abaulamento das bases/lajes. 
 
 
 
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Imagens 169 a 172: Cisterna onde ocorreu o vazamento. 
 
 
 
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Classificação VST : TÉCNICA Classificação da anomalia: AEN 
Item: 14 
Localização: Geral 
Anomalia: Brechas entre estruturas 
Causa(s) da anomalia: Junta de dilatação ineficiente, como ausência de tarugo e mastique e deslocamentos acentuados das 
estruturas 
Consequência(s) da anomalia: Aumento de infiltrações e instabilidade estrutural 
Grau de risco: Crítico 
Orientação técnica: Analisar a estabilidade das estruturas confrontantes e , caso estabilizadas, realizar as juntas de acordo com 
a imagem 181 
 ITEM 14 DESCRIÇÃO Brechas entre estruturas 
ORDENAÇÃO 800 8 8 10 
GRAU NOTA GRAVIDADE URGÊNCIA TENDÊNCIA 
MÁXIMO 10 
risco à vida dos usuários, 
colapso da edificação, 
dano ambiental grave 
evolução imediata em ocorrência 
ALTO 8 
risco de ferimentos aos usuários, 
avaria não recuperável na edificação, 
contaminação localizada 
evolução a curto prazo a ocorrer 
MÉDIO 6 
insalubridade aos usuários, 
deterioração elevada da edificação, 
desperdícios dos recursos naturais 
evolução a médio prazo prognóstico p/ breve 
BAIXO 3 
incômodo aos usuários, 
degradação da edificação, 
uso não racional dos recursos naturais 
evolução a longo prazo prognóstico p/ adiante 
MÍNIMO 1 depreciação imobiliária não evoluirá imprevisto 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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 Imagem 181 
 
 
 
Imagem 181: Representação das juntas de dilatação. 
 
Imagens 173 a 180: Brechas entre estruturas 
 
 
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Classificação VST : TÉCNICA Classificação da anomalia: AEN 
Item: 15 
Localização: Geral 
Anomalia: Corrosão em estruturas 
Causa(s) da anomalia: Corrosão da armadura e exposição das mesmas, devido ao cobrimento insuficiente conforme NBR 6118; 
Projeto de estrutura de concreto, acarretando em carbonatação. 
Consequência(s) da anomalia: Aumento das corrosões e das trincas 
Grau de risco: Crítico 
Orientação técnica: Recuperação conforme item 19.2 das estruturas 
 ITEM 15 DESCRIÇÃO Corrosão em estruturas 
ORDENAÇÃO 600 10 6 10 
GRAU NOTA GRAVIDADE URGÊNCIA TENDÊNCIA 
MÁXIMO 10 
risco à vida dos usuários, 
colapso da edificação, 
dano ambiental grave 
evolução imediata em ocorrência 
ALTO 8 
risco de ferimentos aos usuários, 
avaria não recuperável na edificação, 
contaminação localizada 
evolução a curto prazo a ocorrer 
MÉDIO 6 
insalubridade aos usuários, 
deterioração elevada da edificação, 
desperdícios dos recursos naturais 
evolução a médio prazo prognóstico p/ breve 
BAIXO 3 
incômodo aos usuários, 
degradação da edificação, 
uso não racional dos recursos naturais 
evolução a longo prazo prognóstico p/ adiante 
MÍNIMO 1 depreciação imobiliária não evoluirá imprevisto 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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 Imagem 190 Imagem 191 
 
 
Imagens 182 a 191: Corrosão das armaduras 
 
 
 
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Constatou-se que esses fenômenos devem-se a falta de cobrimento 
da armadura e presença de barras na superfície facilitando assim a penetração 
de agentes indesejáveis, juntamente com o meio aquoso e o oxigênio ocorrendo 
o aumento da bitola do aço gerando tensões entre o aço e o concreto gerando 
trincas que facilitam mais ainda o aumento da corrosão e consequentemente 
degradação do concreto. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Imagem 192 
 
 
 
 
 
 
Imagem 192: Processo de corrosão em estruturas. 
 
 
 
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Classificação VST : TÉCNICA Classificação da anomalia: AEN 
Item: 16 
Localização: Geral 
Anomalia: Corrosão dos componentes da edificação 
Causa(s) da anomalia: Ausência de proteção anticorrosiva nos componentes metálicos e/ou incompatibilidade entre metais 
Consequência(s) da anomalia:

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