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MANUAL DE OPERACIONALIZAÇÃO DOS PROCESSOS EDUCACIONAIS E DE ESCRITURAÇÃO ESCOLAR a. ??? status de evasão não será aplicado para os alunos da Qualificação Básica, Aperfeiçoamento e Iniciação Profissional, resultado final será apropriado conforme apuração de resultado no SGE. 9. A Central de Serviços Acadêmicos CSA (Secretaria Escolar) e Núcleo Administrativo Financeiro (NAD), analisam status financeiro do aluno, juntamente coma Unidade Compartilhada Financeiro Contábil (UCFC); no caso de pendências financeiras, aluno deve ser informado para fins de regularização. Se não houver pendências financeiras, a CSA (Secretaria Escolar) deve solicitar o cancelamento do Contrato de Prestação de Serviços Educacionais no Sistema Orquestra; UCFC realiza a análise da solicitação de cancelamento do contrato, se houver necessidade de ajustes, a CSA (Secretaria Escolar) deve providenciar a regularização. Não havendo pendências, a UCFC realiza o cancelamento do contrato no sistema, exclui as parcelas futuras, encerra o chamado no sistema Orquestra e informa a escola, por e-mail, que o cancelamento do contrato e os lançamentos já foram realizados; 11.A CSA (Secretaria Escolar), a partir do 16° (décimo sexto) dia, realiza alteração do status do aluno no SGE de "MATRICULADO" para "EVADIDO", encerra Workflow comunicando o aluno e arquiva a documentação (Requerimento Geral e demais documentos) no dossiê digital do aluno. 8.17.2 Formulários e instrumentos utilizados Requerimento Geral; Relatório de Atividades/Ocorrência no SGE com pareceres de regularidade de vida escolar do aluno. 8.18 Sobre processo de Aproveitamento de Estudos e Experiências Anteriores Aproveitamento dos Estudos é a possibilidade legal concedida aos alunos, para que aproveitem, em seus cursos, estudos realizados com êxito na própria escola ou em outras instituições educacionais, por estudos informais ou obtidos no mundo do trabalho, relacionados ao perfil profissional de conclusão da respectiva qualificação ou habilitação profissional pretendida. 96MANUAL DE OPERACIONALIZAÇÃO DOS PROCESSOS EDUCACIONAIS E DE ESCRITURAÇÃO ESCOLAR Aproveitamento de Estudos não pode ser aplicado para alunos que tenham celebrado contrato de Aprendizagem Industrial com empresas, exceto em casos que a equipe pedagógica da escola ao realizar a análise de itinerário formativo, autorize aproveitamento de estudos, observando o cumprimento do contrato de aprendizagem. Aproveitamento de Estudos não pode ser aplicado para alunos dos cursos de Aperfeiçoamento Profissional. A Escola SENAI poderá promover o aproveitamento de estudos, de conhecimentos e as experiências anteriores, inclusive no trabalho, desde que estejam diretamente relacionados com perfil profissional de conclusão da respectiva qualificação ou da habilitação profissional técnica ou tecnológica e que tenham sido desenvolvidos: a. Em qualificações profissionais técnicas e unidades curriculares, etapas ou módulos de cursos técnicos ou de Educação Profissional e Tecnológica de Graduação regularmente concluídos em outros cursos; b. Em cursos destinados à qualificação profissional, incluída a formação inicial, mediante avaliação, reconhecimento e certificação do aluno, para fins de prosseguimento ou conclusão de estudos; C. Em outros cursos e programas de Educação Profissional e Tecnológica, inclusive no trabalho, por outros meios formais, não formais ou informais, ou até mesmo em outros cursos superiores de graduação, sempre mediante avaliação do aluno; e d. Por reconhecimento, em processos formais de certificação profissional, realizado em instituição devidamente credenciada pelo órgão normativo do respectivo sistema de ensino ou no âmbito de sistemas nacionais de certificação profissional de pessoas. O processo de Aproveitamento de Estudos por meios formais, ou seja, a partir da realização de Cursos Técnicos e de Graduação desenvolvidos por instituições educacionais, será avaliado mediante análise documental a ser apresentada pelo aluno, ou seja, contendo O conteúdo cursado, avaliação e rendimento obtido, etc. processo de Aproveitamento em função de Experiências Anteriores, ou seja, a partir da experiência no mundo do trabalho, por outros meios informais, ou em caso de estudos realizados nos itens "b" e será avaliado mediante avaliação de competências do aluno, a ser aplicado por meio de instrumentos de avaliação, a ser decido pela Comissão Avaliadora. E aluno poderá ter processo deferido se apresentar domínio das competências, quando obtiver nota igual ou superior a 7,0 (sete) pontos. 8.18.1 Procedimento Para processar aproveitamento de estudos, deve-se: 97MANUAL DE OPERACIONALIZAÇÃO DOS PROCESSOS EDUCACIONAIS E DE ESCRITURAÇÃO ESCOLAR 1. Conforme calendário escolar, o aluno solicita aproveitamento de estudos/experiências no Portal Acadêmico, via Workflow; 2. A CSA (Secretaria Escolar) emite boleto por solicitação, via portal, para pagamento pelo aluno. A CSA (Secretaria Escolar) deve monitorar o pagamento; 3. Caso o boleto não seja pago no prazo, o processo é indeferido e WF é encerrado; 4. Caso o boleto seja pago, o processo é encaminhado para a equipe do NEP realizar análise; a. pagamento poderá ocorrer via boleto, cartão de crédito ou pix. 5. A equipe do NEP deve analisar a Solicitação de Dispensa de Estudos, desde que verificada a pertinência da solicitação; a. aluno deve apresentar cópia do documento expedido pela escola Técnica de origem contendo conteúdo cursado, avaliação e rendimento obtido, percentual de frequência e carga horária total da unidade curricular; b. NEP deverá observar se o requerimento se encontra devidamente preenchido e se existe embasamento legal para deferimento da solicitação. Nesse momento, o processo poderá ser indeferido e o WF é encerrado. Se for deferido, o NEP designa a Comissão de avaliação, composta, no mínimo, pelo coordenador pedagógico, e docente das unidades curriculares preteridas; C. Após análise ou avaliação dos conhecimentos ou experiências, a Comissão preencherá os campos do formulário Avaliação/Parecer da Comissão, explicitando qual ou quais unidades curriculares poderão ser aproveitadas; d. O parecer emitido pela Comissão deverá receber o visto do NEP que encaminhará a informação do resultado ao requerente; 6. Se o parecer indicar indeferimento do aproveitamento de estudos/experiências anteriores aluno deve ser informado, e o WF é encerrado; 7. Se o parecer indicar deferimento do aproveitamento de estudos/experiências anteriores, NEP deve encaminhar o WF à CSA (Secretaria Escolar) e NAD para emissão do boleto de dispensa; o boleto é encaminhado ao aluno via WF e a partir do pagamento, valores das mensalidades devem ser alterados no SGE. aluno deve ser informado das alterações e o WF para o aluno é encerrado. 8. A equipe da CSA (Secretaria Escolar) deve realizar o cadastro de dispensa/aproveitamento de estudos no SGE, conforme processo de avaliação, seja por análise documental ou avaliação do aluno. 9. Por fim, requerimento e a documentação anexada ao processo deverão ser arquivados no dossiê digital do aluno para consultas posteriores. 8.18.2 Formulários e instrumentos utilizados Solicitação de Dispensa de Estudo. 98MANUAL DE OPERACIONALIZAÇÃO DOS PROCESSOS EDUCACIONAIS E DE ESCRITURAÇÃO ESCOLAR Avaliação / Parecer da Comissão Aproveitamento de Estudos e Experiências. 8.19 Sobre o Diário de Classe Diário de Classe é um documento imprescindível à escrituração escolar, cuja finalidade é registrar todas as ações cumpridas pela turma e por cada aluno, em cada Unidade Curricular, subsidiando acompanhamento do aluno pela equipe pedagógica. O Diário de Classe é um documento legal comprobatório do cumprimento da proposta curricular, da frequência dos alunos, do cumprimento da carga horária de docência. Os docentes deverão obrigatoriamente efetuar os devidos lançamentos diariamente no portal educacional. No diário deverão ser registrados: A frequência diária dos alunos por Unidade Curricular ministrada; As competências / atividades / conteúdos formativos desenvolvidos; Os resultados das avaliações, inclusive recuperação; Informações pertinentes aos registros efetivados. Diário de Classe está dividido em três partes: Diário de Classe de Frequência; Diário de Classe das Formativos; Diário de Classe de Desempenho. 8.19.1 Diário de Classe de Frequência Corresponde ao lançamento dos dados de frequência diária de cada aluno matriculado no SGE. 8.19.1.1 Procedimentos 1. Os docentes deverão, obrigatoriamente, efetuar diariamente os devidos lançamentos de frequência durante a realização da aula, no portal educacional, bem como os demais lançamentos. 2. A equipe pedagógica deverá fazer acompanhamento dos lançamentos da frequência com base nos dados lançados no Sistema de Gestão Escolar, a fim de validar total de aulas previstas com o total de aulas realizadas, o acompanhamento da frequência dos alunos, os lançamentos realizados pelos docentes e desenvolvimento do Plano de Curso. 99MANUAL DE OPERACIONALIZAÇÃO DOS PROCESSOS EDUCACIONAIS E DE ESCRITURAÇÃO ESCOLAR 8.19.2 Diário de Classe das Formativos; Correspondem ao lançamento das competências / atividades / conteúdos formativos ministrados pelo docente durante o desenvolvimento de suas aulas no SGE. Deve ser gerado para as Unidades Curriculares totalmente presenciais e para as Unidades Curriculares semipresenciais. 8.19.2.1 Procedimentos 1. docente deverá realizar diariamente e obrigatoriamente, preenchimento e lançamento das competências / atividades / conteúdos formativos no portal educacional, de acordo com o prazo estabelecido pela equipe pedagógica, para todas as aulas. 2. A equipe pedagógica deverá fazer acompanhamento dos conteúdos formativos, valendo-se dos dados lançados no Sistema de Gestão Escolar, a fim de validar os lançamentos conforme o Plano de Curso. 8.19.3 Diário de Classe de Desempenho. Corresponde ao lançamento dos dados de desempenho referentes ao processo de avaliação da aprendizagem atribuído ao aluno. Deve ser gerado para as Unidades Curriculares totalmente presenciais e para as Unidades Curriculares semipresenciais. 8.19.3.1 Procedimentos 1. O docente deverá, obrigatoriamente, realizar preenchimento e o lançamento das avaliações e dos resultados, inclusive de recuperação, dos alunos no portal educacional, de acordo com o prazo estabelecido pela equipe pedagógica e de acordo com as regras definidas pelo Sistema de Gestão Escolar para cadastro e lançamento das avaliações. prazo para inserção de notas no SGE será de 03 (três) dias úteis após término da Unidade Curricular. 2. A equipe pedagógica deverá fazer o acompanhamento dos lançamentos das avaliações e resultados a partir dos dados lançados no Sistema de Gestão Escolar, a fim de acompanhar o desempenho dos alunos, bem como subsidiar as decisões do Conselho de Classe. 100MANUAL DE OPERACIONALIZAÇÃO DOS PROCESSOS EDUCACIONAIS E DE ESCRITURAÇÃO ESCOLAR 3. Ao término do curso, a equipe pedagógica, mediante análise dos Diários de Classe, deverá analisar os resultados finais dos alunos; 4. A apuração de resultados é automática no SGE após o lançamento da última nota do aluno. 8.20 Sobre critério de aprovação, retenção e recuperação de estudos De acordo com o Regimento Escolar vigente, o aluno será considerado aprovado ou concluinte de estudos ao final de cada unidade curricular quando alcançar os dois critérios de aprovação, ou seja, nota e frequência, sendo: Média igual ou superior a nota 7,0 (sete), após a distribuição de 100 (cem) pontos pelo docente; Frequência igual ou superior a 75% (setenta e cinco por cento) da carga horária presencial oferecida na unidade curricular. Os cursos de Aperfeiçoamento Profissional de Normas Regulamentadoras NR possuem critérios de aprovação específicos, em atendimento ao disposto em cada NR, e que estão descritos nos Planos de Ensino. A recuperação é parte integrante do processo e deve ser oportunizada para os alunos ao longo do processo formativo (recuperação paralela) e ao final (recuperação final). aluno somente será considerado reprovado na unidade curricular, quando não evidenciar alcance das competências de acordo com o plano de curso ou plano de ensino. No entanto, poderá prosseguir no curso e reingressar na unidade curricular, alvo de reprovação, de acordo com a disponibilidade da escola, por meio de regularização de vida escolar. O NEP, por meio do(s) coordenador(es) pedagógico(s), é responsável por realizar acompanhamento da prática docente, e o acompanhamento de frequência de forma sistematizada de forma a evitar a evasão, e o acompanhamento do rendimento dos alunos, realizando intervenções e oportunizando momentos de recuperação, quando necessário. 8.20.1 Procedimento 1. Diariamente, NEP, por meio do(s) coordenador(es) pedagógico(s), deve acompanhar início e fim das turmas/disciplinas no SGE. E deve acompanhar também se o(s) 101MANUAL DE OPERACIONALIZAÇÃO DOS PROCESSOS EDUCACIONAIS E DE ESCRITURAÇÃO ESCOLAR docente(s) está(ão) realizando os lançamentos do conteúdo previsto no SGE, registrando as frequências, conteúdo realizado e notas, diariamente. 2. Caso haja ausência de lançamentos diários, registrar ocorrência no SGE e solicitar que o docente registre as informações. 3. Caso os lançamentos estejam realizados e atualizados, ao longo do processo formativo, o NEP deve verificar: a. Qual ou quais alunos apresentam infrequência para fins de intervenção pedagógica para fins de recuperação paralela e/ou plano de recuperação de conteúdo, no caso de alunos em situação especial, conforme documentação legal que comprove a sua condição. A intervenção deve ser registrada no Relatório de Atividades/Ocorrência no em registros de ocorrência. b. Qual ou quais alunos apresentam baixo rendimento para fins de intervenção pedagógica e aplicação de plano de recuperação paralela. - A recuperação paralela é realizada de forma contínua, durante a realização da unidade curricular, nos ambientes pedagógicos em que o(a) docente, a partir da ação educativa desencadeada, criará diversificadas situações de aprendizagem e dará atendimento ao(a) educando(a) que delas necessitar para alcance das capacidades previstas; 4. Com os lançamentos realizados e atualizados, ao final do processo formativo, ao término do módulo, NEP, por meio do(s) coordenador(es) pedagógico(s), deve realizar Conselho de Classe. a. No Conselho de Classe deve ser analisado qual ou quais alunos apresentaram baixo rendimento e serão submetidos a recuperação final; A recuperação final é realizada, conforme período definido no calendário escolar, ao final da unidade curricular, com objetivo de proporcionar aos alunos, que obtiveram média final abaixo de 7,0 (sete) pontos, as condições para a aquisição das competências até então não alcançadas e a pontuação necessária à aprovação. A nota final para aprovação, após a recuperação, é a média aritmética da nota obtida durante o processo formativo, mais a nota obtida na recuperação final, dividida por dois. Sendo necessário para aprovação, após a recuperação final, a média de 5,0 (cinco). Após a prova de Recuperação Final, é considerado aprovado aluno que obtiver média final (MF) igual ou superior a 5,0 (cinco). Para fins de registro no sistema de gestão escolar será apropriada como nota final, a média de 5,0 (cinco). - resultado obtido pelo aluno na Avaliação Formal de Aprendizagem Modular AFAM, poderá substituir a recuperação final, podendo a nota 102MANUAL DE OPERACIONALIZAÇÃO DOS PROCESSOS EDUCACIONAIS E DE ESCRITURAÇÃO ESCOLAR ser utilizada como substitutiva da menor nota do aluno no processo formativo. resultado obtido pelo aluno na unidade curricular de Práticas Profissionais, das turmas da Habilitação Técnica de Nível Médio iniciadas até a oferta 2023.1, poderá substituir a recuperação final, podendo a nota ser utilizada como substitutiva da menor nota do aluno no processo formativo. b. No Conselho de Classe deve ser analisado qual ou quais alunos, que após a realização de todas as oportunidades de recuperação, não alcançaram as competências e serão reprovados na unidade curricular. - aluno reprovado na unidade curricular poderá prosseguir curso e reingressar na unidade curricular, alvo de reprovação, quando a escola realizar a sua oferta, para fins de regularização de vida escolar e conclusão do curso. C. No SGE deve-se observar a etapa de avaliação correta para a apropriação da nota do aluno no sistema: Etapa somatório de avaliações: Etapa digitável. Nessa etapa deve-se lançar as notas obtidas nas avaliações conforme planejamento e número de avaliação definida pelo docente. Nessa etapa deve-se lançar nota de 0 a 10 para cada avaliação. Etapa de Média de Avaliações: Etapa não digitável, que grava automaticamente a média aritmética do aluno no sistema, após a etapa de somatório de avaliações; Etapa de Recuperação: Etapa digitável. Nessa etapa deve-se lançar as notas obtidas nas recuperações realizadas com os alunos que apresentaram baixo rendimento. Pode-se abrir mais de uma etapa de recuperação e deve-se lançar nota de 0 a 10 para cada recuperação. Etapa Resultado parcial: Etapa não digitável, que grava automaticamente a média aritmética do aluno no sistema, após a etapa de recuperação; Etapa de avaliação Conselho de Classe: Etapa digitável. Nessa etapa deve-se lançar os pontos complementares à nota final obtida pelo aluno para atribuir resultado final deferido em conselho de classe, ou seja, Etapa resultado parcial + Etapa do Conselho de Classe, sendo assim a escola deve lançar no sistema somente a quantidade de pontos complementares para alcançar a nota mínima para aprovação, conforme deferido em conselho de classe. Exemplo: aluno obteve média na etapa resultado final, após recuperação final, de 04 (quatro) pontos. Em discussão do conselho de classe deferiu- se sobre a aprovação do aluno, seja pela AFAM ou outros, sendo assim, 103MANUAL DE OPERACIONALIZAÇÃO DOS PROCESSOS EDUCACIONAIS E DE ESCRITURAÇÃO ESCOLAR na etapa de avaliação de conselho de Classe deve-se lançar 01 (um) ponto para que aluno obtenha a média final de 05 (cinco) como resultado final. Etapa Resultado Final: Etapa não digitável, que grava automaticamente a média final do aluno no sistema. 5. Com o registro de resultado final, a CSA (Secretaria Escolar), deve realizar monitoramento da finalização das turmas/disciplinas no SGE, identificar as turmas aptas para apuração e realizar a apuração de resultados no SGE. 6. A CSA da Diretoria de Educação gera a Ata de Resultado Final no SGE, abre Workflow (WF) de Rendimento Escolar e encaminha ao NEP para análise. Caso haja ressalvas no deferimento dos resultados da Ata de Resultado Final as informações são registradas no WF para nova apuração de resultados pela CSA (Secretaria Escolar). Caso os resultados da Ata de Resultado Final sejam deferidos sem ressalvas processo é encaminhado via WF para expedição de documentos. 8.20.2 Formulários e instrumentos utilizados Ata de Resultado Final; Ata de Conselho de Classe; 8.21 Sobre a Avaliação Formal de Aprendizagem Modular (AFAM) A Avaliação Formal de Aprendizagem Modular (AFAM) é uma avaliação institucional realizada pela escola, ao final de cada módulo dos Cursos Técnicos e Aprendizagem Industrial Técnica, com objetivo de avaliar O alcance das competências (capacidades básicas, técnicas e socioemocionais) necessárias ao desempenho das ocupações. A AFAM é uma estratégia de avaliação, que será aplicada aos alunos como mais uma oportunidade para alcançarem as competências desenvolvidas ao logo do módulo. A AFAM adotará a mesma metodologia de Avaliação de Desempenho dos Estudantes (IDAP) do Sistema de Avaliação da Educação Profissional (SAEP) do Departamento Nacional do SENAI. 8.21.1 Procedimento 1. As avaliações serão elaboradas pelos especialistas e docentes sob coordenação da Diretoria de Educação. 2. Ao final de cada módulo, as avaliações serão disponibilizadas para as escolas SENAI. 104MANUAL DE DOS PROCESSOS EDUCACIONAIS E DE ESCRITURAÇÃO ESCOLAR 3. O(s) coordenador(res) pedagógico(s) devem realizar planejamento de aplicação da AFAM na escola para os alunos dos Cursos Técnicos e Aprendizagem Técnica, conforme calendário escolar; a. A nota obtida pelo aluno na AFAM poderá substituir a nota final de unidades curriculares, objeto de reprovação para fins de regularização de vida escola e continuidade de estudos; b. A nota obtida pelo aluno na AFAM também poderá substituir a recuperação final, podendo a nota ser utilizada como substitutiva da menor nota do aluno no processo formativo. C. Para os alunos oriundos a partir da oferta 2023.1 será oportunizado a elaboração de um relatório de vivências profissionais obtida durante a realização da Avaliação Formal de Aprendizagem Modular (AFAM) e a nota obtida mediante avaliação do relatório poderá substituir cumprimento da unidade curricular de Práticas Profissionais. 4. Após conselho de Classe, o NEP, por meio do(s) coordenador(res) pedagógico(s) orientam e monitoram o lançamento das notas no SGE pelos docentes. a. O docente da unidade curricular é o responsável por realizar os lançamentos de notas na avaliação da etapa "Conselho de Classe" no SGE, após a realização do conselho de Classe. Em casos excepcionais, a nota final poderá ser lançada pela equipe do NEP. 8.21.2 Formulários e instrumentos utilizados Ata de Conselho de Classe; Relatório de Vivências profissionais; 8.22 Sobre processo de atendimento a aluno em situação especial De acordo com Regimento Escolar é responsabilidade da escola realizar acompanhamento e controle de frequência, realizando intervenções com alunos em caso de faltas, de forma a evitar a evasão e possibilitar a continuidade e conclusão de estudos. Para os casos em que aluno apresentar justificativas legais em função de licença saúde, licença maternidade, afastamento militar, trabalho em regime de turno ou embarcado, ou algum outro motivo justificado, que impeça aluno de frequentar curso, é direto do aluno a reposição das atividades curriculares, por meio de atividades domiciliares, se as condições do aluno permitirem, ou quando do seu retorno do afastamento legal. 105MANUAL DE OPERACIONALIZAÇÃO DOS PROCESSOS EDUCACIONAIS E DE ESCRITURAÇÃO ESCOLAR Desta forma, cabe a equipe de coordenadores pedagógicos analisar, caso a caso, as situações dos alunos, aplicar e registrar uma intervenção pedagógica, para apresentar a proposta de continuidade de estudos por meio de atendimento especial. Será considerado atendimento especial o processo de acompanhamento e intervenção pedagógica para fins de reposição de conteúdo ou atividades domiciliares, se for caso, para alunos que apresentarem comprovação legal nos seguintes casos: Aluno acometido de doença; Aluno convocados para prestação de serviço militar; Aluna em licença maternidade; Alunos que apresentarem, no ato da matrícula, solicitação de ausência em dia específico, segundo preceitos de sua religião; Também serão submetidos a atendimento especial os alunos trabalhadores que comprovarem o trabalho em regime de turno ou embarcado. Sistema de Gestão Escolar (SGE) possui uma funcionalidade denominada "justificativa diária", que permite o lançamento das faltas para aluno e a justificativa de faltas. A justificativa de falta é uma funcionalidade que permite a equipe pedagógica, justificar a falta de um aluno. Essa justificativa pode abonar ou não a falta, conforme definição do cadastro da justificativa de falta. Para fins de ABONO da falta no SGE, em digitação de frequência diária, serão considerados os seguintes casos para justificativa pela CSA da Diretoria de Educação, conforme workflow: Aluno acometido por doença infectocontagiosa, conforme atestado médico; Alunos ausentes por motivos de preceitos religiosos; documentação Alunos que apresentarem comprovante de prestação de serviços eleitorais; Alunos que apresentarem comprovante de prestação de serviços judiciários, na forma da legislação vigente; Alunos em prestação de serviços militares; Alunos que comprovem a representação Desportiva Nacional. Para fins de JUSTIFICATIVA da falta no SGE, em digitação de frequência diária, serão considerados os seguintes casos para justificativa, ou seja, falta "NÃO ABONADA" e contabilizada no total de faltas do aluno, pela CSA da Diretoria de Educação, conforme workflow: Alunas em licença maternidade; Alunos em licença paternidade; Alunos em licença matrimonial; Alunos que apresentarem atestado médico, com exceção de doenças infecto contagiosas; 106MANUAL DE 187013015 OPERACIONALIZAÇÃO DOS PROCESSOS EDUCACIONAIS E DE ESCRITURAÇÃO ESCOLAR Alunos que apresentarem atestados de óbitos de parentes, conforme legislação; Alunos trabalhadores que comprovarem o trabalho em regime de turno ou embarcado. Outros, mediante análise deferimento da coordenação pedagógica por meio do Conselho de Classe. Durante período de afastamento legal, as atividades domiciliares não se aplicam para os alunos com contrato de aprendizagem, uma vez que as atividades teóricas e práticas do Programa de Aprendizagem configuram horas de trabalho efetivo. 8.22.1 Procedimento No sistema de Gestão Escolar, via wokflow, deve-se: 1. aluno deve apresentar, via portal do aluno/educonnet, documento comprobatório para fins de justificativa de suas faltas no prazo máximo de 03 (três) dias, contados a partir da sua situação: a. No caso de doença: 03 (três) dias contados da data de sua falta para entrega do laudo; b. No caso de trabalho de regime de turno ou embarcado: 03 (três) dias contados da data da alternância de horários e/ou prestação de serviços; C. No caso de prestação de serviço militar: 03 (três) dias letivos contados a partir da data da convocação; d. No caso da aluna gestante: 03 (três) dias letivos contados da data de sua falta para entrega do atestado; e. No caso de alunos que apresentarem solicitação de ausência em dia específico, segundo os preceitos de sua religião: no ato da matrícula. 2. NEP, por meio dos coordenadores pedagógicos, deve realizar intervenções com os alunos que apresentarem as condições descritas para que a formalização seja realizada antes do início do afastamento e/ou prestação de serviços para que o atendimento especial, mediante atividades domiciliares possam ser planejadas e entregues previamente ao aluno. a. Se as condições do aluno permitir a realização de atividades domiciliares: O(s) coordenador(es) pedagógico(s) deve(em) planejar, juntamente com docente, um plano de reposição de atividades teóricas, considerando desenvolvimento das capacidades, e cumprimento da carga horária. As atividades práticas, se houver, descritas na organização curricular, devem estar previstas no plano de reposição de conteúdo para serem 107MANUAL DE OPERACIONALIZAÇÃO DOS PROCESSOS EDUCACIONAIS E DE ESCRITURAÇÃO ESCOLAR realizadas após o término do afastamento legal, respeitando período limite de conclusão do curso e da disponibilidade da escola. - Para registro e acompanhamento da realização das atividades teóricas pelo aluno, disponibilizar o plano de reposição, os conteúdos, as atividades avaliativas; No diário de classe no SGE deve-se lançar a frequência, conforme atendimento especial realizada com o aluno mediante entrega das atividades. As notas devem ser registradas no SGE na turma e unidade curricular de origem. Ao final do curso, conselho de classe final deve avaliar a situação final do aluno, após realizar as devidas intervenções e recuperações paralela e final para que o aluno obtenha desempenho necessário para aprovação. b. Se as condições do aluno não permitir a realização de atividades domiciliares: Após a intervenção pedagógica, se for identificado que aluno não possui condições de realizar as atividades domiciliares, a escola deve propor a regularização de vida escolar, quando do seu retorno do afastamento legal. Analisado caso a caso, e dependendo do tempo de afastamento, pode se aplicar o Plano de Reposição de Conteúdos, conforme orientação anterior, ou realizar a matrícula por unidade curricular, respeitando período limite de conclusão do curso e da disponibilidade da escola. No diário de classe no SGE deve-se atribuir status de trancamento para ao aluno. 3. Todo o atendimento especial e reposição de conteúdo deve ficar registrado no Relatório de no SGE. 4. NEP, por meio da equipe de dos coordenadores pedagógicos, deve realizar preenchimento da justificativa diária no SGE considerando ABONO somente para os casos de amparo legal; para os demais casos deve-se considerar como JUSTIFICATIVA (falta não abonada) ou TRANCAMENTO, conforme o caso; 5. Ao final do processo formativo/módulo, ao apurar o resultado a CSA da Diretoria de Educação, devolverá o processo, via WF, para conferência da escola, e os coordenadores pedagógicos devem verificar se o período de afastamento, mediante amparo legal, não impactou na frequência final do aluno para fins de aprovação, considerando ABONO na justificativa diária. 6. Toda documentação comprobatória, apresentada pelo aluno, bem como plano de reposição de atividades, devem ficar arquivados no dossiê digital do aluno no SGE. 108MANUAL DE OPERACIONALIZAÇÃO DOS PROCESSOS EDUCACIONAIS E DE ESCRITURAÇÃO ESCOLAR 8.22.2 Formulários e instrumentos utilizados Requerimento Geral; 8.23 Sobre processo de regularização de vida escolar De acordo com Regimento escolar, entende-se por regularização de vida escolar a adoção de medidas necessárias para possibilitar a certificação de alunos que tenham interrompido curso ou que tenham pendências em unidades curriculares. 8.23.1 Procedimento Para regularização de vida escolar na matriz de origem (mesma matriz da matrícula inicial): 1. aluno com pendência em unidades curriculares ou que deseja retornar ao curso para regularização de vida escolar, deverá requerer via portal do aluno/educonnet/Requerimento Geral na CSA (Secretaria Escolar). 2. NEP, por meio do(s) coordenador(es) pedagógico(s), deverá realizar a análise do currículo/matriz de origem do aluno. Se for o mesmo currículo/matriz vigente na escola, a partir do confronto das unidades curriculares, cargas horárias e conhecimentos, com a finalidade de reposicioná-lo para fins de continuidade ou conclusão de estudos. 3. Mediante análise e deferimento, a equipe do NEP, deve solicitar a matrícula do aluno por unidade curricular, indicando a turma, para fins de matrícula a ser realizada pela CSA (Secretaria Escolar); Para regularização de vida escolar na matriz vigente (diferente da matriz de origem do aluno): 1. aluno com pendência em unidades curriculares ou que deseja retornar ao curso para regularização de vida escolar, deverá requerer via portal do aluno/educonnet/Requerimento Geral na CSA (Secretaria Escolar). 2. O NEP, por meio do(s) coordenador(es) pedagógico(s), deverá realizar a análise do currículo/matriz de origem do aluno, se for a mesmo currículo/matriz vigente na escola, confrontando unidades curriculares, cargas horárias e conhecimentos, identificando as lacunas a serem preenchidas, com a finalidade de reposicioná-lo para fins de continuidade ou conclusão de estudos. 3. Mediante análise e deferimento da adaptação curricular, a equipe pedagógica, deve solicitar a matrícula do aluno na matriz vigente indicando a turma, e os aproveitamentos de estudo por unidade curricular para fins de matrícula a ser realizada pela CSA (Secretaria Escolar). 109MANUAL DE DOS PROCESSOS EDUCACIONAIS E DE ESCRITURAÇÃO ESCOLAR 4. A CSA (Secretaria Escolar) deverá realizar os registros de aproveitamento de estudos, conforme orientações neste manual de escrituração. 8.23.2 Formulários e instrumentos utilizados Requerimento Geral; 8.24 Sobre processo de Estágio e Práticas Profissionais No SENAI Pernambuco o estágio não é obrigatório, pois não está previsto nos planos de curso dos Cursos Técnicos. » Estágio não obrigatório é aquele desenvolvido como atividade opcional pelo aluno, acrescida à carga horária regular e a conteúdos obrigatórios do curso, conforme legislação vigente. Para as turmas de Curso Técnico iniciadas até o período de oferta 2023.1, os planos de curso preveem atividades de Práticas Profissionais. » A Prática Profissional dos cursos da Habilitação Técnica de Nível Médio é compreendida como um componente curricular que busca a formação integral do aluno, oportunizando sua atuação no mundo do trabalho, em constantes mudanças e desafios, sendo sua conclusão indispensável para a obtenção do diploma da Habilitação Técnica de Nível Médio. As Práticas Profissionais compreendem atividades de: Estágio Supervisionado; Monitoria; Trabalho de Conclusão de Curso TCC; Participação da Olimpíada do Conhecimento; Participação em Projetos Educacionais; Plano de Realização de Experiências Profissionais. 8.24.1 Procedimento 1. O NEP deve orientar os alunos das turmas iniciadas até o período de oferta 2023.1 sobre a realização das práticas profissionais, e sobre as possibilidades de atividades que podem ser realizadas. Caso a atividade escolhida seja a realização de Estágio supervisionado: 110MANUAL DE OPERACIONALIZAÇÃO DOS PROCESSOS EDUCACIONAIS E DE ESCRITURAÇÃO ESCOLAR Tem como objetivo possibilitar ao aluno oportunidade de colocar em situação real de trabalho todas as competências adquiridas, bem como vivenciar contexto relacional, hierárquico e organizacional, com suas nuances e implicações. Pode ser realizado de forma concomitante ao curso. A escola deve encaminhar para a empresa e/ou agente de integração de estágio o comprovante de matrícula; A escola ao receber o Termo de Compromisso de estágio e plano de estágio, deve analisá-los e providenciar as devidas assinaturas; A escola deve realizar o acompanhamento do estágio do aluno e avaliar os relatórios parciais, a cada 06 (seis) meses, se for o caso; Ao final o aluno deve entregar um relatório de estágio, com anexo da cópia do Termo de Compromisso de Estágio, para apropriação da nota e em seguida lançamento no Sistema de Gestão Escolar. Caso a atividade seja de Monitoria, o regulamento deve ser observado. Tem como objetivo desenvolver competências profissionais em atividades que envolvam a pesquisa acadêmica, a execução de projetos, apoio à docência, entre outros. Pode ser realizado de forma concomitante ou após a conclusão da fase escolar. Ao final da monitoria o aluno deve entregar um relatório de atividades realizada na preparação da OC, contendo em anexo a comprovação do cumprimento da carga horária, que será evidenciada através do plano de trabalho do treinamento da OC, para apropriação da nota e lançamento no Sistema de Gestão Escolar. Neste caso a produção é individual. Caso a atividade seja Trabalho de Conclusão de Curso TCC; Tem como objetivo articular os conhecimentos adquiridos ao longo do curso através do processo de investigação e reflexão acerca de um tema de interesse do aluno e de acordo com uma perspectiva interdisciplinar; Pode ser realizado no último módulo ou após a conclusão da fase escolar. Ao final o aluno entrega o trabalho, contendo em anexo a comprovação do cumprimento da carga horária. Critério de avaliação: acompanhamento periódico evidenciado em formulário próprio e aprovação do TCC pelo docente orientador, podendo trabalho ser desenvolvido por até 2 (dois) alunos. 111MANUAL DE OPERACIONALIZAÇÃO DOS PROCESSOS EDUCACIONAIS E DE ESCRITURAÇÃO ESCOLAR Caso a atividade seja a Participação da Olimpíada do Conhecimento; Tem como objetivo desenvolver competências técnicas em situação de competição, desafiando a aplicação de conhecimentos e a inovação. Pode ser realizado de forma concomitante ou após a conclusão da fase escolar. Ao final o aluno deve entregar um relatório de atividades realizadas na preparação da OC, contendo em anexo a comprovação do cumprimento da carga horária, que será evidenciada através do plano de trabalho do treinamento da OC, para apropriação da nota e lançamento no Sistema de Gestão Escolar. Neste caso a produção é individual. Critério de avaliação: acompanhamento periódico da preparação do competidor e relatório de participação do aluno na Olimpíada do Conhecimento-OC aprovado pelo docente avaliador. Caso a atividade seja a Participação em Projetos Educacionais; Tem como objetivo proporcionar, através de projetos e de situações de aprendizagem desafiadoras, soluções para problemas reais da indústria ou concepção de projetos de inovação tecnológica de interesse social. Pode ser realizado de forma concomitante ou após a conclusão da fase escolar. O aluno deverá realizar a entrega do projeto e em situações de execução do projeto entregar relatórios de atividades. Contendo em anexo a comprovação do cumprimento da carga horária para apropriação da nota e em seguida lançamento no Sistema de Gestão Escolar. Podendo ser desenvolvido por até 2 (dois) alunos. Critério de avaliação: elaboração de plano de atividade, acompanhamento de execução das atividades e dos resultados obtidos, evidências do desempenho dos alunos, registro de horas dedicadas às orientações e entrega do projeto. Caso a atividade seja Plano de Realização de Experiências Profissionais Tem como objetivo reconhecer, a partir da legislação vigente, as práticas profissionais adquiridas pelo aluno de maneira formal ou informal. As experiências profissionais já realizadas antes da fase escolar com no mínimo 6 (seis) meses, é aceito como prática profissional. Pode ser realizado de forma concomitante ou após a conclusão da fase escolar. O aluno deverá realizar a entrega de relatório de atividades profissionais, contendo em anexo as comprovações da experiência profissional: declaração da empresa com descritivo das atividades laborais, cópia 112MANUAL DE DOS PROCESSOS EDUCACIONAIS E DE ESCRITURAÇÃO ESCOLAR da Carteira de Trabalho e Previdência Social onde consta a folha de identificação e contrato de trabalho. Se for autônomo, deve realizar a entrega de relatório de atividades profissionais, contendo em anexo: cópia de contrato de prestação de serviços, se houver, comprovando cumprimento da carga horária mínima, de serviços prestados em atividades e funções correspondentes às competências profissionais descritas no plano de curso, cópia do registro como autônomo (inscrição INSS). Se aprendiz, entrega de relatório de atividades profissionais contendo em anexo: cópia do contrato de aprendizagem comprovando cumprimento da carga horária mínima em exercício prático profissional na empresa ou no SENAI. 2. Se a opção do aluno for alguma das atividades de Prática profissional, o mesmo deve elaborar o relatório, e por meio do Portal do aluno/educonnet (acadêmico) encaminha para análise via Workflow. A equipe do NEP, por meio do coordenador pedagógico, realiza a análise preliminar do relatório e encaminha ao docente para análise final. Se houver necessidade de ajustes do relatório, docente solicita via WF ajustes. Com ajustes realizados pelo aluno ou se não houver necessidade de ajustes, docente realiza nova análise, lança a nota do aluno no SGE e encerra WF comunicando aluno sobre a nota. 3. Se a opção do aluno for a realização de estágio supervisionado: A equipe do NEP, por meio do coordenador pedagógico, analisa o Termo de Compromisso de Estágio (TCE) verificando dados do aluno, os dados da escola e o período de vínculo do aluno. Se houver necessidade de ajustes, NEP solicita ajustes necessários. Com os ajustes realizados ou se não houver necessidade de ajustes TCE é encaminhado a CSA (Secretaria Escolar) via e- mail, que analisa e encaminha o TCE para Gerência da Escola via e-mail ou documento físico para assinatura. Com TCE assinado em 03 (três) vias, a CSA (Secretaria Escolar) realiza o arquivamento do TCE em formato digital, entrega as 2 (duas) vias ao aluno, e realiza a matrícula do mesmo no módulo "Prática Profissional" no SGE. A equipe do NEP deve emitir Relatório de estágio no SGE e realizar o monitoramento do estágio com pelo menos 01 (uma) visita durante a vigência do Termo de Compromisso de Estágio, registrando as ocorrências no SGE. Com a finalização do Estágio, o aluno elaborar o relatório, e por meio do Portal do aluno/educonnet (acadêmico) encaminha para análise via Workflow. A equipe do NEP, por meio do coordenador pedagógico, realiza a análise preliminar do relatório e encaminha ao docente para análise final. Se houver 113MANUAL DE OPERACIONALIZAÇÃO DOS PROCESSOS EDUCACIONAIS E DE ESCRITURAÇÃO ESCOLAR necessidade de ajustes do relatório, docente solicita via WF os ajustes. Com os ajustes realizados pelo aluno ou se não houver necessidade de ajustes, docente realiza nova análise, lança a nota do aluno no SGE e encerra WF comunicando o aluno sobre a nota. 8.24.2 Formulários e instrumentos utilizados Regulamento do Programa de Monitoria; Carta de aceite de orientação de trabalho de conclusão de curso; Ficha de acompanhamento de orientação de trabalho acadêmico; Termo de Compromisso de Estágio Supervisionado. Plano de Estágio Supervisionado. Avaliação do Estágio Empresa. Relatório e Autoavaliação de Estágio. Termo de Adesão de Trabalho Voluntário. Manual de Estágio Supervisionado. 8.25 Sobre processo de Contratação de Aprendizes De acordo com a legislação vigente, a Aprendizagem Industrial é a formação técnico- profissional desenvolvida mediante articulação entre formação e trabalho, ou seja, articulação entre o viés educação e trabalhista. viés educacional se traduz no desenvolvimento da formação profissional caracterizada por atividades teóricas e práticas. viés trabalhista se traduz na formalização do contrato especial de trabalho, por prazo determinado, de acordo com a Consolidação das Leis de Trabalho (CLT). As atividades teóricas e práticas profissionais do programa de Aprendizagem são metodicamente organizadas em tarefas de complexidade progressiva, desenvolvidas no ambiente de trabalho e compatíveis com desenvolvimento físico, moral, psicológico e social do (a) jovem aprendiz. Na legislação educacional, a aprendizagem situa-se no âmbito da educação profissional como formação inicial ou educação técnica de nível médio. E no SENAI Pernambuco é desenvolvida nas modalidades de Aprendizagem Básica e Aprendizagem Técnica. público alvo do programa de Aprendizagem são jovens e adolescentes com idade entre 14 (quatorze) e 24 (vinte e quatro) anos, denominados Jovens Aprendizes. Ressalve-se, que a idade máxima prevista não se aplica a aprendizes com deficiência, de acordo com a legislação vigente. 114MANUAL DE DOS PROCESSOS EDUCACIONAIS E DE ESCRITURAÇÃO ESCOLAR Contrato de Aprendizagem é contrato de trabalho especial ajustado por escrito e por prazo determinado, conforme programa de aprendizagem, com duração máxima de dois anos (o prazo máximo de dois anos de duração não se aplica a aprendizes com deficiência), firmado entre o empregador e aprendiz, a luz da declaração de matrícula. Essa modalidade de formação é regulada pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), artigos 428 e 429, atualizada pela Lei n° 10.097, de 19/12/2000; Lei n° 11.180, de 23/09/2005; e Lei n° 11.788, de 25/09/2008; pelo Decreto n° 9.579, de 22/11/2018, que regulamenta a contratação de aprendizes e Portaria MTE n° 3.544 de 19/10/2023, que estabelece diretrizes para execução da aprendizagem profissional, o Cadastro Nacional de Aprendizagem Profissional CNAP e o Catálogo Nacional da Aprendizagem Profissional CONAP. Para oferta e disponibilização de aprendizes para as indústrias, as escolas SENAI devem observar o procedimento descrito abaixo relacionado a contratação e matrícula de aprendizes. Vale ressaltar que no SENAI Pernambuco a Aprendizagem não se limita a uma obrigação legal, mas trata-se de uma importante estratégia de geração de oportunidade de formação e emprego para os jovens e adolescentes e também para renovação de quadro de pessoal qualificado para as indústrias contribuintes. 8.25.1 Procedimento Para planejamento curricular de Curso de Aprendizagem Industrial: 1. A carga horária mínima dos cursos de aprendizagem deverá atender o que preconiza a legislação vigente, ou seja, a carga horária da fase escolar e das atividades teóricas deverá representar, no mínimo, 20% (vinte por cento) da carga horária total ou no mínimo 400 (quatrocentas) horas, que for maior e, no máximo, 50% (cinquenta por cento) da carga horária total do programa de aprendizagem; 2. A aprendizagem industrial, por se constituir em objetivo regimental e estratégico do SENAI, é gratuita para os(as) alunos(as) aprendizes de empresas contribuintes, sendo financiada com recursos da contribuição compulsória. Da seleção e matrícula dos Aprendizes: 3. As Escolas devem manter estreito relacionamento com as empresas e com a Superintendência Regional do Trabalho e Emprego SRTE, com vistas a informar seu calendário escolar semestral/anual, identificando os períodos previstos para os editais de seleção de alunos(as) e as datas de início dos cursos de aprendizagem básica e técnica; 4. Em cumprimento à cota e atendimento às suas necessidades, cabe à empresa indicar os jovens para matrícula, mediante solicitação formal, destinada à Direção da Escola. 115MANUAL DE OPERACIONALIZAÇÃO DOS PROCESSOS EDUCACIONAIS E DE ESCRITURAÇÃO ESCOLAR A empresa dispõe de liberdade para recrutar e indicar os(as) candidatos(as) a aprendizes, observados os dispositivos legais pertinentes à aprendizagem, as diretrizes institucionais e as especificidades de cada curso ou programa de aprendizagem profissional; 5. Núcleo de Educação Profissional (NEP) protocola o recebimento das demandas de cursos de aprendizagem, articulando-se com os demais núcleos da Escola para análise e parecer quanto: ao segmento econômico em que estão inseridas; à capacidade de atendimento da Escola; à quantidade de inscritos por ocupação. 6. Empresa não contribuinte do SENAI pode matricular aprendizes na Escola desde que haja autorização expressa da Diretoria de Educação, que também autorizará a forma e o valor do reembolso dos custos operacionais, mediante a aprovação de uma proposta comercial elaborada pela Escola; 7. Se a solicitação estiver compatível com o Plano de Trabalho, a escola deve encaminhar formalmente à empresa as orientações necessárias para seleção e matrícula, bem como o plano de curso para conhecimento do desenho curricular proposto com vistas à formação do(as) profissional desejado(a). Com base nas informações contidas no plano de curso, a empresa tomará ciência das suas responsabilidades por ocasião do período de prática profissional em suas instalações, quando ele for previsto, em especial em relação aos possíveis riscos que possam comprometer a saúde e a segurança do(a) aprendiz no local de trabalho. 8. No caso da Escola não oferecer cursos de interesse de uma empresa do segmento industrial, a mesma deve proceder conforme orientação da Diretoria de Educação. atendimento poderá ser realizado através de cursos e programas regulares ou por meio de estratégias flexíveis, utilizando a rede de Escolas. 9. Diante de condições especiais, quando a fiscalização impuser à empresa cumprimento da cota fora do período previsto no calendário escolar, a Escola poderá receber jovens aprendizes em seus cursos regulares, abertos em caráter extraordinário, ou nos desenvolvidos por meio de estratégias flexíveis, de acordo com as necessidades das empresas. Poderá, ainda, mediante entendimentos com a Superintendência Regional do Trabalho e Emprego e as empresas, cadastrar as solicitações de vagas para aprendizes, encaminhadas fora das épocas próprias, para formar banco de empresas interessadas, iniciando turmas assim que o atendimento for viabilizado. 10. Cabe às Escolas SENAI: Apoiar a empresa na seleção de candidatos (as) à aprendizagem, quando solicitado; Matricular os(as) jovens encaminhados(as) pelas empresas, seguindo todas as etapas necessárias; 116MANUAL DE OPERACIONALIZAÇÃO MANUAL DE OPERACIONALIZAÇÃO DOS PROCESSOS EDUCACIONAIS E DE ESCRITURAÇÃO ESCOLAR Encaminhar a declaração de matrícula dos (as) jovens indicados (as) pelas empresas com as seguintes informações: CNPJ da empresa, endereço do desenvolvimento das aulas SENAI e empresa, data de nascimento dos aprendizes, carga horária do curso (modelo anexo); Encaminhar para a empresa o programa do curso, constando plano das práticas a serem desenvolvidas na empresa. Providenciar, quando solicitada, o encaminhamento à empresa de sugestão de contrato de aprendizagem, conforme modelo padrão SENAI Pernambuco; Orientar o aprendiz referente ao programa de aprendizagem, fase escolar, fase empresa, direitos, deveres e os aspectos atitudinais que são requeridas no mundo trabalho. 11.Os(as) alunos(as) dos cursos de aprendizagem industrial, contratados(as), estão dispensados(as) da autodeclaração de baixa renda (conforme Resolução 394/09 do Conselho Nacional do SENAI) e são computados(as) na parcela de gratuidade fixada no artigo 68 do Regimento Institucional do SENAI, em função da obrigatoriedade legal de cota de aprendizes a que estão sujeitas as empresas e do compromisso regimental do SENAI de atendimento a essa demanda. 12.A matrícula será realizada na CSA (Secretaria Escolar) de acordo com o procedimento de matrícula disposto neste manual; 13. Durante a etapa escolar do curso, a Escola deverá prestar à empresa, mensalmente, informação sobre a frequência e, quando necessário, o rendimento escolar do(a) aprendiz, conforme relatórios padronizados do SGE a serem encaminhados à empresa pela CSA (Secretaria Escolar); 14.Aos aprendizes que concluírem os cursos de aprendizagem básica com aproveitamento, será concedido o certificado de Aprendizagem Profissional Básica a ser emitido pela CSA da Diretoria de Educação, constando a fase escolar e as práticas profissionais desenvolvidas na empresa, mediante a apresentação da avaliação da empresa e autoavaliação do aprendiz. Para o aprendiz que tiver seu contrato encerrado ao término da fase SENAI, será concedido o certificado constando somente a fase escolar. 15.Aos aprendizes que concluírem os cursos de aprendizagem técnica, com aproveitamento, será concedido o diploma de habilitação técnica, desde que realizadas as fases preconizadas no plano de curso e mediante a apresentação do relatório das práticas. Do contrato de Aprendizagem: 16.0 contrato de aprendizagem apenas será firmado quando do encaminhamento da declaração de matrícula do aprendiz e atendidas as recomendações da legislação vigente. 117MANUAL DE OPERACIONALIZAÇÃO DOS PROCESSOS EDUCACIONAIS E DE ESCRITURAÇÃO ESCOLAR 17.0 contrato é um instrumento entre aprendiz e a empresa, não cabe ao SENAI assinar tal instrumento. 8.25.2 Formulários e instrumentos utilizados Declaração de Matrícula (teoria e prática no SENAI); Declaração de Matrícula (teoria no SENAI e prática na Empresa); Requerimento para Contratação de Aprendizes; Contrato de Aprendizagem; Avaliação do Aprendiz Empresa; Autoavaliação do Aprendiz; Laudo de Desempenho. 8.26 Sobre processo de Emissão de Certidão de Tempo de Aprendiz para fins de Aposentadoria A Certidão de Tempo de Aprendizagem é um documento oficial que serve para contagem de tempo para aposentadoria junto ao INSS, onde consta que estabelecimento frequentado era reconhecido e mantido por empresa de iniciativa privada, ou que curso foi efetivado sob seu patrocínio, também constam o período de frequência ao curso na modalidade de APRENDIZAGEM. Por se tratar de um contrato especial de trabalho, o período de vigência do Contrato de Aprendizagem pode ser contado como tempo de serviço para fins de aposentadoria. Atualmente o empregado aprendiz é considerado segurado obrigatório, nos termos da CLT, art. 428 a 433, ou seja, a empresa empregadora já recolhe todos os encargos trabalhistas e previdenciários do aprendiz. Para emissão da certidão ex-aluno aprendiz deve ter estudado em qualquer escola do SENAI Pernambuco no Curso de Aprendizagem Industrial até 16 de dezembro de 1998. Deve entregar no ato do requerimento, cópia de um documento oficial com foto, e, se tiver, cópia do certificado. No caso de terceiro, apresentar comprovação de parentesco ou procuração, e anexar cópia ao processo. À escola SENAI Pernambuco cabe: Receber requerimento do ex-aluno aprendiz e realizar a busca das informações da vida escolar do aluno contendo nome, filiação, nome do curso, período estudado (dia, mês e ano). Emitir a Declaração assinada pelo Gerente Escolar, com todas as informações encontradas nos registros escolares e encaminhar a Diretoria de Educação para elaboração da certidão e seus encaminhamentos. 118MANUAL DE OPERACIONALIZAÇÃO DOS PROCESSOS EDUCACIONAIS E DE ESCRITURAÇÃO ESCOLAR À Diretoria de Educação cabe: Buscar as informações e emissão do documento das escolas operacionais extintas como no caso do Centro de Formação Luzia Pedrosa e do Centro de Desenvolvimento de Pessoas CDP. Emitir a certidão de tempo de aprendizagem embasada nas informações encontradas nos registros escolares, e recebido das escolas através de Declaração. Quando houver visita do Fiscal do INSS ou houver solicitações de órgãos interessados a Diretoria de Educação encaminha para as respectivas Escolas onde o ex-aluno estudou, visto que os registros escolares estão sob guarda, salvo do CFP Luzia Pedrosa e CDP que se encontra na Diretoria de Educação. Os casos omissos neste documento serão resolvidos pela assessoria jurídica do Departamento Regional de Pernambuco. 8.26.1 Procedimento 1. ex-aluno aprendiz deve protocolar na CSA (Secretaria Escolar) requerimento de solicitação da Certidão de Tempo de Aprendiz, juntamente com uma cópia de um documento oficial com foto e cópia do certificado de aprendizagem, caso tenha; 2. A CSA (Secretaria Escolar) deve realizar a análise da documentação recebida e realizar a busca das informações para emissão da Certidão no arquivo inativo (permanente). Ao identificar Registros do aluno é importante fazer cópia e anexar ao processo. 3. As informações necessárias são: Data de entrada e saída do aluno por semestre; Título do curso; Carga horária. 4. A CSA (Secretaria Escolar) deve realizar a emissão da declaração com todas as informações encontradas nos registros escolares, colher a assinatura do Gerente da escola e encaminhar a Diretoria de Educação para elaboração da certidão e seus encaminhamentos; 5. A Diretoria de Educação realizará a análise das informações, e se for caso, a busca de informações das escolas operacionais extinta, e emitir a Declaração de Tempo de Aprendizagem; 6. A Certidão, devidamente assinada, será encaminhada a escola para a entrega da certidão para ex-aluno; No ato da entrega do documento, o requerente deverá assinar e datar a segunda via do documento que será arquivado junto com o restante do processo. No caso da entrega da certidão a terceiros, deverá apresentar documento que comprove parentesco e ou procuração. 119

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