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LIVRO _ Vencendo o Panico Sem Drogas - Luiz Delfino Mendes
239 pág.

Psicanálise Universidade Tuiuti do ParanáUniversidade Tuiuti do Paraná

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Resumo sobre "Vencendo o Pânico sem Drogas" O livro "Vencendo o Pânico sem Drogas", escrito por Luiz Delfino Mendes, aborda a síndrome do pânico e propõe um tratamento alternativo que não depende de medicamentos. O autor critica a abordagem tradicional da psiquiatria, que muitas vezes recorre a soluções farmacológicas, e defende que a verdadeira cura deve ser buscada através de recursos internos e autoconhecimento. Mendes argumenta que a dependência de medicamentos não apenas não resolve o problema, mas pode agravar a situação do paciente, levando a um ciclo vicioso de dependência química. Crítica à Psiquiatria Tradicional Mendes inicia sua obra expressando sua admiração por psiquiatras que priorizam a liberdade psicológica de seus pacientes, em contraste com aqueles que se tornam dependentes da indústria farmacêutica. Ele critica a "ortodoxia psiquiátrica" (OP), que, segundo ele, promove a ideia de que os problemas existenciais podem ser resolvidos com medicamentos, criando uma relação de controle e dependência entre médico e paciente. O autor destaca que muitos pacientes buscam soluções rápidas e fáceis, preferindo a ilusão de um tratamento que não exige mudanças em seus hábitos e atitudes. O autor também menciona que a maioria dos psiquiatras se aproveita dessa demanda por soluções imediatas, oferecendo tratamentos que não resolvem as causas subjacentes dos problemas. Mendes enfatiza que a dependência de medicamentos é um fenômeno comum, onde os pacientes se tornam cada vez mais dependentes de substâncias que não curam, mas apenas mascaram os sintomas. Ele propõe que a verdadeira cura da síndrome do pânico deve ser alcançada através de um entendimento profundo das causas psicológicas que geram a crise. A Química Cerebral e a Origem do Pânico Mendes utiliza a metáfora da história de João e Maria para ilustrar a importância de entender a origem dos problemas psicológicos. Ele argumenta que, assim como os personagens perderam o caminho de volta para casa, muitos pacientes perdem a conexão com as causas de suas crises. O autor critica a forma como a psiquiatria classifica as doenças mentais, afirmando que os diagnósticos muitas vezes não refletem um verdadeiro entendimento do que está acontecendo com o paciente. Ele sugere que os nomes dados às condições psiquiátricas servem apenas para dar uma falsa sensação de conhecimento e controle. O autor discute a química cerebral, afirmando que as alterações nos neurotransmissores, frequentemente apresentadas como causas da síndrome do pânico, são, na verdade, consequências das crises. Mendes defende que a verdadeira origem do pânico é psicológica e não biológica, e que a manipulação da química cerebral através de medicamentos não leva à cura, mas sim a uma repressão dos sintomas. Ele argumenta que a saúde mental deve ser alcançada através de um trabalho profundo na psique, que, por sua vez, refletirá positivamente na química cerebral. A Proposta de Tratamento Mendes propõe um tratamento que se baseia na autoconfiança e na compreensão das crises como oportunidades de transformação. Ele acredita que, ao enfrentar as crises de pânico com uma nova perspectiva, os pacientes podem encontrar a cura dentro de si mesmos. O autor enfatiza que a mudança no estado psicológico levará a uma mudança na química cerebral, e que a verdadeira saúde mental é alcançada quando a mente e o corpo estão em harmonia. O livro também aborda a questão da tolerância aos medicamentos, explicando como o corpo se adapta ao uso contínuo de substâncias químicas, levando à necessidade de doses cada vez maiores. Mendes critica a ideia de que a síndrome do pânico é uma condição que requer tratamento contínuo com medicamentos, sugerindo que essa abordagem apenas perpetua a dependência e não resolve o problema subjacente. Por fim, Mendes conclui que a felicidade prometida pelas drogas é uma ilusão e que a verdadeira cura vem da compreensão e do enfrentamento das crises. Ele encoraja os leitores a abraçar o desafio de buscar a cura dentro de si, em vez de depender de soluções externas que não oferecem resultados duradouros. Destaques O livro critica a dependência de medicamentos na psiquiatria tradicional e propõe um tratamento baseado em recursos internos. Mendes argumenta que a síndrome do pânico tem causas psicológicas, não biológicas, e que a manipulação da química cerebral não leva à cura. A proposta de tratamento envolve enfrentar as crises de pânico como oportunidades de transformação e autoconhecimento. O autor destaca a importância de entender a origem dos problemas psicológicos para alcançar uma verdadeira cura. A dependência de medicamentos é vista como um ciclo vicioso que agrava a condição do paciente, em vez de resolvê-la.

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