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CURITIBA/ PARANÁ 2025 FACULDADE UNOPAR ANHANGUERA ALUNO ROTEIRO DE AULA PRÁTICA RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS CURITIBA/ PARANÁ 2025 ALUNO ROTEIRO DE AULA PRÁTICA RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS Trabalho apresentado à Universidade, como requisito parcial para a obtenção de média bimestral na disciplina. SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO..................................................................................................... 3 2 DESENVOLVIMENTO......................................................................................... 4 2.1 ROTEIRO DE AULA PRÁTICA 1 ..................................................................... 4 2.2 ROTEIRO DE AULA PRÁTICA 2 ......................Error! Bookmark not defined. 2.3 ROTEIRO DE AULA PRÁTICA 3 ......................Error! Bookmark not defined. 2.4 ROTEIRO DE AULA PRÁTICA 4 ......................Error! Bookmark not defined. 3 CONCLUSÃO.......................................................Error! Bookmark not defined. REFERÊNCIAS...........................................................Error! Bookmark not defined. 3 1 INTRODUÇÃO Este relatório reúne quatro práticas integradoras da disciplina Resistência dos Materiais com o propósito de aproximar a teoria do comportamento mecânico real de elementos estruturais. Ao longo das atividades, percorri o ciclo completo de análise modelagem, cálculo manual e validação computacional para problemas clássicos: (i) determinação de reações de apoio em vigas com carregamentos distribuídos variáveis e avaliação de forças internas em treliças isostáticas; (ii) cálculo de deformações axiais em barras segmentadas, (iii) obtenção das tensões principais e da tensão de cisalhamento máxima por meio do Círculo de Mohr; e (iv) estudo da torção elástica em tubos circulares vazados, relacionando τ=Tr/J e o ângulo de torção φ=TL/(JG). Como estratégia, utilizei diagramas de corpo livre, equações de equilíbrio e relações constitutivas (módulos E e G) para obter as respostas analíticas e, em seguida, confrontei cada resultado com simulações no Viga Online e no MDSolids (módulos Trusses, Problem Library, Mohr’s Circle e Torsion). A manutenção rigorosa de unidades e convenções de sinal foi tratada como requisito de qualidade dos cálculos. Ao final, o roteiro consolida competências essenciais do engenheiro: interpretar modelos, quantificar esforços e deformações, e checar a coerência das soluções com apoio de ferramentas digitais. Além de aplicar fórmulas, procurei desenvolver uma postura crítica sobre as hipóteses de modelagem (comportamento linear-elástico, pequenas deformações, materiais homogêneos e isotrópicos) e sobre as fontes de incerteza (arredondamentos, conversões de unidades, leitura de diagramas, entrada de dados no software). Ao reconhecer essas limitações e confrontar resultados experimentais/simulados com critérios normativos e boas práticas de engenharia, percebi como a validação cruzada melhora a confiabilidade das conclusões e apoia decisões de projeto, manutenção e segurança em situações reais. 4 2 DESENVOLVIMENTO 2.1 ROTEIRO DE AULA PRÁTICA 1 1. Introdução Nesta prática calculei, primeiro, as reações de apoio de uma viga bi-apoiada com trecho em balanço e carregamentos distribuídos variáveis. Em seguida, analisei uma treliça plana isostática, obtendo as forças internas nas barras e comparando cálculo manual (método dos nós) com os resultados do MDSolids. O objetivo foi integrar conceitos de equilíbrio estático (∑F=0, ∑M=0), tensões internas em barras e uso de ferramentas de apoio computacional. 2. Materiais/Softwares Viga Online – cálculo de reações em viga: https://www.aprenderengenharia.com.br/viga-online MDSolids (módulo Trusses) – análise de treliças: https://static-archives.git- pages.mst.edu/mdsolids/ Papel/planilha para registros e conferência dos resultados. 3. Procedimentos Parte 1 — Reações de apoio (viga bi-apoiada) Modelei a viga com comprimento total 6,0 m, apoio A (pino) em x=0 m e apoio B (rolete) em x=3,0 m. Apliquei dois carregamentos distribuídos variáveis: w₁(x): de 0 a 3 m, variando linearmente de 0 a 8 kN/m (triangular crescente). w₂(x): de 3 a 6 m, variando linearmente de 8 a 4 kN/m (trapezoidal/linear decrescente). No Viga Online, inseri apoios e cargas; depois cliquei em Resolver viga e anotei as reações. Manualmente, somei forças e momentos para conferir os resultados. Parte 2 — Forças internas na treliça (método dos nós) 5 ENVIO ESTE PORTIFOLIO POR WATS OU EMAIL POR APENAS 40 REAIS ESTE É O 2025 MD SOLIDS PRIMEIRA ATIVIDADE SOBRE TRELIÇA DÚVIDA ENTRE EM CONTATO 41 996043136 RAFAEL SUMÁRIO 1INTRODUÇÃO 2DESENVOLVIMENTO 2.1ROTEIRO DE AULA PRÁTICA 1