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03Aula
O papel da comunidade em relação 
ao meio ambiente
Objetivos de aprendizagem
Ao término desta aula, vocês serão capazes de:
• definir ecologia;
• inteirar-se dos problemas ambientais brasileiros, incluindo fauna e flora;
• refletir sobre os benefícios da Constituição de 1988 para o meio ambiente;
• perceber o tamanho da responsabilidade do homem com seu ambiente.
Nesta aula abordaremos sobre a responsabilidade de cada 
um em relação ao meio ambiente.
Bons estudos!
22Educação e Sustentabilidade Ambiental 
1- Somos parte do planeta e também integramos a 
ecologia
2- O homem pode interagir ou destruir o seu meio
1 - Somos parte do planeta e também 
integramos a ecologia
O tráfico de vida silvestre é a terceira maior atividade 
ilegal do mundo, depois das armas e das drogas. Estima-se 
que movimente anualmente de 10 a 20 bilhões de dólares 
(WEBB, 2001 apud Santos; Câmara, Org. 2002). Esses dados 
correspondem apenas à fauna, mas o crime atinge também 
a flora, que além do contrabando sofre com a destruição 
advinda da exploração insensata das matas; da derrubada 
de árvores, cujo ciclo vital ainda não atingiu seu pico; dos 
incêndios voluntários, involuntários ou naturais; entre outros 
problemas que vêm acabando com nossas florestas em 
ritmo bastante acelerado. O Brasil se inclui entre as maiores 
vítimas dos crimes ambientais, embora possua uma legislação 
ambiental das mais completas do mundo. Existe lei para tudo, 
mas os crimes ambientais continuam acontecendo.
A fauna, a flora, os rios, o solo, o ar, enfim, os ecossistemas 
de modo geral sofrem agressões de todos os lados e em níveis 
alarmantes. E esse não é um problema exclusivo do Estado, 
como também de toda a sociedade. Cada um de nós deve ser 
um educador e ajudar a sensibilizar as pessoas que vivem ao 
nosso redor, da sua responsabilidade sobre o que acontece no 
planeta, as consequências do desrespeito ao meio ambiente, e 
que é necessário preservar hoje para não faltar amanhã.
A conservação depende da atitude de cada um. Pequenos 
gestos, como o de fechar a torneira na hora de escovar os 
dentes, fazer a barba, lavar a louça, tomar banho, contribuem 
muito para o meio ambiente e para preservar um dos bens 
mais preciosos, sem o qual não haveria vida no planeta. 
Infelizmente, a maioria das pessoas não se atém sobre esse fato 
e, por isso, há muito desperdício. Basta observar a quantidade 
de calçadas lavadas todos os dias somente com a utilização 
de mangueira, sem o valioso auxílio da vassoura. Usar a 
mangueira para lavar calçada, ou mesmo o carro, uma vez por 
semana, durante 15 minutos, consome 1.700 litros de água 
por ano, um desperdício que pode ser evitado se prevalecer o 
bom senso, valendo-se de balde e vassoura, conforme dados 
do site: http://www.saaeitabira.com.br/Portals/6/flash/
comoeconomizar.htm. Melhor ainda é reutilizar a água que 
sobra da lavagem de roupas, por exemplo, para esses e outros 
fins. 
A maioria das pessoas ainda não acredita que a água 
pode acabar. É mesmo difícil, pois existe água aos montes 
nos oceanos, rios, lagos, lagoas, geleiras, fontes, aquíferos..., 
porém, embora o volume seja grande, não tem qualidade. A 
água doce, própria para o consumo, corresponde a menos de 
1% de todo esse volume. O resto é salobra, contaminada ou 
salgada.
Leiam a informação que se segue com um espírito crítico; 
Seções de estudo
parem alguns segundos para pensar no quanto o homem ainda 
precisa evoluir para aprender o valor das coisas. Estamos 
no século XXI, vivendo uma era rica em desenvolvimento 
tecnológico, mas pobre de sensibilidade, compaixão, empatia. 
Bem, depois desse discurso, vamos continuar com o conteúdo.
Saber Mais
Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), cada pessoa 
precisa de 110 litros de água por dia para atender suas necessidades 
de consumo e higiene. O brasileiro gasta, em média, quase o dobro: 
aproximadamente 200 litros/dia, ou 73 mil litros/ano (Disponível em: 
http://www.saaeitabira.com.br/Portals/6/fl ash/comoeconomizar.htm. 
Acesso em: 09 set. 2012.).
Isso fora o desperdício frequente nas redes de distribuição, 
cuja maior parte carece de recursos tecnológicos suficientes 
para detectar os vazamentos subterrâneos, e de infraestrutura 
para efetuar os devidos reparos imediatamente. 
Por essa e outras razões é que as pessoas precisam exercer 
a sua cidadania e saber que, por exemplo, ao se deparar com 
um vazamento de água no meio da rua, deve comunicar o 
fato aos órgãos competentes. Não importa se o problema é 
ou não na sua casa ou no seu bairro. Não é difícil economizar 
água. 
Basta ter boa vontade. Por exemplo: a água da lavagem de 
roupas, em vez de ir direto para o esgoto, pode ser aproveitada 
para limpeza da casa, do quintal, para lavar tapetes ou mesmo 
despejada no vaso sanitário. Ao lavar as verduras, a água pode 
ser aparada em um recipiente e servir para regar as plantas. 
Nunca deixar a torneira aberta enquanto se escova os 
dentes, faz a barba, lava as mãos, a louça, toma banho etc. 
Consertar tudo que apresenta defeito e contribui para o 
desperdício de água como torneiras, chuveiros, descargas, 
canos, caixas d’água, mangueiras, entre outros é fundamental. 
Observem bem como a maioria das mangueiras desperdiça 
uma enorme quantidade de água no percurso que vai da 
torneira até o bico de saída da água, ou porque é a mangueira 
que não se encaixa na torneira, ou porque parece uma peneira 
de tanto furo, ou as duas coisas juntas.
Apagar a luz, desligar o ventilador, o ar condicionado, 
seja da sua casa, do trabalho ou de qualquer outro lugar onde 
há algo ligado, também terá reflexos no meio ambiente porque 
a produção de energia elétrica, proveniente de termelétrica, 
hidrelétrica ou de usina nuclear, cada uma na sua proporção, 
causa impactos ambientais. O ar condicionado pode, por 
exemplo, ser desligado 10 a 15 minutos antes de você sair do 
ambiente, principalmente se ele estiver em uma temperatura 
muito baixa, sem prejudicar o seu conforto e bem-estar. 
Fazendo isso todos os dias já vai economizar muito na 
sua conta de luz e também ajudar o meio ambiente. Aliás, é 
bom lembrar que o ar condicionado gelado, como muita gente 
gosta, prejudica a saúde. A não ser em casos excepcionais, ou 
seja, quando se trabalha com equipamentos que exigem baixas 
temperaturas, não é necessário manter o ar condicionado tão 
frio.
Querer criar um clima de inverno em pleno verão, 
reduzindo exageradamente a temperatura do ar condicionado, 
contraria as leis da natureza. Depois de um tempo, 
evidentemente, sente-se frio. Em vez de desligar o aparelho 
23
ou aumentar a temperatura, alguns preferem se agasalhar, 
chegando a usar edredom para dormir. Ambientes fechados 
fazem mal à saúde. Por isso, sempre que tiver oportunidade, 
abra portas e janelas, sinta o frescor do ar natural, bem mais 
saudável para você, para o bolso e para o meio ambiente. 
O mesmo se diz sobre os combustíveis. Como eles são 
muito poluentes, rodar menos com o carro ajuda a reduzir a 
quantidade de dióxido de carbono despejado na atmosfera. 
Uma forma de não ficar indo e voltando com o carro é 
organizar um roteiro do que se precisa fazer na rua. Quando 
possível, pegue uma carona ou dê carona a alguém que vai para 
a mesma direção. E se não for tão longe assim e não estiver 
com muita pressa, que tal ir caminhando ou de bicicleta? Faz 
bem à saúde.
Quem usa álcool ou biodiesel no carro deve achar 
que não está causando impacto ambiental. Ocorre que os 
biocombustíveis, como são chamados, dependem de terra 
para produzir sua matéria-prima, no caso a cana-de-açúcar, 
milho, mamona, girassol, são considerados os principais. 
E como já foi dito, a agricultura também causa impactos 
ambientais, seja pela derrubada das florestas, pela exploração 
do solo em si ou pela utilização de produtos químicos. No 
caso da cana, ainda existe a queima na hora de colher, outro 
agravante em relação à cultura que deverá ser extinto quando 
a colheita for totalmente mecanizada. 
Podemostambém ajudar a diminuir o lixo, tido como um 
grande problema para o planeta. As embalagens descartáveis 
são muito práticas para o consumo, porém, elas se transformam 
em um problemão em termos de poluição porque, quando 
jogados na natureza, levam anos para se decompor. Uma 
embalagem de refrigerante pet, por exemplo, fica mais de 
500 anos poluindo. Multiplique isso por outros milhões de 
embalagens e o resultado chega a ser desesperador. Por isso, 
é muito importante que cada um faça a sua parte. Reciclar 
latas, vidros, plásticos, papéis, papelões, roupas e até mesmo 
matéria orgânica é imprescindível, mas é o último recurso a 
ser utilizado. 
Outras atitudes podem ser tomadas antes disso, 
colocando-se em prática o princípio dos “Rs”: reavaliar, 
repensar, reeducar, reorientar, reduzir, recusar, 
reutilizar, reaproveitar e reciclar, do qual falaremos mais 
detalhadamente na seção 2.
Quando fechamos a torneira ao escovar os dentes ou 
usamos uma sacola retornável para ir às compras, estamos 
reduzindo o consumo de água e de embalagens descartáveis. 
Isso significa que ao deixarmos de consumir um recurso 
natural ou de produzir lixo, é melhor do que reutilizar ou 
reciclar, porque os benefícios são muito maiores. Além do 
mais, reciclar custa caro. 
Só para vocês terem uma ideia “processar e reciclar uma 
tonelada de sacos plásticos custa 4 mil dólares, enquanto que 
a mesma quantidade é vendida no mercado de matériasprimas 
a 32 dólares” (Disponível em: http://www.blumar.com.br/
images/site/sacos_plasticos.pdf. Acesso em: 09 set. 2012.). 
O site mostra imagens do triste destino dos milhões de 
sacos plásticos espalhados pelo mundo:
24Educação e Sustentabilidade Ambiental 
Nos casos em que não se pode evitar o consumo, reutilizar 
ou reciclar é a saída. Quando um recurso ou material não mais 
pode ser reutilizado, aí sim ele é destinado à reciclagem. A 
reciclagem transforma o que deveria ser lixo em matéria-
prima para a fabricação de novos produtos. Devemos, então, 
encaminhar tudo que não for reutilizável para a reciclagem, 
quando possível. Algumas cidades dispõem de cooperativas 
de catadores que arrecadam embalagens para reciclagem. 
As localidades que não contam com esses serviços devem 
cobrar do poder público, impedindo assim que sua cidade 
futuramente se transforme em um lixão.
Aquilo que não lhe serve mais, pode ser útil a 
alguém. Então, em vez de jogar no lixo, passe adiante.
Pior do que as de alimentos são as embalagens de 
agrotóxicos, porque os produtos que elas carregam possuem 
um alto grau de toxidade e a embalagem não pode ser 
reutilizada. Há pouco tempo ficavam todas jogadas na 
natureza, poluindo solos e rios. Hoje, por força de uma lei que 
obriga sua devolução aos postos de coleta, boa parte delas 
vai para a reciclagem. Ainda não é tudo. Bom mesmo será 
quando cem por cento forem recicladas. O resultado de todo 
consumo é o lixo.
Para refletir
O brasileiro já produz a mesma quantidade de lixo que um europeu. A 
melhoria do poder de compra dos brasileiros está fazendo com que a 
população do país gere cada vez mais lixo inorgânico, como embalagens, 
ao mesmo tempo em que a implantação de programas de coleta seletiva 
e os níveis de reciclagem não crescem na mesma medida.
A média de geração de lixo no Brasil hoje é de 1,152 kg por habitante por 
dia, padrão próximo aos dos países da União Europeia, cuja média é de 
1,2 kg por dia por habitante.
Nas grandes capitais, esse volume cresce ainda mais: Brasília é a campeã, 
com 1,698 kg de resíduos coletados por dia, seguida do Rio, com 1,617 
kg/dia, e São Paulo, com 1,259 kg/dia. 
Além disso, o volume de lixo cresceu 7,7% em 2009 – foram 182 mil 
toneladas/dia geradas em 2009, ante 169 mil toneladas/dia no ano 
anterior. Os dados fazem parte do estudo “Panorama dos Resíduos 
Sólidos no Brasil 2009″ [...] (Disponível em: http://tudoglobal.com/blog/
capa/52206/brasil-se-igualaa-europa-na-producao-de-lixo.html. Acesso 
em: 09 set. 2010.).
E tudo que não é reciclado vai para os lixões, que na 
maioria das vezes são mantidos a céu aberto, pois a maior 
parte deles não conta com suporte necessário capaz de 
prevenir a contaminação do solo e, consequentemente, do 
lençol freático (água). Menos nocivos ao meio ambiente 
são os aterros sanitários, dotados de infraestruturas como 
as camadas impermeabilizantes que impedem a infiltração 
do chorume, resíduo líquido resultante da decomposição 
do material orgânico, e de ductos para a liberação dos gases 
produzidos nesse processo. Isso significa que até a comida 
que se joga no lixo faz muito estrago na natureza.
Aliás, falando em comida, quanto desperdício! Os 
adultos precisam se reeducar para assim educar as crianças 
a não desperdiçarem alimentos. Quando uma criança come 
somente a metade de um biscoito, ou deixa comida no prato, 
por exemplo, é importante alertá-la de que não se deve jogar 
comida fora. Que milhões de pessoas ainda morrem de fome. 
Aos poucos ela irá absorvendo isso, até colocar em 
prática. Os adultos são responsáveis por dar o exemplo, do 
contrário, de nada adianta falar. Se você ensina seu filho, mas 
deixa resto de comida no prato, alimentos se estragando na 
geladeira e na despensa, corre o risco de não vê-lo colocar em 
prática seus ensinamentos, já que as atitudes valem mais que 
as palavras. Por isso, não deixe os alimentos se estragarem, 
coloque menos comida no prato, compre apenas o que vai 
realmente consumir, fique de olho na data de validade dos 
produtos, calcule bem se vai comer antes do vencimento os 
vinte quilos de arroz que comprou na promoção. Reaproveite 
as sobras, que com criatividade podem se transformar em 
novos e deliciosos pratos. E se você é um daqueles que torcem 
o nariz para receitas com sobras de comida, está na hora de 
reavaliar seus conceitos e preconceitos.
Ainda com relação ao lixo, o cidadão contribui muito 
com o meio ambiente quando tem uma atitude de respeito 
por onde passa, ou seja, não joga lixo nas ruas e calçadas, 
estradas, beira de rios, córregos, praias, pontos turísticos 
em geral. É muito comum depararmos com esse tipo de 
comportamento reprovável, por parte de pessoas que ainda 
não se sensibilizaram que o ambiente externo é uma extensão 
da sua casa. 
O lixo jogado em qualquer lugar entope bueiros, contribui 
para causar enchentes, criar animais e insetos transmissores 
de doenças, além de ser muito desagradável de se ver. Um 
ambiente sujo torna-se propício às doenças, mas infelizmente, 
ainda encontramos muita sujeira por aí porque as pessoas não 
colaboram. Até mesmo nas escolas, onde se deveria ter um 
comportamento exemplar, sujam pisos e paredes, rabiscam e 
quebram carteiras, depredam banheiros, instalações elétricas e 
hidráulicas, entre outras atitudes reprováveis. Funcionários da 
manutenção não dão conta da limpeza porque simplesmente 
não há colaboração por parte dos usuários.
Podemos incluir entre a sujeira, as pichações feitas em 
casas, prédios, monumentos históricos, praças, orelhões, 
viadutos, pontes, passarelas, entre outros, porque isso também 
causa má impressão e é uma prova da falta de cidadania, de 
respeito ao patrimônio público e privado, de respeito ao meio 
ambiente.
Bem pessoal, encerramos a seção 1 certos de que muita 
coisa mudou na maneira de pensar de cada um, agora o que 
falta é atitude, ou seja, começar a agir. Vamos à seção 2 para 
aprofundar mais o assunto. 
2 - O homem pode interagir ou 
destruir o seu meio
Cada um faz a sua escolha
Na sessão, anterior frisamos o problema do lixo e suas 
consequências, principalmente quando a ele não é dado o 
destino certo, ou seja, a reciclagem. Mas mais importante do 
que reciclar é reduzir a sua produção. Então, antes de sair por 
aí produzindo esses resíduos tão indesejáveis, lembre-se do 
princípio dos “Rs”. Aqui vai um resumo dos cinco principais:
25
Ações que podemos adotar para diminuir a quantidade de lixo produzida 
Repensar | Reduzir | Reutilizar | Reaproveitar | Reciclar
I - Repensar:
- Realmenteprecisamos de determinados produtos que compramos ou 
ganhamos?
- Compramos produtos duráveis/resistentes, evitando comprar produtos 
descartáveis?
- Evitamos a compra de produtos que possuem elementos tóxicos ou 
perigosos?
- Enterramos o nosso lixo, se não houver coleta do mesmo no bairro?
- Evitamos queimar o lixo?
- Lemos os rótulos dos produtos para conhecer as suas recomendações 
ou informações ambientais?
- Usamos detergentes e produtos de limpeza biodegradáveis?
- Utilizamos pilhas recarregáveis?
- Não compramos produtos provenientes de trabalho escravo?
- Não compramos produtos produzidos por crianças que são obrigadas 
a trabalhar?
- Não compramos produtos de origem duvidosa?
- Evitamos a compra de caderno e papéis que usam cloro no processo 
de branqueamento?
- Pegamos emprestado ou alugamos aparelhos/equipamentos que não 
usamos com frequência, ao invés de comprá-los?
- Não jogamos no lixo remédios, injeções e curativos feitos em casa, 
procurando uma farmácia ou um posto de saúde como uma alternativa 
de descarte?
- Consertamos produtos em vez de descartá-los e substituí-los por 
novos?
- Deixamos os pneus velhos nas oficinas de trocas, pois elas são 
responsáveis pelo seu destino adequado?
- Deixamos a bateria usada do carro no local onde adquirimos a nova, 
certifi cando que existe um sistema de retorno ao fabricante?
- Evitamos as pilhas de alto teor de chumbo, cadmo e mercúrio ou então, 
após o uso, descartamos nos coletores próprios para lixo tóxico?
- Junto aos outros consumidores, exigimos produtos sem embalagens 
desnecessárias, assim como vasilhames?
- Damos preferência a produtos e serviços que não agridem ao ambiente, 
tanto na produção, quanto na distribuição, no consumo e no descarte 
final?
- Escolhemos produtos de empresas certificadas, isto é, que desenvolvam 
programas sócio-ambientais e/ou que sejam responsáveis pelo produto 
após consumo?
II - Reduzir:
- Comprando produtos duráveis;
- Adotando um consumo mais racional;
- Comprando produtos que tenham refil;
- Diminuindo a quantidade de pacotes e embalagens;
- Evitando gastos desnecessários de papel para embrulhar presentes;
- Levando sacolas ou carrinhos de feira para carregar compras, em 
substituição as sacolas oferecidas pelas lojas e supermercados; e
- Dividindo com outras pessoas alguns materiais como: jornais, revistas 
e livros.
III - Reutilizar:
- Comprando produtos cujas embalagens são reutilizáveis e/ou 
recicláveis;
- Usando o verso da folha de papel para escrever;
- Pintando móveis antigos, fazendo-os parecer novos;
- Guardando, para uso posterior, envelopes pardos que já foram usados, 
mas que continuam perfeitos;
- Fazendo a limpeza em objetos antigos, sem uso, para começar a 
reutilizá-los;
- Doando produtos que possam servir as outras pessoas, como: revistas, 
livros, roupas, móveis, utensílios domésticos, etc; e
- Consertando brinquedos.
IV - Reaproveitar:
- Não comprando sacos de lixo. Ao invés disto, utilizar as embalagens das 
compras para jogar o lixo fora;
- Procurando comprar produtos que tenham embalagens que podem 
ter outro uso;
- Aproveitando caixas de sapato que são ótimas para porta-trecos; potes 
de plástico ou de vidro são boas opções para guardar pregos, parafusos, 
chips etc.; caixas de papelão poderão ser utilizadas para colocar produtos 
de limpeza;
- Usando envelopes para guardar documentos ou fotografias;
- Recortando ou tingindo roupas usadas.
V - Reciclar:
- Comprando produtos reciclados;
- Comprando produtos cujas embalagens sejam feitas de materiais 
reciclados;
- Participando de campanhas para coleta seletiva de lixo;
- Organizando em seu trabalho, escola, bairro, rua, comunidade, igreja ou 
casa um projeto de separação de materiais para coleta seletiva;
- Entrando em contato com uma Associação de Catadores do seu bairro, 
distrito ou município para juntos traçarem um plano de trabalho que 
deverá ser desenvolvido no seu local de ação;
- Fazendo e incentivando a coleta seletiva de “lixo”. Os materiais que 
poderão ser coletados, de modo geral, são: jornais, papéis, papelões, 
livros, vidros, plásticos, alumínio, outros materiais. Disponível em: http://
www.trt9.jus.br/internet_base/pagina_geral.do?secao=4&pagina=5%20
Rs. Acesso em: 07 jul. 2012.
O descarte puro e simples custa caro ao planeta, tanto 
pela matéria-prima empregada na fabricação do produto, 
como também pelo lixo produzido. Uma folha de papel, 
que na concepção da grande maioria não tem nenhum 
valor, resulta de uma atividade industrial altamente poluente, 
com riscos para a saúde e o meio ambiente. Segundo José 
Maria Gusman Ferraz, doutor em Ecologia e pesquisador da 
Embrapa Meio Ambiente:
Para produzir 1 tonelada de papel são 
necessárias 2 a 3 toneladas de madeira, uma 
grande quantidade de água (mais do que 
qualquer outra atividade industrial), e muita 
energia (está em quinto lugar na lista das que 
mais consomem energia). O uso de produtos 
químicos atamente tóxicos na separação e no 
branqueamento da celulose também representa 
um sério risco para a saúde humana e para o 
meio ambiente, comprometendo a qualidade 
da água, do solo e dos alimentos (Disponível 
em: http://www.cnpma.embrapa.br/down_
hp/408.pdf. Acesso em: 07 jul. 2012.).
26Educação e Sustentabilidade Ambiental 
Saber Mais
O alto consumo de papel e a maior parte sendo produzida com métodos 
insustentáveis está entre as atividades humanas mais impactantes 
do planeta. O consumo mundial de papel cresceu mais de seis vezes 
desde a metade do século XX, segundo dados do Worldwatch Institute, 
podendo chegar a mais de 300 kg per capita ao ano em alguns países. 
E nesta escalada de consumo, cresce também o volume de lixo, que é 
outro grande problema em todos os centros urbanos (Ferraz) Disponível 
em: http://www.cnpma.embrapa.br/down_hp/408.pdf. Acesso em: 07 jul. 
2012.
Com base nos dados apresentados pelo pesquisador, 
pensar duas vezes antes de pegar uma folha de papel em branco 
para anotar um número de telefone, um simples recado, ou 
qualquer outra coisa, ainda é pouco. Como já se repetiu aqui, é 
preciso haver uma grande mudança, incluindo transformações 
de pensamento, atitude, comportamento, paradigma ou o que 
se pode chamar de uma mudança de cultura, mesmo! Já basta 
o fato de o Brasil fazer todo “trabalho sujo” da produção de 
papel. Conforme Ferraz, 
os países europeus transferiram grande parte 
de sua indústria de produção de polpa de papel 
para os países periféricos, onde a fragilidade 
das leis ambientais e a necessidade de gerar 
divisas se mostraram ávidos por acolher uma 
das mais impactantes indústrias. Depois de 
ficarem com os ônus da produção exportam 
a polpa de papel para os países centrais, que 
desta forma ficam livres dos efeitos danosos da 
produção. produção (Disponível em: http://
www.cnpma.embrapa.br/down_hp/408.pdf. 
Acesso em: 07 jul. 2012.).
Contudo, à mercê das leis, o processo de destruição 
continua, haja vista o Brasil, que possui uma das legislações 
mais completas do mundo, mas é onde há muitos problemas 
ambientais, incluindo poluição dos mananciais hídricos, do 
ar, da água; devastação das florestas, com muitos prejuízos 
para todas as espécies da nossa fauna; desperdícios; pirataria 
de animais e plantas, entre outros. Tais mazelas podem ser 
atribuídas a diversos fatores, entre os quais a má gestão das 
leis, agravado por algo ainda pior, a corrupção. 
A educação ambiental depende mais de um processo do 
que de leis. Segundo o sociólogo Paulo Freire (2005, p. 27-28),
Todos os processos de educação devem ser 
iniciados com a identificação das situações 
que a população local vivencia com emoções 
como entusiasmo, esperança, medo, ansiedade 
ou raiva. 
[...] é extremamente importante iniciar o 
processo pedagógico refletindo e tomando 
conhecimento sobre o mundo em que 
vivemos. 
[...] o educador ambiental deve conduzir a 
comunidade a reconhecer as relações entre 
os problemas e as possíveis soluções que 
contemplem a melhoria daquele determinado 
ambiente. A função do educador é auxiliaro 
indivíduo e a comunidade a desenvolverem a 
capacidade e o compromisso com as mudanças 
individual e social.
Legislação e meio ambiente
Vejam a seguir as 17 leis ambientais existentes no Brasil. 
Não há necessidade de decorá-las. Caso queiram conhecê-las 
em detalhe acessem o site: http://www.planetaorganico.com.
br/17leisamb.htm.
1 - Lei da Ação Civil Pública - número 7.347 de 
24/07/1985 
Lei de interesses difusos, trata da ação civil pública de 
responsabilidades por danos causados ao meio ambiente, ao 
consumidor e ao patrimônio artístico, turístico ou paisagístico.
2 - Lei dos Agrotóxicos - número 7.802 de 10/07/1989
A lei regulamenta desde a pesquisa e fabricação dos 
agrotóxicos até sua comercialização, aplicação, controle, 
fiscalização e também o destino da embalagem. Exigências 
impostas: obrigatoriedade do receituário agronômico para 
venda de agrotóxicos ao consumidor; registro de produtos 
nos Ministérios da Agricultura e da Saúde; registro no 
Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos 
Naturais Renováveis - IBAMA- o descumprimento desta lei 
pode acarretar multas e reclusão.
3 - Lei da Área de Proteção Ambiental - número 
6.902 de 27/04/1981
Lei que criou as “Estações Ecológicas “, áreas 
representativas de ecossistemas brasileiros, sendo que 90 % 
delas devem permanecer intocadas e 10 % podem sofrer 
alterações para fins científicos. Foram criadas também as 
“Áreas de Proteção Ambiental” ou APAS, áreas que podem 
conter propriedades privadas e onde o poder público limita as 
atividades econômicas para fins de proteção ambiental.
4 - Lei das Atividades Nucleares - número 6.453 de 
17/10/1977
Dispõe sobre a responsabilidade civil por danos nucleares 
e a responsabilidade criminal por atos relacionados com as 
atividades nucleares. Determina que se houver um acidente 
nuclear, a instituição autorizada a operar a instalação tem a 
responsabilidade civil pelo dano, independente da existência 
de culpa. Em caso de acidente nuclear não relacionado a 
qualquer operador, os danos serão assumidos pela União. 
Esta lei classifica como crime produzir, processar, fornecer, 
usar, importar ou exportar material sem autorização legal, 
extrair e comercializar ilegalmente minério nuclear, transmitir 
informações sigilosas neste setor, ou deixar de seguir normas 
27
de segurança relativas à instalação nuclear.
5 - Lei de Crimes Ambientais - número 9.605 de 
12/02/1998
Reordena a legislação ambiental brasileira no que se 
refere às infrações e punições. A pessoa jurídica, autora ou 
coautora da infração ambiental, pode ser penalizada, chegando 
à liquidação da empresa, se ela tiver sido criada ou usada para 
facilitar ou ocultar um crime ambiental. A punição pode ser 
extinta caso se comprove a recuperação do dano ambiental. 
As multas variam de R$ 50,00 a R$ 50 milhões de reais. Para 
saber mais: www.ibama.gov.br.
6 – Lei da Engenharia Genética – número 8.974 de 
05/01/1995 
Esta lei estabelece normas para aplicação da engenharia 
genética, desde o cultivo, manipulação e transporte de 
organismos modificados (OGM) , até sua comercialização, 
consumo e liberação no meio ambiente. A autorização e 
fiscalização do funcionamento das atividades na área e da 
entrada de qualquer produto geneticamente modificado no 
país, é de responsabilidade dos Ministérios do Meio Ambiente, 
da Saúde e da Agricultura. Toda entidade que usar técnicas 
de engenharia genética é obrigada a criar sua Comissão 
Interna de Biossegurança, que deverá, entre outros, informar 
trabalhadores e a comunidade sobre questões relacionadas à 
saúde e segurança nesta atividade.
7 – Lei da Exploração Mineral – número 7.805 de 
18/07/1989
Esta lei regulamenta as atividades garimpeiras. Para estas 
atividades é obrigatória a licença ambiental prévia, que deve 
ser concedida pelo órgão ambiental competente. Os trabalhos 
de pesquisa ou lavra, que causarem danos ao meio ambiente 
são passíveis de suspensão, sendo o titular da autorização de 
exploração dos minérios responsável pelos danos ambientais. 
A atividade garimpeira executada sem permissão ou 
licenciamento é crime. Para saber mais: www.dnpm.gov.br.
8 – Lei da Fauna Silvestre – número 5.197 de 
03/01/1967
A lei classifica como crime o uso, perseguição, captura 
de animais silvestres, caça profissional, comércio de espécies 
da fauna silvestre e produtos derivados de sua caça, além de 
proibir a introdução de espécie exótica (importada) e a caça 
amadorística sem autorização do Ibama. Criminaliza também 
a exportação de peles e couros de anfíbios e répteis em bruto. 
Para saber mais: www.ibama.gov.br.
9 – Lei das Florestas – número 4.771 de 15/09/1965 
Determina a proteção de florestas nativas e define como 
áreas de preservação permanente (onde a conservação da 
vegetação é obrigatória) uma faixa de 30 a 500 metros nas 
margens dos rios, de lagos e de reservatórios, além de topos 
de morro, encostas com declividade superior a 45 graus e 
locais acima de 1.800 metros de altitude. Também exige que 
propriedades rurais da região Sudeste do país preservem 20% 
da cobertura arbórea, devendo tal reserva ser averbada em 
cartório de registro de imóveis.
10 – Lei do Gerenciamento Costeiro – número 7.661 
de 16/05/1988
Define as diretrizes para criar o Plano Nacional de 
Gerenciamento Costeiro, ou seja, define o que é zona costeira 
como espaço geográfico da interação do ar, do mar e da 
terra, incluindo os recursos naturais e abrangendo uma faixa 
marítima e outra terrestre. Permite aos estados e municípios 
costeiros instituírem seus próprios planos de gerenciamento 
costeiro, desde que prevaleçam as normas mais restritivas. 
Este gerenciamento costeiro deve obedecer as normas do 
Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA).
11 – Lei da criação do IBAMA – número 7.735 de 
22/02/1989 
Criou o Ibama, incorporando a Secretaria Especial 
do Meio Ambiente e as agências federais na área de pesca, 
desenvolvimento florestal e borracha. Ao Ibama compete 
executar a política nacional do meio ambiente, atuando para 
conservar, fiscalizar, controlar e fomentar o uso racional dos 
recursos naturais.
12 – Lei do Parcelamento do Solo Urbano – número 
6.766 de 19/12/1979. 
Estabelece as regras para loteamentos urbanos, proibidos 
em áreas de preservação ecológicas, naquelas onde a poluição 
representa perigo à saúde e em terrenos alagadiços.
13 – Lei Patrimônio Cultural - decretolei número 25 
de 30/11/1937 
Lei que organiza a Proteção do Patrimônio Histórico 
e Artístico Nacional, incluindo como patrimônio nacional 
os bens de valor etnográfico, arqueológico, os monumentos 
naturais, além dos sítios e paisagens de valor notável pela 
natureza ou a partir de uma intervenção humana. A partir 
do tombamento de um destes bens, ficam proibidas sua 
demolição, destruição ou mutilação sem prévia autorização 
do Serviço de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, 
SPHAN.
14 – Lei da Política Agrícola - número 8.171 de 
17/01/1991 
Coloca a proteção do meio ambiente entre seus objetivos 
e como um de seus instrumentos. Define que o poder público 
deve disciplinar e fiscalizar o uso racional do solo, da água, 
da fauna e da flora; realizar zoneamentos agroecológicos 
para ordenar a ocupação de diversas atividades produtivas, 
desenvolver programas de educação ambiental, fomentar a 
produção de mudas de espécies nativas, entre outros.
15 – Lei da Política Nacional do Meio Ambiente – 
número 6.938 de 17/01/1981 
É a lei ambiental mais importante e define que o 
poluidor é obrigado a indenizar danos ambientais que causar, 
independentemente da culpa. O Ministério Público pode 
propor ações de responsabilidade civil por danos ao meio 
ambiente, impondo ao poluidor a obrigação de recuperar e/ou 
indenizar prejuízos causados. Esta lei criou a obrigatoriedade 
dos estudos e respectivos relatórios de Impacto Ambiental 
(EIA-RIMA).
28Educação e Sustentabilidade Ambiental 
16 – Lei de Recursos Hídricos – número 9.433 de 
08/01/1997
Institui a Política Nacional de RecursosHídricos e cria 
o Sistema Nacional de Recursos Hídricos. Define a água 
como recurso natural limitado, dotado de valor econômico, 
que pode ter usos múltiplos (consumo humano, produção 
de energia, transporte, lançamento de esgotos). A lei prevê 
também a criação do Sistema Nacional de Informação sobre 
Recursos Hídricos para a coleta, tratamento, armazenamento 
e recuperação de informações sobre recursos hídricos e 
fatores intervenientes em sua gestão.
17 – Lei do Zoneamento Industrial nas Áreas 
Críticas de Poluição – número 6.803 de 02/07/1980
Atribui aos estados e municípios o poder de estabelecer 
limites e padrões ambientais para a instalação e licenciamento 
das indústrias, exigindo o Estudo de Impacto Ambiental. 
Disponível em: http://www.planetaorganico.com.
br/17leisamb.htm.
Paulo Affonso Leme Machado, professor da UNESP – 
Campus de Rio Claro – SP. Autor do livro “Direito Ambiental 
Brasileiro”.
Ao encerrarmos esta aula esperamos ter conseguido 
sensibilizá-los, queridos alunos, para um problema que é meu, 
é seu, é nosso, é de todos os mais de sete bilhões de habitantes 
do planeta Terra, do qual apenas somos inquilinos e, por 
sinal, maus inquilinos, passíveis de deixar a casa destruída e 
vazia para os próximos moradores. A forma mais viável de 
poupar o planeta da destruição é a sensibilização das pessoas, 
mas como isso não acontece ainda em relação à maioria dos 
seres humanos, torna-se necessária a elaboração de leis que 
regulamentem a relação homem/meio ambiente. O problema 
está em fazer com que sejam cumpridas, pois existe mais gente 
querendo driblar as leis do que gente disposta a cumpri-las.
Parece que estamos indo bem. Então, para encerrar 
esse tópico, vamos recordar:
Retomando a aula
1 - Somos parte do planeta e também integramos a 
ecologia
Se somos parte do planeta, como podemos destruí-lo? 
Temos uma grande responsabilidade em nossas mãos, que é a 
de cuidar bem do nosso habitat.
2 - O homem pode interagir ou destruir o seu meio
É mais lucrativo interagirmos com o nosso meio, pois 
sua destruição significa a nossa ruína.
Ufa, acabou. Qualquer dúvida, estou à disposição através do quadro de 
avisos. Até a próxima aula.
Disponível em: http://www.planetaorganico.com.br/
meioamb.htm.
FERRAZ, José Maria Gusman. O papel nosso de cada dia. 
Disponível em: http://www.cnpma.embrapa.br/down_
hp/408.pdf.Acesso em: 05 abr. 2012.
Disponível em: http://www.planetaorg anico. com.
br/17leisamb.htm. Acesso em: 15 mar. 2012.
Disponível em: http://www.saaeitabira.com.br/
Portals/6/flash/comoeconomizar.htm. Acesso em: 11 mar. 
2012.
Disponível em: http://www.blumar.com.br/images/
site/sacos_plasticos.pdf. Acesso em: 04 abr. 2012.
Disponível em: http://tudoglobal.com/blog/
capa/52206/brasil-se-iguala-a-europa-na-producao-de-lixo.
html. 
Disponível em:http://www.trt9.jus.br/internet_base/
pagina_geral.do?secao=4&pagina=5%20Rs. Acesso em: 07 
jul.2012.
Vale a pena acessar
Ponto de mutação
Vale a pena assistir
MORAES, A. C. R. Meio ambiente e ciências humanas. 4. 
ed. São Paulo: Annablume, 2005.
FREIRE, Paulo. A Linha Pedagógica: a compreensão 
e a reflexão crítica de Paulo Freire. In: MATHEUS, Carlos 
Eduardo; MORAES, America Jacintha de; CAFFAGNI, 
Carla Wanessa do Amaral. Educação ambiental para o 
turismo sustentável: vivências integradas e outras estratégias 
metodológicas. São Carlos: RiMa, 2005, p. 27-28.
SANTOS, T. C. C.; CÂMARA, J. B. D. (orgs.). O 
estado do meio ambiente no Brasil. In: SANTOS, T. C. C.; 
CÂMARA, J. B. D. (orgs.). Geo Brasil 2002: Perspectivas do 
Meio Ambiente no Brasil. Brasília, DF: Ibama, 2002, p. 23 
a 218.
Vale a pena ler
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