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6 28 27 UNIVERSIDADE PAULISTA MAGAZINE LUIZA SA Magalu SÃO PAULO 2021 MAGAZINE LUIZA SA Magalu ( Projeto Integrado Multidisciplinar (PIM) I V em Tecnólogo de Gestão Financeira apresentado à Universidade Paulista – UNIP. Orientador: Prof a. Ana Paula Carli Polazzo ) SÃO PAULO MAGAZINE LUIZA SA Magalu ( Projeto Integrado Multidisciplinar (PIM) V em Tecnólogo de Gestão Financeira apresentado à Universidade Paulista – UNIP. ) Aprovado em: ( BANCA EXAMINADORA _______________________/__/___ Prof. Alessandro Prata Universidade Paulista – UNIP _______________________/__/___ Prof a . Rachel Brandão Universidade Paulista – UNIP _______________________/__/___ Prof. Luiz Felix Universidade Paulista – UNIP ) RESUMO Esse é o Projeto Internacional Multidisciplinar (PIM V) no curso Tecnólogo em Gestão Financeira da Universidade Paulista. Nesse projeto abordaremos sobre as análises de demonstrações financeiras na Magazine Luiza SA, sobre matemática financeira, e como a organização utiliza de planejamento tributários. Interligando o aprendizado das aulas das devidas matérias, com a realidade de uma empresa de capital aberto. Explicando um pouco sobre a empresa a ser estuda, com uma breve descrição organizacional. Também será apontado a forma dinâmica de trabalho e seus pontos fortes e fracos. Para que possamos desenvolver bem essa pesquisa será feito um breve resumo sobre como é cada matéria e apontar os métodos que a empresa utiliza para que possa ser demonstrado os pontos fortes e fracos da organização. Palavras-Chave: Magazine Luiza, análise das demonstrações financeiras, matemática financeira, planejamento tributário. ABSTRACT This is the International Multidisciplinary Project (PIM V) in the Technologist in Financial Management course at Universidad Paulist. In this project we will cover the analysis of financial statements at Magazine Luiza SA, about financial mathematics, and how the organization uses tax planning. Connecting the learning of the classes of the appropriate subjects, with the reality of a publicly traded company. Explaining a little about the company to be studied, with a brief organizational description. It will also be pointed out the dynamic way of working and its strengths and weaknesses. So that we can develop this research well, a brief summary will be made about what each subject is like and point out the methods that the company uses so that the strengths and weaknesses of the organization can be demonstrated. Keywords: Magazine Luiza, analysis of financial statements, financial mathematics, tax planning. SUMÁRIO Sumário 1 INTRODUÇÃO 6 2 DESCRIÇÃO ORGANIZACIONAL 7 2.1 Magazine Luiza SA 7 2.2 Denominação e Forma de Constituição 7 2.3 Histórico Relevante da Organização 8 2.4 Setor de Atividade e Negócio da Organização 9 2.5 Porte da Organização 9 2.6 Composição da Força de Trabalho da Organização 9 2.7 Principais Produtos/Serviços Negociados 10 2.8 Principais Fornecedores e Insumos 10 2.9 Principais Mercados e Segmentos em Que a Organização Atua 10 2.10 Principais Concorrentes da Organização 10 3 ANÁLISE DAS DEMONTRAÇÕES FINANCEIRAS 11 3.1 Análise Vertical e Horizontal 11 3.2 Análise dos índices de liquidez 12 3.3 Análise Dos Índices de Composição do Endividamento 12 3.4 Ciclo operacional 13 4 MATEMATICA FINANCEIRA 15 4.1 Conceitos Básicos da Matemática Financeira 17 4.1.1 Capital © 17 4.1.2 Juros (J) 17 4.1.3 Montante (M) 17 4.1.4 Taxa de juros (i) 17 4.2 Cálculos Básicos da Matemática Financeira 18 4.2.1 Porcentagem 18 4.2.2 Variação percentual 18 4.3 O que é PMT em matemática financeira? 19 4.4 O que é PV em matemática financeira? 19 4.5 Conceitos 19 5 PLANEJAMENTO TRIBUTARIO 22 5.1 Devoluções Sobre Vendas 23 5.2 Custo das Mercadorias Vendias e Serviços Prestados 24 5.3 IR/CSSL 25 6 CONCLUSÃO 26 Concluímos que a empresa Magazine SA é uma organização com grande potencial de crescimento, pois mesmo diante de várias crises já enfrentada por ela, hoje é uma das líderes no ramo, com seu alto capital e boa organização. 26 Na análise de demonstrações financeiras a empresa vê como anda a situação econômica e consegue criar métodos para que aumente o seu lucro. 26 Através da matemática financeira, utilizando contas para por na base do produto os valores correspondentes a lucro, juros, taxas, entre outros. 26 No planejamento tributário se consegue tirar base através das porcentagens dos impostos que a empresa devera pagar pelo produto, assim pondo ao preço de revenda do produto, assim quem acaba pagando o imposto é o consumidor final, não gerando prejuízo para a empresa. 26 REFERÊNCIAS 27 1 INTRODUÇÃO Esse projeto tem por objetivo entendermos como são aplicadas as disciplinas estudadas no bimestre em uma empresa de capital aberto através de dados divulgados pela própria empresa e sites de finanças. Feito através de uma pesquisa qualitativa para que possa se chegar à resposta da seguinte questão: Qual é a situação econômico-financeira, a partir da análise das demonstrações financeiras, como é o planejamento tributário e qual é a utilização prática das técnicas de matemática financeira para a Magazine Luiza SA? Utilizaremos como base a empresa Magazine Luiza, uma das líderes de Varejo no mercado Brasileiro, que hoje em dia se encontra em 16 estados de nosso país, trabalhando de forma física e online para suas vendas. No desenvolver desse projeto iremos ressaltar como é utilizado o que estudamos em análise das demonstrações financeiras, matemática financeira e planejamento tributário nessa organização. Além de que iremos analisar os pontos fortes e fracos da empresa para que se possa tirar uma base do que pode ser melhorado na mesma. 2 DESCRIÇÃO ORGANIZACIONAL 2.1 Magazine Luiza SA · Sede: Rua Voluntários da Franca, nº 1465, Centro, Franca, CEP – 144.004-90; · CNPJ – 47.960.950/0001-21; · Possui 736 lojas em 16 estados em todo o Brasil; TABELA 1 – Conselho de Administração FONTE: www.ri.magazineluiza.com.br · Rede: Varejo; · Mais de 36 milhões de clientes; · Receita Média anual: 400 milhões de reais. 2.2 Denominação e Forma de Constituição · Razão Social: Magazine Luiza SA; · Constituição: Sociedade Anônima, são divididas as ações da seguinte forma; · Acionistas; · Controladores com 950.455.836 ações que formam 58% do total; · Ações em Circulação com 674.275.876 ações que formam 41% do total; · E o total com 1.624.731.712 ações 100%. 2.3 Histórico Relevante da Organização · 1957 – O casal Donato inaugura uma pequena loja de presentes na cidade da sede da Magazine em Franca-SP; · 1991 – Luiza Helena Trajano, sobrinha da fundadora assume a liderança da Magazine; · 1992 – Inauguração das primeiras lojas virtuais; · 1996 – A rede chega até os estados do Paraná e Mato Grosso do Sul; · 2000 – Acontece o lançamento do site de vendas oficial de comércio eletrônico; · 2005 – É criado o luizaseg, TV Luiza, Rádio Luiza e o Portal Luiza; · 2008 – 46 lojas são inauguradas na cidade de São Paulo no mesmo dia e são conquistados mais de 1 milhão de clientes; · 2011 – Companhia é listada na BM&FBovespa é oferta Pública Inicial de Ações (IPO); · 2014 – Ano em que ocorre a criação do Luizalabs; · 2015 – Com a inovação tecnológica a Magazine Luiza lança o seu próprio aplicativo de vendas Mobile com 180lojas; · 2016 – É lançado a plataforma de Marketplace, que consta com uma média de 50 parceiros que vendem seus produtos dentro do site e aplicativo da Magazine; · 2017 – A companhia lidera no ranking da Bovespa com arrecadação de 1,8 bilhões de reais. Frederico Trajano é apontado pela IstoÉ Dinheiro como o empreendedor do ano. O Missão Digital, um reality show do Magazine estreia na Rede Globo. A companhia cria uma rede interna de denúncias da lei Maria da Penha. · 2018 – A Magazine Luiza vira Magalu. A companhia adquire a startup de logística Logbee. O aplicativo de vendas do Magalu é um dos aplicativos de compra mais bem-sucedidos, com 26 milhões de downloads,e cerca de 40% dos pedidos online da organização;· 2019 – Magalu adquire a Netshoes, maior e-commerce de esportivos do Brasil. Acontece a primeira expo Magalu para sellers e reúne milhares de pessoas em São Paulo. A companhia Magalu entra no Pará. Frederico Trajano é apontado como executivo do ano pelo Valor Econômico; · 2020 – Aquisição do Marketplace de livros Estante Virtual. Diante ao isolamento devido a pandemia do novo covid-19 a empresa acelerou o desenvolvimento e implementação do Parceiro Magalu. 2.4 Setor de Atividade e Negócio da Organização Empresa do setor comercial, da rede Varejista, que adquire o produto para vender diretamente ao consumidor, seja em loja física ou no e-commerce. 2.5 Porte da Organização A Magalu é uma empresa de grande porte pois possui uma receita operacional bruta maior que 300 milhões de reais. 2.6 Composição da Força de Trabalho da Organização TABELA 2 – Relação de Funcionários FONTE: www.ri.magazineluiza.com.br Dados divulgados do ano de 2017 mostra um quadro de 22.870 funcionários, a companhia possui quase a mesma quantidade de colaboradores de sexos opostos, e de diversos graus de escolaridade. 2.7 Principais Produtos/Serviços Negociados Os principais produtos vendidos são móveis, eletrodomésticos e eletrônicos, que são obtidos com fornecedores locais. 2.8 Principais Fornecedores e Insumos Os principais fornecedores são os locais, para que a entrega possa ser mais rápida ao cliente e mais econômica. Alguns exemplos de fornecedores: Samsung, Electrolux, Gazin, entre outros. 2.9 Principais Mercados e Segmentos em Que a Organização Atua A Magazine atua com o cliente direto, vendendo ao consumidor que são tanto ao cidadão comum quanto à Pessoa Jurídica. Vendendo em todo o território nacional. 2.10 Principais Concorrentes da Organização Atualmente a principal concorrente do Magalu é a Via Varejo que atua no mesmo ramo. 3 ANÁLISE DAS DEMONTRAÇÕES FINANCEIRAS Para que uma empresa consiga sobreviver às crises financeiras, nos gestores temos a necessidade da utilização de instrumento de gestão eficiente e eficaz para o seu desenvolvimento e para a tomada de decisões. Desta forma, para que uma gestão traga resultados satisfatórios os gestores necessitam de informações úteis. Este trabalho é o resultado de um estudo de casos cuja empresa, selecionada para, analisa e Magazine Luiza S. A, está empresa, apresenta grande influência na economia e considerada uma das maiores varejistas do país. A metodologia aplicada nesta pesquisa é qualitativa e quantitativa. Considerando o objetivo principal e de acordo com os instrumentos da gestão, para dar ênfase à elaboração de estudo apresenta-se os objetivos específicos a seguir. Analisar as demonstrações contábeis com vista, a leitura de liquidez, endividamento, rentabilidade. Está pesquisa identificou que foi afetada pela crise econômica, mas através de um bom gerenciamento conseguiu superar. Em 2017 apresentou resultados positivos recuperou sua capacidade de pagamentos a curto e longo prazo reduziu seu endividamento teve sua rentabilidade elevada assim como o valor de mercado de ações. A demonstração contábil tem a finalidade a divulgação da posição patrimonial, econômica e financeira da empresa. 3.1 Análise Vertical e Horizontal As análises vertical e horizontal podem ser utilizadas nos balanços patrimoniais (BP) e nas demonstrações de resultado do exercício (DRE). A análise de estrutura ou chamada análise vertical tem como objetivo verificar a proporção ou participação de cada conta dentro do total do grupo, por exemplo qual a representatividade da conta estoque dentro do grupo do total do ativo. Já a análise horizontal representa a variação de uma conta em relação a esta mesma conta em períodos posteriores. Conforme análise é possível interpretar que o patrimônio líquido variou 236,69%, partindo de R$ 616.000.000,00 no ano de 2012 para R$ 2.074.000.000,00 em 2017, outra conta que obteve um crescimento significativo foi a dos lucros acumulados variando 2,600%. No ano de 2012 representavam R$ 100.000,00 passando a R$ 2.700.000,00 em 2017. A conta fornecedores apresentou variação interessante entre os anos de 2012 a 2017. Variou 119,81% nesse período, partindo de R$ 1.328.200.000,00 em 2012 que representavam 23,45% de participação no total do passivo circulante para R$ 2.919.500.000,00 que representavam 39,35% em 2017. No gráfico abaixo podemos ver o crescimento da utilização dos recursos de fornecedores a partir do ano de 2014, período da crise econômica. Gráfico demonstra o crescimento da participação da conta fornecedores no balanço patrimonial nos anos 2012-2017. Crescimento dos recursos de fornecedores entre 2012-217. Dentro da DRE o maior percentual de variação foi o da conta lucro/prejuízo consolidado do período, que variou 5705,97%. Partindo de R$ 6.700.000,00 no ano de 2012 para R$ 389.000.000,00 em 2017. Esse valor é reflexo do aumento das vendas. O total da receita de venda de bens/serviços em 2012 era de R$ 7.665.100.000,00, passando para R$ 11.984.200.000,00 no ano de 2017, o crescimento das vendas foi de 56,35%. 3.2 Análise dos índices de liquidez A análise da liquidez aponta uma situação razoável sobre a capacidade de pagamento do Magazine Luiza S/A em 2017. A análise da liquidez aponta uma melhora na capacidade de pagamento (liquidez geral) do Magazine Luiza S/A em 2017 (tabela 3), alcançando para cada R$ 1,00 real em dívidas a empresa possui agora R$ 1,12 em direitos, mostrando uma evolução em relação ao ano de 2012. 3.3 Análise Dos Índices de Composição do Endividamento A análise dos índices de composição do endividamento (CE) do Magazine Luiza S/A entre 2012-2017,podemos notar o crescimento do endividamento de recursos de curto prazo. No ano de 2012 a empresa tinha 71% de suas dívidas a curto prazo. Em 2017 esse percentual passou para 342% em dívidas a curto prazo. 3.4 Ciclo operacional No ciclo operacional da empresa Magazine Luiza S/A é possível verificar o aumento dos prazos médios. Ciclo Operacional O PMRE aumentou, no ano de 2012 o prazo de renovação dos estoques era de 74,76 dias e passou para 84,62 dias, uma diferença de 9,86 dias o que aponta um giro de estoque menor. Isto demostra que a empresa está mantendo um estoque maior tornando deste modo o giro do estoque mais lento. No ano de 2012 o prazo médio de vendas era de 98,84 dias. Em 2017 o PMRV diminui passando para 37,29 dias, que demonstra o crescimento do poder de compra dos clientes pode-se também atribuir as melhores condições de compra oferecidas pela empresa, como por exemplo, a venda de produtos a prazo e o aumento da compra pelo E-commerce. Prazo Médio de Pagamento de Contas O cálculo do prazo médio de pagamentos de compras demonstra como a empresa Magazine Luiza S/A utilizou de capital de terceiros, no caso em estudo, dos recursos de fornecedores para aumentar o PMPC. No ano de 2012 o prazo médio era de 76,93 dias, em 2017 o prazo médio passou para 131,29 dias. O prazo de pagamentos aos fornecedores aumentou cerca de 54.36 dias. Sendo o PMRE menor que o PMPC, a empresa Magazine Luiza S/A tem sua necessidade de capital de giro NCG reduzida pois quem custeia o NCG são os fornecedores. Segundo Vieira (2008) “pesquisas indicam que, para a maior parte das empresas brasileiras a necessidade de capital de giro (NCG) representa uma demanda operacional de recursos que precisa ser financiada.” Análise dinâmica do capital de giro: Para realizar a análise dinâmica é necessário reorganizar as contas patrimoniais, conforme o modelo Fleuriet, organizados em componentes de curto e longo prazo, ativos circulantes e não ANO 6 (CLIENTES/VENDAS)*360 CLIENTES R$ 1.241.300.000,00 37,29 VENDAS* R$ 11.984.200.000,00 6 circulantes, passivos circulantes e não circulantes e ainda os classificas entre operacionais ou cíclicos e financeiros ou erráticos. Depois de reorganizar o balanço pode–se então relacionar as contas e então calcular os indicadores do modelo, são eles: • Necessidade de Capital de Giro (NCG); • Capital de Giro (CDG); • Saldo de Tesouraria (T); A média da NCG da empresa MagazineLuiza S/A no ano de 2017 foi de R$ 54.500.000,00 indicando NCG positivo (empresas do tipo 2,3 e 4), sendo assim existe a necessidade dos recursos para financiar suas atividades operacionais. ST (saldo de tesouraria): Todos os dados utilizados na pesquisa foram retirados do site Infomoney, o qual por motivos desconhecidos foi retirado do ar deste modo impossibilitando a obtenção de alguns dados necessários para a realização de cálculos específicos. Devido à falta de tais dados, ficamos impossibilitados de calcular o ST referente aos anos estudados. Tipo do balanço patrimonial no modelo dinâmico: Foi possível através da análise do capital de giro e da necessidade de capital de giro, classificar a empresa como tipo 4 (IV), pois apresenta: CDG (-) / NCG (+). Empresas do Tipo 4 financiam parte de seus ativos não circulantes e parte de sua necessidade de capital de giro permanente através de dívidas de curto prazo. Financiar através de empréstimos de curto prazo resolve o problema imediato da gerência de caixa, mas deixa a empresa muito vulnerável para qualquer mudança em seu ambiente financeiro. Segundo Braga (1991), “Entretanto, mesmo com NCG negativo, poderia ocorrer de a empresa continuar obtendo crédito junto aos seus fornecedores e levantar empréstimos bancários. Isto 7 aconteceria mediante oferecimento de garantias adicionais...”. Ainda segundo o autor “Deve-se ressaltar que a ocorrência simultânea de IOG positivo e CCL negativo indica péssima situação financeira, com a possibilidade de agravamento, evidenciado pelo crescimento do saldo negativo de tesouraria”. 4 MATEMATICA FINANCEIRA Se a gestão do dinheiro não é o forte da empresa, dedicar-se à matemática financeira pode ajudar você a reverter o quadro e encontrar o crescimento sustentável. À primeira vista, pode até parecer que se trata de um conhecimento restrito à graduação em Matemática ou, quem sabe, exigido de candidatos em concursos públicos. Mas não se engane: um simples resumo sobre matemática financeira deixa claro que ela vai muito além da teoria, possuindo aplicações práticas importantes. Já na abertura deste texto, falamos na realidade de um negócio. Mas mesmo em âmbito pessoal, suas contribuições são marcantes. E elas aparecem, especialmente, na maior capacidade de organização. Se você deseja elevar a sua habilidade em lidar com dinheiro, seja qual for o objetivo que estabeleça para ele, é importante aprofundar-se no estudo da matemática financeira, suas fórmulas e exercícios. Buscaremos destacar a importância da matemática financeira em uma linguagem acessível, que é para atender até mesmo aqueles que não têm grande apreço pelos números. A matemática financeira ajuda imensamente no planejamento e gestão do dinheiro de uma empresa, é uma área de aplicação prática da matemática, que consiste em cálculos direcionados à melhor organização e ao maior controle do dinheiro. Mais do que uma ciência, é uma ferramenta bastante útil no dia a dia, tanto para cuidar das contas pessoais quanto daquelas que pertencem a uma empresa. A partir de diferentes fórmulas, sobre as quais vamos falar ainda neste artigo, é possível ter uma visão integral sobre as finanças, utilizar bem o dinheiro, aumentar o seu valor e evitar prejuízos. É também a partir dos instrumentos de matemática financeira que sonhos são concretizados. Para entender melhor, basta lembrar da importância da organização e planejamento ao contratar um empréstimo ou obter um financiamento, seja para aquisição de um veículo ou imóvel. Exceto se você possui toda a quantia para realizar o pagamento à vista, terá que fazer cálculos para entender o impacto desse produto financeiro e suas prestações no orçamento pessoal. Para tanto, são necessários conhecimentos básicos sobre porcentagem, juros e fórmulas que permitem compreender exatamente o tamanho da conta. Sempre lembrando que, nesse tipo de operação, o custo final é diferente do contratado, justamente devido à incidência de juros. Outro bom exemplo é o de investimentos, quando os números jogam a seu favor. Você pode planejar a sua aposentadoria, deixando dinheiro na poupança. Mas é importante que essa decisão seja tomada depois de comparar a rentabilidade com outras opções. Assim, identifica os ganhos que vai obter em um determinado período. E você só consegue fazer isso a partir de instrumentos de matemática financeira. Mas a importância dela vai além e aparece de forma marcante no mundo corporativo, como veremos a seguir. A saúde financeira de uma empresa e o seu fluxo de caixa podem ser calculados com a matemática financeira. A verdade é que o empreendedor não precisa dominar a matemática, mas tem o compromisso de compreender e saber utilizar algumas de suas fórmulas para tarefas de rotina. O melhor exemplo, sem dúvidas, é o do fluxo de caixa. Essa é a ferramenta que registra as entradas e saídas de dinheiro da empresa. Ou seja, suas receitas e despesas, é a partir dela que o gestor identifica como anda a saúde financeira do negócio, no que vem gastando mais do que deveria e, assim, onde estão as oportunidades de economia. Por aí, já temos uma amostra de que não há como crescer, sequer sobreviver enquanto empresa, sem um controle rígido das finanças. E fica pior ainda ao tomar empréstimos sem conhecer a realidade do caixa, ou quem sabe, projetar um novo produto ou abrir uma filial sem projetar como se dará o desempenho do negócio nos próximos meses e anos. Tudo isso depende da ferramenta sobre a qual estamos falando neste artigo: a matemática financeira. Você pode ser um ótimo administrador, pagar as contas em dia, cobrar os clientes e receber no prazo, negociar condições vantajosas com fornecedores e ter elevados índices de produtividade e eficiência na empresa. Tudo isso é válido para alcançar os objetivos propostos para ela. Por outro lado, tudo pode ir por água abaixo em um único movimento não planejado, que desconsidere a sua capacidade financeira no médio e longo prazo. O que a matemática financeira faz é ajudá-lo a compreender como o dinheiro se comporta. E para um negócio crescer de forma sustentável e atingir a longevidade, não há nada mais importante. A matemática financeira é a área da matemática que estuda a equivalência de capitais no tempo, ou seja, como se comporta o valor do dinheiro no decorrer do tempo. Sendo uma área aplicada da Matemática, estuda diversas operações ligadas ao dia a dia das pessoas. Por esse motivo, conhecer suas aplicações é fundamental. Como exemplos dessas operações podemos citar as aplicações financeiras, empréstimos, renegociação de dívidas, ou mesmo, tarefas simples, como calcular o valor de desconto num determinado produto. 4.1 Conceitos Básicos da Matemática Financeira 4.1.1 Capital © Representa o valor do dinheiro no momento atual. Este valor pode ser de um investimento, dívida ou empréstimo. 4.1.2 Juros (J) Representam os valores obtidos pela remuneração de um capital. Os juros representam, por exemplo, o custo do dinheiro tomado emprestado. Ele pode também ser obtido pelo retorno de uma aplicação ou ainda pela diferença entre o valor à vista e a prazo em uma transação comercial. 4.1.3 Montante (M) Corresponde ao valor futuro, ou seja, é o capital mais os juros acrescidos ao valor. Assim, M = C + J. 4.1.4 Taxa de juros (i) É o percentual do custo ou remuneração paga pelo uso do dinheiro. A taxa de juros está sempre associada a um certo prazo, que pode ser por exemplo ao dia, ao mês ou ao ano. 4.2 Cálculos Básicos da Matemática Financeira 4.2.1 Porcentagem A porcentagem (%) significa por cento, ou seja, uma determinada parte de cada 100 partes. Como representa uma razão entre números, pode ser escrita na forma de fração ou como número decimal. Por exemplo: 4.2.2 Variação percentual Outro conceito associado ao de porcentagem é o de variação percentual, ou seja, a variação das taxas percentuais de acréscimo ou decréscimo. Exemplo: No início do mês, o preço do quilo da carne era de 25 reais. No final do mês a carne era vendida por 28 reais o quilo. Assim, podemos concluirque houve uma variação percentual relacionada com o aumento desse produto. Podemos constatar que o aumento foi de 3 reais. Pela razão dos valores temos: 3/25 = 0,12 = 12% Sendo assim, podemos concluir que a variação percentual do preço da carne foi de 12%. Juros: O cálculo de juros pode ser simples ou composto. No regime de capitalização simples, a correção é feita sempre sobre o valor do capital inicial. Já nos juros compostos, a taxa de juros é aplicada sempre sobre o montante do período anterior. Note que esse último é muito utilizado nas transações comerciais e financeiras. Juros Simples:Os juros simples são calculados levando em consideração um determinado período. Ele é calculado pela fórmula: J = C . i . n Onde: C: capital aplicado I: taxa de juros N: período que corresponde os juros logo, o montante dessa aplicação será: M = C + J M = C + C . i . n M = C . (1 + i . n). Juros Compostos: O sistema de juros compostos é chamado de capitalização acumulada, pois, ao final de cada período os juros que incidem sobre o capital inicial são incorporados. Para calcular o montante em uma capitalização a juros compostos, usamos a seguinte fórmula: Mn = C (1+i)n. 4.3 O que é PMT em matemática financeira? A sigla PMT aparece com frequência quando se trata de matemática financeira PMT são pagamentos de mesmo valor, ou seja, registrados pelo fluxo de caixa (pessoal ou empresarial) de forma recorrente. Podem aparecer em diferentes fórmulas utilizadas justamente para ter uma compreensão mais próxima da realidade financeira e fazer projeções a partir dela. Importante destacar que o PMT não se refere apenas a pagamentos efetuados, mas também recebidos. Contudo, em ambos, a característica principal está na repetição, especialmente mensal, mas também anual. Por isso, também são tratados como valor da parcela. São exemplos de pagamentos de mesmo valor: Prestação fixa de empréstimo ou financiamento. Parcela fixa de compra junto a um fornecedor. Parcela fixa de recebimento de um cliente. Podemos ainda citar um exemplo. Pense em uma venda no valor de R$ 2.000,00, que você parcelou no boleto bancário em quatro vezes fixas, sempre com vencimento no dia 25. Dessa forma, pelos próximos quatro meses, R$ 500,00 devem entrar no seu caixa sempre no dia 25. Esse valor é um PMT. E se a cobrança tivesse juros? Nesse caso, o PMT seria apenas um dos elementos a considerar no cálculo. 4.4 O que é PV em matemática financeira? PV, em inglês, significa present value. Ou seja, em matemática financeira, a sigla é conhecida por valor presente. Mas o que isso quer dizer? Não há mistério: é o valor que se tem no momento e do qual se parte em uma operação matemática. 4.5 Conceitos ● Capital: Refere-se ao montante financeiro empregado em algum investimento ou tomado em algum financiamento. Também pode ser chamado simplesmente de montante. Tudo gira em torno do capital, que é remunerado de acordo com a troca que ocorre entre credor e devedor. Todas as operações financeiras envolvem algum capital, e no fim, toda operação de matemática financeira busca analisar o impacto das relações entre as partes e o tempo sobre o capital. ● Capitalização: A capitalização é a forma de “rentabilização” do capital. A forma de capitalização pode ser habitualmente do tipo simples ou composta. O próximo tópico explica em detalhes as diferenças entre as duas formas de capitalização. A capitalização por si só conecta o valor presente ao valor futuro através de uma relação matemática, relação que segue a proporção dos juros em função do tempo. ● Juro: É a remuneração do capital em função do tempo. O juro é aplicado (multiplicado) pelo capital empregado na capitalização. Para o devedor, os juros dão o valor do custo do dinheiro em função do tempo do empréstimo, é o ônus financeiro de tomar este recurso emprestado. Sob a ótica do credor, os juros são o rendimento da aplicação, do financiamento cedido, são a taxa de capitalização. O juro é a taxa que relaciona o valor presente com o valor futuro. ● Capitalização Simples: Na capitalização simples os juros cobrados por período incidem somente sobre o capital. Isso significa dizer que os juros são cobrados sobre o valor do capital empenhado, de maneira proporcional ao tempo. ● Comparativo entre as formas de Capitalização Pela diferença entre as fórmulas matemáticas, o comportamento dos retornos obtidos com cada tipo de capitalização é diferente: a capitalização simples tem comportamento proporcional enquanto a capitalização composta tem comportamento exponencial. ● Equivalência de Taxas: O cálculo de equivalência de taxas é um modelo matemático importante para o investidor que manipula taxas de diferentes períodos. Calcular a equivalência das taxas dá perfeita noção ao investidor sobre qual o nível de rentabilidade é o mais adequado, mesmo quando compara taxas em diferentes períodos de capitalização.Com a análise desse conteúdo pude observar a extrema importância do domínio do tema uma vez que grande parte de todos de todos nós e inclusive das empresas, não tem conhecimento necessário para ter um controle financeiro e melhores tomadas de decisões como comprar à prazo ou investir o dinheiro para comprar à vista. ● Tabela Price: Conhecido como sistema francês de amortização, a Tabela Price se caracteriza por apresentar prestações iguais. A composição das parcelas começa com mais juros e menos amortização e a lógica se inverte ao longo do contrato. A Tabela Price é a mais comum nas compras parceladas no país, usada no crédito dos varejistas. Ao final do contrato, quem contratou empréstimo pelo sistema Price paga um valor maior de juros . ● Exemplo de compra tabela price: ● Sistema PRICE: Como uma empresa atuante do mercado varejista, a MAGAZINE LUIZA S/A trabalha com esse modelo de amortização bem como para empréstimos pessoais quanto na comercialização de seus produtos. 5 PLANEJAMENTO TRIBUTARIO A receita bruta da Magazine Luiza é composta por: revenda de mercadorias e prestação de serviços no segmento de varejo; operações de crédito e prestações de serviços no segmento de financiamento ao consumo que é o caso da Luizacred; operações de seguros na seguradora Luisaseg; administração de cartas de crédito no Consórcio Luiza. Magazine Luiza (Varejo): as receitas de revenda das mercadorias são geradas por todas as lojas da Magalu e a contabilização das receitas é feita quando da entrega das mercadorias aos clientes e a titularidade legal das mercadorias é transferida aos clientes. As receitas de serviços contemplam comissões e taxas dos serviços prestados, como comissões de vendas dos produtos financeiros e de seguros, e taxas pela nossa atividade de correspondente bancário. Luizacred: as receitas compreendem principalmente as atividades de crédito direto ao consumidor (CDC), cartões de crédito (Cartão Luiza) e empréstimo pessoal. Há também as receitas de prestação de serviços, que compreendem principalmente tarifas de anuidade de contas, comissões do cartão, comissões de seguros, receita de retenção de vendas sem juros, entre outras. Luizaseg: as receitas da seguradora compreendem os prêmios emitidos de seguro, e são reconhecidos no resultado quando da emissão das apólices ou faturas, assim como os seus respectivos custos de aquisição, ajustados por meio de variação das provisões de prêmios não ganhos e dos custos de aquisição diferidos, de acordo com o período decorrido de vigência das apólices e faturas. Consórcio Luiza: as receitas do segmento de consórcio compreendem taxas de administração dos grupos de consórcio. A contabilização das taxas de administração é realizada mensalmente quando do efetivo recebimento das parcelas dos consumidores. Os impostos são compostos por ICMS, PIS/COFINS e ISS incidentes sobre as receitas de revenda de mercadorias e de prestações de serviços, que compõe as deduções da receita bruta, conforme descrito abaixo: Magazine Luiza (Varejo): o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços – ICMS é um tributo estadual que incide sobre a receita bruta em cada etapa da cadeiade produção e comercialização, de forma não cumulativa e são recolhidos sobre as vendas dos produtos e, posteriormente, pagos ao governo do respectivo Estado. As alíquotas de ICMS variam entre 7% e 25% conforme a legislação de seu respectivo Estado para as diferentes categorias de produtos. O ICMS relacionado ao regime de substituição tributária é registrado no CMV das operações de varejo, conforme descrito abaixo. Sobre a receita de venda de mercadorias incide também as alíquotas de 1,65% para o PIS e 7,6% para o COFINS, exceto aos produtos beneficiados com isenções fiscais, como computadores e smartphones. Luizacred: nas atividades de financiamento, os valores de ISS, PIS e COFINS são registrados como despesas tributárias, no grupo de despesas operacionais com vendas. Luizaseg: nas atividades de seguros, os valores de ISS, PIS e COFINS são registrados como despesas tributárias, no grupo de despesas operacionais com vendas. Consórcio Luiza: sobre a receita de administração de consórcios incide as alíquotas 3,0% para o ISS, de 1,65% para o PIS e 7,6% para o COFINS. 5.1 Devoluções Sobre Vendas As devoluções com vendas compõem as deduções da receita bruta de revenda de mercadorias e de prestações de serviços, conforme descrito abaixo: Magazine Luiza (Varejo): compõem os montantes relativos às devoluções de vendas efetuadas pelos nossos clientes, que são registrados como deduções que impactam nossa receita líquida no segmento de varejo. Luizacred: não há. Luizaseg:não há. Consórcio Luiza: não há. 5.2 Custo das Mercadorias Vendias e Serviços Prestados Incluem os custos com aquisição de mercadorias e com serviços prestados, conforme descritos abaixo: Magazine Luiza: os custos das mercadorias vendidas na empresa sãoapurados com base no custo médio de aquisição dos produtos revendidos e registrado na data em que as receitas de venda de mercadorias são reconhecidas. Estes valores são deduzidos das verbas de indenização por obsolescência e de outras verbas por superação de metas, incluindo bônus por compras adicionais de produtos, pagas pelos nossos fornecedores. São contabilizados também como custo das mercadorias os gastos com frete, relacionadas ao transporte de mercadorias até os Centros de Distribuição (“CDs”), que por consequência são incorporados ao custo. Nos 16 estados em que atuamos, para a maioria das categorias de produtos do nosso mix de vendas, o regime de substituição tributária do ICMS. O recolhimento deste tributo ocorre de forma antecipada, no momento da compra da mercadoria, tendo como base o custo de compra e a margem de valor agregada (mark-up), determinada pelas autoridades fiscais de cada Estado. Os impostos antecipados na forma de substituição são registrados de acordo com o regime de competência no grupo de custo das mercadorias vendidas (CMV), das operações de varejo. Luizacred: os custos das operações de crédito são compostos por custos de captação no mercado (depósitos interfinanceiros), por meio de nossa controlada em conjunto Luizacred. Luizaseg: os custos dos serviços prestados no segmento de seguros englobam custos de sinistros com as apólices de garantia estendidas. Consórcio Luiza: os custos dos serviços prestados compreendem comissões de vendas e outros custos relacionados à administração de consórcios. 5.3 IR/CSSL A provisão para imposto sobre a renda e contribuição social está relacionada ao lucro tributável dos exercícios, sendo as alíquotas para as atividades como seguem: Magazine Luiza (Varejo): para as atividades de varejo, as alíquotas são de 25% para IRPJ e 9% para CSLL. Luizacred: para as atividades de financiamento, as alíquotas são de 25% para IRPJ e 15% para CSLL. Luizaseg: para as atividades de seguros, as alíquotas são de 25% para IRPJ e 15% para CSLL. Consórcio: para as atividades de administração de consórcio, as alíquotas são de 25% para IRPJ e 9% para CSLL. 6 CONCLUSÃO Concluímos que a empresa Magazine SA é uma organização com grande potencial de crescimento, pois mesmo diante de várias crises já enfrentada por ela, hoje é uma das líderes no ramo, com seu alto capital e boa organização. Na análise de demonstrações financeiras a empresa vê como anda a situação econômica e consegue criar métodos para que aumente o seu lucro. Através da matemática financeira, utilizando contas para por na base do produto os valores correspondentes a lucro, juros, taxas, entre outros. No planejamento tributário se consegue tirar base através das porcentagens dos impostos que a empresa devera pagar pelo produto, assim pondo ao preço de revenda do produto, assim quem acaba pagando o imposto é o consumidor final, não gerando prejuízo para a empresa. REFERÊNCIAS MAGALU. Relação com investidores Magazine Luiza, 2021. Homepage Magalu para divulgação de dados aos investidores e estudantes. Disponível em: . Acesso em: 01, abril de 2021. MAGALU. Relação com investidores Magazine Luiza, 2021. Disponível em: .Acesso em: 15, março de 2021. ASSAF NETO, A. e SILVA, César A. T. Administração do capital de giro. São Paulo: Atlas, 1995. Braga, R. (1991). Análise avançada do capital de giro. Caderno de Estudos, (3), 01-20. FLEURIET, Michel; KEHDY, Ricardo; BLANC, Georges. A Dinâmica Financeira das Empresas Brasileiras: um novo método de análise, orçamento e planejamento financeiro. Belo Horizonte: Fundação Dom Cabral, 1978, 2ª ed 1980 GIL, A. C. Métodos e técnicas de pesquisa social. São Paulo: Atlas, 1999 HOJI, Masakasu. Administração financeira: uma abordagem prática. 3 ed. São Paulo: Atlas, 2001 Monteiro, A. A. S. (2015). Fluxos de caixa e capital de giro: uma adaptação do modelo de Fleuriet. Pensar Contábil, 6(20). OLIVEIRA, A. A. D., SILVA, A. R. D., ZUCCARI, S. M. D. P., & Rios, R. P. (2010). 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