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ANATOMIA DE CABEÇA E PESCOÇO FUNÇÕES DO SIST. ESQUELÉTICO • Sustentação • Proteção • Armazenamento de sais minerais • Formação de células sanguíneas • Alavancagem COMPOSIÇÃO ÓSSEA Matriz óssea: • Orgânica (25 a 35% do peso) Colágeno Proteoglicanos e proteínas de adesão • Inorgânica (65 a 75% do peso) Principalmente, cálcio e fósforo : Ca3 (PO4)2 + Ca(OH)2 = cristais de hidroxiapatita Outros minerais, como Mg, Na e K. CÉLULAS ESPECIALIZADAS Células óssea: responsáveis pelo metabolismo ósseo e capacidade de regeneração. • Osteoblasto que são as células responsáveis pela formação óssea; • Osteoclasto cuja função é a reabsorção óssea atuando na regeneração e remodelação óssea; • Osteócito que são células maduras derivadas dos osteoblastos. ESQUELETO AXIAL Sua função é proteger o Sistema Nervoso Central e alguns dos órgãos vitais localizados na região torácica. Por isso, o seu papel está relacionado com a proteção do organismo, sendo considerado o pilar central do sistema esquelético. ESQUELETO APENDICULAR O esqueleto apendicular compreende os ossos dos membros superiores e inferiores. Ele é responsável pela movimentação e sustentação do corpo. No total, o esqueleto apendicular é formado por 126 ossos, divididos na porção superior e inferior do corpo humano. Esqueleto apendicular superior O membro superior é formado pelo braço, antebraço, pulso e mão. Os ossos dos membros superiores são: • Clavícula: osso longo em formato de "s". ANATOMIA DE CABEÇA E PESCOÇO • Escápula ou omoplata: osso plano de forma triangular. • Úmero: articula o cotovelo com os ossos do antebraço. É o maior osso do membro superior. • Rádio: osso longo que constitui a porção lateral do antebraço. • Ulna: osso longo que constitui a porção medial do antebraço. • Ossos da mão e punho: constituídos por pequenos e maciços ossos chamados de carpos, metacarpos e falanges. Ao todo, correspondem a 27 ossos que trabalham em conjunto. No esqueleto apendicular superior existe ainda a cintura escapular, constituída pela clavícula e escápula. A escápula liga-se ao esqueleto axial através de músculos. Esqueleto apendicular inferior O membro inferior é formado pela coxa, perna, tornozelo e pé. Eles são responsáveispela sustentação e locomoção do corpo. Os ossos dos membros inferiores são: • Ossos do quadril: representa a fusão de três ossos - ílio, ísquio e púbis. • Fêmur: osso mais longo do corpo, presente entre a extremidade do quadril até o joelho. • Patela: osso triangular chato, responsável pela proteção da articulação do joelho. • Tíbia: osso longo localizado entre os pés e joelhos, responsável pela sustentação do peso do corpo. É o segundo maior osso do corpo. • Fíbula: osso longo que faz parte da articulação do joelho e não possui função relacionada à sustentação do corpo. • Ossos do pé e tornozelo: os ossos do pé são divididos em tarsos, metatarsos e falanges, somando 26 ossos. O tornozelo é a articulação entre o pé e a perna, sendo formado pela tíbia, fíbula, e por um osso do pé, o tálus. Existe ainda a cintua pélvica, formada pelo osso ilíaco. Ela é responsável pela ligação entre os membros inferiores ao tronco, que corresponde a uma porção do esqueleto axial. https://www.todamateria.com.br/ossos-da-mao/ https://www.todamateria.com.br/membros-inferiores/ https://www.todamateria.com.br/esqueleto-axial/ ANATOMIA DE CABEÇA E PESCOÇO CLASSIFICAÇÃO DOS OSSOS OSSOS LONGOS • Tem o comprimento maior que a largura e são constituídos por um corpo e duas extremidades. • Apresenta 2 epífise e 1 diáfise Fêmur, úmero, rádio, ulna, fíbula, tíbia OSSOS PLANOS (LAMINARES) • Comprimento e largura equivalentes, predominando sobre a espessura. • Proteção e geram grandes áreas para inserção de músculos. • Ossos do crânio, escápula, íleo OSSOS CURTOS • São parecidos com um cubo, tendo seus comprimentos praticamente iguais às suas larguras. - Compostos por osso esponjoso, • Superfície - fina camada de tecido ósseo compacto. Ossos do carpo e tarso OSSOS PNEUMÁTICOS • São osso ocos, com numerosas cavidades cheias de ar, apresentando pequeno peso em relação ao seu volume. OSSOS IRREGULARES • Apresentam formas complexas e não podem ser agrupados em nenhuma das categorias prévias. • Eles tem quantidades variáveis de osso esponjoso e de osso compacto. - Vértebras. - Sesamóides - Ossos curtos que se desenvolvem no interior de tendões ou cartilagens e auxiliam no deslizamento desses tendões Patela, articulação metacarpo-falangiana e metatarsofalangiana - Alongados • São ossos longos, porém achatados e não apresentam canal medular. • Costelas e clavícula - Suturais São pequenos ossos localizados dentro de articulações, chamadas de suturas, entre alguns ossos do crânio. ANATOMIA DE CABEÇA E PESCOÇO CRÂNIO • Em uma série de ossos articulados entre si por junturas imóveis, com exceção da mandíbula, que se articula com o osso temporal por uma articulação móvel- sinovial. • Tem a forma ovóide e em arco, sendo mais espesso anterior e posteriormente, e mais delgado na região temporal. Esse formato amortece forças de compressão ou impacto. PLANO ORBITOMEÁTICO (de Frankfurt) Esse plano corresponde à posição natural do crânio, com o indivíduo em posição anatômica. Ele passa pela borda superior do meato acústico externo e pela borda inferior da órbita esquerda. ANATOMIA DE CABEÇA E PESCOÇO Neurocrânio (8 ossos) - Ossos planos (maioria) 1 Frontal 2 Parietais 3 Occipital 4 temporais 1 esfenoide 1 etmóide Viscerocrânio (14 ossos) – Ossos irregulares 2 zigomáticos 2 maxilas 2 nasais 2 lacrimais 1 mandíbula 2 palatinos 1 vômer 2 conchas nasais inferiores Estrutura da calvária Díploe: É um tecido esponjoso que compõe a calota craniana. FUNÇÕES DO CRÂNIO: • Abrigar e proteger o cérebro e os órgãos da sensibilidade da cabeça; • Proteger os nervos e vasos sanguíneos; • Permitir a passagem de ar e alimentos através das aberturas existentes; • Atuar no processo de mastigação a partir da atuação do maxilar, mandíbula e dentes. DESENVOLVIMENTO E OSSIFICAÇÃO • Os ossos do crânio originam – se do mesênquima em torno do encéfalo embrionário. • A ossificação desses ossos se faz por via intramembranosa ou endocondral. Isso é uma característica exclusiva do crânio, visto que, com exceção da clavícula, todos os ossos do restante do organismo apresentam ossificação apenas endocondral. • Aqueles que apresentam ossificação intramembranosa são os ossos da calvária e uma pequena parte da base do crânio. São eles: o frontal, os parietais, a parte escamosa dos temporais, a parte superior da parte escamosa do occipital, o vômer, os lacrimais, nasais e palatinos, a maior parte dos processos pterigoides e as asas ANATOMIA DE CABEÇA E PESCOÇO do esfenoide, os zigomáticos, as maxilas e a mandíbula. • Já os ossos que apresentam ossificação endocondral constituem a maior parte da base do crânio e formam, precocemente, na vida fetal, o condrocrânio. Eles são: a maior parte do occipital, as partes petrosa e mastoide dos temporais, corpo e asas menores do esfenoide, etmoide e conchas nasais inferiores. • No crânio adulto, ainda restam remanescentes cartilagíneos do condrocrânio, a parte frontal do septo nasal e o forame lacerado. • Crânio grande em proporção a outras partes do esqueleto; • Face representa 1/8 do crânio neonato; • Ossos unilaminares com ausência de díploe • Ossificação endocondral na base do crânio; • Ao nascer, a criança possui praticamente todo o encéfalo, olhos e ouvido formados, eestes não irão crescer muito com o desenvolvimento normal. • Assim, o neurocrânio apresenta uma dimensão praticamente definida, em quanto o viscerocrânio ainda está pouco desenvolvido, tendo a seguinte proporção: • 7/8 (Neurocrânio) e 1/8 (Viscerocrânio). • Ossificação intramembranosa aos demais ossos • O neurocrânio cresce até os 2 anos de idade, aproximadamente, acompanhando o crescimento encefálico, depois disso cresce relativamente pouco. O viscerocrânio, por sua vez, cresce muito, em todas as fases da vida adulta. • O início das atividades respiratórias e digestivas exerce papel importante no crescimento inicial do Viscerocrânio. • A expansão dos seios paranasais e a erupção dos dentes, também produzem grandes surtos de crescimento. • Até 2 anos – surgimento dos dentes decíduos (de leite) Dos 6 a 12 anos – erupção dos dentes permanentes Puberdade – trações musculares OSSO HIOIDE • É um osso em “U”, localizado anteriormente no pescoço, entre a mandíbula, e a laringe e preso ao crânio pelo ligamento estilo-hióideo. • Trata-se, portanto, de um osso que não se articula diretamente com outro, estando disposto entre músculos e ligamentos no pescoço. • Apresenta um corpo anterior e em forma de arco, dois cornos maiores e dois cornos menores. • No corno menor, se fixa o ligamento estilo- hióideo. • O osso hióide separa no pescoço dois grupos musculares: os músculos supra- hiódeos e os infrahióideos. ANATOMIA DE CABEÇA E PESCOÇO COLUNA VERTEBRAL CURVATURAS - Primárias - Secundárias ATLAS (C I) Primeira vértebra cervical - Ausência de corpo vertebral - Arco vertebrais anterior e posterior, contendo um tubérculo anterior e posterior - Faces articulares superiores ovais e faces articulares inferiores circulares - Maior forame vertebral VÉRTEBRA CERVICAL ÁXIS (C II) Segunda vértebra cervical Dente do áxis ou processo odontóide VÉRTEBRA CERVICAL C3 – C6 Vértebra Cervical Típica (permite passagem da artéria vertebral) VÉRTEBRA CERVICAL C7 – Vértebra Proeminente (transicional) - Apresenta processo espinhoso longo e delgado ANATOMIA DE CABEÇA E PESCOÇO MAXILA E MANDÍBULA: ARQUITETURA E ANATOMIA FUNCIONAL ANATOMIA DESCRITIVA Descrição puramente morfológica dos ossos ANATOMIA FUNCIONAL Enfatiza aspectos funcionais, especificando áreas de resistência e de fragilidade dos ossos, também conhecida como estudo da arquitetura maxilomandibular ANATOMIA TOPOGRÁFICA ALVÉOLO- DENTAL Relaciona cada dente da maxila e da mandíbula com as estruturas ósseas adjacentes. MAXILA O viscerocrânio apresenta duas maxilas (direita e esquerda), juntas são o segundo maior osso da face e formam junções com os ossos nasais, lacrimais, frontal, etmoide, esfenoide, zigomáticos, vômer, conchas nasais inferiores e palatinos. Cada maxila é constituída por um corpo, um seio paranasal e quatro processos, entrando na formação da órbita, da cavidade oral e nasal, do seio maxilar e das fossas infratemporal e pterigopalatina. ACIDENTES ÓSSEOS DA MAXILA: FACE ANTERIOR DA MAXILA CORPO DA MAXILA: Apresenta forma piramidal, com uma base medial voltada para a cavidade nasal e um ápice lateral voltado para o processo zigomático. Eminências alveolares: série de elevações causadas pelas raízes dos dentes superiores. Dentre elas, a eminência canina é a mais pronunciada, causada pelo dente canino. Fossa canina: depressão lateralmente à eminência canina, localizada acima dos ápices dos pré-molares. Local de origem do M. levantador do ângulo da boca.Forame infra-orbital: localizada acima da fossa canina, responsável pela passagem dos vasos e nervos infra-orbitais (2º ramo do nervo trigêmeo). Abertura piriforme: delimitada pela borda medial da face anterior da maxila. Permite a visão interna da cavidade nasal, do septo nasal e das conchas nasais inferior e média. Espinha nasal anterior: processo pontiagudo que representa a fusão com a maxila oposta, responsável pela fixação da cartilagem do septo nasal. ACIDENTES DA FACE INFRATEMPORAL E FACE ORBITAL DA MAXILA Tuberosidade da maxila: convexa nos sentido súpero-inferior e lateromedial, responsável pela formação da parede posterior do seio maxilar e parede anterior da fossa infratemporal. ANATOMIA DE CABEÇA E PESCOÇO Processo zigomático da maxila: projeção irregular que se dirige para o osso zigomático, nas quais as faces anterior, infratemporal e orbital da maxila se convergem. Foraminas alveolares: pequenos forames no centro da face infratemporal, que contém os vasos e ramos alveolares superiores posteriores. Túber da maxila (tubérculo alveolar): eminência arredondada na extremidade inferior e posterior da face infratemporal, responsável pela articulação ao processo piramidal do palatino e ao processo pterigoideo do esfenóide. Face orbital: formato liso e triangular, forma grande parte do soalho da órbita. Fossa para o saco lacrimal: depressão formada pelo osso lacrimal e a parte medial da borda inferior da órbita. Limitada anteriormente pela crista lacrimal anterior. Canal lacrimonasal: continua-se inferiormente entre a maxila e o osso lacrimal. Canal infra-orbital: percorre o soalho da órbita de trás para diante e termina na face anterior da maxila através do forame infra- órbital. Estruturas responsáveis pela passagem dos vasos e nervos infra-orbitais. Hiato maxilar: grande abertura óssea do seio maxilar para a cavidade nasal. Crista conchal: crista na parte anterior da face nasal da maxila responsável pela articulação com a concha nasal inferior. Crista etmoidal: eminência em direção ao processo frontal da maxila, responsável pela fixação do osso etmoide. FACE NASAL DA MAXILA PROCESSOS DA MAXILA Processo zigomático: projeção irregular que se dirige para o osso zigomático, nas quais as faces anterior, infratemporal e orbital da maxila se convergem. Processo frontal: projeta-se superiormente entre o osso nasal e lacrimal e articula-se com o frontal, nasal, lacrimal e etmoide. Na face lateral encontra- se a crista lacrimal anterior – fixa-se parte do ligamento palpebral medial – e na face medial encontram-se a crista conchal e a crista etmoidal. Processo alveolar: parte inferior do corpo da mandíbula os quais alojam os alvéolos dos dentes superiores. Constituído de duas lâminas ósseas paralelas e irregulares. A lâmina óssea vestibular ou externa continua-se na faces anterior e infratemporal. Já a lâmina óssea lingual é contínua com o processo palatino. Sendo assim, o espaço entre as duas lâminas é dividido em alvéolos dentais pelos septos interalveolares e os septos intra-alveolares (em dentes multirradiculados). Processo palatino: dirige-se medialmente para se articular com o lado oposto, contribuindo para a formação do palato duro (teto da cavidade oral, soalho da cavidade nasal). ANATOMIA DE CABEÇA E PESCOÇO ARQUITETURA ÓSSEA DA MAXILA: • Juntamente com o esqueleto fixo da face, a maxila forma uma unidade presa à base do crânio. • Formada por uma estrutura complexa capaz de resistir suficientemente a recepção e transmissão de forças mastigatórias dos dentes até o crânio. • As partes da maxila que não transmitem essas forças, reabsorvem-se devido ao desuso, ou seja, a manutenção e distribuição do tecido ósseo dependem da sua função mecânica. ZONAS DE RESISTÊNCIA: PILARES DE SUSTENTAÇÃO DA MAXILA Pilar canino: inicia-se no alvéolo do canino e dirige-se superiormente pela borda lateral da abertura piriforme, continua pelo processo frontal da maxila e termina na borda supra- orbital. Na região do seio maxilar e cavidade nasal, apresenta uma secção triangular, com lâminas ósseas compactase osso esponjoso interno. Pilar zigomático: inicia-se no álveolo do primeiro molar, passa pela crista infrazigomática, posteriormente pelo processo zigomático da maxila, pelo corpo do osso zigomático, terminando no osso frontal através do processo zigomático. Pilar pterigoideo: Inicia-se no alvéolo do terceiro molar, passa para o processo piramidal do palatino e pelo processo pterigoideo do esfenóide conectando-se à base do crânio. Vigas horizontais: pilares caninos unidos entre si por meio de reforços ósseos acima e abaixo da abertura piriforme, e ligados ao pilar zigomático por meio de da borda supra-orbital e borda infra-orbital. Já o pilar zigomático estabiliza-se através do arco zigomático. O palato duro é uma importante viga horizontal pois une entre si os três pilares da maxila. PONTOS CRANIOMETRICOS Maxila abriga dois pontos craniométricos: - Nasoespinhal: ponto mediano encontrado sobre uma linha que liga os pontos mais baixos de cada lado na abertura piriforme (na base da espinha nasal anterior. – Próstio: localizado no processo alveolar da maxila, entre os incisivos, na linha mediana anterior, que mais se projeta para baixo e para frente. IMAGEM DA MAXILA ANATOMIA DE CABEÇA E PESCOÇO MANDÍBULA Único osso móvel do esqueleto facial e o mais forte dos mesmos. Apresenta-se em forma de ferradura e situa-se inferiormente à face e junto com o osso hióide, forma o arcabouço de fixação dos músculos do soalho da boca. ACIDENTES ÓSSEOS: VISTA ANTERIOR DO CORPO DA MANDÍBULA Sínfise mentual: região mediana da mandíbula que representa a linha de fusão das duas metades do osso fetal. Protuberância mentual: elevação óssea em forma de triângulo inferiormente à sínfise mentual. Tubérculo mentual: pequena elevação formada pela união da borda inferior da mandíbula e da base triangular da protuberância mentual. Forame mentual: localizado entre a borda superior e inferior da mandíbula, entre os pré- molares inferiores, onde emergem os vasos e nervos mentuais (ramos do 3° par do nervo trigêmeo). VISTA INTERNA DA MANDÍBULA Espinha mentual: elevação irregular internamente na região da sínfise mentual. Esta pode apresentar um tubérculo superior e um tubérculo inferior, divididos em direito e esquerdo. Nestes se originam os músculos genioglosso (superior) e gênio-hióideo (inferior). Foramina lingual: pequeno forame acima da espinha mentual, responsável por atravessar um ramo da artéria sublingual. Linha milo-hióidea: cruza diagonalmente a face interna da mandíbula, iniciando-se abaixo da espinha mentual direcionando até a região do terceiro molar inferior. Linha responsável pela origem do m. milo-hióideo. Fóvea sublingual: acima e anterior à linha milo- hióidea, responsável por alojar a glândula sublingual. Fóvea submandibular: abaixo e posterior à linha milo-hióidea, responsável por alojar a glândula submandibular, localizada no pescoço. Fossa digástrica: depressão ao lado do plano mediano da base da mandíbula, responsável pela fixação dos ventres anteriores do m. digástrico. Processo alveolar da mandíbula: constitui a borda superior do corpo da mandíbula, ANATOMIA DE CABEÇA E PESCOÇO contendo os alvéolos dentais que alojam os dentes inferiores. Eminências alveolares: eminências na lâmina óssea vestibular causadas pelas raízes dos dentes inferiores, que vai desde os incisivos até os pré- molares. Trígono retromolar: pequena área triangular posteriormente ao terceiro molar, que representa a união das corticais do alvéolo desse dente. Responsável pela inserção da rafe pterigomandibular. Crista temporal: elevação a partir do trígono retromolar que se entende em direção ao processo coronóide, responsável pela inserção do tendão profundo do músculo temporal. Fossa retromolar: depressão localizada entre a borda anterior do ramo da mandíbula e a crista temporal. VISTA SÚPERO-MEDIAL DA MANDÍBULA Trígono retromolar: pequena área triangular posteriormente ao terceiro molar, que representa a união das corticais do alvéolo desse dente. Responsável pela inserção da rafe pterigomandibular. Crista temporal: elevação a partir do trígono retromolar que se entende em direção ao processo coronóide, responsável pela inserção do tendão profundo do músculo temporal. Fossa retromolar: depressão localizada entre a borda anterior do ramo da mandíbula e a crista temporal. RAMO DA MANDÍBULA VISTA LATERAL DA MANDÍBULA Tuberosidades massetéricas: pequenas saliências irregulares localizadas inferiormente na face externa do ramo da mandíbula, responsáveis pela inserção do m. masseter. Forame mandibular: localizado aproximadamente no centro da face interna do ramo da mandíbula. Representa a abertura do canal mandibular, que percorre internamente até o forame mentual. Canal e forame mandibular são percorridos pelos vasos e nervos alveolares inferiores (3° ramo do nervo trigêmio). Língula da mandíbula: pequena saliência no contorno anterior e medial do forame mandibular, responsável pela inserção do ligamento esfenomandibular. Sulco milo-hióideo: sulco que se dirige obliquamente e inferiormente a partir do forame mandibular, responsável por alojar o mervo milo- hióideo (3º ramo do trigêmeo). Tuberosidades pterigóideas: rugosidades próximas ao ângulo da mandíbula, responsáveis pela inserção do músculo pterigoideo medial. Ângulo da mandíbula: curvatura formada pela borda posterior do ramo da mandíbula e a base da mandíbula. Processo coronóide: achatado lateromedialmente e responsável pela inserção do tendão superficial do m. temporal. ANATOMIA DE CABEÇA E PESCOÇO Incisura da mandíbula: comunica a fossa infratemporal com a região massetérica e passam os nervos e vasos massetéricos (3º ramo do nervo trigêmeo). Processo condilar: Cabeça da mandíbula: saliência ovalada, mais alongada no sentido lateromedial, a qual faz parte da articulação temporomandibular (ATM). Mede cerca de 15 a 20 mm de largura e 8 a 10 mm de diâmetro ântero-posterior, formando um ângulo de 90º entre o seu longo eixo e o ramo da mandíbula. Colo da mandíbula: porção estreita localizada abaixo da cabeça da mandíbula, responsável pelo suporte da mesma. Apresenta uma depressão ântero- medialmente, local de inserção do m. pterigoideo lateral. ARQUITETURA ÓSSEA DA MANDÍBULA: A mandíbula resiste à ação dos músculos da mastigação que se inserem nela e às forças mastigatórias oclusais, transmitindo-as para o crânio através da ATM. Para tanto, possui corticais ósseas espessas e esponjosa trabeculada orientada para distribuir tais forças. Zonas de resistência: TRAJETÓRIAS DE FORÇA NA MANDÍBULA Mento: região reforçada por corticais espessas e trabeculado denso. Responsável pela anulação de forças que tendem a dobrar a mandíbula entre si e forças de tração principalmente dos mm. Pterigoideos. Trajetória basilar: ocupa a parte inferior da mandíbula (base), desde a região do mento até a borda posterior do ramo, chegando ao côndilo. Responsável pela anulação de forças de compressão que atuam na mandíbula. Trajetória temporal: representada pelo espessamento ósseo da borda anterior da mandíbula e tem trajeto descendente a partir do processo coronóide até as linhas oblíqua e milo- hióidea, sendo causada pela tração do m. temporal. Trajetórias alveolares: Trajetória oblíqua: representada pela linha oblíqua da mandíbula, responsável pelas forças oclusais que passam pelos ligamentos periodontais chegando à linha oblíqua na face externa. Trajetória milo-hióidea: Responsável pelas forças oclusais que passam pelos ligamentos periodontais chegando à linha milo-hióideia na face interna. Ambas possuem trajeto posterior, cruzando a borda anterior do ramo e dirigindo-se para o côndilo.ZONAS DE FRAGILIDADE: Colo do côndilo; Região do corpo; Região de ângulo; Fraturas no ramo, processo coronóide e processo alveolar, em menores proporções. ZONAS DE FRAGILIDADE DA MANDÍBULA ANATOMIA DE CABEÇA E PESCOÇO ARTICULAÇÃO TEMPOROMANDIBULAR (ATM) Articulações sinoviais: As articulações sinoviais são junturas que permitem movimentos, que variam de pouco móveis até articulações mais móveis do corpo e se diferenciam das outras articulações do corpo principalmente por possuírem a cavidade articular, a qual é envolvida por uma cápsula articular que fixa os ossos da articulação. Histologicamente, a cápsula articular é constituída por uma membrana fibrosa externa – composta por tecido conjuntivo denso não modelado, principalmente fibras colágenas, que se fixa ao periósteo dos ossos da articulação - e uma membrana sinovial interna – composta por tecido conjuntivo elástico, responsável pela produção do líquido sinovial dentro da cavidade articular. CARACTERÍSTICAS ESPECÍFICAS DA ATM: • ATM possui um disco articular que divide a articulação em duas (mandibulodiscal e temporodiscal) relacionadas aos ossos em que se articulam; • As duas ATMs estão conectadas entre si pela mandíbula e articulam o arco dental superior e inferior; • Possui revestimento de fibrocartilagem, dando maior capacidade de regeneração à ATM; • A cabeça da mandíbula cresce em superfície sem cartilagem epifisial; • Possui movimentos de rotação e translação associados, classificada como biaxial. Movimentos da ATM: ABERTURA: Afasta as arcadas uma da outra. OCLUSÃO: Fechamento da mandíbula. PROTUSÃO: Movimento em sentido anterior. RETRUSÃO: Movimento em sentido posterior. ROTAÇÃO: O côndilo gira dentro da cavidade articular. TRANSLAÇÃO: O côndilo desliza da cavidade articular até o tubérculo articular e retorna. LATERALIDADE: leve movimento da mandíbula de um lado para o outro PARTES ÓSSEAS ENVOLVIDAS: Côndilo mandibular (mandíbula) CÔNDILO DA MANDÍBULA O côndilo mandibular é uma saliência elipsoide convexa, localizada na porção póstero-superior do ramo da mandíbula e constitui a parte móvel da ATM. A parte da superfície posterior é rugosa e a superfície antero-superior é lisa e considerada a própria superfície articular. O côndilo é suportado pelo colo da mandíbula, o qual apresenta a fóvea pterigoidea (local de inserção do músculo pterigoideo lateral). Fossa Mandibular e Tubérculo Articular (Osso Temporal) Fossa mandibular (também conhecida como cavidade glenóide): depressão óssea posterior ao tubérculo articular, de forma elipsoide, localizada no osso temporal, onde se aloja o côndilo da mandíbula. Apresenta função passiva na dinâmica articular como receptáculo do côndilo da mandíbula. Tubérculo articular: eminência transversal que inicia a partir do tubérculo da raiz do zigoma e dirige-se medialmente na face inferior do temporal. Sendo o tubérculo articular juntamente com o côndilo da mandíbula os elementos ativos na dinâmica articular. ANATOMIA DE CABEÇA E PESCOÇO CARTILAGEM ARTICULAR Tecido conjuntivo fibroso, avascular, que recobre as superfícies ósseas da articulação, denominadas face articular temporal e face articular condilar. Responsável e apropriado para receber forças mastigatórias, sendo mais espessa nos pontos de maior atrito ou força e também possui maior capacidade de regeneração pela presença de fibrocartilagem (diferente da cartilagem hialina na maioria das articulações). DISCO ARTICULAR Constituído por um tecido fibrocartilaginoso, possui forma de S deitado e é responsável por estabilizar o côndilo mandibular na fossa temporal, devido a incongruência dessas superfícies ósseas. MEMBRANA SINOVIAL Tecido conjuntivo ricamente vascularizado, localizada no interior da ATM fora das áreas de atrito, responsável pela produção do líquido sinovial. Existem duas membranas sinoviais, uma para cada compartimento da ATM. LÍQUIDO SINOVIAL Líquido bastante viscoso, rico em ácido hialurônico, responsável pela lubrificação do interior da articulação, pela nutrição e proteção biológica da ATM. CÁPSULA ARTICULAR Cone de tecido fibroso, formada por feixes fibrosos verticais, sendo bastante delgada e frouxa e retém o líquido sinovial envolvendo toda a ATM. Essa disposição das fibras permite a amplitude considerável dos movimentos articulares. LIGAMENTOS LIGAMENTOS INTRA-ARTICULARES: Restringem o movimento do disco para fora do côndilo. Ligamento colateral lateral: estende-se do polo lateral do côndilo até a borda lateral do disco articular. Ligamento colateral medial: estende-se do polo medial do côndilo até a borda medial do disco articular. LIGAMENTOS EXTRA-ARTICULARES: Ligamento lateral da ATM: Feixe externo: estende-se do tubérculo articular e do processo zigomático até o colo do côndilo, impedindo a queda excessiva da mandíbula. Feixe interno: estende-se da superfície externa do tubérculo até o polo lateral do côndilo e parte posterior do disco articular, limitando o movimento posterior do côndilo e do disco. Ligamento medial da ATM: disposição medial, originando-se na espinha do esfenoide e descendo obliquamente até a porção póstero-medial do colo da mandíbula. ANATOMIA DE CABEÇA E PESCOÇO ZONAS DE RESISTÊNCIA E FRAGILIDADE • As zonas de fragilidade são geralmente perpendiculares às zonas de resistência). • Para derrubar um prédio,basta quebrar lateralmente seus pilares ou pilotis. • Para a maxila, o raciocínio é o mesmo, e suas linhas de fragilidade são predominantemente horizontais. • A maxila dificilmente se fratura isoladamente, visto que ela se relaciona intimamente com uma série de outros ossos da face. • Renné Le Fort (1901) estudou as fraturas da maxila em cadáveres, atirando-os ao solo e posteriormente dissecando-os. • Ele então classificou as zonas de fragilidade da maxila, e essa classificação ainda hoje é utilizada. Assim, descrevem- se as fraturas tipo Le Port I, ll e III. Zonas de fragilidade da maxila Fratura Tipo Le Fort I (Horizontal ou Subapical) Esta linha de fratura ocorre imediatamente acima dos ápices dos dentes e estende-se posteriormente até a parte inferior do processo pterigóideo do esfenoide. Separa- se assim o processo alveolar do corpo da maxila de cada lado e fraturam-se ainda o septo nasal ósseo (vômer), os dois palatinos e os dois processos pterigóideos. Ocorre, portanto, fratura dos três pilares de sustentação da maxila logo no seu início, próximo aos alvéolos. Fratura Tipo Le Fort II (Piramidal) A fratura é semelhante à do tipo Le Fort I na região lateral e posterior; contudo, na face anterior da maxila, ela se dirige superiormente, frarura a borda inferior da órbita, mantém íntegro o osso zigomático, passa pela borda medial da órbita e frarura o processo frontal da maxila e o osso nasal, próximo ao frontal. Dessa maneira, separa o viscerocrânio do neurocrânio na região da raiz do nariz. Internamente, há fratura alta do septo nasal, do osso etmóide e, ocasionalmente, frarura de sua lâmina cribriforme, podendo inclusive ocorrer rinorréia (perda de liquor pelo nariz). Os três pilares de sustentação da maxila são fraturados. Os pilares pterigóideo e zigomático são fraturados no mesmo ponto que na Le Fort I ou um pouco acima. O pilar canino é fraturado quando este alcança a base do crânio e ainda fratura-se a borda infra-orbital, a viga que une o pilar canino ao zigomático. Fratura Tipo Le Fort III (Disjunção Craniofacial) Esta é uma fratura mais alta, em que ocorre uma disjunção entre o viscerocrânio e o neurocrânio. Todos os pilares de sustentação da maxila sãofraturados na base do cranio. A fratura anteriormente é semelhante à do tipo Le Fort II, podendo também ocorrer rinorréia devido à frarura do etmóide. Ela continua-se pelas paredes medial e lateral da órbita, passando pela sutura frontozigomática. Fraruram-se ainda o arco zigomático e os processos pterigóideos e o septo nasal na base do crânio. ANATOMIA DE CABEÇA E PESCOÇO Zonas de fragilidade da mandíbula Colo da mandíbula A principal zona de fragilidade da mandíbula é o colo da mandíbula, pois praticamente todas as trajetórias de força mandibulares chegam ao côndilo para serem dissipadas ao crânio através da ATM. O colo da mandíbula, sendo uma estrutura frágil, tende a se fraturar, sobretudo nos traumas originados de impactos na região do mento. Como o mento é resistente e não se fratura facilmente, as forças aplicadas a ele são transmitidas em direção posterior, levando à fratura do colo da mandíbula Corpo da mandíbula As fraturas na região do corpo ocorrem sobretudo na região do canal e do forame mentuais, justamente devido à fragilidade que esses orifícios causam à integridade da região. Com menor frequência observam-se fraturas na região de molares, e menos ainda na região anterior do mento. Região do Ângulo É uma área relativamente frágil, sobretudo na transição do segmento dental do corpo para o ramo da mandíbula. Outras Localizações Descrevem-se ainda fraturas no e no processo próprio ramo, no processo coronóide alveolar isoladamente. PRINCIPAIS DIFERENÇAS SEXUAIS DA FACE A) A massa craniana masculina é mais quadrada e mais maciça, comparada com a das mulheres, que é mais arredondada e termina em ponta. B) Crista temporal – corre ao longo do lado de fora da parte superior do crânio, dando origem a forma quadrada da parte de cima da cabeça. Mais proeminente nos homens do que nas mulheres C) A margem supraorbital de uma mulher (a crista por cima dos olhos) é mais fina, enquanto dos homens é mais arredondada e achatada. D) O osso zigomático (a maçã do rosto, que está por baixo da crista inferior dos olhos) é mais pronunciado no crânio masculino. E) A mandíbula (maxilar inferior) de uma mulher é arredondada, enquanto a do homem é quadrada. F) O osso frontal – estrutura da testa que termina na sobrancelha. A testa do homem é mais baixa e mais inclinada. G) Os homens tem uma massa craniana mais comprida. H) O arco superciliar e grande e pronunciado no homem. I) O gônion de um homem (ponto inferior e mais posterior do ângulo da mandíbula) é mais virado para fora e tem um ângulo mais acentuado. J) Os dentes de um homem costumam ser maiores. ANATOMIA DE CABEÇA E PESCOÇO PRINCIPAIS DIFERENÇAS SEXUAIS DO CRÂNIO MASCULINO • Fronte mais inclinada para trás • Glabela e arcos superciliares salientes • Articulação fronto-nasal angulosa • Rebordas supraorbitárias rombas • Apófises mastoides proeminentes, servindo de pontos de apoio, tornando o crânio mais estável quando colocado sobre um plano • Peso – Crânio mais pesado • Mandíbula mais robusta, com cristas de inserções musculares mais acentuadas. Muito arqueada (peso médio80g) • Côndilos occipitais longos e estreitos • Apófises mastoides e estiloides maiores FEMININO • Fronte mais vertical • Glabela não saliente; continuação do perfil fronto-nasal • Articulação fronto-nasal curva. • Rebordas supraorbitárias cortantes • Apófises mastoides menos desenvolvidas. Quando o crânio é colocado sobre um plano, ele apoia-se no maxilar e no occipital, com menor estabilidade • Peso – Crânio mais leve • Mandíbula menos robusta,cristas de inserções musculares menos pronunciadas. Muito mais achatada (peso médio 63g). • Côndilos occipitais curtos e largos • Apófises mastoides e estiloides menores ANATOMIA DE CABEÇA E PESCOÇO MÚSCULOS DA EXPRESSÃO FACIAL DIFERENÇAS DOS MÚSCULOS DO RESTO DO CORPO • Possuem origens e inserções em pontos ósseos • Tendão de inserção sempre maior que o de origem. • Fortes e longos. • Bem separados uns dos outros. • Todos possuem fáscia muscular. MÚSCULOS DA CABEÇA E PESCOÇO • Podem ter origens e inserções em outros músculos, na pele, na mucosa ou em ossos • Tendões muito pequenos, muitas vezes imperceptíveis e quase não há diferença entre os de origem e inserção. • Curtos e delicados • Suas fibras muitas vezes se entrelaçam. • Nem todos possuem fáscia muscular. OCCIPITOFRONTAL • ORIGEM Aponeurose epicrânica. • INSERÇÃO Pele do supercílio; Occipital. • FUNÇÃO Puxa a pele da fronte para cima. CORRUGADOR DO SUPERCÍLIO • ORIGEM Margem supraorbital do osso frontal. • INSERÇÃO Pele da extremidade lateral do supercílio. • FUNÇÃO Puxa o supercílio medialmente. ORBICULAR DO OLHO • ORIGEM Quase todocutâneo; Ligamentos palpebrais, lacrimal e maxila. • INSERÇÃO Pálpebras e pele periorbital. • FUNÇÃO Fecha as pálpebras e as comprime contra o olho. PRÓCERO • ORIGEM Osso nasal. • INSERÇÃO Pele da glabela. • FUNÇÃO Puxa a pele da glabela para baixo ANATOMIA DE CABEÇA E PESCOÇO NASAL • ORIGEM Eminência canina; Narina. • INSERÇÃO Dorso do nariz. • FUNÇÃO Comprime e dilata a narina. ORBICULAR DA BOCA • ORIGEM Quase todo cutâneo; Fóveas incisivas da maxila e mandíbula. • INSERÇÃO Pele e mucosasdos lábios; Septo Nasal. • FUNÇÃO Comprime os lábios contra os dentes; Fecha a boca; Protrai os lábios. LEVANTADOR DO LÁBIO SUPERIOR E DA ASA DO NARIZ • ORIGEM Processo frontal da maxila. • INSERÇÃO Asa do nariz; Lábio superior. • FUNÇÃO Levanta o lábio superior e a asa do nariz; Dilata as narinas. LEVANTADOR DO LÁBIO SUPERIOR • ORIGEM Margem infraorbital . • INSERÇÃO Lábio Superior. • FUNÇÃO Levanta o lábio superior. LEVANTADOR DO ÂNGULO DA BOCA • ORIGEM Fossa canina da maxila. • INSERÇÃO Ângulo da boca. • FUNÇÃO Levanta o ângulo da boca. ANATOMIA DE CABEÇA E PESCOÇO ZIGOMÁTICO MENOR • ORIGEM Osso zigomático. • INSERÇÃO Lábio superior. • FUNÇÃO Levanta o lábio superior. ZIGOMÁTICO MAIOR • ORIGEM Osso zigomático. • INSERÇÃO Ângulo da boca. • FUNÇÃO Levanta o ângulo da boca. RISÓRIO • ORIGEM Pele da bochecha e fáscia massetérica. • INSERÇÃO Ângulo da boca. • FUNÇÃO Retrai o ângulo da boca. ABAIXADOR DO ÂNGULO DA BOCA • ORIGEM Base da mandíbula (da região molar ao tubérculo mentoniano). • INSERÇÃO Ângulo da boca. • FUNÇÃO Abaixa o ângulo da boca. ABAIXADOR DO LÁBIO INFERIOR • ORIGEM Base da mandíbula (acima do abaixador do ângulo da boca). • INSERÇÃO Lábio inferior. • FUNÇÃO Abaixa o lábio inferior. MENTONIANO • ORIGEM Fossa mentoniana, acima do tubérculo mentoniano. • INSERÇÃO Pele do mento. • FUNÇÃO Enruga a pele do mento; Everte o lábio inferior. ANATOMIA DE CABEÇA E PESCOÇO BUCINADOR • ORIGEM Processos alveolares da maxila e da mandíbula na região molar; Ligamento pterigomandibular. • INSERÇÃO Ângulo da boca. • FUNÇÃO Distende a bochecha e a comprime de encontro aos dentes; Retrai o ângulo da boca. ANATOMIA DE CABEÇA E PESCOÇO MÚSCULOS DA MASTIGAÇÃO MÚSCULOS QUE ABAIXAM A MANDÍBULA DIGÁSTRICO • ORIGEM Incisura mastóidea. • INSERÇÃO Fossa digástrica. • FUNÇÃO Retrai e abaixa a mandíbula. PTERIGÓIDEO LATERAL • ORIGEM Face lateral da lâmina lateral do processo pterigoide; Superfície infratemporal da asa maior do osso esfenóide. • INSERÇÃO Fóvea pterigoidea e margem anterior do disco da ATM. • FUNÇÃO Protrai e abaixa a mandíbula pela contração bilateral; Movimenta a mandíbula para os lados pela contração unilateral; Estabilizao disco articular da ATM. MÚSCULOS QUE ELEVAM A MANDÍBULA MASSETER • ORIGEM Margem inferior do osso e do arco zigomático. • INSERÇÃO 2/3 da face lateral do ramo da mandíbula. • FUNÇÃO Levanta a mandíbula. TEMPORAL • ORIGEM Soalho dafossa temporal; Superfície medial da fáscia temporal. • INSERÇÃO Bordas e face medial do processo coronóide; Borda anterior do ramo da mandíbula. • FUNÇÃO Levanta e retrai a mandíbula. PTERIGÓIDEO MEDIAL • ORIGEM Fossa pterigóidea. • INSERÇÃO Tuberosidade pterigoidea. • FUNÇÃO Eleva a mandíbula; Age como sinergista do masseter ANATOMIA DE CABEÇA E PESCOÇO MÚSCULOS DA LÍNGUA GENIOGLOSSO • ORIGEM Espinha mentoniana superior. • INSERÇÃO Ápice, dorso e raiz da língua. • FUNÇÃO Abaixa e protrai a língua; Retrai a ponta da * língua. HIOGLOSSO • ORIGEM Corno maior e corpo do hioide. • INSERÇÃO Lateral da língua. • FUNÇÃO Abaixa e ajuda retrair a língua. ESTILOGLOSSO • ORIGEM Processo estilóide. • INSERÇÃO Região posterolateral da língua. • FUNÇÃO Retrai e levanta os lados da língua. MÚSCULOS DO PALATO PALATO FARÍNGEO • ORIGEM Aponeurose palatina. • INSERÇÃO Superfície póstero lateral da faringe. • FUNÇÃO Eleva a faringe; Estreita o istmo da garganta. PALATOGLOSSO • ORIGEM Aponeurose palatina. • INSERÇÃO Região posterolateral da língua. • FUNÇÃO Eleva a língua ou abaixa o palato; Ajuda estreitar o istmo da garganta. TENSOR DO VÉU PALATINO • ORIGEM Fossa escafóidea - 11 • INSERÇÃO Ao redor do hámulo pterigoideo; Aponeurose palatina. • FUNÇÃO Tensionar o palato mole. LEVANTADOR DO VÉU PALATINO • ORIGEM Região inferior da parte petrosa do osso temporal. • INSERÇÃO Aponeurose palatina. • FUNÇÃO Eleva o palato mole. MÚSCULO DA ÚVULA • ORIGEM Espinha nasal posterior. • INSERÇÃO Mucosa da úvula. • FUNÇÃO Movimenta a úvula. MÚSCULOS SUPRA-HIÓIDEOS ESTILO-HIÓIDEO • ORIGEM Processo estiloide. • INSERÇÃO Osso hioide. • FUNÇÃO Puxa o hiode para cima e para trás MILO-HIÓIDEO • ORIGEM Linha milo-hioidea. • INSERÇÃO Rafe milo-hioidea e corpo do hioide. • FUNÇÃO Eleva o soalho da boca, osso hioide e a língua. ANATOMIA DE CABEÇA E PESCOÇO GÊNIO-HIÓIDEO • ORIGEM Espinha mentonianainferior. • INSERÇÃO Corpo do hioide. • FUNÇÃO Protrai e retrai o hioide e auxilia abaixar a mandíbula. MÚSCULOS INFRA-HIÓIDEOS OMO-HIÓIDEO • ORIGEM Escápula. • INSERÇÃO Hiode. • FUNÇÃO Fixa e abaixa o hiode. ESTERNO-HIÓIDEO • ORIGEM Manúbrio do esterno. • INSERÇÃO Hiode. • FUNÇÃO Fixa e abaixa o hiode. ESTERNOTIREÓIDEO • ORIGEM Manúbrio do esterno. • INSERÇÃO Cartilagem tireóidea. • FUNÇÃO Fixa e abaixa o hiode. TÍREO-HIÓIDEO • ORIGEM Cartilagem tireóidea. • INSERÇÃO Hioide. • FUNÇÃO Fixa e abaixa o hiode.